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Qual a melhor corretora para iniciantes no day trade? Descubra!

Quer entrar no universo dos investimentos e atuar na área, porém, está indeciso e não sabe qual a melhor corretora para iniciantes no day trade atualmente?

Saiba que essa é uma dúvida comum e bastante válida, uma vez que essas empresas desempenham um papel indispensável na vida de quem adere a essa prática.

Pensando em ajudar quem está na busca pela opção perfeita para começar a fazer o dinheiro render, nós trouxemos neste artigo algumas dicas para você identificar uma boa corretora e, ainda, separamos as melhores opções do mercado.

Não perca tempo e confira!

Afinal, o que é day trade?

Antes de decidir qual a melhor corretora para iniciantes no day trade, é importante saber do que se trata essa prática.

Para explicar de maneira resumida, day trade é um tipo de operação feita na bolsa de valores de curta duração.

Ou seja, ela precisa ser iniciada e finalizada em um pregão, que é um único dia. O objetivo é permitir que o trader, profissional que trabalha com isso, obtenha lucros com as variações dos preços das ações, ou de qualquer outro ativo de renda variável, no mercado.

Vale lembrar que essa prática é considerada uma especulação e não investimento, pois trabalha com projeções e, por isso, é necessário saber fazer um bom gerenciamento de risco.

Quer aprender mais sobre esse assunto? Então dê um play neste vídeo do canal da Faculdade XP School e aprenda como fazer!

E uma corretora, o que faz?

Já uma corretora é uma espécie de intermediária entre as pessoas físicas e os investimentos que elas desejam fazer.

Elas são essenciais porque a Bolsa de Valores do Brasil permite apenas negociações feitas por esse tipo de estabelecimento.O funcionamento delas é bem simples. Basta abrir uma conta, realizar a transferência do dinheiro via TED, escolher as aplicações que deseja fazer e pronto.

Após esses passos, resta apenas acompanhar os seus rendimentos por meio do Home Broker, que é nada mais do que uma plataforma online, disponibilizada pelas corretoras para permitir que os seus clientes negociem na bolsa via internet.

É preciso destacar que se engana quem pensa que uma corretora é voltada apenas para quem busca investir em renda variável, como day trade, viu?

Elas também trabalham com renda fixa, como Tesouro Direto e Letras de Crédito, e, inclusive, oferecem ótimas oportunidades de aplicações e rendimento, especialmente para iniciantes.

Qual a melhor corretora para iniciantes no day trade: como escolher?

Você já entendeu o que é o day trade e qual é o papel de uma corretora nesse tipo de operação, não é verdade? Mas, qual a melhor corretora para trader iniciante?

Não existe uma resposta simples ou direta para isso, uma vez que, atualmente, existem inúmeras opções no mercado e é preciso analisar muitas questões para descobrir qual a melhor para você.

Isso, porém, não significa que não existam alguns pontos a serem levados em consideração na hora da escolha.

Para selecionar uma, analise se a corretora:

  • possui todas as autorizações necessárias para trabalhar com day trade, como Inscrição na Comissão de Valores Mobiliários, CVM; selo Cetip Certifica e os certificados da B3, a bolsa brasileira;
  • tem acesso direto ao mercado (DMA ou Direct Marketing Access, em inglês), isso é, um canal que permite que o cliente se conecte, através da sua correta, ao ambiente de negociações online da bolsa;
  • oferece um bom atendimento aos clientes;
  • tem uma boa estrutura, como site, Home Broker e aplicativos fáceis de usar, por exemplo;
  • tem uma boa taxa de corretagem, que é um valor cobrado por cada ordem que for executada, por isso precisa ser atraente;
  • tem uma boa reputação no mercado (procure opiniões de usuários em fóruns especializados, eles costumam ser sinceros, para ter mais segurança na sua decisão).

“Tá, e como eu descubro tudo isso?”, você pode se perguntar e a resposta é: pesquisando e comparando cada uma das opções disponíveis.

Esse tipo de pesquisa pode ser feita em sites especializados no mercado financeiro, acompanhando as principais notícias da área e também procurando pelo nome da corretora no Reclame Aqui, para verificar a reputação dela entre os usuários.

Pois é, essa é a única forma confiável para ter uma visão completa e, assim, encontrar a corretora que mais se encaixa com os seus objetivos.

Qual a melhor corretora para iniciantes no day trade? 3 opções para analisar

Com a lista de características que separamos no tópico anterior, fica bem mais fácil decidir qual a melhor corretora para trader iniciante, não é mesmo?

Mas caso você ainda esteja na dúvida, nós separamos uma listinha com as melhores do mercado e quais as vantagens de cada uma delas para te ajudar e facilitar ainda mais a sua vida.

Um adendo, todas elas cumprem os requisitos apresentados no tópico anterior, viu? Confira!

XP Investimentos

A XP Investimentos foi fundada em 2001 e é uma das opções disponíveis para iniciantes no day trade. Ela oferece tanto contas gratuitas, quanto pagas e possui um bom sistema de suporte para os seus clientes.

Além do mais, a corretora possui atendimento personalizado e uma grande variedade de produtos, como Tesouro Direto, Letras de Crédito e ações, para quem deseja diversificar a carteira com outros tipos de investimentos.

Clear Corretora

A Clear Corretora foi fundada em 2012 e, desde 2014, faz parte do grupo XP Inc. Portanto, tem renome e influência no mercado de investimentos.

Ela, inclusive, é bastante visada pelos traders iniciantes por oferecer custos baixos e, até mesmo, a isenção de algumas taxas de serviço, como de corretagem, valor cobrado por operação realizada, e de custódia, que é uma cobrança pelo registro e guarda dos títulos, que pode ser fixa ou um percentual sobre o valor total.

Ou seja, é boa para quem quer começar a investir em ações com pouco dinheiro.

Além disso, a Clear oferece plataformas completas e que são fáceis de usar, fazendo com que seja uma ótima opção para quem está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos.

Rico

Outra opção que aparece na lista das melhores corretoras para day trade, segundo usuários e sites especializados no assunto, é a Rico.

Entre as principais vantagens dela estão:

  • custo acessível;
  • sistemas de fácil utilização;
  • ambiente para esclarecimento de dúvidas;
  • grande variedade de serviços, como Fundos Imobiliários, ações, LCIs, debêntures e muitos outros.

E aí, conseguiu definir qual a melhor corretora para iniciantes no day trade para você?

Então que tal aprender um pouco mais sobre essa prática antes de dar o pontapé inicial? Confira o nosso e-book Guia de boas práticas para day trade e veja tudo o que precisa saber hoje mesmo!

Como dividir o salário para economizar e ficar no azul?

Você já se perguntou como dividir o salário para economizar? Afinal, é preciso saber separar bem as despesas, não apenas para poupar, mas também para não gastar mais do que deve durante o mês.

Esse aprendizado representa uma etapa essencial para qualquer pessoa que deseja  guardar dinheiro. Essa prática pode parecer difícil, no início, mas é mais fácil do que imagina. 

O primeiro passo a se tomar é organizar bem os gastos mensais. Sim, isso pode parecer algo óbvio, porém, é onde muita gente erra e se perde na tentativa de economizar no final do mês. Adotando essa estratégia, todo o resto fica mais fácil. 

Para te ajudar a dividir o salário, nós preparamos esse artigo com dicas úteis e métodos eficazes. Confira!

Por que dividir o salário?

Dividir o salário em várias categorias permite que você se organize durante o mês. Por meio dessa ação, é possível ter mais noção sobre disciplina e educação financeira e, assim,  saber exatamente o quanto poderá gastar em cada categoria. 

Além do mais, essa estratégia  permite que você descubra novas maneiras de economizar. Isso porque, ao separar e anotar todos os gastos, fica mais fácil visualizar o que pode ser cortado por algum tempo e o que é essencial.   

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Como dividir o salário para economizar?

Quem deseja investir ou apenas poupar algum dinheiro pode ficar meio perdido quando o tema é dividir o salário para economizar. É o seu caso? Então saiba que é importante seguir alguns passos para atingir essa meta. 

O primeiro, como já citamos, é se organizar. Você precisa saber exatamente o que gasta durante o mês, qual a porcentagem do salário que vai para contas essenciais e o quanto é gasto em itens dispensáveis. Sem isso bem claro, você não conseguirá dividir adequadamente o valor.

Pagar as dívidas assim que o pagamento cair na conta é outra prática recomendada. Esse hábito ajuda a evitar os juros e ainda possibilita que você saiba quanto poderá gastar no resto do mês. 

Mas o principal de tudo é a adequação. Isso é, se ajustar para que todos os gastos caibam no orçamento. Ou seja, se perceber que está gastando tudo o que recebe, é hora de reavaliar as despesas e fazer pequenos cortes no orçamento.  

Como dividir o salário para poupar? 3 métodos eficazes

Nós citamos os passos principais para economizar e a boa notícia para quem está em dúvida sobre como dividir o salário para poupar é que existem vários métodos simples e eficientes. 

A seguir nós separamos os três principais que podem ser aplicados sem medo para organizar as finanças pessoais e familiares. São eles: 

  • Método dos envelopes; 
  • Método 50-30-20;
  • Método 70/30.

Método dos envelopes

Para quem precisa poupar, mas ainda não sabe como dividir o salário para economizar, o método dos envelopes – ou jarras de vidro – é uma maneira bem fácil de começar. 

