Início Site Página 137

Imposto come-cotas: o que é e para que serve? Entenda!

Está entrando no mercado financeiro e se interessou pelos fundos de investimentos? Se a resposta for sim, você chegou ao lugar certo! Afinal, o imposto come-cotas incide direta e exclusivamente sobre esses ativos.

A gente sabe que a palavra imposto já causa um certo “arrepio”. Mas calma, a alíquota do come-cotas afeta de maneiras diferentes a depender dos tipos de fundos.

O percentual aplicado é referente ao tipo de fundo: se ele é de curto ou longo prazo. Além disso, dentre todos os tipos de fundos de investimentos, apenas quatro são taxados pelo come-cotas. São eles:

  • fundos de renda fixa;
  • fundos referenciados DI;
  • fundos multimercados;
  • fundos cambiais.

Para entender como o imposto come-cotas pode afetar seus investimentos, continue por aqui. Preparamos um conteúdo completo para que não fique perdido ao aplicar em fundos de investimentos que sejam taxados por ele.

Ao terminar a leitura você terá aprendido acerca dos seguintes tópicos:

  • o que é o imposto come-cotas?;
  • tributação de fundos: como acontece?;
  • fundos de investimentos tributados pelo come-cotas.

Boa leitura!

O que é o imposto come-cotas?

Ao entrar no mercado financeiro, o investidor se depara com a taxação dos investimentos. Existem várias, como por exemplo, Imposto de Renda, IOF e o come-cotas. Mas, você sabe o que é o imposto come-cotas?

Basicamente, ele funciona como uma antecipação da cobrança do imposto de renda nos fundos de investimentos que não possuem data de vencimento. Essa taxação acontece semestralmente, no último dia de maio e de novembro. 

O imposto é antecipado por motivos de incerteza do prazo que o ativo ficará rendendo na carteira. Mas, por que o nome come-cotas?

O termo pode ser um pouco engraçado, mas ele indica exatamente o que acontece. Os fundos de investimentos são vendidos por cotas. Então, quando acontece a cobrança do imposto, ele  “come” parte das cotas.

Entendendo o que é o come-cotas fica mais simples aprender sobre como é feita sua tributação.

Tributação de fundos: como acontece?

Em primeiro lugar, é importante saber que o come-cotas não substitui a cobrança do IR no resgate do investimento. Na verdade, pode-se dizer que a tributação dos dois funciona de maneira conjunta.

Para não ficar confuso, vamos começar te explicando como é feita a tributação do imposto come-cotas. Essa alíquota é cobrada com base no tipo de fundo, que pode ser tanto de curto como de longo prazo.

Neste cálculo é utilizada a tabela regressiva do IR. Para fundos de investimento de curto prazo a alíquota semestral é de 20% e, para os de longo prazo, de 15%. Ambas são os menores percentuais da tabela.

Confira abaixo a tabela regressiva do IR completa para compreender melhor essa questão.

imposto come-cotas: tabelas regressiva IR

É importante citar que a taxação é feita com base nos lucros conquistados no período. Então, caso você compre 10 cotas de fundos de curto prazo por 200 reais em junho/2021 e tenha lucrado R$ 50 até novembro/2021, a alíquota do come-cotas será de 20% sobre o rendimento.

O cálculo ficará da seguinte maneira:

R$ 200 investido + R$ 50 de lucro = R$ 250 de saldo

20% de R$ 50 do lucro semestral = R$ 10 retirados do imposto come-cotas

Saldo final: R$ 240 e lucro real do semestre de R$ 40.

Tributação do IR

Caso queira retirar a aplicação neste mesmo período, aí teremos que fazer mais um cálculo: o da alíquota do Imposto de Renda. Seguindo a tabela regressiva, o percentual referente seria o de 22,5%.

Porém, como já foi taxado com o come-cotas, a alíquota do IR fica como a diferença dos valores entre as duas. Confira o cálculo abaixo.

Alíquota IR de 22,5% – alíquota do come cotas de 20% = 2,5%

Portanto, o percentual total que irá incidir sobre o lucro será de 22,5%.

>>> Fica confuso com tantos cálculos? O curso da Faculdade XP School: “Excel para Finanças: do Básico ao Avançado” vai te ajudar a deixar esse processo mais automatizado. Clique no banner abaixo e inscreva-se agora mesmo!

Campanha de um curso online sobre "Excel para Finanças: do Básico ao Avançado" da Faculdade XP School.

Fundos de investimentos tributados pelo come-cotas

Agora que já sabe um pouco mais sobre como funciona o come-cotas, chegou a hora de potencializar esse conhecimento. Afinal, sobre quais fundos de investimentos ele incide? Confira abaixo os detalhes desses tipos de ativos.

Fundos de renda fixa 

O primeiro tipo de fundos de investimento que é influenciado pelo come cotas é o de renda fixa. Ele recebe esse nome pois, pelo menos, 80% da carteira deve ter ativos que são impactados pela Taxa Selic, inflação ou os dois. 

Geralmente, os ativos que mais recebem influência desses dois fatores são os investimentos de renda fixa. Alguns exemplos são:

  • títulos públicos federais: são emitidos pelo governo, quem investe com Tesouro Direto, por exemplo, “empresta” dinheiro e recebe os juros ao fim da operação;
  • debêntures: quem investe nesse ativo também está emprestando dinheiro, mas para uma empresa que necessite dele;
  • CDBs: é um título privado e seu funcionamento é um pouco parecido com o Tesouro Direto, no entanto no CDB o empréstimo é para instituições financeiras;
  • LCIs: são emitidas por bancos e quem investe nelas está comprando lastro de papéis do mercado imobiliário.

Além do come-cotas e IR, existe outra taxa que deve ser paga por quem escolhe o fundo de renda fixa. A taxa de administração serve para pagar os serviços do gestor do fundo. Ela é estabelecida anualmente, porém é cobrada de maneira parcelada durante o ano.

Fundos referenciados DI 

Os fundos referenciados DI têm basicamente as mesmas características do fundo de renda fixa. Eles se diferem apenas por uma questão: 95% da carteira do Fundo DI deve ser de títulos públicos atrelados à Taxa Selic

O investimento em Fundos referenciados DI é mais recomendado para o investidor conservador. Mas ele também pode ser usado por outros perfis, como uma maneira de diversificar a carteira de investimentos.

Fundos multimercados

O terceiro tipo de fundo é o multimercados. Ele tem esse nome pois flutua entre investimentos de renda fixa e variável.

Por ter essa característica é muito mais simples deixar a carteira diversificada, buscando assim uma rentabilidade expressiva e minimizando os riscos.

Além da taxa administrativa, que é comum a todos os tipos de fundos de investimento, nos fundos multimercados, o gestor pode receber a taxa de performance. Ela é cobrada quando a rentabilidade é superior ao prospectado pelos índices do mercado.

Por exemplo: Carlos aplicou em fundos multimercados tendo o CDI como referência. Caso o CDI renda 120% e o fundo 140%, será cobrada a taxa de performance em cima dos 40%.

Fundos cambiais

O último fundo afetado pelo come-cotas é o cambial. Quem escolhe esse tipo de fundo deve aplicar a maior parte da carteira em ativos que estejam relacionados a moedas estrangeiras.

Geralmente, os fundos cambiais são escolhidos como uma forma de fugir do impacto do aumento do dólar na moeda nacional. Por ser arriscado, esse investimento é mais indicado para o investidor arrojado, pois sua volatilidade é medida entre moeda real e moeda estrangeira. Portanto, é preciso estar atento também ao mercado da moeda escolhida.

No entanto, é importante diversificar a carteira para que os riscos sejam minimizados. E não custa lembrar que, mesmo que as aplicações sejam em moedas estrangeiras, a retirada é feita em Real.

Os fundos de investimentos são muito famosos por promover essa maior diversificação na carteira. Para entender a melhor forma de diversificar os seus investimentos, assista o vídeo abaixo.

Agora que sabe tudo sobre o imposto come-cotas, o que acha de potencializar seus conhecimentos? No blog da Faculdade XP School, a escola da XP, você encontra as respostas para as suas dúvidas sobre o mercado financeiro.

Saiba como funciona a valorização das criptomoedas e que fatores impactam a alta e a baixa

Os ativos digitais, ou criptomoedas, agitam o mercado dos investidores por conta dos seus altos e baixos, na maioria das vezes, em curto espaço de tempo. Logo, saber como funciona a valorização das criptomoedas direciona quem busca esse modelo de rendimento.

