Início Site Página 120

Como começar a investir em ações com pouco dinheiro? Guia descomplicado!

Uma dúvida bastante comum de quem quer ver seu dinheiro render, mas não possui grandes reservas é: como começar a investir ações com pouco dinheiro.

É o seu caso? Pois saiba que isso é possível, visto que o mercado está cada vez mais democrático e aberto a todos os públicos.

Mas antes de mergulhar nesse assunto, é preciso estudar para entender todo o funcionamento, verificar quais combinam  melhor com  seu perfil para, assim, encontrar as opções que mais se alinhem com seus objetivos.

Para aprender como investir em ações com pouco dinheiro, basta seguir com sua leitura!

Como começar a investir em ações com pouco dinheiro?

É possível começar a investir em ações com pouco dinheiro? Essa costuma ser uma dúvida que assola quem está começando no mundo dos investimentos agora e não tem muito dinheiro disponível.

A boa notícia, é que sim, é possível, até porque existem ações no mercado custando a partir de R$ 30.

Sabe o que é melhor? Mesmo começando com pouco, com o tempo e dedicação é possível evoluir e  fazer investimentos mais complexos e que tragam melhores chances de retorno.

Como isso e possível? E quais as melhores opções para investir em ações com baixo aporte financeiro?”, você pode perguntar.

Bem, em primeiro lugar, é preciso saber que na bolsa de valores muitas das oportunidades só podem ser compradas em lotes padrões com 100 ativos, como ações, o que aumenta o valor inicial. “Então, como começar com pouco?”

Pode ficar tranquilo, pois existem duas opções principais para quem quer fazer isso. São elas:

  • mercado fracionário;
  • Fundos de Investimento.

Mercado fracionário

Uma boa alternativa  para quem deseja começar a investir um valor baixo é aproveitar a existência do mercado fracionário.

Isso significa que é possível adquirir uma ação fracionada. Ou seja, uma unidade de ação, que podem variar entre 1 e 99.

Para conseguir encontrar essas ações, é preciso digitar o código da ação seguido da letra “F” no seu home broker. Bem simples, não é?

Você pode aprender mais sobre o mercado fracionário apertando o play no vídeo a seguir!

Fundos de Investimento

Os fundos de investimento também são outra forma de investir em ações com pouco dinheiro.

Eles são, basicamente, grupos formados por pessoas que desejam investir em um ativo. Ou seja, reúne os recursos financeiros de todos os participantes. Logo, os valores aplicados são divididos entre todos, o que reduz o aporte mínimo individual.

Os lucros obtidos a partir desse tipo de investimento são divididos entre todos, levando em consideração o quanto cada um resolveu investir.

Além do mais, os fundos de investimento podem ser uma ótima opção para quem está começando, pois são gerenciados por pessoas que entendem do mercado e, por isso, conseguem encontrar e orientar você a respeito das melhores oportunidades de negócio.

Dicas práticas de como investir em ações com pouco dinheiro

Você viu como começar a investir em ações com pouco dinheiro, mas ainda está meio perdido sobre como dar o pontapé inicial para fazer seu dinheiro render?

Pode ficar tranquilo, pois separamos algumas dicas essenciais para qualquer pessoa que está nesse barco. São elas:

  • seja organizado e defina os valores que você tem disponíveis para começar com exatidão;
  • estude bastante para entender como a bolsa de valores e o mercado de ações funciona;
  • analise com cuidado todas as opções disponíveis para encontrar a que mais se adequa a sua realidade;
  • tenha objetivos claros em mente;
  • escolha uma boa corretora;
  • reivinsta o que receber, assim você irá aumentar o seu aporte sem prejudicar o orçamento familiar.

É possível realizar outros investimentos com pouco dinheiro?

Você quer começar a investir, mas tem pouco dinheiro e perfil do investidor conservador? Pois temos uma boa notícia para você: dá para fazer isso na renda fixa.

Ou seja, aqueles investimentos em que o investidor faz uma espécie de empréstimo para alguma instituição, como bancos ou até mesmo para o governo, com a promessa de receber o valor acrescido de juros.

Saiba também que é possível escolher calcular o rendimento da renda fixa de três maneiras diferentes:

  • prefixada: o valor final já é calculado previamente;
  • pós-fixada: o valor é calculado a partir de um indexador;
  • híbrida: parte é fixa e parte é calculada com indexador.

Dito isso, as melhores opções para começar com um baixo aporte financeiro são:

  • Tesouro Direto;
  • Certificados de Depósito Bancário.

Tesouro Direto 

O Tesouro Direto é uma das melhores opções para começar a investir com pouco dinheiro em renda fixa. Ele é um programa que foi criado em 2002 pelo órgão que fica responsável por gerir a dívida pública do país.

“Mas como isso funciona?” você pode se perguntar e ele, na verdade, é bem simples de entender.

O investidor faz um “empréstimo” ao Governo Federal. A quantia é paga dentro do prazo estabelecido no contrato com acréscimo dos juros do período.

É possível começar a investir no Tesouro Direto com quantias a partir de R$ 30. Além do mais, esse é um investimento feito totalmente online.

Certificados de Depósito Bancário 

Os Certificados de Depósito Bancário, ou simplesmente CDBs, seguem a mesma estrutura do Tesouro Direto. Porém, aqui o investimento é emitido por um banco.

Basicamente, o investidor empresta dinheiro a uma instituição financeira em troca de receber o valor com juros no final do contrato. O rendimento pode ser calculado como prefixado, pós-fixado ou híbrido, que funciona do mesmo jeito que a opção anterior.

Os valores de investimento são um pouco mais altos que no Tesouro Direto, sendo, geralmente, a partir de R$ 500, mas essa ainda é uma boa opção para início.

E aí, depois de descobrir como começar a investir em ações com pouco dinheiro, ficou determinado a dar o pontapé inicial para fazer o seu dinheiro render? Então, confira  o curso Aprenda a investir na Bolsa de Valores, da Escola de Investimentos da Faculdade XP School, e descubra tudo o que precisa saber para dar início a essa jornada!Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Descubra como entender o gráfico da bolsa de valores

Você quer começar a investir em ações, mas não sabe como entender o gráfico da bolsa de valores?

Não precisa ficar preocupado, pois isso é bem comum para quem está começando. Mas a boa notícia é que é possível entendê-lo e, assim, conseguir identificar as melhores tendências para fazer o seu dinheiro render.

Para te ajudar, nós preparamos este artigo, no qual explicamos o que é esse tal gráfico, quais os tipos e ainda separamos dicas para entendê-los e acompanhá-los. Confira!

O que são os gráficos da bolsa de valores?

Antes de aprender como ler os gráficos da bolsa, é preciso saber o que eles são. De maneira simplificada, um gráfico é uma maneira de representar visualmente o índice. Isso é, a movimentação feita na bolsa de valores.

Ou seja, é uma forma de ilustrar as flutuações das taxas e preços de tudo o que é comercializado na bolsa. O objetivo é auxiliar os investidores a saber como anda o mercado.

Quer descobrir como começar a investir em ações? Então aperte o play no vídeo a seguir e veja tudo o que precisa saber sobre esse assunto!

Quais os tipos de gráficos existentes?

Em primeiro lugar, é preciso saber que não existe apenas um tipo de gráfico na bolsa. Pois é, tem mais de um!

Esses vários gráficos servem para facilitar o entendimento de como as negociações e flutuações de preços estão acontecendo e, assim, não deixar os investidores perdidos. Por isso, é interessante saber o que cada um mostra, para saber interpretá-los corretamente.

Ao todo, existem três tipos principais. São eles:

  • gráfico de linhas;
  • gráfico de barras;
  • gráfico de velas.

Gráfico de linhas

Gráfico de linhas
Reprodução/ Rico Investimentos

O gráfico de linhas é o básico e o que todo iniciante na bolsa de valores precisa aprender primeiro. Nele, ficam registrados os preços dos fechamentos dos ativos, como ações, que foram movimentados durante o pregão da bolsa no dia.

O nome dele vem do fato dos preços ficarem ligados, formando uma linha que segue de maneira contínua.

Gráfico de barras 

gráfico de barras
Reprodução/ Rico Investimentos

O gráfico de barras já possui um pouco mais de informações. Nele, o investidor poderá acompanhar as variações dos preços dos ativos em determinados períodos.

