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Como investir em Letras de Câmbio? 5 dicas + 5 passos

Neste artigo, mostraremos um passo a passo prático de como investir em Letras de Câmbio. Além disso, apontaremos fatos essenciais sobre LCs, aos quais você precisa se atentar antes de iniciar suas aplicações. 

Vamos lá?

O que são Letras de Câmbio?

Antes de saber como investir em Letras de Câmbio, vamos relembrar, rapidamente, o que são as LCs?

As Letras de Câmbio são investimentos em renda fixa nos quais você empresta dinheiro a uma financeira (instituições financeiras de modo geral) em troca do recebimento de juros. 

Trata-se de uma modalidade de investimento mais estável e segura, pois sua rentabilidade é previsível, podendo ser fixada em um percentual mensal ou em algum indicador econômico como a Selic, o CDI e a inflação, por exemplo.

Inclusive já falamos sobre esse assunto no blog, temos um artigo completo sobre o que são Lcs, para você se aprofundar ainda mais nesse tipo de investimento. 

5 fatos a saber antes de começar a investir em Letras de Câmbio

Para saber como investir em Letras de câmbio, precisamos repassar alguns pontos importantes sobre esse tipo de investimento, que serão fundamentais para ajudá-lo a iniciar suas aplicações.

1- Avalie o quanto está disposto a investir

Geralmente, há um valor mínimo exigido para aplicações em Letras de Câmbio. A fim de que a rentabilidade seja boa, é comum a exigência de quantias mais elevadas ao começar a investir, sendo comum o valor de R$10.000 entre as corretoras. 

Mas também é possível encontrar valores mínimos exigidos mais baixos, como por exemplo de R$1000.

2- Atente-se ao limite do FGC 

As Letras de Câmbio, ou LCs, são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre até R$ 250.000, por CPF e por instituição bancária, em caso de falência da financeira que emitiu os títulos. 

Portanto, se deseja investir um valor maior do que o coberto pelo FGC, distribua o valor entre bancos diferentes para não elevar seus riscos. 

3- Lembre-se de que o IR incide sobre as LCs

As Letras de Câmbio sofrem incidência do Imposto de Renda, recaindo sobre o rendimento e seguindo a tabela regressiva do IR, que funciona da seguinte maneira:

  • de o a 180 dias você pagará uma alíquota de 22,5% sobre o rendimento;
  • de 181 a 360 dias, 20%;
  • de 361 a 720 dias 17,6%;
  • e acima de 720 dias 15%.

4- COMPARE títulos prefixados, pós-fixados e híbridos

As Letras de Câmbio são divididas em títulos prefixados, pós-fixados e híbridos. Sua rentabilidade depende do tipo escolhido para investir, portanto, veja qual se adequa melhor ao seu perfil de investidor e às suas necessidades antes de começar a aplicar. 

Relembre como funciona cada título de LC:

LCs prefixadas

Incide sobre uma taxa de juros fixos (4% ou 5% ao ano, por exemplo), que é conhecida pelo investidor desde o momento da aplicação. 

LCs pós-fixadas

Ao comprar Letras de Câmbio pós-fixadas você não sabe quanto será a taxa de juros no futuro, mas sabe que aquele título terá sua rentabilidade atrelada a um indicador, como por exemplo o CDI

LCs híbridas

A Letra de Câmbio híbrida combina uma taxa prefixada e outra pós-fixada. Por exemplo, títulos de LCs assegurados por uma taxa de juros (como 4% ou 5% ao ano) e atrelados à variação da inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

5 – Atente-se ao prazo de vencimento do investimento

Lembre-se de que alguns títulos só permitem o resgate na data do vencimento que, no caso das Letras de Câmbio, gira em torno de dois a sete anos.

Além disso, tenha em mente que o tempo de investimento influencia a rentabilidade final, portanto, o ideal é manter o ativo durante todo esse período. 

Como investir em letras de câmbio? Passo a passo prático

Agora que você já compreendeu a dinâmica das LCs, acompanhe nosso passo a passo prático de como investir em Letras de Câmbio, para iniciar suas aplicações!

1- Escolha onde investir em Letras de Câmbio

Antes de pensar em investir em Letras de Câmbio, você deve pensar sobre onde investir.

Existem diversas corretoras especializadas em investimentos no mercado: XP, Rico, Clear, entre outras. Pesquise sobre elas e veja qual oferece as melhores condições de aplicação.

A Rico, por exemplo, oferece taxa ZERO para todos os investimentos em renda fixa, como é o caso da Letra de Câmbio.

2- Abra uma conta na corretora escolhida

Depois de escolher sua corretora, o primeiro passo é abrir sua conta. Para fins ilustrativos, vamos mostrar como funciona a abertura de uma conta na Rico. 

Todo o processo é realizado pelo site da corretora, preenchendo os campos com os dados solicitados, como na imagem abaixo. Não há custo de abertura e de manutenção de conta.

3 -Transfira o valor a ser investido

Continuando nosso passo a passo de como investir em Letras de Câmbio, ainda na Rico, assim que sua conta estiver aberta, você deve transferir dinheiro do seu banco cadastrado para sua conta da corretora.

4- Acesse a área de investimentos

O próximo passo é acessar a área de investimentos em renda fixa e utilizar filtros para localizar as melhores aplicações para o seu perfil, como na imagem abaixo:

Escolha aquela cuja rentabilidade, prazo e tipo seja mais adequada e clique em “carrinho de compras”.

>>> Se você ainda tem dúvidas sobre qual é o seu perfil de investidor, já falamos aqui no blog sobre esse assunto. Clique aqui e descubra agora mesmo o seu!

5- Defina o valor e finalize a compra 

O último passo para investir em Letras de Câmbio é definir o valor da compra, inserir sua assinatura eletrônica e clicar em “Comprar”, como na imagem abaixo:

Prontinho, o seu dinheiro já está rendendo!

Quer saber com ainda mais perícia como investir em Letras de Câmbio, além de se aprofundar em outros investimentos em renda fixa? Então inscreva-se no curso Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco.

Neste curso, você tem acesso a conteúdo facilitado por especialistas do mercado, com aprendizado prático e, o melhor, com modelo flexível que se adapta à sua rotina. 

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O que é CDI e Selic e como usá-las para ampliar a rentabilidade dos investimentos?

Afinal, o que é CDI e Selic? Quais as diferenças e semelhanças entre elas? Como usá-las para escolher os melhores investimentos? 

Antes de avançarmos neste conteúdo é importante que você saiba que CDI e Selic não são tipos de investimentos, mas sim nomes de taxas de indexação. Ou seja, são indicadores econômicos utilizados como referência para o rendimento de ativos e aplicações.

Por exemplo, títulos indexados à inflação (IPCA) variam de rendimento de acordo com o aumento ou redução do índice. Já os investimentos indexados ao CDI ou à Selic também têm a rentabilidade alterada de acordo com o movimento dessas duas tarifas no mercado.

CDI e Selic: qual é o melhor investimento?

Essa pergunta é muito comum entre quem está começando a investir. Entretanto, não há uma resposta correta para ela, afinal, como vimos acima, CDI e Selic não são investimentos. Ambos são taxas indexadoras de outros investimentos, como CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA e mais.  

Taxa Selic

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil. Ela determina, por exemplo, o aumento ou redução das tarifas de empréstimos. Geralmente, quando a taxa Selic está em alta, as taxas de empréstimos também aumentam. 

Se você realiza algum investimento indexado por ela, o aumento da taxa Selic representa aumento da rentabilidade.

Quem define a taxa Selic? O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne a cada 45 dias para definir a taxa Selic.

O Tesouro Selic é um exemplo de investimento de renda fixa que é indexado pela Selic. Porém , ele não é o único. Como dissemos, ela é a taxa básica de juros da economia e influencia, inclusive, o CDI, que, por sua vez, gera impacto  nos investimentos como CDB.

Além do Tesouro Selic, existem outros tipos de títulos do tesouro, baseados em outros indexadores, entre eles a inflação. Ao investir no tesouro você está, na realidade, emprestando dinheiro para o governo, que retorna esse valor com juros, na data de vencimento.

Quais são os tipos de Tesouro? 

Entre os tipos de tesouro estão:

  • Tesouro Selic, 
  • Tesouro Pré-fixado, 
  • Tesouro IPCA. 

Cada um apresenta-se como a melhor opção para diferentes tipos de objetivos. O Tesouro Selic, por exemplo, é a opção ideal para quem deseja manter a reserva de emergência, afinal, ele possui liquidez diária. 

>>> Para aprender mais sobre cada um deles, indicamos que leia o artigo Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas?”. 

CDI

CDI, ou Certificado de Depósito Interbancário, é a taxa usada pelos bancos para transações de empréstimo entre eles. Por determinação do Banco Central, instituições financeiras não podem terminar o dia com o caixa negativo. Logo, os bancos realizam empréstimos entre si, usando o CDI como indexador. 

Além do empréstimo entre os bancos, o CDI também passou a ser uma taxa usada em diferentes transações, como o empréstimo realizado aos bancos por meio do CDB, por exemplo. 

De fato, o CDB é um tipo de investimento em que você, como investidor, empresta dinheiro ao banco para que ele possa realizar as atividades financeiras, por exemplo, financiamentos imobiliários e de veículos. 

Em grande parte dos casos, o CDB tem como indexador o CDI. Por isso, talvez você já tenha visto algo como CDB com 120% do CDI.

Isso quer dizer que a sua rentabilidade será o valor da taxa do CDI acrescido de 20%.

Mas, em quanto está o CDI? É aqui que o indexador se reencontra com a Selic. 