Nesse contexto, o Bitcoin, principal criptomoeda do mundo, não é mais a preferência do mercado. Moedas como Ethereum, Dogecoin e Binance Coin, por exemplo, começam a demonstrar ganhos significativos individualmente, sem a necessidade da “criptomoeda-mãe” ajudá-las a elevar o status.

Mas o que faz uma criptomoeda valorizar? E por que, ao mesmo tempo, ela desvaloriza com certa rapidez? Neste artigo vamos tirar essas e outras dúvidas para você que deseja investir no ramo sem temer a volatilidade do mercado.

O que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais descentralizadas, isto é, que não são controladas por um órgão específico. Elas são criadas pela rede blockchain, responsável por armazenar transações financeiras, registros e dados de pessoas.

A grande vantagem das criptomoedas geradas no blockchain é a possibilidade de serem convertidas em dólar, real ou outras moedas para uso na compra de produtos e serviços, razão que despertam grande interesse de empresas como forma de pagamento.

>>> Leia também: 5 criptomoedas que você precisa investir

Tenha um guia ideal para sempre que precisar saber mais sobre o mundo dos investimentos. Faça o download agora:

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Como funciona a valorização das criptomoedas?

Antes de entender o que faz uma criptomoedas valorizar, precisamos entender o conceito. 

E o número de criptomoedas não para de crescer.O ano de 2021 ultrapassou a marca de 10 mil, de acordo com as informações da Coinmarketcap.

O Bitcoin segue líder no setor, porém os seus resultados atuais geram dúvidas para quem deseja negociá-lo. 

Desde setembro, o Bitcoin sofre uma queda brusca. Segundo a Coindesk, a moeda era negociada acima dos US$50 mil, mas chegou a uma queda de quase 19%, isto é, de US$42,8 mil. Naquela época, recuperou 14%, o que indicava uma retomada positiva, porém, despencou para a casa dos US$40 mil.

Em suma, chegamos até aqui para entender que o Bitcoin é só um exemplo de moeda oscilatória, mas isso não destoa a qualidade e a valorização dele e dos demais criptoativos. 

O movimento Alt Season 

O principal motivo desse avanço foi a entrada de investidores no mercado tradicional, institucional e de grandes bancos que recomendam aos clientes a utilização de Bitcoin e de outras moedas.

Denomina-se “Alt Season” (temporada alternativa) quando outras moedas começam a ganhar espaço. Esse fenômeno acontece quando os investidores entendem que existem outros ativos de mesma classe tão poderosos quanto o Bitcoin. Eles se tornam valorizados porque faz sentido, na visão dos investidores, diversificar entre outros.

De acordo com o Mercado Bitcoin, o destaque do Alt Season é o Ether, da rede Ethereum, que obteve uma alta de 471% no acumulado de 2021, enquanto o Bitcoin registrou 93%. O segundo maior criptoativo do mundo conta com 20% de mercado e uma capitalização de US$482,88 bilhões.

O Ethereum segue enaltecido na área, pois é visto por grandes especialistas como uma grande AppStore, ou seja, uma plataforma em que é possível desenvolver vários tipos de movimentos inteligentes.

Em outras palavras, esses contratos proporcionam, por exemplo, o empréstimo entre investidores sem o conhecimento ou intermédio de um, ou de outro. 

Sendo assim, as criptomoedas deixam de ser apenas moedas digitais para troca e venda de produtos, uma vez que agora também assumem um grau de protagonismo em  negociações de todo o mundo.

Quer dar os primeiros passos no mundo dos investimentos? Aproveite o nosso curso com materiais exclusivos pra você

Imagem da campanha de um curso online sobre "Os primeiros passos no Mundo dos Investimentos" da Faculdade XP School.

O que faz uma criptomoeda valorizar e desvalorizar?

A volatilidade das criptomoedas preocupa os investidores que, em alta, veem a possibilidade de criar fortuna em pouco tempo. Por outro lado, ao menor sinal de queda, eles começam a vendê-las com receio de perder dinheiro, o que aumenta a oferta, porém derruba o valor.

Além do ganho e perda, dois fatores são preponderantes para o sobe e desce dos ativos. São eles:

Mineração na China

O país asiático abriga parte das mineradoras de criptomoedas do mundo, ou seja, computadores potentes que resolvem conflitos matemáticos e facilitam as negociações.

Logo, empresas e pessoas que detêm esses computadores são remunerados em moedas digitais. A grande questão é que a China restringe a prática no país e, assim, sempre quando há esses movimentos, o ramo de moedas reage negativamente. 

O poder das baleias

As baleias são pessoas e empresas que possuem muitas criptomoedas. Somente por essa razão, elas geram alvoroço, já que vendem muitas moedas de uma única vez.

Esse tipo de investidor costuma usar o próprio poder para aumentar ou baixar os preços das criptomoedas. O fato é que as baleias compram quantias exageradas de criptomoedas, o que faz subir o valor. É quando elas vendem durante a alta para lucrar.

>>> Aprenda mais: Saiba como estudar investimentos e não errar na hora de aplicar

Acompanhe este vídeo e tire a dúvida se você deve ou não investir em criptomoedas:

Como funciona a valorização das criptomoedas? 

O campo de criptomoedas é bastante vasto, independentemente de compra ou venda. Mas para saber o momento certo é importante se aprofundar sobre o assunto.

É por isso que, com o apoio de especialistas, você terá oportunidades brilhantes no segmento e, consequentemente, ficará craque para desbravar novos rendimentos.

Como o estudo é a melhor forma de aprendizado de qualquer área, a Faculdade XPSchool tem diversos cursos e materiais relacionados a esse tipo de investimento.

Pensando assim, a nossa dica é aplicar o seu autoconhecimento no curso CriptoInvestidor, no qual você irá aprender sobre o mundo do Bitcoin e dos criptoativos, e entender como essa classe de ativos impacta o mercado de forma geral.

Vamos aprender agora?

Agora que você já tem uma base e sabe como funciona a valorização das criptomoedas, não detenha esse conhecimento com você! Compartilhe este texto em suas redes sociais e ajude seus amigos a investir de maneira assertiva!

Entenda o que é Copy Trade e confira se essa estratégia vale a pena

É comum que pequenas empresas iniciantes queiram adaptar estratégias de grandes corporações para sua realidade. Assim, é possível ter processos de qualidade economizando tempo.

No mundo dos investimentos, muitas pessoas começam da mesma maneira. Ao assistir a vídeos de YouTube ou a aulas online com profissionais na área, elas aprendem a traçar seu trajeto respeitando seu perfil de investidor e apetite ao risco. E o Copy Trade é um novo fenômeno nessa busca por aprendizado.

Se você não sabe o que é Copy Trade ou quer descobrir se esse tipo de estratégia vale a pena, esse texto é para você. Boa leitura!

O que é Copy Trade?

É só traduzirmos o que é Copy Trade para o português, que temos uma ótima ideia dessa novidade nos investimentos: cópia de operações. De maneira resumida, essa estratégia consiste em investidores realizarem operações copiando os movimentos de outras pessoas a fim de maximizar seus lucros.

Mas vamos voltar alguns passos para melhor entender a origem do Copy Trading. 

Como afirmamos acima, as pessoas estão cada vez mais interessadas em aprender sobre finanças e aumentar seu patrimônio. Uma pesquisa da Faculdade XP e o Instituto Locomotiva revelou que metade dos entrevistados procuraram mais por assuntos relacionados às finanças em 2020 do que em 2019. 

Já o último Raio X do investidor, da Anbima, mostrou que o número de investidores saiu de 42% para 44%.

Uma das maneiras de buscar esse conhecimento foi por meio das redes sociais, onde experts da área, como Nathalia Arcuri, Thiago Nigro e Clara Sodré se destacaram por levar a educação financeira às pessoas de forma democrática.

Esse compartilhamento de informações originou a criação do Social Trading, mecanismo que possibilita se comunicar com negociadores para dividir informações e criar estratégias. 

E com cada vez mais conhecimento disponível online, as pessoas viram nos especialistas um caminho mais seguro de investir – o que originou o Copy Trade. 

Qual a diferença entre Social Trading e Copy Trading? 

