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O que é Topologia ponto a ponto? Confira tudo sobre esse formato de rede!

Ao se trabalhar com uma rede de computadores dentro de uma empresa é comum a necessidade de organização, performance e usabilidade. Por isso, utilizar a topologia de rede é um fator essencial, pois vai estruturar o processo de acessibilidade e compartilhamento dos computadores entre todos os funcionários. Um exemplo dessa funcionalidade é a topologia ponto a ponto

Conhecida por ser mais simples que os outros modelos, essa topologia garante confiabilidade no trabalho de toda a empresa, bem como mantém a rede de tecnologia estável e gerando os resultados na hora em que precisam. 🎯

Continue a leitura e entenda o que é essa topologia ponto a ponto, suas principais características e outros tópicos que vão fazer você querer aprender a utilizá-la. Confira!

O que é topologia de rede?

Antes de entender a topologia ponto a ponto, é importante saber o que significa a topologia de rede, no geral. Ela nada mais é do que um termo que define a forma com que você estrutura a rede de computadores de uma empresa. 🖥️

Imagine que sua empresa tenha 20 funcionários e cada um em um canto do país ou até dentro de uma mesma sala no escritório. A melhor forma de garantir que os processos rodem de maneira segura e acessível a todos é com um sistema que integre todas as máquinas. 

A topologia de rede surge para agrupar esses computadores, agilizando a comunicação e o compartilhamento de arquivos. 

Por exemplo, você precisa acessar uma pasta com contratos de clientes passados que o seu colega de trabalho fechou. Ao invés de pedir a ele o envio, você acessa pelo seu próprio computador a pasta em que estão esses arquivos, pois eles estão compartilhados entre todos os computadores. 

Além disso, a topologia é uma forma de também garantir maior estabilidade na conexão com a internet.

O que é topologia ponto a ponto?

Exemplo de topologia ponto a ponto.

A topologia Peer-to-peer é um dos formatos existentes de redes de computadores que tem como característica a ligação entre duas máquinas, funcionando tanto como cliente quanto como servidor

Ela permite o compartilhamento de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central.

Por isso é considerada uma das mais simples entre os tipos, e ultrapassada para algumas pessoas. Ela funciona como uma conexão entre cabos trançados (UTP) em um esquema de crossover com fios ou conectores coaxiais. 😉

Ou seja, cada máquina deveria contar com um placa de rede com entradas compatíveis, além de um programa específico para configuração dos sistemas necessários. 

Conhecendo outras topologias de rede

Dentro da topologia de rede existem sete tipos de criação e funcionamento, além da topologia ponto a ponto.

👉 Confira abaixo as características de cada uma delas:

Anel

Ela conecta os dispositivos em um mesmo círculo. Ou seja, tem como característica ter duas máquinas vizinhas que passam os dados, sendo um fluxo unidirecional. 

A vantagem é ela transmitir dados sem erros, mas uma desvantagem é ter mais vulnerabilidade caso haja uma falha em um dos dispositivos.

Árvore

Assim como seu próprio nome, ela lembra os galhos de uma árvore, o que a caracteriza como uma hierarquia na disposição dos nodes. 

Uma de suas vantagens é a eliminação da vulnerabilidade, diferente da Anel em que uma falha em qualquer um dos dispositivos impede tudo. A desvantagem é o Hub Central, pois toda a rede depende de um único ponto de origem, o nó raiz. Logo, se ele tem uma falha, impede o processo.

Barramento

É o modelo mais simples e prático de todos. Aqui os dados fluem unidirecionalmente por um único cabo.

A vantagem é por ser uma estratégia mais econômica e versátil, mas como sempre, a simplicidade cobra seu preço, o que a torna mais complicada de diagnosticar e isolar os problemas na rede. 

Estrela

Prioriza a simplicidade, tendo um padrão de layout semelhante ao desenho de uma estrela, onde a conexão parte de um ponto central.

A conexão independente de cada node ao Hub Central facilita a identificação de problemas. No entanto, por ser conectado a um Hub e switches, sofre com a vulnerabilidade da dependência exclusiva. 

Malha

Um dos mais confiáveis, ele incentiva a conexão de todos os dispositivos entre si. No entanto, conectar todos os dispositivos de uma rede entre si é uma tarefa que exige um nível de planejamento considerável. 

Híbrida

Ela mistura dois ou mais padrões de organização da rede. Por essa versatilidade, esse é o padrão mais utilizado no mercado. 

Por ser o padrão mais flexível e adaptável de todos, a estrutura pode se integrar às outras redes, mas é bem complexa, o que torna uma desvantagem.

Para que serve a topologia ponto a ponto?

Conforme já foi dito, ela serve para integrar duas máquinas, agindo tanto como cliente quanto servidor.

Um exemplo desse tipo de transmissão de dados são os Torrents, onde seus sistemas cliente-servidor tradicionais gerenciam e fornecem acesso a recursos como arquivos, páginas Web ou outros objetos localizados em um único computador servidor.

Quais as vantagens e desvantagens da topologia ponto a ponto?

👉 As vantagens são por ser de:

  • Fácil implementação; 
  • Baixo custo;
  • Ter um sistema simples de cabeamento; 
  • Micros funcionarem normalmente sem estarem conectados a rede; 
  • Ter as redes instaladas em um mesmo ambiente de trabalho.

👉 Já as desvantagens são:

  • Usada somente em redes pequenas (até 20 micros);
  • Os usuários não podem modificar um mesmo arquivo ao mesmo tempo;
  • Não existe um administrador de rede;
  • Baixa segurança;
  • Possui arquitetura antiga.

Como se tornar um profissional de tecnologia?

Para trabalhar como desenvolvedor dentro de uma empresa é importante conhecer diversos conceitos e tecnologias existentes para facilitar a execução dos processos. 

Entender sobre topologia de rede é essencial, pois transforma a maneira de ter produtividade e resultado nas equipes🤩

Agora que você já sabe sobre o uso da topologia ponto a ponto e suas principais características, que tal se especializar mais sobre esse assunto de arquitetura de software? Confira uma trilha de especialização que a Faculdade XP tem sobre isso.

O que é DBA e o que faz esse profissional?

Você sabe o que é DBA? O Administrador de Banco de Dados (DBA) é um dos profissionais que mais vem se destacando na área de Tecnologia da Informação (TI). Isso porque o eese profissional trabalha diretamente na administração de milhares de dados produzidos diariamente por cada um de nós. 

Apesar de ser uma profissão em alta, com perspectivas de crescimento ainda maior para os próximos anos, as pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre o que faz um DBA, visto que essa é uma profissão recente.

Se você já é um profissional de TI ou deseja fazer a migração para a área, neste artigo vamos tirar as suas dúvidas sobre a profissão e mostrar mais uma possibilidade de atuação na área de TI. Entenda o que faz um DBA, qual a importância dele para o TI e o que é preciso para se tornar um profissional da área.     

O que é DBA?

A sigla DBA significa Database Administrator. Em tradução para português, a profissão é conhecida como Administrador de Banco de Dados.   

De forma resumida, o esse profissional é o responsável pela segurança de banco de dados de uma empresa ou instituição. Para que isso de fato aconteça, o DBA precisa executar uma série de atividades e procedimentos de segurança na sua rotina de trabalho. 

Como surgiu a profissão?

A profissão de administrador de banco de dados surgiu em meados dos anos 80, quando os bancos de dados começaram a ser implementados nas empresas. Entretanto, ela tornou-se mais popular há aproximadamente 10 anos, quando passamos a produzir uma quantidade imensurável de dados.

O que faz um DBA?

Agora, que você já sabe o que é um DBA, deve estar se perguntando o que ele faz no dia a dia, certo?

Bem, como o DBA é um especialista em banco de dados, ele precisa executar uma série de atividades para que os bancos de dados funcionem sem grandes intercorrências.    

Abaixo, citamos algumas atribuições deste cargo:

  • Instalação do Sistema Gerador de Banco de Dados (SGBD);
  • Administração e monitoramento do sistema por meio de dashboards;
  • Liberação do acesso às informações para pessoas autorizadas;
  • Suporte para garantir que o banco de dados esteja sempre funcionando;
  • Realizar backups; 
  • Aprimoramento da performance do SGBD. 

Importância do  DBA para a tecnologia

De acordo com levantamentos realizados pela Domo, empresa norte-americana de software, em 2021 foram produzidos cerca de 79 zettabytes em dados na internet. 

Em apenas 1 minuto são feitas 5.7 milhões de buscas na Google, 6 milhões de compras online e 575 mil tweets. 

Agora, imagine que você trabalha no Twitter. Como seria possível administrar e processar uma base de dados tão gigantes sem a ajuda de um profissional especializado? 

Por isso que o profissional de DBA vem se tornando cada vez mais importante para a tecnologia. Afinal, sem ele e sem a sua expertise seria praticamente impossível lidar com a quantidade de dados diários.      

