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Conheça os 7 principais sites de placeholder para turbinar seus projetos

Quem faz parte do universo dev há algum tempo, provavelmente já sofreu na hora de simular um texto em um campo. Em situações como essa, é comum recorrer às famosas gambiarras para continuar rodando o projeto. Hoje, porém, já existem recursos que ajudam os profissionais em etapas como essa. Uma delas é o placeholder.

Provavelmente você já está familiarizado com esse termo e, inclusive, faz uso dele em seus códigos. Aqui neste artigo, vamos reforçar sua importância para os projetos, mas também alertar quando não deve ser usado. E para ficar ainda melhor, reunimos os 7 principais sites de placeholder usados, além de dicas de como fazer estilização e formatação.

O que é placeholder?

Se você não sabe o que é placeholder, a maneira mais simples de entender o conceito é com um exemplo.

Imagine que você acessou um site de compra de ingressos, pois sua banda favorita faria shows em sua cidade. Para concluir a compra, precisou preencher um formulário de cadastro. Nele, havia campos como nome, e-mail, telefone e CPF. É nessa hora que entra o placeholder.

Em alguns formulários, há um texto dentro de cada campo a ser preenchido e que exemplifica justamente como deve ser esse preenchimento. Ao clicar no campo, o texto some e você coloca a sua informação. Isso é o placeholder.

Fonte: User Agent Man

No caso do campo de e-mail, por exemplo, o placeholder pode ser: “exemplo@seuemail.com”. Já no campo de nome, o texto pode ser: “insira seu nome completo”, para lembrar o usuário sobre como a informação deve ser preenchida.

Em resumo, o placeholder consiste em um pequeno texto — ou até mesmo uma palavra — que é usado dentro de um campo. Esse texto nada mais é que um trecho de código e, por isso, sua configuração é feita por um desenvolvedor.

Para que serve o placeholder?

O número de acessos à internet cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Só em 2021, mais de 192 milhões de pessoas se conectaram. Embora a tendência seja de cada vez mais crescimento, ainda há muitas dúvidas e limitações durante a navegação. O placeholder é uma maneira de auxiliar o usuário nesta jornada.

Em resumo, a principal função deste atributo é conduzir o internauta e direcioná-lo no preenchimento de informações. A partir de dicas ou exemplos, ele tem maior entendimento sobre o que é esperado dele, aumentando as chances de sucesso na etapa.

Por que utilizar placeholder?

Quem já trabalhou com desenvolvimento de site, sabe. Quando falamos sobre a criação de um novo site ou da troca de layout de um site já existente, nem sempre o projeto chega completo. É comum, por exemplo, que as imagens sejam entregues em etapas e, por isso, o profissional de tecnologia trabalhe com layouts.

São justamente esses layouts que indicam qual é o tipo de placeholder a ser usado, e de qual arquivo será puxado o conteúdo que será exibido futuramente. É por meio dessa estrutura codificada que as informações são extraídas do back-end e projetadas no front-end.

Neste caso, pode-se dizer que existem duas boas razões para se utilizar o placeholder:

  1. No contexto do back-end, para mapear o layout.
  2. No contexto do front-end, para orientar o usuário durante a navegação.

Quando não usar placeholder?

Lembre-se que a função do placeholder é apoiar o usuário em sua jornada. No caso dos formulários, é oferecer dicas para facilitar o preenchimento e garantir o sucesso das informações fornecidas.

Considerando isso, a função do placeholder não deve ser confundida com a função do label. Mas e o que é label?  

Em português, label significa rótulo. E assim como sua tradução sugere, a função desse elemento é rotular campos. No caso de um campo de e-mail, por exemplo, o rótulo será “e-mail”. Veja outro exemplo:

Label: endereço

Placeholder: Ex: R. da Estrela, 123

Viu como se tratam de elementos diferentes, mas que se complementam? Um label deve ser sempre utilizado em um projeto, já um placeholder é opcional.

Você até pode estar se perguntando: por que o placeholder não pode substituir um label, já que um exemplo pode ser melhor que um rótulo? Neste caso, a resposta está na usabilidade.

Pessoas com baixa visão, por exemplo, têm dificuldade para localizar esse elemento, que por padrão é usado na cor cinza-claro. Usuários com problemas cognitivos, autistas ou até mesmo que tiveram lesões cerebrais, também podem encontrar dificuldades no uso.

Principais sites de placeholder usados em projetos

Se você, assim como grande parte dos desenvolvedores, precisa dar o pontapé em um projeto incompleto, fazer uso de placeholder é uma ótima maneira de otimizar o tempo e garantir a qualidade da entrega.

Para facilitar esse trabalho, listamos 7 sites de placeholder:

Não importa o nível de conhecimento que tenha sobre o universo tech, este site é extremamente intuitivo e ajudará a estruturar seus primeiros projetos. Nele, você pode ajustar cor, tamanho de imagem e formato de texto.

Use o Placekitten diretamente dentro de seu código. Neste caso, basta inserir a URL e tamanho da imagem. O bônus é que, como o nome já sugere, você verá uma grande galeria com fotos de gatinhos.

  • ImgPlaceholder

Nessa plataforma, é possível usar o repositório de ícones Fontawesome para fazer sobreposição. Em um gerador que é disponilizado, o dev também consegue configurar parâmetros.

Se você não tem o texto que vai ser usado no projeto, insere o Lorem Ipsum. Já se você não tem o elemento visual, usa o Lorem Picsum.

Os amantes dessa carne certamente irão adorar acessar o Placebacon. Você pode usar se estiver envolvido em um projeto gastronômico ou, simplesmente, se quiser passar vontade enquanto espera a imagem correta.

Neste site, o desenvolvedor tem mais liberdade na hora de personalizar o placeholder. Já na página inicial, é possível determinar tamanho, cor, formato e texto.

Por fim, o Placeit oferece uma grande quantidade de modelos, incluindo dispositivos como smartphones e tablets.

Como estilizar e formatar um placeholder?

Se você pensa que placeholder se resume a uma fonte padrão, com cores e tamanhos padrões, está enganado. É possível, sim, estilizar esse atributo de acordo com as preferências do seu projeto. Neste caso, basta você ajustar as pseudo-class::placeholder.

Lembrando que quando falamos em placeholder, é possível usá-lo em diferentes linguagens de programação e estilos. Veja os principais:

  • Placeholder html;
  • Javascript placeholder;
  • Html5 placeholder text;
  • Mobile placeholder;
  • Placeholder CSS.

Torne-se um dev e saiba lidar com placeholder

Se você ainda não conhecia o placeholder, pôde perceber neste artigo que não se trata de nenhum bicho de sete cabeças. Pelo contrário, ele é, na verdade, um atributo extremamente fácil e intuitivo de ser usado, que se aplicado corretamente gera vantagens para o seu projeto e usuário.

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Saas, PaaS e IaaS: qual a diferença entre esses tipos de serviço?

O que são SaaS, PaaS e IaaS? Essa é uma pergunta muito comum no universo de cloud computing.

Com o avanço da tecnologia, foi-se o tempo em que as empresas precisavam desembolsar muitos recursos financeiros para equipar sua infraestrutura de TI, seja adquirindo espaço, equipamentos, servidores, softwares, sistemas ou licenças.

Hoje, está tudo localizado na nuvem. Em meio a orçamentos de tecnologia cada vez mais enxutos, as companhias têm mudado seus gastos de hardware para serviços de nuvem mais econômicos.

Em vez de pagar por centro de processamento de dados (data centers) e servidores locais, as empresas, agora, acessam os recursos de computador que precisam por meio de provedores de serviços baseados em nuvem.

Isso significa usar infraestruturas de TI, plataformas, software e aplicativos via internet. É aí que entram os conceitos de SaaS, PaaS e IaaS, os três modelos de serviço de computação em nuvem mais populares atualmente.

Tais negócios, juntos, cresceram significativamente na última década. Segundo a Statista, empresa alemã especializada em dados de mercado e consumidores, a receita global teve alta de cerca de US$ 90 bilhões em 2016 para mais de US$ 312 bilhões em 2020.

Mas, afinal, você sabe o que significam as siglas Saas, PaaS e IaaS? E qual a diferença entre esses três tipos de serviço? Confira ao longo do artigo.

O que são Serviços de Computação em Nuvem?

Até pouco tempo atrás, os sistemas de TI de uma empresa estavam localizados em um espaço físico e as nuvens eram apenas fenômenos da natureza.

Hoje, é possível acessar sistemas e processos internos na internet via plataformas baseadas em nuvem. Esta última se refere a como e onde os dados são armazenados.

A nuvem permite que softwares e serviços sejam executados na web, em vez de apenas localmente. Os dados são armazenados remotamente em vários servidores, os quais são responsáveis por hospedá-los, armazená-los, gerenciá-los e processá-los.

SaaS, PaaS e IaaS são as três principais categorias de computação em nuvem e significam, respectivamente, Software as a Service, Platform as a Service e Infrastructure as a Service.

O termo ‘as a service’, ou como serviço, refere-se à forma como os ativos de TI são consumidos nessas modalidades, o que diferencia a computação em nuvem da tradicional.

Na TI tradicional, uma organização consome ativos de TI, como hardware, software de sistema, ferramentas e aplicativos, comprando suas licenças, o que permite instalar, gerenciar e manter em seu próprio data center.

Já na computação em nuvem, o provedor é quem gerencia e mantém os ativos. O cliente utiliza as ferramentas por meio de uma conexão com a internet. O pagamento do serviço é feito por meio assinatura ou conforme o uso.

Um exemplo prático que mescla a TI tradicional e a computação em nuvem é o Adobe Photoshop. O consumidor pode escolher por instalá-lo pela nuvem ou comprar uma licença em formato de CD-ROM.

