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Gestão de riscos de TI: como identificar e mitigar ameaças?

Riscos sempre vão existir quando se trata de ações de negócio. Por isso, não devem ser evitados, mas identificados, planejados e gerenciados.

Antecipar problemas sempre é melhor: pensar em tomadas de decisões, saber quais são as consequências positivas ou negativas e como determinadas ações podem levar a situações arriscadas. 

Por isso, para realizar a gestão de riscos de TI, foque nos mais prováveis e perigosos, deixando os outros de impactos menores com prioridade menor.

Cuidado, porque decisões de negócios, projetos ou operações ocorrem em fases. Assim, a probabilidade do risco muda em diferentes pontos ao longo do caminho. 

Ser ponderado é sempre interessante, assumir a possibilidade mais provável, independente se são piores ou melhores cenários. Pensar em maneiras para mitigar o risco é outra abordagem que colabora para o  gerenciamento de riscos em projetos. 

Busque observar a ocorrência de possíveis riscos secundários junto com cada esforço para mitigar os  primários. Quanto mais tempo você planejar e se preparar, melhor será sua gestão de riscos de TI. 

Ao analisar  determinado cenário pela ótica dos métodos ágeis, os riscos possuem uma maneira peculiar de serem planejados e gerenciados: são encarados como oportunidades. 

Por sua vez, ameaças podem ser analisadas de forma proativa e contínua durante o projeto. Assim, é possível identificar, avaliar, definir curso de ações e atuar.

Se você quer entender melhor o que é gerenciamento de risco, qual o papel da governança de TI nesse processo e conhecer exemplos de riscos de TI, continue a leitura deste artigo. Vamos explicar tudo isso a você!

O que é gestão de risco de TI?

O gerenciamento de riscos de TI, ou “gestão de riscos de segurança da informação”, consiste em políticas, procedimentos e tecnologias que uma empresa usa para mitigar ameaças de agentes mal-intencionados e reduzir vulnerabilidades que afetam negativamente a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados.

< Sugestão de leitura: Qual a diferença entre TI e SI? Conheça as áreas />

Qual o papel da governança de TI na gestão de riscos?

A governança de TI é um elemento da governança corporativa destinado a melhorar o gerenciamento geral de TI e obter maior valor do investimento em informação e tecnologia.

Segundo o IT Governance Institute, braço da ISACA (uma associação profissional internacional focada em governança de TI), a gestão de riscos é um dos cinco domínios da governança em tecnologia da informação. Os outros quatro são: 

  1. entrega de valor;
  2. alinhamento estratégico;
  3. gestão de desempenho; 
  4. gestão de recursos. 

Assim, as estruturas de governança de TI permitem que as organizações gerenciem seus riscos na área de forma eficaz e garantam que as atividades associadas às informações e à tecnologia estejam alinhadas com seus objetivos gerais de negócios.

Exemplos de riscos de TI

Os riscos de TI incluem falhas de hardware e software, erro humano, spam, vírus e ataques maliciosos, bem como desastres naturais, como incêndios ou inundações. 

Confira abaixo uma lista com os riscos de segurança de tecnologia mais comuns:

1. Phishing

Phishing é o uso de e-mails ou telefonemas fraudulentos para obter informações confidenciais, como números de contas bancárias, informações de cartão de crédito ou senhas.

2. Malware


Software malicioso (ou “malware”) é qualquer software que tenha uma intenção prejudicial. Ele pode roubar ou corromper suas informações, fazer com que os sistemas falhem ou gravar secretamente sua atividade no computador. 

O malware normalmente infecta um computador após um ataque de phishing ou um funcionário baixando acidentalmente arquivos infectados.

3. Wi-Fi e trabalho remoto

Um sistema wifi mal protegido pode deixar sua empresa vulnerável a um hacker dentro do alcance de sua rede. Ele pode obter informações confidenciais, danificar seus sistemas ou instalar ransomware (software que bloqueia o acesso a computadores ou arquivos até que um resgate em dinheiro seja pago).

4. Senhas fracas

Senhas de funcionários mal escolhidas – por exemplo, uma sequência lógica de números, como 1234 – podem aumentar a exposição da sua empresa a riscos de segurança. Muitos problemas ocorrem quando os funcionários escolhem senhas que são facilmente deduzidas por pessoas não autorizadas.

5. Descarte inadequado de equipamento antigo

O descarte inadequado de dispositivos antigos pode entregar a outra pessoa todas as suas informações comerciais. Se as informações forem muito confidenciais, excluir dados ou formatar o disco rígido pode não ser suficiente. Talvez seja necessário destruir fisicamente o computador ou contratar um especialista para fazê-lo.

< Leia também: O que é defesa cibernética e como iniciar uma carreira na área? />

Gestão de riscos de TI: como fazer?

Você pode realizar o gerenciamento de riscos em projetos concluindo uma avaliação de risco de negócios. Ter um plano de continuidade de negócios pode ajudar sua empresa a se recuperar de um incidente de TI. Quando um risco é identificado, é importante entender as causas possíveis, a área de incerteza e os potenciais efeitos. 

Os procedimentos para gerenciar riscos em métodos ágeis passa pela:

  • compreensão de várias técnicas para identificar riscos;
  • avaliação e estimativa dos riscos identificados; 
  • priorização dos riscos;
  • mitigação para desenvolvimento de estratégia apropriada para lidar com o risco;
  • comunicação dos resultados para os stakeholders apropriados; 
  • determinação da sua percepção em relação a eventos de incerteza.

Perspectiva inovadora para a gestão de riscos em TI

Veja abaixo os cinco passos para gerenciar riscos em projetos de tecnologia da informação adotando métodos ágeis. 

1. Identificação

  • Revisar lições aprendidas;
  • Checklist de riscos;
  • Lista de riscos;
  • Brainstorming e/ou Delphi;
  • Estrutura analítica de riscos.

2. Avaliação

  • Reunião de riscos;
  • Árvore de decisões;
  • Análises Pareto;
  • Matriz de probabilidade X impacto;
  • Valor monetário esperado

3. Priorização

  • Priorizar riscos para obter um repositório com o que deve ser feito;
  • Criar um processo de priorização de riscos

4. Estratégia

  • Desenvolver estratégia apropriada para lidar com o risco;
  • A resposta vai depender da probabilidade e impacto;
  • Deve ser uma resposta proativa

5. Comunicação

  • Comunicar os resultados para os stakeholders apropriados;
  • Determinar a percepção dos stakeholders em relação a eventos de incerteza

Além disso, mesmo depois de aplicada a gestão de riscos de TI, é importante monitorar por tempo indeterminado o processo. Afinal, conforme a tecnologia avança, os riscos também mudam, o que requer uma cultura organizacional focada na melhoria contínua dentro da organização. 

Agora que você já sabe o que é gestão de riscos de TI, leve seu conhecimento para o próximo nível! Faça um MBA em Gestão de TI e atue como gestor na área, realizando o planejamento estratégico de TI, definindo seus indicadores de gestão, gerenciando equipes e processos de governança. Matricule-se já!

Topologia Anel: o que é e quais as vantagens e desvantagens

Ao se trabalhar com tecnologia e computadores é necessário atenção a respeito de como organizar os processos e sistemas, bem como deixar tudo com usabilidade e boa performance. E quando lidamos com sistemas nas empresas, contar com uma topologia anel em rede torna a rotina mais segura e prática.

Você sabe o que é o conceito de topologia de rede? E o modelo de Anel? Antes de entrar em detalhes, já ressalta-se a necessidade de ter no seu dia a dia como desenvolvedor, pois garante funcionalidade no trabalho e confiança no desenvolvimento como um todo.

Neste artigo você vai entender o que é o conceito geral de topologia, os diferentes tipos de tecnologia, vantagens e desvantagens, e muito mais. Confira!

O que é Topologia de rede?

Vamos com uma analogia: imagine que você tem um software na sua empresa e você quer conectar todas as máquinas dos funcionários em uma única rede para melhor acesso, comunicação, segurança e compartilhamento dos arquivos.

A topologia de rede funciona com esse objetivo de estruturar uma rede de computadores, dispondo de máquinas entre si, tanto os hubs quanto os witches, e os demais elementos. Tudo operando de maneira conectada.

Topologia de rede.

Topologia Anel: como funciona?

A topologia em anel, também chamada de topologia ativa, tem a função de conectar uma rede computadores com um formato de anel. 

Sua característica é que ela transmite as informações entre os dispositivos conectados de acordo com a proximidade imediata em uma estrutura de anel. Ou seja, conecta todos em um mesmo círculo, de acordo com a distância, um caminhando para o outro.

É um modelo de topologia muito utilizado por organizações com tráfego mais pesado e robusto.

Assim, cada estação de computador está conectada a apenas duas outras, uma de cada lado, quando todas estão ativas. No entanto, caso uma máquina falhe, toda a rede fica comprometida e só continua com o tráfego em uma direção. O resultado disso é não entregar o resultado esperado.

Topologia Anel

Vantagens

  • Mais eficiente em transmissão de dados sem erros;
  • Ter mais confiabilidade nos dados;
  • O número de pessoas não impacta o desempenho da rede;
  • Boa para usar fibra óptica, já que cada posto pode estar diretamente ligado ao outro.

Desvantagens

  • Ter a disposição em círculo gera mais vulnerabilidade com a falta de um dispositivo;
  • Não é recomenda em operações em crescimento, pois a cada dispositivo adicionado haverá mais atraso nos processos;
  • Para funcionar todos computadores precisam estar ligados.

Tipos de Topologia Anel

Dentro do conceito de rede em anel, existem duas possibilidades de funcionamento e transmissão de dados por sinal. São eles:

Unidirecional

Como o próprio nome já diz, a rede de computadores transmite as informações em único sentido, seja ele horário ou anti-horário.

Elas são as mais utilizadas, pois asseguram a entrega da mensagem corretamente e em sequência ao destino.

Bidirecional

As ligações são duplas, ou seja, pode transmitir para dois vizinhos adjacentes. Assim, é um bom modelo para evitar conflitos e colisões, bem como testar se está funcionando corretamente.

Outros tipos de topologia

Além da topologia de anel, existem maneiras de estruturar uma rede de computadores. São eles: Árvore, Barramento, Estrela, Ponto a Ponto, Malha e Híbrida.

Percebe-se que todos eles têm um nome bem ilustrativo, que já permite a interpretação de como operam. No entanto, alguns são considerados mais estáveis e outros mais caros.  

O importante ao escolher uma opção é que não existe a estratégia perfeita. Além disso, você deve considerar o índice de reparabilidade.

Árvore

Sua estrutura lembra os galhos de uma árvore, tendo uma hierarquia na disposição dos nodes. É bem diferente da topologia em anel que é círculo e sem grau de prioridade.

Assim, tem como vantagem eliminar a vulnerabilidade do tipo Anel, e facilitar a identificação de erros, já que cada ponto é analisado individualmente.

No entanto, é uma das mais caras.

Barramento

É o padrão mais simples e prático. Nele, os dados fluem unidirecionalmente por um cabo.

Logo, sua maior vantagem é ser mais econômico e versátil, tendo um um custo baixo de implementação e por não apresentar complexidade em seu manuseio.

Estrela

Sua topologia prioriza a simplicidade. Seu padrão é organizado como uma estrela, em que redes partem de um ponto central.

Essa é uma das estratégias mais convenientes do ponto de vista do gerenciamento da rede, pois tem conexão independente de cada node ao Hub Central, o que facilita a identificação de problemas.

Ponto a Ponto

É o padrão mais simples de todos. Ele é aquele quando você joga com amigos em casa, conectando a televisão diretamente ao modem para melhorar a diversão.

