Se o investidor deseja adquirir ações de empresas listadas na bolsa de valores, ele pode negociar em preços unitários, pelo mercado fracionário, ou em lotes padrões, pelo mercado à vista. Dentre essas opções, escolhemos a primeira para mostrar suas reais vantagens e desvantagens. Afinal, investir em mercado fracionário vale a pena?
Por oferecer a oportunidade de aportes menores para a compra de ações, esse recurso de negociação de ativos pode contribuir para a maior popularidade das aplicações em renda variável.
No Brasil, já existiam 3,8 milhões de contas registradas na bolsa em junho de 2021, o que representa um aumento de 55% em comparação ao primeiro semestre de 2020, segundo a B3. Diante desse quadro, a oferta de papéis fracionados pode facilitar que ainda mais pessoas ingressem no mundo dos investimentos.
Se identificou e quer ser uma delas? Pois saiba que está no lugar certo, uma vez que preparamos um conteúdo exclusivo para que você entenda como funciona esse canal de compra e venda de ações e se o mercado fracionário vale a pena realmente. Leia até o fim para aprender tudo sobre o tema!
O mercado fracionário vale a pena? Vantagens e desvantagens
O que é o mercado fracionário?
Por achar que não possuem reserva de capital suficiente, muitas pessoas deixam de investir em renda variável.
Isso acontece porque no mercado à vista de ações, por exemplo, os papéis das empresas são vendidos em lotes mínimos de, geralmente, 100 unidades.
Vamos a um exemplo prático para esclarecer essa explicação: se uma companhia X negocia seus títulos unitários a R$ 50 na bolsa, o investimento nesta ação seria obrigatoriamente de R$5.000 ou de um múltiplo desse valor, pois o lote completo é sempre o valor referencial e padrão.
Caso a compra e venda de ativos só fossem feitas dessa forma, a aplicação na bolsa de valores seria inacessível para muitos interessados.
Sendo assim, é justamente pensando nesse tipo de investidor sem reservas de capital muito volumosas que o recurso do mercado fracionário ganha destaque. Por meio dele, afinal, você pode escolher frações de um lote que vão de 1 a 99.
Em suma, é possível comprar apenas um papel no valor de R$ 50, três, por R$ 150, e indefinidamente até a fração máxima de 99.
Vantagens
O mercado fracionário vale a pena, principalmente, em virtude de três vantagens que vamos enumerar abaixo:
Valores mais acessíveis: ao poder comprar ações pelo seu valor unitário, vários investidores que não teriam a possibilidade fazer o aporte inicial do lote padrão podem ingressar na bolsa mesmo com pouco dinheiro.
Testes para investidores iniciantes: comprar ações fracionadas vale a pena para quem está começando a dar seus primeiros passos na bolsa de valores. Pois, por meio desses recursos, o investidor pode fazer, sem medo, pequenas aplicações para entender pouco a pouco a dinâmica do mercado e monitorar a volatilidade dos ativos.
Diversificação de ativos: o mercado fracionário permite, por exemplo, que o aporte volumoso que seria feito em um lote padrão de uma companhia seja realocado em frações de vários ativos diferentes para maior segurança e diversificação da carteira de investimentos
> Quer aprender mais sobre a importância e como diversificar sua carteira de investimentos? Confira o vídeo do canal Investimento às Claras sobre o tema:
Desvantagens
A grande desvantagem do mercado fracionário está na sua liquidez, principalmente, quando comparada a do mercado à vista. No primeiro, há um volume bem mais baixo de ofertas de compra e venda de ações do que no segundo.
Esse fenômeno acarreta operações mais demoradas que o normal e na manifestação do spread (a diferença entre o preço de compra e o preço de venda).
Portanto, em caso de necessidade de uma venda urgente, o investidor pode ter dificuldades em ter de resgatar o dinheiro rapidamente. Para situações iguais a essa, há estratégia mais aconselhada: construir uma reserva de emergência.
>> Entenda o que é e como desenvolver sua reserva de emergência com esse vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:
O mercado fracionário vale a pena para que tipo de investidor?
Saber seu perfil de investidor é fundamental antes de definir se o mercado fracionário vale a pena para você.
Por exemplo, se você não tem muito apetite a riscos e gosta de previsibilidade e liquidez, pertence ao perfil conservador. Nesse caso, o mercado fracionário não combinará com seus objetivos. Isso porque ele, como já mencionado, não entrega liquidez, tampouco é tem retorno previsível.
Em contrapartida, se for moderado ou arrojado, ou seja, se estiver em busca ativos de renda variável com boa rentabilidade, o mercado fracionário vale a pena sim, mas é preciso ficar atento a alguns detalhes.
O primeiro deles diz respeito justamente à liquidez dos ativos. Se for um investidor a longo prazo e vislumbre valorizações que durem meses/anos e o pagamento de dividendos, o mercado fracionário vale a pena sim.
Entretanto, se for tiver objetivos de curto-prazo ou trabalhar com day trade ou swing trade, comprar ações fracionadas pode te trazer problemas em virtude da baixa liquidez e transações mais demoradas.
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No fim das contas, o importante para o investidor é ter conhecimento, preparo e o estudo suficiente para avaliar todas as variáveis de sua estratégia. Dessa forma, pesando prós e contras, ele vai descobrir se o recurso vale a pena para ele e, caso valha, quais são as melhores ações do mercado fracionário.
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Nessa jornada, se você precisa de uma força para aumentar seu conhecimento sobre o mercado de capitais e assim montar a melhor estratégia possível de acordo com seus objetivos, a Escola de Investimentos da Faculdade XP tem algumas soluções para você.
Se teve uma coisa que a Covid-19 ensinou para o brasileiro foi a importância de manter uma reserva de liquidez. Afinal, ninguém sabe quando irá se deparar com um imprevisto, como uma demissão, um caso de doença na família ou mesmo uma pandemia. Por esses e outros motivos, é preciso se preparar.
Um levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizado em 2022 mostra que 69% dos brasileiros não conseguem guardar dinheiro no fim do mês. Apenas 29% das pessoas dizem poupar uma parte do que recebem.
Quer entender melhor o que é reserva de liquidez e como ela pode te manter longe das dívidas em momentos de dificuldade? Então, leia este post até o final e aprenda como fazer uma reserva de emergência, quanto juntar, onde deixar e quando usar.
O que é reserva de liquidez?
A reserva de liquidez, também conhecida como reserva de emergência, refere-se ao dinheiro que você economiza ao longo do tempo e serve para cobrir seus gastos diante de imprevistos. São aqueles acontecimentos que reduzem sua renda de forma repentina ou aumentam seu custo de vida, como no caso de uma demissão ou doença na família.
Essa aplicação deve ser prioridade para qualquer pessoa, uma vez que pode garantir a cobertura dos gastos durante um período de aperto, evitando que entre em dívidas. É por isso que as principais características desse tipo de investimento sempre devem ser: segurança e liquidez, daí o nome, reserva de liquidez.
E liquidez nos investimentos, o que é?
O termo “liquidez” representa o nível de facilidade para o resgate de um investimento, ou seja, o prazo necessário para que o investidor tenha o dinheiro disponível para uso. Quanto mais rápido for este processo, mais alta é a liquidez da aplicação. Por outro lado, quanto mais demorado, menor é a liquidez.
Como estamos falando de situações de emergência, é preciso ter em mente que este dinheiro deve estar acessível para a retirada de forma ágil. Por isso, a reserva de emergência tem sempre que ser aplicada em ativos de alta liquidez, com investimentos como CDBs, Tesouro Selic, Fundos DI ou mesmo a poupança. Afinal, esses são ativos que podem ser resgatados no menor tempo possível.
Essa mecânica não funciona em outras modalidades de investimento. Digamos que você invista em imóveis. Diante de um imprevisto, mesmo que venda abaixo do valor de mercado, ainda levará um tempo para receber o dinheiro. Outro exemplo é no caso do investimento em ações: é necessário esperar que elas se valorizem para poder vender e obter lucro. Do contrário, você perderá parte do investimento.
Qual a diferença entre reserva de emergência e reserva de oportunidade?
Muitas pessoas confundem reserva de emergência com reserva de oportunidade, o que é um grande erro. Embora nos dois casos nos referimos a um dinheiro economizado e aplicado em ativos seguros (e com alta liquidez), são conceitos voltados para situações completamente diferentes. A seguir explicamos cada um deles:
Reserva de Emergência – tem a função de te proteger das dívidas em uma possível situação de aperto, como uma demissão, doença grave, roubos, etc.