Além do fechamento, na linha da direita, com o gráfico de barras, é possível acompanhar os preços de abertura, na linha da esquerda, e os valores mínimos e máximos de cada ativo da bolsa,marcados por cores.

Gráfico de velas

gráfico de velas
ethmessages/ Unsplash

Com a mesma função do gráfico de barras, o de velas, também chamado de candlestick (basicamente, vela em inglês), também mostra as variações dos preços dos ativos.

Ele é formado por retângulos na vertical, parecidos com uma vela, com cores que representam cada um dos valores. Por exemplo, verde para ativos em alta e vermelho para os que estão em baixa.

Já o tamanho dos retângulos representa o período de tempo, se foi longo ou curto. A partir disso é possível fazer uma análise para tentar identificar o que acontecerá no futuro com os ativos e se valerá a pena investir neles ou não.

>>> Aprenda como analisar o gráfico de velas neste artigo: Como analisar candlesticks? 19 padrões do gráfico de velas!

Afinal, como entender o gráfico da bolsa de valores?

Pronto, você viu os vários tipos de gráficos usados na bolsa de valores, agora é hora de entendê-los para  maximizar os seus rendimentos na hora de investir em renda variável.

A seguir, nós separamos algumas dicas simples que vão te ajudar a entender como analisar o gráfico da bolsa. São elas:

  • fique atento nas variações dos preços dos ativos;
  • saiba sobre suporte e resistência;
  • os volumes de negociações também são importantes.

Fique atento às variações dos preços dos ativos 

O primeiro passo para aprender como entender o gráfico da bolsa de valores é acompanhar as variações nos preços dos ativos comercializados. Para isso, os gráficos de barras ou de velas são ótimos aliados.

“Mas por que fazer isso?”, você pode se perguntar. Bem, ao acompanhar as flutuações, é possível identificar a melhor hora de comprar ou vender os seus ativos, pois é possível fazer uma previsão e descobrir se os preços tendem a subir ou a cair no futuro.

Saiba sobre suporte e resistência  

O mercado financeiro é repleto de termos que podem parecer bem complicados, mas que quando você estuda sobre eles, percebe que são até fáceis de entender. Esse é o caso do suporte e resistência, dois elementos essenciais para analisar o gráfico da bolsa.

Basicamente, resistência é formada por vários topos, que é o preço máximo de um ativo, como uma ação, dentro de um determinado período. Para descobri-lo, portanto, é preciso compilar todos os topos no tempo que você deseja analisar.

Já o suporte é o preço mínimo. Assim como a resistência, ele é formado por uma série de preços mínimos em certo tempo, que é chamado de fundo.

Saber identificar esses dados é importante porque, geralmente, os preços tendem a voltar a subir após atingir o suporte. Portanto, pode ser hora de comprar os seus ativos.

Acontece um efeito semelhante quando uma ação chega a resistência, a tendência é que eles entrem em queda. Logo, pode ser um bom momento de vender e aproveitar os lucros.

suporte e resistência
Reprodução/ Rico Investimentos

Confira os volumes de negociações 

Os gráficos da bolsa também podem mostrar os volumes de negociações dos ativos, o que é algo para se prestar atenção.

Isso porque, se houver  alguma movimentação muito grande, é possível identificar o momento certo de comprar ou vender, pois muitas pessoas  detectaram  a mesma tendência e estão apostando nela.

Por exemplo, um ativo tem um número X de negociações diárias. Em um dia, a quantidade triplica.

Caso o aumento seja no número de vendas, pode servir como indicação de que o ativo poderá sofrer uma queda de preços no futuro. Caso tenha ocorrido um aumento de pessoas o comprando, a indicação é de os preços poderão aumentar. Deu para entender?

>>> Quer aprender como analisar as informações apresentadas nos gráficos da bolsa? Então confere este artigo: Como analisar um gráfico de ações e antecipar as tendências?

Como acompanhar o gráfico da bolsa?

Você viu como ler os gráficos da bolsa, mas como acompanhá-los? Bem, a maneira mais direta é por meio  do site da B3, que é a Bolsa de Valores brasileira.

A página é bem completa e é possível filtrar os dados para melhorar as suas análises.

Para  investir na bolsa é preciso ter uma conta em uma corretora. Essa conta dá acesso ao home broker, que contém informações sobre o mercado, inclusive os gráficos, de maneira bem prática.

Também é possível fazer isso por aplicativos para smartphones, como o da própria B3, ou simplesmente pesquisando “gráfico da ibovespa” no Google.

E aí, agora que você descobriu como entender o gráfico da bolsa de valores e está preparado para começar a investir neste mercado, que tal fazer o curso Aprenda a investir na bolsa de valores, da Escola de Investimentos da Faculdade XP Inc., e aprender tudo o que você precisa saber para  fazer o seu dinheiro render.Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

O que é um investidor moderado? Descubra como é o perfil

Você sabe quais são as características de um investidor moderado? Ou ainda quais são as principais oportunidades de investimentos para quem se encaixa nesse perfil?

A resposta é não? Pois fique tranquilo, pois essas são dúvidas bem comuns, especialmente para quem está ingressando agora nesse mundo e ainda não se adaptou a todos os termos.

Para ajudar você nessa questão, nós preparamos um artigo apontando o que faz um perfil investidor ser considerado moderado e ainda quais são as melhores oportunidades para começar a investir agora mesmo. Confira!

Como é o perfil do investidor moderado?

Um investidor moderado é aquele que mistura características tanto do perfil conservador quanto do agressivo (também chamado de arrojado), na hora de escolher as melhores oportunidades de investimentos para diversificar a sua carteira.

Isso significa que ele não tem medo de correr alguns riscos, quando necessário e quando há uma boa possibilidade de retorno a médio ou longo prazo.

Porém, ele também não abre totalmente a mão da segurança do seu patrimônio e, portanto, ao mesmo tempo, busca fazer investimentos em renda fixa, uma vez que esse tipo de aplicação não é tão impactada pelas oscilações do mercado como as de renda variável

Dito isso, algumas das principais características do perfil moderado de investidor são:

  • nem sempre prioriza investimentos com retorno a curto prazo;
  • sabe diversificar a sua carteira, com renda fixa e variável, para manter os ganhos com investimento equilibrados;
  • pode tomar riscos, quando necessário;
  • conhece um pouco mais do mercado financeiro e entende que ele pode sofrer variações;
  • valoriza o patrimônio que já construiu na hora de procurar por novas oportunidades de investimento.

Quais os principais investimentos para alguém de perfil moderado?

Deu para entender quais são as características de um investidor moderado? Mas, ainda pode restar a dúvida: “afinal, quais são os principais investimentos para esse perfil?”

A boa notícia para você é que existem várias opções, tanto de renda fixa quanto de renda variável e até mesmo com rendimento híbrido. Confira a seguir quais são e as principais características de cada uma:

  • Tesouro IPCA+;
  • Debêntures ;
  • Certificado de Depósito Bancário;
  • Letras de Crédito;
  • Ações;
  • Fundos de Investimento Imobiliário.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+, um tipo de investimento de renda fixa que é atrelado a inflação. Por isso é considerado mais conservador e é uma das opções que estão disponíveis para um investidor moderado.

Ele funciona acompanhando as variações normais da inflação do país, o que ajuda a proteger os rendimentos contra desvalorização.

É um investimento de longo prazo. Ou seja, o investidor precisará esperar um pouco para obter um bom retorno financeiro. No Tesouro IPCA+, o investidor empresta dinheiro ao Governo Federal e recebe o dinheiro de volta acrescido dos juros no vencimento do título ou no momento do resgate.

Debêntures

Outro investimento disponível para o perfil moderado de investidor são as debêntures. Elas são, basicamente, títulos de crédito emitidos por empresas privadas com o objetivo de conseguir capital para investir nos seus projetos.

As debêntures podem ser em três formatos de rentabilidade:

  • prefixada: quando uma taxa anual é acordada previamente;
  • pós-fixada: o rendimento não é fixado, mas calculados por um indexador;
  • híbrida: parte do rendimento fixo e parte calculada a partir de um indexador.

Esse é um tipo de investimento considerado mais arrojado, já que não tem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). No entanto, pode oferecer um bom retorno caso seja feito da maneira correta.