Logo, sua principal vantagem é ser uma alternativa popular e acessível para instalações residenciais.

Malha

Sua principal característica é a confiabilidade. Seu padrão incentiva a conexão de todos os dispositivos entre si, tornando-se muito utilizado por empresas e operações maiores.

Também permite bastante estabilidade.

Híbrida

Assim como seu nome, é um tipo que mistura dois ou mais padrões de organização da rede.

A versatilidade e a fácil adaptação são as principais características e, por isso, é a topologia mais utilizada no mercado.

Afinal, como aprender a usar a Topologia Anel?

Portanto, a topologia em rede está mais presente em nosso dia a dia do que você imaginava. E dentro do conceito existem diversos modelos, cada um adaptável a sua necessidade. 

A topologia em anel possui benefícios como segurança, eficácia e estabilidade, mas outros contratempos podem ocorrer. 

Agora que você conta com uma noção mais profunda dos diferentes tipos de topologias, principalmente das características da rede em anel, aproveite para entender mais sobre a temática de arquitetura de softwares e qual se encaixa aos seus objetivos. 

Acesse e saiba mais sobre a trilha de especialização aqui da Faculdade XP.

Administrador de banco de dados: o que faz e como se tornar um

O avanço tecnológico fez com que muitas profissões, que antes não existiam, se tornassem essenciais nas grandes empresas. E a função de administrador de banco de dados é uma delas.

Fundamental para a segurança dos sistemas e o planejamento de inovações sistêmicas, esse profissional está cada vez mais requisitado no mercado. Mas você sabe o que ele faz?

Para ajudar a entender um pouco mais sobre o tema, separamos neste artigo tudo o que está por trás do dia a dia deste profissional. Aqui você encontrará o que é um administrador de banco de dados, qual o seu principal papel, quais as tarefas pela qual ele é responsável, o que é necessário estudar e como se tornar um. Portanto, aproveite o texto e boa leitura!

O que é administrador de banco de dados?

O administrador de banco de dados, também conhecido no mercado como DBA (database administrator), é a figura responsável pela administração e pelo gerenciamento de todo o banco de dados de uma empresa. Ele integra, na maioria das vezes, as equipes de tecnologia da informação (TI) das empresas.

Considerada uma das profissões do futuro, essa pessoa tem como principal skill criar, monitorar e instalar toda a estrutura de banco de dados da companhia. Além disso, um DBA tem como responsabilidade armazenar e organizar informações como registros de pessoas, lugares (como endereços de lojas, por exemplo), dados financeiros, entre outros. 

Qual o principal papel do administrador de banco de dados?

Um dos principais objetivos de um administrador de banco de dados é aumentar a eficiência na busca e na consulta dos dados. A ideia é ajudar os mais diferentes setores da empresa que têm essa necessidade, como a área financeira, de marketing, comercial, entre outras, a terem fácil acesso à informação.

Cabe ainda a este profissional proporcionar uma navegação leve e fluída dentro dessa base, fazendo com que o sistema seja leve, confiável e que não apresente erros durante o uso.

Um dos principais objetivos do DBA é fazer com que toda a infraestrutura tecnológica tenha o suporte adequado. Isso é extremamente importante, pois esse banco de dados precisa se adaptar a vários tipos de aplicação, que podem variar de área para área.

>>> A área de tecnologia é uma das que mais tem ganhado espaço no mercado de trabalho. E se você quer se aprofundar nesse segmento, precisa melhorar os seus conhecimentos. Por isso, aqui na Faculdade XP você encontra custos especializados, como a graduação em Ciências de Dados. Aprenda neste habilidades para analisar, interpretar e reunir todas as informações que os dados oferecem. Saiba mais aqui!  

Quais as tarefas do dia a dia de um administrador de banco de dados?

Agora que você já viu qual a função desse profissional, é hora de ir para a parte prática. A seguir vamos mostrar o dia a dia da função de administrador de banco de dados: o que faz e as suas principais atribuições. Vale ressaltar, entretanto, que elas podem variar de acordo com o segmento da empresa, o tipo de trabalho, políticas de TI, entre outras. Confira:

  • Garantir a segurança do banco de dados

Nessa tarefa, cabe ao DBA criar um nível de segurança apropriado para cada perfil de usuário. Isso garante mais controle e, principalmente, segurança ao sistema. 

  • Fazer backup e recuperação de informações

Neste ponto, o DBA precisa garantir que as informações sejam salvas em locais alternativos para evitar que os dados se percam por qualquer eventualidade. 

  • Projetar e criar o banco de dados

O DBA deve criar uma forma segura, mas que também garanta a performance e escalabilidade do banco de dados. A ideia aqui é ter uma visão detalhada de tudo. 

  • Fazer ajustes e monitorar desempenho

Importante sempre ficar de olho no desempenho do banco de dados, garantindo que o servidor seja estável e fique sempre disponível para todo mundo que utiliza. 

  • Garantir a integridade dos dados

Neste aspecto, cabe ao DBA garantir a integridade dos dados, criando regras dentro dos três principais tipos: física, semântica e interna.  

  • Assegurar a segurança das informações

Fundamentado nos protocolos da TI da empresa, essa tarefa é essencial, pois envolve muitas vezes sigilo das informações. Portanto, é preciso realizar validações de acesso a todos os usuários da base. 

Essas são as tarefas principais. Apesar disso, embora não seja responsabilidade direta do DBA, o profissional também pode auxiliar em outras demandas, como a infra estrutura e, também, as modelagens lógicas das informações.

O que estuda um DBA?

Geralmente, um profissional desse segmento faz uma graduação em cursos como Sistemas da Informação, Processamento de Dados e Engenharia da Computação. Independente de qual deles você tenha escolhido, é essencial dominar algumas técnicas, sendo a principal delas o SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados). 

Apesar da graduação ser fundamental, é importante também ficar sempre informado por meio de cursos específicos, além de praticar a leitura de blogs e sites especializados no tema. Dessa forma você poderá se manter atualizado sobre as informações mais recentes e que possam impactar diretamente no seu dia a dia de trabalho. 

Outro ponto de atenção diz respeito a cursos focados na melhoria técnica, como o aprimoramento em alguns sistemas que possam se encaixar na sua necessidade. Ah, e um grande diferencial não está somente neste tipo de conhecimento, mas sim na curiosidade em conhecer cada vez mais o setor e as suas inovações. 

Como se tornar um administrador de banco de dados?

Como falamos, existem diversas opções de graduação e cursos específicos que vão ajudar na formação de um profissional dessa área. 

Para quem deseja ingressar nessa área e quer saber quanto ganha um DBA, pode se basear nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Segundo o órgão, a remuneração desse profissional em 2018 era, em média, de R$ 8.400. Portanto, para um administrador de banco de dados, salário e oportunidades no mercado são um excelente atrativo. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a profissão de administrador de banco de dados, não pode perder uma grande oportunidade. Vem aí a 6ª edição do maior evento do Brasil sobre o universo dos dados. Conheça tecnologias, ferramentas e práticas em mais de 10 horas em sessões ao vivo com grandes profissionais do mercado. Faça já a sua inscrição clicando aqui. É grátis!

Como ganhar dinheiro com Bitcoin? 10 maneiras para faturar

Você sabia que atualmente é possível ganhar dinheiro com Bitcoin (BTC) de diversas formas? Com a valorização de aproximadamente 70% apenas no ano de 2021, muitas pessoas começaram a demonstrar interesse em aprender como ganhar dinheiro com Bitcoin.

O Bitcoin, assim como outras criptomoedas, vem em uma onda de crescimento que tem chamado a atenção de pessoas ligadas ao mercado financeiro. Isso porque as criptomoedas não possuem ligação com bancos e nem regulamentação do seu valor, o que faz com que elas tenham altas no valor da moeda e podem ser extremamente lucrativas para quem as possui. 

Se você é uma dessas pessoas que vem acompanhando o crescimento das criptomoedas e anda pesquisando sobre o Bitcoin, este artigo é para você!

Nele, vamos falar sobre como você pode ganhar dinheiro com Bitcoin, além de trazer dicas para quem está querendo começar a investir no mundo de criptomoedas. 

Boa leitura!

10 formas de como ganhar dinheiro com Bitcoin

Atualmente, existem diversas formas em como ganhar dinheiro com Bitcoin.

Para começar a se dedicar a qualquer uma delas, primeiramente você precisa saber como comprar criptomoedas e, em seguida, escolher qual plataforma usar para começar movimentá-las. 

Abaixo, listamos 10 maneiras que podem ajudar você a encontrar a melhor forma de ganhar dinheiro com Bitcoin conforme o seu perfil:     

1. Negociação da criptomoeda

Uma das maneiras mais populares para ganhar dinheiro com Bitcoin é através da negociação da moeda. Basicamente, a negociação consiste em comprar Bitcoin por um valor e vender por um valor mais alto do que o adquirido. 

Existem 3 modalidades de negociação muito conhecidas no mundo criptomoedas:

  • Arbitragem: de forma resumida, a arbitragem de cripdomoedas é o processo de busca pela melhor oportunidade de compra e venda em diversas plataformas ao mesmo tempo. Dessa forma, o trader compra na plataforma X e vende na plataforma Y porque a moeda está mais valorizada lá; 
  • Negociação do dia: é o processo de compra e venda da moeda a curto prazo. Para isso, os traders analisam bem o mercado durante o dia para encontrar a melhor oportunidade de venda; 
  • Swing trading: é uma estratégia a médio prazo onde os traders compram moedas na baixa e esperam o valor da moeda subir para poder fazer a negociação delas. 

Para uma negociação bem sucedida, independente da modalidade, é importante saber como operar com criptomoedas e ter vasta experiência na área.  

2. Apostas e empréstimos

É possível ganhar bastante dinheiro apostando ou emprestando Bitcoin. Porém, é preciso muito cuidado ao fazer isso, pois são umas das transações mais arriscadas do mercado. 

Em primeiro lugar, vamos falar das apostas. Atualmente, muitas casas de apostas aceitam Bitcoin como moeda de pagamento e até oferecem bônus para quem utiliza a cripto.

Para apostar em Bitcoin, você precisa ter moedas e criar uma carteira, como a Blockchain, e utilizar o dinheiro para começar as apostas. Dessa forma, você empresta o seu dinheiro para a empresa responsável pela carteira, o que garante um pouco mais de segurança nas transações.  

Agora, no caso dos empréstimos de Bitcoin eles funcionam da mesma maneira de um empréstimo tradicional. Ou seja, você empresta os seus Bitcoins para uma pessoa ou uma empresa e cobra juros por esse empréstimo.

Normalmente, os juros já são pré-estabelecidos em contrato. Assim, ao final do empréstimo, além do dinheiro emprestado você recebe também um valor extra que costuma ser bem rentável para quem empresta as moedas.   

3. Dividendos de empresas

O pagamento de dividendo de empresas é uma parcela do lucro da empresa que é pago a seus acionistas

Atualmente, muitas empresas estão começando a aderir ao pagamento dos dividendos criptomoedas, sendo uma das formas de como ganhar dinheiro com Bitcoin. 

4. Mineração de Bitcoin

Um dos processos mais conhecidos entre quem negocia em Bitcoin é a mineração de criptomoedas

Em resumo, a mineração é o processo de criar novos Bitcoins a partir da resolução de problemas matemáticos complexos, que exigem força computacional e dedicação para auditar as transações. 

Ao final da mineração, a pessoa responsável recebe uma fração da criptomoeda como uma recompensa por seu trabalho. Por isso, a mineração se apresenta como uma forma muito rentável de ganhar dinheiro. 

