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Por que é importante entender sobre gestão exponencial para empreender?

Para aumentar o potencial do seu negócio, nada mais justo e sensato do que desenvolver e possuir uma gestão do nível exponencial, não é mesmo?

Se você procura abrir um empreendimento e fazer com que ele cresça, por exemplo, de forma incrível, este é o texto para você.

A Faculdade XP vem mais uma vez revelar os pontos básicos que podem e devem ajudar você a se destacar no mercado.

E, desta vez, vamos te apresentar como e por que um curso de gestão exponencial pode te ajudar, e muito, nesse sentido.

Aliás, se você ainda é bem novo no assunto, já possuímos aqui no blog um post explicando o que são as tais associações exponenciais, como operam e por que você deve se espelhar nelas .

Agora, vamos entrar nos méritos deste conteúdo com os seguintes seguintes:

  • Características de uma Organização Exponencial;
  • Organização tradicional x Organização exponencial;
  • 5 motivos para participar de um curso de Gestão Exponencial;
  • Solução Faculdade XP para você.

 

Características de uma Organização Exponencial

A transformação digital vem mudando muito os comportamento humanos, e dois deles dizem respeito a forma como consumimos e trabalhamos.

No campo do trabalho, uma automatização de processos possibilita, por exemplos que profissionais são redirecionados de atividades burocráticas e repetitivas para tarefas que análise e raciocínio, gerando maior valor ao negócio.

E é aí que está o trunfo das associações exponenciais, sendo menos ligado a uma enorme força de trabalho e mais relacionado à informação.

Esse tipo de gestão empresarial identifica oportunidades de negócios e cria soluções para dores que o mercado ainda não se deu conta.

 

Facilidade para inovar

Para ser uma organização exponencial, dificilmente a empresa em questão não possuirá facilidade para inovar ou mesmo a inovação como um dos grandes pilares próprios.

Fazer, essas instituições percebem, antes dos concorrentes, uma oportunidade de mercado e apresentar uma solução inovadora.

O produto ou o serviço pode até já existir, mas em alguma parte do processo, encontrou algo que ninguém ainda fez – ou se praticava, não praticava direito – e começa a realizar de uma nova forma.

Quer conhecer um exemplo?

O transporte privado individual urbano.

Antes, os táxis eram uma única alternativa e dominavam todo o mercado.

Hoje, a realidade já é diferente, tanto que novos aplicativos seguindo surgindo para preencher uma demanda de quem quer se locomover nas grandes cidades com:

  • Segurança;
  • Rapidez;
  • Economia;
  • E suporte que a tecnologia oferece.

Aliás, graças à agilidade e ao fluxo de ideias que essas associações costumam possuir, dificilmente param de levar inovação ao seu consumidor – e nem mesmo mesmo.

 

Altamente tecnológica

Causa ou consequência?

A tecnologia é o motivo do sucesso das associações exponenciais ou o resultado?

A verdade é que o termo só virou tendência e mais conhecido no tempo da digitalização, mas também, convenhamos, o avanço da tecnologia ajuda, e muito, nesse sentido.

Independentemente de qual seja a resposta para essa pergunta, o fato é que essas empresas possuem, sim, muito vínculo ao uso tecnológico – está na essência de empreendimentos como esses.

Seja no funcionamento e produção do seu serviço ou produto, nos processos internos ou no atendimento ao consumidor, a tecnologia está lá, sempre presente.

Com o grande crescimento e força da internet, você também pode começar a pensar de que forma a tecnologia pode te ajudar na atividade do seu negócio.

 

Maior uso do trabalho remoto

A possibilidade ou realidade do trabalho remoto – ou como muitos de nós conhecem: home office – não chegou por causa da pandemia.

Muitas empresas e profissionais já usam e usam dessa condição para produzir no dia a dia, há alguns anos.

Contribui de onde você trabalha e mora, pesquisas já revelam que trabalham em casa, muitas vezes, participar do custo tanto para a empresa quanto para o colaborador, e ainda aumenta a qualidade e quantidade de produção.

E com as associações exponenciais, isso também é bem presente.

Enquanto as empresas tradicionais demoraram um pouco mais para chegar nesse ponto, essas associações já estavam lá.

5 principais características de uma Organização Exponencial

 

Modelos e meios colaborativos

O crescimento exponencial conta com outro diferencial, que consiste em aplicar o conhecimento dos profissionais certos em cada tipo de demanda.

Então, além de fazerem uso do trabalho remoto, como empresas exponenciais, investem em modelos colaborativos que independentes de contratos formais de trabalho e têm um sistema de incentivos para cada profissional.

Um termo atual que sintetiza essa relação é o chamado  staff on demand , ou, equipe sob demanda.

O significado nada mais é do que somente os colaboradores incluídos para fazer o negócio rodar, variando o tamanho do tempo com base na demanda do momento.

Por sinal, plataformas colaborativas também entram em cena para conectar projetos, insights e dados.

Dessa forma, todo o resto do trabalho pode ser desenvolvido a partir de algoritmos, do home office ou da economia colaborativa.

 

Personalização e otimização

Seja para se relacionar com os colaboradores próprios (como já leu aqui) ou consumidores, uma organização exponencial investe bastante na personalização e otimização dos serviços e produtos.

E, para isso, a empresa promove meios que gerem engajamento.

É bastante comum, por exemplo, que existam fortes esquemas de feedback e um sistema de premiação por envolvimento com a marca.

Outro aspecto que reforça a personalização ou otimização, já citado no post anterior sobre organização exponencial, são as interfaces próprias.

Por presumirem que cada consumidor possui seu jeito, gosto e preferência, desenvolvem perfis únicos para cada pessoa.

 

Organização tradicional x Organização exponencial

Ainda vivemos num mundo corporativo que utiliza, majoritariamente, sistemas lineares para o gerenciamento do negócio.

Neste contexto, é comum predominar fatores como:

  • Uma hierarquia;
  • A centralização do poder e de conhecimento;
  • Uma cultura, muitas vezes, já ultrapassada.

Por outro lado, a nova mentalidade proposta pelas ExOs (associações exponenciais) exige a descentralização, transparência e inovação.

Isso tudo para criar os melhores caminhos para o crescimento exponencial.

Além disso, ao se tornar exponencial, algumas atividades até então executadas devem mudar e, de fato, mudam.

Entre várias delas, podemos destacar a gestão de pessoas, que possui diferenças como:

  • A contratação sob demanda ou operação;
  • O fim da estrutura hierárquica, em que as equipes são multidisciplinares, sem gerentes ou supervisores, com autonomia (autoridade descentralizada);
  • Aumento de mão de obra que não seja sua, como o Uber que utiliza carros de outros motoristas;
  • A priorização de resultados.

Nessa última grande mudança, é indispensável um sistema de acompanhamento e de feedback constantes, mesmo com a todo o processo e a hierarquia ficando mais para trás.

 

5 motivos para entender sobre Gestão Exponencial

Os cinco pontos determinados abaixo são, basicamente, o que você deve aprender num curso que se dedique a revelar os aspectos mais importantes de uma gestão exponencial.

 

Aprimorar sua visão estratégica em relação ao negócio

Seja dentro de uma gestão exponencial ou não, visão estratégica se faz extremamente necessária em qualquer empresa.

Por isso, se algum curso te oferece essa oportunidade de melhoramento em relação ao próprio negócio, você precisa considerar como ponto importante no critério de avaliação.

De outro modo, dificilmente, você conseguirá abrir um empreendimento que realmente se destaque, seja qual for o mercado.

 

Desenvolver o seu potencial de liderança

Para dar início a um negócio ou negócio-lo, não é preciso apenas iniciativa em ocasiões pontuais, mas, sim, constância.

Dessa forma, o desenvolvimento como líder tem de acontecer.

Aqueles que escolherem trabalhar contigo ou para você, com certeza, considerarão essa característica em você.

Então, invista nos comportamento que um líder geral possui e pense nisso na hora de decidir, cursar algo relacionado sobre empreendedorismo, por exemplo.

Para saber mais sobre como desenvolver seu potencial de liderança, clique aqui!

 

Entender na prática o que é ser um Gestor Exponencial

Como colocar no dia uma gestão exponencial dentro de uma grande organização, se alguém não entende como é ou o que é um gestor exponencial?

Por isso, se esse tópico também não fizer parte do repertório que um curso tem a oferecer, não vale a pena considerá-lo no processo de decisão.

5 motivos para aprender sobre Gestão Exponencial

 

Otimizar seus recursos e fazer mais com menos

Melhorar os recursos e ferramentas que possui está na ‘cabeça’ de praticamente todas as empresas.

No entanto, na prática, um número bem menor cumpre, e um número menor ainda consegue produzir mais com menos, por exemplo.

E esse é mais um dos fatores essenciais dentro de uma gestão exponencial.

 

Modelo ágil e transformação digital

Você conhece uma organização exponencial que não tem um modelo ágil ou está inserida numa transformação digital hoje em dia?

Pois bem …

Esse é o último ponto que mencionamos aqui e que tanto o curso que se propõe a falar sobre a gestão exponencial quanto ao negócio que está determinado a chegar lá precisar adquirir e desenvolver.

Tenha em mente que entender como colocar o seu empreendimento dentro de um modelo ágil e usando o digital fará, realmente, a diferença para você.

 

Solução Faculdade XP para você

Sabe todos os motivos que listamos do que um curso sobre gestão exponencial precisa e deve ter?

A Faculdade XP prepara um com essas características e muito mais para você!

Participe: esta é a sua oportunidade de se tornar um líder de sucesso em apenas 12 meses.

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O que devo saber sobre renda fixa?

Uma das categorias mais famosas de investimento, uma renda fixa significativa para o brasileiro durante bastante tempo.

Os preços altos proporcionam um bom retorno e, por isso, acabava não é necessário analisar tanto antes de se decidir por qual aplicação.

Porém, nos últimos anos, esse contexto vem mudando com a queda da Selic e você precisa entender alguns pontos do que envolve esse investimento.

Por exemplo, como essa categoria segue tão forte entre como preferida, mesmo com a queda da Selic?

