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O que é Ancord e para que serve sua certificação? Entenda!

Se você tem estudado o mercado financeiro e cogitado ingressar profissionalmente nele, provavelmente já sabe o que é Ancord. 

De grande importância para o setor de investimentos, essa associação muitas vezes é a porta de entrada para quem quer dar os primeiros passos na área.

No Brasil, o Agente Autônomo de Investimentos (AAI) precisa obter a certificação para atuar na distribuição de aplicações financeiras. É exatamente para isso que serve a prova da Ancord.

Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, não se preocupe. Neste artigo, nós explicamos o que é a Ancord, quais são suas responsabilidades e como fazer uma boa preparação para a prova. 

Além disso, trazemos detalhes sobre um dos principais assuntos relacionados a ela: a certificação Ancord. Boa leitura!

O que é Ancord?

Ancord é a sigla para Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias. Ela é responsável por agrupar e regular as entidades do mercado financeiro, como bancos, corretoras e assets. 

Atualmente, a associação é reconhecida como a principal da indústria de intermediação no Brasil, sendo a única autorizada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) a oferecer a certificação e credenciamento de agentes autônomos de investimentos.

Em resumo, a Ancord tem duas funções: a primeira, à frente das instituições financeiras, é a de regular o mercado. 

Já como representante dos profissionais da área, seu dever é fornecer conhecimentos a esse público. Isso significa disponibilizar cursos e treinamentos, além de oferecer a prova de certificação.

< O que a educação financeira tem a ver com empreendedorismo? No vídeo abaixo, o fundador da XP, Guilherme Benchimol, fala sobre o assunto ao lado de Edu Lyra, Kondzilla, Izabella Mattar e Thiago Godoy. />

Qual a história da Ancord?

A Ancord nasceu na década de 1970, a partir de uma movimentação do Conselho de Administração da Bolsa de Valores de São Paulo. 

Na ocasião, o conselho decidiu apoiar a fundação de uma associação que cuidasse dos interesses de seus associados. A movimentação resultou na ASCESP (Associação das Sociedades Corretoras e Câmbio do Estado de São Paulo).

Dez anos mais tarde, a ASCESP, até então dedicada apenas aos interesses do estado de São Paulo, tornou-se nacional. Assim, a organização passou a se chamar ANCOR – Associação Nacional das Corretoras de Valores.

A Ancord, como é conhecida hoje, nasceu em 2011. A troca de nome foi fruto da incorporação da ADEVAL — Associação das Empresas Distribuidoras de Valores.

< Leia também: Como trabalhar no mercado financeiro? Dicas para ser um profissional qualificado />

Quais são as responsabilidades da Ancord?

Agora que você já sabe o que é Ancord, entende que ela tem atuação sobre duas frentes: as instituições financeiras, como os bancos e corretoras, e os profissionais do mercado, como os agentes autônomos.

Dentro desse universo, a associação tem algumas responsabilidades para com seus associados, entre elas:

  • defender seus interesses e contribuir com o desenvolvimento do mercado financeiro;
  • organizar e promover cursos e programas de ensino visando à formação profissional ou do mercado de capitais;
  • oferecer apoio contábil, jurídico e técnico sobre temas do mercado financeiro em geral;
  • fortalecer o mercado nacional, por meio do relacionamento com entidades financeiras;
  • manter um conselho de ética para receber e analisar denúncias sobre a conduta de associados;
  • certificar e credenciar profissionais ligados ao universo financeiro, de capitais, câmbio e mercadorias;
  • representá-los judicialmente no caso de ações em geral;
  • prestar assessoramento via estudos e pesquisas sobre o mercado;
  • oferecer acesso às documentações que possam ser de interesse de seus associados, incluindo dados de registro exigidos por órgãos reguladores.

Quem são os Agentes Autônomos de Investimentos (AAI)?

O Agente Autônomo de Investimento (AAI) é o profissional responsável por captar clientes e fornecer-lhes informações sobre produtos de investimento em geral, sejam eles de renda fixa ou variável.

Essa pessoa deve conhecer o mercado financeiro em profundidade, sendo capaz de associar o perfil de investidor de um potencial cliente a um produto de investimento que seja compatível. 

Por ter boas habilidades comerciais, ele também entrega ao investidor informações relevantes e esclarecedoras que o auxiliam no processo de decisão.

Assim como o nome sugere, o agente trabalha de maneira autônoma. Ele pode, dessa maneira, captar clientes individualmente ou por meio de uma sociedade de agentes. 

Entretanto, como sua responsabilidade é apenas captar clientes e lhes prover informações, ele atua em parceria com instituições financeiras. O que isso significa: que, após apresentar as opções ao cliente, ele o conecta a um banco ou corretora, que avança com o investimento.

Como mostra a matéria do E-Investidor, o número de agentes autônomos credenciados triplicou em quatro anos, o que mostra a relevância da área e, principalmente, como é importante saber o que é Ancord. Confira mais sobre a prova e a certificação a seguir.

Quanto ganha um profissional da Ancord?

Segundo o Glassdoor, a média salarial do AAI é de R$ 3.903. Contudo, o valor pode depender da localização e do nível de experiência do profissional. 

Além disso, há a possibilidade de receber outras remunerações (como comissões, bônus ou participação de lucros). Tudo isso dependerá da empresa em que o AAI estará atuando.  

< Veja também: Saiba o que faz o Agente Autônomo de Investimentos e como se tornar um! />

Para que serve a Certificação Ancord?

Para quem tem dúvidas sobre o que é a Certificação Ancord: é o que dá a um profissional o direito de atuar como agente autônomo de investimentos

Para obter a certificação, é preciso realizar uma prova de conhecimentos, organizada pela própria Ancord em parceria com a FGV.

A prova da Ancord não tem exigência de formação, sendo necessário apenas a conclusão do Ensino Médio. Contudo, por conta do teor das 80 questões, é preciso ter amplo conhecimento sobre o mercado financeiro e de investimentos.

A certificação é autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e, após a aprovação, o profissional tem a permissão para atuar como agente autônomo.

Como fazer a prova da Ancord? Passo a passo

Como ressaltado, a obtenção da certificação da Ancord se dá por meio de um exame. Entretanto, existem outros passos antes e depois do dia da prova que você deve conhecer. Veja todos eles.

Passo 1: Estudo

Antes de se inscrever no exame da Ancord, você precisa desenvolver o conhecimento, sobretudo nos 14 módulos adiante. Confira!

  1. Atividade do agente autônomo de investimento: 12 questões, sendo exigido, no mínimo, 6 acertos.
  2. Lei nº 9.613/98, Circular BACEN 3.978/20, Resolução CVM 050/21 e Resolução CVM 30/21: 4 questões, com, no mínimo, 2 acertos.
  3. Fundamentos de Economia (noções gerais, índices e indicadores, política monetária, fiscal e cambial e principais conceitos e objetivos): 2 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  4. Sistema Financeiro Nacional (composição e regulação governamental, entendidades de apoio – como a B3 – e SPB): 3 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  5. Instituições e Intermediadores Financeiros: 3 acertos, sem quantidade mínima de acertos.
  6. Administração de Risco (conceito e tipos de risco, diversificação de carteiras, conceitos e características do VAR, Duration e Limite de Oscilação): 4 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  7. Mercado de Capitais, Produtos, Modalidades Operacionais e Liquidação: 20 questões, com, no mínimo, 10 acertos.
  8. Fundos de Investimentos: 4 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  9. Outros Fundos de Investimento regulados pela CVM: 2 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  10. Securitização de Recebíveis: 1 questão, sem quantidade mínima de acertos.
  11. Clubes de Investimentos: 2 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  12. Conceitos básicos de Matemática Financeira: 4 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  13. Mercado Financeiro (outros produtos não classificados como valores mobiliários, modalidades operacionais, tributação e regulamentação básica): 7 questões, sem quantidade mínima de acertos.
  14. Mercado de Derivativos (produtos, modalidades operacionais, tributação e regulamentação básica): 12 questões, com, no mínimo, 6 acertos.

Para obter a certificação Ancord, é necessário ter 70% de aproveitamento na prova. É importante atentar-se aos respectivos módulos, que precisam de, no mínimo, 50% de acertos.

< Confira mais: Tudo o que você precisa saber sobre a certificação Ancord />

Passo 2: Inscrição

Está em dúvidas sobre como fazer inscrição na Ancord? A candidatura é feita pelo próprio site da associação

É fundamental fazer uma leitura atenta do Regulamento do Processo de Certificação para que não tenha nenhuma dúvida. Após o aceite, é necessário realizar o pagamento de uma taxa de inscrição no valor de R$ 460. 

O boleto bancário, depois de emitido, deverá ser pago em qualquer banco do sistema de compensação bancária, dentro do prazo de dez dias corridos.

Passo 3: Agendamento

A inscrição não caracteriza seu agendamento. Você tem até 60 dias para selecionar data e local de realização da prova, depois que o pagamento for aprovado.

Você deve escolher o local onde deseja realizar a prova, a data e a hora de sua preferência, dentre as opções disponíveis. 

Atualmente, é possível escolher entre realizar a prova eletrônica (de forma remota) ou em algum dos Centros de Testes (presentes em todos os estados, mas vale conferir a disponibilidade de locais).

O processo de inscrição é o mesmo, contudo, para fazer a prova remotamente, o candidato deve obedecer aos pré-requisitos e regras específicas. Você pode ver mais no regulamento.

Passo 4: Prova

Após executar todos os passos anteriores, é chegado o dia da prova. Há uma Prova de Conhecimentos Específicos, com 80 questões objetivas de múltipla escolha com quatro alternativas.

Atenção: só é permitida a realização da prova na respectiva data, horário e local agendados pelo candidato. Então, lembre-se de anotar na agenda para não ter maiores problemas.

O resultado do exame é divulgado no site da Ancord, em dois momentos:

  • resultado provisório: até sete dias corridos após o exame. Neste momento, não é considerado o prazo para a interposição e avaliação dos recursos;
  • resultado definitivo: até 30 dias corridos após o exame, já considerando o prazo para a interposição e avaliação dos recursos. Portanto, constará eventuais alterações no resultado provisório divulgado anteriormente.

Passo 5: Credenciamento

Após ser aprovado no exame, é preciso solicitar o credenciamento na Ancord. É nessa etapa que o profissional também adere ao código de conduta que rege os agentes.

