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Confira novas tecnologias e tendências para ficar de olho

As novas tecnologias têm um impacto significativo no Brasil e no mundo. Elas facilitam o acesso à informação e contribuem para a melhoria de processos pessoais e organizacionais, além da criação de novos empregos.

Você sabia que muitos investimentos são feitos para isso? Tudo é para chegar na frente em relação aos concorrentes com produtos e serviços eficientes que simplificam o cotidiano e trazem experiências inesquecíveis aos usuários.

Entenda ao longo do conteúdo como a transformação digital age, as tecnologias destaque em 2022 e muitas outras para ficar de olho em 2023. Boa leitura!

Como a transformação digital está mudando o mundo?

A transformação digital é o processo de integração das tecnologias eletrônicas em todos os aspectos da vida cotidiana. Essa mudança está ocorrendo em todo o mundo e está redefinindo como as pessoas trabalham, se comunicam e se divertem.

Tornando-se cada vez mais integrada às nossas vidas, a transformação digital está acontecendo em um ritmo acelerado. Principalmente, após a pandemia de Covid-19 em que muitas empresas foram obrigadas a fechar ou se adaptar, ou seja, levar seu negócio para a internet. Logo, gerando assim um cenário disruptivo.

<Leia: a importância da inovação tecnológica nas empresas />

Por que ficar de olho em novas tecnologias?

Ficar de olho em novas tecnologias pode lhe ajudar a se manter atualizado e abrir novas oportunidades. Isso porque as tecnologias estão se tornando cada vez mais interconectadas, o que significa que elas podem afetar cada vez mais áreas da nossa vida.

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5 tecnologias que estão se destacando em 2022

Desde os últimos anos, alguns recursos estão sendo cada mais aperfeiçoados pela indústria tecnológica. Confira os destaques:

  • Inteligência Artificial;
  • Iot (Internet das Coisas);
  • Hiperautomação;
  • Cloud Platform (Plataformas em Nuvem);
  • Data Driven.

#1 Inteligência Artificial

A inteligência artificial é uma área da computação que se concentra em criar máquinas capazes de executar tarefas que normalmente requerem habilidades humanas. Isso inclui reconhecer padrões, aprender a partir de experiências, tomar decisões racionais e executar ações complexas.

Os benefícios da inteligência artificial são amplos e abrangentes. Ela pode auxiliar empresas a serem mais eficientes e produtivas, reduzir o número de erros e o tempo gasto em tarefas repetitivas. Além disso, a AI é bastante utilizada na medicina, ajudando diariamente profissionais a diagnosticar doenças com mais agilidade e precisão.

No dia a dia podemos encontrá-la ao utilizar aplicativos e funcionalidades.

#2 IoT

A IoT, também conhecida como Internet das Coisas, permite que as pessoas estejam conectadas com objetos físicos e virtuais de forma remota.

Bem, e onde podemos encontrar essa tecnologia? Muitas vezes não percebemos mas, no dia a dia, já utilizamos bastante a IoT sem perceber. Não acredita? Pois quando entramos em contato com sensores inteligentes de um elevador, luzes que acendem automaticamente com a presença, bluetooth ou GPS nos dispositivos e automóveis, tudo isso é considerado parte da tecnologia IoT.

🏡 Esse recurso também está presente em casas inteligentes que, auxiliadas pelo uso de aparelhos modernos (como a famosa Alexa, da Amazon), permitem abrir ou trancar uma porta, desligar o gás e outras atividades totalmente à distância e geralmente sob o comando da voz.

#3 Hiperautomação

A hiperautomação é a junção das ferramentas de Inteligência Artificial com Automação Robótica de Processos com foco em automatizar atividades repetitivas executadas por usuários. Logo, é um recurso que permite potencializar a transformação digital nos negócios.

Além do mais, auxilia na tomada de decisões complexas, interagindo e se conectando com sistemas distintos via interfaces de programação de aplicações (APIs).

#4 Cloud Platform

A Cloud Platform – também designada como plataforma em nuvem – melhora a velocidade e o desempenho dos sites e serviços das empresas. Munido dessa solução, o cliente consegue ter acesso às funcionalidades de performance de forma online, em qualquer dia e horário. As aplicações são IaaS, PaaS e SaaS, serviços sob demanda de infraestrutura, plataforma e software em Cloud.

Atualmente, a plataforma em nuvem é comercializada como um serviço Platform as a Service (PaaS). Os valores pagos podem ser mensais ou periódicos a depender da necessidade. Além disso, os clientes conseguem desenvolver o que precisam em menos tempo e com menor esforço, e não precisam manter uma infraestrutura própria.

Algumas das empresas que ofertam esse serviço são: Amazon AWS, Google Cloud Platform, Microsoft Azure.

#5 Data Driven

O Data Driven nada mais é do que a coleta (por fontes internas e externas) e análise de dados dos processos organizacionais. Geralmente é a utilização de um conjunto de informações para a tomada de decisão, planejamento estratégico e ações subsequentes da companhia. Nesse caso, a intuição não vale!

A metodologia traz indicativos precisos do negócio para aproveitar as oportunidades e antecipar tendências e problemas. Um exemplo disso é o cruzamento de informações com o panorama do mercado: produtos, clientes, fornecedores, concorrentes e demais agentes.

<Leia também: as profissões promissoras do futuro />

5 novas tecnologias para ficar de olho em 2023

Muitas funcionalidades foram lançadas e outras foram se aperfeiçoando com o tempo. Esses aperfeiçoamentos poderão trazer aspectos inovadores em 2023. Conheça abaixo algumas tecnologias que estarão em evidência no próximo ano:

  • Metaverso;
  • Holografia;
  • Dinheiro Digital;
  • Reconhecimento por voz;
  • Plataformas de aprendizagem adaptativas.

1. Metaverso

Uma das tecnologias dos últimos anos, o Metaverso do Grupo Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp e outros) envolve um mercado trilionário. Conforme informações da Bloomberg Inteligence, segmentos como RV (Realidade Virtual) e de RA (Realidade Aumentada), games, cloud e outros, devem movimentar mais de R$ 4 trilhões até 2024.

O ambiente funcionará de forma híbrida com interação, aprendizado, colaboração e diversão. Isso porque haverá a combinação das experiências sociais online em 3D ou no mundo físico.

mulher testando o metaverso em sua casa
Metaverso é uma das novas tecnologias para ficar de olho em 2023.

2. Holografia

Também chamado de holograma, a holografia é uma técnica que permite a produção de imagens tridimensionais, o 3D. A aplicação mais conhecida da holografia é a produção de conteúdo audiovisual para fins de exibição. No entanto, a técnica também pode ser usada para fins mais práticos, como a criação de hologramas que podem ser usados para armazenar e recuperar informações.

3. Dinheiro digital

O dinheiro digital é uma forma de pagamento que utiliza a tecnologia para permitir que as pessoas realizem transações eletrônicas. Ele pode ser usado para comprar produtos e serviços, bem como para transferir dinheiro para outras pessoas.

Os principais benefícios do dinheiro digital são a facilidade de uso e a segurança. Além disso, ele também pode ajudar a reduzir o custo das transações. Um exemplo claro disso é a implementação da utilização do PIX no Brasil, que é gratuito. Há também os cartões virtuais e carteiras digitais em que o usuário faz uma compra sem estar com o cartão físico.

4. Reconhecimento por voz

E se eu te falar que mais de três bilhões de assistentes de voz estão em uso agora, você acreditaria? É um número gigantesco e tende a crescer. Em 2023, a estimativa é que estejam ativas simultaneamente em torno de oito bilhões. As informações são do DataProt.

O reconhecimento por voz ou assistente de voz consiste na capacidade de um dispositivo eletrônico em identificar as palavras pronunciadas por uma pessoa e traduzi-las em texto ou em outras formas de representação. Por exemplo, o dispositivo tocar uma música em alguma plataforma de streaming ou realizar alguma ação como ligar as luzes.

🗣️ Os benefícios do recurso são inúmeros. Primeiramente, a tecnologia permite que os dispositivos interajam com os seres humanos de forma mais natural, o que pode tornar as tarefas diárias mais fáceis e eficientes.

5. Plataformas de aprendizagem adaptativas

As plataformas adaptativas na educação prestam o papel de suporte e atuam de forma personalizada em relação à aprendizagem do estudante. A ferramenta busca ser apoio e não de substituição dos professores ou educadores.

Na prática, a ferramenta com inteligência artificial irá detectar por meio dos algoritmos a experiência de aprendizagem do usuário, além de indicar os pontos fracos e fortes. Assim as necessidades pessoais do indivíduo serão atendidas com feedbacks, trilhas de conhecimento e muito mais.

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Como lidar com um chefe narcisista? Confira dicas!

Sabe quando você está numa empresa nova, seu líder é todo receptivo e atencioso, mas com o tempo percebe uma mudança nele? Em poucos dias ele mostra um caráter em que tudo que a equipe faz seja por crédito dele e com menos empatia? Saber como lidar com um chefe narcisista é mais difícil do que o esperado.

E por mais que a maioria das pessoas entendam a importância de uma gestão que agrega valor aos seus funcionários e que busca o trabalho em equipe, os líderes narcisistas são mais comuns do que se imagina. E às vezes você já teve um assim e nem se deu conta disso. 

Por o mercado de trabalho ser um local competitivo existe o estímulo da busca por reconhecimento e comportamentos narcisistas. No entanto, não justifica que seja certo agir assim, já que pode atrapalhar a carreira profissional dos funcionários e até afetar a saúde mental deles.

