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Conheça o conceito e as 7 camadas do modelo OSI

Da confirmação de compra em um e-commerce até o recebimento do pacote, há um longo caminho a ser percorrido. É a etapa logística que viabiliza que uma encomenda saia do centro de distribuição e chegue ao cliente. No mundo digital, a comunicação entre um computador e um servidor também é assim. Mas no lugar da logística, ela existe por conta do modelo OSI.

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas uma requisição feita para um servidor web não acontece magicamente. Na verdade, há um caminho a ser percorrido da máquina até esse servidor. E é esse caminho que é definido pelo modelo. Aqui nesse artigo nós explicamos mais o que isso significa e quais são esses passos. Confira!

O que é modelo OSI?

OSI é a sigla para Open Systems Interconnection – ou Sistemas Abertos de Interconexão, em português. Basicamente, esse modelo consiste em um padrão para os protocolos de rede. Simplificando ainda mais, ele determina quais regras de comunicação devem ser seguidas para a conexão entre dois ou mais computadores.

É por meio do modelo OSI que uma máquina envia requisições para um servidor. Isso pode acontecer a partir de um cabo de rede ou até mesmo pelo ar, no caso de requisições via Wi-Fi. Até que chegue ao seu destino, ela passa ainda pelo provedor de internet e uma série de outros servidores.

O modelo OSI foi lançado em 1984 pela Organização Internacional para a Normalização – popularmente conhecida como ISO.

Para que serve o modelo OSI?

Embora muitas vezes a tecnologia pareça incompreensível, cada pequeno evento tem por trás um processo bem definido. No caso da comunicação entre um computador e um servidor, é fundamental que exista um caminho bem definido. É para isso que serve o modelo OSI.

Esse modelo determina que etapas sejam cumpridas utilizando protocolos padronizados. São esses padrões que garantem a escalabilidade da comunicação, independente da tecnologia usada pelas partes envolvidas.

A função do modelo OSI é agrupar esses protocolos em grupos específicos, também chamados de camadas, para viabilizar a comunicação entre as partes.

Desvendando cada camada do modelo OSI

Basicamente, o conceito do modelo OSI é dividir um sistema de comunicação em camadas – mais especificamente, sete. Cada uma dessas camadas tem uma tarefa específica, além da função de se comunicar com a camada que está imediatamente acima e abaixo.  

Abaixo nós listamos cada uma dessas camadas e suas funções.

Camada 1 – física

A camada física está relacionada ao caminho que uma requisição percorre. Para facilitar, vamos relembrar o exemplo das encomendas que demos no começo deste artigo.

Imagine que para ir do depósito ao endereço do cliente, a encomenda percorre diversas ruas dentro de um caminhão. No mundo da tecnologia, essas ruas são representadas pelos dispositivos (como os hubs) e os meios de transmissão, como os cabos de redes.

Camada 2 – enlace ou ligação

É na segunda camada que os dados são transmitidos e processados. Antes, porém, eles são analisados na tentativa de identificar a existência de algum erro. Neste caso, eles são corrigidos e seguem seu caminho.

A função da camada de enlace ou de ligação também é controlar o fluxo no qual esses dados são transmitidos. Assim são definidas as tecnologias usadas, como a Virtual LAN (VLAN), bem como o funcionamento de switches, que são dispositivos responsáveis por conectar os elementos da rede.

Para encerrar, a camada 2 é subdividida em duas outras camadas:

  • Camada MAC: que permite a conexão de diversos computadores em uma mesma rede.
  • Camada LLC: na qual ocorre o fluxo de dados na rede

Camada 3 – rede

A principal função da camada de rede é endereçar o IP de origem e de destino. É como se ela verificasse quem é o destinatário e com quem ele quer se comunicar.

Caso existam muitas requisições de comunicação simultaneamente, é essa camada quem prioriza as que ocorrerão primeiro. Assim, ela controla o roteamento entre a origem e destino da informação.

Camada 4 – transporte

Enquanto na camada 1 nos referimos aos dispositivos como caminhos para a transmissão das requisições, na camada 4 falamos sobre quem as transporta.

É nesta etapa que o envio e o recebimento sinalizado pela camada de rede de fato acontece. Para isso, é preciso contar com elementos que gerenciem o transporte e garantam o sucesso desse processo.

Traduzindo, estamos falamos sobre protocolos como o TCP em UDP O primeiro, é voltado para a conexão e usado no envio e recebimento de dados na web. Já o segundo também é orientado para o envio, mas de uma maneira individual e direta, o que faz com que seja mais rápido, mas não totalmente eficaz.

Camada 5 – sessão

De nada adianta preparar a requisição e ter meios e dispositivos para transportá-la se não for possível estabelecer uma comunicação.

Neste caso, a função da camada de sessão é criar e encerrar conexões entre hosts. Lembrando que host é um computador ou máquina conectado a uma rede.

Quando uma sessão é estabelecida, ela viabiliza a comunicação entre as partes e lhes oferece suporte, como os registros de log.

Camada 6 – apresentação

Após o estabelecimento de comunicação, é preciso traduzir os dados transmitidos para que sejam utilizados. Assim, a camada de apresentação possui as seguintes funções:

  • Converter códigos para caracteres
  • Converter e compactar dados
  • Eventualmente, criptografar dados

Camada 7 – aplicação

Por fim, depois que os dados são tratados, eles estão prontos para uso. É na etapa de aplicação, a última do modelo OSI, que os dados são consumidos.

Aqui estão contemplados os programas que integram máquina e homem e que permitem ações como envio de e-mails, navegação em sites e compartilhamento de arquivos. Entre os protocolos relacionados mais conhecidos estão FTP e HTTP, além de serviços como o DNS.

Qual a importância do modelo OSI?

Uma máquina só pode se comunicar com outra se cumprir determinadas etapas, que são estabelecidas a partir de padrões. O modelo OSI é justamente a consolidação desses padrões.

Cada uma das camadas desse modelo é responsável por captar, trabalhar e enviar dados. Na sua ausência, essas informações podem se perder.

Uma das principais importâncias do modelo OSI é justamente o de viabilizar a comunicação entre máquinas distintas, mesmo que não haja conhecimento sobre a tecnologia usada por cada uma ou sobre a distância entre suas redes.

Agora que você já sabe mais sobre esse conceito, que tal mergulhar no universo da programação? No curso de programador de software iniciante da Faculdade XP, você aprende conceitos fundamentais para dar os primeiros passos na carreira.

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Guia prático: como declarar aplicações de renda fixa no IR?

Quer saber como declarar aplicações de renda fixa no Imposto de Renda 2023? Confira um guia prático e completo sobre o assunto.

Entra ano, sai ano e continuam as dúvidas na hora de declarar o Imposto de Renda. Se você  está nesse time, preparamos um guia que mostra como declarar aplicações de renda fixa na Receita Federal.

Por sinal, algumas opções são isentas do IR, a exemplo da LCI e LCA. Mas será que elas também precisam ser declaradas no ajuste anual para não ter problemas com o Leão? Neste artigo, você vai descobrir a resposta a essa pergunta (e muito mais).

Então, continue a leitura para ter mais detalhes sobre como declarar investimentos em renda fixa. Afinal, queremos te ajudar a ficar bem longe da malha fina. E o melhor: no fim do post, ainda temos um bônus que vai facilitar tudo para você.

Por que é importante saber como declarar renda fixa no Imposto de Renda?

Provavelmente, você já ouviu falar sobre “cair na malha fina”, que é o nome popular da malha fiscal. Mas o que isso significa na prática? Para resumir, essa é uma análise da Receita Federal que compara cada declaração de IR com os dados enviados por terceiros.

Para exemplificar, digamos que você tenha aplicado renda fixa pela corretora XP. No caso, a operação fica registrada com seu nome e CPF na Cetip, a Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos. 

Esse registro traz mais segurança ao processo e, ao mesmo tempo, possibilita o cruzamento de informações entre os órgãos reguladores. 

Portanto, é essencial saber como declarar aplicações de renda fixa para evitar problemas no IR. No fim das contas, você não quer encarar o Leão (e ter problemas no próprio CPF) por uma simples inconsistência de dados, não é mesmo?

Imposto de Renda sobre investimentos: como saber o que deve ser declarado?

Em linhas gerais, a declaração de IRPF contém os rendimentos e as despesas das pessoas físicas. Isso inclui os lucros obtidos por investimentos de renda fixa, renda variável e outros ativos. 

