Início Site Página 113

Descubra quanto rende o Tesouro IPCA e como investir nele!

Investimentos no Tesouro Direto são tidos como os mais seguros do país, por conta do emissor do título ser o próprio Governo Federal, evitando risco de quebra e crédito, entre muitos outros.

Entre as opções disponíveis, temos o Tesouro IPCA, que apresenta valorização híbrida, composta por taxa pré-fixada e outra pós-fixada, atrelada ao índice IPCA. Ou seja, com base na inflação do país. Por conta dessa remuneração combinada, muitos ficam na dúvida sobre quanto rende o Tesouro IPCA.

Ao longo desse post, vamos buscar responder essa questão para que você não hesite na hora de selecionar seus investimentos, apontando tudo sobre o rendimento, funcionamento padrão da modalidade e comparando seu desempenho com outro título muito interessante, o Tesouro Selic.

Gostou da ideia? Então leia até o final!

O que é e quanto rende o Tesouro IPCA?

Antes de falarmos sobre quanto rende o Tesouro IPCA, é importante entender o que se trata esse tipo de investimento. Conhecido também como NTN-B, este é um título de renda fixa indexado junto ao índice anual da inflação, o IPCA. 

>>> Saiba mais em: IPCA: como é calculado e para que serve?

Além do indexador, ele também apresenta uma taxa fixa definida de acordo com o momento da compra e o vencimento previsto. Conforme explicamos no início, isso transforma o Tesouro IPCA em um investimento de rendimento híbrido, tanto pré quanto pós-fixado.

Da maneira que esse título funciona, no momento da sua aquisição o investidor tem acesso a uma tabela de opções com as taxas pré-fixadas e o vencimento, da seguinte forma:

Tesouro IPCA Data de Vencimento Taxa de Rendimento (%a.a.)
Tesouro IPCA+ 2026 15/08/2026 IPCA +5,14
Tesouro IPCA+ 2035 15/05/2035 IPCA +5,26
Tesouro IPCA+ 2045 15/05/2045 IPCA +5,26
Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2030 15/08/2030 IPCA +5,20
Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2040 15/08/2040 IPCA+5,26
Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2055 15/05/2055 IPCA +5,34

 

Como podemos ver na tabela, há dois tipos de título no Tesouro IPCA, o principal, com pagamento do rendimento somente no vencimento, e o com juros semestrais, que faz o pagamento periódico de rendimentos.

Quem investe no Tesouro IPCA

O Tesouro IPCA é tido como um investimento de longo prazo, altamente seguro e adequado para perfis de investidores mais conservadores ou moderados. Ideal para momentos quando há expectativa de alta da inflação, ele garante a recompensa sobre o valor aplicado, especialmente honrando o vencimento.

O NTN-B principal é uma opção muito utilizada para aqueles que desejam criar uma espécie de aposentadoria, já que a valorização acima da inflação é garantida e pode ser selecionada pelo ano do vencimento.

Já a opção com juros semestrais pode servir como renda passiva, considerando que o pagamento semestral antecipa o quanto rende o Tesouro IPCA para o investidor que escolhe esse formato de remuneração.

No entanto, vale destacar que há cobrança de Imposto de Renda, com alíquota definida a partir da tabela regressiva por tempo de investimento:

  • até 180 dias: 22,5%;
  • de 181 a 360 dias: 20%;
  • de 361 a 720 dias: 17,5%;
  • acima de 720 dias: 15%.

O imposto é descontado diretamente do rendimento no momento do resgate, ou seja, é feito na fonte. Há também a ocorrência de taxa de custódia da B3, que fica em torno de 0,25% ao ano e pode ser reajustada periodicamente. Por fim, o resgate em menos de 30 dias estará sujeito à cobrança do IOF.

Como investir no Tesouro IPCA?

Conhecendo as formas de se investir e, principalmente, quanto rende o Tesouro IPCA, só nos resta entender como investir no Tesouro IPCA e quando optar por esse tipo de título.

Em primeiro lugar, é recomendado procurar uma corretora de investimentos confiável, que servirá como plataforma de acesso ao Tesouro IPCA, permitirá a consulta do rendimento projetado e dará maior segurança para o processo como um todo.

A partir daí, vale entender qual o objetivo do investimento antes de escolher qual o título. A rentabilidade acima da inflação, conforme mencionado, é muito atraente como alternativa à previdência privada, ou seja, pode servir de aposentadoria.

No modelo com juros semestrais, temos a chance de aproveitar o rendimento do Tesouro IPCA como forma de manter a entrada de dinheiro. É interessante quando o investidor pretende reaplicar o valor resgatado, tem necessidade sobre esse capital ou pretende acumular alguma reserva.

Por isso, confira o que a especialista em investimentos, Clara Sodré, oferece de dicas para você investir de acordo com os seus objetivos:

Por fim, podemos indicar que para o perfil de investidor mais arrojado, o Tesouro IPCA pode ser uma oportunidade de obter bons rendimentos.

Para isso, a gestão ativa dos investimentos é essencial. Ao acompanhar projeções de alta ou queda na inflação, é possível identificar momentos adequados para compra ou resgate antecipado com ótima valorização.

O cuidado aqui está em relação ao risco de perda com base no vencimento, já que o valor é corrigido ao indexador no momento do resgate.

Qual é melhor: Tesouro IPCA x Tesouro Selic?

No Tesouro Direto, as duas principais modalidades de investimento são os títulos atrelados ao IPCA e os indexados com base na Selic, a nossa taxa básica de juros.

Quando a inflação está alta, a taxa de juros tende a subir, para frear o consumo e controlar o IPCA. Já em momentos em que a inflação está controlada e o Governo tem interesse em estimular o consumo, a taxa de juros cai para facilitar o acesso ao crédito.

Quer saber mais sobre como a economia afeta os seus investimentos? Conheça o curso “Cenários e Investimentos: macroeconomia para Investidores” da Faculdade XP School!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

Com isso podemos entender que há certa volatilidade e correlação entre ambos os indexadores. Mas então qual é melhor, Tesouro IPCA ou Tesouro Selic? A resposta é, como costuma ser no ramo dos investimentos, depende.

Antes de mais nada, observe a tabela com as projeções de ambos os investimentos, fornecida pela calculadora de investimentos do Tesouro Direto:

projeção de rendimentos tesouso ipca x tesouro selic

Os prazos de vencimento da Selic costumam ser menores que os do IPCA, mas ambos são investimentos de longo prazo. Além disso, a taxa de juros geralmente acompanha a economia do país, sendo mais previsível e controlada ao longo do tempo.

Mesmo assim, cada uma delas serve o seu propósito e a vantagem para um lado ou outro depende do perfil e objetivo na hora de investir.

Para resgate seguro a qualquer momento, o Tesouro Selic tem menor risco de desvalorização, porém, honrando o vencimento, o Tesouro IPCA se mantém protegido da inflação.

De modo geral, a combinação de ambos pode ser a melhor ideia. Diversificar é sempre uma forma mais segura e rentável para se investir, o que fica evidente nesse caso.

Aplicando ao mesmo tempo no Tesouro Selic e Tesouro IPCA, o investidor tem acesso a menor volatilidade e alta liquidez da primeira opção, enquanto aguarda a data de vencimento para ter a valorização completa na segunda alternativa.

Entendeu quanto rende o Tesouro IPCA e as suas vantagens?

E então, pronto para montar sua carteira de investimentos e contar com o Tesouro IPCA para obter ótimos rendimentos? Não se esqueça de que estudar o mercado é essencial para assegurar os seus resultados.

Na Faculdade XP School, escola da XP Inc, temos uma grande variedade de cursos, que vão desde educação financeira básica até a escola de investimentos, desenvolvida por quem entende do assunto para capacitar e democratizar essa prática.

Não sabe por onde começar sua jornada de aprendizado? Acesso o Trilha Faculdade XP e descubra o caminho ideal para o seu perfil!

