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5 formas de investir em ações internacionais

Uma das principais coisas que um investidor deve fazer é diversificar as suas aplicações. Afinal, apostar todas as fichas em um único lugar pode deixar a sua carteira mais exposta. Ao aumentar o leque de opções você se protege da volatilidade do mercado. E uma das formas de variar é com ações internacionais.  

Muita gente não sabe, mas é possível investir em empresas estrangeiras mesmo estando no Brasil. Há diversas formas de fazer isso. Porém, vale destacar que os riscos são relativamente altos, uma vez que também é um mercado de renda variável. Portanto, tenha isso em mente antes de dar esse passo. Para ajudar, preparamos neste texto as formas de investir no mercado externo e as principais apostas para 2022. Boa leitura. 

É possível investir em ações internacionais?

Sim. Porém, vale ressaltar que você deve ter alguns cuidados com esse tipo de investimento. Assim como as ações negociadas na Bolsa de Valores brasileira, os riscos de aplicar lá fora também são altos, para não dizer maiores. Isso porque as negociações são feitas nas moedas locais. Com isso, conta muito a variação cambial e, assim, a atenção precisa ser redobrada. 

Para quem é um investidor conservador, essa talvez não seja uma boa alternativa. Mas se o seu perfil é mais arrojado e sabe lidar com as variações do mercado, investir em ações estrangeiras pode valer a pena

Como comprar ações internacionais?

O investimento em ativos internacionais começou a ganhar mais espaço após algumas flexibilizações que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) fez nas regras. Uma das principais alterações foi permitir que investidores não qualificados (que possuem menos de R$ 1 milhão investidos) comprassem, por exemplo, ações nos EUA. Com isso, pessoas físicas podem aplicar em empresas de grande porte como Netflix, Apple, Facebook, entre outras. 

E se você está pensando que isso pode ser burocrático, está enganado. A seguir vamos mostrar opções acessíveis e práticas, algumas sem necessidade de abertura de conta no exterior ou de transferências internacionais. Confira as diferenças e escolha a que mais combina o seu perfil de investidor.  

1. BDRs

A sigla BDR significa Brazilian Depositary Receipts que, em português, quer dizer Certificado de Depósito de Valores Mobiliários. Ao aplicar nessa modalidade, você está comprando um título que representa várias ações internacionais. Essa é uma ótima opção para quem deseja aplicar no exterior, mas não sabe, por exemplo, como investir em ações nos EUA. Para simplificar: quando você compra um título de BDR você não está adquirindo um papel em específico, mas sim um título que representa essas empresas, mas que são emitidos no Brasil.

>>> Quer saber mais? O investimento em BDRs tem chamado cada vez mais atenção dos investidores por ser uma boa alternativa de diversificação. No vídeo abaixo, você encontra detalhes sobre essa modalidade, como funciona, tipos, vantagens e desvantagens, além dos principais riscos que ela oferece. Dê o play e aproveite:

2. Fundos de investimentos

Assim como outros tipos de fundos, ao aplicar em um tipo de investimento como esse você estará aplicando em várias empresas ao mesmo tempo. Imagine que um fundo seja um carrinho com vários produtos, de diferentes marcas. Ao aplicar em um deles, você estará comprando um pacote com várias empresas juntas

É uma forma prática de fazer essas aplicações, mas que requer certos cuidados. Isso porque é preciso estudar um pouco as opções antes de investir. Seja pelas empresas que compõem a cesta ou, até mesmo, pelas taxas cobradas pelos fundos. 

3. ETFs 

Você já ouviu falar em ETF? Caso ainda não tenha, saiba que nessa modalidade de investimento você aplica no índice de um indicador. Por exemplo: o ETF do Ibovespa é o BOVA11. Sua valorização (ou desvalorização) ocorre de acordo com o índice do dia. Sabe quando você escuta a notícia: “hoje a Bolsa fechou com alta de 1%”? Então, o ETF é baseado em cima dessa variação, ou seja, ele acompanha o desempenho geral da Bolsa de Valores. 

No caso das ações internacionais, você pode adquirir um ETF atrelado a essa modalidade de investimento. Com isso, não investirá somente em uma única empresa, mas sim em como o mercado como um todo se comporta. Você pode optar, por exemplo, por investir em indicadores como o S&P 500 dos EUA, que comporta o desempenho das 500 maiores empresas do mundo. 

Nessa modalidade de investimento você não precisa enviar dinheiro para fora. Com isso, economiza com custos cambiais, otimizando os seus resultados. 

4. COEs

Sua carteira pode render muito mais com a aplicação em COEs (Certificado de Operações Estruturadas). Aqui no Brasil, é considerado um investimento recente, pois suas negociações acontecem desde 2014. Esse tipo de aplicação funciona com a montagem de uma estrutura por uma tesouraria de um grande banco, como City Bank, Morgan Stanley, BTG Pactual, entre outras instituições renomadas. 

Sua composição pode ser extremamente diversificada, como commodities, moedas, ações, índices e outras formas de investimentos. São essas tesourarias que emitem esses COEs, que possuem datas de vencimento, taxas, vencimentos e aplicações iniciais. Considerado um diferencial, é possível investir no mercado externo, como ações nos Estados Unidos, Europa e, até mesmo, diretamente em commodities. Mas fique de olho: antes de aplicar em um COE, verifique em qual estrutura ele foi montado para ver se faz parte dos seus planos de investimento. 

5. Corretora estrangeira

Se você deseja investir diretamente, a melhor opção é abrir uma conta no exterior. Você pode fazer isso através de uma corretora capaz de fazer as movimentações em território estrangeiro. Após o seu cadastro, é necessário enviar o dinheiro para a conta. Importante ressaltar que essa transação é feita com base na variação cambial. 

Um ponto importante para se atentar é que, ao fazer a transferência de valores, há a cobrança do Imposto sobre Operações de Crédito (IOF). Com isso, é importante ficar de olho nas operações realizadas, pois essas cobranças adicionais podem impactar diretamente na rentabilidade das suas aplicações. 

Quais BDRs devo acompanhar em 2022?

Um dos BDRs mais recomendados pelos especialistas é o US Financial (BIYF39). Ele possui as maiores empresas dos Estados Unidos em seu portfólio. A empresa do mago dos investimentos, Warren Buffett, Berkshire Hathaway, possui 9% deste fundo, com mais de 140 ativos em sua composição.

Outro ativo BDR em alta é o da empresa Pfizer (PFIZ34). Estimulada pela pandemia da covid-19, a empresa é uma das principais fornecedoras de vacinas no mundo. Isso aponta para um resultado significativo em termos de crescimento, aumentando a receita da companhia, o que contribui para a valorização da companhia. 

Quais ETFs devo acompanhar em 2022?

Um dos ativos mais falados quando o tema é ETF é o XINA11. Composto por mais de 700 empresas de grande e de médio portes, o portfólio acompanha o índice MSCI China. A quantidade de corporações representa 85% do universo de capital aberto do país oriental. Juntas, somam um capital de mais de US$ 2 trilhões. Há empresas importantes no portfólio, como o Alibaba Group, um dos maiores sites de e-commerce do mundo. 

O IVVB11 é outra alternativa para quem deseja investir em ETFs atrativos no ano de 2022. Ele representa o índice norte-americano das 500 maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos, que é o S&P 500. Em franca ascensão após a retomada das atividades econômicas pós-pandemia, o mercado acionário americano promete um forte desempenho e é uma boa aposta de investimento. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre investimentos internacionais, que tal melhorar o seu conhecimento sobre a avaliação de empresas? Domine a avaliação de indicadores para alavancar a gestão das suas ações. E mais: descubra os aspectos que fazem com que uma empresa tenha mais valor que outra. Clique na imagem abaixo e faça já a sua inscrição. Aproveite!