Quando falamos sobre como declarar aplicação em renda fixa, aqui temos um “pulo do gato”. Isso porque a declaração acontece todo ano, porém, a incidência de imposto pode demorar um pouco mais. 

Em outras palavras, a tributação de IR é feita pela própria instituição financeira (corretoras, bancos, etc.), apenas se houver o resgate do investimento.

Quais ativos de renda fixa entram nessa declaração?

Até mesmo os títulos que têm isenção de IR devem constar na declaração de ajuste anual de IRPF. Segundo o Money Times, precisamos colocar na ponta do lápis os seguintes pontos:

  • aplicações de renda fixa isentas de cotização no IR: poupança, LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas;
  • investimentos de renda fixa cobrados no Imposto de Renda: CDB, Tesouro Direto, LC, RBD e debêntures comuns.

Além disso, boa parte dos títulos que têm incidência de IR são tributados com base na tabela regressiva. Isto é, quanto mais tempo seu dinheiro ficar investido, menor será o imposto

Na tabela a seguir, você pode conferir como funciona:

Como declarar aplicação em renda fixa - tabela IR

Fonte: InfoMoney

Leia mais: O que é alíquota? Como funciona e qual o impacto no seu bolso?

Como declarar aplicações de renda fixa? Passo a passo 

Basicamente, as aplicações em renda fixa no IRPF variam conforme o título. Por isso, separamos o passo a passo de acordo com os diferentes ativos que devem ser declarados no Imposto de Renda, sendo eles tributados ou não.

Aliás, vale lembrar que essas declarações são feitas no sistema eletrônico do programa IRPF. E aqui vão algumas dicas:

  • não se esqueça de acompanhar os prazos divulgados pela Receita para fazer a declaração em tempo;
  • tenha em mãos o Informe de Rendimentos, que é emitido pela instituição financeira;
  • cada tipo de investimento requer sua própria declaração. Logo, você precisará repetir o procedimento, caso necessário.

Sem mais delongas, vamos ao passo a passo de como declarar rendimentos de aplicações em renda fixa no IR nos diferentes títulos!

1. Tesouro Direto

  • Acesse o menu “Bens e Direitos”;
  • Selecione o grupo “04 – Aplicações e Investimentos”, e depois o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros)”. Depois, clique em “novo”;
  • Informe qual é o saldo dos investimentos no exercício anterior, por exemplo, entre 31/12/2021 e 31/12/2022;
  • Inclua o CNPJ da instituição financeira em que você fez o investimento;
  • Em seguida, na parte de “discriminação”, insira a identificação “Título do Tesouro Direto”; 
  • Além disso, o valor do rendimento deve constar na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. Nesse caso, o código é “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”;
  • Por fim, preencha o beneficiário do título, o rendimento no período e os dados da fonte pagadora (nome e CNPJ).

2. CDB, LC e RDB

  • Assim como no exemplo anterior, na ficha “Bens e Direitos”, basta selecionar o código “04 – Aplicações e Investimentos”, e depois o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros)” e clicar em “novo”;
  • Especifique qual é o saldo dos seus investimentos no exercício da declaração, como 31/12/2021 e 31/12/2022;
  • Preencha o CNPJ da instituição financeira em que você aplicou recursos, bem como o nome do emissor;
  • Os rendimentos entram na aba “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, que segue pelo código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”.

3. Debêntures comuns

  • Em “Bens e Direitos”, marque o item selecione o grupo “04 -Aplicações e Investimentos” e depois o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros)” e, então, clique em “novo”;
  • Preencha o saldo dos investimentos conforme o ano-base, entre 31/12/2021 e 31/12/2022, por exemplo;
  • Inclua o CNPJ da corretora ou do banco, juntamente com o emissor na área de “discriminação”;
  • Já os rendimentos são declarados na aba “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, no código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”.

4. Debêntures incentivadas (alíquota zero de IR)

  • Acesse “Bens e Direitos”, selecione o código “04 -Aplicações e Investimentos” e então o código “03 – Títulos isentos de tributação” e clique em “novo”;
  • Continue da mesma forma que o item anterior (debêntures comuns), exceto na parte dos rendimentos;
  • Aqui, informe o retorno das aplicações no menu “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Selecione a opção “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”;
  • Para finalizar, inclua o CNPJ, a fonte pagadora e o valor dos seus rendimentos.

5. CRA, CRI, LCA e LCI

  • Vá ao menu “Bens e Direitos” , selecione o item “04- Aplicações e Investimentos”, e depois o código “03 – Títulos isentos de tributação” e clique no botão “novo”;
  • Declare o saldo do título e os dados relativos à sua instituição financeira;
  • Em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, marque o código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”;
  • Depois, informe os valores recebidos no ano.

Lembre-se de que para cada tipo de investimento, é necessária uma declaração. Então, é preciso repetir o procedimento para cada título de renda fixa que possuir.

6. Poupança 

  • Na ficha “Bens e Direitos”, marque a opção selecione o grupo “04 – Aplicações e Investimentos” e depois o código “01 – Depósito em conta poupança”;
  • Informe o saldo que consta na Poupança e os dados do seu banco;
  • Em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, vá ao código “12 – Rendimentos de cadernetas de poupança, letras hipotecárias, letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI)”;
  • A seguir, informe os valores recebidos no ano-base da declaração.

Leia também: Será que a poupança é um bom investimento? Descubra 5 opções melhores! 

Bônus: tutorial para a declaração das aplicações em renda fixa

Lembra que falamos sobre um bônus que vai facilitar sua vida? Pois bem: aproveite o tutorial do InfoMoney sobre como declarar aplicações de renda fixa. Aperte o play e confira:

Agora você já sabe onde lançar aplicação de renda fixa no IR!

O momento de fazer a declaração do Imposto de Renda pode ser visto como um desafio para muitos. Afinal, são vários detalhes que precisam de atenção. Ainda assim, como você viu, não é um bicho de sete cabeças. 

Com certeza, não é isso que deve impedir você de investir, certo? Esperamos que o post tenha te ajudado a descobrir como declarar aplicações de renda fixa. 

Se precisar de mais informações, saiba que existem empresas de contabilidade para investidores que podem te orientar no planejamento tributário. 

Agora que você já sabe onde colocar aplicação de renda fixa no IR, o que acha de continuar os seus aprendizados na área de investimentos?

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Aprenda como comentar no HTML e em outras linguagens

Está desenvolvendo códigos e quer saber como comentar no HTML? Que tal aprender agora?

Se você está aqui é porque tem uma noção de programação, ainda assim, antes de explicarmos como comentar no HTML, é fundamental que fique claro que os comentários são linhas que não fazem parte de um programa, mas são utilizados para fornecer informações dos códigos para os programadores, de maneira “oculta”.

Tecnicamente, os comentários no HTML são usados para explicar o que o código faz, ou servem para deixar notas sobre a programação. Geralmente, os comentários são escritos em uma linha separada do código, começando com um caractere de comentário especial que indica que a linha contém uma informação.

Para que você entenda melhora o que é e como comentar no HTML, continue essa leitura e aproveite nossas dicas.

O que é HTML?

Tecnicamente, o HTML é uma linguagem de marcação usada para criar páginas na Internet. Ele permite que os desenvolvedores criem páginas com texto, imagens, vídeos e outros conteúdos. Além disso, os desenvolvedores também podem criar links para outras páginas e para arquivos em outros sites.

O que são comentários HTML?

Os comentários em HTML são códigos que não são exibidos na página Web, mas são úteis para a organização do código-fonte. Eles ajudam a documentar o código, para que outras, além do desenvolvedor criador, possam entendê-lo. Além disso, esse tipo de comentário não afeta em nada o funcionamento do script.

A prática serve para deixar uma nota para você mesmo ou para outros desenvolvedores. Geralmente, são pontos de atenção ou informações importantes, especialmente quando o código é complexo.

Sem bug na cabeça e no código

Apesar de os comentários no HTML serem muito uteis, é importante ter cuidado com a quantidade e o tipo de comentários incluídos no código.

Comentários muito longos e detalhados, assim como marcações repetitivas e irrelevantes, podem tornar um código simples em algo complexo.

Ademais, é importante lembrar que comentários no HTML não se tornam parte do código, por isso, quando for preciso modificar um código-fonte, não basta somente comentar no HTML, é necessário atualizar o código.