Certificado de Depósito Bancário

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são outra das principais opções para um investidor moderado, pois são considerados investimentos seguros e podem oferecer uma boa remuneração.

Eles são um tipo de empréstimo feito a um banco, que é pago posteriormente com juros, e é considerado de renda fixa. Ele é coberto pelo FGC, o que garante a segurança do retorno do dinheiro.

Em questão de rentabilidade, existem três tipos, o que traz vantagens para quem deseja se arriscar mais. Os tipos são:

  • prefixado;
  • pós-fixado;
  • híbrido.

Letras de Crédito

As Letras de Crédito são títulos de renda fixa, com algumas semelhanças com os CDBs, pois é emprestado dinheiro a alguma instituição.

Os ganhos acontecem por meio de juros, que podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos. Por isso, podem se encaixar no perfil moderado de investidor e serem uma maneira segura de diversificar a carteira.

Elas podem ser de dois tipos: LCI e LCA (Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio). As duas são cobertas pelo FGC e ficam de fora do Imposto de Renda.

Ficou interessado nesse tipo de investimento? Então confira esse vídeo da Faculdade XP School e aprenda como começar a investir! Dê o play agora mesmo!

Ações

As ações são um tipo de investimento de renda variável, pois elas mudam de acordo com as flutuações do mercado. Logo, não é possível prever de quanto será o ganho ou até mesmo se renderão algum lucro.

Por isso, as ações são voltadas para quem faz parte dos perfis arrojado ou moderado, uma vez que essas pessoas são mais abertas a correrem riscos, caso as possibilidades de retorno sejam melhores.

Nesse tipo de investimento, o investidor adquire uma pequena porção da empresa e, a partir daí, passa a ter direito a receber parte dos ganhos que ela obtém.

É possível ganhar dinheiro em ações com dividendos, adquirindo novas ações ou até mesmo com a valorização dos papéis. Você pode aprender mais sobre esse assunto neste artigo: Ações: tudo o que você precisa saber sobre.

>>> Conheça as empresas que mais pagaram dividendos em 2021

Fundos de Investimento Imobiliário

Por último, existem os fundos de investimento imobiliário (FIIs), que também são uma boa opção para o investidor moderado.

Esse tipo de investimento, que é de renda variável, é feito em cotas de fundos que podem ser de imóveis físicos, títulos de recebíveis ou de outros FIIs e pode oferecer um retorno financeiro bom, pois acompanha o ritmo de crescimento do mercado imobiliário.

Os FIIS podem gerar dividendos, proporcionais ao que foi adquirido, de maneira frequente, o que é benéfico para quem se concentra em aumentar o patrimônio.

E aí, você aprendeu sobre o que é um investidor moderado e quais investimentos estão disponíveis para esse perfil, mas ainda está com dúvidas sobre como começar?

Então dá uma olhada no curso Diversificação de carteira e gerenciamento de risco, da Escola de Investimentos, e aprenda como montar a carteira ideal para fazer o seu dinheiro render!

Como dividir o orçamento familiar e sair do negativo para o investimento?

Independentemente de quanto você ganha, seja um salário mínimo ou salário com cinco dígitos, é por meio do gerenciamento do orçamento familiar que você poderá controlar os seus gastos,  fazer reajustes e, principalmente, planejar seu futuro. 

E por esse tema ser tão importante, criamos este guia de como dividir o orçamento familiar.Boa leitura! 

O que é orçamento familiar?

O orçamento familiar é um tipo de organização financeira que considera as entradas financeiras, ou seja, quanto cada membro da família ganha, e os valores de saída, ou quanto e com o que os gastos são realizados. 

Para que isso aconteça, o primeiro passo é saber qual é o total de receita disponível e o total das despesas atuais da família.  

Para a etapa de despesas é fundamental organizar uma tabela simples, que pode ser feita até mesmo em um pedaço de papel, que permite que você anote todos os gastos que estão sendo realizados. Para isso, uma boa forma de começar é fazer uma lista de despesas dos últimos três meses. 

Identificar esses valores é o primeiro passo para saber  como dividir o orçamento familiar.

Como dividir o orçamento familiar: ponto de partida!

Se você mora sozinho, o orçamento familiar será mais fácil, afinal, são apenas as suas despesas e receitas. Entretanto, se esse não é o seu caso, é muito importante que todos os membros da família estejam envolvidos e cientes da importância do orçamento familiar e da necessidade de colaborarem. 

É importante lembrar que cada indivíduo tenha, também, seu planejamento pessoal, a fim de organizar suas finanças e contribuir no orçamento familiar!

Com isso em mente, organizamos um passo a passo de como dividir o orçamento familiar, confira, a seguir.

1. Escolha a forma de como prefere fazer seu orçamento familiar

Existem duas formas principais:

  1. Tradicional, com caderno e caneta;
  2. Informatizado, usando o computador (planilha de excel), tablet ou aplicativos de celular. 

O mais importante mesmo é fazer o acompanhamento! Escolhido isso, vamos ao próximo passo. 

2. Faça um somatório de todas as suas receitas

Verifique todos os recursos que você terá disponível para efetuar os pagamentos de todas as despesas da casa.

Entre esses recursos, além do salário, podemos incluir:

  • rendimentos de aplicações, 
  • recebimento de aluguéis, pensões (caso tenha), 
  • algum recurso proveniente de renda extra (por exemplo, trabalhos como free lancer). 

Precisa, mas não sabe como ter aquele dinheiro a mais no final do mês? Então acesse o artigo, O que é Renda Extra e 10 formas de aumentar a sua renda!”. 

3. Identifique todos os seus gastos (saídas)

Esse processo é um pouco mais trabalhoso mas é fundamental! 

O que são gastos? Gasto é tudo aquilo que vai sair do seu bolso. 

E quando dizemos que é tudo, é tudo mesmo, até as pequenas coisas como a bala que é comprada no sinal de trânsito. Anote tudo!

E esses gastos podemos subdividir em: 

  • Gastos essenciais 

Aqueles que você não tem como fugir. São gastos mensais que têm que ser liquidados. São gastos com aluguel, contas de água e luz, internet, alimentação, condomínio, transporte, telefone, entre outros.

  • Gastos não essenciais

Compra de roupas, lanchinhos na rua, atividades de lazer, entre outros valores que podem ser retirados do orçamento, pelo menos por algum tempo. 

As compras por impulso e os gastos supérfluos fazem uma grande diferença em seu orçamento mensal. Fique atento!

  • Gastos sazonais

São os gastos que não ocorrem todos os meses (são esporádicos), mas vão ocorrer naquele determinado mês, como aniversários, datas comemorativas, imprevistos, viagem, IPTU, IPVA. Lembre-se de considerar um valor para imprevistos. 

  • Gastos com investimentos

Também chamados de gastos para a realização de sonhos, como a compra de bens, viagens e aposentadoria. É preciso considerar esses valores ao dividir seu orçamento familiar. Só assim você terá o compromisso de realmente direcionar esses valores para os investimentos que pretende realizar. 

4. Avaliação do orçamento

De posse de todos esses dados, você terá condições de avaliar para onde seu dinheiro está sendo direcionado e fazer alguns ajustes, caso necessário. 

Para avaliar o orçamento é necessário considerar alguns fatores. Listamos os principais, a seguir. 

  1. Nível de endividamento 

Caso você tenha pendências (dívidas), é importante verificar a possibilidade de remanejar recursos para a total liquidação das mesmas. 

Caso não seja possível o pagamento total das dívidas, é preferível fazer uma negociação ou parcelamento (mesmo que inclua juros). O importante é quitar o parcelamento no vencimento para que não se torne uma bola de neve. 

Pagamento de juros, sejam de cheque especial, cartão de crédito ou de contas em atraso devem ser eliminadas o quanto antes!

Se você não conhece nada sobre juros, taxas e o que realmente vale a pena fazer para sair do endividamento, nossa dica extra é que se inscreva no curso O Beabá Financeiro”, da Faculdade XP School, com um método prático e estruturado para você começar a dar passos rumo à saúde financeira pessoal. 