Reserva de Oportunidade – tem como foco acumular dinheiro para aproveitar oportunidades que possam surgir, seja um investimento que se mostre vantajoso ou até mesmo a compra de um bem a um preço abaixo do mercado.
Quem deve fazer uma reserva de liquidez?
A reserva de emergência é indicada para todas as pessoas, mas ela é primordial, sobretudo, para quem possui dívidas e custos de vida essenciais. É o caso, por exemplo, de pessoas ou famílias que tenham financiamento habitacional, pagam convênio médico mensalmente, vivem de aluguel, entre outros.
Há casos ainda onde pessoas são responsáveis pelo sustento de famílias. Se você tem filhos, por exemplo, precisa pensar nos custos que envolvem o dia a dia da criança, que vão desde alimentação até gastos com escola, por exemplo.
A reserva de liquidez deve ser o primeiro investimento de qualquer pessoa e, sem sombra de dúvidas, um dos mais importantes. No entanto, muitos não sabem por onde começar. Mas não se preocupe, pois estamos aqui para te ajudar!
A seguir separamos um passo a passo com 7 etapas para você criar a sua reserva de emergência. Confira:
1. Analise sua situação financeira
O primeiro passo é entender o seu orçamento. Some todas as suas fontes de renda e a das outras pessoas que dividem os custos com você. Dessa forma, poderá saber o valor total que todos, juntos, possuem de recursos.
2. Faça um levantamento do seu custo de vida mensal
O objetivo deste passo é descobrir quanto você e sua família gastam por mês. Para isso, anote todos os gastos da casa, tanto os fixos quanto os variáveis. Como exemplo de gastos fixos podemos citar: aluguel, contas de água, luz, internet, gás, financiamento, entre outros. Já com relação aos variáveis, que são aqueles que mudam de um mês para o outro, temos: mercado, restaurantes, passeios, combustível, compras secundárias, etc.
3. Corte gastos desnecessários
Sabe aquele velho pensamento: “vou começar a economizar somente quando sobrar algum dinheiro”? Então, a verdade é que, se depender disso, você não vai economizar. Porque sem um planejamento a gente simplesmente vai gastando e, quando vê, passa mais um mês sem sobrar nada.
Não há mais desculpas. No passo número 2 você anotou todos os gastos da sua família. Com isso você tem em mãos uma ótima chance de identificar onde é possível economizar e cortar alguns gastos supérfluos. Aproveite cada oportunidade para economizar, pois assim será possível alcançar um orçamento familiar mais equilibrado. Com isso, sobrará mais dinheiro para a sua reserva de emergência e, também, para seus investimentos.
Ao levantar o custo de vida mensal da sua família e já ter em mãos o orçamento disponível, você deve estipular uma meta de economia mensal para começar a juntar a sua reserva de liquidez. Quanto tempo você quer que essa reserva dure em caso de necessidade?
Como dissemos anteriormente, o ideal é pensar em um período de, pelo menos, seis meses. Isso serve para que você tenha mais tempo para se restabelecer com tranquilidade.
Digamos que o seu custo de vida mensal seja de R$ 2,5 mil e você queira fazer uma reserva para seis meses. Logo, seu objetivo será acumular R$ 15 mil. Se você conseguir economizar R$ 500 por mês, levará trinta meses para juntar essa quantia.
Mas é claro que tudo depende do seu objetivo e do quanto você consegue reservar por mês. Então, faça as contas e economize!
5. Envolva todas as pessoas da família
Assim como é preciso saber a renda de todos da família, é importante incluí-los igualmente neste planejamento. Não individualize as decisões. Afinal, se todos estão colaborando para um mesmo objetivo, eles devem participar desse momento. Essa postura é essencial, principalmente, para explicar a importância da reserva de emergência.
Vale ressaltar que nem todos os membros da família podem ter familiaridade com o orçamento doméstico. Por isso, essas conversas são importantes para colocar todo mundo na mesma página. Discutam os gastos e mostre onde é possível economizar. Mostre que, juntos, vocês podem prosperar e ter uma vida financeira equilibrada.
6. Estude sobre investimentos
Antes de fazer qualquer tipo de aplicação, o ideal é estudar pelo menos o básico sobre as diferenças existentes em cada uma delas. Dessa forma, você terá ainda mais segurança na hora de investir a sua reserva de liquidez. Vale ressaltar que é importante ficar de olho, especialmente, em ativos que garantam um resgate rápido. Afinal, caso você precise do dinheiro, a retirada não será um problema. Evite cometer erros financeiros.
Se você está apenas começando no universo das finanças, não se preocupe. Para ajudar separamos o ebook “Educação Financeira: Primeiros Passos”. Você pode baixar de forma totalmente gratuita. Basta clicar no banner abaixo. Não perca essa oportunidade.
7. Invista algum dinheiro na sua reserva de emergência
O último passo de como fazer uma reserva de liquidez é, finalmente, definir onde investir esse dinheiro. Afinal, se você deixar na caderneta de poupança ou debaixo do colchão, perderá parte do seu valor para a inflação.
Como mencionamos anteriormente, entre as melhores formas de investimento para sua reserva de emergência estão: Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária e fundos DI. Todas elas são consideradas renda fixa. Portanto, estude as opções e encontre a que faz mais sentido para o seu caso.
Qual o valor ideal de uma reserva de emergência?
Não há como determinar quanto ter na reserva de emergência, tendo em vista que cada pessoa apresenta um custo de vida diferente. No entanto, vale lembrar que o objetivo da reserva de liquidez é juntar e separar uma quantia suficiente para que você possa cobrir custos inesperados. Lembrando, claro, que ela te ajudará a se manter até que você consiga reestruturar as suas finanças pessoais, ou seja, é algo provisório, voltado para um momento pontual.
Com isso, especialistas, de forma geral, recomendam que o valor de sua reserva de liquidez corresponda à soma de 6 a 12 meses do seu custo de vida (ou da sua família), considerando gastos fixos e variáveis.
Ou seja, se o custo médio de vida da sua família é de R$ 2 mil por mês, o ideal é que sua reserva de emergência some um valor de, pelo menos, R$ 12 mil — considerando um cenário de 6 meses. No caso de uma reserva de 1 ano, este valor deveria ser de R$ 24 mil.
Dica extra: onde guardar a sua reserva de liquidez e ainda obter rendimentos
Aqui é importante ficar de olho nas principais características de um investimento para deixar a sua reserva de emergência: alta liquidez e baixo risco. Aplicações com esses aspectos não terão um grande rendimento, mas a ideia é que sirvam somente para repor a inflação, evitando que você perca dinheiro. Com essa ideia, podemos dizer que as aplicações mais indicadas para este fim são:
Tesouro Selic;
CDBs com liquidez diária;
Fundos DI.
Algumas pessoas ainda são apegadas à poupança, mas é importante destacar que seu rendimento dificilmente cobre a inflação, o que significa que seu dinheiro desvaloriza com o tempo. Não será um grande prejuízo mas, convenhamos, há opções melhores de investimento, como essas que citamos agora há pouco.
Quando usar a reserva de emergência?
Como o próprio nome sugere, a reserva de emergência deve ser usada apenas em situações de emergência! Ela te ajudará a bancar suas contas em momentos em que você tiver uma redução repentina na sua renda, ou seja, caso você perca o seu emprego ou tenha qualquer tipo de despesa inesperada.
Tenha em mente que, se você ceder à tentação e usar esse dinheiro em situações supérfluas, como trocar de carro, reformar a casa ou fazer uma viagem, caso surja uma emergência, você já não poderá contar com este recurso.
Neste sentido, também é importante deixar claro que, caso utilize a reserva de liquidez em algum momento, deverá repor o dinheiro assim que possível, mantendo o seu “colchão” de apoio financeiro em dia.
Importância do autoconhecimento financeiro para criar sua reserva de liquidez
A reserva de liquidez é o primeiro passo para a liberdade financeira, uma vez que ela te resguarda de possíveis imprevistos que acabariam te colocando em dívidas. Ela ainda permite que você tome decisões financeiras com mais segurança e tranquilidade.
Com a reserva de emergência em dia, você pode buscar outras formas de investir o seu dinheiro, com o objetivo de seguir aumentando seu patrimônio.
