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Design de Interação: tudo o que você deve saber sobre o tema

Design de interaçãoIx design, interaction experience design… existem várias formas que podemos chamar um campo de atuação tão importante atualmente. Mas o que é de fato necessário é entender em que consiste essa disciplina, como ela funciona e quais são seus benefícios?

Se você chegou até aqui em busca de mais informações sobre Design de Interação, veio ao lugar certo! Separamos as principais características dessa competência, quais são suas relações e diferenças com UX, onde pode ser aplicado e quais são suas abordagens, entre tantos outros pontos.

Aproveite a leitura a seguir e tire todas as suas dúvidas sobre o tema!

O que é Design de Interação e qual seu objetivo?

O Design de Interação é a área que estuda interação entre sistema e usuário através de uma interface. É uma disciplina da TI e do design que é responsável por desenhar e aplicar pontos de interatividade em sistemas digitais ou físicos. 

Ou seja, seu principal objetivo é fazer com que as pessoas interajam e tenham contato com os produtos digitais de maneira simples, objetiva e intuitiva.

O papel do designer de interação é tornar claro para o usuário como a navegação pela interface deverá acontecer e o que ele precisa fazer para atingir o seu objetivo final — seja uma compra, assistir um vídeo, postar uma foto, enviar uma mensagem, entre outras possibilidades.

Por essa necessidade de criar um fluxo de navegação positivo, a área de Ix possui forte relação com a área de UX, que com os seus conceitos de usabilidade consegue tornar essa interação do usuário ainda mais assertiva e satisfatória. Se você quer saber mais sobre a aplicação do Ix Design na prática, confira o tópico a seguir!

Como funciona na prática 

Para entender como o Design de Interação funciona na prática é preciso, primeiro, se aproximar de alguns conceitos, como: wireframes, mockups e protótipos.

Wireframes

Os wireframes são uma maneira de representar graficamente a disposição dos itens no sistema. Geralmente são considerados rascunhos por não terem o compromisso com a realidade. É apenas uma forma de organizar as ideias, conceitos e informações que virão no design da interface.

Mockups

No caso dos mockups já há um compromisso com a realidade. Eles são basicamente uma imagem que representa como ficará o produto final. Ou seja, o mockup projeta as cores, a tipografia, o tamanho, perspectiva e demais características que a interface terá.

Protótipos

Os protótipos são parecidos com os mockups, porém oferecem uma versão teste do projeto, com possibilidade de interações. Os dados utilizados na interface não precisam ter um compromisso com a realidade, por se tratar de uma representação do projeto.

A ferramenta mais utilizada entre os Ix designers é o Figma, que permite a elaboração de todas essas representações que citamos.

É um programa online e gratuito, feito para criar, colaborar, prototipar e inspecionar. Sendo assim, os designers conseguem criar as telas e fluxo de navegação das interfaces, que serão posteriormente aprovadas e desenvolvidas por programadores.

Design de Interação e Design de experiência

Como falamos anteriormente, o Ix design faz parte do UX design, ou seja, são disciplinas que se complementam e que precisam uma da outra para que a entrega final seja ainda melhor.

Enquanto o Design de Interação é responsável por criar a interface que o usuário irá interagir, o Design de Experiência faz a lapidação dessa interação e pensa a experiência na interface e para além dela. 

O UX tem um olhar mais amplo, que envolve outros aspectos, como o tempo de carregamento da página e de processamento das informações inseridas, qual o sentimento que o usuário tem em cada fase da experiência, entre muitos outros.

Portanto, vale ressaltar que o Ix designer e o UX designer podem ser a mesma pessoa, principalmente por essa relação de interdependência entre as atividades. 

Fazer esse trabalho conjunto com apenas um profissional ou com mais de um é uma discussão que precisa ser feita dentro do time, levando em consideração o nível de complexidade do projeto em questão. As duas opções podem funcionar!

Quais são as aplicações e as 5 dimensões do Design de Interação?

Como você já pôde perceber ao longo do texto, o Design de Interação está presente em tudo aquilo que envolve interface e usuário. Por este motivo, suas aplicações são variadas, com formatos diversos e podendo estar presentes em todos os segmentos de negócio. Alguns exemplos de aplicações do Ix design são:

  • Sites;
  • Aplicativos;
  • Jogos virtuais;
  • Marketing digital;
  • Sistemas bancários.

O importante nisso tudo é saber que, independente do projeto a ser executado, existem algumas premissas que são básicas do Design de Interação e que precisam ser consideradas a todo momento durante a construção das interfaces. Neste caso, consideramos as 5 dimensões do Design de Interação como:

  1. Palavras: é toda a parte textual que guia o usuário até a ação final. Inclui desde os textos dos botões, até a tela de sucesso, quando o usuário finaliza seu objetivo.
  2. Representações visuais: são os ícones, imagens, tipografia, ou seja, os elementos gráficos que ajudam na interação.
  3. Objetos físicos/espaço: por onde esse usuário está acessando a interface, qual o meio que ele utiliza.
  4. Tempo: quando se considera as mídias que podem sofrer alteração com o tempo, como vídeos, sons e animações.
  5. Comportamento: por meio das quatro dimensões anteriores, o designer Ix cria um modelo ideal de comportamento que o usuário precisa ter na interface, com o intuito de atingir o seu objetivo final.

Além dessas premissas que acabamos de citar, o Design de Interação também conta com algumas abordagens que norteiam o trabalho dos profissionais. Confira no tópico a seguir.

Conheça as abordagens

No Design de Interação são consideradas 4 abordagens possíveis de serem utilizadas durante a execução de um projeto, sendo:

  1. Centrado no Usuário: foco nas necessidades e objetivos do usuário;
  2. Centrado em Atividades: foco nas atividades e tarefas que precisam se completadas;
  3. Sistemas: foca nos componentes do sistema;
  4. Gênios: confia nas habilidades e sabedoria do designer para fazer produtos.

Existe uma abordagem ideal? Não. Existe aquela que melhor se adequa à realidade do projeto e em como ele será executado. Com a proximidade entre IxD e UX design, a abordagem mais defendida costuma ser a Centrada no Usuário. 

Porém, sabemos que as tarefas do dia a dia por vezes nos exigem um ritmo de trabalho mais acelerado e, em alguns casos, a equipe disponível é enxuta, então a abordagem mais utilizada provavelmente será a de Gênios. 

O importante é entender que cada abordagem possui suas particularidades e que você, enquanto designer, pode extrair o melhor de cada uma delas para a execução do seu projeto.

Diferença entre Design de Interação e UX Design 

Ao longo do texto mostramos algumas evidências de que o Ix Design e o UX Design são áreas de conhecimento que se complementam, ao mesmo tempo que possuem suas características exclusivas.

O Design de Interação é uma disciplina que busca conhecimento sobre a interação, através de uma interface, entre o usuário e um sistema. O seu principal objetivo é oferecer um caminho para que o usuário complete a ação desejada, como uma compra online, por exemplo.

Já o Design de Experiência é uma competência um pouco mais ampla que o Ix design. O UX design investiga outros pontos dessa interação, contemplando aspectos comportamentais e motivacionais, procurando entender como as pessoas se sentem ao interagir com determinada interface. 

Esses pontos são levados em conta durante a construção de um produto digital, com introdução de conceitos de experiência do usuário para tornar a navegação mais satisfatória.

Sendo assim, um designer de interação se preocupa com os pontos de interação e se eles ocorrem da forma que deveriam ocorrer, e um designer de experiência busca entender o que vem após essa interação.

Por exemplo, um botão de play para iniciar uma música deve ser pensado pelo Ix Designer. Já a duração da trilha e tudo o que pode ser realizado nesse meio tempo é dever do designer de experiência. Deu para entender?

Diferença entre Design de Interação e UI Design

A linha entre o Design de Interação e o Design de Interface é bem tênue. Uma disciplina depende da outra para que tudo funcione e o produto seja fácil de usar. Contudo, ainda assim as duas áreas possuem diferenças entre si, como:

  • O UI designer tem a função de projetar uma tela, pensando na disposição ideal dos elementos gráficos, botões, campos de texto, as cores, entre outros, tornando as interações simples e de fácil compreensão.
  • A pessoa que trabalha com IxD tem a função de criar as interações desses elementos da tela. Ou seja, quando temos o elemento de “caixa de seleção” na página e clicamos na opção que desejamos, o botão passa da cor cinza para o verde. Essa dinâmica entre usuário e sistema é o que chamamos de Design de Interação. Ter essas interações bem definidas ajudam na experiência do usuário durante o seu fluxo na plataforma.

Importância e benefícios do Design de Interação

O Design de Interação é um dos pilares de um produto digital. Ele é essencial para traçar o caminho ideal de interação entre os usuários e a plataforma em questão. Sendo assim, investir em IxD possui inúmeros benefícios, tendo alguns deles como:

  • garantir um projeto bonito, com boa usabilidade e utilidade;
  • melhorar a comunicação entre a interface e usuário;
  • estabelecer uma ideia eficaz do produto;
  • aumentar as chances de envolvimento do usuário com o produto.

O papel de um designer de interação tem sua importância em vários tipos de projetos e suas aplicações são diversas, como você pode ver no tópico a seguir.

Onde ele pode ser utilizado?

Em um mundo ideal, qualquer projeto deveria contar com um Ix designer. Esse profissional fica responsável por observar as interações, por garantir melhores produtos e, por consequência, assegurar melhores experiências para os usuários.

É evidente que empresas de TI contratem mais designers de interação, porém corporações de marketing e vendas estão investindo cada vez mais nessa disciplina. A tendência é que essa área de IxD cresça e conquiste novos espaços, já que é muito difícil encontrar empresas que ainda não atuam no universo digital.

Por onde começar a aprender?

O primeiro passo para se tornar um Designer Ix é buscar por uma formação completa, que te deixe preparado para atuar nesse setor.

Com o mercado aquecido e cada vez mais oportunidades para a área, existem muitos cursos de capacitação em Design de Interação sendo ofertados em diversas instituições. Escolha aquele em que você mais se identifica e que acredita que irá agregar mais no seu dia a dia profissional.

Busque também artigos e profissionais IxD para adquirir conhecimentos extras, além de indicação de livros que possam auxiliar na carreira como designer. Por fim, organize sua agenda e comece a estudar o quanto antes!

O que é BDD: conheça a metodologia e seu funcionamento

Utilizado em projetos de softwares ágeis, o BDD (Behavior Driven Development ou Desenvolvimento Orientado para Comportamento), propõe facilitar quaisquer adversidades relacionadas ao ciclo de vida de um sistema, promovendo eficácia e eficiência na comunicação e resolução de possíveis demandas.

Todo sistema possui vida útil e, com o tempo, passa a sofrer alterações que pedem reparos, podendo ou não mirar na assertividade. Dessa forma, o BDD apresenta-se como uma técnica de desenvolvimento fundamental para garantir a funcionalidade e qualidade de um software durante seu ciclo de vida.

O que é o Behavior Driven Development?

Behavior Driven Development (BDD caracteriza-se por sua capacidade de integrar quaisquer regras do mundo dos negócios à linguagem de programação, configurando-se como uma técnica ágil de desenvolvimento. Lá, o teste é escrito antes do código, focando no comportamento do software trabalhado.

Essa metodologia, ao concentrar-se na linguagem e interações utilizadas durante o processo de desenvolvimento de um sistema, beneficia todos os desenvolvedores durante a criação, pois possibilita que os testes sejam escritos em sua linguagem nativa e também passível de entendimento. 

Essa é conhecida por Linguagem Ubíqua e pode ser facilmente compreendida por toda a equipe.

Dessa forma, o código se torna mais compreensível, possibilitando uma comunicação eficiente entre as equipes de desenvolvimento e testes.

De acordo com Dan North, criador do Desenvolvimento Orientado para Comportamento, o BDD pode ser descrito como uma tecnologia ágil, de múltipla escala e com alta capacidade de automação. Ele é capaz de descrever um ciclo de interações definidas, o que resulta na entrega de um software funcional, testado e significativo.