Passo 6: Registro

O último passo é se registrar na CVM. Lembrando que a habilitação é válida por um ano, contado a partir da divulgação do resultado.

Como fazer a preparação para Ancord?

Agora que você já sabe o que é Ancord e tem em mãos as principais informações sobre a certificação, pode estar se perguntando: como se preparar para a prova?

Baseie seu estudo nos módulos mencionados, com ênfase naqueles que têm uma quantidade mínima de acertos. Além disso, é possível pesquisar pelas provas anteriores e respondê-las, como uma espécie de simulado.

Mas se você quer ir além, a Faculdade XP oferece o curso de pós-graduação em Assessoria de Investimentos. Nele, além da certificação de conclusão do MBA, você terá acesso a simulados e preparatórios para obtenção de certificados necessários para atuar no mercado financeiro, como a Ancord.Será que você tem o perfil XP e está apto para se tornar um assessor? Faça a pré-inscrição e descubra!

O que é Defesa Cibernética e como iniciar uma carreira na área?

A tecnologia vem transformando as carreiras do mercado de trabalho. Com a internet, novas profissões surgiram, principalmente ligadas aos dados disponíveis nessa imensidão que é o mundo digital. Essa alta demanda contribui para ocorrer crimes virtuais, o que exige a especialização em Defesa Cibernética.

Você sabe o que é esse conceito? Muito relacionado à segurança e à privacidade na internet, ele é um dos assuntos do momento quando se lida com tecnologia. 

Afinal, tudo que você faz na internet pode ser exposto a qualquer momento. Imagine as consequências que poderiam surgir disso.

Pela grande relevância que tem atualmente, construir uma carreira na área tem sido a vontade de muitas pessoas. Neste artigo, você vai entender mais sobre o conceito, como está o mercado e as áreas de atuação de Defesa Cibernética. Confira!

O que é Defesa Cibernética?

Defesa Cibernética é um conjunto de técnicas utilizadas para defender a diversidade de servidores, sistemas eletrônicos, redes, computadores e outros dispositivos de ataques online

Basicamente, o conceito diz respeito às ações realizadas no espaço cibernético. Ou seja, estamos falando sobre todo o domínio da rede de computadores, mas no contexto de um planejamento nacional com nível estratégico, coordenado e integrado pelo Ministério da Defesa.

Seu objetivo é proteger os ativos de informação de interesse da Defesa Nacional, além de obter dados para a produção de conhecimento de Inteligência e, ainda, buscar a superioridade sobre os sistemas de informação de países adversários.

Hoje, vivemos uma era em que se preza mais pela privacidade e segurança dos dados, mas isso não impede que alguns ataques com hackers aconteçam. Por isso, é uma área de extrema importância para a sociedade e, principalmente, para empresas que estão se estabelecendo no mercado. 

A propósito, é importante ressaltar que você não deve confundir Defesa Cibernética com Segurança da Informação

A Defesa atua de forma mais restrita, tendo foco em invasões e vulnerabilidade das tecnologias (tanto físicas quanto virtuais). Já a Segurança da Informação é mais abrangente, responsável por gerenciar os tópicos que complementam a própria Defesa. 

< Confira: Quais são as profissões do futuro na área de tecnologia? Como se preparar? />

Qual a importância da Defesa Cibernética para o futuro?

O Brasil já evoluiu – e muito – no ranking mundial de cibersegurança. Em 2019, ocupava a 71ª posição, enquanto, atualmente, deu um salto para a 18ª colocação, segundo uma agência ligada às Nações Unidas.

Esse amadurecimento na área mostra quanto o mercado de trabalho em Defesa Cibernética se desenvolveu nos últimos anos. Em especial, revela a importância que as empresas tiveram neste cenário, aumentando e incentivando investimentos na área.

Contudo, ao mesmo tempo, um levantamento realizado pela FortiGuard Labs, laboratório de inteligência e ameaças, registrou que os crimes cibernéticos no Brasil cresceram 94% no primeiro semestre de 2022. Ou seja, ainda é um país que pode ser considerado vulnerável. 

Mas o mercado já entende isso: é cada vez mais evidente que as organizações, sejam elas de qualquer setor, necessitam de profissionais que consigam garantir a segurança dos dados. 

< Leia também: Resiliência cibernética: como aplicar o conceito em sua empresa? />

O mercado de trabalho para Defesa Cibernética

Em relação à carreira e ao que esperar do mercado de trabalho, ressalta-se a grande demanda, uma vez que as empresas estão investindo em profissionais da área. 

Até mesmo porque, com a aprovação da Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD), a necessidade de mão de obra especializada pode ser ainda mais significativa no cenário nacional.

Como é uma função necessária e que garante a credibilidade e a segurança de uma organização, as instituições buscam profissionais cada vez mais qualificados e prontos para realizar esse serviço.

É o que mostra a pesquisa Global Digital Trust Insights Survey 2022: aproximadamente 83% das organizações previam um aumento nos gastos cibernéticos em 2022.

Entretanto, muitas instituições ainda têm dificuldade em encontrar mão de obra qualificada. De acordo com o relatório da (ISC)², existem cerca de 600 mil vagas abertas na América Latina relacionadas à cybersecurity.

E, agora que você conhece as perspectivas de crescimento, confira algumas das principais dúvidas: o que faz este profissional, áreas de atuação, salário e melhores cursos em Defesa Cibernética.

Quais são as áreas de atuação em Defesa Cibernética?

Dentre as principais áreas de atuação para os especialistas em Defesa Cibernética estão:

  • Engenheiro de Segurança Cibernética;
  • Engenheiro de Segurança de Rede;
  • Gerente de Segurança da Informação;
  • DevSecOps;
  • Consultor e Assessor em Defesa Cibernética;
  • Perícia Forense;
  • Segurança Cibernética;
  • Hacker Ético;
  • Governança e Gestão de Vulnerabilidades de Sistemas de Informação;
  • Computação Forense;
  • Projetos de Defesa Cibernética.

Logo, todas as regiões do país têm oportunidades e também é uma carreira que permite o trabalho no exterior. Lembrando que aqueles que possuem mais conhecimentos estarão em vantagem e com chances de melhores empregos e salários. 

O que faz um profissional da área?

Quem investe na profissão de Defesa Cibernética tem a função de usar um conjunto de práticas com o objetivo de proteger as empresas, desde servidores até dispositivos móveis, contra ataques criminosos pelo ambiente online. 

Dessa forma, o profissional tem como função: gerenciar os ativos de redes, monitorar a segurança e sempre identificar a necessidade de fazer essas redes estarem com atualização e as mudanças adequadas contra possíveis golpes.

Portanto, quem se especializa na área é o responsável por impedir ameaças e o vazamento de informações sigilosas das empresas e dos seus clientes. 

Segundo a GGE das Nações Unidas, dentre as principais funções e importâncias da Defesa Cibernética estão:

  • defender ataques específicos contra infraestruturas críticas e sistemas de governo;
  • proteger o cidadão contra a interrupção de serviços essenciais em face de situações de emergência;
  • conter dano já ocorrido aos sistemas e instituições;
  • poder realizar ataques cibernéticos.

< Confira mais: Tipos de ataques cibernéticos: como se proteger />

Salário para trabalhar com Defesa Cibernética

Por conta dos altos investimentos de companhias na área, essa é uma carreira promissora. Afinal, há uma demanda mundial que exige mais segurança, já que, a cada dia, os ataques cibernéticos estão mais aprimorados e estrategistas. 

Logo, o que se pode perceber é que a média salarial é um atrativo para muitos profissionais.

No Brasil, um Gerente de Segurança Cibernética recebe em torno de R$ 18 mil. Já o salário de analista de Defesa Cibernética varia entre R$ 6,5 mil e R$ 9,5 mil

Por outro lado, é necessário ressaltar que essa é uma média que pode variar de acordo com a região em que você atua e o tipo de empresa. 

O que é preciso aprender?

Durante uma especialização em Defesa Cibernética, os alunos são capacitados para dominar técnicas, tecnologias e estratégias para o planejamento de um modelo completo de defesa e segurança para os diferentes ambientes, empresas e dispositivos tecnológicos.

Assim, aqueles que desejam ingressar na área precisam:

  • aprender sobre análise de dados e sistemas;
  • gostar da língua inglesa, já que existem muitas funções com esse idioma;
  • ter um pensamento crítico e apurado;
  • gostar dos diferentes tipos de tecnologia;
  • inteirar-se sobre segurança em sistemas da informação;
  • entender sobre gestão de riscos e ameaças;
  • saber mexer em sistemas criptográficos, biométricos, direito digital e responsabilidade civil na questão da monitoração eletrônica.

< Veja também: Carreira em cibersegurança: tudo o que você precisa saber para se destacar no mercado />

Como iniciar uma carreira em Defesa Cibernética?

O primeiro passo é buscar uma boa formação. Quem deseja se capacitar em Defesa Cibernética pode seguir dois caminhos: fazer uma graduação tecnológica ou uma pós-graduação, sendo que essa última é geralmente voltada para profissionais com formação em Tecnologia da Informação.

Normalmente, um curso tem média de 2 anos e meio de duração, o que é essencial para formar um profissional preparado para o mercado. 

Além disso, 4 dicas podem ajudar a decidir sobre essa carreira e como iniciar. Confira!

  1. Mantenha seu currículo sempre atualizado e em constante acompanhamento com as tendências do mercado.
  2. Busque especializações a cada dia, entendendo conceitos, assuntos do momentos e novas habilidades.
  3. Desenvolva habilidades de comunicação, pois saber dialogar com clareza e propriedade é essencial em qualquer trabalho, e é importante também na área de cibersegurança devido o contato direto com empresas e na solução de problemas. Uma interpretação errada pode causar grandes estragos.
  4. Conheça as principais ferramentas, pois as empresas estão em busca de candidatos completos para formar suas equipes. Isso significa que, além de conhecimento técnico, é fundamental contribuir para resolver os desafios do dia a dia, agregando visão estratégica dos negócios, capacidades analíticas e bom relacionamento interpessoal.

Portanto, a área de Defesa Cibernética é promissora ao olhar para o mercado atual e o futuro, com grandes oportunidades nacionais e ao redor do mundo. 

Melhores cursos em Defesa Cibernética

Se você gosta de tecnologia, internet e planeja seguir uma carreira nesse sentido, o curso de graduação em Defesa Cibernética pode ser algo que vai lhe trazer grandes frutos profissionais e estabilidade.