Enquanto o Social Trading possibilita interagir com outros investidores para otimizar os lucros, o Copy Trading oferece a possibilidade de copiar uma estratégia completa de um trader ou grupo de traders.

Vale dizer que as informações colhidas no CT funcionam para todos os tipos de investidores. Enquanto os iniciantes colhem as orientações de profissionais para decidir os próximos investimentos, os mais experientes economizam tempo utilizando a pesquisa de mercado realizada por outros traders.

>>> Leia também: O que é trading e quem é o trader? Conceito e vantagens da profissão

Como funciona o Copy Trade na prática?

Para melhor entendermos o que é Copy Trade e como ele funciona na prática, vamos olhar para um exemplo. Nele, conhecemos Benedito, um homem de 42 anos que não tem tempo na sua rotina para negociar no mercado de ações.

Já Amélia é uma trader profissional, cuja estratégia rendeu 25% nos últimos 12 meses. Benedito encontra Amélia em uma plataforma e descobre que é possível copiar sua estratégia por R$ 30 por mês.

Após analisar seu histórico e ganhos, Benedito investe R$ 1.000 em um CT da estratégia de Amélia. Ela então realiza mudanças na sua estratégia, que são espelhadas na carteira de Benedito

No final de um mês, Amélia conseguiu um lucro de 15% em sua estratégia. Para Benedito, que aportou R$ 1.000 e pagou R$ 30 a Amélia, o lucro no mês foi de R$ 120.

Uma ótima opção para aprender sobre trading é o curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade”. Com ele, é possível aprender técnicas para a realização de operações de day trade com ações e minicontratos – tudo isso com experiências reais vividas pelo mentor do curso, André Moraes.

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Quais são as vantagens e desvantagens do Copy Trade?

Assim como várias outras estratégias, o CT oferece vantagens e desvantagens que devem ser analisadas pelos interessados. Dentre os benefícios do Copy Trade estão:

  • possibilidade de realizar aportes em bons investimentos com facilidade;
  • economia de tempo;
  • ter o aval de traders experientes nas operações.

Entretanto, também é necessário citar as desvantagens desse tipo de estratégia, que são:

  • deixar de investir no conhecimento próprio, já que o trabalho será feito por outras pessoas;
  • não saber quais são os riscos assumidos nas operações, podendo registrar perdas momentâneas;
  • monitoramento constante no trader, para garantir que as operações realizadas ainda cumprem os critérios acordados.

Afinal, o Copy Trade vale a pena?

Você entendeu o que é Copy Trade e como ele funciona. A dúvida agora é: Copy Trade vale a pena? E a resposta que podemos dar é: depende.

Isso porque em qualquer tipo de investimento, existem alguns pontos de atenção que precisam ser analisados, como o perfil de investidor, segurança e liquidez.

Perfil de investidor

Cada pessoa possui um diferente perfil de investidor, classificação que define qual sua visão diante diferentes investimentos e seus respectivos riscos. E é com essa análise que temos mais segurança ao realizar aportes que melhor se encaixam nos nossos objetivos.

Mas ao escolher um Copy Trade, é possível que os investimentos escolhidos pelo gestor se difiram do seu perfil, gerando ansiedade e frustração. 

Se você quer começar a investir em ações, o vídeo abaixo da Clara Sodré pode lhe oferecer valiosos insights para começar esse processo:

Segurança

A segurança de um investimento é outro ponto de atenção ao analisar um Copy Trade. Como esses aportes são realizados na renda variável, a volatilidade não é recomendada para a reserva de emergência.

Ou seja, antes de analisar em qual CT investir, entenda qual a quantia de dinheiro que você está disposto a investir com possíveis ganhos ou perdas.

Liquidez

A reserva de emergência, que citamos acima, também é um ótimo exemplo para entendermos a importância da liquidez em qualquer investimento. 

Ao avaliar uma possibilidade de Copy Trade, é imprescindível olhar para a liquidez dessa estratégia. Assim, garantimos que o aporte não afetará possíveis planos e/ou emergências que possam surgir no futuro.

Não deixe de investir no conhecimento

O Copy Trade é uma ótima maneira de começar a investir na renda variável com pouco conhecimento. Mas se você tem vontade de maximizar seus lucros e aumentar seu patrimônio, é importante investir no conhecimento.

Com ele, você conseguirá tomar decisões com mais embasamento e garantir que a sua carteira de investimentos atenda suas expectativas e objetivos. Clique no banner abaixo e continue a aprender com a gente!

Campanha de um curso online sobre "Análise Fundamentalista: Identifique os Futuros Vencedores da Bolsa" da Faculdade XP School.

Como analisar um gráfico de ações e antecipar as tendências?

Quer se tornar um trader, mas ainda não sabe como entender os gráficos da bolsa de valores? No post de hoje, mostraremos como analisar um gráfico de ações para maximizar o retorno dos investimentos. 

Por sinal, também abordaremos os conceitos da análise técnica, também conhecida como análise gráfica. Isso porque, ao estudar com cautela o comportamento dos ativos, pode-se antecipar tendências e, assim, decidir assertivamente sobre a compra e venda de papéis.

E, para que essas decisões sejam realmente coerentes, é vital saber como analisar um gráfico de ações. Portanto, continue conosco para conhecer cinco estratégias para aprimorar seu planejamento.  

Mas, afinal, como analisar um gráfico de ações?

Antes de mostrar como analisar um gráfico de ações, vale considerar as características da bolsa de valores. Para resumir, trata-se de um ambiente de negociação que conecta os interessados em comprar e vender ativos de ordem financeira. 

Para ter mais detalhes, a dica é fazer o download do “Guia da bolsa para investidores”. Neste e-book gratuito, você descobrirá os conceitos essenciais que ajudam a obter retornos significativos nas aplicações financeiras.

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Saber como analisar um gráfico de ações é realmente importante?

O principal motivo para fazer análise de gráficos da bolsa é nortear a tomada de decisão e lucrar com isso. Para estratégias de curto prazo, é fundamental aprender sobre a análise técnica, que estuda as tendências de valorização e desvalorização de ações, por exemplo.

Se o trader observar uma tendência de alta, ele poderá obter lucros com esse movimento, ao comprar papéis. Já na de baixa, é possível encerrar a posição e vender as ações a descoberto via short squeeze, buscando recomprá-las posteriormente. 

Por falar em short squeeze, pense em uma alta expressiva dos preços, repentinamente. Quem tinha apostado na queda do ativo pode encerrar a posição para evitar perdas maiores e recomprar logo em seguida, o que retroalimenta a movimentação dos preços.  

Quais são os tipos de gráficos de trading? 3 opções

A seguir, listamos três alternativas para fazer essa análise de gráficos da bolsa de valores. E, para ilustrar as opções, tomaremos como base as publicações da corretora Rico Investimentos e do InfoMoney, ok? 

1. Gráfico de linhas

O gráfico de linhas é o mais simples de todos e demonstra o preço do ativo em um recorte de tempo. Nesse sentido, ele evidencia as movimentações que aconteceram no pregão, que é o período em que a bolsa está aberta para negociação. 

Veja um exemplo do gráfico de linha com periodicidade diária, destacando os preços de fechamento dos pregões:

como analisar um gráfico de ações - gráfico de linhas

Fonte: Rico

2. Gráfico de barras

Por sua vez, o gráfico de barras é mais completo do que o de linhas, contendo quatro preços do período:

  • fechamento, 
  • abertura;
  • mínimo;
  • máximo.

Logo abaixo, confira um exemplo desse gráfico de barras:

como analisar um gráfico de ações - gráfico de barras

Para entender melhor, acompanhe o esquema dos preços de abertura e fechamento, além de mínimo e máximo:

como analisar um gráfico de ações - gráfico de barras - mínimo, máximo, fechamento e abertura

Fonte: Rico

3. Gráfico de velas (candlesticks)

Para finalizar, chegamos ao gráfico candle, que é muito usado na análise técnica, por ser mais detalhado. Ele tem uma série de representações gráficas: cor vermelha (desvalorização) e verde (valorização), formato da vela etc.

Ou seja, existem certos padrões que indicam o comportamento dos ativos ao longo do tempo. E isso serve como um parâmetro para antecipar os próximos movimentos, indicando o melhor momento para comprar ações ou vendê-las, se for o caso.