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Entenda como atingir independência financeira em 5 passos

Sentar em uma cadeira em uma praia paradisíaca com um drink gelado em uma mão e o livro best-seller que você sempre quis ler, mas não tinha tempo, em outra. Esse sonho de muitas pessoas nada mais é que uma forma de independência financeira

Com ela, conquistamos a liberdade em escolher com o que queremos trabalhar, quando, onde e se   queremos trabalhar. 

Se identificou com essa proposta e quer saber o que é e como atingir a independência financeira? Esse post pode lhe ajudar.

O que é independência financeira?

A independência financeira é conquistada quando o patrimônio acumulado por uma pessoa é suficiente para manter o estilo de vida desejado. Ou seja, é poder viver sem trabalhar por um período específico ou pelo resto da vida de maneira confortável

Muitas pessoas a confundem com a liberdade financeira, mas os conceitos não são sinônimos.

Isso porque, enquanto a liberdade financeira nos permite  aceitar empregos que melhor se encaixam com nossos objetivos, a independência financeira nos dá o poder de escolha  entre trabalhar ou não. 

Como calcular a sua independência financeira?

Antes de abordarmos como atingir a independência financeira, é necessário analisar o valor necessário para alcançar esse objetivo. Imagine que o custo de vida mensal de uma pessoa é de R$ 5 mil e seus investimentos acumulam juros reais de 3%. O patrimônio necessário para ela atingir a independência financeira é:

patrimônio desejado = gasto anual / juros reais em porcentagem

Nesse caso:

5.000 x 12 / 0,03 = R$ 2 milhões

Mas caso essa mesma pessoa consiga montar um portfólio cujo retorno é de 5%, seu patrimônio reduzirá para R$ 1,2 milhão. É por isso que buscar investimentos mais rentáveis é essencial para conquistar uma renda passiva com mais facilidade.

E se essa pessoa não quiser deixar qualquer herança, esse número possivelmente será ainda menor. Entretanto, como esse cálculo envolve a expectativa de vida, é uma situação mais complexa e deve ser avaliada com mais cautela, como é explicado nessa reportagem do Valor Investe

Como atingir a independência financeira?

Apesar de muitos sonharem em conquistar a independência financeira com um prêmio da Mega Sena, não há fórmula secreta: o sucesso depende do planejamento e construção de uma carteira de investimentos adequada para esse objetivo.

Mas existem algumas boas práticas que podem lhe ajudar nesse processo. Confira!

  • Se organizar financeiramente

O primeiro passo para você se preparar para essa “caminhada” em direção à sua independência financeira, é organizar a sua “mochila”. Como essa é uma meta de longo prazo, é imprescindível verificar todos os seus “mantimentos” e entender quais lhe ajudarão ou não no trajeto.

Isso é, saber quais são todas as suas fontes de receitas e seus gastos fixos e variáveis para melhor controle. Com uma visão macro das suas finanças, você conseguirá cortar gastos supérfluos, cuja economia lhe ajudará a aumentar seu patrimônio.

Afinal, para esse ser um plano de sucesso, será necessário realizar aportes constantes para aumentar a sua margem de rentabilidade.

  • Acabar com as dívidas

Como afirmamos acima, as dívidas fazem parte da rotina de grande parte da população brasileira. Outro fato conhecido por nós são as altas taxas de juros cobradas por cartões de crédito e cheque especial, que podem chegar a 20% ao mês, segundo levantamento da Proteste.

Isso significa que enquanto as dívidas existirem, atingir a independência financeira será ainda mais difícil. Por isso, a quitação das dívidas deve estar nas suas metas de curto e médio prazo.

Renegociar valores em abertos ou fazer um empréstimo com juros mais baixos, que pague todas as suas outras dívidas, são algumas das opções que podem lhe ajudar nesse processo.

No vídeo abaixo, o Head de Educação Financeira da escola da XP Inc Thiago Godoy, em apenas 6 minutos, oferece as melhores dicas para você renegociar as suas dívidas:

>>> Você também pode se interessar: Como acabar com as dívidas e sair do vermelho? Descubra!

  • Começar (ou continuar) investindo

É impossível falar em como atingir independência financeira sem falarmos sobre investimentos, pois esse é o passo que mais lhe ajudará a maximizar seu patrimônio.

Alguns pontos de atenção dentro dessa etapa são:

  • Definir uma data-objetivo na qual se espera alcançar a independência financeira;
  • Separar uma quantia como reserva de emergência, que pode ser aplicada em títulos com liquidez, como Tesouro Direto;
  • Explorar diferentes tipos de investimento para diversificar a carteira e maximizar o retorno.

Um material da Faculdade XP que pode lhe ajudar a maximizar seu retorno é o nosso e-book “Guia da Bolsa para Investidores”. Nele, separamos os conceitos essenciais que você precisa saber para investir na bolsa de valores e realizar seus investimentos com propriedade.

  • Comemorar as conquistas

Você não se tornará financeiramente independente do dia para a noite, isso é um fato. Como esse é um processo longo e árduo, não se esqueça de comemorar as metas alcançadas.

Independente se sua meta da vez é R$ 10 mil ou R$ 100 mil, celebre as conquistas e use-as como incentivo para o próximo objetivo. Use-as também como aprendizado e analise o que funcionou ou não para otimizar o alcance da próxima meta.

  • Investir em educação

“Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido.”

Essa frase, do economista William Arthur Lewis, é uma das, senão a principal, dicas em como atingir a independência financeira. O aprendizado é como um investidor iniciante consegue se desenvolver e aprimorar sua carteira de investimentos com decisões inteligentes.

E se você quer aprender, nós podemos lhe ajudar! Comece a planejar o seu futuro hoje com os nossos cursos online!

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Entenda o que é investimento em renda variável e conheça as melhores opções no mercado

Palhaços, baratas, investimentos em renda variável. Cada pessoa possui um medo diferente, seja ele racional ou não. Mas provavelmente haverá algum momento na vida em que será necessário enfrentá-lo – e dependendo do medo, é possível se preparar para isso.

Se você não se sente confortável em investir em renda variável, saiba que o conhecimento é necessário para virar essa chavinha. E esse processo começa aqui, lendo este texto, onde você entenderá o que é investimento renda variável e conhecerá os principais tipos disponíveis no mercado. Boa leitura!

O que é investimento em renda variável?

Como o próprio nome sugere, um investimento de renda variável é o que oferece um retorno imprevisível, já que sua rentabilidade não está atrelada a nenhum indicador oficial. Enquanto na maioria das opções de renda fixa é possível calcular o lucro no momento da aplicação, na variável o valor dependerá das condições do mercado.

Um exemplo são as ações da bolsa de valores, que podem variar de acordo com as medidas tomadas pela empresa ao longo do período em que ela está na sua carteira de investimentos.

Outros fatores que podem gerar volatilidade e oscilações nos investimentos de renda variável são o cenário econômico e político local e externo, além do setor de atuação das corporações.

Durante o ano de 2020, muito se falou sobre as quedas e altas de investimentos em renda variável por causa da flutuação do mercado diante a pandemia da Covid-19. Vale lembrar que o Ibovespa, principal índice da B3, começou março de 2020 com 106 mil pontos e fechou na faixa de 70 mil pontos. Isso fez com que algumas ações despencassem, como:

  • IRBR3 (IRB) – Queda de 76,88%
  • COGN3 (Cogna) – Queda de 59,49%
  • EMBR3 (Embraer) – Queda de 55,14%
  • CIEL3 (Cielo) – Queda de 52,02%
  • CVCB3 (CVC) – Queda de 50,02%

Já algumas empresas registraram altas incríveis durante 2020, como:

  • CSNA3 (CSN) – Aumento de 126,02%
  • WEGE3 (Weg) – Aumento de 120,40%
  • MGLU3 (Magazine Luiza) – Aumento de 109,84%
  • PRIO3 (PetroRio) – Aumento de 112,31%
  • BRAP4 (Bradespar) – Aumento de 73,55%

Ou seja, existiram casos em que as pessoas perderam mais da metade do que investiram e outros em que as pessoas mais que dobraram seus investimentos. É claro que esses são episódios excepcionais, mas eles mostram com clareza que a renda variável oferece riscos, mas também pode garantir lucros impressionantes.