Agora que você já sabe um pouco mais a respeito de reserva de liquidez, que tal investir em mais conhecimento sobre finanças? No curso O Poder do Autoconhecimento Financeiro você transformará a sua vida financeira e vai melhorar a sua relação com o dinheiro, proporcionando uma análise e reflexão sobre as finanças.
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O mercado de criptomoedas tem se mostrado cada vez mais dinâmico. Embalados pelo sucesso do Bitcoin, ao longo dos últimos anos muitos outros ativos surgiram, com características e objetivos diferentes. E um dos papéis que mais chamou a atenção dos investidores no ano de 2021 é a GALA criptomoeda: vale a pena?
Se olharmos seu desempenho neste período, o token acumulou uma valorização de mais de 8.800%, segundo análises de mercado. Apesar disso, como muitos outros ativos, a criptomoeda GALA sofre com a alta volatilidade. Portanto, se você tem interesse em investir nela, é preciso ter cautela e fazer uma boa análise antes.
Este ativo possui um diferencial entre os nomes mais comuns do mercado, como Bitcoin. Para entender mais sobre o tema, preparamos a seguir uma série de informações importantes a respeito do papel, além de tudo o que você precisa saber antes de tomar uma decisão de investimento.
O que é Gala criptomoeda?
O primeiro passo antes de investir é entender o que é a GALA crypto e como funciona. Basicamente, ela é um ativo que une games e NFT (Tokens Não Fungíveis). Ou seja, códigos numéricos com registro de transferência digital que garantem autenticidade aos seus donos. Essa é a principal diferença entre, por exemplo, o Bitcoin, que é mutuamente intercambiável.
Na prática, a GALA gamecoin permite o desenvolvimento de jogos pelos usuários, além de deixar que participem da governança deles. Dentro da plataforma, que é desenvolvida em um blockchain, é possível comprar itens dos jogos com o GALA token.
Aliás, essa é uma das principais características desse ativo, uma vez que vários itens dos jogos são únicos. Assim, eles podem se tornar muito cobiçados pelos jogadores e, consequentemente, valer muito dinheiro. Para se ter uma ideia, o item mais caro de um dos jogos da Gala Games está avaliado em US$ 3 milhões.
O ativo se encaixa na modalidade play-to-earn que, traduzindo, significa “jogue para ganhar”. Sendo assim, é possível ganhar moedas do jogo que podem ser convertidas em cripto ativos ou dinheiro.
Construída na rede Ethereum, a Gala Games nasceu em 2019 com a intenção de criar uma rede de jogos blockchain. Isso significa que os jogadores têm mais autonomia sobre esses títulos, criando NFTs que podem ser negociados dentro dos jogos. Por falar em jogos, confira a seguir a lista de principais títulos da empresa:
TownStar
Principal jogo da plataforma, o objetivo é criar uma fazenda em uma cidade agrícola e que ela seja produtiva. Dentro do jogo, há competições recorrentes onde os jogadores competem entre si para ganhar NFTs.
Mirandus
Baseado no popular modelo de RPG, nesse título os jogadores precisam construir terras e lutar contra monstros para ganhar NFTs. Disponível apenas para computador, Mirandus oferece liberdade aos usuários, que tentam a sorte em cenários como desertos, florestas e masmorras.
>>> A transição de muitas coisas para o mundo digital vem acontecendo já há algum tempo… E não está sendo muito diferente com o mercado financeiro. Prova disso são as criptomoedas, mas será que elas valem a pena? Na série Investimento às Claras, a especialista Clara Sodré explica tudo sobre esse tema. Confira no vídeo abaixo:
Echoes of Empire
Neste jogo, os usuários precisam controlar parte de uma galáxia com suas próprias naves espaciais. O título, que entra no mundo da ficção científica, demanda muita estratégia. As recompensas acontecem por meio dos vencedores das batalhas.
Fortified
Ambientado na era medieval, esse jogo de estratégia envolve o combate um contra um, ou seja, jogador contra jogador. Vence quem construir a melhor estratégia e, assim, leva a recompensa em NFTs.
Gala Criptomoeda: vale a pena investir?
Nos últimos meses, o aumento de usuários nos jogos da Gala mostrou que esse tipo de plataforma está se popularizando. Apesar disso, é importante levar em conta a concorrência que existe atualmente em jogos de blockchain. Há fabricantes mais preparadas no mercado, como a Axie Infinity (AXS), atual líder do setor.
Embora este seja um ponto de observação, o volume diário de transações GALA tem chamado a atenção. Ele movimenta, em média, US$ 500 mil por dia, o que deixa o ativo com um valor de mercado próximo dos US$ 700 milhões.
Assim, a Gala é considerada uma das 130 criptomoedas mais valiosas do mundo. Considerando esses pontos, ela possui um bom potencial e, caso o valor de mercado dobrasse, empataria com o líder do setor (AXS).
Gala valoriza 536% em Novembro de 2021
Em novembro de 2021, o cripto ativo teve uma incrível valorização de 536%. Foi um período onde a procura por criptomoedas baseadas em games teve uma alta significativa. Além disso, a Gala Games também anunciou a expansão da operação para outras plataformas diferentes da Ethereum: a Binance Smart Chain (BSC) e a Polygon (MATIC).
Essa notícia animou os investidores, pois, dessa maneira, os desenvolvedores conseguem ter acesso a taxas de rede mais baratas. O resultado é o aumento da competitividade, tornando a plataforma mais ágil e, consequentemente, atraindo mais pessoas.
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Efento Coinbase
A Coinbase é uma das principais corretoras de criptomoedas do mundo. Como é uma das referências neste mercado, quando algum ativo passa a ser listado na plataforma, geralmente todos têm uma alta significativa. Essa movimento é conhecido como “Efeito Coinbase”. E foi isso que aconteceu com a GALA também em novembro.
Antes de investir, saiba…
Antes de tomar qualquer decisão sobre investir ou não em GALA, a principal orientação é estudar bastante. É fundamental entender o terreno onde “está pisando”. No caso das criptomoedas, a principal dica também é: saiba qual é o seu perfil de investimento.
Caso seja conservador, talvez não seja muito interessante. Isso porque é um mercado onde há muita volatilidade, ou seja, apesar de grandes ganhos há riscos de grandes perdas também. Portanto, leve isso em consideração ao avaliar sua decisão.
Depois de tudo isso, que tal investir em conhecimento? Com o curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações você vai aprender a avaliar indicadores para alavancar a gestão das suas ações. Aproveite essa oportunidade e faça a sua inscrição clicando na imagem abaixo!
Se você busca diversificar a sua carteira de investimentos, então você precisa saber o que é aplicação LCI.
Esse produto é muito indicado para investidores que preferem colocar o seu dinheiro em renda fixa e que se sentem mais confortáveis em fazer aplicações de baixo risco.
Continue a leitura deste conteúdo e confira nas próximas linhas:
O que é aplicação LCI?
Quais são os tipos de LCI?
Quanto rende a LCI?
Quais são as vantagens do investimento em LCI?
O que é aplicação LCI?
LCI significa Letra de Crédito Imobiliário, é um título de renda fixa emitido por instituições autorizadas pelo Banco Central. Basicamente, trata-se de uma modalidade de investimento em que uma pessoa física ou jurídica empresta dinheiro para instituições financeiras que, por sua vez, utilizam esse dinheiro para financiar o setor imobiliário do país.
Os bancos e instituições financeiras que emitem Letras de Crédito Imobiliário fazem isso oferecendo determinada taxa de juros para os investidores interessados.
Em seguida, essas instituições concedem empréstimos e financiam empreendimentos na área de imóveis, cobrando uma taxa de juros maior.
Esses investimentos e projetos são estudados com muito cuidado pelos especialistas para evitar que ocorra algum prejuízo.
O título tem o rendimento atrelado a um indexador, como CDI ou IPCA, e o investidor só saberá quanto foi o seu rendimento no vencimento.
A Liquidez, nomeadamente, é de 90 dias, mas caso o indexador usado seja um índice de preços, a carência para saque da aplicação passa a ser de 12 meses (se o título tiver atualização anual) ou de 36 meses (se a atualização for mensal).
3 – LCI Híbrida
Nesse caso, a LCI é indexada a um índice variável e acrescida de uma taxa de juros fixa.