Como o BDD se relaciona com a Cultura Ágil?

Cultura Ágil é um conjunto de ideias, práticas sociais e comportamentos que se fortaleceu no meio empresarial logo após a ocorrência das transformações digitais. 

Suas metodologias são capazes de garantir agilidade, qualidade e adaptação, promovendo um ambiente de trabalho dinâmico, cooperativo e colaborativo.

O BDD, portanto, se relaciona diretamente com esse conjunto de ideias, pois sua técnica garante um processo de desenvolvimento ágil, capaz de envolver todos os times necessários. Isso torna o projeto acessível, pois sua linguagem híbrida colabora com a integração dos usuários do sistema e dos implementadores deste.

Dentre os princípios da Cultura Ágil que estabelecem conexão com o BDD, podemos citar:

  • Funcionalidade;
  • Autonomia;
  • Reflexões para otimizações;
  • Satisfação do cliente;
  • Ambientação e suporte.

Quais os benefícios e vantagens do BDD?

Escolher o BDD como sua metodologia pode garantir diversas vantagens aos processos e à equipe.

Dentre os benefícios promovidos pela utilização desta técnica, vale citar:

  • Comunicação aprimorada: permite que as equipes trabalhem de forma integrada, envolvendo desenvolvedores e testadores. Dessa forma, a metodologia garante o compartilhamento de conhecimento e a efetividade do processo de comunicação.
  • Documentação dinâmica: as equipes garantem que a documentação do sistema seja versátil, sem custos e grandes esforços.
  • Visão do todo: todas as etapas do processo de desenvolvimento e testagem de software podem ser visualizadas de forma ampla, já que o BDD garante a integração dos times.

Todos os benefícios do BDD citados acima permitem a criação de um  software com código de qualidade, alta coesão e baixa taxa de bugs.

BDD, TDD e ATDD: quais as diferenças?

Além do BDD, existem metodologias voltadas para facilitar o trabalho dos desenvolvedores que valem nossa atenção. Uma delas (TDD) é considerada técnica antecessora ao Behavior Driven Development.

O objetivo desta seção é apresentar tais metodologias, conhecidas como Test Driven Development (TDD) e Acceptance Test-Driven Development (ATDD), evidenciando possíveis diferenciações.

O que é o TDD?

O TDD (Test Driven Development ou Desenvolvimento Dirigido por Testes), é uma técnica de desenvolvimento de software baseada em pequenos ciclos de repetições responsáveis pela aplicação de testes, o que antecede o BDD. 

A testagem permite que os desenvolvedores planejem códigos de forma fragmentada, garantindo que cada uma das funções do sistema em construção possa ser testada e avaliada.

O TDD é utilizado por diversos profissionais e oferece inúmeras vantagens. Entre elas:

  • Soluções ágeis e de qualidade;
  • Fácil manutenção do código;
  • Desenvolvimento de funções mais completas;
  • Organização em todo o processo de desenvolvimento.

O que significa ATDD?

O ATDD (Acceptance Test-Driven Development ou Desenvolvimento Orientado a Testes de Aceitação), configura-se como uma técnica de programação. Ela permite que as equipes trabalhem de forma colaborativa, utilizando testes automatizados para impulsionar o desenvolvimento do código.

Nesta técnica, os testes utilizam uma linguagem compreensível a todos os setores responsáveis pelo projeto e aos clientes.

Diferentemente do TDD, o ATDD foca no trabalho em equipe, uma vez que possibilita a atuação de diversos profissionais no processo de desenvolvimento do software.

Dentre os benefícios desta técnica, podemos citar:

  • Cumprimento dos requisitos determinados para o software – já que o ATDD realiza testes de aceitação – capazes de verificar se o sistema comporta-se como esperado;
  • Comunicação clara e objetiva entre as equipes;
  • Possibilidade de avaliação contínua do software em toda sua fase de desenvolvimento.

Como o BDD une essas funções?

Em sua abordagem o BDD foi capaz de unir algumas vantagens das metodologias citadas acima.

Em se tratando do TDD, a organização e testagem aplicada ao processo de desenvolvimento de software manteve-se no BDD, uma vez que esta metodologia configura-se como uma evolução do Test Driven Development.

Já no ATDD, a comunicação e integração das equipes através de uma linguagem natural também faz parte do BDD, já que esta técnica se relaciona diretamente com a facilitação do processo comunicacional. 

Ferramentas para aplicar BDD

Atualmente, existem aproximadamente 40 frameworks de automação de testes disponíveis para a aplicação do Desenvolvimento Orientado para Comportamento (BDD).

Neste artigo, citaremos apenas as principais delas. Confira a seguir!

Cucumber

O Cucumber é uma ferramenta capaz de efetuar descrições em uma linguagem acessível para realizar a execução de testes de aceitação automatizados.

A partir desse recurso, é possível descrever as necessidades dos usuários de uma forma que toda a equipe técnica e não-técnica possa compreender facilitando, assim, a comunicação entre todos os membros do projeto.

JBehave

O JBehave é conhecido como um framework de testes para BDD que, assim como o Cucumber, possibilita a fácil comunicação entre toda a equipe de desenvolvimento e toda a equipe de negócio.

Sua criação baseia-se na mesma filosofia utilizada pelo BDD, pois permite a integração de todos os participantes do projeto através da linguagem natural.

Criado por Dan North, o JBehave foi o primeiro framework produzido para a testagem de aplicações Java.

Spock

O Spock é um framework de fácil aprendizagem, utilizado para aplicações Java e Groovy. Esta ferramenta possui uma linguagem simples e possibilita a realização de variadas combinações de testes.

O framework também apresenta excelente estruturação de testes, pois utiliza o conceito de blocos.

Sua compatibilidade é ampla porque pode ser utilizado em diversas ferramentas de build e servidores de integração contínua.

Considerado como uma mistura de tecnologias que deu certo, o Spock foi inspirado em diversos frameworks, bem como RSpec, JUnit e JMock.

Por que estudar comportamento?

O comportamento é parte essencial do BDD. Afinal, a própria nomenclatura da metodologia permite a correlação.

A principal vantagem desta técnica está relacionada com a comunicação das equipes de desenvolvimento de software.

Desta forma, o BDD prioriza a simplificação do processo comunicacional, preocupando-se com a linguagem utilizada e os cenários do mundo real descritos e solicitados pelo cliente, a fim de torná-lo membro integrado do processo.

O comportamento é essencial nesta metodologia, pois permite que a comunicação integrada entre as equipes técnicas e não técnicas garantam a qualidade do sistema desenvolvido e a satisfação do cliente.

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Business Agility: conceito, vantagens e aplicação

O mundo está em constante mudança e sobrevivem apenas os que se adaptam às variações impostas.

Se o mundo sofre transformações, as pessoas também, e com isso suas necessidades se modificam. Consequentemente, é dever do mercado não apenas acompanhar tais transformações, mas adequar-se a elas a fim de se manter no páreo.

Business Agility é responsável por coordenar essa demanda dentro de uma empresa, pois se caracteriza pela capacidade ágil e flexível de resposta e adaptação a todas as mudanças de mercado.

Como funciona o Business Agility?

O Business Agility Model (Modelo Ágil de Negócios), se refere à utilização dos métodos ágeis de adaptação à constante imprevisibilidade do futuro, permitindo que as empresas criem soluções rápidas, capazes de suprir demandas inesperadas.

A aplicabilidade deste método exige estratégia, fluidez e flexibilidade de toda a empresa, pois requer inovação, criatividade e proatividade a fim de obter os melhores resultados,

O funcionamento do Business Agility depende da criação de um processo estrutural dentro da empresa, que promova independência, autonomia, criatividade e espontaneidade a todos os colaboradores.

O objetivo da metodologia é aumentar a agilidade em todos os processos, otimizando as práticas necessárias e buscando implementar mudanças que façam a diferença internamente e externamente.

A coleta de dados após essa etapa é imprescindível para realizar análises e revisar estratégias e táticas utilizadas, caso necessário.

Durante esse processo, é essencial contar com uma gestão integrada para que os dados necessários sejam corretamente selecionados para análise.

A escolha dos profissionais de sua equipe também é muito importante, pois o trabalho está essencialmente ligado ao relacionamento interpessoal, aos aspectos comportamentais e cognitivos.

A Origem do Business Agility

O Business Agility originou-se a partir do conceito de Metodologia Ágil e se desenvolveu especialmente no mercado de softwares, como resposta aos desafios enfrentados diariamente por diversos desenvolvedores.

A compreensão de todo o processo de criação possibilitava a dinamicidade na implementação de mudanças. Logo, foi possível passar a acompanhar novas tendências de mercado e as necessidades de cada cliente.

Pensando nisso, Kent Beck e mais dezesseis importantes consultores da área, a fim de acompanhar as constantes transformações do mundo digital, criaram em 2001 o Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software. Este foi um dos principais pilares para fundamentar o nascimento e evolução do Business Agility Model.

Por que implementar o Business Agility nas empresas?

Como vimos anteriormente, é importante que as empresas possam sobreviver e se adaptar às mudanças inesperadas. O Business Agility entra em ação justamente nesses momentos em que estratégias criativas precisam ser definidas, a fim de promover a resiliência da empresa em situações adversas.

Dentre os benefícios da implementação do Business Agility Model, podemos citar:

  • Rápida adaptação às mudanças de mercado;
  • Respostas ágeis e flexíveis em se tratando das demandas dos clientes;
  • Adaptação produtiva e econômica, sem deixar de priorizar a qualidade;
  • Garantia de posicionamento competitivo dentro do mercado.

A ideia da metodologia é promover a agilidade de todos os setores da empresa, a fim de coletar feedbacks e investir em melhorias que colaborem com a inteligência organizacional, priorizando o consumidor.

Vale lembrar que este modelo ágil considera todos os colaboradores e preocupa-se com o comportamento e capacidade de cada um, prezando pela habilidade de adaptação da equipe em possíveis cenários onde mudanças e incertezas fazem-se presentes.

Business Agility em 4 passos

Promovendo a cooperação entre todos os departamentos e colaboradores da empresa, o Business Agility é muito mais do que uma implementação proveniente do Manifesto Ágil.

Ou seja, ele é a mudança de mindset da equipe e a intenção de construir coisas novas a fim de alinhar, efetivamente, negócios e estratégias. 

Dessa forma, o Business Agility possui fundamentos em 4 pilares de trabalho, para que os desejos almejados tornem-se possíveis em cada gestão.

Confira a seguir!

Foco em processos

A aplicação dos princípios de agilidade deve ser realizada com foco nos resultados e na evolução constante da empresa, garantindo:

  • Foco no que é prioritário para o negócio;
  • Capacidade de identificar problemas.

Áreas integradas

É necessário que todas as áreas estejam integradas entre si para que a metodologia se torne eficiente.

Todos os setores da empresa devem se comunicar bem para que o processo ágil seja implementado de forma única e alinhada,  desde a estratégia até à operação.

Este alinhamento tão essencial está relacionado à hierarquia e ao modelo de liderança da organização, que deve ser horizontal, possibilitando a independência e o empoderamento dos profissionais presentes.

Cultura organizacional

Durante a implementação do Business Agility, uma nova cultura deve se manifestar.

Apostar no treinamento da equipe é essencial, já que a transformação ágil se trata, principalmente, do desenvolvimento interpessoal e do mindset de crescimento, necessário para que a mentalidade ágil de todos os colaboradores seja desenvolvida.

Objetivos claros

É essencial que toda a equipe possua objetivos claros no processo transicional para o alcance da agilidade, pois tal atitude sustenta as mudanças necessárias a serem implementadas na empresa.

Como o Business Agility se diferencia dos métodos ágeis?