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Diferenças entre SaaS, PaaS e IaaS

É possível acessar SaaS, Paas, IaaS via navegador de internet ou aplicativos online disponíveis em diferentes dispositivos.

Um exemplo é o Google Docs, o qual permite que toda uma equipe colabore simultaneamente de forma online. Diferentemente do Microsoft Word, em que cada funcionário trabalha em documentos particulares, que depois serão compartilhados.

É importante ressaltar que SaaS, Paas, IaaS são serviços de computação em nuvem diferentes. Os três apresentam vantagens e desvantagens. Compreender cada uma das estruturas é importante para escolher o serviço que melhor se adeque ao seu negócio.

IaaS
. Provedor gerencia: Infraestrutura (rede, virtualização, hardware);
. Cliente gerencia: Plataforma (OS, middleware, tempo de execução e software – dados e aplicativos).

PaaS
. Provedor gerencia: Infraestrutura e plataforma;
. Cliente gerencia: Software.

SaaS
. Provedor gerencia: Infraestrutura, plataforma e software;
. Cliente gerencia: Você não gerencia nada e apenas usa o software.

SaaS – Software as a Service

SaaS, Software as a Service ou Software como Serviço, refere-se a um software baseado em nuvem, hospedado online por uma empresa, que está disponível para compra por meio de assinatura e é entregue aos compradores pela web.

O Software como Serviço é, de longe, o serviço de nuvem mais comum. Ele é altamente escalável e fácil de gerenciar. Nem sempre requer download e instalação em dispositivos individuais para uso de toda a empresa, o que facilita em casos modelo de trabalho remoto.

Os produtos de SaaS podem ser usados como um aplicativo da web, como o Google Docs, ou baixados no computador ou dispositivo móvel, caso do Adobe Creative Cloud.

Isso significa que eles não necessitam de um especialista em TI para instalá-los manualmente em cada computador. Outros exemplos são HubSpot, JIRA e Dropbox.

Portanto, a maior vantagem do SaaS é a sua facilidade de configuração e a não utilização de recursos locais da empresa, como espaço no servidor físico.

Basta acessar o produto via login. O Software como Serviço também não requer atualização e manutenção. Isso tudo já é contemplado na assinatura ou na compra do produto.

Entre as desvantagens, estão:

  • Menor controle sobre a infraestrutura baseada em nuvem em que é executado o software. Isso significa que um problema no provedor pode afetar os processos de negócios que dependem do SaaS;
  • Ferramentas incompatíveis com outros hardwares já em uso em sua empresa;
  • Dependência das medidas de segurança da empresa que provê o serviço. Em caso de vazamento, todos os seus dados poderão ser expostos.

PaaS – Platform as a Service

A sigla PaaS se refere a Plataforma como um Serviço (Platform as a Service). É o acesso sob demanda a uma plataforma completa, pronta para uso e hospedada na nuvem para desenvolver, executar, manter e gerenciar aplicativos.

Um PaaS não entrega software pela internet e sim uma plataforma. Empresas e desenvolvedores podem hospedar, construir, implantar e criar softwares e aplicativos personalizados online voltados ao consumidor.

Vale ressaltar que não há a necessidade de lidar com o serviço, o armazenamento e o gerenciamento de dados. Alguns exemplos são: Google App Engine, Red Het OpenShift e Heroku.

Os provedores de plataformas como serviço ainda fornecem servidores e data centers para armazenar informações. Por exemplo, os aplicativos de SaaS são desenvolvidos em PaaS.

Os desenvolvedores optam pela Plataforma como um Serviço, porque é econômica. Ela também facilita o trabalho colaborativo em equipes. Os aplicativos são criados diretamente na PaaS e implantados imediatamente.

Outras vantagens desse modelo é a facilidade de uso e a possibilidade de personalização e atualização de aplicativos sem a necessidade de se pensar na manutenção do software no back-end. Basta codificar.

Além disso, se o aplicativo crescer em número de usuários, por exemplo, as plataformas PaaS oferecem grande flexibilidade e escalabilidade.

Entre as desvantagens, estão:

  • Controle apenas do que é construído na plataforma e falta de controle sobre a infraestrutura como um todo;
  • Armazenamento de dados: o provedor PaaS armazena seus dados, o que pode representar um risco de segurança para os usuários do aplicativo;
  • Personalizações limitadas devido aos termos de serviço de PaaS.

IaaS – Infrastructure as a Service

IaaS quer dizer Infrastructure as a Service ou, traduzido para o português, Infraestrutura como Serviço, as quais fornecem sistemas operacionais, armazenamento de dados, redes e servidores virtualmente para empresas.

As ferramentas de IaaS ajudam as organizações a criar e controlar a sua infraestrutura de dados sem precisar da compra de hardware ou de gerenciá-la fisicamente em um local. Alguns exemplos são Amazon Web Services, Google Cloud e Microsoft Azure.

Os provedores de IaaS armazenam os dados de seus clientes em servidores físicos em todo o mundo e usam um painel ou API (interface de programação de aplicativos) para acessar e gerenciar seus recursos.

Dessa forma, a Infraestrutura como Serviço ajuda empresas a criar e gerenciar dados na medida em que estas crescem. A vantagem é que o cliente paga pelo armazenamento e espaço de servidor conforme necessário.

A infraestrutura de nuvem IaaS oferece às empresas um maior nível de controle e poder sobre o software e hardware. A Infraestrutura como Serviço também tem a vantagem de poder ser dimensionada ou reduzida a qualquer hora.

Entre as desvantagens, estão:

  • Segurança: A empresa precisa garantir que seus aplicativos e sistemas operacionais estão funcionando corretamente e fornecendo a máxima segurança;
  • Dados: A empresa também é responsável pelos dados e terá que recuperá-los em caso de vazamento;
  • Por fornecer maior controle, as empresas de IaaS disponibilizam apenas os servidores e sua API.

Como saber qual serviço é o mais adequado?

SaaS, Paas, IaaS não são negócios exclusivos. É comum as organizações usarem mais de um modelo. As companhias maiores chegam a usar todos os três, geralmente, em combinação com a TI tradicional.

A diferença de aplicabilidade de cada um vai depender da funcionalidade e do grau de maturidade em TI de uma determinada empresa. Por exemplo, o modelo IaaS não é muito recomendado para empresas com pouco conhecimento técnico em TI, pois requer a configuração e a operação de servidores remotos.

A maioria das empresas opta por uma combinação dos modelos SaaS e IaaS. Outras ainda envolvem desenvolvedores para a criação de aplicativos via PaaS.

Vantagens da Cloud Computing (Computação em Nuvem)

A principal vantagem de IaaS, PaaS, SaaS ou qualquer solução ‘as a service’ (‘como serviço’) é a economia de recursos financeiros. A companhia pode dimensionar os recursos de TI de que precisa por um custo previsível.

No geral, os serviços de software baseados em nuvem são convenientes e fáceis de usar, permitindo que as empresas gerenciem virtualmente a sua infraestrutura técnica, criem aplicativos e acessem uma ampla gama de ferramentas.

Tais serviços podem ajudar a aumentar a produtividade e a eficiência da empresa. Quer saber como? O MBA em Cloud Computing te ensina os conceitos e as práticas de aprovisionamento, migração e gestão de infraestrutura de TI na nuvem. Destaque-se agora profissionalmente como um especialista ou gestor na área.

Omnichannel: o que é e qual a sua importância?

Com a Indústria 4.0 e o avanço da transformação digital, é essencial que você, empreendedor, futuro empreendedor ou entusiasta da área, se pergunte: Omnichannel, o que é e como implementar essa estratégia?

Antigamente, antes da internet tomar conta do nosso dia a dia, era muito mais fácil integrar canais de vendas e comunicação, já que tudo era feito de maneira offline. 

Hoje, é tudo mais complicado. No entanto, é mais interessante e indispensável. 

O consumidor da Era Digital conhece um produto ou serviço no Instagram, compra através da loja física e tira dúvidas pelo WhatsApp. 

Você já pensou como integrar todos esses canais? A resposta é simples: com o Omnichannel. 

Vamos aprender? 

O que é Omnichannel?

Omnichannel, também conhecido por omnicanal, é uma estratégia que visa a integração de todos os canais de comunicação de uma empresa, tendo como objetivo a melhora da experiência do cliente. 

“Todos os canais” é a tradução direta da palavra omnichannel. “Omni” vem do latim “todo/tudo” e “channel” significa canal em inglês. Faz super sentido, não é? 

Bom, essa estratégia busca fortalecer a relação do cliente com a empresa e, para isso, os negócios buscam proporcionar uma jornada do cliente de compra sem interrupções e esforço, ou seja, que ela aconteça de forma bem fluida atravessando canais online e offline.

Diferenças entre Multichannel, Crosschannel e Omnichannel 

Sim, existem três “channels” e muitas pessoas os confundem. No entanto, cada um deles têm características bem específicas no que diz respeito à integração dos canais utilizados.

Veja a tabela que as explicitamos para você:

MultichannelCrosschannelOmnichannel
CanaisMúltiplos canaisMúltiplos canaisMúltiplos canais
IntegraçãoNão há integração entre canaisTem certa integração, mas não totalObrigatoriamente 100% integrado
Tabela comparativa entre Multichannel, Crosschannel e Omnichannel

Em suma, o que diferencia esses modelos de estratégias é a integração: podemos dizer que o Multichannel é 0% integrado, o Crosschannel 50% integrado e o Omnichannel 100% integrado, tendo o segundo como parte da sua composição.

Transformação digital potencializa o Omnichannel

Quando falamos sobre Omnichannel, o que ele é e o que representa, precisamos falar de transformação digital, visto que, o omni canal é altamente ligado a essa mudança.

Trazer a necessidade do uso da tecnologia, bem como a incorporação da digitalização como estratégia de negócio, é o que a transformação digital se refere. 

