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O que é Private Banking? Entenda e saiba como funciona este serviço

Não há dúvida de que o mercado financeiro gira em torno do dinheiro; afinal, quanto maior o volume de investimentos, mais circulação econômica no país e, consequentemente, mais serviços especializados pelos bancos. Logo, entender o que é private banking é se aprofundar em recursos prioritários para os mais empoderados.

Não é à toa que este serviço se tornou o queridinho dos empresários, já que entre os diversos benefícios, se destacam os investimentos com altas remunerações. 

Segundo dados da Anbima, o private banking encerrou 2020 com R$1,625 trilhão, com expansão de 24,4% e 65 mil grupos econômicos, isto é, uma elevação financeira em uma época conturbada por conta do início da pandemia do coronavírus.

Mas isso não se tornou o problema e a modalidade permanece em evidência. Quer saber o porquê? Fique tranquilo, pois neste artigo vamos explicar o que conceito de private banking, suas vantagens e desvantagens, como funciona, e muito mais. Confira!

O que é private banking?

O Private Banking é um serviço oferecido pelos principais bancos do país aos clientes renomados, ou seja, aqueles que possuem maior patrimônio. Para se tornar um “private”, é necessário ter, no mínimo, R$1 milhão investido.

Com isso, o cliente private banking recebe uma série de vantagens em relação aos demais usuários, como, por exemplo, investimentos remunerados e exclusivos, consultoria tributária e patrimonial, créditos especiais, entre outros mimos para fidelizar esse tipo de clientela.

Normalmente o private banking é disponibilizado por instituições como Bradesco, Santander, Itaú, XP, BTG Pactual, entre outros.

O que faz um private banker?

O private banker é um gerente de banco com funções extras. Isso significa que, além de conversar sobre a carteira de investimentos, ele assessora o cliente sobre divisão de bens entre herdeiros, tributação, finanças do dia a dia, entre outros recursos individualizados.

Então, um private banker é um assessor de investimentos?

Não. Embora os dois profissionais foquem em auxiliar o usuário e conheçam sobre questões técnicas do mercado financeiro, suas funções são diferentes.

O assessor de investimento se dispõe a ajudar o investidor nos primeiros momentos, mostrando a base técnica de aplicações. Já um private banker trabalha com clientes que já investem a mais tempo e sabem negociar os ativos, o que eles precisam é ser lapidados.  

Logo, um private banker atua em situações mais profundas, como questões sucessórias que exigem conhecimentos jurídicos, ou na gestão patrimonial do cliente.

Como funciona o private banking?

O private banking agrega diversos serviços de investimentos, tributários e patrimonial, ou seja, além da vida financeira do cliente, o segmento trata até da aposentadoria.

O recurso funciona da seguinte forma: o cliente recebe uma espécie de carteira administrada de aplicações, onde há um gestor que escolhe, compra e vende cada ação, com a ajuda de especialistas da área.

O objetivo desse gestor é fazer com que o cliente crie um portfólio diversificado e, assim, obtenha o maior número de ganhos de acordo com as oscilações dos ativos.

>>> Conheça também: 5 exemplos dos melhores ativos para investimentos de alto risco

Como ser um cliente private banking?

Um cliente private banking deve se enquadrar nos seguintes quesitos:

  • é recomendado ter investimento de, no mínimo, R$1 milhão;
  • exigem-se clientes com mais de R$3 milhões aplicados em ativos financeiros, no caso da família também compartilhar os benefícios da categoria;

Por curiosidade, além do private banking, os bancos classificam seus clientes em outras duas categorias menores. São elas: 

  • Varejo: clientes com renda inferior a R$8mil e com investimentos de até R$100mil. Neste caso, o atendimento é feito em agências comuns;
  • Alta renda: clientes com renda acima de R$8mil e com investimentos superiores a R$100 mil. Aqui o atendimento é feito mediante agendamento, considerando gerentes mais dispostos.

Quais são as vantagens e desvantagens do private banking?

Vantagens

  • Acesso a investimentos exclusivos;
  • Taxas de administrações inferiores;
  • Mais rentabilidade

Desvantagens

  • É preciso ter um capital alto;
  • Pacote de serviços bancários caro;
  • Oferta de produtos decidida pelo banco.

Obs.: Antes de escolher o modelo private banking, vale a pena verificar se existem opções de investimentos mais rentáveis no mercado, como também se a instituição trabalha com o formato de arquitetura aberta, ou seja, compartilhando produtos de terceiros, assim como gestoras e corretoras independentes.

Entendeu o que é private banking e seus benefícios?

Agora que você já sabe o que é private banking, está ciente da importância de um serviço exclusivo para clientes com alto poder aquisitivo.

Se você se enquadra nesse segmento, procure uma instituição que atenda as suas expectativas para você investir o dinheiro da melhor forma possível.

E você ficou curioso e quer aprender mais sobre o mundo dos investimentos, seja em ações, fundos imobiliários, outros, etc? 

Então faça o download do nosso e-book Guia da Bolsa para Investidores. Você terá acesso aos principais conceitos e descobrirá como dar os primeiros passos para realizar seus investimentos com confiança.

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Também aproveite para compartilhar este conteúdo nas redes sociais e mostrar aos seus amigos e familiares a importância de saber aplicar o dinheiro da maneira certa!

O que é restituição do Imposto de Renda? Será que você tem direito a ela?

Recentemente, o Banco do Brasil informou que mais de 462 mil pessoas não resgataram sua restituição em anos anteriores, devido a erros no preenchimento de seus dados bancários em sua declaração. Mas o que é restituição do Imposto de Renda? Como saber se você tem direito a esse dinheiro?

Se você nunca ouviu falar sobre o assunto e quer saber mais, está no lugar certo! Neste post explicamos o que é restituição do Imposto de Renda, como funciona, quem tem direito e como consultar sua situação. Boa leitura!

O que é restituição do Imposto de Renda?

A restituição do Imposto de Renda nada mais é do que a devolução do valor que o contribuinte pagou a mais ao fazer sua declaração. 

“Mas por que isso acontece?”

Em geral, essa diferença nos valores ocorre devido às deduções apontadas no IR, ou por conta de imposto retido na fonte. Logo, acaba-se pagando mais tributos do que o necessário, então, o Governo precisa devolver o valor excedente.

>>> Leia também: Como fazer a declaração de LCI no imposto de renda? Fique em dia com o leão!

Como funciona a restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física?

De modo geral, isso irá ocorrer com os contribuintes que têm o imposto descontado diretamente do salário, o que é conhecido como imposto retido na fonte.

Neste caso, se houver algum tipo de dedução declarada, como gastos relacionados à saúde, por exemplo, o valor a ser pago no IR será menor do que o retido. Por conta disso, o Governo precisa devolver esse excedente, gerando aquilo que chamamos de restituição do Imposto de Renda.

“Ok, já entendi o que é restituição do Imposto de Renda, mas como saber se eu tenho direito a ela” A gente explica!

Quem tem direito à restituição do Imposto de Renda?

De forma resumida, têm direito à restituição aquelas pessoas que pagaram mais tributos do que deviam. Se você tiver o imposto descontado em folha e, ao fazer seu IRPF, declarar alguma despesa dedutível, terá direito à restituição do valor pago a mais.

Quais são os tipos de despesas consideradas dedutíveis no Imposto de Renda?

As despesas dedutíveis, quando declaradas, reduzem a base de cálculo do Imposto de Renda.

Dentre as despesas consideradas dedutíveis no IR, temos os custos relacionados a:

  • previdência privada;
  • contribuição ao INSS;
  • gastos com saúde;
  • pensão alimentícia;
  • despesas relacionadas à educação;
  • despesas com dependentes e alimentandos.

Para conseguir o abatimento, o contribuinte precisa guardar os recibos e notas fiscais, a fim de comprovar tais gastos.