<Confira: saiba tudo sobre Internet das Coisas />

Como incluir comentários no HTML?

Entenda que incluir comentários no HTML não é um bicho de sete cabeças. Para isso, basta usar a tag de comentário, que pode ser de linha única:

<!-- comentário -->

Ou de várias linhas:

<!--

Insira aqui

O conteúdo

Que deseja

-->

Viu como é simples?

Além de HTMLs, onde mais é possível incluir comentários?

Comentários podem ser inseridos em qualquer linguagem de programação e em algumas linguagens de marcação.

Em síntese, as linguagens de programação mais populares permitem que os comentários sejam inseridos no código usando um caractere ou uma série de caracteres especiais. Logo, cada uma tem sua sintaxe própria.

JavaScript

JavaScript é uma linguagem de programação interpretada que foi originalmente criada com o nome Mocha, depois foi renomeada para LiveScript e, finalmente, JavaScript.

Ela é usada principalmente para criar páginas web interativas e dinâmicas.

Existem dois tipos de comentários no JavaScript. Saiba como fazer abaixo:

Insira na linha apenas duas barras //, assim:

// Comentário de uma linha

Ou

Para várias linhas, use /* e */, veja abaixo:

/* Comentário

 De

 Múltiplas

 linhas */


CSS

O CSS é o acrônimo para Cascading Style Sheets, que em português significa Folha de Estilo em Cascata. É um formato usado para definir a formatação e o layout de um documento HTML ou XML. Ou seja, ele é responsável pelo estilo da página.

Ele é um dos pilares da Web semântica, pois permite que o conteúdo seja separado da forma. Isso facilita a manutenção e a reutilização do código, além de tornar as páginas mais acessíveis e de melhorar a experiência do usuário.

Então, como fazer? Para incluir comentários no css basta utilizar o símbolo de /* antes do comentário e */ após o comentário.

Ficará bem assim:

/* insira aqui algum comentário sobre o conteúdo */

PHP

O PHP é uma linguagem de programação de script open source de alto nível, muito utilizada, principalmente, para o desenvolvimento web e pode ser embutida em HTML.

Para incluir comentários no código php, utilize os caracteres // para um comentário de uma linha ou /* … */ para um comentário de múltiplas linhas.

Exemplo:

// Comentário de uma linha

ou

/* Comentário

 De

 várias linhas */ ?>

 Dicas na hora de fazer comentários no HTML

Boas práticas são fundamentais ao desenvolver e ajustar um código. Confira abaixo algumas dicas para você aplicar!

  1. Sempre utilize as tags de comentário corretamente;
  2. Evite comentar códigos que já estejam bem explicados;
  3. Sinalizou um erro no código e já foi consertado? Retire imediatamente para não confundir os especialistas;
  4. Seja conciso e objetivo nos seus comentários, pois pode interferir no tamanho final do documento (em bits);
  5. Utilize a linguagem de comentário correta para o seu projeto;
  6. Evite brincadeira nos comentários, seja profissional.

Área de desenvolvimento

Você sabia que o desenvolvedor pode trabalhar em diversos setores? Desde o desenvolvimento de software para computadores até a criação de aplicativos para celulares. Ele também pode atuar como analista de sistemas, desenvolvendo e implantando projetos de tecnologia da informação.

Desenvolvedores no Brasil enfrentam um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. A demanda por profissionais qualificados está crescendo, enquanto o número de pessoas formadas nas áreas de TI não acompanha o ritmo. Como resultado, os salários estão cada vez mais altos e as empresas estão cada vez mais exigentes com os candidatos.

Para se destacar, os desenvolvedores precisam ter um bom conhecimento técnico, além de experiência na área. As habilidades de comunicação e colaboração também são cada vez mais valorizadas, já que muitos projetos envolvem equipes multidisciplinares.

Quer aprofundar seus conhecimentos na área? Participe da DEV SUMMIT! Um evento online e gratuito para você aprender sobre tecnologias, ferramentas e práticas na área de desenvolvimento de software.

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O que é Tableau? Conheça a ferramenta e seus benefícios

No mundo corporativo, várias empresas buscam formas de otimizar os seus resultados. E um dos pontos essenciais em todos os negócios é como essas companhias fazem a leitura de dados. Para isso, há uma série de programas que entram como suporte para qualquer tomada de decisão. Um dos softwares mais utilizados é o Tableau. E se você quer saber um pouco mais sobre o que é Tableau, está no lugar certo!

Neste artigo separamos as principais informações a respeito da ferramenta. Aqui você vai encontrar o conceito que está por trás dela, para que serve, como funciona, a quem se destina, os principais benefícios e o custo para colocá-la em operação. Portanto, aproveite o texto e boa leitura! 

O que é Tableau?

Organizar os dados e as informações sobre um negócio nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, encontrar maneiras de estruturar os números é um grande desafio. E o Tableau surge como uma ferramenta que facilita a captura e a leitura desses dados, fazendo com que as análises dos profissionais fiquem mais acessíveis e descomplicadas. 

Se você ainda utiliza muitas planilhas para fazer análises importantes, saiba que o Tableau pode ser um grande aliado. Com ele você pode criar dashboards automatizados, o que faz com que as atividades fiquem muito mais ágeis no dia a dia. Tudo isso de forma integrada com os mais diversos tipos de banco de dados, como o SQL Server. 

Para que serve e como funciona essa ferramenta?

Conforme explicamos, o Tableau serve para obter uma melhor visualização dos dados, facilitando a leitura das equipes responsáveis pela tomada de decisão. Ele funciona para diversas finalidades: desde um relatório de vendas até análises de comportamento de pessoas ou consumidores.  

A ferramenta funciona de maneira fácil, intuitiva e tem uma interface simples. Projetada para ser automatizada, a plataforma é capaz de captar os dados que são anexados no sistema e criar leituras personalizadas. Com ela você consegue até mesmo projetar as informações em gráficos, o que possibilita identificar tendências e facilita a interpretação dos números.

Uma das suas grandes vantagens do Tableau é que os usuários podem fazer a gestão das informações por conta própria. Em algumas empresas, por exemplo, essa é uma das principais dificuldades, pois em sistemas complexos a ajuda de uma pessoa de TI é fundamental para resolução de problemas.

Para quem o software Tableau se destina?

Voltado para grandes empresas, o Tableau é uma plataforma destinada a equipes multidisciplinares mas, principalmente, para os gestores dessas companhias. Ela funciona como suporte para que eles possam tomar decisões mais assertivas e que estejam embasadas em dados consistentes. 

São essas pessoas que vão conseguir identificar comportamentos de clientes, fazendo com que os rumos de uma eventual campanha de marketing, por exemplo, possam ser corrigidos. Isso otimiza a assertividade do objetivo e, no caso de vendas online, pode até mesmo alterar o nível de conversão. 

Quem trabalha com CRM, ou seja, relacionamento com cliente, também pode se aproveitar do software. Como ele automatiza os relatórios, o setor pode integrar bases e identificar oportunidades, trazendo uma vantagem competitiva para o negócio. 

Por fim, a área de Data Science, também conhecida no mundo corporativo como BI, é outra que pode se aproveitar das vantagens do Tableau. Afinal, ajudar na estruturação dos dados, oferecendo autonomia para outros setores da empresa, otimiza o tempo na construção de reports detalhados. Com isso, é possível focar em outras frentes.

visualização de dashboard tableau
Acesse a homepage do Tableau aqui

Quais os benefícios do Tableau?

Se você ainda não se convenceu de que essa é uma ferramenta importante para a sua empresa, listamos abaixo alguns dos principais benefícios dela:

Implementação fácil

Por ser um software de fácil utilização, implementá-lo na companhia não poderia ser diferente. Com apenas algumas configurações e treinamento para as equipes, a implementação nas empresas segue o mesmo racional. E o melhor: como ela é simples, qualquer colaborador pode aprender a mexer na plataforma.  

Dados acessíveis

Criada para ser uma plataforma de visualização de dados, o Tableau cumpre bem esse objetivo. Ele oferece uma série de recursos que facilitam o acesso às informações de uma forma clara e assertiva, traduzindo planilhas complexas de um jeito prático. 

