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Conheça as 16 personalidades do teste MBTI

Os testes são algo muito presentes na nossa vida. Provavelmente, você já procurou por um teste de personalidade para se conhecer melhor, como é o caso do teste MBTI, ou fez um teste vocacional para descobrir as profissões que você mais se identifica. 

Por exemplo, em algum momento da sua vida você já quis entender porque reagiu de tal maneira a uma situação, enquanto uma pessoa próxima a você reagiu a mesma situação de maneira completamente diferente?

Com o teste MBTI é possível descobrir qual a sua personalidade dentre as 16 personalidades do teste e compreender o porquê de algumas atitudes. Por isso, o MBTI é tão utilizado tanto na vida pessoal, quanto na vida profissional por empresas que desejam conhecer melhor os seus colaboradores. 

Se você ficou curioso para saber como funciona esse teste e qual é a sua personalidade, continue a leitura deste artigo!

O que é MBTI?

MBTI é a sigla para Myers-Briggs Type Indicator, ou Classificação Tipológica de Myers Briggs em tradução para o português. Em suma, o MBTI é um teste de personalidade capaz de identificar os pontos fortes e pontos fracos da personalidade de uma pessoa. 

Como o MBTI surgiu?

Baseado no livro “Tipos de Personalidades”, publicado em 1921 por Carl Jung, psiquiatra e fundador da psicologia analítica, o teste MBTI foi desenvolvido por Katharine Briggs e sua filha Isabel Briggs Myers em 1943.  

Para que serve o MBTI?

O teste MBTI serve para conhecer melhor a personalidade do indivíduo. Dessa forma é possível identificar comportamentos que muitas vezes a própria pessoa não consegue perceber devido a sua familiaridade com aquelas atitudes. 

<Leia também: Eneagrama: o que é e quais são os 9 tipos/>

Pilares de personalidades MBTI

Para descobrir quais são os traços da personalidade, o teste MBTI se baseia na dicotomia de acordo com as quatro dimensões dos tipos psicológicos. Abaixo, falamos quais são os quatro pilares e as dicotomias de cada um:

Energia e motivação

O primeiro pilar se refere a forma como a pessoa interage com o mundo e a forma como ela recarrega suas próprias energias. Por exemplo, se ela prefere estar entre um grupo de amigos ou estar sozinha fazendo atividades individuais para se sentir bem.  

Extroversão (E) ou Introversão (I)

A energia de uma pessoa pode ser classificada em extrovertido (E) ou introvertido (I). Os extrovertidos são pessoas mais comunicativas, que têm facilidade na hora de interagir com outras pessoas e gostam do convívio social.

Ao contrário dos extrovertidos, os introvertidos são pessoas mais fechadas, que possuem um forte diálogo com si mesma e preferem estar sozinhas do que rodeadas por outras pessoas. 

Percepção do mundo

A percepção do mundo se refere a maneira com que enxergamos o mundo e a maneira com que processamos as informações que chegam até nós. 

Sensação (S) ou Intuição (N)

Uma pessoa pode ser sensorial (S) ou intuitiva (N). A pessoa sensorial é aquela mais comedida, que precisa de algo mais concreto, como ver com os seus próprios olhos ou ter evidências reais, para acreditar em algo.  

Enquanto isso, a pessoa intuitiva é aquela que acredita na sua própria intuição e não precisa de provas reais para tomar uma decisão. Se ela sentir que deve fazer algo, mesmo que seja algo arriscado, ela vai fazer.  

Tomada de decisões e ações

O pilar de tomada de decisões se refere à forma como o indivíduo avalia uma situação para poder fazer a sua escolha. 

Pensamento (T) ou Sentimento (F)

As pessoas podem ser racionais (T) ou sentimentais (F). As racionais são mais imparciais e usam argumentos lógicos na hora de tomar uma decisão, enquanto as sentimentais tomam decisões com base nos seus sentimentos.   

Estilo de vida

Por fim, o último pilar do MBTI se refere à forma como as pessoas aproveitam e administram a sua vida. 

Julgamento (J) ou Percepção (P)

No estilo de vida existem pessoas julgadoras (J) e pessoas perceptivas (P). Os julgadores são mais metódicos, gostam de ter uma vida planejada e se sentir no controle da situação.

Ao contrário dos julgadores, as pessoas perceptivas levam uma vida mais tranquila e são totalmente abertas a mudanças na rotina.  

Mulher aplica teste MBTI para um profissional
Fazer o teste MBTI pode trazer muitas vantagens para a gestão de carreira e de pessoas.

Quais são os tipos de personalidades MBTI?

De acordo com os quatro pilares que são a base do teste MBTI, existem 16 tipos de personalidades. Esses 16 tipos de personalidade são divididos em quatro grupos (analistas, diplomatas, sentinelas ou exploradores), de acordo com os pilares predominantes na personalidade de cada indivíduo. 

Veja abaixo quais são os grupos e as personalidades que fazem parte de cada grupo:   

Analistas

Os analistas são conhecidos por serem pessoas mais racionais, que tendem a observar uma situação de forma imparcial, levando em consideração mais a razão do que a emoção. São predominantes os pilares intuitivos (N) e racionais (T) e dentre as personalidades analistas estão os seguintes perfis: 

  • Arquiteto (INTJ): criativos, estratégicos e ambiciosos, fazem planos para tudo;
  • Lógico (INTP): criativos e inovadores, estão sempre em busca de novos conhecimentos; 
  • Comandante (ENTJ): confiantes, estratégicos e ousados, os comandantes são bons líderes e solucionadores de problemas; 
  • Inovador (ENTP): curiosos e inteligentes, gostam de participar de debate intelectual e trocar ideias. 

Diplomatas

Os diplomatas têm como base os pilares intuitivos (N) e sentimentais (F). São pessoas idealistas, empáticas e boas em resolução de conflitos. Dentre as personalidades diplomatas estão:

  • Advogado (INFJ): idealistas, reservados, lutam pelo o que acreditam e inspiram outras pessoas;
  • Mediador (INFP): altruístas, bondosos e empáticos, estão sempre buscando formas de ajudar as pessoas ao seu redor; 
  • Protagonista (ENFJ): carismáticos e inspiradores, são líderes natos e conseguem se destacar por onde passam;
  • Ativista (ENFP): criativos, independentes e entusiastas, buscam sempre o lado positivo das coisas.

Sentinelas

Os sentinelas são conhecidos por serem observadores (S) e julgadores (T), além de serem organizados e estáveis. Fazem parte dos sentinelas as seguintes personalidades:

  • Logístico (ISTJ): atenciosos, comprometidos e práticos, são pessoas muito responsáveis; 
  • Defensor (ISFJ): acolhedores, empáticos e generosos, buscam sempre defender as pessoas que amam;
  • Executivo (ESTJ): eficientes e administradores natos, são ótimos gestores de coisas e pessoas;  
  • Cônsul (ESFJ): atenciosos, sociáveis e populares, estão sempre dispostos a ajudar. 

Exploradores

Os exploradores são pessoas exploradoras e conectadas com o mundo, os pilares de personalidades que mais as representam são sensação (S) e percepção (P). As personalidades que compõem esse grupo são:  

  • Virtuoso (ISTP): habilidosos e práticos, os virtuosos têm muita facilidade no manuseio de ferramentas; 
  • Aventureiro (ISFP): artista, flexível e ousados, estão sempre dispostos a explorar algo novo;
  • Empresário (ESTP): inteligentes e enérgicos, os empresários são pessoas perspicazes que gostam de assumir riscos; 
  • Animador (ESFP): alegres, espontâneos e muito sociáveis. Para os animados a vida é sempre uma grande festa. 

Personalidades comuns e raras no MBTI

Segundo estudiosos do teste MBTI, as personalidades mais comuns são Defensor (ISFJ) e Logístico (ISTJ). Ambas presentes em cerca de 13% da população. 

Já a personalidade mais rara é o Advogado (INFJ), encontrado em menos de 2% da população mundial. Em seguida está o Arquiteto (INTJ), presente em apenas 2% da população. 

Para que você consiga personificar pessoas com personalidade de Defensor e Advogado, trouxemos os exemplos, respectivamente, do Papa Francisco e de Nelson Mandela. 

Como saber meu MBTI?

Para descobrir qual é a sua personalidade, o site oficial do MBTI disponibiliza um teste individual por $49.95 USD.

Entretanto, caso você não queira, ou não tenha condições de pagar esse valor, o 16Personalities disponibiliza gratuitamente uma versão não oficial, mas bem completa, do teste de personalidade. 

Como funciona o teste MBTI?

De forma bem simples, o teste MBTI é composto por uma série de perguntas ou afirmações sobre o cotidiano na qual os participantes devem responder com sinceridade como se comportariam naquelas situações. 

Para cada resposta o participante deve responder de acordo com a escala abaixo:

  • Concordo totalmente;
  • Concordo parcialmente;
  • Indiferente;
  • Discordo parcialmente;
  • Discordo totalmente.

Logo depois, finalizadas as respostas, o participante recebe um relatório com o resultado do teste. Neste resultado estão disponíveis informações como o conjunto de quatro letras que indicam a sua personalidade, tipo psicológico, pontos fortes e de melhorias, entre outras coisas.  

Por que fazer o teste MBTI?

O MBTI é um teste que tem como objetivo promover o autoconhecimento por meio da identificação das principais características do indivíduo. Logo, se você deseja melhorar suas relações interpessoais ou fazer uma melhor gestão de carreira, o MBTI pode ser o pontapé inicial para essa mudança.  

Como o teste MBTI pode ajudar no seu crescimento profissional?

Atualmente, muitas empresas estão adotando o sistema de gestão por competências entre os funcionários. Por isso, conhecer as suas habilidades e quais pontos precisam ser desenvolvidos é tão importante.

Dessa forma, você consegue explorar os seus pontos positivos e trabalhar os pontos negativos para se destacar em um processo seletivo ou até mesmo dentro da organização para conseguir uma promoção de carreira. 

O MBTI pode auxiliar para a formação de uma equipe?

Normalmente, o MBTI é muito utilizado por equipes de recursos humanos em duas situações:

Gostou de saber mais sobre o teste MBTI? Então você também vai gostar de conhecer a Talent Hunting, uma solução corporativa da Faculdade XP para empresas que estão em busca de novos profissionais para suas equipes de TI e negócios. 

O que é Docker e como utilizar a plataforma?

Se você trabalha ou deseja trabalhar na área de Tecnologia da Informação (TI), mais especificamente com desenvolvimento, sabe que existem diversas ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de softwares mais robustos. Dentre essas ferramentas, uma que é recente, mas que vem se popularizando entre os desenvolvedores, é o Docker.  

Em resumo, o Docker automatiza a implantação de aplicativos e facilita a execução dessas aplicações em ambientes isolados – chamados de containers. Além disso, com o Docker existe uma maior flexibilidade para criar e transferir os containers de um para o outro.   

Ficou curioso para saber mais sobre essa tecnologia e como ela pode ser aplicada para facilitar a sua rotina? Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre o tema!

O que é Docker?

De maneira geral, o termo Docker é mais conhecido por ser uma plataforma de código aberto. Desenvolvido na linguagem Go, a plataforma é utilizada para facilitar o desenvolvimento web e o desenvolvimento mobile. Além disso, a plataforma facilita também a publicação dessas soluções por meio da criação de ambientes isolados.

Entretanto, o termo também pode representar a comunidade que trabalha gratuitamente para propor melhorias para a ferramenta ou a empresa Docker Inc, a responsável pela manutenção da plataforma. 

Para que serve a tecnologia Docker?

O Docker é uma ferramenta que permite a virtualização dos aplicativos através de containers. Isso significa que é possível criar uma versão virtual de algo como, por exemplo, as APIs, e fazer simulações para testar o software de maneira independente, em um local separado da máquina original.

Mas afinal, o que são os containers?

No Docker, um container é um ambiente isolado da plataforma que tem como objetivo agrupar todo o código e as dependências dele mantendo o formato padrão e a linguagem na qual a aplicação foi desenvolvida.

Os containers podem ser executados em sistemas operacionais, como Linux, Windows e MAC OS, ou em servidores de armazenamento em nuvem

A partir dos containers, são criadas imagens que reúnem todos os arquivos e informações necessárias em um único local.

Como funciona o Docker?

A ferramenta Docker utiliza o núcleo (kernel) do Linux e os recursos desse kernel, como Cgroups e Namespaces, para isolar os processos. Dessa forma, eles podem ser executados de maneira independente. 

Por isso os containers são tão importantes. Afinal, são eles que proporcionam essa independência e permitem que cada processo seja executado de maneira independente, garantindo mais segurança e maior aproveitamento da infraestrutura do sistema.

Além disso, o recurso do Docker de modelo de implementação com base em imagem facilita o compartilhamento de aplicações e serviços em diversos ambientes, não apenas no ambiente de container. Consequentemente, a implantação do aplicativo ou software se torna muito mais fácil devido a automatização desse processo.  

Docker vs máquinas virtuais

É comum muitas pessoas acharem que Docker e máquinas virtuais são a mesma coisa. Entretanto, não é bem assim. 