Assim, o Omnichannel se personifica como um grande e importantíssimo aliado, visto que, assim como essa transformação, o omni canal precisa que toda a estrutura da empresa na qual ele será aplicado seja repensada. 

Ou seja, é preciso rever todas as estratégias usadas e buscar meios para integrar todas as “pontas” da empresa, sejam elas digitais ou offline. 

Tipos de empresas que podem ser Omnichannel

Diversos tipos de empresas podem (e algumas devem) ser Omnichannel. Alguns tipos são: 

  • Plataformas de atendimento;
  • Pontos de retirada;
  • Serviços de delivery;
  • E-commerces;
  • Lojas físicas;
  • Chatbots.

Exemplos Omnichannel 

Algumas empresas são referência em estratégia de Omnichannel no Brasil e no mundo. Hoje, apresentaremos três delas para você (apesar de sabermos que você já as conhece). São elas:

1. Magalu 

A gigante do varejo Magazine Luiza conta com cerca de 1.400 lojas físicas espalhadas pelo Brasil, além de contar com um e-commerce referência em vendas que gera um terço do faturamento geral da empresa. 

A Magalu utiliza estratégia de Omnichannel com maestria.
A Magalu utiliza estratégia de Omnichannel com maestria.

E não é à toa: a Magalu tem investido pesado na digitalização do varejo, oferecendo, assim, vitrines virtuais em lojas físicas e a possibilidade de entrega e retirada nas lojas, claramente, uma grande estratégia Omnichannel. 

Para impactar ainda mais esse plano, a Magazine Luiza criou um aplicativo com a Cielo que consiste no seguinte: se você é um lojista e vende algum dos produtos do site, pode ganhar comissões de até 8%. 

Legal, não é? Tudo interligado! 

2. Amazon

Não tem como falar de Omnichannel e não citar a Amazon. 

No que toca a essa estratégia em marketplaces, a referência é a empresa do Jeff Bezos, que põe o cliente no centro e busca a perfeição da aplicação do Omnichannel.

Amazon utiliza Omnichannel como estratégia de negócio e apresenta resultados surpreendentes.
Amazon utiliza Omnichannel como estratégia de negócio e apresenta resultados surpreendentes.

É o maior site de vendas do mundo e conta com mais de 512 lojas físicas, conectando o mundo digital ao “real”. 

Além disso, a Amazon tem investido no que podemos chamar de “supermercado do futuro” uma realização plena do Omnichannel, que consiste na criação da Amazon Go, loja inteligente formada pela junção da Inteligência Artificial com Machine Learning: você entra na loja, pega o seu produto, sai e é cobrado automaticamente. 

Não sei você, mas nós estamos super ansiosos para ver uma loja dessas por aí! 

3. O Boticário

A prática de vendas do O Boticário é um ótimo exemplo de Omnichannel: enquanto antes eles só tinham lojas físicas e revendedoras, agora é completamente possível comprar diretamente pelo e-commerce. 

O Boticário utiliza o Omnichannel para integrar lojas físicas, revendedoras e e-commerce.
O Boticário utiliza o Omnichannel para integrar lojas físicas, revendedoras e e-commerce.

Como é tudo integrado, um cliente pode acessar o site, escolher o produto e comprar com a revendedora de sempre. 

<Leia também: Design de Interação: tudo que você deve saber sobre o tema/>

O que faz uma empresa ser Omnichannel?

Vamos conhecer os fatores que tornam uma empresa Omnichannel? 

Foco no cliente

Uma empresa Omnichannel precisa ter como objetivo principal a melhora no relacionamento com o cliente, transformando a experiência do consumidor em um dos pilares do negócio

A implementação da filosofia Customer Centric é, além de muito importante, norteadora nessas empresas.

Marketing 

Mais uma vez, o assunto é o foco no cliente. 

No entanto, quando se fala de marketing, o foco é manter uma fluidez na experiência do cliente em todo o universo da marca. Ou seja, isso abrange todos os canais de venda, de comunicação externa e afins. 

Canais de venda

Numa empresa Omnichannel o diálogo é diário e facilitado com o uso de tecnologias e processos. 

Dessa forma, as lideranças têm comunicação alinhada e passam para os funcionários de forma clara para que não haja ruídos que possam afetar a precisão do atendimento ao cliente.

Experiência do usuário

Nós já falamos muito sobre isso, mas devemos ressaltar: o Omnichannel busca a experiência perfeita para o usuário, independente do canal que ele tenha contato com a empresa. 

Nesses negócios, não só os canais são integrados, bem como a User Experience é integrada aos canais.

<Leia também: O que é Blueprint: como usá-lo para transformar a experiência do cliente/>

Importância do Omnichannel no mercado online e offline

Mais de 70% dos consumidores querem ter uma experiência Omnichannel: este é o resultado de um estudo recente da Manhattan Associates.

As barreiras que dividem o espaço digital do físico não existem mais, assim, a demanda para que haja uma integração entre os canais de vendas dos dois mundos está acontecendo.

É importantíssimo que as empresas estejam presentes no ambiente digital, a priori, visto que é assim que o público irá, muito provavelmente, conhecê-la e levá-la para o ambiente físico. 

O Omnichannel se faz relevante nesse momento porque você terá pessoas chegando no mundo offline após conhecerem a empresa no contexto digital, ou seja, a comunicação deve convergir perfeitamente nas duas áreas, principalmente no que toca ao atendimento.

Vantagens de construir uma estratégia Omnichannel

Você já conheceu muito do Omnichannel até aqui: que tal conhecer mais vantagens para implementar essa estratégia para já no seu negócio? 

Algumas delas são: 

  • Faturamento: o sinônimo do Omnichannel pode ser, definitivamente, cliente feliz e satisfeito. Assim, com uma jornada de compra incrível, novos pedidos irão acontecer, aumentando o faturamento como consequência;
  • Reputação da marca: bons comentários e boas avaliações irão surgir de clientes que tiveram ótimas experiências com a empresa. Assim, a reputação da marca tende a melhorar; 
  • Fidelização do cliente: nada melhor que ter uma experiência boa numa loja, não é? Nós sempre queremos voltar. Acontece a mesma coisa com os clientes: eles curtem ter uma vivência positiva em diferentes canais da mesma empresa e acabam se tornando fiéis. 

Principais desafios do Omnichannel

Assim como existem vantagens, a aplicação da estratégia de Omnichannel possui alguns desafios previsíveis. São eles: 

  • Comprometimento: para que a estratégia funcione, todos os níveis da empresa precisam estar engajados, empenhados e comprometidos com o projeto;
  • Revisão, revisão e mais revisão: reveja cada processo da empresa ou departamento e o reestruture, agora o foco é o Customer Centric;
  • Mudança de mindset: os funcionários precisam entender que eles não só ganham quando comissionam, mas principalmente quando o cliente sai satisfeito independente do canal de atendimento.

Como construir uma estratégia Omnichannel?

Pode não ser fácil, mas não é impossível. Agora, nós te daremos os primeiros passos para que você possa implementar a estratégia Omnichannel no seu negócio ou na empresa que trabalha. 

Vamos lá? 

Integração de canais

Procure tecnologias que integrem todos os seus canais de forma efetiva para que o seu cliente não tenha que dar informações mais de uma vez para diferentes funcionários, por exemplo.

Identidade de marca

A sua marca precisa ter uma identidade! 

O seu consumidor precisa saber, claramente, que está entrando em contato com a sua empresa ao ver, especificamente, sua marca. 

É importante ter uma linguagem única e um atendimento padronizado em todos os canais: redes sociais, call center, lojas físicas e site.

Tecnologia é essencial

O Omnichannel precisa, indubitavelmente, de tecnologia. E de tecnologia de primeira. 

As informações precisam estar integradas, os canais de atendimento precisam ser gerenciados, o estoque precisa ser coordenado. Sem falar em pagamentos, devoluções e solicitações. Tudo isso precisa estar atualizado em tempo real e a tecnologia é o melhor caminho para alcançar isso.

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Saas: o que é Software as a Service?

A sigla, a princípio, pode causar estranheza. Mas é bem provável que você utilize algum tipo de SaaS mais de uma vez no seu dia a dia e nem se dê conta do que se trata.

Netflix, Spotify e LinkedIn são alguns dos exemplos mais comuns, assim como Microsoft Azure, Amazon Web Services (AWS) e Google Cloud Platform, provedores de serviços relacionados à computação em nuvem (cloud computing).

Se no passado era preciso gastar fortunas com a compra de softwares e licenças, hoje nunca foi tão fácil contratar serviços. Existem diversas empresas que fornecem as mais variadas aplicações de forma remota.

Mas, afinal, do que se trata o termo SaaS, quais as vantagens, desvantagens e como aplicar na minha empresa? Confira a resposta para estas e outras perguntas abaixo.

O que é SaaS?

SaaS é derivado do inglês e quer dizer Software as a Service. Mas também pode ser chamado de software baseado em nuvem, software sob demanda ou software hospedados.

Esse tipo de negócio surgiu a partir da necessidade de se obter respostas cada vez mais imediatas e acabou revolucionando o consumo dos usuários e o jeito com que as marcas disponibilizam suas soluções.

O SaaS nada mais é do que uma forma de ofertar softwares e aplicações de tecnologia como um serviço por meio da internet e licenciado por um modelo de assinatura.

Hoje, a maioria das empresas SaaS dependem da cloud computing para ofertar seus serviços no mercado, a partir da nuvem.

Dados da Gartner, empresa de consultoria, indicam que 48% dos entrevistados que estão investindo em dados e análises selecionaram o software baseado em nuvem como uma das três principais áreas de investimento, conforme a pesquisa de líderes de produtos de tecnologia emergente de 2021.

Por ser virtual e eletrônico, podendo utilizar ou não uma rede, o SaaS não requer de um grande espaço físico para que o negócio possa se estruturar.