Assim, escolhe-se um indicador de inflação, como oIPCA e acrescenta-se a ele uma percentagem a mais de juros. Com isso, o investidor tem certeza de que seu rendimento será superior à inflação medida pelo índice escolhido.
Quanto rende a LCI?
Agora que você já sabe o que é aplicação LCI, é hora de descobrir quanto rende a LCI.
Como bem mencionamos anteriormente, o rendimento de uma LCI pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido
Existem instituições que oferecem LCI com rendimento fixo de 8% ao ano. Você também pode encontrar opções que rendem 114% do CDI, por exemplo.
A taxa CDI está atrelada à Selic. Então, é mais interessante escolher esse tipo de investimento se for observada uma tendência de alta na Selic.
É possível ainda que algumas instituições emitam Letras de Crédito Imobiliário oferecendo rendimento de IPCA + 5%. Essaé uma alternativa interessante para você proteger o seu dinheiro da inflação.
Pensando em investir em Letras de Crédito Imobiliário? Temos um vídeo com todas as dicas para você:
Quais são as vantagens do investimento em LCI?
São várias as vantagens do investimento em LCI. A principal delas se refere à isenção de imposto de renda para investidores pessoa física. Essa é uma forma de o governo incentivar o desenvolvimento do setor imobiliário.
Por outro lado, se você estiver investindo como pessoa jurídica, deverá ser obedecida a tabela regressiva de IR:
22,5%: até 180 dias corridos;
20,0%: entre 181 e 360 dias corridos
17,5%: entre 361 e 720 dias corridos;
15,0%: após 721 dias corridos.
Outra vantagem da LCI é a não cobrança do IOF. Isso acontece porque as aplicações apresentam um período de carência de 90 dias e o IOF incide apenas no primeiro mês.
Logo, se você quiser fazer o resgate da sua aplicação depois de 90 dias, não precisará pagar o IOF. Passado o prazo de carência mínima, a LCI passa a ter liquidez diária.
As LCIs são investimentos assegurados pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Dessa forma, caso a instituição financeira que emitiu o papel “quebre”, você receberá o valor investido mais os rendimentos, obedecendo o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição.
Apesar das vantagens que acabamos de mencionar, é importante que você se atente a alguns pontos antes de investir em Letras de Crédito imobiliário.
Primeiramente, o ticket de entrada para essa modalidade de investimento pode ser elevado. Dificilmente você encontrará títulos com valor mínimo inferior a R$ 3 mil ou R$ 5 mil.
Além disso, se você está pensando em fazer aplicações de longo prazo, as LCIs podem não ser uma boa opção, pois os vencimentos não costumam ser superiores a 5 anos.
Caso você não se planeje financeiramente, a carência de 90 dias para resgate da aplicação também pode ser um problema para você.
Bom, ficou claro para você o que é aplicação LCI?
Para quem tem perfil conservador e quer uma aplicação isenta de imposto de renda, as LCIs são excelentes opções de investimento para pessoa física.
Veja mais sobre a LCI e também sobre a LCA neste vídeo:
Nele você vai conhecer os princípios dos investimentos, descobrir qual o melhor para você e aprender a estabelecer objetivos financeiros, entre outros temas.
Além do curso, você também pode ampliar ainda mais seus conhecimentos, baixando e-books gratuitos, como este: Guia da Bolsa para investidores
Você sabia que hoje em dia há como fazer um investimento com pouco dinheiro?
Foi-se o tempo em que apenas empresas e pessoas muito ricas poderiam investir no mercado financeiro.
Atualmente, existem muitos títulos disponíveis com aporte mínimo mais acessível, tanto em renda fixa como em renda variável.
Se você quer saber como fazer pouco dinheiro render, continue a leitura deste conteúdo para descobrir quais são as principais alternativas de aplicações.
Além disso, vamos mostrar quatro dicas essenciais que vão te ajudar a escolher as melhores opções de investimento sem precisar dispor de grandes quantias:
Avalie o seu perfil de investidor;
Defina onde você quer chegar com seus investimentos;
Analise a liquidez, a rentabilidade e o risco dos títulos disponíveis;
O mercado financeiro conta hoje com diversas opções de investimento para quem dispõe de pouco capital, mas quer investir e aumentar suas fontes de renda.
Veja algumas delas:
Tesouro Direto;
CDB;
Debêntures;
LCI;
FII;
Ações no mercado fracionário.
Confira como investir com pouco dinheiro e obter bons rendimentos nessas modalidades de ativos:
1 – Tesouro Direto
A primeira alternativa para quem está em busca de como fazer um investimento com pouco dinheiro é o Tesouro Direto.
O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal, mais especificamente do Tesouro Nacional, para que as pessoas físicas comprem títulos públicos por meio de um ambiente online.
Basicamente você empresta dinheiro para o governo, que vai te pagar com juros depois de um prazo determinado.
A partir de R$ 30 já é possível realizar aplicações em títulos da dívida pública e se tornar um credor do governo.
Uma das grandes vantagens do Tesouro Direto é a liquidez diária, isto é, você pode sacar quando quiser.
Existem três tipos de tesouro Direto:
Prefixados: no momento do investimento você já sabe quais serão os juros.
Tesouro Selic: os juros são pós-fixados atrelados à Taxa Selic, que é a taxa básica de juros do governo.
Tesouro IPCA: Neste caso, a taxa está atrelada ao IPCA mais uma porcentagem de juros, assim, você tem certeza que sua remuneração será superior à inflação medida pelo IPCA.
Você também pode investir emprestando dinheiro para bancos, o chamado CDB. Ao adquirir um Certificado de Depósito Bancário, a instituição que emitiu esse título vai te remunerar com juros pré ou pós-fixados.
No CDB prefixado, a taxa já é definida no momento da aplicação.
No CDB pós-fixado é escolhido um indicador que definirá a taxa de juros da aplicação. O indicador mais usado é o CDI, e o CDB paga uma porcentagem desse indicador.
Você consegue encontrar títulos de CDB com aporte mínimo de R$ 100 a R$ 1.000. Além disso, não é cobrada taxa de administração.
3 – Debêntures
Assim como o Tesouro e o CDB, as debêntures são uma opção de investimento em renda fixa. A diferença é que você se torna um credor de empresas de sociedade anônima e pode investir a partir de R$ 1.000.
As debêntures costumam ter um rendimento mais alto, porémpossuem um risco mais elevado, pois os títulos não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Assim, analise seu perfil de investidor (conservador, moderado e arrojado) e verifique se ele é adequado para esse tipo de investimento.
As debêntures são uma excelente forma de diversificar sua carteira de investimentos, mas fique atento: seu prazo é mais longo, impedindo a retirada imediata do capital investido.
4 – LCI
LCIs são Letras de Crédito Imobiliário emitidas por bancos e instituições financeiras para financiar o setor de imóveis.
Elas são isentas de Imposto de Renda e sua rentabilidade é bem mais atrativa que a da Poupança.
Neste caso, você empresta dinheiro para empreendimentos imobiliários e recebe juros por isso.
É mais difícil encontrar LCIs com preços acessíveis, mas eventualmente você pode adquirir Letras de Crédito Imobiliário por cerca de R$ 1.000.
5 – FII
FII são os Fundos de Investimento Imobiliário. O investimento em FII é uma modalidade de renda variável que pode ser feito com a aquisição de cotas que custam R$ 100 ou menos.
O mais interessante é que você pode receber os dividendos mensalmente e não paga imposto de renda sobre os seus ganhos.
Trata-se de uma excelente opção para quem deseja conseguir uma renda de aluguéis, mas não quer adquirir um imóvel.
Existem três tipos de FII:
FII de tijolo: neste caso, o fundo adquire empreendimentos que já estão prontos e se beneficia da exploração de seus aluguéis.
FII de papel: é composto por Certificados de Recebíveis Imobiliários, títulos cuja rentabilidade está atrelada, normalmente, a um índice como IPCA ou CDI.
FII híbridos: sua carteira contém tanto empreendimentos prontos (como os de tijolo) quanto Certificados de Recebíveis Imobiliários e até cotas de outros FII.
6 – Ações no mercado fracionário
Sim, há como fazer um investimento com pouco dinheiro na bolsa de valores. Para isso, você deve optar pelo mercado fracionário.
Trata-se de uma modalidade de investimento bastante acessível. Normalmente as ações são negociadas em lotes de 100. Uma ação fracionária é a menor unidade dentro deste lote, assim, você pode negociar entre 1 e 99 delas.