Inclusive, se quiser saber como economizar no Imposto de Renda, confira o vídeo abaixo, onde nossa especialista, Clara Sodré, explica como fazer isso investindo na previdência privada:

>>> Leia também: Como declarar renda variável no Imposto de Renda? Dicas + passo a passo

Como consultar a restituição do Imposto de Renda?

Para consultar se você tem restituição do Imposto de Renda, basta acessar a página Consulta Restituição, da Receita Federal, preencher os campos solicitados com CPF, data de nascimento, informar o ano de exercício e inserir os caracteres do captcha.

Em seguida, basta clicar em “Avançar” para ver qual a sua situação.

página de consulta restituição Impsoto de Renda
Página de consulta da restituição do Imposto de Renda no site da Receita Federal.

Outros canais, por meio dos quais você pode verificar sua situação, são:

Quando você receberá a restituição do Imposto de Renda?

O pagamento da restituição do Imposto de Renda é feito por etapas. Em 2021, por exemplo, a Receita Federal dividiu em cinco lotes, liberados ao final de cada mês, entre maio e setembro.

Há uma ordem de prioridade para o recebimento dos valores, que começa pelos idosos acima de 80 anos, seguido pelos que têm acima de 60 anos, logo depois, pessoas com deficiência, doença grave ou com dependentes nesta condição e, por fim, professores.

A partir daí, a fila para o pagamento segue a ordem de entrega do IR. Ou seja, quanto antes você enviar a sua declaração, mais cedo receberá a restituição.

>>> Para saber mais, confira: Tudo o que você precisa saber sobre Imposto de Renda 2021

Que tal aproveitar esse dinheiro para investir?

A restituição do imposto de renda é a devolução do dinheiro pago a mais pelo contribuinte na declaração do IRPF, em geral, por conta das despesas dedutíveis informadas à Receita.

Se você fez a consulta e descobriu que tem valores a receber, que tal usar esse dinheiro para começar a investir?

Não sabe como? A gente te dá uma mãozinha!

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Ah, agora que você já sabe o que é restituição de Imposto de Renda, que tal ajudar seus amigos e familiares? Eles podem ter a mesma dúvida, não é verdade? Para tanto, basta compartilhar esse texto em suas redes sociais!

Como funciona o FGC, o órgão que devolve o seu dinheiro? 

Talvez você já tenha ouvido que o seu banco é garantido pelo FGC. É muito comum esta frase para quem faz aplicações de renda fixa, mas, na realidade, muitos desconhecem o que é e como funciona o FGC. 

O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) é considerado um anjo da guarda do sistema financeiro, pois tem a incumbência de proteger os investidores da maioria das aplicações de renda fixa. No sentido figurado, o FGC devolve o dinheiro que você deposita quando a instituição financeira abre falência. 

Mas essa é uma das várias funções do FGC. Neste artigo vamos explicar o significado, suas vantagens, como funciona e muito mais. Continue a leitura!

O que é FGC?

O FGC é uma instituição privada que protege os investidores de situações de prejuízo bancário. Em outras palavras, é um sistema que recupera o patrimônio investido em caso de liquidação extrajudicial ou regime de intervenção. 

Fundado em 1995, o FGC nasceu com a proposta de ajudar a estabilizar o sistema financeiro do país. Embora não se intitule como “pagador de dívidas”, o órgão diminui os riscos em situações de desespero das instituições bancárias, por isso, sabe da sua real importância em situações de crise. 

Além dos bancos, também estão associadas ao FGC:

  • associações de poupança e empréstimo;
  • bancos de desenvolvimento;
  • companhias hipotecárias;
  • sociedades de crédito, financiamento e investimento;
  • sociedades de crédito imobiliário.

Quais são os objetivos do FGC?

  1. Proteger depositantes e investidores até os valores limites estabelecidos;
  2. Ajudar a manter a estabilidade do sistema de finanças;
  3. Auxiliar na prevenção de uma crise bancária. 

Isso significa que, além da proteção aos créditos aos investidores, o FGC tem papel fundamental de prevenção antes mesmo da quebra de um banco. Para isso, ela contrata operações de liquidez e oferece suporte financeiro para instituições bancárias. 

Como funciona o FGC?

Quem vai ao caixa do banco pretende sacar uma quantia de dinheiro naquela hora, imagine se todos fossem retirar o dinheiro ao mesmo tempo, é muito provável que os últimos da fila não teriam essa chance. Mas, isso não acontece, em dias normais, porque há um controle e segurança feitos da instituição financeira.

Agora, se o banco entrar em falência, o seu dinheiro sumirá de qualquer jeito. E se você tivesse um CDB (Certificado de Depósito Bancário), cuja função é emprestar dinheiro para outras instituições, teria o mesmo risco. 

Isso significa que o FGC faz essa ponte para que o cliente não seja prejudicado. Na realidade, ele é um consórcio formado por bancos e sociedades de crédito do país que garante proteção de R$250 mil para cada CPF por instituição. 

Por exemplo, se você tiver R$ 250 mil em CDBs em um banco e R$250 mil em outro, o FGC devolve R$500 mil, contando apenas a aplicação e não os rendimentos. 

Mas, por exemplo, se você tivesse R$250 mil em 10 CDBs que, porventura, falissem todos simultaneamente, até 2017 você receberia o valor total, ou seja, R$2,5 milhões. Atualmente, o limite do FGC por CPF é de R$1 milhão, independentemente da quantidade de instituições. 

Já em caso de conta conjunta, o valor da garantia é limitado a R$250 mil ou o saldo da conta, caso seja inferior, é  dividido pelo número de titulares.

Por exemplo: se você dividir a conta com mais uma pessoa, cada um receberá R$125 mil de cobertura se o saldo for estipulado em R$250 mil ou mais. Já se o saldo for de R$50 mil, cada um recebe R$25 mil.

Resumindo, o FGC é benéfico porque lhe dá o direito de um seguro de até R$250 mil por instituição, e um limite de R$1 milhão no total de CBDs. No fim das contas, o órgão é válido para quem investe em CDBs de bancos pequenos que, além de serem mais propensos à falência, eles pagam mais juros. 

Qual é a cobertura do FGC?

O FGC cobre os seguintes serviços, considerando que o investidor não paga para adquiri-los:

  • depósitos à vista ou sacáveis, mediante aviso prévio;
  • depósitos de poupança;
  • letras de câmbio (LC);
  • letras hipotecárias (LH);
  • letras de crédito Imobiliário (LCI);
  • CDBs e RDBs.

Como acionar o FGC?

Em primeiro lugar, a garantia do FGC começa quando o Banco Central decreta intervenção ou liquidação extrajudicial na instituição financeira, o que encerra qualquer acesso físico à instituição. 

Após essa etapa, o interventor ou liquidante organiza os dados baseado no saldo e no limite registrado na instituição.

Mas vale ressaltar que não há uma data certa para o pagamento. Segundo o FGC, geralmente o pagamento começa a ser realizado entre 10 e 15 dias após o fechamento das informações. 

Busque o rendimento do seu dinheiro

Após saber como funciona o FGC, pode perceber que não se deve contar com o imprevisto, afinal, não é sempre que um banco fecha as portas e nem esperamos isso, já que mexe com toda a estrutura financeira do estado e do país. 

No entanto, você deve ficar tranquilo em relação à sua vida financeira se começar a fazer uma reserva de emergência. Esse recurso ajuda para eventuais problemas que surjam no meio do caminho. 

E que tal começar a aplicar seu dinheiro agora em investimentos? Esta é outra oportunidade tentadora e com grandes chances de lucratividade. Para ter uma ideia, dê uma olhada no vídeo abaixo e saiba como iniciar no mundo dos investimentos. 

Como fazer a declaração de LCI no Imposto de Renda? Fique em dia com o leão!

Embora fazer a declaração de LCI no IRPF seja relativamente simples, na hora de prestar contas ao leão, é necessário ter muita atenção para não cair na malha fina. Afinal, você sabe como declarar LCI no Imposto de Renda?