Ele funciona de uma maneira bem simples. Basta pegar vários envelopes e separar cada um deles para uma despesa específica. Por exemplo, um para gasolina ou passagens, outro para a conta de luz, outro para as compras de mercado e assim por diante. 

Feito isso, coloque dentro deles o valor referente a cada conta e use-o apenas para pagá-la. A porcentagem do salário de cada envelope pode variar de acordo com as despesas. Por isso é importante ter tudo na ponta do lápis antes mesmo de começar. 

Método 50 30 20 

Outro método bem eficaz e que ensina como dividir o salário para economizar é o 50 30 20. Como o nome indica, ele se baseia em separar o salário em porcentagens e cada uma delas representa uma categoria de gastos. 

A primeira, na qual deve ser colocado 50% do recebido do mês, é reservada para necessidades. Ou seja, contas essenciais como mercado, moradia, transporte, educação, entre outras. 

A segunda categoria, que recebe 30% do salário, é para desejos. Isso é lazer, aquele item que você está pensando em comprar há algum tempo, mas não é uma necessidade da casa ou um passeio. 

Por fim, os 20% restantes vão para a categoria de quitação de dívidas ou investimentos.

Algumas pessoas optam por colocar essa parcela na poupança, mas não é uma opção muito rentável. 

>>> Quer aprender mais sobre esse assunto? Então confira o artigo: 4 motivos para sair da poupança hoje + dicas de investimentos.

Método 70/30

Por fim, existe o método – ou regra – 70/30. Ele é relativamente mais simples que os outros dois citados. No entanto, isso não significa que demande menos disciplina, viu?

A regra 70/30 consiste, basicamente, em dividir o ganho mensal em duas partes. Uma com 70%, que será usada para as despesas do mês, incluindo as de lazer. Os outros 30% podem ser colocados em algum tipo de investimento com o objetivo de aumentar seu capital. 

Como economizar para dividir o salário de maneira correta?

Você aprendeu algumas maneiras de dividir o salário, mas aplicar esses métodos exige uma análise minuciosa sobre suas reais necessidades. Sempre que tiver vontade de comprar algo, pare e pense: eu realmente preciso disso? Caso a resposta seja negativa, talvez seja melhor esperar um pouquinho mais. 

Pagar todas as contas em dia também é outra boa iniciativa. Inclusive, alguns locais, como escolas e universidades, costumam oferecer descontos para quem quita seus pagamentos  antes da data de vencimento. Aproveite isso. 

Por fim, tire da cabeça que economizar é complicado e ruim. Em vez disso, pense que essa prática representa uma grande aliada para você realizar seus sonhos e manter as contas em dia.  

Quer saber mais sobre esse assunto? Confira este vídeo da Faculdade XP School que traz quatro truques para você poupar e começar a investir.  

E aí, gostou de saber como dividir o salário para economizar? Então compartilhe as dicas desse post com os seus amigos nas redes sociais e não esqueça de sempre conferir o nosso blog para não perder nenhum conteúdo sobre educação financeira!

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Day trade vale a pena? O que é e como usar essa estratégia

Você já se perguntou se day trade vale a pena? Essa é uma modalidade de negociações na bolsa de valores que ganhou bastante popularidade nos últimos tempos.

Com promessas de ganhos a curto prazo e em operações rápidas, ela pode deixar muita gente com a pulga atrás da orelha. Afinal, existem realmente vantagens de aderir a essa prática?

Para te ajudar a tirar essa dúvida, nós preparamos este artigo explicando o que é, quais os pontos positivos e negativos e ainda se realmente vale a pena fazer day trade. Não perca tempo e confira!

Afinal, o que é day trade?

Antes de descobrir se day trade vale a pena para você, é importante saber o que essas palavras em inglês significam na prática. Para explicar de forma simplificada, day trade é uma modalidade de negociação feita na bolsa de valores.

O foco nela são operações de curtíssimo prazo. Por isso, são iniciadas e finalizadas em um único pregão. Ou seja, no mesmo dia.

Basicamente, isso acontece da seguinte maneira: uma ação, título ou qualquer outro ativo comercializado na bolsa, é adquirido pela parte da manhã por um determinado valor, apenas para ser vendido alguns minutos ou horas depois.

Também pode ser ao contrário, vender e comprar um ativo dentro desse período de tempo.

O objetivo é obter lucros aproveitando as variações naturais dos preços, que acontecem frequentemente durante o horário de funcionamento da bolsa.

É preciso também saber que day trade não é considerado um tipo de investimento, mas uma especulação financeira, uma vez que trabalha com projeções e apostas sobre os resultados que podem acontecer.

Quais são as vantagens de fazer day trade?

Com a popularização dessa modalidade de negócios, algumas pessoas podem tratar esse tipo de operação como não sendo algo vantajoso. “Então existe alguma vantagem real em fazer day trade?”, você pode se perguntar.

A resposta para essa pergunta é sim, mesmo o day trade sendo considerado uma operação de alto risco, existem algumas vantagens nessa modalidade de negociação. Algumas delas são:

  • boa possibilidade de ter rendimentos a curto prazo;
  • pode possibilitar uma rotina de trabalho flexível;
  • chances de obter lucros até mesmo com a baixa do mercado;
  • é possível trabalhar com garantias (você não precisa ter uma grande quantia logo de cara, por meio  da alavancagem);

E as desvantagens?

Como qualquer outro tipo de negociação, o day trade também tem as suas desvantagens. Essas, inclusive, podem afastar muita gente, em especial as pessoas que estão começando agora e ainda não possuem experiência e bom conhecimento sobre a área.

Entre as principais, podemos citar:

  • não é acessível para todos (é preciso ter conhecimento mais aprofundado sobre o mercado e disponibilidade);
  • trabalha com especulação (você não sabe se irá ter ganhos, ao contrário do que acontece na renda fixa);
  • os custos podem ser mais altos do que os de operações mais conservadoras;
  • é cobrado no imposto de renda (uma taxa de 20% sobre cada ganho com operações).
  • não é ideal para quem busca rendimento a médio ou longo prazo;
  • Possuem um maior risco de perdas, uma vez que sofrem muito com as flutuações do mercado.

Afinal, day trade vale a pena ou não?

Agora, a pergunta que não quer calar “vale a pena fazer day trade?” Bem, a resposta para a questão é, depende. Isso porque é necessário levar muitas coisas em questão antes de descobrir se essa é uma possibilidade de negociação válida para você.

A primeira é o perfil de investidor. Day trade, por ser uma renda variável e ser muito influenciada pelas flutuações do mercado, é mais voltada para quem se enquadra no perfil arrojado ou agressivo. Ou seja, caso procure algo pouco arriscado e com mais garantias de retorno ou com um retorno certo, essa não é a melhor opção.

Em segundo lugar, essa modalidade de operação é para quem pensa em curto prazo, até mesmo pela natureza das negociações, que são finalizadas em um único dia.

Portanto, investidores que buscam fazer o dinheiro render a longo prazo não encontraram muitos benefícios em aderir a ela.

E como já citamos anteriormente, para conseguir bons rendimentos com day trade, é importante já ter algum conhecimento sobre o mercado e saber gerenciar os riscos.

Afinal, é preciso estudar com cuidado as opções disponíveis e fazer uma análise sobre as possíveis mudanças que elas terão ao longo do dia.

Quer aprender como fazer um bom gerenciamento de riscos? Então confira esse vídeo da Faculdade XP School que explica cinco passos para fazer isso da maneira correta!

Para operar nesse mercado, também é essencial ter em mente que ele  se comporta de maneira imprevisível. Por isso, é preciso ter equilíbrio emocional para enfrentar  possíveis perdas.

Para finalizar, day trade pode sim valer a pena para quem busca rendimentos a curto prazo, tem um perfil arrojado e não tem medo de mergulhar de cabeça no mercado.

O que é preciso saber antes de começar a fazer day trade?

Para começar é preciso saber antes de começar a fazer day trade é que isso não é uma solução mágica. Logo, não pense que isso irá solucionar todos os seus problemas, pois os ganhos não são instantâneos.

Essa é uma área que requer muito estudo e dedicação. Além disso, é bom conseguir manter a cabeça fria e ter calma, já que as operações são muito rápidas..

Também é fundamental levar em consideração que as perdas, principalmente no início, são naturais. A estimativa é que elas diminuam de acordo com o tempo e experiência.

E aí, descobriu se day trade vale a pena para você e está pensando em investir nessa área? Então não esqueça de conferir o nosso Guia de boas práticas para day trade para aprender tudo o que você precisa saber antes de começar para maximizar os seus ganhos!

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Bons investimentos para jovens: confira os 5 melhores

“Existem opções de bons investimentos para jovens que estão dando os primeiros passos no mercado financeiro?” A resposta para essa pergunta, que é mais comum do que se imagina, é sim!

Atualmente o mercado de investimentos está aberto para todos os tipos de pessoas, especialmente para aquelas que desejam que seu dinheiro renda mais, e existem vários tipos disponíveis para quem não tem muito para investir e pensam em resultados a longo prazo.

Mas no meio de tantas possibilidades, é importante conhecer bem as opções disponíveis e os detalhes de cada uma. Afinal, é sobre dinheiro e sonhos que estamos falando, não é mesmo?

Pensando em ajudar quem está começando nesse mundo, nós separamos cinco opções para começar a investir com 18 anos. Confira!

5 bons investimentos para jovens começarem hoje mesmo

Quando se é jovem e se tem pouca experiência, o mundo dos investimentos pode parecer muito complicado e difícil de entrar. Mas a verdade é que existem muitas oportunidades para começar a investir desde cedo.