Apesar de terem objetivos parecidos, já que os dois são utilizados para implementar aplicações em ambientes isolados, o Docker possui uma arquitetura de software mais flexível e as aplicações não dependem de vários sistemas operacionais.  

Em contrapartida, na máquina virtual os processos são mais complexos já que cada aplicação precisa carregar um sistema operacional. 

Confira abaixo a diferença das arquitetura de containers Docker e máquinas virtuais: 

Diferenças entre as arquiteturas do Docker e das Máquinas virtuais
Diferenças entre as arquiteturas do Docker e das Máquinas virtuais | Fonte: Red Hat

Vantagens do Docker

A principal vantagem do Docker é a agilidade. Com essa plataforma a virtualização de um sistema pode ser até 7x mais rápida que uma virtualização tradicional. Além disso, é possível configurar diferentes ambientes ao mesmo tempo, de forma rápida e sem incompatibilidades nos sistemas. 

Mas, as vantagens do Docker não param por aí. Abaixo, mostramos outros benefícios de usar essa plataforma:

  • Implantação rápida: diferente de outras ferramentas, o Docker pode ser implementado em poucos minutos, já que os containers são de fácil transporte;
  • Modularidade: permite que seja desativada apenas uma parte da aplicação. Dessa forma, atualizações e reparos podem ser feitos sem suspender o funcionamento total do programa;  
  • Redução de custos: há uma redução nos custos de licença de software, já que menos recursos dos sistemas operacionais são necessários; 
  • Camadas de controle para as versões de imagens: um arquivo Docker é composto de diversas camadas. Sempre que alguma coisa no arquivo é modificada, ou os comandos de executar e copiar são aplicados, uma nova camada é criada; 
  • Reversibilidade: por conta das camadas de controle de imagem, caso algum erro ou falha seja encontrado no sistema, voltar para uma versão anterior da aplicação é um processo bem mais simples se comparado a outras plataformas.

Desvantagens

A principal desvantagem para quem usa Docker é que ele não tem a opção de armazenamento de dados. Logo, quando você desligar o container, você não consegue acessar novamente os seus arquivos. 

Além disso, o Docker funciona bem na administração de containers únicos. Quando há uma segregação das aplicações dos containers em diversas partes o usuário pode ter dificuldades para lidar com a plataforma.  

Por que utilizar o Docker?

Na área de tecnologia as coisas surgem e se modificam rapidamente. Por conta disso, cada vez mais as empresas buscam ferramentas que automatizem processos, facilitem o trabalho e fortaleçam a cultura DevOps entre a equipe de TI.

Diante desse cenário de imediatez, o Docker é uma ferramenta que atende as necessidades do que as empresas estão buscando. Isso acontece porque o Docker é uma tecnologia baseada em containers, ao contrário de muitas aplicações que ainda se baseiam na execução diretamente no hardware (bare metal).

Ou seja, o Docker é uma ferramenta que simplifica processos de desenvolvimento, barateia os custos com softwares e flexibiliza o trabalho da equipe de TI.

Se você deseja aprender mais sobre a tecnologia Docker, para avaliar seus benefícios e decidir se vale a pena ou não aderir a essa nova ferramenta, invista nos Bootcamps de Development da plataforma XPE Multi+. Com o programa de assinaturas da Faculdade XP, você tem uma formação contínua e de qualidade para se destacar no mercado de trabalho! 

Power skills: conheça exemplos de habilidades importantes para se desenvolver!

No mercado de trabalho, os profissionais mais capacitados encontram as melhores oportunidades. Nesse sentido, as pessoas têm buscado aprimorar suas habilidades para conquistarem a tão sonhada carreira de sucesso, investindo em soft e hard skills mais solicitadas nas vagas. Só que quando falamos do setor de tecnologia, existe outro tipo de competência que vem ficando em alta, as power skills. ⭐

Esse estilo de habilidade está relacionado a algo muito mais abstrato e de característica pessoal do que técnica. Lembre-se que vivemos em um mundo em que as transformações ocorrem a todo momento, e os profissionais precisam se adaptar a essa realidade. 

Problemas complexos exigem novas soluções. E parte dessas soluções advém de inovações técnicas e habilidades interpessoais em operação que já temos, mas que precisam ser evoluídas. As power skills estão relacionadas a isso. 

👉 Neste artigo damos os principais detalhes sobre esse tipo de competência e como é algo que você deve investir no seu dia a dia. Confira!

O que são power skills?

Em tradução livre: “habilidades de poder”, elas são habilidades comportamentais voltadas ao desenvolvimento pessoal e profissional do indivíduo. Ela tem a mesma ideia das softs skills, mas com relação ao contexto das profissões da área de tecnologia.

Nos últimos meses ela vem ganhando destaque nas empresas, pois é de conhecimento comum a necessidade não só de saberes técnicos para atingir o sucesso profissional, como também das habilidades comportamentais das pessoas. 

Portanto, as Power Skills fazem com que todo o conhecimento, especialidade e experiência de uma pessoa seja posto em prática também de forma estratégica para o negócio, com vista à inovação, ao trabalho em equipe e à produtividade. 😉

Hoje espera-se que o profissional dos tempos atuais saiba interpretar cenários críticos e use a criatividade para chegar em soluções inovadoras. Com essa skill ele é capaz não só de resolver problemas, como enfrentar desafios todos os dias

Assim, ela pode ser considerada como uma junção da soft e hard skill, mas com um nível ainda mais elevado e técnicas comportamentais potencializadas.

Quais são as power skills?

desenvolvimento profissional em empresas
Saiba o que são Power Skills e saia na frente ao procurar uma vaga de emprego.

Sabe aquelas competências que normalmente são comentadas durante uma entrevista do RH de uma empresa? Sobre como você lida com situações sobre pressões cotidianas e adaptabilidade? As powers skills têm a ver com isso. 

👉 Conheça 12 exemplos delas:

Liderança

Uma das habilidades consideradas prioridade no mercado de trabalho atual, pois a maioria dos profissionais busca alcançar altos cargos e níveis de senioridade. Aqueles com essas necessidades precisam dessa competência para se destacar. 

Algumas pessoas já nascem com uma personalidade que facilita esse espírito de liderança. Mesmo assim, ela é aprimorada com conhecimento e prática.

Comunicação

É um elemento essencial em qualquer trabalho, pois mesmo pessoas que trabalham sozinhas precisam se comunicar com diferentes times, empresas ou clientes. 

Sem comunicação não há trabalho, pois ninguém age sozinho. Além disso, é através da comunicação que se atinge os melhores resultados, otimiza-se o tempo e integram-se colaboradores. 

Trabalhar essa habilidade inclui saber ouvir, falar e observar.

Solução de problemas

Independente da sua função, problemas no trabalho sempre vão surgir, mas a forma como lidamos com eles é o que nos diferencia. 

Ter essa capacidade de resolver problemas, ainda mais se forem complexos, é essencial. 

Visão abrangente e a longo prazo

Uma das principais power skills, ela se relaciona com você enxergar além do que é mostrado, principalmente quando estão voltadas para cenários futuros. 

Não são todos que conseguem trabalhar assim, então você ter essa previsibilidade vai ser um grande destaque na carreira. 

Autogestão

Por mais que você tenha um líder de sucesso, é importante que você seja o seu próprio gestor. Ou seja, saber direcionar suas próprias atividades de forma proativa. Portanto, a capacidade de ser seu próprio gestor.

Isto não significa ausência de liderança externa, mas que o indivíduo é capaz de se auto-orientar dentro das demandas que lhe são passadas sem um microgerenciamento. Isso gera autonomia e desenvolvimento profissional. 

Inteligência Emocional

Seu emocional diz muito sobre as suas capacidades profissionais. É a inteligência emocional que o faz lidar sob pressão, com críticas, prazos, além de fazer reuniões fluírem melhor, ter socialização, principalmente no home office. 

Proatividade

Ser uma pessoa proativa significa propor ideias, assumir demandas, engajar com os projetos. 

Aqueles que agem dessa forma sempre atraem as melhores empresas e cargos.

Empatia

Agir com empatia significa olhar para a outra pessoa e entender seu posicionamento, sendo um elemento essencial não apenas para o trabalho em equipe, como também para a entrega de valor aos clientes.

Criatividade

Criatividade e inovação andam juntas. Só que ser criativo não é inventar algo totalmente inédito, mas saber como usar coisas que já existem de uma perspectiva diferente e que contribua com seu trabalho. 

Pensamento crítico

Importante em qualquer função, ele funciona para agregar melhorias a um produto ou processo. 

Trabalho em equipe

Nenhuma empresa anda sozinha, ela precisa de uma equipe trabalhando em conjunto para funcionar. Por isso, é uma habilidade necessária em qualquer função. 

Organização

A organização pode ser um grande obstáculo à produtividade, mas também pode ser a causa das falhas de comunicação. Para ter o melhor resultado e com melhor qualidade, é necessário organização.

Diferenças entre power skills, soft skills e hard skills

As soft skills e hard skills são atribuídas a habilidades mais técnicas, e as power skills a competências interpessoais. ⭐

Assim, as hard skills são desenvolvidas por meio de estudo e prática, através de cursos e treinamentos. Já as Power Skills e as Soft Skills também podem ser desenvolvidas através de cursos, mas não podem ser medidas da mesma maneira, pois é algo muito mais de personalidade do que conhecimento. 😉

Como se desenvolver nessas habilidades?

Sabendo sobre o conceito e suas características, surge a dúvida de como desenvolver essas power skills. Embora o desenvolvimento seja de responsabilidade individual, você ou sua empresa podem investir em treinamentos corporativos que conciliam a capacitação com os objetivos de negócio. 🎯

As power skills são habilidades que não são apenas interessantes, mas sim essenciais para um ambiente de trabalho que está em constante mudança.

👉 Por isso, estude e aprimore o seu conhecimento profissional e interpessoal. Aqui na Faculdade XP temos alguns conceitos em cursos que podem lhe ajudar. Saiba como.

Comissão de Valores Mobiliários (CVM): o que é, objetivos e importância

Não importa se você está começando agora ou já tem alguma experiência no mundo dos investimentos, entender o que é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o seu impacto é essencial para ter mais segurança nos investimentos.

Basicamente, essa entidade é a maior autoridade no mundo dos investimentos, que garante o bom funcionamento de boa parte do mercado financeiro. Com vários elementos e agentes, a CVM desempenha uma função fundamental dentro desse sistema.

Quer saber mais sobre as principais atribuições da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e como ela se destaca dentro do mercado de capitais? Então, continue a leitura!

O que é Comissão de Valores Mobiliários (CVM)?

A Comissão de Valores Mobiliários (popularizada pela sigla CVM) é uma entidade pública e autárquica vinculada ao Ministério da Economia (antigo Ministério da Fazenda). 

Criada em 1976, com sede no Rio de Janeiro, a CVM surgiu com o objetivo de fiscalizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

Essa comissão é administrada de forma autônoma, com patrimônio próprio e é juridicamente independente. Isso significa que o governo federal não tem autoridade hierárquica sobre essa organização, por mais conectados que estejam.

Como funciona a CVM?

Desde a sua fundação, a instituição possui cinco executivos que formam o colegiado, sendo um presidente e quatro diretores. Eles são nomeados pelo Presidente da República, mas os nomes devem ser aprovados pelo Senado Federal. 

Em tese, para ocupar esses cargos, são escolhidas pessoas com alto nível de capacitação e com bastante experiência no mercado de capitais.

Dessa forma, quem desempenha essas funções exerce um mandato de cinco anos, e a reeleição é vedada pela Lei Nº 6.385, o que dá ainda mais transparência à entidade.

Atualmente, o Colegiado é formado por:

  • Presidente: João Pedro Barroso do Nascimento (até 2027);
  • Diretores: Flávia Perlingeiro (até 2023), Alexandre Rangel (até 2024), Otto Lobo (até 2025) e João Accioly (até 2026).

Mas quais são as atribuições da Comissão de Valores Mobiliários? Esses administradores discutem e firmam políticas econômicas e financeiras, com o objetivo de conciliar os interesses dos investidores com as empresas de capital aberto.

O que são valores mobiliários?

Um valor mobiliário é um título de propriedade ou de crédito, também sendo chamado de título financeiro. Ele pode ser emitido por um órgão público ou por entidades privadas e cada um deles tem características e direitos padronizados.

Dessa forma, existem diferentes tipos de títulos no mercado de valores mobiliários, como:

  • Cupons cambiais;
  • Ações;
  • Debêntures;
  • Certificados de depósito de valores mobiliários;
  • Contratos futuros, entre outros.

De acordo com uma mudança proposta pela Lei Nº 10.303, qualquer título ou contrato de investimento coletivo pode ser definido como um valor mobiliário, com exceções de:

  • Tesouro Direto;
  • Títulos da dívida pública (municipal, federal ou estadual);
  • Títulos cambiais de instituições financeiras.

< Leia também: Noções do mercado financeiro para iniciantes [Guia Completo] />

Qual a função da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)?