Como funciona o Software as a Service?

No passado, era preciso pagar caro por um CD para ouvir poucas músicas. Hoje é possível ter acesso a milhares de álbuns, por um preço mais acessível, através da assinatura de um serviço de streaming, como o Spotify.

Essa é a lógica do Software as a Service. Ou seja, não é mais necessária a compra de licenças ou a instalação e atualização de softwares.

É o provedor que concede, gratuitamente ou não, acesso ao seu serviço, que está baseado na nuvem e, por isso, pode ser utilizado de qualquer lugar e a qualquer momento.

As empresas SaaS é que gerenciam esse acesso e mantém a estrutura de segurança de dados, conectividade e servidores necessários para o serviço.

Atualmente, o Software as a Service é considerado a forma mais difundida da tecnologia de cloud computing. Muitos sistemas corporativos, como CRMs e ERPs, operam dessa maneira, bem como os webmails, considerados um dos primeiros serviços em nuvem.

Benefícios

Os Softwares as a Service podem ser muito vantajosos tanto para quem decide contratá-los quanto para as empresas que prestam esse tipo de serviço. Entre os benefícios do SaaS, estão:

  • Investimento inicial baixo: é possível ter acesso a todas as funções e sofisticações dos modelos tradicionais de software, porém, sem os encargos regulares de manutenção, taxas e custos iniciais de licença e de infraestrutura;
  • Facilidade de acesso e implantação: a utilização dos Softwares as a Service se dá por meio de qualquer computador ou dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar, normalmente via conexão com a internet e da computação na nuvem;
  • Comodidade: a empresa interessada na contratação de um SaaS não precisa instalar, manter e atualizar hardwares ou softwares. As atualizações e manutenções dos serviços acontecem automaticamente, uma vez que estão na internet;
  • Customizações e integrações com outros sistemas: é possível comprar pacotes adicionais ou customizar o serviço para aumentar ainda mais a sua eficiência. Além disso, a maioria dos provedores oferece integração com outros sistemas;
  • Atualizações rápidas: a empresa SaaS é a responsável por gerenciar os upgrades e as atualizações, bem como a disponibilidade do serviço. Assim, não é preciso se preocupar em fazer download, instalar o aplicativo, nem mesmo adicionar hardware e software em caso de crescimento da base de usuários;
  • Segurança: outra vantagem do SaaS é a alta disponibilidade e a proteção contra perda de dados, já que tudo está sincronizado na nuvem e é facilmente atualizado entre dispositivos.

Desvantagens

Embora apresente diversas vantagens, o Software as a Service também tem suas desvantagens, as quais precisam ser consideradas na hora da contratação desse tipo de plataforma.

A questão da segurança é uma delas. Ao mesmo tempo em que é possível resgatar dados na nuvem, podem ocorrer problemas de gerenciamento de identidade e acesso se o SaaS não tiver uma boa proteção.

Outra desvantagem é a dificuldade de personalização, assim como acontece com outros tipos de softwares padrão. A adaptação, no entanto, vai depender da solução SaaS selecionada e suas opções de configuração fornecidas.

Normalmente, o SaaS é licenciado com base em uma assinatura, que costuma ser mensal ou anual, o que pode representar mais uma dificuldade.

Também há a necessidade de treinar os colaboradores que vão utilizar a ferramenta, o que demanda tempo e, não raro, recursos financeiros.

Por ser utilizado ao mesmo tempo por várias pessoas, muitas delas sem conhecimento aprofundado em TI, há um maior risco de falha humana, especialmente no início da implementação.

De acordo com um estudo da Gartner, 95% das falhas de segurança na nuvem são causadas justamente por comportamento inadequado daqueles que utilizam o provedor.

Empresas SaaS: o que são?

Cada vez mais, fornecedores de softwares têm migrado para o modelo de negócio SaaS, exatamente pelos benefícios citados acima, além do fato de que garante receitas mais previsíveis.

Uma pesquisa da Navis, publicada em 2020, estima que a adoção de SaaS pela indústria cresça 67% nos próximos cinco anos.

A empresa que fornece o SaaS gerencia toda a estrutura de middleware e hardware e tem a responsabilidade de garantir a disponibilidade e segurança de dados.

Basicamente, cinco fatores essenciais caracterizam as empresas SaaS:

  • Hospedagem de aplicativos na nuvem;
  • Produtos facilmente extensíveis, ou seja, um mercado online onde os clientes possam baixar as integrações que desejam;
  • Flexibilidade e escalabilidade: possibilidade de implantar o aplicativos de software em pequenas e grandes empresas;
  • Catálogo de preços, juntamente com recursos predeterminados, os quais variam de acordo com o número de usuários integrados;
  • Facilidade de implementação e a não necessidade de manutenção: a empresa fornece o suporte de treinamento ou até mesmo implantação gerenciada. As empresas SaaS simplificam a manutenção fornecendo atualizações over-the-air (OTA) por meio da nuvem.

Exemplos de empresas que usam SaaS

O mercado global de SaaS deve atingir US$ 99,99 bilhões entre 2021 e 2025, segundo estudo do ReportLinker e algumas empresas muito provavelmente estarão na vanguarda desse crescimento.

Confira abaixo exemplos de empresas internacionais e nacionais que usam SaaS.

Internacionais

Confira alguns exemplos de empresas SaaS internacionais:

  • Adobe
  • Dropbox
  • Gmail
  • MailChimp
  • Microsoft Office 365
  • Salesforce
  • ServiceNow
  • Slack
  • ZenDesk
  • Zoom

Nacionais

No Brasil, São Paulo é a capital SaaS, seguida por Santa Catarina e Minas Gerais, de acordo com o Brazil SaaS Landscape Research. Alguns exemplos são:

  • Resultados Digitais
  • VTEX
  • Pipefy
  • Contabilizei
  • Runrunit
  • Gympass
  • Rock Content
  • Conta Azul
  • Zero Paper (Quickbooks)

Quais as vantagens de apostar em SaaS na sua empresa?

A tendência é que a popularidade do SaaS, que já é o serviço mais usado no mercado de cloud computing, cresça ainda mais, por se tratar de um tipo de negócio que simplifica processos e reduz os custos para o cliente.

Esse modelo é muito indicado para empresas que necessitam de acesso remoto a serviços como e-mails e gestão de redes sociais.

O SaaS também pode fornecer dados e estatísticas sobre os clientes da empresa que o contratou, o que pode ser muito útil para a estratégia de negócio.

Nos próximos anos, a expectativa é que o mercado de computação em nuvem continue crescendo em dois dígitos. À medida que a nuvem se expanda, continuará a revolucionar a maneira como as empresas criam e operam aplicativos.

Se você quer dominar os conceitos de armazenamento em nuvem, a Faculdade XP tem um bootcamp online de Arquiteto de Cloud Computing. Entenda como os principais provedores do mercado funcionam, os diferentes modelos de serviços, os recursos utilizados e saiba como projetar soluções de armazenamento, dados, servidores, backup, monitoramento e mais.

Multitasking: entenda o que é e por qual razão não ser assim

Qual é o significado de Multitasking? Nada mais é do que poder executar várias tarefas em simultâneo. Pode ser útil em alguns momentos de precisão, mas também pode causar vários aspectos negativos no âmbito pessoal e profissional.

Como cada caso é um caso, há pessoas que se dão bem assim e já outras, não.

Se você for alguém organizada(o) e que consegue gerenciar seu tempo de forma eficiente, não há mal algum em realizar várias atividades simultaneamente. Mas, se precisar de foco ou tiver dificuldades, isso pode causar condições mental e física ruins.

Entenda ao longo do que conteúdo o que é Multitasking (multitarefa), vantagens, desvantagens de um profissional assim e impactos na saúde mental e física. Boa leitura!

Qual o significado de multitasking?

Ser Multitasking é a habilidade de executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. As pessoas multitask conseguem dividir sua atenção entre várias atividades e, geralmente, são mais produtivas do que aquelas que se concentram em uma única tarefa. Contudo, não há comprovações disso.

Já na área de informática é quando um computador executa dois programas simultaneamente.

Ser considerado um profissional multitask é bom?

Foi o tempo que ser assim era uma vantagem. Atualmente, isso não é recomendado mais.

Isso porque, traz impactos negativos no rendimento do trabalho. Afinal, “ser ágil” não significa “ser eficaz”. Quando há comparações, o profissional tradicional indica ser mais produtivo do que alguém multitasking, que alterna de atividades duas vezes mais em comparação aos demais.

<Leia também: conheça as 10 soft skills mais valorizadas pelo mercado />

Quais as principais formas de multitasking?

Os principais tipos são:

  • Multitasking;
  • Troca de contexto;
  • Resíduos de atenção.

Quais os seus impactos?

O colaborador multitasking traz como resultado a diminuição da qualidade das tarefas designadas, demora para término das atividades, tem estresse e ainda causa impactos na memória de curto prazo.

Já a troca de contexto é quando se concentra menos e perde tempo.

Os resíduos de atenção é quando mesmo que você tenha finalizado uma tarefa, ainda fica pensando nela. Logo, não consegue relaxar.

<Veja: o que é a Gestão de Processos e como ela funciona na prática />

Multitasking: entenda o que é e, porque você não deve ser assim. (Fonte: Pexels)

Por que ser multitarefa pode ser prejudicial?

Ser multitarefa pode ser extremamente desgastante, tanto para o cérebro quanto para o corpo. Quando estamos constantemente saltando de uma tarefa para outra, não temos tempo para processar completamente nenhuma das informações que estamos recebendo. Isso pode levar a erros e omissões.

