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O que é carteira de investimento? 3 dicas para dividir seu portfólio

É provável que já tenha ouvido falar nesse conceito, mas você sabe mesmo o que é carteira de investimento?

Bem, para quem quer começar a investir com segurança e obter bons rendimentos com a escolha de suas aplicações, é muito importante variar seus ativos para criar uma sólida carteira de investimentos.

Com um portfólio diversificado, você consegue fazer o seu dinheiro render de maneira mais inteligente, minimizando a exposição do seu patrimônio ao risco.

Ao longo deste conteúdo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o que é carteira de investimento, por que ela é importante e como fazer a divisão da carteira de investimentos a partir de três dicas essenciais:

  1. Conheça seu perfil de investidor;
  2. Seja claro ao definir seus objetivos financeiros;
  3. Entenda em qual etapa do ciclo financeiro você está.

Confira!

O que é carteira de investimento?

Podemos definir o que é carteira de investimento como o conjunto de aplicações que você faz enquanto investidor.

Trata-se de um portfólio composto por diferentes tipos de ativos que condizem com o perfil de cada investidor.

Uma carteira de investimento pode conter títulos de renda fixa ou variável, como Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, Fundos de Imobiliários, ações e vários outros produtos com diferentes prazos, rentabilidades e liquidez.

>>> Veja também: Carteira de investimentos: como montar e diversificá-la

Qual a importância de montar uma carteira de investimento diversificada?

Como bem vimos, a carteira de investimento reúne todas as aplicações financeiras de um investidor.

Compor uma carteira é importante para diversificar seus investimentos e proteger seu patrimônio das incertezas que rondam o mercado financeiro.

Ao construir um portfólio diversificado, você evita colocar o seu dinheiro em uma só aplicação e consegue maximizar seus ganhos.

O potencial de rentabilidade dos seus ativos melhora de forma significativa pois, quando um ativo eventualmente apresentar desvalorização, é possível compensar com o rendimento dos outros títulos que compõem sua carteira de investimentos.

Uma carteira pensada de forma estratégica permite ter maior controle sobre o seu nível de exposição ao risco e amplia sua segurança financeira.

3 dicas para fazer a divisão da carteira de investimentos

O ponto-chave para montar uma boa carteira de investimentos é conseguir encontrar o equilíbrio entre os diferentes tipos de aplicação, considerando o tripé liquidez, rentabilidade e risco.

A partir de agora, você vai descobrir três dicas valiosas de como fazer a divisão da carteira de investimentos e compor um portfólio com um potencial de rentabilidade considerável.

1 – Conheça seu perfil de investidor

Não há como montar uma carteira de investimento sem antes conhecer qual é o seu perfil de investidor.

É muito importante saber como você se comportaria perante eventuais perdas de valor nas suas aplicações.

O seu apetite ao risco é o que vai definir o seu perfil de investidor, o qual pode ser conservador, moderado ou agressivo.

Por exemplo: se preservar o seu patrimônio é mais importante do que a rentabilidade, então você pode se considerar um investidor do tipo conservador.

2 – Seja claro ao definir seus objetivos financeiros

As coisas que você deseja conquistar e o tempo que você está disposto a esperar para que isso aconteça também precisam ser considerados na hora de compor sua carteira de investimentos.

Se os seus objetivos financeiros são de longo prazo, então você pode escolher produtos com vencimento mais distante. Estes, por sua vez, costumam apresentar maior rentabilidade.

Mas se você está começando a investir agora e quer primeiro criar a sua reserva de emergência, o seu foco deve estar em títulos de maior liquidez, como o Tesouro Selic.

Entender o que você quer e para quando você quer é crucial para orientar suas escolhas de investimentos que vão compor sua carteira.

3 – Entenda em qual etapa do ciclo financeiro você está

Os títulos que você escolher para montar sua carteira de investimento devem ser condizentes com a etapa do ciclo financeiro que você se encontra.

Essas etapas são três:

  • acúmulo de patrimônio: quando você quer formar uma reserva de capital que pretende usar, no futuro, para investir ou realizar seus sonhos;
  • rentabilização: com a reserva já acumulada, a pessoa busca rentabilizá-la ao máximo, dentro do seu perfil de investidor;
  • preservação: depois de conseguir multiplicar suas reservas e seu patrocínio ao investir da maneira certa, é hora de garantir seu futuro tranquilo, investindo com mais segurança,

Acúmulo

Se você está na fase acumulação de patrimônio, o ideal é ser moderado. Assim, você pode optar por alguns títulos de médio e longo prazo e com risco um pouco mais elevado.

Divida sua carteira com uma parcela de renda fixa, mais segura, como Tesouro Direto e CDBs, e outra de renda variável, como ações e contratos futuros e fundos imobiliários.

Quer entender mais sobre esses dois conceitos e suas aplicações? Leia “Os 5 tipos de investimentos para iniciantes e como aplicar sem prejuízo

Rentabilização

Na fase de rentabilização, já mais experiente e com uma reserva maior, você pode correr mais riscos. 

Vá aumentando gradativamente a parcela de renda variável de sua carteira, até que ela ultrapasse a de renda fixa. Mas sempre tomando o cuidado de rever essa tendência quando sofrer alguma perda. 

Preservação

Agora, caso você já tenha acumulado um sólido patrimônio e busque preservá-lo e viver da rentabilização, é interessante que você priorize a segurança na maioria de suas escolhas, em vez dos ganhos.

Além disso, pode fazer aplicações de prazo mais longo, onde deixa suas reservas bem seguras. Outra parcela da carteira você reserva para eventos de maior risco, de renda variável, como ações.

Bom, esperamos que tenha ficado claro para você o que é carteira de ativos e por que é importante montar uma.

Implemente as três dicas fundamentais que trouxemos aqui e monte um portfólio coerente e rentável para você.

Para dominar as táticas de diversificação de sua carteira, o ideal é se capacitar. Que tal começar com este combo de 4 cursos: Diversifique sua Carteira?

O combo é composto pelos seguintes módulos:

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O que é e como funciona o Tesouro Nacional? Entenda!

Você sabe o que é e como funciona o Tesouro Nacional? Basicamente, o Tesouro é o local que mantém as contas públicas em ordem, controlando a arrecadação e os gastos públicos.

Para ficar mais claro, enquanto pessoas físicas, temos nossas fontes de renda e contas a pagar. Com a União é diferente. Como o governo também tem suas receitas e despesas, o órgão responsável por gerenciar o fluxo de caixa é a Secretaria do Tesouro Nacional.

Mas por que o governo necessita de cuidados com as suas contas? O que, de fato, o Tesouro Nacional faz?

Ao longo deste artigo vamos explicar o que é e como funciona o Tesouro Nacional na prática. Confira!

O que é e como funciona o Tesouro Nacional?

O Tesouro Nacional representa o caixa do governo brasileiro. Administrado e contabilizado pela STN (Secretaria do Tesouro Nacional) – comandada pelo Ministério da Economia -, serve principalmente para captar recursos do governo.

Esse controle financeiro é feito por meio dos impostos federais cobrados e da emissão de títulos públicos.

Com o programa Tesouro Direto, é possível investir no Tesouro Nacional, o que significa investir nesses títulos públicos emitidos pelo governo.

Ou seja, esse “caixa” pode captar recursos por meio de investimentos, assim como qualquer instituição privada.

Para que serve o Tesouro Nacional?

Desde quando foi instituído em 1986, o Tesouro Nacional tem como principal função gerenciar o capital da União com transparência e eficiência, de modo a garantir o equilíbrio fiscal e o uso responsável do dinheiro público.

Nesse sentido, a Secretaria do Tesouro Nacional faz a gestão orçamentária, uma espécie de administração contábil da União, algo semelhante ao que os contadores fazem nas empresas.

Sendo assim, o órgão controla:

  • as operações de crédito nos níveis estadual e municipal;
  • o monitoramento de projetos;
  • os relatórios periódicos;
  • a dívida pública.

O que são títulos do Tesouro Nacional?