Neste artigo você vai entender com mais detalhes o que é um chefe narcisista, como identificá-lo e o que fazer caso ocorra isso no seu trabalho. Confira!

O que é uma pessoa narcisista?

O termo narcisismo é derivado de um personagem da mitologia grega chamado Narciso, que era um belo jovem que se apaixonou por seu próprio reflexo ao vê-lo refletido em uma fonte de água.

Pessoas narcisistas acreditam ser mais importantes, mais interessantes, mais inteligentes e mais merecedoras que os outros. Assim, demonstram não só necessidade de poder, autocontrole e status, como também são arrogantes e mesquinhas. 

Ser narcisista é ser uma pessoa que se “acha a melhor” sobre tudo, seja por um assunto ou de um nicho, mas que ela é a dona da verdade e que o mundo gira em torno dela (egocêntrica). 

Muitos confundem que ser narcisista é o mesmo que ser autoconfiante, mas tem uma diferença.

A autoconfiança tem a ver com determinação, conhecer suas habilidades e usá-las para o bem-estar de todos ao redor. Já um narcisista quer ser e se considera o centro de qualquer resolução ou habilidade, o que acaba por inferiorizar os outros.

Inclusive na psicologia, os comportamentos narcisistas são considerados um Transtorno de Personalidade Narcisista, por fazer com que essas pessoas tenham um sentimento de serem “especiais” e que ninguém nunca será igual a elas.

Nesse sentido, conviver com uma pessoa narcisista é desafiador, principalmente quando lidamos com o mercado de trabalho. 

Como identificar esse comportamento?

Complementando o que foi falado no tópico anterior, esse comportamento pode ser identificado de diversas formas, como:

  • Pessoas que falam delas mesmas o tempo todo;
  • Dão uma auto importância a si mesmo de forma exagerada;
  • Tem necessidade de bajulação;
  • Possui falta de empatia;
  • Minimizam os próprios defeitos;
  • Escondem fragilidades e sentimentos;
  • Tem certa inveja dos outros por aparecerem mais que ele;
  • Explora os outros para conseguir um benefício pessoal;
  • Tem acessos de raivas espontâneas e momentâneas.

Lembrando que não é necessário ter todos esses fatores para ser considerado um narcisista. 

Como um chefe narcisista pode impactar a sua carreira?

Imagem de um chefe narcisista.

Ter um chefe narcisista é trabalhar com alguém que sempre vai exigir privilégios e tratamento especial. O que pode acabar por manipular seus funcionários para conseguir o que quer, sem contar em roubar crédito por algum processo que outra pessoa realizou. 

Assim, trabalhar com um líder com essas características torna o ambiente de trabalho hostil e tóxico. Além disso, pode até colocar pessoas contra as outras, ou mesmo fazer chantagem psicológica, atrapalhando não só o desempenho dos funcionários no trabalho, como a própria saúde mental deles e até os resultados da empresa.

Se você trabalha para esse tipo de pessoa, poderá ter dúvidas se seu cargo está seguro ou não, já que um dia seu líder vai te amar e no dia seguinte, você será ignorado ou humilhado. 

O que fazer quando o seu chefe é narcisista?

O primeiro passo é saber como identificar essa pessoa para depois saber como lidar com um chefe narcisista. Se você nunca interagiu com uma pessoa narcisista ou com esses comportamentos, será mais difícil reconhecê-la.

Se for o seu caso, você precisa evitar provocações, porque as consequências serão piores. Seu chefe é seu superior, então não adianta muito difamá-lo para outros da empresa. 

Você pode:

  • Mudar suas expectativas sobre conceitos, como: trabalho em equipe, gentileza e escuta;
  • Manter-se realista. Não viva com falsas esperanças de que seus talentos sejam reconhecidos. Por isso, se possível, considere mudar de departamento ou até mesmo de empresa;
  • Solicitar apoio aos seus colegas para juntos saberem lidar com a situação;
  • Entender o personagem, pois decisões narcisistas raramente são intencionais. Assim, aja como se isso não te afetasse e faça seu trabalho evitando dar palco para o narcisista. 

Como lidar com uma pessoa narcisista?

Afinal, como dialogar com alguém disposto a ouvir e entender o outro? Por isso, muitas vezes é melhor não tentar mudar essa pessoa.

Ao lidar com um chefe narcisista, você precisa ter uma coisa em mente: é impossível confrontar narcisistas, pois eles têm uma visão distinta de si mesmos, das pessoas e da realidade.

Se você precisar do emprego, terá que aprender a ir junto e jogar o jogo, entendento a pessoa e encontrando maneiras de agradá-la para que você não seja constantemente o alvo dela.

Infelizmente, esta é apenas uma solução paliativa, porque você não pode mudar um narcisista. Normalmente, ir para a alta administração ou recursos humanos seria a solução.

Só que, na maioria das vezes, esse caso não funcionará. Até porque o gerente não é racional ou razoável, então eles provavelmente mentiriam e culpariam você por tudo. 

Você também deve ignorar tentativas de provocação e definir limites sobre o que é inaceitável e inadmissível. Pensar até que ponto vale continuar insistindo neste cargo ou empresa.

Sua saúde mental é importante, lembre-se disso!

Portanto, para saber como lidar com um chefe narcisista é preciso de muita cautela e análise do ambiente onde ele está inserido. 

Agir por impulso ou com delação, é provável que quem sairá perdendo é você como funcionário, ainda mais se for alguém recente na empresa.

Existem muitos líderes com essas características por aí, mas que dá para tentar a convivência. Caso não consiga, é melhor pensar em mudar sua ocupação, pois é bem difícil mudar a personalidade de alguém neste estilo.

Gostou do conteúdo? Você pode encontrar outros e muito mais em nosso blog, além de saber como trabalhar em equipe e ser um gestor de sucesso em nossa plataforma. Saiba mais.

O que é CPA 10? Tudo sobre essa certificação

Você sabia que para atuar no mercado de investimento é preciso ter certificações específicas, como o CPA 10 e o CPA 20?

Muitas pessoas não sabem, nem nunca ouviram falar dessas certificações, e acreditam que apenas conhecimento é suficiente para trabalhar com investimentos. Entretanto, não é bem assim que funciona na prática. 

Por exemplo, se você deseja trabalhar como assessor de investimentos, você precisa ter a certificação CPA 10. 

Se esse é o seu caso, continue a leitura porque neste artigo vamos tirar todas as dúvidas sobre a CPA 10. O que é, para que serve, como tirar e como é a prova para conseguir a CPA 10, e muito mais. 

O que é o CPA 10?

A Certificação Profissional ANBIMA Série 10, conhecida apenas como CPA 10, é a certificação destinada aos profissionais que trabalham com distribuição de produtos de investimento em agências bancárias, corretoras e plataformas de atendimento.

O que é a Anbima? 

Criada em 2009, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) é a instituição que representa instituições financeiras como administradoras, bancos, corretoras, distribuidoras e gestoras. 

De acordo com o site da Anbima, a sua missão é “fortalecer a representação do setor e apoiar a evolução de um mercado de capitais capaz de financiar o desenvolvimento econômico e social local e influenciar o mercado global”.   

Para isso, a Anbima assume os compromissos de:

  • Autorregular;
  • Educar;
  • Informar;
  • Representar. 

Dessa forma, a Anbima consegue fortalecer as 297 instituições associadas e também fortalecer o mercado financeiro.  

Para que serve a certificação CPA 10?

A CPA 10 foi criada com o objetivo de elevar a capacidade técnica dos profissionais que atuam em bancos e outras instituições financeiras no processo de prospecção e venda de produtos de investimento

Quem pode solicitar a certificação CPA 10?

Assim como a Certificação de Especialistas em Investimentos (CEA), emitida pela Anbima para assessor de investimentos para pessoa física, a CPA 10 pode ser solicitada por qualquer pessoa.  

Entretanto, a certificação profissional Anbima 10 é recomendada para pessoas que já atuam ou desejam atuar no mercado de investimentos. Isso porque a CPA 10 é uma excelente oportunidade de crescimento para quem atua no mercado financeiro.

Por isso, o0s perfis mais indicados para tirar a CPA 10 são os seguintes:

  • Estudantes de cursos como Administração e Ciências Contábeis; 
  • Profissionais de autarquias ou órgãos públicos;
  • Profissionais que trabalham nas instituições que seguem o Código de Certificação da Anbima;
  • Profissionais que trabalham em instituições financeiras em geral.

Como tirar a certificação CPA 10?

Em primeiro lugar, você precisa realizar a sua inscrição diretamente no site da Anbima. Com a inscrição feita, você dá o primeiro passo para conseguir fazer a prova e tirar a certificação CEA .

Em seguida, para validar a inscrição, é preciso pagar uma taxa. Atualmente, o valor cobrado é de R$ 250,00 para profissionais de empresas associadas à Anbima e R$ 300,00 para as demais pessoas. Esse valor referente a taxa de inscrição pode ser pago no boleto, no cartão de crédito com opção de parcelamento ou via Pix. 

Com o pagamento feito, você tem até seis meses para agendar o seu exame. Assim, é possível você estudar e marcar a prova somente quando achar que está preparado, com chances reais de ser aprovado.   

Atualmente, a aplicação do exame é de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a prova é feita de forma presencial.

Quando se sentir pronto para agendar a data da prova, você também deverá escolher o local de realização da prova mais próximo, de acordo com os locais disponíveis para o seu município. 

Como é a prova da Anbima para o CPA 10?

A prova de certificação CPA 10 é uma prova online, mas que precisa ser realizada no local indicado pela Anbima com marcação prévia da data. 