Apesar da relação existente entre os dois conceitos, o Business Agility  se diferencia consideravelmente dos métodos ágeis pois, apesar da utilidade e estruturação ágil proporcionada pelo framework, o foco do Business Agility Model é essencialmente cognitivo e comportamental, ou seja, envolve e prioriza pessoas.

O processo organizacional com certeza faz parte da eficácia da metodologia. No entanto, o Business Agility se baseia na prática, nos erros, acertos e no contexto em que a empresa está inserida, focando em entender relações de mercado e clientes.

Diferenciando-se dos métodos ágeis que focam em um conjunto de processos, podemos concluir que o Business Agility comporta sim conceitos das metodologias ágeis, mas não corresponde a sua definição plena.

Por onde começar?

A implementação do Business Agility deve ser gradual, pois implica em diversas transformações que podem desagradar a equipe.

É importante começar aos poucos, promovendo treinamentos, diálogos explicativos sobre a metodologia e toda a parte teórica necessária para preparar o solo em busca de fertilidade.

Vale lembrar que tais mudanças não ocorrem da noite para o dia e é preciso paciência para desenvolver a mentalidade das equipes. Além disso, a comunicação é essencial para este processo, pois todos os colaboradores devem ser escutados durante a implementação do mesmo.

É avaliando constantemente o que é possível e o que não é possível que pode-se chegar à eficácia do Business Agility, garantindo a inserção da empresa nesta tendência global e transformadora.

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Análise estatística de dados: como realizar na prática?

O campo da estatística é aquele que está presente na sociedade de diversas maneiras. Qualquer tarefa diária, até a gestão de grandes negócios, necessita de análise estatística de dados para funcionarem e darem os resultados mais certeiros possíveis.

E, quando se fala em estatística, precisamos ter em mente que ela é mais do que um conjunto de números e cálculos, mas sim uma análise com pesquisa, comparações, hipóteses e diagnósticos sobre um determinado assunto.

Em uma era marcada pelo big data e o data science, muitas organizações se apoiam em análises estatísticas para tomarem decisões ou resolverem problemas.

Quer entender por que você deve se preocupar em saber como fazer uma análise exploratória de dados na sua carreira profissional ou mesmo no seu dia a dia?

Continue a leitura e entenda mais sobre esse conceito e as principais técnicas para fazer uma boa análise estatística.

O que caracteriza uma análise estatística de dados?

A análise estatística dos dados é uma ciência capaz de coletar, explorar, apresentar e comprovar um resultado a partir de um combinado de informações e de uma interpretação com grandes quantidades de dados.

Sua análise é diferente de uma representação comum de amostras coletadas, pois, para que esse tipo de análise exploratória de dados funcione, é feito um estudo – muitas vezes com inteligência artificial – de dados a partir de informações já existentes, em conjunto com tendências de mercado.

Logo, com essa metodologia você consegue também prever futuras tendências com base na informação. Por esse motivo, elas são aplicadas todos os dias, seja em pesquisas, indústrias ou mesmo governos. Quer um exemplo?

Sabe aquela pasta de dente que você usa e funciona como um clareador natural para os dentes? Com certeza, desde sua criação, ela foi melhorada através de uma análise estatística para comprovar sua eficácia e identificar possíveis problemas que a impediam de funcionar corretamente. 

Logo, para que seus dentes permanecerem brancos e saudáveis, foi realizada uma extensa pesquisa de estatísticas emplacadas em processos de produção e revisão.

Outro exemplo seria a aprovação de uma vacina contra a covid-19. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) só aprovaram as vacinas de prevenção ao vírus após uma análise estatística de todos os dados presentes em sua pesquisa.

Quais são as vantagens da análise estatística de dados?

Com o grande volume de dados dispostos hoje no mercado, sobretudo após a transformação digital, a análise estatística de dados se torna uma arma poderosa e valiosa para a execução de projetos e processos.

estatística computacional, por exemplo, tem sido cada vez mais preciosa para as empresas, devido a seus algoritmos avançados, computadores modernos e o armazenamento de baixo custo para a utilização dos dados.

Nesse sentido, existem várias maneiras pelas quais as empresas podem usar a análise estatística como vantagem, como: incluir linhas de produtos mais relevantes ao seu público, identificar funcionários com as melhores performances para realizarem funções específicas e entender como está o desempenho de seus processos.

Utilizar técnicas com noções estatísticas ao invés de mostrar previsões de tendências simples (que podem ser afetadas por uma série de fatores externos) permitem que as empresas mergulhem mais profundamente para observar todas as informações existentes.

Portanto, contar com uma estratégia de análise estatística de dados proporciona às pessoas e às empresas:

  • Maior produtividade;
  • Criação de estratégias de serviços e produtos mais efetivos;
  • Redução de riscos;
  • Melhor experiência ao cliente que você vai atender.

Para ter uma eficiente análise de dados é preciso de uma valiosa base de conhecimento pautada na mensuração de resultados. 

análise estatística de dados em um escritório
A análise estatística de dados é fundamental para a criação de estratégias que façam sentido para o cliente

Tipos de análises estatísticas

Existem dois tipos principais de análise estatística: as descritivas e as de modelagem. Veja abaixo cada uma e suas diferenças!

Análises descritivas

São estatísticas que pretendem descrever muitos dados com gráficos e tabelas, mas que não tiram conclusões, ou seja, você apenas está resumindo dados que você já possui para gráficos.

Esse tipo de análise descritiva permite apresentar os dados de forma mais significativa, o que permite uma interpretação mais simples das informações coletadas.

Sobre as técnicas utilizadas, são úteis nesse processo a moda, a mediana, a média, a amplitude, a variância e o desvio padrão.

Análises de modelagem (ou de inferência)

É um método mais aprofundado de estudar os dados, pois permite testar uma hipótese e tirar conclusões sobre os dados coletados.

Essas conclusões de análise estatística de modelagem são uma proposição estatística. Sendo que dentro delas estão:

  • Estimativas: um valor particular que normalmente se aproxima de um parâmetro de interesse
  • Intervalo de confiança: a partir de um conjunto de dados extraído de uma população que conteriam o valor do parâmetro verdadeiro com a probabilidade no nível de confiança declarado
  • Intervalos de predição: um conjunto de valores que tem como objetivo identificar o preço desconhecido de algo em uma população estudada.

Em suma, as estatísticas descritivas são usadas para descrever os dados, já as estatísticas de modelagem são usadas para inferir conclusões e hipóteses sobre a mesma informação que foi coletada também na descritiva.

Passo a passo para se realizar uma boa análise estatística de dados

Para saber trabalhar com a mineração de dados e outras estatísticas multivariadas é preciso passar por cinco etapas durante o processo de análise. São elas:

Calcule a média aritmética

média aritmética é o total de uma lista de números dividida pela quantidade de itens dentro desta mesma lista. É uma estratégia útil para a determinação de uma tendência geral em relação a um grupo de dados.

Por exemplo: temos 5 pessoas competindo numa prova, sendo que A tirou 10, B tirou 27, C tirou 89, D tirou 31 e E tirou 3. Qual a média de pontos da prova? 160/5 = 32 é a média de pontos.

Compreenda e explore os dados

Sabendo dos dados que foram coletados, analise cada um deles e os explore em combinações que façam sentido, criando interpretações diferentes e tendências, como a regressão, por exemplo.

Crie um modelo de fácil entendimento

Outro ponto importante é você descrever a natureza de cada dado a ser analisado e, assim, criar um modelo para resumir a compreensão deles e como podem se relacionar para chegar a um resultado. Faça um compilado claro e objetivo de tudo que coletou.

Teste a validade do seu modelo de análise estatística de dados

Teste uma hipótese. Assim, você confirma se uma premissa é verdadeira e consegue identificar o que falta para chegar ao resultado. Esses tipos de testes são muito requisitados em pesquisas, estudos científicos, negócios e economia pela sua eficácia de resultado imediato.

Utilize ferramentas para análises preditivas

Praticar análises preditivas para antecipar as tendências futuras é essencial para chegar até onde se planejou. Existem softwares específicos que auxiliam as análises minuciosas dos dados. Portanto, aproveite a tecnologia para intensificar e melhorar sua análise estatística de dados, com maior agilidade e assertividade.

Assim, você consegue analisar mais coisas e ainda prevenir possíveis riscos que de forma manual não seria possível.

Principais técnicas de análise estatística de dados

Para fazer uma análise exploratória de dados é possível utilizar três tipos de técnicas estatísticas. São elas:

Medidas de Tendência Central

São onde estão as conhecidas médias – soma de todos os números da lista dividida pelos números existentes; moda – o valor que mais aparece nos números coletados; e mediana – uma alternativa à média que significa o valor do meio na estatística e para identificá-lo deve-se colocar todos os dados em ordem crescente.

Econometria

É a utilização da matemática na economia, baseando-se na coleta e na mensuração das variações que são testadas.

Logo, utilizar esse tipo de modelo permite encontrar resultados concretos para uma série de questões.

Programação Estatística

A linguagem de programação auxilia na coleta, tratamento e transformação desses dados.

Ela também é a responsável por ajudar na implementação de algoritmos para realizar análise estatísticas, modelos de inferência, regressão e visualização de dados.

Por que análise estatística de dados?

Portanto, investir seu conhecimento em uma linguagem científica de análise estatística de dados pode beneficiar sua vida com um todo, desde suas tarefas do dia a dia até o seu trabalho profissional.

Basicamente tudo que existe hoje na sociedade passou por uma estratégia desse tipo para funcionar plenamente e, constantemente, passar por outras análises para ocorrer melhorias, sejam de produtos ou serviços.

Lembre-se que aqueles com habilidades estatísticas possuem uma visão essencial e credibilidade para determinar quais dados são necessários para um estudo, além de outras competências que reafirmam o quão confiável são as suas conclusões retiradas após as análises.

Com um conhecimento aprofundado em noções estatísticas, você consegue mais produtividade, assertividade, anteceder possíveis riscos e ainda criar estratégias que realmente funcionem.

Você quer aprofundar seu conhecimento no grande universo dos dados e utilizar a estatística como aspecto primordial nesse processo? 

No IGTI você tem acesso a um Bootcamp de Analista de Banco de Dados que pode lhe ajudar a ter um futuro mais assertivo em suas funções e uma carreira de sucesso como sempre sonhou na área de tecnologia. Clique aqui e saiba mais.

Análise de Dados: entenda na prática e conheça os seus 4 principais tipos

De forma geral, a análise de dados é um processo de inspeção, investigação e armazenamentos de informações em forma de dados, para obter novos conhecimentos. 

Pode-se dizer que a análise de dados tem um objetivo único, que é o de transformar números e referências para que profissionais tomem as melhores decisões.

Pelo motivo citado acima, a análise de dados é considerada o novo ouro para investir: empresas, cientistas, pesquisadores, enfim toda sociedade de qualquer segmento ou área pode se beneficiar dessa estratégia.

Confira nesse artigo como estruturar uma análise eficiente e organizada, impactando positivamente os seus projetos!

Por que investir na análise de dados?

O que você precisa saber é que sem uma análise de dados bem feita, as empresas terão pouca vantagem competitiva sobre a concorrência e até mesmo irão desprezar informações sobre o futuro do mercado.

Outra grande perda das organizações que não investem em análise de dados é a falta de inteligência organizacional. 

As vantagens são: 

  • Capacidade de sintetizar informações: o processo de pegar fatos e dados brutos sobre pessoas, lugares, coisas, eventos e outras entidades e organizá-los para gerar percepções inteligentes.
  • Capacidade de aprender: combina monitoramento, captura, curadoria e disseminação de conhecimento explícito sobre pessoas e máquinas. O grande êxito da capacidade de aprender é coletar dados tanto individualmente (personal data) quanto em redes conectadas (social data).
  • Capacidade de fornecer insights em escala: fornecimento de suporte de decisão contextual e automação para todos na organização, sejam executivos, gerentes ou até trabalhadores de linha de frente nas máquinas. 
  • Cultura data driven: é a implementação de uma cultura organizacional voltada para dados, incluindo a análise dos mesmos como um dos valores imprescindíveis.