Vale dizer que todas as atribuições e funções da CVM são legais, afinal, suas atividades exercidas são previstas por lei. Confira agora quais são as principais atribuições da Comissão de Valores Mobiliários.

1º: proteger quem investe

O principal objetivo dessa entidade é o de proteger o investidor. Dessa forma, busca confirmar que as pessoas possam investir com total segurança e tenham seus direitos protegidos. 

2º: certificar-se do funcionamento do mercado

É papel da CVM pretender facilitar cada vez mais as condições para aplicar dinheiro em alguma ação ou título. Então, parte disso é feito garantindo o acesso a várias informações sobre o tema. 

3º: estimular as pessoas a fazer um bom controle financeiro

Além de preservar o bom funcionamento do mercado, é importante investir na parte de educação do público que já faz parte ou que está adentrando a ele.

Por isso, também há o estímulo para que o público poupe dinheiro e faça um bom controle financeiro. Assim, é possível investir mais, e se afastar de dívidas e outras complicações com as finanças.

< Leia também: Importância do controle financeiro: o que é e como adotar esse hábito? />

Por que a Comissão de Valores Mobiliários é importante?

Pelos objetivos da CVM exibidos acima, já dá para perceber a importância de uma comissão como essa. De qualquer modo, sigamos nessa linha de mostrar mais um pouco.

Por tudo que já mencionado,  um dos maiores propósitos da CVM é cuidar da integridade do mercado de capitais

Ou seja, ela busca assegurar que seja possível investir em lugares seguros e transparentes.

Além disso, a CVM estimula a concorrência entre as instituições financeiras do país para que isso signifique melhores condições para quem investe no Brasil.

Afinal, essa competição potencializa as próprias empresas envolvidas a oferecer produtos e condições mais atrativas para o público investidor.

Outra atribuição relevante feita pela organização é diminuir as burocracias no mundo dos investimentos. Até porque ninguém gosta de  lidar com um monte de papéis e assinaturas, não é mesmo?

Portanto, se você tinha medo de tirar seu dinheiro do banco e investir de verdade, agora você já sente que isso é mais seguro do que você pensava.

CVM e Assessoria de Investimentos: qual a relação?

Como você viu, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem relação direta com diferentes tipos de investimentos, da renda fixa à variável. 

Principalmente na bolsa de valores, o seu papel é fundamental para catalogar e divulgar informações sobre as empresas com capital aberto. 

Até mesmo por isso, para garantir a transparência, periodicamente as companhias abertas devem entregar um material à CVM, o ITR (Formulário De Informações Trimestrais).

Esse documento reúne informações como a Demonstração do Fluxo de Caixa, Balanço Patrimonial Ativo (BPA) e Passivo (BPP), entre outras.

Todo esse conhecimento é fundamental, não apenas para os investidores, mas principalmente para os assessores e Agentes Autônomos de Investimentos (AAI). Essa ocupação, inclusive, é regulamentada pela Instrução 497 da CVM.

Além disso, a Ancord é a única entidade autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários a oferecer a certificação de AAI. Por isso, para que o profissional possa atuar como agente autônomo, ele deve ser aprovado no exame.

Mas como estudar para isso? Veja a seguir.

< Aproveite para ler: O que é Ancord e para que serve sua certificação />

Especialização em Assessoria de Investimentos

Conheça a especialização com maior tradição na carreira financeira que se adapta à rotina do profissional de mercado: Assessoria de Investimentos da Faculdade XP.

Esse é um MBA com mais de 450 horas e com professores que são as maiores referências do mercado.

O MBA em Assessoria de Investimentos é para você que:

  • quer ter autonomia ou migrar sua carreira;
  • sabe que este é um ótimo momento para entrar no mercado financeiro;
  • quer desenvolver suas habilidades para se tornar um assessor reconhecido.

Quer saber mais sobre como nosso MBA pode ajudar você a se destacar em uma das carreiras que mais cresce no Brasil? Aperte o play e confira:

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Análise e Desenvolvimento de Sistemas: o que faz? + Salário e cursos

A transformação digital fez com que o ramo da tecnologia se tornasse um dos que mais cresceram  nos últimos anos. Pensando nisso, não poderíamos deixar de lado a Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Afinal, é uma área que merece destaque quando falamos sobre oportunidades de trabalho.

Até mesmo porque, atualmente, o Brasil ocupa o 10° lugar no ranking mundial de investimentos em tecnologia da informação. Isso mostra como as empresas estão dispostas a se dedicar a essa área. 

Ou seja, é uma oportunidade de ouro para quem quer apostar nessas carreiras. Mas o que faz exatamente o profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas? 

Entenda, neste conteúdo, mais sobre o que é Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o que faz, principais áreas de atuação, mercado de trabalho e remunerações das ocupações. Boa leitura!

O que é Análise e Desenvolvimento de Sistemas?

A Análise e Desenvolvimento de Sistemas é uma área focada na produção de softwares, com uma atuação em diversas fases da criação do sistema operacional.

Para tanto, o profissional do segmento deve analisar e propor soluções tecnológicas diferenciadas, considerando as principais tendências do mercado e a evolução da transformação digital.

Onde atua o profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas?

O profissional tem como foco trabalhar na área de tecnologia da informação, desenvolvendo projetos de software e sistemas para empresas de diversos portes e áreas de atuação. 

Além disso, pode atuar como consultor, assessorando companhias na escolha e na implantação de sistemas.

Análise e Desenvolvimento de Sistemas: o que faz?

O mercado de trabalho de Análise e Desenvolvimento de Sistemas é muito amplo e existem várias carreiras que esse profissional pode seguir. Conheça abaixo algumas delas.

Analista de sistemas

O profissional poderá ser o responsável em fazer análises e desenvolver softwares e programas. Além disso, pode realizar mapeamento de processos e modelagem de dados visando o estudo e a implementação de sistemas.

Gestor de projetos de sistemas

A área de gestão de projetos é uma das mais importantes de uma organização. Afinal, o profissional será a interligação entre a administração da empresa e o setor de computação, além de ser responsável por alinhar a equipe para garantir que o trabalho aconteça.

Técnico de desenvolvimento de softwares e aplicativos

O analista desse tipo de desenvolvimento terá como suas principais atividades a tarefa de elaborar programas e jogos para computadores e celulares, considerando os diferentes sistemas operacionais (Windows, Android e iOS, por exemplo).

Gerente de projetos de sistemas

O especialista será responsável pelo setor de gerenciamento de um projeto em todas as etapas. Além disso, pode desenvolver e gerenciar toda a área de TI e de engenharia de processos.

Quais as diferenças entre analista e desenvolvedor?

Enquanto o analista irá interagir com os clientes e entender as necessidades da empresa, o desenvolvedor irá pensar em uma solução e desenvolver um sistema. Inclusive, esses dois especialistas podem trabalhar em conjunto. Não confunda!

< Leia também: Saiba tudo sobre o mercado de trabalho para TI />

O que se estuda em Análise e Desenvolvimento de Sistemas?

Para quem quer se especializar, é possível encontrar cursos e faculdades com uma formação (tecnólogo) de 2 anos ou 2 anos e meio. As aulas podem ser no formato presencial ou remoto dependendo da faculdade.

O estudante irá aprender sobre:

Além disso, você terá que reforçar seus estudos em conhecimentos sobre Língua Portuguesa, Matemática, Lógica e Gerenciamento de Projetos.

<Leia depois: Lógica de programação: dicas para iniciantes na área />

Quem é o profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas?

O expert em Análise e Desenvolvimento Sistemas é um profissional muito importante, pois, ele é o responsável pelo gerenciamento e manutenção em relação ao setor tecnologia da informação de uma empresa.

Por isso, requer conhecimento técnico e experiência para garantir que a companhia esteja sempre atualizada com as últimas tecnologias e tendências.

Além disso, esse profissional precisa de algumas soft skills como: ser fluente no inglês, ter boas habilidades de comunicação e exercer liderança para coordenar o trabalho da equipe e garantir que todos os processos sejam executados eficientemente.

Como bônus, quem trabalha com Análise e Desenvolvimento de Sistemas também pode atuar em diversas plataformas, análise e modelagem de sistemas, administração de banco de dados, governança em TI e muito mais.

Tudo isso mostra como é uma carreira com muitas vertentes. Agora, entenda mais abaixo algumas das áreas de atuação da Análise e Desenvolvimento de Sistemas:

  • Desenvolvimento de software;
  • Administração de banco de dados;
  • Administração de redes;
  • Infraestrutura de TI e outras.

Desenvolvimento de software

O desenvolvimento de software é o processo de criação de um software para executar tarefas específicas. Ele envolve a criação de um conjunto de instruções para o computador, que pode ser executado para realizar tarefas específicas.

Esse processo de desenvolvimento pode ser dividido em várias etapas, incluindo: 

  • análise de requisitos;
  • desenvolvimento do projeto; 
  • codificação;
  • teste; 
  • implantação. 

Durante a análise de requisitos, o desenvolvedor de software irá identificar as necessidades do usuário e o que o programa deve fazer. Em seguida, o projeto do software é criado, que detalha como o programa deve ser construído.

A codificação envolve a escrita do código-fonte do programa, enquanto o teste é realizado para garantir que o software funcione como o esperado. Por fim, o software é implantado e os usuários podem começar a utilizá-lo.

< Quer saber mais? Leia também: O que é um processo de desenvolvimento de software? Práticas e desafios da área />

Administração de banco de dados

A administração de dados é o gerenciamento de dados em um sistema de computador, incluindo a aquisição, organização, armazenamento, recuperação, manipulação e distribuição dessas informações.

É um campo de estudo relativamente novo, que surge da necessidade de gerenciar os enormes volumes de dados gerados pelos sistemas de computação modernos.

A administração de dados envolve a aplicação de técnicas de gerenciamento de banco de dados para otimizar o uso dos recursos de computação e garantir a integridade e a segurança dos dados.

Administração de redes

Administração de redes é a prática de gerenciar e monitorar um ou mais sistemas de computadores interconectados. Isso inclui: 

  • configuração, manutenção e suporte de redes locais (LANs); 
  • de área ampla (WANs); 
  • de longa distância (LLANs); 
  • de área de trabalho (WLANs).

A administração de rede também pode incluir a gestão de servidores, roteadores, switches e outros dispositivos de rede.

Infraestrutura de TI

A infraestrutura de TI é o conjunto de bens materiais e imateriais necessários para o funcionamento de um sistema de informação. Inclui, entre outros, os equipamentos de hardware, os sistemas de software, os serviços de rede, as instalações físicas e os recursos humanos.

O Analista de Infraestrutura de TI, portanto, deve garantir a disponibilidade, a segurança, o desempenho e a integridade dos dados e dos sistemas. Além disso, deve ser capaz de suportar o crescimento do negócio e as mudanças nas necessidades de informação.

< Saiba mais: Conheça o que faz um profissional de Data Science />

Análise e Desenvolvimento de Sistemas: qual o futuro da profissão? Vale a pena?

Sim, vale a pena. A Análise e Desenvolvimento de Sistemas é uma área em constante evolução e oferece aos profissionais muitas oportunidades de crescimento. 

Além disso, a TI também permite que os profissionais trabalhem em diversos setores, aumentando exponencialmente a relação de cargos que podem ocupar.

Qual o salário de Análise e Desenvolvimento de Sistemas?

As remunerações são bem atrativas! De acordo com o Guia da Robert Half, veja abaixo as médias salariais dos profissionais.

  • Coordenador de sistemas: varia entre R$ 10.750 e R$ 18.050;
  • Analista de sistemas: varia entre R$ 5.100 e R$ 8.100 (nível júnior);
  • Analista de suporte: varia entre R$ 3.050 e R$ 5.150 (nível júnior);
  • Desenvolvedor mobile: varia entre R$ 5.500 e R$ 7.950 (nível júnior).

Mercado de trabalho no Brasil

O Brasil é o terceiro maior país da América Latina em tecnologia da informação e comunicação (TIC), atrás somente de México e Argentina. Apesar de ainda ter um longo caminho a percorrer para se alinhar aos líderes mundiais em TIC, o país tem se destacado na região como inovador.

O setor de Tecnologia da Informação e Comunicação do Brasil está em plena expansão e oferece muitas oportunidades para profissionais qualificados.

Contudo, com um mercado de trabalho em constante evolução, os profissionais de TI precisam estar sempre atualizados com as últimas tendências e tecnologias para se manterem competitivos. 

Mas a verdade é que, atualmente, o Brasil oferece muitas oportunidades para profissionais de Tecnologia da Informação qualificados, com salários competitivos e benefícios atraentes.

Como atuar como analista e desenvolvedor de sistemas? Cursos, faculdades e mais

Como você já percebeu, esse profissional é um dos mais procurados e valorizados do mercado, especialmente pelas áreas de atuação variadas. Nos próximos anos, a demanda pode crescer ainda mais.

Essa é uma área que solicita que o analista e desenvolvedor de sistemas tenha uma ampla gama de conhecimentos, sempre atualizados e em consonância com as principais tendências. 