Recursos interativos

Mesmo que você faça o upload de uma planilha robusta dentro da plataforma, ela consegue traduzir os dados de forma clara por meio de recursos interativos. No Tableau é possível organizar gráficos de acordo com a sua necessidade, facilitando a visualização e interpretação dos dados que você imputou. 

Alto desempenho

Mesmo que você adicione uma quantidade robusta de dados para serem lidos, o Tableau consegue manipular tudo. E o melhor: isso não afeta o desempenho do software, permitindo fazer análises e filtros no momento em que você está operando a plataforma. 

Quanto custa a licença do software Tableau

Há pelo menos 3 tipos de planos para fazer a contratação do Tableau, além, claro, da versão gratuita, que possui bem menos recursos. A licença completa sai por US$ 70 por mês. Apesar disso, há opções mais em conta, mas que contam também com recursos mais limitados. A versão “Explorer”, por exemplo, sai por US$ 42 mensais. Nela você pode editar painéis. Já a versão “Viewer” é US$ 15/mês, garantindo apenas o acesso aos painéis. 

Vale ressaltar que, caso a sua empresa tenha necessidade de planos personalizados, é possível entrar em contato direto com o Tableau para montar um pacote com as características que você precisa.   

Como falamos, o Tableau é uma ferramenta essencial para quem busca otimização de dados e acesso organizado às informações da empresa. Sua implementação pode trazer, entre tantos benefícios, maior agilidade nas decisões importantes da empresa. 

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Saiba como linkar CSS no HTML de forma fácil

Quer aprender sobre como linkar CSS no HTML? Você está no lugar certo! O CSS, em português Folhas de Estilo em Cascata, (Cascading Style Sheets) é um dos principais pilares da web moderna. Ele é usado quase que universalmente para estilizar os documentos HTML que são renderizados nos navegadores.

Os benefícios da prática vão além de otimização de tempo, pois, o método permite deixar a estrutura dos códigos mais limpos e claros. Além disso, o CSS é bastante usado para melhorar o ranqueamento de um site pelas páginas de pesquisa do Google, por exemplo.

Válido pontuar que o CSS também permite que os especialistas ou treineiros criem documentos que se adaptam às diferentes tipologias de dispositivos, como monitores de computador, impressoras e dispositivos móveis. Em suma, é uma linguagem bem vantajosa.

Quer saber mais sobre o assunto? Entenda aqui o que é CSS e HTML bem como linkar CSS no HTML de forma prática! Boa leitura!

Conceituando: o que é CSS e HTML

O CSS é uma linguagem de estilo usada para definir a apresentação de um documento HTML ou XML. Com CSS, você pode controlar a cor, o tamanho e a fonte de um texto, além de inserir imagens e outros elementos gráficos.

Já o HTML é uma linguagem de marcação usada para criar páginas da web usando tags. As tags são elementos que podem ser adicionados ao HTML para definir o conteúdo e o comportamento da página, e podem ser utilizadas para criar títulos, parágrafos, imagens, links, tabelas e outros elementos da página.

Saiba que o HTML é uma das linguagens de marcação mais utilizadas por desenvolvedores. Ele é um padrão aberto que pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente.

Para você entender de forma mais simplificada, saiba que a linguagem de marcação define o conteúdo da página, enquanto a linguagem de programação define como a página deve se comportar.

<Bônus: aprenda como desenvolver dark mode em CSS />

CSS e HTML são linguagens de programação?

Não confunda isso! HTML é uma linguagem de marcação que define a estrutura de um documento ou site. Já o CSS é uma linguagem de estilo que define a aparência de um documento ou site. Eles são geralmente aplicados dentro do “esqueleto” do código de alguma linguagem de programação.

Vale relembrar o que é linguagem de programação. Trata-se de um conjunto de instruções que um computador ou aplicativo pode executar. Em outras palavras, essa linguagem é usada para escrever programas que fazem tarefas específicas. Existem muitas linguagens de programação diferentes, cada uma delas com suas próprias regras e sintaxe.

Em síntese, as principais linguagens de programação são: Java, JavaScript, Python, PHP e Ruby.

<Leia depois: o que é Internet das Coisas (IoT) e como é aplicada />

O que significa linkar CSS no HTML?

Você está precisando linkar CSS no HTML? Saiba que esse é basicamente um método que permite que todos os estilos sejam adicionados em único arquivo de extensão CSS, sem que seja preciso escrever todos os estilos manualmente em um documento HTML.

O arquivo CSS ficar salvo no servidor, sendo necessário apenas a criação de um link para realizar a vinculação com o documento HTML.

Principais formas de linkar CSS no HTML

Existem três maneiras básicas de usar o CSS em um documento HTML:

  • 1. Incluir o CSS online, usando o atributo style em um elemento HTML.
  • 2. Incluir o CSS como um arquivo externo, usando o elemento link.
  • 3. Incluir o CSS em um documento HTML como uma folha de estilo embutida, usando o elemento style.

Assim sendo, cada um desses métodos tem suas próprias vantagens e desvantagens, então você deve escolher o que melhor se adapta às suas necessidades conforme for desenvolver.

Vantagens da prática

Em síntese, vincular CSS ao HTML tem vários benefícios:

  • Pode economizar seu tempo. Se você tiver várias páginas HTML que compartilham os mesmos estilos CSS, basta vincular ao arquivo CSS de cada página em vez de duplicar o código CSS em cada página;
  • Pode tornar suas páginas HTML menores e mais rápidas de carregar;
  • Pode tornar seu código mais fácil de manter. Se você precisar fazer uma alteração em seu CSS, poderá fazê-lo em um só lugar (o arquivo CSS) e isso será refletido automaticamente em todas as suas páginas HTML.

Como linkar CSS no HTML?

Inicialmente você precisará de acesso ao servidor do site, do documento HTML (na extensão .html ou .htm), o arquivo CSS (com extensão .css) e conhecimentos básicos para fazer os ajustes necessários.

 Conheça o método (passo a passo)

  • Primeiramente, insira na mesma pasta (local) do site/plataforma o arquivo HTML e o arquivo em CSS;
  • Abra a página que irá fazer as edições;
  • Escreva o código que realizará o link entre HTML e CSS no arquivo HTML;
  • Não esqueça de utilizar as tags;
  • Escolha a linha de código que receberá a classe com a regra CSS e faça o link;
  • Posteriormente, no arquivo criado abra o .css e indique os atributos com a classe;
  • Agora, volte à edição do HTML e insira em qual local o atributo será utilizado.

Veja na imagem abaixo para você entender melhor!

Saiba na prática como linkar CSS no HTML. (Fonte: canal do YouTube, Edutoria)

Ao final, como ficará?

<link rel="stylesheet" href="caminho-do-arquivo.css">

Entendeu? Para linkar um arquivo CSS a um documento HTML, basta utilizar a tag <link> dentro da seção <head> do HTML.

A tag <link> deve conter pelo menos três atributos: href, rel e type. O atributo href indica o caminho para o arquivo CSS que será linkado.

O atributo rel indica o tipo de relação que o documento HTML tem com o arquivo CSS. O valor padrão é “stylesheet”, o que significa que o CSS é uma folha de estilo para o documento HTML. Ainda, o atributo type indica o tipo de conteúdo do arquivo CSS. O valor padrão é “text/css”.

Mercado brasileiro para DEVs

O mercado de trabalho para desenvolvedores está aquecido no Brasil. As empresas estão buscando profissionais qualificados para atuar em diversos setores, como bancos, seguros, saúde, varejo e e-commerce.

Você quer destaque no mercado de trabalho? É importante estar sempre atualizado com as novidades da tecnologia. Além disso, é fundamental ter boas habilidades de comunicação e raciocínio lógico. Com essas qualidades, você terá mais chances de conquistar o emprego dos seus sonhos.

Quer aprofundar seus conhecimentos na área? Participe da DEV SUMMIT! Um evento online e gratuito para você aprender sobre tecnologias, ferramentas e práticas na área de desenvolvimento de software.

Ah, você ainda ganhará um certificado de graça! Garanta sua vaga!

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Como aprender programação? Descubra que é simples!

Já é um fato que a linguagem de programação é fator primordial para qualquer execução online. Por isso que mais e mais pessoas estão buscando como aprender programação, uma vez que é uma área no mercado de trabalho com grandes oportunidades e que permite a realização de diversas funções.