As melhores opções para esse público são as que oferecem retorno a longo prazo, uma vez que o dinheiro pode render mais. Nem precisa ter muito disponível para começar. Hoje em dia dá para começar a investir com apenas R$30, provando que todos podem entrar nesse mundo.

Dito isso, separamos algumas opções de bons investimentos para jovens. São eles:

  • Letras de créditos;
  • Tesouro Direto;
  • Certificado de Depósito Bancário;
  • Fundos de Investimento;
  • Previdência Privada.

1. Letras de Crédito

Uma das melhores opções de investimento para jovens são as Letras de Crédito. Elas podem ser dos tipos LCI ou LCA, que significam Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio, respectivamente.

A primeira opção é um tipo de empréstimo feito a um banco para financiamentos imobiliários. Já a segunda é voltada para captação de recursos para o investimento no agronegócio.

As duas são de renda fixa e apresentam boas possibilidades de rendimento.

Nelas, fica acordado o pagamento de juros referentes ao dinheiro emprestado dentro de um prazo preestabelecido entre as partes por contrato.

Esse tipo de investimento precisa de um tempo para dar retorno, por isso conta com prazo mínimo para retirada do dinheiro, mas possui opções bem em conta para iniciantes e não aparece na cobrança do Imposto de Renda.

2. Tesouro Direto

Outra aplicação que aparece na lista de investimentos bons para quem é jovem é o Tesouro Direto, que apresenta uma boa rentabilidade e é mais seguro que a poupança, pois é um título público emitido pelo Governo Federal e tem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Nessa opção o investidor empresta dinheiro ao governo que se compromete a devolver o valor com juros.

Entre algumas das principais vantagens de investir no Tesouro Direto, podemos citar: praticidade, uma vez que tudo pode ser feito online; o dinheiro pode ser resgatado em pouco tempo e não é preciso muito para começar.

Já os tipos, existem três:

  • prefixado: com o retorno já preestabelecido;
  • pós-fixado: o rendimento é calculado por um indexador;
  • híbrido: parte é fixa e parte é calculada a partir de um indexador.
  • praticidade, uma vez que tudo pode ser feito online;
  • o dinheiro pode ser resgatado em pouco tempo;
  • não precisa de muito para começar.

Existem três tipos para escolher: prefixado (com retorno preestabelecido), pós-fixado (valor de resgate variável) e híbrido (com parte fixa e variável).

3. Certificado de Depósito Bancário

Os Certificados de Depósito Bancário,ou CDB, são um tipo de investimento de renda fixa emitido por bancos.

De maneira simplificada, é um empréstimo feito para os bancos, que pagam os investidores com juros após um período de tempo acordado em contrato. Existe a possibilidade de escolher entre retorno de curto, médio e longo prazo, de acordo com os objetivos e perfil do investidor.

Atualmente, é possível começar a investir em CBDs com um aporte mensal mínimo baixo e dá para fazer isso por meio de corretoras sérias, como a XP Investimentos e a Rico.

4. Fundos de Investimento

Os Fundos de Investimento são outra ótima opção para quem está começando e ainda não tem muito conhecimento sobre a área. Eles funcionam com um grupo de pessoas que se juntam para investir dinheiro em ações de alguma empresa.

O processo é gerenciado por um profissional, que atua como administrador e pode procurar as opções com melhor possibilidade de retorno, de acordo com o perfil dos participantes.

Uma das vantagens dos fundos de investimento é que é possível escolher entre renda fixa ou variável. Além do mais, existem vários tipos disponíveis, como o Fundo de Investimento imobiliário (FII).

Esse vídeo da Faculdade XP School explica tudo o que é preciso saber sobre os tipos de fundos de investimentos.

5. Previdência Privada

Por último, uma opção para quem pensa a longo prazo é investir em uma previdência privada. Mas o que é isso, afinal?

Basicamente, esse é um tipo de aposentadoria que serve como complementação da previdência pública (que é ligada ao Instituto Nacional do Seguro Social, INSS).

Nesse gênero de investimento, há a possibilidade de escolher o aporte mínimo mensal, de quanto em quanto tempo será feito o depósito e como será realizada a retirada do dinheiro.

Quer aprender mais sobre previdência e planejamento? Então confira esse curso que a Escola de Investimentos preparou!

O que saber antes de começar a investir com 18 anos?

Uma das principais dúvidas de quem é jovem pode ser como começar a investir com 18 anos? O que é preciso saber antes de dar o pontapé inicial?

A primeira coisa é que, ao contrário do que se possa pensar, não é preciso ter muito dinheiro disponível para fazer os primeiros investimentos. As opções que trouxemos neste artigo possuem um baixo aporte mínimo e são acessíveis para quem está começando.

Também é importante pesquisar bastante, até mesmo para descobrir qual é o perfil de investidor e conseguir escolher as melhores opções de investimentos.

Por último, organização e metas claras são essenciais. Afinal, é necessário ter um objetivo atingível para ser capaz de colher os resultados dos esforços aplicados.

E aí, gostou das dicas de bons investimentos para jovens? Então não esqueça de conferir o curso sobre Educação Financeira para jovens que a escola de investimento da XP Inc. preparou para que você possa aprender mais sobre como usar e investir o seu dinheiro!

Campanha de um curso online sobre "Educação Financeira para Jovens" da Faculdade XP School.

Como funciona a poupança? Descubra o rendimento e se vale a pena manter o seu dinheiro lá

Você ainda guarda o seu dinheiro na poupança?

Em janeiro de 2021, a caderneta de poupança completou 160 anos. Criada por Dom Pedro II em 1861 por meio do decreto 2.723 que instituiu a Caixa Econômica Federal, a poupança tem como objetivo oferecer um lugar seguro e gratuito para que a população possa guardar suas reservas financeiras.

Pouco mais de um século e meio desde a sua criação, a poupança é até hoje a principal aplicação dos brasileiros. Em 2020, o país registrou mais de R$ 166 bilhões aplicados nessa modalidade, segundo a Valor Investe.

Somando todas as contas, o montante investido na poupança já ultrapassa a marca de R$ 1 trilhão, informa a Istoé Dinheiro. No entanto, apesar desses números, a poupança está perdendo para a inflação há muitos meses. Com isso, quem investe em poupança perde poder de compra ao longo do tempo. Por esse motivo, muitos especialistas nem consideram mais a poupança como um investimento.

Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o que é e como funciona a poupança e sua dinâmica de remuneração por juros.

Além disso, você também vai conferir nas linhas a seguir se ainda vale a pena deixar o seu dinheiro na caderneta de poupança e quais são as opções, também seguras, para você investir e obter maiores rendimentos.

O que é e como funciona a poupança?

A poupança é uma modalidade de conta bancária que serve, à princípio, para que as pessoas tenham onde guardar seu dinheiro com segurança em vez de mantê-lo “em espécie” dentro de casa. Além disso, a poupança oferece uma rentabilidade mensal sobre o valor aplicado.

Abrir e manter uma conta poupança não custa nada. Por lei, nenhum banco pode cobrar tarifas referentes ao uso da conta poupança.

As aplicações na poupança têm liquidez diária. Isso significa que o titular pode sacar o quanto quiser do seu saldo disponível a qualquer hora.

No entanto, a remuneração dos juros ocorre na data de aniversário do depósito, mensalmente. Isso significa que sacar antes dessa data implica em perda do rendimento nesse período

Há também a possibilidade de realizar transferências pela conta poupança e efetuar pagamentos, como uma conta corrente normal.

Como funcionam os juros da poupança?

Para entender como funcionam os juros da poupança, é importante darmos uma explicação breve sobre a taxa Selic.

O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) é a plataforma administrada pelo Banco Central em que são efetuadas as operações de compra de títulos públicos federais.

A taxa Selic, por sua vez, é o valor médio registrado nas operações feitas entre os bancos nesse sistema.

A Selic é considerada a taxa básica de juros da nossa economia e um dos mecanismos da política monetária nacional para controlar a inflação.

>>> Já falamos sobre isso aqui e este post pode te ajudar a entender isso melhor: Como a taxa Selic controla a inflação? Sobe e desce de preços  

Explicada a taxa Selic, ficará mais fácil agora entender como funciona o juros da poupança.

Há duas formas de remunerar as aplicações na conta poupança:

  • Se a Selic estiver maior que 8,5% ao ano, a poupança vai render 0,5% ao mês;
  • Se a Selic estiver menor que 8,5% ao ano, a poupança vai render 70% da Selic.

É importante reforçar esta informação: o rendimento da poupança ocorre uma vez por mês no “aniversário” da aplicação. Se você sacar o dinheiro antes, você perde a remuneração acumulada entre um mês e outro.

A rentabilidade que mencionamos é válida para qualquer banco.

Ainda vale a pena colocar seu dinheiro em uma conta poupança?

Depois de entender como funciona a poupança, você deve estar se perguntando se esta é ainda uma boa alternativa para investir o seu dinheiro.

Durante muitos anos, a resposta para esta pergunta era “sim”. Isso porque, mesmo com uma rentabilidade baixa, colocar o dinheiro na poupança é muito melhor do que deixar o dinheiro ser consumido pela inflação debaixo do colchão.

Além disso, não havia muitas opções acessíveis para a maioria da população.

Porém, dada a atual situação econômica do país e o fácil acesso de pessoas físicas aos produtos do mercado financeiro que oferecem maior rentabilidade, é seguro dizer que há escolhas mais vantajosas que a poupança para quem quer investir com segurança.