A prova conta com 50 questões de múltipla escolha, cada questão com 4 alternativas de resposta e apenas 1 alternativa correta, e o tempo máximo para resolução das questões de 2h

Informações sobre a prova Certificação Profissional ANBIMA Série 10  | Fonte: Anbima

Para conseguir o CPA 10, o candidato precisa acertar, no mínimo, 70% das questões. Ou seja, 35 das 50 questões da prova.   

Quais os conteúdos da prova de certificação?

O objetivo do exame de certificação é fazer com que o candidato mostre o seu nível de conhecimento em relação aos produtos de investimento oferecidos nas agências bancárias.

Para isso, a prova conta com uma extensa lista de conteúdos composta por sete grandes temas. Confira abaixo os temas:

  • Sistema Financeiro Nacional (5% a 10%);
  • Ética, Regulamentação e Análise do perfil do investidor (10% a 15%);
  • Noções de Economia e Finanças (10% a 15%);
  • Princípios de Investimento (10% a 20%);
  • Fundos de Investimento (20% a 30%);
  • Instrumentos de Renda Variável e Renda Fixa (15% a 25%);
  • Previdência Complementar Aberta: PGBL e VGBL (5% a 10%).

Se você ficou interessado e quer conferir o programa detalhado da certificação, é só clicar aqui.  

A certificação CPA 10 tem validade?

A CPA 10, e todas as certificações emitidas pela Anbima, tem um prazo de validade que varia entre 3 e 5 anos e começa a ser contado a partir da data da prova. 

Para profissionais certificados, que são os profissionais aprovados e que trabalham em empresas associadas à Anbima, o prazo de validade é de 5 anos

Já para profissionais aprovados, que são os profissionais aprovados no teste que não trabalham para empresas associadas à Anbima, o prazo de validade é de 3 anos

Como atualizar a certificação?

Para atualizar o CPA 10, o profissional precisa realizar a sua inscrição no curso de atualização diretamente no site da Anbima em até 8 dias antes do vencimento da certificação. Caso perca esse prazo, é preciso fazer novamente o exame de certificação. 

Abaixo, pontuamos algumas informações importantes para quem deseja atualizar a sua certificação:

  • Atualmente, a taxa da atualização para profissionais de empresas associadas à Anbima está custando R$ 200 e para os demais públicos está custando R$ 240;
  • O curso de atualização é totalmente online;
  • O profissional tem 180 dias ou até a data de vencimento da sua certificação, o que ocorrer primeiro, para concluir o curso;
  • Para ter a atualização certificada, o profissional precisa acertar, no mínimo, 70% das questões da prova;
  • Com exceção de Noções de Economia e Finanças, que não é cobrado na prova de atualização, todos os temas são os mesmos da prova de certificação. 

Sendo aprovado, a atualização do vencimento do CPA é feita em até 15 dias corridos pela própria Anbima. 

Vale a pena tirar a certificação CPA 10?

Para quem deseja trabalhar com produtos de investimentos, a certificação CPA 10 vale muito a pena! Isso porque, além do conhecimento sobre os produtos, ela também qualifica você para identificar e solucionar as necessidades dos clientes. 

Juntamente com o CPA 10, o MBA em Assessoria de Investimentos da Faculdade XP é um curso para quem deseja atuar como assessor de investimentos. Nele, você aprende sobre a carreira de assessor, os tipos de investimentos, renda fixa, renda variável e muito mais. 

Com essas qualificações, você pode se considerar um profissional acima da média e extremamente qualificado. Assim, é provável que você tenha grandes chances de se destacar e conquistar reconhecimento e sucesso profissional no mercado financeiro. 

Investimento em segurança da informação: qual a importância + como fazer?

Orientar seus investimentos em segurança da informação é fundamental para manter a proteção de dados, evitar vazamentos e prevenir prejuízos para a receita e reputação da empresa.

Com a transformação digital que o setor empresarial passou nos últimos anos, especialmente devido à pandemia e à forte busca pela presença online, realizar investimentos em segurança da informação se tornou uma medida essencial para evitar riscos ao negócio e também para os clientes.

O desafio é garantir a criação de uma política de segurança da informação com diretrizes robustas, tecnologias eficientes e uma cultura organizacional totalmente dedicada a esse propósito. E isso não é opcional, principalmente com a consolidação da Lei Geral de Proteção de Dados Individuais (LGPD)

Ou seja, não há como abrir mão desse tipo de investimento e a demanda por profissionais capacitados pode gerar diversas oportunidades de carreira. 

Continue lendo e saiba mais sobre o assunto!

O que é a segurança da informação?

Segurança da informação é o conceito de desenvolver e aplicar tecnologias dedicadas à proteção de dados. Essa prática garante que as informações sejam acessadas apenas por quem é autorizado e para o propósito acordado com a pessoa que as compartilhou.

Os pilares fundamentais da segurança da informação são: confidencialidade, integridade e disponibilidade (C.I.D.).

O conceito de confidencialidade visa proteger os dados sensíveis e garantir que eles permaneçam sob sigilo, com acesso restrito às operações aceitas pelo proprietário e às pessoas autorizadas. A integridade objetiva assegurar que as informações se mantenham verídicas, sem sofrer qualquer tipo de manipulação.

Por fim, a disponibilidade garante que o usuário que detém esses dados possa acessar o sistema que coleta suas informações sempre que necessário.

Qual a importância da segurança da informação?

A segurança da informação é importante porque ela preserva as informações confidenciais de uma empresa contra roubos e crimes cibernéticos. Ela não só evita o vazamento de dados de clientes, como também protege o conteúdo relacionado a transações de compra e venda, de propriedade intelectual e também de registros de atividades de colaboradores. 

Por que investir em segurança da informação?

Para que fique claro, investir em segurança da informação é uma necessidade de empresas que lidam diariamente com um grande volume de dados. Listamos os principais motivos para adotar uma estratégia de prevenção e proteção:

  1. Mitigação de riscos: evita vulnerabilidades e ameaças à sua empresa;
  2. Evita impactos financeiros: o custo gerado por vazamento de dados é consideravelmente maior do que o próprio investimento em segurança da informação;
  3. Atuação em compliance: garante a conformidade com a legislação de proteção de dados;
  4. Previne incidentes e paralisações: ajuda a manter o fluxo de informações em constante movimentação, sem incidentes que interrompem os processos.

Quais as consequências de não investir em segurança da informação?

Como citado, as consequências de não investir em segurança da informação podem ocorrer com o aumento da vulnerabilidade do seu negócio para ameaças externas e a ação de cibercriminosos. Além de causar prejuízo financeiro e reputacional, esses incidentes também podem gerar complicações legais para uma empresa.

< Leia também: Qual a diferença entre TI e SI? Conheça as áreas />

Como gerenciar os investimentos em segurança da informação?

O investimento em segurança da informação não é feito em apenas um tipo de tecnologia ou documento isolado. Para garantir bons resultados, ele precisa somar forças em diferentes áreas. 

Desse modo, uma empresa pode gerenciar suas ações para proteção de dados com as seguintes medidas:

1. Criação da Política de Segurança da Informação

A Política de Segurança da Informação (PSI) é um documento que busca garantir o respeito aos pilares de confidencialidade, integridade e disponibilidade que sustentam essa área. Quando em um trecho da PSI lê-se: “não compartilhe seu usuário e senha”, o que estamos buscando é evitar que uma informação confidencial seja acessada por pessoas não autorizadas.

Essa documentação deve apresentar ainda as diretrizes para uso seguro de dados e medidas para proteção das informações, indicando responsáveis pela gestão da área, normalmente com pessoas ligadas à análise de risco em TI.

2. Investimento em proteção de dados

O essencial é aceitar que as prioridades mudam ano após ano, portanto casar a análise de riscos com o plano orçamentário da empresa é fator crítico de sucesso, para que você tenha cada vez mais assertividade em investir seus recursos no lugar certo.

3. Atualização de sistemas

A tecnologia, obviamente, muda com uma velocidade incrível e algoritmos de criptografia são quebrados e precisam de evolução constante.

Novas ameaças surgem o tempo todo e a variedade de dispositivos utilizados no ambiente de trabalho também aumentou. 

Dessa forma, os sistemas de proteção de dados precisam evoluir o tempo todo para combater novos programas utilizados para roubar informações dos databases. 

Vale mencionar ainda que o uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, faz com que seja necessário adaptar esses sistemas para o mobile, mantendo a acessibilidade sem deixar de lado a segurança da informação.

4. Diretrizes internas focadas em segurança de dados

Os investimentos em segurança da informação não ficam limitados a tecnologias e processos virtuais, ela também envolve a criação de diretrizes para a conduta dos colaboradores de uma empresa, que precisam ser orientados sobre a maneira adequada de coletar, analisar e utilizar os dados obtidos.

5. Utilização de tecnologias de criptografia e firewall

A criptografia é um exemplo de tecnologia que busca manter a integridade e a confidencialidade das informações. Da mesma forma, outras tecnologias como firewall e IPS estão o tempo todo trabalhando para manter sua rede disponível contra ataques.

6. Desenvolvimento e conscientização da cultura de segurança

Assim como em estratégias de compliance e governança corporativa, a segurança da informação fica mais assertiva quando a cultura de uma organização a coloca em foco. 

Os colaboradores, parceiros comerciais, investidores e demais stakeholders precisam se conscientizar, respeitar e promover esses valores em todas as operações.

7. Classificação da informação e LGPD

A Classificação da Informação é composta por uma série de processos estruturados para mapear, classificar e definir o dono e os controles aplicáveis a informações públicas, restritas e confidenciais.