No mercado fracionário de ações, você consegue se tornar acionista de uma empresa listada na Bolsa investindo menos de R$ 20.
Para diferenciar das demais, elas são identificadas com a letra F no final do código da empresa.
Antes de aprender como investir com um capital pequeno, fique atento a alguns cuidados importantes:
Como fazer um investimento com pouco dinheiro?
Como você pôde conferir até agora, há diferentes opções de onde investir com pouco dinheiro e fazer ele render de forma mais satisfatória.
No entanto, o fato de você contar com quantias menores para realizar suas aplicações não dispensa a necessidade de planejamento, organização, disciplina e foco nos seus objetivos.
Separamos aqui quatro dicas de como fazer pouco dinheiro render e aumentar o seu patrimônio.
1 – Avalie o seu perfil de investidor
Mesmo com pouco dinheiro disponível para investir, é fundamental que você avalie qual é o seu perfil de investidor.
Dependendo do risco que você está disposto a assumir e da sua apetite por rentabilidade, você pode se enquadrar no perfil conservador, moderado ou arrojado.
Com base nesse perfil, você vai orientar as suas decisões de investimento.
2 – Defina onde você quer chegar com seus investimentos
Estabeleça os objetivos que você deseja alcançar. Assim, fica mais fácil encontrar os títulos que se adequem mais às suas metas de curto, médio e longo prazo.
3 – Analise a liquidez, a rentabilidade e o risco dos títulos disponíveis
A liquidez se refere à facilidade de resgatar seus investimentos antes do vencimento. Quanto maior for a rentabilidade do título, menor tende a ser a liquidez.
Além disso, o risco tende a ser maior em títulos com rentabilidade mais atraente.
Portanto, é muito importante que você encontre um equilíbrio entre esses três fatores ao fazer suas aplicações.
Viu como fazer um investimento com pouco dinheiro é possível? Não há necessidade de ter grandes valores para se tornar um investidor e começar a construir seu patrimônio.
Basta ter uma boa estratégia e se organizar para conseguir fazer o seu dinheiro render.
Mas se você quer investir com mais segurança e assertividade, que tal fazer um curso para isso? Temos um sob medida para você, onde vai aprender, entre outros temas:
Como definir objetivos financeiros;
Qual deve ser o valor de sua reserva;
Quais são os principais investimentos e como escolhê-los;
O aumento da taxa básica de juros e dos indicadores do IPCA tornaram muito atrativos novamente os investimentos de renda fixa. Dentre os principais ativos dessa modalidade, escolhemos a Letra de Crédito Imobiliária como tema deste conteúdo. Afinal, investir em LCI vale a pena?
Apesar da sopa de letrinhas e do nome aparentemente complicado, a LCI é um investimento extremamente simples como a maioria dos produtos mais populares de renda fixa.
Tendo como principais características a segurança e a liquidez, além de outros fatores que a diferenciam de Tesouro Direto ou CDB, a Letra de Crédito Imobiliária é uma excelente alternativa para compor a carteira de investimentos de todo tipo de investidor, do conservador ao arrojado.
Portanto, quer saber mais sobre esse ativo e descobrir se investir em LCI vale a pena? Continue a leitura até o fim que vamos te ajudar!
Investir em LCI vale a pena? Entenda como funciona
Assim como os outros títulos de renda fixa, independentemente da instituição financeira da qual você o compre, a LCI é um título de crédito que se adquire com o objetivo de emprestar o dinheiro a um banco em troca de recebê-lo com acréscimos de juros depois de um tempo.
A lógica do seu funcionamento é simples de entender: ao adquirir um título, você empresta dinheiro ao banco para que ele financie projetos imobiliários, como compras de imóveis de pessoas físicas ou jurídicas, por exemplo.
No momento do saque, você recebe o dinheiro de volta acrescidos dos juros do empréstimo. Fácil, não é?
Assim como existem opções indexadas ao IPCA, a rentabilidade desse ativo também é atrelada à taxa de Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que é um indicador que reflete a taxa de juros do período.
Por exemplo, quando um título de Letra de Crédito Imobiliária está com 110% da CDI, quer dizer que ela está com uma rentabilidade superior à média dos juros. Nesse caso, se a CDI está a 4,5%, esse ativo entregará um rendimento 10% maior que esse valor, que será de 4,95%.
Portanto, investidores interessados podem adquirir esse ativo de forma simples por meio do seu banco ou através de uma corretora. Para mais, confira o vídeo abaixo para aprender como fazer investimentos em LCI e LCA:
Quais são os tipos de LCI?
Antes de saber qual aplicação em LCI vale a pena para você, vamos falar um pouco sobre os três tipos possíveis de compra deste título.
Pós-fixada: essa é mais popular entre as opções de LCI. Geralmente indexada ao CDI, não é possível saber com antecedência quais serão exatamente os rendimentos auferidos por essa classe de ativos, pois esse valor depende das mudanças da taxa de juros propostas periodicamente pelo Banco Central na reunião do COPOM.
Prefixada: o valor da rentabilidade desse tipo de LCI já é conhecido no momento da aplicação. Por exemplo, na hora da compra, o investidor já saberá que receberá x% de rendimentos se resgatar a quantia após a data de vencimento. Por outro lado, o comprador só pode sacar o dinheiro quando o prazo previsto na hora da aquisição for cumprido. Assim, o LCI prefixado vale a pena somente para aqueles não terão necessidade de usufruir do dinheiro antes do vencimento
Híbrida: por fim, essa modalidade de Letra de Crédito Imobiliário tem esse nome por possuir dois valores e determinada a rentabilidade da aplicação. Um deles é fixo e o outro, geralmente, é indexado ao IPCA, indicador que calcula a média da inflação no Brasil. Esses títulos são facilmente identificados, pois vêm com a denominação “IPCA + X%”. Isso é, se no período o indicador de inflação for de 6% e a rentabilidade fixa for 4%, o investidor terá um total de 10% de rendimentos ao fim da data de vencimento.
Quais as vantagens da aplicação em LCI?
Vistas as principais características deste produto, vamos descobrir agora quais são as grandes vantagens da Letra de Crédito Imobiliária.
Afinal, por que investir em LCI vale a pena? Primeiramente, vale salientar a qualidade que ela compartilha com outros dos mais famosos títulos de renda fixa: a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Mas o que isso significa? Representa que os investimentos que não superem o teto de R$ 250 mil tem seus depósitos protegidos. Imagine, por exemplo, que você comprou uma LCI de um banco que foi à falência. Se você tiver investido até o valor do teto, seu dinheiro estará salvo e retornará para você.
Entretanto, a grande exclusividade desse título é a isenção de imposto de renda, que não acontece nos ativos do Tesouro ou de Certificados de Depósitos Bancários. Então, se você se pergunta qual o melhor investimento entre LCI e CDB, por exemplo, o primeiro sairá vencedor nesse quesito.
Afinal, com a isenção, se ambos renderem 100% da CDI, a LCI sairá com a melhor rentabilidade, pois não terá parte dos rendimentos corroídos pelo Leão.
Um CDB pode ser mais vantajoso em outras hipóteses, e aqui falamos de uma desvantagem relativa à Letra de Crédito Imobiliário.
Por exemplo, a maioria dos produtos dessa modalidade só possui liquidez após a data de vencimento. Portanto, se você utilizar esse ativo para uma reserva de emergência, por exemplo, pode ser uma péssima ideia para sua estratégia de investimentos.
>> Quer saber como montar sua reserva de emergência? Confira o vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:
Invista em aprendizado para escolher seus investimentos
Gostou do conteúdo? De acordo com as informações, acha que investir em LCI vale a pena?
Hoje em dia, qualquer pessoa com R$ 30 no bolso já pode começar a aplicar seu dinheiro e vê-lo render. Mas será que existe um melhor momento para investir?
Essa é uma dúvida corriqueira. Afinal, a educação financeira é algo a que poucas pessoas têm acesso e, quando isso acontece, é em um momento mais tardio.
Pesquisas mostram que o Brasil está na posição de número 74, em um ranking de 144 países, se colocando atrás de nações como Togo e Zimbábue, em relação à educação financeira.
Não se aprende a como lidar com o próprio dinheiro desde criança, nas escolas; é somente depois de adulto que a maioria das pessoas passa a se educar a respeito de assuntos relacionados a finanças, inclusive no que se refere a investimentos.