Mas, apesar dos grandes lucros possíveis com a mineração, minerar Bitcoin é um processo que requer grandes investimentos.

Bitcoin é uma das mais valorizadas nos últimos anos
A mineração é uma das formas mais rentáveis de como ganhar dinheiro com Bitcoin, mas necessita de alto investimento.

O primeiro investimento é nos estudos e nas constantes atualizações para conseguir dominar a técnica de mineração e evitar grandes prejuízos. 

Já o segundo investimento é nos equipamentos utilizados. Para minerar cripto é necessário ter equipamentos de primeira linha com hardware e softwares especializados que aguentem fazer todo o trabalho de mineração.

Aqui, além do investimento em equipamentos que são normalmente vendidos em dólar, você precisa também ter condições para manter o alto custo de energia. Isso porque na mineração os computadores costumam ficar ligados 24 horas. 

Por conta disso, mesmo sendo rentável, a mineração não é para todos os investidores em cripto. 

5. Aceitando Bitcoin como forma de pagamento 

Se você tem uma empresa, você pode aceitar Bitcoin como forma de pagamento pelo seu produto ou serviço. 

A vantagem do Bitcoin é que, diferentemente dos cartões de crédito ou débito, você não paga taxas sob o valor recebido. 

Atualmente, muitas empresas já aceitam a moeda Bitcoin. Por exemplo, Microsoft, Mastercard, a empresa Travala do ramo de hotelaria, entre outras instituições.  

6. Jogos NFT

Outra forma de como ganhar dinheiro com Bitcoin é através de jogos NFT. Para ter uma ideia, apenas em 2021 o número de negociações em NFT teve um aumento de 21.000% segundo o portal AdNews.

Basicamente os jogos em NFT são jogos onde você adquire itens exclusivos, como personagens ou habilidades, que podem ser negociados no próprio ambiente virtual.

Dessa forma, na maioria das vezes, você consegue recuperar o valor investido e ainda receber um valor extra dependendo da valorização que o seu ativo exclusivo teve.       

7. Compra e retenção da criptomoeda

Com certeza, um dos métodos mais fáceis e mais indicados para iniciantes que querem saber como ganhar dinheiro com Bitcoin.

A compra e retenção do Bitcoin consiste em comprar BTC e guardá-los na carteira até o momento ideal para a venda, que é quando a criptomoeda estiver bem valorizada.   

Nesse tipo de prática é importante não ter pressa para vender as suas moedas, pois muitas vezes a valorização pode demorar bastante. 

8. Marketing de afiliados Bitcoin

De maneira simples, o marketing de afiliados é uma estratégia de atração de amigos, familiares e pessoas próximas para um novo negócio. Geralmente, no marketing de afiliados tanto você quanto a pessoa indicada saem ganhando alguma coisa.

Por exemplo, surgiu uma nova rede social e você ganha R$ 10 por cada pessoa que você indicar. Da mesma forma, o seu amigo também ganha R$ 10 por criar a conta através do seu link de indicação.

No marketing de afiliados Bitcoin não é diferente. Muitas plataformas dão incentivos para que novas pessoas passem a utilizar criptomoedas como forma de pagamento.   

9. Faucets

Se você nunca ouviu falar no faucets, não tem problema. Provavelmente, você conhece o conceito e sabe como eles funcionam na prática. 

Faucets são apps ou sites que remuneram o usuário por fazer atividades determinadas pela plataforma. 

Alguns desses sites remuneram os usuários com Bitcoin. Por exemplo, Freebitco.in e Coinpayu.com que são duas plataformas populares de faucets Bitcoin. 

10. Airdrops

O airdrops de BTC é a distribuição gratuita de tokens ou criptomoedas para atrair novos usuários para aquele ativo ou plataforma.

Ele segue a mesma lógica das amostras grátis distribuídas por grandes empresas para que os usuários conheçam o produto e se tornem clientes da marca. 

Qual a melhor forma de ganhar dinheiro com Bitcoin?

Bem, não existe uma fórmula ou único jeito que seja o mais indicado para ganhar dinheiro com Bitcoin. Isso realmente varia de pessoa para pessoa.

Normalmente, o meio mais comum é através da compra e venda de moedas com base na sua valorização. Ou seja, a famosa e tradicional negociação. 

Mas, qualquer uma das formas, desde que bem executadas, podem ser rentáveis para o investidor de Bition

Como os iniciantes podem ganhar dinheiro com Bitcoin?

Agora, que você já sabe que é possível e como fazer para ganhar dinheiro com Bitcoin, deve estar ansiosa para começar a ganhar o seu próprio dinheiro. 

Mas, antes de começar a investir em Bitcoin, ou em qualquer outra criptomoeda, existem coisas importantes que você precisa saber sobre elas.

Em primeiro lugar, você precisa saber que as criptomoedas são moedas voláteis. Por isso, são considerados investimentos de alto risco. 

Se ainda assim você deseja continuar, o próximo passo para se tornar um investidor de criptomoedas é estudar bastante sobre o mercado. Uma boa dica é o curso livre Criptoinvestidor da Faculdade XP onde você aprende com especialistas e tira todas as dúvidas sobre a moeda que mais cresceu nos últimos anos.  

No caso do Bitcoin, é importante que você conheça os ciclos do Bitcoin, entenda como fazer operações com Bitcoin e avalie as oportunidades e os riscos para não se arrepender. 

Por fim, o último passo é escolher a plataforma onde você deseja realizar as transações da criptomoeda e dar início a sua vida de investidor. 

Lembrando sempre que as criptomoedas não são reguladas por bancos. Por isso, é necessária muita atenção na hora das transações para não fazer um mau negócio e nem cair em golpes. 

Com todas essas informações em mente, você pode se considerar pronto para ganhar dinheiro com Bitcoin! 

TypeScript: entenda o que é e para que serve a linguagem

Se você é um programador e quer conhecer mais ainda sobre o mundo de desenvolvimento, entenda aqui sobre o TypeScript. O que é isso, afinal? Nada mais do que é uma linguagem de programação fortemente tipada que se baseia em JavaScript, oferecendo melhores ferramentas em qualquer escala.

Na prática, a funcionalidade permite uma integração mais estreita com o editor, além de ser executado em qualquer lugar que o JavaScript estiver: navegador, Node.js ou DENO e demais aplicativos.

O TypeScript, mantido pela Microsoft, entrou em cena de vez desde quando foi lançado em 2012 e segue relevante até os dias atuais. À medida que a funcionalidade cresceu, mais editores de código começaram a suportá-lo nativamente ou com plugins.

Entenda ao longo do conteúdo o que é TypeScript, como funciona, benefícios e como aplicá-lo. Boa leitura!

O que é TypeScript?

Typescript é um superconjunto (superset, em inglês) do JavaScript puro que adiciona tipagem estática ao código. Isso porque, no JS puro não há tipos estáticos, a tipagem é dinâmica e acontece em tempo de execução.

Além disso, ele permite que o compilador do TypeScript verifique se o código está sendo usado de forma correta, o que pode evitar muitos erros em tempo de execução.

TypeScript Code → TypeScript Compiler JavaScript Code

(.ts File)                                  (.js File)

Há peças que mantêm o TypeScript relevante, por assim dizer. São: linguagem, compilador e serviço.

A linguagem é o que os desenvolvedores adoram escrever. O compilador é o que interpreta a linguagem para os navegadores. O serviço processa o idioma sob demanda com velocidade incrível. Sem isso, o TypeScript simplesmente não é o que é.

<Leia também: como usar JavaScript (JS) />

Relevância

De acordo com a pesquisa de 2021 do Stack Overflow, o TypeScript alcançou a colocação como a sétima linguagem mais popular, classificada por aproximadamente 83.000 desenvolvedores.

O levantamento anual do Stack Overflow é uma das pesquisas de desenvolvedores mais confiáveis ​​e esperadas. Ele usa uma enorme base de desenvolvedores de todo o mundo para chegar às suas conclusões. 

Logo, não é apenas a sétima linguagem mais popular, mas é a segunda tecnologia com a qual os programadores mais desejam trabalhar (seguida por Python) e a terceira linguagem mais amada (atrás de Rust e Clojure).

<Veja depois: entenda o que é Array em JavaScript, como criar e aplicar />

Para que serve o TypeScript?

O TypeScript é utilizado para checagem se os tipos especificados correspondem, mas, isso ocorre antes de executar o código e não durante a execução.

Tal verificação é importante porque o JS não indica informações dos parâmetros e das variáveis de função. Então, como os desenvolvedores investigam as falhas da documentação ou da base implementada? Com o TypeScrip é possível examinar isso.

Qual a relação do TypeScript com o JavaScript?

O TypeScript é uma linguagem de programação que é fortemente tipada e transcompila para JavaScript. Ele adiciona vários recursos à linguagem JavaScript, como tipagem estática, classes e interfaces.

Logo, um complementa o outro quando necessário. Deu para entender?

E a diferença entre ambos?

No caso, o TypeScript relatará um erro ao passar uma string para uma função que espera um número, já o JavaScript não.

String, o que é isso? É o termo designado para cadeias ou conjuntos de caracteres que armazenam dados textuais, assim acumulando informações para os mais diversos fins.

Relação entre TypeScript e JavaScript. (Fonte: Pexels)

E as vantagens de utilizar o TypeScript, quais são?

São muitas, mas a principal é a tipagem forte. Um dos benefícios é em relação à orientação a objetos. Servindo como complemento ao JS para suprir deficiências internas.

Principais conceitos do TypeScript

Conheça logo abaixo.

Encapsulamento

O TypeScript usa o conceito de encapsulamento, presente em outras linguagens orientadas a objetos, por getters e setters para acesso aos atributos protegidos de uma classe.

class ClasseExemplo {

                private _nome: string

                get nome(): string {

                               return this._nome;

                               }

                set nome(nome:string): void {

                               this._nome = nome;

                               }

}

Herança

O comando extends deve ser usado para herdar uma classe. Se o método da classe base for subscrito na classe herdeira, pode-se chamar o método da classe base com o comando super.

class ClasseBase {

                    nome: string;

                    constructor(nome: string) {

                                         this.nome = nome;

                    }

                    print(msg: string = ‘Classe Base’) {

                                         console.log(msg)

                    }

}

class ClasseHerdeira extends ClasseBase {

                    constructor(nome: string) {

                                        super(nome)

                    }

                    print(msg: string = ‘Classe Herdeira’) {

                                         super.print(msg);

                    }

}

Abstração ou classes abstratas

As classes abstratas servem como base para elaboração de outras classes, para assim dar a estrutura padrão de métodos e atributos.

abstract class ClasseAbstrata {
        
        constructor(public nome: string){
               }
printNome(): void {
        console.log(‘Nome’ + this.nome)
}
abstract otherPrint(): void; // deverá ser implementado nas classes filhas
abstract class ClasseAbstrata {
        
        constructor(public nome: string){
               }
printNome(): void {
        console.log(‘Nome’ + this.nome)
}
abstract otherPrint(): void; // deverá ser implementado nas classes filhas
}
class ClasseFilhaAbs extends ClasseAbstrata {
        constructor() {
               super(‘Classe Filha Abs’);
        }
        printNome(): void {
               console.log(‘Classe Filha Abs’);
        }
        otherPrint(): void {
               console.log(‘Other print method’);
        }
}

Interfaces

As interfaces também definem a estrutura das classes que “assinam o contrato” com elas.