Por ser um dos investimentos mais cobiçados do mercado, as ações constantemente geram dúvidas e, consequentemente, perguntas. Por isso, nossa especialista em investimentos e professora, Clara Sodré, produziu um vídeo com tudo o que você quer saber sobre investir em ações. Confira:

Entenda na prática: diferença entre investimentos de renda variável e renda fixa

Uma dúvida comum entre os investidores iniciantes é a diferença prática entre a renda fixa e variável, que vamos abordar brevemente. 

O principal ponto é a previsibilidade dos investimentos. Enquanto a renda fixa lhe oferece uma melhor visão da sua rentabilidade por estar atrelada a indicadores oficiais como a Selic e IPCA, a renda variável pode ser mais volátil por depender de outros fatores.

Também é importante lembrar que grande parte dos investimentos de renda fixa é coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cuja função é proteger investidores prejudicados por instituições financeiras que tiveram problemas. 

Cada CPF ganha uma “garantia” de receber de volta até R$ 250.000 por instituição, com o limite máximo de R$ 1 milhão a cada 4 anos. Isso também vale para os juros rendidos pelo investimento, desde que esteja dentro do teto do Fundo.

Dentre os investimentos que possuem essa cobertura do FGC, vale citar:

  • CDBs (Certificado de Depósito Bancário): título público em que o investidor empresta seu capital ao banco e recebe juros por isso. De acordo com o contrato, aceito no momento da aplicação, é definido o vencimento do empréstimo, sua liquidez e a taxa que será paga ao investidor;
  • RDBs (Recibo de Depósitos Bancários): título semelhante ao CDB, com a diferença de que também pode ser emitido por sociedades de crédito e financiamento e por cooperativas, e não apenas por bancos;
  • LCI e LCA (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio): títulos lastreados em carteiras de empréstimos relacionados ao seus respectivos setores;
  • LC (Letras de Câmbio): nessa opção de renda fixa, o dinheiro é emprestado a instituições financeiras de modo geral, em troca do recebimento de juros. 

Mas não se engane em pensar que a renda fixa é a única protegida. Grande parte dos tipos de investimentos de renda variável está sob o olhar da Comissão de Valores Mobiliários. Essa autarquia, vinculada ao Ministério da Fazenda, tem como responsabilidade fiscalizar e punir empresas que agem de má-fé com os investidores.

Dentre os tipos de investimento de renda variável vale citar:

  • mercado de opções: local em que se negocia o direito de comprar ou vender um determinado ativo por um preço fixado, em uma data futura específica. 
  • mercado futuro de ações: acordo de negociação de determinado ativo em que se fixa um valor no presente para liquidá-lo no futuro.
  • câmbio: aplicações baseadas em moedas, como dólar e euro. 

Quer se aprofundar no assunto? No nosso e-book gratuito “Guia da Bolsa para Investidores”, listamos os principais conceitos que você precisa saber para investir na Bolsa. E o melhor: com ele, você terá um guia ideal para consultar sempre que quiser realizar seus investimentos com propriedade.

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Quais os melhores investimentos de renda variável?

E aí, entendeu o que é um investimento de renda variável? Viu só como ele está protegido, apesar de ser volátil? Então chegou o momento de conhecer alguns dos títulos que se destacam dentro dessa categoria. Dentre os melhores investimentos de renda variável, vale citar:

Ações

Vamos começar com esse investimento de renda variável que já abordamos acima. Ao comprar uma ação, você se torna um sócio dessa corporação e pode lucrar de duas maneiras:

  • Distribuição de dividendos: o lucro da empresa é dividido pelos acionistas;
  • Valorização do papel: dependendo das decisões corporativas e seus resultados, os papéis da companhia podem sofrer aumento ou queda de valor.

>>> Leia também: Ações que mais pagam dividendos: lista completa 2021!

Fundos de Investimento

Os fundos de investimento ganham cada vez mais popularidade entre os investidores graças às suas diferentes classificações. Atualmente, é possível encontrar nas principais corretoras do País opções como:

  • fundo de Curto Prazo;
  • fundo de Renda Fixa;
  • fundo de Ações;
  • fundo Cambial;
  • fundo Multimercado.

Uma maneira simples de entender o que são os Fundos de Investimento é imaginá-lo como um prédio. Nele, as pessoas podem comprar apartamentos e pagam o condomínio para que o síndico possa administrá-lo da melhor maneira possível.

Já em um fundo, você comprará cotas desse investimento, gerido por um profissional que decidirá quais papéis comprar ou vender com a cobrança de uma taxa de administração. 

Vale lembrar que existem fundos que também cobram uma taxa de performance, uma “gorjeta” caso o fundo tenha um resultado melhor que o esperado. Por isso, não deixe de analisar se essa taxa extra é algo que está dentro ou fora do seu apetite de riscos.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Se em um fundo de investimentos estão reunidas pessoas interessadas em aplicar seu dinheiro em títulos específicos, o interesse do grupo no FII é o mercado imobiliário. Nesse tipo de Fundo, o dinheiro aportado é destinado para:

  • imóveis de diferentes segmentos, como shoppings, prédios comerciais e residenciais;
  • cotas de outros FIIs, aumentando o número de segmentos investidos em um Fundo;
  • títulos de renda fixa, como papéis com lastro em imóveis.

Ou seja, ao adquirir uma cota desse FII, você se torna investidor desse ativo e ganha acesso a rendimentos e dividendos periódicos. E por ser gerido por um especialista, ele possui uma taxa de administração e também pode ter uma taxa de performance.

Exchange Traded Funds (ETFs)

Apesar de esse ser um dos melhores investimentos de renda variável, os ETFs podem ser um pouco confusos. Em resumo, ele é um fundo de ações cujas cotas, negociadas na Bolsa de Valores, tem como referência índices como o Bovespa. Ou seja, ele é uma cesta imaginária que reúne ações de grandes empresas. 

Esse investimento é gerido por um profissional especializado que realiza vendas e compras diárias para obter os melhores rendimentos aos seus cotistas. O objetivo desse gestor é atingir lucros iguais ou superiores ao indicador escolhido.

Os ETFs são uma ótima alternativa para os iniciantes da Bolsa, já que sua gestão é feita por um profissional. Entretanto, assim como nos outros exemplos, ele possui uma taxa de administração e uma taxa de corretagem.

No vídeo abaixo, a Clara Sodré, especialista em investimentos na XP Inc, explica se vale a pena investir em ETFs, confira:

Entendeu o que é investimento de renda variável?

Pronto, agora você sabe o que é um investimento de renda variável e quais são os principais tipos para começar a investir. É mais fácil do que parece, não é mesmo? Isso porque você adquiriu conhecimento, que lhe ajudou a enfrentar seus medos.

E para continuar aprendendo, que tal conferir nosso curso “Aprenda a investir na bolsa de valores”? Nesse conteúdo de Leandro Rassier, educador financeiro na XP há mais de 20 anos, você terá um aprendizado prático com diferentes recursos de engajamento para garantir o melhor proveito e compreensão sobre o que é investimento de renda variável.

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Não sabe o que é um investidor arrojado? Descubra suas características + principais investimentos

Ao abrir uma conta em uma corretora de valores para começar a investir suas economias, é comum ser convidado a preencher um questionário para identificar o perfil de investidor. Atualmente, o mercado trabalha com três grandes grupos:

  • Investidor com perfil conservador;
  • Investidor com perfil moderado;
  • Investidor com perfil arrojado;

Mas o que é um investidor arrojado? Como ele se difere de uma pessoa conservadora? E um moderado? Entender qual é o seu perfil é fundamental para direcionar melhor sua estratégia de investimento e determinar os títulos mais interessantes para alcançar seus objetivos.