Uma organização que investe na análise de dados será capaz de cumprir sua missão organizacional. Assim, ela estará mais próxima de atingir seu objetivo principal e assim compartilhar informações internamente, gerando eficiência para todas as áreas. 

Analisando os dados com Python

Ao estudar Data Science e compreender toda a ciência que estuda e engloba a análise de dados, os profissionais ganham status de apoiadores da missão organizacional e se tornam guardiões do propósito. 

Existem softwares que apoiam a análise de dados com uma simplicidade ímpar. Mas, agora, vamos falar sobre Python. A boa notícia é que você não precisa ser um desenvolvedor para usá-lo, pois se trata de uma linguagem acessível e didática para todos.

Caso você deseje se tornar um Cientista de Dados e iniciar seus trabalhos nessa área, existem softwares com uma linguagem muito simples e de baixa complexidade. Um dos grandes diferenciais do Python é deixar de lado a sintaxe complexa para deixar tudo mais simples. 

Mas, por que usar Python na sua análise de dados? 

  • Trata-se de uma linguagem simples e fácil de aprender;
  • Sua estrutura é portátil, extensiva e multiplataforma;
  • Ela possui licença de uso público.

Uma boa análise de dados, portanto, começa com a pergunta certa. Lembre-se que as perguntas precisam ser claras, diretas e concisas. Vamos montar um exemplo aleatório e muito simples:

“Qual a filial da rede de saladas e alimentos saudáveis que menos está dando resultados?”

Python na prática

A grande vantagem do Python é que você não precisa lidar com a sintaxe complexa. Em Java, por exemplo, um código simples como “vendas totais” é escrito em 3 linhas, enquanto em Python temos menos de uma linha. Confira a seguir:

faturamento_total = tabela [“valor final”].sum()
print (faturamento_total)

Tabela de análise de dados e Python

Python é uma linguagem de análise feita top-down. Ou seja, você sai de algo macro e vai afunilando e assim ele já norteia sua análise de dados.

Vamos para um pensamento analítico e prático e continuar dentro do exemplo acima. Depois de encontrar o faturamento total, precisamos encontrar o valor por filial.

#faturamento por filial
faturamento_por_filial = tabela[[ “ID Flial”, “Valor Final”]] groupby.( ID.Filial).sum()

display(faturamento_por_filial)

Análise de dados utilizando Python

Depois do enter, a imagem da tabela agrupando o faturamento por filial irá aparecer. Ou seja, aqueles códigos complexos lotados somem e o Python nos dá essa leveza para a análise de dados presentes.

Como preparar seu sistema para rodar o Python e mais vantagens dessa plataforma


Para programar em Python você precisa instalar o Júpiter e o Panda, softwares livres que rodam em todas as plataformas sem problemas.

Python ainda apresenta frameworks para desenvolvedores web. A linguagem é tão simples que você não precisa necessariamente ser programador, como dito acima. Cursos livres no Youtube podem ajudar muito.

De qualquer modo, é importante participar de webinars, grupos de estudos e conversas com profissionais do mundo dos dados.

Data analytics ou análise de dados: conheça as categorias
A análise de dados, como conceituamos acima, é o processo de explorar, identificar para analisar os dados e assim ajudar qualquer organização a solucionar problemas, gerar insights e tomar decisões mais eficientes. 

Uma grande vantagem das empresas que optam por uma cultura data driven  é minimizar riscos, pois os dados são usados para orientar uma deliberação e, assim, fornecem caminhos mais assertivos. 

A função dos dados nessas organizações é transformar informações em ações e ações em dados. Esse ciclo constante torna a cultura data driven uma realidade daquele ambiente e se transforma em parte da essência da cultura empresarial.

Essas são categorias dos dados:

  • Personal data: também conhecidos como informações pessoais ou identificação pessoal ( PII ),são quaisquer informações relacionadas a uma pessoa identificável.
  • Enterprise data: são dados de grandes empresas que fazem um alto volume de transações financeiras. Os dados dessas grandes corporações são complexos e precisam de cuidados especiais relacionados à segurança e à possibilidade de acesso em todas as filiais.
  • Social data: são os dados que as pessoas compartilham nas redes sociais. Esse tipo de dado pode ser usado livremente pelas empresas. Um exemplo de uso é refinar melhor um anúncio no Google ADS, deixando esse com a segmentação ideal para a sua persona e assim atingir seu público.

O que são dados imperfeitos?

Uma questão importante do social data é que são considerados dados imperfeitos. Esses tipos de dados coletados nas redes sociais estão sujeitos a sentimentos do momento, caracterizados como dados temporais. Portanto, precisam ser filtrados.

Os mesmos podem ser usados para publicidade e para decisões que precisam da instantaneidade: testes de produtos, melhorias emergenciais em atendimento, falhas nos serviços, reclamações de todos os tipos, aprimoramentos nos serviços, ou até outras adequações mais significativas.

Grandes organizações possuem equipes inteiras coletando informações nas redes sociais, fazendo um trabalho primoroso de Social Listening e transformando dados sociais em Social Intelligence

Essas análises alimentam setores como: qualidade, atendimento, comercial e outras áreas que precisam ter uma percepção imediata do usuário e do cliente. 

O que são dados estruturados e dados não estruturados?

Os dados podem se dividir em estruturados e não estruturados. Essas 2 formas vão desenhar toda estratégia de trabalho do profissional cientista de dados. Sabendo de que tipo são os dados, você poderá elaborar a estratégia de leitura e análise.

Dados estruturados

Os dados estruturados estão em um formato rígido padronizado. Exemplos de dados estruturados são os que conseguimos por meio de um formulário com perguntas específicas e com respostas limitadas. 

Bancos de dados são o principal meio de exibição de dados estruturados, pois eles podem separar e organizar as informações em tabelas e, assim, estabelecer uma estrutura de leitura.

Dados não estruturados

Então se dados estruturados se encaixam em um formato rígido, o contrário disso são dados com maior flexibilidade, com algum grau de subjetividade. Dados não estruturados em sua grande maioria necessitam de uma interpretação para serem utilizados. 

O que acontece com os dados não estruturados é que eles necessariamente irão passar por uma padronização, para que possam se encaixar no entendimento de uma máquina.

A alta complexidade dos dados não estruturados fará com que as empresas gerem processos para que os dados sejam computados.

Empresas e organizações que cuidam dos dados com essa atenção possuem a consciência de que as informações geradas pelos dados são ativos, de alto valor e merecem esse investimento de tempo.

O que é a Análise Exploratória de Dados e para que serve?

A Análise Exploratória de Dados de John Tukey (1915-2000) deu início e encorajou a linguagem da estática computacional. Esta família de ambientes de estatística computacional inclui  a capacidade de visualização dinâmica altamente melhorada.

A colaboração de Tukey foi tão valiosa que permitiu aos estatísticos identificar valores atípicos, tendências e padrões em dados

Esses estudos iniciais evoluíram e se tornaram a teoria estatística robusta e a estatística não paramétrica. Qual a função das duas novas estatísticas para análise de dados? Reduzir erros na formulação de modelos estatísticos.

Os objetivos da Análise Exploratória de Dados são:

  • Sugerir hipóteses sobre as causas dos fenômenos observados;
  • Avaliar pressupostos sobre os quais a inferência estatística se baseará;
  • Apoiar a seleção de ferramentas e técnicas estatísticas apropriadas;
  • Oferecer uma base para coleta posterior de dados por meio de surveys e experimentos.

Como usar a Análise Exploratória de Dados na prática

Uma ideia simples e que pode gerar excelentes soluções é fazer um brainstorming de perguntas, sobre determinado problema que sua organização está enfrentando. 

Vamos deixar aqui registrado um método para reunir e mapear a Análise Exploratória de Dados:

  1. Envie os dados brutos para toda equipe
  2. Peça que cada um escreva 3 sugestões de hipóteses e depois analise junto os dados brutos coletados. 
  3. Levantem pressupostos juntos e critiquem os dados
  4. Criem novas perguntas, caso seja necessário.
  5. Caso as respostas não sejam respondidas pelos Dados Quantitativos disponíveis, pode ser o momento de inserir uma coleta de Dados Qualitativos para apoiar a Análise Exploratória de Dados.

Mais a frente falaremos sobre os dados quantitativos.

mulher analista de dados em python
A análise de dados em python é feita de maneira top-down. Ou seja, a partir de um cenário macro que vai gradativamente afunilando.

Os 4 tipos de análise de dados e as perguntas que as movem

Análise diagnóstica (O porquê que esse evento aconteceu?)

Esse tipo de análise de dados é usada para descobrir o porquê da ocorrência de algo, ou de alguma situação ou comportamento. 

Para citar um exemplo, pense em uma rede de filiais de shopping. A análise diagnóstica poderia entrar com uma investigação do porquê algumas lojas estarem vendendo menos. 

Nessa situação, poderíamos usar a análise diagnóstica  para  identificar os perfis dos clientes que não compraram uma determinada salada do cardápio. Nossa intenção poderia ser buscar entender o que motivou este comportamento do consumidor.

Análise descritiva (O que aconteceu?)

A análise descritiva busca entender algo que aconteceu. Portanto, ela:

  1. Identifica o problema que possa ser alvo de investigação
  2. Recolhe todos os dados
  3. Critica os dados 
  4. Apresenta as informações
  5. Analisa e interpreta

A análise descritiva precisa descrever e tornar visível, legível o que aconteceu com aquela empresa, organização ou o que ocorreu naquela situação.

Análise preditiva ( O que acontecerá?)

A Análise preditiva utiliza:

  • Comportamento humano;
  • Dados;
  • Insumos sociais;
  • Estatísticas que foram repetidas e que passaram a ter um padrão. 

Esse padrão se torna um algoritmo e assim ensina a máquina (machine learning) aquela repetição. O resultado dessa constância se torna uma previsão para comportamentos futuros.

Análise prescritiva (O que devo fazer?)

A análise prescritiva utiliza ferramentas estatísticas alinhadas à Gestão de Negócios e com foco no objetivo estratégico para alcançar os melhores resultados no menor tempo possível.

Essa análise, portanto, oferece dados, insumos para tomar as decisões e, assim, alcançar o futuro que a organização deseja. 

É hora de ampliar e ouvir outros profissionais

Agora é o seu momento de ouvir vários profissionais e speakers, em um evento onde a Análise de Dados é protagonista. 

Ampliar sua visão profissional, para vários negócios e mercados, e entender todos esses contextos é um momento muito rico para sua carreira e para a ampliação do olhar de pesquisador, especialista esse em análise de dados que leva os melhores insights para as empresas.

Venha conhecer, ouvir e aprender na 4ª Edição da Data Universe IGTI. É hora de ouvir e desenvolver com os melhores profissionais da área. Serão mais de 20 horas ao vivo, com exemplos práticos e vivências ricas sobre experiências diárias que a Análise de Dados, o mundo do dados fornece.

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Investir em LCI vale a pena? Confira as vantagens e desvantagens

Você já se perguntou se investir em LCI vale a pena? Essa costuma ser uma dúvida bem comum, especialmente porque essa aplicação apresenta vantagens bem interessantes, mas também desvantagens.

Quais seriam esses prós e contras? O que levar em consideração para saber se LCI ainda é um bom investimento? Tudo isso será abordado no decorrer deste texto. Boa leitura!

Antes de tudo, o que é LCI?

Antes de analisar se investir em LCI vale a pena, é importante saber o que é isso. Bem, essa é uma sigla para Letra de Crédito Imobiliário. “Mas o que é isso, exatamente?”, você pode se perguntar.

Esse tipo de investimento funciona da seguinte maneira: o investidor faz uma espécie de empréstimo para uma instituição financeira que dá suporte para que empresas do setor imobiliário possam funcionar. Em troca, ele recebe o dinheiro acrescido de juros.