  • Flexibilização do orçamento

Não contando com os gastos essenciais, que são aqueles que não tem como você deixar de cumprir, você pode fazer ajustes nos outros gastos e ver onde pode economizar ou direcionar valores para uma outra finalidade mais necessária.  

  • Qualidade dos gastos

Não se esqueça nunca de, antes de efetuar qualquer compra, fazer a perguntinha básica: “Realmente preciso disso?”. 

Lembre-se de que nem tudo o que você quer, você deve ou pode!

5. Estabelecendo metas financeiras

Com disciplina, organização e pendências resolvidas, você pode passar para o próximo passo que é a realização de sonhos.

E essa é a melhor etapa! Se você chegou nela é sinal de que você soube como dividir o orçamento familiar  ele está em dia, ou seja, seu crédito está sendo maior do que seus gastos e você começou a investir. 

Lembre-se de que o investimento deve fazer parte da rotina de gastos. Não adianta esperar sobrar dinheiro para depois investir. Faça de 

conta que é um boleto que você tem que pagar.  No final, vai valer a pena! 

Como dividir o orçamento familiar? Dicas extras 

Além das principais dicas de como organizar um orçamento familiar, outras sugestões podem  ajudar você a tornar as etapas acima mais fáceis de serem executadas. Confira!

Defina uma pessoa responsável pelo controle da gestão familiar 

Ela será a responsável pelo recebimento, pagamento e gerenciamento de todos os recursos. 

Os demais membros da família podem e devem contribuir, além dos recursos, com sugestões e ideias de racionalização de gastos. 

Inclua as crianças nesse processo

Oriente sobre o quanto é importante pequenas ações como: 

  • não deixar a torneira aberta, 
  • não ficar com a porta da geladeira muito tempo aberta, 
  • não ficar com o chuveiro ligado enquanto se ensaboa, 
  • apagar as luzes quando sair dos cômodos, 
  • evitar o desperdício de alimentos, etc.

A educação financeira deve ser praticada desde cedo, proporcionando assim que as crianças cresçam sabendo lidar com o dinheiro de forma equilibrada. 

A Faculdade XP School tem um curso especial: Educação Financeira para Jovens. Esse é um investimento que vai trazer bons frutos para seus filhos. 

Campanha de um curso online sobre "Educação Financeira para Jovens" da Faculdade XP School.

Estabeleça prioridades

Uma fórmula ideal de dividir o orçamento familiar seria ter pelo menos 50% das receitas para pagamentos dos gastos essenciais e o restante subdividido de acordo com a necessidade de cada família. 

Os 50% restantes, podemos sugerir:

  • 30% para os gastos não essenciais e
  • 20% para os investimentos.

Seu orçamento familiar organizado!

Agora você tem em mãos o controle da sua vida financeira e já sabe como dividir o orçamento familiar. 

Faça disso uma rotina! No princípio é um pouco mais complicado mas, com o decorrer do tempo, você irá verificar como a organização financeira fará a grande diferença!

Lembretes importantes para  dividir seu orçamento familiar: 

  • faça uma análise e verifique como está sendo gasto o dinheiro,
  • corte gastos desnecessários,
  • resolva seus problemas com dívidas (renegocie),
  • elimine despesas desnecessárias como taxas bancárias e anuidades com o cartão de crédito. Afinal, diversas instituições já não cobram mais essas taxas, 
  • faça uso dos cupons promocionais,
  • se for sair, faça a opção por lugares mais em baratos, dentro do seu orçamento pré estabelecido,
  • crie metas e lute para torná-las realidade, 
  • comece a investir hoje mesmo!

Se quando o assunto é investimento você fica com o cabelo em pé, é hora de mudar essa realidade e fazer o dinheiro começar a trabalhar para você, e nesse sentido, a poupança, infelizmente, não é a melhor opção. 

Para acabar com o medo de começar a aplicar seu dinheiro em outros lugares, indicamos, mais uma vez, que você invista em conhecimento, afinal, isso ninguém pode te tirar. 

Dois cursos da Faculdade XP School são especialmente relevantes: 

Agora, lápis e papel na mão e comece agora a dividir o orçamento familiar e a ficar mais próximo dos seus sonhos. 

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Investir em COE é uma boa alternativa? 

Já imaginou investir seu dinheiro na modalidade de renda fixa e receber rendimentos proporcionais à renda variável? Parece contraditório, mas este é o objetivo de investir em COE: permitir atuações em dois cenários com o menor risco de perdas.

Até pouco tempo, o COE era oferecido por grandes bancos a clientes com alto potencial financeiro. 

O recurso só estava disponível para quem tivesse rendimento acima de R$300 mil. Porém com a possibilidade de atrair outros tipos de investidores, o mercado possibilitou a conquista do certificado para pessoas com menor poder econômico.

Mas como investir em COE? Neste artigo vamos explicar todos os detalhes: conceito, como funciona, vantagens e desvantagens, e muito mais para você ter todos os insights necessários para concluir  se vale a pena realizar investimentos desse aspecto ou procurar outras opções. Continue com a gente!

O que é o COE?

O COE (Certificado de Operações Estruturadas) é um modelo de investimento que reúne, em um só título, elementos de renda fixa e de renda variável.

Criado em 2010 pela Lei 12249, foi regulamentado somente em 2013 pelo Conselho Monetário Nacional, órgão superior do Sistema Financeiro Nacional. No entanto, em 2015, com a regulamentação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), ganhou maior dimensão com a venda por meio de corretoras e distribuidoras de valores.

No Brasil, o recurso é muito semelhante às Notas Estruturadas, investimentos populares nos Estados Unidos e na Europa. Na prática, o COE se assemelha ao CDB (Certificado de Depósito Bancário), no sentido de que o usuário compra um COE e, consequentemente, empresta o próprio dinheiro para uma instituição financeira.

E o melhor: o cliente normalmente não perde o que investe, já que a renda fixa protege o dinheiro, mesmo em uma operação não rentável.

Como funciona o COE?

Digamos que você seja um investidor que prevê a alta do dólar daqui a três meses e resolva adquirir um COE atrelado à variação da moeda com rentabilidade de até 20%. Caso haja uma oscilação de 40% do dólar, por exemplo, você receberá o capital investido e o teto de 20% de rentabilidade, entendeu?

Em contrapartida, se o dólar recuar 15%, você também terá em suas mãos o mesmo valor aplicado. No pior cenário, você receberá o montante investido no final da operação, o que significa que você não sairá sem nada do banco.

De certo modo, o funcionamento do COE é semelhante ao do fundo de investimentos. O que os difere é o valor mínimo, ter um indexador definido, possuir uma data de vencimento e outras formas de ganhos e perdas, o que não acontece nos fundos.

Nesse contexto, o produto é ideal tanto para os investidores conservadores, uma vez que eles têm a segurança que precisam, como para os mais investidores mais arrojados, pela ousadia de diversificar suas aplicações em mercados mais robustos.

Como investir em COE?

Agora que já sabe o que são investimentos em COE e o seu funcionamento, separamos duas curiosidades para você considerar antes de aplicar o seu dinheiro. Confira:

Perfil do investidor

O investidor deve avaliar os principais riscos antes de tomar uma atitude drástica. O COE é um tipo de operação que costuma ter prazo mais longo, por isso, clientes que não tem paciência em esperar o rendimento, talvez o COE não seja a solução mais apropriada. A frustração não está na falha de um produto ou do resultado em si, mas na expectativa exagerada.

Logo, se o seu propósito é proteger o capital e ter uma liquidez alta, como acontece em reserva de emergência, evite utilizar o COE, pois se caso você precise do dinheiro urgentemente, provavelmente não o terá disponível no exato momento para a retirada.

Rentabilidade

Basicamente, a rentabilidade do COE depende do desempenho de diversos ativos, como:

  • índice Bovespa;
  • ações de empresas brasileiras;
  • ações de empresas estrangeiras;
  • índice de bolsas internacionais (Ex.: Dow Jones);
  • câmbio (Ex.: dólar);
  • Commodities (Ex.: ouro, milho), etc.

Vale frisar que quem investe em COE pode lidar com um limite máximo tanto de ganho como de perda. Ou seja, se a operação render acima do limite determinado, o ganho ficará restrito apenas ao teto.

Logo, o COE depende do valor mínimo de aplicação, datas de início e finalização da operação, modalidade do investimento, perdas e ganhos, ativos objeto ou índice, entre outros.