Então, se você quer se especializar, saiba que existem cursos e faculdades de Análise e Desenvolvimento de Sistemas que podem ajudar nessa jornada.

É o caso, por exemplo, da graduação em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade XP. Que tal preparar-se para entrar com um passo à frente neste mercado, conquistando boas oportunidades no futuro?

A grade do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas visa proporcionar ao aluno autonomia e, principalmente, a possibilidade de sua rápida absorção pelo mercado de trabalho.Aproveite a oportunidade e conquiste o seu espaço!

Ciência de Dados: o que é? Conheça a profissão do futuro

Estamos em um período em que a produção de dados aumenta exponencialmente em quantidade e velocidade, o que faz da Ciência de Dados um assunto cada vez mais necessário.

As organizações são inundadas com dados e sempre surgem dispositivos que coletam informações. E-commerces, redes sociais, portais de pagamento, são outros exemplos dos muitos meios de obter dados.

De acordo com o IDC, empresa de inteligência de mercado, são gerados 2,5 quintilhões de dados todos os dias. Mas transformar esse volume em informações realmente importantes é o desafio das empresas.

Afinal, os dados brutos não servem para nada, a menos que sejam convertidos em insights que possam colaborar para algum objetivo. A Ciência de Dados faz justamente isso. 

Quer saber mais sobre o que é e como está o mercado de Ciências de Dados? Será que vale a pena investir nessa carreira? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas.

O que é Ciência de Dados?

A Ciência de Dados – em inglês, Data Science – é o estudo dos dados com o objetivo de obter recomendações significativas para os negócios. Ela envolve diversas disciplinas como estatística, matemática, engenharia da computação e inteligência artificial. 

Os processos ajudam os cientistas de dados a responder questões sobre o que aconteceu, como aconteceu, o que acontecerá no futuro e o que pode ser feito a partir dos dados obtidos.

Para que serve a Ciência de Dados?

Como o próprio nome diz, ela é a ciência que estuda dados. Entre as maneiras como isso pode ser feito, estão as principais: análise descritiva, análise diagnóstica, análise preditiva e análise prescritiva. Confira abaixo cada análise de maneira detalhada.

  • Análise descritiva: usada para insights sobre o que aconteceu ou está acontecendo naquele ambiente de dados. Utiliza diversos elementos de visualização de dados como os gráficos de barras, gráficos de pizza, tabelas, entre outros;
  • Análise diagnóstica: busca entender profundamente e de modo detalhado o que aconteceu. Entre a suas características estão as técnicas como mineração de dados, descoberta de dados e drill-down;
  • Análise preditiva: usa os dados para fazer previsões precisas de padrões de dados que podem acontecer no futuro. Usa machine learning, modelagem preditiva e correspondência de padrões;
  • Análise prescritiva: além de prever o que acontecerá, sugere uma resposta ideal. Por meio dela, é possível analisar possíveis consequências de determinadas escolhas. Ela usa simulação, processamento de eventos complexos, redes neurais, análise de gráficos e outras ferramentas.

< Leia mais: Descubra como iniciar a sua carreira na Área de Dados />

Ciência de Dados x Análise de Dados

Embora possam parecer similares, essas duas áreas têm sim uma diferença entre elas. A Ciência de Dados abrange muitos modelos e métodos científicos, matemáticos e estatísticos, além de ferramentas para analisar e manipular dados. 

Já a Análise de Dados é mais específica. Isso porque, ao invés de procurar conexões entre dados, ela conta com um objetivo específico no momento em que estão ordenando. 

Essa área envolve o penteamento de dados para encontrar nuggets de grandeza que podem ser aplicados para o sucesso da empresa de alguma maneira.

Nuggets são pequenos pedaços de informações que compõem um acervo mais amplo de conhecimento e, por isso, podem fornecer respostas para várias questões. Isso é importante porque a análise de dados leva menos tempo quando é apresentada como pedaços menores.

Ciência de Dados x Engenharia de Dados

Esses dois termos também não significam a mesma coisa. Isso porque a Engenharia de Dados é responsável por preparar, coletar e organizar os dados. Depois disso é que entra a área de Ciência de Dados para analisá-los.

< Quer saber mais? Confira: Engenharia de dados ou Ciência de dados? Veja as diferenças/>

Qual a importância da Ciência de Dados?

As organizações precisam tomar diversas decisões diariamente. Seja sobre a criação ou otimização de processos, produtos ou estratégias novas de marketing, por exemplo. 

Ao usar a Ciência de Dados, é possível tomar decisões fundamentadas e com mais chances de sucesso. Isso pode gerar economia, melhorar a experiência do usuário, entre outras vantagens.

O mercado de Ciência de Dados 

Com as inovações de machine learning e a inteligência artificial tornando o processamento de dados cada vez mais rápido e eficiente, o setor começou a crescer muito. 

Já existem diversos cursos de graduação e especializações na área, além de o mercado de trabalho também estar muito aquecido.

No relatório “Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy” é listado os empregos com maiores chances de crescimento (tanto em importância quanto em volume). Entre eles, uma das principais áreas é a Ciências de Dados.

Isso porque as informações estão mudando em ritmo acelerado, novos dados e métricas podem revelar simultaneamente sua composição e evolução com detalhes, profundidade e dinamismo sem precedentes.

Por conta disso, o trabalho do cientista de dados se torna tão relevante para o que o estudo chama de “novo mercado de trabalho”, uma vez que é diretamente estimulado pelos avanços de tecnologias. 

Não à toa, o relatório ainda mostra que análise e ciência de dados serão os empregos com maior aumento de demanda até 2025.

Por que a Ciência de Dados está em alta nas empresas?

Ao utilizar a Ciência de Dados nas organizações, é possível turbinar o crescimento, além de obter uma vantagem competitiva. Confira os benefícios que essa área proporciona. Veja os principais deles:

  • previsibilidade: por meio dos dados analisados é possível chegar a conclusões que podem guiar ações com base em diferentes cenários;
  • análise complexa: o Big Data exige a possibilidade de extrair e tratar um grande volume de dados e essa área pode analisá-los e interpretá-los;
  • inovação: por meio dos dados é possível encontrar falhas que poderiam passar despercebidas e gerar soluções que podem inovar a maneira com que um processo é realizado, por exemplo;
  • redução de riscos: com uma maior segurança nos dados e melhorias decorrentes do seu uso, as empresas podem tomar decisões melhores, além de ações preventivas e ágeis.

O que faz um cientista de dados?

O cientista de dados tem uma grande participação no futuro dos negócios de uma empresa. Com base neles, o profissional pode tentar prever como essa organização vai atuar no futuro e quais ações podem ajudar a empresa a atingir os seus objetivos. 

É uma área estratégica muito importante para grandes organizações que lidam com muitos dados. 

Muito além de oferecer respostas, o cientista de dados deve fazer as perguntas certas. São elas que vão dar frutos para entregar as respostas que levarão às decisões de negócio.

Os dados utilizados podem ser estruturados (bancos de dados transacionais de sistemas ERP ou CRM, por exemplo) ou não estruturados (vídeos, dados de redes sociais, e-mails, e imagens). 

Ele cria algoritmos para poder extrair os insights e apresentar os dados de modo que os tomadores de decisão possam definir as novas estratégias.

< Saiba mais em: O que faz um cientista de dados? Veja os desafios que a área de Big Data oferece />

Processos do trabalho em Ciência de Dados 

Após entender quais são as necessidades do negócio, o cientista de dados pode solucioná-lo por meio de um processo chamado OSEMN. Veja:

  • O: Obter dados – extrair dados internos ou externos, usando as ferramentas ou repositório de dados, de acordo com a necessidade; 
  • S: Suprimir dados – padronizar os dados conforme o formato necessário. Inclui também verificar erros, remover dados atípicos e lidar com a falta de dados;
  • E: Explorar dados – explorar os dados usando estatísticas descritivas e ferramentas de visualização de dados;
  • M: Modelar dados – uso de algoritmos de software e machine learning visando obter informações aprofundadas, prever os resultados e verificar qual é o melhor plano de ação. Pode ser ajustado diversas vezes para otimizar os resultados;
  • N: Interpretar resultados – criação de diagramas, gráficos e tabelas para realizar uma sumarização de dados que auxilia a interpretação de maneira mais eficiente.

Quais tecnologias são utilizadas na Ciência de Dados?

Para realizar o trabalho, o cientista de dados pode ter contato com diversas tecnologias complexas na sua rotina como a inteligência artificial, a computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e a computação quântica.

Quando falamos em ferramentas, o principal item é um bom computador, uma vez que será necessário processar scripts e instalar ferramentas, interpretadores, entre outros. 

Além disso, independentemente da linguagem que você optar por desenvolver, precisará de uma IDE (ambiente integrado de desenvolvimento)

Editores de texto como o Notepad++, Atom e Sublime também são utilizados, assim como o Office (Microsoft Office ou Libre Office, por exemplo). Softwares para emular máquinas virtuais como o Parallels e o VirtualBox, além do Git e do Github para criar um portfólio.

Naturalmente, quando você é contratado por uma empresa, ela disponibiliza o equipamento e as ferramentas necessárias para a realização do seu trabalho.

Como trabalhar com Ciência de Dados?

O cientista de dados normalmente conta com uma base sólida em ciência da computação, modelagem, aplicações, estatística e negócios. Por isso, para entrar na área você precisará de uma série de conhecimentos importantes para a função.

Competências do cientista de dados 

Para começar, o profissional precisa entender de programação, principalmente R, Python, Julia, Scala e Java. Até mesmo outras ferramentas usadas no serviço exigem esse conhecimento, como SAS, Matlab, Octave, SPSS e o IBM Watson Analytics.

Ele também precisa ter um pensamento lógico, para poder fazer análises e programar. A matemática também é importante, sendo praticamente a base da ciência de dados. 

Em várias etapas, é preciso interagir com bancos de dados como Bancos de dados relacionais, bancos de dados NoSQL, Data Warehouses, Hadoop e linguagem SQL.

Porém, é importante ressaltar que não é preciso conhecer todas as ferramentas e linguagens. É possível escolher algumas e se especializar nelas. A linguagem R e Hadoop, por exemplo, possibilita a análise de dados em grandes volumes.

< Confira: Linguagens de programação: as 5 mais utilizadas em todo o mundo />

Mercado de trabalho 

Na economia digital, os dados estão sendo chamados de “novo petróleo”, por serem ativos muito importantes. Por isso, os profissionais da área são cada vez mais procurados e valorizados. 

O relatório de 2020 do Fórum Econômico Mundial “Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy” mostrou que análise e ciência de dados serão os empregos com o maior aumento de demanda até 2025.

Além do cientista de dados, que está no centro das operações e conecta todas as demandas, o projeto precisa de uma equipe que pode incluir engenheiros e arquitetos de dados, analistas de Business Intelligence e engenheiros de Machine Learning.

Salário médio

Veja os principais dados sobre o salário de cientista de dados e outras profissões da área:

  • Segundo o Vagas, o salário do cientista de dados começa em R$ 4.585,00 e pode chegar a R$ 8.170;
  • No cargo de engenheiro de dados, se inicia ganhando R$ 4.622,00 e pode vir a ganhar até R$ 10.180;
  • Já os analistas de Business Intelligence ganham, em média, R$ 4.389;
  • O salário médio dos analistas de banco de dados é de R$ 3.756;
  • De acordo com o Glassdoor,  a média salarial nacional do engenheiro de Machine Learning é de R$ 8.800;
  • Por fim, o engenheiro de software normalmente inicia recebendo R$ 4.356,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 8.594,00. 

< Leia mais: Quais são as profissões do futuro na área de tecnologia? Como se preparar? />

Vale a pena trabalhar com Ciência de Dados?

A área da Ciência de Dados exige interesse em tecnologia, matemática, lógica, programação e gestão de empresas. É preciso se interessar por aprender sobre essas áreas e ter bastante dedicação. 

Porém, se você tiver afinidade com os temas, estará entrando em uma das áreas mais promissoras do mercado, com excelentes oportunidades em empresas e diversos setores.

Principais desafios da área 

Assim como em outras profissões, o cientista de dados também enfrenta desafios. Para começar, existem muitas áreas na Ciência de Dados, então é preciso identificar  o seu perfil para optar pela área que mais tem afinidade. 

Além disso, é preciso estar sempre estudando, uma vez que as ferramentas e tecnologias mudam a todo tempo e é fácil ficarem defasadas. E, por falar em estudar, se ainda não tem o domínio do inglês, pode ser preciso investir nesse conhecimento. 

O idioma é fundamental para que o cientista de dados consiga aprender programação e consumir materiais atualizados da área. 

O nível fluente pode permitir acessar as documentações de software originais, além de facilitar o aprendizado. Com isso, você pode ganhar um diferencial competitivo no mercado e até mesmo conseguir um emprego em uma empresa internacional.

Quais os melhores cursos em Ciência de Dados?

Quer iniciar a sua jornada na carreira e ainda não sabe por onde começar? Não tem problema. Confira os melhores cursos em Ciências de Dados da Faculdade XP que separamos para você se profissionalizar.