Você provavelmente entende que programar é uma ação de planejar e dar instrução a alguma coisa para que ela funcione de um jeito específico, envolvendo totalmente a tecnologia, com códigos e outras linguagens que comandam as diversas funções dos computadores, dispositivos, softwares e até mesmo robôs. 

Mas você sabia que programação está entre as habilidades do profissional do futuro? Isso é o que disse um estudo feito pelo Fórum Econômico Mundial!

Essa versatilidade e conhecimento são os principais atrativos dos novos profissionais que amam a tecnologia da informação. Só que por mais que seja um mercado amplo, ele exige algumas noções básicas, gosto pela tecnologia e os sistemas, o que pode se tornar uma profissão um pouco complexa para alguns. 

Então, neste artigo você vai ver que aprender programação não é um bicho de sete cabeças e que você pode sim seguir uma carreira na área, mesmo que do zero, e ainda se sentir realizado e útil por isso, pois o que seriam das empresas hoje sem os programadores?

Continue a leitura e descubra!

Aprender a programar do zero e de graça, como?

Se você está planejando ingressar na carreira de programação, principalmente se não entende nada sobre o assunto, a primeira coisa que precisa é um computador bom, com espaço de armazenamento adequado para programas, e com acesso à internet. 

Feito isso, o interessante é começar a buscar sobre a importância da programação, as principais áreas de atuação e funções, daí você alinha com seus objetivos e inicia em um curso que vai te ensinar o básico da área. 

Existem uma infinidade de plataformas para aprender a programar de graça, e muitas também oferecem certificado de conclusão. Claro que se você quer ser um especialista na área vai ter que fazer um investimento maior e ter bastante experiência prática, mas para quem quer iniciar, é um bom caminho.

Além disso, vários desses cursos gratuitos ainda oferecem fóruns para trocas de informações e experiências com outros usuários e estudantes, o que contribui para todo o aprendizado. Só existe um porém: muitos desses cursos estão apenas em inglês, então ter uma boa noção desse idioma é essencial. 

Alguns sites que fazem isso são:

Qual linguagem de programação aprender?

Você deve estar em dúvida sobre qual a melhor linguagem de programação para se aprender, certo? Existem muitas possibilidades.

Para um profissional completo é importante saber todas, mas como cada uma tem suas funcionalidades, você pode entender o que é a função de cada uma delas e ver qual está mais alinhada com seu objetivo atual. Daí aos poucos você vai se desenvolvendo para a linguagem mais interessante para o seu momento.

As principais linguagens de programação utilizadas são:

Python

A linguagem Python pode ser usada para diversas finalidades na programação, sendo as principais:

  • criar aplicações web
  • desenvolver jogos eletrônicos
  • criar soluções para sistemas operacionais de empresas
  • aplicar projetos de inteligência artificial na indústria da robótica. 

Python é uma das linguagens mais comentadas nos últimos anos pelas sua ampla utilização e por ser mais moderna. Ela também permite que os profissionais programadores escrevam códigos mais legíveis, organizados e com mais produtividade se for comparar com os outros tipos.

Javascript

A mais conhecida na área de programação, embora muitos não gostem de utilizá-la por ter uma sintaxe mais antiga, diferente da Python. 

No entanto, um de seus benefícios é que ela é multiplataforma, ou seja, quando um desenvolvedor cria e finaliza um código ele pode ser usado em outra plataforma, com grande eficácia de portabilidade. 

Dominar Javascript vai fazer com que você saiba mexer no mercado de dispositivos móveis, como o Android. 

C

Uma das mais antigas linguagens de programação, mas é constantemente melhorada e atualizada para ser utilizada de maneira prática. 

Sua grande característica é a acessibilidade, fazendo com que o programador tenha mais autonomia, portabilidade e simplicidade na hora de criar projetos. 

A linguagem C é amplamente usada para programar softwares ou funções que se relacionam diretamente com o hardware de um dispositivo. Assim, é comum para se criar bancos de dados, sistemas operacionais, editores de texto e programas de edição e tratamento de imagens. 

C++

Baseada na linguagem C, porém bem mais avançada, quando um programador a utiliza é capaz de desenvolver jogos eletrônicos, programas de tratamento de imagens, tocadores de áudio, sistemas operacionais e editores de texto.

C#

Uma das mais recentes, a linguagem C# veio para flexibilizar o desenvolvimento de aplicativos. Ela foi criada pela Microsoft, mas não é utilizada em aplicativos para dispositivos eletrônicos e móveis, apenas para projetos e soluções para a plataforma .NET Framework.

Como sua sintaxe foi baseada na Java e C++, ela é uma combinação ótima para aprender particularidades e ainda entender outras linguagens, como a C#, sem dificuldade. Logo, quem domina essa pode aprender as outras mais rápido. 

Por que aprender programação?

Conforme já mencionado, a programação é um dos pilares que sustenta e move o mundo da tecnologia. Em todo lugar você a encontra quando se tem uma ferramenta tecnológica, como celular e computador. 

Além de ser um ramo com muitas oportunidades de crescimento de carreira e com bons salários. A média que um programador ganha no Brasil é em torno de R$3 mil reais, e isso muito por baixo e inicial. 

Assim, ela existe como forma de melhorar a experiência, criar soluções e ainda garantir que os dados dos novos clientes registrados sejam armazenados no banco de dados do próprio sistema do aplicativo.

Nada mais é que a área que cria ferramentas para facilitar sua vida e otimizar suas rotinas, ganhando mais velocidade na execução das suas próprias tarefas e produtividade. 

Dicas de como começar a aprender programação

Agora que você já tem uma base sobre como aprender programação, confira algumas dicas de como dar os primeiros passos:

  • Comece entendendo sobre as funções da área;
  • Entenda sobre o mercado de trabalho e as oportunidades de carreira;
  • Escolha uma linguagem de programação para começar a aprender;
  • Escolha um editor de texto e um compilador;
  • Conheça as ferramentas online disponíveis;
  • Faça cursos de especialização;
  • Pratique muito.

Agora é com você!

Sabendo de todos esses fatores de como aprender programação o que falta é você dar o primeiro passo na sua carreira e se dedicar aos estudos. 

Conforme dito anteriormente, existem muitos cursos básicos e gratuitos para começar a se inteirar sobre a área, mas se você deseja uma especialização mais completa e que lhe permite sair da formação já com a prática de mercado, aqui na XP educação temos um Bootcamp exclusivo para programadores iniciantes.

Para você acessar basta ter uma de nossas assinaturas e você vai aprender tudo o que precisa para alavancar na área de programação. Fale conosco e saiba mais.

Saiba o que é Power BI e seus 5 principais benefícios

A transformação digital provocada pelo avanço da tecnologia tem gerado um alto volume de dados e informações para as empresas. Se antes a captação e análise desses dados era feita de maneira tímida, hoje já existem sistemas específicos. É o caso do Power BI, que otimiza esse processo e amplia a visão sobre o negócio.

Lançado em 2015 pela Microsoft, o Power BI é um dos softwares mais conhecidos e usados pelo Business Intelligence. Embora se fale muito sobre ele, ainda existem dúvidas sobre sua utilidade e funcionamento. Aqui neste artigo reunimos tudo o que precisa saber para gerar mais valor para a sua empresa. Vamos lá?

O que é Power BI?

Basicamente, o Power BI é uma ferramenta para organização, visualização e análise de dados. Ela foi desenvolvida pela Microsoft e ajuda as empresas a compreenderem melhor os dados coletados e tomarem decisões mais assertivas.

Imagine que você capta e armazena dados em diferentes sistemas, como SQL, Excel e SAP. Para montar visões a partir de tais dados, é preciso acessar esses sistemas individualmente, fazer as extrações e, eventualmente, combiná-las.

O Power BI é a solução para esse processo. Com ele, é possível direcionar os dados para um dashboard único, garantindo uma visão consolidada e completa.

Como o Power BI está relacionado com o Business Intelligence?

De acordo com a definição disponível no site da Microsoft, o Power BI é uma “plataforma unificada e escalonável para BI (Business Intelligence)”. Isso significa que ela viabiliza a inteligência do negócio a partir dos dados consolidados e apresentados em seu painel.

O que é Business Intelligence?

Para compreender melhor essa relação, é fundamental entender o conceito de Business Intelligence.

Embora tenha ganhado destaque nos últimos anos, esse não é um termo novo. Na verdade, ele data da década de 1980, quando as empresas passaram a priorizar a organização dos dados em prol de informações mais rápidas.