Estude tudo o que é necessário para ser um especialista em planejamento, análises e implantação de soluções técnicas no campo de Segurança e Defesa Cibernética. Além disso, adquira conhecimento prático para encontrar brechas e falhas em redes e equipamentos. 

Aprenda na prática e torne-se um expert em solucionar problemas e evitar invasões. O mercado precisa de profissionais nessa área. Você vai aproveitar essa oportunidade?

Aqui na Faculdade XP, você encontra uma graduação exclusiva e gratuita para se especializar na área. Fale conosco e saiba mais sobre como podemos ser seu parceiro no sucesso profissional, com o grau de tecnólogo em Defesa Cibernética. 

Caso você já tenha uma graduação em TI e queira se especializar nessa área, a Faculdade XP também conta com o MBA em Cibersegurança. Seja na área de ataque ou defesa, aprenda metodologias e utilização de ferramentas reconhecidas com os maiores especialistas do segmento.

Sistema de Informação: conheça o conceito e as tendências do mercado

A cada ano que passa, é possível acompanhar a exponencial evolução tecnológica e, com certeza, o Sistema de Informação (SI) faz parte deste processo.

A transformação digital tem sido responsável pela inserção de tecnologias disruptivas em nosso meio social, com o intuito de atender às demandas do mercado de uma maneira mais ágil, eficiente e prática. 

Apesar do Sistema de Informação já estar presente em nosso dia a dia antes mesmo do aparecimento da informática, é nesta nova geração altamente tecnológica que todos os conceitos e práticas de SI se tornaram muito mais importantes e vantajosos.

Nesse sentido, a carreira em Sistema de Informação se tornou uma tendência no mercado, pois os profissionais devem aprender a administrar o grande fluxo de informações geradas pelas redes, dentro e fora da organização em que trabalham.

Acompanhe a leitura e descubra tudo sobre este universo que envolve administração, armazenamento e processamento de informações, o qual, merecidamente, conquistou seu espaço no mercado.

O que é Sistema de Informação?

Sistema de Informação (SI) é um modelo de processos organizacionais usado para coletar, processar e armazenar dados. Caracteriza-se como um conjunto de softwares, hardwares e redes de telecomunicações capazes de manipular e transformar dados em informações utilitárias.

Como você viu, a transformação digital e o consequente desenvolvimento desta cultura fazem parte do novo cenário tecnológico e de suas reconfigurações sociais.

Pensando neste contexto, o Sistema de Informação é essencial para cumprir a demanda diária e crescente de coleta, processamento, armazenamento e distribuição informacional.

O SI atua para que as informações sejam tratadas adequadamente, garantindo impactos positivos em toda a estrutura organizacional e até mesmo nos modelos de gestão de determinada corporação.

Em um mundo onde informação é sinônimo de poder, fica fácil imaginar qual a importância do SI para a tomada de decisão em diversas – ou todas – empresas.

Isso acontece porque cada dado coletado é interpretado e pode ser considerado tão precioso a ponto de definir o rumo do nosso dia a dia.

< Leia também: Análise de Dados: entenda na prática e conheça os seus 4 principais tipos />

Quais são os fundamentos do Sistema de Informação?

Conhecer os fundamentos de SI é muito importante para entender melhor como todos os processos de fato funcionam. Pensando nisso, o primeiro passo é descobrir o que é um sistema e quais são suas possíveis divisões.

Vamos lá!

O que é um sistema?

Um sistema define-se como um conjunto de elementos que estão interligados e desempenhando determinada função de maneira conjunta para atingir os objetivos necessários.

Cada sistema pode ser dividido em algumas partes, como:

  • saída: apresentação de resultados do trabalho realizado;
  • entrada: insumos necessários para cumprir suas demandas;
  • processamento: processos que transformam os insumos em produto;
  • controle: monitoramento realizado para verificar a atividade do sistema;
  • feedback: parte da saída que informa ao sistema sobre seu funcionamento e permite que possíveis erros possam ser corrigidos.

Nos últimos tópicos, conversamos bastante sobre o poder das informações e como o SI é capaz de coletar diversos dados com o intuito de garantir um direcionamento informacional assertivo. Mas, afinal, o que é informação?

O que é informação?

Uma informação caracteriza-se pela junção de inúmeros dados que foram processados e devidamente organizados.

É importante ressaltar que dados isolados não têm valor algum, portanto, é apenas a soma e a análise deles que os tornam tão valiosos para muitas corporações.

Sistema de Informação: o que faz um profissional da área?

Agora que você já entendeu o que é um Sistema de Informação e seus principais fundamentos, chegou o momento de finalmente saber quais são as tarefas deste profissional.

Como visto, o processo de coleta, armazenamento e compartilhamento de dados faz parte do que chamamos de SI e, consequentemente, do dia a dia do profissional desta área.

Considerada como função indispensável para qualquer empreendimento, a responsabilidade do trabalho está relacionada ao desenvolvimento e manejamento de programas informatizados.

Dessa forma, a área de atuação do profissional de Sistemas de Informação é organizar e garantir que todos os departamentos de determinada empresa tenham acesso ágil e seguro a todas as informações relevantes.

Assim, pode-se garantir que a corporação utilize tal conjunto de dados de maneira estratégica. No caso, o gerenciamento é feito a partir de fontes internas e externas, organizado em sites, bancos de dados ou softwares.

Perfil do profissional de Sistema de Informação

Quem deseja ter uma carreira em Sistema de Informação deve estar capacitado para atuar em todas as fases de desenvolvimento de sistemas. 

Por conta da importância que essa área tem para o planejamento estratégico das organizações, é importante que o profissional tenha algumas características, como:

  • ter afinidade com matemática e informática;
  • estar antenado às principais tendências do mercado e novas tecnologias;
  • ser ágil na identificação de problemas e conseguir propor soluções criativas e inovadoras;
  • ter inteligência emocional para lidar com os desafios que a área propõe;
  • ter conhecimento em inglês é um grande diferencial, uma vez que as principais linguagens de programação estão neste idioma.

< Veja mais: Qual a diferença entre TI e SI? Conheça as áreas />

O que se estuda na faculdade de Sistema de Informação?

Em SI, todos os estudos são voltados para análise e manipulação de dados e informações.

O estudante da área também conhece os conceitos e técnicas de informática, além da teoria de sistemas, que contribui com o conhecimento necessário para solucionar problemas relacionados ao tratamento da informação.

Além disso, é comum que algumas tecnologias e linguagens sejam ensinadas durante o curso, como:

  • Java;
  • C#;
  • Python;
  • JavaScript;
  • Métodos Ágeis;
  • Bancos Relacionais;
  • SQL.

< Veja mais: Linguagens de programação: as 5 mais utilizadas em todo o mundo />

Curso de Sistema de Informação

Alguns conteúdos variam de acordo com a instituição de ensino, mas grande parte da grade curricular de SI também conta com disciplinas como:

  • administração;
  • empreendedorismo;
  • ética;
  • algoritmos.

A semelhança existente entre Sistemas de Informação e demais cursos da área de tecnologia  – Ciência da Computação e Engenharia da Computação, por exemplo – é bastante questionada.

No entanto, algumas diferenças devem ser levadas em conta. A Ciência da Computação está voltada para questões mais acadêmicas e tem maior base em matemática. Já a Engenharia da Computação mistura software e hardware, bem como o SI envolve software e administração.

< Quer saber mais? Confira: Melhores faculdades de tecnologia: quais são? />

Vale a pena ter uma carreira em Sistemas de Informação?

A área de atuação de Sistemas de Informação é considerada como uma das mais promissoras do segmento de tecnologia e seu mercado é bastante amplo.

Por sinal, as funções exercidas por este profissional são imprescindíveis para o universo corporativo e para qualquer demanda relacionada à análise e processamento de dados.

Sabemos que a evolução tecnológica está apenas começando e portanto, a tendência é que as demandas para o futuro continuem a crescer. Dessa maneira, o papel do profissional de SI seguirá sendo extremamente valorizado e necessário.

Onde fazer faculdade de Sistema de Informação?

Se você chegou até aqui e deseja fazer parte do time de profissionais do futuro, o curso de Sistemas de Informação da Faculdade Faculdade XP é o primeiro passo para acelerar sua carreira.

Aqui na Faculdade XP, você se prepara para atuar em um mercado que exige profissionais cada vez mais qualificados.

Em paralelo, há a chance de alta empregabilidade em diversos tipos de empresas e você irá aprender com os melhores professores – os profissionais que, de fato, vivem a inovação.

Com essa formação, você se tornará um especialista em lógica de programação e gerenciamento de sistemas informáticos. Além de ter conhecimento prático de desenvolvimento de softwares, estará pronto para atuar nas mais diversas áreas do setor de Tecnologia. Dê o primeiro passo para acelerar sua carreira. Conheça mais sobre o curso e conquiste seu espaço no mercado de trabalho!

Como viver de renda? Quanto dinheiro você precisa para isso?

Parece algo muito distante, mas acredite:  se você seguir algumas dicas e começar a realizar bons investimentos, é possível  entender como viver de renda.  

Para te ajudar, criamos um guia com um passo a passo para colocar o objetivo em prática. Despertamos a sua curiosidade? Então continue lendo e aprenda o que fazer. 

O que é viver de renda? 

Viver de renda significa acumular patrimônio suficiente para que você possa parar de trabalhar e continuar a ter uma vida financeiramente tranquila, resgatando periodicamente parte do valor que você investiu e mantendo seu patrimônio em crescimento.

Para isso, é possível realizar investimentos a médio ou longo prazo, que vão te pagar juros que acumulados irão possibilitar a sua independência financeira

Quando falamos de investimentos que vão te permitir viver de renda é preciso pensar em:

  • investimentos que vão te ajudar a acumular capital e montar seu patrimônio, 
  • investimentos em que seu patrimônio fica alocado para que você possa, de tempos em tempos, retirar parte do capital e usufruir desse valor para manter seu padrão de vida. 

Logo, se você está na fase de acumular capital para viver de renda, é interessante que considere investimentos que permitam que você realize aportes mensais ou periódicos para que os juros compostos possam atuar e inflar seu patrimônio, fazendo seu dinheiro trabalhar para você. 

