Não é segredo que o mercado de tecnologia tem aberto cada vez mais espaço para novos profissionais. Falando especificamente da área de dados, as oportunidades são promissoras, com crescimento de mais de 500% na demanda. O problema, no entanto, é que muita gente não sabe exatamente o que faz um analista de dados. Assim, também não se prepara corretamente para seguir na carreira.
Para ajudar você a atingir seus objetivos e a ingressar nesse mercado, preparamos um conteúdo especial. Nele, falamos como surgiu a profissão e o que faz um analista de dados, incluindo suas principais atividades.
O que faz um analista de dados?
Imagine que uma confeitaria deseja acrescentar novos doces ao seu cardápio. Para que as opções escolhidas façam sucesso entre os clientes, o dono fez algumas análises prévias. Entre elas, os sabores mais consumidos e o valor médio gasto a cada compra.
A função do analista de dados é basicamente essa. Tomar decisões a partir de dados coletados. Mas não pense que é tão simples quanto parece.
No universo da tecnologia, uma grande quantidade de informações é coletada e armazenada em sistemas complexos e com linguagens específicas. Por isso, um dos papéis desse profissional é o de traduzir as informações. Em resumo, ele as recebe, traduz, analisa e gera insights valiosos para os negócios.
De onde surgiu essa profissão?
Assim como no exemplo da confeitaria, a análise de dados sempre esteve presente na sociedade. Porém, diante de uma demanda cada vez maior de informações provocada por eventos como o da transformação digital, a profissionalização se tornou necessária.
Os primeiros passos dessa carreira foram dados no cenário acadêmico. Por volta de década de 1960, quando um grande volume de dados começou a circular nas universidades americanas, cientistas desenvolveram programas capazes de otimizar esse processamento.
Pouco tempo depois, a troca de informações aumentou consideravelmente, assim como a demanda por pessoas capazes de administrá-las. Assim nasceu o analista de dados.
Quais as principais funções o analista de dados?
De maneira ampla, as atividades desse profissional se estendem desde o recebimento dos dados até a geração de insights. Mas o escopo pode variar de acordo com o nível ou a empresa de atuação.
Veja algumas das principais atividades e como elas funcionam de maneira mais detalhada:
Obtenção de dados
Para isso, ele desenvolve ou implementa sistemas de coletas de dados e os sincroniza aos sistemas de captação da empresa.
Desenvolvimento e acompanhamento de KPIs
Para garantir que os dados obtidos sejam relevantes, o analista cria KPIs de acompanhamento.
Interpretação e análise
Após extrair os dados, ele faz cruzamentos e interpretações a partir das necessidades e estratégias do negócio. Para isso, usa ferramentas e técnicas estatísticas.
Geração de insights
Com os resultados das análises, o profissional identifica padrões e tendências do consumidor. Assim, pode gerar insights valiosos para o time de negócios, contribuindo com decisões mais inteligentes e rentáveis.
Limpeza de dados
A partir de indicadores de desempenho, o profissional identifica problemas e falhas de desempenho e os corrige. Além disso, nessa etapa ele também limpa e organiza os dados para descartar informações irrelevantes.
Quanto ganha um analista de dados?
Assim como todas as carreiras ligadas à área de tecnologia, a análise de dados é promissora financeiramente.
De acordo com o site Glassdoor, a média salarial de um Analista de Dados é de R$ 4.452. Esse valor pode variar conforme o nível de senioridade do profissional, ou seja, se ele é Júnior, Pleno ou Sênior, e também suas habilidades técnicas e a política salarial da empresa recrutadora, podendo passar de dois dígitos.
Mercado de trabalho: quais são as perspectivas para essa carreira?
Em um passado não muito distante, imaginar a comunicação em tempo real com qualquer parte do mundo era quase impossível. Com a cultura digital, as atividades online ganharam mais espaço e relevância.
Hoje, praticamente todas as empresas estão conectadas e interagindo com seus clientes e mercado. É por isso que a demanda por profissionais capazes de coletar e interpretar essas informações aumentou.
A criação de aplicativos, redes sociais, novos serviços financeiros e demais funcionalidades são essenciais para o funcionamento da sociedade. Para todos eles, um profissional de dados precisa estar disponível.
Assim, o mercado de trabalho para o analista de dados é promissor. E considerando que hoje essa posição ainda tem lacunas, se destacarão os que estiverem prontos.