Ela tem forte conexão com o fundamento da confidencialidade, sendo seu principal objetivo manter dados restritos e confidenciais protegidos de acesso não autorizado. 

Para dar um exemplo disso, certamente as informações relativas a salários de funcionários são confidenciais, enquanto a lista de produtos e preços negociadas no site de uma empresa pode ser considerada como informação pública. 

Desta forma, ao priorizarmos os recursos disponíveis, é possível focar na proteção das informações sob sigilo, relativas à folha de pagamento, implementando o uso de ferramentas de criptografia, controle de acesso ao banco de dados, ferramentas de duplo fator de autenticação, dentre outras.

8. Plano de Continuidade de Negócios

O Plano de Continuidade do Negócio tem forte conexão com o fundamento da disponibilidade, sendo que seu principal objetivo é entender os processos de negócio, destacando aqueles que podem ser afetados ou interrompidos pela falta dessas informações.

Imagine uma empresa de comércio eletrônico, é fácil chegar à conclusão que o site de vendas desta organização é crítico do ponto de vista de disponibilidade. Portanto, todos os processos, tecnologias e pessoas envolvidas diretamente com este precisam ser mapeados e priorizados para evitar paralisações.

Desse modo, o Plano de Continuidade de Negócios estabelece os parâmetros aceitáveis para o nível de funcionamento operacional, definindo um limite de tolerância para interrupções e conjunto de medidas que devem ser implementadas para recuperar o fluxo diante de qualquer incidente.

Cabe ressaltar que tanto o plano de continuidade como a classificação da informação tem conexão com todos os fundamentos da segurança da informação, afinal, ao classificarmos os dados, também precisamos nos preocupar com sua integridade e assegurar sua disponibilidade sempre que for preciso.

Da mesma forma, essas estratégias também são aplicadas a cópias de segurança e backup de dados, que precisam ser mantidos em proteção constante e exigem uma série de medidas preventivas para continuarem funcionais.

Principais carreiras na área de segurança da informação

A realização de investimentos em segurança da informação é um desafio complexo e multifacetado, que demanda conhecimentos específicos para empresas e gera bastante demanda por profissionais capacitados em cibersegurança, análise de dados e gestão de riscos de TI.

Você que deseja investir em uma carreira como profissional de segurança da informação, as especializações preferidas dos recrutadores são:

  • Engenharia de Software;
  • Gestão de Banco de Dados;
  • Sistemas de Informação;
  • Ciência da Computação;
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

< Saiba mais: O que é defesa cibernética e como iniciar uma carreira na área? />

Se você já possui graduação nessas áreas e está em busca de uma especialização que abra portas para o seu futuro profissional, a Faculdade XP tem uma ótima oportunidade para você, com o MBA em Segurança Cibernética.

Essa especialização em cibersegurança é essencial para o aprendizado de metodologias e ferramentas de proteção de dados, utilizando as práticas e diretrizes definidas pelas padronizações ABNT ISO/IEC 27000.

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Comandos BAT: conheça os 12 principais

Quem tem boa memória ou é aficionado pelo universo da tecnologia talvez se lembre da época em que as atividades no computador precisavam de muitos comandos para serem executadas. Com a chegada do Windows e suas interfaces gráficas, porém, isso foi deixado para trás. Ainda assim, pode-se dizer que os comandos BAT são uma espécie de patrimônio desse período.

Enquanto você trabalha, joga, lê notícias ou faz qualquer outra atividade em seu computador, os comandos BAT são processados em lotes. Se você não sabe o que isso significa ou como acontece, leia o artigo abaixo.

O que são comandos BAT?

Para que uma máquina Windows exerça suas funções, ou seja, carregue programas e cumpra tarefas, é preciso que uma série de comandos sejam executados paralelamente. Basicamente, esses comandos, chamados de comandos BAT, são instruções que o sistema operacional recebe para executar em lotes pelo prompt de comandos.

Os comandos que devem ser executados são inseridos em um arquivo com extensão de mesmo nome (.bat). É ela quem indica ao sistema que há orientações a serem processadas.

Para que servem os comandos BAT?

Basicamente, a função dos comandos BAT é garantir o bom funcionamento e alta performance de um sistema operacional. Entende-se por bom funcionamento a capacidade da máquina em responder às exigências do usuário, como a abertura de programas, a inicialização de sistemas e a execução de variadas atividades.

Como criar comandos BAT?

Criar comandos BAT não é nenhum bicho de sete cabeças. É claro que é preciso uma certa dose de conhecimento no assunto. Porém, falando especificamente sobre a complexidade dessa atividade, o processo pode ser feito a partir de editores de texto simples, como o próprio Bloco de Notas.

Lembrando que:

  • A extensão salva deve obrigatoriamente ser .bat (caso contrário, ele não será executado de modo a processar instruções em lote);
  • Não há restrições de nome do arquivo, mas é indicado que não haja espaço entre as palavras ou caracteres especiais.

Após criar o script com os comandos desejados, você deve salvar o arquivo nas condições já informadas e, antes de finalizar, alterar o campo “codificação” para “ANSI”.

Mas e quais comandos usar para criar um arquivo BAT?

Principais comandos BAT

Já derrubamos a ideia de que para criar comandos é preciso de um programa complexo. E se você pensa que a construção desses comandos exige conhecimento em robustas linguagens de programação, também se enganou.

O Windows possui diversos comandos já definidos para a execução de determinadas atividades. Eles são bastante simples e, muitas vezes, até mesmo intuitivos. Neste caso, a tarefa é entender como eles funcionam.

Abaixo, reunimos 12 comandos que você pode aderir caso queira construir um arquivo para execução. Confira!

Echo

Esse primeiro comando é extremamente simples. Ao usar o Echo, uma informação é exibida na tela para o usuário.

@Echo off

Já o comando echo, quando combinado com @ e off (@echo off), desabilita a exibição dos comandos no prompt do Windows relacionados às instruções contidas no arquivo.

Traduzindo: ele oculta informações e o código que é executado pelo sistema.

Quando esse comando é usado, as instruções são desabilitadas e apenas os retornos sobre elas são exibidos na tela.

Start

Qualquer aplicativo ou programa que permite inicialização é executado quando o comando START é usado.

REM

A função do comando REM é inserir comentários no script. Esses comentários não são interpretados pelo prompt.

DEL

Del é a abreviação de delete. Seu comando exclui os arquivos selecionados de uma determinada pasta. Lembrando que quando isso acontece, o item excluído não passa pela lixeira do Windows.

Copiar

Assim como o nome sugere, a função desse comando é copiar um ou mais arquivos selecionados para um lugar específico no sistema.

Title

Usando o comando title, é possível definir o título da janela do Prompt de Comando.

For

O comando For está relacionado a uma estrutura de repetição. Ao utilizá-lo, o trecho do código do programa é repetido em looping.

Pause

Caso deseje interromper a execução de um arquivo, você deve usar o comando Pause.  Neste caso, a suspensão ocorre até que uma tecla seja pressionada.

mkdIr/ rmdir

Aqui estamos falando de dois comandos diferentes (e mais avançados), cujas funcionalidades giram em torno do mesmo tema, mas têm propósitos opostos diferentes.

A função do mkdir é criar um diretório ou subdiretório, que nada mais são que estruturas de organização de arquivos.

Já o comando rmdir exclui um diretório ou subdiretório. Com esse comando, você especifica qual é o local e a pasta a ser eliminada (incluindo seus arquivos).

Goto

O roteiro natural de um script é que ele siga os comandos definidos, linha a linha, até o fim. Com o goto, porém, é possível avançar até uma determinada linha rotulada, sem que ele precise percorrer esse caminho.

If e Else

If e else se tratam de comandos condicionais que, em português, são traduzidos como “se” e “senão”. Quando usados na construção de um arquivo BAT, avaliam condições e executam instruções para as alternativas oferecidas.

Qual a importância dos comandos BAT para os desenvolvedores?

Para que as máquinas garantam o bom funcionamento do sistema e de seus programas durante o uso, evitamento situações como falhas ou travamentos, é preciso que elas trabalhem ininterruptamente verificando todas as esferas. São os desenvolvedores os responsáveis por criar regras que façam essas análises.

Essas análises, entretanto, muitas vezes consomem tempo e energia. É por isso que os comandos BAT são tão importantes para esses profissionais. Com eles, as tarefas rotineiras podem ser executadas sem esforço pelo próprio sistema.

Ao agrupar comandos e executá-los em sequência, as atividades ocorrem de maneira repetitiva e ininterrupta, como devem ser, sem que exijam a atenção constante do profissional.

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Mindset de Crescimento: o que é e como ter essa mentalidade

Você já ouviu falar em mindset? De maneira resumida, mindset significa “mentalidade” e diz respeito à forma como o ser humano pensa e encara os desafios da vida. O mindset é dividido em dois tipos: mindset fixo e mindset de crescimento.  

Atualmente, o mercado de trabalho vem se mostrando cada vez mais dinâmico e os profissionais de RH passaram a priorizar os profissionais que vão além dos conhecimentos técnicos. Por exemplo, profissionais que são criativos, com grande capacidade de adaptação às situações do dia a dia e que estão sempre dispostos a aprender algo novo.

Ou seja,  profissionais que têm o mindset de crescimento como uma de suas habilidades são mais valorizados e têm mais chances de sucesso no mercado de trabalho.  

Se você quer saber como ter um mindset de crescimento, ou já tem e quer se aprofundar no assunto, este artigo é para você! Nele, falaremos sobre o que é mindset de crescimento, a diferença entre ele e o mindset fixo, e como desenvolver o seu mindset de crescimento. 

Boa leitura!      

O que é mindset de crescimento?

“Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Provavelmente, você já ouviu a música Metamorfose ambulante de Raul Seixas várias vezes. Essa é uma música que define bem a pessoa que tem o mindset de crescimento. 

O mindset de crescimento se refere a mentalidade de quem está sempre em busca de desenvolvimento pessoal ou profissional, que enxerga os desafios como uma oportunidade de aprender e crescer. 

Quem tem o mindset de crescimento vê a inteligência e outras habilidades como questões passíveis de desenvolvimento, desde que haja esforço por parte da pessoa. Por exemplo, nem todas as pessoas nascem com uma boa oratória, mas com cursos e treinamento elas podem desenvolver essa habilidade.    

Ou seja, o mindset de crescimento é dedicado e empenhado na sua evolução. Para ele, errar ou fracassar faz parte do processo de crescimento. 

Quem criou o conceito de mindset de crescimento?

O conceito foi publicado pela primeira vez por Carol Dweck, professora de psicologia da Universidade Stanford e especialista internacional em sucesso e motivação, no livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso”. Nele, Dweck fala sobre como a mentalidade com que encaramos a vida e os desafios é fundamental para conquistar os nossos objetivos e ter sucesso. 

Diferença entre mindset fixo e de crescimento? 

Quem tem o mindset fixo acredita que se você não nascer com tal habilidade você não será capaz de desenvolvê-la ao longo do tempo. Normalmente, pessoas com o mindset fixo são aquelas que gostam de viver na zona de conforto, que não se desafiam porque têm medo de fracassar. 

Por exemplo, você não sabe desenhar bem, mas tem interesse em aprender. Para uma pessoa com o mindset fixo, se você não nasceu com essa capacidade, você nunca vai ser capaz de desenhar bem.

Já uma pessoa com mindset de crescimento acredita que se houver estudo e dedicação, ela é capaz de desenhar bem.   

Abaixo, uma tabela comparativa com as principais diferenças entre mindset fixo e mindset de crescimento:

Mindset fixoMindset de crescimento
Habilidades são traços fixos que não podem ser desenvolvidosHabilidades são traços adaptáveis e que podem ser desenvolvidos
Acredita que o esforço é inútil, que a inteligência é algo que já nasce com a pessoaAcredita que o esforço vale a pena, que qualquer pessoa pode se desenvolver desde que estude e se dedique para isso
Deseja apenas provar a sua capacidade para executar determinada tarefa Deseja aprender e desenvolver suas habilidades
Desiste no primeiro sinal de fracasso ou de que algo não vai dar certoPersiste mesmo quando as coisas não estão dando certo e tenta novamente até solucionar o problema
Comparativo mindset fixo e de crescimento

Além da tabela comparativa, trouxemos um infográfico que ilustra bem a diferença de comportamento entre uma pessoa que tem o mindset fixo e uma pessoa que tem o mindset de crescimento:

Diferença de pensamentos do mindset fixo X mindset de crescimento com base no livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso”

Importância de desenvolver um mindset de crescimento

Ter uma mindset ágil, estar em constante processo de aprendizagem e busca por novos desafios traz uma série de vantagens, tanto para a sua vida pessoal quanto para a sua vida profissional.  

Abaixo, falamos um pouco sobre as vantagens de ter um mindset de crescimento com relação ao mercado de trabalho.   

Importância para profissionais

Para um profissional, ter o mindset de crescimento é sinônimo de sucesso profissional. Isso porque significa que aquele profissional é uma pessoa comprometida com o seu crescimento, que está sempre em busca de aprender algo novo para agregar na sua profissão.

Ser um profissional com mindset de crescimento tem diversos benefícios, tais como:

  • Adaptabilidade;
  • Aprendizado contínuo;
  • Inteligência emocional.

Além disso, ter um mindset de crescimento também significa que aquele profissional é capaz de avaliar seus pontos fracos, aprender com os próprios erros e se reinventar em meio às adversidades do trabalho. Todas as características citadas são importantes para um profissional que deseja ser bem sucedido.      

Importância para as empresas

Para as empresas, o mindset de crescimento é importante porque eles podem contar com profissionais dinâmicos, que lidam bem com as adversidades do dia a dia de trabalho.

Além disso, o profissional com mindset de crescimento colabora para a construção de um ambiente inovador, de aprendizado contínuo e maior motivação para os outros colaboradores.     

Um profissional com mindset de crescimento é um profissional que pode colaborar muito para a boa gestão empresarial do negócio. Afinal, a tendência é que ele esteja sempre se especializando, aperfeiçoando as suas habilidades e conheça cada vez mais o modelo de negócio em que trabalha. 

Como os recrutadores observam o mindset de crescimento?

Nos últimos anos, o mercado de trabalho mudou e o olhar da equipe de Recursos Humanos para os funcionários também vem se modificando. Atualmente, muitas empresas optam pelo modelo de gestão por competências.

Basicamente, a gestão por competências é um modelo de gestão de pessoas onde os profissionais são valorizados pelas suas habilidades e estimulados a desenvolver aquelas habilidades que eles ainda não têm tanto domínio.

Por isso, ter um mindset de crescimento é visto como algo muito positivo pelas equipes de RH. Isso porque a empresa sabe que pode contar com seus colaboradores para evoluir como profissional, trazer inovações e melhores resultados da empresa, transformando-a em uma organização exponencial.    

Como ter um mindset de crescimento?

É fato que nem todos têm o mindset de crescimento como um traço predominante de personalidade. Mas, é importante saber que, naturalmente, transitamos entre as duas mentalidades, apesar de ter um mindset mais desenvolvido do que o outro. 

Se você acredita que é uma pessoa com o mindset fixo, mas deseja desenvolver o seu mindset de crescimento, aqui estão cinco dicas úteis para você:    

Mude a sua mentalidade

Mudar de mindset requer uma virada de chave na sua forma de agir e pensar. Comece parando de se limitar e de colocar obstáculos naquilo que você deseja fazer. Acredite que você é capaz de tudo!  

Reflita e reconheça as falhas

Apesar de ser um grande desafio para o mindset fixo, a primeira coisa que você precisa fazer é uma auto reflexão. Por meio de uma análise SWOT pessoal, busque identificar quais são seus pontos fracos, em que aspectos você pode melhorar e como colocar essas melhorias em práticas no seu dia a dia.  

Inspire-se

Outro ponto importante é procurar pessoas que têm o mindset de crescimento mais aflorado e são referências no mercado de trabalho para se inspirar nelas. Lembre-se: não é copiar a pessoa, é inspirar no que ela faz e adaptar à sua realidade.

Por exemplo, assistir palestras, ted talks ou ler biografias dessas fontes de inspiração podem trazer novos insights para você.  

Busque desafios

Pessoas com o mindset de crescimento estão sempre buscando coisas que as tirem da zona de conforto. Portanto, se você deseja trabalhar o seu mindset, procure se desafiar, escolha uma atividade que você achava impossível e tente executá-la.

Mesmo que o resultado não seja o esperado, pense no desafio como algo positivo que de alguma forma trouxe experiência e vai contribuir para o seu crescimento.     

Invista em metodologias ágeis

Procure testar novas maneiras de desenvolver o seu trabalho. Por exemplo, as metodologias ágeis podem ser uma excelente alternativa para você.

De maneira resumida, as metodologias ágeis são ferramentas utilizadas na gestão de projetos que têm como objetivo descomplicar o processo de produção. 

Aposte em treinamento e desenvolvimento

Por último, mas não menos importante, invista em treinamento! Desenvolver uma mentalidade de crescimento não é algo que acontece da noite para o dia.

Por isso, uma boa dica para quem deseja alcançar o mindset de crescimento é se dedicar aos estudos. Investir em eventos, participação em palestras e cursos de qualificação. 

Aqui na Faculdade XP o MBA em Gestão de Processos de Negócios é excelente para você que quer, além de desenvolver a mentalidade de crescimento, aprender sobre metodologias ágeis e estratégias organizacionais.   

O processo de aprendizagem pode ser um processo longo, que requer muito empenho da sua própria parte. Afinal, você está trabalhando para mudar uma linha de raciocínio que lhe acompanhou por toda vida.   

O importante é você continuar dia após dia colocando em prática as dicas desse artigo e buscar sempre o seu crescimento, tanto pessoal quanto profissional. 

Entenda o que é ITIL, como aplicar e as certificações disponíveis

Se você é da área de Tecnologia da Informação, você precisa saber o que é ITIL.

O ITIL é um conjunto de boas práticas para a gestão de TI que visa aumentar a eficiência e a eficácia das empresas. A metodologia desenvolvida na década de 80 tornou-se um padrão mundialmente adotado.

Então, qual é o objetivo de uso? É fornecer aos gestores da área um conjunto de ferramentas e técnicas para ajudar a melhorar a forma que a Tecnologia da Informação é entregue, gerenciada e operada. Ele também visa aumentar a satisfação dos clientes com os serviços de TI e reduzir os custos operacionais.

Para se profissionalizar, você deve aprender mais sobre e ainda tirar documentos de qualificação para se tornar apto às vagas do mercado de trabalho.

Confira ao longo do conteúdo o que é ITIL, principais certificações ITIL e as diferenças das versões para o ITIL v4. Boa leitura!

O que é ITIL?

ITIL é a sigla de Information Technology Infrastructure Library, em português Biblioteca de Infraestrutura de Tecnologia da Informação. Trata-se de um conjunto de diretrizes para a gestão de serviços de TI.

Desenvolvido pelo governo britânico nos anos 1980, ele foi adotado por organizações de todo o mundo como um guia para a prestação de serviços de Tecnologia da Informação de qualidade.