Como investir e viver de renda? 2 caminhos possíveis 

Entre as possibilidades mais utilizadas para acumular patrimônio pensando em viver de renda estão:

1- Renda de investimentos

Afinal, como viver de renda de investimentos? O primeiro passo é construir uma carteira com ativos que tenham rentabilidade positiva, ou seja, que tenham uma boa taxa de retorno. 

Além disso, é essencial prezar pela diversificação de produtos. Esta, aliás, é a técnica usada por investidores experientes, que reconhecem, na estratégia, uma possibilidade de blindar a carteira contra oscilações intensas. 

Outro ponto importante para quem busca viver de renda de investimentos é a clareza sobre os objetivos. Em quanto tempo você deseja que a rentabilidade da sua carteira se torne sua fonte de renda passiva? 

Esse prazo, em cruzamento com a lógica de risco x retorno (quanto maior o risco, maior o retorno, e vice-versa), vai ditar a composição da sua carteira de ativos. 

Quer ver um exemplo? 

Suponhamos que você deseje viver de renda no futuro, como uma forma de complementar a aposentadoria. Este será, então, um investimento de longo prazo. 

Neste caso, o Tesouro IPCA+ pode ser uma boa opção para compor a carteira. Por ter como indexador o IPCA (inflação), esse título do governo é ideal para quem deseja realizar investimento a longo prazo e manter o capital em constante valorização acompanhando a inflação.

Se você já tem patrimônio acumulado para viver de renda, uma outra lista de investimentos pode ser mais interessante, uma vez que compartilham os valores acumulados, periodicamente. 

Entre esses investimentos podemos citar o Tesouro Direto, ações, fundos imobiliários, entre outros, sobre os quais falaremos ainda neste guia. 

2- Viver de renda com dividendos

Para entender como viver de renda com dividendos, é preciso desmembrar o conceito. 

Dividendos são a parcela do lucro da empresa que é distribuída  entre os acionistas. O valor dessa parcela depende de diversos fatores, tais como: 

  • desempenho do negócio;
  • geração de caixa;
  • lucros; 
  • estratégia da companhia.

Nesse sentido, é possível investir em ações de empresas que pagam dividendos. Entretanto, a estratégia demanda muito estudo e disciplina por parte do investidor. 

Isso porque a geração de renda a partir de dividendos está atrelada ao volume de seus gastos e ao tamanho e composição da sua carteira de investimentos. 

Para que o cenário seja viável, é preciso ter um volume de capital suficiente para investir em papéis que paguem dividendos capazes de suprir as suas necessidades financeiras.

< Leia mais: ações que mais pagaram dividendos em 2022! />

Mais à frente, falaremos com mais detalhes sobre esses dois caminhos viáveis para quem quer entender como viver de renda. 

Quanto preciso poupar para viver de renda? 

O primeiro passo para saber como viver de renda é entender quanto você precisa ter acumulado, em investimentos, para que esse capital gere um lucro tal que permita que você possa retirar a quantia mensal com a qual deseja viver. 

Por exemplo, se você quer receber R$5 mil por mês, quanto precisa ter acumulado para poder “sacar” esse valor e suprir suas necessidades, sem reduzir o seu patrimônio. Ou seja, quanto precisa poupar para viver de renda?

Uma das fórmulas de calcular quanto preciso para viver de renda é:

Patrimônio Necessário = gasto anual / (juros reais/100)

Os juros reais, entretanto, são calculados usando a rentabilidade média dos investimentos e a inflação. 

Juros reais = taxa de rentabilidade do ativo – IPCA acumulado no período

Considerando que 6% é uma rentabilidade realista e interessante, e que o IPCA (inflação) esteja a 3%, o cálculo fica:

Juros Reais = 6% – 3%

Juros Reais = 3%

Aplicando na fórmula para encontrar o patrimônio necessário para viver de renda, com um valor de R$ 5 mil mensais, temos:

Patrimônio Necessário = gasto anual / (juros reais/100)

Patrimônio Necessário = 5000 x 12 / (3/100)

Patrimônio Necessário = 60000 / 0,03

PN = 2.000.000

Logo, é indicado que você acumule um patrimônio de R$2 milhões em dinheiro, para ter uma renda de R$5 mil mensais e possa viver dos juros e ganhos variados que os investimentos oferecem. 

É importante, entretanto, reforçar que esse é um cálculo médio, para que você tenha de onde partir para realizar investimentos que te ajudem a alcançar o sonho de viver de renda. 

Existem aplicações que oferecem uma rentabilidade anual bem maior do que os 6% que apresentamos acima, o que tem um impacto relevante na matemática que aplicamos. 

Também é interessante observar que, mesmo que você comece a fazer retiradas para custear o seu estilo de vida, ao manter seu capital nos investimentos certos, ele permanece  em crescimento. 

Dessa forma, não reduz o montante total do capital que você tem aplicado, apenas permite que você viva dos juros que esses investimentos oferecem. 

Considere também que a fórmula que aplicamos desconta a inflação te ajudando a fazer um cálculo seguro em relação à valorização ou desvalorização da moeda.

É possível viver de renda com R$50 mil ou R$100 mil?

Para responder a essa pergunta vamos aplicar a mesma fórmula que usamos acima, de uma forma diferente, começando com o cálculo para viver de renda com R$100 mil. 

Patrimônio = gasto anual / (juros reais/100)

100000 = gasto anual / (3/100)

100000 = gasto anual / 0,03

100000 x 0,03 = gasto anual 

3000 = gasto anual 

Seguindo a fórmula que aplicamos acima, com R$100 mil investidos a sua renda anual seria de R$3.000 ou R$250 por mês.

E viver de renda com R$500 mil? É possível? Vamos, mais uma vez, olhar para a fórmula e indicadores que usamos como base: 

Patrimônio = gasto anual / (juros reais/100)

500000 = gasto anual / (3/100)

500000 = gasto anual / 0,03

500000 x 0,03 = gasto anual 

15000 = gasto anual 

Ou seja, o valor que você teria disponível para gasto anual seria de R$15.000, o que representa R$1.250 mensais.

Não é suficiente para você? Precisa de mais renda mensal para arcar com as suas despesas? Não se desespere, porque aprender a viver de renda também inclui entender onde investir o dinheiro que você tem hoje e fazer com que ele se multiplique a partir da atuação dos juros compostos e dos dividendos

Como viver de renda: onde investir?

Existem algumas opções de investimento que vão permitir que você usufrua do capital aplicado. 

Antes de conhecer quais são elas, é importante que você compreenda que seu capital pode ser dividido:

  • em uma ou mais aplicações com liquidez diária, para que você possa fazer as retiradas mensais,
  • opções sem liquidez (ou liquidez que não é imediata) mantendo parte do capital aplicado em opções que oferecem mais rentabilidade.

A liquidez é o tempo que você precisa esperar para retirar o dinheiro. O Tesouro Selic, por exemplo, oferece liquidez diária, assim como alguns CDBs. Dito isso, seguimos para os tipos de investimento que vão te ajudar a viver de renda. 

1. Tesouro Selic 

Como dissemos acima, o Tesouro Selic é uma opção interessante por oferecer liquidez diária e permitir que você retire montantes de capital, sem o risco de perder lucratividade. 

O Tesouro é um título público que funciona como se você estivesse emprestando dinheiro ao governo.

É um modelo de investimento de baixo risco, que se enquadra na modalidade de renda fixa

Se você não conhece a renda fixa e não sabe como começar a investir com segurança, indicamos que se inscreva no curso “Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco”. 

2. Como ter uma renda mensal vivendo apenas de bolsa de valores? 

Ao comprar ações de uma empresa você se torna acionista dela, um tipo de sócio da organização.

As ações de boas empresas pagam dividendos, ou seja, parte do lucro da uma organização é dividida com os acionistas e esse valor vai para a sua conta da corretora mensal, trimestral, semestralmente ou mesmo anualmente. Isso depende da política de cada empresa.

Entretanto, pelo menos 25% do lucro deve ser direcionado aos donos de ações. 

Vale lembrar que não há incidência de Imposto de Renda sobre os dividendos. 

Os valores dos dividendos integram a sua renda para que você possa manter seu estilo de vida, mesmo sem trabalhar. Essa é uma das respostas para quem busca como viver de renda passiva, mas como continuaremos a ver, não é a única. 

As melhores empresas para dividendos são empresas consolidadas, que podem até não variar muito em relação ao preço da ação em si, mas que oferecem um lucro alto na divisão de lucros.

Nunca investiu em ações? Não sabe por onde começar ou tem receio ? Então confira as dicas da nossa especialista no vídeo abaixo e entenda como começar e dar esse passo rumo à concretização do sonho de viver de renda. 

3. Fundos Imobiliários

Você já considerou comprar imóveis e obter lucro a partir do aluguel que eles podem oferecer? Este é um caminho muito considerado por quem quer entender como viver de renda.

E se disséssemos que existe uma forma mais eficiente de investir em imóveis? 

Os Fundos Imobiliários são um jeito de investir em imóveis sem precisar ter o bem em si.

Nesse tipo de investimento você se torna dono de parte de um ou mais imóveis e ganha os lucros que eles oferecem. Por exemplo, é possível ser dono de parte de um shopping e ganhar os lucros gerados pelo aluguel das lojas. 

Os investidores recebem esse lucro todos os meses, trimestral ou semestralmente. 

O risco de investimento, assim como em ações, é mais alto do que opções de renda fixa, entretanto, o potencial de ganhos é bem atrativo.  Por isso, é importante ter atenção em escolher bons fundos a partir das recomendações de analistas CNPI (Certificado Nacional do Profissional de Investimento), uma certificação voltada para os profissionais que trabalham com análise de investimento no Brasil.

4. Tesouro IPCA ou prefixado com juros semestrais

Outro tipo de investimento que paga rendimentos periodicamente, é o Tesouro Direto IPCA com juros semestrais ou Tesouro Prefixado com juros semestrais. 

Tesouros com juros semestrais são opções de títulos públicos com vencimentos futuros, que pagam os juros do investimento a cada seis meses. Esse dinheiro cai na conta do investidor na corretora e pode ser usado por quem deseja viver de renda.

Vale lembrar que essas opções de investimento são boas para quem já tem dinheiro suficiente para viver de renda. 

Se você ainda está dando os primeiros passos no caminho de aprendizado sobre como viver de renda e ainda busca de acumular mais capital a longo prazo, os melhores investimentos a considerar são:

  • Tesouro IPCA (sem juros semestrais), opção de título público que tem como indexador a inflação, 
  • CDBs (acima de 100% do CDI), títulos privados, nos quais você empresta dinheiro para o banco, 
  • Dividendos, ou ações que pagam bons dividendos, 
  • Fundos Imobiliários, 
  • Fundos de Previdência Privada, entre outros.