Se você quer saber o que é um investidor arrojado e qual a estratégia ideal para aprimorar sua carteira de ativos, continue a leitura e aprenda com a Faculdade XP.

O que é um investidor arrojado?

Apesar de grande parte dos produtos estar disponível para todos os investidores, cada pessoa realiza escolhas diferentes de acordo com seus objetivos. Para os investidores com o perfil arrojado, isso significa:

  • alta tolerância a riscos a fim de alcançar grandes rentabilidades;
  • baixa necessidade de liquidez no curto prazo;
  • possui um conhecimento aprofundado do mercado financeiro e já sabe quais os caminhos podem gerar o maior retorno ao seu capital;
  • sua carteira de investimentos é de alto risco, com títulos de renda fixa, ações, fundos imobiliários e Exchange Traded Funds (ETF).

Ou seja, podemos dizer que o investidor arrojado é o que preza pelo retorno. Mas não se esqueça de que os investimentos são mais que apenas rentabilidade. Liquidez e segurança também fazem parte desse tripé. Quer saber sobre esse conceito?

Como saber se eu sou um investidor arrojado?

Saber o perfil de investidor de uma pessoa é algo que requer autoconhecimento. Afinal, apenas você mesmo sabe qual é  seu apetite  a risco. Mas o exemplo abaixo pode  ajudá-lo a compreender o que é um investidor arrojado.

Imagine que Cleide tem 35 anos, é gerente financeira e sonha em se aposentar em até 10 anos. Para conseguir alcançar seu sonho, ela assume riscos a fim de maximizar seu patrimônio, como investir em uma ação em queda.

Ao encontrar seu amigo João, ela conta sobre suas “aventuras financeiras” e, assim, desperta o seu interesse. Iniciante no mundo dos investimentos, ele está frustrado com seus baixos rendimentos de seus ativos e segue as dicas de Cleide.

Mas após ver sua aplicação inicial negativar em um Fundo de Ações, ele liga, desesperado, para a amiga em busca de orientações. Para ele, a melhor solução é tirar o dinheiro o quanto antes para evitar mais perdas e não ver seu patrimônio diminuir. 

Já Cleide, que possui um maior apetite ao risco, entende que o importante em uma aplicação não é a visão micro do dia a dia. A atenção deve estar na visão macro, que é o rendimento do título no longo prazo. Cleide é uma investidora arrojada, João não.

Após explicar a João a importância da visão macro em títulos como Fundos de Ações, Cleide conseguiu acalmar o amigo e convencê-lo a seguir com o investimento. 

A conversa valeu a pena: em menos de um ano ele recuperou seu investimento inicial e ainda lucrou 2%, abrindo seus olhos para novas possibilidades de aplicações e aumentando seu apetite ao risco.

O perfil do investidor pode mudar com o tempo?

Você se identificou com o João, mas queria ser uma Cleide? Fique tranquilo, pois é possível que seu perfil de investimentos mude ao longo dos anos.

Afinal, os seres humanos são adaptáveis, habituados a constantes mudanças. E são essas vivências que podem mudar a maneira que vemos o nosso futuro – assim como nosso patrimônio. Mas, além disso, para se tornar um investidor de perfil arrojado, é importante:

  • buscar conhecimento sobre finanças pessoais e os diferentes tipos de investimentos;
  • se atentar às mudanças de indicadores macroeconômicos, como a Taxa Selic e o IPCA;
  • entender a dinâmica dos ativos de renda variável;
  • aliar os seus investimentos aos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Ou seja, o conhecimento o ajudará a enxergar novas oportunidades e evoluir como investidor.

Quais são os melhores títulos para investidores com perfil arrojado?

Independentemente do perfil de risco, vale lembrar da importância em ter uma carteira de investimentos diversificada para maximizar os ganhos e garantir a segurança do patrimônio. Por isso, é sugerido ter títulos de renda fixa e variável no portfólio, como os listados abaixo.

Títulos de renda fixa

Nos títulos de renda fixa, vamos olhar para uma classe de investimento que oferece uma rentabilidade previsível, além de maior liquidez e flexibilidade no resgate. Entre os exemplos mais populares nesta categoria, vale citar:

  • Tesouro Direto;
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB);
  • Letras de Crédito, como LCI e LCA, entre outros.

Vale lembrar que a maioria desses ativos possui a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para aportes de até R$ 250.000, o que leva ainda mais segurança para os títulos.

Títulos de renda variável

Para a maior parte dos investidores arrojados, os títulos de renda variável são os mais atrativos por causa das suas possibilidades de maximizar o lucro. Dentre as categorias de renda variável, é sugerido olhar para títulos como:

Ações

Vamos começar com esse investimento de renda variável que já abordamos acima. Ao comprar uma ação, você se torna um sócio dessa corporação e pode lucrar de duas maneiras:

  • Distribuição de dividendos: o lucro da empresa é dividido pelos acionistas;
  • Valorização do papel: dependendo das decisões corporativas e seus resultados, os papéis da companhia podem sofrer um aumento ou queda de valor.

Fundos de Investimento

Enquanto nas ações você é responsável pela administração dos papéis, nos fundos de investimento essa responsabilidade ficará nas mãos de um gestor profissional. Esse profissional decidirá quais papéis comprar ou vender para garantir o maior lucro possível aos investidores com a cobrança de uma taxa de administração.

Mas atenção na hora de escolher esse tipo de investimento: além da taxa de administração, alguns fundos também cobram uma taxa de performance. Ela é um bônus dado à equipe do Fundo caso os resultados sejam melhores que seu índice de referência.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Se em um fundo de investimentos estão reunidas pessoas interessadas em aplicar seu dinheiro em títulos específicos, no FII o interesse do grupo é no mercado imobiliário. 

Nesse tipo de Fundo, é comum que o dinheiro seja destinado à construção ou compra de imóveis, cujo lucro será dividido entre os participantes após a sua locação ou venda. Ele também possui a coordenação de um gestor, que decidirá onde os recursos serão investidos.

Vale saber que os investidores compram cotas, ou seja, partes nas quais a divisão do patrimônio (soma dos recursos) é feita. Ou seja, os cotistas dos FIIs não possuem direitos sobre os empreendimentos.

O estudo e a informação são os motores da rentabilidade

Ficou claro o que é perfil arrojado e quais são as características dos ativos mais indicados para esse grupo? Esperamos ter ajudado nesse processo de aprendizado! Afinal, em qualquer área do conhecimento, manter-se informado é sempre o melhor caminho. E no caso do mercado financeiro, não seria diferente.

A busca constante por conhecimento e educação é a principal ferramenta que qualquer investidor — seja moderado, conservador ou arrojado —  precisa ter para alcançar seus objetivos financeiros.

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E nós podemos lhe ajudar com isso! Conheça a Escola de Investimentos da Faculdade XP para entender como ela pode ajudá-lo a entender a dinâmica do mundo dos investimentos, assim como identificar oportunidades e riscos para você superar esses desafios!

Investir em fundos imobiliários é seguro? Veja como funciona!

Quando se fala em fundos imobiliários, vem à mente negociações em imóveis prontos que geram rentabilidade maior do que o aluguel direto em espaço físico. Essa é a proposta dos fundos que, porventura, têm levado muitas pessoas a aplicar o dinheiro neste tipo de recurso, mas a pergunta que fica é: investir em fundos imobiliários é seguro?

A resposta é sim. Os fundos imobiliários trazem diversas vantagens, e uma delas, talvez a principal, é a possibilidade de diversificar a carteira para gerar mais rendimentos.Isso porque essa modalidade mescla investimentos de renda fixa e variável, isto é, é muito mais segura para enfrentar a volatilidade do mercado.

Quer entender melhor se o fundo imobiliário é seguro? Não se preocupe! Ao longo deste artigo vamos explicar como funciona o recurso, e suas principais vantagens e riscos. Continue com a gente!

O que são fundos imobiliários?