  • Bootcamp Cientista de Dados: no bootcamp você pode focar nas habilidades mais relevantes por meio de um ensino imersivo. Ele aborda temas como coleta e obtenção de dados, fundamentos de Ciências de Dados, processamento de dados usando o Hadoop e técnicas de processamento de Big Data;
  • MBA em Ciência de Dados: essa pós-graduação de ciência de dados aborda temas como fundamentos em Big Data, análise estatística de dados, consolidação da Inteligência e modelagem estrutural da web e muito mais.

Mas se você quer fazer uma completa introdução à Ciência de Dados, também é possível encontrar o curso de faculdade aqui na Faculdade XP.

O grande diferencial da graduação em Ciência de Dados é oferecer uma formação de qualidade com zero anuidade. Aprenda a construir programas com as linguagens R e Python, e seus principais frameworks para a manipulação de dados. 

Tenha uma formação completa que te coloca à frente no mercado e atue como protagonista da sua carreira!

Melhores jogos NFT: quais são e 6 opções para  lucrar agora

Não é segredo que os melhores jogos NFT foram os grandes protagonistas de 2021 e ainda são destaques em 2022. Tidos como fonte de renda por muitas pessoas durante a pandemia, eles movimentaram a economia e agitaram o mercado de desenvolvimento.

É cada vez mais comum nos depararmos com lançamentos que miram conquistar quem está em busca de entretenimento e rentabilidade. E se esse tipo de investimento se enquadra no seu perfil, você pode se beneficiar dele.

Antes, entretanto, é fundamental entender o conceito dos melhores games NFT e como ganhar dinheiro com eles. Vamos lá?

O que é NFT?

Antes de conhecer as opções dos principais jogos NFT e como ganhar dinheiro com elas, é preciso entender o conceito do próprio NFT. Veja a seguir!

NFT: non-fungible tokens

Non-fungible tokens, essa é a definição da sigla. Em português, ela significa token não-fungível ou uma espécie de ativo que não pode ser substituído. Pode parecer complexo, mas é simples. Quer um exemplo?

Imagine que você tenha uma nota de R$ 100, mas precise trocá-la para pagar um amigo. No lugar da nota, você recebe 10 notas de R$ 10. A quantia permanece a mesma, mas em um número maior de papéis. Isso é a representação de um ativo fungível, ou seja, que pode ser trocado.

Agora, imagine que você seja um fã das obras de Leonardo Da Vinci. Assim, ao pesquisar pelo quadro de Monalisa, você se depara com diversas imagens para baixar.

Todas elas representam a obra, mas nenhuma delas é, de fato, a original. Isso é um ativo não fungível, ou seja, um item que não pode ser trocado por ter seu caráter de exclusividade.

Quando falamos de tokens não-fungíveis estamos nos referindo a itens digitais que não podem ser substituídos, trocados, destruídos ou copiados.

Essa proteção está resguardada por uma espécie de certificado digital que o torna único e original. É como o quadro da Monalisa que está no Louvre, mas com uma produção digital.

Como funcionam os melhores jogos NFT?

Agora que você sabe sobre o conceito de NFT, vamos levá-lo ao universo dos jogos. 

Quando falamos sobre os melhores games NFT estamos nos referindo àqueles que usam tecnologia e criptografia para proteger os itens não-fungíveis. Esses itens podem ser o jogo por completo ou parte dele, como personagens e acessórios.

Nesse ambiente, o jogador pode ter itens especiais, com habilidades e características superiores aos demais personagens e que geram valor de mercado. Assim, surge uma comunidade disposta a negociar dentro da plataforma por meio de criptomoedas.

Quando um jogador registra ou se apropria de um ativo NFT, ele recebe um código (token), que confere a exclusividade ao item. Isso impede que ele seja pirateado.

Já a jogabilidade pode variar a cada produção. A maioria delas atua no modo play to earn ou jogar para ganhar. Nesse formato, o jogador recebe renda (tokens) enquanto joga. Por isso, quanto melhor seus itens ou personagens, maiores são as chances de aquisição de itens e, consequentemente, de criptomoedas.

Outro modelo utilizado nos melhores jogos NFT é o in-game. Nele, o jogador recebe tokens mediante seu avanço no jogo.

< Se quiser investir em criptomoedas, leia nosso artigo: Qual a melhor corretora de criptomoedas: XP, Rico ou Clear? />

Os jogos NFT são gratuitos?

Não existe resposta certa para essa pergunta. Cada desenvolvedora possui um sistema diferente que pode, ou não, exigir o pagamento pelo jogo.

Em alguns casos, por exemplo, o acesso é gratuito e o jogador ganha um personagem para começar a conquistar itens. Em outros jogos, entretanto, o ingresso está atrelado à compra de acessórios ou personagens.

Quais são os melhores jogos NFT?

Também não existe uma resposta certa sobre os melhores games de blockchain. Isso varia conforme as preferências e os interesses de cada jogador.

Mas, se você quer conhecer algumas opções que estão em alta no mercado, listamos abaixo os seis melhores jogos NFT para ganhar dinheiro e que podem ser boas opções para quem quer ter uma fonte de renda, no mínimo, divertida.

Cada vez mais a palavra criptomoedas tem dominado as discussões entre os investidores. Mas será que ela é uma boa opção?

< No vídeo abaixo a Clara Sodré fala sobre essa modalidade e como ela funciona. É só dar o play! />

1. Axie Infinity

Fonte: CanalTech

O Axie Infinity é um dos melhores jogos NFT para investir e um dos mais famosos da atualidade. Ele saltou de 35 mil para mais de 2 milhões de usuários, representando uma alta de 5 mil por cento (5.000%) em um período de apenas seis meses.

O jogo é composto por bichinhos fofos e coloridos e envolve metas, batalhas e missões que geram recompensas. Para começar a jogar, é preciso investir na compra de três Axies, que são os bichinhos únicos protegidos por um token chamado Small Love Potion, ou SLP.

Os Axies são negociados por meio da criptomoeda WETH, que, geralmente, possui valor parecido com o ether. O preço de cada monstrinho é indicado em dólar e em WETH. Há também um filtro para o jogador escolher tipos, status, raridade etc.

A outra forma de ganhar mais bichinhos é a procriação, que está limitada a uma determinada quantidade. Porém, essa operação custa SLP (Smooth Love Potion), uma das criptomoedas adquiridas in-game.

No começo, sua jogabilidade é simples, mas pode ficar complexa quando aumenta a competição entre os jogadores. Por isso, recomenda-se mergulhar fundo nesse jogo NFT caso seu objetivo seja ir além do entretenimento e ganhar dinheiro.

2. Bomb Crypto

Fonte: Portal do Bitcoin

Se você conhece ou já jogou Bomberman está familiarizado com a jogabilidade do Bomb Crypto. Nele, os jogadores estão inseridos em um labirinto e devem se deslocar para quebrar blocos de pedra a fim de obter recompensas.

Quanto mais personagens “minerando”, maiores são as chances de obter boas recompensas.

Para começar a jogar é preciso adquirir um personagem. Nesse jogo, a criptomoeda é a BCOIN – BombCrypto Token. Ela pode ser usada como moeda de troca no próprio jogo ou transformada em dinheiro.

< Saiba mais sobre esse jogo: Bomb Crypto: como ganhar BCOIN com esse jogo NFT? />

3. Light Nite

Fonte: Livecoins

O Light Nite é um jogo no estilo battle royale. Isso significa que o jogador é colocado em um ambiente de sobrevivência, no qual deve ser o último a permanecer vivo.

O jogo está disponível na plataforma Steam e, para jogá-lo, é preciso comprá-lo. A diferença entre o Light Nite e um de battle royale convencional, como o Fortnite, é que todos os elementos, como visuais, itens e armas, são comercializados em uma plataforma paralela, a Lighting Network.

Nela, é possível vender ou transferir elementos entre jogadores e as transações são feitas em moedas reais. São as transações dos títulos NFT que permitem que os jogadores ganhem valores com o jogo.

4. CryptoCars

Fonte: Guia do Investidor

Outro jogo que se tornou febre na atualidade e também é considerado um dos melhores jogos NFT para investir, é o CryptoCars.

Ele é uma espécie de Velozes e Furiosos, no qual os jogadores devem construir e turbinar seus veículos para participar de corridas contra outros jogadores ou a própria máquina.

Por serem únicos, os carros são os NFTs desse jogo e podem ser comercializados na loja virtual, assim como as peças dos automóveis.

Para iniciar uma partida no CryptoCards é necessário ter um carro virtual, o que pode representar um grande investimento. Entretanto, embora esse seja um ponto de atenção, o jogo traz grandes possibilidades de ganho. A cada partida vencida, os motoristas ganham Tokens CCAR, uma espécie de criptomoeda.

5. Crypto Planes

Fonte: Poupar Dinheiro

Se você gostou da mecânica do CryptoCars tem grandes chances de gostar do Crypto Planes também. A diferença básica entre os dois jogos é que no lugar dos carros, esse jogo utiliza aviões como NFT.

No Crypto Planes, o objetivo é participar de lutas em busca de pontos de experiência e tokens do jogo. Nele, a moeda de troca é a CPAN e o acúmulo de pontos permite que o nível do avião seja melhorado.

Para ganhar dinheiro nesse game, é possível vender tokens (no caso os aviões), ou ser remunerado com as moedas CPANs.

6. The Crypto You

Fonte: The Enemy

Bebês que vivem no Planeta Baby e que defendem seu maior recurso: as criptomoedas. Esse é o contexto principal de um dos melhores jogos NFT, o The Crypto You. No game, os bebês devem proteger as moedas combatendo os invasores.

O jogador usa suas criptomoedas ($BABY) para ganhar, de maneira aleatória, um dos 12 personagens do jogo. Eles devem passar por 10 níveis diferentes, que podem ser ultrapassados com o uso dos tokens MILK.

Esse jogo já não tem tanta “pressão” de jogar para ganhar. Pois, basta deixar os bebês trabalharem sozinhos e, depois de um tempo, recolher as recompensas das missões. Para adquiri-las, o jogador necessita colocar o seus bebês para farmar em alguma das estações.

Para aumentar as chances de lucro (e de sucesso!), o objetivo é acumular mais e mais bebês. Afinal, quanto maior a quantidade deles, mais missões são concluídas e mais recompensas recolhidas.

Como ganhar dinheiro com os jogos NFT?

Como dissemos, existem dois modelos de jogabilidade nos melhores jogos NFT. No modelo play to earn, o jogador deve, literalmente, jogar para ganhar. É o caso do Bomb Crypto, em que o personagem quebra blocos de pedra para obter recursos. Quanto mais personagens envolvidos nessa atividade, maiores as chances de levantar renda.

Já o modelo in-game consiste em jogos onde o jogador acumula tokens ao longo das partidas. Nele também é possível fazer transações com os itens coletados e ganhar dinheiro com elas. Um exemplo de jogo com NFT in-game é o CryptoCars, em que é possível comercializar os carros produzidos e lucrar com a venda.

Vale a pena investir em jogos NFT?

Embora todos os jogos pareçam divertidos e ofereçam boas possibilidades de ganhos, é preciso se lembrar de que estamos falando de uma espécie de renda variável. Como tal, ela sofre os impactos do mercado e a flutuação de preços, que podem influenciar diretamente os ganhos.

Quando falamos de melhores jogos NFT, a raridade de um item é determinante para sua rentabilidade. Se você está em busca de um, precisará desembolsar grandes valores

Entretanto, se é quem está comercializando, poderá receber uma grande quantia. Mas, não se esqueça de que a oferta e a demanda são as norteadoras dessas transações.

E se você está inserido no contexto da renda variável e quer alavancar a gestão de suas ações, que tal assinar a plataforma de educação continuada da Faculdade XP? A Multi + oferece dezenas de cursos interativos e intermediados por professores atuantes no mercado e altamente qualificados. Conheça todos os benefícios da plataforma!

Como começar a investir em 2023? Melhores dicas!

Ainda não sabe quais planos traçar para os próximos 12 meses? Tem dúvidas sobre como começar a investir em 2023? Fique tranquilo; você está no lugar certo.

A Faculdade XP dá um passo à frente no compromisso de te ajudar com isso, contando um pouco mais sobre investimentos e o que você deveria saber.

Mas antes de entrar nesse assunto, é importante entender que não existe certo ou errado quando o assunto é investimento.

Existem apenas produtos mais indicados de acordo com perfis e objetivos.

Mas avaliar as condições vigentes no mercado também deverá ser um fator de tomada de decisão na hora de se investir.

Isso porque em períodos de incerteza, por exemplo, a volatilidade costuma ser maior.

Continue a leitura para entender como começar a investir em 2023: tendências do mercado, pontos a considerar e opções de investimentos para o seu perfil de investidor. 

Quais são as previsões do mercado para 2023?

Em novembro de 2022, especialistas no mercado financeiro começam a emitir relatórios com projeções e tendências esperadas para 2023. 

Tais movimentações são importantes porque ditam o tom da performance de diferentes produtos. Dessa forma, te ajudam a entender por onde começar a investir. 