Na Faculdade XP, o bootcamp de Cientista de Dados oferece uma visão completa sobre técnicas, conceitos e ferramentas para uma melhor coleta, armazenamento e interpretação dos dados. Com ela, o profissional desenvolve habilidades para atuar no banco de dados de qualquer empresa do país!
Assinaturas de streaming, compras on-line, empresas unicórnios, novas carreiras sendo criadas enquanto outras estão cada vez mais raras: essas são algumas características da economia digital.
Com os avanços tecnológicos e o uso dela para as mais diversas situações, o mundo dos negócios é impactado diariamente por essas mudanças. Afinal, para se ter vantagens competitivas hoje em dia, é quase indispensável investir no digital para alcançar mais clientes.
Por isso, se você tem vontade de empreender, esse artigo é para você! Nele você vai entender como funciona a digitalização da economia, os pilares da economia digital e as diferenças entre ela e a economia tradicional. Além disso, traremos dicas de como implementar a economia digital no seu negócio de maneira eficiente.
O que é Economia Digital?
Economia digital é um termo que se refere a todas as transações econômicas que acontecem no meio digital. Ela tem esse nome porque consegue, por meio de ferramentas e recursos tecnológicos, unir dados e processos em um único ambiente.
A economia digital consegue abranger qualquer tipo de atividade que seja suportada pela web. Desde atividades empresariais a atividades sociais ou culturais.
Ou seja, qualquer transação online, por mais simples que pareça, já movimenta a economia digital. Por exemplo, a compra da versão premium de um aplicativo ou a compra de um produto de alto valor, ambas fazem parte e têm a mesma importância na economia digital.
A partir dos anos 90, com a popularização da rede mundial de computadores, houve um crescimento das plataformas digitais e da importância delas em nossas vidas. Desde então, a economia digital veio se fortalecendo até chegar a potência que é nos dias atuais.
Economia Digital x Economia tradicional
Para que você consiga entender melhor como a economia digital vem transformando a economia de forma geral, preparamos um quadro. Nele constam as principais diferenças entre a economia digital e a economia tradicional:
Economia digital
Economia tradicional
Transformou os métodos de criações
Baseado em costumes e crenças
São negócios inovadores nos diversos setores econômicos
Geralmente são negócios que dependem da agricultura, caça e coleta
Utilizam muitos recursos tecnológicos
Sistemas econômicos subdesenvolvidos e produzidos em pequena escala
Como funciona a Economia Digital?
A economia digital funciona a partir da integração de diversos recursos tecnológicos. O seu objetivo é fazer com que o cliente consiga adquirir um produto ou serviço sem precisar ter o desgaste de deslocamento até o ponto físico.
Dessa forma, a economia digital atua como uma ponte entre empresa e cliente através da integração de elementos para a vendas. Por exemplo, em um único canal o cliente pode tirar dúvidas, conhecer os produtos e finalizar a sua compra.
Pilares da Economia Digital
Para a economia digital acontecer, ela necessita de três pilares: conectividade, excelência em execução e cibersegurança.
Conectividade
Por se tratar de um modelo que depende da internet e dos sistemas disponíveis a partir dela, a conectividade é essencial para a economia digital.
Por isso, invista em uma internet e em softwares de qualidade para conseguir transmitir uma boa experiência para o cliente.
Afinal de contas, como você vai conseguir fazer isso com uma conexão de baixa qualidade que não consegue atender as expectativas do cliente?
Excelência em execução
Trabalhar online requer planejamento e muita organização, principalmente quando se fala de vendas. Portanto, é importante estar sempre atento para executar as suas tarefas com excelência, mas sem perder a agilidade que a economia digital requer.
Economia digital é uma realidade e os negócios precisam se adaptar a ela.
Aqui, é importante também estar atento às novidades do mercado tecnológico. Assim, é possível fazer atualizações dos próprios sistemas com os novos softwares que ajudarão a agilizar os processos e torná-los cada vez melhores.
Segurança da informação
A segurança e proteção dos dados dos clientes é essencial na economia digital, principalmente porque envolve dados sigilosos e transações bancárias. Por isso, as empresas precisam ficar de olho na Lei de Proteção de Dados Pessoas (LGPD) e reforçar os seus sistemas de segurança.