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) são tipos de aplicações realizadas por investidores que desejam ter recursos vindos de negócios imobiliários, por meio de compra, venda ou aluguel de imóveis prontos, títulos financeiros ou cotas de outros fundos.

Sendo assim, a rentabilidade acontece por meio de operações do fundo, como o aluguel de um imóvel da carteira ou pela venda de cotas. No entanto, como as cotas não são resgatadas, o meio para investir em fundos imobiliários é por negociações na bolsa de valores ou em operações de balcão, respeitando os horários do pregão, igualmente como no ramo de ações.

Quais são as vantagens do fundo imobiliário?

Uma das etapas para saber se investir em fundos imobiliários é seguro, é observar os principais benefícios e se eles estão de acordo com a sua proposta de investimento.

Baixa taxa de juros

Taxa de juros: a taxa de juros tem sido cada vez mais em investimentos de fundos imobiliários, fazendo com que eles ganhem mais visibilidade no mercado.

Carteira diversificada

Com a possibilidade de poder mesclar a carteira de investimentos, esses ativos propiciam menor volatilidade e rendimentos fixos mensais, em muitos casos, superior aos indicadores de renda fixa, como a taxa DI e a Selic.

Preserva o poder de compra 

Por conta dos aluguéis auferidos fazerem parte da carteira dos FIIs, eles são indexados a índices como IGP-M ou IPCA, preservando o poder de compra com menor ou quase nula possibilidade de impostos e taxas, independentemente do cenário econômico-político.

Maior liquidez

Os fundos imobiliários impulsionam o aumento da liquidez, fator ligado à capacidade que uma aplicação possui de ser convertida em dinheiro. Isto é, quanto mais rápido o processo, mais líquido é o investimento.

Menor exposição de capital 

Investimento em um só tipo de ativo gera mais exposição a riscos. Quando se trata de diversificação da carteira, como acontece em fundos imobiliários, a situação é outra, tornando-se uma alternativa segura para expor menos o capital dos investidores.

E quais são os riscos de investir em fundos imobiliários?

Embora os fundos imobiliários sejam investimentos com alta liquidez, diversificação de carteira e com taxas mais em conta, ainda não é um tipo de investimento isento de riscos. Pelo contrário, alguns problemas são preocupantes, o que levanta dúvidas se, por exemplo, o fundo imobiliário é mesmo seguro.

Em primeiro lugar, a variação das cotas interfere na decisão do investidor, mesmo sendo um fator comum em investimentos de renda variável negociados na bolsa de valores.

O sobe e baixa do valor de cada cota faz com que o investidor em um momento tenha que vender sua participação em um FII por um preço menor do que comprou.

A alta liquidez é um benefício aparente no mundo dos investimentos imobiliários, como vimos anteriormente, mas, ao mesmo tempo que pode ser alta, pode ser baixa, pois existem ativos pouco negociados que são mais difíceis de vender.

Além disso, a inadimplência, ou vacância dos empreendimentos, pode diminuir os lucros ou até mesmo levar ao prejuízo.

E não se pode esquecer da influência do cenário econômico. Uma queda na economia tende a aumentar a dificuldade de ocupar os imóveis ou de inquilinos a arcar com seus aluguéis.

 >>> Para saber mais sobre como funciona os fundos imobiliários, dê o play e veja o passo a passo para começar o investimento:

Enfim, investir em fundos imobiliários é seguro?

Como vimos, os fundos imobiliários estão expostos a situações que podem gerar frustrações, mas isso não significa que não seja seguro.

Pelo contrário, a legislação brasileira é intolerante em relação a erros ou fraudes em suas regras de gestão de FIIs.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão responsável por autorizar, disciplinar e fiscalizar a constituição, o funcionamento e a administração de Fundos Imobiliários no Brasil.

O mesmo acontece com os fundos de papel, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e LCIS, que também têm regras específicas.

Logo, a segurança dos fundos imobiliários diminui a possibilidade de gestores concederem empréstimos, adiantar rendas futuras ou fiança com ativos e valores sob a administração do fundo.

Ao mesmo tempo, os investidores podem contar com a experiência de gestores com ativos financeiros para assuntos burocráticos como prazo dos contratos de locação, diversidade de imóveis e papéis, risco de inadimplência, entre outros.

Em outras palavras, se você deseja aplicar nesse segmento, saiba que fundo imobiliário é seguro.

Caso deseje se aprofundar no tema, indicamos o curso Viva de Renda com Fundos Imobiliários, onde você aprenderá como construir uma carteira diversificada sem temer as oscilações do mercado.

Aproveite essa chance! 

Vale a pena investir no Tesouro Direto? Confira os prós e contras desta aplicação

Será que vale a pena investir no Tesouro Direto?

Essa tem sido uma dúvida recorrente, desde o seu surgimento, em 2002.

No entanto, essa modalidade de investimento tem conquistado cada vez mais adeptos, convencidos de sua rentabilidade e segurança. Hoje, o número de investidores ativos no Tesouro Direto já é de quase 1,6 milhão de pessoas, segundo dados do Tesouro Nacional.

Isso mostra o quanto o TD tem atraído olhares e investimentos no País, não é mesmo? 

Um dos motivos que explicam tamanha aderência é o fato de essa categoria  de investimento de renda fixa ser bastante segura Além disso, ela costuma ser o primeiro passo de  quem está começando a investir e não tem muito apetite a risco. 

Mas será que ainda compensa investir no Tesouro Direto?

Neste artigo, vamos explicar como funciona o investimento no Tesouro Direto e apontar as vantagens e desvantagens que essa modalidade oferece.

Investimento no Tesouro Direto: como funciona?

O processo de compra de título do Tesouro Direto é bem simples. Basicamente, você se torna um credor do governo federal ao investir no TD, isto é: você empresta o dinheiro para o governo, que vai te devolver no futuro, acrescido de juros.

A partir de R$ 30,00, você consegue realizar aplicações e receber uma taxa de juros sobre o valor investido.

O governo utiliza esse dinheiro de seus investidores para financiar a dívida pública e ações em setores como saúde, educação e infraestrutura.

O Tesouro Direto é bastante seguro. As chances de você não receber de volta o dinheiro que você emprestou mais os juros são praticamente nulas.

Isso só aconteceria se o país quebrasse, algo quase impossível de se concretizar.

>>> Saiba mais: Tesouro Direto: o que é, taxas, vantagens e desvantagens

Para entender ainda melhor com funciona o Tesouro Direto, recomendamos assistir a este vídeo, da XP Investimentos:

Vale a pena investir no Tesouro Direto?

A resposta é: depende dos seus objetivos.

Para quem está em dúvida se compensa investir no Tesouro Direto, recomenda-se que seja feita uma avaliação das suas metas e objetivos financeiros e também do seu perfil de investidor.

Se você tem um perfil mais conservador e prioriza a segurança das aplicações, vale a pena investir no Tesouro Direto.

Mas se o seu perfil é mais arrojado e está disposto a colocar os rendimentos como sua prioridade em vez da segurança, o TD pode não ser a melhor alternativa. 

Além disso, se os seus objetivos são de curto prazo, como a criação de uma reserva de emergência, o mais aconselhável é o Tesouro Direto, especificamente o Tesouro Selic (com liquidez diária).

Por que?

Primeiro que o Tesouro Selic é, segundo o próprio Tesouro Nacional, o título que apresenta o menor risco de perda de rendimentos, no caso de saque antecipado. 

Além disso, tem liquidez diária. Ou seja, se você realmente precisar usar seu capital para uma emergência, ele estará disponível no mesmo dia, caso faça o resgate até as 13 horas. Depois desse horário, o dinheiro estará em sua conta no dia útil seguinte.

Para objetivos de médio e longo prazo, existem títulos do Tesouro com vencimentos mais distantes. No entanto, outros produtos de renda fixa e renda variável podem oferecer melhor rentabilidade com um risco moderado, principalmente se forem lastreados pelo Fundo Garantidor de Crédito, como CDB, LCI e LCA.