CDI e Selic

CDI é um indexador atrelado à Selic, representando uma alíquota muito próxima e variando junto com ela. De fato, CDI e Selic ficam em torno de 0,10% de diferença, com o CDI sendo abaixo da Selic.

Enquanto este artigo está sendo escrito, em novembro de 2021, a Selic está em 7,75% ao ano e o CDI está em 7,65% ao ano.

Isso quer dizer que os investimentos que possuem as taxas como indexadores, oferecem as rentabilidades aproximadas.

A diferença começa a aparecer quando há variação no percentual de retorno a partir de cada taxa. 

A poupança, por exemplo, varia seu rendimento a partir da flutuação da Selic. Se a taxa estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será equivalente a 70% da Selic mais a variação da Taxa Referencial (que desde 2017 se mantém em 0%).

Como dissemos acima, CDI e Selic são taxas muito aproximadas, logo, quando falamos de 70% da Selic, também podemos nos referir a algo próximo a 70% do CDI. 

Entretanto, ao observarmos outras opções de investimento, como os CDBs que pagam acima de 100% do CDI e o Tesouro Selic, encontramos rentabilidades muito mais vantajosas que a oferecida pela poupança. 

Afinal, a caderneta de poupança tem perdido feio para a inflação, como mostrou matéria publicada pelo G1.

Um CDB que ofereça 120% do CDI vai pagar a taxa completa (atualmente 7.65%) mais 20% sobre elas (que gira em torno de 1,53%). Isso quer dizer que um investimento que oferece 120% do CDI, paga, atualmente, 9,18% ao ano. 

Logo, ao buscar por um investimento com esses indexadores, é importante observar o valor atual da taxa Selic e do CDI, bem como identificar a porcentagem sobre eles que é oferecida. 

Como podemos observar no gráfico abaixo, ao investir R$10 mil no Tesouro Selic 2024, com a rentabilidade anual calculada como SELIC + 0,1151%,  a previsão de faturamento é de R$12.239,89 líquidos (já descontado o Imposto de Renda). 

cdi e selic
Gráfico de evolução do Tesouro Selic 2024

Já no simulador da corretora Rico é possível identificar uma oportunidade de investimento em CDB que, dentro do mesmo período (três anos a partir da data de aplicação), oferece um total a ser resgatado de R$15.203,87. 

simulador de opções de renda fixa entre CDB e poupança. cdi e selic

Esse comparativo nos indica que o investimento apresentado pela Rico oferece um CDB com mais de 100% do CDI e, por isso, a rentabilidade da aplicação se mostra maior em comparação à simulação do Tesouro Selic mostrada acima. 

É importante lembrar que ambas as taxas são bem semelhantes quando avaliadas em 100%.

Em resumo, CDI e Selic funcionam como indexadores dos juros de investimentos em renda fixa, entre eles Tesouro Direto, CDB e mais. 

Afinal, qual a diferença entre CDI e Selic?

A diferença entre Selic e CDI está no fato de que a primeira é a taxa básica de juros do Brasil, sendo responsável, inclusive, pela variação da segunda. O CDI é o balizador dos empréstimos privados com títulos emitidos em garantia pelo próprio banco tomador do empréstimo. 

A Selic é a referência utilizada nos empréstimos entre bancos e empréstimos ao governo, tendo como garantia os títulos públicos.

CDI e Selic são elementos importantes para a avaliação de investimentos. Existem outros termos que precisam ser aprendidos para garantir a tomada de decisão estratégica. 

Para adiantar seu processo de aprendizado, te convidamos a conhecer o curso online que a Faculdade XP criou para investidores, Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco”. 

São duas horas de muito conhecimento e compartilhamento de um método prático para investidores que querem um passo a passo para começar a ter maior rentabilidade e fazer seu dinheiro trabalhar para você. 

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Traders de sucesso: os maiores do mundo e do Brasil [LISTA]

Traders de sucesso são profissionais que alcançam excelentes resultados no mercado financeiro com operações de curto prazo, como day trade e swing trade.

As principais características que diferenciam este perfil de investidor dos demais são autocontrole e disciplina.

Autocontrole para não se deixar levar por emoções que podem acabar com a estratégia, como desespero e ansiedade. 

Disciplina para manter o foco e continuar trabalhando mesmo quando os rendimentos não atingirem o percentual desejado.

Neste artigo, você vai conhecer os melhores traders do Brasil e do mundo. A maioria das histórias reúne mentes brilhantes, ousadia, coragem e apetite por riscos

Acompanhe a leitura!

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Os 10 melhores traders do mundo 

A lista tem início com nomes clássicos e segue até os traders de sucesso dos dias atuais. São eles:

1. Jesse Livermore

Jesse Lauriston Livermore (1877–1940) é considerado por muitos como o melhor trader de todos os tempos.

Ele saiu de casa aos 14 anos, com US$ 5, e foi trabalhar em uma corretora de valores

Em 1907, acumulou US$ 3 milhões. Já em 1929 (não se sabe ao certo se antes da quebra da Bolsa de Nova Iorque ou depois), atingiu o capital de US$ 100 milhões.

Ao longo de sua vida, conquistou e perdeu 4 vezes fortunas multimilionárias.

Mesmo após sua última perda, deixou aos seus herdeiros um patrimônio líquido equivalente a US$ 5 milhões em valores da época.

2. William Delbert Gann

William Delbert Gann (1878–1955) foi um trader que desenvolveu três estratégias de previsão de mercado baseadas em geometria, astrologia e matemática antiga:

  • estudo do preço;
  • estudo de padrões;
  • estudo do tempo.

Alinhadas da forma correta, as estratégias são um instrumento potente e confiável para prever o movimento dos mercados.

Além de negociar, Gann também escreveu vários livros e ministrou diversos cursos.

3. George Soros

O húngaro George Soros, nascido em 1930, possui atualmente uma fortuna avaliada em mais de US$ 8 bilhões.

Soros é responsável por um ato marcante, que o tornou reconhecido mundialmente como “o homem que quebrou o Banco Central da Inglaterra’‘.

Em 1992, no período em que o Reino Unido estava se preparando para adotar o Euro como moeda, ele fez uma aposta ousada indo contra a promessa do governo local e investiu na desvalorização da Libra esterlina.

Essa aposta rendeu lucro de US $1,1 bilhão em um único dia, além da notoriedade como um ícone do mercado da época.

4. Richard Dennis

O americano Richard Dennis é famoso por ter criado o grupo Turtle Traders no ano de 1983.

O grupo surgiu a partir de uma aposta que Dennis fez com seu colega em que afirmou que, para se tornar um trader, não é preciso ter nenhum dom ou talento dado pelos deuses do mercado. Basta aprender.

Dessa forma, ele ensinou a 23 iniciantes como negociar de maneira perfeita em apenas 14 dias e confiou a eles cerca de US$ 1 milhão retirados de sua própria fortuna.

Após cinco anos, os Turtle Traders obtiveram um lucro de US$ 175 milhões, provando que Dennis estava certo.

5. Paul Tudor Jones

Com uma fortuna avaliada em mais de US$ 5,8 bilhões, Paul Tudor Jones ganhou notoriedade no ano de 1987, quando conseguiu antecipar-se vendendo ações durante a quebra do mercado que ocorreu neste ano.

Esta ação rendeu a Jones mais de US$ 100 milhões em apenas um dia.

6. John Paulson

John Paulson é ex-aluno da prestigiada universidade de Harvard, para qual doou US$ 400 milhões em 2015.

Ele ganhou notoriedade no mercado financeiro no ano de 2007, quando conseguiu faturar bilhões de dólares apostando em subprimes. Uma enorme venda a descoberta que o rendeu o apelido de “sultão dos subprimes”.

Atualmente, sua fortuna está avaliada em mais de US$ 4 bilhões.

7. David Tepper

Fundador do Appaloosa Management, fundo de hedge de grande sucesso, David Tepper é considerado um especialista em dívidas inadimplentes.

Atualmente, é dono do time do Carolina Panthers (NFL) e Charlotte FC (MLS), possuindo uma fortuna acumulada de mais de US$ 15 bilhões.

8. James (Jim) Simmons

James Simmons, também conhecido como Jim, foi o pioneiro no campo do investimento quantitativo ao usar algoritmos matemáticos para acumular capital.

Ele é fundador de um dos fundos de hedge mais famosos do mundo e possui uma fortuna estimada de mais de US$ 22 bilhões.

8. Ray Dalio

Raymond Thomas Dalio, mais conhecido como Ray Dalio, é considerado uma das personalidades mais proeminentes no mundo das finanças.

Ele é gestor e fundador da Bridgewater Associates, a maior e mais lucrativa gestora de hedge funds do mundo, com cerca de US$ 140 bilhões sob gestão e mais de 1.500 funcionários.

Sua estratégia Pure Alpha é a mais antiga da casa, com o fundo lançado em 1989 que busca tirar proveito de todas as oportunidades em todos os mercados por meio de uma visão macro com fatores quantitativos.

Atualmente, sua fortuna é avaliada em US$ 18 bilhões.

9. Steven Cohen

O estadunidense Steven Cohen, fundador da antiga SAC Capital, fez sua fortuna por meio da venda de ações a descoberto. 

Atualmente, sua fortuna está estimada em mais de US$ 14 bilhões.

10. Jim Rogers

Co-fundador do Quantum Fund, junto com George Soros, Jim Rogers é conhecido por sua decisão correta de alta sobre as commodities na década de 90.

Segundo o site The Richest, Rogers possui, atualmente, uma fortuna avaliada em US$ 300 milhões.