Dessa forma, para explicar da maneira mais simples possível, distribuímos o conteúdo do seguinte modo:

  • O que é renda fixa e como funciona;
  • Renda fixa x Renda variável;
  • Principais investimentos em renda fixa;
  • Vantagens e desvantagens da renda fixa;
  • Bônus: e seguro investir em renda fixa ?.

 

O que é renda fixa e como funciona

Primeiro de tudo, é importante saber que, nos investimentos em renda fixa, o cálculo da atribuição é criado e conhecido desde o momento da aplicação.

É daí, basicamente, que se dá o nome de ‘renda fixa’ mesmo.

Em linhas gerais, quem compra um título de renda fixa “empresta” dinheiro para alguém, mas em troca, espera receber o valor aprimorado no futuro acrescido de juros, que são a remuneração pelo tempo em que o recurso ficou emprestado.

E, como rápido de primeira, como condições dessa transação (prazos, taxas, índices de referência e detalhes quanto à negociação dos papéis) são de fato acertadas desde o início.

Se, quem toma o dinheiro emprestado (os tais emissores de títulos de renda fixa) pode ser bancos, empresas e ainda o próprio governo.

Além disso, independentemente da origem, o funcionamento geral dos papéis é semelhante.

Mas saiba que renda fixa não é certeza de retorno garantido, pois também está sujeito a riscos, tanto de crédito quanto de mercado.

 

Afinal, quanto rende a renda fixa?

As condições de remuneração variam de papel para papel, de prazo de prazo, de emissor para emissor.

Normalmente, esses investimentos exigem alguns indicadores de referência, como:

  • Selic;
  • CDI;
  • TR.

A Selic , como já discutido here no blog, é a taxa básica de juros da economia brasileira, com a meta para ela sendo definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central.

Essa taxa serve de referência para o governo remunerar os investidores que compram seus títulos de dívida e estimar todas as operações envolvendo crédito no país, incluindo os investimentos de renda fixa.

A poupança, por exemplo, tem a Selic como referência direta de responsabilidade, atualmente rendendo 70% dessa taxa ao ano.

O Tesouro Selic, título público negociado no Tesouro Direto, também tem essa taxa como referência direta de pagamento, mais um pequeno acréscimo (ou, em alguns casos, uma pequena desvalorização).

Além disso, um taxa do CDI é outra referência importante, já que representa a média dos juros das operações de empréstimo de curtíssimo prazo realizado diariamente pelos bancos entre si.

Para se ter ideia, o CDI e a Selic caminham muito próximos um do outro e, geralmente, são praticamente iguais.

Os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) são uma das aplicações de renda fixa bem conhecida pelos investidores que têm o CDI como referência.

Aliás, os mais populares costumam oferecer um percentual do CDI como remuneração: modelo, esse, bastante comum nos investimentos de renda fixa também.

Numa aplicação que pague 70% do CDI, por exemplo, ainda que o CDI renda 5% ou 10% ao ano, o investidor embolsará apenas uma fatia disso – no caso, como fica óbvio, de 70%.

O terceiro referencial comum na renda fixa é a Taxa Referencial, ou, como fonte local aqui, TR.

Essa taxa corrige o rendimento da poupança e é calculado a partir das médias das taxas dos CDBs prefixados, emitidos por 30 instituições financeiras.

No entanto, algumas mudanças recentes na fórmula mantêm-se a TR em zero desde setembro de 2017.

>>> Saiba mais em: Como a taxa Selic afeta os investimentos? Viés de alta e baixa

 

Tributação

Onde, os investimentos em renda fixa padrões uma mesma sistemática de tributação: sujeitos a uma tabela regressiva de Imposto de Renda, com porcentagens que diminuem conforme o prazo do investimento.

  • A porcentagem (ou alíquota) mais alta é de 22,5%, para aplicações mantidas por até seis meses;
  • Para os que ficam entre seis meses e um ano, a alíquota cai para 20%;
  • Investimento por um a dois anos, para 17,5%
  • A menor alíquota, de 15%, vale para investimentos lentos por dois anos ou mais.

Aliás, isso vale para CDBs, fundos, debêntures e vários outros produtos de renda fixa, porém, algumas exceções e especificidades:

  • Alguns investimentos de renda fixa são isentos de Imposto de Renda: são os casos da poupança e das letras de crédito imobiliário e agrícola (LCI e LCA), por exemplo;
  • Fundos de renda fixa que recebem carteiras de curto prazo (carteira de títulos com prazo médio de até 365 dias) são tributados com apenas duas alíquotas. Se o investimento for mantido por menos de seis meses, o Imposto de Renda é de 22,5%. Se for mantido por mais tempo que isso, é de 20%.

 

Como funciona a remuneração da Renda Fixa?

O cálculo da rentabilidade dos investimentos de renda fixa pode seguir padrões diferentes, de acordo com o tipo de papel que estiver em análise.

Mas as três formas tradicionais de remuneração são:

  • Papéis prefixados: nas aplicações desse tipo, os juros são fixos e retirados no momento em que são lançadas. Por isso, o investidor consegue saber quanto receberá nenhum vencimento em reais;
  • Papéis pós-fixados: nesse caso, a atribuição é ligada a algum indicador de referência (como a Selic ou a taxa do CDI) e o valor do título é atualizado com base nele. Previamente, o investidor sabe que indicador é esse, mas não tem certeza de quanto receberá nenhum vencimento em reais, porque um táxon pode variar ao longo do tempo;
  • Papéis híbridos: mesclam-se características de aplicações pré e pós-fixadas. Uma parcela da remuneração se dá por juros fixos e outra é ligada a um indicador que pode variar ao longo do tempo. O caso clássico é o dos títulos ligados à propriedade, que pagam uma taxa prefixada, mais a variação do IPCA ou outro índice de preços.

 

Renda fixa x Renda variável

Já abordamos essa comparação, mas não custa lembrar …

Então, se nos investimentos de renda fixa a opção é conhecida desde o momento da aplicação, nos investimentos de renda variável acontece exatamente o oposto.

Nesse caso, o investidor não consegue saber, de antemão, qual será a rentabilidade da aplicação.

Sabe como ações?

As duas maneiras de ganhar na Bolsa de Valores são:

  • A distribuição de dividendos aos acionistas pelas sociedades emissoras;
  • A valorização dos papéis no pregão.

Embora analistas do mercado financeiro possam projetar como duas formas de atribuição, com base em análises de mercado e dos balanços da empresa que emitiu como ações, nada relevante de fato que o cenário vai se confirmar.

Não é possível ter certeza de qual será o ganho nos próximos seis meses ou um ano, ou nem mesmo se haverá ganho ou prejuízo.

 

Principais investimentos em renda fixa

A renda fixa é uma grande categoria de investimentos, que reúne diversos tipos diferentes de produtos.

Mas os principais são:

  1. Títulos Públicos

Quem aplica em títulos públicos empresta dinheiro para o governo fazer a máquina pública funcionar.

Os títulos púbicos são considerados os investimentos mais seguros, porque são emitidos pela mesma grande entidade, ‘o governo’, que imprime o dinheiro do país.

Há papéis de três tipos disponíveis no Tesouro Direto, sistema criado pelo governo em 2002 para facilitar as aplicações das pessoas físicas

Como já citado aqui, podem ser:

  • Prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais);
  • Pós-fixados (Tesouro Selic);
  • Híbridos, atrelados à publicação (Tesouro IPCA + e Tesouro IPCA + com Juros Semestrais).

Mas para investir em títulos públicos é preciso encarar algumas taxas:

  • A primeira é uma tarifa de custódia paga à B3, já que é uma Bolsa de Valores que organiza o sistema do Tesouro Direto;
  • Uma segunda possível taxa é de administração, cobrada por alguns bancos e corretoras que fazem a intermediação das operações. Essa cobrança não é uma regra.

 

  1. CDBs

Assim como o governo levanta dinheiro emitindo títulos públicos, os bancos fazem de forma semelhante, ao lançar Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) no mercado.

Os CDBs mais comuns são pós-fixados e oferecem como remuneração um percentual de algum índice de renda fixa – normalmente, um taxa do CDI.

Em alguns bancos, essa rentabilidade pode ser tão baixa quanto a da poupança (de 70% do CDI, por exemplo).

Mas, para atrair mais investidores, outros podem oferecer até mais do que 100% do CDI.

Os CDBs também contam com a cobertura do FGC, no entanto, seus conceitos são tributados pelo Imposto de Renda, seguindo uma tabela regressiva (de 22,5% a 15%).

Principais investimentos em renda fixa

 

  1. Poupança

A poupança é o investimento mais tradicional e, provavelmente, o mais conhecido do Brasil.

E para quem ainda não sabe, nessa modalidade, as regras de funcionamento e de rentabilidade seguindo normas pelo governo.

Não há taxas para aplicar na poupança, nem imposto de imposto de renda, então os convenientes são isentos.

Por sinal, é bom lembrar que a oferta oferecida aos investidores é a mesma coisa em todas as instituições financeiras e, desde 2012, varia de acordo com o patamar em que se encontra a Selic.

Como alguns conhecimentos, para os depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012, quando as novas regras entraram em vigor, o rendimento da poupança passou a ser de 0,5% ao mês, mais a variação da TR se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano.

Quando estiver igual ou abaixo disso, uma rentabilidade será equivalente a 70% da Selic, mais a variação da TR.

Quem mantém poupanças anteriores recebe ganhar como antigamente: 0,5% ao mês, mais a variação da TR.

Além da rentabilidade baixa, outro ponto negativo da poupança é o fato de que a rentabilidade só é creditada para os investidores uma vez por mês, no mesmo dia em que a aplicação foi realizada.

Então, alguém que aplica no dia 10 de um mês e precisa resgatar o dinheiro no dia 7 do mês seguinte, não receberá qualquer rendimento pelo período.

Para obter o retorno, seria preciso manter os recursos na poupança até a “data de aniversário” – neste caso, todo dia 10 de cada mês.

Por fim, a poupança é assegurada pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que devolve até R $ 250 milhões por investidor em casos de quebra da instituição financeira.

 

  1. Debêntures

Títulos de crédito emitidos por empresas e negociados no mercado de capitais, os debêntures também representam uma dívida, como os títulos públicos e os CDBs, mas com emissores diferentes do governo ou dos bancos.

Ser, os recursos levantados pelas empresas com as debêntures servem para financiar grandes projetos, como a construção de uma nova fábrica.

