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Risco sistemático e risco não sistemático: diferenças e como se proteger deles?

Se existe uma coisa que todo investidor deve ficar de olho é sobre o gerenciamento de risco de suas aplicações. Afinal, só com ele é possível avaliar a exposição no mercado e tomar as decisões de acordo com seus objetivos. Entretanto, existem alguns tipos de risco que influenciam diretamente as expectativas de mercado, como o risco sistemático e não sistemático. Mas você sabe o que eles significam? 

Entender as diferenças entre esses dois tipos de risco é fundamental para ajudar em seus investimentos. Eles afetam diariamente os preços das ações e até mesmo algumas aplicações de renda fixa. Para ajudar, separamos neste artigo o que cada um deles significa, como se proteger desses riscos, além da importância de ter uma carteira diversificada para ter mais segurança. Aproveite o texto e boa leitura! 

O que é considerado risco no mercado financeiro?

A palavra “risco” é um dos termos mais utilizados no mundo dos investimentos. Ela serve para tentar mensurar os impactos negativos que determinada aplicação pode ter após o investimento. Em outras palavras, o risco nada mais é do que a probabilidade de um investimento gerar prejuízo ao investidor. 

No mercado de ações, por exemplo, o risco é maior porque as variações nos preços dos papéis acontecem diariamente. Isso também é conhecido como volatilidade, ou seja, quando um ativo valoriza e desvaloriza de forma recorrente. Essas mudanças acontecem por uma série de fatores, mas que geralmente são relacionados por questões macroeconômicas.   

O que é risco sistemático?

O risco sistemático é aquele capaz de influenciar todo o sistema, ou seja, o mercado financeiro inteiro. Ele consegue impactar todas as empresas e tipos de investimentos, embora esses efeitos sejam maiores para alguns e menores para outros. Portanto, ele é considerado um risco geral, que nenhuma empresa ou investidor consegue escapar.

Conhecido também como risco não diversificável, o risco sistemático é aquele que não pode ser anulado. Mas como ele acontece? Trazendo a teoria para a prática, podemos dizer que algumas coisas que acontecem no cenário macroeconômico são as grandes responsáveis por fazer esse risco ser realmente concretizado, como:

  • Inflação fora de controle;
  • Crise política;
  • Variação do dólar;
  • Crise global (como a pandemia da Covid-19);
  • PIB abaixo do previsto;
  • Mudanças na taxa de juros;
  • Insegurança jurídica;

>>> Quando falamos de investimentos, uma das principais preocupações é sobre o risco que corremos ao fazer aplicações no mercado. Mas como lidar com todos eles? A especialista de mercado da Faculdade XP, Clara Sodré, dá algumas dicas de como fazer um bom gerenciamento de risco com 5 passos essenciais. Dê o play no vídeo abaixo e tenha mais segurança na hora de tomar as decisões:

O que é risco não sistemático?

O risco não sistemático é aquele que se refere, especificamente, ao mercado no qual a empresa está inserida. Ou seja, são fatos e situações que podem impactar somente o segmento de atuação dela. Além disso, também podem ser considerados risco não sistêmico outros fatores, como: gestão, sazonalidade, comportamento de consumo, legislação, entre outros. Ele também é conhecido como risco diversificável. 

Vamos a um exemplo de risco não sistemático. Ao olhar para a Petrobrás, podemos dizer que ela está conectada diretamente ao valor do barril de petróleo e à cotação do dólar. São duas situações específicas que não impactam, por exemplo, empresas de varejo, como Magazine Luiza. Com isso, quando há uma desvalorização nos dois índices, o faturamento da empresa é diretamente impactado.    

Qual a diferença entre risco sistemático e não sistemático?

Para simplificar o seu entendimento, a principal diferença entre risco sistemático e o não sistemático é que o primeiro impacta o mercado inteiro, enquanto os segundo reflete apenas em seus segmentos específicos. Vale ressaltar que todos os papéis da Bolsa de Valores estão sujeitos a sofrer com os dois tipos de risco. Juntos, eles são conhecidos entre os investidores como risco total. 

Como se proteger desses riscos?

Como o entendimento desses riscos não é muito complexo, é possível encontrar algumas formas de garantir proteção contra os dois. Mesmo que tenham aspectos diferentes, a melhor maneira de evitar esses riscos é, principalmente, seguir alguns conceitos que são bastante comuns no dia a dia do mercado financeiro. Confira alguns deles a seguir:  

Diversificação de carteira

Essa é uma das maneiras mais seguras de garantir a proteção contra os riscos dos seus investimentos. Quando falamos de diversificação, precisamos entender que o ideal é não apostar todos os recursos sobre um único tipo de ativo ou forma de investimento. Com isso, compor uma cesta com diversas opções é o mais adequado, como ações, renda fixa, fundos, entre outros formatos. 

Pulverização x diversificação

A pulverização acontece quando você, por conta da compra de tantos ativos, reduz a possibilidade tanto de lucro como de prejuízo. É uma excelente opção para você fugir do risco não sistemático, ou seja, quando está vulnerável a apenas um setor específico. O ideal é que o investidor tenha, em média, entre 15 e 20 ativos na carteira, com segmentos diferentes, otimizando os resultados e diminuindo os riscos à exposição. 

Quais os principais riscos em investimentos?

O mercado está acostumado a lidar com alguns tipos de risco de investimentos. A seguir, separamos os principais deles e quais as diferenças:

  • Risco de Crédito: é quando o investidor se expõe à inadimplência, ou seja, quando corre o risco de não receber uma quantia, como no caso de empréstimos;
  • Risco de Mercado: geralmente, esse tipo de risco acomete ações, juros, taxa de câmbio, títulos públicos, privados, entre outros. Os riscos são as altas oscilações;
  • Risco de Liquidez: esse tipo de risco acontece, na maioria das vezes, por conta de falhas técnicas ou erros sistêmicos que impactam até na rentabilidade dos ativos;
  • Risco Regulatório: esses riscos ocorrem quando mudanças inesperadas na legislação feitas pelo governo prejudicam a rentabilidade dos ativos;
  • Rico de Concentração: aqui, o risco acontece pela falta de diversificação, ou seja, quando você concentra os investimentos em um único ativo e não aplica em outros; 

Agora que você já sabe a diferença entre risco sistemático e não sistemático, que tal aprender mais sobre o mercado financeiro? Faça já a sua inscrição em um dos cursos da Faculdade XP para garantir o conhecimento que você precisa. Aprenda como fazer Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco hoje mesmo! Clique na imagem abaixo e tenha um aprendizado completo, desde cálculo de risco à escolha dos ativos. Aproveite: 

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Você sabe onde investir na crise? Veja as melhores oportunidades

Um dos principais fatores para ter bons retornos no mundo dos investimentos é saber a hora certa para fazer as suas movimentações. Embora seja difícil identificar esses momentos, é possível dizer que, ao aproveitar as baixas de mercado, você conseguirá se aproveitar de ativos que podem estar descontados. Mas onde investir na crise? É possível confiar em investimentos nesses momentos?

Essa é uma das principais dúvidas de quem está começando no mercado financeiro, sobretudo porque há um receio de investir em algo que possa desvalorizar ainda mais. Mas será que essa é a atitude mais adequada, especialmente quando falamos de longo prazo?

Neste artigo você encontrará informações sobre oportunidades de investimentos nesses períodos, além de dicas para ter mais segurança em sua carteira. Aproveite o texto e boa leitura.  

Existe oportunidade de investimentos numa crise?

A resposta para essa pergunta é: sim, existe. O mercado oferece muitas opções para quem deseja investir, mesmo em cenários onde as circunstâncias não estão favoráveis.

O pulo do gato está em aproveitar a oportunidade certa e saber avaliar os riscos que uma aplicação pode trazer. É por isso que diversificar investimentos é essencial em qualquer carteira. Fazendo dessa forma, o investidor garante uma proteção maior dos recursos. 