Saiba tudo sobre Fiagro: o Fundo de Investimento do Agronegócio

Considerado um dos maiores setores da economia brasileira, a agricultura representa uma enorme fatia do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Justamente por isso, é um setor extremamente estratégico para a economia nacional. E o Fiagro foi criado para tornar o setor ainda mais atrativo para os investidores. 

Essa modalidade de investimento foi pensada para qualquer pessoa física que tenha interesse em aplicar no agronegócio. A ideia é democratizar o acesso à aplicação em um dos setores que mais cresce no Brasil. Para ajudar a entender mais sobre esse tipo de investimento, separamos neste texto as principais informações que você precisa saber. 

O que é Fiagro?

O Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) foi criado em 2021 com a intenção de popularizar a aplicação no agronegócio brasileiro. A ideia é que pequenos investidores consigam participar do crescimento de um dos nichos que mais gera riqueza para o país. Na prática, ele é muito parecido com um fundo de investimento. Porém, ele foi aprimorado para deixar a modalidade ainda mais atrativa. 

Além disso, o Fiagro fundo é uma forma de estimular ainda mais a captação de recursos financeiros para a agropecuária. Afinal, a maioria dos aportes sempre acontece por meio de investidores institucionais, ou seja, bancos, seguradoras, fundos diversos, entre outros. A finalidade é ajudar pequenos produtores com o financiamento de projetos que envolvem diversos tipos de investimento, como maquinários, compra de terrenos, contratação de mão de obra e demais serviços relacionados.

>>> Seus investimentos dependem da sua consistência nas metas, no plano, objetivo e por aí vai… Mas você coloca tudo em prática? Na série “Investimento às Claras”, a especialista em finanças da Faculdade XP, Clara Sodré, explica os 5 passos para ser um investidor bem-sucedido. Assista no vídeo abaixo e leve as lições para a sua jornada. Confira:

Qual a importância desse fundo para a economia?

O fundo de investimento do agronegócio foi criado pelo Governo com a ideia de estimular ainda mais o crescimento do setor. Isso é extremamente importante para a economia brasileira, pois esse crédito pode ter um efeito de longo prazo na criação de renda e de riqueza do país. 

Um dos maiores produtores de grãos do mundo, o Brasil é também o segundo maior exportador global nesse mercado. Seu market share, ou seja, a fatia que possui de tudo que é comercializado nesse segmento é de 19%. Isso apenas confirma a importância que o setor tem para a economia brasileira. 

Com tudo isso em jogo, o Fiagro representa um reforço importantíssimo para o setor do agronegócio. É a possibilidade de novas formas de investimento para pequenos e médios empresários, aumentando as opções de crédito disponíveis atualmente. 

Como funciona o Fiagro?

A ideia principal é que o Fiagro funcione como um Fundo de Investimento Imobiliário (FIIs). O investidor pode comprar cotas específicas, que variam de acordo com o fundo. Elas são negociadas em um mercado regulado, como a Bolsa de Valores, e podem ser adquiridas por meio das corretoras.  

Uma das principais vantagens é que você consegue diversificar as aplicações, focando em diferentes frentes dentro do agronegócio, desde grãos até propriedades rurais. É uma forma de investir nesses ativos sem necessariamente ser dono de um espaço como, por exemplo, fazendas. 

Se você está pensando em investir no Fiagro, precisa ficar atento a alguns pontos importantes. Um deles é sobre os rendimentos distribuídos pelos fundos. O Imposto de Renda (IRPF) é de 15% sobre o lucro. Dependendo dos resultados e das suas aplicações, isso pode impactar diretamente no rendimento. 

>>> O Fiagro é uma forma de diversificar os seus investimentos. E se você quer aprender ainda mais sobre isso, a Faculdade XP pode ajudar. Com o curso Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco você terá um conteúdo completo para tomar suas decisões de forma mais assertiva. Tenha autonomia para gerenciar uma carteira de investimentos ou dialogar com seu assessor com mais segurança. Clique na imagem abaixo e faça já a sua inscrição:

Campanha de um combo de cursos online sobre "Diversificar Carteira de Investimentos" da Faculdade XP School.

Tipos de Fiagros

Existem três tipos de Fiagros disponíveis atualmente. Todos eles possuem vantagens e desvantagens. Para ajudar a entender as diferenças, separamos a seguir as principais diferenças entre as categorias. Com isso, você poderá ter mais segurança na hora de escolher aquele que mais combina com o seu perfil de investidor

  • Direitos Creditórios (Fiagro-FIDC) 

O FIDC é a sigla para Fundo de Investimento em Direitos Creditórios. O principal objetivo dessa categoria é ajudar o agronegócio no fluxo de caixa. Isso porque há períodos em que os donos dos empreendimentos não terão dinheiro para financiar suas produções (como no caso da entressafra). Com isso, precisam dos FIDC para ter recursos, uma vez que eles possuem juros mais acessíveis.

  • Imobiliários (Fiagro-FII) 

Muito parecida com os Fundos Imobiliários, essa categoria possibilita que o investidor rentabilize por meio da valorização de um terreno agrícola. Essa modalidade é uma forma mais acessível de investir no segmento, pois você passa a ser sócio de parte de um lote, sem precisar comprá-lo na sua totalidade. 

  • Participações (Fiagro-FIP)

Assim como um Fundo de Investimento tradicional, o FIP é um Fundo de Investimento em Participações. Na prática, ele possibilita que o investidor tenha participação em uma empresa do segmento agrícola. Muitas vezes, uma pessoa deseja iniciar nesse ramo, mas não tem capital suficiente para abrir uma empresa. Aqui, a oportunidade é de participar de uma companhia já estruturada.

Qual a rentabilidade desse fundo?

Assim como quase todo tipo de investimento, não há como prever uma rentabilidade fixa. Há muitas coisas que podem fazer com que o resultado de um Fiagro tenha grandes variações. Porém, entre as categorias apresentadas anteriormente, a que tem menos volatilidade é a FIDC, pois trata-se de direitos creditórios que incidem juros.

Já com relação a outras categorias do Fiagro, FII e FIP, as variações podem ser maiores. Isso porque muitos desses fundos são atrelados a terras arrendadas ou períodos específicos de safra, o que pode acarretar na concentração de lucros em meses distintos. 

Por que investir nesse fundo?

Uma das principais vantagens de investir nesses fundos é que eles são atrelados ao agronegócio. Essa é uma grande oportunidade, pois o segmento tem crescido consistentemente todos os anos. Esse nicho é responsável, por exemplo, por mais de 20% do PIB brasileiro. Com a retomada das atividades pós-pandemia da Covid-19, o setor pode voltar a crescer significativamente. 

Apesar de ter um risco maior, esse tipo de aplicação pode ser uma alternativa à renda fixa. Embora seja um tipo de investimento recente, sem histórico de ganhos, é uma excelente oportunidade para surfar no bom momento vivido pela agro indústria no Brasil. Vale ressaltar que muitos investidores estrangeiros enxergam o Brasil como uma das principais referências neste segmento em todo o mundo.  

Quais são os riscos do Fiagro?

De acordo com um estudo feito pela XP Inc, um dos principais riscos é o de crédito. Ele está atrelado à eventual falta de capacidade do gestor em honrar os compromissos contratuais com os principais fornecedores.  

Outro fator apontado pelo estudo como risco é o da concentração de recursos, ou seja, investir em poucos ou em um único ativo, expondo-se a poucos locatários. 

Por fim, não se pode descartar os riscos climáticos e de mercado. O primeiro pode afetar diretamente as safras, acarretando num lucro menor do que o previsto – ou até mesmo em prejuízo. Já o segundo está associado a condições macroeconômicas, como inflação, câmbio, juros, entre outros. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre Fiagro, que tal investir em mais conhecimento? Aprenda a avaliar empresas e descobrir o seu valor real com este curso imperdível da Faculdade XP. Domine a avaliação de indicadores para alavancar a gestão das suas ações. Faça já a sua inscrição em Valuation: Avaliação de Empresas e Ações

Campanha de um curso online sobre "Valuation: Avaliação de Empresas e Ações" da Faculdade XP School.