Semanalmente, o Banco Central faz uma publicação, chamada de Boletim Focus, com algumas informações sobre a economia e projeções para o futuro econômico brasileiro. 

Em 7 de novembro de 2022, por exemplo, o BC aumentou a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) pela sexta vez consecutiva. A previsão de alta foi de 0,7% para a economia em 2023, ante 0,64% do levantamento anterior.

Uma tendência de crescimento no PIB é positiva para o investidor por dois motivos principais. 

1- Redução do risco de mercado. Um PIB em crescimento aponta para uma economia que se desenvolve. Isso traz otimismo para os investidores externos, que entendem o Brasil como o um país menos arriscado para destinar recursos. 

2- Prosperidade nas empresas, mais lucro para investidores. Com a economia em crescimento, as empresas tendem a passar por momentos de prosperidade. Além disso, normalmente, maior crescimento leva a maiores retornos ao investidor.

Além do PIB, outra previsão merece destaque para a análise de quem quer começar a investir em 2023: a inflação. 

A expectativa é  que o IPCA, Índice de Preços ao Consumidor Amplo, passe por uma queda, indo de 5,63% para 4,94%. Em um cenário como este, entender onde investir pode ser fundamental para potencializar os ganhos. E nós falaremos sobre isso nos próximos tópicos. 

< Para ter um spoiler sobre os impactos de diferentes índices nos seus investimentos, dê o play no vídeo abaixo! />

O que eu preciso saber para começar a investir?

Antes de começar a investir em 2023, é preciso reservar um tempo para se planejar. Sem medo de errar, afirmamos que o planejamento é a primeira lição essencial para o novo investidor. 

Neste momento, é preciso considerar aspectos como: 

  • objetivo do investimento, ou o que você deseja fazer com o dinheiro. Comprar um carro? Um imóvel? Construir uma reserva de emergência? Tudo isso deve ser considerado; 
  • características do investimento: qual a sua disponibilidade para nutrir o investimento? Será uma ação de curto, médio ou longo prazo?;
  • valor disponível para investir (em um período inicial e por meio de aportes mensais);
  • seu perfil de investidor. Ele ajuda a entender as suas necessidades e a sua tolerância aos riscos atrelados a diferentes tipos de operação;
  • qual será a sua corretora de valores, utilizada como mediadora para viabilizar suas transações financeiras, além de dar suporte nas operações;
  • composição da carteira de investimentos, ou quais produtos você vai adquirir de acordo com o seu perfil de investidor.

5 Conceitos-chave para o novo investidor

Além dos passos acima, é fundamental que você, investidor, conheça alguns conceitos-chave do mundo do investimento, tais como: 

  1. Liquidez

É o nível de facilidade com que o dinheiro investido (e seu lucro) é resgatado em cada produto financeiro. Um produto de baixa liquidez (como as debêntures) geralmente demanda um período mais longo para o resgate, ao contrário da alta liquidez (como o Tesouro Direto), que pressupõe resgates em prazos curtos, como um dia útil. 

  1. Retorno

É o valor equivalente ao “ganho” atrelado a um produto financeiro. Em geral, o retorno é medido por meio da rentabilidade, que aponta, percentualmente, as possibilidades de ganho de um investimento. 

  1. Risco

Risco é a possibilidade de perda ou oscilação financeira atrelada a um produto. Os riscos de um investimento podem ter relação com sua própria volatilidade, movimentos do mercado, crises, solidez das empresas que oferecem ações etc. 

  1. Diversificação

Trata da variação de produtos que compõem uma carteira de investimentos. Em geral, é a técnica mais utilizada por investidores experientes, já que auxilia na proteção da carteira e previne perdas decorrentes da oscilação de produtos voláteis — da mesma forma que potencializa os ganhos diante de produtos com rentabilidade baixa. 

  1. Risco x retorno

Antes de começar a investir em 2023, tenha esta máxima em mente: de maneira geral, quanto maior é o risco de um investimento, maior é seu retorno esperado. 

O mesmo acontece no caminho inverso: investimentos com um risco menor tendem a apresentar um retorno menor.

Renda fixa x Renda variável

Agora você já sabe tudo o que precisa para começar a investir do zero. É hora de falar sobre produtos financeiros. 

O universo dos investimentos pode ser separado nestes dois grandes grupos: Renda fixa e Renda variável.

Entendendo melhor cada um deles, no caso da modalidade de renda fixa, o investidor empresta dinheiro ao Governo Federal ou a uma instituição financeira.

Em troca, recebe o pagamento de juros sobre o capital investido de acordo com o prazo pré-estipulado.

Tais títulos, por sinal, ainda podem ser subdivididos entre Prefixados, Pós-fixados e Híbridos.

Mas também há aqueles títulos que possuem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para valores até R$ 250 mil por instituição financeira e outros com a vantagem de serem isentos de Imposto de Renda (IR).

Já na modalidade de renda variável, o investidor se tornará sócio de uma companhia ao efetuar a compra de uma ação.

Em troca, pode receber a distribuição de dividendos provenientes dos lucros das empresas de capital aberto listadas na Bolsa de Valores do Brasil.

Mas, diferentemente dos títulos de renda fixa, não é possível mensurar a rentabilidade de uma ação ao longo do tempo.

Dessa forma, esses ativos são considerados investimentos de alto risco, mas podem apresentar altos retornos no médio ou longo prazo.

Em resumo, podemos estruturar as diferenças entre renda fixa e renda variável da seguinte forma: 

Renda Fixa

  • Mais seguro;
  • Menos rentável;
  • Baixa volatilidade.

Renda Variável

  • Mais arriscado;
  • Maior potencial de rentabilidade, mas mais incerta;
  • Alta volatilidade. 

Opções de investimento 2023: produtos disponíveis

Agora que você entendeu a divisão dos dois grandes grupos do universo dos investimentos, chegou a hora de conhecer os produtos disponíveis para negociação.

Emissor público

No início dos anos 2000, o Tesouro Nacional criou um programa em parceria com a Bolsa de Valores brasileira (B3), chamado Tesouro Direto.

Para quem não sabe, esse programa visa democratizar o acesso aos títulos públicos para pessoas físicas.

Além de ser uma possibilidade para quem quer saber como investir com pouco dinheiro (é possível fazer aplicações a partir de R$ 30), tais títulos oferecem ótima rentabilidade e podem apresentar liquidez diária.

Veja, na lista abaixo, algumas opções de títulos públicos 100% online:

  • Títulos prefixados;
  • Títulos híbridos (inflação + taxa fixa);
  • Sem pagamento de cupom (LTN);
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais (NTN-B)
  • Títulos pós-fixados;
  • Com pagamento de cupom (NTN-F);
  • Tesouro Selic (LFT);
  • Tesouro IPCA+ sem pagamento de cupom (NTN-B Principal)

É uma lista relativamente grande, não é mesmo?

Mas espere até ver quando falarmos da categoria “emissor privado” a seguir.

Emissor 

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

É emitido por instituições bancárias com prazo definido no momento da aplicação e pode ser prefixado ou pós-fixado.

Além disso, é atrelado a algum indexador da economia, como a Selic, Taxa DI e IPCA e possui garantia do FGC. 

Letra de Câmbio (LC)

Emitido por instituições financeiras, funciona como um CDB, mas não pode ser resgatado antes do vencimento.

Geralmente, apresenta maiores retornos, já que o valor mínimo de investimento também é mais alto quando comparado a um CDB comum.

Também ao contrário do CDB, esse título não possui garantia do FGC.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra De Crédito do Agronegócio (LCA)

LCI e LCA são títulos de investimento isentos de Imposto de Renda e, em ambos os casos, se assemelham a um CDB, possuindo garantia do FGC.

No entanto, são lastreados em uma carteira de empréstimos vinculados ao setor imobiliário ou ao setor do agronegócio.

 Letra Financeira (LF)

Título de crédito privado emitido por instituições financeiras, também se assemelha a um CDB.

Porém, possui prazo mínimo de dois anos e investimento inicial de R$ 150 mil e não possui garantia do FGC.

Certificados de Recebíveis Imobiliários(CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA)

Possuem prazo e taxa predefinidos e, nesse segmento, já é possível liquidar a posição antes do vencimento.

Assim como na LCI e LCA, tal investimento é isento de Imposto de Renda.

Debêntures

As Debêntures são emitidas por sociedades anônimas de capital aberto ou fechado para financiamento de dívidas.

Diferentemente de outras aplicações, esse investimento também não possui garantia do FGC e pode ou não ser isento de Imposto de Renda.

Fundos de Investimento 

Essa modalidade pode variar de acordo com o tipo de fundo, podendo ser mais ou menos diversificada.

Em geral, funciona de maneira parecida a um condomínio, já que é formada pela:

  • União de diversos investidores;
  • Um gestor;
  • Um admi­nistrador.

Esse último cuida dos serviços prestados com a finalidade de defender os direitos dos cotistas.

A gestão de um fundo de investimento é realizada por um especialista contratado no mercado, tendo como principal objetivo a estruturação de estratégias que visam a obtenção de lucro.

Porém, sempre de maneira controlada, para não expor o patrimônio do fundo a um risco acima daquele preestabelecido no regulamento.

Quanto à administração novamente, é responsável pelos aspectos legais e jurídicos do fundo.

Esse é mais um excelente produto para diversificar a sua carteira de investimentos.

Além disso, é recomendado para aqueles que preferem terceirizar a gestão da carteira para um profissional especializado ou não possuem muito tempo dispo­nível para acompanhar o mercado.

Veja abaixo alguns dos fundos disponíveis ao mercado:

  • Fundos de ações;
  • Fundos de renda fixa;
  • Fundos multimercado;
  • Fundos cambiais;
  • Fundos de fundos. 

Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Esses funcionam exatamente como os fundos mencionados anteriormente, porém, a grande diferença é que esses ativos são negociados em Bolsa como se fossem ações.

Separamos mais alguns dos fundos disponíveis para você conferir nessa modalidade:

  • Fundos de tijolo (shopping, escritórios, galpões logísticos, hospitais, dentre outros);
  • Fundos de papel (títulos de renda fixa imobiliário, como LCI e CRI);
  • Fundos híbridos (englobam as cotas de outros fundos (FOF), títulos de renda fixa imobiliários e empreendimentos imobiliários).

ETF de Renda Variável

Conhecido como Exchange Traded Fund (ETF), é um fundo negociado em Bolsa que re­presenta uma comunhão de recursos destinados à aplicação em uma carteira de ativos, que replicam um índice de referência.

Ao adquirir essas cotas, o investidor, indiretamente, passa a possuir todos os ativos da carteira teórica do índice, sem ter que comprá-los sepa­radamente no mercado.

Dessa forma, o ETF pode proporcionar mais rapidez e eficiência no momento de diversificar seus investimentos.

Alguns exemplos são:

  • IVVB11 Replica índices dos EUA;
  • BOVA11 Replica o índice S&P 500;
  • ECOO11 Replica o índice Índice Carbono Eficiente (ICO2);
  • GOVE11 Replica o Índice Governança Corporativa Trade (IGCT);
  • SMAL11 Replica o desempenho de uma carteira teórica de Small Caps, representado pelo índice SMLL da B3;

ETF de Renda Fixa

Tal modalidade de investimento foi lançada recentemente e funciona do mesmo modo que os ETFs de renda variável.

A única diferença é que, ao adquirir uma cota des­se ativo, o investidor passa a deter os títulos de renda fixa de uma carteira teórica que replicam um índice de referência, sem ter que comprá-los separadamente no mercado.

Dessa forma, o ETF também pode oferecer mais rapidez e eficiência no momento de diversi­ficar seus investimentos em renda fixa.

Veja quais são os ETFs de renda fixa listados atualmente, segundo o portal da B3 em 11 de novembro de 2022:

  • DEBB;
  • IMBB;
  • B5MB;
  • LFTS;
  • IMAB;
  • B5P2;
  • IB5M;
  • IRFM;
  • FIXA.

Ações

Essas representam uma fração do capital social de uma empresa de capital aberto listada na Bolsa de Valores e, resumidamente, corresponde uma pequena parcela da companhia.

Ao efetuar a compra de uma ação, o investidor tem os direitos e os deveres da em­presa e adquire o direito de receber parte dos dividendos gerados por aquela companhia.

Esse tipo de investimento pode ser dividido em duas classes. 

Uma delas é o Mercado primário, em que a captação dos recursos será destinada a novos projetos de investimento da companhia. A outra é chamada de mercado se­cundário, em que os investidores negociam entre si as ações emitidas pelas companhias.

Além disso, as ações ainda podem ser divididas entre:

  • Ordinárias (ON): garantem o direito de voto ao acionista;
  • Preferenciais (PN): dão preferência ao pagamento de dividendos aos acionistas;
  • Units: são ativos compostos por mais de uma classe de valores mobiliários, como uma ação ordinária mais duas ações preferenciais.

< Saiba mais em: Ações ordinárias e preferenciais: quais colocar na carteira? />

Pelo número de empresas listadas na Bolsa ser grande, conhecer os principais setores de atuação e empresas de cada segmento pode ajudar o inves­tidor na tomada de decisão.