Para você ter uma ideia, a taxa Selic estava em 7,75% ao ano, de 28/10/2021 a 08/12/2021. Logo, a poupança rendia 70% dessa taxa, que equivale a 5,42%.

Tendo em vista que a estimativa para inflação em 2021 era de 9,17%, o rendimento da poupança é incapaz de cobrir a desvalorização do seu poder de compra causada pela inflação.

Entenda por meio deste exemplo:

Se você aplicou R$ 1.000,00 na poupança, e ela rendeu 5,42% ao ano, isso significa que você terá no final em sua conta o seguinte valor:

1.000 x 1,0542 = R$ 1.054,00

Porém, como a inflação foi de 9,17%, seu dinheiro valorizou menos que os preços gerais da economia. Em outras palavras: você vai conseguir comprar menos coisa do que podia há uma ano atrás!

Alternativas à poupança: 4 opções para seu dinheiro render mais

“Ok. Mas onde que eu posso colocar o meu dinheiro para obter uma rentabilidade melhor?”, você pergunta.

Você pode investir seu dinheiro em outros tipos de aplicações, tão seguras quanto a poupança, e obter uma rentabilidade maior, superior à inflação.

  1. As principais opções de investimento para quem quer sair da poupança estão apresentadas resumidamente abaixo, clique nos links para saber mais:Tesouro Direto: um programa do Tesouro Nacional para que você compre online títulos do Governo Federal;
  2. Certificado de Depósito Bancário -(CDB) de renda Fixa: títulos emitidos por bancos e corretoras, garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e podem ter liquidez diária; 
  3. Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio – LCI e LCA: investimentos de renda fixa, com liquidez mínima de 90 dias e também lastreados pelo FGC;
  4. Fundos de renda fixa: “condomínios” de investimentos com uma carteira onde pelo menos 80% dos ativos são títulos de renda fixa, como LCI, LCA, CDB e Tesouro Direto.

Este vídeo da Clara Sodré, especialista da Faculdade XP, traz excelentes dicas para melhorar a remuneração de suas economias e sair da poupança:

Muitas letras e números? Está querendo se aprofundar nesse assunto e começar a investir seu dinheiro com seguranças, mas com mais rentabilidade que a poupança?

Nossa dica é fazer o curso Renda Fixa – ganhos com baixo risco, onde você aprender, entre outros assuntos:

  • Como parar de perder dinheiro para para a inflação?
  • Os segredos de investimentos como CDB, LCA, LCI, CRI, CRA, letras de câmbio e muitos outros;
  • O que é marcação a mercado;
  • Como montar uma carteira de investimentos.

um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

O que eu preciso saber para começar a investir? Saiba como aplicar o seu dinheiro e obter bons rendimentos

“O que preciso saber para começar a investir?”. Essa é uma pergunta que muitos brasileiros que querem dar os primeiros passos no mercado financeiro costumam fazer.

Aos poucos as pessoas estão descobrindo que é possível aplicar o dinheiro de forma tão segura quanto na boa e velha caderneta de poupança e obter rendimentos muito superiores a ela.

Para tanto, é fundamental conhecer alguns conceitos importantes. E é sobre eles que vamos falar neste conteúdo.

Se você se pergunta “o que preciso saber para começar a investir e fazer meu dinheiro render mais?”, continue a leitura e confira a resposta:

  1. Analise a sua atual situação financeira;
  2. Entenda quais são seus objetivos;
  3. Saiba qual é o seu perfil de investidor;
  4. Abra sua conta em uma corretora;
  5. Simule as suas rentabilidades;
  6. Atente-se às taxas e impostos;
  7. Diversifique suas aplicações;
  8. Crie uma reserva de emergência. 

O que preciso saber para começar a investir?

Investir o seu dinheiro é muito melhor do que deixar ele parado na poupança ou na sua conta corrente.

Isso porque quando a taxa básica de juros da economia, a chamada Selic, se encontra igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança só rende 70% dessa taxa. Assim, se você tem R$ 1.000,00 aplicados na poupança e a taxa Selic foi definida em 7,75%, por exemplo, você terá um ganho ao final do ano de apenas R$ 54,25.

Esse valor corresponde a um juros 5,42%, que é 70% de 7,75%.

No entanto, se você quer ver o seu patrimônio crescer investindo em outras aplicações mais rentáveis, é necessário adotar algumas medidas, como:  

1 – Analise a sua atual situação financeira

Antes de aplicar o seu dinheiro em títulos como Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA e ações, a primeira coisa que você precisa fazer é analisar a sua atual situação financeira.

Faça um levantamento de suas receitas e despesas mensais e das dívidas que podem estar abertas no seu nome.

2 – Entenda quais são seus objetivos

Quais são as suas intenções com os investimentos? Casa própria? Carro 0 km? Viagem para a Europa? Aposentadoria?

É fundamental que você tenha clareza sobre os seus objetivos. Assim, você ficará mais motivado a poupar o seu dinheiro e aplicá-lo corretamente.

Para ajudar você nesta etapa do processo, selecionamos um vídeo cheio de dicas incríveis:

3 – Saiba qual é o seu perfil de investidor

O seu perfil de investidor tem a ver com quão disposto você está a correr risco em seus investimentos. É com base nesse perfil que você vai escolher quais títulos investir.

Existem três perfis de investidores:

  • O consercador, que se preocupa mais com a segurança de seu patrimônio do que com a rentabilidade;
  • O moderado, que faz um balanço equilibrado entre segurança e rentabilidade;
  • O arrojado ou agressivo, que está mais propenso a correr riscos em busca de uma maior rentabilidade.

>>> Leia mais: Perfil de investidor: como se analisa e tipos

4 – Abra sua conta em uma corretora

Outro ponto sobre o que preciso saber para começar a investir se refere à necessidade de abrir uma conta em uma corretora de valores. É a corretora que vai intermediar as suas aplicações.

Alguns exemplos de corretoras que você pode usar são a XP Investimentos, a Rico e a Clear

5 – Simule as suas rentabilidades

Antes de escolher onde aplicar o seu dinheiro, faça simulações para você ter uma ideia de quanto será o valor a ser resgatado na data do vencimento.

Algumas corretoras conta com simuladores de investimentos, conheça alguns deles:

6 – Atente-se às taxas e impostos

É muito importante que você preste atenção à incidência ou não de Imposto de Renda sobre os rendimentos das suas aplicações.

A cobrança de IR segue uma tabela de alíquotas regressiva de acordo com o tempo que o dinheiro fica aplicado.

Alguns investimentos são isentos da cobrança do IR, como LCI, LCA, CRI e CRA.

Há também a taxa de corretagem que algumas corretoras podem cobrar para intermediar seus investimentos.

7 – Diversifique suas aplicações

Você já deve ter ouvido a expressão “não guarde todos os ovos na mesma cesta”. Essa é uma das principais regras do mundo das finanças. 

De forma simplificada, isso significa que, para obter melhores rendimentos e, ao mesmo tempo, se proteger da volatilidade do mercado, é recomendável mesclar diferentes ativos em sua carteira.

8 – Crie uma reserva de emergência

É muito importante também que você crie uma reserva de emergência capaz de cobrir os seus gastos por 6 a 12 meses. Para isso, escolha produtos com maior liquidez (que podem ser resgatados com mais facilidade), como o Tesouro Selic.

Não sabe como constituir sua reserva para começar a investir? Este vídeo vai te ensinar:

Se você está iniciando planos para se tornar um investidor, o ideal é conhecer melhor como funciona o mercado, este Combo de 4 cursos é ideal para você:

  1. Curso: O Poder do Autoconhecimento Financeiro
  2. Curso: O Beabá Financeiro
  3. Curso Dinheiro Sem Tabu: Crenças Limitantes
  4. Curso O Equilíbrio Financeiro

Campanha de um combo de cursos online sobre "Os primeiros passos para começar a investir" da Faculdade XP School.

O que eu preciso saber para começar a investir em ações?

Se você tem um perfil de investidor mais agressivo e sente que está pronto para negociar ações na bolsa de valores, separamos aqui algumas recomendações para  tomar as melhores decisões e não perder dinheiro.

Confira abaixo o que eu preciso saber para começar a investir em ações:

  • Estude sobre o mercado da empresa que você quer comprar as ações e a reputação dela;
  • No mercado à vista, é necessário comprar, pelo menos, 1 lote composto por 100 ações;
  • No mercado fracionário, você pode comprar de 1 a 99 ações;
  • O seu dinheiro pode perder valor devido às oscilações do mercado, o que faz a renda variável não ser muito indicada para objetivos de curto prazo ou reservas de emergência;
  • Não existe valor mínimo para aplicar na Bolsa, o valor vai depender da cotação da ação no momento da compra;
  • As ações ordinárias são as mais comuns e permitem que os investidores votem em assembleias e reuniões extraordinárias;
  • As ações preferenciais dão preferência aos investidores no momento de distribuir os lucros da empresa;
  • Empresas de capital aberto devem distribuir, pelo menos, 25% dos lucros, também conhecidos como dividendos;
  • “Buy and hold” é um tipo de operação em que o investidor compra suas ações hoje e as vende em outro pregão futuro;
  • O “day trade” é uma operação, em que o lote de ações é comprado e vendido no mesmo dia.

E então, conseguiu entender o que eu preciso saber para começar a investir em ações?

Ah, e tem uma dica final. Para quem é iniciante no mercado de ações, comece investindo pequenos valores até  ganhar mais experiência e segurança para aplicar  valores maiores.