<Leia depois: tudo sobre a área de Sistema de Informação />

Para que serve o ITIL?

Em síntese, o ITIL fornece um conjunto de melhores práticas para a gestão de serviços de TI. Ele ajuda as organizações a melhorar a eficiência e a eficácia dos serviços de Tecnologia da Informação, reduzindo custos e melhorando a satisfação dos clientes.

A ferramenta fornece ainda uma abordagem estruturada permitindo que as empresas criem uma visão estratégica de TI.

Quais os principais componentes do ITIL?

Os quatro componentes principais desses serviços são:

  • Cadeia de valor de serviço;
  • Práticas ITIL;
  • Princípios orientadores;
  • Melhoria contínua.

Cadeia de valor de serviço

A cadeia de valor de serviço é um modelo operacional que é flexível, utilizado para a criação, entrega e melhoria contínua dos serviços.

Ela indica ainda um padrão de operação com seis atividades que obrigatoriamente devem ser o foco da gestão de TI: planejar, melhorar, engajar, desenho e transição, obter/construir, entregar e suportar. Válido lembrar que pode ser combinado entre si.

Práticas ITIL

O Sistema de Valor de Serviço (SVS) contempla 34 práticas de gerenciamento sendo conjuntos de recursos organizacionais para executar o trabalho ou realizar algum objetivo.

Válido pontuar que as práticas compartilham do mesmo valor e importância em relação aos processos. Contudo, seguem uma abordagem mais abrangente.

Anteriormente era designado de “processos ITIL” e é atualmente conhecido como “práticas”.

O aglomerado é composto de:

  • 14 práticas de gerenciamento geral;
  • 17 práticas de gerenciamento de serviços;
  • 3 práticas de gerenciamento técnico.

Princípios orientadores do ITIL

Os princípios orientadores funcionam como uma recomendação que contempla orientação para uma empresa, independentemente da estrutura organizacional, objetivos, estratégias e mais.

O ITIL é baseado em sete princípios orientadores. Conheça-os abaixo:

  • Foco no valor;
  • Comece onde você está;
  • Progrida iterativamente com feedback;
  • Colabore e promova visibilidade;
  • Pense e trabalhe holisticamente;
  • Simplicidade e praticidade;
  • Otimize e automatize.

Melhoria contínua

A melhoria contínua é um dos componentes mais importantes no gerenciamento de serviços de TI. A ideia é simples: melhorar continuamente os processos para atender às necessidades do negócio e aumentar a eficiência.

O conceito de melhoria contínua está no coração da filosofia ITIL e é uma das maiores diferenças entre outros frameworks de gerenciamento de serviços.

O elemento é fundamental para a manutenção de um nível elevado de serviço, bem como para o aumento da eficiência operacional. Envolve ainda o uso de métricas para monitorar o desempenho dos processos e identificar áreas de melhoria.

Entenda sobre a metodologia. (Fonte: Blog Holmes Doc)

Qual a importância do ITIL?

Em suma, a metodologia pode ajudar as empresas a maximizarem o valor dos seus serviços de TI, melhorarem a qualidade dos serviços e reduzirem os custos. O conjunto de diretrizes também pode ajudar as empresas a se adaptarem rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes. Logo, muitas vantagens, viu?

Principais certificações ITIL

Se tiver interesse, você pode tirar certificações pelo programa ITIL apoiado pelo ITIL Certification Management Board (ICMB). A plataforma é composta por preparatórios completos sobre o assunto que irão garantir que se obtenha a qualificação desejada.

As certificações são:

  • Certificação ITIL Foundation;
  • Certificação ITIL Intermediária;
  • Certificação de Especialista ITIL;
  • Certificação Mestre ITIL.

Ao obter a certificação, você como profissional de Tecnologia da Informação pode se destacar no mercado de trabalho e ter uma vantagem competitiva em relação aos demais concorrentes.

Saiba o que é ITIL e as principais certificações.
Certificação ITIL torna o profissional apto ao mercado de trabalho. (Fonte: Pexels)

ITIL v4: entenda a atual versão

O ITIL v4 é a atualização mais recente do guia de melhores práticas de gerenciamento de serviços ITIL sendo lançado em 2019. O foco dela é a transformação digital e a relação da agilidade das empresas em cenários disruptivos.

Não confunda, a ITIL v4 não veio para substituir o ITIL v3, mas sim para mostrar a evolução nos conceitos aplicados. As publicações da nova versão trazem práticas e abordagens modernas adicionais para a entrega de produtos e serviços aos clientes. Ele também reconhece que as organizações estão cada vez mais dependentes de serviços de TI para sua sobrevivência e sucesso.

<Veja também: diferenças entre Tecnologia da Informação e Sistema de Informação />

O ITIL pode ser aplicado em qualquer empresa?

Sim, pode e traz diversos benefícios. Os negócios terão uma melhora no desempenho dos funcionários por conta da melhoria dos processos e das atividades, redução de gastos após detectar falhas e erros previamente, mais satisfação para o cliente ao gerar menos incidentes, como, por exemplo, a paralisação de demandas, expediente e enfim.

Com isso, as empresas alcançarão um alto nível de qualidade na prestação dos serviços ao obter uma gestão de serviços de TI.

Proteção de dados

A proteção de dados é importante para uma empresa por diversos motivos. Em primeiro lugar, os dados são um bem valioso, portanto, devem ser protegidos contra acessos não autorizados. Além disso, a prática garante a confidencialidade das informações, evitando o vazamento de dados sensíveis ou confidenciais. Clique aqui e saiba mais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Gosta do assunto? Garanta sua vaga e participe do bootcamp online sobre Gestão de TI. Um conteúdo completo para te ensinar termos, aplicações, gerenciamento de projetos e do setor.

São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver! Você poderá estudar onde e quando quiser!

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Conheça os 6 tipos de topologia de rede

Falar sobre rede de computadores quase sempre leva a questões como segurança e velocidade. Afinal, esses são os pontos de maior interesse dos usuários. Por outro lado, o que muitos esquecem é que sem a topologia de rede esses pontos podem ficar comprometidos.

Quando a estrutura de uma rede é bem planejada, o resultado é a estabilidade. Isso sem falar que se torna mais fácil identificar problemas ou fazer melhorias. É por isso que neste artigo, vamos falar mais sobre esse assunto e quais os tipos de topologias de rede existentes.

O que é topologia de rede?

Uma rede de computadores é composta por uma série de máquinas interligadas. Quando essas máquinas se comunicam, elas compartilham dados, arquivos e informações no geral. Para que essas comunicações ocorram de maneira saudável, segura e funcional, é preciso haver uma estrutura.

A topologia de rede basicamente indica o layout de uma rede de computadores, ou seja, como ela está estruturada. A partir dessa topologia, é possível identificar como as máquinas se conectam e como se comunicam entre si.

Entenda os dois conceitos de topologia

Existem duas maneiras de representar a estrutura topológica: fisicamente ou logicamente. Em ambas, o objetivo é facilitar o entendimento sobre a disposição de uma rede e seu funcionamento.

Topologia de rede física

A topologia de rede física está relacionada, literalmente, aos elementos físicos que compõem uma rede. Ou seja, ao layout dessa rede. É ela que indica a posição e como estão conectados todos os cabos e dispositivos (máquinas, roteadores e gateways) em um determinado espaço.

Considerando essa definição, é a topologia de rede física que influencia em pontos importantes de uso, como a velocidade e a segurança. Afinal, é a maneira como ela foi estruturada em um ambiente físico que determina o desempenho dessas questões.

Topologia de rede lógica

Já a topologia de rede lógica está relacionada a como uma rede trabalha, ou seja, como as máquinas interagem entre si e como ocorrem os fluxos de dados através dessa rede.

Diante dessa função, a topologia lógica examina e organiza a rede a fim de encontrar a melhor maneira de conectar seus pontos e garantir um tráfego eficiente.

< Sugestão de leitura: Gestão de riscos de TI: como identificar e mitigar ameaças? />

Tipos de topologia de rede

Existem 6 tipos de topologia de rede: anel, árvore, barramento, estrela, híbrida, malha e ponto a ponto. Pelos nomes, é possível fazer uma associação visual a como é a organização de cada uma delas.

Vendo tantas possibilidades, talvez você se pergunte se há alguma com melhor estratégia. A resposta é não. Na verdade, o que existe são redes mais estáveis. E essa característica está diretamente associada a investimentos mais altos.

Anel

Topologia de rede anel

Na topologia de anel, a organização é feita em formato circular. Assim, cada máquina possui outras duas máquinas vizinhas conectadas e pelas quais os dados são transmitidos.

Outra característica desse tipo de topologia é que o fluxo de transmissão dos dados é unidirecional. Ou seja, ele é retransmitido de estação em estação, em uma direção única, até que chegue ao seu destino.

Entre as vantagens desse tipo de rede estão:

  • Baixo custo de implementação;
  • Eficiência na transmissão de dados;
  • Alta confiabilidade;
  • Possibilidade de implementação em grandes redes.

Por outro lado, uma desvantagem é que, considerando a forma como os dados são transmitidos, a falha de uma das máquinas pode afetar a estabilidade da rede por inteiro.

Árvore

Topologia de rede árvore

A disposição das máquinas nessa topologia lembra a dos galhos de uma árvore. Assim, ela tem um node central (como um tronco), que é responsável pela distribuição dos dados.

A vantagem da topologia de árvore sobre a de anel é que no caso de falha de um dos dispositivos da ramificação, a rede não fica comprometida. Além disso, essa organização também facilita a identificação de erros.