>>> Leia também: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas?

Quando os juros estão baixos, vale a pena investir no Tesouro Direto? Veja a análise feita por Rian Tavares, estrategista de investimentos, sobre o tema

Vantagens de investir no Tesouro Direto

Investir no Tesouro Direto pode ser muito vantajoso, especialmente para quem tem menos experiência. As principais vantagens são:

  • títulos mais seguros do mercado financeiro, com o menor risco possível;
  • mais acessível, com aportes mínimos a partir de R$ 30,00;
  • possibilidade de investir mais de uma vez no mesmo título e programar aportes mensais;
  • rende consideravelmente mais do que a caderneta de poupança;
  • proteção do seu patrimônio com a aplicação em títulos indexados à inflação;
  • Maior liquidez, caso seja necessário resgatar antes do vencimento;
  • as aplicações podem ser feitas pelo celular em questão de minutos.

>>> Leia mais: Top 5 vantagens de investir em Tesouro Direto para começar hoje!

Desvantagens de investir no Tesouro Direto

Antes de decidir se, para você, vale a pena investir no Tesouro Direto, é importante considerar alguns pontos que podem ser entendidos como desvantagens. São eles:

  • incidência da taxa de custódia cobrada pela B3 sobre os seus rendimento (0,25%);
  • cobrança regressiva do imposto de renda de, no mínimo, 15% sobre os ganhos;
  • IOF cobrado também de forma regressiva nos primeiros 30 dias de aplicação;
  • sua aplicação pode perder valor caso você precise resgatá-la antes do prazo de vencimento.

>>> Leia também: Tesouro IPCA+: significado, tipos e quando investir

Bom, como vimos, de um modo geral, vale a pena investir no Tesouro Direto sim. Mas é importante que você avalie o seu perfil de investidor e seus objetivos financeiros para, então, decidir se o TD é a melhor opção no momento para você.

Para isso, que tal fazer um curso que te ensine os segredos da Renda Fixa: ganhos com baixo risco

Nele você aprenderá sobre assuntos como estes, entre outros:

  • como montar uma carteira de renda fixa;
  • segredos dos títulos públicos;
  • outros títulos de renda fixa.

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Maiores dividend yield de 2021: quais são os destaques desse ano?

Investir e receber dividendos, mesmo que uma parcela pequena entre na conta bancária, já deixa qualquer investidor feliz. Por isso, ao descobrir as maiores dividend yeld, você terá um entendimento mais aprofundado sobre empresas que deve investir. 

Vale lembrar que os dividendos são porções do lucro de uma companhia distribuídos entre os acionistas. Essa parcela é um atrativo de investidores que aplicam em renda variável, já que o valor compartilhado vai de acordo conforme a quantidade de papéis que cada um obter.

Será que está na hora de aplicar o dinheiro em empresas que distribuem dividendos? Neste artigo listamos as dez maiores dividend yeld de 2021, isto é, as melhores pagadoras do ano. Quer descobrir? Continue com a gente

O que é yeld?

Yeld, ou rendimento, representa o retorno adquirido a partir de um investimento realizado. Ele pode ser definido como a diferença entre o valor investido e o retorno do investidor.

O yeld funciona tanto em aplicações de renda fixa, como títulos públicos, quanto de renda variável. Por conta da sua importância no mercado, o yeld se divide em vários tipos de retorno, como o dividend yeld, por exemplo.

Para que serve o yield?

O yeld tem como objetivo ajudar o investidor a descobrir se o futuro investimento irá ou não beneficiá-lo. Isso não significa que, ao encontrar o ativo com maior yeld, você deverá comprar o maior número de papéis, pois ativos com yelds elevados também podem ser um risco de perda.

O que é dividend yeld?

O dividend yield (DY) é um indicador que aponta como os dividendos são distribuídos por uma empresa. Ele é representado em porcentagem, indicando o percentual do pagamento de dividendos sobre o valor atual da ação.

Para ficar mais claro, imagine que a ação de uma empresa esteja sendo cotada a R$100 e o valor apurado pago em dividendos foi de R$8. Portanto, o DY dessa companhia será de 8%, uma vez que o cálculo do dividend yeld é o valor do dividendo pelo custo da ação, ou seja, R$8 por R$100.

No entanto, vale ressaltar que o dividend yeld não é constante, nem proporcional, pois ele pode variar de acordo com a queda ou o aumento do preço, isto é, se o preço cair, é possível que aumente o DY.

Também é possível que se a empresa paga bons dividendos, a tendência é que as ações subam com o tempo. Ao decorrer dos anos, há grande probabilidade do DY elevar, já que o valor pago ao ter uma ação no passo pode ser inferior à cotação do presente, tornando o DY ainda maior.

Quais são os maiores pagadores de dividend yeld de 2021?

Confira a lista da Economática, divulgada pela InfoMoney, com a lista das dez maiores pagadoras de dividend yeld de 2021.

  • 1. Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 20,60%
  • 2. Uniper PNB (UNIP6) 20,55%
  • 3. Vale (VALE3) 16,74%
  • 4. Portobello (PTBL3) 16,45%
  • 5. Copel PNB (CPLE6) 16,04%
  • 6. JBS (JBSS3) 12,75%
  • 7. Gerdau PN (GGBR4) 12,56%
  • 8. Isa Cteep PN (TRLP4) 12,28%
  • 9. Minerva (BEEF3) 11,06%
  • 10. Marfrig (MRFG3) 11,06%

Na mesma pesquisa, a Economática apontou as ações com condição mínima de negociação na bolsa de valores, em que o volume diário é de, pelo menos, R$5 milhões.

Outro critério é a eleição de uma só ação para representar cada companhia, considerado a maior liquidez, isto é, a facilidade e velocidade de conversão de um ativo em dinheiro.

Abaixo vamos conhecer quatro destaques dos maiores dividend yeld de 2021, considerando os resultados da pesquisa citada anteriormente:

Metalúrgica Gerdau

Embora pertençam ao mesmo grupo, a metalúrgica Gerdau e a siderúrgica são empresas distintas com ações listadas na bolsa. De todo modo, juntas, representam o maior destaque em termos de dividendos do ano.

Os motivos para o sucesso da metalúrgica em 2021 é o crescimento de suas exportações, como o reaquecimento do mercado de construção civil no Brasil.

Vale

Segundo a Folha, a Vale distribuiu mais de R$40 bilhões de dividendos de janeiro a setembro de 2021, com pagamento de R$8,10 por ação. Isso porque a Vale se beneficiou do preço do minério de ferro, o que impulsionou sua renda.

Copel

A Copel é conhecida como uma empresa boa pagadora de proventos, e isso deve se manifestar após o recebimento de R$1,4 bilhão de uma dívida do estado do Paraná para a elétrica.

Outros dois pontos favoráveis é que a empresa deve mudar sua política de pagamento de proventos, deixando a função ainda mais transparente e segura, como também sua migração para o Nível 2 de governança corporativa da B3.

JBS

Fator determinante para a evolução da JBS são as exportações constantes para a China, o que aquece ainda mais os demonstrativos financeiros da companhia. Em linhas gerais, a Minerva e Mafrig se enquadram no mesmo motivo.

Dividend yeld: como entender mais?

Agora que você já conhece os maiores dividend yeld, deu para perceber a sua importância para a valorização das companhias.

Não somente pelo percentual, mas pelos motivos que as fizeram entrar no ranking de 2021. Mesmo assim, saiba que a lista muda periodicamente, por isso se você quer conhecer melhor sobre os dividendos, acompanhe sempre as pesquisas e os conteúdos sobre o tema.

E que tal comprar ações e receber dividendos negociados na bolsa de valores? O curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores é feito para quem deseja entender desde os primeiros conceitos até criar uma carteira diversificada. Comece a sua transformação monetária agora mesmo!