Se você pretende começar a investir na bolsa, vale a pena baixar este e-book gratuito: Guia da Bolsa para Investidores

Mas, se você é iniciante no mercado de capitais, o melhor e se capacitar mais e fazer um curso como este: Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos

Você aprenderia coisas como:

  • É possível investir tendo dívidas?
  • Qual é o seu perfil de investidor?
  • Qual deve ser o valor da minha reserva?
  • Como escolher os melhores investimentos?

Imagem da campanha de um curso online sobre "Os primeiros passos no Mundo dos Investimentos" da Faculdade XP School.

Aproveite e assista também a mais este vídeo:

Regra 80 20 para investimentos: o que é o princípio de Pareto e como ele pode te ajudar a investir melhor?

Regra 80 20 para investimentos? Como assim?
Calma, é fácil de entender.

Quando pesquisamos sobre investimentos, não é difícil encontrar pessoas que colocam todos os ovos na mesma cesta em troca de uma rentabilidade mais atraente.

No entanto, essa não é uma prática muito indicada por especialistas do mercado financeiro, especialmente em se tratando de aplicações em renda variável.

Isso porque colocar todo o seu dinheiro em um único título é bastante arriscado. Imagine: se a sua cesta rasgar, você vai perder todos os seus ovos.

Para evitar que isso aconteça, a regra do 80 20 é muito utilizada para definir como será feita a distribuição das suas aplicações de modo a gerenciar melhor os riscos e obter bons retornos.

Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa para começar a usar a regra 80 20 para investimento:

  1. Identifique os investimentos mais rentáveis;
  2. Controle o seu orçamento;
  3. Poupe com consistência.

Princípio de Pareto: o que é a regra do 80 20?

A regra do 80 20, também conhecida como princípio de Pareto, é uma teoria criada pelo engenheiro italiano Vilfredo Pareto no início do século XX. Segundo ele, 20% dos italianos eram donos de 80% das terras daquele país.

Posteriormente, ele observou também que essa proporção se aplicava a diferentes contextos. Por exemplo, 80% das ervilhas do seu jardim eram provenientes de 20% das ervilheiras que ele cultivava.

Pareto concluiu, então, que 80% das consequências vinham de 20% das causas.

E, atualmente, essas proporções se compravam em situações como estas, dos exemplos da lei de Pareto, abaixo:

  • 20% dos estudantes costumam ter 80% das melhores notas;
  • 20% dos clientes geram 80% do lucro;
  • 20% dos motoristas são responsáveis por 80% dos acidentes.

Obviamente, esses valores nem sempre são exatos. O mais importante é entender que a maioria das causas vem da minoria das coisas.

Como aplicar a regra 80 20 nos investimentos?

Ok. Você já sabe o que é a regra do 80 20. Mas como usar a regra 80 20 para melhorar os seus investimentos? 

O princípio de Pareto pode ser muito útil para orientar as suas decisões sobre onde investir o seu dinheiro e diversificar suas aplicações.

Seguindo a lógica apresentada no tópico anterior, 80% dos seus ganhos vêm de 20% da sua carteira de investimentos.

Isso significa dizer que pelo menos 20% das suas aplicações vão trazer resultados acima do que você espera.

Ou seja, em vez de colocar todo o seu dinheiro em um único título, reserve 20% da sua carteira para títulos com maior potencial de rentabilidade.

Confira abaixo algumas dicas que vão te ajudar a aplicar o Princípio de Pareto para investimentos na prática:

1 – Identifique os investimentos mais rentáveis

Para usar o princípio de Pareto nos seus investimentos, é muito importante avaliar   as opções de títulos mais rentáveis.

Obviamente, você deve se atentar ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos. É sempre bom lembrar que investimentos com maior potencial de retorno costumam apresentar mais risco e maior prazo até o vencimento.

Assim, siga estas duas regras:

  • Use 20% do seu capital em investimentos de maior risco. Esses investimentos, se tudo der certo, podem representar 80% de sua lucratividade. Porém, se derem errado, você terá pedido uma parte aceitável de suas reservas e terá 80% de seu patrimônio a salvo!
  • Os outros 80% você vai aplicar em investimento conservadores. Pode ser que eles representem apenas 20% de seu lucro total, mas a lógica é que é melhor ter um ganho pequeno, porém de baixo risco. Dessa forma, apesar desse maior volume de dinheiro representar ganhos menos espetaculares, eles vão te deixar mais seguro.

>>> Leia também: Como investir dinheiro com segurança? Dicas para renda extra!

2 – Controle o seu orçamento

Ser bem sucedido nos seus investimentos também passa pela análise das suas receitas e despesas mensais. Utilize a regra 80 20 para identificar os 20% de despesas que consomem 80% dos seus ganhos.

A partir disso, você poderá realizar os cortes necessários para sobrar mais dinheiro para investir.

3 – Poupe com consistência

A regra 80 20 para investimentos também pode ser usada para te ajudar a definir quanto da sua renda mensal deve ser reservada para que você possa fazer suas aplicações no mercado financeiro.

Pegue o seu salário ou renda e multiplique por 0,2 (20%). O resultado é o quanto você vai se comprometer a guardar todos os meses para investir. O restante (80%) será para cobrir as suas despesas.

Dessa forma, você consegue construir o seu patrimônio com mais consistência e alcançar os seus objetivos de maneira mais rápida e bem sucedida.

Mas, se poupar é um desafio para você, vale conferir estas 4 dicas de como fazer isso de forma inteligente e consistente, acompanhe:

Bom, agora que você já conhece o que é e como funciona a regra 80 20 para investimento, que tal começar a utilizar esse princípio para orientar suas decisões?

Faça isso e aplique o seu dinheiro de forma mais inteligente para obter melhores rendimentos.

O princípio 80 20 de Pareto é uma ótima dica, mas você precisa se aprofundar mais se quer começar a se inserir. Por isso, faça o combo de cursos “Diversifique sua carteira” e aprenda:

  • A descobrir seu perfil de investidor;
  • Como saber qual o melhor investimento;
  • Como montar uma carteira dolarizada;
  • O que é risco e como lidar com ele.

Entre diversos outros temas. 

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O que é Metaverso? Como funciona? Qual sua importância?

Você já deve ter ouvido falar ou visto nos trending topics, mas sabe mesmo o que é o Metaverso, como ele funciona e qual a importância desse conceito para nossas vidas? Se tem dúvidas, não se preocupe, vamos abordar todas essas questões no post.

Desde que Mark Zuckerberg anunciou que pretende tornar o Facebook uma ‘empresa de Metaverso’, a busca pelo termo explodiu. Embora isso leve a crer que foi ele quem criou o conceito, a verdade é que ele já está presente em nossas vidas digitais há mais tempo. Mas afinal, o que é Metaverso?

Uma vida completamente digital. Essa é a definição básica e que, graças a um comportamento cada vez mais online da sociedade, tem motivado grandes empresas de tecnologia a inovarem. Se você não quer ficar de fora das próximas rodas de conversa sobre esse assunto, confira nosso artigo!

O que é Metaverso?

Metaverso é a integração entre o mundo real e o digital. Nele, todos os aspectos da “realidade” são levados para o digital. Essa conexão é feita por meio de tecnologias que tornam essas experiências mais sensoriais e reais, criando uma espécie de universo virtual em que as pessoas interagem.

Pode ser entendido como uma nova abordagem da realidade virtual, considerando que o termo se refere a um ambiente digital que é capaz de emular as interações comuns e os relacionamentos característicos da nossa sociedade.

Se você se lembrou do clássico Second Life, saiba que hoje o conceito de Metaverso vai muito além. Com ele, além de jogos mais reais e interativos, é possível transportar diversas atividades do dia a dia para o ambiente virtual.

É o caso de trabalhos, estudos e entretenimento. Tudo isso feito com o apoio das novas tecnologias, como as redes sociais, as realidades virtuais e aumentadas e as criptomoedas.

A origem do Metaverso

A primeira vez em que o termo Metaverso foi utilizado foi em 1992 pelo escritor Neal Stephenson. No livro Snow Crash, ele conta a história de um personagem que é entregador de pizza na vida real, mas um samurai no mundo virtual – o qual ele chama de Metaverso.

Em 2011 o conceito foi resgatado por outro escritor, dessa vez Ernest Cline. No livro Ready Player One, ele narra a história de pessoas que fogem da realidade com a ajuda de um simulador virtual chamado Oasis. Nele, elas podem ser e fazer o que quiserem.

No mundo dos games, o Metaverso deu seus primeiros passos com o clássico Second Life. Nele, as pessoas criavam avatares e socializavam com outras pessoas de maneira virtual.

Embora tenha feito muito sucesso no início dos anos 2000, ele não avançou na ideia do Metaverso por não contar com tecnologias que permitissem a criação e aplicação de uma economia digital, onde fosse possível ganhar dinheiro ou adquirir bens.

Atualmente, a tecnologia blockchain já permite criar versões do Metaverso, mesmo que seu potencial máximo ainda seja desconhecido.

Diferença entre Metaverso e Realidade Virtual

Embora ambos estejam dentro do mesmo contexto tecnológico, Metaverso e realidade virtual se diferem pela maneira como são executados.

Você já usou um daqueles óculos que o colocam dentro de uma cadeira de montanha russa e, sem sair do lugar, você sente a mesma adrenalina de quando está em um parque de diversões? Isso é realidade virtual.