Veja os principais setores:

  • Financeiro;
  • Petróleo, Gás e Biocombustíveis;
  • Saúde;
  • Utilidade Pública;
  • Materiais Básicos;
  • Bens Industriais;
  • Comunicações;
  • Consumo Cíclico;
  • Consumo não Cíclico.

BDR

Os Brazilian Depositary Receipts Patrocinados (BDR) são valores mobiliários emitidos no Brasil, mas possuem lastro em ações emitidas no exterior.

Para facilitar o entendi­mento, imagine que seriam ações de empresas listadas nos Estados Unidos, como Apple e Google, só que negociadas aqui no Brasil.

Porém, é importante destacar que ao realizar a compra de um BDR, o investidor não está comprando a ação propria­mente dita.

Mas, sim, compra um certificado que atesta a compra dessa ação por uma instituição financeira no exterior.

Veja abaixo os ativos disponibilizados para negociação nesta categoria:

  • BDR Patrocinado – Nível I;
  • BDR Patrocinado – Nível II;
  • BDR Patrocinado – Nível III;
  • BDR não Patrocinado – Nível I.

< Saiba mais em: O que é um BDR? Veja como investir em empresas estrangeiras />

Derivativos

Como o próprio nome já diz, um derivativo remete a um contrato que deriva de outro ativo.

Esse segmento foi desenvolvido como forma de proteção para o mercado, mas, atualmente, se tornou um instrumento muito utilizado para alavancagem.

Os derivativos podem ser separados em quatro grandes grupos:

  • Futuro: contrato em que se estabelece a compra ou a venda de um ativo em determina­da data futura a um preço preestabelecido. Para se operar esse tipo de contrato, a Bolsa de Valores requer uma margem de garantia e há o ajuste diário (mecanismo de ajuste de ganhos e perdas) da posição;
  • Termo: contrato em que se estabelece a compra ou a venda de um ativo em determina­da data futura a um preço preestabelecido. Nesse mercado, não há a incidência do ajuste diário e diferença financeira é realizada apenas ao final da operação;
  • Opções: contrato em que se confere ao titular o direito de compra ou a venda de um ativo em determinada data futura a um preço preestabelecido. Já ao lançador, a obrigação de compra ou venda de um ativo em determinada data futura a um preço preestabelecido;
  • Swaps: contrato em que se estabelece a troca de posições entre ativos, quanto ao risco e à rentabilidade das partes envolvidas.

No Brasil, é possível negociar diversos produtos dentro dessa modalidade.

Saiba abaixo os principais:

  • Renda Variável (Ações, Ibovespa, S&P500 e outros);
  • Renda Fixa (Títulos da dívida externa);
  • Moedas (Dólar, euro, dentre outros);
  • Juros (taxa DI, IPCA e outros);
  • Commodities (Boi, milho, café, etc.).

Como começar a investir do zero? 

Agora você já sabe como começar a investir em 2023. A seguir, será necessário realizar o cadastro em uma corretora.

Então, procure aquela que melhor se encaixa no seu perfil.

Avalie os produtos ofere­cidos, bem como o suporte dessas instituições.

Em geral, a abertura da conta é simples e não demanda muito tempo nem paciência.

Estabeleça um perfil e mantenha sempre uma carteira bem diversificada a fim de reduzir os riscos do seu portfólio.

Escolha uma gestão profissional se preferir ou se não tiver tempo para acompanhar o mercado.

Tenha em mente a importância de se ter uma re­serva de emergência.

Passo zero: mergulhe no mercado financeiro

Além de colocar as dicas acima em prática, há o chamado “passo zero” para começar a investir em 2023: a informação! Você já fez um movimento importante lendo este artigo, mas podemos te ajudar a ir ainda mais longe. 

Você pode, por exemplo, dar o play no vídeo abaixo e se prevenir de cometer erros que podem prejudicar o desempenho da sua carteira de investimentos: 

Além disso, pode assinar a Multi+, plataforma educacional da Faculdade XP, e ter acesso a um catálogo variado com uma centena de cursos sobre diferentes temáticas, incluindo, é claro, educação financeira. 

Conheça o beabá do mercado e desmistifique a sua relação com o seu dinheiro. Comece agora com a sua inscrição no nosso ecossistema de aprendizado! 

Como investir em bitcoin? Esse investimento vale a pena?

Em 2021, com a alta das criptomoedas, saber como investir em bitcoin era “quase uma obrigação” para muitos investidores. Porém, com o cenário macroeconômico mais incerto, especialistas pedem paciência, pois não há previsão  de recuperação para o bitcoin até 2023.

Por outro lado, analistas dizem que é comum que haja uma queda depois de um grande período de alta, como foi em 2021. Logo, é necessário analisar o seu objetivo, a sua estratégia e entender o cenário econômico mundial para saber como investir em bitcoins com segurança.

Caso você não tenha essa intimidade toda com as criptomoedas, não se preocupe, vamos explicar tudo o que está acontecendo para que possa fazer seu investimento sem medo.

Vamos lá?

Para começar: o que são criptomoedas?

Basicamente, uma criptomoeda é uma forma de dinheiro como qualquer outra, só que completamente digital.

Outra diferença importante é que, apesar de poder ser emitida por governos, na prática e como padrão, ela não é.

Porém, já existem governos que criaram suas próprias criptomoedas para tentar não perder o controle do estoque de moeda e, ao mesmo tempo, ganhar escala sendo pioneiro no tema.

Você entenderá melhor ao longo do texto, então, seguimos em frente.

O que é blockchain?

Blockchain é um enorme registro de transações, um banco de dados público em que consta o histórico de todas as operações realizadas com cada unidade de Bitcoin (todas as criptos funcionam de forma similar).

A cada nova transação, uma chave digital é criada e testada nesse banco de dados online para confirmar que quem está vendendo tem realmente esse direito.

Além disso, um novo registro é criado com os dados da transação e distribuído entre todas as máquinas que guardam esses registros.

Isso é feito para garantir que ninguém venda o que não tem, nem que possa vender duas vezes a mesma moeda, por exemplo.

Como funciona o investimento em bitcoin?

O mercado de criptos é livre, universal e aberto a qualquer um. Hoje, por exemplo, qualquer um com uma conta no PayPal pode comprar criptos.

E as criptomoedas servem para todo tipo de pagamento, como outra moeda qualquer.

Geralmente, as três principais funções de uma moeda são:

  • Meio de troca, facilitando as transações comerciais;
  • Reserva de valor, para acumulação e preservação do poder de compra;
  • Unidade de conta, quando as mercadorias têm seu preço em função dela.

A única das três funções para a qual as criptos ainda não está sendo usada é a precificação, muito por conta da volatilidade dos preços.

Porém, uma vez que os valores das criptos se estabilizem melhor, certamente serão usadas para essa mesma finalidade.

Transição para o digital (e as criptomoedas)

Os Bancos Centrais estão utilizando a tecnologia Blockchain para transformar as moedas nacionais em criptomoedas, o que é uma revolução para o sistema financeiro global.

O interessante é que alguns bancos grandes, que antes desprezavam, agora estão apostando nas criptos. Dessa forma, hoje, estamos vendo acontecer com as criptomoedas o que antes já aconteceu com o e-mail.

Para quem não sabe ou não vivenciou esse período, com o surgimento da internet veio o e-mail, e as cartas ficaram muito mais em segundo plano. Perceba que pouca gente ainda escreve cartas hoje em dia.

Para se ter ideia, os Correios, atualmente, entregam muito mais encomendas e contas ou extratos de cobrança, por exemplo.

As comunicações entre as pessoas no geral já passaram a ser quase que totalmente digitais, seja por e-mail ou por mensagens instantâneas, como WhatsApp ou Telegram.

Então, a aposta do mercado é que as criptomoedas realmente transformem o mercado de moedas da mesma forma: no futuro, todas as transações sejam 100% digitais, por meio de moedas digitais, criptomoedas e outros meios similares.

Se você não entende muito bem o porquê do sucesso das criptomoedas, elas se destacam por não existir a necessidade de um banco intermediador, uma autoridade central que controle o mercado.

O que é mineração de criptomoedas?

Para entender como podemos minerar criptomoedas, você precisa saber que as moedas digitais representam um código complexo que não pode ser alterado.

As transações realizadas com essas moedas são protegidas por criptografia – daí o nome criptomoedas.

E, como não há uma autoridade central cuidando dessas transações, elas precisam ser registradas e validadas uma a uma por um grupo de pessoas que usam os próprios computadores para gravá-las no chamado blockchain.

No entanto, o Banco Central Europeu tem sido o mais incisivo e o mais explícito nesse sentido, pois sua intenção de implantar um euro digital já está avançada.

E quem são os mineradores?

Os mineradores são aqueles eles que registram essas transações no blockchain:

  • oferecendo ao sistema seus computadores para os registros, armazenamentos;
  • conferindo as operações feitas com as moedas.

Em troca disso, eles são remunerados com novas unidades dessas criptos, que são criadas justamente para pagá-los.

O pagamento, por sinal, é baseado na capacidade computacional e na quantidade de operações que cada minerador consegue executar.

Então, resumindo: mineração representa a criação de novas unidades de alguns tipos de moedas digitais.

< Aprenda mais: Saiba o que é mineração de criptomoedas e o que é necessário para ganhar ativos na internet />

Qual a projeção do bitcoin para 2023?

Depois de um 2021 com um significativo crescimento do bitcoin, 2022 mostrou uma queda dessa criptomoeda. Porém, apesar de alguns especialistas acreditarem que não haverá aumento do valor em 2023, outros consideram que ela alcançará o preço de US$100.000, tendo um ponto de virada durante o próximo ano.

Essa alta volatilidade acontece devido a alguns fatores macroeconômicos, como o aumento da inflação global. Analistas afirmam que o bitcoin já mostrou uma tendência em acompanhar o índice financeiro S&P 500 nos Estados Unidos, que apresenta queda.

Além disso, há o aumento do juros por Bancos Centrais de vários países, especialmente o do Federal Reserve (banco central dos EUA).

Diante desses e mais alguns fatos, investidores estão se resguardando um pouco mais e evitando operar com riscos altos. Logo, a procura de bitcoins caiu e a do dólar, aumentou.

Mas isso é apenas uma fase, assim como tantas outras vistas no mercado financeiro tradicional. No curto prazo, o crescimento do bitcoin não tem sido cogitado pela maior parte dos analistas financeiros.

Por outro lado, a longo prazo, espera-se uma valorização dessa criptomoeda. Para quem deseja comprar essa moeda digital devido às quedas recentes, pode ser um bom momento para aproveitar o preço mais barato.

Ou seja, quanto antes você aprender como investir em bitcoin no Brasil, melhor pode aproveitar a tão esperada valorização como projeção do bitcoin para 2023.

< Leia também: Criptomoedas promissoras para acompanhar e comprar em 2023 />

Gráfico do desempenho do bitcoin

Para entender melhor o que explicamos acima, veja o gráfico de crescimento do bitcoin mostrando também sua queda nos últimos meses.

Fonte: Infomoney

O que o bitcoin envolve?

O bitcoin possui uma característica importante: foi criado de modo a replicar a extração de ouro ou outro mineral, ou seja, existe um número limitado de bitcoins que pode ser gerado.

Essa criptomoeda é a mais conhecida, já que está sempre nas mídias.

É importante lembrar que muita gente já usa criptomoedas para fugir da tributação imposta pelos diversos governos, dizendo que são instrumentos de proteção contra a ganância dos políticos.

Em parte, é verdade que o controle sobre as criptomoedas é mais difícil, como para rastrear e também para tributar.

Dizemos “em parte” porque todos nós temos a obrigação fiscal de declarar todo o patrimônio que temos na nossa declaração anual de imposto de renda.

Ao não fazê-lo, corremos o risco de ser pego pelo sistema e taxado com penalidades, dependendo do tipo de atividade envolvida no processo, como:

  • multas;
  • juros;
  • penas privativas de liberdade;
  • e outras.

A verdade é que, sim, podemos manter nossas criptomoedas em um sistema que não há nomes, já que nenhum tipo de identificação é necessário nesses sistemas.

Porém, imagine que alguém investiu R$ 100.000,00 em bitcoins no início de 2020, e agora tem R$ 359.063,85.

Então, esse investidor decide sacar o dinheiro e comprar um imóvel, surgindo a pergunta: tal dinheiro precisará entrar no sistema bancário normal para isso?

Não necessariamente, pois ele poderá pagar o comprador com bitcoins de forma anônima.

De qualquer maneira, cuidado, pois os cartórios envolvidos enviarão esse registro para a Receita Federal.

Fraudar o documento também não é aceitável, uma vez que se comete crimes contra a ordem tributária e, assim, corre-se o risco de ser pegos pelo sistema em algum momento.

Como investir em bitcoin?

Na verdade, você tem várias formas para tal, como:

  • comprar cotas de fundos de investimentos em criptomoedas;
  • negociá-las diretamente em uma corretora de criptos;
  • ir ao PayPal e comprá-las por lá.