Conheça os 3 traders de sucesso no Brasil

Agora que você conhece os 10 maiores traders do mundo, conheça os traders de sucesso do Brasil e veja o que eles têm a ensinar.

1. Eduardo Ramos

Um dos nomes de maior destaque entre os trades de sucesso no Brasil é o de Eduardo Ramos.

O paulistano possui experiência na área de investimentos desde a década de 1990, quando ainda trabalhava como auditor da Receita Federal e se interessou pelo mercado financeiro.

Pouco mais de 20 anos depois, Eduardo se tornou um dos maiores traders do Brasil.

Após participar de uma série de competições ao redor do mundo, passou a aparecer frequentemente nos maiores rankings de liquidez de investimentos e retornos.

2. Fabrício Stagliano

Ao contrário de Ramos, que já tinha uma certa experiência no mercado financeiro, Fabrício Stagliano trabalhava como lavador de carros antes de alcançar o sucesso no mundo dos traders.

O caminho foi árduo, mas com dedicação, persistência e uma estratégia muito bem definida, Fabrício se tornou um investidor de referência no país.

A ponto de ser frequentemente entrevistado para a televisão e ser quase uma celebridade nas redes sociais.

3. Josué Ramos

Por fim, não poderíamos deixar de mencionar o nome do trader brasileiro mais bem sucedido de todos até o momento, o gaúcho Josué Ramos.

Conhecido por alcançar lucros na casa do milhão a cada ano, o empresário gaúcho é o trader de maior sucesso no Brasil.

Dentre os ensinamentos que Josué passa, os principais são estudo e disciplina.

>>> Conheça também Nassim Taleb, o autor de best-sellers que inspira investidores

Faturamento dos maiores traders do Brasil

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) analisou 1.218 day traders experientes brasileiros.

De acordo com os dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o número 1 do Brasil teve lucro bruto médio mensal de R$ 51,9 mil entre 2012 e 2017.

Já o segundo day trader registrou rendimento bruto médio mensal de R$ 45,9 mil.

Na terceira e na quarta posições estão dois traders que faturaram R$ 41,4 mil cada. 

O quinto trader teve rendimento bruto médio mensal de R$ 39,4 mil.

Veja abaixo a tabela com o lucro bruto médio mensal dos 10 maiores traders do Brasil:

Posição   Faturamento
R$ 51.971,17
R$ 45.935,35
R$ 41.496,05
R$ 41.465,10
R$ 39.424,64
R$ 35.272,77
R$ 30.615,33
R$ 30.344,75
R$ 29.127,13
10° R$ 28.925,99

6 truques sobre como ser um trader de sucesso

Se você almeja alcançar bons resultados com operações a curto prazo, as principais dicas para estar entre os traders de sucesso são:

Busque conhecimento

Em qualquer profissão você precisa ter conhecimentos apurados para alcançar o sucesso. No trading, isso não é diferente.

Um bom trader precisa entender as nuances do mercado para conseguir se destacar e alcançar seu próprio espaço.

Sendo assim, você deve buscar capacitação por meio de palestras, cursos, oficinas e imersões. Afinal, há muita informação interessante disponível de graça na internet.

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Mantenha-se atualizado

Esse truque está diretamente relacionado com o primeiro, pois buscar conhecimento também significa se manter atualizado e buscar novas informações sobre o mercado.

Portanto, siga traders de sucesso, acompanhe as publicações nas redes sociais e sempre filtre conteúdos que sejam, de fato, confiáveis.

Tenha disciplina

A disciplina é um fator extremamente importante para quem deseja alcançar bons resultados como um trader.

No trading, ela está muito relacionada ao controle emocional, que é outra característica essencial para quem deseja se destacar na área.

Portanto, pratique no dia a dia, com coisas simples, como exercícios físicos ou alimentação balanceada, para que se torne um hábito.

Defina uma estratégia

Grande parte dos traders de sucesso mencionados acima tinham uma estratégia bem definida, e isso é fundamental na área.

Traçar uma estratégia significa operar de acordo com o conhecimento que você possui, analisando e entendendo o que pode ou não ser colocado em prática.

Isso porque o mercado financeiro não é uma área para trabalhar com “achismos”, mas sim com um plano bem elaborado.

Portanto, estude sobre o trading e as possibilidades que ele oferece para encontrar ou criar uma estratégia que funcione para você.

Trabalhe seu psicológico

Trabalhar como trader é conviver diariamente com os riscos do mercado financeiro. Diante disso, é comum que o fator psicológico afete seu desempenho.

Inclusive, o psicológico faz muita gente desistir dessa profissão. Por esse motivo, trabalhe bem o seu emocional.

Entenda que esse é um mercado de riscos, estude e mantenha a calma. Se achar necessário, busque ajuda profissional.

Aprenda com exemplos práticos

Agora que você conhece os maiores traders de sucesso do Brasil e do mundo, imagine como seria incrível ter uma oportunidade semelhante a que Richard Dennis proporcionou aos traders iniciantes?

O capital disponibilizado por ele impactou o volume de ganhos, no entanto, sem o conhecimento necessário todo o dinheiro poderia ter sido perdido.

Ou seja, para o grupo, fez toda a diferença contar com a experiência que Dennis adquiriu ao longo do tempo.

Pensando nisso, o analista de investimentos da Rico, André Moraes, criou o curso Tudo o que aprendi em 12 anos de day trade em parceria com a Faculdade XP School.

Por meio dele, você vai aprender mais sobre estratégias, técnicas e gerenciamento de risco sob a ótica de alguém que tem mais de uma década de experiência no mercado.

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Tudo sobre Warren Buffett: da trajetória às melhores frases

Não importa o quanto você conheça do mercado de investimentos. Seja muito ou pouco, certamente já ouviu falar sobre Warren Buffett. O bilionário norte-americano, conhecido por ser um dos maiores investidores da Bolsa de Valores de todos os tempos. Mas o que o faz ser admirado por tantas pessoas ao redor do mundo?

Neste artigo, reunimos tudo o que você precisa saber sobre Buffett: de sua história e trajetória, até seus ensinamentos e uma seleção de frases para se inspirar. Boa leitura!

Quem é Warren Buffett

Muito se fala sobre Warren Buffett, mas você conhece a história desse homem? Buffet é considerado pelo mercado como um dos maiores e mais importantes investidores da Bolsa de Valores de todos os tempos. Não à toa, ele também está na lista de pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 100 bilhões.

Além de um homem com grande patrimônio e uma referência para quem quer mergulhar no universo dos investimentos, Warren é reconhecido como filantropo, já tendo doado milhões de dólares para causas sociais.

Veja mais sobre a história de Buffett e como seu sucesso pessoal e profissional inspira milhares de pessoas.

Conheça a história do maior investidor

Warren Edward Buffett nasceu em 30 de agosto de 1930 no estado de Nebraska, nos Estados Unidos. Nessa época, a Grande Depressão tomava conta do país e causava uma forte recessão econômica, gerando preocupação entre os americanos.

Filho de uma editora de jornais e de um corretor de ações, Warren viu seu pai perder o emprego e se reestabelecer com a fundação de uma empresa de investimentos. Isso fez com que, desde criança, se aprofundasse nesse universo.

Aos sete anos, foi até a biblioteca da cidade e pegou emprestado o livro Mil formas de ganhar US$ 1 mil. Interessado pelo que leu, passou a usar biblioteca do pai para ampliar sua literatura sobre investimentos.

Warren sempre agiu prematuramente. Suas noções sobre multiplicação de renda começaram cedo, quando trabalhou como entregador de jornais para complementar a mesada que recebia. A atividade passou a render uma quantia de US$ 175 semanais, dinheiro esse que usou para comprar máquinas de pinball com um amigo e distribuir por comércios da cidade. No mesmo ano, recebeu US$ 1200 por vender o direito sobre o negócio.

Foi aos 13 anos que Warren fez a declaração de seu primeiro imposto de renda. Nela, alegou ao órgão americano que seu relógio e bicicleta eram essenciais para seu trabalho e pediu restituição pelo imposto pago, lhe rendendo US$ 35.

Antes disso, aos 11, o garoto já dava seus primeiros passos na Bolsa de Valores quando, durante uma viagem à Nova Iorque, comprou alguns papéis.

Sua inteligência financeira era tamanha que, também criança, montou uma tabela de juros compostos. Com ela, podia acompanhar suas possibilidades de ganho e o quanto precisava para reinvestir.

A partir de iniciativas como essa, fica evidente que a trajetória de Warren para o sucesso começou cedo.

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O caminho percorrido por Warren Buffett para o sucesso

Agora que você conheceu a trajetória de Warren quando criança, vamos falar sobre sua transição para a vida adulta.

Vida acadêmica

Em 1947, aos 17 anos, ele iniciou seus estudos na Universidade da Pensilvânia. Pouco depois do ingresso, no entanto, solicitou transferência para a Universidade Nebraska-Lincoln, onde se formou como administrador.

Um ano depois de sua formação no bacharelado, Warren ingressava na Universidade de Columbia. Lá, além de seu mestrado em economia, pôde se relacionar com duas de suas inspirações: o economista David Dodd e Benjamin Graham, intitulado o pai do value investing (a busca por boas empresas negociadas abaixo do que valem).

Foi a influência de Graham que deu ao jovem alguns traços do que seria sua personalidade profissional. Assim como no livro O Investidor Inteligente, Warren passou a fazer análises aprofundadas de fundamentos de empresas e adquirir aquelas que estavam sendo comercializadas a preços baixos.