Como citamos acima, uma das funções mais importantes do Tesouro Nacional é a gestão da dívida pública.

A União também possui dívidas e, para quitá-las, precisa recorrer a credores.

Para fazer a captação de recursos, o Tesouro Nacional emite os chamados títulos da dívida pública pelo programa do Tesouro Direto.

Criado em 2002, o Tesouro Direto visa facilitar a compra direta de títulos da dívida pública por pessoas físicas por meio de uma plataforma online.

Como em qualquer outra operação de crédito, o governo estabelece um prazo para devolver o dinheiro que pegou emprestado de seus credores acrescido de uma taxa de juros previamente acordada.

Ou seja, podemos definir títulos do Tesouro Nacional como papéis da dívida da União que captam recursos utilizados para custear os gastos públicos nas áreas como saúde, educação, infraestrutura, entre outras.

>>> Leia mais: Tesouro Nacional: funcionamento, títulos e como investir

Quais são os principais títulos do Tesouro Nacional?

Agora que você já sabe o que é Tesouro Nacional e o que são os títulos da dívida pública, que tal conhecer as principais opções de papéis para se tornar um credor da União?

Os títulos do Tesouro Nacional emitidos pelo programa Tesouro Direto são uma modalidade de investimento em renda fixa. Isso significa que você já conhece as condições de rentabilidade no momento da aplicação.

Esses papéis são bastante seguros e indicados para investidores com perfil mais conservador. Além disso, há diferentes prazos e rentabilidades que atendem objetivos financeiros diversos.

Conheça agora quais são os títulos do Tesouro Nacional:

1. Tesouro Selic (LFT) 

O Tesouro Selic – ou Letra Financeira do Tesouro (LFT) – é um título com rendimento indexado à taxa básica de juros da nossa economia.

Ele tem liquidez diária e você pode fazer resgate a qualquer momento antes do vencimento sem perder a rentabilidade acumulada.

Muitas pessoas investem no Tesouro Selic para montar uma reserva de emergência.

2. Tesouro Prefixado (LTN)

O Tesouro Prefixado – ou Letra do Tesouro Nacional – possui uma rentabilidade fixa, ou seja, não está atrelado a um indexador. No momento da compra do título, você já conhece o rendimento oferecido pelo governo.

Quando a Selic está muito baixa, esse título é uma boa alternativa para obter melhores rendimentos, porque quanto maior for a diferença positiva entre a taxa prefixada da LTN em relação à Selic, maior será o ganho real do investidor.

3. Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

NTN-F (Notas do Tesouro Nacional – Série F) funcionam da mesma forma que as Letras do Tesouro Nacional. A diferença é que você recebe a cada seis meses a remuneração correspondente ao resgate total do título na data final da aplicação.  

4. Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ é um título da dívida pública indicado para quem quer proteger suas aplicações dos efeitos da inflação, especialmente quando se trata de investimentos de longo prazo.

No Tesouro IPCA+, o seu dinheiro sempre vai render mais que a inflação. A rentabilidade é definida a partir da média do IPCA no período de aplicação acrescido de uma taxa fixa.

5. Tesouro Prefixado e IPCA+ com Juros Semestrais

Por fim, você também tem a opção de receber semestralmente um cupom de juros referente à rentabilidade antecipada da sua aplicação.

Essas duas modalidades (Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+) são mais indicadas para quem já acumulou patrimônio suficiente para poder “viver de renda”.

Vale lembrar que em cada resgate semestral há incidência de Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva, que vai de 22,5% a 15%.

>>> Saiba mais: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas? 

Como investir em Tesouro Direto?

O valor mínimo para investimento no Tesouro Direto, em qualquer título, é de R$ 30, e o valor máximo é de R$ 1 milhão por mês.

Além disso, o investidor não é obrigado a comprar um título inteiro: ele pode investir uma quantia que corresponda apenas a uma parte – fração – de um título.

A fração mínima é de 1% do valor total do título, e a compra sempre será em frações até atingir os 100% do título.

Na prática, é possível investir em títulos do Tesouro Direto de três maneiras:

  • pelo site do Tesouro Direto, isto é, na plataforma do programa, basta ser cadastrado no programa e ter uma conta em instituição financeira;
  • pelo site da sua instituição financeira;
  • pela sua própria instituição financeira, ao autorizá-la a negociar títulos em seu nome.

O horário de funcionamento do Tesouro Direto abrange das 9h30 às 18h com os títulos podendo ser negociados em dias úteis.

Fora dessa faixa de horário, é preciso agendar o investimento ou venda do título.

Enquanto isso, os títulos disponíveis, rentabilidade e outros pontos podem ser consultados 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

Vale a pena investir em títulos do Tesouro Direto?

Agora que você sabe o que é e como funciona o Tesouro Nacional, pode dar um passo decisivo e começar a investir no Tesouro Direto.

Afinal de contas, os títulos apresentam alta rentabilidade de liquidez diária, além disso, você cria um portfólio diversificado para ampliar suas chances de ter bons rendimentos e se proteger das oscilações na economia.

Neste caso, para você ficar “expert” no assunto e fazer aplicações consistentes, indicamos fortalecer seus conhecimentos com o curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco.

Invista agora mesmo!

Qual é a taxa livre de risco no Brasil? Como calculá-la?

Digamos que você tenha um perfil de investimento mais conservador e que esteja buscando ativos livres de risco. Mas como saber quais deles trazem mais segurança para a carteira? Hoje, você conhecerá um recurso que ajuda a esclarecer essa questão: a taxa livre de risco.

Neste artigo, abordaremos qual é o significado do risk free rate, bem como sua relação com a taxa Selic. Isto é, a taxa básica de juros da economia nacional, cujos altos e baixos impactam tanto nas aplicações quanto nos empréstimos e financiamentos. 

Portanto, siga conosco para conhecer a taxa livre de risco e os exemplos de cálculo nas classes de ativos. Dessa maneira, você poderá tomar decisões ainda mais assertivas, com o intuito de maximizar o retorno dos investimentos no seu portfólio. 

Qual o papel da Selic na economia?

Antes de abordar a taxa livre de risco, é importante mencionar a Selic, que é a taxa básica de juros do país. Por ser um instrumento da política monetária do Banco Central, ela ajuda a controlar a inflação, com a finalidade de estabilizar os preços na economia nacional.

Nessa linha, a Selic afeta o retorno das aplicações e os juros cobrados em empréstimos e financiamentos. Mas, neste artigo, o foco será no mundo dos investimentos, ok? Com isso em mente, continue a leitura para conhecer a relação entre a Selic e a taxa livre de risco. 

O que é taxa livre de risco (risk free rate)?

A taxa livre de risco mede o retorno mínimo da economia, que, no Brasil, tem como referência a taxa Selic. Já no contexto dos investimentos, trata-se de um indicador mínimo da rentabilidade de uma aplicação financeira.

Adicionalmente, vale lembrar que o conceito de risco está presente nos investimentos, em maior ou menor grau. E, quanto maior o risco que um investidor está disposto a correr, maior será o potencial de lucratividade. 

>>> Leia nossas dicas sobre como usar o gerenciamento de riscos a seu favor

Como calcular a taxa livre de risco?

Para calcular o risk free rate, pode-se adotar o Capital Asset Pricing Model (CAPM). Também conhecido como Modelo de Precificação de Ativos, ele visa medir a relação risco-retorno das aplicações, calculando o valor que fica isento de eventuais perdas.

E, para compreender a aplicação da fórmula do CAPM, veja a explicação do InfoMoney:

“CAPM

Retorno Esperado = r + β . PRM

Onde Taxa Livre de Riscos (r) é a taxa de juros proveniente de um investimento sem (livre de) riscos, como, por exemplo, os títulos do Tesouro Nacional Brasileiro que remunera a taxa Selic. Beta é uma medida de risco, ou de sensibilidade, dos retornos da ação da empresa em relação aos retornos do mercado acionário, que pode ser aproximado pelo índice Ibovespa, ou o IbrX.