A distinção é que todos os métodos e atributos da interface devem ser implementados nas classes filhas. Contudo, você pode definir atributos como opcional também.

interface ClasseInterface {
               atributo1: string;
               atriburo2?: number
               
               print();
}
 
class ClasseFilha implements ClasseInterface {
               atributo1: string = ‘Classe Filha’;
               atriburo2?: number = 1;
               
               print() {
               console.log(this.atributo1);
               }
}

<Leia também: como aprender a programar />

Os tipos mais utilizados no TypeScript

Os tipos no TypeScript são percebidos de forma subentendidos. Veja abaixo alguns:

Number

Usado para todo e qualquer tipo de número, seja ponto flutuante ou inteiro.

String

Retrata uma string conhecida em outras linguagens de programação.

Boolean

Determina um valor booleano, sendo true ou false.

Any

Tipo que pode ser alterado para qualquer outro tipo que consta na linguagem, seja string, boolean ou outro.

Array

Retrata o tipo Array dentro da linguagem.

Tuple

Tipos de tupla representam e expressam um array com um número fixo de elementos cujos tipos são conhecidos, mas não precisam ser os mesmos.

Enum

É um tipo que permite declarar um conjunto de valores nomeados e constantes pré-definidos.

Unknown

Unknown é outro tipo de variável que não sabe qual é ainda ao escrever um código. Tecnicamente, ela pode ter a forma de qualquer coisa.

Null ou Undefined

São itens indefinidos.

Void

Funciona como um retorno de funções que não retornam valor algum, é geralmente designado de procedimento.

Como instalar e iniciar a utilização do TypeScript?

Para instalação e utilização do TypeScript, você irá precisar do NodeJs instalado e seu gerenciador de pacotes padrão, o NPM. Pelo menos para sistemas operacionais Windows, o NPM já vem com Node.js quando o instalamos.

Agora, você deve abrir o cmd e executar o comando abaixo:

npm i -g typescript

O comando indicado acima instala o TypeScript globalmente na sua máquina.

Posteriormente, execute o comando abaixo. Se o TypeScript estiver instalado, a versão aparecerá no console.

tsc -v

Antes de começar a utilização, você precisará de um arquivo de configurações para o compilador do TypeScript. Dentro de um diretório, você vai abrir seu terminal e executar o comando abaixo:

tsc --init

O comando acima, criará o arquivo tsconfig.json automaticamente. Depois disso, é só criar um arquivo com extensão .ts e iniciar a utilizar.

A forma manual de realizar a execução pode ser a seguinte:

tsc <<nome_do_seu_arquivo>>

Esse comando criará um arquivo JavaScript com o mesmo nome do arquivo TypeScript. É o código transpilado para a sintaxe do JavaScript.

Agora, quando a compilação for realizada, todo o código TS se tornará um código JS.


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O conteúdo é rei: como criar conteúdo para marketing digital + estratégias de inbound marketing

Se nos perguntassem dez anos atrás como seria o Marketing em 2022,  nunca diríamos que o conteúdo seria tão relevante como ele é. Atualmente, o conteúdo é rei, ou seja, desempenha um papel central nos melhores planos de marketing das empresas.

Trabalhamos durante vários anos e investimos muito dinheiro no posicionamento de marcas, na criação de atributos relevantes, diferenciadores, e que atendessem nosso público-alvo.

Temas como sustentabilidade, mobilidade urbana, feminismo, tolerância racial e sexual, entre outras, foram e são tendências relevantes de posicionamento das marcas. Esse era o trabalho de um bom marqueteiro. Porém, diversas revoluções alteraram a realidade dos profissionais de marketing. 

É sobre essas transformações que falaremos neste artigo e como elas influenciam o marketing nas empresas. Mas, primeiro, vamos entender por que o conteúdo é rei

Por que o conteúdo é rei?

Seth Godin, um dos novos papas de Marketing, afirmou que o Conteúdo é Rei. Bill Gates também. Ambos foram certeiros.  

A evolução tecnológica, o acesso global à Internet, as redes sociais e todas as facilidades que temos hoje nos trouxeram a possibilidade de criar conteúdo. Sim, qualquer um pode criar conteúdo. Isso contribui para o surgimento de novas profissões, como blogueiros e youtubers. 

Por consequência as grandes emissoras de TV e grandes meios de comunicação perderam espaço e tiveram que se adaptar drasticamente a essa nova realidade.

Novas empresas surgiram para ajudar organizações, profissionais liberais e celebridades a criarem seu próprio conteúdo, disponibilizarem-no nas redes sociais, além de acompanhar e manter o relacionamento com seguidores, potenciais clientes e apaixonados pela marca. 

Empresas que perceberam o potencial de mercado se prepararam para atender a uma nova demanda de conteúdo, diferentemente das antigas agências de publicidade. 

Diante dessa nova realidade, algumas características tornaram-se extremamente importantes relacionadas a criar conteúdo de forma eficiente. Para falar dessas características, vamos entender o que é e como fazer marketing de conteúdo. 

< Sugestão de leitura: O que é transformação digital? />

O que é marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo é uma estratégia focada na criação e distribuição de conteúdo valioso, relevante e consistente para atrair e reter um público alvo, impulsionando os resultados da empresa.

O conteúdo precisa ser relevante para seu público alvo e consistente para tornar a sua empresa em uma autoridade no assunto. Sem essas duas características, é provável que a sua estratégia não tenha sucesso. 

Como criar conteúdo para marketing digital?

Se você quer saber como criar uma estratégia de marketing de conteúdo mais estruturada, aqui estão sete etapas que você precisa seguir para maximizar o seu potencial de sucesso:

1. Defina seus objetivos

Antes de começar a trabalhar em um conteúdo específico, é importante definir e comunicar seus objetivos. Você também pode construir sua estratégia de conteúdo com objetivos específicos em mente – por exemplo, aumentar seu número de “curtidas” no Facebook ou aumentar seu banco de dados de endereços de e-mail. 

2. Registre as métricas

Depois de decidir seus objetivos, você precisa descobrir como acompanhar e medir seu desempenho em relação às métricas. O Google Analytics é ótimo para registrar as conclusões de metas, e esta ferramenta está sempre adicionando recursos e funcionalidades de medição disponíveis.

3. Reúna os dados 

O conteúdo mais bem-sucedido faz uma de duas coisas: 1) Introduz um novo conceito, ideia ou notícia ao seu público (existente ou novo) ou 2) reaproveita uma ideia existente em um novo formato. Seja qual escolher, você precisará começar a coletar dados que agregarão valor ao seu público-alvo.

4. Decida o tipo de conteúdo

Com os dados em mãos, você poderá decidir melhor qual tipo de conteúdo deve criar. Tenha em mente seus objetivos iniciais e, se for o caso, crie objetivos individuais mais específicos para cada peça. 

Por exemplo, você pode compilar os dados em um infográfico exibido em seu site e, em seguida, escrever uma postagem no blog para acompanhá-lo, discutindo o infográfico com mais detalhes.

5. Crie o conteúdo

Garanta que você dedique a quantidade certa de tempo e recursos para criar os melhores conteúdos possíveis. Para uma estratégia bem sucedida, cada peça deve ser claramente criada de modo profissional. Por exemplo, artigos devem ser escritos por redatores e os designers devem ser responsáveis ​​pelos infográficos.

6. Distribua

A distribuição dos seus conteúdos é parte fundamental do processo. O trabalho não termina quando você clica em “publicar”, você precisa ter certeza de que gasta uma quantidade de tempo e esforço suficiente nesse processo. Por exemplo, pense em quem você deseja que leia seu conteúdo e considere onde esses membros do público provavelmente estarão.

7. Acompanhe o SEO

Mesmo que você tenha sido bem-sucedido em promover o seu conteúdo e ele tenha sido publicado em todos os canais definidos em sua estratégia, certifique-se de que as pessoas estejam referenciando corretamente o seu conteúdo para receber os créditos SEO por ele. 

Isso pode ser feito configurando os Alertas do Google que enviam um e-mail sempre que o título do seu blog é publicado ou sua empresa é mencionada.

< Leia também: Saiba como aplicar a Economia Digital no seu negócio />

Marketing digital e inbound marketing

Outro fator relevante de como fazer marketing de conteúdo é a relação do marketing digital e inbound marketing, este último tendo sido desenvolvido pelo Hubspot.

Diferentemente do outbound marketing, forma tradicional em que uma empresa inicia contato com clientes em potencial ou leads, a estratégia inbound marketing permite que você ofereça conteúdo para seus potenciais clientes de maneira automatizada e personalizada, atendendo as necessidades de cada um deles. Isso sim é incrível. Uma revolução que não poderíamos prever. E como toda revolução tem seu lado negativo.

A estratégia inbound marketing está acabando e acabará com diversas profissões. Mas, calma, não precisa se preocupar. O Inbound também está criando e criará muitos outros empregos. 

Temos diversos exemplos no Brasil de empresas que se adaptaram a essa realidade e estão criando novos empregos como a Resultados Digitais, uma empresa que fornece um sistema de automação de marketing, e a Samba Tech, uma empresa que fornece tecnologia para qualquer pessoa ou empresa que queira desenvolver vídeos.   

Agora que você já sabe porque o conteúdo é rei, dê um passo além na sua carreira! Conheça o MBA em Inovação e Transformação Digital da Faculdade XP e aproveite as novas oportunidades de negócio e empregos deste campo!

Como funciona Bluetooth? Aprenda agora!

Independente de quem você é, nós apostamos que você usa essa tecnologia no seu dia a dia. Mas vem cá: você sabe mesmo como funciona Bluetooth?

Caso você faça parte do seleto grupo de leitores que acredita que sabe tudo sobre Bluetooth, queremos te fazer uma pergunta: você sabia que o logotipo da tecnologia tem inspiração Viking? 

Te pegamos, né? Senta aí que você tem muito a aprender hoje!

Mas se você faz parte do grupo de pessoas que não sabe nem o que essa palavra significa, não se preocupe: nós iremos ensinar tudo que precisa saber sobre como funciona Bluetooth.

É só seguir a leitura!

Preparado para aprender muito? Vamos lá!

O que é o Bluetooth?

Em suma, o Bluetooth nada mais é que uma tecnologia que permite a comunicação por meio de ondas de rádio de curta distância.

Essa comunicação, da sua maneira, permite uma conexão doméstica e as transferências de dados que fazemos cotidianamente entre os mais diversos aparelhos eletrônicos.

E esses dados são bem variados, viu? 

Podem ser instruções — como um smartphone pedindo para lâmpadas inteligentes acenderem, artigos pequenos, como fotos, textos e vídeos, e aplicativos com banda larga ampla, como streaming de áudio de alta definição.

Origem Bluetooth

Para compreendermos como funciona Bluetooth, precisamos conhecer a sua origem. 

A primeira versão da tecnologia de rádio de curto alcance nasceu em 1989 pela empresa sueca Ericsson — você provavelmente já ouviu falar nesse nome. 

Naquele momento da história, a tecnologia sem fio disponível era unicamente o infravermelho, o que implicava que os dispositivos estivessem alinhados 100% do tempo. 

Já na década de 90, algumas empresas que estavam investindo no desenvolvimento de tecnologias semelhantes, se juntaram à Ericsson para criar o que viria a ser o que conhecemos por Bluetooth. 

Finalmente, no fim da década de 90, mais especificamente em 1998, o SIG (Bluetooth Special Interest Group) foi criado: uma organização internacional que além de desenvolver, regula e padroniza o Bluetooth no mundo todo. 

Algumas empresas que fazem parte são a Apple, Intel, Nokia e Microsoft.

Você sabe qual foi o primeiro dispositivo Bluetooth? Bom, foi um headset sem fio da Ericsson, lançado em 1999 na feira COMDEX.