Na ocasião, o objetivo do BI era coletar, tratar e organizar os dados coletados. Dessa maneira, tornava-se possível tomar decisões mais estratégicas, baseadas nos resultados obtidos.

Hoje esse conceito tem sido cada vez mais adotado pelas companhias e existem até áreas específicas de BI. Isso porque o volume de dados armazenados é consideravelmente maior que há 40 anos e muito mais dinâmico. Isso sem falar que transformar os dados em informação é fundamental para escalar e se destacar no mercado.

Como o Power BI funciona?

Agora você já sabe que uma das funcionalidades do Power BI é consolidar dados de diferentes fontes. Por isso, o primeiro passo para o seu funcionamento é entender quais módulos serão considerados na construção do dashboard.

Entre as fontes frequentemente utilizadas pelas empresas estão sistemas de CRM e ERPs, bem como arquivos em Excel e linguagem SQL. Quando esses dados são inseridos no Power BI, eles são organizados e apresentados de maneira amigável, incluindo gráficos e indicadores.

O funcionamento do Power BI também contempla o uso de filtros para a combinação de dados. Assim, é possível obter informações estratégicas que guiem o negócio na tomada de decisões.

Para que serve o Power BI?

Quando falamos em grandes empresas, que utilizam diversos softwares para a captação de dados, também falamos sobre um grande volume de informações que, se não tratadas corretamente, geram pouca eficiência para o negócio. É esse desafio que o Power BI se propõe a resolver.

A principal função da ferramenta é organizar os dados transmitidos. Consequentemente, ela serve para simplificar e otimizar a visualização de informações sobre o negócio, favorecendo o entendimento e a tomada de decisões.

Quem costuma usar o Power BI?

Por ter uma navegação amigável e informações bastante claras, o Power BI pode ser usado por todos. Na verdade, essa é uma excelente maneira de ter visão sobre o negócio e sua performance em números.

Entretanto, quando falamos sobre obter respostas e, principalmente, traçar estratégias a partir de dados, é fundamental ter pessoas especializadas a frente da ferramenta. É o caso dos profissionais de business intelligence.

Esses profissionais muitas vezes têm entendimento de temas administrativos, financeiros e contábeis, bem como habilidades de processos, raciocínio e lógica. Assim, eles são capazes de criar modelos de dados e relatórios compatíveis com o negócio e suas necessidades.

Por fim, é o profissional de BI que tem expertise para olhar para o passado da companhia a partir de seus dados e prever possíveis impactos futuros.

Principais benefícios do Power BI

Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens e benefícios de usar o Power BI em seu negócio, listamos os 5 principais. Veja:

01. Integração com diferentes fontes de dados

Imagine uma rotina em que você precisa acessar um único link para ver dados de ferramentas como Analytics, Salesforce, Excel e MailChimp.

É essa capacidade de coletar dados de diferentes fontes que gera grande valor à ferramenta. Com ela, é possível visualizar informações robustas e completas a partir de diferentes etapas da jornada do negócio e de maneira consolidada.

02. Visão 360 do negócio

Complementar ao tópico 1, o fato de ter uma visão consolidada sobre os dados coletados faz com que a empresa tenha uma visão mais ampla também. Isso dá mais poder para entendimento do negócio, bem como para a elaboração de estratégias e previsão de riscos.

03. Fácil de ser implementado e compreendido

Engana-se quem pensa que é preciso ter grandes conhecimentos técnicos para implementar o Power BI. Essa tarefa é fácil e muito intuitiva.

Além disso, outra vantagem da transferência de diversas fontes para uma única ferramenta é o fato de que linguagens complexas se tornam facilmente compreensíveis.

04. Dados em tempo real

Tenha dados sempre atualizados em seu painel. Assim, a qualquer momento você pode fazer cruzamentos baseados em situações recentes e se planejar em cima disso. 

E tem mais: diferente do Excel, que suporta cerca de 100 mil linhas, o Power BI pode receber milhões. Isso contribui com a visão consolidada das informações.

05. Personalização

O Power BI tem flexibilidade para personalizações de seus dashboards. Assim, você pode optar por ordenar os dados da maneira que for mais conveniente, inclusive com gráficos e indicadores.

>>> Se você tem interesse em seguir na carreira de BI, que tal se matricular no bootcamp Gestor de Business Intelligence, da Faculdade XP?

Nele, você adquire habilidades para se tornar a peça principal na tomada de decisões para o negócio a partir de dados e análises. Aprenda sobre fundamentos da estratégia organizacional, domine estatísticas, análise de gráficos e muito mais.

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Customer Success e Customer Experience: como se diferenciam e se complementam

A cada dia que passa as empresas estão criando ações que centralizam nos gostos e necessidades do cliente. Isso ocorre porque se um público não é saudável e satisfeito com uma marca, nenhuma empresa gera vendas. Por isso, o Customer Success e o Customer Experience estão sendo mais investidos no cotidiano corporativo.

Mas você sabe o que são esses dois conceitos e quais suas principais diferenças?

Uma coisa é certa, sem eles, as empresas atuais não conseguem se destacar no mercado e nem aumentar sua receita, pois lidar com clientes nunca foi tão importante quanto hoje. 

Neste artigo você vai conferir em detalhes o que é cada conceito, suas principais vantagens, as diferenças entre si e por que mais pessoas estão buscando um mercado na área. Confira!

Afinal, o que é foco no cliente?

Provavelmente você já passou pela situação em que recebeu uma oferta de uma marca a respeito de um produto que nada tinha a ver com seus objetivos atuais ou uma mensagem fora de contexto para o seu momento atual, não é?

Essa situação pode ser muito desagradável e você ainda pode achar que a empresa está com uma estratégia imatura por interpretar de maneira errada suas necessidades. 

O resultado: queima a reputação de uma empresa. Por isso, o mercado e a indústria se adaptam cada vez mais para acompanharem o comportamento do consumidor, principalmente aqueles que estão dentro do seu público-alvo, pois quanto mais o cliente estiver feliz, satisfeito e conectado com a sua marca, maiores são as chances de ele se tornar um promotor do negócio e defensor da empresa.

Portanto, focar no cliente nada mais é do que criar estratégias de relacionamento e atração de potenciais clientes ou clientes antigos, sendo que tudo é planejado de acordo com o próprio comportamento e as necessidades deles. 

O que é customer success (CS)?

Customer Success (CS) ou sucesso do cliente como o próprio nome diz, é uma estratégia utilizada pelas empresas com o intuito de almejar o sucesso da empresa como reflexo do sucesso dos clientes. Ou seja, é fazer com quem compra fique satisfeito com o produto que foi vendido. 

Conforme dito no tópico anterior, quando o cliente está satisfeito, alcançar as metas é consequência, por esse motivo que eles estão sempre em primeiro lugar na hora de planejar qualquer coisa. 

E é isso que o Customer Success faz. Ele garante essa satisfação e melhor experiência.

Vantagens do customer success

Sendo tão importante, aqueles que investem nessa estratégia conseguem:

  • Redução de custos, pois se o cliente está satisfeito, ele se torna um consumidor fiel e vai comprar de você mais vezes, o que acarreta menos custos de atração e divulgação dos produtos ou serviços;
  • Fidelidade com a marca, já que uma coisa leva outra, se alguém gosta ela volta a consumir;
  • Agregar mais valor ao produto ou serviço, uma vez que ele gostou, ele vai recomprar e considerar uma indicação positiva para as pessoas, melhorando a reputação da marca;
  • Melhorar o engajamento e o relacionamento com seus consumidores.

O que é customer experience (CX)?

Customer Experience (CX), ou experiência do cliente, foca na melhor experiência do cliente. Como? É você usar estratégias que solucionem verdadeiramente o problemas dos seus consumidores e com que todo o processo de compra dele seja o melhor possível. 

No modo literal, sua definição engloba as respostas cognitivas, afetivas, sensoriais e comportamentais que uma pessoa tem durante todos os estágios do processo de compra, seja ele a pré, o momento ou o pós-compra.

Segundo um relatório do Zendesk, ter um processo de CX é essencial em uma estratégia porque pode garantir que 50% dos consumidores não passem a consumir de empresas concorrentes.