Quer aprender direitinho para não correr riscos? Então, continue a leitura, pois neste post ensinamos como fazer a declaração de LCI no Imposto de Renda, quem precisa declarar, onde informar e qual código utilizar. Boa leitura!

Preciso declarar LCI no Imposto de Renda?

Os rendimentos de aplicações em LCI e LCA são isentos de Imposto de Renda, independentemente do lucro obtido no período da aplicação, da mesma forma que outros tipos de investimentos em renda fixa, como: poupança, CRI, CRA, etc.

Porém, mesmo sendo isentas e não tributáveis, estas aplicações financeiras precisam ser informadas à Receita Federal como uma forma de prestar contas sobre sua vida financeira. Ou seja, você deve declarar, porém, não pagará nenhum tipo de imposto sobre elas.

Vale destacar que é preciso declarar tanto a posse quanto os rendimentos da LCI. Este último, apenas no ano seguinte ao vencimento ou caso realize o resgate antecipado.

Outra dúvida muito comum entre investidores ao declarar LCI no Imposto de Renda é se devem considerar a soma entre o valor aplicado e os rendimentos.

A orientação, neste caso, é seguir exatamente o que consta no informe fornecido pelo seu banco ou corretora, afinal, são esses dados que a Receita irá cruzar com a declaração. Logo, qualquer mudança irá gerar divergência com o que banco declarou, podendo fazer com que você caia na malha fina.

Qual a diferença entre declarar Imposto de Renda e pagar Imposto de Renda?

É importante entender que declarar Imposto de Renda não é a mesma coisa que pagá-lo

Apesar de alguns investimentos serem isentos de tributos sobre seus rendimentos, isso não exime o investidor da declaração, afinal, é necessário informar a posse dos títulos à Receita Federal.

Ou seja, o fato de investimentos em LCIs serem isentos, não significa que você não precisa declará-los, quer dizer apenas que você não precisará pagar imposto sobre seus rendimentos.

O que acontece com quem não declara LCI no Imposto de Renda?

Quem precisa declarar Imposto de Renda, mas não o faz, está sujeito a uma série de sanções por parte da Receita Federal, que vão desde multas até restrições no CPF que complicam sua vida, impedindo que você tire passaporte, participe de concursos públicos ou faça empréstimos.

O preenchimento incorreto também pode te fazer cair na malha fina, portanto, tenha muita atenção ao declarar suas LCIs e demais investimentos.

“E se eu atrasar a entrega da minha declaração de IRPF?”

Para os contribuintes que têm imposto a pagar, a multa por atraso é de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido, sendo o mínimo de R$ 165,74 até o limite de 20% do valor total. Já no caso daqueles que não precisam pagar imposto, mas que, ainda assim, precisam declarar, a multa é de apenas R$ 165,74.

Como declarar LCI no Imposto de Renda?

Para declarar LCI no seu Imposto de Renda, além de seus documentos, você precisará ter em mãos o informe de rendimentos fornecido por seu banco ou corretora. Você pode fazer sua declaração de três formas:

  • preenchendo o formulário online, no Portal e-CAC;
  • por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para Android e iOS;
  • ou pelo programa IRPF, que pode ser baixado no site da Receita Federal.

Dependendo da situação, você pode precisar declarar tanto o saldo, quanto os rendimentos de sua LCI.

Como declarar a posse de LCI no Imposto de Renda?

Primeiramente, vamos ver como informar o saldo, que nada mais é do que a posse dos títulos.

Uma das dúvidas mais comuns nessa declaração é: “onde informar LCI no Imposto de Renda?” Então, vamos lá. Investimentos em Letras de Crédito Imobiliários devem ser informados na sessão “Bens e Direitos”.

Nesta tela, preencha o código da LCI no Imposto de Renda, que é o 45 – Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros), conforme você pode ver na imagem abaixo:

onde informar LCI no Imposto de Renda
Declaração de posse – Tela do software da Receita Federal utilizado para declaração do Imposto de Renda

No campo “Discriminação”, você deverá informar o tipo de LCI que possui, acompanhado da nome da instituição financeira na qual se encontra seu investimento, CNPJ e número da conta.

Nos campos “Situação”, que ficam logo abaixo, preencha com os valores que constam no seu informe de rendimentos.

Como declarar rendimento de LCI no Imposto de Renda?

Esta etapa você só precisará fazer caso tenha obtido rendimento em seu investimento em LCI. Ou seja, apenas no ano seguinte ao vencimento ou caso tenha realizado o resgate antecipado.

Acesse a seção “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e selecione o código 12 – “Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”.

código LCI Imposto de Renda
Declaração de rendimentos – Tela do software da Receita Federal utilizado para declaração do Imposto de Renda

Em seguida, basta preencher os demais campos, sempre seguindo os dados presentes no informe de rendimentos.

Se você nunca fez sua declaração e está com medo de cometer algum erro, talvez seja interessante contratar os serviços de um contator, a fim de garantir que tudo seja feito da forma correta.

Quer economizar no Imposto de Renda? Confira a super dica da Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP:

>>> Leia também: Como declarar renda variável no Imposto de Renda? Dicas + passo a passo

Viu como é fácil declarar LCI no IRPF?

Para quem está começando a investir, é fundamental aprender como declarar LCI, LCA e outros tipos de aplicações no Imposto de Renda. Afinal, ninguém quer ficar em débito com o leão, correndo o risco de cair na malha fina, não é mesmo?

E se você quer expandir suas aplicações e conhecer outros investimentos com grande potencial, confira o curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco.

Por meio dele, você conhecerá os diferentes produtos desta categoria, além de aprender como montar uma carteira e investir na prática. Clique no banner abaixo e se inscreva agora mesmo!

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Se este conteúdo te ajudou, compartilhe com alguém que também esteja precisando aprender como declarar LCI no Imposto de Renda.

Consultor de Investimentos: saiba como ser um consultor CVM

Está pensando em contratar um consultor de investimentos ou quer saber como se tornar um? Neste artigo, reunimos todas as informações sobre a profissão e a atuação deste profissional. Acompanhe a leitura!

O que é um consultor de investimentos?

O consultor de investimentos é um profissional graduado, normalmente na área de finanças, e certificado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários)

Ele pode ser pessoa física ou jurídica e, entre suas principais atividades, estão o aconselhamento, as recomendações e o suporte sobre investimentos.

No entanto, o profissional não é pago por nenhuma corretora ou banco específico, tampouco tem ligação com essas instituições. 

A atuação do consultor de investimentos é individual e personalizada, não sendo permitida sua contratação por instituições financeiras. 

Isso porque, como os únicos critérios para as indicações de produtos financeiros devem ser os objetivos financeiros do cliente, possíveis conflitos de interesses são evitados. 

O que faz um consultor de investimentos?

O consultor de investimentos faz uso do teste suitability para identificar o perfil de investidor do cliente e, assim, iniciar as recomendações e a montagem da carteira de investimentos.

De maneira geral, ele oferece produtos alinhados às metas financeiras dos clientes, indicando soluções que os ajudem a realizar seus sonhos.

Ou seja, a função do profissional é de orientação e assessoria, de certa forma. Entretanto, fica a critério do cliente aceitar ou não as sugestões.

É fundamental que o consultor de investimentos conheça o mercado financeiro a fundo, visto que ele analisa ativos e acompanha indicadores e estatísticas de composição de portfólios e carteiras.

Além disso, um bom profissional deve manter seu cliente seguro diante das armadilhas do mercado, evitando que ele invista em produtos que tenham performances ruins.

E o principal objetivo do consultor de investimentos é contribuir para que seus clientes alcancem, ou até mesmo superem, seus planos de curto, médio e longo prazo.

Para isso, no primeiro contato, é feito um diagnóstico, semelhante a uma entrevista, em que são identificados os seguintes pontos:

  • perfil de investidor do cliente;
  • metas, objetivos, sonhos e planos;
  • se os aportes serão mensais ou não;
  • valor disponível para o investimento inicial;
  • avaliação dos produtos, caso o cliente já possua carteira de investimentos.