A realidade virtual é, como o próprio nome sugere, a possibilidade de uma pessoa entrar em um universo “não real”. Para isso, ela conta com a ajuda de acessórios e sistemas computacionais que, juntos, criam um ambiente simulado com efeitos sonoros e visuais.

Já o Metaverso é um conceito mais amplo. Embora ele possa utilizar o recurso da realidade virtual para criar um ambiente de imersão, seu funcionamento não depende disso. Hoje é possível entrar em um ambiente de Metaverso através de uma série de dispositivos, entre eles o próprio computador.

Outro ponto que diferencia esses dois termos é que enquanto a realidade virtual está restrita a um acessório, o Metaverso conecta pessoas e permite que elas interajam entre si.

Em resumo, a realidade virtual está inserida no contexto do Metaverso, mas o Metaverso não está limitado à realidade virtual.

Muito tem se falado sobre criptomoedas, mas afinal: vale a pena o investimento. Na série Investimento às Claras, a Clara Sodré fala mais sobre esse assunto. É só dar o play!

esde que Mark Zuckerberg anunciou que pretende tornar o Facebook uma ‘empresa de Metaverso’, a busca pelo termo explodiu. Embora isso leve a crer que foi ele quem criou o conceito, a verdade é que ele já está presente em nossas vidas digitais há mais tempo. Mas afinal, o que é Metaverso?

Uma vida completamente digital. Essa é a definição básica e que, graças a um comportamento cada vez mais online da sociedade, tem motivado grandes empresas de tecnologia a inovarem. Se você não quer ficar de fora das próximas rodas de conversa sobre esse assunto, confira nosso artigo!

O que é Metaverso

Imagine um parque em que várias pessoas estão reunidas e interagindo. É uma cena comum, certo? Agora imagine que em vez de corpos de carne e osso essas pessoas sejam avatares e o parque seja virtual. Isso é o Metaverso.

Resumidamente, Metaverso é a integração entre o mundo real e o digital. Nele, todos os aspectos que caracterizam uma ‘vida real’ são levados de maneira imersiva para o digital. Essa conexão é feita através de tecnologias que ajudam a tornar essas experiências mais sensoriais e reais, criando uma espécie de universo virtual em que as pessoas interagem e se conectam.

Se você se lembrou do clássico Second Life, saiba que hoje o conceito de Metaverso vai muito além. Com ele, além de jogos mais reais e interativos, é possível transportar diversas atividades do dia a dia para o ambiente virtual. É o caso de trabalhos, estudos e entretenimento. Tudo isso feito com o apoio das novas tecnologias, como as redes sociais, as realidades virtuais e aumentadas e as criptomoedas.

A origem do Metaverso

A primeira vez em que o termo Metaverso foi utilizado foi em 1992 pelo escritor Neal Stephenson. No livro Snow Crash, ele conta a história de um personagem que é entregador de pizza na vida real, mas um samurai no mundo virtual – o qual ele chama de Metaverso.

Em 2011 o conceito foi resgatado por outro escritor, dessa vez Ernest Cline. No livro Ready Player One, ele narra a história de pessoas que fogem da realidade com a ajuda de um simulador virtual chamado Oasis. Nele, elas podem ser e fazer o que quiserem.

No mundo dos games, o Metaverso deu seus primeiros passos com o clássico Second Life. Nele, as pessoas criavam avatares e socializavam com outras pessoas de maneira virtual. Embora tenha feito muito sucesso no início dos anos 2000, ele não avançou na ideia do Metaverso por não conseguir implementar uma economia digital em que fosse possível ganhar dinheiro ou adquirir bens.

Diferença entre Metaverso e Realidade Virtual

Embora ambos estejam dentro do mesmo contexto tecnológico, Metaverso e realidade virtual se diferem pela maneira como são executados.

Você já usou um daqueles óculos que o colocam dentro de uma cadeira de montanha russa e, sem sair do lugar, você sente a mesma adrenalina de quando está em um parque de diversões? Isso é realidade virtual.

A realidade virtual é, como o próprio nome sugere, a possibilidade de uma pessoa entrar em um universo “não real”. Para isso, ela conta com a ajuda de acessórios e sistemas computacionais que, juntos, criam um ambiente simulado com efeitos sonoros e visuais.

Já o Metaverso é um conceito mais amplo. Embora ele possa utilizar o recurso da realidade virtual para criar um ambiente de imersão, seu funcionamento não depende disso. Hoje é possível entrar em um ambiente de Metaverso através de uma série de dispositivos, entre eles o próprio computador.

Outro ponto que diferente esses dois termos é que enquanto a realidade virtual está restrita a um acessório, o Metaverso conecta pessoas e permite que elas interajam entre si.

Em resumo, realidade virtual está inserido no contexto do Metaverso, mas Metaverso não está limitado à realidade virtual.

Muito tem se falado sobre criptomoedas, mas afinal: vale a pena o investimento. Na série Investimento às Claras, a Clara Sodré fala mais sobre esse assunto. É só dar o play!

Como funciona o Metaverso?

O Metaverso se propõe a ser uma revolução da forma como interagimos e utilizamos a internet, assim como ela causou, por meio da transformação digital, uma alteração definitiva na forma como as pessoas se comportam, conhecem novas pessoas, interagem com marcas e consomem produtos.

Hoje, na vida real, para interagir com uma loja física, observando seus produtos e realizando compras, é necessário se deslocar até ela. Como alternativa, é possível acessar as redes sociais dessa loja ou o seu e-commerce para interagir com as ofertas e adquirir os itens desejados.

No Metaverso, a ideia é combinar essas duas formas de interação em um ambiente virtual, com características e capacidade para simular um local físico de verdade.

Por meio de sistemas de realidade aumentada, avatares personalizados e ambientes interativos, uma pessoa poderá visitar uma loja “física” por meio da internet, sem precisar sair de casa.

E isso vai além das aplicações atuais, já que um ambiente virtual com tais características pode representar valores reais, como patrimônio, investimento e renda. Nesse contexto, podemos encaixar tanto as criptomoedas do metaverso quanto os NFTs, que veremos a seguir.

O que são NFTs?

A sigla NFT significa non-fungible tokens, são pedaços de códigos acrescentados a arquivos digitais que fazem sua autenticação, reconhecendo-o como algo único e de maior valor. Pode ser utilizado para reconhecer uma arte digital, um item colecionável de jogos ou mesmo um imóvel virtual como algo único e original.

Pense da seguinte forma, se você tem um quadro famoso, avaliado em milhões de dólares, é preciso que o item passe por avaliações para assegurar que ele é autêntico e não uma simples réplica.

Os NFTs fazem exatamente isso, mas para itens digitais. Eles garantem que, mesmo que um arquivo possa ser duplicado, o original ou autêntico será identificável e terá seu valor reconhecido.

Não é possível falar sobre NFTs sem mencionar o conceito do Metaverso, que se popularizou com a ajuda dos games e de tecnologias de realidade virtual, criando um ambiente capaz de reconhecer esses códigos de autenticação.

Um exemplo disso é o Decentraland, no qual os usuários criam avatares para interagir entre si. O que diferencia esses jogos de outros mais antigos, como o Second Life, é a possibilidade de intervenção nos espaços.

No Decentraland, além de poderem customizar seus avatares e alterar seus nicknames, os usuários ainda podem comprar e vender ‘lotes’. Tudo isso, é claro, mediante transações. Nesse universo, elas são realizadas através dos NFTs, os token não fungíveis.

Quando falamos sobre Metaverso, qualquer item da vida real também pode ser recriado no virtual. E assim como as moedas locais, como Real, Euro e Dólar, os tokens são quem controlam as operações.

Os tokens conferem a propriedade digital aos seus donos. Ou seja, quem usa NFT para adquirir um terreno em um jogo passa automaticamente a ser proprietário dele até que decida negociá-lo.

Como entrar no Metaverso?

Agora que você já sabe o que significa metaverso, vamos entender como é possível interagir e participar desses novos mundos no ambiente virtual.

De modo geral, é importante destacar que a vida digital trazida pelo Metaverso pode ser acessada por uma série de gadgets, como óculos de realidade virtual, sensores infravermelhos e fones de ouvido, conectados a um dispositivo conectado à internet.

Com esses dispositivos, é possível acessar os ambientes virtuais criados no Metaverso, seja um jogo ou plataforma corporativa. Basta criar o seu avatar 3D personalizado para interagir com outras pessoas.

Uma empresa com equipes remotas poderá desenvolver sua versão do Metaverso para conduzir eventos internos, reuniões e treinamentos. Da mesma forma que uma marca que comercializa produtos na internet teria a oportunidade de promover interações com clientes do mundo todo através da realidade virtual.

As aplicações desse conceito são ilimitadas. Mesmo que estejam em um estágio inicial e marcado por experimentações ou funções básicas, entender o que é o metaverso, como funciona e como participar dessa revolução digital pode ser essencial para se manter relevante no mercado e na sociedade.

4 exemplos de empresas que estão no Metaverso

Embora o conceito de Metaverso não seja novo, ele se populariza a cada dia, tendo como aliado o avanço da tecnologia. Veja abaixo quais empresas já estão surfando nessa onda e o que o futuro poderá oferecer aos aventureiros digitais.

1. Microsoft

Em uma das gigantes de tecnologia, o Metaverso já ganhou até nome próprio: Mesh. Com ele, as relações sociais ganharão mais personalidade. Um exemplo é a plataforma Teams, hoje usada para reuniões à distância. No projeto da companhia, ela terá avatares em 3D, que permitirá que as reuniões sejam mais imersivas, de modo que os participantes possam interagir entre si.