Vantagens do customer experience

É de conhecimento geral que através de boas impressões, uma marca pode transformar seus clientes em divulgadores de sua marca. Portanto, muitas são as vantagens de se investir numa metodologia CX, como:

  • Aumentar a fidelização de clientes;
  • Ter uma vantagem competitiva frente ao mercado;
  • Melhorar a retenção de clientes;
  • Otimizar de recursos;
  • Potencializar o sucesso da empresa como um todo.

Diferença entre CX e CS

Embora o CS e o CX sejam conceitos bem parecidos, até confundem a maioria das pessoas, cada um tem um foco específico. 

Enquanto o Customer Experience trabalha mais com a parte emocional da jornada do cliente, o Customer Success está relacionado em entregar tudo que foi prometido a ele no ato da compra.

Confira abaixo uma lista com as principais diferenças entre os conceitos:

Customer Success (CS):

  • Foco em cliente e resultados;
  • É bem mais proativo;
  • Investe a fundo no relacionamento com o cliente;
  • Foca na retenção e recompra;
  • Possui estratégias mais focadas.

Customer Experience (CX):

  • Foca em clientes e em resultado;
  • É mais interativo, gosta de ouvir o cliente;
  • Foca a cultura organizacional e nos aspectos sócio-emocionais;
  • Tem estratégias mais abrangentes.

Como CS e CX podem atuar juntos?

Mesmo com suas diferenças, esses dois conceitos de experiência e sucesso do cliente são complementares e oferecem mais resultados quando trabalhados juntos. Isso porque, quando investidos na mesma empresa, torna os clientes mais fidelizados, satisfeitos, melhora o relacionamento e os torna advogados da sua marca. 

Na prática, quando uma equipe de CS se une a equipe de produto com o CX, ela ajuda a determinar se o produto está resolvendo os problemas dos clientes de forma eficiente e, quando isso acontece, a experiência do cliente é elevada.

Sem se esquecer que os dois juntos promovem o maior valor que o consumidor busca: a confiança!

Mercado para CX e CS

Consideradas funções tão importantes para as empresas, o mercado de trabalho nas duas áreas se mantém aquecido e em crescimento. 

Após a pandemia, a demanda por profissionais de CS e CX aumentou em 221% se comparado com os outros anos. Isso é consequência das empresas colocarem o cliente no centro da estratégia, o que faz crescer a procura por profissionais que buscam esses sentimentos e feedbacks dos clientes sobre as corporações.

Se você gosta dessa área, vai encontrar um mercado promissor em qualquer região do país e até mesmo no âmbito internacional. 

Por que iniciar uma carreira em CS e CX?

Sendo o cliente a chave de sucesso para as empresas, aqueles que buscam uma carreira com bons frutos nos próximos anos, encontram no Customer Success e Customer Experience uma oportunidade. 

Se você planeja investir na área, lembre-se que vai ser o principal intermediador para o sucesso da empresa e que vai contribuir diretamente para o crescimento dela, já que o principal ponto de contato do cliente será você. 

Portanto, para iniciar uma carreira na área você precisa gostar de lidar com pessoas e fazer uma escuta ativa constante com elas

Embora alguns pontos possam contribuir para o sucesso na carreira, como compreender a ampla variedade de métricas, além de saber interpretá-las e utilizá-las como estratégia. 

No entanto, tudo isso você aprende em um curso especializado na área. Esse é o seu objetivo ou ainda está em dúvida se vale a pena seguir nessa carreira?

Na Faculdade XP temos um MBA em Experiência e Sucesso do cliente, direcionado para quem quer ser um verdadeiro líder e especialista na área e desenvolver habilidades de relacionamento, engajamento e interação com os consumidores, sem deixar de entender o negócio como um todo. 

Acesse nossa página do curso e veja como você vai aprender sobre CS e CX de forma prática, imersiva, interativa e alinhada aos desafios do mercado de trabalho.

Software livre: entenda o que é e principais exemplos

Você sabe o que é softwares livres? Trata-se de qualquer aplicação que pode ser produzida colaborativamente por muitos especialistas e programadores em todo mundo, podendo ser usada, copiada, estudada, modificada e redistribuída com algumas restrições.

Quer entender mais? Confira aqui o que é software livre, exemplos, liberdade essenciais e diferenças com outros termos da área. Boa leitura!

O que é software livre?

Software livre é um programa de computador que pode ser usado, modificado e redistribuído livremente por qualquer pessoa. O software livre é geralmente desenvolvido por um grupo de voluntários que trabalham em conjunto para criar e manter o código-fonte.

Qualquer pessoa com noção em programação pode usar um software livre sem pedir permissão a nenhuma pessoa ou empresa, e, para garantir a igualdade de direitos entre os usuários desse tipo de software, foram criadas licenças de utilização.

A GPL, em inglês General Public License, que em português significa Licença Pública de Uso Geral, é a licença com maior utilização.

Exemplos de Software Livre

Você tem interesse em treinar ou desenvolver um software livre? Conheça alguns para uso pessoal:

  • Linux (sistema operacional GNU/Linux);
  • The GIMP (editor de imagens);
  • eMule e outros compartilhadores;
  • Mozilla Firefox (navegador web) e outros.

História e criador

Um estudante do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, chamado Richard Stallman, tinha uma paixão por programação e queria desenvolver algo com relação à colaboração e compartilhamento de tecnologias, e, após o término da graduação em Física, o mesmo foi contratado para ser programador do laboratório de Inteligência Artificial do MIT.

Na época, ele percebeu que a maioria das tecnologias utilizadas para estudos se tornavam software proprietário, ou não tinham continuidade pelos profissionais. Com isso, em 84, ele criou o projeto GNU que visou a construção de um sistema operacional com o propósito de ser um software livre sem qualquer tipo de restrição.

O projeto culminou no lançamento do sistema operacional GNU/Linux, que se tornou uma das plataformas mais populares para desenvolvimento de software livre.

Em 1985, a Fundação Software Livre foi instituída. A ideia era disseminar que o software proprietário não era o “caminho certo” para desenvolvimento de software. Em 1990 foi possível perceber que todos os componentes do sistema operacional foram criados, menos o kernel — esse adicionado em 92.

Stallman se tornou um defensor dos direitos dos usuários de software. Ele acredita que todos devem ter acesso ao código-fonte dos programas que usam, bem como a liberdade de modificá-los e redistribuí-los. Por essa razão, ele é um dos principais ativistas do software livre e dos direitos digitais.

Na imagem, Richard Stallman criador da filosofia de Software Livre. (Fonte: Siglo Nuevo)

<Saiba: o que faz um arquiteto de software e como iniciar na área />

Quais as suas liberdades essenciais?

Por se tratar de um movimento político e filosófico que objetiva a liberdade de acesso ao código-fonte, há alguns critérios de liberdade que devem ser obedecidos para estar dentro do conceito de Software Livre.

  • Liberdade 0: A liberdade de executar o programa como você desejar, para qualquer finalidade.
  • Liberdade 1: A liberdade de estudar o funcionamento do programa e fazer adaptações conforme as necessidades. Para isso, o acesso ao código-fonte é um pré-requisito.
  • Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa auxiliar outras pessoas da área.
  • Liberdade 3: A liberdade de distribuir cópias de suas versões alteradas aos outros. Assim, você pode dar a toda comunidade a chance de se beneficiar de suas mudanças. Aqui também o acesso ao código-fonte é uma pré exigência.

E quais as suas vantagens?

Confira abaixo alguns dos benefícios do uso de software livre:

  • Custo-benefício: isso porque muitos softwares livres são gratuitos;
  • Segurança: há comunidade e compartilhamento de experiências para correção de falhas de segurança e bugs;
  • Customização: uma empresa pode adaptar um software livre conforme o que precisa.

<Leia depois: saiba o que faz o profissional de Sistemas de Informação />

Quais os pré-requisitos de um software livre?

Os pré-requisitos para um software ser considerado livre são:

  1. O software deve ser gratuito para uso, distribuição e modificação;
  2. O software deve fornecer acesso ao código-fonte para que os usuários possam modificá-lo e redistribuí-lo;
  3. O software deve ser livre de quaisquer restrições que possam impedir o seu uso, distribuição ou modificação.

Ainda é importante que o software seja compatível com os sistemas operacionais mais populares, como o Windows, o macOS e o Linux. Além disso, o software deve ser fácil de usar e ter uma boa documentação.

Como diferenciar um software livre de um não livre?