Após esse levantamento de informações sobre a vida financeira do cliente, o consultor de investimento faz recomendações e realiza simulações. Contudo, o trabalho não se encerra aqui.

A depender dos serviços solicitados pelo cliente, o profissional também faz um acompanhamento da performance dos investimentos para balancear e atualizar a carteira.

Afinal, o cenário econômico pode mudar, novas oportunidades podem surgir e o cliente pode ter outros objetivos.

Consultor de investimentos 

Já o consultor de investimentos imobiliários analisa diversas variáveis, dentro do mercado imobiliário, para pessoas físicas e jurídicas.

Entre as principais atividades desempenhadas por esse profissional, podemos destacar o atendimento ao cliente, a avaliação de documentações para a realização de transações e o intermédio da venda, da compra, da locação, da administração e da permuta de imóveis.

Além disso, o consultor imobiliário também acompanha os clientes em visitas e capta imóveis para novos negócios.

Entre os conhecimentos necessários para atuar nessa área, os principais são:

  • o processo de venda e compra de imóveis;
  • o panorama do financiamento imobiliário no país;
  • os receios e anseios de diversos perfis de clientes;
  • o que desvaloriza e valoriza diferentes tipos de imóveis;
  • os planos das grandes construtoras, imobiliárias e incorporadoras;
  • as tendências do mercado imobiliário regional, nacional e internacional;
  • as variáveis econômicas que afetam o setor de imóveis, como a baixa da Selic e a alta do dólar.

Todas essas questões acompanham uma quantidade significativa de dados, utilizados por esses profissionais na interpretação e criação de relatórios e análises.

Afinal, o produto comercializado pelo consultor de investimentos imobiliários é exatamente este: sua expertise aplicada à análise de oportunidades e riscos.

Em relação à formação acadêmica, os consultores podem ser graduados em Administração, Marketing, Arquitetura. Engenharia ou áreas relacionadas.

Salário consultor de investimentos

Não é possível mensurar com exatidão o salário de um consultor de investimento, visto que, além de variável, o pagamento pode ser feito de diversas maneiras.

Sobre essa questão, o mais importante é saber que o profissional não recebe comissões pelas recomendações.

Então, como ele é remunerado pelos seus serviços? Depende da negociação com cada cliente.

Confira abaixo as formas de pagamento mais comuns:

Valor fixo

Grande parte dos clientes que querem ter o suporte e o acompanhamento a longo prazo de um consultor de investimento pagam um valor fixo por esse serviço.

Normalmente, a remuneração é paga mensalmente ou no período acordado entre as partes, assim como a quantia.

Percentual acordado

Outro meio de pagamento comum é a cobrança de um percentual relacionado ao patrimônio investido.

Por exemplo, o consultor administra R$ 1 milhão em aplicações do cliente e sua remuneração é 0,5% dessa quantia.

Receita recorrente

Segundo a CVM, se o cliente possuir experiência no mercado financeiro, o consultor de investimentos pode cobrar uma taxa de performance pelos serviços prestados.

Isso significa que o percentual ou a quantia da remuneração segue o comportamento dos resultados do investimento. 

Qual é o órgão responsável por regulamentar esse profissional?

A CVM é o órgão responsável por regulamentar, fiscalizar e certificar os consultores de investimentos. A Instrução CVM prevê a regulamentação desse profissional.

Instrução CVM 

Lançada em 17 de novembro de 2017, a Instrução CVM Nº 16 DE 09/02/2021 é a normativa que regulamenta a profissão e dispõe sobre as atividades do consultor de investimentos.

De acordo com a norma, o consultor de valores mobiliários é o profissional que atua na prestação de serviços de fins de orientação, recomendação e aconselhamento personalizado e individual.

Ainda segundo a instrução 592, a consultoria de investimentos pode atuar nas classes de títulos, ativos e demais informações ligadas ao mercado de valores mobiliários.

Além disso, de acordo com o parágrafo 7 do primeiro artigo da instrução, é autorizado o uso de ferramentas que proporcionem mais alinhamento, profissionalismo e agilidade para as atividades do consultor.

Qual a diferença entre o consultor e o agente autônomo de investimentos?

A principal diferença entre essas profissões é que o agente autônomo de investimentos é um profissional que exerce atividades comerciais, não de recomendação e orientação.

Basicamente, ele atua como um intermediário entre o cliente e a instituição financeira.

Além disso, os agentes autônomos de investimentos são contratados pelas corretoras para distribuir seus produtos financeiros.

Em contrapartida, esses profissionais são proibidos de oferecer conselhos, recomendar carteiras ou definir perfis.

Eles apenas podem informar quais são os ativos disponíveis e as indicações da equipe de analistas da empresa.

Quanto ao pagamento, é baseado em comissões e metas. A comissão, em específico, é embutida nos produtos e chamada de taxa de rebate.

Ou seja, resumidamente, o agente autônomo é um vendedor que faz a ponte entre as instituições financeiras e os investidores.

Diferentemente do consultor de investimentos, que é um especialista no mercado financeiro e tem conhecimentos práticos e técnicos sobre os produtos, além de possuir permissão para aconselhar, definir perfis e montar portfólios e carteiras.

A Instrução CVM 497 é a normativa que regulamenta a profissão e dispõe sobre as atividades permitidas ao agente autônomo de investimento. Segundo a norma, o profissional está autorizado a exercer às seguintes funções:

  • prospecção de clientes para corretoras;
  • transmissão e registros de ordens nos sistemas usados para negociação;
  • concessão de informações sobre as aplicações distribuídas e ofertadas.

Além disso, o agente deve ser credenciado pela CVM. No entanto, não é necessário ser graduado na área financeira, basta ter concluído o ensino médio e obter aprovação no exame técnico e ético do órgão.

Por que contratar um consultor de investimentos?

Existem diversas razões para contratar um consultor de investimento. Geralmente, quem procura esse tipo de serviço está em busca de:

  • obter maiores rendimentos;
  • diversificar sua carteira de investimentos;
  • economizar dinheiro sem ter perdas financeiras;
  • ter mais segurança em momentos de tomada de decisão;
  • receber orientações com bases em seu perfil do investidor;

Entretanto, existem outros motivos que justificam a contratação desse serviço e, embora a procura seja menor, também são funções importantes. São eles:

  • planejamento da aposentadoria;
  • sucessão patrimonial;
  • recebimento de quantias significativas (bônus, heranças, etc.);
  • união ou separação de bens.

Quem pode ser um consultor de investimentos CVM?

Qualquer pessoa pode se tornar um consultor de investimentos CVM, desde que corresponda aos seguintes pré-requisitos:

  • não estar proibido de administrar bens;
  • possuir uma boa reputação, livre de qualquer suspeita;
  • ter ensino superior completo em uma instituição reconhecida no Brasil ou no exterior;
  • não estar sob suspensão para exercer o cargo;
  • não possuir ficha criminal no Brasil ou em seu país de origem;
  • ter o nome limpo nos órgãos de proteção ao crédito;
  • ser aprovado no exame de uma das certificações financeiras aceitas, com conteúdo aprovado pela CVM.

Por fim, também é necessário preencher um formulário a fim de comprovar a aptidão para exercer as atividades oriundas da profissão.

O que precisa para ser um consultor de investimentos?

Além de atender aos requisitos listamos acima, é fundamental que quem pretende se tornar um consultor de investimentos compreenda o funcionamento do mercado financeiro e saiba avaliar os ativos.

De todo modo, o processo pode ser dividido em três etapas. Veja a seguir:

1. Estude sobre o mercado financeiro

É imprescindível ter conhecimentos financeiros e contábeis, além de ter capacidade analítica, para atuar na consultoria de investimentos. Portanto, o primeiro passo é dedicar-se aos estudos. E nós, da Faculdade XP podemos te ajudar nisso! 

2. Conquiste sua certificação

O próximo passo é obter a aprovação na prova da CVM para conseguir seu certificado.