Ainda assim, embora a vulnerabilidade não seja tão alta, caso o dispositivo central seja afetado, os demais também sofrem o impacto. Outra desvantagem é a do cabeamento, já que essa estrutura demanda uma grande quantidade do material.

Barramento

Topologia de rede barramento

Mesmo o nome não dê indícios de como sua estrutura é visualmente, a topologia de barramento é uma das mais simples de ser implementada. Neste formato, os dados circulam unilateralmente por meio de um único cabo.

Embora tenha um layout simples e econômico, de fácil manutenção, o que é uma grande vantagem, essa estrutura é vulnerável a falhas. Afinal, assim como no caso da topologia de anel, as máquinas estão conectadas em um único fluxo.

Estrela

Topologia de rede estrela

Na topologia de formato estrela, um único dispositivo — que é organizado centralmente —, concentra os dados e os distribui para os demais dispositivos nas estações.

Essa é uma das topologias mais usadas e sua vantagem é a facilidade de gerenciamento. Isso porque, caso um dos dispositivos apresente problemas, ele fica fora da rede sem comprometer os demais.

Ainda assim, assim como na topologia de árvore, o comprometimento do dispositivo central faz com que a rede seja impactada por completo.

Híbrida

Topologia de rede híbrida

O nome já indica: a topologia de rede híbrida combina mais de um tipo de topologia em sua organização. É por conta dessa versatilidade que hoje é o formato mais utilizado pelo mercado, conseguindo suportar o crescimento das operações.

É essa facilidade de adaptação e consequente redução de custos que gera vantagens à topologia híbrida. Por outro lado, é importante lembrar que a mescla de mais de um tipo de rede gera complexidades na estruturação.

Malha

Topologia de rede malha

Na topologia de malha, todos os dispositivos se conectam entre si. Essa rede é composta por vários nós, que funcionam como uma grande rede e que aceitam a conexão dos usuários. Esses nós se comportam como repetidores e transmitem os dados um a um por todos os caminhos disponíveis.

Esse padrão de organização é vantajoso por sua confiabilidade e, por isso, muitas vezes é usado em grandes operações.

Já quando o assunto são as desvantagens, há um grande planejamento por trás da estruturação desse tipo de rede, o que faz com que ela seja cara e complexa.

Ponto a ponto

Topologia de rede ponto a ponto

O formato de rede mais simples é o ponto a ponto. Nele, os nós se conectam entre si, o que faz com que a comunicação entre os dispositivos ocorra rapidamente.

É por conta dessa simplicidade que essa topologia é amplamente aderida nas instalações residenciais. Já em operações mais robustas, que exigem maiores transmissões de dados e infraestrutura, ela não é sustentável.

Como definir a melhor topologia de rede para uma rede?

Como você pôde ver, todas as topologias de rede possuem vantagens e desvantagens. Isso significa que não existe o padrão de organização perfeito.

O primeiro passo para obter a resposta sobre o melhor tipo para você, é entendendo qual é a sua necessidade. No caso de uma rede para a sua casa, por exemplo, o formato ponto a ponto é mais que recomendado.

Por outro lado, estruturas maiores, como a de empresas, exigem mais complexidade e, claro, investimento. Neste caso, a estrutura a ser escolhida varia conforme o investimento que você tem disponível, a estrutura e a quantidade de dispositivos a serem conectados. Não se esqueça de considerar também os custos de reparos e crescimento, eles são muito importantes.

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Business Plan: o que é, por que fazer e como fazer

Você já tem ou pretende abrir o próprio negócio? Atualmente, no Brasil, todos os dias milhares de empreendimentos abrem e fecham suas portas por diversos motivos que poderiam ser evitados se logo no início o empreendedor tivesse construído o business plan da sua empresa. 

De acordo com os dados apresentados pelo Sebrae, aproximadamente 30% dos microempreendedores individuais (MEI) encerram as atividades antes dos 5 anos de empresa. 

Para que não aconteça o mesmo com o seu negócio, neste artigo vamos falar sobre o que é, como fazer um, quais são os tipos e a importância de um business plan para os negócios. 

Boa leitura!  

O que é Business Plan?

Business plan, ou plano de negócios em tradução para o português, é um documento de planejamento importante para qualquer empreendedor que deseja se aprofundar no seu modelo de negócio e ter insights antes da criação da empresa. 

Nele, devem constar informações como: o que é o negócio, as informações financeiras da empresa, quais são os objetivos dela e o que precisa ser feito para alcançá-los. Além disso, os planos de negócios costumam ter também uma análise mercadológica do setor em que a empresa está inserida. 

Para que serve o Business Plan?

O plano de negócios é um grande aliado da gestão empresarial. Ele serve como um guia que auxilia os empreendedores nas tomadas de decisões na hora de criar o próprio negócio.

É através do business plan que é possível identificar os pontos fortes e fracos do negócio, identificar o público-alvo, conhecer os principais concorrentes e os maiores fornecedores do setor, etc.   

Por que o Business Plan é importante?

Fazer o business plan é importante porque planejamento é a chave para o sucesso de muitas empresas.

Apesar de não eliminar completamente os riscos da empresa, os empreendedores de sucesso já entenderam que um plano de negócios diminui as chances do negócio não dar certo, visto que o business plan propõe toda uma análise e estudos sobre o setor daquele empreendimento.

Além disso, o plano de negócios serve também para:

  • Alinhar a comunicação entre sócios e membros da equipe;
  • Captar recursos, sejam eles financeiros ou humanos;    
  • Facilitar a administração e o acompanhamento do negócio ao longo do tempo.

Tipos de Business Plan 

Existem diversos tipos de plano de negócio. Para cada um deles existe uma ocasião que é mais indicado o uso daquele plano específico.

Abaixo, listamos os principais tipos de business plan:

  • Mini planos: modelo curto, de 5 a 10 páginas, que faz um breve resumo dos objetivos da empresa;
  • Plano de expansão: modelo mais elaborado e completo, pois tem como objetivo atrair novos investidores para o negócio;
  • Plano operacional: modelo interno que serve para a definição de objetivos e acompanhamento das metas durante todo o ano.  

Como fazer um Business Plan? 

Agora que você já entendeu a importância de ter um plano de negócios, porque não começar a criar o seu plano de negócios ainda hoje?

Antes de dar início, é importante você saber que o plano de negócios não possui um modelo padrão. Geralmente, as pessoas usam o Canvas, uma ferramenta de planejamento estratégico, como base para o business plan. 

Caso você não conheça ou não domine a ferramenta, não se preocupe! A montagem do plano fica a seu critério e depende muito do seu modelo de negócio.

Entretanto, existem elementos que são indispensáveis em um plano de negócios. Abaixo, falamos sobre cada um desses elementos:   

1. Sumário executivo

O sumário executivo é a primeira parte do plano de negócios. Por isso, ele deve ser bem estruturado e constar um resumo com as principais informações do que a pessoa deve encontrar no decorrer do plano de negócios.

Muitas vezes, a primeira impressão do negócio é o que desperta o interesse dos investidores em conhecer mais sobre aquele empreendimento. 

Nele, você deve incluir informações importantes do seu produto como:

  • Descrição do negócio com informações como nome e diferenciais;
  • Qual a missão;
  • Perfil dos clientes;
  • Qual o valor necessário para o investimento inicial e em quanto tempo ele deve dar retorno;
  • Potencial de crescimento do produto ou serviço no mercado em que está inserido;
  • Recursos humanos e financeiros que serão necessários.

Esses são apenas alguns itens que são indicados em um sumário, mas você pode acrescentar outros elementos que fazem mais sentido para o seu negócio. 

2. Descrição do negócio

Basicamente, a descrição do negócio consiste em uma explicação breve e descomplicada do seu negócio. Portanto, não precisa encher a descrição de informações, pois o objetivo é que ela seja lida e entendida rapidamente. 

Nela, basta apenas trazer informações como: o que é o negócio, quais soluções ele deve trazer para o público e quem são os seus consumidores em potencial.    

3. Análise de mercado

Aqui, você deve mostrar que pesquisou sobre o mercado que deseja atuar e que consegue identificar as particularidades daquele setor

Para isso, é importante que a sua análise de mercado tenha as seguintes informações:

  • Análise competitiva;
  • Fornecedores
  • Mercado-alvo;
  • Necessidades dos clientes não atendidas pelo mercado atualmente;
  • Público-alvo;
  • Situação atual e perspectivas de mercado para os próximos anos. 

4. Análise da concorrência

Assim como na análise mercado, na análise da concorrência você deve mostrar que se preparou, que fez todo um trabalho de pesquisa para identificar os principais concorrentes do seu empreendimento. 

O objetivo da análise da concorrência é fazer com que você identifique os pontos fortes e fracos, o que diferencia tal concorrente como líder no setor, entre outras questões. Com isso, você pode fazer uma análise comparativa entre você e os seus concorrentes para identificar também os pontos fortes e fracos do seu negócio.

Para fazer essa análise, você pode responder a algumas questões: 

  • Como é o atendimento e a relação com o cliente?
  • Qual o preço cobrado?
  • O que faz as pessoas comprarem com tal marca?
  • Por que as pessoas desistem da compra com tal marca?
  • Qual o diferencial da marca?

5. Organização e gestão

Na parte de organização e gestão você deve explicar como vai funcionar a sua empresa com o máximo de informações possíveis, desde que elas sejam informações claras e eficazes.

Por exemplo, você deve incluir questões como:

  • Breve currículo da equipe responsável pela gestão;
  • Estrutura organizacional;
  • Tipo da empresa. 