2. NVIDIA

Na NVIDIA, o conceito também foi rebatizado: Omniverse Avatar. Com ele, o objetivo da empresa é ampliar as possibilidades dos sistemas de atendimento virtuais. Como? Através da criação de avatares inteligentes, que combinam tecnologias como reconhecimento de voz e rastreamento facial e permite que eles interajam com as pessoas de maneira natural.

Em um futuro não tão distante, a companhia espera que esses recursos apoiem setores como restaurantes e consultórios médicos.

3. Epic Games

A desenvolvedora americana tem usado seu jogo mais popular, o Fortnite, para levar o Metaverso aos seus usuários. Com a criação de espaços de convivência, que funcionam como uma espécie de rede social dentro do ambiente, ela promove a interação entre os gamers. Uma das ações da empresa deu o que falar: a transmissão de um show virtual da cantora Ariana Grande.

4. Nike

Não são só as empresas de tecnologia que têm investido nesse universo. A gigante do esporte também tem apostado nos NFTs para comercializar tênis exclusivos. Os modelos virtuais poderão ser utilizados pelos compradores em jogos e experiências promovidas no Nikeland, o Metaverso da marca.

Relação entre Metaverso e criptomoedas

No Metaverso são as criptomoedas que viabilizam as operações. O que isso significa: se você deseja adquirir bens virtuais em um ambiente de Metaverso, você deverá pagá-los com criptomoedas. É o caso de roupas, acessórios, itens de decoração ou propriedades.

Criptomoedas ligadas ao Metaverso

Usando o exemplo do Decentraland mais uma vez, temos a MANA Criptomoeda. Os jogadores que quiserem conquistar uma reputação maior dentro do game podem adquirir terrenos. Lá, eles são chamados de LANDs e comercializados em NFTs. As transações devem ser feitas utilizando a criptomoeda MANA, exclusiva do jogo.

Outro exemplo que se destaca entre as moedas do metaverso é a ALICE, utilizada no jogo My Neighbor Alice. Embora o game permita interações gratuitas, é através da ALICE que os usuários podem construir e adquirir ilhas virtuais.

No The Sandbox, os usuários podem criar espaços semelhantes aos do mundo real. Posteriormente, eles podem ser negociados através da criptomoeda SAND. Um exemplo de empresa que aderiu a esse sistema é a PwC, uma das Big Four. Na ocasião, a companhia adquiriu um terreno virtual através de criptomoedas.

< Quer aprender mais sobre investimentos no Metaverso? Leia o post: Conheça 5 maneiras de como investir no Metaverso />

Vale a pena investir em criptos do Metaverso?

Que o conceito de Metaverso ainda tem espaço para crescimento não é segredo. Automaticamente, com o surgimento de novas moedas digitais, as possibilidades de investimento também tendem a se multiplicar. Mas isso não significa que o investimento em criptomoedas deva ser a sua prioridade.

Embora as projeções sinalizem que essa indústria pode atingir US$ 800 bilhões em mercado até 2024, é preciso se lembrar da fragilidade inerente a qualquer modalidade de investimento. Por isso, antes de procurar uma corretora para iniciar esse tipo de operação, é altamente recomendado um profundo conhecimento sobre o conceito e funcionamento desse sistema.

Porém, se você está decidido a adicionar uma criptomoeda em sua carteira, saiba que as relacionadas ao Metaverso têm feito sucesso ao redor do mundo. De acordo com dados da plataforma Coinmarketcap, em 2021 as moedas digitais do Metaverso foram as que mais se valorizaram.

Você também pode aprender mais sobre esse tipo de investimento como o Curso Rápido do Criptoinvestidor, da Faculdade XP. Esse conteúdo foi desenvolvido para mostrar de forma prática e didática como dominar esse tipo de ativo.

Entenda todo o potencial das criptomoedas e saiba como obter os melhores rendimentos por meio da economia digital.

<Acesse e faça já sua matrícula: Curso Rápido Criptoinvestidor />

Investimentos para pessoa jurídica: saiba onde e como fazer o dinheiro da sua empresa render

Como será que funcionam os investimentos para pessoa jurídica? Pessoa jurídica pode investir em ações?

Naturalmente, o que muitas empresas costumam fazer é utilizar seu capital para viabilizar as operações do próprio negócio.

Por outro lado, as companhias também precisam contar com um sólido capital de giro, que funciona como uma reserva de emergência.

No entanto, um erro bastante comum é deixar esse capital parado na conta corrente. Quando isso acontece, o dinheiro acaba perdendo o seu valor devido à inflação, por menor que ela seja.

Uma solução para evitar que isso aconteça e rentabilizar o caixa é a aplicação desse dinheiro em investimentos para pessoa jurídica.

Dessa forma, valoriza-se o patrimônio da empresa fazendo o dinheiro “trabalhar”.

Neste conteúdo, vamos mostrar quais são as principais opções de investimentos para pessoa jurídica:

  • Certificado de Depósito Bancário;
  • Fundos de Investimentos;
  • Letra de Crédito Imobiliário e Agrícola;
  • Ações.

Vamos esclarecer também se a pessoa jurídica pode investir em ações e no Tesouro Direto.

Além disso, você também vai entender como as aplicações de PJ são tributadas.

Investimentos para pessoa jurídica: como fazer?

A primeira coisa que você precisa fazer é abrir uma conta em uma corretora de valores, como a XP Investimentos.

Como o processo para abrir uma conta pessoa jurídica em corretoras é muito mais complexo que o de pessoa física, normalmente é preciso entrar em contato para enviar os documentos necessários.

Dependendo do tipo de empresa, diferentes documentos são exigidos.

Sociedade limitada:

  • Cópia simples da última alteração consolidada do contrato social;
  • Cartão do CNPJ;
  • Cópia simples do documento de identidade e do CPF dos representantes da empresa;
  • Cópia simples do balanço patrimonial, deve estar assinado pelo representante e também pelo contador, com seu carimbo;
  • DRE (Demonstração de Resultados do Exercício) assinada pelo representante e assinada e carimbada pelo contador;
  • Dados bancários (banco, agência e conta).

Sociedade Anônima:

  • Cópia simples da última alteração consolidada do contrato social;
  • Cópia simples da ata de eleição da diretoria atual;
  • Cartão do CNPJ;
  • Cópia simples do estatuto social;
  • Cópia simples do documento de identidade e do CPF dos representantes da empresa;
  • Cópia simples do balanço patrimonial, deve estar assinado pelo representante e também pelo contador, com seu carimbo;
  • DRE (Demonstração de Resultados do Exercício) assinada pelo representante e assinada e carimbada pelo contador;
  • Dados bancários (banco, agência e conta).

Após o envio e conferência dos documentos pela corretora, ela entrará em contato com o solicitante, pedindo informações adicionais como e-mail, assinatura eletrônica e os dados das pessoas autorizadas a emitir ordens para a empresa.

Depois de tudo aprovado, é só escolher onde você quer aplicar o seu dinheiro. Existem diversos tipos de investimentos.

Tipos de investimentos para pessoa jurídica: onde aplicar?

Os investimentos para pessoa jurídica têm como objetivo proteger o capital contra os efeitos da inflação e garantir uma boa rentabilidade.

Essas aplicações podem ser feitas tanto em títulos de renda fixa como nos de renda variável.

1 – Certificado de Depósito Bancário

O CDB é um investimento de renda fixa em que a sua empresa empresta dinheiro para o banco e recebe juros sobre esse valor, podendo ser pré ou pós-fixado.

No caso do CDB prefixado, os juros a serem pagos já estão determinados no momento da contratação. Já os pós-fixados são atrelados a um índice, como o CDI, por exemplo. 

A liquidez do CDB pode ser diária, isto é, você saca seu capital quando quiser, ou ter uma data de resgate já determinada. 

Essa modalidade de investimento é bastante segura, pois tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

>>> Veja mais: CDB: definição, como funciona e vantagens

2 – Fundos de Investimentos

Nos Fundos de Investimentos, investidores com objetivos e perfis semelhantes se reúnem para obter ganhos em escala. Essa modalidade é muito indicada para reservas de emergência, pois possui liquidez diária. Ou seja, pode ser resgatada a qualquer momento, como esclarecemos acima. 

Os fundos de investimentos são vantajosos porque tem uma gestão profissional, assim, sua empresa não precisa se preocupar em decidir em quais títulos vai investir, o fundo tem profissionais especializados nessa atividade.

Além disso, os fundos diversificam a alocação de capital em diferentes ativos, o que gera mais segurança. Isto é: eles não colocam todos os ovos na mesma cesta!

>>> Veja mais sobre diversificação de investimentos aqui: Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco 

3 – Letra de Crédito Imobiliário e Agrícola

As LCIs e LCAs são investimentos de renda fixa em que a sua empresa se torna credora de bancos que financiam empreendimentos no setor agrícola e imobiliário. São bastante seguros porque são lastreados pelo Fundo Garantidor de Crédito.

É importante ressaltar que as letras de crédito imobiliários e agrícolas não são isentas de Imposto de Renda sobre os ganhos das empresas, ao contrário do que ocorre com as pessoas físicas.

Da mesma forma que o CDB, podem ser pré ou pós fixados.

Quer saber mais detalhes e passar a investir em LCA e LCI? Então, temos um vídeo para você assistir:

É possível investir no Tesouro Direto como pessoa jurídica?

Infelizmente, não há a possibilidade de investir no Tesouro Direto como pessoa jurídica. Essa modalidade de investimento é reservada para pessoas físicas.