As questões do exame são sobre matemática financeira, questões técnicas do mercado financeiro, matemática financeira e ética na profissão.

Além da prova da comissão, em novembro de 2017 a CVM passou a aceitar a Certificação de Gestores Anbima (CGA) e a Certificação de Especialistas em Investimentos Anbima (CEA) para concessão da certificação e do registro dos consultores.

3. Encontre clientes e parceiros 

Depois de conquistar seu certificado, o último passo é  contar com parceiros e tecnologia, utilizando ferramentas e plataformas para gerir dos clientes.

Assim, seu trabalho será mais eficiente, ágil e profissional, além de contribuir para sua reputação no mercado.

Agora que você já sabe como se tornar um consultor de investimentos CVM, comece se atualizando sobre os principais assuntos do mercado financeiro por meio dos nossos artigos de blog.

Estratégias de day trade: conheça as 4 mais importantes do mercado

É de praxe que os traders que se destacam no mercado dão devida importância para as estratégias de Day Trade, pois elas consistem em tudo que deve ser analisado, definido e planejado antes de iniciar as operações.

Afinal, a estratégia de qualquer planejamento financeiro deve ser estruturada com antecedência, até porque qualquer falha durante uma operação pode levar a infinitos erros que prejudicam os rendimentos do investidor. 

Por isso, a partir de boas estratégias para day trade é possível não somente proteger o patrimônio, como aumentá-lo consideravelmente.

Que tal descobrir as principais estratégias em day trade, considerando o seu perfil de investidor e experiência? Vamos ver tudo isso a seguir. 

Acompanhe a gente!

Quais são as principais estratégias para day trade?

Qual será a melhor estratégia para day trade? Para descobrir a que mais se enquadra às suas necessidades, avalie suas características, pontos fortes e fracos, relação risco-retorno e o nível de complexidade.

Scalping

O scalping trading é uma estratégia que visa lucros com movimentos curtos que acontece no dia da negociação. São três técnicas utilizadas para encontrar as melhores oportunidades de compra e venda. São elas:

Uma das vantagens do scalping trading é que os traders não analisam somente os gráficos, como também o fluxo de compra e venda, o que ajuda a minimizar o máximo de riscos. 

Outro ponto é que a estratégia de scalping é utilizada em minicontratos, ações e opções, ou seja, operações rápidas e precisas. Por exemplo, é possível fazer 10 ou mais operações em um curto espaço de tempo e, assim, bater metas diárias sem precisar acompanhar o pregão durante todo o período. 

Reverse

A operação em reverse trading funciona conforme o oposto da tendência do mercado. Ou seja, o investidor negocia na reversão do que se espera do mercado financeiro para conseguir rentabilidade.

Na prática, supomos que você decida negociar o valor de um ativo em queda esperando que ele tenha uma alta rentabilidade no futuro. Caso a sua teoria se concretize, você conquistará as ações e lucrará com o movimento do mercado.

Em contrapartida, é possível que, ao negociar seus recursos em uma tendência de queda, o mercado reaja negativamente sem a reversão do quadro, ou seja, você não lucrará com a compra ou venda de ativos e ainda poderá perder o valor investido.

Reverse é uma das estratégias de day trade que mais necessitam de conhecimento prático, equilíbrio emocional e análise apurada.

>>> Quer uma experiência inigualável sobre day trade? Comece hoje mesmo o curso Tudo que aprendi em 12 anos de Day Trade, onde o analista André Moraes mostra suas experiências como trader e ensina técnicas para todos os tipos de operaçõesde day trade. 

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Momentum

Momentum é um tipo de estratégia que avalia a força dos movimentos do preço de um ativo para decidir o melhor momento para compra e venda. Se houver força por trás da ação do preço, a operação continuará nessa linha durante algum tempo. 

Imaginamos que o preço de um ativo suba, o que irá gerar mais interesse dos compradores e, consequentemente, maior aumento de preço. Esse movimento seguirá até os vendedores entrarem na operação e superarem os compradores, fazendo então que o preço do ativo caia e o momentum mude de direção. 

Esse é um tipo de estratégia de day trade que exige precisão para que o investidor busque a melhor hora de abrir uma ordem de compra ou de venda.

Como todo o processo decorre conforme as oscilações do mercado é vital contar com o bom desempenho do investidor.

White Flag

A White Flag trabalha com o limite de riscos, isso porque, para atingir a meta do dia, o trader deve interromper ou continuar a operação para, assim, evitar perdas ou ganhar o valor calculado.

Essa estratégia é considerada única e personalizada, tendo como base o tempo de ação, o dinheiro investido, as metas diárias e os objetivos pessoais.

>>> Aprenda mais: O que é trading e quem é o trader?

Então, qual é a melhor estratégia para day trade?

As quatro opções que mostramos têm suas características individuais, podendo levar ao sucesso o investidor que saiba  utilizá-las corretamente. Por isso, supomos que a melhor estratégia de Day Trade seja aquela que o investidor domine plenamente.

Conhecer as próprias capacidades são o princípio de um bom trader, pois ao entender o próprio processo de negociação, as chances de ter conquistas rápidas e maior controle do volume de perdas se potencializam.

Aprenda desde já um jeito simples para investir em ações:

3 dicas para alavancar suas estratégias para day trade

1. Siga uma rotina

O trader não deve ser só paciente e disciplinado, ele deve estar atento às notícias diárias, conhecer as empresas e acompanhar os gráficos de índices internacionais. Por isso, manter uma rotina operacional facilita no planejamento de todas as tarefas.

2. Observe o dia anterior

É importante analisar o mercado não somente no dia da operação, como também nos dias anteriores. Essa avaliação ajuda a criar um parâmetro sobre a periodicidade do sobe e desce dos ativos, horários, empresas que crescem etc.

3. Simule as negociações

Se no tópico anterior recomendamos observar os dias anteriores à operação, aqui é indicado criar uma simulação para visualizar as movimentações do mercado, prevendo o comportamento de um ativo ao longo do dia.

Não se acanhe, pois existem ferramentas específicas que os operadores da bolsa usam para realizar as simulações.

Como aprimorar as estratégias de day trade?

Que tal colocar aperfeiçoar o conhecimento de day trade? Além dessas dicas de estratégias que sugerimos o curso Escola de Trading, da Faculdade XP, para você receber outros ensinamentos.

No material você saber como analisar cenários, automatizar operações e entender as oscilações do mercado. Coloque em prática agora mesmo!

Também, indicamos o ebook Guia de Boas Práticas para Day Trade, material especial para acompanhar os novos traders do mercado com técnicas seguras para operar sem medo. Faça o download agora mesmo:

 

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E agora que você já tem uma base sobre estratégias para day trade, não guarde esse conteúdo somente para você. Compartilhe este texto em suas redes sociais e ajude seus amigos a investir de maneira assertiva!

Qual o melhor CDB? Descubra o que funciona a curto, médio e longo prazo

Você sabe qual é o melhor CDB do mercado? Não é de hoje que investidores arrojados e conservadores aplicam o dinheiro nesse tipo de fundo de renda fixa. O problema é que, em muitos casos, não é feita uma triagem para decidir o mais rentável.

Escolher os melhores CDBs não é uma tarefa difícil, é preciso avaliar critérios imprescindíveis, como:

  • prazo de resgate;
  • taxa de rendimento;
  • liquidez;
  • segurança;
  • entre outros

Ou seja, os famosos Certificados de Depósito Bancário ocupam uma posição privilegiada no mundo dos investimentos, mas filtrar aqueles que vão gerar o melhor rendimento para o seu bolso é outra história.

Por isso, listamos neste artigo os melhores CDBs do mercado, trazendo o histórico de cada um, sua importância, funcionamento, e muito mais. Acompanhe a gente!

Como funciona o CDB?