Por isso, elas costumam ter um vencimento mais longo do que outros produtos de renda fixa.

Além disso, as debêntures também podem ter retornos prefixados, pós-fixados ou híbridos.

Via regra, as debêntures são tributadas pela tabela regressiva do Imposto de Renda, com alíquotas que variam de 22,5% a 15%.

Mas há exceção: como debêntures incentivadas, que são usadas para captar recursos para a realização de grandes obras de infraestrutura no país, são isentas.

Agora, ao diferenciação da poupança e dos CDB, as debêntures não são cobertas pelo FGC.

 

  1. LCI e LCA

A lógica do funcionamento das letras de crédito, tanto imobiliário (LCI) quanto do agronegócio (LCA), é semelhante à dos CDBs.

Pois também são emitidas por instituições financeiras, mas com a diferença de serem restritas àquelas com alguma atividade de crédito relacionada ao setor imobiliário ou do agronegócio.

As letras de crédito pós-fixadas são mais comuns e é normal que ofereçam remuneração levemente abaixo que a dos CDBs.

Isso acontece porque as LCIs e LCAs são isentas de Imposto de Renda.

Aliás, essa vantagem, mesmo com uma rentabilidade menor, faz com que esses produtos podem ser atraentes para alguns investidores.

A exemplo da poupança e CDBs, essas letras de crédito também contam com a cobertura do FGC.

 

Vantagens e desvantagens de investir em renda fixa

Não conhecia e ficou interessado nas aplicações de renda fixa?

Pois tenha em mente que elas encaixam algumas vantagens que podem ser importantes para alguns investidores.

Como a maior previsibilidade quanto ao comportamento dos papéis e os ganhos que podem ser aproveitados.

Embora não sejam livres de riscos, essas aplicações oferecem ao investidor um horizonte mais acessível sobre o que esperar.

Outra vantagem é uma variedade de produtos disponíveis, cada um com uma característica bem específica, e de emissores possíveis.

Dessa forma, é possível diversificar a carteira, sem concentrar demais os investimentos em alternativas.

Por outro lado, uma das principais desvantagens da renda fixa, também, é que os ganhos são estáveis ​​até um pouco exagerado.

Pois há menos chances de se obter um retorno elevado rapidamente, ao contrário de como é comum acontecer no mercado de renda variável.

Além disso, embora exista uma variedade grande, alguns investimentos de renda fixa podem exigir aplicações iniciais elevadas, dificultando o acesso dos pequenos investidores.

Vantagens e desvantagens da renda fixa

 

Bônus: é seguro investir em Renda Fixa?

Ao contrário do que o nome certo, os investimentos de renda fixa não são livres de riscos.

O mais evidente deles é o risco de crédito, que envolve a possibilidade de perdas causadas pela incapacidade financeira da empresa emissora.

Todas as aplicações de renda fixa envolvem o risco de crédito em algum nível, mas é possível administrá-los papéis papéis emitidos por empresas com um rating (nota de risco de crédito atribuída por agências internacionais) elevado.

Também são considerados os mais seguros os títulos que possuem proteção do FGC (mesmo a garantia sendo limitada a R $ 250 milhões por investidor e por instituição financeira).

Outro risco também presente é o de mercado.

Mas o que isso quer dizer?

Que as condições do mercado podem afetar o valor dos papéis.

Esse risco é mais alto nos ativos prefixados e se apresenta na situação em que o investidor quer ou precisa resgatar os recursos antes do vencimento.

Nesse caso, é necessário vender os papéis pelo valor atual de negociação deles no mercado, que pode ser mais alto ou mais baixo do que o registrado na época do investimento.

Isso porque o rendimento acertado previamente, quando foi realizado o investimento, vale apenas caso a aplicação seja mantida até o vencimento.

Por exemplo, imagine que a taxa básica de juros tenha subido num período para um número acima do praticado na época em que o investimento foi feito.

Quando isso acontece, os títulos antigos tendem a perder valor.

Aliás, um impacto semelhante ocorre com os títulos prefixados quando um impacto semelhante ocorre.

Sem ajuste, eles perdem valor, já que seu retorno real, ao descontar o efeito da alta dos preços da economia, torna-se menos atrativo.

Por último, os investimentos de renda fixa podem estar sujeitos ainda a risco de liquidez, que é o grau de dificuldade para converter uma aplicação em dinheiro vivo.

Uma debênture pouco negociada no mercado, por exemplo, tem um risco de liquidez maior que o de um título público do Tesouro Direto.

Botão Quero Dar Meus Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos

O que é a Taxa Selic? Saiba como é definida a taxa básica de juros

Compreender o que é a Taxa Selic pode mudar o seu pensamento sobre a economia brasileira. Afinal, ela exerce um papel fundamental para o funcionamento do mercado e impacta o preço dos produtos em geral.

Por isso, é importante não só saber o que é a taxa Selic, como entender como ela funciona. 

Boa leitura!

O que é a Taxa Selic?

A Selic, ou Taxa Selic, é a taxa básica de juros da economia brasileira. A cada 45 dias ela pode sofrer alguma alteração, ou seja, aumentar, diminuir ou se manter estável, após a tradicional reunião do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Atualmente, o Copom elevou a taxa básica de juros a 13,25% ao ano, maior juro básico desde 2016, sendo o 11% avanço consecutivo.  

Mas, afinal, o que significa Selic?

A sigla quer dizer Sistema Especial de Liquidação e Custódia, programa 100% virtual em que os títulos do Tesouro Nacional são comprados e vendidos todos os dias por instituições financeiras.

Nem todos sabem, mas, além do Banco Central, apenas instituições fornecem permissão para negociar títulos nesse ambiente. Enquanto isso, a Taxa Selic está ligada aos títulos dos títulos públicos que o governo oferece dentro deste sistema.

Como funciona a Taxa Selic?

Como vimos, quem decide é o Copom, assim, os profissionais que fazem parte do comitê devem se encontrar a cada 45 dias para definir o destino da Taxa Selic.

A decisão fica a cargo de um grupo ligado ao Banco Central, que se baseia em inúmeros indicadores financeiros do País para chegar a um consenso.

As mudanças na Taxa Selic acontecem, justamente, porque a economia é instável – e, por isso, é necessário adequá-la ao contexto por conta de, ao menos, duas finalidades:

  • buscar equilíbrio financeiro;
  • garantir que o dinheiro continue circulando.

Antes disso, para explicar a Taxa Selic mesmo, é preciso voltar a duas necessidades básicas de qualquer governo:

  • ter dinheiro para fazer investimentos;
  • ter dinheiro para pagar dívidas.

Mesmo que a principal forma de arrecadação seja por meio dos impostos, outro método de arrecadação é pelo empréstimo e pelos títulos do Tesouro Nacional.

Entenda que os títulos do Tesouro Nacional são certificados de dívida emitidos e vendidos pelo próprio governo por meio do Sistema Especial de Liquidação e Custódia, certo?

Assim, quem compra um título ganha o direito de, em dados específicos, receber o valor de volta mais o acréscimo de juros.

Entretanto, é bom lembrar que, na prática, a maioria dos títulos do tesouro é comprada por instituições financeiras. Isso acontece principalmente porque, por lei, toda instituição é obrigada a depositar uma parcela dos depósitos recebidos no dia em uma conta no Banco Central.

Essa é uma forma de controlar a quantidade de dinheiro circulante. Diante dessa realidade, as instituições financeiras realizam diversas operações diariamente. É comum chegar no fim do dia com uma quantia maior ou menor do que pesquisar ter na conta do Banco Central.

Tipos de Taxa Selic

Taxa Selic Over

Esta é a taxa de juros praticada quando uma instituição financeira empresta dinheiro para outra e usa como garantia os títulos públicos adquiridos no Banco Central.

Taxa Selic Meta

Já a Taxa Selic Meta é a taxa básica da economia brasileira. No fim, ela serve como parâmetro para outras taxas praticadas no mercado e tende a ser a menor tarifa na economia toda.

Qual a importância da Taxa Selic?

Criada em 1979, período em que a economia brasileira enfrentava um cenário de hiperinflação, o objetivo da Taxa Selic sempre foi ser uma ferramenta de controle da informação.

Ou seja, independentemente da mudança que o Banco Central promover na taxa, sempre resultará em alta ou queda da informação.

Dessa forma, pode se dizer que o BC:

  • ao aumentar a Selic pretende desacelerar a economia, impedindo a adição de ficar muito alta;
  • ao baixar a Selic visa estimular o consumo e aquecer a economia, subindo a informação quando está abaixo da meta.

Como a Selic afeta seu dinheiro?

Os efeitos de qualquer que seja a mudança da Selic impactam todos os brasileiros e bancos até investidores estrangeiros.

Resumidamente, se a Taxa Selic aumentar, os preços de produtos e serviços tendem a baixar ou ficar estáveis, como consequência do controle da informação, mas os juros de crédito, parcelamento e cheque especial aumentam. 

>>> Aprenda também: Poupança é um bom investimento? 5 dicas para descobrir

Quais investimentos são afetados pela Selic? 

A forte influência da Taxa Selic na taxa de atribuição de diversos investimentos impacta os seguintes produtos financeiros:

Títulos do Tesouro Direto (Tesouro Selic)

Este é um título público cuja rentabilidade está indexada à Taxa Selic. Dessa forma, quando reduzida, também diminui a rentabilidade do título, e vice-versa.

Caderneta de poupança

A Poupança, por sua vez, também sofre os efeitos das mudanças na Selic, já que seu rendimento, por definição, está atrelado à taxa. Sendo assim:

  • se a Taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, uma poupança renderá 0,5% sobre o valor depositado + Taxa Referencial;
  • se a Taxa Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, uma poupança renderá 70% da Selic + Taxa Referencial.

Investimentos de Renda Fixa

Mudanças na Taxa Selic impactam também no CDI, um dos índices de rentabilidade mais usados ​​por investimentos de Renda Fixa. 

Aliás, CDBs, LCIs, LCAs, LCs são os investimentos mais comuns que usam o CDI como indicador de rentabilidade.

Logo, pode-se concluir que esses gastos também devem ser afetados no caso de mudanças na Taxa Selic.