Quando o Beta é igual a 1 (um) o risco da ação da empresa é igual ao do mercado acionário. No entanto, quando o Beta é superior a 1 o risco da empresa é superior ao do mercado (e superior é o retorno ESPERADO do investimento da ação da empresa), e vice-versa se o Beta for inferior a 1. E, finalmente, PRM é o prêmio por risco do mercado acionário, ou seja, é quanto a mais de retorno acima de uma taxa de juros livre de riscos é esperado para se investir no mercado acionário”.

3 exemplos para entender o cálculo da taxa livre de risco

A seguir, veja três exemplos para consolidar as informações do post, com base em diferentes ativos. Com isso, você poderá tomar as melhores decisões para diversificar a carteira e, assim, obter a melhor relação entre risco e retorno.

1. Tesouro Direto

No Tesouro Direto, pode-se comprar títulos públicos federais, que são garantidos pelo Tesouro Nacional. Essa garantia do governo, por si só, faz com que a aplicação seja considerada de baixíssimo risco e, potencialmente, um ativo livre de risco. 

Em paralelo, trata-se de uma aplicação de renda fixa, em que a rentabilidade é conhecida no ato da contratação. Nesse ponto, a remuneração fica estabelecida previamente e não será tão impactada pelas oscilações do mercado quanto os ativos de renda variável.

Para exemplificar, o Tesouro IPCA+ assegura que o retorno do investimento seja sempre superior à inflação. Basicamente, a rentabilidade fica vinculada à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país.

No caso, o rendimento tem uma parte da taxa pós-fixada (variação do IPCA) e outra parte prefixada. E aqui vão dois exemplos de taxas que constam no portal do Tesouro Direto para esse título, em diferentes prazos de vencimento: IPCA + 4,98% ou IPCA + 5,10%.

Em outras palavras, muitos investidores consideram que os títulos do Tesouro têm “risco zero”. Por isso, o cálculo da taxa livre de risco se relaciona com o fluxo de remuneração que é informado no momento da aplicação. 

2. Ações

Nas ações, que pertencem ao segmento de renda variável, também considera-se o prêmio de risco. Para tal, o cálculo envolve o retorno médio do papel dentro de um recorte de tempo, a fim de compará-lo com o que foi pago pela taxa livre de risco no mesmo período.

Em seguida, é preciso subtrair o retorno obtido na ação pelo retorno desse ativo livre de risco. Como resultado, você terá o prêmio de risco, que se traduz como equity risk premium, em inglês. 

3. Fundos de investimentos

Por meio do índice de Sharpe, pode-se verificar a relação risco-retorno dos fundos de investimentos. Aqui, o retorno se dá pelo excedente do referido fundo sobre a taxa livre de risco e, depois, dividido pela volatilidade dos fundos, sejam de ações, multimercados etc.

E, para ter mais detalhes sobre os tipos de fundos, a dica é assistir ao vídeo da série “Investimentos às claras”. Sendo assim, dê o play para conhecer a dinâmica desses “condomínios” de investidores!

Como tomar as melhores decisões financeiras? Dica bônus 

Na Faculdade XP School, temos um amplo leque de conteúdos que te ajudam a refinar sua estratégia. Para os iniciantes, uma boa pedida é o curso “Renda Fixa: ganhos com Baixo Risco”:

um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

Mas a jornada de conhecimento pode (e deve) continuar, levando em conta a aprendizagem ao longo da vida. Dentro em breve, você terá insumos suficientes para diversificar a carteira e gerenciar os riscos de modo assertivo e autônomo. 

Vamos dar continuidade na sua jornada com a trilha Faculdade XP?

De olho na aposentadoria: descubra quais são os tipos de previdência privada para garantir seu futuro

Já pensou em fazer investimento para a aposentadoria, garantindo proventos extras quando parar de trabalhar? Bom, para isso, você precisa conhecer os tipos de previdência privada disponíveis.

Afinal, se você não quer ficar dependente do INSS depois que se aposentar, uma boa alternativa é investir todos os meses em um bom plano de previdência privada.

Assim, quando chegar a hora de “pendurar as chuteiras”, você terá mais segurança financeira para curtir a melhor idade com mais conforto.

Neste artigo, vamos explicar o que é, como funciona e quais os benefícios de investir em previdência privada.

Continue a leitura para conferir também os diferentes tipos de previdência privada e descobrir qual combina melhor com os seus objetivos:

  1. Plano Gerador de Benefícios Livres – PGBL;
  2. Vida Gerador de Benefícios Livres – VGBL.

O que é a previdência privada?

Podemos definir o que é a previdência privada como um tipo de investimento pensado a médio e longo prazo.

O objetivo dessa modalidade é garantir uma fonte de renda passiva para o beneficiário.

O mais comum é que o investimento em previdência privada seja feito pensando na aposentadoria, como forma de complementar o benefício pago pelo INSS.

No entanto, a previdência privada também pode ser feita com foco em outras metas, como pagar a faculdade dos filhos, adquirir imóveis e sucessão patrimonial.

Como funciona o investimento para aposentadoria privada?

O investimento para a aposentadoria privada funciona em duas etapas: a acumulação e o usufruto.

Na primeira, o investidor aplica mensalmente (ou realiza um grande aporte único) durante um período determinado no momento da contratação do plano de previdência privada.

Depois, na etapa de usufruto, o beneficiário pode escolher entre resgatar todo o valor acumulado ou receber pagamentos mensais, como se fosse um salário.

A contratação do plano de previdência pode ser feita junto à empresa ou associação em que você trabalha ou individualmente por meio de bancos, corretoras (como a XP Investimentos e a Clear) e outras instituições financeiras autorizadas.

Taxas cobradas

Para remunerar as instituições financeiras que oferecem planos de previdência privada, é preciso pagar alguma taxas, veja:

  • Taxa de administração: uma porcentagem do valor investido, cobrada anualmente, varia muito de uma instituição para outra, mas ela costuma girar em torno de 1% a 4%;
  • Taxa de carregamento: ou de entrada, seria descontada uma porcentagem dos valores aportados no plano, mas a maioria das instituições não cobra mais esta taxa;
  • Taxa de saída: seria descontada no momento do resgate ou recebimento da renda, mas, da mesma forma que a taxa de administração, caiu em desuso no mercado.

Quais são os benefícios da previdência privada?

São vários os benefícios da previdência privada. O principal deles é a garantia de que você terá um futuro financeiramente estável para curtir sua aposentadoria e conquistar outros objetivos de longo prazo.

Além disso, destacam-se como vantagens de investir na previdência privada:

  • Tributação regressiva de Imposto de Renda, com alíquota de 10% (a mais baixa) para aplicações com mais de 10 anos;
  • Portabilidade sem custos, tanto para migração de uma instituição para outra como entre planos de uma mesma instituição;
  • Não possui come-cotas, que é a tributação semestral de IR no formato de cotas mesmo quando não há resgates;
  • Isenção de Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o que garante maior agilidade para pagar os beneficiários no caso de morte do titular.

Quais são os principais tipos de previdência privada?

Existem basicamente dois tipos de previdência privada: Plano Gerador de Benefícios Livres e o Vida Gerador de Benefícios Livres.

A principal diferença entre eles se refere à tributação do Imposto de Renda.

Entenda abaixo como funciona cada um desses tipos de previdência privada:

1. Plano Gerador de Benefícios Livres – PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre é o tipo de previdência privada em que o titular consegue deduzir até 12% de todas as contribuições de IR sobre a renda tributável ao longo do ano.

O PGBL geralmente é escolhido por aqueles que utilizam o modelo completo para fazer a declaração de IR.

Nessa modalidade, você adia o pagamento desse imposto e, a longo prazo, é mais vantajoso do ponto de vista fiscal.

Porém, na data de resgatar o dinheiro acumulado, o IR vai incidir sobre o montante que você investiu, incluindo os aportes e os rendimentos.

Ou seja, no PGBL você posterga o recolhimento do IR para a data final do plano contratado.

O critério para ter acesso a esse benefício fiscal é realizar contribuições também para o INSS ou para outra previdência pública.