4 tipos de planilha de gastos pessoais para você criar a sua

Cuidar da vida financeira nem sempre é uma tarefa fácil, mas deixar de organizá-la pode se tornar um problema maior ainda. Por isso, uma planilha de gastos mensais pode ser uma ferramenta poderosa para equilibrar as suas finanças.

Existem diversos modelos intuitivos e dinâmicos, mas na hora de montar a sua planilha, é importante incluir informações como, custos, despesas, orçamento, entre outros dados.

A propósito, você quer saber como fazer? Neste artigo você vai saber como classificar seus gastos pessoais de maneira rápida e fácil e, assim, manter suas contas em dia.

O que é uma planilha de gastos pessoais?

Uma planilha de gastos pessoais é um documento que facilita a organização das suas finanças, proporcionando uma análise completa do que você gastou e prevendo o que você ainda irá comprar.

A tecnologia trouxe variações de planilhas automatizadas, o que possibilita maior agilidade do usuário, principalmente porque elas podem estar disponíveis em aplicativos.

Mas isso não significa que você deva usar esse método se não se sentir confortável. A modernização das planilhas de gastos mensais veio para substituir o famoso caderno de despesas, mas isso não impede de você continuar usando se lhe faz bem.

O importante é utilizar uma ferramenta que você possa manusear de forma simples e constante em sua vida financeira.

Por outro lado, existem padrões que ajudam a construir uma boa planilha, contendo desde informações básicas até as mais complexas. O importante é começar a evoluir, e é isso o que faremos nos próximos tópicos.

Por que ter uma planilha de gastos pessoais?

Saber como classificar os gastos pessoais ainda não é um costume na vida do brasileiro. Para se ter uma ideia, em 2020, durante o início da pandemia do coronavírus, parte da população se sentia confusa para lidar com o próprio dinheiro.

De acordo uma pesquisa do Instituto Axxus, divulgado pela CNN, 76% dos entrevistados confessaram que não conseguiram administrar o dinheiro durante o isolamento social, enquanto 86% perderam o total controle sobre as finanças.

Conforme os dados, é possível perceber a importância de ter uma planilha de gastos pessoais organizada. Sendo assim, listamos para você três razões para começar a fazer a sua agora mesmo:

1. Reduzir os custos

Você sabe para onde o seu dinheiro vai? Essa é a primeira pergunta que deve ser feita na hora de construir uma planilha de gastos pessoais. Avaliar quais áreas consomem maior parte do seu dinheiro fará você traçar estratégias para diminuir suas contas.

Por exemplo, se a maioria do seu orçamento vai para o transporte com o uso de aplicativos e táxis, você pode considerar se deslocar a pé, usar uma bicicleta ou transporte público.

O mesmo caso é se você tem um guarda-roupa repleto de peças novas e percebe que grande parte dos seus custos no cartão de crédito são referentes a elas. Será que não é o momento de reduzir as compras e usar mais o que tem em casa?

2. Observar os gastos sem utilidade

Com uma planilha de gastos mensais você diminui surpresas indesejadas, como o cartão de crédito esgotado ou o cheque especial.

Além do mais, o documento também possibilita que você verifique se está pagando por serviços não usáveis, como canais de TV por assinatura, streaming, planos de celular, etc.

3. Investir melhor 

Se você deseja ter uma reserva financeira ou entrar no mundo dos investimentos, a planilha possibilita avaliar o dinheiro que está sobrando e, assim, encarar as duas possibilidades.

4 tipos de planilhas de gastos pessoais

Para você saber como classificar seus gastos pessoais, listamos quatro modelos gratuitos de planilhas que irão ajudá-lo a controlar suas contas ao longo do mês. Veja a funcionalidade de cada uma:

1. Planilha de gastos pessoais mensais

Neste tipo de planilha você deve adicionar o custo e saber a diferença entre os gastos. Dessa forma, você vai saber o que sobrará ou faltará no fim do mês.

Sendo assim, inclua na planilha gastos como:

  • transporte;
  • alimentação;
  • entretenimento;
  • luz;
  • água;
  • aluguel;
  • entre outros.

2. Planilha para controle de cartão de crédito

Cartão de crédito pode ser um grande problema se não for controlado de forma correta, como vimos anteriormente. Por isso, insira neste tipo de planilha, dados como:

  • cobrança;
  • pagamento;
  • quantidade de parcelas;
  • taxas de transação;
  • juros.

Como o saldo é calculado automaticamente, você pode criar a tabela pensando em mais de um cartão.

3. Planilha para orçamento familiar mensal

Este tipo de tabela oferece um gráfico com o percentual de gastos para cada um dos itens, como:

  • alimentação;
  • mensalidade escolar de cada um dos filhos;
  • transporte;
  • cuidados pessoais;
  • investimentos.

4. Planilha para gastos no supermercado

Um dos tipos de planilha de gastos pessoais mais importantes (afinal, todos precisamos consumir alimentos), neste caso a lista de compras deve ser completa e separada por categorias para facilitar a divisão de itens, inclusive, coloque os preços e as quantidades.

Desta maneira fica muito mais fácil avaliar se o valor total da compra está elevado e, assim, decidir o que poderá substituir ou eliminar na próxima compra.

>>> Leia também: O que é e como fazer um planejamento financeiro? 

Aprenda a controlar seus gastos

Saber como classificar os gastos pessoais é um passo à frente de quem ainda tem dúvidas sobre como resolver os problemas financeiros. Mas mais do que ter uma planilha de gastos pessoais, reconhecer os próprios conflitos sobre finanças é um privilégio, o que evita repetir os mesmos erros. 

Para aprimorar o controle de gastos, recomendamos o Combo: Cursos de Educação Financeira. Produzido tanto para o investidor iniciante quanto ao avançado, você aprende desde os primeiros módulos a ter autoconhecimento financeiro e a entender a sua relação com o dinheiro. 

Que tal começar agora mesmo? Clique no banner abaixo e inicie uma nova etapa na sua vida.

 

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

 

Conheça os 5 principais tipos de renda variável e quais ativos combinam mais com seu perfil

Há um grande número de tipos de renda variável para que investidores de perfil mais arrojado possam monitorar e inserir em sua carteira de ativos. 

E conhecer cada um deles é muito importante para definir quais opções combinam mais com sua estratégia, assim como para buscar meios de diversificar seu portfólio e se proteger de eventuais riscos.

Afinal, a renda variável se diferencia da renda fixa pela volatilidade e imprevisibilidade de quanto cada título vai render no decorrer do tempo. A possibilidade de retorno financeiro, nesse caso, pode ser apenas presumida por meio de uma série de análises, como a técnica e a fundamentalista.

Entretanto, apesar dessa imprevisibilidade, o histórico de rentabilidade pode ser bem mais vantajoso nessa modalidade de investimento. Afinal, uma antiga máxima no mundo dos capitais é que quanto maior a incerteza, melhores são os rendimentos. 

Diante disso, preparamos esse conteúdo especial no qual vamos falar um pouco sobre os 5 principais tipos de renda variável. Ficou curioso? Leia o conteúdo até o fim!

Os 5 principais tipos de renda variável

1. Ações

A ações são ativos de renda variável disponíveis tanto na bolsa de valores como no mercado de balcão. Elas representam a menor parcela de uma empresa, isso é, ao comprá-la, você passa a ser proprietário de uma pequena fatia da companhia que emitiu os títulos.

E como funciona a rentabilidade desse ativo? Primeiramente, o investidor pode obter retorno financeiro por meio valorização do preço da ação no decorrer do tempo. 

Por exemplo, se você comprou uma ação da empresa X por R$ 20 reais e daqui a um ano esse mesmo papel estiver valendo R$40, você teve uma rentabilidade de 100% e lucrou mais R$20 de rendimento.