>>> Saiba mais sobre a análise dos candlesticks com 19 padrões de reversão de tendência

como analisar um gráfico de ações - gráfico de velas - candlesticks

Fonte: InfoMoney

Como analisar um gráfico de ações na prática? 5 estratégias 

Para consolidar as informações do post, confira cinco dicas de como analisar um gráfico de ações:

1. Considere a lei da oferta e da demanda

No mercado da bolsa de valores, os preços variam conforme a lei da oferta e da demanda. Em se tratando de curto prazo, as expectativas do mercado influenciam bastante nessa oscilação.  

Por isso, recomendamos a leitura do e-book gratuito “Como se formam os preços dos ativos”. Afinal, um bom trader sabe que as tendências de alta ou baixa são cíclicas e, em ambos os casos, existem boas oportunidades de investimento. 

2. Observe os topos e fundos dos gráficos

Respectivamente, os topos e fundos representam as tendências de alta e baixa do ativo a ser analisado. 

E é aqui que pode acontecer a resistência, dificultando a subida do preço, bem como o suporte, evitando que o preço seja reduzido, tal como ilustra a imagem abaixo: 

como analisar um gráfico de ações - suporte e resistência

Fonte: InfoMoney

3. Fique de olho nas médias móveis

Essa análise verifica o preço médio do ativo em um período, que pode ser de dois dias, por exemplo. Em geral, os especialistas destacam que os valores não costumam ficar longe das médias móveis por muito tempo. 

A propósito, acompanhe um exemplo com duas médias móveis, analisando: 20 e 200 períodos:

como analisar um gráfico de ações - médias móveis - duas linhas

Fonte: InfoMoney

4. Acompanhe o Índice de Força Relativa (IFR)

Já o IFR evidencia as regiões em que acontece uma sobrecompra ou sobrevenda do ativo. Para tal, ele compara a média das cotações em períodos de alta e baixa, em uma escala de zero a 100.

Nesse caso, um IFR acima de 70 indica que há a sobrecompra e esse papel tende a cair para um preço razoável. Por outro lado, a zona de sobrevenda fica abaixo dos 30, momento em que a ação costuma subir, como nesse exemplo a seguir:

como analisar um gráfico de ações - índice de força relativa

Fonte: InfoMoney

5. Estude bastante para identificar as tendências

É vital investir em conhecimento para reconhecer os cenários que indicam a alta, baixa ou lateralização dos preços. E essas tendências são:

  • altista: o preço sobe, diante da demanda maior;
  • baixista: o preço cai, visto que a oferta é maior;
  • lateral: há equilíbrio entre a oferta e a demanda.

Para facilitar, veja um gráfico com essas três tendências:

como analisar um gráfico de ações - tendências de alta, baixa e lateralização

Fonte: Rico

Bônus: 3 estratégias para analisar um gráfico de ações

No curso “Preço vs Tempo: Estratégias para Swing Trade”, você conhecerá a forma mais comum de operar na bolsa. E, durante essa formação online, aproveite para aprofundar os conhecimentos sobre essas três estratégias:

  1. correção nas médias móveis;
  2. onda três (reversão de tendência);
  3. rompimento com números de força.

Enfim, esperamos que o post tenha ajudado a entender como analisar um gráfico de ações. E, sempre que quiser mais informações sobre o universo dos investimentos, conte com a Faculdade XP School!

Como ser um trader de sucesso e obter retornos consistentes?

Se você tem interesse na lucratividade da bolsa de valores, saiba que isso pode estar à sua disposição. Mas os retornos elevados (e consistentes) não acontecem em um passe de mágica, razão pela qual elaboramos um post para te mostrar como ser um trader de sucesso.

Neste artigo, temos três dicas valiosas para aplicar recursos com segurança e conquistar seus objetivos. Para tal, é importante lançar mão de ferramentas eficazes que orientem a tomada de decisão de forma assertiva, a fim de otimizar o retorno dos investimentos.

Independentemente se você é um trader amador ou profissional, queremos te ajudar a investir melhor. Então, continue conosco para conferir os aspectos teóricos que sustentam a estratégia de trading, assim como três dicas para colocar tudo isso em prática.  

Como ser um trader de sucesso? Preparando o terreno! 

Sabia que a profissão de day trader tem sido cada vez mais valorizada, de acordo com o estudo do LinkedIn publicado no InfoMoney?

A propósito, essa é uma das modalidades operacionais que você vai conhecer logo a seguir. Mas, antes disso, vale a pena conferir cinco questões que facilitam o entendimento sobre como ser um trader de sucesso. Vamos nessa?

1. O que é um trader?

O trader é um profissional que negocia ativos na bolsa de valores em curto prazo, por meio de plataformas digitais. Quem opera no day trade, por exemplo, faz a compra e venda de papéis em um mesmo dia. Já o prazo do swing trade é um pouco maior, uma vez que a negociação se estende por alguns dias.     

>>> Conheça os dez melhores traders do Brasil e do mundo

2. Qual é o objetivo do trading?

A finalidade do trading é lucrar com a diferença entre o preço de compra e venda. Se o trader comprar uma ação por R$ 1 e, depois, vender por R$ 1,50, o retorno seria de 50%. Mas lembre-se de que é necessário descontar os custos específicos de cada modalidade operacional, a exemplo dos impostos e da taxa de corretagem, se houver.  

3. O que é necessário para operar na bolsa de valores?

Investir em renda variável está cada vez mais acessível para os brasileiros. Falando nisso, a B3 – Bolsa de Valores do Brasil – declarou que já tem 4 milhões de contas ativas, sabia? E, se a ideia te interessa, baixe o e-book “Guia da bolsa para investidores”, um material gratuito que demonstra os primeiros passos para operar.

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

4. Qual é a rotina do trader?

A rotina do trader depende da modalidade operacional em que ele pretende atuar. Falaremos sobre isso nos próximos tópicos, mas, para adiantar, vamos considerar a rotina acelerada do day trader, pois essa é uma das opções mais visadas pelos investidores.

Como essas operações acontecem no mesmo dia, é preciso tomar decisões rapidamente. Nesse sentido, é fundamental aprender a “ler” os movimentos do mercado, conforme as tendências de valorização e desvalorização. Depois disso, basta ter agilidade para emitir as ordens de compra e venda na plataforma digital e, então, apurar os resultados.

Realmente, o day trade tem alto potencial de rentabilidade. Entretanto, a rapidez das negociações costuma gerar um estresse emocional maior do que o das outras modalidades. No fim das contas, não há muito tempo para tomar decisões e, portanto, é primordial contar com a reserva de emergência para ter mais tranquilidade ao investir, ok?

5. Mas, afinal, como virar um trader?

Se você quer entrar nessa área, inclusive fazendo uma transição de carreira, nós te ajudamos nisso. E, para começar com o pé direito, é essencial ampliar a base de conhecimento para construir uma bagagem e compreender os movimentos do mercado.

Para exemplificar, a Faculdade XP School dispõe do curso “Introdução ao Universo de Trading: conceitos básicos”. Dessa maneira, será mais fácil conhecer os desafios dessa jornada, com destaque para o impacto do psicológico nos resultados, sejam lucros ou prejuízos.

3 dicas de ouro: como ser um trader de sucesso?

Se você pretende viver de trading, temos três dicas valiosas para descobrir como ser um trader profissional. Mas, se você se identifica como um trader amador, saiba que é possível obter retornos expressivos, mesmo conciliando essa atividade com outras profissões.   

1. Estude bastante para tomar boas decisões

De fato, existem várias formas de estudar sobre investimentos: livros, podcasts, lives, cursos etc. Aliás, uma boa pedida é acompanhar as transmissões feitas por especialistas, como a live “Consistência e gerenciamento de risco” no canal da Faculdade XP School

Na ocasião, Ariane Campolim e Zé Rico falam de dois pilares para quem quer saber como ser um trader de sucesso. Afinal, a consistência nas operações e o efetivo gerenciamento de risco são vitais para uma tomada de decisão bem-sucedida. Dê o play para conferir!