Também nos deixa mais suscetíveis ao estresse e à fadiga, pois o cérebro fica sobrecarregado tentando acompanhar o ritmo. Além disso, um profissional assim também pode diminuir a produtividade, afinal, é mais difícil concentrar-se em uma única tarefa quando se está constantemente saltando de uma para outra.

Aumento do estresse

Pensar e fazer muitas coisas ao mesmo tempo pode causar estresse porque pode ser difícil gerenciar todas as responsabilidades, ainda mais no ambiente corporativo.

Como melhorar isso? Faça uma lista de tarefas para ajudar a organizar as atividades e priorizar o que é mais importante. Também é importante ter tempo para relaxar e descansar, para que o corpo e a mente possam recarregar.

Favorece erros

Como já dito anteriormente, os profissionais multitarefas podem causar erros nas empresas ao:

Não focar em uma tarefa de cada vez

Quando os profissionais tentam fazer muitas coisas ao mesmo tempo, não conseguem focar em nenhuma tarefa, o que pode levar a erros em relação aos detalhes ou aspectos maiores.

Não fazer pausas

A pessoa multitarefa pode se levar ao esgotamento se não fizer as pausas necessárias. Isso pode levar a erros, bem como à diminuição da produtividade, impactando o setor e demais ambientes corporativos.

Ausência e ruídos de comunicação

Quando os profissionais estão constantemente alternando entre as tarefas, eles podem esquecer de se comunicar com sua equipe, o que pode levar a falhas de comunicação e erros internos entre os colaboradores.

Prejudica a memória

Fazer muitas tarefas ao mesmo tempo, pode sobrecarregar seu cérebro e levar ao esquecimento. Quando seu cérebro está tentando fazer malabarismos com muitas coisas, pode ficar facilmente confuso e ter problemas para reter informações.

Isso pode ser especialmente problemático se você estiver tentando aprender novos assuntos ou concluir uma tarefa complicada. Para evitar isso, tente se concentrar em uma coisa de cada vez, e faça divisões das tarefas complexas em etapas menores e mais gerenciáveis.

Entenda mais

Você sabia que interromper uma tarefa para se concentrar repentinamente em outra pode ser suficiente para interromper a memória de curto prazo? Isso é o destaque um estudo de 2011.

Quando pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos Estados Unidos, pediram aos participantes que estudassem uma cena, mas depois mudaram abruptamente para uma imagem diferente, as pessoas de 60 a 80 anos tiveram mais dificuldade do que as de 20 e 30 anos para se desconectar da segunda imagem e lembrar detalhes sobre a primeira.

À medida que o cérebro envelhece, dizem os pesquisadores, fica mais difícil voltar aos trilhos após um breve desvio.

Ser multitasking pode ser vantajoso?

Depende da pessoa e do contexto, claro.

Geralmente, a maior vantagem de ser uma profissional multitarefa é a versatilidade. As pessoas com esse perfil conseguem lidar com diferentes tarefas em simultâneo, sem perder o foco ou a qualidade do trabalho.

Elas também são capazes de se adaptar rapidamente a mudanças no ambiente de trabalho e de se adaptar a novas situações. Outra vantagem é que profissionais multitarefa tendem a ser mais criativos, pois precisam lidar com múltiplas fontes de inspiração.

<Leia também: o que é Análise SWOT e como criar a sua />

Dica: como não ser multitasking e fazer as coisas com calma?

Primeiro, é importante identificar as tarefas que precisam ser realizadas durante o expediente. Uma vez que as demandas foram determinadas, é importante fazer um checklist para completá-las no seu tempo ou conforme as datas de entrega.

Quando você tem um plano ou checklist, você pode trabalhar com mais calma e eficiência. Seja realista e dê-se tempo para descansar e relaxar entre as tarefas. Além disso, faça alongamentos, levante-se do espaço de trabalho e beba água.


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Como conseguir um investidor anjo? Dicas para ter sucesso

Quantas vezes você pensou em abrir um negócio, mas desistiu por falta de dinheiro para tirar aquela ideia do papel? Às vezes, só o que você precisa é conseguir um investidor anjo que acredite no projeto, assim como você acredita.

Basicamente, um investidor anjo é uma pessoa que utiliza seu próprio dinheiro para dar aporte financeiro a uma empresa que está começando ou que precisa de melhorias para alavancar seus resultados.  

“Interessante… Mas como se destacar e conseguir um investidor anjo em meio a tantas ideias inovadoras que surgem diariamente em todo o mundo?”, você deve estar se perguntando nesse momento.

Bem, de fato conseguir um investidor anjo não é uma tarefa tão simples. Por isso, preparamos esse artigo com o objetivo de ajudar você, empreendedor! 

Nele, vamos falar trazer um passo a passo, além de dicas valiosas, de como construir e apresentar um projeto para atrair um, ou mais, investidor anjo para o seu negócio.

Boa leitura! 

Como conseguir um investidor anjo?

O investidor anjo é uma figura muito comum nas startups — empresas com modelo de negócio moderno que buscam emplacar uma ideia inovadora no mercado.  

Conseguir um investidor anjo é um processo longo, que envolve conhecer seus clientes em potencial, pesquisar o mercado de atuação, conversar com profissionais da área, entre outras questões. 

Ou seja, é um trabalho de pesquisa, preparação e dedicação que pode ser transformador quando você enfim conseguir um investidor anjo.  

Qual o momento certo para buscar um investidor anjo?

O momento mais indicado para iniciar a procura por um investidor anjo é depois que você já estruturou seu plano de negócio e conseguiu validar a sua ideia, provando que o seu modelo de negócio é viável e que pode ser rentável. 

Além de se certificar que o seu negócio está com a fase de validação bem consolidada, uma outra dica antes de procurar um investidor anjo é a seguinte: prepare uma versão teste do seu produto e faça o depósito no INPI caso o produto precise ser patenteado. 

Requisitos para procurar um investidor anjo

Identificar o momento certo para procurar um investidor anjo não basta para conseguir alguém que dê o aporte necessário para sua empresa. Existem alguns critérios que precisam ser atendidos antes de dar início a sua jornada em busca de um investidor anjo.

Abaixo, listamos quais são os requisitos que as empresas precisam cumprir:

  • Apresentar algum tipo de inovação, seja no produto ou serviço, no modelo de negócio, no processo de fabricação ou até mesmo na comercialização do produto;
  • Busca por aporte financeiro entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões;
  • Faturamento abaixo de R$ 1 milhão por ano;
  • Mercado-alvo expressivo, que movimenta mais de R$ 500 milhões por ano;
  • Modelo de negócio que não pode ser copiado com facilidade pelos concorrentes;

Além desses requisitos, é importante que a empresa tenha um Mínimo Produto Viável (MVP) ou pelo menos um desenvolvimento que mostre a capacidade de execução do negócio.  

O que um investidor anjo busca no negócio?

Geralmente, os investidores anjo são profissionais bem sucedidos que procuram novos negócios para apoiar e diversificar os seus investimentos.

Por se tratar de um negócio com objetivo de retorno financeiro, os investidores anjo escolhem aqueles projetos que têm potencial de crescimento. Normalmente, eles acabam optando por investimentos para startups porque elas atendem às suas expectativas.   

Conseguir um investidor anjo é o sonho de muitos empreendedores
Para conseguir um investidor anjo é preciso um bom planejamento e um excelente plano de negócio para a sua ideia inovadora.

Mas, para além do retorno financeiro, quando um investidor anjo escolhe dar aporte para um negócio ele também está pensando no impacto positivo que aquilo pode ter na sociedade.   

Setores mais procurados para investimento

Existem diversos tipos de empresas no Brasil, tais como Microempreendedor Individual (MEI) e Sociedade Limitada (Ltda). Dentro desses tipos, existem diversos setores, como alimentos, educação, tecnologia, entre outros.

Nessa lista de setores, os mais procurados por investidores anjos  no Brasil, de acordo com o “Raio-X do Investimento em Startups” da AMCHAM, são os seguintes:

  • Agritechs: voltadas para o agronegócio;
  • Healthtechs: voltadas para a área da saúde;
  • ESG: voltadas para iniciativas ambientais, sociais e de governança;
  • Logtechs: voltadas para o setor de logística e a área de transporte;
  • Vendas ou salestech: voltadas para a execução de estratégias de vendas;
  • Indtechs: voltadas para o desenvolvimento de novas tecnologias para fabricação inteligente;
  • Smartcities: voltadas para o desenvolvimento de soluções para problemas urbanos;
  • SaaS (Software as a Service): voltadas para a criação de soluções tecnológicas modernas e integradas por meio da internet;
  • Construtech: voltadas para a área de construção civil;
  • Martechs: voltadas para o marketing e a tecnologia em busca de melhorar performances;
  • Govtechs: voltadas para soluções tecnológicas que resolvam problemas da gestão pública.

Qual a importância do investidor anjo?

O investidor anjo é uma figura super importante porque ele impulsiona empresas que, a partir do aporte do investidor, conseguem movimentar a economia do país com a geração de empregos e arrecadação de tributos.

Juntamente com o aporte financeiro, os investidores anjo também auxiliam na gestão empresarial com a sua expertise e a sua rede de contatos. Dessa forma, a empresa consegue acelerar ainda mais o seu crescimento.   

Onde encontrar um investidor anjo?

Geralmente, a maneira mais eficiente de conseguir um investidor anjo é estabelecendo contato com pessoas próximas ao investidor que podem fazer a mediação entre vocês. Assim, você pode ser apresentado diretamente a ele. 

Mas, se você não tem esses contatos, uma maneira é participar dos mesmos eventos que os investidores anjo, como palestras e cursos. Nesses eventos, você pode tentar um contato para apresentar o seu projeto para aqueles investidores que têm o perfil mais alinhado com a sua ideia.     

Por fim, uma outra abordagem, talvez menos eficiente, para encontrar um investidor anjo é a seguinte: tentar contato com o investidor anjo que você deseja através da internet. Por exemplo, enviar e-mail com o seu projeto para que ele possa conhecer a sua proposta.  