A outra maneira de obter retorno com ações é por meio do pagamento de dividendos, que nada mais é que a distribuição de lucros que a organização faz para seus acionistas. Os valores derivam de um percentual sobre o valor de cada cota desse ativo. Portanto, quanto mais ações você tiver, mais dividendos vai receber!

2. Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários (FIIs), por sua vez, são uns dos mais populares tipos de renda variável e tem sua rentabilidade atrelada ao mercado imobiliário.

Um título desse segmento consiste em um fundo de investimentos no qual um conjunto de interessados aplica seu dinheiro para que a gestora do fundo possa construir, adquirir, arrendar e alugar imóveis (galpões logísticos, shoppings, entre outros).

Essa definição serve para conceituar um dos tipos de FIIs mais famosos, que são os fundos de tijolo. Existem ainda outros dois: os de papel e os FOFs (fundo de fundos). Enquanto o primeiro tem seu portfólio voltado para títulos de renda fixa ligado ao setor imobiliário, como o CRIs, o segundo orienta sua carteira para investir em outros fundos imobiliários.

Assim como as ações, os FIIs geram rendimentos aos acionistas por meio da valorização dos ativos e por meio do pagamento de dividendos. Aqui, o pagamento de dividendos geralmente é mais frequente e costuma ser mensal.

>> Saiba mais sobre como investir em fundos imobiliários com esse vídeo do canal Investimento às Claras:

3. Exchange-traded fund (ETF)

Com taxas de administração bem atraentes, os ETFs são uma espécie de fundo de investimentos cujo portfólio é compostos por um conjunto de ações que replicam índices tradicionais do mercado financeiro e de diversas bolsas de valores, como:

Também conhecido como fundos de índices, os ETFs são mais um dos tipos de renda variável que também são negociados no pregão virtual da bolsa de valores.

Sua fonte de rentabilidade é exclusiva a valorização do portfólio que compõe o fundo. Entretanto, ETFs listados em algumas bolsas internacionais, como as americanas, além da valorização do ativo, também pagam dividendos aos cotistas.

4. Derivativos

Os derivativos podem ser ramificados em diversos tipos de renda variável, como o mercado de futuros, opções e swaps, entre os mais famosos. Como o próprio nome indica, esses ativos são contratos financeiros atrelados a índices variados, como:

  • Commodities: na B3, por exemplo, há a oferta de contratos atrelados ao preço da soja, milho, café, entre outros.
  • Índices do mercado financeiro: como o IBovespa, S&P 500, Taxa básica de juros e outras várias possibilidades.
  • Câmbio: por exemplo, o mercado futuro de dólar oferta contratos baseados no preço dessa moeda no mercado à vista. Os acordos prevêem o compromisso de compra e venda de um bem quando ele chegar a um preço ou data pré-estabelecida.

Esses ativos de renda variável podem ser adquiridos também por meio de operações na bolsa de valores. 

>> Veja nesse vídeo do canal Investimento às Claras como utilizar o boom das commodities a favor dos seus investimentos:

5. Câmbio

Em um atual contexto de constante desvalorização da moeda brasileira, as operações de câmbio, também conhecidas como forex trading, são pautadas em negociar moedas a partir da volatilidade de preços.

A lógica desse processo é comprar moedas estrangeiras em práticas de conversão, apostando, assim, na valorização do ativo comprado ou consequente desvalorização do real.

Muitos investidores procuram investir em moedas estrangeiras para proteger seu patrimônio de possíveis influências políticas e econômicas que minam o valor da moeda local.

Além da compra direta de Euro, Dólar, entre outras opções, é possível também investir em fundos cujos principais componentes do portfólio são ativos cambiais.

Quais tipos de renda variável combinam mais com você?

Gostou da nossa lista com os cinco principais tipos de renda variável? Agora chegou a hora de avaliar quais combinam mais com seu perfil de investidor e, assim, montar uma carteira de investimentos de sucesso.

Nesse sentido,  expandir seus conhecimentos sobre o mercado financeiro é fundamental para fazer sempre as melhores escolhas de acordo com sua estratégia e objetivos.

Se você quiser aprender mais sobre os diversos tipos de renda variável, a Escola de Investimentos da XP Inc possui ótimas opções para você. Por exemplo, o curso Bolsa de Valores é um ótimo guia para você maximizar seus rendimentos na B3 e entender melhor como funciona a dinâmica desse ativo. 

>> Clique no banner abaixo e saiba mais sobre ele:

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Quanto ter na reserva de emergência? Veja a importância de ter liquidez!

Você sabe quanto ter na reserva de emergência para garantir sua proteção financeira a longo prazo e, assim, poder desbravar novos ativos de maior rentabilidade de renda fixa ou variável?

Se não, pois já está na hora de definir sua estratégia para ter um “cofrinho” acessível e robusto que possa te dar a segurança necessária quando você precisar de dinheiro extra para resolver alguma pendência inesperada.

Conversar sobre esse tema ganha ainda mais relevância no Brasil. Isso porque apenas um terço da população brasileira conseguiu economizar algum dinheiro durante o ano de 2021, sendo que 72% desse total usou a poupança ou guardou o dinheiro fisicamente em casa, segundo pesquisa “Educação Financeira no Brasil”.

Diante desse cenário, quer dar um upgrade nas suas finanças, saber quanto ter na reserva de emergência e qual o melhor canto para guardar esse dinheiro? Leia o conteúdo até o fim que vamos te explicar!

Quanto ter na reserva de emergência?

Antes de te explicar quanto ter na reserva de emergência, vamos falar um pouco mais sobre o conceito e benefícios dessa estratégia de investimento. Confira

O que é reserva de emergência?

Imagine que você vive uma situação inesperada no seu cotidiano: repentinamente você perdeu o emprego ou o orçamento de um problema no motor do seu carro superou em muito o dinheiro que você tem disponível naquele momento. 

Situações que nem essas uma hora e outra podem, e caso você não esteja preparado para elas, a dor de cabeça (e no seu bolso) vai ser intensa.

É justamente pensando em uma proteção para esses momentos que a reserva de emergência foi pensada. 

Especialmente porque esse método de investimento oferece boa liquidez para o resgate do dinheiro rapidamente, para que no mesmo dia o proprietário dos valores já os tenha em sua conta corrente.

Afinal, como o próprio nome diz, mais do que oferecer grandes rentabilidades, essa reserva serve como proteção para situações emergenciais que demandam o acesso instantâneo a uma determinada quantia para cobrir os prejuízos. 

Veja algumas dicas de como fazer sua reserva de emergência com esse vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:

Quanto ter na reserva de emergência: 3, 6, 9 ou 12 meses de custo

O valor da sua reserva de emergência consiste na soma de seus gastos mensais por um período pré-estipulado. 

Por exemplo, você tem medo de perder o emprego e acha que acumular seis meses de custos já é o suficiente para segurar as pontas até você achar um novo trabalho. Dessa forma, se você tem gastos fixos de R$ 4 mil por mês, você junta em dinheiro o equivalente a R$ 24 mil (4 x 6) para a sua reserva.

Mas qual deve ser o tamanho da sua reserva de emergência? Você deve juntar três, seis, nove ou doze meses de seus custos fixos?

A resposta depende de uma série de fatores. Por exemplo, se você for um concurso em um cargo público estável e não está vulnerável a grandes mudanças nos rumos profissionais, provavelmente basta juntar três meses. 

Já se você é um trabalhador autônomo que muitas vezes não sabe quanto vai ser seus rendimentos no dia de amanhã e que sofre com a volatilidade de receita, é importante pensar uma quantia mais encorpada.

Nesse último caso, de 9 a 12 meses de custos é a quantidade ideal de quanto ter na reserva de emergência. 

Onde deixar a reserva de emergência?

Agora que você entendeu quanto ter na reserva de emergência, vamos passar para outra etapa fundamental do processo. Onde você deve investir esses valores?