Como viver de renda passiva? Resumo!

Agora você já sabe como viver de renda passiva, considerando diferentes cenários de mercado, suas intenções e expectativas enquanto investidor. 

Portanto, é hora de começar a organizar suas finanças para tornar o sonho realidade. Se você deseja juntar dinheiro para um dia conquistar sua independência financeira e só trabalhar se quiser, é preciso investir em educação financeira

Para isso, recomendamos a assinatura da Multi+, a plataforma educacional da Faculdade XP. Trata-se de um completo ecossistema repleto de possibilidades de aprendizado, com cursos em formatos dinâmicos, guiados pelos melhores profissionais do mercado. 

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Recolocação profissional: o que é e como iniciar esse processo?

Com o mercado de trabalho em constante transformação e o país com um grande números de desempregados, é natural as pessoas optarem por uma recolocação profissional para construírem uma carreira. 🎯

Só que esse cenário pode ser bem desafiador, principalmente para aquelas pessoas que não possuem tantas qualificações na área que planeja mudar e investir, assim como em períodos em que a economia não está tão boa. 😳

👉 A pergunta é: o que é preciso para conquistar a recolocação? São muitos fatores, desde um conhecimento da área, melhora no currículo, capacitações, networking e por aí vai.

Por isso, desenvolvemos este artigo como um guia para você entender e criar estratégias simples para auxiliar na conquista de um novo emprego, seja na sua área ou em outra. 

Continue a leitura e veja como é possível colocar em prática. Vamos lá?

O que é recolocação profissional?

É uma estratégia individual que tem o objetivo de fazer com que as pessoas, das mais diversas áreas e expertises, busquem um espaço para ocupar cargos em um trabalho

Ou seja, é o processo destinado à conquista de um novo emprego e, muitas vezes, caracterizado pela mudança de área ou mesmo profissionais desempregados por um tempo.

Por exemplo: você é formado em engenharia, mas não tem conseguido empregos na área. 

Porém, é uma pessoa que gosta muito de dados e tecnologia, e pensa em tentar algo nessa carreira, já que desenvolvedores e programadores são funções com uma ascendência de oportunidades. Você vai atrás da recolocação profissional para conquistar isso.

Assim, o desafio é sempre o mesmo: saber como se destacar dos concorrentes e ser o escolhido pela vaga desejada. ⭐

Como funciona o processo de recolocação profissional?

seleção de candidatos
Processo de recolocação profissional. Fonte: Getty Images.

Neste processo é preciso de consistência e assertividade, pois vivemos em uma sociedade em que o mercado está cada vez mais competitivo e exigindo muito de seus profissionais. Hoje, há a facilidade de capacitações e outras qualificações ou contato com empresas para se candidatar a uma vaga. 

Não é mais aqueles tempos em que buscar uma vaga era preciso ver os classificados em um jornal ou mesmo sair batendo de porta em porta em busca de uma vaga. 

Agora é tudo totalmente online, o envio de currículo e até mesmo as entrevistas de algumas empresas. 📱

Nesse sentido, quem busca a recolocação profissional é normal passar por outplacement, que significa algum funcionário da empresa que o demitiu para outra vaga, de forma que humanize o desligamento. 

Ou então o termo headhunter, que são os caça-talentos atuais para as empresas.

E para esse processo de recolocação funcionar, basicamente você precisa se conhecer ao máximo e identificar quais pontos você pode investir para ser um diferencial para determinada vaga. É você fazer a gestão da sua própria carreira.

Além disso, você pode buscar a contratação de um serviço de consultoria de recolocação profissional, uma modalidade bem em alta. 📈

Por que buscar uma recolocação?

Alguns motivos permeiam essa necessidade de recolocação, como:

  • Demissão;
  • Busca de novos desafios na carreira;
  • Insatisfação profissional, seja por salário incompatível ou mesmo problemas na equipe ou com gestores;
  • Mudança de cidade;
  • Excesso de trabalho ou exaustão mental;
  • Muitas viagens;
  • Desejo de crescer profissionalmente.

No entanto, na maioria das vezes a procura pela recolocação profissional ocorre pelo desemprego. 

Segundo dados recentes do IBGE, mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Por isso, muitas estão optando por esse processo para continuar vivendo bem. 😀

Dicas para realizar sua recolocação profissional

Faça um bom currículo online

O currículo é como o seu cartão de visitas. Por isso, sempre o mantenha atualizado, com a grafia correta e com uma estrutura fácil de entender, além de atrativa mas sem exagerar. 

Se você quer buscar algo no ramo de tecnologia, por exemplo, não adianta fazer currículo bonitos visualmente e cheios de coisas, o ideal é ser objetivo e detalhar o básico de suas experiências e qualificações. 

👉 Assim, quando colocar suas informações priorize o que for relevante. Pergunte-se: o que você tem de diferencial? Qual a diferença que você fez nas empresas que trabalhou?

Tenha uma versão digital e física sempre. E cadastre-se em sites de vagas ou redes sociais profissionais, como o LinkedIn. Este último tem sido um dos principais canais de busca de empregos e contato com novas oportunidades.

Aposte no marketing pessoal

Se eu fosse te perguntar agora, quais são as suas qualidades e pontos a serem melhorados? 

Essa resposta será essencial para você investir em melhorias e também para especificar o que tem de melhor para fazer uma ‘propaganda’ de si mesmo. 📢

Essa habilidade de se vender, fazer o seu próprio marketing, é muito importante na hora de se candidatar, seja numa entrevista ou mesmo em publicações do LinkedIn, algo muito comum atualmente. 

Afinal, as empresas priorizam aqueles profissionais que são mais confiantes, com iniciativa e inteligência emocional.💡

Faça networking

Hoje a maioria das ofertas de emprego priorizam a indicação. Até porque nada se compara com a indicação de um conhecido, certo? Se uma pessoa fala bem de você, a chance dela realmente ser a ideal para vaga é muito melhor, além de evitar possíveis mentiras ou fraudes.

Por isso, saiba como fazer o networking, se relacione com as pessoas da área que você busca, crie uma rede de contatos, conheça pessoas. O LinkedIn também é uma boa ferramenta para isso.

Defina um plano de carreira

É sempre importante você ter bem definido seus objetivos de carreira e as metas que planeja alcançar. 🎯

Você pode se perguntar, por exemplo:

  • Qual área quero seguir?
  • Qual a função ideal, a dos meus sonhos?
  • O que eu preciso fazer para chegar até lá?
  • Em quanto tempo quero fazer isso?

Isso tudo vai lhe ajudar a traçar um plano para a recolocação e a tão sonhada estabilidade profissional.

Estude muito

Provavelmente é a dica mais importante de todas. Estude e aprimore seus conhecimentos o tempo todo. 

O mercado é competitivo e existem profissionais dos mais diversos níveis de experiência. Para você se destacar você precisa ter habilidades também. 

Por isso, fique atento às atualizações do mercado, ferramentas que auxiliam o trabalho que está buscando, faça cursos, especializações, leia livros, assista à palestras. 

Tudo que seja essencial para se tornar um profissional mais renomado e com conhecimento. Se você gosta da área da tecnologia, por exemplo, existem uma infinidade de funções, técnicas e programas que vão lhe ajudar na sua carreira e a encontrar o emprego dos sonhos

👉 Uma dica é você separar as vagas que mais te interessam e quais são os requisitos que ela exige. Assim, você busca o conhecimento e a prática nessas funções específicas. 

Dicas para se dar bem numa entrevista profissional

Vale ressaltar a necessidade de saber como se comportar em uma entrevista. Se você busca a recolocação profissional, precisa mostrar ao recrutador os motivos para ele te escolher. 

Qual o seu diferencial? Como você contribui para empresa? Isso está alinhado com o aspecto de ter competências e qualificações, junto com a prática do marketing pessoas, saber se vender. 

Assim, confira 4 boas práticas a se fazer em uma entrevista: 👇

  1. Sempre estude sobre a empresa que está concorrendo a vaga;
  2. Pense sobre a sua carreira antes da entrevista. Quais seus objetivos, sonhos, o que tem feito nos últimos meses e anos para isso;
  3. Teste a plataforma da entrevista, sua internet (caso seja online) e simule a conversa, respondendo as perguntas mais padrão deles perguntarem;
  4. Tenha cuidado com o que fala para não ser interpretado negativamente;
  5. Seja simpático e demonstre consistência.

Comece agora mesmo a sua recolocação!

A recolocação profissional tem sido muito mais buscada hoje que no passado, devido às facilidades de busca de empregos e as dificuldades do país em crescer sua economia. 

É muita gente concorrendo para uma mesma oportunidade e, por isso, apenas aqueles com os diferenciais necessários vão se destacar. 

Por isso, siga as dicas comentadas neste artigo e sempre se promova ao máximo para a sua rede de contatos. Mas não deixe de ter seus objetivos e metas bem claros, se não nada vai funcionar como deveria. 

Feito isso tudo, só depende de você fazer acontecer esse grande sonho de conquistar uma estabilidade profissional e crescimento de carreira. ❤

👉 Se você é do time de tecnologia e quer começar a colocar a sua recolocação profissional em prática, aproveite para conhecer os cursos, especializações e Bootcamps aqui da Faculdade XP

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Lucro Por Ação (LPA): o que é e como analisar esse indicador

Se você é do time que busca informações e se atualiza sobre o mercado de investimentos e ações, sabe que existem alguns indicadores que são necessários ficar de olho para conquistar as melhores ações na hora de investir. Um deles é o Lucro por Ação (LPA), pois sem ele nenhum investidor ou gestor de empresa conseguiria crescer no neste mercado. 📈

Essa métrica é utilizada em análises fundamentalistas e tornam-se essenciais para gerar mais lucros através da bolsa de valores. 💰

No entanto, quando não bem observada pode gerar mais confusão ou prejuízos aos investidores. 

Entenda neste artigo os principais detalhes do LPA e como interpretá-lo ao seu favor. Confira! 👇

O que é LPA (Lucro Por Ação)?

Ele é um indicador que significa a divisão de lucro líquido de uma empresa pelo número de ações que ela possui. 🎯

Imagina a situação em que uma empresa possui um lucro mensal de uma quantia específica ao mesmo tempo que recebe um valor pelas ações de investidores. O LPA é o resultado dessas combinações. 