Para ter em mãos esses dados, o usuário pode acessá-los no Documento de Informações Essenciais (DIE), que, por meio das normas da CVM, devem ser divulgados pela instituição financeira responsável pela comunicação da operação, ou seja, uma distribuidora, um banco ou uma corretora.

Como investir em COE com a XP investimentos?

Se você já percebeu que investimentos em COE são importantes para o seu negócio, a XP Investimentos pode dar uma ajudinha. Mas antes, você deve preencher o Formulário Perfil do Investidor. Por isso, avalie o seu perfil, como mostramos neste texto.

A partir disso, faça um cadastro no formulário do site e aguarde a análise da corretora. Caso as informações estejam corretas, você terá sua abertura de conta realizada gratuitamente.

Para finalizar, você precisará preencher dois documentos: o Termo de ciência do risco, que consiste em informações sobre possíveis riscos, e o documento que explica o funcionamento e os pagamentos do COE.

Percebeu como é fácil investir em COE? Mas se você quer adentrar no mundo dos investimentos, tenha um guia ideal com mais detalhes, didático e rico de informações. Faça o download agora mesmo:

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

E agora que aprimorou o seu conhecimento sobre investir em COE, compartilhe essas informações em suas redes sociais com seus amigos e os ajude a investir corretamente como você.

Saiba o que são opções binárias e como começar nesse mercado

Entender o que são opções binárias ainda é um conhecimento funcional no mundo dos investimentos, embora chame uma parcela de investidores pelo fato de prometer rendimentos de até 90% em uma única aplicação.

Riscos existem, como na maioria das negociações de ativos, mas fazendo do jeito certo aumentam-se as chances de obter uma rentabilidade alta e consistente. Quer saber o que é e como investir em opções binárias? Então acompanhe a gente até o final deste artigo.

O que é uma operação binária?

Operação binária ou opção binária é um tipo de negociação de alto risco, cujo objetivo é buscar lucros em curto período baseado na queda ou na subida dos preços de um ativo. O nome binário já entrega o conceito, ou seja, o investidor só tem direito de ganhar ou de perder, sem meios termos.

Nesse sentido, podem ser diversos tipos de ativos, como ação internacional, moedas, índices da bolsa de valores, commodities, entre outros. No entanto, a proposta é acertar o preço, diagnosticando seu ganho ou sua queda.

Em outras palavras, o investidor pode perder até 100% do valor negociado, como receber até o limite final. Por isso, é importante entender a operação e conferir se ela está apta ao perfil do investidor para evitar qualquer possibilidade de erro.

Como funcionam as opções binárias?

Geralmente esse tipo de operação é feita por meio de corretoras no exterior, que oferecem plataformas online e de alta qualidade aos investidores.

Logo, é possível negociar por sistemas automatizados, denominados de robots, ou de forma manual, o que necessita de conhecimento de técnicas operacionais.

Na prática, ao acessar uma plataforma online, o investidor irá se deparar com diversos gráficos de ativos. Ao escolher os de sua preferência, irá clicar em botões que irão mostrar a ação de subida ou descida em até cinco minutos. Resultado: no caso de acerto, a rentabilidade será entre 70% e 90% do valor investido.

Exemplificando, imagine que você empreende R$500 em uma determinada ação, o seu lucro está previsto entre R$350 e R$450. Do mesmo modo, até 100% poderá sair do seu bolso, caso não acerte o resultado.

Quais são os formatos de opções binárias?

Dinheiro ou nada

Este é o formato mais tradicional, em que não interessa o valor final de um ativo, e sim, se ele está acima ou abaixo do valor investido. Se você acertar, o lucro será de até 85%; em contrapartida, a perda será de 100%.

Ativos ou nada

Ao contrário do modelo anterior, aqui o pagamento é determinado pelo preço do ativo, e não somente pela tendência de alta ou baixa. Logo, quanto mais subir, mais chances de lucro você terá.

One touch

Este modelo funciona de acordo com a precisão, ou seja, só termina quando o ativo atinge o valor proposto, tornando-se um estilo bastante difícil, porém com chances altas de acerto.

No Touch

Contrário ao One Touch, aqui o objetivo é não permitir que o preço do ativo chegue ao valor limite dentro do período de operação.

60 segundos

Esta é uma versão muito utilizada, porém exige experiência. O 60 Segundos possibilita o fechamento rápido de uma operação assim que atingir o valor para que não caia em uma inversão de preços.

Quais são os riscos das opções binárias?

Sabe o que são opções binárias traz novos olhares sobre o mundo dos investimentos. Afinal, lidar com um tipo de operação preciso como este proporciona mais agilidade para o investidor, quanto para o trade.

Mas não adianta: se o mercado for contrário do seu palpite, você está prestes a perder todo o dinheiro investido, o que se torna o principal risco das opções binárias.

Outro ponto é que todo o mercado financeiro no Brasil passa pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), então como as opções binárias não são regulamentadas no nosso País, qualquer conflito não terá a ajuda dos órgãos oficiais.

Logo, o risco de quem investe em ativos desse formato não perderá apenas o valor investido, mas é muito provável que não conseguirá recuperar o dinheiro e sem auxílio para reavê-lo.

Como investir em opções binárias do jeito certo?

1. Faça o registro a operação em uma corretora

Procure plataformas conhecidas no mercado. Elas possuem registro e recomendações positivas de outras pessoas que já as utilizaram.

2. Defina seu jogo

Embora as opções binárias sejam definidas a partir do sobre ou desce de um ativo, ou seja, um formato menos complexo, porém com grandes chances de erros, é preciso saber como elas funcionam em determinado momento do dia.

Não há fórmula para o sucesso, mas o conhecimento e o equilíbrio ajudam a levar para um caminho mais abrangente.

3. Defina o momento de parar

Um bom investidor sabe o momento oportuno para começar e para parar. Uma dica é, se você perder de duas a três ordens seguidas, cesse suas negociações imediatamente para evitar maiores prejuízos, e retorne apenas no dia seguinte com a cabeça mais fria.

As opções binárias são tentadoras, logo, é fundamental ter timing. Pense nisso!

Conclusão

Para ter sucesso em investimentos de opções binárias, nada melhor do que aprimorar o conhecimento na área, principalmente quando se trata de aplicações de alto risco. 

Pensando nisso, o curso Cenários e Investimentos: macroeconomia para investidores explora fatores que influenciam em investimentos, como a inflação, taxa de juros, PIB, entre outros que comprometem os investimentos.

Tudo para que você se previna antes de começar a investir.

Quer saber mais? Acesse o banner agora mesmo.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

Até a próxima!

 

O que é mercado primário de ações? E o secundário? Onde e como investir?

Se você é um entre os milhões de brasileiros que estão começando a investir em ações ou mesmo em outros tipos de ativos, até os de renda fixa, é importante que domine conceitos básicos como o que é mercado primário

Afinal, qual é a diferença entre mercado primário e secundário? Onde você investe seu dinheiro? Em qual deles comprar ativos? Onde vender? 

Essas questões podem estar rodeando a sua cabeça, mas com a explicação de alguns conceitos, logo você vai respondê-las e poderá seguir em frente, rumo ao sucesso no mercado brasileiro. E que tal começar por aqui? 

O que é mercado primário?

Para começar a entender este conceito é preciso compreender que existem dois mercados em que títulos públicos ou privados podem ser negociados:

  • mercado primário, 
  • mercado secundário. 

O mercado primário de ações é o local em que as empresas negociam suas cotas pela primeira vez.

 Para o investidor é onde ele compra as ações diretamente das empresas de capital aberto. O capital investido na compra de ações dentro desse mercado será usado pela organização para a realização de investimentos diversos, conforme seu planejamento estratégico

O mercado secundário é o local em que os acionistas vendem suas ações para outros investidores, buscando lucratividade. Nesse “espaço”, os investidores negociam entre si as ações emitidas pelas companhias, ou seja, que originalmente foram compradas no mercado primário. 

Em resumo, é por meio do mercado primário que uma ação é comprada pela primeira vez. O investidor faz a compra diretamente da empresa e o capital é usado pela organização para colocar à frente seus projetos. 