2. Escolha uma das modalidades operacionais

Um dos pontos-chave de como ser um trader de sucesso é a escolha da modalidade em que vai operar. Por sinal, essas são quatro opções para negociar ativos na bolsa de valores:

  • position trading: a proposta é obter ganhos a longo prazo, quando a posição atingir o lucro esperado. Ou seja, o retorno pode demorar semanas e até mesmo alguns meses; 
  • swing trading: o objetivo é lucrar no médio prazo, operando com mais ativos em relação ao position. Nesse caso, o resultado poderá ser verificado em dias ou semanas;
  • day trading: o foco é apurar o lucro pelos movimentos diários rápidos, curtos e sequenciais. Logo, pode-se efetuar diversas operações por dia, as quais duram minutos ou horas;
  • scalping: a ideia é comprar e vender nas melhores ofertas, respectivamente bid e ask. Isto é, o trader visa maximizar ganhos e minimizar riscos em operações feitas em segundos ou minutos.

Digamos que você decidiu ser um day trader, visto que o total de operadores dobrou em 2020 nessa modalidade, com base no banco de dados da B3. Sendo assim, faça o download do e-book gratuito “Guia de boas práticas para day trade” para operar com mais segurança e assertividade. 

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

3. Trabalhe com uma corretora de valores eficiente

Por fim, escolher bem sua corretora faz a diferença para quem busca saber como ser um trader de sucesso. Por exemplo, a Clear e a Rico zeraram a corretagem para negociar ações, o que traz economias significativas e, ainda, maximiza o retorno dos investimentos.

Enfim, esperamos que o artigo tenha ajudado a esclarecer como ser um trader de sucesso. Além disso, aproveitamos a oportunidade para recomendar os cursos da Escola de Trading, tendo em vista que eles contribuem para:

  • analisar os cenários econômico-financeiros de maneira criteriosa;
  • automatizar operações como o stop de ações (stop loss e stop gain);
  • usar a volatilidade a seu favor, lucrando com a oscilação de preços. 

Enfim, conte com o nosso apoio para ser um trader bem-sucedido!

Como dividir os investimentos para curto, médio e longo prazo?

Criar uma carteira de investimentos não é apenas escolher vários produtos com prazos semelhantes. Um bom portfólio requer estratégia e paciência para ter resultados em vários períodos. Por isso, falar em como dividir os investimentos é pensar em formas de organizar sua carteira de acordo com o tipo de ativo e o tempo de rendimento.

Não é por acaso que uma das grandes dúvidas de um investidor iniciante seja em quais aplicações investir: renda fixa, variável, Tesouro Direto, ações, fundos, debêntures.

Opções não faltam. Porém, formalizar uma carteira ideal depende do perfil do investidor e dos objetivos propostos, até porque crises sempre acontecem e geram o sobe e desce no mercado.

Para não tomar decisões precipitadas, no artigo de hoje vamos explicar as melhores maneiras de como dividir a carteira de investimentos. Tudo para que você realize os seus sonhos no prazo determinado. Confira!

Como dividir os investimentos?

Para fazer um bom negócio, o empreendedor precisa saber como dividir a carteira de investimentos a partir de dois pontos que, em muitos casos, são deixados de lado: conhecer o próprio perfil de investidor e saber se organizar.

Entenda porque esses dois elementos são essenciais na hora de diversificar suas aplicações:

Avalie seu perfil de investidor 

O perfil do investidor é um elemento importante na hora de abrir uma conta em um banco ou corretora, pois, por meio dele, é possível chegar ao objetivo sonhado.

Neste primeiro momento, o investidor iniciante se depara com as classificações “conservador”, “moderado” e “arrojado”. Devido à pressa de adquirir resultados de alta rentabilidade, muitos partem do pressuposto de marcar “arrojado”, que aparenta ser o mais eficiente.

De fato, quem marca essa classificação está mais disposto a correr riscos de perder dinheiro e lidar com a volatilidade dos ativos. Por isso, é importante estar ciente sobre qual categoria você se identifica.

Logo, é preciso estabelecer quais são os objetivos do investimento, ou seja, os de curto, médio e longo prazo (períodos que veremos especificamente a seguir). E, no terceiro momento, definir os produtos mais adequados para a sua carteira, mas não esqueça que cada uma tem um propósito específico.

Mas, independentemente do perfil ou do tempo de vigência do investimento, é fundamental que você construa uma reserva de emergência

Afinal, sabemos que imprevistos acontecem e ter um dinheiro extra pode ajudar em situações complicadas. No caso de investimentos, a reserva pode ser incluída em uma aplicação de renda fixa para resgate rápido.

Anote seus projetos 

Listar todos os projetos, considerando a quantidade de dinheiro para cada um é, de fato, uma das melhores estratégias no mundo dos investimentos. Sabe por quê? Matematicamente, quanto menor o prazo, mais significativa será a parcela de investimento em renda fixa.

Por outro lado, com o passar do tempo, é possível verificar que a fatia de renda variável do patrimônio também aumenta. Mesmo assim, você poderá usufruir dos seus recursos na aposentadoria, pois a porcentagem alocada em renda fixa volta a crescer nessa fase da vida.

Em outras palavras, tanto a renda fixa quanto a variável têm seus momentos de maior rentabilidade. O importante é ter todos os projetos anotados, incluindo a ideia de fazer uma simulação para visualizar se a sua estratégia poderá dar certo.

Como dividir seus investimentos por prazo?

Curto prazo

Não tenha dúvidas de que existem aplicações para todos os tipos e bolsos, e no tempo que você preferir. Nas finanças, por exemplo, o curto prazo representa um período de, no máximo, dois anos.

Para se ter uma ideia, há bancos e corretoras que oferecem investimentos com prazo de 30 dias, como CDBs e títulos com liquidez diária em que você tem possibilidade de retirar o dinheiro a qualquer hora. Entre as opções, sugerimos Tesouro Selic e as LCI e LCA.

Médio prazo

O meio-termo ainda é uma opção não escolhida por muitos investidores, pois preferem em curto ou longo tempo.

Nas finanças, o período de médio prazo é de 2 a 5 anos, que pode ser bem-visto em aplicações LCI e LCA, RDB e LC, ou em Fundos de Investimentos.

A característica do médio prazo é a possibilidade de ter segurança, mas arriscar um pouco mais. Isto é, se você necessita de dinheiro em alguns anos, talvez valha a pena correr alguns riscos para ganhar mais nesse meio tempo.

Longo prazo

Longo prazo é o período mais sonhado de qualquer pessoa, pois é nele que se vê grandes projetos, como a compra de imóveis, carros, pagamento de faculdade, entre outros.

No mundo das finanças não é diferente, como o tempo é planejar para mais de cinco anos, o pensamento a longo prazo é aplicar o dinheiro para conquistar e somente usufruir a aposentadoria com tranquilidade vivendo de renda.

Por isso, essa categoria é ideal para investimentos mais arriscados, que podem perder dinheiro, mas ainda tem tempo para recuperá-lo.

Entre as opções de investimentos, o IPCA ou prefixado, Fundos de Investimento e Renda Variável são os mais recomendados.

Dê o play agora e tire suas dúvidas sobre investimentos:

Extra: como dividir os investimentos sem errar?

A Faculdade XP School oferece o curso Primeiros Passos no Mundos dos Investimentos 1 e 2, método mais fácil para compreender a dinâmica das aplicações. No primeiro modo, você aprenderá os primeiros passos, descobrindo o seu perfil de investidor e os melhores produtos.

Já na continuação, serão abordados assuntos mais abrangentes, como fazer seu dinheiro render por meio dos principais tipos de ativos, fundos imobiliários, e mais.

Acesse o banner do primeiro curso agora:

Imagem da campanha de um curso online sobre "Os primeiros passos no Mundo dos Investimentos" da Faculdade XP School.

 

Qual é a importância da educação financeira para o público de baixa renda?

A educação financeira é um termo que parece, geralmente, muito relacionado às classes sociais de poder aquisitivo alto e médio. Entretanto, o acesso à educação financeira para o público de baixa renda é fundamental para contribuir para redução dos índices de endividamento da população e para a ascensão social

Quando falamos sobre investimento, redução de gastos ou planejamento financeiro, a população de baixa renda também deve ser incluída. 

Nesse sentido, é importante considerar que essa faixa da população possui acesso a salários mais baixos. Esse salário é, geralmente, voltado para o pagamento de despesas básicas como aluguel de moradia e alimentação. Por isso, pensar em poupar e investir parece algo de outro mundo. 

Segundo levantamento realizado pela consultoria IDados, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do segundo trimestre de 2021, 30 milhões de brasileiros recebem até um salário mínimo, que atualmente é de R$1.100.

Com a variação dos preços de produtos nas capitais do Brasil, a cesta básica pode consumir 44,86% do salário, em Aracajú, e 65,32% em Porto Alegre. 