Ou seja, ele é uma maneira encontrada pelos bancos e companhias para manter o mercado imobiliário crescendo de maneira constante. Interessante, não?

Neste vídeo, da Faculdade XP School, você pode conhecer mais sobre a LCI e ainda aprender sobre LCA. Aperta o play!

Vantagens e desvantagens de investir em LCI

Vantagens 

Confira a seguir algumas das vantagens em investir em LCIs:

  • são aplicações seguras, pois são cobertas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isso significa que em caso de calote por instituição financeira, o investidor poderá reaver o investimento, desde que valor são seja superior a R$ 250 mil;
  • têm boas possibilidades de rendimento, a taxa de juros em títulos prefixados podem ser de 5% a 7% ao ano, enquanto que no modelo pós-fixado o cálculo costuma ser feito pela taxa do CDI e no híbrido parte do valor é fixo e parte é atrelado à inflação;
  • são isentas do Imposto de Renda (IR);
  • podem ser previsíveis. Ao escolher a remuneração como prefixada, já é possível saber o exato valor a ser recebido no final do prazo;
  • não possuem taxas de administração;
  • é bem fácil de investir e não é necessário fazer um acompanhamento diário dos rendimentos.

Desvantagens

Claro que nem tudo são flores e também existem algumas desvantagens em investir nas LCIs. É bastante importante estar cientes delas para avaliar se essa é realmente a melhor opção para você.

Dito isso, as principais desvantagens desse tipo de investimento são:

  • o aporte mínimo costuma ser um pouco mais alto que as outras opções de renda fixa, o valor inicial de aplicação costuma ser a partir de R$ 1.000,00;
  • o prazo para receber o rendimento costuma ser de médio a alto, ele não pode ser menor que dois meses, mas não há limite máximo, inclusive, a maioria costuma ficar entre três meses e cinco anos;
  • tem liquidez inferior a outras aplicações em rendas fixa. Ou seja, não é tão fácil resgatar o dinheiro antes do prazo final previsto em contrato e pode até ocorrer a cobrança de multa ao tentar fazer isso;
  • depende da situação do mercado imobiliário, se ele está aquecido, as oportunidades de retorno podem ser melhores;
  • risco de crédito, mas esse só é válido para investimentos superiores a R$ 250 mil, que é o limite da cobertura do FGC.

Como saber se a LCI é um bom investimento para você?

Você viu as vantagens e desvantagens da LCI, mas como saber se isso é uma opção de investimento?

A verdade é que não existe uma resposta direta para esse questionamento. Isso porque existe uma série de fatores que irão ditar se investir em LCI vale a pena ou não. Nós trouxemos alguns dos mais importantes para você considerar antes de investir em LCIs. São eles:

  • LCI são indicadas à investidores com perfis conservador e moderado;
  • é um rendimento para quem pensa em lucros a médio ou longo prazo;
  • é para quem procura uma opção de renda fixa;
  • proporciona segurança nas aplicações;
  • é boa oportunidade para diversificar a carteira de investimentos.

Ao analisar todas essas questões, é possível descobrir se é vantajoso investir nesse mercado.

Afinal, investir em LCI vale a pena?

De maneira geral, as LCIs são um bom tipo de investimento por serem seguros e rentáveis.

No entanto, a resposta depende muito da realidade e dos objetivos do investidor. Afinal, cada caso é diferente.

O primeiro ponto, como citamos anteriormente, é o perfil, que tende a ser mais conservador. Outra questão é que esse é um tipo de investimento para quem pensa em fazer o dinheiro render a médio ou longo prazo.

Por fim, as isenções de taxas também devem ser colocadas na balança.

Portanto, se você se encaixa nas características que citamos e procura um investimento de médio ou longo prazo e se preocupa sobre as isenções, então sim, as LCIs valem a pena para a sua realidade.

Contudo, se você procura fazer o seu dinheiro render mais rápido, talvez seja melhor procurar outras opções.

Nesses casos, uma alternativa é investir em renda variável, como ações, que são uma pequena parcela do capital de uma empresa e Fundos imobiliários (FIIS), grupos formados por vários investidores que aplicam dinheiro em investimentos no mercado imobiliário.

Os dois oferecem possibilidades de uma rentabilidade maior e em menos tempo. Isso acontece porque são influenciados pela volatilidade do mercado, que é uma estatística utilizada para analisar a frequência e a intensidade das oscilações dos preços dos ativos durante um período.

Essa variação pode fazer com que os valores subam acima da média ou caiam, aumentando os riscos das operações. Por esse motivo, a renda variável se encaixa melhor nos perfis agressivo e moderado, que estão naturalmente mais abertos a lidar com a oscilação.

Por exemplo, os preços das ações da Embraer SA aumentaram cerca de 13%, apenas entre os meses de setembro e outubro de 2021. Porém, essa característica acaba refletindo na segurança, uma vez que, ao contrário das LCIs, não há garantias de que esse investimento oferecerá retorno.

Como começar a investir em LCI?

Após analisar tudo o que trouxemos neste artigo, você decidiu que LCI é um bom investimento para você, mas ainda não sabe como começar?

Pode ficar calmo. O processo é bem simples e nós separamos todos os passos para você a seguir!

  1. Abrir uma conta em uma corretora de valores;
  2. Transferir o dinheiro a ser investido via TED;
  3. Acessar a plataforma e buscar pela opção no campo de renda fixa;
  4. Fazer uma simulação do rendimento, quando disponível;
  5. Verificar todas as informações disponíveis, como prazo e aporte mínimo;
  6. Comprar a LCI.

Bem fácil, não é mesmo?

E aí, após descobrir se investir em LCI vale a pena para você, que tal dar uma olhada no curso Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco, da nossa Escola de Investimento? Nele você aprenderá sobre as Letras de Crédito Imobiliário e várias outras aplicações de renda fixa. Ou seja, receberá dicas valiosas para começar a fazer o seu dinheiro render!Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

ETL: descubra o seu significado e como é aplicado

Hoje, a sociedade passa por uma grande transformação digital que possibilita melhores processos com a tecnologia. Essa evolução ocasiona melhor gerenciamento de dados e a oportunidade de utilização dessas informações pela empresa. 

Com essa inteligência artificial e suas ferramentas, os fluxos de dados de hoje podem ser coletados e analisados em tempo real por meio de análises de transmissões, como o ETL.

Através do ETL, as organizações que desejam prosperar no mercado têm uma estratégia clara e precisa em funcionamento, que reconheça a data integration como pilar fundamental de sua vantagem competitiva.

Se você chegou até aqui, provavelmente está buscando saber o que é o ETL, como ele funciona e pode ajudar na estratégia de dados, certo?

Continue o artigo e entenda melhor sobre esse processo e como é um método que as empresas estão cada vez mais investindo em seus setores de tecnologia e, por isso, necessitando de profissionais especializados na estratégia.

Qual o significado de ETL?

Se você trabalha ou está inserido no mundo da tecnologia, provavelmente já ouviu falar desse termo.

No sentido da palavra, ETL significa ExtractTransform Load, ou seja, extração, transformação e carga de dados em português. Literalmente, sua definição já diz qual o seu objetivo: um método de integração de dados que utiliza de três etapas para a sua realização.

Esta já é uma técnica conhecida há alguns anos, mas que vem ganhando cada vez mais popularidade com a alta demanda de informações e a necessidade da tecnologia para sua operacionalização.

Sua maior característica é a capacidade de extrair e transformar dados de forma mais otimizada e segura, garantindo maior qualidade dos mesmos.

Origem do ETL

O ETL surgiu nos anos 1970 com a necessidade de centralização de informações de fontes distintas em um único local.

Nesta época, as organizações trabalhavam com diferentes bancos de dados para armazenar diferentes tipos de informações de negócios e sem um processo organizado, qualitativo e viável, os reais objetivos dessas informações poderiam não funcionar.

Com sua popularidade de resultado, o ETL tornou-se o método padrão para coletar dados de fontes diferentes e transformá-los antes de carregá-los no sistema de destino.

Com o passar dos anos, o número de formatos, fontes e sistemas de dados cresceu. Agora, extrair, transformar e carregar é apenas um dos vários métodos que as organizações utilizam para coletar, importar e processar dados.

Por que o ETL é tão importante?

Imagina que uma empresa precisa identificar alguns dados de pessoas cadastradas e ao mesmo tempo combinar essas informações para fazer algumas ações.

Com a ferramenta de ETL, é possível fazer todo o esse processo, corrigindo erros, removendo duplicidades e verificando cálculos e regras que possam ser necessárias em um só lugar e de forma eficaz.

Com o ETL, empresas conseguem importar, transformar e exportar dados de um ambiente para o outro. Quer um exemplo?

Sua empresa está precisando mudar de sistema, mas não pode perder as informações que existem no antigo e nem interferir nas tomadas de decisões realizadas com cada um deles. Com o ETL, você faz esse processo de forma rápida e segura, migrando todos os dados.

Além disso, esse método pode melhorar a produtividade de profissionais que trabalham com análises, pois é ele quem codifica e reutiliza os processos que movem os dados, mesmo que essas pessoas não possuam a capacidade técnica de escrever códigos ou scripts.

Como o ETL é um sistema que ajuda a consolidar dados que servem de parâmetro para tomadas de decisões, ele é utilizado com um data warehouse.

O DW é um tipo de sistema que gerencia dados projetados para ativar e fornecer suporte às atividades de business intelligence (BI) no processo de coleta, armazenamento e análise de dados.

Outra função muito útil desse método é o seu auxílio na criação e elaboração de relatórios relevantes para o planejamento estratégico de um negócio, uma vez que proporciona uma visão ampla e consolidada de tudo o que foi gerado.

As 3 etapas do processo de ETL

Como visto anteriormente, os processos de ETL são divididos em três etapas. Confira abaixo detalhes de cada uma:

Extração

A primeira etapa do processo não poderia ser outra do que a extração de todo e qualquer dado existente no sistema.

Essa coleta pode ocorrer de diversas fontes, como: bancos de dados local, plataformas de automação de marketing, CRMs, data warehouse e outros aplicativos em nuvem, arquivos não estruturados e estruturados, e quaisquer outras fontes necessárias para obter insights através de um processamento analítico.

Lembre-se que é importante compilar dados de fontes relevantes para não impactar o processo.

Quando iniciar o processo de transição dos dados, chegou a hora da etapa de transformação.

Transformação

Essa segunda etapa é a que permite que o ETL ocorra da melhor forma, pois é a responsável por ajustar e consolidar os dados em um único formato, ou seja, centralizar as informações e atribuir regras de acordo com o objetivo da estratégia.

Tudo isso com o intuito de aumentar a qualidade dos elementos processuais e ainda criar um banco de dados confiável.

Algumas dicas de como fazer:

  • Converter os dados de acordo com os seus requisitos;
  • Reformatar os dados convertidos para um formato padrão que permita a compatibilidade;
  •  Limpar dados irrelevantes de todo o conjunto existente;
  • Classificar filtrar os dados;
  • Remover os dados duplicados;
  • Traduzir o que for necessário.

Carga

O momento final do processo, é quando ocorre o armazenamento dos dados em um novo Data Warehouse.

Nesta etapa serão carregados os dados consolidados para que estejam prontos para distribuição em todo o sistema. E para fazer isso, você consegue de duas formas:

  1. Através do SQL, que envolve a inserção manual de cada registro em cada linha de sua tabela de banco de dados; ou
  2. Usa um carregamento em massa de dados, reservado para o carregamento abundante de dados.
dados do mercado de ações sendo analisados

Onde podemos encontrar o ETL?

Há diversas maneiras de utilizar o ETL para potencializar sua estratégia de dados, além de trazer melhor análise e resultado.

O essencial de guiar é entender a sua necessidade. As empresas já lidam com Big Data, mas nem todas utilizam as ferramentas e metodologias ideais como essa estratégia.