Importância da Economia Digital
Com a correria do dia a dia, cada vez mais as pessoas estão em busca de comodidade. Por conta disso, as soluções ágeis, que conseguem resolver os problemas dos consumidoressem que eles tenham trabalho, se tornaram muito populares.
Para conseguir acompanhar essa tendência do mercado, as empresas estão investindo em economia digital. Isso porque a digitalização da economia ajuda na automatização de processos e torna o seu negócio cada vez mais competitivo.
Como a Economia Digital vem transformando o mercado financeiro e profissional?
Aqui, vamos fazer um exercício de observação.
Nos últimos anos, quando a cultura digital ficou ainda mais forte, você já parou para pensar em quantas coisas que conseguiu resolver com apenas alguns cliques? Por exemplo, um problema no banco ou a transferência de um valor alto para a compra de um bem que pode ser resolvido pelo aplicativo.
Ou nas oportunidades de trabalho que apareceram e você nunca imaginou? Seja por conta da distância ou porque era difícil conciliar alguns pontos da vida profissional com a vida pessoal, mas com o trabalho remoto tornou-se possível.
Essas são apenas algumas das incontáveis transformações causadas pela economia digital e de como ela está presente em nossas vidas mesmo sem percebermos.
Por que as empresas precisam se adaptar à Economia Digital?
Primeiramente porque a transformação digital em que estamos inseridos está cada dia mais forte. O que significa que estamos mudando nossas práticas e as formas de interação social, e cada vez mais realizamos coisas online por meio de ferramentas tecnológicas.
Atualmente, a economia digital segue a mesma lógica da economia de modo geral. Ou seja, ela é focada no consumidor e nos seus interesses, mas também nos lucros e nos custos para se manter uma empresa funcionando.
Apesar da grande concorrência no digital, quanto mais rápido você perceber a importância da digitalização da economia, maiores são as chances de alcançar um público maior e ter mais sucesso.
Impacto da Economia Digital nas empresas
As mudanças no modelo econômico impactaram diretamente o dia a dia das empresas, especialmente daquelas que não estavam ou ainda não estão inseridas no mercado digital. Afinal, com uma cultura digital cada vez mais forte, elas vivem em uma corrida contra o tempo para conseguir acompanhar a nova economia.
Abaixo, listamos os pontos positivos e negativos de investir em economia digital e como isso afeta o seu negócio.
Vantagens
É inegável a força da economia digital. Porém, você já parou para pensar no que ela nos oferece? Selecionamos algumas vantagens para você, empreendedor.
1. Mais informações sobre o seu público
Nos atendimentos onlines você consegue captar informações importantes sobre o seu público. Assim, você consegue conhecê-los melhor, ter uma comunicação mais direcionada e oferecer um atendimento cada vez mais personalizado.
2. Redução de custos para campanhas de marketing
Fazer propaganda na internet é bem mais barato do que nos meios de comunicação tradicionais, o que é positivo para quem está começando ou não tem tanto dinheiro para investir.
Em campanhas de marketing online você consegue ter uma maior segmentação do seu público a partir das informações que você tem sobre ele. Dessa forma, o seu produto ou serviço chega até aquela pessoa que já estava pesquisando e está interessada em algo parecido.
Além disso, você gasta menos e alcança um público mais assertivo, que pode se transformar em vendas para o seu negócio.
3. Ecommerce
Com as transações onlines, você tem liberdade para comercializar o seu produto para qualquer lugar do mundo de forma prática. A vantagem disso é que você pode economizar com aluguel de loja, já que não precisa de um espaço físico para mostrar os seus produtos.
Desvantagens
Agora que você já sabe os pontos positivos da economia digital, vamos abordar algumas questões que podem ser empecilhos para o seu negócio.
1. Desconfiança do cliente
Muitas vezes, por não poder fazer uma visita à loja para analisar de perto o produto que está interessado, o cliente tem um certo receio de comprar em lojas online.
Por isso, avaliações e comentários dos clientes são tão importantes para trazer um pouco mais de segurança às pessoas interessadas no seu produto ou serviço.
2. Falta de especialistas
Em alguns casos a economia digital requer processos complexos. Principalmente para desenvolver softwares ou desenvolver aplicativo da sua marca.