O bitcoin, em específico, é uma reserva de valor totalmente descentralizada, já que seus usuários permanecem anônimos.

Os fundos de investimentos em criptomoedas, conhecidos também como ETFs (Exchange Traded Funds), são negociados na B3 e acompanham determinado índice financeiro associado a criptoativos, como Bitcoin, Ethereum, Litecoin, entre outros.

Eles são considerados um investimento passivo e indireto, já que é preciso apenas acompanhar a evolução do índice. O gerenciamento do fundo é feito por um gestor.

Para comprar cotas de fundos de criptomoedas, o investidor precisa determinar seu objetivo com o investimento a curto e a longo prazo, abrir uma conta em uma corretora, analisar os ETFs disponíveis e escolher quais são mais adequados ao seu perfil.

Como aprender a investir em criptomoedas?

Como sempre, aconselhamos o estudo e o acompanhamento do mercado antes de realizar qualquer tipo de investimento, seja no mercado financeiro tradicional ou em criptomoedas. Afinal, o mercado é volátil e depende de vários fatores para ajustar seus preços, altas e quedas.

A educação financeira é o principal pilar de qualquer bom investidor. Por isso, a Faculdade XP desenvolveu a plataforma Multi +, que oferece dezenas de cursos de alta qualidade para a educação continuada nessa nova economia.

Como a Selic afeta os investimentos? Quais são seus impactos na economia brasileira?

Imagine que seu dinheiro esteja em uma montanha russa emocionante, cheia de altos e baixos. Seja nos momentos em que os juros estão nas alturas ou em queda livre, é essencial proteger seu patrimônio, não é mesmo? Por isso, preparamos um post para te mostrar como a taxa Selic afeta os investimentos. 

De 2016 a 2020, a taxa básica de juros teve uma queda histórica. Depois de permanecer por um tempo no patamar de 14,25% ao ano, a Selic foi caindo drasticamente, até chegar aos 2%. De novo, ela ficou estável por alguns meses e, então, recomeçou seu viés de alta.

Como resultado, hoje vivemos um cenário bem diferente. Atualmente — novembro de 2022 — a Selic está em 13,75% ao ano, patamar atingido em agosto, e no qual vem se mantendo.

De acordo com as previsões do Banco Central, a taxa só deve cair para 13,50% em junho do próximo ano. E a expectativa é de que feche 2023 em 11,25%.

Uma vez que estamos nessa montanha russa financeira, é vital traçar uma estratégia para investir com segurança, concorda?

Vamos entender como a taxa Selic afeta a economia brasileira e quais impactos os ciclos de alta e baixa geram no seu bolso. Boa leitura!

5 questões para entender como a Selic afeta os investimentos

Sabemos que esse papo de taxa de juros e inflação pode parecer meio confuso em um primeiro momento. Mas, relaxa! Nosso papel aqui é simplificar tudo e te ajudar a entender como a taxa Selic pode afetar o seu dinheiro.

Por isso, começamos listando cinco questões vitais para entender o assunto. E aqui vai um spoiler: a macroeconomia tem tudo a ver com esses altos e baixos, sabia?

Portanto, continue a leitura para descobrir como isso acontece na prática. 

1. O que é a taxa Selic?

A Selic é a taxa básica de juros do Brasil, visto que ela impacta na economia como um todo. Para resumir, ela norteia a remuneração das aplicações financeiras e os juros cobrados nos empréstimos e financiamentos. 

2. Qual é a finalidade da taxa Selic?

O principal objetivo da Selic, sendo uma ferramenta de controle da inflação, é manter os preços estáveis no país.

Afinal, tanto o aumento como a redução dos juros refletem no poder de compra da população, no custo do crédito e, também, no retorno das aplicações financeiras. 

3. Como a taxa Selic é definida?

A meta da Selic é definida nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC).

Funciona da seguinte forma: a cada 45 dias, o colegiado se reúne para analisar uma série de fatores, como: contas públicas, cenário externo, inflação e indicadores macroeconômicos. É a partir desse levantamento e estudo que se define  a taxa Selic no próximo período.

E como já falamos em macroeconomia, agora é importante entender como ela afeta o seu bolso. Por isso, preparamos um vídeo com informações relevantes para que você compreenda qual seu impacto nos investimentos, e assim, realizar um bom gerenciamento de risco. Confira:

4. Como a taxa Selic afeta a economia?

Para considerar os efeitos das mudanças da Selic na economia nacional, é importante levar em conta alguns aspectos:

Decisões do Copom

A cada 45 dias, as decisões do Copom afetam a economia de diferentes maneiras. Quando a Selic aumenta, diminui ou se mantém no mesmo patamar, todas as outras taxas a acompanham.

Qual o impacto do aumento da taxa Selic?

O principal impacto do aumento da Selic é que o custo de captação dos bancos se eleva. Assim, linhas de crédito ficam mais caras, ao passo que o consumo diminui.

Por outro lado, o retorno das aplicações atreladas à Selic se torna muito mais atrativo, revelando uma ótima janela de oportunidade para quem deseja obter maiores ganhos com a renda fixa, por exemplo.

Qual o impacto da queda da taxa Selic?

Quando a Selic cai, a lógica é inversamente proporcional. Ou seja, o custo de captação dos bancos diminui, o crédito fica mais acessível e os investimentos pagam menos. Contudo, o consumo se eleva, e a inflação também. 

Como complemento, confira este infográfico do Banco Central:

Como a taxa Selic afeta os investimentos - BC efeitos queda e alta da Selic
Infográfico: Efeitos de mudanças na Selic. Fonte: Banco Central.

Infográfico: Efeitos de mudanças na Selic. Fonte: Banco Central.

Agora que abordamos qual o impacto da taxa Selic na economia brasileira de modo geral, vamos prosseguir com foco nos investimentos, ok?

Isso porque, os altos e baixos da taxa básica de juros têm diferentes reflexos nas aplicações financeiras, dependendo das classes de ativos. 

E isso nos leva ao próximo tópico. Vamos lá?

5. Quais investimentos são afetados pela Selic?

De fato, boa parte dos investimentos em renda fixa é atrelado diretamente à variação da Selic.

Por outro lado, a renda variável também é afetada pelo aumento ou queda da taxa básica de juros, embora isso aconteça de maneira indireta.

Para começar, vamos ver quais são os efeitos da Selic nos títulos de renda fixa:

Tesouro Selic

Quando a Selic é reduzida, a rentabilidade do Tesouro Selic também diminui, uma vez que está atrelada à taxa básica de juros. Por outro lado, em períodos de alta, esses títulos passam a render mais.

Tesouro IPCA+

No Tesouro IPCA+ você tem a garantia da rentabilidade acima da inflação, somada a uma taxa pré-fixada, como: IPCA + 5% ao ano.

Caderneta de Poupança

Neste caso, podemos ter duas situações:

  • Se a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% sobre o valor depositado + Taxa Referencial;
  • Se a Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic + Taxa Referencial.

Outros investimentos em renda fixa

Quando a taxa Selic aumenta, a rentabilidade de investimentos como CDI, CDB, LCI, LCA e LC também fica mais alta.

Como a Selic afeta os investimentos em renda variável?

Já na renda variável, os efeitos da Selic dependem da área de atuação das empresas de capital aberto.

Para exemplificar, trouxemos um trecho de uma entrevista com Fábio Gallo, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV Eaesp):

“Empresas ligadas ao setor elétrico e ao mercado agrícola podem ser mais afetadas com a inflação causada por crises ambientais, como o baixo nível de reservatório das hidrelétricas.”

Em paralelo, a queda da Selic ocasiona um interesse maior pela renda variável, em busca de rentabilidade.

Em contrapartida, se a Selic aumenta, algumas pessoas encerram as posições no mercado acionário, ao invés de traçar uma estratégia de longo prazo e diversificar a carteira.

Com isso em mente, não deixe de conferir uma videoaula do método XP de avaliar as ações. Dessa maneira, você poderá orientar sua tomada de decisão de forma assertiva, considerando as oscilações do mercado de capitais.

A baixa da taxa Selic afeta quais investimentos?

De modo geral, podemos dizer que os investimentos mais afetados pela baixa na taxa Selic são os de renda fixa, especialmente aqueles que estão atrelados a ela, como é o caso do Tesouro Selic.

Também podemos citar a Poupança e as aplicações ligadas ao CDI — como CDBs, LCIs, LCAs — tendo em vista que este índice acompanha a Selic.

É importante lembrar que, do mesmo modo que o rendimento desses investimentos cai junto com a queda da Selic, como vimos anteriormente, diante de períodos de alta, eles tendem a gerar bons retornos, com toda a segurança da renda fixa.

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Altos e baixos: como a taxa Selic afeta os investimentos?

Para entender como a taxa Selic afeta os investimentos, separamos três situações do mercado.

A primeira tem como base um cenário de baixa na Selic, a segunda traz um patamar intermediário, e a terceira mostra os efeitos de uma taxa básica de juros elevada. 

Cenário de baixa: performance dos ativos com a Selic de 2,75% ao ano 

Em 22 de março de 2021, o jornal O Globo divulgou a simulação do investimento de R$ 10.000. Para efeito de comparação, a publicação considerou: Poupança, Fundo DI, Tesouro Direto, CDB, LCI e LCA, além do FGTS.

Como a taxa Selic afeta os investimentos - simulação de renda fixa com Selic a 2,75%
Simulação de investimentos em renda fixa em um cenário de baixa na Selic. Fonte: O Globo.

Enquanto a inflação foi calculada em 4,6% no período, o rendimento real das aplicações ficou bem abaixo. Mesmo que paguem 100% do CDI, o cenário de juros baixos fez com que o retorno do CDB e da LCI/LCA fosse de apenas 2,8%

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Cenário intermediário: performance dos ativos com a Selic de 4,25% ao ano

Simulamos a aplicação de R$ 10.000 na corretora XP Investimentos. Nesse comparativo, o sistema utiliza como base uma Selic a 4,25% ao ano, por um período de 5 anos. Assim, temos o rendimento bruto de: Poupança, CDB, Fundo DI e Tesouro Direto:

Como a taxa Selic afeta os investimentos - simulação renda fixa XP Investimentos com Selic 6,25%
Simulação de aplicações em renda fixa em cenário intermediário da Selic. Fonte: XP Investimentos.

No caso, o CDB da corretora XP paga R$ 13.515, o que é 6.60% superior ao mesmo produto oferecido por um banco tradicional. E, na outra ponta, o rendimento supera a Poupança em 15.74%.

Cenário de alta: performance dos ativos com a Selic de 13,75% ao ano

No cenário de alta, temos como base a taxa Selic atual (novembro de 2022), que está em 13,75% ao ano. Nele, temos a comparação do rendimento da Poupança, Tesouro Selic, CDB, LCI e LCA:

Simulação de aplicações em renda fixa em cenário de alta da Selic. Fonte: XP Investimentos.

Perceba como é notável o impacto da alta da Selic na rentabilidade, principalmente a partir de dois anos de aplicação. É ou não é uma boa oportunidade de lucrar com a renda fixa?

Bônus: desempenho da renda variável

Por fim, trazemos algumas observações sobre o desempenho da renda variável para quem quer lucrar tanto na alta quanto na baixa da Selic. 

Alta da Selic: oportunidades no mercado acionário

O Valor Investe afirma que a alta da Selic valoriza os papéis de “bancos, seguradoras, empresas de cartões de crédito e de meios de pagamento”. De acordo com a matéria:

“A subida da taxa básica de juros impacta diretamente as receitas com juros cobrados dos clientes e, assim, a lucratividade das empresas.”

Isto é, mais pessoas buscam os serviços dessas companhias, o que valoriza seus papéis. Para complementar, veja outro trecho da matéria:

“As instituições financeiras devem mostrar um salto nos lucros do segundo trimestre, com a subida da Selic, a recuperação da economia e o crescimento das carteiras de crédito.”

Baixa da Selic: oportunidades no mercado acionário

Outro ponto importante é que, com a queda da remuneração na renda fixa, muitos investidores passam a dar mais atenção à renda variável, em busca de maior rentabilidade. 

Se você não tem experiência com esse tipo de aplicação, pode optar por Fundos de Ações, que são “condomínios” de investimentos, e contam com a expertise de um gestor profissional. Ao comprar cotas desses Fundos, suas entradas e saídas são feitas por profissionais.

Dessa forma, os cotistas têm acesso à melhor relação risco-retorno, conforme as análises feitas por especialistas no mercado financeiro, em troca da taxa de administração.  

E aí, você já sabe como usar a taxa Selic a seu favor?

Aprender a investir vai muito além de saber como comprar uma ação ou aplicar em um título do Tesouro. Envolve observar o mercado e entender como o que acontece no país e no mundo influencia a rentabilidade de diferentes tipos de instrumentos.

Ao compreender a influência da taxa Selic nos investimentos e como ela afeta o seu dinheiro, você faz melhores escolhas. Com isso, pode optar pelas aplicações com melhor rentabilidade para cada momento.

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