Há investimentos que, mesmo em cenários de crise, garantem uma rentabilidade satisfatória com riscos mais baixos. Nesse caso, é interessante analisar todas as alternativas e ver qual delas têm uma liquidez compatível com o que você deseja. 

>>> Começar a investir não é uma tarefa fácil. Entender como o mercado funciona e identificar oportunidades requer muito estudo e conhecimento. Sabendo disso, a especialista da Faculdade XP, Clara Sodré, lista os cinco maiores erros de todo investidor iniciante. Dê o play no vídeo abaixo, confira as dicas e saiba quais são eles: 

O que pode motivar um investidor a investir na crise?

Uma das principais motivações são as oportunidades que essas épocas podem oferecer. Como disse uma das referências brasileiras no assunto, Gustavo Cerbasi, “enquanto alguns lamentam a crise, outros aproveitam as oportunidades e enriquecem”. 

Quando falamos de renda variável, por exemplo, muitas empresas estruturadas acabam perdendo valor de mercado devido à retirada de recursos de investidores estrangeiros. Com isso, o preço dos ativos acaba despencando, mas o valor intrínseco da companhia permanece. Se você confia nos resultados dela a longo prazo, a crise talvez seja uma ótima chance para ter retorno lá na frente.  

Onde investir meu dinheiro na crise?

Toda crise pode ser uma boa oportunidade para quem deseja investir, seja com modelos mais arriscados ou, até mesmo, com aplicações mais seguras. É necessário que, nesses momentos, o investidor tenha calma e faça a avaliação de acordo com seus objetivos. Por isso, o ideal é que você saiba em qual perfil de investidor você se encaixa. 

Separamos a seguir as principais opções disponíveis em tempos de crise e como aproveitar cada uma delas nesses períodos. Vale lembrar que a escolha das aplicações é feita somente por você e que não há garantia sobre retorno, especialmente quando falamos de renda variável. Portanto, avalie os riscos que você está disposto a correr e estude cada uma das alternativas nesses momentos. 

Renda fixa

Esse é o tipo de investimento onde os riscos são menores. Por ter uma segurança maior e uma previsibilidade sobre o rendimento, é possível ter mais tranquilidade na hora de fazer uma aplicação. Além disso, a renda fixa possui uma variedade enorme de tipos de investimento. Os mais comuns são: CDB, Tesouso Direto, LCI, LCA, entre outros. 

Uma das maiores vantagens dessas modalidades é que, a maioria delas, está atrelada às taxas de juros, que geralmente ficam mais altas em tempos de crise. Isso favorece a rentabilidade dessas aplicações, que passam a oferecer maior liquidez ao final dos prazos contratados.

Ações

A renda variável é onde o investidor se expõe mais aos riscos. Apesar disso, se ele montar uma carteira com boas empresas, pode ter um retorno significativo, principalmente quando falamos em estratégia de longo prazo. Historicamente, ainda que esse mercado seja volátil e não tenha como prever a rentabilidade, é o que faz os investidores lucrarem mais. 

Imóveis

Uma alternativa para investir na crise é fazer a compra de imóveis. Além de ser uma opção mais segura para o investidor, com bastante estabilidade, ele possui um potencial de valorização consistente. Isso ocorre por alguns motivos, mas o principal deles é o déficit de habitação no país, ou seja, há uma procura muito grande para a ocupação desses espaços. 

Soma-se a isso o fato de ser um patrimônio pessoal, que está em seu nome e não depende de bancos, como outros tipos de investimento. Ou seja, nesse caso, se em algum momento passarmos por uma crise econômica severa, esse bem não poderá ser congelado pelo governo.

Fundos multimercados

Esse tipo de investimento é uma ótima alternativa para investidores que estão preocupados em diversificar, mas não sabem como fazer ou têm pouco tempo para atuar no mercado. Ao aplicar em um deles, o gestor faz aplicações em muitos tipos de investimentos, como ações, câmbio, renda fixa, entre outros.

Há opções que fazem até mesmo alavancagem no mercado. Essa é uma boa opção para investir na crise, pois ao aplicar em diferentes formatos o investidor tem uma segurança maior dos seus recursos.  

Dicas de como aplicar dinheiro com segurança

Quando falamos de investimentos, é preciso ter um certo conhecimento para não cometer erros e acabar perdendo dinheiro. Para isso não acontecer, você pode seguir alguns passos básicos. O primeiro deles é pensar a longo prazo. É com ele que todo investidor passa por uma crise, ou seja, não se deixe levar pelo momento e pense sempre no seu objetivo. 

O segundo passo, mas que anda lado a lado com o primeiro, é garantir uma reserva de emergência. Apenas com ela você terá segurança para cobrir eventuais gastos em momentos turbulentos. Por último, e não menos importante, você precisa avaliar o contexto do mercado e entender um pouco mais sobre ele. Ao entender o básico você poderá ter uma visão mais estratégica em seus investimentos. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre onde investir na crise, que tal aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre mercado financeiro? Aqui na Faculdade XP você encontra uma série de cursos para ajudar na sua jornada. E se você está no começo, faça já sua inscrição em “Primeiros passos no mundo dos investimentos” e aprenda o básico sobre o tema. Clique na imagem abaixo e aproveite:

Imagem da campanha de um curso online sobre "Os primeiros passos no Mundo dos Investimentos" da Faculdade XP School.

Investimento para startups: qual o mais interessante para você?

O investimento para startups pode ser um caminho interessante para pessoas e empresas que querem apostar em negócios promissores, com alto potencial de crescimento e de rentabilidade.

Entre os motivos pelos quais pode valer a pena aplicar o seu dinheiro nesse modelo empresarial, o que mais se destaca é a possibilidade de obter lucros acima da média e, teoricamente, ilimitados.

Ao investir em uma startup você, basicamente, passa a fazer parte do quadro de sócios dessa empresa. Por conta disso, sobre o lucro que ela tiver, você terá direito a uma parte, proporcional à quantia aplicada.

Considerando que não existe uma fronteira que delimite o crescimento para uma companhia, é possível dizer que os seus ganhos também podem ser sem limites — em outras palavras, quanto mais a startup cresce, mais seus investidores lucram.

Porém, é essencial se atentar a um ponto muito importante: um investimento para startup não é garantia de lucratividade. Isso porque essas empresas são modelos de negócios inovadores, que atuam em um ambiente de incertezas, o que quer dizer que ela pode, ou não, dar certo.

Também por essa razão, esse tipo de aplicação tende a ser mais interessante para quem tem o perfil de investidor arrojado/agressivo, que possui certo conhecimento de mercado e das estratégias que envolvem esse processo.

Mas, mesmo que esse não seja o seu perfil no momento, é bastante válido entender um pouco mais sobre investimento para startup, também como uma forma de ter outras opções de aplicação para diversificar a sua carteira.

Dito isso, siga com a leitura deste artigo e confira quais são os principais tipos de investimentos que você pode fazer em empresas como essas.

5 exemplos de investimento para startups

De acordo com o relatório “Report Retrospectiva 2021”, da Distrito, as startups brasileiras receberam US$ 9,4 bilhões em aportes no último ano, o que representa quase três vezes mais o valor recebido em 2020.

É possível acreditar que as características das startups — inovação, escalabilidade e repetitividade — podem ser os motivos pelos quais essas empresas atraem tanto a atenção dos investidores.

Se esse também é um mercado que interessa a você, saiba que os tipos de investimentos em negócios desse tipo variam de acordo com o estágio de maturação da companhia. Ou seja, o tamanho do aporte financeiro tende a estar relacionado com o momento que a startup está vivendo.

Assim, entre os tipos de investimentos para startups existentes, estão:

  • Equity Crowdfunding
  • Private Equity
  • Investimento-anjo
  • Investimento Semente  
  • Venture Capital  

Equity Crowdfunding

O Equity Crowdfunding pode ser uma alternativa bastante interessante para quem está começando nesse mercado ou para pessoas que não dispõem de grandes quantias para aplicar nas startups.

Ele funciona como uma espécie de investimento participativo, no qual é possível investir diretamente em uma empresa desse modelo por meio de plataformas próprias para esse fim, que precisam ser devidamente autorizadas pela CVM, Comissão de Valores Mobiliários.