Entretanto, o mercado de tecnologia enfrenta um déficit de profissionais. Por isso, às vezes os processos podem não ser bem executados ou ter um alto custo de produção, além do que você pode investir no momento.
3. Problemas técnicos
Por todas as operações serem feitas online, se a plataforma que você usa para vendas apresentar algum problema, isso se torna sinônimo de prejuízo.
Por exemplo: recentemente, Facebook, Instagram e WhatsApp ficaram fora do ar por seis horas. Essa instabilidade gerou, além de um prejuízo de US$ 7 bilhões para Mark Zuckerberg, mas também acarretou um prejuízo para pequenos comerciantes que utilizam as plataformas para venda dos seus produtos.
Apesar de algumas desvantagens, é inegável quantas inovações a digitalização da economia nos proporciona. Em geral, vale mais a pena você investir em economia digital do que se manter longe desse novo mercado que é o futuro da economia global.
O que considerar na Economia Digital para abrir um negócio?
Se você está pensando em abrir um negócio ou até mesmo modernizar um negócio que já existe, aqui vão algumas dicas do que você precisa ficar de olho na hora de fazer essa transição para a economia digital:
1. Adapte-se ao mobile
Antes de mais nada, é importante que você busque adaptar o seu negócio para a versão mobile, já que boa parte das boas partes das pessoas acessam a internet por meio de smartphones ou tablets.
Ter um canal de vendas adaptado para o mobile faz com que o seu site seja mais responsivo e tenha um carregamento mais rápido. Dessa forma, você consegue reter melhor os usuários.
2. Valorize a experiência do cliente
Pensar na usabilidade do cliente vai muito além de uma adaptação do site para a versão mobile. Afinal, de que adianta ter um site e ele não funcionar bem?
Por isso, você precisa pensar também na user experience (experiência do usuário). Um profissional da área trabalha para fazer com que o usuário tenha uma impressão positiva e se encante pelo seu produto ou serviço a partir dessa experiência.
3. Armazene os seus dados na nuvem
Diante do aumento de ataques cibernéticos nos últimos anos, para garantir a segurança do seu negócio, implemente sistemas e dados na nuvem. Assim, o seu banco de dados fica mais protegido e você ainda consegue acessá-los a qualquer instante.
Dessa forma, você, ou qualquer outra pessoa que trabalhe com você, consegue resolver urgências de maneira rápida e ágil em qualquer lugar do mundo.
4. Considere a adoção do modelo de trabalho home office
A adoção do armazenamento na nuvem traz consigo diversos benefícios. Um dos principais é a possibilidade de aderir ao trabalho home office.
Assim, sua equipe ganha liberdade geográfica, podendo trabalhar juntos, mesmo que estejam em lugares distintos.
Além disso, as pessoas ganham mais qualidade de vida e um maior equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional.
Muitas vezes, essas vantagens do home office passam a despertar o interesse de novos talentos que estão disponíveis no mercado.
5. Digitalize processos
Quanto mais automatizado for o seu sistema, mais rápida será a execução e menor a chance de erros nos processos. Além disso, os funcionários ficam livres para se dedicar a outras funções importantes e que exigem um pouco mais de cuidado e percepção humana.
6. Invista em Marketing Digital
Por fim, invista na sua presença digital para ser encontrado pelo seu público alvo. Para isso, o marketing digital é um excelente aliado!
Ter boas estratégias de marketing faz com que você consiga se relacionar com os leads, crie uma relação de proximidade com eles e seja sempre lembrado por aquele cliente.
E se você quer aprender e entender como funciona o marketing digital na prática, o Bootcamp online de Analista de Marketing Digital é uma imersão nesse universo. Nele você aprende a desenvolver estratégias de sucesso, a elaborar campanhas de marketing digital, mensurar resultados e muito mais.
Talvez você já tenha ouvido em algum lugar que “subir o arquivo para a nuvem” era mais seguro. Alguns celulares também contam com a opção de armazenar os arquivos automaticamente na nuvem para poder evitar ocupar o espaço da memória interna. Mas, afinal, o que é armazenamento em nuvem? Tem alguma relação com as nuvens do céu? Que tal aprender mais agora mesmo? Continue a leitura!
O que é armazenamento em nuvem?
O armazenamento em nuvem é um serviço que possibilita armazenar arquivos fora da máquina, usando a internet. Com isso, mesmo que o equipamento seja danificado de alguma forma, os dados ainda estarão seguros.