>>> Leia também: Rentabilidade: o que é, tipos e como calcular

Taxa Selic e IPCA: qual a relação entre ambos?

É possível identificar as diferenças entre a Taxa Selic e IPCA, uma vez que a Selic é a taxa básica de juros e serve como referência para os juros cobrados do consumidor. 

Já o IPCA é o índice que mede a inflação a partir do cálculo da variação do preço dos produtos. 

Assista a um vídeo da educadora financeira Camila Botti sobre a diferença entre CFI, Selic e IPCA:

Como investir na Selic?

Para investir na Selic basta abrir conta em uma corretora de investimentos, transferir o dinheiro da conta-corrente para a conta da corretora e comprar o título.

O resgate pode ser realizado sempre que preferir, contanto que seja em horário de funcionamento do Tesouro Direto.

Vale a pena investir na Selic?

O Tesouro Selic é um investimento ideal para quem possui uma reserva de emergência ou deseja fazer investimento de curto prazo com liquidez rápida.

O rendimento do Tesouro Selic é muito mais vantajoso do que a Poupança, por exemplo, que acaba diminuindo o poder de compra do investidor. 

 Veja neste vídeo os melhores investimentos para aproveitar a alta da Selic:

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Virou o ano com o foco em querer saber o que der e vier sobre educação financeira?

Pensando nisso e em como isso pode te ajudar a realizar suas metas, conquistar seus sonhos e viver em prosperidade, a Faculdade XP chega com 5 dicas de livros sobre o tema.

Se você ainda não leu qualquer um deles, saiba qu’e obras essas farão enxergar dinheiro e como lidar com ele de uma forma muito diferente do que estava acostumado.

E aí, ansioso e pronto para conhecer qual é essa lista seletiva de livros sobre educação financeira?

Então, vamos lá!

 

O investidor inteligente

Quem pretende se educar financeiramente e investir em mercados à especulação tem que ler esse livro.

Maior consultor de investimento do século XX, Benjamin Graham formula uma disciplina de investimento rigorosa em ações e títulos do governo.

A obra é focada na interpretação do conceito de “valor do investimento”, que possui um propósito muito importante.

Tal conceito foi construído de modo a proteger os investidores de erros cruciais dentro do mercado financeiro.

Além disso, os ensinou a desenvolver objetivo de longo prazo, fazendo com que essa obra se tornasse a ‘Bíblia do mercado de ações’ desde a primeira publicação, em 1949.

Para se ter ideia, entre os leitores mais famosos que recomendam o livro está o bilionário Warren Buffett.

Esse investidor tão renomado diz que os ensinamentos de Graham foram um dos pilares para seu sucesso financeiro.

Para ele ainda, a obra é, de longe, a melhor já escrita sobre investimentos.

Por isso, não é à toa que Benjamin Graham ensinou e inspirou pessoas de todo o mundo e assim continua.

 

Pai rico, pai pobre

Escrito por Robert T. Kiyosaki e Sharon Lechter, esse é um dos livros mais vendidos do segmento no mundo.

Nele, é contada a história do pai biológico do autor, um homem inteligente e honesto, e do pai de um grande amigo dele, que nunca concluiu o segundo grau.

E qual a disso importante, se estamos falando de educação financeira?

Mostrar as diferenças do pai biológico, que nunca atingiu a liberdade financeira, e do pai do amigo, que se tornou o homem mais rico de Havaí.

Esse último, então, foi o pai rico que repassou grandes ensinamentos para Kiyosaki sobre dinheiro e como lidar com esse meio usado para troca de bens.

O conteúdo inserido nela revelação que muitos problemas da vida cotidiana podem ser resolvidos com inteligência financeira, como:

  • Saber diferenciar um ativo financeiro de um passivo;
  • Ou como pagar menos impostos.

Além disso, repassa aos leitores uma visão crítica daquilo que estamos acostumados a ouvir quando o assunto é alcançar o sucesso.

Por exemplo, você certamente já disse alguém dizer ou você mesmo disse as seguintes frases:

  • “Estude muito para poder trabalhar em uma boa empresa”;
  • “Não tenho condições de comprar tal coisa”;
  • “Com o dinheiro que recebo do trabalho, compro um bom carro”.

Pois bem, Kiyosaki contesta essa visão do mundo convencional, fazendo o leitor refletir sobre o que pode ser feito de diferente para atingir a riqueza.

Dessa forma, ele examina esses pensamentos reformulares ultrapassados ​​e que nos deixam mais parados na vida.

Então, no lugar de estudar muito para trabalhar em uma boa empresa, deveríamos estudar muito para ter a própria empresa.

Em vez de pensar que não podemos comprar um determinado item, devemos pensar o que se pode fazer para comprar o que deseja, entende?

Assim, essa obra se faz importante para quem pretende colocar em prática os ensinamentos mencionados e construir um patrimônio sólido.

Leituras para se educar financeiramente

 

Os segredos da mente milionária

Harv Eker faz, principalmente, você refletir sobre o que ele chama de “o seu modelo de dinheiro”, também ponto fundamental da educação financeira.

Isso nada mais é do que um conjunto de crenças que cada um de nós desenvolvemos desde a infância e que molda o destino financeiro das pessoas.

Assim, no livro, o autor mostra como substituir uma mentalidade destrutiva pelos modos de agir e pensar que acabam distinguindo os ricos das outras pessoas.

Um dos focos da obra e simplificar o processo: por meio da redução de gastos, é possível investir mais para atingir os objetivos financeiros num menor período.

Além disso, ele também fala sobre como fazer com que o dinheiro trabalhe para você tanto quanto você trabalha para ele.

Mais especificamente, como vincular melhor os seus conhecimentos aos seus resultados em detrimento da quantidade de horas trabalhadas.

A obra é ótima para reformular o modelo de dinheiro que é autodestrutivo muitas vezes, para um que nos leva à independência financeira.

 

A cabeça do investidor

Ao contrário do que se pode imaginar, esse livro foi escrito por uma psicanalista e psicóloga econômica, e não por um especialista em finanças.

Vera Rita de Mello Ferreira é psicanalista e doutora em psicologia econômica.

Basicamente, na obra ela explica que uma maneira como lidamos com o nosso dinheiro é pautada pelo emocional, seja para o bem ou para o mal.

A autora apresenta, durante o livro, dados de pesquisas consolidadas, com uma linguagem de compreensão e um toque de humor que leva o leitor a refletir sobre o modo como ele trata a sua vida financeira.

Por isso, não espere encontrar nesse conteúdo recomendações técnicas sobre investimentos.

O foco é como a cabeça das pessoas que funcionam quando têm de tomar decisões sobre seu dinheiro e investi-lo, em especial, no mercado financeiro.

Inúmeros erros sistemáticos, que são equívocos recorrentes cometidos pela maioria das pessoas, em casos identificados foram identificados em pesquisas nas áreas de:

  • Psicologia econômica;
  • Economia comportamental;
  • Finanças comportamentais;
  • Neuroeconomia;
  • E realizada por psicanalistas.

Aliás, são esses os estudos que fornecem uma base para o livro, escrito num estilo descontraído e que ajuda muito no autoconhecimento para uma educação financeira melhor.

Se você quer se aprofundar mais em investimentos, não só oferecemos livros sobre Educação Financeira, mas também temos as melhores recomendações sobre livros de investimentos. Clique aqui e confira a nossa lista!

5 livros de educação financeira para impulsionar seu conhecimento

 

O homem mais rico da Babilônia

Nas mais de 150 páginas da obra, o autor, George S. Clason, recorre a exemplos da antiga civilização da Babilônia para recomendar sobre como gerar mais renda e solucionar complicações financeiras.

Baseando-se nos segredos de sucesso dos antigos babilônicos – habitantes da cidade mais rica e próspera do tempo dele -, Clason mostra soluções ao mesmo tempo sábias e muito atuais para:

Além disso, principalmente para o cultivo como próprio recurso, tornando-se cada vez mais habilidoso e consciente.

Dessa forma, o autor faz paralelos muito interessantes entre a riqueza desse povo e a forma como lidamos com as nossas finanças atualmente.

E a indicação vale ainda mais a pena se você gostar de história.

Com mais de 2 milhões de exemplares vendidos pelo mundo, a obra foi publicada no Brasil apenas em 2013, pela editora HarperCollins.

O papel do autoconhecimento nas finanças

E aí, você se autoconhece ou até mesmo entende a função do autoconhecimento na sua vida?

Bom, este período é um bom momento para conhecer a si mesmo melhor, não?

É tempo de virada de ano e, geralmente, temos oportunidades de colocar uma série de novos hábitos e atividades em prática.

Então, se você ainda não investiu muito bem no autoconhecimento e, principalmente, no autoconhecimento financeiro, leia este texto até o fim e melhore sua situação atual.

Para isso, estruturamos este conteúdo da seguinte forma:

  • O que é autoconhecimento financeiro;
  • Por que o autoconhecimento financeiro é importante;
  • Como desenvolver seu autoconhecimento financeiro.

 

O que é autoconhecimento financeiro

Sempre pensando nos iniciantes no tema, começamos pelo alinhamento do que o assunto em si se trata.

Então, vamos lá.

Para os mais superficiais, autoconhecimento é apenas o conhecimento de si mesmo e nada mais.

Isso porque não é feita uma reflexão em cima disso para se descobrir de maneira mais efetiva e profunda.

Mas se formos um pouco mais a fundo, entendemos que esse conhecimento de si mesmo envolve conhecer nossas próprias características, sentimentos, inclinações, interesses e muito mais.

Dentro disso, o autoconhecimento consiste nessa nossa busca por investigar a si mesmo.

Assim, envolve o uso da autoconsciência e o desenvolvimento da autoimagem que, quando colocado em prática com frequência, faz com que você tenha mais controle sobre suas emoções e atitudes, por exemplo.

 

Por que o autoconhecimento financeiro é importante

Bom, se o conceito deste termo envolve nós entendermos melhor quem somos e como agimos, por que isso não seria importante?

Por exemplo, com a compreensão profunda de quem você é, é possível descobrir suas qualidades, capacidades e pontos a serem melhorados que talvez nem estejam tão visíveis para você.

Além disso, desenvolver o autoconhecimento permite encontrar oportunidades para se desenvolver constantemente e viver melhor ao lado das pessoas próximas a você.