Em primeiro lugar, vamos cortar de uma vez as modalidades mais defasadas e menos rentáveis. Tudo bem, a poupança é um investimento acessível e livre de Imposto de Renda, mas, ainda assim, sua rentabilidade é muito baixa e não oferece proteção contra perdas inflacionárias, segundo o EInvestidor.

No outro extremo, temos os ativos de renda variável. Eles podem não ser uma boa ideia, por não oferecerem  a previsibilidade e a liquidez necessárias para sacar esse dinheiro no momento da emergência.

Nesse sentido, os ativos de renda fixa para perfil conservador e com rentabilidade mínima de 100% da CDI, além de liquidez diária, são os mais indicados. Entre eles, destacamos:

  • Tesouro Selic: um dos produtos menos voláteis da renda fixa. São títulos públicos emitidos pelo Governo Federal com boa liquidez e indexados às variações da Taxa Básica de Juros (Selic)
  • CDB pós-fixada: O Certificado de Depósito Bancário é um produto desenvolvido por bancos. Nessa modalidade de CDB, assim como no caso do Tesouro Selic, possui a rentabilidade pós-fixada. Isso é, ela não é conhecida na hora do aporte, pois depende exclusivamente da variação da Taxa Básica de Juros do CDI no decorrer do tempo. Esse título também possui alta liquidez.
  • Conta em banco digital: os bancos digitais são o grande boom financeiro dos últimos anos. Muitos deles, por sinal, oferecem condições especiais para atrair mais clientes. Uma das propostas é oferecer retorno de 100% (às vezes mais) da CDI para aqueles que deixarem o dinheiro na conta corrente. Para se ter uma ideia, você tem rentabilidade maior que a da poupança só em deixar seu dinheiro parado em sua conta pessoal.

Descubra o melhor investimento para você

Agora que você sabe quanto ter na reserva de emergência e onde investir, avalie qual dessas opções são as mais acessíveis, rentáveis e viáveis para você deixar seu dinheiro. 

Em suma, é uma estratégia sem muitos segredos. Dentre os ativos disponíveis com alta liquidez e proteção contra inflação, veja qual oferece maior retorno financeiro e você terá dado o primeiro passo rumo à liberdade financeira.

Após construir sua reserva de emergência, você se sentirá mais confortável para alçar voos mais altos, em especial, na renda variável.

>> O que é preciso saber antes de investir em renda variável? Descubra no vídeo do canal Investimento às Claras:

Gostou do conteúdo? Definiu quanto ter na reserva de emergência? Conte com a Escola de Investimentos da XP Inc. para te ajudar nessa jornada. 

>> Confira no banner abaixo mais informações sobre o curso que vai te ensinar a investir na bolsa:

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Os 6 melhores indicadores day trade para você maximizar seu retorno!

Conhecer os melhores indicadores day trade é de suma importância para qualquer especulador que deseja operar com ativos para estratégias de curto prazo.

Nesse contexto, é fundamental saber de antemão que os índices de suporte utilizados para orientar a tomada de decisão dos investidores são frutos de análise técnica de gráficos.

Afinal, outros indicadores mais abrangentes que avaliam fundamentos, performance macroeconômicas e rendimento das organizações por trás dos ativos só funcionam para investimentos a longo prazo.

Quer saber quais são os principais indicadores day trade para potencializar seu conhecimento em analisar gráficos e montar estratégias vencedoras? Leia até o final!

Conheça os 6 melhores indicadores day trade

1. Médias móveis

Apesar de ter sua origem na estatística, o indicador de médias móveis é extremamente popular como suporte para a análise técnica. E como ele é utilizado? Muito simples!

O trader faz um apanhado do histórico de preços de um determinado ativo em um intervalo de tempo específico e calcula a média desses valores no decorrer do tempo.

Portanto, para calcular a média móvel de ações nos últimos cinco dias, por exemplo, soma-se o preço de fechamento do papel ao fim de cada dia e no final o valor é dividido por cinco. 

>> Quer saber como usar a volatilidade a favor dos seus investimentos? Confira o vídeo abaixo do canal Investimento às Claras:

2. MACD

Continuamos nossa lista dos seis melhores indicadores day trade com o MACD (Moving Average Convergence/Divergence). Para o cálculo desse valor, utilizamos outro indicador fundamental para a análise técnica de gráficos, as médias móveis.

Em suma, o MACD é composto por três variáveis:

  • Média longa: média móvel exponencial dos últimos 29 dias.
  • Média curta: média móvel exponencial dos últimos 12 dias.
  • Linha de sinalização: subtração entre as duas médias móveis acima.

A linha móvel do MACD é calculada pela subtração da média longa menos a curta. Com esse valor, podemos alcançar então o valor da linha de sinalização.

Quando o valor da linha de sinalização é superior a zero, há uma expectativa de alta no preço dos ativos; quando inferior, a tendência é de baixa.

3. Bandas de Bollinger

O terceiro item da nossa lista de melhores indicadores day trade é uma variável amplamente utilizada em cenários de alta volatilidade de valores, como é o caso das operações de ativos no curto prazo. Estamos falando das Bandas de Bollinger.

Esse indicador utiliza duas médias móveis traçadas em linhas relativamente paralelas no gráfico. Cada uma dessas linhas corresponde a uma máxima ou mínima da média do preço do ativo. Entre ambas, fica a zona de equilíbrio, que é um núcleo de onde o preço tende sempre a se estabilizar.

imagem para ilustrar as bandas de bollinger
Bandas de Bollinger usadas para a análise técnica. Fonte: Shutterstock

Idealizado por John Bollinger, esse princípio pode ser programado por inteligência de dados e é muito semelhante a um conceito que veremos logo mais, como o rompimento de topos e fundos.

4. Volume Weighted Average Price

Volume Weighted Average Price é um dos indicadores para day trade ou swing trade que orientam os especuladores de acordo com o volume de negociação que cada ativo tem durante determinado período. 

Em suma, a quantidade de negociações de compra e venda são a variável fundamental para indicar se é hora de vender ou comprar. Por exemplo, se muitas pessoas estão vendendo uma criptomoeda, a tendência é de baixa; se estão comprando, a expectativa passa a ser de alta.

>> Será que vale a pena investir em criptomoedas? Confira o vídeo do canal Investimento às Claras e tire suas conclusões:

5. Índices de Forças Relativas

Os índices de forças relativas (IFR) é um termômetro para saber a quantas anda a tendência de variação de preços. Isso porque ele mede a velocidade e valor da oscilação da mudança de preço de um ativo.

Ele varia de 1 a 100: quanto mais próximo do valor máximo, quer dizer que os ativos tiveram altas progressivas em diferentes períodos. Por outro lado, quanto mais próximo de zero, significa mais quedas em momentos diversos da sequência histórica definida. 

6. Topos e fundos

Para finalizar nossa lista dos melhores indicadores de day trade, vamos falar de um dos principais suportes para monitoramento de tendências: o rompimento de topos e fundos.

Muito semelhante ao conceito de Bandas de Bollinger, topos e fundos são extremos do gráfico que representam, respectivamente, o ponto mais alto e mais baixo de um preço de ações, derivativos, moedas ou outros ativos em um determinado intervalo de tempo.

O topo representa um teto, também conhecido como resistência, de até onde o valor deve crescer. Dessa forma, ao tocar esse ponto, há uma tendência de queda no preço do ativo.

Por sua vez, o fundo representa o outro extremo da linha gráfica. Ele determina o preço mais baixo do ativo, também conhecido como suporte, em um determinado intervalo de tempo. A partir daí, há um indicativo de tendência de alta. 

A importância de conhecer os principais indicadores para day trade

Conhecer os principais indicadores para day trade, como vimos, é fundamental para poder operar sob essa metodologia de negociação. 

Além do mais, cada um deles indica aspectos importantes para a determinação do preço de um ativo e, portanto, eles precisam sempre ser analisados em conjunto para que você tenha maior eficácia em sua estratégia e definição das posições em carteira.