No mercado secundário, as ações que em algum momento já passaram pelo mercado primário, são negociadas entre os acionistas (proprietários da ação) e os investidores que desejam aquele título. 

Aqui vale uma observação, os conceitos sobre mercado primário e mercado secundário não são exclusivos para o mercado de ações. 

Eles são usados para outros modelos de investimento, como os Fundos Imobiliários, em que você compra uma cota para ser sócio-proprietário de um imóvel, sem necessariamente possuir o bem. Não sabe o que são os fundos imobiliários? Então assista o vídeo abaixo e entenda quais são os seus benefícios.

Diferença entre mercado primário e secundário de ações

Para uma compreensão mais completa sobre o que é mercado primário e suas diferenças em relação ao secundário, vale a aplicação de um exemplo, com uma analogia simples, presente no dia a dia de todos nós. 

Pense em qualquer produto que você tenha hoje na sua casa. Qual foi comprado direto do produtor? Quantos foram comprados por meio de intermediários que compram do produtor e revendem para você? 

A caixinha de leite que você tem na geladeira, pode ser comprada na padaria ou no mercado. Logo, você comprou esses itens em um tipo de mercado secundário. 

O dono do mercado comprou o item diretamente do produtor, isso quer dizer que ele comprou no mercado primário. 

Dificilmente quem fez uma compra no mercado primário vai vender o produto, no mercado secundário, com um preço mais baixo do que o que pagou pelo item. 

Ou seja, geralmente, quem compra no mercado secundário, geralmente, paga mais caro do que quem compra no mercado primário. 

A partir dessa analogia, você pode considerar o governo e as empresas de capital aberto como os produtores das ações. Logo, eles fazem a venda no mercado primário. 

Quem consegue comprar as ações no mercado primário pode revendê-las no mercado secundário, idealmente, por um valor mais alto do que o comprado. Quando isso acontece indica que houve uma valorização da ação da empresa. 

Quando um título sai do mercado primário e passa para o secundário ele pode ser negociado infinitamente. Entretanto, no mercado primário ele é negociado apenas uma vez. 

Como comprar ações do mercado primário?

As ações do mercado primário, assim como as do secundário, são compradas e negociadas na bolsa de valores

Quando uma empresa deseja vender ações no mercado primário, esse processo recebe o nome de IPO, Initial Public Offering, ou ainda, Oferta Pública Inicial. 

Esse é o nome do momento de entrada de uma empresa na bolsa de valores, quando ela abre capital para que investidores possam comprar suas ações pela primeira vez. 

Os IPOs chamam muita atenção do mercado porque têm grande potencial de valorização. É a mesma lógica aplicada na analogia da caixa de leite que apresentamos acima. Quando você compra direto do fornecedor, as chances de obter o produto por um valor mais baixo é maior.

Para comprar ações você vai precisar abrir uma conta em uma corretora como a XP Investimentos, Rico e a Clear

Como dissemos na introdução deste artigo, outros tipos de títulos também operam no mercado primário, como:

  • Tesouro Direto, no qual você compra títulos diretamente do tesouro nacional, 
  • Fundos Imobiliários (Fii) são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em diversos tipos de investimentos imobiliários, 
  • CDB, quando você “empresta” dinheiro para uma instituição financeira ou bancária, e mais. 

Aqui vale um ponto de atenção. Quando você precisa fazer, por exemplo, um resgate antecipado de um CDB ou de um título do Tesouro Direto, as próprias instituições compram esse título de volta. Isso também pode ser considerado uma movimentação de mercado secundário, afinal, esse título está sendo negociado pela segunda vez, e não pela primeira. Entretanto, o comprador é, geralmente, a própria instituição que vendeu o ativo. 

É importante compreender isso, porque em alguns conteúdos que você acessar sobre essas aplicações, também poderá se deparar com os conceitos de mercado primário e secundário.  

Conheça mais para investir melhor e aproveitar oportunidades

Todo mundo pode investir na bolsa de valores, comprando e vendendo ações, aproveitando a valorização de seus títulos ou os lucros que os dividendos trazem. 

Para isso, quanto mais você souber sobre os conceitos e termos associados às suas aplicações, melhores resultados em potencial você provavelmente terá. Além disso, investirá de forma mais segurança. 

No primeiro semestre de 2021, houve um aumento de 43% no total de investidores pessoa física no Brasil, em relação ao mesmo período em 2020, é o que mostra um estudo da B3. 

Se você quer fazer parte deste movimento, se inscreva no curso Aprenda a investir na bolsa de valores” da Faculdade XP School e conheça mais sobre os conceitos, o funcionamento da bolsa, como montar sua carteira e diversificar investimentos. Acelere seu aprendizado e potencialize seus ganhos. 

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

DI Futuro: entenda o que é, para que serve e como operar

Os altos e baixos da taxa de juros repercutem negativamente no bolso do investidor, que precisa lidar com os valores não estipulados durante uma negociação. O DI Futuro entra como um suporte que protege os investidores de possíveis oscilações dos impostos no mercado.

Esse recurso possibilita que você conquiste ganhos de acordo com a expectativa de comportamento dos juros futuros ao longo do tempo.

Para ficar por dentro do assunto, na sequência, vamos explicar o que é DI Futuro, suas funcionalidades, vantagens e muito mais. Confira!

O que é DI?

O DI, ou Depósitos Interfinanceiros, corresponde a operações do mercado realizadas entre pequenas e grandes instituições financeiras.

Como devem encerrar o dia com caixa positivo, os bancos realizam empréstimos entre si para cumprir a meta diária. Neste caso, as transações são remuneradas por taxas de juros, como o DI, o que representa a média entre as taxas de juros de depósitos interbancários apresentados no prazo de um dia.

Em suma, o DI serve de referência para operações do mercado e, geralmente, está atrelado aos títulos de renda fixa.

O que é DI Futuro?

DI Futuro é um contrato feito entre ambas as partes de compra e venda de um produto ou serviço atrelados à perspectiva da taxa de juro do DI, entre o dia da negociação e um período futuro.

Por meio do DI, é possível verificar se a expectativa é de alta ou baixa dos juros. Ou seja, um DI Futuro mais alto pode indicar um aumento na taxa Selic (atualmente em 7,75%), como vice-versa.

Como funciona o DI Futuro?

Como o DI Futuro pode ser negociado na bolsa de valores para operações a curto prazo, um investidor pode buscar lucros por meio da variação da taxa entre o dia de compra até o dia de venda.

Qual a finalidade do DI Futuro?

O contrato de DI Futuro atua para assegurar uma operação contra possíveis oscilações na taxa de juros de algum contrato financeiro.

Para isso, existem algumas soluções consideráveis. Digamos que, se você é um investidor que contraiu uma dívida com taxa de juros pós-fixada, mas prevê uma alta na taxa, é possível vender um contrato futuro modificando a data pós-fixada para prefixada.

A transação também acontece no sentido contrário. Você comprará um contrato futuro para se proteger das oscilações de uma dívida com taxa prefixada, a partir do pensamento de um cenário de baixa na taxa de juros.

Vale frisar que não existe uma linha certa de raciocínio, principalmente quando se trabalha com variações de taxas, mas conhecer os fundamentos do DI e utilizar a técnica facilitam o dia a dia das movimentações financeiras.

>>> Aprenda mais: O aumento da taxa Selic é bom ou ruim para investir?

Qual é o valor de um contrato de DI Futuro?

Geralmente um contrato padrão de DI custa R$100.000, ou 100.000 pontos, na data de vencimento. E o lote padrão do DI Futuro equivale a cinco contratos.

O vencimento do contrato futuro é mensal, com prazo sempre no primeiro dia útil do mês seguinte. Como as negociações acontecem na bolsa de valores, a grande vantagem é que o investidor escolhe o prazo de resgate.

Como operar com DI Futuro?

Para operar o DI Futuro, é necessário seguir as seguintes recomendações. São elas:

  • abra uma conta em instituição financeira, como um banco de investimentos;
  • observe o seu ticker, código de referência utilizado para identificar os ativos. Ele é dado pela sigla DI1, com vencimento no primeiro dia útil de todos os meses de vencimento do contrato; 
  • tenha a margem de garantia em valores líquidos ou outros ativos financeiros;
  • O DI não tem minicontratos, ele deve ser negociado, no mínimo, em cinco contratos.