Curso de oratória

Você pode pensar que foram os estudos regulares que fizeram grande diferença na vida de Warren. No entanto, é o diploma de um curso de oratória feito na cidade natal, Omaha, que ele exibe em seu escritório.

Foi através desse curso que Buffett aprendeu a falar em público.

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Buffet Partnertship Ltda

Ao lado de familiares e sócios, Warren fundou, em 1956, a Buffet Partnership Ltda. O investimento foi de US$ 105.100, mas o investidor contribuiu com apenas US$ 100 da quantia total.

Em sua estratégia de negócios, ele não cobrava taxas de administração, mas sim uma taxa por alta performance. Assim, tudo o que ultrapassasse um ganho acumulado de 6% renderia um pagamento de 25% a Buffett.

Não à toa, seis anos após sua fundação o rendimento da carteira já superava o índice Dow Jones. Além disso, a companhia já valia US$ 7 milhões, com retorno líquido médio de 24,5% ao ano.

Foi durante sua participação na empresa que Warren conheceu Charles Munger, que viria a ser um de seus pares no mercado financeiro.

Berkshire Hathaway

Foi através da Guimbas de Charuto que Buffett chegou, em 1962, à companhia. Utilizando essa técnica, ele procurava por empresas em dificuldade, mas que ainda pudessem render um ‘último trago’ – ou lucro.

Antes de ser a holding mundialmente conhecida que é hoje, a Berkshire Hathaway era uma indústria têxtil com mais de 100 anos de história, comandada pela família Stanton.

Embora as investidas de Buffett tenham representado uma sobrevida para a companhia, isso também rendeu diversos conflitos com a família.

Emocionalmente envolvido com a situação e enfurecido com alguns comportamentos da presidência, em vez de vender ações, o investidor decidiu comprar uma quantidade maior. Assim, em 1965 tomou controle total da companhia e demitiu sua diretoria.

Segundo o próprio Warren, a estratégia foi um grande erro, já que a movimentação interrompeu uma prática na qual ele realmente acreditava: a de acúmulo de juros compostos.

Com valor de mercado acima de US$ 500 bilhões, hoje a Berkshire é uma holding de investimentos e Buffett segue sendo um de seus principais acionistas. A companhia tem participações em empresas de renome, como Coca-Cola e American Express e, mais recentemente, na Apple.

>>> Entenda tudo sobre Juros Compostos: clique aqui e leia um artigo recentemente publicado aqui.

A fortuna de Warren

Se hoje a fortuna de Warren está estimada em US$ 100 bilhões, isso é fruto de seu esforço e inteligência. Desde criança, quando começou a estudar sobre o universo de investimentos e começou a fazer trabalhos remunerados e desenvolver estratégias de lucro, ele viu seu dinheiro se multiplicar.

No período em que ingressou na Berkshire Hathaway, uma ação da companhia era comprada a menos de US$ 10. Hoje, essa mesma ação é negociada a quase US$ 100 mil.

Seu patrimônio fez com que, em 2012, ocupasse a segunda posição entre os mais ricos do mundo, segundo a Forbes. Em 2013, se destacou como quem mais arrecadou dinheiro em todo o mundo, com uma média de ganho diário de US$ 37 milhões.

Lições de Buffett que todo investidor deve aprender

Sua trajetória e sucesso ao longo dos últimos anos fez com que recebesse o apelido de Oráculo de Omaha, em referência à cidade em que nasceu e vive atualmente. Não à toa, o americano é também uma das maiores referências e inspirações entre investidores por todo o mundo. Por isso, se você quer ter sucesso em sua empreitada financeira, confira 5 das das principais lições desse gênio da Bolsa de Valores.

1. Olhe para o futuro

A base dos investimentos de Buffett precisa ser um dos primeiros e principais conselhos. Para ele, a Bolsa de Valores não foi feita para operar em curto prazo, mas sim ser usada para o futuro.

Nesse caso, os investimentos devem ser feitos com base em perspectivas de que a empresa terá resultados consistentes e relevantes a longo prazo.

O investidor ainda reforça que independentemente da quantidade de papéis que adquirir, é fundamental assumir papel de sócio. Isso significa analisar a companhia, considerando a possibilidade de comprá-la por inteira. Você faria essa aquisição? Caso sim, provavelmente ela é uma boa oportunidade.

>>> Conheça tudo sobre a estratégia de Buffett, a Buy and Hold, clicando aqui.

2. Invista no que conhece

Reforçando a ideia de Warren sobre analisar minuciosamente uma companhia antes de investir nela, outro ponto importante para o investidor é o de dedicar esforços – e recursos – somente em setores conhecidos. Para ele, é preciso começar as análises circulando os negócios conhecidos.

A estratégia deu certo no início do século 21, quanto uma bolha financeira se formava em torno de empresas de tecnologia. Na ocasião, Warren não investia massivamente nelas, pois não tinha conhecimento suficiente para fazer análises.

3. Não entre em pânico

O mercado de investimentos é volátil e se desesperar com isso é um erro. De acordo com Buffett, manter os planos, ainda que o mercado faça movimentações consideradas malucas, é o correto.

Por isso, nada de se desesperar quando uma ação despenca.

4. Não siga a manada

O efeito manada – aquele em que um grande número de pessoas se comporta da mesma maneira sem saber a razão – é um grande erro no mercado de investimentos.

É comum ver uma acelerada movimentação nas ações da Bolsa. Elas são motivadas por especulações, fatores emocionais e, em alguns casos, estratégias de grandes investidores.

5. Aproveite as oportunidades

Seguindo a estratégia de value investing, buscar por empresas consideradas boas enquanto seus papéis estão sendo negociados abaixo do que valem é uma grande oportunidade.

Que tal usar a análise fundamentalista, a mesma de Warren, para saber mais sobre a qualidade e perspectiva de uma empresa? Assim, você pode aproveitar boas oportunidades e expandir o seu portfólio. Clique no banner abaixo para se inscrever.

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Inspire-se com as melhores frases de Warren Buffett

Veja 10 das melhores frases ditas por Buffett:

  1. “Regra número 1: nunca perca dinheiro. Regra número 2: nunca se esqueça da regra número 1”.
  2. “É preciso 20 anos para construir uma reputação, mas apenas 5 minutos para destruí-la”.
  3. “A maioria das pessoas se interessa por ações quando todo mundo está interessado. O momento de se interessar é quando ninguém mais está. Não se ganha dinheiro comprando o que é popular”.
  4. “O preço é o que você paga; O valor é o que você recebe. Falando de ações ou de meias, eu gosto de comprar mercadoria de qualidade quando ela está barata”.
  5. “Invista em negócios que qualquer idiota pode comandar porque, um dia, algum idiota pode fazer isso”.
  6. Se você não encontrar um jeito de ganhar dinheiro enquanto dorme, você vai trabalhar até morrer”.
  7. “O risco vem de não saber o que você está fazendo”.
  8. “A diferença entre pessoas bem-sucedidas e pessoas realmente bem-sucedidas é que as realmente bem-sucedidas dizem não para quase tudo”.
  9. “A volatilidade dos mercados é a maior aliada do verdadeiro investidor”.
  10. “Só compre algo que você ficaria perfeitamente feliz em segurar caso o mercado fechasse por 10 anos”.

Livros de Warren Buffett

Se você quer se aprofundar ainda mais na história desse investidor de sucesso, assim como em suas estratégias de negócio, confira essas três dicas de livros:

1. O jeito Warren Buffett de Investir: os segredos do maior investidor do mundo

Neste clássico escrito por Robert G. Hagstrom, você acompanha toda a trajetória de Buffett e como ele se tornou o investidor de sucesso que conhecemos hoje. Além disso, o livro reúne as técnicas que ele utiliza e que devem orientá-lo em sua compra de ações, trazendo pontos como investimentos a longo prazo e estudo dos papéis.

Link do livro da Amazon.

2. Efeito Bola de Neve: a biografia de Warren Buffett, o maior investidor do mundo

Se você quer saber mais detalhes da história de Buffett, esse livro é ideal. Embora não tenha sido escrito por ele, o investidor consentiu sua produção pela escritora Alice Schroeder. Nele, todos os detalhes sobre sua vida, desde suas lutas e conquistas até detalhes sobre suas opiniões, contadas por pessoas próximas.

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3. As regras básicas de Warren Buffett: os ensinamentos do maior investidor do mundo aos seus parceiros de negócios

Escrito pelo consultor financeiro Jeremy C. Miller, o livro reúne as principais regras básicas praticadas pelo investidor. Durante seu empreendimento na Buffett Partnership, Warren escreveu cartas a seus acionistas, no qual compartilhava seus pensamentos. O livro apresenta trechos dessas cartas, apresentando ao leitor suas ideias e reflexões.

Link do livro da Amazon.

Bônus: Documentário “Como ser Warren Buffett”

Ilustração de Warren Buffett do documentário "Como ser Warren Buffett"
Fonte: Youtube.

O canal de televisão e streaming HBO produziu, em 2017, o documentário Becoming Warren Buffett – Como ser Warren Buffett. A produção narra a infância de Buffett, fazendo um paralelo com quem ele se tornou.

Além de mostrar sua genialidade, o filme também fala sobre sua simplicidade e rotina e conta como são seus dias a frente da Berkshire Hathaway. Por fim, o documentário mostra ainda seu lado filantropo e o que o torna tão querido por pessoas ao redor do mundo.

Quer ser como Warren Buffet?

Se você se inspirou pela trajetória desse grande investidor e quer ocupar um papel relevante no mercado financeiro, é preciso colocar em prática as dicas de Buffett.