E o nome “Bluetooth”, vem de onde? 

É muito comum ver pessoas tentando decifrar o que o nome quer dizer.

Talvez “dente azul”, que é a tradução literal da palavra em inglês? Mas não: essa inovação tecnológica foi batizada em homenagem a Harald Bluetooth, um rei dinamarquês do século X!

Você deve estar se perguntando o porquê de eles terem homenageado esse rei, não é?

Na verdade, o motivo foi simples: Harold uniu diversas tribos da Dinamarca e os criadores do Bluetooth queriam o mesmo de dispositivos que não eram conectados anteriormente. 

O que poucas pessoas sabem é que o nome Bluetooth era para ser temporário! 

O nome PAN (Personal Area Networking) era o futuro substituto, mas tinham várias outras marcas registradas com esse nome, então o nome não foi mudado. 

Outra curiosidade que envolve o Bluetooth é o seu logo: a junção das runas nórdicas Hagall e Berkanan, que nada mais são que as iniciais de Harald Bluetooth, o rei Viking homenageado. 

Veja na imagem abaixo:

Simbologia do Bluetooth
Você pode saber como funciona Bluetooth, mas será que conhecia a simbologia do logo?

Versões do Bluetooth

Durante a evolução do Bluetooth, a tecnologia ganhou algumas versões. 

Conheça elas abaixo: 

  • Versão 1.0: lançada em 1999, tinha velocidade máxima de 1 Mbps, cerca de 125 KB/s e alcançava 10 metros;
  • Versão 2.0: de 2005, tinha velocidade de 2,1 Mbps e alcance de 30 metros;
  • Versão 3.0: com ela foi introduzido o HS (Bluetooth High Speed), a velocidade aumentou para surpreendentes 24 Mbps, tudo isso em 2009;
  • Versão 4.0: aqui, a introdução feita foi a do Bluetooth Low Energy, ou BLE, o seu alcance máximo chegou até 100 metros e mesmo com a sua taxa de transmissão de 1 Mbps, o seu consumo era mínimo;
  • Versão 5.0: de 2016, ela trouxe melhorias no BLE, a velocidade subiu para 2 Mbps e o alcance máximo passou a ser de até 240 metros. Foi aqui que a opção de Dual Audio foi inserida também;
  • Versão 5.2: de 2019, trouxe a possibilidade de transmissão de áudio pelo BLE, ou seja, possibilitou a criação de fones de ouvido e caixas de som com maior duração de bateria e a criação de novos produtos smart para áudio.

<Leia também: Rede Mundial de Computadores: como evoluiu/>

Como funciona o Bluetooth?

Em suma, o Bluetooth funciona por meio de ondas curtas na frequência de rádio. Essas ondas, por sua vez, conectam um dispositivo a outro, excluindo a necessidade de uso de cabos. 

um dispositivo pode se conectar, via Bluetooth, a outros oito dispositivos simultaneamente!

Low Energy (LE), de baixo consumo e o clássico são os modos de operação da tecnologia. 

Enquanto no clássico se transmite dados pesados, o LE é usado para dispositivos que não exigem muita velocidade, mas precisam de um alto tempo de sincronização.

Diferença entre Bluetooth e Wi-Fi

Muitas pessoas associam o Bluetooth ao Wi-Fi cotidianamente e não estão erradas, as tecnologias são semelhantes, de fato. 

A diferença é que a conexão feita por meio do Wi-Fi é dez vezes mais rápida que o Bluetooth. 

Além disso, enquanto o primeiro tem taxa de transmissão de 250 Mbps e consome muita energia, o segundo tem taxa de 25 Mbps e consome menos energia.

<Leia também: Por que a tecnologia 5G vai revolucionar a internet no Brasil?/>

Como o Bluetooth revolucionou a tecnologia?

Como você já leu durante o artigo, o Bluetooth mudou a vida da sociedade. 

Quando falamos sobre revolução da tecnologia, estamos falando que, com o Bluetooth, surge a possibilidade de criação de diversos produtos sem fio, como fones de ouvido e smartphones. 

Além disso, é possível encontrar essa tecnologia em dispositivos de rastreamento e até mesmo aparelhos auditivos. 

O Bluetooth ajudou muito os mercados multibilionários de tecnologia, definitivamente!

Onde o Bluetooth está presente no dia a dia?

Devemos dizer: o Bluetooth está em todo lugar! 

Seguem alguns exemplos de aparelhos que usam essa tecnologia: 

  • Celulares;
  • Notebooks;
  • Fones de ouvido sem fio;
  • Mouses;
  • Caixas de som;
  • Impressoras;
  • Teclados;
  • Câmeras fotográficas;
  • Televisões;
  • Carros.

O que é possível fazer via Bluetooth?

Muitas coisas! Algumas delas, pouco conhecidas e que fogem do que vemos cotidianamente com a transmissão de arquivos são: 

  • Compartilhamento de conexão;
  • Conectar celular ao computador;
  • Conectar todo o seu setup: celular, notebook, impressora, teclado e mouse;
  • Controlar dispositivos de segurança.

Leia também: Realidade aumentada: como funciona e tendências/>

Como ativar e desativar o Bluetooth?

Tudo depende do dispositivo que você está usando. Nós iremos te mostrar alguns exemplos. 

Windows

  • Clique Iniciar;
  • Depois em Configurações;
  • Selecione Bluetooth;
  • Agora escolha: Bluetooth ativar ou desativar, conforme a sua necessidade. 

Smartphone iOS

  • Vá em configurações do sistema;
  • Selecione Bluetooth;
  • Use o ajuste “Bluetooth” para ativar ou desativar o recurso.

Lembrando que você também pode fazer isso pela central de controle do iOS: é só deslizar o dedo da tela e tocar sobre o ícone do Bluetooth para ativar ou desativar.

Smartphone Android

  • Vá em configurações do sistema;
  • Selecione Bluetooth para ativar ou desativar o recurso.

É importante ressaltar que, assim como no sistema iOS, no Android você também pode fazer o mesmo através da central de notificações do Android. O passo a passo é o mesmo do que fizemos acima para o iOS.

É seguro utilizar o Bluetooth?

Em suma, o Bluetooth é uma tecnologia relativamente segura. 

É óbvio que sempre há riscos de transmissão de arquivos pessoais via ondas de rádio, além de roubo de arquivos, conhecidos, inclusive, como bluesnarfing, porém, as últimas versões da tecnologia têm sanado falhas. 

Mesmo assim, a cibersegurança é o segredo.

Mantenha-se atento: é necessário a confirmação para que as conexões Bluetooth se estabeleçam, por isso, só aceite e confirme conexões com dispositivos que você julga seguros e de pessoas que você provavelmente conhece.

Como obter conhecimentos avançados na tecnologia Bluetooth?

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Profissional data-driven: o que você precisa saber para se dar bem no mercado

Dados, informação e conhecimento. O significado de cada um desses termos talvez seja uma das primeiras perguntas que os professores universitários de cursos de graduação em computação fazem para instigar os seus alunos que querem se tornar profissionais data driven.

Veja por que esses termos continuam cada vez mais em evidência no contexto corporativo. 

Os dados constituem a matéria-prima da informação e, no ambiente empresarial, representam  fatos, como o registro de uma venda ou de um funcionário admitido. 

Por sua vez, a informação é o dado tratado para que seja possível o entendimento humano, de forma que esse dado, após um processamento, adquira algum significado. 

Por último, o conhecimento vai além da informação, uma vez que possui um significado e uma aplicação. No mundo empresarial o conhecimento constitui um profundo saber, que a informação sozinha não é capaz de mostrar.

É justamente sobre esse saber que, no meio empresarial, surgiu o termo Data Driven Enterprise ou Empresa Orientada a Dados, juntamente ao agente que opera nessa lógica, o profissional data driven. 

Ser uma empresa orientada a dados significa cultivar em todo o ambiente organizacional a ideia de utilizar continuamente a análise profunda de dados antes de qualquer tomada de decisão. 

O objetivo, nesse caso, é alcançar um alto nível de uso dos dados e proporcionar informações consolidadas para que executivos e técnicos possam embasar suas decisões e, com isso, aumentar suas taxas de sucesso, gerando conhecimento sobre seus processos de negócio. 

Diversas áreas dessas organizações devem aproveitar e estão interessadas nessas informações, tais como data driven marketing, finanças, vendas, CRM e muitas outras.

Todas as inúmeras análises de dados que podem ser realizadas fazem com que uma empresa se diferencie perante os seus concorrentes e alcance a tão sonhada vantagem competitiva no mercado. 

Assim, se você quer saber tudo sobre empresa e profissional data driven, continue esta leitura. 

O que é data driven?

Uma das principais particularidades do que é data driven é a sua capacidade de coletar e analisar dados relevantes ao seu negócio, estejam eles armazenados interna ou externamente à organização. 

Essa maneira de trabalhar contribui para que as empresas mergulhem em seus processos visando entender o real funcionamento e atual condição do negócio. Por exemplo, o processo de vendas, a precificação de produtos e serviços, as novas tendências de mercados e as várias e constantes mudanças de comportamento de seus clientes.

Se tornar uma data driven não é algo que se alcance do dia para noite e essa mudança não pode acontecer apenas para atender um desejo isolado ou uma moda. É preciso que todos os colaboradores estejam engajados na ideia e em uma rígida política de acompanhamento e análise de dados, e não apenas o profissional data driven.

Características de uma empresa data driven

O uso de dados e análises nos fluxos de trabalhos diários deve ser compreendido e apoiado por toda a organização. 

Para as empresas iniciantes é necessário definir claramente quais serão as métricas ou indicadores utilizados para medir um determinado processo de negócio e quais serão os dados que irão “alimentar” esses indicadores.

Dentre as principais características e práticas de uma empresa orientada a dados, estão:

  • Valorizam o compartilhamento: acreditam que as empresas, e não os funcionários, detêm os dados necessários para impulsionar o crescimento. Acreditam que dados não devem ser acumulados, mas sim  utilizados;
  • Usam os dados ao máximo: os dados devem ser utilizados ao máximo pelo maior número de funcionários e setores possível;
  • Coletam continuamente: em uma empresa orientada a dados a coleta é uma atividade primária e contínua realizada por todos os setores (ou a grande maioria deles);
  • Recebem apoio da alta direção: para o sucesso da coleta e análise de dados é necessário o apoio e envolvimento da alta direção da empresa. É preciso que essas pessoas “abracem a ideia”.

Mas, onde estão esses dados que podem gerar as informações relevantes para tornar uma organização orientada a dados? É justamente para responder a essa questão que entra o profissional data driven, também chamado de profissional cientista de dados.

A maioria das empresas não sabe onde encontrar esses dados, mas sabe que precisa deles para embasar suas decisões e esse profissional irá conduzir o processo de transformação de uma empresa tradicional em uma data driven.

Como se tornar uma empresa data driven?

Quando uma organização decide se tornar orientada a dados e sai em busca de um profissional data driven para auxiliá-la nisso, ela não tem nenhuma ou quase nenhuma ideia de qual informação ela quer e nem de qual informação pode ser extraída de suas massas de dados. 

Os resultados alcançados (insights) dependem diretamente da criatividade desses profissionais que lidam com os dados. Infelizmente, não existe uma receita de bolo pronta, pois é preciso muita dedicação até que a organização use os dados com maturidade para embasar suas tomadas de decisões.