Private Equity

O Private Equity também é um tipo de investimento que pode ser feito diretamente para a empresa, especialmente para aquelas que não têm capital aberto.

Uma característica desse modelo de aplicação é que ele costuma ser mais voltado para companhias que já estão em operação e, por conta disso, já têm clientes, faturamento e certa participação no mercado.

Investimento-anjo

Já o investimento-anjo é mais voltado para pessoas físicas ou jurídicas com certa experiência de mercado e com capital um pouco mais expressivo disponível para aplicação — de acordo com o portal Anjos do Brasil, os aportes nessa fase variam, em média, entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão, mas podem chegar até R$ 1,5 milhão.

Geralmente, o investidor-anjo é procurado pelos idealizadores da startup quanto já estão iniciando suas operações, ou seja, a ideia já saiu do papel e os primeiros produtos e/ou serviços já estão sendo testados.

Por conta disso, também é normal (e até esperado) que o investidor-anjo participe ativamente das decisões e atue como um mentor dos fundadores.

Investimento Semente  

O investimento semente, ou seed money, está um passo adiante do investimento-anjo. A ideia aqui é contribuir financeiramente para que a empresa dê os primeiros passos rumo à sua expansão.

Esse tipo de investimento para startups é requerido pelos empreendedores quando o negócio já tem produtos e/ou serviços lançados, os quais estão gerando certo faturamento. 

No entanto, precisam de recursos para crescer, como dinheiro para adoção de novas tecnologias, atração de talentos, aprimoramento de processos, entre outros pontos relacionados.

Venture Capital 

As aplicações de Venture Capital costumam alcançar a casa dos milhões e acontecem em rodadas, de modo que o capital injetado seja compatível com o risco apresentado pelo negócio.

Por conta disso, esse é um tipo de investimento mais direcionado para pessoas ou empresas bem experientes, com recursos suficientes para ajudar a alavancar a startup.

Para aplicar valores dessa forma, os investidores consideram pontos como a base de clientes que o negócio já tem, seu potencial de expansão e seu modelo de receita. 

A fim de entregar esses números, os idealizadores precisam usar ferramentas como TAM, SAM e SOM, para identificar o tamanho do mercado da empresa, ou fundraising, metodologia que ajuda na captação de recursos.

Como escolher em qual startup investir

Um jeito de investir em novas companhias é considerar pontos como:

  • mercado alcançável;
  • produto e/ou serviço oferecido (se é mesmo inovador);
  • qualificação da equipe;
  • escalabilidade;
  • potencial de crescimento e de lucratividade.

Lembrando também que você pode investir de maneira individual ou em conjunto com outros investidores, considerando sempre o seu perfil de investidor e objetivos com essa estratégia.

Este artigo foi escrito pela Movile, empresa que realiza investimentos de longo prazo em empresas de tecnologia na América Latina e visa ser a maior ‘tech thesis maker’ da região. 

Por meio de sua expertise em cultura, estratégia, M&A, finanças e gestão, apoia companhias como Afterverse, a55, iFood, MovilePay, Sandbox, Sympla, Sinch, Zoop, Mensajeros Urbanos e Moova. 

A Movile conta com um portal de conteúdo proprietário, o Movile Orbit, no qual compartilha conhecimento de seus especialistas sobre os temas mais relevantes do mundo dos negócios.

Índice VIX: você sabe como o “índice do medo” impacta o Brasil?

Embora cada investidor adote uma postura diferente dentro do mercado financeiro, a preocupação com a volatilidade é a característica que os une. A alta ou baixa no preço de um ativo causa impacto direto às carteiras, seja ele positivo ou negativo. Nos Estados Unidos, essa movimentação gerou o Índice VIX, também conhecido como o Índice do Medo.

O Índice VIX é pautado por um grupo relevante de ações americanas e ganhou espaço no mercado financeiro nos últimos anos. Atualmente, é incorporado à estratégia de lucro de alguns investidores e sua aplicação ultrapassou as fronteiras americanas. Neste artigo, nós falamos mais sobre seu conceito, funcionamento e como ele pode impactar o mercado brasileiro. 

O que é Índice VIX?

No universo da renda variável, os índices são usados como uma espécie de termômetro para prever o comportamento dos ativos. No caso do VIX, cujo nome é Volatility Index – ou Índice de Volatilidade – o objetivo é medir, como o nome já indica, a volatilidade do mercado. 

O VIX foi criado na década de 1990 nos Estados Unidos e se tornou o primeiro índice a medir a variação de preços de um papel em um determinado período. Ele utiliza o índice S&P 500 como referência e é amplamente adotado por especuladores que se interessam por negociações de curto prazo

O que compõe o índice VIX?

O VIX é baseado no S&P 500. Mas o que isso significa?

O Standard & Poor’s é um índice considerado como a maior carteira teórica de ações do mundo. O 500 que está em seu nome representa as 500 maiores empresas listadas nas bolsas americanas NASDAQ e NYSE, com nomes como Apple, Coca-Cola, Facebook, JP Morgan, McDonalds, Microsoft e Nike. 

Em resumo, o VIX mede a volatilidade das opções de ações do S&P 500, tendo como objetivo entender as expectativas do mercado em relação a elas para o mês seguinte. 

>>> Já que o assunto é o risco de mercado, que tal se aprofundar mais sobre o assunto? A especialista em investimentos da Faculdade XP, Clara Sofré, explica como garantir que você esteja confortável com os riscos dos seus investimentos, além de garantir a rentabilidade deles. Dê o play no vídeo abaixo e não perca nada sobre o assunto: 

Como o índice VIX funciona?

Acompanhar o desempenho de ativos e tentar entender os próximos passos do mercado é a maneira que muitos investidores encontram para traçar estratégias para suas carteiras. Com o VIX, os riscos e volatilidade são mensurados a partir das expectativas sobre as principais empresas americanas. 

O cálculo desse índice é feito pelo CBOE (Chicado Board Option Exchange) e é atualizado a cada 30 dias. Entre as informações usadas para sua composição estão a média de preços de negociação das opções e taxas de variação. A partir das informações obtidas, é possível definir qual é a volatilidade prevista para o próximo período (30 dias).

Por que o índice VIX é considerado o índice do medo?

Como dissemos, o principal objetivo do Índice VIX é medir os riscos do mercado a partir de sua volatilidade. Isso é feito por meio do desempenho que o S&P 500 apresenta, indicando qual é a sensibilidade a cada um dos ativos listados. 

Com esses indicadores, os riscos ficam mais claros. Afinal, quanto maior o VIX, maior volatilidade há para os ativos e, consequentemente, maiores os riscos das operações. É por isso que ele é conhecido também como índice do medo. 

Qual a relação do VIX com o mercado financeiro?

Como o VIX considera as opções das principais ações listadas no mercado norte-americano, ele absorve e reflete condições internas do país, tornando-se uma peça fundamental para o mercado financeiro. Isso significa que quando a economia fica instável, com cenários como alta nas taxas de juros ou aumento no número de desemprego, o índice sofre uma elevação. 

Com uma projeção de alta, o investidor consegue identificar também a chegada de uma crise. Isso viabiliza que ele faça um planejamento antes de tomar qualquer decisão mais importante sobre determinada movimentação financeira. 

Existe índice VIX no Brasil?

Embora seja um índice importante no mercado internacional, no Brasil ainda não existe um indicador como o VIX. Apesar disso, os países que não contam algo semelhante utilizam o próprio VIX como um indicador de volatilidade. Isso acontece porque tudo que acontece no mercado dos Estados Unidos impacta de alguma forma os investimentos por aqui.  Falamos disso a seguir:

Ele pode impactar o Brasil?

Como o Brasil é um país emergente, tudo que acontece no mercado externo acaba refletindo no Ibovespa. E isso não ocorre apenas com a gente, mas em outros países que possuem condição similar à nossa. O motivo é porque quando o risco está alto em um mercado mais forte, como o dos Estados Unidos, os investidores ficam mais apreensivos com a aplicação em economias mais frágeis. Portanto, é muito importante ficar de olho no índice VIX. 