Dessa forma, já dá para ter ideia de que o autoconhecimento envolve tanto o aspecto pessoal quanto profissional.

Você pode melhorá-lo dentro do esporte, nos seus hobbies e, acredite ou não, no ponto financeiro.

Quem não gostaria de se conhecer melhor e como se comporta de fato quando o assunto é dinheiro para saber lidar bem com isso?

 

Como desenvolver o seu autoconhecimento financeiro

Reflita sobre sua relação com o dinheiro

A Faculdade XP preparou justamente este post para te fazer refletir sobre seu contato com as finanças.

E como primeiro ponto para te ajudar a melhorar sua condição financeira, te convidamos a refletir sobre sua relação com o dinheiro.

Por que isso?

Exatamente porque muita gente enxerga o próprio dinheiro como um problema, como algo que devemos nos livrar.

Mas aí você pensa: “por que alguém gostaria de se livrar de algo que nos ajuda a ter o que desejamos?”.

Exatamente, mas acontece…

Por motivos já explicados aqui no blog algumas vezes, nem todo mundo tem uma experiência positiva com o dinheiro.

Para muitas pessoas, pensar ou falar em finanças quer dizer relembrar e revivenciar momentos ruins.

Infelizmente, para elas acaba sendo sinônimo apenas de contas para pagar, brigas entre casais, dívidas e mais.

Por isso, analise como é sua relação com o dinheiro hoje e:

  • Ressignifique-o;
  • Mude sua visão;
  • Busque os seus sonhos.

Mas pode deixar que a Faculdade XP não te deixará sozinho nessa.

O texto continua para te ajudar melhor nessa jornada de aprendizado próprio.

Como desenvolver o seu autoconhecimento financeiro

 

Use a força de vontade para focar em seus objetivos

Quem nunca quis começar algo, começou, mas no fim deixou para lá?

Isso provavelmente já deve te acontecido com todo mundo, então temos noção de quando fazemos uma atividade sem força vontade as chances de dar certo são menores.

Dessa forma, se você quer melhorar e prosperar financeiramente, invista muita vontade nisso.

Só o fato de você estar lendo este texto até aqui é uma pequena demonstração de dedicação e determinação.

Portanto, siga neste caminho e persista.

Uma dica especial para não diminuir sua força de vontade é não se comparar com os outros.

Muitas vezes, fazemos isso e acabamos por reduzir nosso ritmo até parar de praticar algo.

Isso é pior quando acaba acontecendo envolvendo um grande sonho nosso.

Diante disso, comece seu autoconhecimento financeiro, foque em você e vá em frente!

 

Entenda a importância das emoções nas suas decisões financeiras

Não parece tão óbvio assim, mas praticamente todas as nossas decisões são emocionais.

O que isso quer dizer?

Isso significa que grande parte do que decidimos são feitos baseados na emoção e não na razão, como muitos de nós gostariam de acreditar.

Para entender melhor a importância das emoções no nosso processo de decisão, todos os nossos pensamentos são carregados de emoções.

Diante dessa informação, nos resta admitir o tamanho da nossa parte emocional e buscar o equilíbrio entre razão e emoção.

Então, para isso, invista no que é conhecido como ‘inteligência emocional’, principalmente, por meio da:

  • Autocrítica;
  • Reflexão;
  • Empatia.

 

Defina seus maiores sonhos e coloque-os no papel

Quando enxergamos um grande objetivo pela frente que é de grande desejo nosso, fica muito mais fácil correr atrás dele, não?

E em muitos desses casos não só fica mais fácil ir em busca deles, bem como de conquistá-los.

Por isso, o esforço para definir quais são os nossos sonhos é muito importante como primeiro passo bem mais próximo da realização deles.

Porém, apenas estabelecer essa grande meta não é o suficiente, é preciso ir além.

Então:

  • Transforme o seu sonho em projeto;
  • Estabeleça metas para o projeto;
  • Determine hábitos para alcançar seu sonho.

E aí, já definiu seu sonho?

Portanto, é melhor começar a pensar nisso, certo?

O poder do autoconhecimento financeiro

 

Crie um passo a passo para tornar seus sonhos realidade

Esse “passo a passo” pode ser interpretado exatamente como um planejamento e não pode faltar nesse processo.

Pegando como exemplo de um grande sonho uma viagem, que é um dos mais comuns entre nós, é importante considerar na hora de planejar:

  • Estudo do custo da viagem;
  • Análise do roteiro de viagem.

Muitas pessoas pensam em custos só quando está no local de destino, mas é bom lembrar que os gastos com a viagem começam desde onde saímos.

Por exemplo, fazer uma revisão no automóvel e colocar combustível são duas atividades que já começam no local de partida.

Dessa forma, considere no custo de viagem fatores como:

  • Revisão do automóvel e combustível;
  • Pedágios;
  • Alimentação;
  • Hospedagem;
  • Lazer.

E não esqueça de separar uma boa reserva emergência para o caso de imprevistos durante a viagem.

Afinal, nem sempre conseguimos prever tudo o que vai acontecer, mesmo planejando algo com detalhes.

 

Gostou deste conteúdo e deseja por mais do tipo?

Pois saiba que a Faculdade XP justamente falando disso com bem mais aprofundamento e exemplos.

Botão Quero Ter o Poder do Autoconhecimento Financeiro

5 características que todo empreendedor deve ter

Este post saiu no fim de 2020, mas serve para qualquer empreendedor que queira ser bem-sucedido, seja qual for a fase do ano e da sua vida.

Então, se você quer iniciar um empreendimento ou melhorá-lo, fique atento ao que vai ser discutido aqui, porque deve te ajudar, e muito.

Mas antes de detalhar as características que devem fazer a diferença para você, empreendedor, no dia a dia, primeiro, vamos compreender o que são empreender e empreendedorismo.

 

O que é empreender

Para quem não é do setor ou está apenas começando, empreender pode ser nada mais além do que a abertura de um negócio.

Mas para as pessoas que já estão inseridas nessa realidade e conhecem melhor, sabem que empreender vai bem além disso, certo?

Por isso, aqui neste post, vamos trabalhar com a seguinte definição de ‘empreender’:

  • A habilidade em criar e implementar mudanças, inovações e melhorias a um mercado ou negócio, mesmo diante de desafios.

Isso porque empreender não está somente ligado à abertura de um negócio, mas, sim, faz parte de um processo ou jornada.

Empreender não se resume a uma atitude ou etapa apenas, mas, sim, percorre um caminho mais longo que esse.

Então, é bom ter em mente, por exemplo, que empreender significa superar desafios, aprender novas habilidades, ter e colocar em prática novas ideias.

Ideias, estas, que se destacam e diferem no mercado, ao mesmo tempo em que agregam muito valor para a sociedade.

 

O que é empreendedorismo

Agora, o que significa empreendedorismo?

É praticamente igual ou difere em mais pontos do que imaginamos quanto a empreender?

Bom, nos apoiando na linha portuguesa aqui do Brasil, empreender está ligado à ação, ao ato, por isso é um verbo e pode ser conjugado.

Enquanto empreendedorismo é um substantivo, transformando essa ação como parte de um processo.

Isso porque empreendedorismo quer dizer o processo de iniciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes.

Como é de se imaginar, é um termo muito usado no campo empresarial.

O que é empreender

 

5 características que todo empreendedor deve ter

Entendida a definição do que é empreender e o que o envolve, vamos refletir sobre os aspectos essenciais que o empreendedor tem de desenvolver.

São pontos que realmente fazem a diferença para se manter em alta na área ou alcançar o topo, para quem ainda não chegou lá.

Por isso, conheça abaixo as 5 características que quem quer empreender precisa possuir.

 

Fazer da paixão o guia do seu negócio

Geralmente, quem sai praticamente do zero para se tornar um empreendedor de sucesso, está num ramo pelo qual não é apaixonado ou é?

Analise de perto as histórias de quem chegou ao topo e calcule a probabilidade de alguém dar certo num empreendimento sem antes ter paixão pelo que faz.

Se você está numa área pela qual gosta muito, provavelmente, não desistirá tão fácil, caso não dê certo depois de algum tempo.

Porque se somos apaixonados pelo que fazemos, seguimos em busca dos nossos sonhos enfrentando os desafios e, muitas vezes, aprendendo com eles.

Dessa forma, encontre aquilo que te move e vá em frente até conseguir realizar seu grande sonho.

Deixe a paixão guiar o coração e a alma do negócio que deseja conquistar.

 

Planejar

Deixar a paixão nos guiar não quer dizer ir fazendo as atividades de forma aleatória e improvisada a todo momento, pelo contrário.

Apesar de um sentimento tão bonito, é importante colocar uma quantidade suficiente de racionalização no caminho.

Para isso, planeje o que for e o quanto for possível cada detalhe de como deseja conquistar o seu objetivo.

Pegue um papel, por exemplo, e anote as mais variadas possibilidades que podem ser enfrentadas pelo caminho.

Pense sobre plano A, B ou até C, se for necessário.

O relevante nesta parte é não se deixar cair ou falir num empreendimento, porque não planejou um passo a passo e, assim, não visualizou um obstáculo que poderia ter sido facilmente vencido.

 

Ler

Esta característica, a da leitura, deve ser novidade para quase ninguém, não é mesmo?

Por exemplo, você sabe me dizer em que área da vida a leitura não é apontada como essencial para se desenvolver?

Ao empreender não poderia ser diferente.

O fator anterior, a propósito, não pode ser tão facilmente realizado se não por meio de muita leitura.

Para planejar algo, é preciso ler para conhecer quais os mais prováveis desafios a serem enfrentados e melhores caminhos a serem trilhados.

Só assim um planejamento tem mais chances de ser bem-sucedido.

Atitudes que todo empreendedor deve ter

 

Pensar e visualizar seus objetivos conquistados

Você já ouviu falar em Lei da Atração?

Pois muitos empreendedores de sucesso, sim.

Quando você pensa demais sobre um momento, por exemplo, ele quase sempre não acaba acontecendo?

O problema é que frequentemente pensamos sobre situações ruins e, por isso, tantos de nós passamos por cenários complicados.

Agora, experimente pensar e visualizar mais sobre experiências positivas que você pode ter, como a conquista de um grande sonho seu.