É um tipo de parâmetro muito utilizado por empresas mais modernas, como as startups. Portanto, ele se torna um fator importante no mercado de capitais para entender se a empresa em questão é lucrativa ou não. 

Para que serve?

Conforme já dito, o LPA é uma espécie de dado que mostra o quanto determinada ação pagou em juros aos acionistas daquela empresa em determinado período

Vale ressaltar que quem monta uma carteira de investimentos sempre tem o desafio de escolher quais os títulos de ações representam melhores rentabilidades. Para isso, é importante analisar alguns pontos, dependendo do tipo de investimento e renda que você escolher. 😉

Assim, quando falamos de ações na bolsa de valores, é necessário saber o que a empresa que chama atenção demonstra de resultados. 

O LPA é útil para essa análise. Lembrando que a partir do momento que esse número se tornar negativo, essa empresa não vale a pena investir por hora, já que estará operando com margens mais baixas, o que pode acumular prejuízos ao mercado e a sua carteira de investimentos.

Como analisar o indicador LPA?

números em ações
LPA na Bolsa de Valores, um indicador que precisa ser analisado. Fonte: Getty Images.

É importante sempre frisar a necessidade do investidor não fazer uma comparação fria demais ou superficial entre as empresas que desejam investir, ainda mais se são de setores muito distintos. 

Por isso que o LPA é tão relevante, pois ele permite que nada seja avaliado de maneira isolada, além de contribuir para a melhor escolha de acordo com seus objetivos e renda.

Assim, para sua análise você deve colocar o Lucro Por Ação (LPA) no contexto da empresa, do setor e avaliá-lo em conjunto com outros múltiplos e indicadores. Ele sozinho também não terá o resultado esperado.

👉 Outros indicadores úteis são:

  • Payout: que mostra o percentual do lucro distribuído pela empresa aos seus investidores em determinado período;
  • Dividend Yield: é o que representa a relação entre o valor de determinada ação e o valor dos dividendos pagos pela empresa aos seus acionistas em determinado período;
  • P/L: focado no investidor, ele mostra quanto tempo ele levaria para recuperar o valor investido em uma empresa com base nos seus dividendos.

Vale destacar que sua análise ocorre através do histórico da empresa para não haver nenhuma distorção ou alterações de lucros e volumes de ações.

Como calcular Lucro por Ação?

Para se ter um número de LPA, é preciso dividir o lucro líquido do exercício pelo total de ações que a companhia possui em circulação.

Sendo que o lucro líquido representa a última linha do Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE) de uma empresa, e o número de ações em circulação pode ser obtido através da pesquisa de histórico da empresa. 

A fórmula é a seguinte: LPA = Lucro líquido / n° de ações em circulação

Um exemplo: Imagine que uma empresa “X” possui um lucro operacional de R$400 mil e tem 320 mil ações emitidas no mesmo período. Aplicando esses dados na fórmula do índice, temos: 400.000 / 320.000 = R$1,25 por ação. Um número ideal para LPA e que já serve de parâmetro positivo a se investir.

Como utilizar o Lucro por Ação (LPA) em uma análise?

É importante que os investidores sempre busquem ativos que tenham o LPA com menor volatilidade e que indique um padrão de consistência.

Assim, para sua análise é importante se basear no cálculo já demonstrado e a partir daí tirar suas próprias conclusões. Sendo que um número base de recomendação para interpretar se o ativo que escolheu é bom ou não é um LPA de 1,25.

Logo, você terá uma melhor comprovação se aquela empresa é a ideal ou não. Por mais que uma companhia seja mais eficiente usando seu capital para gerar renda futura com regularidade e com qualidade na gestão de seus ativos, examine e investigue sempre a fundo. Com o máximo de preceitos que conseguir. 😉

Conclusão

Portanto, o Lucro Por Ação (LPA) é um importante indicador do mercado de ações tanto para investidores quanto para os gestores das empresas, pois ele representa se aquela empresa é a ideal ou não para ser um ativo em ações.

Dentro dessa métrica financeira, existem alguns pontos de relevância na hora de se investigar, sem esquecer da necessidade de sempre analisá-la em conjunto com outros fatores.

Sabendo de tudo isso, investir nas melhores ações só vai depender de você. Se busca se aprofundar sobre o assunto e ter lucratividade nas suas escolhas, confira o curso de CriptoInvestidor que a Faculdade XP oferece. 🚀

Nele você aprende como investir no ativo que mais rende na atualidade e sai das aulas com a prática e já gerando lucro à sua renda.

Como calcular dividendos? Aprenda já!

Como calcular dividendos é uma das primeiras perguntas de pessoas que estão buscando investir em ações. E faz sentido que um questionamento desse porte surja visto que, várias empresas são responsáveis por pagar 25% do lucro como dividendo obrigatório. 

Sendo assim, saber calcular dividendos se torna imprescindível já que você, investidor, tem a oportunidade de lucrar com a empresa ou, quem sabe, vender uma ação que valorizou por um valor maior do que aquele que você adquiriu.

Quando falamos em investimentos em ações, estamos falando de retorno ao longo prazo. 

Se você é aquele indivíduo que deseja investir na própria aposentadoria ou, quem sabe, viver de renda até lá, as ações podem ser uma ótima alternativa para você. 

Mas, primeiro, você precisa conhecer mais sobre como calcular os dividendos advindos dessas ações para escolher quais serão as melhores para a sua carteira de investimentos. Vamos aprender?

O que são os dividendos?

Os dividendos são benefícios traduzidos em quantias pagas a determinadas pessoas que investiram numa sociedade. 

Se falamos de Sociedade de Responsabilidade Limitada (SARL), essa pessoa é um sócio, enquanto na Sociedade Anônima (SA), são acionistas. 

Essa quantia dividida entre sócios e acionistas pode ser deduzida do lucro da empresa, qualquer um que seja transportado ou de reservas distribuíveis que o negócio tenha.

O valor é variável de acionista para acionista, já que depende de quantas ações cada um deles investiu.

Como calcular dividendos?

Em suma, o cálculo feito para determinar o dividendo das ações que pertence a um acionista é simples: multiplica-se o dividendo pago como ação (DPA ou DPS) pela quantidade de ações possuídas! 

Para determinar quanto os dividendos estão rendendo, ou seja, o percentual do investimento que foi feito na forma de dividendos, é só dividir o DPA pelo preço de cada ação e voilà, está pronto!

O que deve considerar para calcular dividendos?

Alguns métodos do mercado são considerados para calcular dividendos. São eles: 

  1. Determine quantas ações você tem: a sua corretora ou agência pode ter essas informações e os extratos que você, investidor, recebe das empresas regularmente também podem ajudar; 
  2. O valor dos dividendos pagos por ação: conhecido por DPA, esse valor representa a quantidade de dividendos que cada investidor recebe pela parte da empresa que detém;

Depois que você tem esses dois pontos, o cálculo fica mais simples de ser feito. Vamos entender como fazer isso na prática? 

Cálculo de dividendos de ações.
Todo investidor deve aprender como calcular dividendos.

Existe fórmula para calcular dividendos?

A fórmula geral para compreender o valor do dividendo que pertence a um acionista é a que já citamos acima: a multiplicação do dividendo pago como ação (DPA ou DPS) pela quantidade de ações possuídas! 

Mas, se você quer saber o valor do DPA, a fórmula é: DPA = D – Du / A. 

Nesse caso, D é o dinheiro pago como dividendos regulares, Du os dividendos especiais com periodicidade única e o A, por sua vez, é o total de ações que os investidores possuem da empresa.

Após ter esses dados, se você quer compreender qual será a quantia aproximada de dividendos futuros, use a fórmula: D = DPA x A. 

Sendo assim, D são os dividendos e A a quantidade de ações possuídas. 

Veja um exemplo desse tópico para ficar mais claro: 

Você possui 2.000 ações de uma empresa que pagou R$ 0,25 por ações em dividendos no ano passado. Usando a fórmula, temos: D = 0,25 x 2000 = R$ 500. Ou seja, caso a empresa pague o mesmo valor de dividendos esse ano, você poderá receber aproximadamente R$ 500. 

Exemplo prático

É bem simples: supomos que você investe na Faculdade XP, nós pagamos R$ 5 de dividendo anual e você tem 1.000 ações. Logo o cálculo é: número de ações multiplicado pelo valor da ação que neste caso, 1000 x R$ 5. 

Portanto, o resultado é R$ 5 mil dividendos totais.

<Aprenda também: Como começar a investir em ações com pouco dinheiro/>

Ferramentas para calcular dividendos

Calculadoras simplificam muito o processo! Tanto as mais simples, como conhecemos e lidamos no nosso dia a dia, quando as calculadoras que podem ser conhecidas como simuladores, algumas presentes gratuitamente na internet.

Vale a pena usar simuladores para calcular dividendos?

Com a tecnologia, felizmente o investidor tem, à disposição, acesso a ferramentas modernas que ajudam no cálculo de dividendos. 

O simulador de dividendos, basicamente, coloca em prática, de maneira mais fácil e simples, os cálculos que fizemos acima. Eles servem, principalmente, para quem está começando a investir e ainda não pegou o jeito da coisa.

Mas também ajudam muito os profissionais que já tem um grande portfólio de investimentos de ações e precisam calcular os dividendos de cada empresa nas quais investe. 

Portanto, observe se você se enquadra em algum dos dois casos, vale a pena usar o simulador de dividendos!

Por que é importante aprender como calcular dividendos?

Se você busca ser um investidor de longo prazo, que deseja investir em uma empresa por um tempo maior e, quem sabe, viver dos dividendos que recebe no futuro, saber calcular dividendos é imprescindível. 

Além disso, é importante ressaltar que os dividendos são entregues de acordo com o número de ações que um acionista tem, ou seja, quanto mais ações, mais dinheiro. 

Pensando assim, e pensando em alcançar mais dividendos lucrativos, aprender a calculá-los te ajudará a investir de forma mais inteligente em empresas mais vantajosas, te preparando para um futuro cheio de dividendos relevantes.

Ei, não vá embora! Nós temos uma dica importante para você: a Multi+. A plataforma da Faculdade XP que te prepara para o futuro como nenhuma outra. Nela, você tem acesso a diversos cursos na área de Investimentos, Educação Financeira e Trading. Aprenda com quem realmente lidera entende do assunto e lidera esse mercado no Brasil.