Não podemos deixar de destacar que para uma análise de dados eficaz é necessário que as empresas se preocupem com a sua solução de dados. Nesse sentido, algumas questões a serem consideradas são:

  • Como os dados serão armazenados: em seus domínios ou em nuvem
  • Sua estrutura de armazenamento está preparada para crescer em conjunto com o crescimento da organização; 
  • Qual é a melhor maneira de realizar o armazenamento, economicamente falando;
  • Podemos escalar nossa estrutura de armazenamento e de processamento; 
  • Nossos dados estão seguros? Nossa estrutura tem alta disponibilidade; 
  • Os resultados de nossas análises de dados são úteis e confiáveis. 

Essas perguntas destacam alguns pontos que nem sempre são pensados pelas organizações no momento em que ela parte para ser uma organização orientada a dados. 

Na maioria das vezes, se pensa no processamento, mas se esquece de que para um processamento ser eficaz é necessário, antes de tudo, que os dados a serem utilizados estejam prontos e armazenados da melhor maneira possível.

< Sugestão de leitura: conheça os 10 mitos da computação em nuvem />

Profissional data driven: entenda as 3 especialidades da área

No início, quando as empresas sentiram a necessidade de contar com um profissional data driven em sua equipe, acreditava-se que somente um perfil de colaborador seria suficiente para atender a toda a demanda. 

No entanto, encontrar um profissional especializado em todas as tecnologias da área de análise de dados é muito difícil.

Isso porque o tempo para o aprendizado e aprofundamento em todas as disciplinas é muito grande e, com isso, surgiu a necessidade de termos o Cientista de Dados especialista em algumas subáreas, conforme será explicado neste artigo.

Embora não exista uma separação oficial dessas subáreas, podemos sugerir aqui três divisões principais, que são: 

  • Engenheiro de Dados;
  • Cientista de Dados (Data Analytics);
  • Especialista em Aprendizado de Máquina (Machine Learning).

< Sugestão de leitura: Engenharia de dados ou Ciência de dados? Veja as diferenças e tendências />

Habilidades profissionais comuns às três especialidades


O principal ponto em comum entre as três subdivisões aqui sugeridas na carreira data driven – o profissional cientista de dados, o engenheiro de dados e o especialista em aprendizado de máquina – é a proatividade. 

Mas, claro que, além deste, há vários outros pontos comuns aos três especialistas, como:

  • Argumentação: essa habilidade é muito importante e utilizada pelos três profissionais, principalmente no momento de convencer os interessados sobre a relevância de determinado insight, pela escolha por uma determinada forma de armazenamento ou pelo uso de determinado recurso;
  • Comunicação e liderança: a comunicação se faz necessária, principalmente no momento de comunicar decisões e novos processos. A liderança tem papel fundamental no perfil profissional, uma vez que diversas áreas são envolvidas e é preciso centralizar as decisões;
  • Curiosidade: em análise de dados é preciso ir a fundo, investigar, perguntar e querer saber o real motivo dos acontecimentos. Sem curiosidade, nada disso é possível. É preciso chegar a um ponto de investigação que ninguém chegou e, por meio dos dados, encontrar a causa de determinada questão;
  • Interpretação e exposição de resultados: é necessário que o profissional consiga dar uma interpretação plausível para os resultados gerados. Essa interpretação é o conhecimento gerado após a análise.

    É preciso explicar em uma linguagem simples, sem termos técnicos, para as diversas áreas envolvidas no processo (técnicos e gestores), uma vez que esse público não é da área da Tecnologia da Informação e alguns termos podem descaracterizar o trabalho que foi realizado.

    Se essa interpretação não for bem transmitida, possivelmente os insights não serão úteis e poderão ser descartados.

Conhecimento técnico necessário às três especialidades

À medida que o tempo foi passando e as empresas foram conhecendo melhor as suas necessidades, observou-se que o campo técnico da ciência de dados é bastante amplo e variado. O conhecimento exigido e comum às três subáreas passa por diversas tecnologias em áreas distintas, tais como:

  • Bancos de dados relacionais e não relacionais: para gerar indicadores e encontrar insights, é necessário utilizar dados que já vinham sendo armazenados no ambiente corporativo há muito tempo;
  • Linguagens de programação diversas: para a implementação dos algoritmos que irão realizar as análises sobre os dados, é preciso utilizar linguagens de programação, como JAVA, Python, Scala, C++, R, etc.;
  • Coleta de dados da Web (Web Crawler): os dados para a geração de indicadores e insights não somente estão armazenados dentro das empresas. Muitos deles  estão no ambiente externo, como em redes sociais, blogs, sites de notícias e na própria Internet, como um todo. Diante disso é necessário a criação ou utilização de ferramentas que realizam a coleta de dados desses ambientes;
  • Aprendizado de Máquina (Machine Learning): ou seja, algoritmos programados especificamente para extrair uma determinada informação, como insights em dados, sem a necessidade de uma programação prévia, afinal a principal característica desses algoritmos é a capacidade de aprenderem com os próprios dados;
  • Data Mining: realizar o processo de minerar dados consiste em descobrir informações em grandes massas de dados (insights). É um processo fundamental para a análise de dados;
  • Computação em nuvem: o armazenamento em nuvem é uma realidade para grande parte das organizações, uma vez que ela permite a flexibilidade, disponibilidade e escalabilidade na contratação de serviços de hardware e software. Em algumas situações, a utilização desse serviço pode significar uma grande economia para as organizações;
  • Engenharia de software e UML: para a realização das análises dos dados, diversos produtos de software precisam ser construídos, adaptados ou adquiridos e, por isso, existe a necessidade de criação de um eficiente processo de software e a modelagem dos processos empresariais por meio da UML;
  • Preparação de Dados: conhecido também como Data Preparation, essa técnica tem objetivo de limpar, estruturar, realizar combinações com outros dados e deixar o dado pronto para a realização da análise. Um dos objetivos aqui é eliminar dados desnecessários e redundantes;
  • Frameworks para processamento paralelo e distribuído: grandes massas de dados exigem processamento diferente dos nossos métodos tradicionais. A distribuição e a paralelização são uma realidade e diversas teorias (frameworks) surgiram para facilitar o dia-a-dia do cientista de dados, fornecendo distribuição automática e tolerância à falhas.

Como se não bastassem todos esses requisitos tecnológicos, adicionalmente, é necessário uma equipe multidisciplinar para lidar com as diversas fontes de dados existentes. Serão necessários bons conhecimentos em outras áreas correlatas, além das esperadas Matemática e Estatística. 

Dependendo do tipo de análise a ser realizada, pode ser necessário envolver outros profissionais como Cientistas Sociais e Atuariais, Médicos, Advogados, Engenheiros, Biólogos, Contadores e muitos outros.

< Sugestão de leitura: Descubra como iniciar a sua carreira na Área de Dados />

Responsabilidades e competências dos profissionais especialistas em dados


Mesmo no início da popularização da computação nas empresas, tínhamos a ideia de um profissional único que seria responsável por todas as atividades que envolviam a tecnologia da informação. 

Antigamente o mesmo profissional que lidava com a infraestrutura de máquinas era o mesmo que lidava com a engenharia de software, com o armazenamento de dados, levantamento de requisitos de software, programação e testes.

Com o passar do tempo, na medida que os processos informatizados se tornaram comuns dentro das organizações, essa realidade foi mudando. 

Atualmente, temos diversas especializações dentro da Tecnologia da Informação (TI), como o Analista de Redes, o Engenheiro de Software, o Administrador de Banco de Dados, o Analista de Requisitos e de Sistemas, o Programador e o Analista de Testes. 

Essas especializações só foram possíveis devido ao aumento da demanda e à popularização do software dentro das organizações.

Na carreira de cientista de dados, a realidade trilha o mesmo caminho. Isso porque estamos sentindo a necessidade de especializar áreas do Big Data, em busca de melhores resultados.

Com isso, pudemos criar subáreas relacionadas ao trabalho do profissional data driven (já citadas nesse texto), as quais iremos detalhar abaixo. Vale dizer que cada uma delas possui as suas próprias competências e responsabilidades. No entanto, algumas se relacionam e são comuns a todas as subáreas.

O profissional de Ciência de Dados

O profissional de Ciência dos Dados é especializado em realizar análises de dados (data analytics). Caso as responsabilidades sejam bem definidas dentro de uma organização, esse profissional receberá os dados, já armazenados da maneira mais otimizada possível, para realizar o processamento.

Das três categorias de profissionais que estamos analisando, esse é o que possui o perfil mais investigativo, inovador e perspicaz, além de ser dotado de uma grande curiosidade e inquietação por explorar o desconhecido, levantar informações e, principalmente, gerar conhecimento para as organizações.

Uma das principais exigências para que o profissional seja um bom cientista de dados é que ele conheça a fundo o negócio da empresa em que está atuando, ou seja, conheça de maneira abrangente os processos empresariais. 

Essa é talvez uma das características mais difíceis e demoradas de se moldar nesse profissional, pois geralmente os processos empresariais são complexos e heterogêneos. 

Mesmo que duas organizações tenham o mesmo ramo de negócio, os seus processos terão diferenças. Assim, o tempo para o aprendizado deve ser considerado pela organização que deseja realizar análises de dados.

Como era antes?

Se olharmos pela ótica do perfil antigo e conservador do profissional de Ciência de Dados, a parte tecnológica é uma das mais extensas. Nessa visão, o profissional deveria ser um verdadeiro mestre jedi da computação, pois, toda a responsabilidade de modelagem de soluções de armazenamento recaiam sobre suas costas. 

Toda a parte de modelagem e execução da análise de dados, utilizando as mais diversas técnicas e ferramentas de processamento, também eram responsabilidade sua. 

Além disso, como se já não houvessem tarefas suficientes, esse profissional ainda era responsável por apresentar os resultados e ainda convencer os interessados (gestores e técnicos) sobre a importância dos resultados encontrados (insights).

Como é agora?

Porém, diante das novas divisões de responsabilidades e criação de novos perfis na área, o profissional data driven especializado em Ciência de Dados ficou responsável pela parte de processamento e análises dos dados. 

Com isso, ele não precisa mais se preocupar muito com a solução de armazenamento, pois isso é realizado por outro perfil profissional da área de dados. A responsabilidade do cientista de dados inicia a partir do processamento dos dados, passando pela análise de resultados e busca por insights, chegando até a apresentação dos resultados aos interessados.

O cientista de dados, na parte tecnológica, lida diretamente com modelos e ferramentas distribuídas para processamento de grandes massas de dados, tais como Hadoop, Spark, Hive, Pig, MapReduce, Flink, etc. 

Além disso, diversas linguagens de programação são utilizadas no seu dia a dia, tais como Java, Scala, R, Python, SQL e várias outras. 

Bancos de dados relacionais (Oracle, SQLServer, PostgreSQL, MySQL, etc.) e não relacionais (MongoDB, Cassandra, ElasticSearch, Neo4J, dentre outros) também são muito utilizados na combinação de dados durante a análise.

Por último, os insights devem ser valorizados e, por isso, devem ser utilizadas ferramentas que possam melhorar a visualização dos resultados, tais como Tableau, Infogram, ChartBlocks, Google Charts e outras. 

Dica para quem quer iniciar nessa especialidade

Uma das perguntas mais comuns entre estudantes e interessados no assunto é: antes de começarmos a atuar em uma organização, precisamos ter um nível de conhecimento profundo em todas essas tecnologias?

Poderíamos dizer que não teríamos tempo suficiente para aprofundar completamente em todas essas tecnologias, portanto o ideal talvez seria conhecer um pouco sobre cada uma delas, principalmente no que diz respeito ao melhor momento de utilização e seu funcionamento. Posteriormente, podemos nos aprofundar em algumas ferramentas específicas conforme necessário.