Qual a importância do índice VIX?

Como dissemos, o índice VIX é importante para mensurar os riscos e a volatilidade do mercado. É um indicador essencial para avaliar cenários futuros, principalmente quando falamos de possíveis crises econômicas. Ele é capaz de mostrar o sentimento geral do mercado e como ele enxerga determinados cenários. Quer ver um exemplo prático? 

Quando a pandemia da covid-19 começou, em março de 2020, o índice VIX teve um aumento de cerca de 200% em apenas 30 dias. Isso aconteceu por conta da incerteza que todos tinham sobre as consequências da pandemia nas empresas de modo geral. Algum tempo depois, com o surgimento das vacinas, os números foram voltando ao patamar dos tempos pré-pandemia. Isso mostra que o VIX realmente é capaz de medir a insegurança de um mercado.  

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o índice VIX, que tal aprender mais sobre o mundo dos investimentos? A Faculdade XP possui uma série de cursos a respeito do tema, até mesmo para quem está começando agora. Em “Primeiros Passos no Mundos dos Investimentos” você vai elevar o seu conhecimento de mercado e a aprender a investir de um jeito simples. 

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Entenda o que é a SLP criptomoeda e como negociá-la

O mundo dos ativos digitais tem chamado cada vez mais a atenção dos investidores. E uma das principais razões é por conta do rápido retorno que alguns papéis apresentaram nos últimos anos, como, por exemplo, o Bitcoin. E um dos que mais tem chamado a atenção ultimamente é a SLP criptomoeda.

Mas você sabe o que é esse ativo? Para ajudar a entender um pouco mais sobre ele, separamos as principais informações a respeito: o que é, para que serve, a relação entre ele e a Axie Infinity, além de dicas sobre como ganhar essa criptomoeda e qual a sua lucratividade. Aproveite o artigo e boa leitura!

O que é Smooth Love Potion?

O Smooth Love Potion é a sigla para SLP, um token que é utilizado no jogo Axie Infinity. Ele é uma das principais moedas utilizadas no game, sendo que a principal e mais conhecida é a AXS. Diferentemente da AXS, a SLP possui uma função de incentivo na plataforma, sendo que existem algumas coisas específicas que ela consegue oferecer, como: 

  • Reprodução dos Axies (que são os personagens do game), além de permitir a compra de itens que são específicos dentro da própria plataforma;
  • Incentivo aos jogadores para que eles passem mais tempo dentro do game e façam as atividades de acordo com os objetivos do jogo.

>>> Você já ouviu falar de investimentos em ETF? Eles podem ser uma ótima alternativa para aplicações em índices específicos, como os de criptomoedas. Ao alinhar seus objetivos com o perfil de investidor, você pode encontrar uma boa solução neste nicho, inclusive quando falamos de criptomoedas. Para ajudar, a especialista em investimentos da Faculdade XP, Clara Sodré, explica um pouco mais sobre o assunto. Dê o play no vídeo a seguir e aproveite:

Para que serve SLP?

A SLP serve como uma moeda de troca entre os jogadores. É por meio dela que é possível adquirir NFTs (non-fungible token ou token não fungível, em português). Com eles os players conseguem comprar outros axies e deixá-los ainda mais fortes. Caso você não esteja familiarizado com o jogo, saiba que ele permite adquirir recursos para que os personagens fiquem ainda mais fortes. 

A SLP ganhou muito mais destaque no jogo após a moeda principal, a ASX, obter ainda mais notoriedade, especialmente no mercado financeiro. Com isso, a sua importância junto à outra criptomoeda desse game, a AXS, ficou ainda maior. É possível, entre outras coisas, reproduzir os bichinhos virtuais e ficar ainda mais forte dentro da plataforma. Ainda que a ASX seja a principal moeda do jogo, é possível executar estratégias com a SLP dentro do game e, ainda, captar recursos visando retornos como investimentos.

Qual a relação entre SLP e AXS?

A SLP é uma moeda interna de pagamento do game Axie Infinity. Ela funciona de forma similar ao token principal, o AXS. Para se ter uma ideia, em termos comparativos, até setembro de 2021 a SLP tinha um valor de mercado de algo em torno de US$ 138 milhões. Em menos de um ano, o ativo atingiu uma valorização de cerca de 1.440%, ao sair de US$0,025 para US$0,36 por papel. 

Uma das principais relações entre os dois ativos é que ambos permitem ativações no game e que otimizam as funções, como o poder de voto nas decisões de projetos e, ainda, na governança de pagamento.

Como ganhar SLP criptomoeda?

Para ganhar a criptomoeda, basta que os seus jogadores cumpram missões no dia a dia. Se possível, é capaz de conseguir essas recompensas em missões diárias do jogo, com as batalhas que são disputadas no modo aventura. Se preferir, é possível ainda que a SLP seja conquistada, até mesmo, em missões diárias na arena. Dependendo da forma de disputa, é possível ganhar até mesmo 50 SLPs por dia. 

>>> Quem está começando no mundo dos investimentos sabe que a Bolsa de Valores pode ser uma grande oportunidade para ter retornos significativos, não é mesmo? Por isso, a Faculdade XP oferece os melhores cursos para você dar os primeiros passos para investir em ações. Saiba como montar a sua carteira e diversificar os investimentos. Clique na imagem abaixo e faça já a sua inscrição em “Aprenda a investir na bolsa de valores”. Confira: 

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Qual o valor de SLP criptomoeda?

Essa é uma das principais dúvidas de quem está pensando em investir neste ativo. Apesar de existir um concorrente direto nesse sentido, a valorização da SLP chama muito a atenção. Para se ter uma ideia, em 2021, segundo dados da CoinGecko, a SLP atingiu um desempenho de, aproximadamente, 800%. Tal resultado demonstra que, mesmo com mais de uma criptomoeda dentro da plataforma, a SLP ainda é um dos principais ativos do mercado. 

Principais vantagens do SLP cripto?

Assim como muitas outras criptomoedas, a principal vantagem da SLP é que ela está inserida dentro do universo de NFT. Apesar disso, há outras formas de NFTs que estão escondidas nesse universo e que, mais do que isso, ainda podem oferecer vantagens especiais entre os axies. 

A otimização de recursos e a evolução dos personagens são algumas das principais vantagens de adquirir a SLP. Esse token possui uma forte correlação no mercado e é extremamente importante para o universo desses criptoativos. 

Como investir em SLP?

Além de conquistar a sua SLP por meio dos jogos Axie Infinity, você pode comprar o ativo através de corretoras da sua confiança. Embora o ativo seja negociado também dentro do jogo, é possível adquirir a moeda fora das jogatinas. Basta procurar pela moeda dentro da sua corretora de preferência e, assim, fazer a negociação. 

Agora que você já sabe o que é a SLP criptomoeda, que tal aprender um pouco mais sobre o mundo dos investimentos? Conheça os conceitos básicos de risco, liquidez e rentabilidade e saiba o seu perfil de investidor. Aprofunde seus conhecimentos para fazer seu dinheiro render mais. Faça já a sua inscrição no curso “Primeiros Passos no Mundos dos Investimentos 2.0”. Clique no link abaixo e faça já a sua inscrição:

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Conheça a AXS Criptomoeda: a moeda e token do jogo Axie Infinity

É inegável que as criptomoedas estão fazendo um grande barulho no mercado financeiro. Só em 2021, a capitalização desse mercado saltou de US$ 800 bilhões para US$ 3 trilhões, gerando retornos consideráveis a seus investidores. Nesse contexto, quem também tem feito sucesso são os jogos que remuneram com criptoativos. É o caso do Axie Infinity, cujas recompensas são pagas com AXS Criptomoeda.

Idealmente, esse tipo de jogo foi criado para que seus jogadores tivessem recursos para transacionar na plataforma. Entretanto, com o sucesso e valorização, ganharam espaço entre investidores. Aqui nesse artigo você conhece mais sobre a AXS Criptomoeda, sua função, valor e como comprar e extraí-la.