Despesas fixas e variáveis: confira dicas para ter um bom controle

Independente da função ou trabalho que você atue, é normal ter preocupação com as despesas fixas e variáveis mensais. São tantas obrigações e outras atividades cotidianas e de lazer que fazemos todos os dias, que com um mau planejamento você pode acabar ficando com dívidas ou saindo no prejuízo ao final do mês. 😅

Ter um controle sobre a vida financeira é o primeiro passo para aqueles que buscam crescimento de carreira e pessoal, além de estabilidade. 🎯

Nesse sentido, um dos aspectos essenciais para isso ocorrer é saber separar bem as despesas fixas e as variáveis, elencando cada uma e identificando se uma determinada coisa que você precisa é relevante agora ou não. 

Para isso, é importante entender o conceito antes de colocar em prática essa educação financeira. Neste artigo você vai encontrar mais detalhes sobre o assunto e algumas dicas para controlar seu dinheiro constantemente. Confira! 👇

Diferenças entre despesas fixas e variáveis

Ter gastos é normal para qualquer pessoa. A grande questão é saber controlá-las de forma que atrapalhe seu cotidiano ou cause o surgimento de dívidas. 

E quando se fala de dinheiro, custos e gastos, os conceitos de despesas fixas e variáveis são importantes de se diferenciar para que, na hora de excluir alguma atividade ou assumir um novo compromisso, você saiba o que é mais importante. 😉

👉 Mas quais as características de cada uma?

Despesas fixas

É tudo que está relacionado às necessidades cotidianas de pagamento. Ou seja, é aquilo que você paga mensalmente e não possui variação de preço, ou se tiver é o mínimo possível.

Logo, são despesas que se repetem sempre, mas são previsíveis. Aquelas que todo mês tem um boleto para pagar.

Despesas variáveis

São aquelas que variam de acordo com seus hábitos de consumo e a frequência com o que você consome. Ou seja, atividades não obrigatórias ou aquelas que mudam de valor conforme o aumento ou diminuição de consumo.

Exemplos de despesas fixas e variáveis

Conforme visto, existem diferenças entre os dois modelos de gastos. No entanto, para melhor explicação, confira alguns exemplos. 

👉 As despesas fixas, que possuem um valor determinado sempre, são:

  • Aluguéis e mensalidades de condomínio;
  • Planos de assinatura de TV, streaming, internet e celular;
  • Planos de saúde e planos odontológico (eles só variam de ano em ano ou quando muda a idade, então é considerado fixo porque mensalmente é um mesmo valor);
  • Prestações de empréstimos e financiamentos;
  • Seguros de imóvel, veículo e celular;
  • Impostos fixos, como MEI e IPTU;
  • Mensalidade da faculdade, academia, curso, etc.

👉 Já as variáveis, são as que o valor sempre muda, de mês a mês:

  • Alimentação, como supermercados, feiras, delivery e outros casos para comer;
  • Meio de transporte, seja ônibus ou colocar gasolina no carro;
  • Consumo de água e luz;
  • Estacionamento;
  • Farmácia e cuidados pessoais, como produtos de higiene e ligados ao bem-estar);
  • Produtos de limpeza;
  • Utilidades domésticas;
  • Produtos para pet em geral;
  • Passeios e viagens;
  • Atividades de lazer em geral, como idas a restaurantes e bares, cinema, teatro, museu;
  • Vestuário em geral;
  • Objetos e móveis de decoração de casa;
  • Presentes.

Importância do controle do orçamento pessoal

Não é novidade que um controle de gastos contribui para projeções de futuro e realização de desejos ou necessidades que você tenha. 

Se você quer fazer uma grande viagem, uma festa de aniversário ou mesmo investir em ações ou um imóvel, você precisa ter controle dos seus gastos, se não o dinheiro não dá conta.

Além disso, manter um orçamento equilibrado contribui para fugir de dívidas, estresses e conseguir atingir seus objetivos.

Você sabia que 8 em cada 10 brasileiros não sabem como controlar as próprias despesas? É o que diz uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). 😨

Logo, é importante separar as despesas fixas das variáveis quando você faz um planejamento financeiro pessoal visando se organizar, poupar e investir. 

Afinal, uma parte de seus gastos será totalmente previsível, enquanto a outra deverá ser calculada com base em estimativas e seus costumes do cotidiano.

Assim, ter esse controle de orçamento financeiro pessoal ajuda a:

  • Criar novos objetivos;
  • Ter sonhos no futuro;
  • Ter mais segurança em qualquer tomada de decisão;
  • Ter qualidade de vida.

Dicas para controlar as despesas fixas e variáveis

Boleto de gastos
Como poupar dinheiro para pagar despesas fixas e variáveis. Fonte: Getty Images.

Sabendo do conceito, agora é o momento de colocar em prática o controle financeiro sobre as despesas fixas e variáveis.

Para isso, algumas podem lhe ajudar:

Organize-se em uma planilha de despesas fixas e variáveis

Contar com uma planilha financeira ou qualquer outro programa ou documento que auxilie nessa identificação é a etapa mais importante.

Assim, você deve anotar em um local todas as despesas fixas e todas as variáveis que têm nos últimos 3 meses, e vá separando conforme prioridades e necessidades. 

Ao final, some todo esse valor de gasto para entender se é preciso cortar alguma coisa.

Analise o impacto das despesas

Para entender esse impacto na sua vida, faça uma média de tudo que é gasto, some os valores e elenque cada situação. 

Com essa informação você consegue analisar se esse valor é compatível com a sua renda mensal, ou seja, se você precisa gastar menos do que ganha.

Reduza gastos

Sabendo de cada despesa sua, você precisa criar estratégias para reduzir esses gastos desnecessários. 

Na maioria das vezes é mais fácil economizar e cortar as despesas variáveis, como consumo de água e luz, mas às vezes alguma fixa também pode ser abatida. 

Defina um valor para despesas variáveis

É importante definir um valor limite para suas despesas. Assim fica mais fácil de se controlar financeiramente.

Alguns métodos podem ajudar, como é 50-30-20, onde você distribui os gastos em:

  • 50% da renda para gastos essenciais (moradia, contas de consumo, alimentação, etc.);
  • 30% da renda para despesas com estilo de vida (lazer, moda, cultura, viagens, etc.);
  • 20% da renda para prioridades financeiras (dívidas, poupança e investimentos).

Acompanhe sua vida financeira de perto

Por fim, é fundamental acompanhar de perto todas as despesas fixas e variáveis mês a mês. Assim, você não deixa nada passar ou ser pego de surpresa por algum gasto extraordinário.

Afinal, como aprender mais sobre educação financeira?

Portanto, ter um controle sobre sua vida financeira para almejar novos projetos futuros e uma estabilidade na vida, é importante sempre ficar atento aos seus gastos mensais. 

Entendendo sobre as despesas fixas e variáveis, além de conhecer exemplos de cada uma, fica mais fácil de gerir melhor sua renda mensal e fazer novas previsões, reservas e destinos para seu dinheiro. 🚀

Se você realmente tem vontade de saber mais sobre educação financeira, estudar finanças só vai agregar valor na sua vida pessoal e profissional. 

Uma dica é começar pelo básico, conforme o mostrado no artigo e depois fazer algum curso que aprimore seu conhecimento. 😉

👉 Aqui na Faculdade XP temos um curso sobre O Poder do Autoconhecimento Financeiro. Saiba mais como ele pode ser importante para sua vida pessoal e profissional, em busca da independência financeira.

Dólar ou Euro: em qual das duas moedas é mais vantajoso investir?

Boatos que se Hamlet fosse escrito em 2022, no mundo dos investimentos, a famosa frase “ser ou não ser, eis a questão” seria, na realidade, “dólar ou euro, eis a questão”.

O dólar e o euro, principalmente o dólar, impactam diretamente na nossa economia. Logo, o sobe e desce dos mesmos pode não nos ajudar logo de cara. 

Por exemplo, o trigo, é importado e é utilizado na fabricação de pães e derivados e é cotado em dólar. Isso quer dizer que, se o dólar sobe, o preço do pão também subirá. 

Muitos investidores escolhem o investimento em moedas estrangeiras, com foco no dólar e no euro, o que pode ser uma alternativa a mais quando o assunto é diversificação de carteira e proteção de patrimônio.

No entanto, para aqueles que pensam que é “só” comprar as moedas que tudo está feito, não é bem assim: antes de tudo, é preciso analisar o cenário econômico, as características e como se expor a cada uma das moedas já que elas, definitivamente, não são semelhantes. 

Vamos aprender e descobrir quem vence a batalha dólar ou euro? 

Siga a leitura!

Dólar ou Euro, conheça as moedas

Antes de tudo, você precisa conhecer as duas moedas. Mas conhecer de forma aprofundada, não de maneira vaga.

Vamos lá? 

Dólar

Em 2022, o dólar norte-americano completou 230 anos. Antes de 1972 havia uma diversidade de moedas que circulavam nos Estados Unidos da América.

Com o Coinage Act, o congresso estabeleceu, no dia 2 de abril do mesmo ano, que o dólar passaria a ser, a partir daquele momento, a unidade monetária do país.

O presidente George Washington foi o responsável por assinar a lei e, tempos depois, acabou se tornando o rosto da nota de um dólar e das moedas de 25 centavos. Marcou a história, literalmente!

Uma curiosidade sobre o dólar é que o lema “in God we trust” ou, em português, “nós confiamos em Deus” está presente em todas as moedas e notas emitidas pelo Tesouro norte-americano. 

E tem um contexto histórico para isso: conhecido desde o século XVI, o lema tornou-se ainda mais popular e ligado ao dólar em 1864, no meio da Guerra Civil Americana.

As lideranças religiosas da época sugeriram essa frase para a União, para demonstrar que Deus estava ao lado do povo. 

Quando o assunto é o cenário atual do dólar, a moeda americana tem se mostrado cada dia mais fortalecida. 

Isso acontece por causa da expectativa de que o banco central dos EUA, conhecido por Federal Reserve, aumente o ritmo de aumento de juros, já que a inflação tem crescido no país.

Notas de euro e dólar lado a lado
Dólar ou euro, ambas as moedas são muito fortes.

Euro

O Euro não é tão antigo como o dólar, definitivamente. Mas desde que foi criado, tem trilhado uma história relevante para a economia mundial. 