Por que vale a pena conhecer o DI Futuro?

Como o DI Futuro está ligado às expectativas do mercado diante da variação dos juros, ele também está envolvido com juros futuros, que geram grande impacto sobre os investimentos, principalmente nos de renda fixa.

Por isso, conhecer o DI Futuro ajuda o investidor a se proteger das alterações na hora de fazer negociações no mercado futuro, o que possibilita mais tranquilidade para tomar decisões e realizar operações.

Como entender mais sobre DI Futuro?

Apesar das vantagens e de saber como funciona o DI Futuro, é importante aprender sobre o mercado financeiro. Neste artigo você percebeu que as taxas de juros, como o DI Futuro ou Selic, podem ser variáveis, o que incomoda o investidor pelas incertezas diárias.

Nesse sentido, cursos que aprimorem o conhecimento em investimentos na bolsa de valores o ajudarão a traçar uma estratégia para lidar com os riscos.

Para ajudá-lo nesse sentido, a Faculdade XP School desenvolveu o curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco, onde você irá aprender a construir uma carteira diversificada com produtos de renda fixa, como CDB, LCA, LCI, entre outros.

um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

Até a próxima!

Entenda o que é Bovespa, como ela funciona e principais termos atrelados

Você com certeza já viu esse termo nos noticiários, mas sabe o que é Bovespa?

São tantos nomes, categorias e instituições que, às vezes, pode parecer impossível se inteirar completamente do mercado financeiro. Principalmente porque muitas dessas nomenclaturas sofrem ajustes e variações no decorrer do tempo, como é o caso da Bovespa, BM&F Bovespa, B3.

Infelizmente, essa dificuldade afasta novos investidores. Porque muitos acreditam que a bolsa de valores seja exclusiva para grandes traders, investidores e players extremamente maduros.

Isso, claro, reflete diretamente na porcentagem de indivíduos que investem nesse nicho. Em 2020, 3.147.040 brasileiros faziam parte dos investidores na bolsa de valores. Apesar de esse número parecer alto, ele não representa 2% da população do mesmo ano. Muito longe dos 52% de americanos que já realizam esse tipo de investimento, não é mesmo?

Bom, realmente, não estamos falando de algo tão simples como a poupança, mas também não é um universo restrito. Todo investidor tem capacidade de entrar no mercado de ações, basta investir tempo para conhecê-lo melhor. Acredite, não é o bicho de sete cabeças como parece nos filmes antigos.

Então, se você gosta de investimento, mercado de ações e quer entrar neste universo, um dos primeiros passos é conhecer a principal bolsa de valores do Brasil e entender como ela funciona.

Então, vamos analisar o que significa Bovespa e conhecer um pouco da sua história?

O que é Bovespa?

Bovespa é a sigla para Bolsa de Valores de São Paulo, uma entidade que se auto regula, com a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários. Ela funciona como um mercado para negociar ações de empresas de capital aberto ou misto.

Ou seja, de um lado temos empresas de todos os portes, que gostariam de abrir o seu capital, e do outro os investidores com interesse em adquirir uma porcentagem. A bolsa é, portanto, o meio utilizado para que essas trocas ocorram. No primeiro momento de empresa para investidor (IPO) e no segundo entre os próprios players.

Na Bovespa, podemos encontrar grandes empresas como a Petrobrás, Vale, Magazine Luiza etc. Mas também startups, que até pouco tempo não possuíam capital aberto, e entraram muito bem no mercado. Como a Méliuz, startup mineira de cashback, que, de acordo com a CNN Brasil Business, viu suas ações subirem mais de 200% em três meses.

Vale ressaltar que a Bovespa, BM&FBovespa, ou, como chamamos atualmente, a B3 não foi a única bolsa de valores do Brasil, mas, hoje, é a principal no País. Sua sede está localizada no centro da cidade de São Paulo, com centenas de empresas cadastradas no setor de consumo, saúde, tecnologia, bens industriais, etc.

>>> Bolsa de Valores: como aprender a investir?

Como funciona a Bovespa?

Antigamente, as bolsas de valores funcionavam tal como vemos em alguns filmes, muita gritaria, telefones e movimentos indicando quem está comprando e quem está vendendo as ações.

Muito longe do que vemos atualmente, não é? Se você nasceu nos anos 2000, talvez não compreenda muito bem essa visão. Então, de maneira resumida, na década de 90 existia um chefe de posto que atuava como um árbitro das operações, garantindo que as transações ocorressem de forma correta.

No salão, onde as negociações aconteciam, os setores eram divididos por ativo e, na prática, quem gritava mais alto saia em vantagem. Como era de se esperar, muitas confusões e mal entendidos aconteciam. E todos eram resolvidos pela Bolsa, tomando por base as imagens do “pregão”, colhidas durante a negociação.

Sim, era uma verdadeira loucura, mas muitos operadores consideravam emocionante. Até que, em 1997, o antigo sistema foi substituído por uma plataforma chamada Mega Bolsa, que realizava o processamento de forma tecnológica.

Então, em 1999 a internet surgiu como meio de transmissão das negociações, com o sistema Home Broker. As operações passaram a operar, inclusive, no período noturno, o After-Market.

Estamos nos aproximando, portanto, ao modelo que temos hoje. Diferentemente dos pregões dos anos 90, as negociações podem ocorrer em milésimos de segundo, com apenas alguns cliques que ligam os vendedores com os compradores de ações.

Veja na reportagem abaixo como foi noticiado, na época, essa transformação na operação da bolsa de valores:

Cronologia da Bovespa

Falamos anteriormente sobre alguns termos que são comumente utilizados para falar sobre a Bovespa, como BM&FBovespa e B3. Eles, no entanto, não são sinônimos, retratam, na verdade, a evolução da Bolsa de Valores de São Paulo.

Para entender, precisamos voltar um pouco no tempo e acompanhar a cronologia da Bovespa. Veja só:

  • 1820 – Inauguração das primeiras bolsas do Brasil, nos estados da Bahia e do Rio de Janeiro, de responsabilidade das secretarias de finanças estaduais;
  • Em 1917 foi fundada a Bolsa de Mercadoria de São Paulo, embrião da Bovespa;
  • Em 1966, essas e as demais bolsas existentes se tornaram autônomas, sem vínculo com o Estado;
  • A bolsa Mercantil & de Futuros (BM&F) começou, de fato, em 1986;
  • Bolsa de Mercadorias de São Paulo foi incorporada à Bolsa Mercantil e de Futuros, em 1991, formando a BM&F.
  • 1997: A BM&F se tornou o principal centro de negociação de derivados do Mercosul;
  • De 2000 a 2006 a Bovespa incorporou as demais bolsas de valores brasileiras;
  • Em 2007 é aprovado o processo de desmutualização da Bovespa, no qual os títulos patrimoniais são convertidos em ações, dando início a Bovespa Holding;
  • A integração entre a BM&F e da Bovespa Holding é aprovada no ano seguinte, originando a BM&F Bovespa, em 2008;
  • Por fim, em 2017, temos a fusão das atividades da BM&F Bovespa e CETIP SA – Mercados Organizados. Dando origem a B3  (Brasil, Bolsa, Balcão), 5ª maior Bolsa de Valores do mundo.

Talvez nesse momento você esteja preocupado com tantos termos, nomes e ações. Mas fique tranquilo, essa cronologia é só para deixarmos claro que Bovespa, BM&F Bovespa e B3 são termos relacionados ao processo de evolução da Bolsa de Valores de São Paulo.

Hoje você pode simplesmente chamá-la de B3, considerando, claro, que estamos falando de um mercado muito mais complexo que a antiga Bovespa. Passado o susto, existe mais um termo que precisamos explicar para você compreender exatamente o que a Bovespa faz e como ela impacta no mercado de ações: o IBovespa.

O que é IBovespa?

Assim como Dow Jones é o indicador financeiro do mercado de ações norte-americano, o IBovespa é o índice da Bovespa (B3). A ideia é ter um número que represente o desempenho das ações com maior volume de negociações em determinado período.

No gráfico acima temos o desempenho desse índice desde a abertura até às 18:30 do dia 26 de novembro de 2021. Analisar essas informações em diversos prazos (dias, mês, anos, etc.) é extremamente importante para verificarmos o desempenho e identificarmos tendências de alta e baixa.