Isso comprova que estudo e preparação é fundamental para qualquer operador de mercado antes dele ingressar na especulação de ativos para ganhos de bons rendimentos no curto prazo. Pois, quanto mais conhecimento você adquire, maior será sua capacidade de mitigar eventuais erros e prejuízos, como também de maximizar sua rentabilidade.

Sendo assim, se você está querendo aprimorar suas habilidades para desenvolver boas estratégias, tem um bom gerenciamento de risco e aprender as melhores técnicas de análise, o curso “Tudo que Aprendi em 12 Anos de Day Trade” cai como uma luva.

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Gostou da nossa lista com os seis melhores indicadores day trade? Dá um pulinho na Escola de Investimentos da Faculdade XP e conheça a variedade de cursos disponíveis para você entender tudo sobre mercado financeiro independentemente do seu perfil de investidor

Até a próxima!

Entenda o que é renda passiva e como viver dos seus investimentos!

Você sabe o que é renda passiva? Essa modalidade de remuneração é o objetivo de grande parte dos investidores que ingressam no mercado financeiro para multiplicar seus patrimônio.

Esse conceito resulta daquele bordão antigo que diz: “deixe seu dinheiro trabalhar por você”. E ele pode se tornar possível quando você aloca seu patrimônio em ativos com boa rentabilidade no longo prazo.

Nossa meta com esse conteúdo é mostrar que é possível sim viver de renda passiva e que não há nenhuma fórmula mágica para isso. Basta ter disciplina e uma boa estratégia de aporte nos ativos certos que você pode tornar seu sonho realidade no decorrer dos anos.

Quer saber mais detalhes sobre como viver de renda passiva? Continue a leitura até o fim!

O que é renda passiva? Definição

Renda passiva é uma remuneração recebida sem que você exerça nenhuma atividade profissional ou trabalhe ativamente para isso. Como o próprio nome diz, é um dinheiro que você recebe de forma passiva independente de você está trabalhando ou não.

Imagine, por exemplo, que você deixou seu emprego e parou de receber salário. Entretanto, tudo isso foi planejado, pois você já conta com os rendimentos e juros de um aplicação em um título financeiro.

Ou, simplesmente, quando você ainda trabalha, mas recebe dividendos (divisão de lucros com os cotistas pela gestora do título) mensalmente em virtude da sua carteira de fundos imobiliários. Esses valores que pingam periodicamente na sua conta também são provenientes de renda passiva.

Em suma, essa remuneração que independe de trabalho e na qual o “próprio dinheiro faz o serviço para você” é a meta de muitos investidores que procuram, por exemplo, opções de aposentadoria e querem viver de renda após longos anos dedicados à vida profissional.

Por fim, outros exemplos clássicos de renda passiva são o recebimento de aluguel por parte do proprietário de um imóvel e a aposentadoria, pensões e auxílio do INSS.

Qual a diferença entre renda passiva e ativa?

A diferença entre renda passiva e ativa é muito simples. Enquanto a primeira, como já explicamos, é uma remuneração que independe de um esforço ou atividade laboral específica, a segunda diz respeito ao retorno financeiro de sua atividade laboral.

Então, nesse caso, o salário que o trabalhador recebe da firma ou os lucros do empresário com seu negócio são exemplos clássicos de renda ativa. 

Quais são os tipos de renda passiva? Exemplos

Agora que você entendeu o que é renda passiva, é importante frisar que existem dois tipos de remuneração nesse modelo. Ela pode ser com ou sem capital. Quer entender como funciona? Acompanhe as definições que fizemos abaixo:

  • Renda passiva com capital: esse é o modelo mais tradicional. Aqui estão, por exemplo, os rendimentos provenientes de montantes acumulados em fundos de capital ou de um patrimônio que são repassados periodicamente para a conta do proprietário. Tanto o retorno de investimento como o recebimento do aluguel de um imóvel são exemplos de renda passiva com capital.
  • Renda passiva sem capital: remuneração diversa que não depende de um aporte inicial de capital. Os exemplos mais famosos são o direito de imagem, royalties, direitos autorais, entre outros.

Como viver de renda passiva?

Se você quer saber como viver de renda passiva, primeiramente, é importante avaliar quanto é seu custo de vida e quanto você espera de remuneração. 

Definido esse objetivo, chegou a hora de definir quais são os melhores ativos para investimento disponíveis que vão lhe garantir uma rentabilidade segura no decorrer do tempo para que você chegue no valor esperado. 

Em suma, até títulos de renda fixa são ótimas opções para garantir uma boa remuneração passiva. 

Se tiver interesse, por meio do simulador de renda fixa da XP, você consegue saber quando você receberá de juros compostos dos seus investimentos em um intervalo de tempo específico.

Dessa forma, você saberá qual porcentagem do seu salário você precisa aportar mensalmente para poder viver com a remuneração esperada em alguma data futura.

Além dos investimentos mais conservadores, muitos buscam uma sólida renda passiva por meio de aluguéis de imóveis e de rendimentos de renda variável, em especial com aqueles que pagam bons dividendos periódicos, como os fundos imobiliários e diversas ações listadas na bolsa de valores

>> Descubra como investir em renda variável sem segredo  com esse vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:

Invista em conhecimento para viver de renda passiva

Entendeu direitinho o que é renda passiva? Pois você deve ter percebido que para alcançar esse sonho você precisa de uma boa estratégia de longo prazo. 

E para executar esse plano, você precisa conhecer seu perfil de investidor e quais são os melhores ativos disponíveis para alcançar seus objetivos.

Será que a renda fixa é o melhor caminho para você? Ou é a renda variável? Fundos imobiliários ou investir em imóvel próprio é mais vantajoso?  

Todas essas perguntas precisam ser devidamente avaliadas para que você minimize possíveis perdas e consiga uma rentabilidade próspera que garanta o recebimento periódico de uma renda passiva que supra suas necessidades.

Nessa jornada, a Escola de Investimentos da XP Inc. oferece os cursos mais completos para você adquirir o conhecimento necessário para prosperar no mundo dos investimentos e deixar seu dinheiro trabalhar para você.

>> Clique no banner abaixo e conheça o curso de educação financeira da Faculdade XP School:

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Saiba tudo sobre ativo circulante e passivo circulante!

Ativo circulante e passivo circulante são dois termos da contabilidade que, além de úteis para a gestão financeira de uma organização, também são informações importantes a serem avaliadas pelos investidores para analisar se vale a pena comprar ações de uma companhia.

Esses dois valores numéricos são disponibilizados em balanços patrimoniais periódicos de empresas com capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo para que os acionistas e interessados possam consultar o demonstrativo de resultados.

Eles são relevantes, pois atuam como um termômetro da capacidade que a companhia tem para gastar mais e lidar com suas dívidas.

Quer entender melhor como isso funciona? Então acompanhe a leitura até o fim para entender o que são um ativo circulante e um passivo circulante e seus impactos no mundo dos investimentos. 

O que é ativo circulante e passivo circulante?

Primeiramente, vamos fazer uma introdução conceitual do que significa cada um desses dois termos.

Logo em seguida, explicaremos que, quando analisados de forma conjunta, ambos esclarecem como está o nível de liquidez de uma organização e o impacto disso na sua performance.

Ativo circulante

Os ativos circulantes são basicamente os bens e direitos adquiridos de uma empresa que podem ser rapidamente transformados em dinheiro. Em resumo, eles são os ativos com alta liquidez que toda organização tem facilmente à mão para utilizar quando precisar.

Para deixar mais claro, façamos uma analogia com o mercado financeiro: sabe aqueles títulos que o investidor possui em sua carteira de investimentos e que rapidamente (no mesmo dia ou no próximo dia útil) podem ser resgatados em virtude de sua alta liquidez? 

Pois é, esses títulos funcionam como ativos circulantes do seu patrimônio financeiro pessoal.

Dentre os principais exemplos de ativos circulantes, podemos citar o:

  • caixa da empresa
  • estoques
  • saldo disponível na conta corrente
  • aplicações financeiras de curto prazo
  • depósitos bancários, entre outros.