Dessa forma, com essas informações em fácil acesso, quando problemas surgirem dentro da empresa os colaboradores saberão solucioná-los ou a quem recorrer para resolver o problema em tempo hábil.   

6. Estratégia de comunicação e marketing

Em primeiro lugar, você precisa criar uma declaração acerca da comunicação do seu negócio. Nela, você precisa definir questões como: de que forma você deseja se relacionar com os clientes e qual será o tom da comunicação utilizada com eles. 

Logo em seguida, você deve começar a pensar na estratégia de marketing do negócio. Nesta etapa do marketing é importante abordar os seguintes tópicos:

  • Canais de vendas;
  • Precificação;
  • Propaganda;
  • Qualidade do produto ou serviço.

7. Orçamento e projeção financeira

O orçamento e a projeção financeira talvez seja um dos elementos mais importantes do plano de negócio. Nele, você deve trazer um balanço financeiro do negócio, com custos iniciais, projeções de vendas para os próximos anos, tempo para alcançar o ponto de equilíbrio e o fluxo positivo do caixa, entre outras questões.   

8. Plano de contingência

Agora, com todas as outras etapas do plano de negócio concluídas, o último item é o plano de contingência. 

De forma simples, o plano de contingência é um “plano B” para o seu empreendimento. Por exemplo, nele você deve explicar o que pretende fazer caso o seu produto não venda como era esperado, o que pode ser feito para alavancar as vendas, quais estratégias mudar, etc.   

Da mesma forma, no seu plano de contingência também deve ter soluções para o caso do seu produto ser um sucesso de vendas. Busque responder a questões como “o que fazer para aumentar o estoque e dar conta da demanda?” ou “como manter essas pessoas interessadas até a próxima remessa de produto?”. 

Exemplos de Business Plan

Por fim, para que não restem dúvidas de que o plano de negócios pode ser utilizado em qualquer empreendimento, trouxemos 3 exemplos de planos de negócios aplicados em setores diversos.

1. E-commerce

A Net Organique é um e-commerce de produtos orgânicos onde você pode fazer a sua feira e receber os produtos em casa em um curto espaço de tempo. 

2. Impressão 3D

A Mind Model é uma empresa especializada em criação de modelos digitais ou impressão 3D de protótipos para arquitetos, engenheiros e empresas da construção civil. 

3. Consultoria

A empresa de consultoria presta um serviço de consultoria e acompanhamento estratégico para empresas que desejam melhorar os aspectos da sua comunicação, tanto interna quanto externa. 

Esses exemplos são alguns planos de negócios que você pode usar de inspiração para criar o seu.

Mas, caso você queira se aprofundar mais na criação de um business plan, o MBA em Gestão de Processos de Negócios da Faculdade XP é uma excelente alternativa. Nele, você se capacita para conduzir projetos e negócios de forma ágil, com estratégias organizacionais que potencializam e trazem mais resultados para a instituição. 

Lembre-se que um plano de negócios bem estruturado pode ser um grande diferencial na saúde financeira e vida útil do seu negócio. Portanto, investir em qualificação é sempre um bom negócio que traz retorno positivo tanto para você quanto para a sua empresa.   

Vue.JS: saiba o que é, o funcionamento e os benefícios

A área de desenvolvimento web é enorme, e entender suas entrelinhas é extremamente necessário. Por isso, nesse artigo falaremos sobre Vue.js, uma estrutura JavaScript progressiva e adotável de maneira incremental para criar UI e SPA na web.

O Vue.js é um dos frameworks que usa um DOM virtual para criação de interfaces, sendo um dos mais populares do mundo. Isso porque possui uma arquitetura bem estruturada, graças a componentes reutilizáveis.

Outra vantagem dele é que para escrevê-lo basta conhecer JS, HTML e CSS. Logo, o profissional não se depara com a necessidade de aprender TypeScript (como é com Angular), e não sentirá desconforto por falta de conhecimento dos padrões ES6+ (como pode ser com React). 

Vue é algo entre React e Angular. O criador do Vue.js extraiu as melhores práticas desses dois frameworks e criou uma ferramenta fácil, rápida e flexível. O melhor dos dois mundos!

Confira ao longo do conteúdo o que é Vue.js, surgimento, funções e vantagens da utilização. Boa leitura!

O que é o Vue.js?

O Vue.JS é um framework progressivo de código aberto que constrói interfaces de usuário (UI). Desde a instituição, a ferramenta serve tecnicamente para adoção de forma incremental, podendo ser dimensionado entre uma biblioteca e uma estrutura, a depender do uso.

Ele consiste em uma biblioteca central acessível que se concentra apenas na camada de visualização e em um ecossistema de bibliotecas de suporte que auxiliam com a complexidade em aplicativos maiores de página única.

Vue.js faz uso de DOM virtual e suporta todos os navegadores compatíveis com ES5. Ele tem o componente mais simples que consiste em três blocos: template, script e style.

Entenda mais sobre DOM virtual

Você já deve entender que o Vue.js, como React, renderiza visualizações usando o Virtual Document Object Model (DOM).

O DOM é uma representação orientada a objetos de páginas HTML que inclui estilos, elementos e conteúdo de página. Quando um usuário interage com um site, os estados dos objetos mudam, exigindo que o navegador atualize as informações e as mostre na tela. 

Perceba que o ponto é que o DOM virtual oferece uma interface de usuário melhor sem ter que renderizar o DOM real se tiver que ser modificado. Isso leva a uma melhoria instantânea no desempenho do aplicativo.

Tamanho

Uma das vantagens mais importantes de usá-lo é em seu tamanho, pois você pode obter um projeto de compilação pronto para produção que pesa apenas 20 KB após min+gzip. O tamanho é imbatível com todos os outros frameworks, como Angular, ReactJS e jQuery.

Empresas que usam Vue.js

Muitas marcas utilizam, sendo elas: Google, Apple, Square, Sony, Bitpay, Trivago, Zoom, Nintendo, UpWork, Glovo, FoxCoon e muito outros mais.

Relembre o que é um framework

Um framework é uma estrutura em que você pode construir um software. Ele serve como uma base, então você não está começando inteiramente do zero. Compreende?

Os frameworks são normalmente associados a uma linguagem de programação específica, adequados para diferentes tipos de tarefas.

Qual a importância do framework?

O uso de frameworks é primordial, pois economiza tempo e reduz o risco de erros. Você não precisa escrever tudo do zero, então há menos chance de ocorrer erros. 

Além disso, eles já foram testados, então há menos com o que se preocupar. Outras vantagens incluem:

  • Código mais seguro;
  • Teste e depuração mais simples;
  • Evita código duplicado;
  • Código limpo e facilmente adaptável;
  • Capaz de se concentrar em escrever código específico para o projeto;
  • Pode ser estendido.

<Veja depois: como aprender a programar />

Quem criou e onde surgiu o Vue.js?

A criação foi em 2014 por um engenheiro da Google chamado Evan You. Na época, ele foi encarregado de prototipar interfaces rapidamente. Nesse ponto, o Angular já estava em pleno andamento e o React acaba de aparecer, mas, nenhuma das ferramentas existentes atendeu plenamente aos requisitos da tarefa. 

Foi assim que surgiu a ideia de criar uma ferramenta própria, resultando no Vue.js que hoje é um dos três principais frameworks JS.

Evan You, criador do Vue.Js (Fonte: Reprodução GitHub)

Para que serve o Vue.js?

O Vue.js serve para criar aplicações SPA (Single Page Applications) e desenvolver vários outros formatos de interfaces com objetivo na interação e experiência do usuário.

De acordo com alguns desenvolvedores especialistas, ele é uma boa escolha para projetos de pequena escala. Isso significa que se você tiver alguns grandes projetos em mãos, precisará reconsiderar a seleção de frameworks.

Como se constituí a arquitetura do Vue.js?

No Vue.js você usa as chaves duplas {{ }} como espaços reservados para dados.

As diretivas Vue.js são atributos HTML com o prefixo v-

<Leia também: o que são Padrões de projeto de Software e para que servem />

Arquitetura do Vue.js.

Ferramentas para Vue.js

Veja uma lista com bibliotecas, ferramentas e plugins para conhecer e usar em projetos:

  • Vue CLI (biblioteca);
  • VuePress (biblioteca);
  • Gridsome (biblioteca);
  • VueX (biblioteca);
  • Nuxt (biblioteca);
  • Vuetify (biblioteca);
  • Quasar (biblioteca);
  • Storybook (biblioteca);
  • Vue Apollo (biblioteca);
  • Eagle.JS (biblioteca);
  • Vue DevTools (extensão de navegador);
  • Vue Test Utils (coleção de utilitários);
  • Vue Router (roteador oficial);
  • Vue Native (framework JavaScript);
  • Weex (framework para criação de apps).

Não vale só passar e ler. Use-os e teste nos seus projetos!

<Leia também: entenda o que é Array em JavaScript, como criar e aplicar />

Vantagens de usar o Vue.js

Conheça abaixo os principais benefícios:

  • Baixa curva de aprendizado;
  • Boa documentação oficial;
  • Versatilidade;
  • Comunidade ativa e
  • Solução bem completa.

Por esses motivos e outros, o framework é um dos prediletos pelos desenvolvedores.

E as desvantagens?

A comunidade destaca alguns aspectos ruins em relação ao Vue.js, são eles:

  • Falta de escalabilidade;
  • Falta de plugins;
  • Problemas com iOS e Safari;
  • Falta de especialistas altamente experientes;
  • Dificuldades com encadernação bidirecional;
  • A maioria do código foi escrita no idioma chinês;
  • Dificuldades com suporte móvel;
  • Flexibilidade de código excessiva.

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