Tradicionalmente a população brasileira não está acostumada a poupar e investir. O máximo que a gente geralmente aprende é guardar o dinheiro na caderneta de poupança.
No entanto, deixar o dinheiro parado na poupança ou até mesmo na conta corrente faz com que ele seja corroído pela inflação e perca valor.
Segundo o site Infomoney, o rendimento da poupança está perdendo para a inflação há meses!
Para evitar que isso aconteça, existem outras opções igualmente seguras e acessíveis e com rendimentos mais atraentes, como o Tesouro Direto.
Neste artigo, vamos te ajudar a definir quando começar a investir e ingressar no mercado financeiro
Além disso, você verá dicas importantes para começar a investir, como:
Quite todas as suas dívidas;
Crie a sua reserva de emergência;
Estabeleça seus objetivos;
Planeje o seu orçamento;
Aprenda mais sobre investimentos.
Melhor momento para investir: quando começar a investir, afinal?
Idealmente, o melhor momento para investir é o quanto antes.
Porém, antes de sair comprando títulos de renda fixa ou aplicando em fundos de investimento e em renda variável, é importante que você se atente a alguns aspectos importantes da sua vida financeira.
Confira a partir de agora algumas dicas do que você precisa observar antes de começar a investir.
5 dicas para quem quer começar a investir
1. Quite todas as suas dívidas
Se você ainda tem dívidas em aberto, saiba então que este ainda não é o melhor momento para investir.
Antes de querer fazer o seu dinheiro render, você precisa quitar todas as suas pendências financeiras e ficar com as suas contas no azul.
A reserva de emergência é um dinheiro que você guarda para cobrir as suas despesas caso algum imprevisto aconteça.
Portanto, antes de começar a fazer investimentos mais ousados, o ideal é que primeiro você crie a sua reserva com um montante suficiente para suprir seus gastos pelo tempo de 6 meses a 1 ano.
Para te ajudar a criar esse colchão de segurança, preparamos um vídeo, confira:
3. Estabeleça seus objetivos
A definição do melhor momento para investir depende também da definição dos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.
Ou seja, o que você deseja conquistar com o rendimento das suas aplicações?
4. Planeje o seu orçamento
É muito importante que você planeje o seu orçamento antes de começar a investir. Assim, você terá maior controle sobre seus ganhos e suas despesas e sobre quanto você é capaz de poupar para investir.
5. Aprenda mais sobre investimentos
Quanto mais você souber sobre as diferentes modalidades de investimentos e sobre os fatores que podem influenciar a sua lucratividade, melhores serão as suas decisões sobre onde aplicar o seu dinheiro.
Começar a investir é importante, mas você deve fazer isso com segurança e bem-informado. Por isso, o ideal é estar bem por dentro do assunto.
Um curso sobre investimentos pode fazer a diferença entre lucro e prejuízo, nessa hora. Ainda mais se ele for desenvolvido pelos maiores especialistas em investimentos da XP.
Qual o melhor momento para investir na Bolsa de Valores?
E quando começar a investir na Bolsa de Valores? Qual o melhor momento para aplicar no mercado de ações?
O mercado de ações tem uma volatilidade mais elevada. Isso significa que, devido às oscilações do mercado, essa modalidade oferece maiores riscos para os investidores.
Em contrapartida, as rentabilidades obtidas costumam ser bem mais vantajosas a longo prazo. Se você está iniciando, o recomendável é diversificar sua carteira, mesclando ativos de renda fixa, como CDB e Tesouro Direto, com aportes menores em renda variável, como ações.
Tendo isso em vista, o melhor momento para investir na Bolsa de Valores e se tornar um acionista de empresas de capital aberto é quando você já tem um nível de maturidade e conhecimentos maior sobre esse mercado.
Além disso, antes de investir em ações você precisa considerar também o seu perfil de investidor e quanto risco você consegue suportar.
O melhor momento requer preparo!
Definir o melhor momento para investir é uma decisão muito importante e que vai te permitir cuidar melhor do seu dinheiro e obter melhores rendimentos para alcançar seus objetivos.
Seja em renda fixa ou em renda variável, tome decisões bem informadas, não deixando de considerar risco, rentabilidade e liquidez das suas aplicações.
Lembre-se de que o tempo é o seu maior aliado na construção do seu patrimônio. Então, quanto antes você puder começar a investir, melhor será o seu retorno.
Por isso, baixe gratuitamente um guia completo para investidores iniciantes. Ele foi feito pelos maiores do mercado: a XP Inc.
Quando adentramos no mundo dos investimentos, normalmente ouvimos diferentes termos que ainda não temos tanta familiaridade. Por exemplo, você sabe o que é liquidez em finanças?
Assim como a rentabilidade, trata-se de um conceito essencial nas aplicações financeiras. Mas o que significa o termo liquidez e qual a importância para os investimentos?
Como todas essas questões estão relacionadas? O que significa quando a liquidez está baixa ou alta? Será que é tão relevante conhecer a liquidez de um ativo quanto a sua rentabilidade?
Falaremos mais sobre todas essas questões durante este conteúdo. Continue a leitura!
O que é liquidez nas finanças?
Quer saber o que é liquidez em finanças? Basicamente, podemos explicar o termo como a capacidade de conversão de um bem em dinheiro. Mas o que exatamente isso significa?
Quanto mais rápido o processo de resgate ocorrer e sem perda significativa de valor, mais líquido o investimento é. Ou seja, uma aplicação com pouca liquidez émais difícil de ser resgatada.
Quer um exemplo do que é liquidez em finanças para ficar mais fácil? A poupança é um investimento que possui alta liquidez, pois você tem acesso ao dinheiro em pouco tempo.
Entretanto, esse mesmo exemplo já nos faz entender que nem sempre a liquidez é tudo para ter bons resultados nos investimentos. Isso porque a poupança tem uma baixa rentabilidade, principalmente quando comparada a outros ativos.
Por outro lado, os bens imobiliários são um exemplo de baixa liquidez, já que não é possível ter o dinheiro em mãos quando desejar, apenas ao vender o imóvel. Entretanto, isso não significa que não seja um investimento vantajoso.
Então, por mais vital que seja observar a liquidez nos investimentos, devemos pensar nesse conceito associado a outros termos relevantes do mercado financeiro, como a rentabilidade. Falaremos mais sobre isso adiante.
Mas não podemos falar sobre o que significa o termo liquidez sem entender outros conceitos:
carência: período pré-estipulado quando o saque não é permitido;
vencimento: tempo que o ativo precisa ficar aplicado para ter o rendimento prometido no ato da compra;
prazo de resgate: período entre o pedido de resgate e o recebimento do dinheiro.
Vale a pena lembrar: quanto maior os prazos, menos líquido é o investimento. Além disso, quando pensamos em liquidez, nos referimos à facilidade de reverter o bem em dinheiro sem a perda significativa do valor.
Qual a importância da liquidez nos investimentos?
Como vimos, a alta liquidez é a capacidade de transformar seu investimento em dinheiro de forma rápida e fácil. Por outro lado, com aplicações de baixa liquidez, é necessário esperar para converter seu ativo.
Então, o que é liquidez em finanças já entendemos. Mas qual o impacto disso nos investimentos?
Compreender esse termo é fundamental para conseguir diversificar a sua carteira não apenas nos tipos, mas também nos prazos dos investimentos. Dessa maneira, você não corre o perigo de ficar sem dinheiro.
Apesar do fator liquidez ser diferente para cada investimento, ele ainda é igualmente essencial tanto para as aplicações em renda fixa quanto variável.
Na renda variável, normalmente a liquidez é mais baixa, até porque a probabilidade de rentabilidade é maior. Entretanto, é possível encontrar diferentes opções na bolsa de valores.
Um exemplo disso são as ações de grandes empresas que integram o Ibovespa, que são mais líquidas porque há mais procura por elas. Isso significa que, caso queira vendê-las, é mais fácil pedir o resgate.
Já na renda fixa, os investimentos costumam ter uma liquidez mais alta. O principal exemplo é a poupança, como falamos, mas que não possui uma boa rentabilidade. Entretanto, outras aplicações podem ser mais vantajosas, como o Tesouro Selic ou CDB.
Qual a relação entre liquidez e rentabilidade?