Por isso existem alguns locais para encontrá-lo e ter o melhor resultado, como:

  • ETL para Big Data
  • ETL para Data Governance
  • ETL para Data Quality
  • Usos tradicionais
  • ETL para Hadoop
  • ETL para metadados

Ferramentas de ETL

Você pode ter a melhor estratégia possível, mas se não contar com uma ferramenta de ETL ideal durante o processo, o resultado não sairá como o esperado.

Confira algumas que podem lhe ajudar:

Oracle Data Integrator (ODI)

Uma ferramenta de ETL modular formada por um repositório mestre por meio de um interface web, ou seja, armazena metadados.

Talend

Uma das mais bem conceituadas ferramentas, ela automatiza grande parte do processo de integração de dados do ETL, tornando a operação até 30x mais rápida.

Microsoft Integration Services

Pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas de migração de dados.

Ele é uma plataforma que cria soluções de integração de dados de alto desempenho, incluindo os processos de ETL para data warehouse.

Qual a diferença entre ETL e SQL?

Enquanto o ETL é uma metodologia que integra os dados, o SQL é uma das linguagens de programação utilizadas para lidar com esse banco de dados.

Logo, um complementa o outro. A programação SQL pode ser usada para analisar ou executar tarefas em tabela que o ETL integrou na migração de sistemas, por exemplo.

Invista no seu conhecimento em ETL

Agora que você já sabe o real significado dos processos de ETL e como ele pode ser utilizado, só depende de você para aprimorar essa habilidade e conseguir fazer uma melhor gestão dos seus dados ou dentro da sua empresa.

Lembre-se que usar esse método pode trazer muitos benefícios, como:

  •  Melhor inteligência de negócios
  •  Maior ROI para empresa que vai prestar o serviço
  • Ter um desempenho mais escalável
  • Maior produtividade
  • Assertividade na realização de seus objetivos.

Portanto, o processo de ETL viabiliza a homogeneização de dados existentes e novos que possibilita futuramente a implementação de uma estratégia eficaz no seu trabalho, seja ele de qual objetivo for.

Assim, para ele acontecer plenamente e trazer o resultado que busca, é fundamental a oportunidade de conhecer as ferramentas mais adequadas e como utilizar o ETL no seu processo de integração e gestão de dados.

Caso você tenha dúvidas sobre qual ferramenta usar ou como implementar um processo de ETL, aprofundar-se no mundo dos dados é o primeiro passo para essa estratégia funcionar.

Confira a trilha de Ciências de Dados que a IGTI  preparou, para que você comece a implementar esse processo da melhor forma no seu trabalho.

6 ferramentas de BI mais utilizadas no mercado: como escolher a melhor?

Ferramentas de Business Intelligence — ou simplesmente ferramentas de BI — são aliadas poderosas para a captação e gestão de dados, atividade estratégica para o crescimento das companhias, por gerar insights valiosos acerca de suas operações.

O mercado vive hoje um cenário de competição acirrada. Por conta disso, as empresas que desejam se destacar, precisam utilizar tudo o que estiver a seu alcance, visando se tornar mais eficientes e atrativas aos olhos dos consumidores.

Um dos passos primordiais neste sentido é ter uma boa gestão dos processos organizacionais, principalmente em relação aos dados, pois isso contribui tanto para as tomadas de decisão, quanto para a definição de estratégias.

É aí que entram as ferramentas de BI, que, devido à sua eficácia na gestão das atividades desenvolvidas por uma organização, estão se tornando pré-requisito e um grande diferencial no repertório de profissionais que atuam na área.

Quer entender como isso está revolucionando o mercado que conhecemos? Neste post, explicamos o que é uma ferramenta de BI e quais são as melhores e mais utilizadas, bem como suas principais características. Além disso, ainda mostramos como você pode aprender mais sobre o assunto e se especializar na área.

O que é Business Intelligence?

Business Intelligence é um conjunto de processos relacionados à coleta de dados, armazenamento, tratamento e análise, com objetivo de organizar e transformar essas informações em algo relevante para a gestão de um negócio

Sua principal característica é facilitar as tomadas de decisões que, em conjunto com outras técnicas, como Data Cleansing, Data Mining e Web Crawler, tornam todo o seu processo estratégico mais assertivo e com maior garantia de resultado. 

Hoje, o BI é extremamente importante na definição de qualquer estratégia focada em montar um plano de ação, uma vez que essa gestão dos dados permite identificar insights valiosos sobre qualquer assunto referente a um negócio.

E ainda pode ser aplicado no dia a dia, tanto em técnicas operacionais, como em pesquisa de mercado, estudo de público, etc. 

Além disso, é um método bem acessível e com uma leitura aprofundada dos dados, o que confere mais autonomia e segurança aos usuários. 

Vale ressaltar que o BI é um conceito e não uma tecnologia, mesmo que ele precise funcionar baseado em ferramentas, softwares e soluções inovadoras. 

Segundo pesquisa da ferramenta Tableau, uma empresa que investe em uma solução BI pode obter até 127% de ROI em apenas 3 anos. 

O que é uma ferramenta de BI?

Uma ferramenta de BI é um dos principais recursos tecnológicos para quem deseja elevar a performance de uma organização. Isso porque ela capta e reúne, em um só lugar, informações a respeito das atividades que a empresa desenvolve.

Com isso, é possível obter insights importantes sobre suas operações e a respeito do mercado, o que contribui para a tomada de decisão e desenvolvimento de estratégias mais eficientes, baseadas em dados reais, ao invés de intuições.

Quais as vantagens de investir em uma ferramenta de BI?

Utilizar infinitas pastas de papel ou mesmo planilhas de Excel já se tornaram processos antiquados na hora de gerenciar suas informações.

Imagina o quão trabalhoso seria gerar um relatório com gráficos de dados vindos de fontes diferentes em uma planilha? E para encontrar cada um deles depois?

Contar com uma ferramenta de BI possibilita toda essa análise, organização e criação de relatório de dados de forma muito mais prática e efetiva.

Conheça as quatro principais vantagens de se investir em uma dessas plataformas:

  1. fornecer respostas rápidas a problemas: estamos falando de um sistema de automatização (que entrega dados aprofundados) simples e rápido, o que economiza tempo e ainda torna as respostas mais assertivas e com mais chances de alcançar o resultado esperado;
  2. remover a gestão intuitiva: tudo passa a ser baseado em dados e informações comprovadas, e não mais no aspecto de dedução e intuição para criar uma estratégia;
  3. facilitar a busca por oportunidades: como ela contribui para tomadas de decisões mais assertivas, fica mais fácil encontrar oportunidades de negócio, principalmente por facilitar e agilizar a busca por informações para seu plano de ação;
  4. criar mais variedades de relatórios: como facilita todo o gerenciamento das informações e as organiza, fica mais prático gerar relatórios dos mais diversos tipos. 

O Business Intelligence permite aplicar métricas e indicadores de performance dentro da empresa, a fim de medir o desempenho de setores e colaboradores. Isso possibilita avaliar a qualidade e produtividade nos processos e atividades da organização, expondo pontos de melhoria e correção.

< Quer saber mais sobre essa importante atividade nas organizações? Leia este post: Análise de Dados: entenda na prática e conheça os seus 4 principais tipos />

Por que o BI é importante para as empresas?

Conforme dito anteriormente, utilizar uma plataforma de BI é se beneficiar do melhor que a automação de processos pode proporcionar, além da acessibilidade dessas informações.

A partir do momento que há uma compreensão profunda e ampla dos dados, percebe-se que qualquer ação tomada terá um embasamento prático em experiências, logo, mais chances de dar resultado. Faz sentido?

Empresas que buscam crescimento e inovação, veem nesse método uma chance de impulsionar seu desenvolvimento, agregando ainda um diferencial frente à concorrência. 

É fato que toda organização possui dúvidas e objetivos. Para responder a essas perguntas e acompanhar o desempenho em relação às metas, as empresas coletam os dados necessários e, após uma análise, determinam o que é preciso fazer para atingir os objetivos estabelecidos. 

Se uma simples ferramenta já realiza todo esse processo, cabe ao profissional apenas interpretar os resultados e otimizar a estratégia. Muito prático, concorda?

Portanto, podemos dizer que um BI contribui para que a empresa entenda os dados atuais do negócio, bem como seu histórico, permitindo ainda que o analista faça um benchmark de desempenho e concorrência do mercado. 

Ou seja, utilizar ferramentas de Business Intelligence auxilia toda a operação corporativa, proporcionando um funcionamento muito mais suave e eficiente.

Em resumo, o BI confere maior potencial competitivo às empresas

< Quer saber como ingressar nessa área? Confira este post: Como iniciar uma carreira em Business Intelligence? />

6 melhores ferramentas de BI do mercado

Após entender o conceito e sua aplicação, é preciso escolher a ferramenta ideal para aplicar o Business Intelligence de maneira eficaz.

Conheça algumas das melhores e mais utilizadas ferramentas de BI do mercado:

1. Power BI

Criado pela Microsoft, o Power BI é uma ferramenta que cria painéis e relatórios dinâmicos em menos de cinco minutos, além de poder se conectar a uma ampla gama de fontes de dados e redes, como o Excel e redes sociais, como o Facebook.

2. Qlikview

Fabricado pela QlikTech, com uma metodologia inovadora, chamada Business Discovery, o Qlikview é uma ferramenta que proporciona rapidez, flexibilidade, facilidade de uso e recursos poderosos, com uma tecnologia patenteada de associação em memória.

3. Tableau

O diferencial do Tableau é ter o VizQL, um sistema de arrastar e soltar, que permite reorganizar as informações para compreendê-las melhor e gerar novos insights. Ela é mais focada em análises visuais. 

4. Google Data Studio

A grande vantagem do Google Data Studio é ser gratuito — basta ter uma conta do Gmail para utilizá-lo. Por conta disso, é uma das ferramentas de BI mais utilizadas.

Outro de seus diferenciais, é que ele permite conectar a fontes de dados do próprio Google, como Sheets e o Adwords.

5. Project BI

Sua solução foi desenvolvida para ajudar um usuário específico: o gestor de projetos, pois permite determinar quais são os projetos que realmente trazem retorno para a empresa, facilitando a decisão de priorizar um ou outro.

Além disso, o Project BI também possibilita otimizar a gestão de recursos e identificar gargalos.

6. IBM Watson Analytics

O IBM Watson Analytics é um serviço em nuvem da IBM para computação cognitiva e análise preditiva, que permite a qualquer cidadão fazer um upload dos seus dados, descobrir alguns insights, e ainda, criar visualizações personalizadas dessas informações para seu plano de ação.

Como escolher a melhor ferramenta de BI?

Agora que você já conhece as principais características de uma ferramenta BI, é o momento de decidir qual delas é a ideal para sua estratégia.

Muitos fatores devem ser considerados nesta seleção e, por mais que existam diversas ferramentas — algumas mais conhecidas no mercado e outras menos — não quer dizer que deva escolher a que a maioria usa, concorda? 

Você deve, além de pesquisar sobre cada uma, considerar um conjunto de fatores, além dos seus próprios objetivos e planos de ação ao utilizá-las. 

Confira a seguir alguns elementos essenciais para a escolha da melhor ferramenta BI para o seu negócio:

A plataforma tem velocidade?

Se o propósito do BI é tornar a estratégia mais prática e ágil, de nada adianta contar com uma ferramenta lenta, certo?

Utilizar uma plataforma veloz, garante a assertividade em menos tempo, além de permitir responder às demandas mais rapidamente e facilitar a execução do fluxo de trabalho.

Ela tem estabilidade na sua performance?

Não corra o risco de implementar uma ferramenta que apresenta problemas técnicos, deixando você na mão na hora de buscar alguma informação sobre uma estratégia importante. 

Dentre as ferramentas de BI disponíveis, compare quais têm as melhores chances de ter um boa performance.

Não adianta ela ser muito simples, ao ponto de não se aprofundar nos critérios, e nem muito complexa, de modo que não dê para usar. 