2. Vida Gerador de Benefícios Livres – VGBL

Já para as pessoas que declaram o Imposto de Renda de forma simplificada costumam escolher o Vida Gerador de Benefícios Livre.

O VGBL não conta com o mesmo benefício tributário do PGBL. No entanto, essa opção pode ser mais vantajosa para aqueles que investem mais de 12% de sua renda anual na previdência privada.

Isso porque o IR incide apenas sobre os rendimentos obtidos ao longo dos anos da aplicação e não sobre o montante (aportes + rendimentos).

Se você quer entender ainda melhor como funcionam essas modalidades de previdência privada, temos um vídeo bem completo para você. Dê um play e confira!

Bom, agora que você já conhece os tipos de previdência privada, que tal começar a investir para garantir um futuro financeiramente mais seguro e confortável?

Um bom plano de previdência é uma forma segura de garantir um futuro melhor para você e para a sua família. E se você deseja construir sua prosperidade em longo prazo, temos um curso perfeito para isso, onde você aprenderá, entre outros temas:

  • Como complementar a aposentadoria;
  • Escolhendo planos de previdência;
  • O que é portabilidade;
  • O que rende mais, previdência ou outros investimentos?
  • Quais são as vantagens do PGBL?

Vamos lá, comece agora o curso: Previdência e Planejamento: Turbinando a sua Aposentadoria 

Entenda por que a bolsa sobe e o que está por trás dos preços das ações

Aqueles que ainda estão iniciando seus estudos sobre o mundo de ações e renda variável devem se defrontar com dúvidas bastante comuns. “Por que a bolsa sobe?” provavelmente é uma delas.

O mais interessante é que perguntas como essa se tornam cada vez mais habituais  em virtude da imensa popularidade que o investimento em ações vem ganhando no Brasil ano após ano.

Para se ter uma ideia, atualmente existem 3,8 milhões de contas brasileiras cadastradas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o que significa um aumento de 55% em comparação a 2020, segundo a B3.

Diante desse contexto, entender a regra do jogo e os conceitos básicos do mercado acionário é de suma importância para você saber usar seu dinheiro com responsabilidade, estratégia e segurança.

Portanto, para te ajudar nessa caminhada, desenvolvemos esse conteúdo que vai te explicar por que a bolsa sobe e desce com tamanha volatilidade diariamente. 

Consequentemente, você vai conhecer também um indicador importantíssimo para medir essas altas e quedas no nível de investimento.

Ficou curioso? Leia até o fim para entender melhor!

Por que a bolsa sobe? 

Entenda o que é o IBovespa

Para entender por que a bolsa sobe e desce, precisamos conhecer primeiramente qual o índice capaz de mensurar o quanto ela cresce e o quanto ela diminui.

O Índice Bovespa, ou simplesmente IBovespa, é o indicador desenvolvido pela Bolsa de Valores de São Paulo em 1968 para definir o desempenho das principais ações negociadas no país. 

É o número representado, por ele, que é calculado todos os dias, que é usado como referência para o crescimento ou não da bolsa.

Ele funciona nada mais nada menos como uma carteira de ações que reúne os 60 ativos com maior liquidez e volume de negociação no nosso país. Nele se encontram, por exemplo, ações de gigantes como a Vale, Petrobras e grandes bancos.

Por que o Ibovespa sobe e desce?

Agora que você entendeu o que é o IBovespa e como é feito o cálculo desse indicador, separamos alguns fatores mais comuns que impactam na volatilidade do preço das ações e, consequentemente, no índice de investimento da bolsa.

Afinal, por que o Ibovespa sobe e desce? Primeiramente, vale salientar que esse índice é uma espécie de espelho de como o mercado está interagindo com a nossa maior bolsa de valores. 

Como ele reúne a rentabilidade das 68 principais ações do mercado acionário brasileiro, quando ele desce, dá para naturalmente presumir que isso aconteceu porque o preço desses ativos, em média, também caiu. Já se o índice aumentar, é porque a média das ações está mais valiosa.

Diante disso, a performance das empresas ou o desempenho de setores impactam no preço das ações e, consequentemente, nos números da bolsa. Isso é, se ações de empresas grandes e relevantes na B3, como a Vale e o Itaú, apresentam um balanço patrimonial com prejuízo, ou ainda; o setor bancário como um todo tem um rendimento abaixo do esperado, a tendência é de queda no IBovespa.

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O impacto dos fatores externos

Mas quais são os principais fatores que influenciam no preço dessas ações e na volatilidade da B3? Em suma, a lei da oferta e da demanda responde a essa questão. Afinal, quanto maior é o investimento e compra de ações, maior também serão as ofertas e os preços.

Assim, quanto mais movimentação, maior será flutuação no Ibovespa, seja para mais ou para menos.

Portanto, quando há um impacto negativo nesse índice, quer dizer que algum fator desestabilização do mercado afetou as principais companhias com mais liquidez na bolsa. 

Dessa forma, os fatores externos de origem política e econômica geralmente são os principais de gatilhos de alteração do IBovespa, por exemplo:

  • instabilidade política, como períodos de eleição ou crises governamentais.
  • alteração de preços de commodities estratégicas, como o petróleo.
  • descontrole econômico, como desemprego e aumento da inflação;
  • rumos da política fiscal, como determinação da Taxa Básica de Juros (Selic) pelo Banco Central;
  • outros fatores de relevância nacional que acenam positivamente ou negativamente para o mercado.

>> Entenda como os indicadores macroeconômicos podem impactar seus investimentos com esse conteúdo exclusivo do canal Investimento às Claras:

Conhecimento é fundamental para entender como funciona o mercado financeiro e por que a bolsa sobe

Por fim, podemos perceber que a estabilidade do ambiente de negócios no país e como o mercado precifica essa situação são os principais fatores que impactam no preço das principais ações nacionais e no por que a bolsa sobe.

Especialmente para quem está iniciando na renda variável e busca rentabilidade a longo prazo, procurar formas de diversificar sua carteira de investimentos é o melhor caminho para proteger seu patrimônio de maiores volatilidades e eventos imprevisíveis. 

Afinal, quanto mais dividido for o seu portfólio por setor, segmento de atuação e características do ativo, mais blindado ele estará de prejuízos generalizados. Já ouviu aquele ditado de não botar todos os ovos na mesma cesta? A lógica é a mesma!

Gostou do conteúdo? Entendeu o que faz a bolsa de valores subir e descer? No final das contas, conhecimento é o principal aliado que todo e qualquer investidor deve possuir para investir no mercado de renda variável com segurança e conquistando boas rentabilidades.

Entender como funciona a negociação de ativos e os principais fatores modificam os preços de ações, portanto, constituem o aprendizado sólido que deve guiar as decisões por trás das estratégias de aportes e montagem da sua carteira de investimentos.

Se você precisa de um empurrãozinho, a Escola de Investimentos da Faculdade XP tem as melhores opções de ativos de acordo com seu perfil de investidor

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MANA Criptomoeda vale a pena? Descubra o que é a Decentraland

Não é segredo que os criptoativos caíram nas graças dos mais ousados e entusiastas investidores. Embora possua nomes já consagrados, como Bitcoin e Ethereum, esse mercado tem expandido e oferecido novidades. É o caso das moedas dedicadas aos jogos digitais. Se você é um gamer investidor – ou um investidor gamer –, talvez já tenha se perguntado se a MANA Criptomoeda vale a pena.

No artigo abaixo nós falamos não só sobre ela, como também sobre seu universo, o Decentraland. Confira!

O que é Decentraland?

Antes de você saber mais sobre a MANA e se ela vale a pena, é preciso entender o que é Decentraland. Isso porque, a criptomoeda está inserida dentro desse universo – ou metaverso.

Se você já navegou ou pelo menos ouviu falar em Second Life e Minecraft, o Decentraland funciona basicamente igual. O que isso significa: um ambiente interativo construído em 3D, que mistura jogo e rede social.

O Decentraland é desenvolvido em blockchain e liderado por uma organização autônoma descentralizada, também conhecida pela sigla DAO. Além de explorar os espaços e interagir com outros perfis, ele também oferece controle aos usuários.