O que é Axie Infinity?

O Axie Infinity é um jogo virtual baseado em NFT. Ele foi lançado em 2018 pelo estúdio Sky Mavies e funciona no formato play-to-earn, em que os jogadores precisam, literalmente, jogar para ganhar.

A inspiração do Axie Infinity vem do universo de dois clássicos: Pokémon e o jogo de cartas Magic. Nele, os jogadores participam de batalhas utilizando Axies, um tipo de monstrinho com poderes especiais. O que determina a vitória são as características das criaturas que estão competindo.

O que é necessário para jogar?

Embora o acesso ao jogo seja gratuito, é preciso ter ao menos três Axies para começar. Só com eles é possível formar os times e duelar com os oponentes.

Por serem tokens, a aquisição de um Axie é feita a partir de criptomoedas. Por isso, é preciso ter uma carteira digital com moedas. É com elas que o jogador acessa o marketplace do jogo e escolhe a criatura com as características que deseja. A compra também pode ser feita a partir da negociação entre jogadores.

>>> Se você é um investidor arrojado a ponto de investir em criptomoedas, é provável que também se interesse pela prática do Day Trade. E se você quer conhecer as melhores estratégias dessa modalidade para alcançar bons resultados para a sua carteira, recomendamos o curso Tudo o que aprendi em 12 anos de Day Trade. É só clicar no banner abaixo para se inscrever:

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Como o Axie Infinity gera dinheiro?

Como já dissemos, o Axie Infinity se trata de um jogo NFT e que usa bichinhos para o cumprimento de metas e a participação em batalhas. Isso significa que um token protege e garante a exclusividade dessas criaturas. No jogo, ele é chamado de Small Love Potion, ou SLP.

O SLP funciona como uma moeda de pagamento e é conquistada a partir de missões diárias ou vitórias em batalhas. Com ela o jogador pode adquirir ou procriar monstros que, posteriormente, podem ser vendidos em troca da AXS Criptomoeda.

A AXS, ou Axie Infinity Shards, é o token de utilidade e governança do jogo. É com ela que os jogadores convertem as conquistas para dinheiro em sua carteira virtual.

Como funcionam as recompensas em criptomoedas?

Se você chegou até aqui, já sabe que a AXS cumpre com dois papéis dentro do Axie Infinity. Um é ser o token de governança, contribuindo com importantes decisões da plataforma; O outro é ser a moeda interna do jogo e viabilizar a compra, melhora e negociação dos Axies.

Como as ações do jogo estão diretamente ligadas aos monstrinhos, as recompensas são conquistadas a partir da negociação deles. Isso significa que você pode vendê-los a outros jogadores em troca da criptomoeda AXS e, posteriormente, trocá-la por Reais.

Outra vantagem de ter essa cripto na carteira é que ela é movimentada pelo mercado de investimentos, o que pode provocar o aumento em sua valorização e, consequentemente, gerar ganhos aos seus proprietários.

E AXS criptomoeda: o que é?

Também chamada de Axie Infinity Shards, a AXS criptomoeda nasceu com o objetivo de ser a unidade monetária do Axie Infinity. Porém, por conta do crescimento desenfreado do jogo (mais de 5 mil por cento em apenas seis meses), ela também passou a ser negociada por investidores ao redor do mundo.

Embora a AXS seja chamada de criptomoeda, ela não é necessariamente uma. Nós explicamos: ela não possui uma blockchain própria, ou seja, um sistema que registra as transações e as torna permanentes. Nesse jogo, os tokens são protegidos e representados pelo padrão ERC-20, da rede Ethereum.

Dito isso, a AXS pode ser considerada um token de utilidade, cuja função é conferir utilidades específicas dentro do jogo.

>>> E já que o assunto é criptomoeda, será que vale a pena investir nesse ativo? No vídeo abaixo a Clara Sodré responde a essa pergunta de maneira bastante didática. Dá o play:

Para que serve a AXS criptomoeda?

Para participar de batalhas e missões dentro do Axie Infinity, é preciso ser dono de ao menos três monstrinhos. Esses monstrinhos, por sua vez, precisam ser comprados. E essa compra deve ser feita através da criptomoeda AXS. Por isso, você deve saber que a AXS é a porta de entrada para quem quer participar do jogo.

Porém, como a moeda ultrapassou as barreiras da plataforma e fez sucesso entre os investidores, ela também serve para obter lucros financeiros. Quanto mais jogadores entram no Axie Infinity, mais essa moeda é valorizada e, consequentemente, mais lucro os investidores obtêm.

Quanto custa um AXS hoje?

Em 1 de janeiro de 2021, um AXS custava US$ 0,59. Em agosto do mesmo ano, essa cripto teve uma supervalorização e passou a ser negociada a US$ 43, representando mais de 7 mil por centro de aumento. Na data de publicação deste artigo, em abril de 2022, a AXS está sendo comercializada a US$ 54.

Se você pensa que essa cotação é a mais alta que a cripto já atingiu, pasme: em outubro de 2021 ela chegou a valer cerca de US$ 150.

Como comprar cripto AXS?

Se você se empolgou com a ideia de ganhar dinheiro jogando, saiba que a AXS criptomoeda pode ser adquirida de três maneiras: via corretora, por meio de extração ou P2P.

Corretora de Axie Infinity

Se você já está inserido no universo de investimentos, sabe que a transação através de corretoras é a maneira mais segura de comprar e vender qualquer categoria de ativo. Nesse sistema, é papel da financeira intermediar todo o processo e disponibilizar uma carteira virtual para que a quantia seja armazenada e utilizada, neste caso na plataforma do jogo.

Extração de tokens

Esse modo é bastante conhecido quando se fala de criptomoedas e jogos. Porém, diferentemente do que você conhece como mineração de ativos, no Axie Infinity ela é feita a partir da conquista de batalhas, da execução de missões ou a partir da reprodução dos monstrinhos.

P2P (peer-to-peer)

Por fim, outra maneira de ter a criptomoeda AXS na carteira é por meio de peer-to-peer. Nesse sistema, os usuários negociam entre si a compra e venda do ativo, o que pode ser um risco para ambas as partes.

Por que o AXS criptomoeda subiu tanto?

A explicação mais simples para a alta dessa criptomoeda é a popularização. Em pouco tempo, milhares de jogadores ao redor de todo o mundo davam o pontapé na compra de Axies. E, como em um movimento cíclico, quanto mais valorização o mercado identifica, mais ele se interessa.

Interesse é outro ponto que gerou a alta desse ativo. Além de atrair jogadores para a plataforma, o fato de ser negociada fora permite que investidores em geral possam transacionar com ela. Com o sucesso do jogo, até mesmo quem sequer sabe como ele funciona passou a comprar.

Quais as diferenças do AXS e do Bitcoin?

Você pode estar se perguntando se existem diferenças entre os ativos AXS e Bitcoin, um dos mais populares da atualidade. E a resposta é sim. Eles se diferenciam por quatro características bastante importantes. Veja quais:

Categoria de criptoativo

Embora os dois sejam considerados criptoativos, esse título é totalmente pertinente ao Bitcoin, mas não totalmente ao AXS. No caso do segundo, ele é definido como um token de utilidade, ou seja, seu objetivo é atuar como unidade monetária dentro do jogo.

Blockchain

Diferentemente do Bitcoin, que possui uma blockchain própria para viabilizar suas transações, o AXS utiliza a rede Ethereum como plataforma descentralizadora. É isso que o transforma de token de jogo a um ativo transacionável.

Objetivo

O Bitcoin já nasceu para ser uma moeda digital descentralizada, ou seja, que dispensa órgãos reguladores para existir. Seu principal objetivo são os movimentos de compra e venda, que influenciam na flutuação da moeda.

Do outro lado, o AXS nasceu com o objetivo de ser uma moeda própria de jogo. Com sua explosão, entretanto, ela passou a ocupar a posição de ativo, sendo negociado fora da plataforma do Axie Infinity.