>>> Leia mais: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas?

Como é feita a tributação dos investimento para pessoa jurídica?

Apesar de não ser possível comprar títulos do Tesouro Direto como pessoa jurídica, existem outras modalidades de renda que também são bastante seguras, como os já citados CDB, LCI e LCA.

Há basicamente dois tributos que podem incidir sobre as suas aplicações: o Imposto de Renda e o Imposto sobre Operações Financeiras.

No caso do IR, a incidência sobre os ganhos depende do tempo que o dinheiro fica aplicado:

  • 22,5% – menos de 180 dias de resgate
  • 20% – entre 181 dias e 365 dias
  • 17,5% – entre 365 dias e 720 dias
  • 15% – a partir de 720 dias

Já o IOF é zerado caso você deixe o dinheiro aplicado por mais de 30 dias. Em resgates antes do primeiro mês, segue-se a tabela:

1 dia  96%
2 dias 93%
3 dias 90%
4 dias  86%
5 dias 83%
6 dias 80%
7 dias 76%
8 dias 73%
9 dias 70%
10 dias 66%
11 dias 63%
12 dias 60%
13 dias 56%
14 dias 53%
15 dias 50%
16 dias 46%
17 dias 43%
18 dias 40%
19 dias 36%
20 dias 33%
21 dias 30%
22 dias 26%
23 dias 23%
24 dias 20%
25 dias 16%
26 dias 13%
27 dias 10%
28 dias 6%
29 dias 3%
30 dias 0%

>>> Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre Imposto de Renda 2021

Pessoa jurídica pode investir em ações?

Sim, uma pessoa jurídica pode investir em ações. 

Para isso, ela deve seguir os passos indicados anteriormente e abrir uma conta em uma corretora de valores, como a a XP Investimentos, a Rico ou a Clear

Porém, essa modalidade apresenta um risco mais elevado e é mais recomendada para aplicações de longo prazo. 

A tributação para investimentos no mercado de ações é de 15% de Imposto de Renda. Já para operações de Day Trade (em que as ações são compradas e vendidas no mesmo dia), a tributação é de 20% de IR.

>>> Saiba mais: Diferença entre ações e títulos: para que servem e como funcionam?

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Trade esportivo é crime? É legal? A escola da XP responde!

Muitas pessoas têm dúvidas se o trade esportivo é crime, sobretudo aquelas que têm interesse em ingressar neste universo. E a resposta é não, o que significa que ser trader esportivo é legal.

Para que você tenha uma ideia do tamanho deste mercado, existem mais de 450 sites de apostas esportivas ativos no Brasil e, juntos, eles movimentam cerca de R$ 12 bilhões atualmente.

Além disso, 19 dos 20 clubes de futebol mais importantes do país são patrocinados por uma dessas casas de apostas.

Neste artigo, você vai entender como o trading esportivo funciona, conhecer a lei que regulariza a prática e saber quais cuidados devem ser tomados. Acompanhe a leitura!

O que é trader esportivo?

O trader esportivo é, basicamente, quem opera nas bolsas esportivas. Este tipo de investidor realiza operações que envolvem a negociação de probabilidades antes ou durante determinado evento esportivo.

Isso significa que em cada evento, seja uma partida de futebol, basquete, vôlei, tênis, etc., há pessoas que compram e vendem probabilidades. 

As operações realizadas a favor de determinado acontecimento dentro da partida são chamadas de “back”. Já o contrário, quando as operações são realizadas contra determinado acontecimento dentro da partida, se chama “lay”.

Como funciona o trade esportivo?

Antes de tudo, é importante destacar que as operações realizadas por um trader esportivo não são um tiro no escuro. 

Quem reforça essa narrativa e acredita que tudo depende apenas de sorte, desconhece toda estratégia que existe  por trás da prática.

Isso porque a única diferença que existe entre o trade esportivo e as operações financeiras realizadas na bolsa de valores é o ativo em que se investe — eventos esportivos em vez de ações.

Com isso, a modalidade também se difere de apostas tradicionais, visto que o apostador da Mega Sena, por exemplo, escolhe os números e torce que a aleatoriedade dos fatos esteja a seu favor.

Por outro lado, o trader esportivo inicia seu trabalho analisando números, estatísticas e diversas outras informações sobre a equipe que entrará em campo (ou na quadra), o que envolve um esforço técnico antes, durante e depois de cada aposta.

Além de ter conhecimento sobre o esporte e buscar dados relevantes constantemente, o trader também deve saber administrar sua banca de perdas e ganhos.

Para isso, é necessário ter dedicação, experiência e um bom psicológico.

Trade esportivo é crime?

Na prática, a legislação brasileira não proíbe apostas em território nacional, mas as deixa sob monopólio do Governo Federal. Tanto que é possível fazer a tradicional “fezinha” em qualquer lotérica.

Então por que existem tantos questionamentos quanto à legalidade do trade esportivo? 

A exploração de apostas em locais públicos, como bingos e cassinos, é considerada crime no Brasil desde 1941, conforme estabelecido pelo artigo 50 do Decreto-Lei 3688.  

No entanto, por se tratar de uma lei antiga, ela possui brechas, e uma delas é justamente a prática de apostas em sites online. Isso porque, na época em que o decreto foi publicado, sequer existia internet.

E, como a Constituição Federal proíbe que o Direito Penal faça analogias, o trade esportivo online é considerado legal, portanto, não é crime.

Além disso, como esta atividade ainda não é amparada pela legislação brasileira, as principais empresas que operam no Brasil estão sediadas no exterior.

Dessa forma, se veem livre de impostos e também podem oferecer jogos de azar (ilegais no país), pois não respondem à legislação brasileira.

Trader esportivo é furada?

Quando se fala em apostas, é comum que haja receio em aplicar dinheiro devido aos riscos. Por esse mesmo motivo, muitos consideram a prática uma furada.

A verdade é que se você realizar essas operações movido apenas por impulso, emoção ou achismo, muito provavelmente vai perder dinheiro.

Entretanto, caso você invista seu tempo em estudos, se especialize no assunto, elabore uma boa estratégia de mercado, administre bem sua banca e cuide do seu psicológico, a atividade pode oferecer bons lucros.

Mas, lembre-se: todo investimento tem riscos, independentemente de qual seja ativo em questão.

Portanto, é preciso fazer uma avaliação minuciosa e conhecer a fundo todos os riscos do trade esportivo, a fim de entender o que está disposto a enfrentar. 

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Cuidados ao praticar essa modalidade

Após avaliar os prós e os contras do trade esportivo, caso você decida ingressar nesta modalidade, é importante tomar alguns cuidados. Veja a seguir os principais.

Análise do pré-jogo

Como este mercado permite que você faça suas operações antes dos eventos esportivos começarem, é essencial que você levante todos os dados e informações possíveis de cada partida.

Assim, é possível encontrar uma lógica e entender qual equipe ou jogador é o favorito da partida, analisando as possibilidades de cada resultado.

Leitura de jogo

Trazendo o exemplo do futebol, mercado mais popular nas casas de apostas, a leitura de jogo nada mais é do que entender o que está acontecendo ao vivo em determinada partida.

Não basta apenas assistir o jogo, você deve saber o que se passa e, para isso, é preciso prestar atenção em alguns detalhes, como decisões do técnico, desempenho dos jogadores, posse de bola, finalizações, etc.

Essa é uma forma de trabalho dedutiva, em que você deduz o que vai acontecer ao longo dos 90 minutos e, baseado nisso, toma alguma atitude — seja fazer algo ou não.

A leitura de jogo é uma habilidade fundamental para os traders e evolui à medida que você assiste aos jogos com mais atenção.

Logo, quanto mais partidas você acompanhar, mais conhecimento de leitura de jogo você terá.

Controle emocional

O time que você apostou tomou um gol no começo do jogo ou o jogador perdeu o primeiro set de uma partida? Antes de tudo, mantenha a calma e não se desespere.

Quem já é experiente no trading esportivo, sabe que o controle emocional é a chave para o sucesso. Portanto, seja resiliente e não tome decisões precipitadas, pois elas podem prejudicar, e muito, os seus planos.

Gestão de banca

A gestão de banca está no trade esportivo para oferecer todo o apoio financeiro e emocional, que são as bases necessárias para sustentar suas estratégias e, consequentemente, proporcionar lucros.

Desse modo, gerir a banca significa apostar um valor correto, de acordo com seu capital, afim de rentabilizá-la com o menor risco possível.

Ou seja, pode-se dizer que gestão da banca significa, basicamente, gerir o risco de cada aposta, investindo apenas o necessário para que, caso vença, tenha ganhos positivos e, caso perca, não tenha grandes prejuízos.

Vale ressaltar que a pior coisa que você pode fazer nesse sentido é arriscar toda a sua banca em uma única aposta, pois, caso não dê certo, você perde tudo — e é isso que a casa de aposta quer que você faça.

Defina metas e objetivos

Por fim, definir objetivos no trade esportivo significa estipular quanto você gostaria de ganhar exercendo esta atividade, e o prazo para atingir a meta.

Portanto, é preciso estipular vários objetivos, a começar pelos de curto prazo, até chegar aos de longo prazo.

Contudo, o ideal é que tanto suas metas quanto seus objetivos sejam bem claros, afinal, o planejamento torna qualquer pessoa mais disciplinada e aumenta as chances de sucesso.

Agora que você sabe que trade esportivo não é crime e entende a importância de se especializar na modalidade, é hora de dar continuidade aos seus estudos.

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