O CDB é um título de renda fixa que se resume em um empréstimo entre o cliente e a instituição bancária. Na prática, os bancos pegam emprestados o dinheiro do investidor, seja pessoa física ou jurídica, e o usam para financiar suas atividades. No final do combinado, o emissor devolve o valor emprestado somado aos juros.

Essa transação pode ser feita de acordo com alguns pontos. São eles:

Prazo de resgate

Os bancos podem emitir títulos com dias diferentes de vencimentos. Ou seja, existem ativos que permitem a venda em datas a curto prazo, a chamada liquidez diária, como aqueles que podem durar anos.

Aporte mínimo

Os papéis oferecidos podem atender todos os bolsos. Não é por acaso que o CDB é um tipo de certificação bastante requisitado. 

Nesse sentido, o valor mínimo para investir no CD B varia conforme o título escolhido. Existem títulos de renda fixa de R$10, enquanto outros investimentos exigem aplicações mínimas de R$100, R$200 ou até R$5 mil. 

Rendimento

Corresponde aos juros pagos pelos bancos ao investidor. O rendimento está atrelado aos tipos de CDBs, o que veremos a seguir.

Qual é o melhor CDB do mercado?

CDB Prefixado

A taxa de juros é estabelecida no momento da compra, sendo possível avaliar o rendimento do investimento antes do vencimento do título. Como todo o processo é feito antecipadamente, é importante observar a situação do mercado e os indicadores econômicos do país.

CDB Pós-fixados

O CDB pós-fixado é uma aplicação em que não existe uma taxa de juros determinada para a remuneração do depósito. Isso significa que há um método que usa um indexador econômico para calcular a rentabilidade do título. 

Sendo assim, o rendimento de um CDB pós-fixado é definido pela oscilação desse indexador econômico. No mercado brasileiro, o CDI e o IPCA são os índices utilizados para o cálculo da tentabilidade de um CDB. 

CDB Híbrido

O CDB Híbrido é a mescla do CDB prefixado com o pós-fixado. Ou seja, uma parte da rentabilidade é determinada durante a aplicação, enquanto a outra é ligada a um índice econômico, neste caso, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a variação de preços dos produtos em geral.

Qual é o melhor CDB em 2022?

CDB com liquidez diária

Geralmente os CDBs com liquidez diária são os que proporcionam menor rentabilidade, visto que eles são os mais rápidos para serem resgatados.

Embora essa regra seja muito comum, os melhores CDBs desse tipo disponibilizam rendimento com, no mínimo, 100% de CDI.

Quer um exemplo? 

A XP Investimentos disponibilizou no final de 2021 o CDB com rendimento de 300% de CDI com vencimento em fevereiro de 2022. Isso significa que o ativo pode render em três meses o que a poupança (com, máximo, de 100% de CDI) demoraria em nove.

CDB para resgate em um ano

Aqui a relação entre prazo e rentabilidade caminham juntos. Normalmente os melhores CDBs proporcionam ótimos rendimentos acima de um ano, mas como toda regra tem exceção, é possível achá-los no mercado. 

Por isso, é importante seguir o pensamento do tópico anterior: procurar rentabilidade acima de 100% de CDI.

CDB pré-fixado

É muito comum contar com CDBs pré-fixados com prazo de resgate entre cinco e oito anos, mas essa pode ser uma alternativa para quem não teme riscos e deseja ter controle financeiro. 

Por outro lado, se você deseja resgatar o dinheiro para resolver alguma situação emergencial, saiba que essa ação tende a desvalorizar sua rentabilidade.

Isso acontece porque, ao resgatar um título privado antes do prazo de vencimento, você precisa encontrar compradores, como fundos de investimentos ou o próprio banco emissor do título. Mas não esqueça que a pressa é sua, portanto, provavelmente eles pagarão menos do que o proposto.

Como encontrar o melhor CDB do mercado pela XP?

Corretoras como a XP oferecem opções de diversas instituições, o que facilita e amplia a pesquisa pelo título mais apropriado de acordo com os interesses do investidor.

Caso o investidor decida resgatar o valor nos primeiros 30 dias de investimento, precisará pagar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que possui tabela regressiva.

Algumas instituições também cobram taxa de custódia pela manutenção do título, mas essa não é uma regra para a modalidade.

Já no caso do Imposto de Renda, a tributação incide apenas sobre os rendimentos e de forma regressiva. Ou seja, quanto maior for o prazo da aplicação, menor a alíquota.

Gostou do nosso conteúdo e quer conhecer mais sobre investimentos de renda fixa? Então indicamos que você faça o curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco. Acompanhe módulos práticos e fáceis e aprenda a investir em produtos como CDB, LCI, LCA, entre outros, sem medo.  

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Criptomoeda Naira? Conheça a moeda digital eNaira da Nigéria

Que o mercado dos cripto ativos está em alta não se pode negar. Embora ainda existam os chamados cripto céticos que questionam a relevância dessas moedas, o fato é que elas têm ganhado cada vez mais espaço entre investidores entusiastas. Mas não é só. Governos têm entrado na disputa e lançado suas próprias moedas digitais. Na Nigéria ela já tem até nome: é a criptomoeda Naira

Se o nome não lhe parece estranho, é porque de fato não é. Naira é o nome da moeda da Nigéria e o que o presidente do país fez foi apenas levá-la para o ambiente digital. Ficou curioso? No artigo abaixo nós explicamos mais sobre como esse tipo de moeda funciona. Confira!

Mercado de cripto ativos africano cresce em ritmo acelerado

O mercado dos cripto ativos tem ganhado destaque ao redor do mundo. Só em 2020, esse nicho atingiu um valor total de mercado estimado em cerca de 2 trilhões de dólares. Prova desse crescimento são as inúmeras criptomoedas lançadas, que já somam mais de 10 mil opções diferentes. 

Olhando para o mercado africano, é possível observar um crescimento ainda mais acelerado. Várias companhias têm olhado para a região com um otimismo diferente das outras. Um estudo realizado pela empresa Chainalysis mostrou um crescimento impressionante. Entre julho de 2020 e junho de 2021, o mercado de cripto ativos africano cresceu mais de 1.200%. O mesmo estudo conseguiu identificar que o continente movimentou mais de US$ 105,6 bilhões no período. 

Apesar disso, a região ainda possui um dos menores mercados de moedas digitais. Mesmo assim, é possível observar que o continente tem ainda uma das taxas mais altas de adoção dessas criptomoedas na prática. Nesse sentido, a média dos países globalmente é de 5.5%, enquanto na África passa de 7%. Ou seja, mais empresas do varejo estão aceitando pagamentos com os cripto ativos no continente, o que mostra uma aceitação maior da população para este tipo de investimento. 

Entre os países que mais se destacam na adoção das criptos estão Quênia, Gana e, principalmente Nigéria. Falaremos mais sobre este último a seguir. 

>>> Vale a pena investir em criptomoedas? Para tirar essa dúvida, a especialista em investimentos, Clara Sodré, preparou um vídeo especial. Na série “Investimento às Claras”, ela aborda pontos importantes sobre o tema. Mas será que as criptos se encaixam no seu perfil de investidor? Confira no vídeo abaixo: 

 

Nigéria lança moeda digital eNaira

Maior país africano em termos populacionais, a Nigéria possui mais de 200 milhões de habitantes. Isso ajuda a fazer com que o país tenha o maior Produto Interno Bruto (PIB) do continente. Sabendo do potencial econômico local e olhando para o futuro, o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, lançou, no fim de 2021, a versão digital da moeda oficial do país, a Naira.

O papel ficou denominado como eNaira. Segundo o Governo, a ideia nada mais é do que seguir uma tendência global de digitalização da economia. A pandemia de covid-19 apenas acelerou esse processo, que já era estudado há um tempo por economistas locais. A princípio, o Estado planeja aumentar a receita por meio de tributos e, também, competir de forma mais próxima com as criptomoedas ao redor do mundo. Afinal, o país está atrás apenas de Estados Unidos e Rússia em número de usuários de cripto ativos.  