Além das frases e indicações neste artigo, que tal fazer o curso Valuation: avaliação de empresas e ações? Assim você aprende a como dominar os indicadores e montar uma carteira relevante. Clique no banner e inscreva-se.

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Tesouro IPCA com juros semestrais: vale a pena? Quando escolher esse título?

Já ouviu falar em Tesouro Direto? E Tesouro Direto IPCA com juros semestrais? Não se deixe assustar com esse nome elaborado. Na prática, esse tipo de investimento é uma opção muito interessante para quem deseja receber parte de seus rendimentos periodicamente

Existem diferentes tipos de Tesouro Direto e todos têm em comum o fato de serem um tipo de investimento de renda fixa, em que você empresta dinheiro para o governo brasileiro, que devolve o valor investido com juros.

Entretanto, é preciso conhecer  as características de cada um dos títulos do Tesouro, para, assim, descobrir a opção ideal para as suas necessidades, objetivos e para o seu perfil de investidor. 

O que é Tesouro IPCA com juros semestrais?

O Tesouro IPCA é um título controlado, como o próprio nome sugere, pelo IPCA, considerado o índice oficial de inflação no Brasil praticamente desde a criação em 1979.

Isso quer dizer que o seu rendimento acompanha a variação da taxa de inflação (IPCA). 

Exatamente por isso, o Tesouro IPCA é indicado para pessoas que possuem planos a longo prazo e não querem que o capital investido perca valor com o avanço da inflação. Com um investimento no Tesouro IPCA seu dinheiro ganha da inflação sempre. 

Na prática, o título desse tipo de tesouro é formado por uma taxa de juros pré-fixada mais a variação da inflação (que é um elemento pós-fixado). 

Observe a tabela abaixo, retirada do site do Tesouro Direto, com a indicação dos títulos disponíveis para compra. 

Na coluna de rentabilidade anual do título de Tesouro IPCA, você encontra a taxa prefixada somada à variação IPCA. 

Por exemplo, no Tesouro IPCA 2026 seu dinheiro irá render o valor correspondente a variação da inflação mais 5,29% ao ano.

Tabela do Tesouro Direto com os títulos disponíveis para a compra, incluindo IPCA com juros semestrais

>>> Leia também:

Tipos de Tesouro IPCA 

Entretanto, observe que existem dois tipos de Tesouro IPCA, sendo um deles com a indicação de juros semestrais. O que isso quer dizer? 

O Tesouro IPCA com juros semestrais é um título público com parte da remuneração pós-fixada, vinculada ao IPCA ou inflação, e outra parte pré-fixada por meio de uma taxa de juros estipulada antes da compra. Diferentemente do IPCA tradicional, no IPCA com juros semestrais o pagamento do rendimento é feito ao investidor a cada seis meses

Isso quer dizer que o lucro do investimento que foi realizado não é retido até o vencimento do título, ao contrário, ele é enviado, automaticamente, ao investidor a cada seis meses. 

A corretora recebe o rendimento e repassa o valor do período para a conta corrente do investidor, já descontando o Imposto de Renda. O restante do dinheiro continua rendendo, para que em seis meses o novo lucro possa ser enviado ao investidor.

Rendimentos semestrais

Os rendimentos semestrais acontecem até a data final do título. Por exemplo, um IPCA com juros semestrais 2030 irá realizar pagamentos semestrais até a data de vencimento em 2030.

Você receberá os rendimentos do investimento a cada seis meses até a data de vencimento, no ano estabelecido. 

É importante, entretanto, que você tenha em mente que o valor recebido semestralmente é apenas o lucro, ou seja, o valor que o investimento rendeu

Isso quer dizer que, ao comprar um título com juros semestrais 2055, por exemplo, não é recomendado que você retire o montante inicial antes da data do vencimento. Fazer isso, pode significar perda de dinheiro.  

Quando o IPCA com juros semestrais vale a pena?

Receber parte do dinheiro investido, a cada seis meses, parece ser muito vantajoso, mas será que realmente é? 

Isso vai depender do objetivo que você tem para o capital que está aplicado. 

Para entender melhor, vamos dar um passo para trás e voltar ao conceito do IPCA com juros semestrais. 

Você lembra que ele paga, a cada seis meses, o valor que o capital investido rendeu. Isso é bom por um lado, mas não pelo outro. Afinal, o valor que volta para a sua conta corrente, deixa de contribuir para o rendimento de juros sobre juros. 

Ou seja, esse valor não contribui para o cálculo dos juros compostos e para o aumento do montante a ser resgatado no vencimento do investimento.

Logo, se o seu objetivo é acumular capital, o IPCA com juros semestrais não é a melhor opção de investimento.

Nesses casos, o IPCA tradicional permitirá que a própria rentabilidade gerada ao longo dos meses contribua para o aumento do montante que será resgatado. Isso acontece porque os juros compostos atuam na multiplicação do capital que será resgatado na data de vencimento.  

Logo, o IPCA com juros semestrais vale a pena quando o seu objetivo é realmente receber parte do valor investido e não “juntar” um montante maior a longo prazo. 

Por exemplo, para a sua aposentadoria, qual é a melhor opção: juros semestrais ou no vencimento? 

Se você ainda não tem dinheiro para sua aposentadoria e deseja usar o tesouro direto para criar um patrimônio para daqui a 15, 20 ou 30 anos, o IPCA tradicional é a melhor opção para seu objetivo. 

Afinal, o próprio rendimento do período vai contribuir para o crescimento do montante acumulado. Isso acontece a partir da atuação de um grande parceiro dos investidores: os juros compostos

Contudo , se você já tem a sua independência financeira e quer “viver de juros” ou “viver de renda”, o IPCA com juros semestrais é a melhor opção. final, ele irá oferecer a cada seis meses uma parte do capital investido, para que você possa usar esse dinheiro na manutenção de suas despesas. 

E agora, já tem mais segurança para saber sobre o IPCA com juros semestrais é a melhor opção para você? Ainda tem alguma coisa te impedindo de dar esse passo e começar a investir? 

Então te apresentamos o curso online Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco”da Faculdade XP School onde compartilhamos um método prático para começar. No cursos você encontra: 

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O Tesouro Direto é seguro? Descubra se vale a pena investir em títulos da dívida pública

O Tesouro Direto é seguro?

Essa alternativa de investimento tem chamado a atenção de muitas pessoas que buscam modalidades conservadoras e mais rentáveis do que a caderneta de poupança.

Além de seguro, o Tesouro Direto é bastante acessível e diversificado. Com R$ 30,00 você já pode se tornar um credor da União e há diferentes opções de produtos no para você investir, alguns de médio e longo prazo e com rendimento pré-fixado, pós-fixado e híbrido.

Na verdade, essa modalidade de aplicação financeira tem se tornado tão popular que em setembro de 2021 o número de pessoas com recursos alocados bateu recorde e atingiu o número de 1,6 milhões de usuários, segundo dados divulgados pelo site Poder 360.  

Mas será que o Tesouro Direto é seguro de verdade? Se o Brasil “quebrar”, você perde todas as suas aplicações? Quais são os riscos de investir em títulos públicos?

Convidamos você a continuar a leitura deste conteúdo para esclarecer todas essas dúvidas.

O que é Tesouro Direto?

Antes de explicarmos porquê o Tesouro Direto é seguro, é importante explicarmos o que é Tesouro Direto.

O Tesouro Direto é um programa lançado em 2002 pelo Tesouro Nacional e que tem como objetivo permitir que pessoas físicas também possam se tornar credores da dívida pública e adquirir títulos públicos.

Ao investir no Tesouro Direto, você está emprestando dinheiro para o Governo Federal que, no vencimento do prazo acordado no momento da compra do título, vai te devolver esse dinheiro e ainda vai te remunerar com os juros que se acumularam nesse período.

Desde o seu lançamento, o Tesouro Direto vem ganhando cada vez mais popularidade entre os investidores pessoa física. Isso porque, como bem mencionamos na introdução, a partir de R$ 30,00 já é possível realizar esse aporte. 

Além disso, todos os títulos possuem liquidez diária, o que significa que os investidores podem fazer resgates quando quiserem, sem precisar esperar até a data do vencimento.

Para investir no Tesouro Direto, você deve comprar pelo menos uma fração de 1% de cada título público. Isso significa que um papel que custa R$ 4.000 pode ser comprado em frações de R$ 40.

Outro fator que torna o Tesouro Direto uma opção mais democrática é que diversos bancos e corretoras (como a XP Investimentos e a Clear) estão habilitados  a intermediar suas compras de papéis da dívida pública.

>>> Leia também: LTN: características, vantagens e desvantagens

A gente selecionou um vídeo para você com as dicas da Rico sobre o Tesouro Direto:

O Tesouro Direto é seguro mesmo?

Agora que você já sabe o que é Tesouro Direto, é hora de respondermos: o Tesouro Direto é seguro de verdade?

Indo direto ao ponto, sim! O Tesouro Nacional é uma opção bastante segura para quem está em busca de diversificar os investimentos em renda fixa.

Como bem mencionamos aqui neste conteúdo, ao investir no Tesouro Direto, você está financiando a dívida da União. No vencimento, você recebe uma remuneração em juros pelo tempo que você emprestou determinada quantia para o Governo.

O risco de o Governo não te devolver o dinheiro que você emprestou com o acréscimo dos juros é baixíssimo, praticamente nulo.

Isso só aconteceria se o Brasil decretasse falência. Só que, apesar do momento delicado de  nossa economia, é mais provável que as instituições financeiras quebrem antes do próprio País.

Segundo notícia do Estadão, vários especialistas em economia garantem que o Tesouro Direto é a modalidade de investimento mais segura que existe atualmente.