Profissionais de DBA trabalhando
Saber que o que é DBA e o que ele faz pode ajudar a decidir se essa é a profissão que está buscando.

Mercado de trabalho para um DBA 

O mercado de trabalho para o DBA está em alta e a expectativa é que cresça cada vez mais. Isso se deve ao avanço da tecnologia e a necessidade de rápido processamento de dados.   

O profissional pode atuar em empresas de diversos ramos, seja como funcionário exclusivo ou como prestador de serviços da instituição.

Por exemplo, órgãos públicos, indústrias, faculdades, e-commerce, entre outros setores, todos precisam de DBA para fazer o controle e gerenciamento de dados.   

Empregabilidade do Administrador de Banco de Dados

A carreira de DBA é relativamente nova se comparada a outras profissões. Por conta disso, juntamente com o déficit de profissionais de TI qualificados no Brasil, a procura por um profissional qualificado é bem grande.   

Salário

Segundo o Glassdoor, com base nos salários de profissionais que já atuam como DBA no Brasil, a média salarial é de R$ 7.734,00

Apesar de muitas pessoas ingressarem na área de TI com a expectativa de receber altos salários, é importante pontuar que esses altos salários dependem de muitos aspectos, como experiência e região em que você atua. 

Principais desafios para o DBA

Apesar dos pontos positivos da carreira de DBA, nem tudo são flores! Os profissionais da área diariamente se deparam com questões que dificultam um pouco o seu trabalho.

Abaixo, identificamos os principais desafios da profissão:

  • Fazer, de forma simultânea, a governança de dados com a agilidade necessária;
  • Garantir a cibersegurança e integridade dos diferentes tipos de banco de dados e das informações presentes;
  • Se manter atualizado em relação às leis de proteção de dados e as suas constantes atualizações.

Principais habilidades para trabalhar como DBA

O DBA é um profissional com múltiplas habilidades.

Para trabalhar na área de dados é indispensável ter conhecimento em Sistema Gerador de Banco de Dados. Afinal, esses sistemas serão a base do seu trabalho. 

Além disso, é recomendado, mas não obrigatório, uma graduação em cursos de Tecnologia da Informação.

Outras hard skills necessárias para um DBA são as seguintes: 

  • Domínio em SGBD, como Oracle e SQL Server;
  • Noções de softwares;
  • Compreensão de Machine Learning;
  • Inglês avançado.

Para dominar as hard skills é importante dedicar tempo para estudar e treinar bastante, até ter o domínio dos sistemas. 

Apesar de dominar algumas hard skills, apenas elas não bastam para quem deseja ser DBA. Por isso, listamos também as soft skills necessárias:

  • Alto poder de concentração;
  • Lidar bem com pressão;
  • Raciocínio lógico;
  • Trabalhar com prazos e entregas. 

Qual faculdade fazer para se tornar um DBA?

Normalmente, o profissional que atua na área de Data Science é formado nos cursos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação ou Engenharia da Computação.  

Entretanto, caso você não queira esperar os 4 ou 5 anos de uma graduação para começar a atuar na área de dados, existem bootcamps e cursos rápidos que oferecem uma formação rápida. 

Aqui, na Faculdade XP, a plataforma Multi+ traz uma série de possibilidades para quem deseja atuar como DBA. Por exemplo, com bootcamp em Analista de Banco de Dados ou bootcamp em Cientista de Dados. 

Conheça os cursos e comece ainda hoje a sua transição de carreira!

Gestão de Talentos: o que é, como fazer e por que é importante

Muita gente não se dá conta da importância da Gestão de Talentos em uma organização. Todavia, esse conjunto de atividades, que visa atrair, desenvolver e reter bons funcionários, é capaz de mudar o rendimento de empresas como um todo.

Isso porque através da sua boa aplicação é possível formar um time coeso, motivado e engajado, o que impacta diretamente no trabalho realizado e, consequentemente, nos resultados do negócio.

Por esse motivo, garantir uma boa estratégia na Gestão de Talentos é considerada uma das habilidades mais importantes do profissional de Recursos Humanos. Confira abaixo mais detalhes sobre essas atividades e como aplicá-las para obter melhores resultados!

Como fazer uma Gestão de Talentos e Pessoas eficaz?

Atualmente o papel do profissional de Recursos Humanos vai muito além de tarefas burocráticas relacionadas a admissão, demissão e gerenciamento das folhas de pagamento. O trabalho está cada vez menos operacional e mais humanizado.

Cabe ao time de RH entender as principais necessidades e desafios das diferentes áreas da empresa e encontrar talentos que se encaixem com essa realidade. Também é importante encontrar pessoas que combinem com a cultura da empresa.

Para fazer tudo isso acontecer é necessário trabalhar lado a lado com os líderes de cada time e compartilhar com eles as responsabilidades da gestão.

Também há um constante trabalho de percepção e desenvolvimento do bem-estar dos funcionários, um olhar que vai para além das competências e mira nas necessidades pessoais de cada um dos colaboradores.

Portanto, esse exercício começa na fase de recrutamento e se sustenta durante todo contrato. Quer entender quais são os principais pontos de uma boa Gestão de Talentos e pessoas e como aplicá-los de forma eficaz na sua empresa? Separamos algumas dicas a seguir.

Faça recrutamentos otimizados

O processo de atração e seleção de candidatos é o momento de alinhar expectativas internas e externas. Entretanto, para confluir os interesses e as necessidades da empresa e dos concorrentes é preciso garantir uma boa comunicação e desenvolver um processo seletivo claro e eficiente.

Essa é a oportunidade de apresentar aos interessados a cultura organizacional, valores e missões, exigências de cada vaga, além de alinhar expectativas.

Além disso, nesse momento é importante que a equipe de recrutamento tenha bem definido o perfil desejado para contratação, tanto em termos de competência, quanto de personalidade.

Para essa fase também é necessário ter uma tática clara em relação aos meios de divulgação das vagas. Pode ser estratégico considerar a automatização do processo através de plataformas e softwares de gestão ou mesmo terceirizar a busca por talentos para agilizar o recrutamento, por exemplo.

Acima de tudo, vale pontuar que o processo seletivo é muito individual para cada empresa e cada vaga, e que deve ser analisado em detalhes para que siga sendo aprimorado de acordo com os diferentes cenários. Dessa forma, isso significa monitorar os dados de atração de candidatos e coletar feedbacks dos participantes.

Tenha um programa de onboarding

O onboarding é uma etapa fundamental para o encantamento, engajamento e produtividade do novo funcionário. É o período em que o contratado passa a assimilar a estrutura, valores e normas da empresa, mencionados durante o processo seletivo.

Afinal, um onboarding completo pode ser definitivo para a sua motivação ou desmotivação nos próximos meses.

Vale investir tempo para mostrar em detalhes o funcionamento da organização e pode ser interessante compartilhar o material apresentado por email para que ele consulte sempre que necessário.

Outro ponto importante é que esse é o momento de iniciar a integração com as equipes e explicar a função de cada área e de seus integrantes. Portanto, quanto mais detalhado for esse processo, menos dificuldade ele terá de começar a colocar a mão na massa.

Por fim, é no onboarding que se inicia o treinamento do colaborador para a sua função. Por isso, não tenha pressa em relação a quantos dias esse processo pode durar. O onboarding deve levar o tempo necessário para preparar e encantar o novo integrante.

Realize momentos de reconhecimento na equipe

Reconhecimento pode ser um ótimo combustível para manter uma equipe engajada. Comunicar que o trabalho está sendo bem feito é uma forma simples de despertar um senso de propósito e elevar a satisfação do colaborador. Neste caso, os feedbacks positivos são essenciais.

Antes de tudo, o ideal é que a organização defina uma agenda de conversas, com frequência quinzenal, mensal ou de acordo com a necessidade e disponibilidade dos empregados. A ideia é ouvir as percepções individuais, ajustar a rota e criar um ambiente de trabalho confortável e estimulante para todos.

É esse o momento de entender as ambições de cada um e traçar uma estratégia para alocar da melhor forma suas competências em diferentes projetos.

Afinal, o objetivo é alcançar eficiência e manter a motivação alta. Essa atividade vale tanto para o RH, quanto para os gestores diretos de cada área com os membros da equipe que lidera.

Oferte bons benefícios

Outra forma de reconhecimento é oferecer benefícios como bônus. É uma forma de reconhecimento pelos bons resultados do funcionário, tendo como opções:

  • aumento salarial;
  • promoções de cargo;
  • ofertas de cursos.

Essas recompensas justas fazem com que o time se sinta valorizado e traz um senso de confiança em relação ao papel dos líderes e ao plano de carreira que a empresa pode oferecer.

Também é estratégico manter o radar ligado para entender quais são os benefícios oferecidos pelo resto do mercado, a fim de oferecer vantagens capazes de atrair novos talentos qualificados.

Oferecer atividades como confraternizações e happy hours também pode ser percebido como um benefício, e é uma maneira de incentivar a união das equipes.