Emissão de novas unidades de AXS

Enquanto os Bitcoins são obtidos pelo método mais convencional, chamado de mineração, o acesso aos AXS é mais simples. Nós explicamos.

No Bitcoin, a mineração é feita a partir de validações de transações que ocorrem dentro da blockchain. Esse processo é custoso e torna seu fornecimento limitado.

Já o AXS pode ser conquistado a partir de missões ou vitórias em batalhas, o que torna sua conquista mais simples e econômica, com um retorno rápido sobre o investimento.

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Entenda o que é gap na bolsa de valores e a importância desse indicador

Todo investidor interessado em iniciar sua jornada no mundo do trading e das aplicações de curto prazo deve ter um conhecimento robusto dos principais indicadores e leis que orientam sua estratégia. Dentre elas, compreender o que é gap no mercado de ações e derivativos é fundamental.

O gap consiste em um fenômeno perceptível nos gráficos de variação dos preços dos ativos. 

Ele geralmente se manifesta no intervalo entre o fim de um pregão e o início do outro, quando fatores externos influenciam no preço do título fora do horário de negociação.

Como veremos mais adiante, esse indicador é um excelente recurso a favor dos traders para o monitoramento de volatilidade e alerta de tendências.

Diante disso, se você deseja entender melhor o que é gap na bolsa, quais são os principais tipos e por que eles se manifestam, acompanhe a leitura até o fim, pois vamos te explicar tudo!

O que é gap na bolsa de valores?

O gap é um recurso muito utilizado na análise técnica de ativos financeiros, principalmente, de ações, derivativos, criptomoedas e forex.

Trata-se de  um  movimento recorrente em bolsas de valores e em outros ambientes de negociação ativos mais propensos à volatilidade. 

Não por acaso, ele é um fator determinante para a estratégia de especulação de investidores adeptos do day trade ou swing trade, isto é, aplicações de curto ou curtíssimo prazo. 

No caso específico da bolsa de valores, o gap acontece quando há uma divergência de valores entre o preço do ativo em uma dada posição quando comparada à seguinte. Esse fenômeno, em geral, é bastante comum entre o fim de um pregão e o início do outro ou entre o momento de entrada e saída de uma candlestick.

Imagine, por exemplo, que uma ação do Banco do Brasil custasse  R$20 no final de um pregão que se encerrou às 17 horas. Durante a noite, foi noticiado nos principais telejornais a ocorrência de um escândalo de corrupção relacionado a cúpula gestora do banco.

Sendo assim, no intervalo entre o fim do pregão do dia anterior e o início da rodada de negociações da bolsa do dia seguinte, uma crise se instalou e a confiança do investidor quanto às ações do Banco do Brasil caíram drasticamente. 

Essa série de acontecimentos fez o preço do ativo cair de R$20 para R$10 logo na abertura do mercado. Portanto, o gap resulta justamente nessa diferença de valores entre duas posições distintas.

>> Veja como utilizar a volatilidade a seu favor com esse vídeo do canal Investimento às Claras:

Como identificar o gap no gráfico?

Mas, de forma ilustrativa, o que é gap? Esse nome deriva do termo inglês que significa “fenda ou lacuna” e que, por isso, foi utilizado para designar os espaços vazios recorrentes na imagem gráfica entre a nova posição do preço de um ativo em relação à sua anterior.

Na imagem abaixo, temos uma representação clara desse fenômeno acontecendo na prática.

grafico que mostra o que é gap na bolsa
Fonte: Shutterstock

A linha de cima representa a posição inicial do preço de um ativo, enquanto a linha localizada abaixo determina os novos valores após a manifestação do gap, que nada mais é do que esse buraco que separa as duas linhas.

Essa imagem funciona como um alerta para o trader, pois ela pode indicar uma possível mudança de tendência na variação do preço do título analisado.

Quais são os tipos de gap?

Agora que você entendeu o que é gap no mercado de ações e de outros ativos de maior volatilidade, vamos te explicar agora as características de quatro tipos de gaps diferentes. Confira!

Gap de fuga

O gap de fuga geralmente acontece quando a variação de preço está muito próxima gerar um rompimento de topos e fundos, isso é, quando os valores quebram resistências históricas e ocasionam um aumento expressivo no volume das negociações.

Gap de área

O gap de área é um dos tipos mais comuns e recorrentes na bolsa de valores. Ele acontece, geralmente, em momentos de congestão, isso é, quando o preço de um ativo está com uma volatilidade bem abaixo do normal. 

Esse evento, por sua vez, pode ser um indicativo que ocorrerá uma variação muito brusca na abertura do próximo pregão ou candlestick.

Gap de continuação

Raro de acontecer, mas extremamente duradouro: essas são as duas características principais do gap de continuação. 

Ele se notabiliza também por confirmar tendências de subida ou queda do preço por ocasionar um grande volume de negociações. 

Gap de exaustão

Fazendo o sentido oposto do gap de continuação, o de exaustão, por sua vez, sinaliza o fim de tendência de queda ou alta. 

Em suma, quando a variação positiva ou negativa de um ativo chega a exaustão, a lacuna do gap surge como referência para a mudança de itinerário da linha gráfica.

Qual a importância do gap no mercado de capitais?

O gap, assim como outros indicadores de trading, é uma dinâmica que pode confirmar tendências ou sinalizar o fim delas. 

Entretanto, algumas vezes essas possibilidades podem não se confirmar e, por isso, você, como investidor,  deve estar sempre atento e levar em conta uma série de fatores que podem influenciar na variação de preços.

Não é por acaso que, antes de dedicar ao trading, você deve estar bem preparado e contar com todo o conhecimento e disciplina necessária para desenvolver estratégias realmente vencedoras.

Se tiver interesse em aprimorar seus conhecimentos em investimentos de curto prazo, a Escola de Investimentos da Faculdade XP possui cursos que vão fazer o diferencial da sua jornada.

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Confira quais as características de um empreendedor de sucesso!

Quer saber quais são as características de um empreendedor de sucesso? Selecionamos nove atributos fundamentais que qualquer pessoa que deseja enfrentar os desafios do empreendedorismo precisa ter para desfrutar do sucesso e prosperidade com seu negócio.

Não importa qual o seu segmento de mercado ou o tipo de empresa que pretende montar, cada uma dessas qualidades demonstra-se essencial em qualquer tipo de empreendimento.

Ficou curioso? Confira nossa lista!

Quais as características de um empreendedor de sucesso? Conheça 9! 

1. Coragem 

Nada mais simbólico do que iniciar nossa lista com o atributo da coragem. Afinal, empreendedorismo é um conceito que está intimamente atrelado ao risco.

Ao iniciar seu próprio negócio, você arrisca seu capital, tempo e credibilidade em prol de uma ideia que pode ou não dar certo. 

O fator de risco, por sua vez, fica ainda mais evidente quando você busca uma solução inovadora, uma ideia inédita que busca oferecer novas soluções para uma demanda que ainda ninguém percebeu.

Portanto, ao se perguntar quais as características de um empreendedor de sucesso, a coragem não pode ficar de fora. Pois a  maioria dos líderes que hoje desfruta da prosperidade, já passou por momentos de medo e incertezas.

2. Iniciativa

A iniciativa possui uma forte correlação com a coragem, mas aqui, mais do que não ter medo de errar, falamos sobre o impulso de tomar uma decisão no momento em que se enxerga uma oportunidade.

Essa característica é fundamental, pois o mundo do empreendedorismo exige dinâmica e um olhar aguçado para encontrar soluções entre frestas que ninguém até então reparou. 

Caso você veja a ideia clara na sua frente e não tome uma atitude quanto a isso, mais cedo ou mais tarde, alguém tomará à sua frente.

Como já disse John Wooden, emblemático treinador de basquete: “Não deixe que o que você não pode fazer interfira no que você pode fazer.”