Desde 2002, ano em que foi criado, o Tesouro Direto nunca deu calote. Todos os títulos da dívida interna sempre foram pagos dentro do prazo.

>>> Saiba mais: Tesouro IPCA+: significado, tipos e quando investir

O Tesouro Direto é bastante seguro, mas existem outros fatores que podem prejudicar seus investimentos, como a falta de experiência. 

Neste vídeo, saiba como evitar isso e investir assertivamente:

Ficou interessado em começar a investir? O Tesouro Direto é apenas uma das diversas opções. Faça um curso da Faculdade XP e dê os Primeiros passos no Mundo dos Investimentos.

Com ajuda de especialistas, descubra seu perfil de investidor, aprenda a investir e perca o medo de desfrutar do mercado financeiro.

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>>> Veja também: Tesouro Nacional: funcionamento, títulos e como investir

Posso perder o meu dinheiro no Tesouro Direto?

Sim, algumas decisões podem fazer com que você perca dinheiro no Tesouro Direto. Mas isso não tem nada a ver com o risco de crédito; ou seja, você não perderia dinheiro porque o Governo não te pagou.

Na verdade, o que pode te fazer perder dinheiro no Tesouro Direto é o risco de mercado. Devido a flutuações que são comuns no mercado de investimentos, quando você faz um resgate antecipado em um momento ruim, o título que você comprou pode estar valendo menos do que quando você comprou.

Para evitar que essas oscilações  corroam os seus ganhos, deixe para resgatar seus títulos no dia do vencimento.

>>> Veja mais: Tesouro Direto: o que é, taxas, vantagens e desvantagens

Bom, conseguiu entender por que o Tesouro Direto é seguro?

Se você ainda não investe em títulos públicos, faça o seu cadastro na B3 e comece a fazer o seu dinheiro render de forma segura.

E para fazer isso com segurança e assertividade, baixe alguns de nossos e-books gratuitos, eles vão te ajudar a tomar as decisões certas:

Qual a melhor corretora para Tesouro Direto? Conheça as vantagens da Rico e da XP

A busca por saber qual a melhor corretora para Tesouro Direto está cada dia mais comum. Natural, afinal, essa modalidade de investimento é uma das mais procuradas por quem possui um perfil mais conservador e ainda não se sente confortável para diversificar na hora de investir.

Só para você ter uma ideia, de acordo com o site Poder 360, entre março de 2020 e março de 2021 (primeiro ano de pandemia de Covid-19) o volume de investimentos em títulos públicos aumentou 7,5%. Comparando esse mesmo período entre 2019 e 2020, o salto foi de apenas 1,5%.

Basicamente, ao investir no Tesouro Direto, você está emprestando dinheiro para o Governo. Na data do vencimento, você poderá resgatar esse dinheiro acrescido de juros que acumularam durante todo o período da aplicação.

Para se tornar um investidor no Tesouro Direto, a primeira coisa que precisa fazer é escolher uma corretora habilitada para mediar essa operação.

Mas qual a melhor corretora para Tesouro Direto?

A Rico e a XP são empresas que oferecem boas plataformas para quem quer comprar títulos públicos e fazer o dinheiro render.

Neste artigo, elaboramos um comparativo que vai te ajudar a decidir sobre qual a melhor corretora para Tesouro Direto: Rico ou XP?

Fique até o final para conferir também um passo a passo de como aplicar direto no Tesouro.

>>> Leia também: Tesouro Nacional: funcionamento, títulos e como investir 

Qual a melhor corretora para Tesouro Direto: Rico ou XP?

Na jornada para se tornar um investidor, muitas pessoas costumam apresentar dúvidas sobre em qual corretora abrir uma conta e começar a investir.

Em relação ao Tesouro Direto, os títulos são os mesmos, independentemente da corretora escolhida. Sendo assim, quais critérios observar para decidir qual a melhor corretora para Tesouro Direto?

A Rico e a XP estão entre as melhores corretoras para quem quer realizar aplicações em títulos públicos e em outros produtos de renda fixa.

Confira a seguir as principais vantagens que essas duas corretoras oferecem e escolha a que melhor combina com você.

1 – Atendimento ao investidor

Tanto a Rico como a XP oferecem diferentes opções de atendimento aos seus investidores.

Caso haja alguma dúvida ou problema no uso da plataforma, é possível solicitar atendimento por telefone, chat online e e-mail. Além disso, há uma seção no site de ambas as corretoras com conteúdos para esclarecer as dúvidas mais frequentes dos investidores.

No site do Reclame Aqui, a Rico e a XP possuem uma boa pontuação, com 8,6 e 8,4, respectivamente.

2 – Custos e taxas

A XP e a Rico não cobram nenhuma taxa para investimentos no Tesouro Direto. Os únicos que você vai ter se referem ao Imposto de Renda e a taxa de custódia de 0,25% cobrada pela B3 (Bolsa de Valores do Brasil).

3 – Usabilidade da plataforma

As duas plataformas são bastante intuitivas e fáceis de usar. O menu com as opções de investimento são bem organizados e ambas podem ser utilizadas na versão desktop e mobile.

4 – Facilidade para abrir uma conta

O cadastro para abrir uma conta na XP e na Rico é bem rápido. Além disso, nas duas corretoras o custo para se cadastrar é zero.

5 – Prazo para resgate das aplicações

O prazo para resgate é o tempo que a corretora leva para repassar para você o dinheiro que você tem investido no Tesouro Direto.

Na Rico e na XP, se o resgate for feito no dia do investimento, o dinheiro estará disponível na sua conta a partir das 13h do mesmo dia. Se for um resgate antecipado, ele poderá acontecer a partir das 13h do dia seguinte à solicitação.

6 – Agendamento de aplicações

Se você tem interesse em realizar aplicações mensais no Tesouro Direto, é possível agendar esses investimentos. Tanto na Rico como na XP você tem a opção de programar a compra automática de títulos públicos.

Para você terminar de fazer a comparação entre a Rico e a XP, trouxemos um vídeo de cada uma delas, falando de Tesouro Direto. Compare os conteúdos e veja qual combina mais com o seu perfil:

Tesouro direto por Bruno Saads, da XP:

Tesouro direto por Mirna Borge, da Rico:

Como aplicar direto no Tesouro?

Com base nas características que citamos anteriormente, você já consegue decidir qual a melhor corretora para Tesouro Direto?

Se o seu objetivo é apenas a compra de títulos públicos, saiba que você estará fazendo uma boa escolha optando pelo XP ou pela Rico. Ambas atendem muito bem investidores mais conservadores que preferem produtos de renda fixa.

Confira a seguir os passos para aplicar direto no Tesouro:

  1. Escolha a sua corretora
  2. Faça o seu cadastro na XP ou na Rico
  3. Transfira o dinheiro que você quer investir da sua conta bancária para conta na corretora
  4. Acesse a área com as opções de títulos públicos à venda
  5. Escolha o título que você quer comprar, o qual pode ser pré-fixado, pós-fixado ou híbrido
  6. Finalize o investimento e siga acompanhando

>>> Saiba mais: Como aplicar na Selic: 3 passos simples e rápidos

Ficou interessado no Tesouro Direto? Esta é apenas uma das muitas opções de investimento que existem no mercado. Neste vídeo, você confere mais dicas de investimentos:

E já que você quer se capacitar nesse assunto, por que não fazer um curso sobre investimentos? 

Comece agora o curso Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos para descobrir qual é seu perfil de investidor, quais são os principais investimentos e como escolher o melhor, entre outros temas. 

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Asset Management: tudo o que você precisa saber sobre gestão de ativos

Se você já deu os primeiros passos no mundo dos investimentos, certamente já tem uma corretora para intermediar suas aplicações. O que talvez você ainda não saiba é que no mercado existe outro tipo de gestor, o asset management.

Quer saber como essa modalidade de gestão pode ajudá-lo a tirar melhor proveito dos investimentos disponíveis no mercado? Confira o conteúdo abaixo! Além do conceito e suas vantagens, você também confere dicas de como se tornar um especialista em gestão.

O que é asset management

O conceito de asset management é exatamente o mesmo de sua tradução: gestão de ativos. Nesse cenário, uma pessoa física ou jurídica tem à sua disposição um conjunto de práticas que a auxiliam na aquisição e gerenciamento de seu patrimônio.

O principal objetivo dessa atividade é o de alcançar a maior rentabilidade sobre uma carteira de investimento. Normalmente, isso é feito com a combinação de diversos tipos, como criptomoedas, ações e fundos de investimento.

>>> Você já sabe que diversificar a carteira é um recurso poderoso para aumentar a rentabilidade, certo? Mas como fazer isso? Na série Investimento às Claras, a Clara Sodré dá instruções imperdíveis. Assista:


Como funciona o asset management

Antes de explicar como funciona, é importante reforçar que asset management é a técnica de administração do patrimônio, não a gestão em si. A gestão é responsabilidade de um asset manager, que é um profissional responsável por tomar as decisões no lugar do investidor.

Parece confuso? Vamos ao resumo: um asset manager utiliza as técnicas do asset management para acompanhar, gerir e rentabilizar uma carteira.

Quando falamos sobre colocar a gestão de ativos em prática, é preciso definir primeiramente os objetivos. Isso varia de acordo com o perfil do investidor, que pode ser de moderado a arrojado, até a disponibilidade para diversificação da carteira. O próximo passo é pesquisar sobre o mercado financeiro e levantar dados que auxiliem nessa composição.