Mas a estratégia de integração da companhia pode e deve se estender ao dia a dia com exercícios que estimulem o trabalho em grupo. Criar um ambiente divertido impacta na atração e na retenção de talentos.

Nesse aspecto, a gamificação se apresenta como uma ferramenta muito útil. A empresa pode incentivar a proatividade, por exemplo, através da criação de um quadro de pontuação individual. O colaborador ganha pontos, por atingir metas, que podem ser trocados por recompensas, como vale-compras ou dias de folga.

Feedbacks positivos e reconhecimento são ótimos aliados para manter uma equipe engajada. Foto: Freepik

Seja transparente e flexível

Um ambiente transparente e flexível pode mudar a experiência de trabalho e aumentar a credibilidade da sua empresa.

É imprescindível comunicar com clareza e tornar acessíveis para consulta as políticas de RH desde o início das contratações. Essa é uma forma de garantir o alinhamento de valores e evitar desentendimentos em relação à cultura organizacional.

Entretanto, para exercer a transparência de forma eficiente é necessário manter uma comunicação clara e constante. O RH pode contar com a expertise da área de Comunicação para ajudar na criação e divulgação interna de informativos.

Além disso, também é recomendado que o RH estimule a comunicação entre áreas e entre os diferentes níveis hierárquicos. Comunicados de mudanças estratégicas por parte dos líderes, por exemplo, podem impactar positivamente na credibilidade da organização e trazer um senso de segurança aos funcionários.

Em contrapartida, quando eles deixam de comunicar direcionamentos com transparência, e apenas envia novas demandas sem maiores explicações, gera desconfiança e demonstra instabilidade.

Ademais, a flexibilidade diante da realidade de cada funcionário também é um fator significativo para criar uma cultura organizacional acolhedora.

Flexibilizar horários, apostar na autonomia e no controle da rotina produtiva dos funcionários e evitar microgestão são atitudes que podem melhorar a qualidade de vida e a produtividade.

Invista em capacitações

Investir no desenvolvimento dos colaboradores é uma estratégia benéfica para todos dentro de uma organização. Treinar líderes para aprimorar a boa gestão de suas equipes impacta diretamente na produtividade da equipe.

Oferecer cursos relacionados às áreas de expertise e desenvolver habilidades também pode motivar os funcionários a trazerem inovações e melhorias.

Um funcionário interessado em crescer profissionalmente encontra satisfação em seguir na empresa que lhe oferece desenvolvimento e aposta na sua capacitação, além de refletir na sua performance

Quais os processos de uma Gestão de Talentos?

Para realizar uma boa Gestão de Talentos é necessário definir bem os processos. A base de tudo é o desenvolvimento de políticas de RH, com definição de normas que visam o bem-estar do colaborador e o bom funcionamento da empresa.

Já no processo seletivo, essa gestão passa pela abertura de vagas, análise dos candidatos, fases de entrevista e contratação.

Em seguida, a atenção do RH se volta para o onboarding, a integração e o reconhecimento do bom trabalho, conforme foi mencionado acima.

Também vimos que cabe ao RH auxiliar os líderes e funcionários a entenderem a trajetória e o desenvolvimento de cada um, oferecendo ferramentas e benefícios que podem alavancar o crescimento individual e coletivo.

Por fim, o profissional de Recursos Humanos deve acompanhar também a demissão, seja ela uma decisão do funcionário ou da empresa, e entender como minimizar o seu impacto para ambos os lados.

Principais benefícios da Gestão de Talentos em uma empresa

Através da Gestão de Talentos é possível criar e cultivar uma cultura empresarial acolhedora que manterá a equipe motivada e disposta a vestir a camisa, além de atrair novos talentos.

Oferecer qualidade de vida dentro e fora do trabalho e visar o bem-estar dos colaboradores é também uma forma de reduzir o turnover, ou rotatividade de pessoas, algo que impacta diretamente no crescimento do seu negócio.

Afinal, por que é importante investir em Gestão de Talentos?

Sem dúvidas, investir na Gestão de Talentos te ajudará a formar equipes produtivas e motivadas, melhorar a qualidade do trabalho e gerar melhores resultados para o seu negócio.

Se o seu time está crescendo, essa é a hora de definir uma estratégia afiada. Você sabia que a Faculdade XP também pode te ajudar a encontrar os profissionais ideais para os times de TI e negócios da sua empresa?

Conheça o Talent Hunting, uma solução corporativa para as organizações que buscam qualificar e contratar novos talentos. Além de ter acesso aos melhores profissionais do Brasil, você também pode reduzir custos de contratação.

O que é CPA-20 e para que serve? Confira tudo sobre essa certificação!

Para entrar no mercado de trabalho é necessário cada vez mais habilidades e experiências, pois assim você tem mais probabilidade de conseguir os melhores cargos. Dentro dessa linha de certificações necessárias, existem algumas da ANBIMA muito solicitadas para algumas funções, como é o caso da CPA 20

Você já ouviu falar dessa certificação? Se é da área de de produtos e investimentos é importante saber sobre o que é essa especialização e como ela pode agregar na sua carreira. 

Confira neste artigo mais detalhes sobre a CPA 20, as certificações da ANBIMA e como ter o seu certificado vai possibilitar um avanço na sua carreira profissional.

O que é certificação CPA-20?

A Certificação Profissional ANBIMA Série 20, conhecida como CPA-20, é um tipo de habilidade destinada aos profissionais que atuam na área de distribuição de produtos de investimento.

Ela é uma das muitas certificações que essa associação disponibiliza com o intuito de melhorar o currículo dos profissionais para concorrer e desempenhar funções específicas no mercado. 

Vale ressaltar que a CPA 20 é destinada a clientes dos segmentos de varejo alta renda, private banking, corporate e investidores institucionais, agências bancárias e plataformas de atendimento. 

É como se ela validasse a atuação do profissional da área e, por isso, é tão necessária em algumas organizações.

O que é ANBIMA?

Selos das certificações CPA-10, CPA-20 e CEA da ANBIMA.

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA) é uma organização que representa as instituições do mercado de capitais brasileiro

Seu intuito é fortalecer esses segmentos de modo geral, entendendo as demandas para as instituições financeiras e criando métodos para especializar os profissionais interessados por esse nicho de atuação. 

Assim, ela é responsável por atuar em quatro pilares relevantes. São eles:

Representar

Conforme dito, representa as organizações frente à sociedade civil e ao Estado. 

Autorregular

Ela dá autorregulação ao mercado para estabelecer normas e regras para o setor. Isso tem relação com a qualidade do serviço entregue, a credibilidade e ética existentes no setor financeiro. 

Informar

Trabalha com a divulgação de informações para o nicho e para a sociedade em geral.

Educar

Atua no processo de educação dos agentes envolvidos no setor. Daí que entram as certificações, como é o caso da CPA 20, promovendo a especialização dos atuantes do setor.

Para que serve essa certificação?

Aqueles que têm o certificado da CPA 20 têm autorização e experiência para atender clientes recebendo uma maior renda, e permite que os profissionais possam se desenvolver ainda mais na carreira.

Em resumo, essa certificação é uma maneira de mostrar os conhecimentos necessários para os produtos financeiros mais sofisticados, bem como saber como lidar com as fraudes financeiras dentro de bancos e outras instituições do mercado.

Ela dá credibilidade ao profissional, já que indica às instituições financeiras que ele possui um alto conhecimento sobre o mercado financeiro e garantia de mais qualidade em suas atividades. 

Além disso, outras vantagens são:

  • Ser pré-requisito para atuar em algumas instituições financeiras;
  • É um diferencial no mercado financeiro;
  • Valida a qualificação do profissional financeiro.

Como tirar CPA-20?

Para retirar o certificado você precisa prestar um exame que consiste em uma prova de conhecimentos da área bancária voltada aos profissionais que desejam atuar no segmento de alta renda.

Mas afinal, como funciona o exame?

A prova aborda temas do mercado financeiro em geral, sendo 60 questões, divididas em sete módulos. 

Segundo site da ANBIMA, os temas são:

  • Sistema Financeiro Nacional e Participantes (5% a 10%);
  • Compliance legal, Ética e Análise do perfil do investidor (15% a 25%);
  • Princípios Básicos de Economia e Finanças (5% a 10%);
  • Instrumentos de Renda Variável, Derivativos e Renda Fixa (17% a 25%);
  • Fundos de Investimentos (18% a 25%);
  • Previdência Complementar Aberta: PGBL e VGBL (5% a 10%);
  • Mensuração e Gestão de Performance e Risco (10% a 20%).

Para realizar é preciso fazer uma inscrição e pagar uma taxa que difere entre os associados (R$ 396) e não associados (R$ 475). Assim, a data e o horário de agendamento do exame podem ser escolhidos pelo candidato no calendário disponível no momento da inscrição.

A aprovação é constatada se o candidato obter no mínimo 70% de aproveitamento, desde que realize o exame em até 2 horas e 20 minutos.