Eles também poderão ser acessados remotamente de qualquer lugar e até compartilhados em apenas alguns cliques, por meio de links. À primeira vista, o termo pode até assustar, mas, talvez, você até utilize um serviço de armazenamento em nuvem, só não saiba o que é e como ele funciona.
Por exemplo: você conhece o Google Drive, o OneDrive ou o Dropbox? Então você já conhece o armazenamento em nuvem.
Quando surgiu o armazenamento em nuvem?
O conceito de Cloud Computing (Computação em Nuvem) foi esboçado inicialmente em 1961, pelo cientista da computação John McCarthy no seu discurso noMassachussetts Institute of Technology. Apesar dessa tecnologia ainda não existir, ele já falava sobre a possibilidade da computação por tempo compartilhado.
Com isso, as pessoas poderiam usar somente o quanto precisassem e pagariam de acordo com esse período. Ele também defendeu que a computação seria um serviço de utilidade pública.
Na década de 1960 o físico Joseph Carl trabalhava na criação da internet e, ao buscar por utilidades para o computador, ele viu a possibilidade de conectar pessoas e viabilizar o compartilhamento de dados e comunicação em escala global. Quando surgiu a ARPANET, a predecessora da internet, a computação em nuvem começou a tomar forma.
Em 1997, o termo cloud computing foi usado pelo professor de sistemas de informação, Ramnath Chellappa. O termo “nuvem” era usado para se referir a internet, já que ela estava “no ar”. Dele, derivaram termos como “computação em nuvem” e “armazenamento em nuvem”. Ou seja, não tem a ver com as nuvens que estão no céu.
Não se sabe exatamente quando o armazenamento em nuvem foi aplicado pela primeira vez, mas as empresas passaram a comercializá-lo por volta dos anos 2006 e 2008. Uma das empresas responsáveis pela popularização foi a Amazon, com o produto Amazon Web Services (AWS).
Como funciona o armazenamento em nuvem?
As empresas que oferecem os serviços em nuvem contam com servidores que são armazenados nos data centers – locais físicos. Então, quando você salva o arquivo, ele é transmitido pela internet até os servidores e fica guardado até que o acesso seja solicitado pelo usuário.
O processo é feito muito rapidamente, mas, quanto melhor a conexão, mais rápido ele ocorre. Além disso, os arquivos podem ser alterados em tempo real e as versões dos servidores são atualizadas automaticamente.
Cada servidor tem um espaço de armazenamento muito grande, mas o cliente pode comprar apenas o espaço que precisar. Ao adquirir esse espaço, é criado um disco virtual nos HDs dos servidores, ou seja, um espaço reservado apenas para os armazenamentos daquele cliente. Veja abaixo um vídeo em que a Google mostra um dos seus data centers:
Google apresenta o seu data center por dentro e como ele funciona.
É confiável utilizar a cloud?
Sim.O armazenamento em nuvem é muito seguro. Normalmente, é usado mais de um servidor para guardar os arquivos. Assim, caso um apresente falhas, ainda existem “cópias” seguras. Além disso, os dados são criptografados, evitando que sejam acessados por terceiros sem autorização.
As empresas que prestam esse tipo de serviço também fazem a manutenção e trocam os HD’s dentro do período de validade. Com isso, se torna a segurança na nuvem muito mais eficiente do que em HD’s externos e arquivos físicos.
O serviço de cloud computing pode ser usado para muitas tarefas diferentes, seja para pessoas físicas ou empresas. O serviço de armazenamento em nuvem é um deles, sendo o mais básico dessa tecnologia, mas nem por isso menos importante. Eles podem ser encontrados em três tipos:
Nuvem pública: usuários de diferentes serviços acessam os mesmos servidores, que são compartilhados entre várias contas. Eles contam com políticas de controle de acesso, para evitar que uma conta possa afetar os outros usuários em caso de vulnerabilidade. Por ter esse compartilhamento, seu custo é bem menor;
Nuvem privada: criada geralmente por empresas, ela tem como benefício o controle da gestão de TI sobre os recursos. É possível criar e manter os ambientes conforme a necessidade. Como não há compartilhamento da infraestrutura física, tem um custo maior;
Nuvem híbrida: une algumas características da nuvem privada e da nuvem pública, combinando um data center local com a nuvem pública, para que dados e aplicativos sejam compartilhados entre eles.