Por outro lado, quando falamos do capital da empresa que não está facilmente acessível e que não pode ser convertido em dinheiro no curto prazo, estes são os ativos não circulantes. Um bom exemplo dessa modalidade são os investimentos em títulos cuja data de vencimento é superior a um ano.

Portanto, esse é um tipo de capital que só está disponível no longo prazo.

Passivo circulante

E o que é passivo circulante? Ele consiste nas contas e obrigações financeiras da empresa em intervalos de curto prazo. Também conhecidos como exigíveis a curto prazo, eles são débitos e dívidas recorrentes e que constam no balanço patrimonial das organizações. 

Assim, o dinheiro utilizado para pagar todas essas obrigações é resultante da conversão de capital dos ativos circulantes. 

Portanto, esses dois fatores são mutuamente dependentes e uma boa coordenação entre ambos diz muito sobre a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros e não se afundar em dívidas.

Entre os principais exemplos de passivos circulantes estão:

  • impostos;
  • gastos operacionais com funcionários;
  • pagamento de fornecedores;
  • aluguel
  • créditos para sócios e acionistas, entre outros.

Por fim, temos os passivos não circulantes, que são as pendências financeiras que a empresa tem no longo prazo. Isso é, elas têm vencimento além do intervalo de 12 meses que compõem o balanço patrimonial.

Qual a importância de saber o ativo circulante e passivo circulante de uma empresa?

Agora que você entendeu o que é ativo circulante e passivo circulante, vamos demonstrar como a relação desses dois valores são importantes na hora de fazer a análise fundamentalista (avaliação dos fundamentos, valores e performance da empresa para viabilidade um investimento a longo prazo) de um ativo.

Em suma, vimos que enquanto o ativo circulante é basicamente o capital de alta liquidez facilmente convertido em dinheiro para pagar débitos e obrigações de curto prazo, que, por sua vez, são os passivos circulantes.

Nesse caso, o patrimônio líquido de uma empresa é definido a partir da subtração de todos os ativos circulantes expostos no balanço patrimonial menos os exigíveis a curto prazo. Isso é, é possível ver o nível de liquidez de uma empresa ao fazer essa simples operação.

E por que avaliar esses valores numéricos é importante? Qual o impacto da liquidez na performance de uma empresa?

Ter uma boa liquidez, isso é, uma boa margem de ativos circulantes para lidar com o pagamento de passivos, é um indicativo de que a empresa possui uma boa gestão financeira e capacidade de honrar suas dívidas. 

Portanto, ao analisar o balanço patrimonial, o acionista pode perceber detalhadamente onde a companhia está alocando seus recursos e como anda sua performance administrativa. 

Avaliando esses indicadores com mais outros igualmente relevantes, como o ROE (Return on Equity) E P/VP (relação de preço do ativo sobre valor patrimonial), o investidor determina se vale a pena ou não adquirir ações da companhia.

>> Quer aprender mais sobre análise fundamentalista e saber o passo a passo de como avaliar os fundamentos das empresas listadas na bolsa? Clique no banner abaixo e confira o curso exclusivo da Faculdade XP School sobre o tema:

Campanha de um curso online sobre "Análise Fundamentalista: Identifique os Futuros Vencedores da Bolsa" da Faculdade XP School.

Como investir pouco e ganhar muito? Confira 4 opções!

Se você é um investidor iniciante e possui poucos recursos para fazer aportes mais volumosos, não há motivo para desanimar. Afinal, se você quer saber como investir pouco e ganhar muito dinheiro em retorno, existem sim algumas opções que podem suprir sua necessidade.

Em primeiro lugar, vale salientar que não existe nenhuma fórmula mágica que vai multiplicar exponencialmente seu patrimônio a partir de aportes mais modestos.

Entretanto, há alternativas tanto na renda fixa quanto na variável que oferecem ótima rentabilidade e não fazem exigência de investimento inicial muito elevado.

Nesse sentido, quer saber como investir pouco e ganhar muito em rentabilidade? Selecionamos quatro classes de ativos para você explorar e, assim, diversificar sua carteira mesmo aplicando valores mais baixos. Continue a leitura até o fim para entender!

Como investir pouco e ganhar muito?

Entre as alternativas, selecionamos três opções de renda variável e uma de renda fixa que demanda um aporte mínimo de até R$ 300. 

Sendo assim, começaremos falando um pouco sobre o representante dessa segunda classe: o tesouro nacional. Confira!

1. Tesouro Direto

Dentre as opções de renda fixa, o tesouro direto é uma ótima oportunidade para quem quer dicas de como investir pouco e ganhar muito em rendimento. 

Ao adquirir cotas desse título, o investidor está emprestando dinheiro para o pagamento de dívidas públicas emitidas pelo Governo Federal com o objetivo de captação de recursos. 

O tesouro direto apresenta três modalidade de investimento: 

  • Prefixado: a rentabilidade desse título já é conhecida antes da negociação e o resgate só pode ser feito após a data de vencimento. O aporte inicial gira em torno de R$30 e há opções que entregam rendimento de 10% a.a sobre o capital investido
  • Pós-fixado (Tesouro Selic): o retorno é indexado à variação da taxa básica de juros (Selic) e, portanto, imprevisível. É um dos mais conservadores investimentos do mercado financeiro e o aporte mínimo gira em torno de R$ 100. Em tempos que a Selic está quase batendo os dois dígito, a rentabilidade pode ser bem atraente.
  • Híbrido (Tesouro IPCA+): A rentabilidade é calculada pela soma do juros prefixado mais a variação do IPCA. Com alta do índice de inflação, por exemplo, há exemplos de Tesouro IPCA + que garantem retorno do IPCA + rentabilidade fixa de 5,3% ao ano. Com a inflação na casa dos 10%, o retorno ao fim da data de vencimento pode ser de 15% a.a. O investimento mínimo gira em torno de R$ 50, a depender da data de vencimento escolhida.

2. Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários (FIIs), por sua vez, são uns dos mais populares tipos de renda variável e tem sua rentabilidade atrelada ao mercado imobiliário.

Ele funciona como um fundo de investimentos no qual um conjunto de interessados aplica seu dinheiro para que a gestora do fundo possa construir, adquirir, arrendar e alugar imóveis (galpões logísticos, shoppings, entre outros).

Além dessa modalidade, existem os FIIs com portfólio voltado para títulos de renda fixa ligado ao setor imobiliário, como o CRIs, assim como também a outros fundos imobiliários.

Essa modalidade gera rendimentos aos acionistas por meio da valorização dos ativos e pelo pagamento de dividendos. Aqui, o pagamento de dividendos geralmente é mais frequente e costuma ser mensal.

Apesar de ter uma média geral de R$100 para aporte mínimo, os valores das cotas variam de ativo para ativo. Por exemplo, o MXRF11, um dos mais populares fundos imobiliários listados na bolsa, tem suas cotas avaliadas atualmente (13 de dezembro) em R$ 9,80. Uma pechincha, não é verdade?

>> Saiba mais sobre como investir em fundos imobiliários com esse vídeo do canal Investimento às Claras:

3. Ações no mercado fracionário

Diferentemente do mercado à vista, que exige um aporte mais elevado por só vender ações em lotes de 100 unidades, o mercado fracionário permite ao investidor comprar ativos unitários de suas empresas favoritas por preços bem mais acessíveis.

Em uma realidade na qual o IBovespa (índice com a variação do preço dos principais ativos listados na bolsa) teve uma valorização média de 11,9% a.a nas últimas duas décadas, segundo a B3, as possibilidades de bons retornos financeiros são altas. Basta ter conhecimento de mercado para selecionar os ativos com melhor potencial.