Aqueles que não puderam comparecer ou não passaram, podem reagendar a prova dentro do período de 8 dias antes de sua aplicação, ou realizar uma nova inscrição e pagamento da taxa.

Todas essas informações e como fazer a inscrição você acessa no site da ANBIMA.

Para quem se destina a certificação?

Também conforme o site da associação, o CPA 20 é destinado aos:

  • Profissionais que trabalham em instituições que seguem nosso Código de Certificação;
  • Profissionais que trabalham em instituições financeiras em geral, mesmo aquelas que não aderiram ao código;
  • Estudantes e profissionais de autarquias ou órgãos públicos.

O diferencial é que quem conquista a Anbima CPA-20 também pode exercer as funções daqueles que têm a CPA-10. 

Quais os requisitos para obter a CPA-20?

Informações sobre horário, quantidade de questões e média de aprovação da certificação CPA-20.

A certificação serve para qualquer profissional que deseja trabalhar na área. Apenas é recomendado que ele se prepare antes de realizar o exame e domine assuntos relativos aos sete grandes temas citados anteriormente, e claro: acertar 70% da prova.

Diferença entre CPA 10 e CPA 20

Enquanto a CPA 10 é voltada para os profissionais que desejam atuar na venda de produtos financeiros de investimento, a CPA 20 é uma certificação superior.

Ela permite que o profissional exerça as mesmas atividades da CPA 10 e ainda possibilita sua atuação na manutenção da carteira de investimentos de clientes pessoas físicas ou jurídicas dos segmentos de Alta Renda, Private, Corporate e Investidores Institucionais.

Portanto, a CPA-20 têm suas vantagens sobre a CPA-10, tanto na questão de remuneração quanto na certificação e no conhecimento.

Onde o profissional certificado pela CPA-20 pode atuar?

Os certificados na CPA 20 podem atuar em diversos lugares relacionados ao atendimento de produtos financeiros, sendo os principais:

  • Caixa de banco;
  • Atendente Comercial;
  • Agente Comercial;
  • Assistente de Gerência;
  • Assessor de investimentos;
  • Gerente de Contas;
  • Analista de mercado;
  • Trader.

Portanto, é uma especialização essencial no ramo dos investimentos. Você planeja se aprimorar nesta área? Na Faculdade XP temos um curso de pós-graduação que vai lhe ajudar a se formar para essas funções antes de tirar sua própria certificação. Saiba mais sobre o MBA de Investimentos e Private Banking.

Tipos de banco de dados: quais as suas particularidades?

Entender quais são os tipos de banco de dados mais populares e relevantes do mercado é essencial para aqueles profissionais que desejam imergir no mundo do desenvolvimento e da tecnologia. 

Caso você não seja uma dessas pessoas, entenda que com o avanço tecnológico, termos como banco de dados e os seus nomes próprios serão muito comuns. 

Chegou a hora de começar a aprender. Vamos conhecer os diferentes tipos de bancos de dados juntos!

Entenda o que é banco de dados

Você provavelmente já leu ou ouviu o termo banco de dados, mas você sabe do que isso se trata? 

Em suma, um banco de dados funciona como um sistema que coleta, armazena e provê informações que são consultadas por meio de dados. 

Você deve estar pensando: dados e informações são a mesma coisa? 

Na realidade, não. Veja as diferenças entre eles: 

  • Dados: informações brutas ou puras, ou seja, elementos ainda não tratados e de maneira isolada não têm significado nítido;
  • Informações: conjunto de dados devidamente analisados, assim, possuem significados objetivos e ajudam nas tomadas de decisão.

Ficou claro? 

Bom, no mundo da tecnologia, quando falamos de dados, quase que automaticamente, falamos de bancos de dados, já que, para a internet funcionar, por exemplo, muitos bancos de dados conectados funcionam nos bastidores. 

Já deu para perceber que não existe apenas um banco de dados, não é? Hoje, iremos conhecer 10 tipos de banco de dados. 

10 Tipos de banco de dados 

Chegou a hora de conhecermos os tipos de bancos de dados! Vamos lá! 

1. Banco de dados Relacional

Eles são os mais presentes no mercado e são populares porque têm alta confiabilidade de informações e facilidade no armazenamento. 

O seu funcionamento se dá através do armazenamento de dados em colunas com a sua descrição nas linhas e atributos. 

Além disso, atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade (ACID), são os pilares que formam a importância desse tipo de banco de dados.

Sistemas CRM e ERP são dois exemplos de bancos de dados relacionais.

Outra característica forte dos bancos de dados relacionais é a linguagem, que se baseia no Structured Query Language, mais conhecido por SQL, auxiliando, assim, na facilidade de uso dessa categoria de banco de dados, já que a inserção dos mesmos é tranquila e recuperável. 

2. Banco de dados Não-Relacional

Falamos do relacional, agora é a hora de conversarmos sobre o banco de dados não-relacional ou banco de dados NoSQL, como também é chamado. 

Ele é utilizado quando se é preciso trabalhar com dados como vídeos, imagens e/ou gráficos, que não podem ser dispostos em tabelas. Esse tipo de banco de dados, por sua vez, tem alto desempenho e, por consequência, é bem valorizado pelos seus usuários. 

O que diferencia o banco de dados não-relacional dos relacionais é que, no caso do primeiro, não é necessário o uso de um sistema de relacionamento, enquanto o segundo precisa desse uso. 

Além disso, enquanto a linguagem do relacional é a SQL, a linguagem oficial do não-relacional é a Not Only SQL, ou NoSQL, que significa “não apenas SQL”.

Interessante, não é? 

Dados são armazenados de forma diferente entre os tipos de banco de dados
É importante conhecer e estudar os diferentes tipos de banco de dados para determinar qual será o melhor para o seu projeto.

3. Banco de dados em cloud

Conhecidos, também, por banco de dados em cloud computing, ele é um banco que funciona como uma base de dados que, para ser acessada, precisa de uma conexão de internet. Ou seja, as informações são armazenadas localmente!

É importante citar que o sistema funciona como um serviço, ou seja, o contratante precisa pagar algumas taxas, taxas essas que contam com diversas funcionalidades, além de que, o gerenciamento e manipulação dos dados é feito pelo provedor.

4. Banco de dados orientado para objetos

Aqui, a estrutura do banco de dados é voltada para objetos. Assim, as informações são dispostas em blocos e têm identificadores. 

Pode ser parecido com o banco de dados relacional, a diferença é que nesse tipo de banco de dados orientado para objetos, conseguimos encontrar uma tabela com linhas e colunas.

5. Banco de dados distribuído

Imagine uma rede de nós. No banco de dados distribuído, a sua constituição é formada por essa rede! Sendo assim, cada um dos nós representa um computador, que está em um diferente espaço.

A facilidade e vantagem que esse tipo de banco de dados apresenta é a facilidade na recuperação de informações, já que, enquanto nos outros bancos a base de dados é toda centralizada, ou seja, são vulneráveis a perdas irreversíveis, aqui os nós conseguem compartilhar essas informações, auxiliando na recuperação.

6. Banco de dados gráfico

São usados em redes sociais, por exemplo, por lidarem com dados bem interconectados. 

Nesse tipo de banco de dados, estruturas complexas são armazenadas e as informações ficam interligadas por gráficos de conexão, assim, a informação importa mais que a própria estrutura.

7. Banco de dados de código aberto

Você provavelmente já ouviu falar em open source ou código aberto, não é?

Bom, nesse tipo de banco de dados, as vantagens do código aberto se fazem presente: pode ser distribuído e reutilizado.

O MySQL, o PostgreSQL e o MongoDB são alguns exemplos desses tipos de banco de dados.  

8. Banco de dados operacional

Podem ser configurados com NoSQL e até com dados relacionais. 

O que é importante aqui é o objetivo que, por sua vez, se concretiza na permissão da modificação dos dados em tempo real pelos usuários.

Enquanto bases de dados tradicionais precisam de lotes de informações para serem processadas e tudo acontece em grupo, no banco de dados operacional o usuário pode editar, adicionar e remover dados quando quiser.

9. Banco de dados comercial

Esse é bem simples de exemplificar: é qualquer banco que é projetado por uma empresa comercial.

A maior característica que define um banco de dados comercial é o fato de que os usuários pagam para utilizá-las, divergindo das bases de dados open source, por exemplo.

Mas por que isso acontece? Simples: as empresas desenvolvem ótimas bases de dados, cheias de recursos e as vendem. Esse é o negócio!

10. Banco de dados pessoal

Se um banco de dados é projetado para uma pessoa, unicamente, ele é um banco de dados pessoal. As suas características são: 

  • Armazenamento: computador pessoal;
  • Design: simples, com apenas algumas tabelas;
  • Operações: são simples, já que esse tipo de banco de dados não é adequado para operações complexas ou grande quantidade de dados.

Exemplos banco de dados mais utilizados no mercado 

Alguns exemplos mais utilizados no mercado são: 

Como escolher os melhores tipos de banco de dados para trabalhar?