Para quem a cloud é recomendada?
A cloud é recomendada para qualquer pessoa ou empresa. Por ser muito flexível, ela pode ser usada para guardar, desde documentos pessoais, fotos e vídeos, até arquivos confidenciais de grandes empresas.
Lembrando que o armazenamento é apenas uma das suas funções e ela também tem outras utilidades que incluem hospedagem de sites, backup de dados, desenvolvimentos e testes de softwares, análises de big data e muito mais.
Vantagens e desvantagens do armazenamento de nuvem
O armazenamento em nuvem oferece diversas vantagens, entre elas temos:
Facilidade de armazenamento: se antes era necessário ter um hardware para armazenar backups e arquivos, agora é possível apenas escolher entre uma das empresas que oferecem o serviço, sem se preocupar com manutenções e imprevistos;
Flexibilidade: é possível encontrar planos gratuitos de armazenamento básico e, para empresas ou necessidades maiores, é possível pagar apenas pelo espaço que precisa, podendo aumentar ou reduzir de acordo com a necessidade;
Facilidade de acesso: acesse os arquivos de qualquer lugar, em qualquer momento, apenas com acesso à internet;
Compartilhamento de dados: compartilhe arquivos com a equipe e faça edições em tempo real, sem precisar salvar diversas versões até chegar na versão final;
Segurança: após armazenar os arquivos em nuvem, mesmo se o seu dispositivo for danificado ou você não tiver mais acesso a ele, basta acessar o serviço em outro dispositivo e seus arquivos estarão lá.
Como desvantagem, podemos citar o fato da necessidade da conexão com a internet. Uma conexão ruim ou a falta dela pode causar problemas para acessar os arquivos.
Melhores ferramentas de armazenamento em nuvem
Existem diversas ferramentas disponíveis atualmente. Entre as mais conhecidas podemos citar o OneDrive, o Dropbox, o Google Drive, o iCloud e o Amazon Cloud Drive. Cada uma delas funciona de maneira muito similar e os preços variam conforme o tamanho do espaço para armazenamento oferecido.
Paga para utilizar a cloud?
Para necessidades pessoais, existem opções que oferecem um espaço limitado de armazenamento de forma gratuita. Veja abaixo quanto cada opção disponibiliza de espaço gratuitamente:
Google Drive – 15 GB;
iCloud – 5 GB;
Dropbox – 2GB;
Amazon Cloud Drive – 5GB .
Alguns contam com diferenciais, como o Amazon Cloud Drive que disponibiliza o armazenamento ilimitado de fotos para clientes do Amazon Prime e o Dropbox que permite aumentar o espaço para cada amigo que for indicado e criar uma conta.
Futuro do armazenamento em nuvem
Esperava-se que o armazenamento em nuvem fosse evoluir, mas a pandemia de Covid-19 acelerou muito o processo. Muitas empresas passaram a se preparar para desenvolver sistemas baseados em nuvem, facilitando, entre outras características, o trabalho remoto.
Segundo o relatório do Google “Future of Cloud Computing”, 70% das empresas ou instituições vão estar ligadas à nuvem até 2029. A tecnologia 5G chega para impulsionar ainda mais essa evolução. Com conexão em tempo real, a interação entre os dispositivos e o servidor da nuvem será instantânea.
Além disso, a nuvem também tem atingido outras áreas, como os games em nuvem da Xbox Cloud Gaming e o Google Stadia, que dispensam o uso de um hardware potente e conseguem fazer com que computadores menos potentes rodem jogos mais avançados.
Trabalhar com cloud é uma das profissões do futuro
Com as empresas passando a usar a computação em nuvem para executar as suas operações, a demanda por profissionais especialistas na área tende a aumentar. Além disso, há também vagas nas empresas provedoras dessa infraestrutura.
Para trabalhar na área, é preciso contar com conhecimento mais aprofundado nessa solução. Por isso, fazer uma pós-graduação em cloud computing ou cursos na área é uma boa ideia. Se este for seu objetivo, nós podemos ajudar.
Na Faculdade XP temos diversos bootcamps na área que você pode acessar assinando o Multi+. Em poucas semanas, você pode se tornar profissional da área e entrar nesse mercado de trabalho promissor do universo da tecnologia.