Habilidades e conhecimento técnico necessários ao cientista de dados.

O profissional de Engenharia de Dados

Sabemos que a engenharia é a ciência de adquirir e aplicar conhecimentos técnicos e científicos na criação, aperfeiçoamento e implementação de utilidades, promovendo soluções sob restrições organizacionais e financeiras. Esse conceito é utilizado nos diversos ramos da engenharia, seja ela de software, elétrica, civil, de produção, química, etc.).

Assim, a Engenharia de Dados é responsável por aplicar o conceito descrito acima para promover as mais diversas soluções de dados. Com isso, essa área é encarregada por criar, manter e evoluir toda a estrutura de armazenamento de uma organização.

Responsabilidades do engenheiro de dados

O engenheiro de dados é o responsável pela tarefa de planejar e preparar toda a infraestrutura e arquitetura de dados, que poderá, inclusive, ser utilizada para armazenamento e processamento. 

Essa estrutura deverá ser projetada para ser confiável, íntegra, segura e escalável, ou seja, suportar o futuro crescimento da demanda por armazenamento. 

Além disso, esse profissional deverá sempre estar atento às novas tecnologias e estruturas de armazenamento que surgem, com o objetivo de sempre propor as soluções mais viáveis e com melhor custo-benefício para a organização em que atua.

O engenheiro de dados é o responsável também por projetar, construir, integrar e manter dados de diversas fontes diferentes, tais como: banco de dados relacionais e não relacionais, dados não estruturados (e-mails, documentos PDF, memorandos e textos em geral) e coletas da Web (redes sociais, blogs, notícias, etc). O objetivo é organizar esses dados para consultas rápidas e complexas, otimizando o desempenho do ecossistema de dados de uma organização. 

Esse profissional estará apto a propor e implementar, de maneira otimizada, eficaz e racional, soluções completas para o armazenamento de dados de uma organização, utilizando as principais tecnologias e práticas disponíveis no mercado.

Atividades desempenhadas pelo engenheiro de dados

As atividades desempenhadas pelo engenheiro de dados englobam principalmente a já conhecida rotina de um DBA (administrador de banco de dados), porém acrescidas de muitas outras tarefas, tais como: manutenção de sistemas de banco de dados relacionais e não-relacionais, ETL (Extração, Transformação e Carga), soluções de Data-Warehouse e Datamart, modelagem de dados e armazenamento em nuvem. 

Além disso, diversas tecnologias fazem parte do dia a dia desse profissional, tais como: Oracle, MSSQL, MySQL, PostgreSQL, Neo4J, MongoDB, Cassandra, Sqoop, HDFS, Hive e muitas outras.

Atualmente existem muitas dúvidas acerca da atuação desse profissional, principalmente comparando-a à atuação do administrador de banco de dados. A visão sobre essa questão é que o engenheiro de dados caminha para ser a evolução de DBA, pois atualmente as empresas não desejam apenas armazenar e manipular dados estruturados, pelo contrário, é esperado muito mais que isso.  

Habilidades e conhecimento técnico necessários ao engenheiro de dados.

O profissional de Machine Learning

O perfil do especialista em aprendizado de máquina (machine learning) se assemelha muito ao do cientista de dados. Por isso, esse profissional não deixa de ser considerado também um cientista de dados. 

Acontece que a área de aprendizado de máquina vem experimentando um crescimento muito intenso e rápido, principalmente a partir do momento que começamos a ter acesso ao processamento em larga escala. 

Devido a esse fato, a área de atuação desse especialista concentra-se em algoritmos inteligentes, dada a importância, diversidade de aplicações e complexidade das técnicas de inteligência artificial.

O sucesso do trabalho do especialista em aprendizado de máquina está em extrair informações (insights) em dados sem a necessidade de uma programação prévia, pois a principal característica desses algoritmos é a capacidade de aprenderem com os próprios dados. 

Um dos grandes desafios para esse especialista é conseguir entender os vários modelos de aprendizado de máquina existentes atualmente e saber qual deles melhor se aplica à análise de dados que está sendo realizada em determinado momento.

Conhecimento técnico necessário

Na parte tecnológica, o profissional data driven especialista em aprendizado de Máquina lida com muitas das ferramentas utilizadas pelo cientista de dados padrão. 

Entretanto, a tendência aqui é por uma utilização mais aprimorada e avançada das ferramentas e algoritmos que envolvam inteligência artificial, como: 

  • Redes Neurais;
  • Regressão (linear e logística);
  • Métodos dos Mínimos Quadrados; 
  • Classificação; 
  • Agrupamento; 
  • Clusterização; 
  • Árvores de Decisão; 
  • Random Forest; 
  • Métodos Ensamble; 
  • KNN; 
  • K-Means; 
  • Máquinas de Vetores de Suporte; 
  • Processamento de Texto; 
  • Análise de Sentimento; 
  • Sistemas de Recomendação; 
  • Filtragem Colaborativa e muitos outros. 

Além disso, são utilizadas frameworks que já possuem diversos algoritmos de aprendizado de máquina implementados, tais como Mahout e Spark MLlib, TensorFlow, Caffe e Scikit.

A inteligência artificial, atualmente, é uma realidade e já temos diversos casos em que as técnicas de IA superaram o ser humano em algumas situações específicas. Um exemplo é o software AlphaGO, que venceu o melhor jogador de GO.

Habilidades e conhecimento técnico necessários ao especialista em aprendizado de máquina.

Quanto ganha um profissional de data science?

Para ter uma ideia de quanto ganha um profissional de data science,  trazemos  o dado do site estadunidense Glassdoor, que apresenta a média salarial em diferentes profissões ao redor do mundo. 

Segundo a plataforma, os salários na área de Ciência de Dados no Brasil giram entre R$ 4.000 a R$ 25.000 por mês. Este valor varia de acordo com aspectos, como: experiência do profissional, a empresa em que atua e a especialidade escolhida dentro da área. 

< Saiba mais neste guia completo: O que é Data Science? O que faz um profissional da área? />

Comparação com os outros perfis profissionais

Assim como outras áreas de TI, a Ciência dos Dados traz consigo diversos desafios. No momento, um dos principais é a definição de papéis específicos. Entretanto, essa questão começa a ser resolvida por meio da criação de novas especializações dentro da área, conforme apresentamos neste artigo.

O trabalho desses profissionais é lidar o tempo todo com inovação, e estão sempre sob pressão, mas se pensarmos a fundo, isso não foge muito das outras áreas da Tecnologia da Informação. 

É importante que as organizações estejam cientes que resultados mágicos e instantâneos não existem, principalmente no curto prazo. O que existe nesse caso é muito trabalho e dedicação, em melhorar as análises e buscar os melhores insights.

Os perfis dos três profissionais apresentados são extremamente qualificados e encontrar candidatos para essas vagas se tornou uma dor de cabeça para os gestores e recrutadores de RH, pois não temos no mercado um curso de graduação totalmente voltado para a área de Big Data. 

As universidades e faculdades estão ainda atualizando seus currículos, mas torna-se algo extremamente difícil formar esse profissional especializado, principalmente devido às constantes mudanças tecnológicas que estamos presenciando. 

A cada dia surge uma nova tecnologia para facilitar o trabalho do cientista ou do engenheiro de Dados e o ideal é que o interessado procure cursos de especialização, que contem com professores que atuem no mercado e instituições que mantenham os seus currículos sempre atualizados.

Conheça das disciplinas oferecidas pela Faculdade XP

A Faculdade XP é uma das principais instituições a oferecer cursos na área de Big Data. Com o bacharelado em Ciência de Dados,  você ingressa no mercado de trabalho com toda expertise que a área de Tecnologia demanda. Além disso, também aprende as habilidades necessárias para analisar, interpretar e reunir todas as informações que os dados oferecem e, assim, otimizar processos empresariais.

Já com o MBA em Ciência de Dados, você se especializa em construir aplicações que geram insights valiosos, a partir do processamento e análise de Big Data, preparando-se para assumir uma posição valorizada e muito procurada pelo mercado.

O MBA em Engenharia de Dados ensina você a conduzir soluções integradas de coleta e preparação de dados. Por meio de arquiteturas escaláveis e robustas, você garante a qualidade e confiabilidade dos dados.

Já o MBA em Machine Learning irá prepará-lo e muni-lo com as ferramentas necessárias para solucionar problemas por meio do aprendizado de máquina. Você será capaz de avaliar cenários, definir as melhores técnicas a serem utilizadas e se tornar um profissional disputado no mercado.

Qual a importância do profissional data driven?
Conclusão

Executivos de diversas organizações já perceberam a importância da tomada de decisão orientada à dados. Vivemos uma mudança no formato das decisões nas organizações. Não é mais aceitável que os gestores se baseiem apenas na intuição ou na sorte. 

Atualmente, é exigido que tudo seja fundamentado em informações consolidadas, provenientes, na maioria das vezes, de uma grande massa de dados. Processar toda essa quantidade de dados e transformá-los em informação útil é o árduo trabalho de novos profissionais que são os engenheiros e os cientistas de dados.

Diante das inúmeras atribuições e diversas tecnologias pelas quais esses profissionais são responsáveis, justifica-se a quebra dessas responsabilidades em subáreas específicas e a formação de profissionais extremamente especializados em cada uma delas. 

Como vimos, enquanto o engenheiro de dados é responsável por toda a modelagem e solução de armazenagem, o cientista de dados, especialista em data analytics, é responsável pelo processamento de Big Data de maneira geral. Já o especialista em aprendizado de máquina tem o seu foco especificamente voltado para os algoritmos que envolvem inteligência artificial. 

É preciso estar preparado para atender cada um desses perfis profissionais com cursos específicos e elaborados em linha com a necessidade do mercado.

Se você quer se tornar um profissional data driven, aproveite os cursos altamente qualificados oferecidos pela Faculdade XP nessa área. 

Você pode fazer o bacharelado em Ciência de Dados, e se especializar com MBAs em Data Analytics, Engenharia de Dados e Machine Learning. O que está esperando? Não perca tempo! Matricule-se e inicie sua atuação na promissora área de Tecnologia.

O que é servidor, como funciona e qual a sua importância?

Dentro da área de programação existem diversos termos técnicos e funções que precisam de um conhecimento profundo para atuar da melhor maneira e com resultados eficazes. Um deles é o servidor

A maioria das pessoas, até as de fora do mundo da tecnologia, já se depararam ou ouviram falar desse termo. Mas por que ele é tão frequente no cotidiano? O que ele faz e qual a sua importância?

Neste artigo você vai entender o que ele significa, para que serve e demais detalhes que fazem dessa técnica tão essencial e popular para atuação das marcas no mercado de trabalho. Continue a leitura e descubra!

O que é servidor?

É uma espécie de computador que engloba um ou mais processadores potentes. Seu objetivo é operar como qualquer outra máquina o processamento de dados, informações e demais soluções solicitadas por um usuário, e transferir esses resultados para diferentes computadores.

Dentro dele você encontra os bancos de memórias para armazenar as informações, todas as portas de comunicações, os softwares ou qualquer outra função e equipamento que executa uma ação no computador. 

Outra característica é que ele pode ser tanto físico quanto virtual, desde que estejam instalados. Assim, eles são capazes de executar aplicações e serviços dentro de uma rede LAN ou WAN.

Para que serve?

Primeiramente, sem um servidor nenhum trabalho com computador ou online funciona, pois ele está presente em cada tipo de dispositivo, seja ele desktop ou móvel.

Ele surgiu com a necessidade de computadores de rede para usos específicos, principalmente quando se fala de serviços de forma centralizada. Logo, ele atua como um único computador trazendo mais desempenho para execução de determinadas tarefas. 