O recurso de compra e venda de ‘terrenos’ permite que alguns membros tenham propriedades dentro da plataforma. Para isso, é preciso comprar frações do espaço, como se fossem lotes. Essas frações são comercializadas em formato NFT – os token não fungíveis –, que no Decentraland são chamados de LAND. Por fim, a transação para a aquisição de LAND deve ser feita utilizando a MANA.

>> Leia também: Gamecoin: o que é, onde comprar, valor, como funciona e dicas!

A criptomoeda MANA

Sim, a MANA é uma criptomoeda. Porém, diferentemente de opções como o Bitcoin, em que as transações são realizadas em diversos ambientes, ela é utilizada no metaverso do Decentraland.

Quem tem MANA consegue adquirir bens e serviços virtuais, como itens e nome de usuários. Além disso, também é possível comprar LANDs, os ‘terrenos’ do ambiente.

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Como a plataforma Decentraland funciona?

Lendo sobre metaverso, NFT e criptomoeda você pode pensar que o Decentraland é complexo ou até mesmo exclusivo. Mas não.

Para dar os primeiros passos nesse ambiente, você não precisa fazer qualquer investimento ou mesmo download, basta acessar o site. Antes de surgir em um dos ambientes disponíveis, no entanto, você precisa concordar com os termos e condições e confirmar a maioridade. Os comandos são explicados no primeiro acesso e, com tudo entendido, é só sair navegando.

>>> Se você ainda tem dúvidas sobre o mercado das criptomoedas, a Clara Sodré fala sobre essa modalidade de investimento na série Investimento às Claras. É só dar play no vídeo abaixo:

Quais são os tokens da plataforma?

Como dissemos, você pode acessar a plataforma com facilidade e interagir com os demais participantes. Entretanto, quem deseja assumir algum tipo de protagonismo dentro do Decentraland precisa atuar com os tokens disponíveis. Nesse ambiente existem dois tipos: LAND e MANA.

O que é o token LAND

Trazendo para o contexto do mundo real, LAND são espécies de lotes de terrenos. Quando você adquire LANDs, você tem direito a frações disponíveis e cujo preço pode variar de acordo com tamanho e localização.

Para adquirir LANDs e assumir a governança de uma parte do Decentraland é preciso usar outro token da plataforma, MANA.

O que é o token MANA

MANA é a criptomoeda do Decentraland. Quando você adquire uma quantia em MANA, é possível fazer transações dentro do jogo, como a compra de LAND. Além de terrenos, você pode usar a MANA para personalizar seu avatar e alterar seu nome de usuário.

Como comprar MANA criptomoeda?

Assim como outras criptomoedas, a compra da criptomoeda MANA deve ser feita através de uma corretora. Entre as opções que disponibilizam o ativo estão a Mercado Bitcoin e Binance.

O armazenamento da quantia em MANA fica por conta da carteira MetaMask. Feito isso, basta usar o saldo para a compra e venda de LANDs e demais itens disponíveis na plataforma.

MANA criptomoeda vale a pena?

Quando o assunto é a aquisição de uma moeda, a resposta é sempre unânime: não existe resposta certa. O motivo é simples: qualquer tipo de transação financeira depende inteiramente de suas estratégias como investidor.

Se você faz parte do universo gamer e aprecia temas como metaverso e suas possibilidades, provavelmente a compra da MANA desperta seu interesse. Mas antes de lançar seu pedido, avalie informações relevantes, como a cotação atual e média histórica do ativo, bem como suas projeções e possibilidades. Isso pode auxiliá-lo na hora de manter sua posição no mercado de investimentos.

Lembrando que quando falamos sobre ativos em geral, o risco é inerente. Nesse caso, você deve avaliar sua disposição e tolerância às perdas.

Histórico do valor da moeda

A criptomoeda MANA foi lançada em 2017. Na ocasião, sua cotação girava em torno de US$ 0,02. Foi só em 2021 que esse ativo deu seu grande salto, ocasião em que o Facebook anunciou sua mudança de nome para Meta. A novidade resultou em uma valorização de 284%, quando ele passou a ser transacionado a US$ 2,96. Mas nem tudo são flores.

De acordo com uma matéria da Coindesk, por exemplo, no fim do mesmo ano de 2021 a MANA apresentou queda de 25% em um intervalo de sete dias. Por isso, a dica é manter-se sempre atento às movimentações do mercado. Perdas são esperadas nesse universo, mas elas devem estar sempre alinhadas com suas estratégias.

>>> E se você quer ter total controle dos seus investimentos, pode fazer seu controle financeiro através de fórmulas e planilhas. No curso online Excel para Finanças, você tem visão geral sobre como estruturar os dados de seu investimento utilizando o programa. São 4 horas de curso, cujo conteúdo vai do básico ao avançado. Quer aprender? É só clicar no banner abaixo para se inscrever.

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Gráfico Renko: o que é? Como operar e lucrar no day trade?

Já pensou em ter uma ferramenta que pode trazer uma diferença de 150% nas operações da bolsa de valores? Hoje, falaremos sobre o potencial do gráfico Renko para analisar os movimentos do mercado de maneira objetiva, em especial para quem opera no day trade.

Aliás, vale lembrar que essa modalidade é focada na compra e venda de ativos em um mesmo dia. Por isso, é essencial contar com recursos que agilizam a tomada de decisão para estabelecer o melhor momento para comprar e vender ações, por exemplo.

Neste artigo, explicaremos o que é o gráfico Renko, suas características e quais indicadores acompanhar. Além disso, traremos três exemplos de especialista nessa ferramenta, em comparação com outro gráfico muito usado, o candlesticks. Siga conosco para conferir! 

Mas, afinal, o que é o gráfico Renko?

Para contextualizar o uso da ferramenta na bolsa de valores, traremos os conceitos ligados ao gráfico de Renko. Mas, antes disso, indicamos o e-book “Guia de boas práticas para day trade”, o que contribui para gerar lucratividade com base na oscilação de preços.

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O que é gráfico Renko? 

Gráfico Renko é uma ferramenta de análise do comportamento dos ativos financeiros, de forma objetiva. Diferentemente dos candlesticks, que são embasados no fator temporal, o Renko desconsidera o volume e o tempo para manter o foco na variação de preço.

Por sinal, a palavra japonesa “Renko” vem de “renga”, que se traduz como “tijolo” em português. Afinal, a representação gráfica lembra uma sequência de tijolos, que podem ter tamanhos diferentes, que também são conhecidos como “pips” ou pontos.  

Logo, um novo tijolo surgirá quando o preço se movimentar conforme a variação programada, os “ticks”. Por exemplo, digamos que o trader opte pelo tamanho de dois pontos. Nesse caso, outro tijolo aparecerá somente quando o preço variar dois pontos para cima ou para baixo.   

Para facilitar, veja um exemplo dessa variação de dois pontos:

gráfico Renko - variação de pontos

Fonte: Smarttbot

Em paralelo, cabe ressaltar que os ativos têm suas respectivas características. Por exemplo, uma ação tem a variação mínima de R$ 0,01, certo? Se o trader colocar cinco ticks (5 Renkos ou 5R), cada bloco terá R$ 0,05. E, caso o papel se valorize ou desvalorize na ordem de R$ 0,05 centavos, outro box será preenchido. 

Quais as vantagens e desvantagens do gráfico Renko?

Para começar, os principais pontos positivos do Renko são:

  • mais objetividade para visualizar os melhores momentos para entrar no trade;
  • focar a atenção na variação de preços, independentemente da base histórica;
  • redução do ruído do mercado, o que tende a aumentar a volatilidade dos ativos; 
  • uso do robô Renkobot, da Smarttbot, que está disponível na Clear Corretora;
  • facilidade para seguir tendências e automatizar ordens como o stop de ações;
  • decisões mais assertivas, em alinhamento com a estratégia de investimentos.