Quem já acompanha e conhece bem o mercado de investimentos, certamente sabe o que é Smal11. Porém, se você ainda está começando a estudar sobre a bolsa de valores e nunca ouviu falar em Smal11, continue a leitura porque é importante você saber como esse fundo de índice funciona.
De maneira resumida, o Smal11 é um fundo de índice negociado na bolsa de valores que vem valorizando muito bem nos últimos anos. Inclusive, com um desempenho maior que o índice Ibovespa – o indicador mais importante do Brasil de desempenho médio das cotações das ações negociadas na Bolsa de Valores oficial do Brasil (B3).
Por conta dos bons resultados, preparamos este artigo para tirar todas as suas dúvidas sobre o Smal11. O que é, como funciona, quais as ações que compõem o Smal11, as empresas do Smal11 e como investir neste fundo.
Vamos lá?
Smal11, o que é?
O iShares Small Cap Fundo de Índice, ou apenas SMAL11, é um ETFs (Exchange Traded Funds) negociado na bolsa de valores. Ele é um fundo de índice que tenta replicar a performance da carteira teórica Small Caps antes das taxas e despesas.
Normalmente, as ações que compõem o Smal11 são comercializadas a um valor abaixo da média se comparados às ações de médias e grandes empresas. Por isso, são indicadas para quem está disposto a correr um pouco mais de riscos nos seus investimentos.
Quando foi criado?
O Smal11 foi criado em 2008. Atualmente, quem faz a administração desse fundo de índice é o Banco BNP Paribas, enquanto a gestão é feita pela BlackRock do Brasil.
Como funciona o Smal11?
Assim como todos os outros ETFs, o Smal11 tem como objetivo principal acompanhar a rentabilidadedo índice de referência. No caso do Smal11, é o índice SMLL da B3.
Em suma, o Smal11 funciona da seguinte forma: quando você compra uma cota deste fundo de índice, você está adquirindo uma parcela de patrimônio de cerca de R$1,681 bilhão do fundo que será aplicado nas ações que fazem parte da Small Caps.
Dessa forma, é como se você investisse em várias empresas com apenas uma cota do fundo de índice.
A gestão do fundo ocorre de forma passiva. Logo, 95% dos ativos comprados por esse ETF são ações que compõem o SML11, enquanto os 5% restantes podem ser aplicados em outros ativos dos mais variados tipos.
Um detalhe importante para entender melhor o funcionamento do Smal11 é que a compra das ações não ficam em seu nome e CPF. Entretanto, no fundo de índice e na B3, haverá o seu nome registrado como cotista do fundo e, portanto, proprietário de uma parte do patrimônio total do ETF.
Diferença entre Smal11 e BOVA11
Apesar de terem empresas em comum nas duas carteiras de investimento, o Smal11 e o BOVA11 são ETFs diferentes que não possuem nenhuma relação entre si.
Em primeiro lugar, é importante destacar que o Smal11 é composto por pequenas e médias empresas, enquanto o BOVA11 é formado por grandes empresas.
A outra grande diferença é que o Smal11 acompanha o índice SMLL da Small Caps da bolsa, já o BOVA11 acompanha o índice Ibovespa.
Dessa forma, no BOVA11 ficam concentradas em poucos setores da economia e normalmente as maiores empresas da B3 que compõem o BOVA11. Por exemplo, grandes bancos e empresas como a Petrobras.
No Smal11 já acontece o contrário. Ela é uma carteira de empresas menores, porém bem mais diversificadas. Por exemplo, encontramos companhias de aviação, varejo, construção civil, entre outras áreas.
Agora, a principal diferença entre eles é que o Smal11 é um ETF de maior volatilidade e o BOVA11 é um ETF de maior estabilidade. Ou seja, o Smal11 é mais sujeito a riscos de grandes prejuízos ou grandes lucros; já o BOVA11 não sofre tanto com essas oscilações, visto que as empresas são maiores e já consolidadas.
Característica do Smal11
Agora que você já sabe como funciona o Smal11, é hora de conhecer as principais características desse ETF.
Porém, antes de começar a falar sobre o Smal11 de fato, você precisa saber que ele tem características comuns a todos os fundos de índice. Por exemplo, a gestão passiva.