Estudando muito, entendendo a tecnologia que precisa para alcançar o seu objetivo e se mantendo atualizado e focado no mundo Data Science. E nós te ajudamos! 

No bootcamp Analistas de Banco de Dados você aprenderá muito sobre bancos de dados relacionais e não relacionais, modelagem de dados, as principais linguagens para criação de estruturas e muito mais. Seja um profissional requisitado! 

Não sabe como pedir aumento de salário? Confira 5 dicas!

Uma das principais dúvidas de um profissional é de como pedir aumento de salário. Mais do que isso: é saber qual o momento certo. Portanto, se preparar para ter essa conversa com o seu gestor é essencial. Antes do papo, porém, é necessário reunir o máximo de informações possível. Elas podem mostrar de forma objetiva o quanto você merece essa valorização. 

Para ajudar, separamos neste artigo algumas dicas importantes para esse processo. Aqui você encontrará informações sobre o momento certo de pedir um aumento, além dos cinco passos mais importantes para chegar neste objetivo. Se isso é o que você está procurando, então aproveite o texto e boa leitura!

Qual o momento certo para pedir um aumento de salário?

Antes de mais nada, é preciso ressaltar que não existe uma receita certa para esse momento, uma vez que uma série de variáveis podem ser levadas em conta. Uma delas diz respeito ao momento da empresa.

Muitas vezes, mesmo que você tenha um bom desempenho individual, a companhia pode, por exemplo, não ter batido as metas planejadas. Portanto, entenda este cenário antes de pedir uma conversa. 

Outro ponto importante diz respeito ao seu tempo de casa. Embora isso não tenha que ser um fator primordial, muitas companhias colocam um prazo mínimo para uma promoção. Geralmente, esse tempo pode ser de um ano ou mais. Com isso, se você foi contratado há pouco tempo, a chance de ter um aumento é bem pequena. 

5 passos para pedir um aumento de salário e conseguir

Para ajudar você a se preparar para a hora de pedir um aumento salarial, separamos a seguir 5 passos importantes. Confira:

#1. Prepare seus argumentos

Como já mencionamos, é importante preparar o seu argumento para esse papo. Reúna, por exemplo, as suas principais realizações durante o período que você esteve no cargo atual. Uma dica importante é mostrar para o seu gestor algumas atividades executadas que não estavam dentro do escopo da sua função, mas que mesmo assim você entregou. 

Uma outra dica é mostrar projetos que não estavam planejados, mas que você sugeriu e, consequentemente, trouxeram bons resultados para a companhia. Lembre que seus argumentos precisam ser convincentes. Durante a conversa, tente não personalizar demais as realizações, pois pode passar a ideia de prepotência. Portanto, mostre sempre que a sua intenção foi realizar algo em prol do time e da empresa.

#2. Avalie o cenário do mercado de trabalho

Muitas vezes, embora a sua performance tenha sido boa ao longo do período, outros fatores podem impactar na hora de pedir um aumento. E um dos principais é com relação ao momento do mercado de trabalho.

Em alguns segmentos, sempre existem oportunidades que podem fazer com que você melhore o seu salário. Em outros, porém, as vagas são mais restritas. O ideal, nesse caso, é avaliar o cenário. 

Na área de TI (Tecnologia da Informação), por exemplo, historicamente há uma necessidade de profissionais no mercado. A demanda por vagas nesse segmento é grande, o que impacta na oferta de oportunidades. 

Essa circunstância pode ser um diferencial na hora da conversa. O gestor sabe que um mercado aquecido pode significar a perda de um profissional. Entretanto, caso a empresa onde você está não consiga o aumento desejado, buscar uma nova oportunidade pode ser uma boa opção para você se sentir valorizado.

#3. Nunca fale sobre problemas financeiros

Um dos principais erros na hora de pedir um aumento é trazer problemas pessoais para a conversa, principalmente financeiros. Ter uma dívida grande, estar esperando um filho ou situações parecidas precisam estar fora do foco neste momento. Esses argumentos não são suficientes para convencer o seu gestor, que precisa analisar, entre outras coisas, a sua performance como profissional.

#4. Torne seus conhecimentos um diferencial para ganhar seu aumento

Importante levar para a sua conversa os conhecimentos técnicos que você possui. Entretanto, mostre ao seu gestor que você evoluiu desde que entrou na empresa. O aprendizado de hard skills – e até mesmo de soft skills – são importantes. Ao levar esses pontos, o seu chefe poderá avaliar a evolução profissional e levar isso em conta. 

Por isso, ao longo da sua jornada, tente se manter atualizado sobre o seu segmento de trabalho. Estude as novidades, faça cursos de especialização e traga, com eles, inovações que não estão sendo implementadas na companhia. Isso pode ser um grande diferencial.

#5. Peça um aumento compatível com a realidade

Embora todos queiram uma valorização que faça a diferença no fim do mês, é necessário ter prudência na hora do pedido. Evite fazer propostas mirabolantes e que estejam fora da realidade.

Se você pedir uma valorização de 50% do que você ganha, pode ser um grande tiro no pé. Portanto, estude cenários plausíveis e viáveis. Faça simulações e mostre abertura para negociações que possam ser boas tanto para você como para a empresa.

Dicas extras: como conseguir um aumento de salário sem pedir

Além do passo a passo que mostramos, separamos também outras duas dicas extras que podem ser muito úteis na hora de pedir um aumento. Confira:

Dica 1: verifique a possibilidade de trocar benefícios por um aumento em dinheiro

Em algumas empresas, benefícios como vale-refeição ou alimentação são pagos por meio de cartões específicos para essa finalidade. Entretanto, em determinadas companhias é possível negociar o pagamento desses valores diretamente no salário. Com isso, você pode usar o dinheiro como complemento de renda. Vale ressaltar, contudo, que essa não é uma prática de mercado. Por isso, avalie junto à empresa se isso é possível ou não.

Dica 2: certifique-se que você recebe todos os seus direitos estabelecidos no contrato de trabalho

Muitos profissionais não têm pleno conhecimento dos seus direitos trabalhistas. Um bom exemplo é com relação às horas extras.

Algumas empresas que não têm a marcação de ponto implementada simplesmente não pagam as horas, mesmo que você as tenha feito. Isso pode ajudar a complementar a sua renda no fim do mês. Por essa razão, mesmo que pareça burocrático, veja em seu contrato o que você pode exigir como direito. 

Agora que você já sabe como pedir aumento de salário, que tal aprender a cuidar melhor do seu dinheiro? Aqui na Faculdade XP você encontra uma série de cursos que ajudam a aprimorar a sua relação com as finanças. Em “O Poder do Autoconhecimento Financeiro” você vai entender como o cuidado próximo das suas finanças é o caminho para a prosperidade. Curtiu? Então assine o Multi+ e aproveite esse e outros cursos na melhor plataforma digital de educação do Brasil. Saiba mais aqui!

SQL Power Architec: saiba o que é e como usar a ferramenta

Hoje em dia, a modelagem de dados é muito importante, considerando a grande quantidade de informações disponíveis o tempo todo, e, um dos aplicativos mais recomendados para essa prática é o SQL Power Architect.

Os dados são extremamente importantes para tomadas de decisão eficientes em qualquer organização. Sem uma análise adequada, as empresas ou profissionais da área de TI, estão sujeitos a processos e escolhas baseadas em suposições, ou pior, no “achismo”.

A análise de dados permite a visualização de padrões e tendências que podem não ser óbvios a olho nu. Isso pode levar a melhorias nos fluxos internos de uma organização, bem como à identificação de novas oportunidades de negócios.

Além disso, os dados são cada vez mais importantes, afinal as empresas estão enfrentando concorrências cada vez mais acirradas, e, graças a capacidade de obter e analisar dados com eficiência, os negócios podem se diferenciar, colocando-se em destaque no mercado.

Aprenda mais sobre esse assunto. Leia este conteúdo e entenda o que é modelagem de dados, como fazer e como se dá a utilização do SQL Power Architect. Boa leitura!

O que é modelagem de dados?

É o processo de criação de um modelo de dados, geralmente em forma de diagrama, para representar os dados e as relações entre eles. Um modelo de dados é útil para visualizar como os dados estão organizados e pode ser usado para criar um banco de dados, por exemplo.

Os tipos são:

  • Modelo conceitual de dados;
  • Modelo de dados lógicos (MLDs);
  • mMdelo de dados físicos (MFDs).

Para que serve um banco de dados

Um banco de dados é uma ferramenta que guarda informações e permite que elas sejam facilmente acessíveis a qualquer momento.

Ele pode ser usado para armazenar qualquer tipo de informação, desde um simples conjunto de números até um grande conjunto de textos e imagens.

Qual a importância da modelagem de dados?

A modelagem de dados é importante porque permite que os dados sejam organizados de forma lógica e facilmente acessíveis. Além disso, o recurso também pode ajudar a reduzir o tamanho dos dados e torná-los mais fáceis de processar.