Já falamos sobre o que é liquidez em finanças, mas e sobre rentabilidade? Basicamente, esse é o termo que indica a porcentagem de quanto você ganhará com um investimento.
Na renda fixa, a rentabilidade é mais fácil de ser calculada, já que são investimentos que indicam o quanto seu dinheiro vai render logo no momento da aplicação.
Por outro lado, para investimentos de alta volatilidade, como na renda variável, é mais difícil “prever” a rentabilidade, já que ela varia conforme o sucesso ou fracasso de cada papel.
Mas qual a relação entre os dois termos? Normalmente, quanto maior a liquidez de um investimento, menor é a sua rentabilidade.
A verdade é que não é possível encontrar uma aplicação que tenha alta liquidez, boa rentabilidade e grande segurança. Esse é um dos principais erros dos investidores iniciantes — tentar encontrar o investimento perfeito.
Pelo contrário, quando falamos sobre o tripé do investimento (liquidez, rentabilidade e segurança), devemos entender que sempre deixaremos pelo menos um de lado em favor dos outros.
Por todas essas questões, ressaltamos a importância da diversificação de ativos, podendo ser tanto de renda fixa quanto de variável.
Dessa maneira, mesmo que você arrisque uma parte do seu patrimônio em uma aplicação e acabe perdendo, ainda conta com outros ativos que podem suprir essa perda, sem trazer maiores complicações financeiras.
Afinal, se o seu capital está bem distribuído em diferentes investimentos, há uma maior possibilidade de ter mais lucros do que prejuízos. Essa é uma dica de ouro para qualquer pessoa que busca construir um patrimônio estável e positivo.
Quais as melhores alternativas para maior liquidez financeira?
Uma vez que já falamos sobre o que é liquidez em finanças, vamos falar sobre as principais alternativas de investimento. Confira!
1. Poupança
Já falamos que a poupança é uma das opções que possui maior liquidez. Entretanto, isso é o suficiente para que você deixe seu dinheiro lá? Apesar de ser uma das aplicações mais comuns dos brasileiros, não é mais um bom investimento.
A poupança é segura, com risco quase zero e que permite os saques serem realizados a qualquer momento. Então, é melhor deixar o seu dinheiro na poupança do que estagnado em uma conta sem rendimento.
E a verdade é que as pessoas já estão começando a entender isso. Segundo a Anbima, a poupança está perdendo a popularidade pela primeira vez em anos, dando espaço aos produtos financeiros (ações, títulos privados e fundos).
2. Títulos públicos
Os investimentos no Tesouro Direto funcionam como empréstimos ao Governo Federal para o financiamento de projetos variados nas áreas de saúde, educação, segurança, entre outras.
É considerado um dos tipos de título de renda fixa mais seguros, pois possui a proteção do Tesouro Nacional. Além disso, conta com uma rentabilidade melhor que a poupança. Há três tipos de papéis disponíveis para aplicação:
Tesouro prefixado: apesar de não ser uma opção tão popular quanto as próximas, corresponde ao título prefixado, em que é estipulado um retorno no momento da compra, de acordo com o valor investido e o prazo;
Tesouro Selic: está relacionada ao título pós-fixado e é a opção mais popular, normalmente entregando um retorno maior que o da poupança. É a opção mais estável para objetivos de liquidez diária;
Tesouro IPCA+: este é o título híbrido, ou seja, além de uma taxa de juros fixa, também acompanha considera o indicador da inflação do país.
Em qualquer uma dessas alternativas, os rendimentos obtidos são tributados do Imposto de Renda, seguindo a tabela regressiva (de 22,5% a 15%), ou seja, quanto mais tempo durar a aplicação, menor será o imposto.
3. CDB
Os Certificados de Depósitos Bancários atuam de forma similar aos títulos públicos, com a diferença de serem emitidos para instituições privadas (no caso, os bancos). Os títulos mais comuns no caso dos CDBs são os pós-fixados, em que o indicador de referência é a taxa do CDI.
Além disso, cada banco possui suas próprias regras relacionadas aos juros, rendimentos e prazos das aplicações, mas contam com a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
Assim como no caso dos títulos públicos, o CDB segue as mesmas regras de tributação do Imposto de Renda.
Existem títulos do CDB com liquidez diária, enquanto outros podem ser retirados apenas na data de vencimento. Por isso, vale a pena ter uma atenção redobrada nesse sentido dependendo dos seus objetivos.
4. Ações
As ações da bolsa de valores são um dos investimentos em renda variável mais populares. Os investidores que compram esse título tornam-se sócios da empresa e, com isso, também compartilham os lucros obtidos.
Para ter um bom rendimento, é necessário procurar por companhias que tenham um bom histórico, com potencial de crescimento, o que envolve pesquisas e entendimento da situação do mercado.
Como falamos, temos uma ampla variedade de possibilidades de aplicações com as ações, inclusive aquelas com alta liquidez, mesmo sendo de renda variável. Isso porque elas podem ser vendidas a qualquer momento durante o pregão da bolsa.
Afinal, onde investir?
Como falamos, o segredo para qualquer investidor de sucesso é ter uma boa diversificação da carteira para que tenha cada vez mais segurança nas suas aplicações, sem depender de um título específico para ter uma boa rentabilidade.
Para que você tenha mais tranquilidade ao entrar no mundo dos investimentos, confira 5 dicas para ser um investidor de sucesso:
Se você quer saber mais sobre como fazer investimentos vantajosos para você, seja com alta liquidez ou não, aqui temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os seus conhecimentos ainda mais.
Há dúvidas recorrentes e específicas quando o assunto é investimento. Uma delas é: como funciona Tesouro Direto Prefixado?
Não é para menos. Afinal, o Tesouro Direto é um dos queridinhos dos investidores que possuem um perfil mais conservador e que preferem não arriscar muito suas decisões de investimento.
Os títulos da dívida pública são classificados como investimentos de renda fixa. Ou seja, você já sabe quais são as condições da sua aplicação no que se refere a prazos dos vencimentos, indexadores e fluxo de pagamento.
Dentre as opções disponíveis para quem quer investir no Tesouro Direto, a modalidade com rendimento pré-fixado é uma das mais procuradas.
Neste artigo, você vai entender o que é e como funciona Tesouro Direto Prefixado. Vamos mostrar também alguns motivos para você investir nessa modalidade e os seguintes cuidados que você precisa tomar:
Verifique a taxa Selic;
Leve em conta o IPCA;
Tome cuidado com o resgate antecipado;
Lembre-se do Imposto de Renda;
Não se esqueça da Taxa de custódia.
O que é Tesouro Direto Prefixado?
Podemos definir o Tesouro Direto Prefixado como um tipo de título da dívida pública em que a taxa de juros é definida no momento da compra do papel.
Essa modalidade recebe essa denominação justamente porque a rentabilidade do título é fixada previamente. Ou seja, ao adquirir uma cota do Tesouro Direto Prefixado, você consegue calcular quanto você poderá resgatar no vencimento.
Como funciona Tesouro Direto Prefixado?
Para que você possa entender como funciona Tesouro Direto Prefixado, é necessário explicar que há duas formas de investir nessa modalidade: a LTN e a NTN-F.
No Tesouro Prefixado LNT (Letra do Tesouro Nacional), o fluxo de pagamento é mais simples. O investidor sabe quanto a sua aplicação vai ter rendido quando chegar o dia do vencimento;
Já no Tesouro Prefixado NTN-F (Notas do Tesouro Nacional série F), o investidor tem a opção de resgatar o rendimento semestralmente até chegar a data do vencimento.
Nessa segunda modalidade de Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, há uma maior liquidez. O investidor pode utilizar esses resgates para reinvestir em outros produtos ou simplesmente ter uma fonte de renda extra a cada seis meses.
Agora que você já sabe o que é Tesouro Direto Prefixado e como funciona, que tal conferir alguns motivos para investir na compra desses títulos públicos?
Primeiramente, é comum que os papéis da dívida pública tenham alta liquidez. Isso significa que você pode resgatar o valor investido a qualquer momento, sem necessariamente esperar pelo vencimento.
Por já ter uma rentabilidade prefixada, você consegue ver a rentabilidade do seu investimento e se planejar melhor.
O Tesouro Direto Prefixado é a opção ideal para quem tem baixo apetite ao risco e quer ter bons retornos de forma segura.
Se você quer começar a investir em renda fixa, este vídeo pode te trazer mais informações:
Que cuidados tomar ao investir no Tesouro Direto pré-fixado?