Sobra pouco para as demais despesas como contas de água, luz, internet, telefone e, claro, moradia. Isso sem falar em custos com saúde e educação. 

Então, é possível falar de educação financeira para o público de baixa renda? Sim! É possível e necessário, afinal, essas pessoas são as que sofrem mais quando algum imprevisto aparece

Também são a faixa da população que pode usar a educação financeira para buscar um futuro diferente do que o presente parece apresentar.

Qual é a importância da educação financeira para o público de baixa renda?

A educação financeira para o público de baixa renda é crucial para mudar realidades, e talvez esse seja o maior impacto que o conhecimento sobre finanças pode trazer para a sociedade. 

Para você acreditar que é possível dar esse passo e se empolgar, vamos a um exemplo? Você conhece Murilo Duarte? Estamos falando de um jovem que nasceu e cresceu na periferia e conquistou, aos 26 anos, seu primeiro milhão!

Não, ele não se tornou jogador de futebol. Foi por meio da educação financeira que ele começou a poupar seu dinheiro e a investir. Assim, iniciou sua caminhada rumo à mudança da sua própria realidade. 

Junto com isso, Murilo iniciou um canal no Youtube, chamado Favelado Investidor, onde ensina sobre educação financeira e investimentos para quem vive a mesma realidade que ele viveu. 

É claro que Murilo é apenas um jovem entre milhões de pessoas que conseguiu esse feito, mas ele não precisa – e não quer – ser o único. 

Sabendo qual a importância da educação financeira para os jovens, Murilo iniciou seu trabalho como youtuber. O objetivo é fazer com que mais gente entenda que é possível sim, mudar a realidade em que se vive. Por mais que isso demore algum tempo. 

Confira um dos vídeos do canal do Favelado Investidor, que já tem mais de 330 mil inscritos. 

Agora que você já conhece alguém que conseguiu dar um passo rumo a um futuro melhor, a partir da educação financeira para o público de baixa renda, seguimos para entender porque isso deve ser uma preocupação. Afinal, qual é a importância da educação financeira para o público de baixa renda? 

>>> Leia também: Como começar a estudar educação financeira? Qual a importância? + 3 dicas

Quais os benefícios da educação financeira para o público de baixa renda? 

Ajuda a reduzir o endividamento

Ninguém quer se endividar, mas mesmo assim muita gente acaba indo por esse caminho. Em grande parte das vezes, seria possível evitar esse problema com educação financeira.

Um planejamento financeiro simples pode indicar quais gastos e custos são necessários e quais precisam ou podem ser adiados. 

Além disso, a mudança de forma de pensar a relação com o dinheiro também muda o comportamento de consumo das pessoas. 

A educação financeira facilita a compreensão sobre quando e onde gastar seu dinheiro, bem como fazer para que sua renda aumente e seus gastos sejam reduzidos. 

Promove mais controle sobre gastos

Com o que você está gastando seu dinheiro? É possível se organizar para gastar menos do que você ganha? Quais os custos básicos e quais os supérfluos?

O controle de gastos ajuda a encontrar gargalos que fazem você perder dinheiro. 

Mas, para isso, é fundamental a compreensão sobre o que é educação financeira, quais seus conceitos básicos e como ela pode te ajudar a mudar de vida. 

A educação desmistifica ideias como “planejamento financeiro é coisa de rico” ou “falar de dinheiro é muito chato”. 

Permite usar o dinheiro com inteligência

Só você sabe o quanto trabalhou para conquistar seu salário no final do mês, por isso, aprender como gastá-lo de maneira inteligente vai fazer com que você se sinta mais realizado e também evitar custos que não tem importância para você. 

Tudo isso te ajuda a escolher melhor com o que gastar seu dinheiro e, em grande parte dos casos, contribui para que você reduza gastos e aumente sua margem de investimentos. 

Proporcione melhores perspectivas para o futuro

Nem sempre a realidade em que estamos nos deixa satisfeitos e felizes. Pior ainda quando parece que não há perspectivas de mudanças. 

A educação financeira para o público de baixa renda contribui para que perspectivas de mudança em relação ao futuro sejam traçadas. 

A segurança de ter um capital financeiro em crescimento ajuda a melhorar as previsões para os próximos períodos. 

Melhora a capacidade de lidar com imprevistos

Perda de emprego, um parente doente e a necessidade de substituir um eletrodoméstico importante, são exemplos de imprevistos que podem acontecer com qualquer pessoa. Entretanto, impactam diretamente o bolso de todos nós. 

Ter uma reserva de emergência, criada a partir das economias feitas ao longo dos meses, pode tornar esses momentos menos dolorosos, afinal, você tem de onde tirar dinheiro para passar melhor por elas. 

Gera impactos sociais

Sem dúvidas, quando há ascensão social de pessoas de baixa renda, toda a sociedade pode se beneficiar. 

Quando há um controle de gastos e a população começa a criar uma reserva financeira, por exemplo, ou ter melhores expectativas para o futuro, o desespero por dinheiro se torna menor e esse impacto pode afetar toda a sociedade. 

Em resumo, a importância da educação financeira para o público de baixa renda está atrelada a resultados como:

  • Maior controle sobre gastos
  • Usar o dinheiro com inteligência
  • Melhores perspectivas para o futuro
  • Capacidade de lidar com imprevistos
  • Impactos sociais e mais.

Como buscar mais informações sobre educação financeira?

Esperamos ter despertado em você, ao longo deste artigo, a compreensão sobre a importância da educação financeira para o público de baixa renda. 

Mas, por onde começar a aprender os conceitos básicos e a organizar suas finanças? 

A Faculdade XP School oferece dois cursos que podem ser muito importantes para a sua caminhada rumo aos investimentos e a redução de gastos: 

Inscreva-se e comece a ampliar sua visão sobre como seu dinheiro deve trabalhar para você.

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Payback Descontado: o que é e como calcular? [FÓRMULA]

O payback descontado é uma importante ferramenta para medir o desempenho de um investimento. Por esse motivo, é muito usado pelos investidores na análise da viabilidade de aplicações financeiras.

Neste artigo, você vai conhecer o conceito de payback descontado, conferir suas vantagens e limitações, aprender a calculá-lo e entender sua importância. Confira!

O que é payback descontado?

Payback — retorno, em tradução livre — é uma expressão que designa o lucro de uma aplicação. No mercado financeiro, trata-se do prazo de retorno de um investimento.

Existem dois tipos de payback: simples e descontado. O payback descontado é o tempo de recuperação de uma aplicação financeira descontando o custo de capital nos fluxos de caixa.

O fluxo de caixa é a diferença entre as receitas e as despesas de um negócio — normalmente, calcula-se todos os dias.

Ou seja, o payback descontado funciona como o ROI (Retorno sobre Investimento), tendo em vista o retorno gerado pelo fluxo de caixa.

Basicamente, o objetivo é estimar o período necessário para que o investimento inicial seja inteiramente coberto pelos rendimentos acumulados.

A sua importância nos investimentos

O payback contribui para o planejamento financeiro do investidor, visto que oferece uma previsão relacionada ao tempo de retorno de um investimento.

Sendo assim, ao traçar estratégias de investimento para os meses seguintes, é possível incluir o resultado do cálculo às expectativas.

No entanto, não é só isso. Conforme já foi dito, essa métrica ajuda o investidor a analisar de determinado investimento é viável. Assim, as chances de tomar as melhores decisões são maiores.

Portanto, a importância do payback descontado nos investimentos está relacionada à capacidade de oferecer uma perspectiva de retorno e, consequentemente, mais segurança sobre determinadas aplicações.

Payback simples e descontado: diferença

Embora os conceitos de payback descontado e payback simples funcionem em conjunto, existem grandes diferenças entre ambos no cálculo de retorno.

Isso porque o payback simples não considera o valor do capital investido ao longo do tempo. Ou seja, trata-se de um índice que indica o tempo de retorno com base em um panorama amplificado.

Esta forma de cálculo é útil para comparar países ou regiões onde as taxas de juros variam e influenciam na rentabilidade, por exemplo.

Já no cálculo do payback descontado, a taxa de juros (que representa o valor do dinheiro durante os anos) é empregada junto à fórmula.

Sendo assim, o que diferencia o payback descontado e o payback simples é a introdução da taxa de juros no cálculo.