É importante para garantir que os dados sejam consistentes, completos e precisos. Sem uma boa modelagem, os dados podem ser difíceis de interpretar e usar, o que pode levar a erros e tomada de decisões incorretas. Cuidado com isso!

Como fazer a modelagem de dados

Para iniciar o processo de modelagem de dados, você deve ter por perto profissionais capacitados para isso, como desenvolvedores, arquitetos na área e especialistas em banco de dados e uma ferramenta para auxiliar no processo.

A próxima etapa é a reunião para iniciar o brainstorming. A ideia é pensar no banco de dados conforme o modelo conceitual, lógico e físico.

Além disso, posteriormente, deve saber quais são dados serão usados, os diferentes atributos, a relação entre eles e como tornará o acesso viável.

<Leia também: como realizar uma análise estatística de dados />

Conheça a interface do SQL Power Architect.

O que é SQL Power Architect

O SQL Power Architect é uma ferramenta que permite aos profissionais de Tecnologia da Informação a realização da engenharia reversa de bancos de dados existentes.

Para que serve o SQL Power Architect?

O aplicativo resulta na geração automática de metadados ETL e a criação de perfis de informações em bancos de dados de origem.

Contudo, ele apresenta alguns aspectos não vantajosos para uso.

  • Falta de suporte a visões, triggers e restrições;
  • Ausência de uma ferramenta de backup;
  • Uma interface melhor para identificação das distinções entre as bases;
  • Alguns erros nos tipos de dados na geração dos scripts.

Quais as principais funcionalidades do SQL Power Architect?

As principais funções da ferramenta são:

  • Comparativo de modelos de dados com identificação de distinções e geração de scripts de sincronização;
  • Engenharia reversa para a elaboração de projetos;
  • Acesso ao banco de dados via JDBC;
  • Geração do banco de dados através do projeto.

Como utilizar o SQL Power Architect

Ele permite que você crie, reverse-engineer, compare e documente seus bancos de dados de forma fácil e intuitiva.

Ademais, o SQL Power Architect fornece um conjunto completo de ferramentas para gerenciar seus modelos, incluindo um repositório para armazenar e gerenciar seus modelos, um editor de código SQL para criar e manter scripts SQL e um gerador de relatórios para documentar seus modelos.

Mercado de trabalho para área de Banco de Dados

O mercado de trabalho para profissionais de banco de dados no Brasil está aquecido e com boas perspectivas para o futuro.

A demanda por profissionais de banco de dados está ligada à crescente necessidade das empresas em armazenar e gerenciar grandes volumes de dados. Com a popularização da internet e da computação em nuvem, cada vez mais informações são geradas e precisam ser armazenadas e gerenciadas de forma eficiente e segura.

De acordo com estudo feito pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) há carência de profissionais de TI, gerando um déficit de 797 mil até 2025. Logo, há oportunidades e muitas, mas faltam pessoas qualificadas.

Conheça a carreira

Os principais cargos da área de Ciência de Dados são: analista de dados, administrador de banco de dados, analista de suporte, desenvolvedor de banco de dados, analista de BI (Business Intelligence) e muito mais.

Indicações de leitura

Quer estudar mais sobre o assunto? Indicamos os seguintes livros abaixo para imersão:

Quer dominar a área? Faça o MBA em Ciência de Dados e seja requisitado no mercado de trabalho!

Você irá aprender e se especializar em construir aplicações que geram insights valiosos, a partir do processamento e análise de Big Data.

São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver! Você poderá estudar onde e quando quiser!

Conheça também a assinatura Multi Mais e tenha acesso imediato aos cursos e bootcamps oferecidos pela Faculdade XP!

Gestão de redes sociais: por que você deve investir nessa estratégia?

Fazer a gestão das redes sociais é, antes de tudo, pensar estrategicamente sobre como elas podem ser utilizadas para que a sua empresa alcance seus objetivos de maneira efetiva.

Quando se fala em gestão de redes sociais, muitas vezes a preocupação é voltada para a operacionalização da plataforma. Apesar de ser importante criar bons anúncios e conteúdos, é fundamental, antes de mais nada, entender o que o seu público precisa.

Atualmente, as mídias sociais podem ser vistas como ferramentas essenciais para a criação de uma presença digital. Elas permitem não só apresentar produtos e serviços, como também promovem a construção de um relacionamento longo e transparente com o usuário.

No Brasil, são 171,5 milhões de usuários ativos nas redes sociais, o que corresponde a 79,9% da população brasileira. Ou seja, criar uma estratégia de comunicação nas mídias sociais é uma das principais maneiras de estar no lugar e na hora certa para o seu público.

Neste sentido, conseguir entender o que é gestão de mídias sociais e, principalmente, como fazer uma campanha de marketing é fundamental para atrair as pessoas certas e promover uma experiência positiva.

Tudo isso é papel do social media, ou seja, o profissional que exerce essa função. 

Quer entender melhor como fazer uma boa gestão de redes sociais e a relevância que esse papel tem no planejamento estratégico e na percepção da marca? Então, continue a leitura!

O que é gestão de mídias sociais?

Gestão de redes sociais é um conjunto de estratégias que tem como objetivo otimizar o uso dessas mídias para melhorar o engajamento e a interação com o público. Ou seja, é o processo de gerenciar a presença online nas diferentes plataformas.

Essa estratégia é crucial para que bons conteúdos sejam entregues aos usuários, o que pode aumentar o alcance da marca e, consequentemente, levar o nome da empresa para mais pessoas.

Afinal, a internet é a principal ferramenta para uso pessoal e profissional nos dias de hoje. Isso significa que, atualmente, o conteúdo é rei

O que é uma boa estratégia de gestão de redes sociais?

Não basta fazer publicações sobre os produtos e serviços de maneira aleatória. Pelo contrário, é fundamental pensar em uma estratégia focada na criação e distribuição de conteúdo valioso, relevante e consistente para atrair e reter o público-alvo, impulsionando os resultados da empresa.

Para isso, não basta identificar os formatos adequados, as melhores cores ou a linguagem ideal a ser utilizada. É importante, também, entender que pouco desse conhecimento será realmente efetivo se o analista de redes sociais não tiver a capacidade de pensar, observar e utilizar a plataforma estrategicamente.

Até mesmo porque as redes sociais são identificadas como ferramentas importantes na criação de uma presença digital. Assim, o ponto crucial a se pensar é como utilizar os recursos oferecidos de acordo com os objetivos de marketing e comunicação. 

Por exemplo, se a empresa tem um novo produto e nota-se a necessidade de disseminá-lo para o maior número possível de pessoas, o social media deve pensar: como posso utilizar Facebook, Instagram e outras redes para atingir o objetivo traçado pela empresa de forma a obter o melhor resultado?

< Leia depois: O que é a transformação digital nas empresas? Qual sua importância e pilares? / >

Como fazer uma boa gestão de redes sociais?

Ao falar sobre estratégias de comunicação, uma das principais dúvidas é como fazer gestão de anúncios. Contudo, antes de pensar nisso, o social media deve elaborar a estratégia. Para isso, ele deve considerar:

1. Objetivo da campanha

O primeiro passo para a gestão de redes sociais é pensar em como essa campanha pode fazer com que a estratégia dê resultados condizentes com o que a empresa precisa no que tange à divulgação desse novo produto.

Alguns exemplos de objetivos que a instituição pode ter são:

  • atrair tráfego;
  • fortalecer a marca;
  • fidelizar seguidores;
  • vender suas soluções;
  • gerar leads;
  • educar o público.

< Leia também: Cultura Digital: saiba o que é, seus aspectos e importância / >

2. Público-alvo

O público que pode se interessar pelo produto está na plataforma? Que público é esse? Conhecido também como buyer persona, a ideia é criar o perfil de potenciais clientes que podem se interessar na solução oferecida pela empresa.

Assim, fica mais fácil desenvolver campanhas de marketing mais assertivas, uma vez que você consegue entender as preferências, necessidades e dores dos usuários. Além disso, é necessário avaliar se esses usuários utilizam mais o desktop ou aparelhos mobile quando acessam suas contas.

Isso é fundamental para pensar em como fazer gestão de anúncios. Afinal, é necessário compreender a melhor forma de segmentar o público para que os usuários de interesse sejam impactados pela minha comunicação de forma relevante.

Isso é vital para compreender, em um primeiro momento, em quais redes sociais a empresa deve estar presente. Segundo uma pesquisa, as mais utilizadas pelos brasileiros são:

  • YouTube (89%);
  • Instagram (85%);
  • Facebook (84%);
  • TikTok (49%);
  • Pinterest (37%);
  • Twitter (36%);
  • LinkedIn (35%).

Contudo, para se ter uma boa estratégia de comunicação nas mídias sociais, a marca deve estar naquelas que são mais acessadas pelo seu público. 