Segundo a B3, o índice, criado em 1968, é resultado de uma carteira teórica de ativos composta por ações e units de companhias que preenchem a alguns requisitos. Como:

  • “Estar entre os ativos que representem 85% em ordem decrescente de Índice de Negociabilidade (IN),
  • 95% de presença em pregão;
  • 0,1% do volume financeiro no mercado a vista (lote-padrão); 
  • E não ser penny stock

Vale ressaltar que não se trata de um índice fixo, afinal, existem muitas flutuações no mercado financeiro, não é mesmo? Portanto, para mantê-lo atualizado, é realizada uma reavaliação a cada quatro meses.

O que é Bovespa? Dica para se aprofundar no universo dos investimentos!

Pronto, agora você já sabe o que significa Bovespa, seu nome atual (B3), o que faz e o principal índice! Com informação é possível entrar no universo das ações com muito mais segurança.

Para te ajudar a criar estratégias mais assertivas, a escola da XP Inc reuniu os melhores do mercado para construir um combo completo de Cursos de Educação Financeira. Clique no banner abaixo agora mesmo e garanta sua vaga!

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

O que é e quais são os tipos de ordem na bolsa de valores?

Investir em ativos na bolsa de valores tem se tornado cada vez mais simples com o passar dos anos, já que, com o avanço tecnológico, o conhecimento acerca do mercado financeiro ficou mais acessível.

Para você ter uma ideia desse crescimento, de 2019 para 2020, o número de investidores na Bolsa de Valores do Brasil (B3) cresceu em 92,1%. Em meio a essa expansão, é normal as dúvidas surgirem. Afinal:

Como operar na bolsa de valores? E quais os tipos de ordem de compra e venda de ações que podem ser realizados? 

Se você é uma dessas pessoas que possui algumas dessas dúvidas, chegou ao lugar certo. Estamos aqui para te ajudar!

Preparamos um conteúdo especial para você que quer potencializar seus conhecimentos ao investir na bolsa. Continue a leitura e descubra  como aplicar seus recursos de maneira prática e simples .

Como operar na bolsa de valores?

Antes de qualquer coisa, para atuar na Bolsa de Valores do Brasil (B3), é preciso entender, além dos tipos de ordem, quais os módulos de operação que existem. Hoje em dia, todo procedimento na B3 é realizado de maneira online, por meio do Home Broker.

Dentro desta plataforma, são realizadas as negociações de compra e venda de ações. Esse procedimento pode ser feito por meio de dois principais módulos de operação: Day Trade e Swing Trade.

Day Trade

No mercado financeiro, existem muitos investidores da bolsa que entram com o objetivo de lucro diário. Basicamente, as compras e vendas de ações são feitas no mesmo dia. Esse tipo de operação se chama Day Trade.

Para operar no day trade é preciso ser mais experiente e entender bastante sobre as oscilações do mercado. Pois, ao mesmo tempo em que se pode lucrar muito, o risco também é relativamente alto caso não se utilize as estratégias certas.

O motivo é que com as oscilações do mercado, uma ação pode começar o dia muito bem e terminar desvalorizada. O trader deve analisar as perspectivas de lucro e risco das ações e trabalhar em cima delas.

>>> Quer operar no Day Trade? Tenha gratuitamente o Guia de boas práticas para Day Trade e entre no mercado do jeito certo! Clique no banner e baixe o guia agora mesmo!

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

Swing Trade

Diferentemente do Day trade, o módulo de operação da bolsa de valores Swing Trade acontece com mais de um dia. Ou seja, neste procedimento o investidor pensa em lucrar mais com o médio ou longo prazo. 

Mesmo sendo maneiras diferentes de se operar na bolsa, no swing trade o estudo também é muito importante. Afinal, mesmo que não vá acompanhar as oscilações do mercado diariamente, é imprescindível ter noção sobre quais ações podem ter resultados positivos no tempo esperado.

Agora que já tem uma noção sobre os módulos que se operam na bolsa, chegou a hora de expandir o conhecimento. Até porque as operações são cercadas de vários tipos de ordem de compra e de venda de ações. 

Quais são os tipos de ordem de compra e venda de ações?

As ordens são procedimentos que devem ser realizados para efetivar um pedido de compra ou venda na bolsa de valores. Entender bem cada uma delas é muito importante para traçar um bom plano para sua carteira de investimentos.

Existem cinco principais tipos de ordem, divididos entre ordens de compra e ordens de venda. No entanto, há alguns tipos de ordem que podem atuar em ambos.

Confira a seguir, em detalhes, cada uma delas.

1- Ordem limitada

Este tipo de ordem é utilizado tanto para compra quanto para venda de ativos. Ele é mais usado por investidores que operam no módulo Swing Trade.

Por que?

O motivo é que a ordem limitada só é executada quando o preço escolhido na venda ou compra é atingido. E essa meta pode demorar mais de um dia para acontecer.

Por exemplo: Maria coloca uma ordem de compra a R$20 em um ativo negociado a R$15. Em tese, ela conseguiria executar a ordem. No entanto, outro investidor fez uma ordem no mesmo valor antes dela. Consequentemente, ele consegue comprar o ativo antes de Maria.

No momento que for aplicar uma ordem limitada de compra ou venda, é importante estar ciente dessa “fila”. Pois é necessário colocar, além do limite de preço, uma validade para a ordem ser executada. 

Além disso, para a ordem de venda, a ordem só é executada se o valor do ativo for o mesmo ou menor do que o preço estipulado pelo investidor. Portanto, se a ordem de Maria for de R$20, ela só será executada quando o ativo valer 20 ou menos.

2- Ordem de mercado

A ordem de mercado é considerada uma das mais agressivas, já que ela acontece instantaneamente e é mais indicada por quem opera em Day trade.

Ela é realizada após o trader decidir a quantidade de um determinado ativo que irá comprar. Com a escolha feita, a ordem segue pela busca do melhor preço.

Por exemplo: Marcos decide comprar a mercado em um ativo que está sendo vendido a R$30. Essa era a melhor oferta, então uma ordem de compra é enviada e executada.

3- Ordem stop loss

A terceira dos principais tipos de ordem funciona de maneira conjunta com a ordem limitada. Isso acontece pois, na ordem stop loss, escolhe-se um preço para a compra ou venda de maneira prévia. A ordem só é executada quando se alcança esse valor. 

Assim que é atingido o preço, a ação é executada automaticamente. Além disso, a ordem stop loss é indicada para minimizar as perdas, pois se coloca um limite de valor.

4- Ordem de stop móvel

Este outro tipo de ordem de stop é ideal para o investidor que tem a intenção de proteger seus lucros dos riscos das oscilações do mercado. Diferentemente do stop loss, a definição de limite de perda no stop móvel acompanha os percentuais do mercado. 

Nesse sentido, o preço varia juntamente com o preço dos ativos. Portanto, se uma ação está a R$20 e você coloca um limite de perda de R$2, a ordem de venda poderá ser executada no máximo até chegar no valor de R$18.

Agora, se a ação valoriza e chega ao valor de R$22, o investidor já estaria lucrando mais dois reais. Porém, se o limite de venda continuasse a R$18, seria como se não houvesse valorização. E é aqui que o stop móvel se diferencia.

Como o limite de perda varia junto com as oscilações do mercado, o novo valor mínimo para a venda passa a ser de R$20. Assim, seu lucro estaria protegido.

5- Ordem stop simultâneo

Na ordem de stop simultâneo, o investidor deve colocar um limite para a perda e ganho de um ativo. Ela só é executada caso o valor da ação alcance um dos dois preços.

Por exemplo, Ricardo compra uma ação a R$10 e coloca como limite de perda: R$8 e de ganho: R$12. Se a ação chegar a um dos dois valores, a ordem é executada.

Invista na bolsa com tranquilidade

Agora que entendeu tudo sobre os tipos de ordem da bolsa de valores, não falta muito para se tornar um expert no assunto! Para a sua sorte, a Faculdade XP School, braço educacional da XP Inc, pode te ajudar nisso!

Com o curso: “Aprenda a investir na bolsa de valores”, você pode chegar lá!  Clique no banner abaixo e comece agora mesmo!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.