Embora a Nigéria seja uma das pioneiras nessa decisão, antes disso outros países já haviam iniciado projetos parecidos. A China é um deles. E de acordo com o Banco Central do país, mais de 140 milhões de usuários já faziam transações com o Yuan digital em 2021.  

eNaira não é criptomoeda

Apesar de ser uma moeda digital, é importante ressaltar que a eNaira não é uma criptomoeda. Ela é um complemento para a moeda física e tem como objetivo facilitar as transações, especialmente nos ambientes digitais. Assim como o dinheiro físico, o Banco Central nigeriano é o responsável pela emissão das moedas digitais. A eNaira está submetida, inclusive, ao valor do câmbio oficial do país. 

Logo no primeiro mês de seu lançamento, mais de 500 milhões de eNaira foram emitidas. Isso equivale a, aproximadamente, R$ 6.7 milhões. Essa é uma tentativa do governo local para frear o uso das criptomoedas, que são ilegais no país. Afinal, a Nigéria é um dos países que mais usa esses ativos. 

>>> De nada adianta pensar em diversificar os seus investimentos se você não tiver uma reserva de emergência. Afinal, ela é a principal forma de evitar surpresas financeiras desagradáveis. No vídeo a seguir, a especialista Clara Sodré explica como fazer a sua reserva de um jeito fácil e objetivo. Confira:

Como a moeda digital Naira funciona

Apesar da modernidade, o Governo impôs uma série de restrições e exigências iniciais para quem quiser utilizar a eNaira. Uma delas, por exemplo, obriga os interessados que não tiverem contas bancárias a fornecer telefone e identidade para verificação. Além disso, há um limite diário de movimentação de até US$ 120. 

Já quem tiver conta bancária tem limites diferenciados, de acordo com cada perfil de usuário. O teto máximo para as movimentações é de 1 milhão de nairas, o equivalente a cerca de US$ 2.400. 

Para quem é comerciante, o limite de transações também ficará em 1 milhão de nairas. Porém, no caso de transferências entre contas do mesmo dono, não há restrições. 

Para os nigerianos interessados em utilizar a versão digital da moeda é necessário baixar um aplicativo e adicionar o dinheiro em suas carteiras. A ideia do governo é que, futuramente, o sistema seja integrado para crédito imobiliário e transferências internacionais. É a modernidade chegando em todos os lugares. 

Agora que você já sabe tudo a respeito da criptomoeda Naira, chegou a vez de aprimorar os seus estudos sobre o mercado financeiro. Baixe agora, de forma totalmente gratuita, o Ebook Guia da Bolsa para Investidores. Com ele você terá uma fonte de informações ideal para consultar sempre que quiser realizar seus investimentos com propriedade. Clique no banner abaixo e aproveite!

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Guia prático: como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores?

Investir está ficando cada vez mais acessível com o passar dos anos. Prova disso é que em agosto de 2021 a Bolsa de Valores do Brasil (B3) divulgou um aumento de 43% de investidores, frente a 2020.

Mesmo com essa alta, muitas pessoas ainda têm receio de investir na bolsa de valores. Isso acontece, especialmente, porque muitos creem que essa prática exige um grande capital. Mas, você sabia que tem como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores?

Isso mesmo! É possível, sim, investir pouco dinheiro na renda variável.

Para te provar, preparamos um conteúdo completo sobre como investir na bolsa de valores com pouco dinheiro. Além disso, te diremos quais as melhores opções de aplicação.

Continue a leitura para aprender tudo sobre o tema!

O que é a bolsa de valores?

A bolsa de valores funciona como um ambiente onde negociações de compra e venda de ativos podem acontecer. Nela, tanto quem investe quanto quem está vendendo tem a certeza de que a transação irá performar de maneira segura.

Quando se pensa em bolsa de valores, logo vem a imagem de um ambiente caótico como nos filmes que mostram as transações em Wall Street. Mas faz um bom tempo que não é mais assim. No Brasil, desde 2005, todas as operações passaram para o online.

Essa mudança facilitou o acesso aos investimentos de renda variável. Assim como democratizou a informação sobre como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores.

Qual o valor mínimo para investir na bolsa?

As dúvidas de quem quer começar a investir em renda variável são muitas. Afinal, para entrar preparado nesse mercado é preciso estar atento a algumas questões como:

  • quanto está disposto a investir;
  • variações do mercado;
  • inflação;
  • quais ações e ativos valem mais a pena;
  • mercado comum ou fracionário.

Para saber qual o valor mínimo para investir na bolsa, você deve analisar em quais ativos irá investir e em qual tipo de mercado. Investimentos com pouco dinheiro são mais prováveis no mercado fracionário.

No mercado comum as ações são vendidas por lotes e a regra é que em cada lote possua no mínimo 100 ações. Essa quantidade acaba deixando o valor do investimento um pouco mais alto.

Por exemplo: João quer comprar ações que valem 30 reais no mercado comum. Ele terá que aplicar três mil reais para concluir a transação.

Já no mercado fracionário isso não acontece. O investidor pode alocar de uma a 99 ações de maneira isolada. Ou seja, se João quiser comprar apenas uma ação por 30 reais, esse é o valor que ele irá aplicar.

Entendendo que não existe um valor mínimo para aplicar na bolsa, chegou a hora de aprender como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores. Continue a leitura para não perder nada!

Como fazer pequenos investimentos na Bolsa de Valores do Brasil? Passo a passo

Para aprender como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores é preciso seguir alguns passos. Eles vão te ajudar a entrar no mundo dos investimentos de renda variável.

Esse tipo de investimento tem retorno baseado nas variações da Bovespa. É importante citar que como irá investir com pouco dinheiro, a melhor opção é aplicar para médio ou longo prazo.

O motivo é que com as variações, caso pense no curto prazo, é possível que não tenha tanto retorno. Para não ficar perdido, acompanhe abaixo o passo a passo de como investir na bolsa de valores com pouco dinheiro.

1- Se organize financeiramente

A primeira dica é também uma das mais importantes! É imprescindível que sua vida financeira esteja organizada para começar a investir.

O sucesso do investimento é a constância, e sem organização financeira é muito mais fácil se desviar do foco. Portanto, é essencial ter toda sua vida financeira detalhada.

Anotar suas entradas e gastos é um método para visualizar mais claramente para onde seu dinheiro vai. Conferiu? Agora se faça as seguintes perguntas:

  • seus gastos estão ultrapassando as entradas?
  • o que você pode fazer para controlar melhor seu dinheiro?

Para a sua sorte, nós, da Faculdade XP School, temos um conteúdo perfeito sobre a metodologia das caixas e torneiras. Assista ao vídeo “Aprenda a controlar seu dinheiro, e faça do equilíbrio financeiro uma constante na sua vida.

2- Defina os objetivos para o investimento

O segundo passo para não se perder na missão é: definir seus objetivos. O que te impulsionou a investir?

Essa pergunta precisa estar na sua mente para decidir onde e por quanto tempo irá aplicar seu dinheiro. Caso tenha várias metas financeiras, é importante separá-las, pois elas podem ter diferentes prazos de conclusão.

3- Tenha uma conta em corretora

Agora que se organizou financeiramente e já tem seus objetivos traçados é hora do último passo: abrir conta em uma corretora de investimentos. Dentro do mercado financeiro só é possível fazer transações com o intermédio de corretoras ou bancos.

Nessa etapa, é importante que sua escolha seja baseada no tipo de investidor que você é. No mercado financeiro existem três tipos:

  • conservador;
  • moderado;
  • agressivo.

Caso sua preferência seja em investimentos de renda variável, você se enquadra no tipo agressivo. Os tipos conservador e moderado tem uma preferência por renda fixa, porém o moderado gosta também de investir na variável.

>>> Quer saber qual é a melhor corretora para você? Confira o post: “Como escolher uma corretora de investimentos? GUIA”.