Como calcular o payback descontado

Enquanto o payback simples é calculado por meio da fórmula:

Payback simples = investimento inicial / saldo médio do fluxo de caixa no período

O payback descontado faz a correção monetária de acordo com a valorização ou desvalorização da moeda.

Portanto, é preciso adicionar alguns conceitos ao cálculo. São eles:

  • Taxa Mínima de Atratividade (TMA): taxa utilizada como parâmetro na definição da rentabilidade mínima esperada do investimento. É possível baseá-la na taxa Selic ou em outro índice desejado.
  • Valor Presente Líquido (VPL): indicador que traz os valores investidos para o presente considerando uma taxa de desconto.

Agora, imagine que uma empresa pretenda adquirir uma nova máquina no valor de R$ 150 mil.

De acordo com os cálculos do gestor, a máquina deve gerar R$ 5 mil de receita mensal devido à melhoria da capacidade de produção, descontando os custos de depreciação e manutenção.

Payback simples = R$ 150.000,00 / R$ 5.000,00

Payback simples = 30 meses

Agora, o gestor quer fazer o cálculo do payback descontado considerando uma TMA de 10% e um fluxo de caixa de 12 meses. Neste caso, é possível utilizar uma versão mais simples da fórmula do VPL:

Valor descontado = FC / (1 + TMA)1

Valor descontado = R$ 5.000,00 / (1 + 0,10)1

Valor descontado = R$ 5.000,00 / 1,10

Valor descontado = R$ 4.545,45

Isso significa que, na verdade, o valor descontado do fluxo de caixa não é R$ 5 mil, mas sim cerca de R$ 4.545,45 mensais, levando em consideração a rentabilidade mínima de 10% por 12 meses.

Após encontrar o valor descontado, basta aplicá-lo à fórmula do payback:

Payback descontado = R$ 150.000,00 / R$ 4.545,45

Payback descontado = 33 meses

Com isso, o payback descontado aponta que o retorno do investimento levará um tempo maior: aproximadamente 33 meses (2 anos e 9 meses).

Vantagens e limitações do payback descontado

Assim como qualquer outro indicador, o payback possui vantagens e limitações na análise de investimentos.

Entre os pontos positivos, podemos destacar:

  • Fórmula simples e fácil de calcular (sobretudo a fórmula do payback simples);
  • Contribui para a tomada de decisão em relação a novos projetos em organizações;
  • É útil para medir o retorno de investimentos e projetos que possuam limitação de vida útil;
  • Indica o grau de risco do investimento, segundo o prazo de retorno e a movimentação do fluxo de caixa.

Por outro lado, a grande limitação do payback é que ele não funciona para medir o tempo de retorno do investimento de projetos mais longos, visto que os ganhos depois do período de recuperação não são considerados.

Além disso, o payback simples tende a oferecer uma visão bastante superficial do prazo de retorno, por não considerar os índices de referência e nem a correção monetária.

É comum que surjam imprevistos em investimentos mais longos, como mudanças nas taxas de juros, inflação inesperada e oscilações nos custos.

Por esse motivo, é recomendável fazer uso do payback junto à outras ferramentas para uma melhor avaliação dos riscos, como a Taxa Interna de Retorno (TIR) e a Taxa Mínima de Atratividade (TMA), reduzindo a margem de erro.

Agora que você já conhece o conceito de payback descontado e sabe como calculá-lo, é hora de aprofundar seus conhecimentos sobre os principais indicadores do mercado.

Pensando nisso, a escola da XP Inc. desenvolveu o curso Análise Fundamentalista: Identifique os Futuros Vencedores da Bolsa.

Por meio dele, você será capaz de identificar oportunidades de investimentos por meio dos indicadores financeiros da empresa.

Então, o que você está esperando? Dê uma guinada na sua vida financeira. Clique no banner abaixo e garanta sua vaga agora mesmo!

Campanha de um curso online sobre "Análise Fundamentalista: Identifique os Futuros Vencedores da Bolsa" da Faculdade XP School.

Como montar a carteira de investimento ideal para os seus objetivos?

Investimentos com vários tipos de ativos é a nova tendência do mercado, isso porque recorrer a uma carteira diversificada traz inúmeras formas de rentabilidade. Nesse sentido, existem diversas formas de montar uma carteira de investimentos, partindo da ideia de que se deve considerar o perfil do investidor, as oportunidades e os riscos.

Em suma, o objetivo de obter uma carteira diversificada é distribuir o dinheiro em mais de um tipo de investimento.

Ao longo deste artigo, vamos entender os perfis que se assemelham a essa estrutura para que você descubra a sua, e, assim, aprenda a montar a melhor carteira de investimentos. Siga em frente e boa leitura!

O que é carteira de investimentos?

Carteira de investimentos é a união das aplicações escolhidas para fazer o seu dinheiro render. 

Também chamada de cesta ou portfólio de investimentos, ela pode ser composta por ativos de renda fixa (como CDBs e títulos do Tesouro Direto) e renda variável (como ações e fundos de investimento).

A regra é clara: se você investe em mais de um ativo, isso significa que já possui uma carteira de investimentos.

O objetivo é exclusivamente construir um portfólio que possibilite rendimentos esperados, não importando o valor investido, e sim, como você divide suas economias para cada ativo.

Tenha em mente que a composição da carteira está relacionada à estratégia do investidor, ou seja, é uma questão relativa e subjetiva, mas que deve fazer sentido para cumprir seus objetivos pessoais. Além do mais, a carteira diversificada tem como grande benefício proteger o investidor.

Quais são os tipos de carteiras de investimentos?

Antes de saber como montar uma carteira de investimentos, vamos mostrar dois tipos usuais que podem ser importantes para você.

Carteira recomendada 

A carteira recomendada é composta por ideias de corretoras, consultorias financeiras e analistas independentes. Essas empresas e profissionais indicam os potenciais ativos com melhor nível de desempenho do mercado.

Por ser um processo baseado em previsões, a carteira recomendada compõe um relatório com justificativas plausíveis das indicações feitas pelos especialistas.

Em suma, o resultado de uma boa aplicação depende da ação do investidor, ou seja, ele decidirá se seguirá todas as recomendações ou se investirá nos ativos que mais lhe convém.

Vale frisar que a carteira recomendada depende de fatores factuais, contexto do mercado, cenário econômico, político e previsões.

Carteira administrada 

A carteira administrada é aquela que é gerenciada por uma empresa especializada, a qual tem como responsabilidade aplicar em diferentes ativos do mercado.

Na prática, a decisão final é do cliente, mas quem faz todo o processo é a empresa ou a corretora. Mesmo assim, é importante que o investidor tenha conhecimento básico sobre os conceitos, a liquidez, o prazo de resgate, entre outros fatores.

Por fim, embora você se comunique com os assessores, o ideal é deixar o dinheiro rendendo sem a necessidade desenvolver por completo, garantindo que o serviço esteja adequado ao alinhamento proposto por você e pela empresa.

Como montar uma carteira de investimentos?

Aprender como montar uma carteira de investimentos pode ser um ato interessante, principalmente porque leva a grandes possibilidades de enriquecimento quando a estratégia é bem definida.

Partindo deste pressuposto, dois fatores são essenciais para a estrutura correta. Confira:

Amadureça o seu perfil de investidor

Em primeiro lugar, para montar a melhor carteira de investimentos você deve se conhecer como um investidor. Pergunte-se:

  • O quanto eu tolero perdas?;
  • Aceitarei conselhos de especialistas ou investirei pelo meu conhecimento?

 Em geral, o mercado funciona com três tipos de perfil de risco. Eles são:

  • Conservador: não aceita riscos, portanto, aplica parte ou integralmente o dinheiro em renda fixa;
  • Moderado: meio-termo entre o conservador e o agressivo. É aquele que se arrisca, mas preza pela segurança;
  • Agressivo: não teme riscos, e se organiza para ter rendimentos a longo prazo.

Foque nos seus objetivos e prazos

Saber o que quer e para quando quer facilitam a escolha dos ativos para a carteira.

Pense no dinheiro em cada etapa do processo, e não somente no final do contrato. Até porque avaliar parcialmente possibilita entender melhor sobre as oscilações dos ativos, dos preços, entre outras informações.

Quer começar a investir em ações agora? Confira essas dicas especiais. Basta apertar o play!

Por que montar uma carteira de investimentos?