Seu custo-benefício vale a pena?

Esse é um dos pontos mais importantes ao se comparar, uma vez que muitos escolhem o mais caro, por parecer melhor, enquanto outros optam pelo mais barato, por não ter investimento o suficiente. 

É importante que os empresários busquem ferramentas de BI que sejam compatíveis com o orçamento do seu negócio, mas que também ofereçam os recursos e funcionalidades que sua empresa necessita.

Portanto, antes de optar pelo mais simples e barato, identifique se ele vai ajudar mesmo ou atrapalhar ainda mais o processo

Ela tem garantia de segurança aos dados?

Em uma era com a LGPD em alto vigor, não se pode escolher uma ferramenta que não esteja adaptada à segurança dos dados. 

Pesquise bem sobre a ferramenta, leia seus termos e condições, e verifique se está de acordo com a legislação, para não correr nenhum risco lá na frente por ter utilizado dados indevidamente. Lembre-se: privacidade é algo primordial!

< Aproveite para aprender mais sobre o assunto: Como realizar uma boa gestão da segurança da informação na nuvem? />

Como aprender mais sobre BI e suas ferramentas?

O Business Intelligence é um método que vem facilitando muito o dia a dia dos profissionais de Data Science, devido a sua praticidade, organização e melhor gerenciamento das informações. 

Logo, conhecer e utilizar uma das principais ferramentas de BI disponíveis no mercado, permite às empresas se destacarem de seus concorrentes, gerarem mais oportunidades e elevarem seus resultados. Contar com o auxílio dessa tecnologia ainda reduz custos e melhora seu posicionamento no mercado.

Já em relação aos projetos, ocorre um aprimoramento da capacidade de planejar e otimizar rotinas rapidamente, o que faz total diferença no desempenho de sua estratégia de negócios.

Diante de todo esse destaque que a área vem ganhando no cenário empresarial, entendemos que ser um profissional especialista em Business Intelligence, pode ser um grande diferencial para construir uma carreira sólida no mercado. 

Conheça nossas áreas de formação para se tornar um especialista em BI:

E, aqui vai um bônus: assinando o XPE Multi+, você terá acesso a dezenas de cursos nas áreas de tecnologia, inovação, negócios e finanças. Aprimore seus conhecimentos e se torne um profissional desejado no mercado!

Gostou deste post? Então, compartilhe com amigos e colegas de profissão, para que todos entendam o que são ferramentas de BI, suas principais características e de que forma elas podem revolucionar a performance de uma companhia.

O que é Data Analytics, como funciona e por que é diferente do Big Data

Data Analytics ou Análise de dados é uma das profissões que mais crescem atualmente no mercado e uma principais apostas para quem deseja ingressar na área de tecnologia.

Neste artigo, vamos explicar tudo sobre o termo, quais os tipos de análises existentes atualmente, como funciona e muito mais. Vamos lá!?

O que é Data Analytics? 

O Data Analytics nada mais é do que o processo de análise de dados brutos para obter informações específicas, de modo a tirar conclusões e identificar tendências que serão utilizadas na tomada de decisões em um determinado segmento ou negócio. 

Apesar de ser um termo bem amplo devido à quantidade de dados gerados com o avanço da tecnologia, a análise é uma área fundamental, pois é a partir dela que os números brutos serão transformados em uma linguagem de fácil entendimento. 

Dessa forma, qualquer pessoa que não tenha amplo conhecimento em matemática e estatística poderá ler e entender um relatório analítico.

O Data Analytics atua em quatro tipos de análise: a preditiva, prescritiva, descritiva e diagnóstica, ou seja, consegue obter informações diversas que vão desde a identificação de problemas a projeções futuras.

Quanto a qual análise será aplicada, vai depender de quais serão as respostas que um determinado projeto está em busca.

Como o Data Analytics funciona?

Para entender como o Data Analytics funciona precisamos esclarecer primeiramente o conceito do Big Data, no qual se refere a coletar, processar e armazenar um alto volume de dados, sejam eles estruturados ou não, e de diversas fontes. 

São cinco fenômenos acontecendo simultaneamente – os 5V’s: (1) volume, (2) velocidade , (3) variedade, (4) veracidade e (5) valor. 

De modo a analisar um conjunto de dados oriundos do Big Data, o Data Analytics funciona por meio de ferramentas específicas/softwares – econométricos, estatísticas ou algorítmicos – que ajudam a encontrar padrões que serão utilizados na tomada de decisões. 

Não são apenas as ferramentas que fazem parte do universo da análise de dados. Para que tudo possa funcionar corretamente, também é preciso ter profissionais capacitados, que irão conseguir olhar para esses dados de modo a extrair as informações que serão relevantes para o negócio em si. 

Tendo isso claro, podemos dizer que o Data Analytics é a última ponta de um universo de dados. Ou seja, para que ele funcione são necessárias várias etapas imprescindíveis para o processo analítico:

  1. Coleta: quais dados serão coletados, de quais fontes;
  2. Armazenamento: como e onde os dados serão armazenados e agrupados;
  3. Processamento/organização: como os dados serão processados e organizados – planilhas, ferramentas de estatísticas, etc;
  4. Limpeza e mineração: exploração de dados, isto é, exclusão do que não é relevante ao projeto, limpeza de dados duplicados ou danificados, busca por padrões, sequência temporais, etc;
  5. Análise: a análise de dados propriamente dita com base nas informações numéricas e algorítmicas extraídas da fonte;
  6. Relatório: o término da atividade do Data Analytics consiste na geração do relatório apresentando as respostas e insights relevantes para o negócio. 

Como ela é aplicada?

O Data Analytics pode ser aplicado em qualquer tipo de segmento que deseja obter algum tipo de resposta. Veja alguns deles:

  • Saúde;
  • Marketing;
  • Agronegócio;
  • Bancos e investimentos;
  • Jogos;
  • Varejo;
  • Logística.

Tipos de análise 

Como mencionado no início, existem 4 tipos de análise que podem ser realizadas a partir de dados coletados. Para decidir qual tipo deverá ser aplicado ao projeto vai depender das questões iniciais colocadas.

Em outras palavras, quais as perguntas que deverão ser respondidas baseadas na análise dos dados. 

Sendo assim, podemos dizer que quanto maior a complexidade das perguntas levantadas, maior o valor de dados que deverão ser analisados. De maneira bem didática, temos as 4 etapas respondendo a perguntas como:

  • O que aconteceu? (análise descritiva);
  • Por que aconteceu? (análise diagnóstica);
  • O que vai acontecer? (análise preditiva);
  • O que fazer quando acontecer? (análise prescritiva).

Análise Descritiva

Também chamada de análise exploratória, tem o objetivo de identificar algum evento que se passou.

Esse tipo de Data Analytics ainda pode se desmembrar em três: (1) univariada, o qual analisa uma única variável, (2) bivariada, relação entre duas variáveis e (3) multivariada, a qual analisa diferentes variáveis. 

Análise Diagnóstica 

Se a análise descritiva remete à identificação de um evento, na diagnóstica o objetivo é se aprofundar no assunto para entender a causa e efeito de um determinado evento. Dessa forma, fica mais fácil obter os insights para saber como e onde é possível melhorar. 

Análise Preditiva

Como o próprio nome já diz, consiste na análise para prever algum evento. Para isso, será necessário analisar um histórico de dados para encontrar padrões do passado e presente, e apontar possíveis tendências.

Análise Prescritiva

A análise prescritiva consiste em preconizar algo. Para isso, ela vai utilizar a base da análise preditiva para recomendar algum tipo de ação necessária que deverá ser tomada para alcançar tal evento. 

Ferramentas de Data Analytics

As ferramentas de Data Analytics são inúmeras e variam entre as mais básicas e as mais avançadas. As principais ferramentas utilizadas são:

  • Planilhas de Excel;
  • Softwares estatísticos, como o SPSS e SAS;
  • Softwares de programação, como R e Pyhton;
  • Frameworks de Machine Learning;
  • Dashboards como Tableau e Qlik;
  • Predictive Analytics como o H2O;
  • Web Analytics Tools como Google Analytic, Spring Metrics, Mint, entre outros.

Importância do Data Analytics para o mercado

Fotos e vídeos compartilhados e visualizados nas redes sociais, horas de stream na Netflix, gastos na Amazon, atividades em aplicativos Fitness, pesquisas no Google, mensagens enviadas em aplicativos de mensagens, etc. Hoje, tudo que fazemos entra em ciclo de consumo e geração de dados.

Segundo o último levantamento do Data Never Sleeps, lançado pela Domo Business Cloud, só em 2021 houve um consumo de 79 zettabytes de dados e a projeção é que esse número aumente para 180 zettabytes até 2025.

levantamento global de dados nas mídias digitais

Se esse é o valor do consumo de dados, imagina só o valor do que será gerado nos próximos anos?

É por isso que o Data Analytics é de extrema importância para o mercado, pois poderá ajudar as empresas a criar planos de negócio muito mais eficientes.

Através da análise, é possível conhecer muito bem os clientes, identificar falhas no processo interno e externo, medir desempenhos, reduzir custos, projetar metas eficientes e caminhos que deverão ser seguidos para alcançá-las, entre tantas outras.

Data Analytics, Big Data e Data Science: qual a diferença?

Essa é uma dúvida muito comum, mas apesar de não significarem a mesma coisa, existem pontos de intersecção entre os termos.

Mais acima, explicamos o conceito de Big Data, mas vale repetir: ele se refere a coletar, processar e armazenar um alto volume de dados – sejam eles estruturados ou não – e de diversas fontes.

Esclarecendo o termo, vale dizer que o Big Data é o principal ponto de intersecção dos termos Data Science e Data Analytics. Na tabela a seguir, as principais diferença entre os termos:

tabela comparativa entre big data, data science e data analytcis

Por que aprender Data Analytics?

O Data Analytics pode ser aplicado em qualquer tipo de segmento que necessita obter uma ou várias respostas. Por isso, é uma das profissões na área de tecnologia que vem apresentando um crescimento exponencial e, ao mesmo tempo, uma carência enorme de profissionais capacitados. 

Para se ter uma ideia, segundo o Data Report 2021, divulgado pela Intera, uma empresa de Recursos Humanos com foco em recrutamento de profissionais de tecnologia, mostra que a média salarial oferecida pelas empresas é extremamente alta, conforme a tabela a seguir:

tabela com a média salarial de data analytics

Devido a essa carência de profissionais no mercado, outro destaque para além do salário é que muitas empresas estão buscando por profissionais de nível técnico ou ainda em formação, de modo a preencher as vagas em aberto.

Sendo assim, não é preciso necessariamente estudar muitos anos para obter uma certificação. Um bootcamp de Data Analytics, por exemplo, pode ser realizado em apenas 10 semanas e com um investimento baixo, comparado à média salarial de um cargo Pleno. 

Independente do grau acadêmico do profissional, o mais importante é ele se manter atualizado com as ferramentas do mercado e estar em constante aprendizado, uma vez que a tecnologia avança diariamente.

Se desejar iniciar uma formação na área, é possível assinar gratuitamente a plataforma da IGTI e verificar durante 15 dias todas as possibilidades de certificação em análise de dados para dar um pontapé na carreira.

Tudo sobre Small Caps: o que é, vantagens, desvantagens e como escolher

Os investidores da Bolsa estão sempre em busca de oportunidades para aumentar o capital. Isso frequentemente significa apostar em empresas não tão conhecidas e com valor de mercado não tão significante. Embora isso acenda o alerta para risco, as Small Caps também são o caminho para uma carteira rentável.

Se você pensa em compor sua estratégia com empresas com essa característica, saiba que entender o conceito e funcionamento é fundamental para fazer escolhas mais estratégicas e menos arriscadas. Neste artigo nós reunimos tudo o que você precisa saber sobre as Small Caps e os passos de como escolher em uma para investir.

O que são Small Caps?