3. Formato

Como devo comunicar esse novo produto? Que imagem deve ser utilizada para resultados mais efetivos? Qual ou quais formatos, seja vídeo, carrossel ou canvas devem ser adotados para que meu público se identifique ainda mais com o que está sendo apresentado? 

Além disso, em termos de conteúdo, que linguagem deve ser utilizada? Ela deve ser pensada para se aproximar do cliente, mas sem fugir ao tom usado pela própria empresa ou marca.

4. Acompanhar as métricas

Além disso, tão importante quanto estruturar uma campanha estrategicamente, é primordial acompanhar seu desempenho. Enquanto a campanha roda e à medida que os anúncios vão apresentando sua performance, é preciso monitorá-los. 

Assim, o social media consegue interpretar, analisar e ajustar o que for necessário para atingir os usuários de maneira assertiva.

Lembre-se de que as informações acerca do público são fornecidas pela própria plataforma. Então, quem deseja dados diferenciados e mais profundos pode acessar outras ferramentas que informam sobre o perfil de usuários, oferecendo dados mais relevantes.

< Leia também: O que é uma pegada digital? / >

Como fazer uma campanha de marketing nas redes sociais?

Agir estrategicamente na gestão de redes sociais é ter a capacidade de entender como essas plataformas podem ser utilizadas de forma a potencializar a empresa. 

Ou seja, alcançar os resultados de comunicação, marketing e vendas estimados para um determinado produto, serviço ou marca. 

É entender como o Facebook ou Instagram podem ser usados como bases de apoio para outras ações de marketing desenvolvidas, inclusive, no ambiente off-line. 

Afinal, mesmo que seja uma instituição apenas com empreendedorismo digital, que atue apenas no ambiente virtual, é necessário saber que uma rede dá suporte às outras. 

Até mesmo porque os resultados são melhores quando a marca tem uma presença digital forte de uma forma geral, com um site amigável e conteúdo adequado, um blog atualizado e com presença em outras redes.

Se o profissional consegue ter uma visão holística do processo que envolve estratégia e operação correta da plataforma, a chance de que os resultados sejam positivos é ainda maior. 

Como se tornar um ótimo gestor de redes sociais?

A melhor maneira de entender o que é marketing de mídias sociais e como fazer gestão de anúncios é especializando-se na área. Um bom conhecimento prático e teórico, com os maiores experts da área, faz toda a diferença na formação e desenvolvimento profissional.

Por isso, conheça o curso Analista de Marketing Digital e aprenda a criar e analisar as estratégias, produtos e resultados na empresa! 

Neste curso, você irá aprender:

  • fundamentos de marketing digital;
  • gestão de mídias sociais;
  • SEO e marketing de conteúdo;
  • planejamento de mídia digital – Google Ads e muito mais.

Tudo isso com módulos hands-on com conteúdos focados no que você realmente vai precisar para avançar na sua carreira. Saiba como pensar estrategicamente o ambiente digital!

Banco de dados PostgreSQL: o que é e quais são os tipos?

Conhecido por programadores por ser confiável, robusto e ter um bom desempenho, o banco de dados PostgreSQL é um software de código aberto.

Mas o que é código aberto? 

Em suma, é o termo que se refere àqueles softwares que têm o código livre. Ou seja, o download fica disponível para toda e qualquer pessoa e, o mais legal é, definitivamente, a cultura de colaboração entre desenvolvedores desse tipo de software. 

Por causa dessa colaboração, surgem os chamados bancos de dados, que nada mais é que uma coleção de dados armazenados que ajudam no trabalho dos desenvolvedores. 

Massa, não é? 

Hoje, nós iremos conhecer o banco de dados PostgreSQL

Vamos aprender?

O que é Banco de dados PostgreSQL?

Também conhecido como “postgres”, o banco de dados PostgreSQL é um método de gestão de objeto relacional, o SGBDOR. 

Além de ter nascido como projeto de open source, ou código aberto, tem mais de 30 anos de desenvolvimento ativo, com licença do The PostgreSQL License, o TLP, e é por isso que esse banco de dados tem uma reputação tão boa frente aos desenvolvedores.

Em adição a essas informações, o banco de dados PostgreSQL é comprovadamente potente: suporta altas cargas de trabalho, processa grandes volumes de informações, é flexível e íntegro. 

A comunidade de mais de 600 desenvolvedores mantém a melhora constante do sistema de banco de dados, fazendo com que ele se popularize.

Principais características do banco de dados PostgreSQL

Algumas características atribuídas a esse banco de dados são: 

  • Facilidade de acesso;
  • Indexação por texto;
  • Software robusto;
  • Consultas complexas;
  • Suporte ao modelo híbrido objeto relacional;
  • Software de alta qualidade com código de manutenção.

Ademais, é importante ressaltar que a Structured Query Language, ou linguagem SQL, é utilizada pelo PostgreSQL e permite que esse sistema possa ser processado em diversos sistemas operacionais. 

Tipos de dados PostgreSQL

Além de terem acesso a um alto número de dados nativos, os usuários de PostgreSQL podem adicionar novos tipos de maneira tranquila. 

Algumas categorias de dados dentro do PostgreSQL, junto aos seus tipos de dados são: 

  • Primitivos: Integer, Numeric, String e Boolean;
  • Estruturada: Date/Time, Array, Range e UUID;
  • Geometria: Ponto, Linha, Círculo, Polígono;
  • Documento: JSON/JSONB, XML, Key-value.

Você deve estar se questionando o que cada um desses tipos de dados fazem. 

Não se preocupe, continue a leitura que iremos te explicar! 

  • Boolean ou Booliano: utilizado para expressar valores de diferentes estados, como verdadeiro/falso ou ativado/desativado, por exemplo;
  • Date/Time ou Datas e Horas: como o nome já se refere, esse dado é responsável por mostrar datas, horas e intervalos temporais com uma precisão de microssegundos; 
  • Numeric ou Numérico: são exatos ou aprimorados. Os exatos têm dados inteiros e dados decimais enquanto os aproximados contêm dados de ponto flutuante com decimais de precisão selecionável;
  • Caractere: consiste na criação de cadeias de caracteres e é utilizado par armazenar valores de texto.
Cientista trabalha com Banco de dados PostgreSQL
Banco de dados PostgreSQL tem uma alta performance e desempenho.

Linguagens de programação suportadas no PostgreSQL?

O PostgreSQL contorna a limitação da linguagem SQL que é ser mais focada na área da matemática quando permite que outras linguagens de programação sejam suportadas. 

Atualmente, as linguagens suportadas no PostgreSQL são: 

  • Python;
  • Ruby;
  • TCL;
  • Perl;
  • PHP;
  • C;
  • Java. 

Por que utilizar o banco de dados PostgreSQL?

Vamos lá: hoje separamos 3 razões pelas quais você, programador (ou futuro programador) deve utilizar o banco de dados PostgreSQL. 

Hora de conhecê-las! 

  1. Software livre: essa acessibilidade do PostgreSQL permite que os usuários possam ser mais inovadores e flexíveis aproveitando, também, a ausência de custo de licenciamento;
  2. Escalabilidade: o software gerencia grandes quantidades de dados de maneira fácil;
  3. Ótimo ecossistema: os usuários têm uma comunidade dedicada de colaboradores que estão, constantemente, melhorando o sistema, além de tirarem dúvidas, solucionarem problemas e terem opiniões.

Vantagens e desvantagens do PostgreSQL

Chegou a hora da verdade: quais são as reais vantagens desse banco de dados e as suas desvantagens? Vamos descobrir juntos! 

Vantagens

  • Alto desempenho: oferecido pelo SGBD, o PostgreSQL suporta intenso fluxo de dados de maneira estável e segura; 
  • Gerenciamento: feito em um painel de controle simples, o gerenciamento de todos os recursos é fácil;
  • Cloud computing: o PostgreSQL é integrado com essa tecnologia, o que permite o acesso à informação quando e onde precisar.

Desvantagens

Embora tenham vantagens, também existem desvantagens. Em suma, são elas:

  • Ausência de ferramentas de revisão que auxiliem na visualização da situação de um banco de dados específico; 
  • As documentações entre a comunidade não seguem um padrão e acabam carecendo de consistência e integridade em alguns casos.

<Leia também: Bancos de dados NoSQL: entenda o conceito e confira as categorias e exemplos/>

Como instalar e usar o PostgreSQL?

Ficou interessado em instalar o PostgreSQL? Vem cá que nós te ensinamos. Aliás, não é difícil! 

Mac

Se o sistema que você utiliza é o Mac, use o seguinte comando através do Homebrew para instalar o PostgreSQL: 

brew install postgresql 

Tranquilo, não é? 

Linux

Caso você use Linux, use o apt-get com os seguintes comandos: 

sudo apt-get update 

sudo apt-get install postgresql

Tudo pronto! 

Windows

No Windows você pode usar duas maneiras de instalação: 

  1. Pela linha de comando: usando o Chocolatey, você precisará utilizar o comando choco install postgresql. 
  2. Pelo site do PostgreSQL: é só acessar a página de downloads do site do PostgreSQL.