Por outro lado, os pontos negativos do Renko incluem:

  • é preciso escolher bem o tamanho do tijolo, considerando a volatilidade dos ativos;
  • pode-se gerar uma certa ansiedade enquanto um novo bloco ainda não se formar;
  • a entrada poderá ser imprecisa, conforme a quantidade de tijolos na mesma direção.

Quais são os indicadores para o gráfico Renko?

Esses são quatro indicadores usados na análise do Renko:

  1. mudança na direção dos tijolos, seja para cima ou para baixo;
  2. tendências de alta e baixa, respectivamente nos topos e fundos;
  3. cruzamento de médias móveis, com o preço médio de dois períodos;
  4. HiLo Activator para definir a hora de entrar, sair ou mudar de posição.

Como usar o gráfico Renko? 3 exemplos

Para exemplificar o potencial do Renko, tomaremos como base a entrevista de Rodrigo Cohen ao InfoMoney. Na matéria, o analista da Rico Investimentos demonstra três estudos de movimento dos preços, como forma de antecipar a entrada no day trade.  

Com isso em mente, veja a comparação que o especialista fez entre os gráficos Candle e Renko. Dessa maneira, ficará mais fácil verificar os momentos exatos da entrada e da saída das operações. 

1. Ibovespa Futuro

O Ibovespa Futuro é um contrato do mercado futuro, em que se estima o valor que o índice terá em uma data futura. Trata-se de uma forma de proteger a carteira da oscilação dos preços. 

E essa é a comparação feita por Cohen entre a visualização desse ativo no gráficos Candlesticks e Renko:

gráfico Renko x Candlesticks - Ibovespa futuro

2. Dólar Futuro

Assim como o item anterior, o Dólar Futuro é um contrato que estima o quanto a moeda valerá futuramente. E, na análise de Cohen, o gráfico Renko demonstra as tendências de alta e baixa de modo mais “limpo” e simples, em termos de visualização:

gráfico Renko - dólar futuro

3. Banco do Brasil

Para finalizar, o analista da Rico também comparou as ações do Banco do Brasil (BBAS3) nos dois gráficos. Ao observar o exemplo abaixo, pode-se verificar a oscilação de maneira prática e, assim, orientar a decisão sobre a compra ou a venda dos papéis, se for o caso. 

gráfico Renko - ações Banco do Brasil

E, para complementar, confira a fala do especialista sobre a diferença de 150% nas operações com o gráfico de Renko:

“Ter essa outra forma de analisar permitiu um ganho, por exemplo, de 500 pontos na operação com Ibovespa Futuro em menos de 15 minutos. Na prática, isso significa um lucro de R$ 100 por minicontrato (500 pontos x R$ 0,20 ganho por ponto x 1 minicontrato) ou um ganho de 150% em relação a margem (de R$ 40 por minicontrato na Rico)”. 

Como montar uma estratégia usando o Renko? Bônus! 

Além da entrevista no InfoMoney, Rodrigo Cohen tem um vídeo que aborda os resultados com o Renko. Então, dê o play agora mesmo para facilitar o entendimento sobre a análise dos movimentos do mercado de acordo com o preço – e não o tempo. 

Como aprimorar a estratégia de investimento? Próximos passos 

Para aprofundar o conhecimento nas operações, a dica é fazer o curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade”. Contando com a orientação de quem realmente entende do assunto, você poderá montar uma estratégia de investimento ainda mais assertiva. 

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E mais: conte com os conteúdos da Faculdade XP School para conquistar seus objetivos, hoje e sempre!

5 principais tipos de gráficos trading: quais são, como utilizá-los?

Ser um profissional que atue com a bolsa de valores requer muito estudo e entendimento sobre o mercado financeiro. Para além disso, é essencial que corretores e traders saibam como analisar os gráficos para  estabelecer uma estratégia.

Se você tem curiosidade sobre o trabalho do trader, é fundamental que saiba quais são os tipos de gráficos trading e como utilizá-los. Eles são divididos em dois grandes grupos: gráficos temporais e gráficos atemporais. 

Em cada um deles estão inseridos os seguintes tipos de gráficos trading:

  • gráficos temporais: intraday e para Swing trade;
  • gráficos atemporais: por pontos, renko e tape reading.

Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um conteúdo completo sobre a importância dos indicadores gráficos trading. Continue a leitura para não perder nada!

Quem é o trader?

O trader é o investidor que faz das movimentações da sua carteira de investimentos, seu sustento. Ou seja, é quem ganha dinheiro com a compra e venda de ativos da bolsa de valores.

Dentre os modelos de operação da bolsa de valores, o trader costuma trabalhar mais com as movimentações de curto e curtíssimo prazo. O Day Trade e o Scalper Trade são as principais quando o assunto é compra e venda de ativos no mesmo dia.

Por serem operações muito rápidas, é muito importante que o trader saiba ler os indicadores dos tipos de gráficos trading. Afinal, essa análise será essencial para montar a estratégia sobre a movimentação de cada ativo.

Quais são as características de um bom trader?

Em toda profissão existem algumas características que fazem alguns profissionais se destacarem dos outros. Com o trader não seria diferente.

No entanto, no caso dos traders algumas características são essenciais para que seu tempo no mercado financeiro seja duradouro. São elas:

  • estudo constante do mercado financeiro e de investimentos;
  • montar boas estratégias, tendo em mente a relação lucro e risco;
  • ter controle emocional, pois não é sempre que o mercado estará a seu favor;
  • domínio da análise técnica, ou de gráficos.

>>> Quer entender mais sobre a profissão? Leia o post: O que é e quanto ganha um trader profissional? Descubra agora!

Principais tipos de gráficos trading

Antes de qualquer coisa, é preciso entender que existem muitos formatos de gráficos. Um dos mais utilizados é o candlestick que aparece como uma candle, “vela” traduzido para o português.

A visualização desse formato no gráfico é bem simples. Conforme as movimentações dos ativos vão acontecendo, surge a imagem de uma vela na tela. Veja a imagem abaixo de um gráfico no formato candle.

tipos de gráficos trading - candle

As cores verde e vermelha tem um significado importante que ajudam na identificação de alta ou baixa no preço dos ativos. Quando a candle for vermelha, significa que a operação terminou em baixa e quando a candle for verde, o preço do ativo obteve alta.

Existem diversos tipos de gráficos que utilizam o formato candle. E a formação da candle irá depender de uma série de fatores. Mais para frente vamos te explicar quais são eles.

Como já comentamos acima, uma das características de um trader de sucesso é ter domínio da análise técnica. Saber decifrar os indicadores dos tipos de gráficos trading é muito importante para montar estratégias realistas. 

É preciso entender que existem duas grandes tipificações de gráficos utilizados por traders. São elas:

  • gráficos temporais: quando a formação da candle é baseada em alguma periodicidade;
  • gráficos atemporais: quando a formação da candle não tem base no tempo.

Confira a seguir os detalhes dos cinco principais tipos de gráficos trading.

1- Gráfico temporal Intraday

O primeiro tipo de gráfico utiliza a temporalidade para avaliar a movimentação do mercado. Os gráficos intraday são acompanhados por minutos. Nele, o trader pode acompanhar operações que duram 1, 5, 15, 30 e 60 minutos.

Para quem opera em Day Trade, o mais indicado é acompanhar o gráfico intraday de 30 e 60 minutos. Agora para o trader que for operar como Scalper, analisar as operações de menor tempo é o melhor.

Quanto menor a periodicidade do gráfico, mais candles serão formadas indicando os números das variações do mercado.

Por exemplo: João opera como Scalper e decidiu acompanhar o gráfico de cinco minutos. Então, de cinco em cinco minutos, “nasce” uma candle no gráfico.

2- Temporal para Swing Trade

Para quem opera como Swing Trade, a análise do gráfico não é muito diferente do Intraday. No entanto, a periodicidade da formação das candles aumenta para dias e semanas.

3- Gráfico por pontos

O terceiro dos principais tipos de gráficos trading é o por pontos. Nele, a formação de candles não acompanha uma periodicidade, mas sim a variação de ticks. Tick é entendido como a menor variação de um ativo.