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5 aplicativos para controle de gastos feitos para otimizar as suas finanças

O advento da tecnologia trouxe novos hábitos de controle das finanças pessoais. Embora o tradicional caderno permaneça como um recurso bastante útil, os aplicativos para controle de gastos tomaram conta dos celulares no mundo.

Os apps para controle financeiro disponibilizam ferramentas de organização para gerenciar orçamento, controlar gastos, acompanhar faturas de cartão de crédito, como a entrega de relatórios personalizados que facilitam a preservação do dinheiro.

Se você está em busca de um sistema completo e eficiente, saiba que está no lugar certo. Confira, na lista a seguir, x aplicativos para controle de gastos pessoais grátis e alguns pagos para auxiliar na sua vida financeira.

Continue com a gente!

5 aplicativos para controle de gastos

Guiabolso

O Guiabolso é um aplicativo que permite o cadastro e o acompanhamento financeiro com a possibilidade de integrar os dados de conta das principais instituições financeiras do país.

Por meio dessa conexão, é possível verificar o saldo disponível e organizar as contas de acordo com as categorias, por exemplo, restaurante, alimentação, contas fixas (aluguel, luz, etc), entre outros.

Uma boa funcionalidade é a construção de metas a curto, médio e longo prazo. Por exemplo, é possível estipular um valor x para depósito em determinada época do ano, sendo que o aplicativo calcula o quanto o usuário deverá depositar mensalmente até a chegada da data-limite.

Ele está disponível para android e iOS, e possui versão grátis e paga.

Organizze

Com o Organizze, o usuário pode analisar sua situação financeira completa a partir da visualização de várias contas ao mesmo tempo. Assim, é possível receber um demonstrativo dos lançamentos do mês, podendo organizar as contas em categorias e subcategorias.

Quem está em viagem ou sem internet no momento não precisa se preocupar, pois a utilização do Organizze também pode ser em modo offline.

Semelhante ao GuiaBolso, o Organizze também conta com funcionalidades diferenciadas em plano gratuito e pago.

Minhas Economias

O app Minhas Economias possibilita a checagem do saldo das contas bancárias, como a categorização de entradas e saídas das contas, cadastro de parcelamentos e envio de lembretes de pagamento.

O acesso às planilhas de gastos feitas pelo aplicativo facilita o planejamento financeiro, como possibilita acompanhar as movimentações financeiras até completar suas metas. 

Ele também pode ser baixado em smartphones Android e usado em computadores, tablets e notebooks.

Finance

O app Finance tem seções de entradas e saídas, para isso, é fundamental incluir dados sobre os gastos e o dinheiro recebido.

O lado bom de ter essas informações configuradas é que o aplicativo faz automaticamente contas do saldo do dia ou do período solicitado.

Assim, o usuário conhecerá sua situação financeira por completo e, se necessário, reduzirá os gastos.

Allya

A Allya é uma startup que oferece controle de gastos para colaboradores das empresas. Logo, o aplicativo ajuda os funcionários a economizar seus gastos.

Além do celular, a plataforma pode ser acessada pelo computador ou notebook. Um diferencial de outros apps no mercado é que este disponibiliza cupons de descontos para consumir em produtos e serviços, tudo por meio de dados de geolocalização e algoritmo próprio. 

Esses cinco aplicativos para controles de gastos podem fazer diferença nas suas finanças. Caso não se adapte com um, teste os demais até achar o mais adequado para você. Afinal, todos possuem versão grátis com algumas funcionalidades básicas.

Qual a importância do controle financeiro?

Os aplicativos para controle de gastos pessoais são essenciais para quem tem facilidade de organizar e planejar a vida financeira por meio de um dispositivo móvel. 

O controle visa ajudar qualquer pessoa a manter uma relação saudável com o dinheiro, diminuindo a chance de contrair dívidas e fortalecendo a renda sempre que possível.

Existem diversos benefícios que podem levá-lo a manter um controle financeiro adequado e saber sobre sua atual situação financeira, percebendo o quanto gasta, recebe ou investe. Quando notar, esse hábito fará parte da sua vida. Vamos a eles:

  • autoconhecimento sobre os próprios hábitos de consumo;
  • buscar atingir com mais agilidade suas metas financeiras;
  • organizar o pagamento de contas sem precisar de empréstimos;
  • aprender a ter uma boa relação com o dinheiro;
  • planejar o pagamento de dívidas;
  • descobrir os melhores investimentos de acordo com o seu perfil de investidor;
  • escolher a estratégia certa para vencer seus desafios financeiros;
  • se prevenir de contas inesperadas.

>>> Quer entender ainda mais sobre a importância da educação financeira? Dê o play agora no vídeo:

Como controlar suas finanças?

Quer ir além dos aplicativos para controle de gastos? Aqui nós temos a solução para você começar a colocar em prática o planejamento das finanças. O combo Curso: Educação Financeira traz quatro tipos de cursos para você se aprofundar sobre o assunto:

  • Curso: O Poder do Autoconhecimento Financeiro;
  • Curso: O Beabá Financeiro;
  • Curso Dinheiro Sem Tabu: Crenças Limitantes;
  • Curso O Equilíbrio Financeiro

Invista em conhecimento e mude seus hábitos financeiros para melhor!

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

 

Finanças para casais: 4 sugestões para organizar o orçamento

Organizar a vida financeira de quem vive a dois é um passo importante de maturidade. Em primeiro lugar, é preciso esquecer o pensamento individualista e recorrer a orientações de finanças para casais.

Sejam livros, podcasts, experiências ou conteúdos (como este agora), não importa o tipo de recurso, o importante é aprender a planejar o próprio orçamento. 

Afinal, dinheiro é algo que deve ser levado a sério, principalmente porque ninguém merece uma vida financeira com dívidas. 

Para ajudá-lo nessa empreitada, neste artigo listamos várias dicas de planejamento financeiro para um casal. Confira!

Por que buscar orientação sobre finanças para casais?

É muito comum a falha de comunicação em casais com pouco tempo de relacionamento. Na hora de negociar as compras do supermercado, o casal deve conversar até chegar a um alinhamento do que irá colocar no carrinho. 

Mas essa teoria não cabe apenas aos casais mais novos, os experientes também passam por momentos complicados.

A insegurança de uma das partes dificulta o início de uma conversa franca sobre finanças. Do outro lado, o cônjuge teme em dizer que pretende usar o dinheiro para quitar dívidas ou outros gastos que não estavam no plano.

Enfim, o assunto finanças para casais é muito amplo e deve ser colocado em prática para disseminar possíveis problemas que levem à desunião.

Você acha que é brincadeira? Acredite que não!

De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 57% dos divórcios realizados no Brasil na última década são motivados por problemas financeiros.

Ou seja, esse é um problema estrutural, recorrente e que pode ser revertido com orientações sobre finanças para casais, o que veremos a partir de agora.

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Como organizar as finanças do casal?

1. Conversem sobre os gastos

Transparência é a palavra-chave de um método de finanças para casais. Conversas abertas sobre ganhos e perdas aumentam a chance do relacionamento se solidificar e o orçamento fluir.

É fundamental que cada um mostre sua renda líquida para criar uma estimativa de despesas  individuais. Logo após, anotar as despesas relativas do casal, como, gastos de aluguel ou conta de luz, por exemplo.

Para entrar em um consenso sobre a melhor forma de dividir as contas, é importante definir quem será responsável por determinada conta ou se será vital abrir uma conta corrente conjunta. São essas definições logo no início do relacionamento que farão diminuir futuros problemas conjugais.

2. Anotem as finanças em conjunto

As despesas mensais de um casal não devem ficar só na imaginação, elas devem ser transferidas para o papel, seja a compra de um chiclete ou de um carro.

Desse modo, é possível observar a transação do dinheiro do casal e como se deve reduzir os gastos.

Não adie uma conversa para fechar o planejamento financeiro. O ideal é separar uma hora por semana para avaliar os gastos dos últimos dias e planejar os próximos.