Quem usa o banco de dados PostgreSQL?

Serviços como varejo, logística, manufatura e finanças estão presentes entre os mais diversos campos que utilizam o banco de dados PostgreSQL como uma solução, pois ajuda na manutenção da integridade dos dados pelos desenvolvedores.

Como os seus recursos (que estão em constante expansão) e com a ávida comunidade de colaboradores, essa variedade de campos tende a aumentar, com a popularidade do banco de dados atingindo outros desenvolvedores de diferentes nichos de negócio.

Como trabalhar com o banco de dados PostgreSQL?

Em suma, segue um passo a passo: 

  • 1. Comece a estudar tecnologia e Ciência de Dados
  • 2. Baixe o PostgreSQL;
  • 3. Se familiarize com a plataforma; 
  • 4. Continue estudando! 

Esse quarto ponto você já pode iniciar agora!

Com o MBA em Engenharia de Dados da Faculdade XP você aprenderá a coletar, preparar dados e garantir qualidade e confiabilidade dos dados. Por meio de arquiteturas escaláveis e robustas, garanta a qualidade e confiabilidade dos dados e se torne um profissional disputado no mercado de trabalho.

Dessa forma, seja um profissional requisitado: acesse e saiba mais! 

Desafio das 52 semanas: siga e comece a juntar dinheiro!

Você já ouviu falar sobre o Desafio das 52 semanas? Além de te ajudar a juntar dinheiro, essa estratégia pode transformar a economia em um hábito e tornar a sua vida financeira mais saudável.

Criado pela trabalhadora norte-americana Kassondra Perry-Moreland, o desafio ganhou proporção no Facebook em 2013 e desde então milhares de pessoas ao redor do mundo aderiram a ele.

Trata-se de um método que te provoca a olhar semanalmente para os seus gastos durante o período de um ano.

A ideia é iniciar com um valor baixo, como R$ 1,00 ou R$ 5,00. Ao final do desafio, além de alcançar o objetivo de juntar uma quantia de dinheiro, é provável que você terá passado a prestar mais atenção nos seus gastos e no status da sua conta bancária.

A expectativa é que dentro de alguns meses você passe a dominar as finanças pessoais e perceba que, com uma dose de paciência, economizar pode ser menos complicado do que parece.

Conheça melhor essa tática simples, capaz de te ajudar a poupar a quantia de dinheiro que você determinar de forma prática e descomplicada.

Como o desafio ajuda a poupar dinheiro?

Quem nunca pensou em criar uma reserva financeira para ter uma aposentadoria tranquila, juntar aquela grana para realizar o sonho da casa própria, automóvel na garagem ou uma viagem especial?

Porém, economizar dinheiro pode não ser tarefa fácil em meio a tantos estímulos de compra e responsabilidades.

Um estudo realizado em 2022 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 69% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro. Mas será que se organizando não é possível fazer um pé de meia sem comprometer o orçamento? 😬

É necessário foco, organização e deixar de lado crenças limitantes para separar uma parcela da renda mensal. Economizar nada mais é do que fazer escolhas e mirar no futuro.

Para os mais impulsivos e desorganizados, tornar realidade metas ambiciosas, como adquirir grandes patrimônios, pode se tornar motivo para ansiedade. Se você é uma dessas pessoas que tende a perder o controle dos seus gastos, esse desafio pode ser uma boa solução!

Afinal, é uma tática que não pesa no bolso e te convida a encarar as finanças pessoais semanalmente ao separar quantias não tão ousadas de forma progressiva.

De pouco em pouco, com uma meta bem traçada e algum empenho, ao final de um ano você terá juntado o montante definido sem sentir grandes impactos no orçamento do mês. É uma forma leve e descomplicada de economizar.

Como funciona o Desafio das 52 semanas?

Em resumo, o método propõe que seja separada semanalmente uma pequena quantia de dinheiro ao longo de 52 semanas, ou seja, um ano. A versão original propõe que os valores aumentem gradativamente conforme o passar das semanas.

Exemplo

A forma mais simples de encarar esse desafio é guardar uma quantia de dinheiro correspondente à semana vigente.

👉 Ou seja, na semana 1, o objetivo é poupar R$1,00. Na semana 2, serão R$ 2,00. E assim será feito até a semana final, quando o valor a ser guardado será de R$ 52,00.

Dessa forma, depois de um ano, o montante reunido será de R$ 1.378,00. Veja abaixo uma simulação do esquema completo na tabela das 52 semanas.

Tabela do Desafio das 52 semanas

Se você tem dúvidas de como fazer esse controle com os montantes poupados é só utilizar a tabela do desafio das 52 semanas abaixo. Basta imprimir a imagem e marcar o quadrado correspondente a semana da vez.

Tabela do Desafio das 52 semanas

Melhores ferramentas para fazer o desafio 52 semanas

Hoje em dia, existem algumas ferramentas que podem te auxiliar a organizar a sua performance ao longo do ano e manter atualizado o status do desafio.

Ao registrar o quanto é necessário economizar a cada semana e qual o saldo atual, você se mantém motivado e não corre o risco de perder o fio da meada ou esquecer onde parou.

Apresentamos a seguir duas soluções valiosas que te ajudarão a iniciar essa jornada.

Aplicativo 52 semanas

Esse aplicativo, disponível para iOS e Android, é simples de usar. Além de te guiar nos passos iniciais, ele te acompanhará ao longo de todo o processo. Nele você pode criar diferentes objetivos, receber notificações e visualizar o progresso semanal e geral. Com os lembretes programados é praticamente impossível esquecer e logo o desafio se torna um hábito.

Planilhas Excel ou Google Sheets

Outra maneira de acompanhar o seu progresso ao longo do desafio é criar e preencher a sua própria planilha no Excel ou Google Sheets.

Da mesma forma como funciona o aplicativo, é importante discriminar ao longo de todo o período o valor a ser separado semanalmente e a soma que vai se acumulando. Também vale deixar claro o valor final a ser alcançado para não perder de vista o objetivo!

Quais as vantagens?

O mais importante desse desafio é que ele pode te ajudar a ganhar consciência e consistência ao longo do ano. Ao poupar um valor gradativo, semana a semana, você passará a se manter organizado e determinado diante dos seus objetivos. 🤩

Isso porque o processo te obriga a manter a atenção no todo: o que foi economizado, o que já foi gasto, quanto falta para o seu objetivo e qual a soma que está sendo acumulada nas suas reservas.

Quanto poupar por semana e onde guardar o dinheiro?

Os valores a serem poupados podem ser ajustados de acordo com a realidade da sua renda e com o seu objetivo. Ou seja, você pode definir metas, mais ou menos ambiciosas, conforme o seu bolso e o tamanho dos seus sonhos.

A nossa recomendação é começar com R$ 5,00 na semana 1 e terminar com R$ 56,00 na última semana do ano, assim o resultado será de R$ 1.586,00.

Mas se você quiser alcançar um objetivo ainda maior, basta iniciar com um valor mais alto. Por exemplo, começando com R$100,00, o montante final será de R$ 6.526,00.

A escolha de onde manter o seu dinheiro durante esse período também é um ponto de atenção. Essa pode ser uma ótima oportunidade para começar a investir, já que o saldo do desafio ficará guardado ao longo de um ano.

É muito comum iniciar a jornada financeira investindo na Poupança. Afinal, essa é a principal aplicação feita pelos brasileiros, segundo relatório divulgado em 2022 pela ANBIMA, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais.

Mas será que a poupança é um bom investimento? 🤔

Embora segura e fácil, atualmente, a poupança rende abaixo da taxa de inflação, o que faz com que seu rendimento não seja superior à desvalorização da moeda. Isso significa perder dinheiro a longo prazo.

Mas não se preocupe, existem opções mais rentáveis a médio e longo prazo, como o Tesouro Direto, que atualmente rende 13,65% ao ano.

Vale a pena fazer o Desafio das 52 semanas?

Ao iniciar o desafio com valores mais baixos, o ato de separar parte da sua renda mensal não parecerá tão custoso e pesado. No início, o impacto na sua renda será tão grande quanto comprar uma goma de mascar na padaria.

Conforme os meses forem passando, o foco no objetivo vai se fortalecendo e o esforço de tirar uma quantia maior dos seus recursos mensais passa a ser mais tolerável.

A ideia é que economizar deixe de ser um peso e se torne um hábito. Com um pouco de dedicação e foco o resultado é garantido!

A Faculdade XP também pode te ajudar a descobrir um mundo de possibilidades através do Curso Crenças Limitantes, desenvolvido especialmente para pessoas que se encontram estagnadas financeiramente. Confira!

Para quem tem interesse saber mais sobre onde e como investir, a XPE também ainda conta com uma série de cursos que vão te ensinar tudo sobre a nova economia digital. Através do plano Multi+ você pode ter acesso a dezenas de aulas on demand para assistir onde e quando quiser!