3. Planejamento

O empreendedorismo é uma atividade bastante complexa e está longe de ser uma ciência exata. Há uma série de fatores internos e externos a uma organização que podem definir seu sucesso ou derrocada, e um dos grandes desafios do empreendedor é gerir essas variáveis para que elas tornem-se resultados positivos.

Nesse sentido, desenhar um bom planejamento estratégico é fundamental para alinhar esses inúmeros fatores de forma coordenada. Sem essa referência, o líder pode andar no escuro e dar muitos passos em falso. 

Em suma, não há empreendedor de sucesso que não se submeta a uma disciplina de planejamento sólido que oriente a sua tomada de decisão no curto, médio e longo prazo.

4. Paciência

O empreendedor impaciente que tenta dar um passo maior que as próprias pernas fatalmente dará de cara com o fracasso e a frustração. 

Afinal, a boa reputação de uma marca e um retorno financeiro sólido e duradouro não são construídos da noite para o dia. 

Muito pelo contrário: o caminho é lento, minuciosamente planejado e com uma série de obstáculos e reviravoltas que inicialmente não estavam nos planos.

Portanto, se  busca resultados rápidos a qualquer custo, você perderá suas conquistas na mesma velocidade com que as construiu.

5. Conhecimento

Proatividade para buscar mais conhecimento é uma resposta impreterível em uma lista de quais as características de um empreendedor de sucesso. E quando falamos de conhecimento, isso tem um significado bem abrangente.

Por exemplo, existem diversos tipos de informação e aprendizado que tornam um empreendedor mais completo, entre elas:

  • detalhes sobre o processo burocráticos de formalização e tributação da empresa;
  • monitoramento de performance e rendimento da empresa;
  • perfil de consumo e padrão de comportamento do seu público;
  • conhecimentos corporativos gerais que orientem a tomada de decisões, como expertise sobre temas financeiros e comerciais, e muito mais.

Em tempos de transformação digital, especialmente, em que novas tendências surgem a todo momento, ficar antenado em todas essas movimentações é crucial.

6. Liderança

O empreendedorismo permite dois tipos de profissional: o microempreendedor individual, que personifica sua própria empresa, e os gestores de organizações mais complexas que lidam diretamente com funcionários e colaboradores.

Caso se enquadre  na segunda opção, a liderança é um atributo essencial e extremamente desafiador. 

Afinal, saber lidar com outras pessoas de forma humanizada e motivadora, de forma a alinhar toda a equipe em torno de um objetivo em comum, é uma arte que nem todos conseguem dominar. 

7. Criatividade

As dinâmicas de mercado no século XXI exigem inovação constante para se manter competitivo e responder às ações de seus principais concorrentes e às necessidades dos clientes.

Dessa forma, quando perguntam quais as características de um empreendedor para esse tempo em que novidades surgem e são substituídas a todo momento, criatividade é algo que não pode ficar de fora da lista.

8. Resiliência

Em complemento ao item anterior, a resiliência é uma característica-irmã da criatividade. Pois, ao mesmo tempo que o empreendedor precisa exercer seu poder criativo para solucionar desafios, ele também precisa ser resiliente para se adaptar às mudanças.

E como já vimos, elas são constantes! Afinal, vivemos no mundo VUCA (em tradução, sigla para as palavras volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidades) e a capacidade adaptativa deve ser redobrada para resistir e prosperar a tantas mudanças de panorama nos mercados e ambientes de negócio.

9. Educação financeira

Finalizando nossa lista, não podemos deixar de falar da organização e educação financeira

Você sabia que, segundo pesquisa da OECD, a baixa disciplina no controle de gastos e o pouco conhecimento sobre finanças são duas das principais causas que levam empresas à falência ou desligamento de suas operações?

Isso mesmo. Todo empreendedor deve executar com constância conceitos básicos da educação financeira, como não acumular dívidas de forma descontrolada, ter uma reserva de liquidez para honrar compromissos cotidianos e não fazer investimentos equivocados.

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Descubra qual a melhor forma de empreender com 4 dicas especiais

“Qual a melhor forma de empreender?” Essa é uma pergunta que se torna cada vez mais comum no cotidiano do brasileiro. 

Afinal, com a transformação digital e os novos desafios de um contexto de crise econômica, muitas pessoas buscam alternativas próprias para se lançar no mercado.

Enquanto o digital consolida-se como um vetor de novos negócios, em especial com o e-commerce, o Brasil vive uma grande tendência de abertura de novas empresas que se acentuou ainda mais após o agravamento da pandemia da Covid-19. 

Segundo dados do Ministério da Economia, o segundo quadrimestre de 2021 registrou um recorde histórico de 1,4 milhões de novos CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) abertos, o que refletiu em um total de 18.440.986 empresas ativas no país. No caso, vale salientar também que há casos de trabalhadores portadores de CNPJ que não são, tecnicamente, empreendedores.

Diante desse novo contexto, nada melhor do que se preparar adequadamente para tocar seu próprio negócio com sucesso e segurança, não é verdade? 

Pois foi pensando nisso que preparamos esse conteúdo especial com cinco dicas que vão te orientar em qual a melhor forma de empreender. Confira!  

Qual a melhor forma de empreender? 4 dicas imprescindíveis!

1. Defina um segmento de atuação compatível com seus objetivos

O primeiro passo fundamental nesse processo é escolher um segmento de atuação que esteja bem alinhado com seus objetivos financeiros e profissionais e que, principalmente, dialogue com seus talentos e qualidades potenciais.

Essa escolha, por sua vez, deve ser acompanhada por um estudo minucioso de como funciona esse segmento de mercado. Nesse sentido, algumas perguntas são importantes:

  • Existe alguma possibilidade não explorada nesse segmento?
  • O que meus eventuais concorrentes vendem? Quais seus diferenciais?
  • Como expor minha marca e levar meus produtos/serviços ao meu público?
  • Quais gastos devo levar em consideração no meu planejamento financeiro?
  • Qual é o processo de formalização do meu negócio? 

A resposta para cada uma dessas perguntas já formarão as bases do seu planejamento estratégico e modus operandi dali em diante.

2. Descubra o que seu público necessita

Se você deseja saber qual a melhor forma de empreender, saiba que, independentemente do segmento escolhido, conhecer bem seu público é o ingrediente mais importante para garantir que sua empresa, de fato, prospere.

Afinal, seus clientes são a razão de existir do seu negócio, então nada mais natural que satisfazê-los deva estar sempre no centro de seu planejamento.

Diante disso, não meça esforços em conhecer em detalhes quais são as principais necessidades dos possíveis consumidores e como seu produto/serviço pode ser a melhor solução para resolvê-la.

Desenvolva, por exemplo, uma buyer-persona. Esse termo representa um recurso do marketing cujo objetivo é criar uma personagem fictícia que espelha todas as características sociológicas, perfil de consumo e padrão de comportamento do seu público-alvo.

Dessa forma, a buyer-persona traz todos os adereços de seu cliente ideal. E é ela que você terá como alvo quando for pensar nas soluções comerciais mais eficazes e assertivas para prospectar e fidelizar novos consumidores.

3. Saiba como promover sua marca!

Nos dias de hoje, empreender tem tudo a ver com saber utilizar os recursos disponíveis para levar sua marca aonde está seu público-alvo. E o ambiente digital tornou-se um espaço prodígio para isso.

Como o enorme crescimento do acesso à internet na última década e com as empresas pouco a pouco entendendo o potencial do fenômeno digital, esses espaços tornaram-se ainda mais estratégicos para quem quer vender mais e ter um negócio mais próspero.

Afinal, a internet tem duas características a tornam tão preciosa para as empresas atualmente:

  • suspensão de barreiras geográficas e a possibilidade de levar sua marca para diversas regiões;
  • maior capacidade de interação e de mapeamento do seu público-alvo.

Portanto, saiba utilizar essas duas características a seu favor para se conectar com seu público e levar suas soluções até eles. 

Descubra, por exemplo, quais as redes sociais mais efetivas, que tipo de conteúdo você pode criar para chamar a atenção do cliente, invista nos canais de comunicação e vendas certos, etc.