Exemplos de investidores anjo no Brasil

Apesar das leis LC n.º 123/2006 e LC n.º 155/2016 que incentivam o investimento anjo, no Brasil ainda são poucos os empresários que atuam como investidores anjos.

Abaixo, trouxemos alguns investidores anjo reconhecidos no país:

  • Gávea Angels: atua no Rio de Janeiro;
  • Floripa Angels: liderada por Marcelo Cazado;
  • São Paulo Anjos: liderada por Cassio Spina;
  • Bossanova Angels: sediada em São Paulo com escritório no Vale do Silício;
  • Harvard Business School Alumni Angels of Brazil: sediada em São Paulo.

Como apresentar o projeto para o investidor anjo?

Uma das ferramentas utilizadas por quem deseja vender algo, seja um produto ou uma ideia, como é o caso dos empreendedores que estão em busca de investidor anjo, é o pitch. De forma resumida, o pitch é uma apresentação curta, de 3 a 10 minutos, que tem o objetivo de vender uma ideia e atrair investidores e parceiros para o negócio.   

Para fazer um bom pitch e atrair um investidor anjo, listamos 5 coisas que não podem faltar na sua apresentação:

  • Qual problema a sua solução inovadora vai resolver;
  • Qual o seu modelo de negócio;
  • Expectativas de crescimento no mercado que sua solução está inserida;
  • Projeções financeiras para os próximos 5 anos;
  • Condições e termos de aceite.  

Além desses itens, é importante que na sua apresentação você se prepare para perguntas dos investidores anjo e esteja pronto para respondê-las. 

Dicas de como conseguir um investidor anjo

Agora que você já tirou todas as dúvidas sobre investidor anjo, está na hora de colocar a mão na massa e partir em busca do seu investidor.

Por isso, aqui preparamos 3 dicas úteis que vão ajudar você a conseguir um investidor anjo com mais facilidade:

1. Crie um plano de negócios

Em primeiro lugar, você precisa construir um plano de negócio para a sua empresa. É no plano de negócios que você define o principal objetivo da empresa, bem como qual estratégia vai ser adotada e quais as metas precisam ser concluídas para alcançar o objetivo.  

Normalmente, um plano de negócio contém as seguintes informações:

  • Análise do seu próprio negócio, com pontos fortes e fracos;
  • Estudo dos concorrentes;
  • Mercado de atuação do seu negócio;
  • Planos financeiro, operacionais e de marketing;
  • Teste e validação das ideias com clientes.

2. Desenvolva um bom planejamento do seu negócio

Além de criar um plano de negócios, você precisa criar uma apresentação da sua empresa. Essa apresentação é essencial para que você consiga despertar o interesse de investidores anjo para o seu produto ou serviço.

Por isso, não tenha preguiça e se dedique bastante para entregar uma apresentação de qualidade.  

Normalmente, um bom planejamento de negócio busca responder aos investidores interessados as seguintes questões:

  • Características e diferenciais do seu produto ou serviço;
  • Perspectivas de negócio, como por exemplo qual o faturamento esperado, quanto é necessário investir, em quanto tempo deve começar a ter retorno, etc;
  • Plano de negócio com as ações que serão realizadas em um determinado espaço de tempo.

3. Busque investidores anjo

Por fim, com o plano de negócios e o planejamento bem definidos, o próximo passo é sair em busca de investidores anjo dispostos a investir no seu negócio. 

Atualmente, existem diversas plataformas, como a Anjos do Brasil, que fazem a mediação entre empresas e investidores anjo e podem facilitar esse processo de busca por um investidor.

Além das plataformas, outros locais indicados para conseguir investidores é em grupos de investidores anjo, em rodadas de investimentos e também em concursos e eventos que buscam fomentar novos negócios. 

Com essas dicas, esperamos que você consiga atrair investidores anjo para tirar a sua ideia inovadora do papel e transformá-la em uma startup unicórnio que vai transformar a vida de milhares de pessoas. 

Para aprender a montar um bom plano de negócio, o MBA de Gestão Exponencial da Faculdade XP pode te ajudar. Nele, você aprende criar, liderar e fazer a gestão de grandes projetos. 

O que são Construtechs? Conheça empresas que estão mudando o futuro do país!

O ramo de startups vem revolucionando o mercado. A cada dia mais e mais empresas, de diversos setores, surgem com essa estrutura que foca na inovação e tecnologia. Um desses exemplos são as construtechs, voltadas ao ramo da construção civil. 

Segundo a Associação Brasileira de Startups, o número de startups no país foi de 4.151 para 12.727, no período de 2015 a 2019, o que representa um aumento de 207%.

Provavelmente, você já ouviu falar nas fintechs e healthtechs, que são as startups mais conhecidas no mercado. Nubank, Gympass, Stone, Airbnb são alguns exemplos de startups unicórnios.

Agora, o foco está nas construtechs e nas vantagens que trazem ao mercado. Elas chegaram ao país com o conceito de mudar a forma de pensar na construção, destacando-se pela criação de soluções mais ágeis, otimizando tempo, dando mais resultados e reduzindo os riscos

Neste artigo você vai entender os principais detalhes desse modelo de negócio e os motivos para se investir. Confira!

O que é uma Construtech?

Já presente em diversas regiões do Brasil, as construtechs são um estilo de startup do setor de construção civil. Elas têm o objetivo de resolver problemas, agilizar processos e melhorar a qualidade dos serviços, sendo que pensados para estrutura organizacional, o gerenciamento e as edificações das construções. 

Podem atuar tanto dentro como fora dos canteiros de obra, desde mineradoras, empreiteiras e incorporadoras até o consumidor final, o que possibilita crescimento para o futuro do setor. 

Seu surgimento ocorreu por vários motivos, como:

  • Gastos superiores ao esperado;
  • Falta de orçamento no meio do processo;
  • Dificuldade de monitorar as equipes;
  • Baixo rendimento;
  • Entre outros.

Como funciona?

Ela funciona como uma espécie de empresa que entrega valor a sua necessidade de forma tecnológica, rápida e revolucionária, pois usa as melhores ferramentas e soluções para atingir o objetivo contratado.

Ou seja, as construtechs fazem com que os procedimentos sejam modernizados e realizados da melhor maneira possível. 

Por isso, ao uma empresa contratar outra, é necessário que se avalie as formas de gestão para que a construtech agregue valor ao trabalho, pois será preciso desenvolver estratégias de implementação para que a nova ferramenta realmente seja utilizada.

Assim, essas soluções são implementadas de forma fluida e de conhecimento de toda a equipe. 

Diferença entre construtech x proptech

Engenheiros de uma construtech.

Embora parecidas, cada startup tem suas características. Enquanto as construtechs estão relacionadas ao mercado de construção civil, as proptechs são focadas no mercado imobiliário. Ou seja, elas não oferecem soluções para obras, mas sim para os materiais necessários para a construção civil.

No entanto, existem construtechs que trabalham especificamente para o mercado imobiliário, por isso normalmente gera confusão. 

Portanto, tanto construtechs como proptechs atuam no mesmo mercado, mas em diferentes pontas.

De qualquer forma, ambas buscam melhorar os processos das empresas por meio da tecnologia, seja com inteligência artificial, softwares, blockchain e outras ferramentas. 

Principais Construtechs do mercado

YUCA

É modelo de coliving, ou seja, de moradia colaborativa, que busca facilitar o aluguel, retirando as etapas burocráticas do processo. Aqui a pessoa compartilha casas, mas com uma boa experiência e quartos privativos. 

Uliving

Empresa que aluga quartos e camas, mas de uma forma diferente. Ela segue o conceito de hospedagem estudantil internacional, onde oferecem a possibilidade de uma locação de forma digital e menos burocrática. 

Além disso, também tem um melhor espaço para viver com acesso a áreas de convivência e ambientes planejados.

Prevision

Uma plataforma peculiar de gerenciar obras. Ela consegue analisar e gerar um planejamento dos projetos de obra, com mais eficiência e segurança. A ferramenta também permite um acompanhamento em tempo real e a utilização de gráficos e informações relevantes para uma tomada de decisão.

Livehere

Plataforma digital de locação de imóveis para universitários, oferecendo qualidade, segurança e conforto. 

LAR.app

É uma administradora de condomínios que usa tecnologia para levar transparência, economia e eficiência para o mercado. Ela já é considerada uma proptech que reduz custos da gestão e permite que condôminos tenham acesso aos gastos. Além disso, otimiza processos e melhora a eficiência e burocracia costumeira do setor. Atualmente, administra mais de 60 condomínios no país.

inGaia

Um marketplace do ramo imobiliário, onde corretores, imobiliárias e incorporadoras se conectam diariamente para consolidar parcerias. É como se fosse um CRM e ERP para que os players do setor possam gerenciar seus leads, contratos, compras e vendas.

Gabster

Uma plataforma que mantém a conexão entre todas as cadeias da construção civil, auxiliando na construção, reforma e decoração. Ela usa de um sistema que conecta diversas indústrias para estruturar e planejar os métodos a serem usados, tornando o processo mais produtivo.

EmCasa

Plataforma do mercado imobiliário para compra e venda de imóveis residenciais, que oferece auxílio e desburocratiza todas as etapas do processo.

CrediHome

É uma plataforma de crédito que atende a cadeia imobiliária, fazendo uma ligação entre bancos e operadores de crédito para construção, reformas, decoração e compra. Além disso, também conecta compradores e vendedores de imóvel com a melhor opção de crédito.

AutoDoc

É uma empresa que oferece soluções mais eficientes e digitalização nos projetos do setor de construção civil, em todas as etapas do processo. Ela usa de um sistema próprio que garante, em tempo real, uma melhor produtividade e agilidade nos processos.