Como investir na bolsa de valores? Alternativas para quem tem pouco dinheiro

Conferiu os primeiros passos de como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores? Agora chegou o momento de saber em quais ativos é melhor aplicar com pouco dinheiro.

Ações

A primeira opção pode ser considerada também a mais famosa quando o assunto é investimentos em renda variável. Investir em ações com pouco dinheiro é sim muito possível.

Isso porque elas não possuem um preço fixo e são afetadas pelas variações do mercado. Portanto uma ação que hoje pode estar com um preço além do que pode pagar, amanhã já pode ter desvalorizado.

Ao aplicar em ações é preciso estudar, avaliar o mercado e também quais acontecimentos externos podem afetar seus investimentos. Muita atenção a isso para não ficar no prejuízo!

Fundos de investimento

A segunda alternativa para investir na bolsa de valores com pouco dinheiro é aplicar nos fundos de investimento. Para quem está começando no mercado eles são uma ótima opção.

Para fazer parte desse universo, assista ao vídeo abaixo e aprenda tudo sobre os fundos de investimento. Aperte o play para dar o start!

Gostou de saber como fazer pequenos investimentos na bolsa de valores? Conquiste mais conhecimento e sucesso nas suas aplicações com o E-book: “Guia da bolsa para investidores”

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Como funciona a alavancagem? Será que essa estratégia vale a pena?

Investir na bolsa de valores em busca dos melhores ativos requer um entendimento sobre seus modelos de operação. Afinal, existem vários e escolher o que mais se identifica com o seu objetivo é primordial.

Entre os principais módulos operacionais estão:

  • Day trade: compra e venda de ativos acontecem no mesmo dia;
  • Swing trade: movimentações que acontecem com mais de um dia.

Mas, você sabia que dentro dos módulos operacionais há algumas maneiras diversificadas de se investir?

Isso mesmo! Uma dessas maneiras é a alavancagem.

Se ainda não ouviu falar sobre ela, continue por aqui para entender o conceito de alavancagem, como funciona e se é uma boa ideia para seus investimentos. Ao término da leitura você terá entendido sobre os tópicos abaixo.

  • O que é alavancagem financeira?;
  • Alavancagem: como funciona a operação?;
  • Investir alavancado é vantajoso?

Boa leitura!

O que é alavancagem financeira?

Para entender a alavancagem e como ela funciona no mercado financeiro, vamos ao seu conceito  na física. Como uma coisa iria se conectar a outra? É bem simples!

Na física a alavanca é entendida como uma máquina que ao exercer força de um lado, o outro ponto tem sua força multiplicada. E é exatamente isso que acontece na alavancagem financeira.

Ainda ficou confuso? 

Para ficar mais claro imagine uma gangorra onde de um lado você tem a quantia de R$500 que quer aplicar em um ativo na bolsa. Do outro lado está a força que a corretora aplica para impulsionar essa quantia e te trazer maior rentabilidade.

Com essa força aplicada, sua quantia de R$500 aumentou em oito vezes e agora representa o valor de R$4.000. Portanto, toda porcentagem de rentabilidade que tiver será calculada em cima dos quatro mil reais.

No entanto, é importante estar ciente que o prejuízo também será calculado na maior quantia. Por esse motivo, é mais recomendado operar alavancado no modelo Day Trade.

Além disso, essa estratégia é mais indicada para investidores mais experientes e traders. Pois é necessário analisar bem o mercado e avaliar as melhores estratégias para minimizar os riscos.

Por ser um modelo de operação que aumenta sua aplicação, os riscos também são maximizados. Nesse sentido, é importante avaliar o tipo de investidor que você é, pois, a alavancagem financeira é mais indicada para o investidor arrojado.

>>> Quer entender tudo sobre os modelos de operação na bolsa de valores? Baixe gratuitamente o e-book da Faculdade XP School: “Modalidades operacionais e curva de aprendizado”.

Alavancagem: como funciona a operação?

Agora que já está um pouco mais inserido no mundo da alavancagem, entender como ela funciona fica mais simples. Até porque você pode estar se perguntando: como vou investir com um dinheiro que, em tese, não me pertence?

Ter essa noção de que a alavancagem funciona como um empréstimo da corretora para o investidor é essencial. Com isso em mente, as análises e estratégias a serem utilizadas precisam ser bem mais estudadas. Afinal, no fim do dia você deverá ressarcir o “empréstimo”.

Entenda melhor essa relação de alavancagem – corretora – investidor, nos pontos abaixo.

  • Você está operando alavancado com os R$4.000 emprestados pela corretora;
  • Investe todo o dinheiro em ações ou outros ativos;
  • Os vendeu no modelo Day Trade valorizando em 3%;
  • Obteve lucro de R$120;
  • Devolveu os R$4.000 à corretora.

Caso você tivesse aplicado sem estar alavancado, ou seja, os R$500, o lucro pela operação seria de R$15. Portanto, operar alavancado te dará um lucro oito vezes maior do que teria na operação normal.

No entanto, nem sempre as ações valorizam. Caso isso ocorra, a corretora irá retirar a parte que falta para ser paga da sua margem de garantia. Ou seja, um valor próprio para ressarcir a instituição caso tenha perdas. Por esse motivo os estudos e análises são tão importantes para entender o melhor momento de utilizar a alavancagem.

Investir alavancado é vantajoso?

Percebe como é bem simples o conceito de alavancagem e como funciona na bolsa de valores? Quem opera alavancado está em busca de uma maior rentabilidade em menos tempo.

Mas, como já diria o ditado popular: “apressado demais come cru”, nem sempre a alavancagem é só vantagens. Para minimizar os riscos da operação é necessário que o investidor esteja atento a alguns pontos:

  • ter noção acerca da gestão de riscos;
  • montar uma boa estratégia;
  • ter controle emocional.

Essas três características são essenciais para todo trader ou investidor mais experiente que deseje operar alavancado. Sem elas, é muito mais fácil perder o controle sobre os investimentos e terminar com um saldo devedor na carteira.

Portanto, respondendo a pergunta: operar alavancado é vantajoso? Pode ser, como também pode não ser. 

Ou seja, o ponto chave para fazer a alavancagem ser vantajosa é buscar bases de conhecimento sobre o mercado financeiro e de investimentos.

Alavancagem: corretoras para operar no modelo

Até aqui você já aprendeu o que é alavancagem, como funciona e se ela é vantajosa ou não. Mas, você sabe quais são as melhores corretoras para operar alavancado?

Confira a seguir duas opções de corretora para atuar com a alavancagem de seus ativos.

Clear

A Clear é uma corretora focada nos investimentos de renda variável e no trabalho do trader. Portanto, ela é uma das queridinhas quando o assunto é operar alavancado.

Além de oferecer serviços propícios para a atuação do investidor mais experiente, a Clear é uma das únicas corretoras a ter corretagem zero. Ou seja, quando não é cobrada a taxa pelos serviços de administração da conta.

A corretora conta também com um diferencial quando o assunto é a alavancagem de ativos. Nela, o investidor pode alavancar em até 50 vezes seu investimento. 

Se colocarmos o exemplo que utilizamos lá em cima, na Clear, ao invés de operar com R$4.000, você teria a opção de utilizar até R$25.000. Ou seja, com a valorização de 3% você estaria lucrando R$750.

Alavancagem XP: como funciona?

Outra corretora com diferenciais na alavancagem de ativos é a XP Investimentos. Mesmo não sendo especializada no trabalho do trader, a XP está a mais de 20 anos no mercado e oferece diversos serviços para todo tipo de investidor.

Entender a alavancagem da XP, como ela funciona e seus diferenciais é bem simples. Em primeiro lugar, ao abrir a conta na XP você contará com diversos serviços como:

  • análise automática de riscos;
  • assessoria especializada;
  • planos que cabem no bolso.

Além disso, ao operar alavancado na XP você pode utilizar outros ativos da sua carteira como margem de garantia. E investindo em mini dólar ou mini índice sua alavancagem pode ser de até 200 e 100 vezes, respectivamente.