Os softwares livres podem ser executados, estudados, redistribuídos e modificados, enquanto os softwares não livres só podem ser executados e estudados.

Os softwares não livres são protegidos por direitos autorais e controlado por uma pessoa ou empresa.

Como o software livre se relaciona ao Open Source?

Software livre e Open Source são duas abordagens diferentes para o desenvolvimento de software. Enquanto o software livre é focado em liberdade para o usuário, o Open Source é focado no código aberto. Isso significa que o software Open Source é disponibilizado gratuitamente e pode ser modificado pelos usuários, enquanto o software livre pode ser cobrado por uso.

Além disso, o software Open Source é geralmente mais bem documentado do que o software livre.

O que é Open Source?

Open Source, em português Código Aberto, é um termo utilizado na área de tecnologia que traz como referência o código-fonte de um programa, site ou outro. E como funciona? A linguagem de programação pode ser observada por qualquer pessoa com entendimento em programação e ela ainda pode adaptar para outros fins.

O programa desenvolvido “Open Source” possui a forma descentralizada e colaborativa e conta com a revisão e produção pela comunidade.

Quer aprofundar seus conhecimentos na área de Tecnologia da Informação? Participe do Bootcamp Programador(a) de Software Iniciante. Um conteúdo completo para você aprender sobre os pilares, conceitos fundamentais e as linguagens de programação em aplicação.

São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver! Você poderá estudar onde e quando quiser! Conheça a assinatura Multi Mais e tenha acesso imediato aos cursos e bootcamps oferecidos pela XP educação!


Ciência de Dados no Mercado Financeiro: como funciona?

A Ciência de Dados é uma área multidisciplinar que pode ser aplicada em diversos setores, sendo um deles, o mercado financeiro. Neste artigo vamos esclarecer como atua a Ciência de Dados no Mercado Financeiro e como você pode se tornar um especialista em ambas áreas.

A Ciência de Dados é necessária para o mercado financeiro?

Sem dúvida que sim. Diante da quantidade de dados do mercado financeiro, é praticamente impossível fazer a gestão financeira sem ajuda da tecnologia. Por isso, o mercado financeiro é um dos pioneiros no uso da Ciência de Dados para conseguir administrar tantas informações ao mesmo tempo. 

Qual a importância dos dados no mercado financeiro?

Em resumo, tudo que envolve o mercado financeiro são números e dados extremamente sensíveis. Dessa forma, a Ciência de Dados contribui para o maior processamento de dados em um menor tempo.

Além disso, ela atua diretamente no mercado de ações, ajuda na detecção de fraudes e trabalha para melhorar a experiência do cliente.

Assim, com tantos exemplos práticos do uso dos dados fica fácil entender a sua importância, não é mesmo? 

O que faz um cientista de dados no setor financeiro?

No mercado financeiro, algumas atribuições do cientista de dados são:

  • Coletar e armazenar dados;
  • Desenvolver soluções orientadas por dados para problemas como fraudes e experiência do cliente;
  • Codificar novos algoritmos do zero com objetivo de melhorar o gerenciamento do processo de análise de dados;
  • Minerar dados para conseguir insights.

Um analista financeiro pode ser considerado um cientista de dados?

Apesar de ambos trabalharem diretamente com análise de dados, o analista de mercado financeiro atua mais como um consultor técnico, prestando suporte e desenvolvendo soluções estratégicas para a rentabilidade do negócio. 

Enquanto um cientista de dados atua no mercado financeiro de uma forma mais ampla, atuando ao lado de profissionais de outros setores. 

Portanto, um analista financeiro não pode ser considerado um cientista de dados. 

Profissionais de Ciência de Dados no mercado financeiro
A Ciência de Dados no mercado financeiro possui diferentes aplicabilidades.

Aplicações da Ciência de Dados no mercado financeiro

A Data Science é uma ciência extremamente versátil e importante para os negócios. Abaixo, falamos um pouco sobre os seus diversos papéis da ciência de dados no mercado financeiro:  

Análise e gerenciamento de risco

Ajuda empresas a analisarem os riscos que estão correndo e tomarem decisões estratégicas. Além de ajudar também a gerenciar e amenizar os impactos causados pelos riscos do mercado financeiro como, por exemplo, uma crise econômica.    

Detecção de fraude financeira

Diariamente inúmeras pessoas são vítimas de ataques cibernéticos e entre os mais comuns está o uso indevido de contas bancárias e cartões de crédito. Nesse sentido, a Ciência de Dados ajuda bancos a identificarem fraudes e comportamentos fora do padrão do cliente, como compras ou transferências em valores incomuns para aquele perfil.   

Negociação algorítmica

Os algoritmos são capazes de fazer cálculos de alta complexidade com extrema rapidez e precisão. O que, consequentemente, ajuda empresas a compreender melhor os dados e fazer melhores previsões e desenvolver estratégias certeiras para o mercado futuro. 

Estratégia de investimentos

Com todos os dados em mãos, desde dados antigos até projeções futuras, fica mais fácil decidir onde vale a pena investir o dinheiro sem correr muitos riscos.

Aqui, é muito comum os cientistas usarem a análise estatística de dados, sobretudo análise preditiva. Ou seja, eles utilizam resultados já conhecidos para desenvolver novas estratégias que servem para prever novas projeções para o investimento.

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Por que a Ciência de Dados no mercado financeiro é diferente de outros setores?

Ao contrário do que se imagina, o cientista de dados não atua da mesma maneira em todos os setores, apesar de algumas atividades em comum a todos. 

Segundo dados da pesquisa realizada pela The Analytics Week e Business Over Broadway em 2016, apenas 11% dos cientistas de dados atuavam no mercado financeiro

Diferentemente da maioria dos setores onde os cientistas dos dados são geralmente desenvolvedores, no mercado financeiro os cientistas são pesquisadores que se interessam por essa parte de análise de números.  

Como é o mercado de trabalho para o cientista de dados especializado no mercado financeiro?

Com o volume de dados produzidos diariamente e com a consciência sobre a importância da utilização deles, a tendência por cientistas de dados especializados no mercado financeiro é cada vez maior

Dessa forma, se você quer ingressar na área, esse é um bom momento para conquistar uma oportunidade. De maneira geral, o cientista de dados será cada vez mais requisitado nesse mercado de trabalho. 

Salário

Segundo o Glassdoor, no Brasil um Cientista de Dados ganha em média R$ 8.361 por mês. Apesar de não ter dados concretos sobre o salário do cientista de dados no mercado financeiro, a remuneração desse profissional segue a mesma média salarial.      

Esses valores salariais podem variar por diversos fatores. Por exemplo, nível de conhecimento e de experiência na área.

Skills necessários para se tornar um cientista de dados do mercado financeiro

Em primeiro lugar, para atuar como cientista de dados no mercado financeiro é preciso uma qualificação relevante em ciência da computação, estatística ou áreas que se relacionem com números e análises de dados. 

Também é necessário ter conhecimento em tecnologias como Big Data e ferramentas de análises de dados. Além das noções tecnológicas, o cientista de dados também precisa dominar linguagens de programação, principalmente Python e SQL. 

Por fim, algumas habilidades que não são técnicas, mas são extremamente necessárias para a execução de um bom trabalho: concentração, organização e facilidade no gerenciamento de diversas informações ao mesmo tempo.  

Como se tornar um cientista de dados especialista no mercado financeiro?

Para você que já tem uma graduação, mas está buscando uma especialização em Ciência de Dados no Mercado Financeiro, a Faculdade XP acaba de lançar o MBA Ciência de Dados para o Mercado Financeiro

Segundo o coordenador do curso, Marcelo Garcia, “neste MBA vamos abordar duas vertentes relevantes para a tomada de decisões: próprio mercado de finanças, com todo o histórico atual e pregresso, e ainda os dados que podem ajudar a corroborar determinado cenário ou mesmo auxiliar em possíveis mudanças de rota”, destaca.

Com duração de 7 meses, o curso consiste em dois bootcamps: Cientista de Dados de Renda Fixa e Cientista de Dados de Renda Variável, além do Projeto Aplicado onde você deverá apresentar soluções práticas para problemas que serão apresentados ao longo do curso. 

O objetivo do MBA é que os alunos saiam prontos para atuar como analista de dados no mercado financeiro e transformem dados em informações valiosas para o mundo dos investimentos. E nada melhor do que aprender com quem realmente entende do assunto!