3. Construam objetivos em conjunto

Somado às despesas mensais, o casal deve partir para uma conversa sobre os objetivos a de curto, médio e longo prazo para, assim, criar uma estratégia fixa para alcançá-los.

Neste momento, é essencial o casal entrar em consenso, considerando que um poderá ceder e negociar tal objetivo. 

Afinal, não adianta um dos cônjuges desejar a compra de uma casa grande, enquanto o outro pensa em um apartamento mais enxuto; ou um deseja ter um filho, enquanto o outro, uma viagem internacional. Ambos devem falar a mesma língua.

4. Analisem a grandiosidade da vida a dois

Embora os percalços diários, a vida a dois deve ser prazerosa. Isso mostra que o dinheiro não deve atrapalhar a cumplicidade do casal e muito menos, os desejos individuais se sobressaem aos coletivos.

Nesse aspecto, vale a palavra-chave quando se trata de finanças para casais: transparência.

Dicas de planejamento financeiro para casal 

Um método interessante de finanças para casais é criar um modelo de planejamento financeiro partindo da ideia de aumentar a renda, e não, simplesmente aprender a gastar o que se recebe. Pensando nisso, confira essas dicas:

Aplique o dinheiro em investimentos financeiros

Imprevistos podem surgir em uma vida em comum, e contar com o dinheiro no final do mês nem sempre é uma boa saída.

Uma forma de equilibrar as finanças é abrir uma conta conjunta, onde ambos tenham  livre arbítrio para realizar a movimentação do dinheiro.

No entanto, um modelo de rentabilidade é aplicar o dinheiro em investimentos. Existem diversos tipos no mercado como fundos imobiliários, ações, LCI e LCA. 

Basta procurar uma corretora de valores de qualidade, como a XP Investimentos, por exemplo, para ajudar o casal a escolher a que mais se adeque às necessidades do momento e das escolhas futuras.

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Faça uma reserva de emergência

Uma reserva de emergência para compras individuais também é uma boa escolha para melhorar as finanças do casal. Mesmo dividindo a casa, cada pessoa necessita de recursos individuais, e para preservar o espaço do cônjuge, é importante ter um valor separado sem precisar ficar consultando ou pedindo autorização para uso do dinheiro.

Mas vale ressaltar que esse valor deve estar incluído na planilha financeira do casal para evitar possíveis dívidas e, assim, manter o controle das metas e objetivos.

>> Ficou interessado? Acompanhe o vídeo e saiba como criar uma reserva de emergência:

Finanças para casais: bônus

Quer uma dica extra para fazer um planejamento financeiro ideal? O Curso Desafio da Prosperidade para Casais, da Faculdade XP School, tem todos os recursos para que cada casal possa se conhecer melhor. 

Esse é um desafio importante que fará você e seu parceiro, ou parceira, entender os problemas financeiros e saber como resolvê-los.

Aproveite agora mesmo! 

Como buscar o aumento de patrimônio? Passo a passo para proteger você e sua família 

Quando se fala em aumento de patrimônio, muitas pessoas associam o tema a ganhar dinheiro. Embora os termos representam movimentações financeiras, não são iguais, mas podem se complementar.

Ganho de dinheiro é basicamente ter um bom salário e manter um padrão de vida regular naquele momento. Aumentar um patrimônio financeiro é acumular outros tipos de ganhos, chamados de bens, ou seja, outras formas de renda para ter uma qualidade de vida.

Não é fácil, mas existem vários caminhos para fortalecer o patrimônio financeiro. É o que veremos ao longo deste conteúdo. Continue com a gente!

O que é patrimônio?

Patrimônio, de modo geral, corresponde a bens, direitos e obrigações cujo valor é financeiro, seja para pessoas físicas, empresas, individual ou familiar. Isso significa tudo o que uma ou várias pessoas possuem ou devem.

Vale destacar que o termo patrimônio não se refere apenas a dinheiro, mas também engloba as dívidas.

O patrimônio se divide em duas partes: ativo e passivo. Os ativos são aqueles que têm valor positivo, como bens e direitos. Em contrapartida, os passivos são os que representam as obrigações e deveres.

Vale frisar que dois bens materiais não representam dois patrimônios. Isto é, se você e sua família possuem um apartamento e um carro, eles contam como dois bens, mas são um patrimônio familiar.

Quais são os principais tipos de patrimônio?

Existem três categorias diferentes de patrimônio. Vamos a elas:

Patrimônio bruto

Considerado um patrimônio ativo, o bruto é o que se leva em conta as partes positivas, ou seja, bens e direitos, descartando então os negativos.

Patrimônio líquido

Patrimônio líquido é aquilo que pertence aos acionistas de uma empresa. Na prática, é o indicador que apresenta a diferença entre o ativo e o passivo da organização. 

Patrimônio de afetação

Voltado ao uso nas construtoras, o patrimônio de afetação é usado para que um empreendimento esteja definitivamente separado dos bens e dívidas da empresa em construção.

Patrimônio de afetação é a separação de um bem que compõe o patrimônio de uma pessoa, criando então um patrimônio apartado. 

Em outras palavras, é a divisão de um patrimônio total, abrindo um novo patrimônio destinado ao empreendimento. 

O que dificulta o aumento do patrimônio financeiro?

O aumento de patrimônio não é algo simples de ser conquistado. Para obter uma riqueza financeira com acúmulo de bens, muitas vezes é necessário planejar o orçamento cortando gastos supérfluos.

O problema é que muitos brasileiros não sabem como aumentar o patrimônio e muito menos preservá-los. Uma pesquisa feita pelo Credit Suisse, divulgada pelo Diário do Comércio, aponta redução patrimonial e de milionários gradativamente na década passada.

Dois fatores são imprescindíveis para essa análise. A matéria enfatiza que muitas pessoas têm dificuldade de gerir seu patrimônio por desconhecimento em estratégias e investimentos. 

Outro ponto é a desvalorização do Real. Somente em 2018, quando a pesquisa foi realizada, o número de milionários caiu de 190 mil para 154 mil somente no Brasil.

Mas para tudo há uma saída! Pensando nisso, listamos três dicas para você elevar seu patrimônio financeiro e ter uma vida mais confortável.

Como aumentar o patrimônio? 3 sugestões

1. Converse com especialistas na área

Uma boa maneira de você preservar ou aumentar o patrimônio é usando o serviço de especialistas em gestão patrimonial.

Eles são profissionais com análise profunda sobre os riscos de você obter ou não um patrimônio para conservá-lo partindo de um levantamento dos seus bens e ativos

Depois da primeira observação, será criado um plano de investimento adequado de acordo com o seu perfil e seus objetivos.

Esse é um método tangível que acelera o crescimento desejado para quem busca aumentar o patrimônio a curto ou médio prazo.

2. Faça bons investimentos

Quando o assunto é aumento de patrimônio, aplicar o dinheiro em investimentos pode ser uma saída bastante palpável. 

No entanto, vale frisar que para escolher um tipo de investimento é importante conhecer o perfil de investidor, a liquidez de um ativo (a velocidade de transformar um ativo em dinheiro durante uma operação), avaliar os ganhos com os investimentos.

3. Crie uma holding familiar

Uma holding familiar é uma empresa construída onde todos os familiares são sócios e donos do patrimônio. Na holding não é consentida a entrada de terceiros, e todo patrimônio pode ser negociado apenas em acordo conjunto, se firmado em contato. 

Esse é um modelo em expansão que evita que os herdeiros acabem com os bens dos titulares.

Vá além! Aprenda a ter um aumento de patrimônio sólido

Agora que você já sabe o que significa patrimônio financeiro e como o investimento é uma opção interessante, que tal se aprimorar no assunto?

O e-book Guia da Bolsa para Investidores é um material rico e prático que pode estar com você sempre que precisar. Com ele, você terá os conceitos essenciais para investir na bolsa de valores, e assim, analisar estratégias para aumentar seu patrimônio de forma assertiva. 

Faça o download agora mesmo:

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