4. Tenha educação financeira!

Por fim, encerramos nossa lista do que fazer para empreender com algo que deve ser valorizado sempre no campo pessoal, porém mais ainda no profissional: a educação financeira

Sem ela, sua empresa nunca será suficientemente saudável e nem um bom fluxo de vendas será o bastante para te manter de pé.

Afinal, o baixo expertise de finanças e a carência de disciplina na gestão do dinheiro são duas das mais relevantes causas que levam pequenas empresas a não prosperarem no mercado. Os dados são de um relatório da OECD.

Portanto, cada novo passo ou investimento a ser feito no mundo do empreendedorismo, deve ser bem pensado financeiramente e esboçado em um planejamento criterioso. 

Muitos dos conselhos para educação financeira familiar, por exemplo, podem ser espelhados na gestão do seu negócio, como:

  • evitar dívidas e cobranças de juros incontroláveis; 
  • não gastar mais do que recebe;
  • ter uma reserva com liquidez;
  • conhecer os investimentos certos e fazê-los sempre e com perspectiva estratégica, entre outros.

Falando nisso, a Escola de Investimentos da Faculdade XP possui um combo de cursos 100% voltados para a educação financeira. Com ele, você vai entender melhor sua relação com o dinheiro e aprenderá a tomar as melhores decisões nos investimentos e nos negócios para ter sempre os retornos esperados!

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Entenda o significado de uma carteira moderada de investimentos

O mercado financeiro tem produtos para todos os tipos de investidores com objetivos diversos. Existem aqueles que prezam pela previsibilidade de ganhos, enquanto outros montam seu portfólio de ativos vislumbrando uma maior rentabilidade. Nesse contexto, você sabe como funciona uma carteira moderada de investimentos?

Para ser enquadrada nessa categoria, os títulos  inseridos precisam refletir a expectativa de um investidor moderado, isso é: que busca um equilíbrio entre o perfil arrojado e o perfil conservador.

Mas como funciona essa divisão de perfis de investimento? Se você já tem uma conta em uma corretora de valores, provavelmente você já preencheu um questionário para assinalar seu perfil de investidor os títulos que mais combinam com você.

Caso não tenha feito isso ainda, confira nosso conteúdo até o fim, pois vamos te explicar direitinho o que é uma carteira moderada de investimentos e qual sua diferença para os portfólios dos outros perfis de investidor. Vem com a gente!

O que é uma carteira moderada de investimentos?

Uma carteira moderada de investimentos é aquela que contempla as expectativas de um investidor moderado. Em suma, esse perfil de investimento está no meio termo entre o arrojado e o conservador

Abaixo, apresentamos um breve resumo com as características de cada perfil de investidor:

  • Conservador: está mais preocupado na preservação do patrimônio frente à inflação do que propriamente em altas rentabilidades. Busca títulos mais seguros e previsíveis, como os de renda fixa (Tesouro direto, CDB, LCI e LCI, entre outro).
  • Moderado: busca a preservação do patrimônio com opções como Tesouro Direto e CDB, mas também tem mais apetite a riscos, e assim, também investe na  renda variável (ações e fundos imobiliários) em prol de uma maior rentabilidade. 
  • Arrojado: está integralmente interessado em conquistar altos rendimentos e não se importa em se expor a ativos mais voláteis para atingir seus objetivos.

Portanto, uma carteira moderada de investimentos traz um mix de ativos que buscam um equilíbrio entre renda fixa e variável. 

Em geral, as opções que contemplam esses investidores possuem razoável estabilidade quanto à variação de preços, mas, por outro lado, oferecem um retorno financeiro mais interessante do que Tesouro Selic ou um LCI pós-fixado, por exemplo.

Além disso, é possível, a partir de uma estratégia bem articulada, montar uma carteira moderada de investimentos com títulos bem conservadores que podem equilibrar possíveis perdas e opções mais arrojadas. 

Quais títulos combinam com o investidor moderado?

Como vimos acima, existem algumas possibilidades de montagem de uma carteira moderada de investimentos. Pensando nisso, separamos algumas opções que devem ser levadas em consideração para seu portfólio de ativos.

De renda fixa até a variável, confira quatro possibilidades:

1. Tesouro Direto

Esse título é emitido pelo Tesouro Nacional com o intuito de arrecadar empréstimos aos cofres públicos com um preço bem acessível ao investidor pessoa física. Tanto é verdade que é possível começar a investir em alguns dos três tipos de tesouro com cerca de R$30.

Por serem emitidos pelo Governo Federal, essa modalidade de investimento é considerada uma das mais seguras do mercado financeiro. Outro quesito que chama a atenção no Tesouro direto é sua diversidade de opções que contempla objetivos variados.

Por exemplo, o Tesouro Selic, por sua alta liquidez e estabilidade, é uma excelente alternativa para reserva de emergência, enquanto o Tesouro Prefixado ou IPCA+ traz boas rentabilidades para quem só precisa do dinheiro no longo prazo.

>> Quer dicas para montar a reserva de emergência? Saiba mais no vídeo abaixo:

2. Certificado de Depósitos Bancários (CDB)

O CDB é também um produto oferecido por bancos e outras instituições financeiras que são uma ótima opção para equilibrar uma carteira moderada de investimentos.

Em sua versão prefixada, costuma oferecer uma das melhores rentabilidades do mercado de renda fixa, com rendimento que chegam até 14% ao ano. 

Já na sua versão pós-fixada, geralmente atrelada à CDI, torna-se uma ótima possibilidade para quem busca liquidez imediata para a reserva de emergência.

3. Fundos Imobiliários (FIIs)

Entrando agora no mundo da renda variável, vamos começar falando dos fundos imobiliários (FIIs). Esse tipo de investimento vem ganhando muita popularidade entre os investidores brasileiros.

Um dos principais motivos para esse sucesso é que além dos possíveis ganhos com a valorização de cada ativos, o FII também costuma pagar dividendos com frequência mensal. 

E como funciona esse processo? Geralmente, no dia 15 de cada mês, pinga uma pequena porcentagem relativa a cada uma das cotas que você possui na carteira. Resumindo, quanto mais cotas tiver, mais dividendos mensais caem na conta.

Mas o que são propriamente os FIIs? Eles são fundos de investimentos em que um conjunto de investidores aplica seu dinheiro para que a gestora do fundo possa construir, adquirir, arrendar e alugar imóveis (galpões logísticos, shoppings, entre outros).

E mais: também é possível aplicar em FIIs com portfólios voltados para títulos de renda fixa ligado ao setor imobiliário, como o CRIs, por exemplo.

>> Descubra mais fatos interessantes sobre essa modalidade de investimento:

4. Ações

As ações são a modalidade de investimentos mais conhecida da renda variável. Aqui, você  torna-se sócio de empresas com capital aberto e frações listadas na bolsa de valores.

Assim como nos fundos imobiliários, é possível ganhar dinheiro tanto com a valorização dos ativos comprados, como também, em alguns casos, pelo pagamento de dividendos.

Em especial, para uma carteira moderada de investimentos, aconselha-se seja feita uma análise fundamentalista, na qual são avaliados os fundamentos da empresa, como indicadores de performance e estabilidade no crescimento futuro.

Essa estratégia de investimento é uma método mais “conservador” e que visa ganhos no longo prazo a quem adquire ativos dessas empresas.

E aí, o que achou das nossas dicas para uma carteira moderada de investimentos? O importante é ter sempre em mente que cada um desses ativos podem ser interessantes ou não para você, pois não existe uma regra clara para desenhar sua jornada no mercado financeiro.

O que deve ser levado em consideração são suas características de investidor e os objetivos que você tem em mente no curto, médio e longo prazo. Somando isso ao aprendizado contínuo, você inevitavelmente desenvolverá a carteira que mais combina com você e que te dará os rendimentos esperados.

Falando em aprendizado, a Escola de Investimentos da Faculdade XP possui uma gama de cursos sobre renda fixa, variável e educação financeira para que você se torne expert do mercado financeiro..

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