Mas não pare: dia após dia, lembre desse seu objetivo e não o perca de vista.

Se você visualizá-lo por tempo considerável e suficiente, muito provavelmente, um dia, o conquistará.

Então, coloque o sucesso do seu negócio no seu pensamento durante um longo período e veja o que acontece.

 

Ser exemplo de liderança na sua empresa

Ser um exemplo de líder não significa apenas saber como mandar e desmandar na sua equipe, por exemplo.

Vai além disso.

Está também em saber como motivar, ensinar, valorizar e recompensar cada colaborador seu.

Aliás, permanecer humilde, independentemente do quanto de sucesso possua, é essencial para que siga sendo uma grande referência de líder não só na sua empresa, bem como para mais lugares que o próprio.

Além disso, um ótimo líder ainda executa todos os fatores anteriores mencionados aqui.

Conduzir um negócio, projeto, ideia não é tão fácil quanto alguns podem imaginar.

Por isso, a pessoa que se vê diante dessa realidade precisa estar constante informado, atualizado e ser bastante ativo em vários aspectos da vida.

Porém, isso não quer dizer que essa pessoa não possa ter seus momentos de relaxamento e descanso.

Por sinal, momentos de pausa também são muito importantes para que os grandes líderes e emprendedores consigam se manter no ritmo que ainda os destacam de outros.

Saúde mental é sinônimo de saúde financeira?

Saúde financeira e saúde mental: você já viu a discussão desses dois temas conectados?

Independentemente da sua resposta, saiba de antemão que o blog Faculdade XP traz à tona o debate da relação (ou não) entre os dois termos e mais…

Para começar, vamos abordar as definições de cada um, cumprindo a seguinte estrutura do texto:

  • O que é saúde mental;
  • O que é saúde financeira;
  • A relação de saúde mental e financeira;
  • Como melhorar esse contexto.

 

O que é saúde mental

Para mais para frente entendermos melhor a relação entre os dois assuntos, vejamos, primeiro, o que significa ‘saúde mental’.

Para se ter ideia, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar as suas capacidades, enfrentar o estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade.

Numa interpretação mais simples, isso representa conseguir lidar tanto com os sentimentos positivos quanto com os negativos, diante do que vivemos e passamos no dia a dia.

Aliás, o termo (ou o tema) segue muito em alta e, então, muito importante, durante quase todo o ano, principalmente, por atravessarmos um período de pandemia.

Isso porque tal momento exige muito de nós em lidar com uma mudança brusca, ao termos de ficar em casa por tanto tempo assim e distantes de quem queremos ficar perto.

Dessa forma, acabamos passando por um longo período de bastante estresse, preocupação e medo: respostas, estas, normais durante uma pandemia, de acordo com a OMS.

Visto a definição e entendido o tamanho da importância desse assunto, dá para compreender o porquê do debate frequente a respeito, não é mesmo?

 

O que é saúde financeira

Bom, agora, vamos ao significado de saúde, só que dentro do campo financeiro…

Para quem não sabe, saúde financeira é, geralmente, considerado como ter o controle do dinheiro de forma que se possa atingir os objetivos e grandes sonhos de curto, médio e longo prazos.

Situação, esta, que, infelizmente, não acaba sendo a realidade de muitos brasileiros.

Aliás, em vários casos, na verdade, esse cenário é tido como bem distante, como já mostrado aqui no blog no post “A importância da educação financeira“.

O que são saúde mental e saúde financeira

 

A relação de saúde mental e financeira

Diante das duas definições, você conseguiu ver alguma relação entre um termo e outro?

De qualquer forma, vamos mostrar para você em mais detalhes com alguns exemplos.

Como já discutido e revelado anteriormente, falar de dinheiro é ainda um grande tabu.

Porém, conversar sobre saúde mental também é um dilema, pois é um tema que ainda evitamos.

Da mesma maneira que levamos a sério quando uma pessoa tem um câncer, precisamos lembrar que depressão, ansiedade e outras condições da nossa mente prejudicam, e muito, várias vidas.

Aliás, apesar de poucas pessoas fazerem essa associação, saúde mental e saúde financeira andam de mãos dadas.

Por exemplo, segundo pesquisa conduzida pela APA – American Psychological Association (Associação de Psicologia dos EUA), o dinheiro é a principal fonte de estresse para a maioria das pessoas.

Tais problemas financeiros afetam negativamente a saúde como um todo, com impacto mais profundo na saúde mental dos indivíduos.

Portanto, assim como a saúde financeira afeta a nossa saúde mental, a saúde mental afeta nossa saúde financeira.

E acaba funcionando como um ciclo: pessoas muito estressadas por longos períodos, por exemplo, sentem maior dificuldade em administrar suas finanças.

Isso porque os sentimentos de medo, ansiedade e preocupação são intensificados e prejudicam a tomada de decisão de cada um.

Por outro lado, as dificuldades financeiras também pioram a recuperação de quem sofre com a falta de saúde mental.

Em pesquisa já tratada pelo blog da Faculdade XP, foi mostrado, por exemplo, que 39% dos entrevistados se sentem culpados e ansiosos quando o assunto é dinheiro.

No mesmo estudo, realizado pelo Instituto Locomotiva em parceria com a Faculdade XP, é revelado que 46% dos brasileiro afirmam ter frequentemente ansiedade em relação à sua situação financeira.

No entanto, é importante ressaltar que a saúde mental é afetada de diversas maneiras.

Há uma série de fatores, como eventos de vida, que levam alguém a desenvolver vários tipos de distúrbios mentais e emocionais.

De qualquer forma, é evidente que existe uma forte ligação entre a questão financeira e a saúde mental.

Um problema financeiro pode agravar a situação de quem já está com outras dificuldades, levando a pensamentos negativos em relação à vida, por exemplo.

 

Como melhorar esse contexto

Apesar dos números preocupantes, é possível dar o pontapé inicial para resolver isso.

Aliás, um primeiro passo é identificar o que veio primeiro: o problema financeiro ou o desequilíbrio da saúde mental.

Sabendo disso, o segundo passo é buscar ajuda para a origem do problema, sem culpa ou preconceito.

Como melhorar a saúde mental e financeira

Afinal, você quer resolver a dor da melhor maneira possível, sem criar outras dificuldades, certo?

Se o problema for financeiro, busque aprender mais sobre educação financeira.

Ela vai te proporcionar o conhecimento e a confiança necessários para tomar decisões mais equilibradas na sua vida.

Se a origem for outra, na mente, converse com alguém de confiança e busque o especialista certo para você viver melhor.

Sem dores, sem cobranças: você e nós todos merecemos viver com saúde integral e com as contas em dia!

Botão Quero Ter o Poder do Autoconhecimento Financeiro

O que é planejamento financeiro e como reverter os problemas econômicos?

Compreender o que é planejamento financeiro é um indício de que você busca tranquilidade para suas finanças. Afinal, organizar as contas pode ser um processo demorado, porém enriquecedor para concretizar sonhos.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2021 pela Associação Planejar com pessoas de 16 a 60 anos, 64,6% afirmaram que fazem planejamento financeiro, ou seja, mais da metade dos entrevistados.

Nesse aspecto, são diversos os motivos que levam as pessoas a mudar de vida. O começo de um novo ano, por exemplo, gera reflexão sobre o que poderá ser feito e fortalece a ideia de construir uma nova estratégia de lidar com as finanças.

Mas nem sempre é fácil criar um planejamento financeiro sozinho. Por isso, nós vamos ajudá-lo nessa empreitada para que você tenha oportunidade de realizar seus sonhos. Acompanhe!

O que é planejamento financeiro?

Planejamento financeiro é um conjunto de medidas estudadas que ajudam a organização financeira pessoal ou empresarial.

Serve também como uma estratégia para a tomada de decisões a partir da utilização de ferramentas de controle, por exemplo, o que facilita a realização dos objetivos, com segurança e tranquilidade, levando em consideração o perfil e a característica de cada pessoa ou empresa.

Porém, não adianta traçar uma estratégia curta, que dure uma semana ou em um mês, essa atividade deve se tornar um hábito duradouro.

Pensando em conquistar objetivos a longo prazo, é importante se concentrar no planejamento financeiro. O processo começa com uma análise sólida da situação atual, passando pelos caminhos necessários para o sucesso e independência financeira.

Por que é importante fazer um planejamento financeiro?

Seguindo os dados da pesquisa realizada pela Associação Planejar, os principais motivos dos brasileiros em busca de um planejamento financeiro são:

  • 46,2% querem organizar as finanças;
  • 41% querem evitar dívidas;
  • 9,8% estão endividados;
  • 18,6% se preparam para a aposentadoria;
  • 14% querem comprar um imóvel;
  • 7,4% desejam comprar um veículo.

Embora existam razões para mudar o modelo financeiro, no Brasil não  há uma cultura que valorize a importância da educação financeira.

As famílias e a população, como um todo, pouco falam sobre dinheiro e, nas escolas, também não se encontram, por exemplo, projetos de peso desenvolvidos por profissionais gabaritados para tratar do assunto “dinheiro” com propriedade.

>>> Leia também: Aprenda a quebrar o tabu do dinheiro e a ter uma vida financeira equilibrada

Como fazer um planejamento financeiro?

Apesar do cenário crítico, a solução pode ser mais simples do que parece, basta observar com muita cautela quanto você ganha e gasta seu dinheiro.

Para ficar mais evidente a estrutura que pode ser seguida dentro de um planejamento financeiro, observe os passos abaixo:

1. Organize suas contas pessoais

Organização é essencial para desenvolver qualquer atividade, e isso também pode ser replicado para o planejamento e o controle financeiro.

A boa notícia é que há diversas formas de organizar as contas pessoais.

Um controle financeiro pessoal simples, por exemplo, já pode ser suficiente para garantir ótimos resultados. No entanto, é melhor dispor de alguma ferramenta ou recurso que facilite esse processo. E essa parte é pauta para a etapa seguinte que discutiremos aqui.

2. Use uma planilha de gastos

Para os amantes do estilo tradicional, uma caderneta é o bastante para começar a colocar os valores de receitas e despesas. Porém, há outras ótimas ferramentas eficazes.  