Por exemplo, você trabalha numa empresa e precisa compartilhar informações e documentos entre todos os funcionários. A equipe de TI usa de um servidor próprio da empresa, ou adaptado, para que todos possam fazer as mesmas coisas como se fosse um único computador.

Como funciona?

Ele funciona através de conexões consolidadas e criadas pelo programadores, com algumas definições específicas para os usuários, seja por hibernação ou não. Tudo é realizado para ter o melhor desempenho de rede e desktop.

Assim, sua principal função é receber solicitações de máquinas clientes, pesquisar os dados necessários e devolver os resultados. 

Além disso, se for um servidor de banco de dados, ele gerencia os serviços de segurança de recuperação do sistema, bem como impõe as restrições especificadas, controla e gerencia todos os clientes que estão conectados a ele.

Alguns exemplos de uso de servidores podem ser para:

  • hospedagem de internet em computadores;
  • serviços de e-mail entre colaboradores;
  • armazenamento de arquivo local;
  • fornecimento de aplicações ERP para a organização;
  • serviço de bancos de dados de uma empresa;
  • sistemas de pagamentos;
  • aplicações de telefonia.

Tipos de servidores existentes

Fonte: Freepik

Dentro dessa gama de execução de servidores, existem diversas tipologias para se usar dentro de uma empresa

Confira abaixo as principais e suas funções:

Servidor de e-mail

O mais comum do mercado. É o responsável por hospedar e armazenar milhares de informações em forma de e-mails, fazendo com que nenhum e-mail consiga ser enviado ou recebido sem ele.

Servidor na nuvem

Tornou-se mais popular nos últimos anos, pois permite que diferentes tarefas possam ser executadas e armazenadas de forma remota, sem a necessidade de ter um servidor dentro da empresa que o utilizará.

É um avanço tecnológico significativo.

Servidor web

Esse está relacionado a hospedagem de sites, ou seja, uma pessoa solicita um serviço para hospedar seu site, evitando uma confecção própria ou infringimento de direitos autorais. 

Por exemplo, se você está lendo este artigo, seja em qual for o dispositivo, é devido um servidor web.

Servidor de banco de dados

Como o próprio nome já diz, é o que cuida dos bancos de dados para melhorar o desempenho do processamento e transferência entre redes.

Servidor proxy

São os responsáveis por aumentar a eficiência e a segurança dos acessos à internet por usuários comuns. Assim, eles funcionam como filtros que intermediam as requisições dos clientes e o recebimento dessas informações.

Funciona assim: se você faz uma requisição na web, o servidor proxy que a recebe se comunica com a internet e retorna para você com a informação que necessita.

Servidor de aplicativo

São aqueles que executam todos os aplicativos que você utiliza. Logo, esses servidores armazenam as informações e executam as requisições dos usuários, tornando possível que as aplicações desempenhem suas funções.

Servidor FTP

Normalmente são importantes porque permitem que arquivos sejam transferidos, através de download e upload, principalmente em ambientes cloud. Com ele o ambiente fica bem mais seguro, já que utiliza a conexão via protocolo de transferência (File Transfer Protocol).

Afinal, por que um servidor é importante?

Portanto, um servidor é uma técnica essencial para qualquer organização operar com tecnologia, seja para qual for o tipo de estratégia. 

Com tantas características e disposições, são muitas as vantagens desse serviço. Confira algumas:

  • Possui custos de licenciamento de software reduzidos;
  • Tem despesas com infraestrutura também reduzidas;
  • Aumenta a segurança interna;
  • Tem portabilidade e facilidade na migração de ambientes;
  • Possibilidade de centralização da manutenção e da administração de hardware;
  • Compatibilidade total com diferentes aplicações.

Logo, quem deseja ingressar no mercado de tecnologia como desenvolvedores web e programadores, um dos mais básicos conhecimentos necessários é sobre servidores e suas utilidades mais comuns.

Você quer desenvolver todas as suas habilidades em tecnologia e tornar-se um profissional completo? Confira nossa trilha de especialização em arquitetura de softwares e soluções. Por um preço acessível, você tem o essencial para construir uma carreira de sucesso.

Quanto rende 1 milhão na poupança? Descubra se vale a pena

Imagine que você tem milhões de reais na conta. Saber quanto rende 1 milhão na poupança seria importantíssimo, não é? 

E se nós dissermos que, no cenário real e atual que vivemos, mesmo sem toda essa grana, saber quanto rende R$ 1 milhão na poupança te ajudará muito nas suas escolhas financeiras? Pois é! 

Com a taxa básica de juros brasileira está a 12,75% ao ano e a inflação que está nas alturas, outras opções de investimento são mais atrativas e garantem melhor retorno financeiro. 

No entanto, investir na poupança ainda está nas graças dos brasileiros, independente da classe social. 

Dessa forma, você está preparado para entender mais sobre investimentos, rendimentos e, claro, saber quanto rende 1 milhão na poupança? 

Vamos lá!

Quanto rende 1 milhão na poupança?

Caso você aplique 1 milhão de reais na caderneta de poupança hoje, e só resgate daqui há um ano, o rendimento será de R$ 61.700,00.

Por que isso? Você deve estar se perguntando. Bom, tudo depende do rendimento da poupança. 

Hoje ele é de 6,7% ao ano, 0,5% ao mês ou 0,022% ao dia, somando, também, a taxa referencial.

Veja mais dados relacionados ao rendimento da poupança na tabela abaixo:

DescriçãoRendimento
Rendimento da poupança hoje 6,17% (sem TR)
Rendimento mensal(setembro 2022)0,68%
Rendimento acumulado(últimos 12 meses)7,12%
Rendimento acumulado(ano de 2022) 5,75%
Quanto rende um milhão na poupança? Tabela de taxas de rendimento da poupança.

Já citamos que um investimento de R$ 1 milhão renderia R$ 61.700,00. 

Destrinchando os resultados desse investimento, encontramos cerca de R$ 5.000,00 ao mês e aproximadamente R$ 220,00 ao dia. 

Quer ver outras simulações? 

Dessa forma, outras aplicações são:

  • Rendimento da poupança em 1 ano: R$ 1.061.700,00;
  • Juros da poupança somados a aplicação em 2 anos: R$ 1.127.206,89;
  • 3 anos de aplicação na poupança: R$ 1.196.755,55;
  • 4 anos de aplicação: R$ 1.270.595,37;
  • Rendimento da poupança em 5 anos: R$ 1.348.991,10.

Para leigos no mercado financeiro e nos investimentos, esses números parecem bastante atrativos. 

Mas se você já é um estudioso quando falamos em aplicação de dinheiro, sabe que tem melhores opções. 

A título de comparação, a Nuconta e a PagBank oferecem 174% da poupança. E, mesmo com a cobrança de Imposto de Renda e o IOF, ainda são mais vantajosas. 

Assim, aplicarmos R$ 1 milhão por um ano nessas contas, os ganhos serão de cerca de R$ 116.500,00 bruto, com o CDI atual. Enquanto a poupança gera apenas R$ 61.700,00, uma diferença de quase R$ 50 mil. Alto valor, não é? 

Homem calcula quanto rende 1 milhão na poupança
Aprender a calcular quanto rende 1 milhão na poupança é importante para qualquer investidor.

Agora você já sabe quanto rende 1 milhão na poupança. Assim, quer aprender como calcular o investimento? Então, vamos lá!

Como calcular o investimento de 1 milhão na poupança?

Como você bem sabe, tudo tem regras. Dessa forma, com as poupanças, não seria diferente. 

As regras da poupança são dois pontos importantíssimos focados em cenários diferentes, são eles: 

1. Taxa Selic acima de 8,5% ao ano

Quando a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira, estiver acima de 8,5% ao ano, a poupança renderá ao mês 0,5% + a Taxa Referencial, que nada mais é que um indicador calculado pelo Banco Central. Ela é usada para corrigir investimentos. 

2. Taxa Selic abaixo de 8,5% ao ano

Divergindo do cenário anterior, caso a taxa Selic esteja abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança muda: agora ele será 70% da própria Selic mais a Taxa Referencial. 

A Taxa Selic, por sua vez, conforme reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) em agosto de 2022, está acima de 8,5%: o valor, até então, é de 13,75%.

Além disso, usar um simulador de rendimento de poupança pode te ajudar muito (e vai) a ter esses cálculos em mãos mais rápido.

Vale a pena investir 1 milhão na poupança?

A resposta é simples: depende

Depende do seu perfil de investidor, se você é conservador ou se prefere correr mais riscos. 

O que podemos afirmar é que, de fato, existem melhores opções, muito mais rentáveis, inclusive, como já mostramos no decorrer do texto, que a poupança. 

Em suma, escolha é sua! 

Mas, para isso, vamos te mostrar um pouco mais de informações para te ajudar na formação de opinião. 

Portanto, é só seguir lendo! 

Inflação e rentabilidade

Quando falamos de investimentos deste tipo, precisamos falar de inflação na poupança. 

A inflação, em sua maneira, representa o aumento dos preços de serviços e bens, além de implicar na diminuição do poder de compra e ser medida pelos índices de preços. 

Portanto, se os ganhos na poupança são menores do que os valores aumentados dos preços pela inflação, o brasileiro que investiu está perdendo o seu poder de compra.

Assim, entramos no conceito de rentabilidade real.

Um exemplo claro é que, em 2020, a rentabilidade nominal foi menor que a inflação, causando, por sua maneira, um retorno real negativo da aplicação, de -2,41%, que foi agravado em 2021.

Em suma, funciona assim: se você investiu um milhão na poupança e precisou tirar uma quantia x para pagar as contas do mês, no mês seguinte você precisará pegar aquela mesma quantidade e ainda mais um pouco para pagar as mesmas contas. 

Ou seja, você começará a corroer o seu patrimônio e a inflação continuará a subir.

Vantagens e desvantagens da poupança

Tudo que tem o seu lado bom, tem o seu lado ruim. 

Dessa forma, hoje, iremos conhecer as duas faces da moeda das poupanças. 

Vantagens

  • Facilidade de aplicação; 
  • Rapidez no resgate, ou seja, você consegue ter o dinheiro quando precisar;
  • Segurança, pois as poupanças são resguardadas pelo FGC — Fundo Garantidor de Crédito; 
  • Isenção de Imposto de Renda para rendimentos anuais até R$ 40.000,00;
  • Isenção de IOF — Imposto sobre Operações Financeiras.

Desvantagens

Do lado não vantajoso, encontramos:

  • Baixa rentabilidade;
  • Não serve para pessoa jurídica;
  • Juros da poupança só contabiliza por aniversário; 
  • Resultado a longo prazo;
  • É incompatível com a inflação.

Outras formas de investir 1 milhão de reais

Pensou bem e quer investir o seu milhão em aplicações que pagam mais que a poupança? Então você está no lugar certo. Vamos lá! 

Algumas carteiras e bancos digitais estão oferecendo rendimento superior ao que a poupança paga aos seus investidores. São eles: 

  • Nuconta;
  • Conta digital PagBank;
  • Conta digital Banco Pan.

É importante ressaltar que eles tem conta gratuita, ok?

Ademais, destrinchando a conta Nubank, por exemplo, ela tem um rendimento de 100% do CDI, o que garante uma rentabilidade próxima da taxa Selic! 

Legal, não é?

Além disso, o Nubank tem um novo modelo de rendimento que na prática funciona assim: o rendimento que antes era automático, agora cai apenas no 31º dia do depósito.

<Leia também: 4 melhores investimentos para uma renda mensal/>

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