Mesmo que você tenha algumas perdas ao longo da jornada, investir em uma carteira diversificada é melhor que uma poupança, já que o mercado oferece uma gama de opções.

No entanto, estudar com afinco antes de colocar a mão na massa pode ajudá-lo a ter uma visão ampla sobre os ativos, riscos e outros elementos importantes.

Esperamos que você tenha gostado do nosso conteúdo, pois trazemos dicas especiais para criar uma carteira. Logo, compartilhe com seus amigos para que eles possam ter a mesma atitude que você: buscar mais rentabilidade e segurança financeira para a sua vida.

Outra dica é investir no curso Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos. Neste curso, você conhecerá o seu perfil de investidor e os melhores produtos indicados para o seu objetivo. Gostou da ideia? Clique no banner abaixo e comece agora mesmo. Não perca tempo!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Os primeiros passos no Mundo dos Investimentos" da Faculdade XP School.

Shiba Inu: criptomoeda meme vale a pena comprar?

O aumento do interesse em ativos digitais fez com que muitas pessoas olhassem para esse mercado com mais atenção. Entre tantas moedas que surgiram, algumas chamaram mais atenção por conta do desempenho. Uma delas é a Shiba Inu, criptomoeda que tem como símbolo um cachorrinho japonês.

Embora não seja possível afirmar como a moeda vai se comportar em 2022, seu desempenho em 2021 é de tirar o chapéu. O preço do ativo subiu mais de 450.000%, isso mesmo, 450 mil vezes o valor do início do ano.

Apesar disso, após a empolgação do mercado, o ativo sofreu uma desvalorização e ainda não voltou aos patamares de meados de outubro, quando atingiu o suporte. 

Se você está pensando em investir na criptomoeda Shiba Inu, é importante estudar bastante sobre ela, entender o seu surgimento, como funciona, onde comprar, principais riscos, vantagens e muito mais.

Separamos a seguir as principais informações a respeito da Shiba cripto. Confira!

[form-shortcode journey=”APIEvent-c50f1d2b-4fa4-5099-847b-e63d9384080c” img_src=”/wp-content/uploads/2022/04/guia-das-criptomoedas-para-investidores.png” title=”Aprenda com a Faculdade XP. Cadastre-se e receba esse e-book gratuito!” name=true email=true download_url=”https://image.mail.xpeed.com.br/lib/fe2811717d64047c7d1c78/m/1/a46437ac-71bc-4ebf-b24a-1c207d97143a.pdf” download_name=”E-book-Guia-das-Criptomoedas-para-Investidores.pdf”]

O que é a moeda Shiba Inu?

A Shiba Inu é uma criptomoeda que surgiu em 2020 e é considerada uma das principais concorrentes de outra meme coin, a Dogecoin.

Como ainda é muito recente, o ativo tem uma alta volatilidade. Por isso, é impactado por forte especulação de mercado, o que faz com que tenha valorizações e desvalorizações repentinas.

Neste cenário, é importante ter em mente os riscos que esse tipo de investimento representa, principalmente para quem busca algo mais seguro a longo prazo. 

Shiba Inu meme coin 

Um “meme” nada mais é do que uma situação engraçada que ocorre na internet e viraliza nas redes sociais.

Assim como a Dogecoin, a Shiba Inu também surgiu de uma brincadeira. Batizada como “matadora de Dogecoin”, ela conta com milhares de fãs ao redor do mundo, conhecidos como Shiba Army, algo como “Exército Shiba”.

São eles que defendem a ideia de que a moeda, embora parecida, tem um objetivo diferente: ser gerida por sua própria comunidade

O projeto da criptomoeda

O grupo fundador da Shiba Inu, conhecido como Ryoshi, acredita que uma comunidade descentralizada, espontânea e própria tem capacidade maior para construir algo mais forte.

Um dos grandes diferenciais da Shiba Coin é que ela trabalha com um mecanismo diferente de validação e mineração, o Proof of Stake (PoS), uma tecnologia Ethereum. Diferente do Dogecoin, que trabalha com o Proof of Work (PoW), uma blockchain do Bitcoin

Na prática, o mecanismo utilizado pela Shiba Inu confere muito mais autonomia à comunidade do que o Dogecoin. Ele tem aumentado o seu ecossistema, o que pode garantir uma relevância no longo prazo.

Esse ecossistema consiste em outros dois tokens, além de uma exchange descentralizada e presença no mercado NFT, onde é possível negociar obras de arte. 

>>> Na série Investimento às Claras, Clara Sodré explica de maneira didática tudo sobre o mercado de criptomoedas: vale a pena investir? Esse mercado, que tem crescido cada vez mais, pode ser uma ótima oportunidade para aplicar parte do seu dinheiro. Confira abaixo:

Como funciona a criptomoeda Shiba Inu?

Shiba Inu criptomoeda: preço

Como quase todos os cripto ativos, o preço sofre com bastante variação ao longo do ano. Há momentos em que ele está supervalorizado e outros onde há uma queda igualmente significativa. Com a Shiba Inu isso não é diferente.

Apesar da forte valorização que teve em 2021, o valor da Shiba moeda está em R$ 0.0002204 (dados de dezembro/21).

O preço da criptomoeda atingiu um pico nos meses de outubro e novembro, chegando ao valor de R$ 0.0004673. Essa queda de mais de 50% pode estar diretamente ligada à baixa exposição da moeda na mídia, ocasionando um menor interesse das pessoas no ativo. Além disso, é reflexo também do mercado cripto, que de maneira geral tem sofrido com uma desvalorização.  

Shiba Inu criptomoeda: onde comprar 

Para entrar neste mercado, é necessário encontrar uma exchange certificada para fazer este tipo de transação. As principais empresas que operam atualmente são:

  • NovaDax
  • Binance
  • OKEx
  • e BitcoinToYou

Todas funcionam como uma corretora. Com elas é possível fazer depósitos bancários ou transferir os valores entre contas, mesmo em reais.

Vale ficar de olho no valor que essas empresas cobram para fazer as transações. Há preços importantes para prestar atenção, como taxa de saque e de quantia mínima de tokens, além da tarifa fixa que é cobrada por saque de saldo. 

Vale a pena comprar a moeda Shiba?

Vantagens de comprar a Shiba Cripto 

Crescimento

Embora não seja garantia, sempre há uma chance da Shiba Inu ter uma valorização significativa. Isso porque a moeda é uma das mais novas do mercado, tendo sido lançada em meados de 2020. 

Varejo

Como boa parte das criptomoedas, muitos varejistas no mundo começaram a aceitar moedas eletrônicas como meio de pagamento. A aceitação desse mercado em larga escala pode fazer com que a moeda ganhe mais força futuramente.

Ecossistema

Diferentemente do Dogecoin, a Shiba Inu possui um ecossistema completo, capaz de gerir contratos inteligentes, oportunidades de mineração, NFTs, entre outros.

Riscos da moeda Shiba Inu 

Fundamentos

Apesar de atrair o interesse de investidores, a Shiba Inu sofre um pouco por conta da falta de fundamentos. Isso torna o ativo pouco atrativo do ponto de vista de segurança, principalmente pensando a longo prazo. 

Especulação

O Shiba Inu, assim como diversas outras criptomoedas, sofre bastante com a forte especulação de mercado, seja positiva ou negativamente. Portanto, esse é um dos principais riscos que você deve levar em consideração. 

Não é dinheiro

Mesmo sendo considerada uma cripto moeda, a Shiba Inu não funciona como dinheiro, ao contrário de outros papéis como o Bitcoin e Ethereum. É um ativo que não possui regulamentação, o que gera uma insegurança maior. 

A Shiba Coin promete altos ganhos em 2022?

Assim como todo o mercado de criptomoedas, é impossível prever como será o desempenho da Shiba Inu no próximo ano. Porém, embora seja alvo de muita especulação, se repetir o desempenho de 2021, pode trazer bons lucros para os investidores.

Mas lembre-se: a aplicação em cripto ativos deve ser apenas uma parte dos seus investimentos. A diversificação é essencial para diminuir os riscos. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a Shiba Inu, que tal aprofundar seus conhecimentos na avaliação de empresas?

Domine a avaliação de indicadores para alavancar a gestão das suas ações. Invista agora no curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações e aprimore o seu conhecimento.

Campanha de um curso online sobre "Valuation: Avaliação de Empresas e Ações" da Faculdade XP School.