Uma planilha de controle financeiro dentro de um Excel, por exemplo, é uma alternativa que funciona bem, aparentemente simples, sem exigência de um conhecimento avançado para utilizá-la.

Aliás, existem muitos modelos de planilhas, alguns oferecem gráficos que facilitam a visualização da evolução dos gastos e receitas.

Lembre-se de que, ao elaborar o planejamento financeiro, é fundamental que as despesas e receitas estejam detalhadas e classificadas.

Um detalhe importante e não muito discutido é não classificar cartão de crédito no grupo de gastos, mas, sim, como forma de pagamento. 

Portanto, ao efetuar o pagamento de supermercado utilizando o cartão de crédito, o valor dessa despesa deverá ser alocado nos gastos de “supermercado”, e não em “cartão de crédito”, ok?

Além disso, há ainda opções como o aplicativo Fliper, plataforma desenvolvida para facilitar o controle financeiro e otimizar seu tempo.

Ela representa um ótimo caminho também, já que muita gente a utiliza por mobilidade, uma vez que todos os dados se concentram em uma plataforma, podendo ser acessados de qualquer dispositivo móvel. 

Vale ressaltar que nas lojas de aplicativos para smartphones, é possível encontrar facilmente diversas opções, gratuitas e pagas, que te ajudam a organizar suas finanças, criando uma planilha detalhada dos seus gastos.

3. Defina seus objetivos e projetos financeiros

É importante que exista um objetivo para o dinheiro: o motivo que seja funciona como motivador para poupar e investir.

Então, defina seus objetivos como de curto, médio e longo prazos.

A partir daí, faça projeções de quanto vai precisar de dinheiro para realizar cada um deles.

Dependendo do tempo (maior ou menor) e do seu perfil de investidor, você deverá escolher investimentos diferentes, como:

  • mais ou menos arriscados;
  • e/ou com maior, ou menor potencial de retorno.

Se você é jovem e quer construir uma mentalidade financeira equilibrada para lidar com seu dinheiro e investir bem, indicamos o curso Educação Financeira para Jovens. Treinamento completo com dicas dos principais especialistas na área.

Como melhorar seus hábitos financeiros?

A mudança ou o ajuste nos hábitos é mais um ponto relevante para quem busca a educação financeira como estilo de vida. Essa transformação começa ao abandonar o consumo simplesmente por status, por exemplo.

O planejamento financeiro é um hábito saudável e você merece criá-lo, para isso, é fundamental colocar em prática as seguintes regras:

Economize seu dinheiro periodicamente  

Educar-se financeiramente abre portas para ter um ótimo planejamento financeiro e construir patrimônio, por exemplo.

Portanto, economize e invista sempre, pois isso facilita seu caminho para a independência financeira.

E para saber como está sendo a caminhada, separe um período do ano para revisar seu  planejamento.

Um ótimo ponto de atenção é investir e economizar até quando tudo parece estar indo bem demais, pois são nesses momentos que mais saímos fora da linha.

Monitore suas finanças 

Como já comentado, o planejamento financeiro pode e deve ser revisitado durante todo o percurso. Logo, assim como se deve manter atento quanto aos seus ganhos, também é acompanhar o andamento dos seus investimentos.

Dependendo do tipo de aplicação, pode ser necessário rever a estratégia e, assim, um novo caminho.

Aprender a investir

Fazer render bem seu dinheiro investindo é possível, mas antes é necessária uma estratégia elaborada e consciente.

Geralmente, o bom investidor sabe o que quer, se mantém atualizado e frequentemente busca novas oportunidades de conseguir mais conhecimento.

Para se ter uma ideia, mesmo em períodos de crise, o Brasil se mantém cheio de oportunidades para quem quer investir e enriquecer. 

Definir as estratégias de investimentos baseadas em seu perfil de investidor agiliza o processo. Isso porque, para fugir de prejuízos e fazer escolhas mais assertivas, é importante saber que você precisa encontrar opções que se adequem ao seu modelo de negócios.

Diante disso, seja estratégico em suas escolhas, sempre levando em consideração:

  • a quantia que pretende investir;
  • o período disposto a esperar para ter os lucros;
  • os objetivos definidos para esse dinheiro.

>>> Leia mais: Perfl de investidor: saiba como descobrir o seu

Planejamento financeiro: aprimore com conhecimento técnico

Com tudo isso, ao saber o que é planejamento financeiro e como funciona, deixou você mais otimista para lidar com o dinheiro do jeito certo? Afinal, viver com tranquilidade financeira é o sonho de muitas pessoas, e isso só se deve com organização.

Uma maneira de deixar você mais conectado a mudar de vida é investir nos cursos de educação financeira da Faculdade XP. Por exemplo, temos as formações: O Beabá Financeiro, Dinheiro Sem Tabu e O Poder do Autoconhecimento Financeiro.

São vários cursos que te ajudam a alcançar seus objetivos. Afinal, você aprenderá a lidar melhor com o dinheiro e superar as crenças limitantes que impedem sua prosperidade.

Boa ideia, não é? Então, invista agora mesmo e mude de vida financeira. 

Ansiedade e fobia financeira: o impacto no brasileiro e como melhorá-la

Você já ouviu falar de ou sentiu ansiedade e até fobia financeira? Pois bem.

Partindo do cenário macro para o micro, estresse e ansiedade são temas em alta já há algum tempo, ainda mais em tempos de pandemia, não é mesmo?

E já são muito discutidos, justamente por estarem bastante presente no dia a dia da sociedade e, assim, se tornarem um ponto que dificulta muito a vida de cada um.

Então, não é de se surpreender que a realidade seja semelhante quando um deles, no caso a ansiedade, é atribuído às finanças.

Para que o assunto seja discutido de forma mais nítida e compreensível, será dividido em subtópicos, como:

  • Por que o tema é importante;
  • Quais as consequências no dia a dia;
  • Como melhorar essa realidade;

 

Por que o tema é importante

Bom, primeiro, destacaremos a importância de se falar sobre ansiedade e fobia financeira baseada em números.

Pois o panorama que esses resultados levantados na pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, a pedido da XPeed, braço educacional do grupo XP Inc., oferecem são preocupantes.

Segundo o levantamento, feito com 1.500 pessoas em outubro deste ano, por exemplo:

  • 46% têm ansiedade em relação à sua situação financeira;
  • 47% se sentem inseguros ao lidar com informações financeiras;
  • 39% adiam suas decisões por medo de encarar as finanças.

Por que falar sobre fobia financeira

E por aí vai…

Apesar desses altos números, especialistas da área relatam que, muitas vezes, as pessoas pedem ajuda, sem dizer ou saber de cara que possui fobia financeira.

Um dos motivos para isso e comentado pela Andreia Fernanda, fundadora da Rico Foco, é que esse ainda é um assunto muito desconhecido.

Segundo ela, em grande parte dos casos, a pessoa chega no simples, dizendo: “Estou endividada e preciso de ajuda”.

Então, acaba se tornando uma situação mais complicada de se abordar de modo rápido e simples.

Um tema pouco falado ou pouco conhecido deixa o processo de melhora mais comprido, tendo que ser aprofundado e tratado com cuidado.

De acordo com outra entendedora do assunto, Tatiana, que é coordenadora do tratamento para compradores compulsivos do instituto de psiquiatria do HCFMUSP, quanto mais as pessoas desconhecem o tema, mais elas ficam medo de enfrentar essa questão.

Afinal, como realmente evoluir num aspecto que é pouco conhecido e, portanto, se tem pouca informação a respeito?

Além disso, outo ponto que colabora para valorização do debate do tema é a variedade de pessoas que a situação alcança.

Isso porque essa ansiedade e fobia financeira não só chega ao público de baixa renda, como alguns podem imaginar.

Pelo contrário, vai além disso, alcançando até as pessoas de mais renda, como alguns que até usam a poupança ou trabalham como administradores financeiros.

No caso de indivíduos como administradores financeiros, Andreia complementa que há uma certa diferença entre conduzir as finanças de uma empresa e as próprias finanças pessoais, por exemplo.

Então, como não levar em conta uma condição que não ‘escolhe’ um perfil específico de pessoas, não é mesmo?

 

Quais as consequências

Além dos vários dados citados até aqui, há mais situações que elevam a relevância da ansiedade e fobia financeira.

Essa realidade traz por si só mais prejuízos do que apenas os individuais, por exemplo, chegando a proporções sociais, como:

  • Má qualidade da relação interpessoal;
  • Separação de casais (divórcios);
  • Distanciamento do seu círculo social.

Isso muito por conta de quando nos sentimos afetados por algo que perdura por algum tempo além do que o comum, isso se reflete em outras pessoas.

Quem está à sua volta no cotidiano, muito provavelmente, perceberá em algum momento a diferença de comportamento da sua parte.

Bem capaz até de identificar sua baixa autoestima em um nível fora do que costuma sentir de você e aspectos similares.

A parte pior fica por conta da maior possibilidade de isso gerar algum atrito maior entre você e esse indivíduo, seja ele seu pai, mãe, irmão, amiga ou qualquer outro.

E a partir daí, você perder o contato com alguém que algumas vez na vida chegou a ser tão importante na sua vida.

Por isso tudo, o melhor a se fazer, uma vez identificado o problema, é abrir espaço para essa discussão, lidar com a situação frequentemente até evoluir o suficiente.

Então, vamos para o encerramento deste texto desenvolver justamente esse ponto.

 

Como melhorar essa realidade adversa

Para mencionar algumas opções viáveis de se desenvolver quanto à ansiedade e fobia financeira, ficaremos com as ótimas dicas ditas pelas especialistas na área que participaram da Semana de Educação Financeira Faculdade XP, que ocorreu entre 23 e 27 de novembro.

A presença muito especial foram de Andreia Fernanda, fundadora da Rico Foco, Camila Magalhães, médica psiquiatra e psicoterapeuta, e Tatiana Filomensky, coordenadora do tratamento para compradores compulsivos do instituto de psiquiatria do HCFMUSP.

Para elas, alguns pontos são fundamentais para desempenhar um papel positivo no melhoramento de lidar com a ansiedade e fobia financeira, como:

  • O reconhecimento do problema;
  • A busca por e acesso à informação;
  • A abertura de espaço para diálogo;
  • O pedido de ajuda.