No asset management, o gestor é livre para fazer a movimentação dos ativos. Isso é determinado de acordo com a modalidade de administração do fundo, que pode ser ativa ou passiva. Na ativa, o gestor tem maior independência na tomada de decisões. Na passiva, o processo é baseado em índices cabe ao gestor manter a rentabilidade próxima do apresentado neles.

Confira um dos cenários de atuação da gestão de ativos:

Fundos de investimento

Aqui, a modalidade de investimentos é conduzida através de cotas. Com o valor levantado coletivamente, o gestor aloca a quantia em diversos ativos, que são selecionados a partir de análises. Já aos investidores, é concedido o direito de participação nos resultados.

Exemplo prático

Imagine que você seja um investidor conservador. Isso significa que prefere ter seu dinheiro aplicado em ativos de baixo risco. Além disso, também se preocupa com eventuais necessidades, por isso, precisa que o investimento possa ser resgatado de maneira emergencial.

Diante desse perfil, quando o gestor faz a administração do seu investimento a partir das técnicas de asset management, ele prioriza a composição de baixo risco e alta liquidez. Isso permite que a quantia possa ser resgatada instantaneamente e sem grandes perdas sobre o valor investido.

Entre os ativos que o gestor pode selecionar para esse investidor estão Tesouro Selic, CDBs e fundos de renda fixa.


Vantagens e desvantagens

Assim como tudo que gira em torno do universo de investimentos, o asset management tem suas vantagens e desvantagens. Antes de optar por essa modalidade, é preciso considerá-las e avaliar se condizem com os seus objetivos e necessidades.

Vantagens

A primeira das vantagens é poder contar com profissionais capacitados para fazer a gestão do seu dinheiro. Além de expertise no mercado financeiro, eles acompanham de perto as tendências e oportunidades desse setor. Isso faz com que as estratégias sejam mais assertivas, assim como as chances de rentabilidade.

A diversificação de investimento também é uma grande vantagem desse tipo de gestão. Assim, em vez de concentrar o dinheiro em uma única modalidade de ativo, é possível distribuí-lo. E com mais opções, maiores as possibilidades de rentabilidade também.

Por fim, a segurança é uma vantagem resultante das duas vantagens anteriores. Com profissionais especializados e uma distribuição adequada dos ativos, o investidor se sente mais seguro para aplicar o seu dinheiro.

Desvantagens

Embora a gestão seja feita por profissionais qualificados, isso não é sinônimo de retorno garantido. A técnica do asset management funciona como qualquer outro investimento, ou seja, depende de variáveis do mercado. Por isso, é preciso ficar atento aos detalhes dos fundos e suas condições.

Por envolver profissionais especializados, o custo é um ponto de atenção desse tipo de gestão. Ao confiar seu patrimônio a eles, automaticamente é preciso pagar por uma quantia referente à gestão. Ela pode variar de acordo com as condições do contrato.

Asset management vs Wealth management

Enquanto a definição de asset management é gestão de ativos, a tradução para wealth management é gestão de riquezas. Inicialmente essas definições podem ser confundidas, mas elas funcionam de maneira diferente.

Como dissemos, o asset management é o serviço de administração dos ativos financeiros de um investidor. Nesse caso, ele avalia e opera o investimento de seu cliente.

Já na wealth management, o serviço prestado está relacionado ao patrimônio de pessoas e empresas. Aqui, o objetivo é proteger e impulsionar essas riquezas. Isso é feito por meio da gestão dos bens, direitos e obrigações de seus clientes. O wealth management envolve não só ativos, como também impostos, fluxo de caixa e até sucessão patrimonial.

>>> Falando em fortunas, confira o que os milionários buscam ao investir as suas e como é feita essa gestão.

Asset management vs Corretora de investimentos

Se você ainda está dando os primeiros passos no mercado de investimentos, pode confundir os papeis de uma corretora com os da atividade de asset management. Mas antes dessa dúvida aumentar, nós explicamos: elas se tratam de coisas diferentes também.

A função de uma corretora de investimentos é viabilizar a conexão entre um investidor e o mercado. Através dela, é possível fazer aplicações em empresas listadas na Bolsa de Valores.

Uma corretora pode oferecer serviços adicionais a seus clientes, entre eles o de consultoria. Porém, nesse caso o papel do consultor é apenas recomendar oportunidades. Assim, a decisão se mantém responsabilidade do investidor.

Já no asset management, a responsabilidade pela seleção dos ativos e aplicações é do próprio gestor.

Empresas asset: funções

A principal responsabilidade de uma empresa de asset management é fazer a gestão de recursos de seus clientes. Já entre suas funções, está o relacionamento com esses investidores e o entendimento sobre seus perfis e objetivos. Para que esses resultados sejam gerados, as empresas asset possuem divisões estratégicas:

  • Comercial: é função dessa área encontrar clientes dispostos a confiar seus investimentos à empresa e seus gestores.
  • Backoffice: é nessa área que as ações de operacionalização dos fundos de investimento são realizadas. Isso é feito por meio da checagem das operações e da execução de atividades como relatórios.
  • Análise econômica: seu papel é prever o comportamento de indicadores econômicos. Por meio dessas projeções, os gestores podem tomar decisões mais inteligentes de investimento.
  • Gestão de recursos: é nessa área que são definidas e aplicadas as estratégias de investimento. Aqui, os profissionais têm habilidades diferentes, que estão alinhadas com os variados perfis de investimento do mercado.
  • Gestão de riscos: a área de riscos acompanha de perto o time de recursos. Assim, é possível se antecipar a grandes riscos e manter a integridade e legalidade das operações.

Dicas para escolher uma asset

O primeiro passo na hora de escolher uma empresa asset é, antes de tudo, ter a certeza de que ela é necessária em suas estratégias. Como dissemos, essa escolha envolve custos e objetivos e deve ser avaliada com cuidado. Mas caso você decida seguir com essa contratação, confira duas dicas importantes:

Histórico da empresa

Não se esqueça de que nessa modalidade você entrega seu dinheiro ao gestor e ele define como aplicá-lo. Por isso, pesquisar o histórico da empresa e checar sua reputação é primordial.

Especialidades da gestora

Embora o objetivo seja diversificar, existem gestoras que são focadas em ativos específicos. Por isso, tenha certeza de que elas estão alinhadas com o que busca.

Como se tornar um profissional asset

Se você tem interesse em fazer a gestão de ativos para outros investidores, o primeiro passo é ser credenciado da CVM. Ao ter direito a operar pela Comissão de Valores Mobiliários, você pode trabalhar como gestor nesse setor. Mas não para por aí.

Há outras certificações que o profissional deve possuir para se tornar um asset manager. São elas a CGA ou CGE, da Anbima, ou a CFA, que é emitida pelo CFA Society.

Outro ponto importante é estar atento às exigências de credenciais das instituições de asset. Para atendê-las, você deve ter seu escopo de atividades bem definido e alinhado com o que busca oferecer aos clientes.

Para finalizar, não se esqueça que privilegiar seus próprios investimentos não é ético. Por isso, fique atento ao conflito de interesses caso queira entrar nesse ramo.

Conclusão

Nesse artigo, você viu que o asset management é uma opção para quem quer diversificar seus investimentos. E para avaliar e gerir essa carteira, você conta com a ajuda do asset manager, um especialista do mercado.

Embora pareça uma solução para quem quer rentabilidade, lembre-se de colocar na balança seu patrimônio e suas necessidades. Afinal, esse é um serviço que, como tudo que está relacionado a investimento, tem seus riscos e custos.

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Indicadores de tendência: o que são e quando eles são favoráveis?

Como saber se os ventos estão soprando a favor das suas ações? Será que é o momento de ajustar as velas e encerrar a posição de um investimento? Hoje, você descobrirá cinco indicadores de tendência da análise técnica para aproveitar as oportunidades favoráveis. 

Neste artigo, a proposta é proporcionar subsídios para que você possa tomar as melhores decisões financeiras. Afinal, não podemos saber com exatidão como o mercado vai se comportar, mas é possível antecipar certos movimentos e, claro, agir em tempo hábil.

Se você quer conhecer os principais indicadores de tendência, continue conosco até o final do post. E o melhor: você aprenderá a usar a volatilidade a seu favor, além de conhecer o método XP de avaliar ações. Então, sem mais delongas, vamos começar!

O que são indicadores de tendência das ações?

Basicamente, os indicadores de tendência são sinais de que o comportamento da ação poderá mudar. São movimentos naturais da renda variável. E justamente nesses pontos de alta, baixa ou lateralização é que se encontram boas oportunidades de investimento.

Antes de mais nada, vale lembrar que esses conceitos estão embasados na análise técnica (ou gráfica), de curto prazo. Nessa escola, a finalidade é “rastrear” os sinais do mercado para decidir se pretende operar a favor da tendência ou sair da operação, se for o caso.

Aliás, a análise técnica não é a única, mas será o foco deste artigo. Mas, se quiser conhecer a outra escola, temos um conteúdo especialmente preparado para isso!

>>> Saiba mais sobre a análise fundamentalista para entender o que são indicadores financeiros nesse contexto

Como saber se os indicadores de tendência estão favoráveis?

A movimentação dos preços na bolsa de valores se baseia na lei da oferta e da demanda. Se os papéis de uma empresa são muito visados, seu preço sobe. E vice-versa, de acordo com as expectativas do mercado.   

Digamos que esse mercado esteja otimista e que as ações sigam em tendência de alta. Mesmo assim, podem acontecer movimentos de baixa ou de lateralização. Em todo caso, lembre-se de que as tendências são cíclicas, ok? 