Para ficar mais claro veja o exemplo abaixo:

Marcos decide acompanhar a variação do seu investimento no Mini Dólar, no gráfico 5P. No momento, o Mini Dólar está a R$1.000 e o tick desse ativo equivale a 0,5 ponto.

Nesse caso, como o gráfico é 5P, só será formado uma candle quando o ativo variar 5 ticks. Ou seja, quando o Mini Dólar passar a ser R$1.002,50 ou R$997,50.

4- Renko

O gráfico Renko também não acompanha um período de tempo definido. A visualização das candles nesse tipo de gráfico é bem semelhante ao gráfico por pontos, no entanto tem uma diferença.

No exemplo acima, mostramos que a formação das candles dependia da variação de ticks. Tanto na oscilação positiva quanto na negativa o número de ticks continuava o mesmo, no exemplo usamos 5 ticks.

Mas, no caso do gráfico Renko, se a variação for negativa a quantidade de ticks não é a mesma da positiva. Para que uma candle negativa seja formada no gráfico Renko a variação deve seguir a seguinte conta:

Número de ticks escolhido x 2 + 1 tick = variação para formar candle negativa.

Utilizando ainda o caso do Marcos, com o gráfico 5R, a candle positiva continuará sendo formada quando o Mini Dólar for de R$1.002,50. No entanto, a negativa só se formará quando alcançar R$994,50.

5- Tape Reading

O último dos principais tipos de gráficos trading é o Tape Reading. Diferentemente dos outros, no Tape reading os traders acompanham a movimentação das negociações da bolsa. 

A formação das candles do gráfico tape reading acontece conforme vão acontecendo as negociações de compra e venda de ativos. Neste caso também não há uma temporalidade definida.

Analisar este gráfico é uma oportunidade de conferir como o mercado está se movimentando em seus mínimos detalhes.

>>> Agora que já entendeu tudo sobre os tipos de gráficos trading, o que acha de expandir o seu conhecimento? Nós, da Faculdade XP School, a escola da XP, podemos te ajudar nisso!

O que é Zerar Posição? Entenda na prática e quando usar

Você sabe o que é zerar posição? Trata-se de um termo utilizado no mercado financeiro para denominar as operações em que a compra e a venda dos ativos se equiparam.

Ou seja, está relacionado ao investidor que, em um mesmo dia, comprou e vendeu a mesma quantidade de ações. 

Neste artigo, você vai entender para que serve essa estratégia e quando ela deve ser utilizada. Confira!

O que é zerar posição?

Zerar posição é quando um investidor deixa de ter qualquer posição sobre um ativo financeiro.

Quem compra ações zera posição ao vender todos os ativos que possui em carteira. Já quem vende, zera posição ao comprar ativos que cubram o total de vendas.

No mercado de ações, a zeragem de posição é válida no day trade e no swing trade, podendo ser uma prática positiva ou negativa para o investidor.

Entendendo na prática

Imagine que, pela manhã, um investidor adquiriu 15 ações de uma empresa em específico. Já na parte da tarde, vendeu todas as ações compradas mais cedo. Com isso, ele zerou a posição.

Vale a pena zerar posição?

Zerar posição nem sempre vale a pena. É necessário atentar-se ao preço das ações e usar boas estratégias de negociação.

Isso porque o day trade tem tributos e custos de corretagem e tributações, e, sem um bom planejamento, o investidor corre o risco de ter sérios prejuízos.

Dessa forma, normalmente, quem opta por zerar posição são investidores mais experientes, que movimentam grandes volumes ações, reduzindo os custos.

Se bem pensada, a estratégia pode oferecer uma boa rentabilidade em meio às oscilações de um dia de negociação.

Entretanto, como tudo no mercado financeiro, quanto mais alto o retorno, maior o risco.

Conforme mencionamos, também há como zerar posição no swing trade. A única diferença é que as negociações no swing trade podem levar semanas — e não um dia, como no day trade

Assim, o investidor tem mais tempo para comprar e vender, minimizando os riscos envolvidos.

Quando devo aplicar essa estratégia?

Existem diferentes motivos para zerar posição e eles variam conforme o método de análise e a estratégia de operação. 

Ou seja, um investidor pode zerar posição tanto para obter ganhos quanto para evitar grandes prejuízos.

Zerar posição day trade 

No day trade, o momento de zerar posição é definido segundo a estratégia do investidor.

Normalmente, quem realiza esse tipo de operação trabalha com a análise técnica, também conhecida como análise gráfica.

Dessa forma, os indicadores e as figuras gráficas formadas em cada momento são o que definem o momento de zeragem de posição.

>>> Faça download do guia de boas práticas para Day Trade, da escola da XP Inc, e confira as principais dicas de como operar de maneira segura e consciente nesta modalidade.

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

Zerar posição swing trade

Já no swing trade, a zeragem de posição acontece quando a ação passa a ser negociada acima do valor ou perde os fundamentos.

No segundo caso, pode ocorrer um fato relevante que diminua o interesse no ativo, como:

  • redução da margem de lucro da empresa devido ao aumento dos custos;
  • queda de preço de um produto negociado pela organização.

Já o primeiro caso (ação negociada acima do valor) é um fator positivo e, ao zerar posição, o investidor obterá lucro com o investimento.

Portanto, a análise fundamentalista é a melhor forma de identificar o momento certo de zerar posição no swing trade. 

>>> Quer conhecer os indicadores mais usados pelos analistas para entender o mercado? Então, clique no banner abaixo e garanta sua vaga no curso Análise Fundamentalista: Identifique os Futuros Vencedores da Bolsa da Faculdade XP School!

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Quais são as boas práticas para zerar posição?

Os principais métodos que os especialistas em day trade usam para zerar posição são os stops e a análise de suporte e resistência. Entenda como funcionam.

Análise de suporte e resistência

Suporte e resistência são regiões de preços respeitadas pelo mercado. Quando essas barreiras são ultrapassadas, falamos que ocorreu um rompimento.

Com isso, existe uma grande possibilidade do preço apresentar uma movimentação forte de subida, caso o rompimento seja de tendência, ou de descida, caso o rompimento seja de suporte.

Sendo assim, o investidor zera posição quando uma das seguintes ocasiões acontece:

  • quando se está vendido e o rompimento é de resistência;
  • quando se está comprado e o rompimento é de suporte. 

Em ambos os casos, a zeragem de posição é indicada para reduzir as perdas.

Para apoiar a estratégia, o investidor pode usar stops para zerar a posição de forma automática quando a movimentação dos preços indicar um caminho distinto do esperado.

Utilizar stops para zerar

Existem muitas incertezas em torno da bolsa de valores, o que significa que nem sempre os padrões gráficos são seguidos à risca.

Portanto, a melhor maneira de se precaver contra grandes prejuízos é utilizar os chamados stops.

Os stops são uma configuração feita no home broker da corretora para cumprir sua estratégia de investimento.

Ou seja, você pode emitir uma ordem para zerar a posição sem prejuízo ou vender os papéis quando eles se valorizarem atingirem um determinado patamar.

No caso da estratégia de rompimento de resistência, em específico, a gestão do stop é bastante simples, pois, assim que a ação ultrapassar a resistência, a antiga resistência se tornará um novo suporte.

Portanto, basta colocar um stop com um valor um pouco mais baixo da antiga resistência (que se transformou em um novo suporte).

Isso é importante, pois, caso o preço retome abaixo do novo suporte, é sinal que a tendência de alta estimada não se concretizou.

Logo, diante desse cenário, a melhor alternativa é sair da operação com uma perda pequena em vez de permanecer e correr o risco de ter um prejuízo ainda maior.

Agora que você sabe o que é zerar posição, dê continuidade aos seus estudos sobre o mundo dos investimentos.

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Scholarship Axie Infinity: o truque para você jogar de graça

Você já ouviu falar sobre Scholarship Axie Infinity? O Axie Infinity é um jogo do tipo play-to-earn baseado em NFT (token não fungível) — uma espécie de ativo único e colecionável. Os monstrinhos, chamados Axies, ficam hospedados na blockchain Ethereum (ETH).