Com o Tratado de Roma sendo assinado e a criação da CEE, ou seja, a Comunidade Econômica Europeia, formada por Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Itália, França e Alemanha, a história da moeda nasceu em 1957.

Tal tratado estabeleceu o Mercado Comum Europeu que, por sua vez, tinha como objetivo garantir o progresso econômico e estreitar relações entre países europeus. 

Ao longo das três décadas seguintes, novos países aderiram à CEE. São eles: 

  • Em 1973: Irlanda, Dinamarca e Reino Unido;
  • Em 1981: Grécia;
  • Em 1986: Portugal e Espanha;
  • Em 1995: Suécia, Áustria e Finlândia.

Depois da inserção de todos esses países, em maio de 1998 a União Europeia impôs a sua moeda comum: o Euro. 

A moeda europeia é, historicamente, mais valorizada. A última vez em que foi vista sendo negociada no mesmo patamar do dólar foi no meio de 2002, mais precisamente em julho.

Porém, essa valorização tem caído: em 2022 o euro teve uma queda acumulada que ultrapassa os 10% que tem relação com a preocupação de uma possível recessão na Europa, a moeda tem sido negociada proximamente do valor do dólar. 

Por que isso tem acontecido? 

Em suma, a desvalorização do euro é um reflexo da inflação, dos preços altos de energia e dos problemas com o fornecimento de gás natural da Rússia, país europeu que tem travado guerra contra a Ucrânia.

Enquanto os EUA vive um aperto monetário, a zona do euro não tem conseguido acompanhar o ritmo e, com isso, a moeda tem se desvalorizado.

Dólar ou Euro: qual é mais valorizado?

Historicamente falando, o euro. 

No entanto, conseguimos enxergar uma aversão ao risco no mercado financeiro de investir em euro, o que tem estimulado a compra de dólar, por ser considerada mais segura quando o assunto é fases adversas. 

Melhor investir em dólar ou euro?

Primeiro, você precisa entender o seu perfil de investidor e pensar no que você deseja para o seu futuro. 

Mas, a opinião dos especialistas, por sua vez, o dólar é melhor, uma vez que os EUA oferecem mais segurança para investir e, além disso, paga juros maiores.

Logo, a valorização do dólar ocorre não só em comparação ao euro, mas frente a todas as moedas.

O que considerar na hora de investir em dólar ou euro?

Os seguintes pontos: 

  • Entender qual o seu perfil de investidor: conservador, arrojado ou moderado?
  • Mapear quais são seus objetivos financeiros: quais metas você quer alcançar com os seus investimentos?
  • Estudar o mercado: estar sempre de olho no cenário e investir de forma inteligente.

Vantagens de desvantagens de investir em dólar ou euro

Vamos conhecer as partes boas e as não tão incríveis assim dos investimentos em dólar e em euro? 

Vantagens e desvantagens de investir em dólar

Vantagens: se mantém forte mesmo em momentos de crise e oscilação de mercado e econômica, ou seja, volatilidade, rendimento que pode ser maior com base nas cifras estadunidenses e um bom histórico de valorização. 

Desvantagens: incerteza na oscilação do câmbio estrangeiro e não traz tantas certezas quando comparado com investimentos em renda fixa, por exemplo.

Vantagens e desvantagens de investir em euro

Vantagens: mercados financeiros mais integrados, eficiência gerada com essa integração, alta influência na economia mundial, além de ser um sinal concreto da identidade da Europa. 

Desvantagens: com a possibilidade de uma recessão na Europa, junto a guerra entre Rússia e Ucrânia, a moeda vem sendo desvalorizada e comparada com o dólar pela primeira vez em 20 anos.

Quais as perspectivas futuras para o dólar e o euro?

Especialistas afirmam que é improvável uma brusca mudança de cenário quando o assunto é o curto prazo. É possível que os ativos ligados ao dólar tenham maiores chances de ter um desempenho melhor do que os ligados ao euro.

“Acredito que, no médio e longo prazo, o euro se recupere frente ao dólar, mas talvez não alcance o câmbio médio dos últimos 20 anos, de 1,25 sobre a moeda americana”.

Francisco Nobre, economista da XP.

Existe a possibilidade dos EUA entrarem em recessão também? Sim. A diferença é que seria por um curto espaço de tempo e com um PIB caindo pouco, diferentemente do que podemos ver na Europa. 

Quer aprender mais e ser um especialista quando o assunto for dólar ou euro? 

Então conheça o curso Especialista em Investimentos no Exterior da Faculdade XP e aprenda como investir bem fora junto com uma carteira de investimentos que rentabilizam em dólar!

Aprenda a diferença entre Assessor e Consultor de Investimentos

Dinheiro, aportes, negociações, transações são termos que fazem parte do mundo desses dois profissionais. Mas qual será a diferença entre assessor e consultor de investimentos no mercado financeiro? Vamos explicar.

O modelo de atuação e os serviços são distintos, isso porque enquanto o assessor tem vínculo com uma instituição financeira, o consultor não possui. Além disso, há variações em relação às qualificações e remunerações obtidas.

De qualquer forma, tem um deles por perto faz total diferença ao fazer investimentos se você não tiver domínio sobre o assunto.

Entenda mais sobre as profissões, atuação, qualificações e mais. Boa leitura!

O que é um assessor de investimentos?

O assessor de investimentos, também chamado de agente autônomo de investimentos (AAI), atua na prospecção de clientes e distribuição de produtos financeiros. Contudo, fique atento, a profissão não permite a recomendação de investimentos, somente prestar auxílio na escolha.

Como funciona o tal apoio? A orientação aos investidores sobre ativos de renda fixa e variável ocorre por meio de uma corretora, como a XP Investimentos.

Para ingressar na carreira, você deve obter aprovação no Exame de Qualificação da Associação Nacional das Corretoras de Valores (Ancord) e ter cadastro na CVM.

Tem um perfil comercial? Essa é a profissão para você.

<Recomendação de leitura: fatos sobre a assessoria de investimentos />

O que faz e onde atua o assessor de investimentos?

Geralmente, o assessor de investimento tem vínculo com uma corretora ou distribuidora de valores mobiliários. Logo, o profissional somente pode indicar produtos daquela instituição financeira de acordo com o perfil, rentabilidade e riscos do cliente.

A ocupação é regulamentada pela Instrução 497 da Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

Confira abaixo as funções conforme o dispositivo legal:

  • Prospecção e captação de clientes;
  • Recepção e registro de ordens e transmissão dessas ordens para os sistemas de negociação ou de registro cabíveis, na forma da regulamentação em vigor; e
  • Prestação de informações sobre os produtos oferecidos e sobre os serviços prestados pela instituição integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários pela qual tenha sido contratado.

Quanto ganha um assessor de investimentos?

A remuneração do assessor de investimentos tem variações segundo as diretrizes estipuladas em contrato com o escritório. Mas, os valores ganhos são referentes às comissões sobre os produtos que o assessor oferta que podem ser ilimitados.

Quanto mais clientes, mais ganhos você terá! 💰

O que é um consultor de investimentos?

O consultor de investimento trabalha de forma independente, isso porque ele não tem vínculo algum com nenhuma empresa ou instituição.

Já nesse caso, o profissional pode fazer recomendações de produtos para os clientes realizarem investimentos, seja em renda fixa ou variável, de forma personalizada e individual, conforme expectativas alinhadas entre ambos.

A ocupação também é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, inicialmente na Instrução 592, revogada pela Resolução n.º 19 de 2021.

Confira abaixo as atribuições conforme o dispositivo legal:

“A prestação dos serviços de orientação, recomendação e aconselhamento, de forma profissional, independente e individualizada, sobre investimentos no mercado de valores mobiliários, cuja adoção e implementação sejam exclusivas do cliente.”

Para adentrar na área, você deve ter registro na CVM e comprovar conhecimento através de alguma das certificações abaixo:

  • módulo CGA do programa de Certificação de Gestores da ANBIMA;
  • certificação de especialista em investimentos ANBIMA – CEA;
  • certificação nacional do profissional de investimento da APIMEC – CNPI;
  • level III do programa de certificação chartered financial analyst – CFA;
  • exam 1 e exam 2 do final level do programa de certificação internacional para profissionais de investimentos, organizado por quaisquer dos membros da ACIIA – Association of Certified International Investment Analysts;
  • Certified financial planner – CFP.

O que faz e onde atua o consultor de investimentos?

Tecnicamente, o profissional faz aconselhamento, indicações, recomendações e suporte às carteiras de investidores dos melhores produtos disponíveis na atualidade.

Quanto ganha um consultor de investimentos?

Como o consultor financeiro não possui ligação direta com alguma corretora ou instituição financeira, diferentemente do assessor, ele não recebe valores comissionados. 😕

A remuneração é obtida quando os clientes o pagam. A cobrança é estipulada conforme acordo contratual entre as partes envolvidas. Os valores podem ser sobre:

  • Desempenho da carteira do investidor;
  • Porcentagem anual sobre o patrimônio;
  • Valor fixado mensal;
  • Pelos encontros individuais e enfim.

Quais são as diferenças entre consultor e assessor de investimentos?

Embora, ambos dominem o mercado financeiro, eles possuem fluxos diferentes. Conheça abaixo algumas diferenças entre consultor CVM e assessor de investimentos na tabela:

ASSESSORCONSULTOR
Faz captação de clientesRealiza recomendações e aconselhamento
É remunerado pela corretora ou distribuidoraÉ remunerado pelo cliente
Distribuição? SempreDistribuição? Nunca
Tem vínculo com alguma instituição financeiraNão tem vínculo com alguma instituição financeira

Conseguiu entender melhor? Bem fácil!

É melhor ser um consultor ou um assessor de investimentos?

Dos dois lados há as vantagens e desvantagens. Logo, a escolha por uma ou outra ocupação depende muito do seu entendimento sobre o mercado financeiro e perfil de trabalho.

O espaço para assessor de investimento é bem mais amplo do que para consultores, por exemplo. Além disso, é uma profissão mais desenvolvida e com número crescente de escritórios para credenciação por todo o Brasil. Também há o suporte diferenciado em relação aos produtos.

Já para consultores, não há um suporte por uma corretora. Também, o profissional deve ser multitarefa, atuando na prospecção e acompanhamento de todas as carteiras dos clientes que possui.

Entende que ser um assessor de investimentos é muito mais vantajoso para você?


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