Quais os benefícios de uma construtech no mercado?

Que a tecnologia traz grandes benefícios ao cotidiano não é uma novidade. E quando falamos de construtechs, os impactos no setor de construção civil são enormes. 

Ao utilizar do seu serviço, é possível garantir não apenas mais agilidade na obra, como também:

  • Processos mais ágeis e simplificados;
  • Centralização de toda a comunicação;
  • Melhora da qualidade de vida dos colaboradores;
  • Previsão de possíveis problemas;
  • Criação de soluções de fácil acesso;
  • Digitalização de todos os documentos do projeto;
  • Redução do desperdício de materiais;
  • Controla e facilita a gestão da obra, podendo ser acessada de qualquer lugar;
  • Maior geração de confiança para o cliente;
  • Redução de toda a burocracia;
  • Facilita a compra de materiais e locação de equipamentos;
  • Maior previsibilidade em análises de risco.

Assim, as construtechs conseguem atender às suas necessidades, estruturando e otimizando processos, tornando-a mais completa e de qualidade maximizada.

Inovação no setor de construção civil, você já conhecia?

Agora você já sabe como as construtechs estão dominando o mercado e facilitando a vida em sociedade sobre o setor de construção civil. 

Se você busca ingressar nesse ramo e promover uma melhor gestão exponencial com sua equipe. Veja como o curso de pós-graduação da Faculdade XP pode lhe ajudar.

Gestor de Big Data: o que é e o que faz esse profissional?

Na frase “você não pode gerir aquilo que você não mensura” o autor dela pode ser, definitivamente, um Gestor de Big Data.

O Big Data é conhecido como um processo de análise e interpretação de alto volume de dados. No entanto, ele não faz tudo sozinho. Se faz necessário um profissional que tome a frente dessas análises e interpretações. 

Ele é conhecido como Gestor de Big Data. 

Vamos conhecê-lo?

O que é Gestor de Big Data?

É o profissional que gere o processo de Big Data, ou seja, as demandas de análises e interpretações de dados em grande volume. 

Esses dados são todos aqueles que estão disponíveis online sem sigilo. Independente do volume de dados, eles estão ao alcance do Big Data e, assim, podem ser alocados conforme interesse. 

Em suma, o Gestor de Big Data usa esses dados para obter insights sobre diversos temas como comportamento dos consumidores e tendências do mercado de trabalho, por exemplo. 

Assim, é possível ter, como resultado, decisões mais assertivas e rápidas.

Como surgiu a profissão?

Foi na Agência Espacial Norte-Americana (NASA), que o Big Data nasceu, lá em 1990.

Chegou um momento que os tradicionais limites computacionais da época não conseguiam descrever alguns grupos de dados complexos e a solução para isso era usar o Big Data.

Alguns anos depois, o modelo de definição do Big Data foi fechado. Ele pode ser resumido em 7 V’s: 

  1. Volume;
  2. Variedade;
  3. Velocidade;
  4. Valor;
  5. Volatilidade;
  6. Veracidade;
  7. Visualização.

E para chegar a completa eficiência, o Gestor de Big Data passou a ser parte essencial nos processos.

Gestor de Big Data analisando e interpretando dados
O Gestor de Big Data é fundamental para analisar e interpretar uma abundância de dados.

O que esse profissional faz?

Chegou a hora de entender de maneira mais pontual, ok? Vamos lá! 

As ações desse profissional são: 

  • Coleta de dados: como nome já diz, é a fase de reunião e armazenamento de informações em alto volume; 
  • Integração dos dados: ou seja, cada dado é tratado da maneira específica de sua composição, ou seja, aqui nascem categorias de dados, por exemplo;
  • Análise dos dados: aqui, os dados passam a se tornar informações. Importante ressaltar que o profissional de Big Data é indispensável e precisa ter o suporte de Machine Learning e Inteligência Artificial;
  • Interpretação dos dados: a última fase é onde o profissional tira insights das informações e as transforma em estratégias que darão à empresa vantagem competitiva.

Importância do Gestor de Big Data para a tecnologia

Questione-se: um dos objetivos do Big Data é trazer novas oportunidades para a empresa, então, do que adianta ter um alto volume de dados disponíveis, se você não sabe o que fazer com eles, nem muito menos interpretá-los? 

O que um profissional é capaz de fazer com os dados é o que dita a real importância do Big Data. 

Portanto, quando se fala de tecnologia, não adianta ter ótimos frameworks ou ter até mesmo a combinação deles, como Big Data + Analytics, se não terão profissionais altamente especializados para manuseá-los para trazer insights das interpretações resultantes. 

Mercado de trabalho para um Gestor de Big Data

Se você pensa em trabalhar como Gestor de Big Data, as startups e grandes empresas podem ser o seu lugar. Além de haver uma grande possibilidade de você trabalhar com clientes particulares em rotinas bem dinâmicas. 

Além disso, imagine a quantidade de informações geradas na internet. Agora pense: qual o profissional responsável por analisá-las e interpretá-las? Isso mesmo, o Gestor de Big Data, por isso a alta oportunidade de ter empregos na área. 

Empregabilidade do Gestor de Big Data

Ficou em dúvida em quais nichos de mercado um Gestor de Big Data pode atuar? Bom, alguns deles são: 

  • Recursos Humanos: ele pode ajudar na atração de talentos de forma mais assertiva;
  • Saúde: ajuda no processo de estruturação de informações;
  • Marketing: ele terá o entendimento do comportamento do consumidor;
  • Processos operacionais: ele trará informações que ajudarão na melhora e manutenção de processos organizacionais nos mais diversos tipos de empresas. 

Salário de um Gestor de Big Data

Segundo o Glassdoor, R$ 6.253,00 é a média mensal de um profissional de Big Data. 

E aí, curtiu?

Principais desafios para o Gestor de Big Data

Toda profissão tem desafios. No Big Data não seria diferente. Vamos conhecer alguns desafios que um Gestor de Big Data pode encontrar? 

  • Evolução das tecnologias constantemente: quando o Gestor pensar que se adaptou a uma maneira de trabalhar e de usar frameworks, as tecnologias se expandem e ele precisará se adaptar novamente de forma rápida;
  • Liderança: manter profissionais capacitados, sabendo coletar e interpretar dados, além de estarem sempre atualizados com as tendências;
  • Garantir segurança: o profissional de Big Data precisa blindar os seus dados processados contra ataques cibernéticos o tempo inteiro, portanto, foco na segurança da informação.

Vale a pena se tornar Gestor de Big Data?

Segundo esse estudo da Forbes, de 2015, 90% das empresas de nível grande e médio já investiam, naquele momento, em Big Data.

Com o passar dos anos, o cenário do Big Data brasileiro se preparou para uma grande expansão que se conecta com diversos fatores de negócio. 

Portanto, com essas duas afirmações, já dá para entender que a tendência é que o mercado brasileiro de Big Data cresça e siga os passos dos Estados Unidos, que já são referência em número de profissionais da área. 

Como se tornar um Gestor de Big Data?

Comece estudando — e muito! A maioria dos profissionais que se tornam Gestores de Big Data têm, normalmente, alguma capacitação em Tecnologia da Informação, Ciências da Computação e Data Science, por exemplo. 

Em suma, o primeiro passo é estudar. 

Principais habilidades

Desenvolver as habilidades necessárias para o cargo pode ser uma grande oportunidade de se destacar ao entrar no mercado de trabalho. 

Algumas das soft e hard skills requeridas para esse profissional são: 

  • Hard Skills: entendimento de tecnologia, formação na área, línguas estrangeiras;
  • Soft Skills: liderança, criatividade, gestão de pessoas e habilidade de tomar decisões de maneira rápida e eficiente.

Qual faculdade fazer para se tornar um Gestor de Big Data?

Não existe formação acadêmica específica para trabalhar com Big Data e, por sua vez, ser um Gestor de Big Data. 

Áreas como Estatística, Ciência da Computação e Tecnologia da Informação são muito comuns quando analisadas as formações dos profissionais de Big Data.  

Se você já é de alguma dessas áreas ou é formado em outra, mas quer entender mais sobre esse mundo, a Pós-Graduação em Ciência de Dados da Faculdade XP foi feita para você!

Não perca tempo e se capacite em uma das áreas mais procuradas pelo mercado.

Confira 10 dicas de como ser promovido no trabalho e decole na carreira!

Não importa quanto tempo você tem de carreira ou as habilidades que possui, saber como ser promovido no trabalho é uma questão que sempre deixa sua cabeça fervendo, não é? E não pense que você está sozinho nessa: muitos profissionais sentem a mesma apreensão. Mas o que fazer para mudar?

Existem muitas respostas e possibilidades, mas nem todas elas dependem diretamente de você. Para ajudá-lo neste processo, aqui neste artigo reunimos 10 dicas que todo profissional deve saber para se destacar e aumentar as chances de decolar na carreira. Confira!

Como funciona o processo de promoção no trabalho?

Não existem leis ou regras que determinam como deve ser uma promoção. Neste caso, fica a critério de cada companhia definir seus próprios parâmetros.

Por outro lado, esse é um tema que tem despertado cada vez mais interesse entre os profissionais e, por isso, muitas empresas vêm implementando programas de desenvolvimento e promoção para se destacar entre esses candidatos.

Embora cada uma delas tenha suas próprias condições e parâmetros, é comum que esses processos incluam rodadas de avaliações, sendo:

  • Autoavaliação;
  • Avaliação dos pares;
  • Avaliação dos gestores.

Em complemento a essas avaliações, é comum também que as organizações incluam rodadas de feedbacks. Assim, é possível ajustar a rota do profissional e, ao mesmo tempo, identificar suas expectativas e habilidades. Apontamentos construtivos por parte do seu gestor fazem a diferença entre líder e chefe.