Lançado em 2018, tornou-se o primeiro game blockchain a ultrapassar US$ 1 bilhão em vendas em agosto de 2021. 

Conhecido como “jogo da riqueza”, vem sendo cada vez mais aclamado em todo o mundo, e muitas pessoas têm interesse em jogar. Entretanto, existe uma grande barreira: a financeira.

Para começar, o jogador precisa ter ao menos três Axies comprados diretamente no marketplace do game com a moeda ETH —, o que custa bem caro.

A desenvolvedora do game, Sky Mavis, anunciou que está trabalhando em uma modalidade free-to-play. Inclusive, o design de distribuição foi testado, mas o lançamento teve que ser adiado devido ao aumento expressivo de jogadores.

Felizmente, existe uma alternativa gratuita para começar a jogar: tornar-se um scholar (bolsista, em tradução livre) em uma Scholarship Axie Infinity. 

Neste artigo, você vai encontrar todas as informações sobre essa modalidade gratuita. Acompanhe a leitura!

Como funciona o Axie Infinity?

Antes de entender o que é uma Scholarship, é importante que você saiba como o Axie Infinity funciona.

De forma geral, não existe uma história de fundo, um enredo ou uma explicação sobre a origem dos personagens.

O objetivo é travar batalhas entre sua equipe de Axies e a equipe de Axies de outros jogadores, no modo arena, ou contra Axies do próprio game, no modo aventura.

Conforme mencionamos acima, é preciso formar uma equipe com ao menos três Axies. E cada monstrinho tem poderes e características específicas, que variam entre água, alvorecer, besta, crepúsculo, inseto, pássaro e réptil.

De maneira similar ao clássico Pokémon, essas criaturinhas possuem fraquezas e forças que definem a intensidade do dano do ataque e da defesa.

Além disso, elas são formadas por seis partes (boca, cauda, chifre, costas, olhos e orelhas) que determinam suas cartas, em que constam seus respectivos ataques e características.

Por fim, os Axies podem se reproduzir. Para isso, é preciso ter ao menos 4 criaturas e tokens SLP (Smooth Love Potions) disponíveis. Entretanto, há um limite de sete novos descendentes.

Para gerar o primeiro “filho”, é necessário que cada “pai” tenha 150 SLP. Já para o sétimo, a quantidade sobe para 3150 SLP cada.

>>> Saiba quanto ganha um jogador de Axie Infinity e como fazer dinheiro no game.

Como jogar de graça? Scholarship Axie Infinity!

Agora que você já sabe como o jogo funciona, é hora de entender o que é Scholarship Axie Infinity.

Scholarship (bolsa de estudos, em tradução livre) é o aluguel de uma conta ou equipe Axie. Esse é um modelo acessível para ingressar no game, sobretudo para jogadores que não têm dinheiro para adquirir os três Axies iniciais.

Antes do aluguel, é realizada uma espécie de entrevista, em que as regras são explicadas para o scholar (jogador que aluga a conta).

Isso porque o scholar deve atingir as metas de XP e SLP determinadas pelo dono da conta. Assim, ele consegue recompensas em SLP, que podem ser trocados por reais.

Os ganhos são distribuídos conforme o percentual combinado entre as partes. Normalmente, varia entre 60% e 40%, meio a meio ou 70% e 30%.

Um jogador e/ou scholar experiente pode ganhar em torno de 1.500 SLP mensais, por exemplo — o que é bastante benéfico para o dono da conta, afinal, ele lucra sem jogar.

Por esse motivo, o Axie Infinity pode ser considerado uma forma de investimento ou renda passiva.

Vale ressaltar que as “bolsas de estudo” não são recursos oficiais do game — o que significa que, se você é um “bolsista” ou dono de conta e a parceria deu errado, o jogo não oferece nenhum tipo de suporte.

Como encontrar uma Scholarship Axie Infinity?

Caso você não conheça nenhum dono de conta, a única forma de encontrar Scholarship é por meio da comunidade Axie. Veja onde você pode se candidatar como scholar.

Discord

O grupo oficial do jogo no Discord é uma das formas de encontrar uma Scholarship. Para acessá-lo, basta clicar no ícone no canto inferior direito do site do Axie Infinity.

Assim que você clicar, surgirá uma tela de convite, bastando apenas aceitar. A partir daí, você fará parte do grupo, que conta com mais de 800 mil membros, entre gerentes e/ou donos de conta e pessoas interessadas na “vaga” de scholar.

Além disso, você também receberá uma mensagem automática para se cadastrar na lista de espera (é por meio dela que os donos de conta podem escolher você).

Facebook

Outra maneira de entrar em uma Scholarship Axie Infinity é por meio dos grupos do Facebook. Existem diversos, com várias pessoas procurando e oferecendo vagas.

Entretanto, é importante tomar cuidado. Muitas pessoas têm tido suas contas hackeadas, seja por passar informações que indevidas ou clicar em links suspeitos.

Para se ter uma noção, jogadores brasileiros perderam mais de R$320 mil em golpes relacionados ao Axie Infinity.

Por fim, caso alguém cobre sua entrada em uma Scholarship, é golpe.

AxieTree

A plataforma Axie Tree intermedia o aluguel dos Axies. Ela funciona como uma “imobiliária”, onde você pode alugar Axies ou oferecer seus Axies para aluguel.

Devido à praticidade, os donos de conta tendem a cobrar percentuais menores de comissão, variando entre 20% e 25%.

O catálogo de Axies tem um layout semelhante ao do marketplace do Axie Infinity, com os mesmos filtros. Portanto, basta fazer o cadastro no site, conectar sua carteira e montar sua equipe.

Porém, é preciso ser rápido pois, em pouquíssimo tempo, os melhores Axies esgotam.

Você pode escolher um Axie específico por meio do catálogo ou se registrar em todos de uma vez clicando no botão “Register to Borrow”.

Mais Axies Please

A Mais Axies Please também é uma plataforma que intermedia o aluguel dos Axies. O percentual de ganhos é dividido da seguinte forma:

  • 30% para o scholar;
  • 20% para a Mais Axies;
  • 50% para o dono da conta.

Além disso, as equipes disponibilizadas são pensadas estrategicamente. Com isso, você não precisa se preocupar com as possibilidades de combinações.

Para solicitar uma Scholarship por meio dessa plataforma, basta acessar site Mais Axies Please, clicar em “Solicitar Scholarship” e se cadastrar por meio do formulário.

Seu cadastro será analisado e, caso você seja selecionado, entrarão em contato.

Independentemente da forma de encontrar uma Scholarship que você escolher, será preciso comprovar que você é confiável e merece receber uma equipe.

Dessa forma, seja sempre educado, respeitoso e não envie spam e nem mensagens abusivas, pois isso reduzirá ou até mesmo eliminará suas chances de se tornar um scholar.

Por outro lado, não aceite qualquer oferta, pois assim como você deve ter respeito, o dono da conta deve te respeitar e conceder um percentual justo pelo seu desempenho.

Vale a pena jogar Axie Infinity para ganhar dinheiro?

Sim. Embora não exista uma fórmula mágica para ganhar dinheiro, o Axie Infinity pode ser uma boa alternativa de renda extra, ou até mesmo fonte de renda principal, e se torna ainda mais vantajoso se não for necessário realizar nenhum investimento inicial.

Entretanto, é preciso ter familiaridade com jogos e ter em mente que as recompensas são concedidas de acordo com seu desempenho. Não basta ter uma equipe e jogar, é necessário ter bons resultados para gerar lucro.

Saber analisar cenários é fundamental no mundo dos investimentos, sobretudo quando o assunto em questão está relacionado à criptomoedas, que possuem uma alta volatilidade.

O curso de Avaliação de Empresas e Ações, da escola da XP Inc., é uma ótima oportunidade de aprimorar ou até mesmo desenvolver essa habilidade.

Por meio dos seus aprendizados, você vai ter muito mais segurança para aplicar seu dinheiro e, consequentemente, potencializar seus resultados.

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