Se você chegou até aqui e está interessado em investir no Tesouro Direto Prefixado, é extremamente importante que se atente a alguns pontos que vamos explicar agora.
1 – Verifique a taxa Selic
Antes de sair comprando títulos da dívida pública com juros definidos previamente, você precisa observar quanto está a taxa básica de juros da nossa economia – a Selic.
Se a Selic estiver maior que a taxa prefixada (e houver uma tendência de essa alta perdurar), pode ser mais vantajoso aplicar no Tesouro Selic, que é um produto cuja rentabilidade é indexada à taxa básica de juros.
2 – Leve em conta o IPCA
Outro ponto ao qual você precisa se atentar é a inflação. Para que o seu investimento obtenha ganhos reais, é fundamental que a taxa de juros prefixada seja superior à inflação, que é medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
Caso esteja interessado em fazer um investimento de longo prazo no Tesouro Direto Prefixado, é interessante que você fique atento ao fato de que investimentos de longo prazo estão sujeitos às oscilações de mercado que podem desvalorizar o dinheiro perante a inflação. Uma dica é investir no Tesouro IPCA, que está atrelado a esse indicador e, portanto, não vai perder valor.
3 – Tome cuidado com o resgate antecipado
Vale a pena ressaltar também que o resgate antecipado das suas aplicações pode ocasionar perdas nos seus ganhos devido às flutuações do mercado e cobrança de imposto de renda sobre os rendimentos, confira o vídeo a seguir:
Você pode optar pela modalidade de Tesouro Direto Prefixado com Juros Semestrais. Mas saiba que você deverá pagar um tributo, o Imposto de Renda regressivo sobre o valor de cada cupom de juros recebido a cada seis meses.
Essa cobrança começa com 22,5% no primeiro semestre, 20% no segundo, 17,5% no terceiro, 15% no quarto e se mantendo nesse patamar semestralmente até o vencimento da aplicação.
5 – Não se esqueça da Taxa de custódia
Por fim, você também precisa considerar a taxa de custódia cobrada pelo B3 durante todo o período que a sua aplicação durar. Essa taxa é de 0,25% por ano para saldos de até R$ 1,5 milhão.
Bom, neste artigo sobre como funciona Tesouro Direto Prefixado, você pôde ver que esta é uma boa opção para quem busca rendimentos mais convidativos que a poupança, mas que ainda não está pronto para arriscar demais.
Abra a sua conta em uma corretora (há ótimas no mercado, como XP Investimentos e a Clear), cadastre-se na B3 e comece a investir no Tesouro Direto. É bastante simples e você pode começar com aplicações a partir de R$ 30.
Entre as diversas oportunidades de produtos existentes, o investidor pode ficar confuso na hora de escolher os mais interessantes para inserir no seu portfólio. Nesse contexto, uma das perguntas mais ouvidas no tocante ao planejamento financeiro é: “vale a pena investir em previdência privada”?
Essa opção de investimento é bem comum no setor bancário. Muito provavelmente você já deve ter recebido uma ligação do seu gerente fazendo uma oferta (muitas vezes não muito atrativa) de fundo de previdência.
Mas será que há boas vantagens nesse produto? Em tempos de reforma da previdência social, essa modalidade tende a se tornar ainda mais atrativa, principalmente, em um País onde 90% da população adulta não junta dinheiro para se aposentar com mais tranquilidade, segundo Relatório Global do Sistema Previdenciário.
Portanto, preparamos esse conteúdo para tirar todas as suas dúvidas sobre o tema e decidir se vale a pena investir em previdência privada. Ficou curioso? Continue a leitura até o fim.
Vale a pena investir em previdência privada?
Para saber se vale a pena investir em previdência privada, é importante começar pelo seu conceito. Ela consiste basicamente em um investimento periódico em um fundo de seguridade cujo rendimento a longo prazo pode ser revertido em renda extra na aposentadoria ou para outra meta específica.
O período de aportes geralmente é de no mínimo 10 anos. Ao chegar na data estipulada para recebimento dos valores, o saque pode ser de forma integral ou parcelada mensalmente de acordo com uma data combinada.
Muitas reclamações são feitas em relação aos fundos de previdência em virtude dos baixos rendimentos. Entretanto, o retorno desse produto não é muito diferente dos oferecidos por outros títulos de renda fixa, como o Tesouro Direto, CDB, LCI, entre outros.
Inclusive, a rentabilidade mais baixa possui as contrapartidas positivas de um investimento conservador: maior previsibilidade e segurança.
Portanto, diante da sua proposta, saber se vale a pena investir em previdência privada depende muito de sua estratégia. Se você quer retornos de curto ou longo prazo, dos outros produtos que compõem sua carteira de investimentos, etc.
Abaixo separamos algumas vantagens e desvantagens desse segmento para que você entenda melhor. Vem com a gente!
Vantagens de investir em previdência privada
Além das já mencionadas seguranças e previsibilidade, existem algumas vantagens da previdência privada que as diferencia de outros fundos de investimento e de ativos de renda fixa.
Dentre os principais benefícios dessa modalidade, podemos enumerar:
Flexibilidade de portabilidade para outras gestoras e instituições
Liquidez e possibilidade de saque antes do tempo estipulado, porém com Vulnerabilidades a perdas
Dedução no Imposto de Renda de acordo com os valores dos aportes e limitado a 12% da renda anual, caso seja optante pela previdência PGBL
Forte diversificação de produtos que contempla investidores perfil conservador, moderado e arrojado
Sem cobranças antecipadas no IR, como acontece semestralmente em outros fundos. A incidência da alíquota de 10% do Leão só ocorre na hora do saque (em todo o montante para optantes do modelo PGBL e só na rentabilidade para os optantes do VGBL).
Isenção do imposto sobre herança, pois o produto funciona como um fundo de seguridade e não possui as obrigações comuns a outros ativos.
Portanto, vale a pena investir em previdência privada em virtude de vários benefícios e particularidades. Entretanto, há algumas desvantagens que devem ser levadas em consideração. Vamos a elas no próximo tópico!
>> Quer conhecer mais vantagens da previdência privada? Confira o conteúdo do canal Investimento às Claras:
Desvantagens de investir em previdência privada
Quando se fala em previdência privada, as principais críticas repousam nas taxas de administração e de carregamento. Além disso, há tá também quem reclame da baixa rentabilidade frente a outros ativos mais voláteis da renda variável, como as ações e os fundos de investimento imobiliário.
Entretanto, esses dois fatores precisam ser melhor explicados antes de serem vistos como uma mera desvantagem.
As taxas de administração, por exemplo, são os valores pagos pelo cliente que cobrem o custo de gestão e custódia do fundo de previdência. Já as de recarga dizem respeito àquilo cobrado quando é feito um aporte no fundo.
O problema, nesse caso, não é a existência das cobranças em si, mas sim quando elas são abusivas e corroem a rentabilidade do seu investimento. Por exemplo, produtos oferecidos por bancos são famosos por oferecerem taxas que visam interesses comerciais próprios e não pensam no retorno do cliente
Por isso, pode valer a pena investir em previdência privada disponíveis em corretoras ou intermediadores financeiros isentos. Escolhendo esse caminho, você terá acesso a opções especialmente selecionadas para você e ausente de interesses corporativos.
Já quanto à rentabilidade, como já mencionamos, ela é semelhante a de outros produtos de renda fixa. Há muitos investidores que estão interessados em ativos mais arrojados e voláteis que trazem maiores rendimentos a curto prazo, porém que demandam um estudo e acompanhamento mais profundos.
Entretanto, para quem busca previsibilidade a longo prazo, essa desvantagem praticamente não existe.
Afinal, vale a pena investir em previdência privada? Descubra seu perfil de investidor
Portanto, entre vantagens e desvantagens, objetivos estratégicos e perfil de investidor, vale a pena investir em previdência privada sim!
No final das contas, o importante é sempre entender como essa alocação de recursos na sua carteira está bem equilibrada com seus outros aportes. Uma dica essencial , por exemplo, é não fazer investimentos em um fundo de previdência sem ter uma reserva de emergência sólidas em outros ativos com liquidez diária.
Afinal, a previdência privada é uma alternativa para colher os rendimentos na aposentadoria ou para objetivos de longo prazo. Assim, quanto mais você mexe de forma rotineira, mais perdas você estará exposto.
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