O que os chefes costumam considerar na hora de promover um funcionário?

Também não existem critérios definidos que ajudem um gestor a promover seus colaboradores. Porém, há alguns aspectos que acabam sendo fundamentais. Entre os dois principais, podemos citar soft skills e hard skills

O primeiro está atrelado com os seus conhecimentos técnicos. Ou seja, habilidades que levam em conta o que você faz no dia a dia, como dominar o uso de uma ferramenta, extrair relatórios, executar tarefas, entre outros.

Já o segundo diz respeito às habilidades de comportamento, seja na forma que você se relaciona com as pessoas ou lida com pressão, por exemplo. Juntos, esses dois fatores são essenciais na avaliação do seu chefe. 

Confira 10 dicas de como ser promovido no trabalho

Para ajudar você a saber como ser promovido no trabalho, separamos a seguir algumas dicas que podem ser importantes para o seu próximo passo profissional e na construção do seu plano de carreira. Confira:

1. Conheças as práticas de promoção da empresa

Entender um pouco mais sobre a cultura da companhia fará o caminho ser mais rápido. Isso porque quando você conhece os valores da empresa, pode mostrar para o seu gestor que é um profissional que veste a camisa. A consequência disso é a construção de uma imagem de comprometimento e de uma pessoa que se mostra empenhada em atingir os resultados esperados pela empresa.

2. Saiba o que seus gestores esperam de você

Muitos profissionais acabam se limitando e fazem apenas aquilo que são contratados para fazer. Apesar de não ser errado, passa uma ideia errada sobre comprometimento para os gestores. Eles esperam que você sempre faça além do que você precisa fazer.

Uma boa ideia é propor novos projetos, dar ideias e trazer soluções para problemas que podem ajudar não só o seu time, mas outras áreas também.

< Leia também: Gestão de carreira. Como ela pode contribuir para o seu crescimento profissional. />

3. Encontre um mentor para melhorar sua performance

Em quase todas as áreas da empresa, sempre existe aquela pessoa que é referência dentro de uma equipe. Aproveite essa experiência e procure se espelhar tanto nas entregas como no comportamento desse profissional. Caso ele dê liberdade, tire um tempo para conversar, trocar ideias e pedir conselhos. Essa mentoria vai mostrar situações diferentes das que você lida no dia a dia, além de ajudar na sua evolução.

4. Saiba receber feedbacks

Um dos principais erros profissionais é não saber lidar com os feedbacks negativos. O famoso “é errando que se aprende”, portanto, é natural e fundamental na sua construção profissional. Nas conversas diretas com o seu gestor, tente levar os comentários dele pelo lado positivo. Pense que, no fim das contas, os apontamentos servem para você melhorar como profissional, e não o contrário. Saber ouvir é uma virtude super importante.  

5. Amplie suas habilidades

Um diferencial importante para você ser promovido é aumentar as suas habilidades. Se você não aprende coisas novas, a chance de ficar estagnado na carreira é muito grande. Portanto, seja uma pessoa curiosa, procure cursos que possam te ajudar no dia a dia e mostre que você está melhorando como profissional. Afinal, para ocupar um cargo melhor você precisa demonstrar que já está preparado. 

6. Seja proativo

Não espere receber as demandas para executar o seu trabalho. Você precisa mostrar que consegue ser auto-gerenciável também. Além disso, líderes têm a expectativa de que as pessoas não tragam somente problemas, mas que já venham com ideias para solucionar. Isso mostra uma boa dose de proatividade, podendo ser fator decisivo na avaliação do seu chefe quando ele pensar na sua promoção. 

7. Cuide do seu relacionamento interpessoal

Não basta ter apenas conhecimento técnico, entregar suas tarefas e superar as expectativas. A avaliação de um bom profissional passa também pela forma com que ele lida com as pessoas. Portanto, tente ser um colaborador que tenha bom relacionamento, seja com o seu time ou de outras áreas. Na maioria das empresas, tanto os critérios técnicos como comportamentais são cruciais na hora de uma promoção.

8. Entregue resultados

Além de tudo que falamos até agora, a entrega de resultados também é um fator preponderante na hora de uma promoção. Os gestores também devem olhar para as suas entregas e como elas tiveram impacto nos resultados. Nem sempre é fácil, mas superar as expectativas pode ajudar – e muito – para dar o próximo passo. 

9. Trabalhe seu marketing pessoal

Já parou para pensar no que as pessoas pensam de você? Muita gente não se importa com isso, mas no mundo corporativo é algo que pode fazer a diferença. Portanto, sempre que possível, mostre o resultado do seu trabalho para as pessoas. Com isso elas constroem uma imagem positiva sobre você. Mas tome cuidado para isso não soar como arrogância.

10. Tenha paciência

Não demonstre ansiedade, pois isso pode passar a impressão de imaturidade para o seu gestor. Vale ressaltar que a promoção nem sempre acontece no momento que a gente quer. Há uma série de coisas que são levadas em conta, como o momento da empresa. Se ela passou por um ano difícil financeiramente, mesmo que você tenha sido um excelente profissional, pode ser que a promoção não aconteça. Por isso, é fundamental ter paciência.

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Como ser um desenvolvedor iOS? Quanto custa para começar?

Os produtos da Apple são conhecidos por sua qualidade e alto preço. Com isso em mente, é lógico supor que trabalhar com tais dispositivos seja caro, concorda? Mas, será que é tudo isso mesmo?

Afinal, como ser um desenvolvedor iOS, quanto custa e como se tornar um?

Para esclarecer essas e outras dúvidas, elaboramos este post, apresentando o perfil do desenvolvedor Apple, o investimento inicial e como se especializar na área para trabalhar com um dos sistemas mais promissores do mercado. Boa leitura!

Como ser desenvolvedor iOS? O que é preciso para começar?

Muitos pensam que para começar a desenvolver para iOS é necessário ter as versões mais recentes do Macbook, iMac, etc. Porém, a verdade é que você não precisa comprar a última geração desses dispositivos.

É plenamente possível iniciar na área com equipamentos mais simples, tendo em vista que os produtos Apple levam anos para ficarem obsoletos. 

A seguir, apresentamos uma lista dos elementos necessários, para que você tenha uma noção mais precisa de quanto custa se tornar um desenvolvedor Apple.

< Leia também: Portfólio de desenvolvedor front-end: aprenda a criar o seu />

Quanto custa ser desenvolvedor iOS?

Para deixar o raciocínio mais claro, preparamos uma lista dos itens indispensáveis para quem quer desenvolver para iOS:

1. Equipamentos

Como vimos, para começar, você não precisa desembolsar uma fortuna comprando a última geração dos dispositivos Apple. Você pode começar com equipamentos usados. 

Seguindo essa premissa, um Mac-mini atualmente custa cerca de R$ 2.819,00. Quanto ao monitor, não se preocupe, pois não precisa ser a tela cara da Apple. Você pode utilizar o do seu próprio PC ou comprar um mais em conta.

Além deste, você pode precisar de um dispositivo móvel. Assim, podemos pegar como base um iPhone 8, que está na faixa de R$ 1.300,00. Porém, também é possível usar versões anteriores, economizando ainda mais.

Vale destacar ainda que, dependendo do seu app, não é tão importante ter um device físico, uma vez que se pode testar muita coisa nos simuladores.

2. Perfil de desenvolvedor Apple

Além dos equipamentos, para ser um desenvolvedor iOS, como você deve imaginar, também é preciso ter uma conta Apple, que dá acesso a recursos avançados e permite distribuir seus apps na plataforma, disponibilizando-os para o mundo todo.

A assinatura do Apple Developer Program custa US$ 99 por ano, que convertendo para os valores atuais, fica em R$ 511,94.

3. Treinamento

Como em qualquer área de atuação, para ter sucesso com desenvolvimento iOS, você precisará adquirir conhecimento. Ou seja, estudar para se especializar e se manter por dentro das boas práticas do setor.

Porém, em um primeiro momento, você não precisa se preocupar em gastar rios de dinheiro com isso.

Há muito material na internet para quem está começando a programar. Portanto, aproveite essas oportunidades para dar seus primeiros passos.

Contudo, se você possui essa base inicial, é importante buscar cursos mais específicos, que contribuam para aprimorar seu aprendizado e aperfeiçoar sua prática.

Tendo essa lista como base, chegamos à conclusão de que o custo para iniciar e se tornar um desenvolvedor Apple é de aproximadamente R$ 4.630,94.

Perceba que o investimento inicial não é tão alto como dizem por aí. Apesar de ser o básico do básico, é o suficiente para quem quer começar a desenvolver para iOS.

Claro, se você tiver um budget maior, pode investir um pouco mais e melhorar a configuração do seu Mac-mini, ou até mesmo comprar um Macbook. Porém, saiba que isso não é prioritário.

< Leia também: Como aprender programação? Descubra que é simples! />

Como se especializar em desenvolvimento para iOS?

Este é um setup básico para quem quer saber como desenvolver para iOS. É fato que dá para melhorar, mas a ideia aqui é mostrar que atuar neste setor não é tão caro quanto dizem por aí.

Após iniciar, com o retorno do desenvolvimento dos apps, nada impede que você invista em upgrades para seus equipamentos, não é mesmo?

Agora que já vimos os requisitos mínimos para programar aplicações focadas em dispositivos Apple, chegou a hora de saber como aperfeiçoar seus conhecimentos neste ramo.

Afinal, como ser desenvolvedor iOS sem qualificação, não é mesmo? 

E a gente pode te dar aquela força, com nossas formações focadas no desenvolvimento mobile para iOS:

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Se você curtiu este texto, compartilhe com seus amigos que atuam na área, assim todos ficam sabendo como ser desenvolvedor iOS, e você ainda contribui para desmistificar a ideia de que desenvolver para Apple é algo absurdamente caro.