Mesmo quem conhece pouco do dicionário financeiro ou é novo na Bolsa provavelmente já ouviu falar sobre as Small Caps. Se não é o seu caso ou se você não sabe o suficiente, nós explicamos.

Quando se fala em Bolsa de Valores, é comum pensar em empresas como Vale e Petrobras. Afinal, elas têm grande importância para o país e suas ações refletem no índice da B3. Mas não são só essas companhias de grande porte que estão listadas no mercado. E é desse outro lado em que estão as Small Caps.

Basicamente, as Small Caps são ações negociadas na Bolsa de Valores que têm menor valor de mercado – ou baixa (small) capitalização (caps). Isso significa que a negociação desses papéis é menor. Mas não pense que isso também é sinônimo de uma empresa desconhecida ou recém-criada. Pelo contrário, muitas empresas classificadas como small cap são conhecidas por todo o país.

>>> E já que o assunto é ação, que tal conferir tudo o que você precisa saber para apostar nesse mercado? É só dar play no vídeo abaixo que a Clara Sodré revela:

Como funciona uma Small Caps?

Agora que você já sabe que as Small Caps são as ações de baixo valor de mercado negociadas na Bolsa, saiba que existem outras características que as classificam assim. São elas:

  • Menor liquidez e cobertura pelo mercado
  • Maior risco, mas maior potencial de retorno
  • Maior volatilidade

Agora falando sobre valores, não existe uma quantia fixa que define o quanto de faturamento ou de volume de negociação torna uma empresa uma small cap. Isso faz com que cada investidor ou instituição financeira crie sua própria referência. Entretanto, boa parte do mercado costuma adotar a seguinte variação:

  • Faturamento: entre R$ 500 e R$ 5 bilhões
  • Valor de mercado: entre R$ 300 milhões e R$$ 2 bilhões
  • Volume de negociação diário: abaixo de R$ 50 milhões

Embora esses valores pareçam altos, veja o comparativo com o valor de mercado da Petrobras em março de 2022: R$ 437 bilhões. Mas não se engane em pensar que essa diferença joga contra as empresas de baixa capitalização. É justamente essa característica que abre possibilidades para que elas tenham maior potencial de valorização e crescimento.

Por fim, considerando que o valor de mercado é o dado mais usado para avaliar esse tipo de empresa, qual é o cálculo usado para defini-lo? Veja:

Valor de mercado (VM) = número de ações emitidas x cotação

Lembrando que as Small Caps não são necessariamente empresas novas. Muitas delas estão no mercado há um certo tempo, mas apenas não ocupam a liderança ou destaque de seus setores – ou, ainda, estão posicionadas em setores de menor expressão.

Como investir em Small Caps?

Agora que você conhece o conceito e características das Small Caps, que tal considerar inclui-las em seu portfólio?

Se você ainda é novo no mercado, o primeiro passo é escolher uma boa corretora de valores para intermediar seu capital e os investimentos disponíveis. Entretanto, se você já avançou essa fase, vamos falar sobre como investir em Small Caps.

Como uma das primeiras definições sobre esse tipo de empresa é a baixa liquidez ou alta volatilidade, é comum pensar que elas estão restritas a papéis na Bolsa de Valores. Na verdade, esse mercado é amplo e você pode escolher qual opção de investimento melhor se adequa às suas estratégias.

>>> Entender como se formam os preços dos ativos é fundamental para quem quer fazer escolhas mais inteligentes na Bolsa. E esse conhecimento você pode ter agora mesmo, é só fazer o download do e-book abaixo:

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Como se formam os preços dos ativos" da Faculdade XP School.

Ações

Antes de falar sobre outras possibilidades, é importante destacar a principal delas: as ações. Quando você compra papéis de uma empresa através da Bolsa, se torna sócio e recebedor dos lucros gerados. É claro que assim como qualquer modalidade de investimento, essa não traz promessas de ganhos. É por isso que entender e analisar o mercado é importante. Assim, você aumenta as chances de escolher empresas com maior potencial.

Com relação as ações Small Caps, estamos falando de papéis com menor volume de negociação e alta volatilidade, ou seja, com altas e quedas nos preços. Ainda assim, o fato de serem empresas com menor volume de mercado fazem com que sejam uma boa aposta.

ETFs

Também negociados na Bolsa, os ETFs (Exchange Traded Fund) são uma espécie de fundo de investimento. É uma maneira de apostar em ações, mas de não deixar de olhar para outras possibilidades do mercado também.

Falando especificamente sobre os ETFs de Small Caps, eles são compostos por diversas empresas com essa classificação. Assim, o investidor mantém sua estratégia ao mesmo tempo em que diversifica em suas opções.

Falando sobre ganhos, eles são pautados pelo desempenho de um conjunto de empresas. Na B3, é o SMALL 11, um ETF que representa o índice de Small Caps, o SMLL, dedicado a apresentar o desempenho médio de ações com menor capitalização.

Entre as exigências que determinam que uma empresa seja listada no SMLL estão a presença em 95% dos pregões e em 99% dos mais negociados e que não tenham cotação inferior a R$ 1.

Fundos

Já se você prefere contar com a ajuda de um profissional especializado para cuidar do seu capital, pode optar pelos fundos de Small Caps. Neles, um gestor de fundos analisa e define as melhores oportunidades de investimento para as quais direcionar a sua carteira.

Lembrando que fundos de investimento cobram taxas pela administração do dinheiro e esforço aplicado. Mas se você não tem tempo para se aprofundar em análises, essa pode ser uma boa alternativa.

Principais ações Small Caps?

Considerando que as características das Small Caps são bastante abrangentes, existem muitas opções disponíveis na Bolsa de Valores. Se você já está decidido a investir em uma ou mais delas, mas quer um direcionamento, veja abaixo quais são os principais papéis negociados atualmente:

Locaweb (LWSA3)

Uma das empresas mais conhecidas de hospedagem de sites e e-mail, a Locaweb estreou na B3 em 2020. No mesmo ano, registrou uma alta de mais de 300% e atualmente é considerada por muitos analistas como uma promessa.

ClearSale (CLSA3)

Dedicada a oferecer soluções contra fraudes no comércio eletrônico, a ClearSale surfa na onda da digitalização. No primeiro trimestre de 2021, registrou um lucro líquido de R$ 13,8 milhões.

Sinqia (SQIA3)

A Sinqia é uma fintech cujo foco está na produção de softwares e soluções inovadoras para o setor financeiro. Hoje ela atua em quatro frentes de software: bancos, consórcios, fundos e previdência e duas de serviço: consulting e outsourcing, representando 10% de market share.

Gol (GOLL4)

Uma das principais empresas aéreas do país, a Gol sofreu os impactos provocados pela pandemia ao setor. Ainda assim, ela faz parte do índice SMLL e é uma promessa para o futuro financeiro.

Petz

O mercado pet também tem participação na bolsa com a Petz. A companhia registrou um aumento de quase 40% ainda durante a pandemia, além de ocupar a posição de maior IPO do ano, quando abriu seu capital em 2020.

Diferenças entre Small Caps e Blue Chips

Blue Chips também é um termo bastante comum no mercado financeiro. O que nem todo mundo sabe é que esse é um título relacionado a outro: Large Caps.

Se você sabe o mínimo da língua inglesa, já percebeu que as Blue Chips – ou Large Caps – são o oposto das Small Caps. Mas o que as diferencia?

Basicamente, a capitalização. Papéis que têm mais oferta que procura costumam ter cotações mais baixas e vice-versa. Esse comportamento é decorrente de outra característica comum desse tipo de papel: a fama. Empresas populares tendem a ter maior liquidez.

As principais características das Blue Chips – e que as colocam em oposição às Small Caps são:

  • Alta geração de caixa
  • Alto valor de mercado
  • Baixa volatilidade
  • Maior estabilidade
  • Maior visibilidade
  • Alto volume de negociação

As empresas Blue Chips são frequentemente consideradas como opções seguras e rentáveis de investimento.

Valor de mercado

Enquanto as Small Caps têm uma margem no valor de mercado que as define assim, as Blue Chips não possuem teto. Assim, se enquadram nelas as empresas mais valiosas da Bolsa, que possuem forte geração de caixa e um crescimento constante. Para se ter uma ideia, além da Petrobrás, que já citamos, o valor da Ambev, outra Blue Chip conhecida, é de R$ 232 bilhões.

Dividendos

Por terem relevância e estabilidade no mercado, as empresas de grande capitalização distribuem dividendos aos seus investidores. Essa é uma das principais características que diferenciam as Small Caps das Blue Chips.

Liquidez

Como já dissemos, a popularidade dos papéis relacionados a empresas conhecidas aumenta a liquidez. Assim, a negociação do ativo no mercado acontece sem preocupações, evitando prejuízos na carteira.

Transparência

A consolidação dessas empresas no mercado também facilita a transparência na gestão e projeção de resultados. Por essa estabilidade, os investidores contam com uma condição mais segura.

Quais os riscos de investir em Small Caps?

Pelo fato de não estarem totalmente consolidadas em seus mercados, um dos maiores riscos de apostar nas Small Caps é a vulnerabilidade. O que isso significa: que as mudanças no cenário econômico do país podem causar prejuízos ao papel, impedindo seu crescimento ou causando dívidas.

Exemplo de risco é a pandemia causada pela Covid-19, que desacelerou a economia e refletiu diretamente no mercado financeiro, assim a variação da Selic, que aumentou o custo de dívida de muitos negócios.

Uma outra desvantagem que já citamos neste arrigo é a volatilidade. A cotação desses papéis pode variar consideravelmente para mais ou para menos. Nestes casos, o investidor deve se manter calmo e consciente sobre os riscos e oportunidades de cada ativo.

E as vantagens?

Embora as Blue Chips sejam sinônimo de segurança, a rentabilidade pode não ser tão atraente para o investidor. A razão é simples: ao mesmo tempo em que empresas já consolidadas têm pequenas chances de surpreenderem negativamente, elas também não têm margem para crescerem vertiginosamente.

Por outro lado, as Small Caps ainda apresentam grandes chances em seus mercados. Isso aumenta consideravelmente suas chances de romperem cotações e gerarem bons lucros a seus investidores.

Falando em cotação, é comum que a precificação dos papéis de Small Caps esteja errada. Ou seja, eles estão sendo negociados por menos do que, de fato, valem – o que é uma oportunidade para qualquer investidor que deseja aumentar seu patrimônio.

Como escolher Small Caps?

A primeira resposta para essa pergunta é: a partir do seu perfil de investidor. Embora uma das principais características das Small Caps seja o risco, alguns papéis oferecem menos vulnerabilidade que outros. Por isso, é importante entender quais são as melhores oportunidades dentro das suas estratégias como investidor.

Tendo esse entendimento, o fator mais importante para escolher uma empresa é a análise de seus indicadores. Lembrando que aqui é preciso levar em consideração uma companhia em crescimento. E o que pode ser considerado? Sua governança, o modelo de negócio, setor de atuação, resultados anteriores e projeções para o futuro.

Evite fazer comparações entre empresas, em especial se elas estiverem classificadas de maneira diferente. Outro ponto importante é entender com clareza quais são os cuidados e oportunidades existentes dentro de um mesmo lugar: o risco.

Veja 5 passos importantes para você montar uma carteira de Small Caps:

  1. Defina seus objetivos
  2. Faça uma análise das opções disponíveis, considerando seus objetivos e as oportunidades
  3. Diversifique seu portfolio
  4. Acompanhe as análises e notícias do mercado
  5. Estude sem parar

>>> E falando em estudo, uma das análises mais importantes que devem ser dominadas por quem quer apostar nas Small Caps é a fundamentalista. Com ela, você estuda a situação financeira e as perspectivas de uma empresa. Quer dominar esse universo? No curso de Análise Fundamentalista da Faculdade XP você aprende a identificar os futuros vencedores da Bolsa. É só clicar no banner abaixo para se inscrever!

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