No e-book “Como se formam os preços dos ativos”, temos um exemplo prático da ação ordinária do Magazine Luiza,  MGLU3. Diante da pandemia de Covid-19, o valor dos papéis despencou no início de 2020, mas o preço voltou a subir, à medida que o mercado foi retomando a confiança.

indicadores de tendência - oferta e demanda - MGLU3, da Magazine Luiza

Para entender melhor sobre as movimentações de preços dos ativos, faça o download gratuito do nosso e-book!

5 exemplos de indicadores de tendência

Como já deu para perceber, os indicadores de tendência são uma ferramenta objetiva para os traders. No fim das contas, será mais fácil decidir quando fazer o stop de ações para vender com o lucro esperado (stop gain) ou ainda evitar os prejuízos (stop loss).

Em outras palavras, você poderá definir qual será o preço para entrar e sair de uma operação. E, para isso, vale a pena conferir os seguintes indicadores de tendências, contando com os gráficos do InfoMoney:

1. Suporte e resistência

Sabe aquele “obstáculo” que parece impedir o aumento ou a redução do preço? Enquanto o suporte é o ponto mais baixo, a resistência mostra onde a tendência de alta poderia chegar ao ápice.

Nesse gráfico, a linha azul representa o suporte, bem como a vermelha mostra a resistência:

indicadores de tendência - suporte e resistência

2. Média móvel

Trata-se da média de preços de um determinado ativo ou derivativo dentro de um recorte de tempo. Se a análise for feita em um gráfico de candlestick, essa média móvel evidencia as linhas que acompanham a evolução da cotação do investimento.

Por sinal, esse gráfico indica a inserção de duas médias móveis (linhas roxa e laranja) para analisar diferentes períodos:

indicadores de tendência - média móvel

3. Bandas de Bollinger

Já as Bandas de Bollinger são indicadores de volatilidade que complementam as médias móveis. Nesse caso, elas mostram a dispersão dos preços do ativo analisado, calculando o desvio-padrão, que fica acima ou abaixo da média móvel.

Nesse gráfico, veja os momentos em que o candle (a vela) do gráfico encosta na banda superior ou inferior. Por sua vez, a linha central (vermelha) demonstra a média móvel de 20 períodos:

indicadores de tendência - Bandas de Bollinger

Bônus: como usar os ventos da volatilidade a seu favor?

As oscilações são típicas do mercado de ações. E, se o cenário for bem analisado, você poderá usar a volatilidade a seu favor, elevando consideravelmente o potencial de ganhos. E, se a ideia te interessa, não deixe de assistir ao vídeo da série “Investimentos às claras”:

4. Fibonacci

Já ouviu falar na proporção áurea do método Fibonacci? Adaptando para o contexto dos investimentos, ela tem como objetivo verificar a magnitude relativa ao próximo movimento. Enquanto a impulsão segue a favor da tendência, a correção representa a queda.

Aqui, a proposta é “projetar” essa proporção áurea no gráfico (linha azul), a fim de antecipar a trajetória:

indicadores de tendência - Fibonacci

5. Índice de Força Relativa (IFR)

Com base nas cotações anteriores, o IFR visa demonstrar as regiões em que há sobrecompra ou sobrevenda. Em uma escala de 1 a 100, o preço “razoável” de negociação estaria acima de 70.

O gráfico a seguir demonstra o IFR por meio do traçado que perpassa a escala, no decorrer do período verificado:

Índice de Força Relativa (IFR)

Como colocar em prática os indicadores de tendência?

Para finalizar o post, temos mais duas dicas que contribuem significativamente com a sua jornada da riqueza. 

A primeira delas é a aula gratuita que está disponível no nosso canal do Youtube: “O método XP de analisar ações”. Com isso, você poderá acompanhar os comentários dos especialistas sobre os indicadores dos papéis negociados no pregão:  

Enfim, saber se os ventos estão favoráveis (ou não) será o ponto-chave para orientar suas decisões. Nada te impede de ajustar as velas e seguir em outra direção, afinal. 

O importante é buscar conhecimento para se sentir confortável com a estratégia traçada. E, nós, da Faculdade XP School, estamos aqui para te ajudar nisso!

Descubra o que é rentabilidade negativa na renda fixa e como se proteger dela

Quando buscamos novos títulos para alocar parte do nosso patrimônio, um dos pontos de atenção é a rentabilidade. Afinal, quando investimos, estamos buscando maneiras de maximizar as nossas economias a fim de alcançar objetivos.

Mas você sabia que a rentabilidade de um papel pode ser negativa? Apesar de incomum, ela pode acontecer até mesmo na renda fixa – e é por isso que você precisa entender o que é rentabilidade negativa. Continue a leitura para saber tudo sobre o assunto.

O que é rentabilidade negativa na renda fixa?

Enquanto a rentabilidade é o que se espera ganhar em um título, a rentabilidade negativa pode ser resumida como um resgate do investimento com uma desvalorização do poder de compra. 

Ou seja, apesar do título ter rendido o esperado pelo investidor, seu ganho real foi menor que a inflação do mesmo período. Além disso, taxas e impostos podem fazer com que o valor ganho diminua ainda mais, levando esse investimento a ter uma rentabilidade negativa.

>>> Leia também: Quanto rende 1 milhão na renda fixa? 3 papéis para comparar!

Exemplo de rentabilidade negativa na renda fixa

Para uma melhor compreensão do que é rentabilidade negativa na renda fixa, vamos imaginar que Alan, um investidor moderado, aplicou R$ 1.000 em um Tesouro Selic + 0,5% de 3 anos após se deparar com algumas reportagens sobre as altas nos juros no Brasil.

Entretanto, após 2 anos, a situação política e econômica do País mudou e a Selic começa a cair. Alan então registrou:

  • No primeiro ano: aumento de 3% + 0,5%
  • No segundo ano: aumento de 3% + 0,5%
  • No terceiro ano: aumento de 1% + 0,5%

Agora imagine que enquanto o Tesouro Direto rendeu 8,5%, a inflação cresceu 10% ao longo dos 3 anos. Ou seja, sua aplicação sofreu uma rentabilidade negativa. E não se esqueça: apesar desse cenário ser raro, ele pode acontecer.

Quais são os riscos de investir em um fundo de renda fixa?

Após conhecer o que é rentabilidade negativa, você pode ter ficado em dúvida sobre investir ou não em ativos dessa categoria. A resposta é simples: assim como em qualquer outro investimento, é necessário analisar seus riscos e benefícios. Abaixo listamos os principais riscos da renda fixa, confira!

Risco de mercado

Vamos começar pelo risco de mercado, que engloba cenários como a rentabilidade negativa. Nele estão os riscos relacionados ao mercado econômico e político, que flutuam os preços e taxas de juros.

Risco de liquidez

Dentro das finanças pessoais, um dos pontos de maior atenção é o cuidado relacionado ao investimento da reserva de emergências. Existem pessoas que “prendem” parte da sua reserva em títulos de renda fixa sem liquidez, o que pode gerar prejuízos caso a pessoa precise vendê-la.

Isso porque é provável encontrar uma diferença entre o preço de compra e de venda de um título, levando a uma perda relativa ao valor inicial esperado de compra/venda por ambas as partes. 

Vale lembrar que a maior parte dos ativos de renda fixa pode ser resgatado antes do vencimento, mas possíveis multas também afetarão o valor resgatado.

Risco de reinvestimento

Você se lembra do Alan do exemplo? Suponha que ele tivesse investido em um Tesouro de 2 anos, ao invés de 3. Ele teria tido um bom retorno financeiro, mas quando seu título vencesse, as mudanças no cenário financeiro atrapalhariam seu reinvestimento.

É isso que é o risco de reinvestimento: não conseguir reinvestir o dinheiro em uma aplicação com condições iguais ou melhores que a aplicação inicial em caso de resgate, vencimento, venda ou pagamento de juros daquele ativo.

>>> Leia também: Renda fixa: como fica após aumento da Taxa Selic?

Como se proteger da rentabilidade negativa da renda fixa?

Apesar da possibilidade da renda fixa ter uma rentabilidade negativa e de oferecer outros riscos, ela ainda é um dos investimentos mais seguros do Brasil. 

Não se esqueça de que uma série desses títulos são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cuja função é proteger investidores prejudicados por instituições financeiras que tiveram problemas. 

Para os investidores, isso significa que a FGC pode proteger cada CPF em até R$ 250.000 por instituição, com o limite máximo de R$ 1 milhão a cada 4 anos. Isso também vale para os juros rendidos pelo investimento, desde que esteja dentro do teto do Fundo. Dentre os títulos protegidos, estão:

  • Poupança: ela é um investimento seguro, mas por ter uma rentabilidade mais baixa que outros títulos igualmente seguros, ela não é recomendada;
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB): ao investir nesse título, você empresta dinheiro para os bancos financiarem suas atividades de crédito. Já a instituição financeira oferece em troca uma remuneração, os juros do investimento.
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI): igual ao CDB, mas, nesse título, o empréstimo é feito para o setor imobiliário. 
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA): igual ao CDB, mas, nesse título, o empréstimo é feito para o setor agropecuário.
  • Letras de Câmbio (LC): título de crédito emitido por instituições financeiras que representa uma ordem de pagamento.

Ou seja, não deixe o medo da rentabilidade negativa atrapalhar o crescimento do seu patrimônio

Entendeu o que é rentabilidade negativa, mas quer se aprofundar no mudo das finanças? Então, dê o seu start com o curso: “Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos”. Por meio dele, você aprenderá a investir com segurança e conhecerá dicas fundamentais para  ter mais controle do seu patrimônio, como: 

  • aprender a investir do zero;
  • perder o medo do mercado financeiro;
  • descobrir o seu perfil de investidor.

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