Não tendo de acontecer necessariamente nessa ordem, mas que sejam cumpridos, sim, de alguma forma.

Como identificar a fobia financeira

Para a Tatiana, por exemplo, quando se tem a informação e abre espaço para conversar sobre dinheiro, isso repercute na abertura e procura por esse tipo de conhecimento.

Nesse processo entre se ter a informação e abrir para diálogo, tem uma questão muito importante que, se não cumprida, se torna muito difícil caminhar bem nesse sentido.

E essa questão é justamente o reconhecimento ou o assumir que você lida e tem de lidar com essa situação complicada no dia a dia.

Então, quando se conquista a informação e identifica que tal situação é muito condizente com o que experiência, é necessário assumir aquilo para si.

Daí em diante, o caminho fica mais simples, porque abrir para diálogo o assunto dinheiro com as pessoas mais próximas à sua volta e pedir ajuda deixa de ser um obstáculo, geralmente.

É o que ressalta a Andreia, ao dizer que é preciso pedir ajuda e não esperar, de modo a dar sequência no desenvolvimento dos seus sentimentos e comportamentos.

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Como organizar sua vida para começar a investir

Antes de começar a investir de fato, é importante entender alguns pontos da vida financeira que deixam você mais preparado para essa nova experiência.

E o que estamos falando aqui envolve um período anterior a compreender o vocabulário de ativos financeiros e essas diferenças de conceitos, por exemplo.

Na verdade, o que queremos dizer é que neste conteúdo você vai enxergar melhor os seguintes tópicos:

  • Por que começar a investir;
  • Metas de curto a longo prazo;
  • Diferença entre economizar, poupar e investir;
  • Trajetória e organização financeira.

 

Por que começar a investir

Um bom planejamento financeiro, em que você colocará em algum momento seus investimentos, por exemplo, é essencial para que você atinja suas metas.

Além disso, você aprende a cuidar melhor do seu dinheiro, sem esquecer que será de extrema importância para dar seus primeiros passos como um investidor.

Lembre-se: a vida é uma jornada de sonhos e o planejamento financeiro pode se tornar um grande aliado em suas conquistas.

Para alcançar seus objetivos financeiros muito mais fácil do que você imagina, isso só depende de você!

Mas para ter êxito nisso, planejar as finanças precisa ser uma atividade contínua e não algo pontual.

Então, procure sempre manter o controle do dinheiro gasto e do salário recebi­do, independentemente da fonte de renda.

Assim, você conseguirá analisar com mais facilidade se há exageros em gastos supérfluos ou se há, ainda, a possibilidade de economizar em determinado ponto.

Saiba que não há ‘um melhor momento’ ou uma ‘hora perfeita’ para iniciar o hábito de poupar, mas o tempo será um grande facilitador na sua jornada da independência financeira.

 

Metas de curto a longo prazo

Deixar para trás alguns hábitos de consumo, principalmente os descartáveis, em prol de um objetivo maior é fundamental para seu sucesso nos investimentos.

Por isso, é ideal que você estipule um nível de prioridade e os divida entre metas de curto, médio e longo prazo.

Veja os exemplos abaixo:

CURTO

Geralmente, metas com prazos menores a um ano. É muito importante destacar o conceito de reserva de emergência nesta parte, já que essa quantia serve para cobrir eventuais imprevistos ou ainda como uma reserva de oportunidade.

MÉDIO

Definidas pelo mercado como algo até cinco anos. Entre os exemplos, estão: a compra de um carro, uma viagem ao exterior e a reforma de uma casa.

LONGO

Usualmente definidas com prazo superior a cinco anos. Logo, as possibilidades já são bem maiores e podem abranger a compra de um apartamento, a faculdade para um(a) filho(a) ou até mesmo destinar valor para a aposentadoria.

Metas financeiras

A principal vantagem disso tudo é que você consegue, assim, manter seu foco e observar sempre seus resultados mais facilmente.

Portanto, procure ser bastante claro e detalhista na hora de definir seus objetivos, para traçar uma estratégia eficiente de execução.

 

Diferença entre economizar, poupar e investir

Muitas pessoas ainda têm dúvidas quando o assunto é poupar.

Pois bem, hoje, mostraremos a você as diferenças entre economizar, poupar e investir de uma vez por todas.

Veja alguns dos princípios ao se investir:

  1. Economizar

O primeiro é economizar! Evite gastos desnecessários e comece a negociar para pagar mais barato. Programe-se para efetuar compras à vista, a fim de controlar melhor seus gastos. Após um período, você verá que esse tipo de atitude se torna um hábito.

  1. Poupar

Bom, agora que começou a economizar, é de extrema importância que você planeje seus gastos e comece a formar algum tipo de reserva de emergência. Assim, deixar de consumir hoje se tornará um benefício pelo efeito dos juros compostos sobre o capital investido.

  1. Investir

Após esse período, você está pronto para se tornar um bom investidor. Com o tempo, você percebe os frutos gerados pelo esforço no curto prazo. Mas não esqueça: seu patrimônio deve ser investido para render juros com o tempo e não ser acumulado em um cofre.

 

Ajuste o orçamento

Outro passo fundamental na hora de se planejar está relacionado ao estabelecimento de um orçamento destinado a aplicações em produtos financeiros.

Separe esse valor assim que receber sua renda e o direcione para o investimento de sua preferência.

Desse modo, você não corre o risco de se enganar ao dizer que investe a quantia que sobrar no fim do mês, mas acabar gastando com despesas não planejadas.

Aliás, se o dinheiro já estiver sobrando, que tal fazer uma reserva e ser o seu próprio credor nos casos de emergência?

Isso porque você já começa a fugir dos juros e diminui os riscos de passar o sufoco financeiramente de novo.

 

Trajetória e organização financeira

A organização financeira é um princípio básico para o sucesso.

Por outro lado, a falta dela pode acarretar contas atrasadas, pagamento de juros e mal-estar psicológico.

Se você já chegou a ficar “no vermelho”, provavelmente cometeu algum equívoco básico no controle pessoal.

Logo, o que acha de utilizar aplicativos de anotação para despesas pessoais?

Eles são uma ótima alternativa para adquirir o controle das finanças.

Outro erro comum está relacionado ao impulso de consumir.

Por mais legal que seja ter um carro novo ou possuir uma casa na praia, vale ponderar a relação de custo-benefício de suas atitudes a fim de avaliar se essa é a opção correta para o momento atual.

Lembre-se: é importante buscar um padrão de vida que caiba no seu bolso.

 

Fases da vida financeira

Você já entendeu que o tempo e os juros sempre estarão envolvidos quando o assunto for investimentos, certo?

No entanto, ainda é preciso diferenciar algumas etapas da vida financeira.

Se você está no começo da vida profissional e não possui capital, o seu ciclo deve ser o de acumulação.

Nesta etapa, é importante manter a disciplina para construir uma reserva de dinheiro que será utilizada para gerar renda no futuro.

O investidor pode, durante esse período, assumir riscos conscientes com o objetivo de multiplicar o valor de sua car­teira de investimentos.

Caso já tenha capital, mas a sua principal fonte de riqueza ainda seja o seu trabalho, você está na fase de rentabilização.

Nesta fase, é necessário ter consciência dos riscos assumidos, já que não haverá tempo para recuperar uma perda expressiva de patrimônio.

Agora, na preservação de capital, você já obteve sucesso nas etapas anteriores e agora pode usufruir da renda conquistada ao longo da vida.

Aqui, o objetivo é preservar a carteira de investimento com aplicações conservadoras diante da meta de viver com base nos dividendos recebidos.

Abaixo, de forma mais objetiva, o passo a passo mencionado antes de montar a sua carteira de investimentos ideal:

  • Acumular;
  • Aumentar;
  • Preservar.

Fases financeiras para começar a investir

 

Quem é você no mundo dos investimentos

O perfil do investidor está relacionado à tolerân­cia de risco que cada indivíduo está disposto a assumir e serve como base para a identificação dos conhecimentos referentes aos diversos segmentos no mundo dos investimentos.

Além disso, costuma ser utilizado para guiar a escolha dos produtos financeiros mais adequados de acordo com o perfil de cada pessoa.

Entenda como o perfil do investidor é separado:

  • Conservador;
  • Moderado;
  • Arrojado.

A adequação dos produtos ao perfil do investidor, os objetivos, a situação financeira e o nível de conhecimento devem ser verificados pelas próprias instituições financeiras.

Na prática, significa que elas não podem oferecer produtos de investimento antes de avaliar se eles estão adequados para cada indivíduo.

Normalmente, essa análise é realizada por meio de um questionário que avalia os objetivos e a tolerância ao risco por parte dos clientes.

Mas isso não significa que os investidores tenham um perfil estático, já que a situação e o objetivo de cada um po­dem mudar com o tempo.

 

Reserva de emergência

É provável que a reserva de emergência seja o primeiro passo de muitas pessoas nes­sa jornada do investidor, independentemente de idade ou perfil.

Tal reserva também serve não só para ajudá-lo em alguma emergência, mas também como uma reserva de oportunidade em momentos de queda no mercado.

Geralmente, os produtos de investimento disponíveis nessa categoria apresentam baixa remuneração.

Só que, em contrapartida, são seguros, possuem baixa volatilidade e podem ser facilmente resgatados.

Alguns exemplos de aplicações nessa modalidade incluem:

  • Tesouro Direto;
  • Fundos de Investimento em Renda Fixa;
  • CDBs;
  • Poupança.

Porém, a querida poupança pode não ser tão atrativa assim, já que a remuneração dessa modalidade ocor­re apenas uma vez ao mês.

Ou seja, se o dinheiro for retirado antes desse período, você deixa de ganhar a remuneração vinculada ao prazo em que o patrimônio ficou retido.

Essa reserva, normalmente, abrange de três a doze meses do custo mensal de uma família, a depender do seu perfil e necessidades.

 

Jornada de aprendizado

Bom, gostou do conseguiu compreender para cumprir na prática a essa altura?

Legal, mas saiba que o mundos investimentos é um campo de eterno aprendizado.

Por isso, siga e avance com as próximas etapas.

Por exemplo, deseja ainda entender alguns conceitos relacionados a esse mercado para aprender a avaliar um investimento antes mesmo de analisar os produtos disponíveis para negociação?

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