Quanto aos investimentos mínimos, a Bovespa lista papéis promissores por valores extremamente acessíveis que vão desde R$ 6 até as mais caras, que estão entre R$50 e R$60

>> Saiba tudo sobre investimento em ações com esse vídeo do canal Investimento às Claras:

4. ETFs

Os ETFs são um fundo de investimentos cujo portfólio é composto por um conjunto de ações que replicam índices tradicionais do mercado financeiro, como os indexadores de inflação, e de diversas bolsas de valores, como o IBovespa e o S&P 500.

Ele funciona como uma cesta com vários ativos que replicam as variações desses indicadores e possuem ótimo retorno histórico.

Abaixo, selecionamos alguns fundos de índice com sua característica e respectivo valor para investimento inicial e vejam como eles são uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro investindo pouco:

  • BOVA11: ETF cujo portfólio espelha a performance do índice IBovespa. Isso é, sua rentabilidade varia de acordo com a dos principais ativos listados na B3. Seu valor atual é de R$103,50.
  • IVVB11: ETF cujo portfólio espelha a performance do índice S&P500. Isso é, sua rentabilidade varia de acordo com os ativos das 500 maiores empresas dos Estados Unidos com capital aberto. Seu valor atual é de R$288,0.
  • IMAB11: ETF cujo portfólio replica os índices do IMA-B calculados pela Anbima e reflete a performance dos títulos públicos brasileiros indexados à inflação, como o Tesouro IPCA+. Seu valor hoje está em R$83,50.

Gostou da nossa lista de como investir pouco e ganhar muito? Esteja sempre atento às melhores oportunidades do mercado financeiro para montar uma carteira de investimentos próspera e de acordo com seus objetivos e estratégia.

Nessa caminhada, a Escola de Investimentos da XP Inc possui os melhores cursos para te ajudar a montar uma estratégia vencedora e entender tudo sobre o mercado de ativos financeiros.

>> Clique no banner abaixo e aprenda dicas exclusivas sobre educação financeira:

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Desafio para juntar dinheiro: conheça 4 passos para conquistar a liberdade financeira!

Todo mundo possui um projeto pessoal que envolve esforço, organização e disciplina financeira para que eles sejam alcançados. Ou, às vezes, precisamos de algum empurrãozinho para sair do espiral das dívidas que consomem os rendimentos. Pensando nisso, preparamos um desafio para juntar dinheiro com apenas quatro passos.

Saber o caminho das pedras e estipular metas é uma prática necessária para que o Brasil reverta números históricos negativos. Por exemplo, apenas um terço da população brasileira conseguiu poupar alguma quantia nos últimos 12 meses, segundo a pesquisa “Educação Financeira no Brasil.” 

De antemão, já é melhor deixar claro que não existe mágica nem atalhos milagrosos para conquistar sua liberdade financeira. Basicamente, você precisa de autocontrole e constância para deixar suas contas na verde e poder começar a administrar suas finanças pessoais e projetos futuros.

Portanto, quer economizar para a faculdade do seu filho, para o sonho da casa própria, para o carro novo ou para a aposentadoria? Confira nosso desafio para juntar dinheiro em quatro passos!

Desafio para juntar dinheiro: 4 passos!

1. Elimine todas as suas dívidas

O primeiro passo do nosso desafio para juntar dinheiro é fazer um levantamento de todas as suas dívidas. É importante analisar quais são as suas origens, como ela impacta no orçamento e que tipo de esforço você precisa fazer para eliminá-las.

  • Você cai todos os meses no cheque especial?
  • Sua fatura do cartão de crédito é maior do que sua renda?
  • Quais gastos ocupam um valor total nas minhas dívidas?

Ao se fazer essas perguntas e avaliar o que te deixa no vermelho, é possível elaborar uma estratégia mais eficaz para ir se livrando de um problema de cada vez mais e saber qual medida deve ser tomada em cada situação.

Um fator importante é priorizar dívidas que vão crescendo em bola de neve em virtude da cobrança de juros sobre juros. Sem a menor sombra de dúvidas, esse é o maior pesadelo entre os endividados e deve estar no topo da hierarquia de todos seus gastos a serem eliminados rapidamente.

Veja com frieza onde você pode fazer cortes no orçamento para eliminar cada um dos seus débitos. 

Afinal, não é possível cumprir um desafio para juntar dinheiro enquanto os juros cobrados sobre suas dívidas são maiores do que os recebidos ao guardar na poupança ou em produtos de renda fixa. Esse é o famoso spread bancário e ele pode ser uma armadilha para muitas pessoas.

Portanto, entre amortizar e investir, escolha a primeira opção.

2. Faça uma planilha de planejamento financeiro

O segundo desafio para juntar dinheiro é a montagem de um planejamento financeiro organizado visualmente para você gerir de forma clara e controlada suas principais fontes de receitas e gastos.

Dessa forma, você terá respaldo para tomar decisões mais assertivas de acordo com suas necessidades diárias e os objetivos que você deseja alcançar.

Nesse sentido, uma planilha do Excel para controle financeiro é extremamente eficiente para essa tarefa. 

Por exemplo, se você deseja juntar recursos para comprar um apartamento, anote todas as fontes de remuneração e débitos em colunas separadas para ter ideia de quanto você precisa economizar por mês para atingir seu objetivo.

Tendo uma estratégia bem definida e organizada de forma visual, você enxerga com muito mais clareza onde está pisando e consegue perceber, etapa por etapa, como seu esforço está dando certo.

>> A Faculdade XP School oferece um curso exclusivo de Excel voltado para finanças. Confira no banner abaixo:

Campanha de um curso online sobre "Excel para Finanças: do Básico ao Avançado" da Faculdade XP School.

3. Realize aportes periódicos de acordo com suas possibilidades

Planilha feita e dívidas zeradas, o próximo passo é calcular quanto da sua receita mensal você consegue disponibilizar sem que isso afete suas principais necessidades cotidianas.

Dessa forma, se você consegue separar X todos os meses, separe esse valor de forma estratégica para garantir sua segurança e a futura realização dos seus sonhos.

Nesse caso, se você vai fazer aportes periódicos para poupar, tenha cuidado para escolher opções de renda fixa que oferecem uma rentabilidade sobre o valor investido.

Títulos do tesouro nacional, como o Selic e o IPCA+, possuem rentabilidade indexadas, respectivamente, à taxa básica de juros e à inflação. 

Além disso, essa modalidade de investimento permite novos aportes nos mesmos títulos caso eles ainda estejam disponíveis, o que gera a mágica dos juros sobre juros, ou juros compostos.

>> Confira quatro passos para você sair de vez da poupança e investir em renda fixa:

4. Priorize a construção de uma reserva de emergência

O quarto passo do desafio para juntar dinheiro é mais um conselho antes que você comece a diversificar investimentos em prol exclusivo dos seus objetivos. Sim, é importantíssimo ter uma reserva de emergência antes de explorar novos projetos e estratégias.

Afinal, o conceito desse termo está intimamente atrelado à condição de liberdade financeira. Isso porque a reserva de emergência é o nome que se dá ao fundo que vai servir como suporte para momentos de imprevistos, como perda de emprego ou o surgimento de uma despesa inesperada.

Sabemos que todos nós estamos vulneráveis a esse tipo de situação, portanto, guardar uma quantia relativa a 3, 6, 9 ou 12 meses de gastos mensais em ativos de boa liquidez e resgate acessível é fundamental para sua autonomia financeira e também para proteção de seus futuros projetos.

Pois, se você não tiver uma reserva de emergência e se vê diante um imprevisto bastante oneroso, você vai acabar sacrificando os aportes feitos para o projeto dos seus sonhos e tendo que começar tudo novamente da estaca zero.

>> Veja algumas dicas de como fazer sua reserva de emergência com esse vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:

Gostou do conteúdo? Acha que nosso desafio para poupar dinheiro pode te ajudar? Caso queira aprender mais sobre controle e liberdade financeira, a Escola de Investimentos da Faculdade XP tem cursos exclusivos para te ajudar ainda mais nessa jornada!

>> Confira o curso da Faculdade XP School sobre renda fixa:

um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.