Abaixo, falamos um pouco sobre cada característica do Smal11:
Gestão passiva
Característica de todos os ETFs, a gestão passiva é uma forma que o mercado encontrou para criar fundos de investimentos com menores custos para os investidores. Assim, fica mais fácil para investidores iniciantes terem alternativas de investimentos que não requerem altas taxas de manutenção da conta.
A gestão passiva funciona da seguinte forma: 95% do seu capital é investido em ações do índice SMLL com objetivo de ter rentabilidade similar ao índice à medida que você deixa o seu dinheiro aplicado.
Taxa de administração
Assim como outros investimentos, no Smal11 é cobrado uma taxa de administração. Entretanto, a porcentagem cobrada nos ETFs é muito abaixo do percentual cobrado em outros investimentos.
Por exemplo, no Smal11 a taxa é de 0,50%, enquanto em diversos investimentos essa taxa pode chegar até 2%. Além disso, no Smal11 não são cobradas taxas de gestão e performance, enquanto em outros investimentos o investidor também é cobrado sob esse valor.
Alíquota
A alíquota é o percentual que será aplicado no cálculo do valor final do tributo que deve ser pago por uma pessoa física ou jurídica no Imposto de Renda.
No caso do Smal11 e demais ETFs, a alíquota do IR é recolhida quando o fundo é vendido com lucro, assim como as ações. Assim, 15% do lucro deve ser recolhido para o IR.
Aqui, é importante lembrar de dois detalhes importantes para não cair na malha fina:
O ETF não possui a isenção de imposto de renda para vendas abaixo de R$ 20.000,00 dentro do mesmo mês;
O recolhimento do IR é de responsabilidade do investidor.
Ações que compõem o Smal11
Atualmente, de acordo com os dados fornecidos pela carteira diária da B3, o SMLL é composto por cerca de 120 ações. Abaixo, listamos as 20 empresas com as ações que têm maior participação neste fundo de índice.
São elas:
TICKER
EMPRESA
PARTICIPAÇÃO (%)
EMBR3
EMBRAER
3,455
GOAU4
GERDAU MET
2,689
MULT3
MULTIPLAN
2,523
RRRP3
3R PETROLEUM
2,454
BRML3
BR MALLS PAR
2,449
SULA11
SUL AMERICA
2,275
RAIZ4
RAIZEN
2,166
STBP3
SANTOS BRP
2,083
ENBR3
ENERGIAS BR
1,894
SOMA 3
GRUPO SOMA
1,894
CIEL3
CIELO
1,816
FLRY3
FLEURY
1,778
GGPS3
GPS
1,745
ARZZ3
AREZZO CO
1,731
UNIP6
UNIPAR
1,698
YDUQ3
YDUQS PART
1,664
COGN3
COGNA ON
1,642
VIIA3
VIA
1,613
AZUL4
AZUL
1,574
Principais ações de acordo com a carteira da B3
Empresas do Smal11
As empresas que fazem parte da Small Caps são consideradas pequenas empresas, onde o valor de capitalização delas gira em torno de US$ 1 bilhão.
Para além desse valor, as empresas podem passar a ser consideradas Large Caps. Por exemplo, uma empresa com valor de capitalização maior que US$ 200 bilhões faz parte da carteira de Large Caps.
Como investir em Smal11?
Para investir em ações Smal11, é bem simples!
A negociação feita pela B3 é como investir em qualquer outro fundo de ações. Basta procurar por “Smal11” na homebroker da sua corretora e realizar a compra desse fundo.
É possível investir por meio da compra mínima de 10 cotas do fundo.
Se você ficou interessado em começar a investir, mas ainda não tem uma corretora, abra a sua conta na XP Investimentos e tenha acesso a uma variedade de produtos do mercado financeiro.
Vale a pena investir em ETF Smal11?
Se você está na dúvida se vale a pena ou não investir em Smal11, a resposta para você é: depende.
Primeiramente, você precisa saber qual o seu perfil de investidor e ter certeza que está disposto a correr riscos em relação ao seu dinheiro.
Logo em seguida, você deve ter em mente quais são seus objetivos. Por exemplo, eles são a curto, médio ou longo prazo?
A partir disso, você pode analisar qual melhor fundo ou ação para o que você deseja.
Para te ajudar a tomar essa decisão em relação ao Smal11, listamos abaixo as vantagens e desvantagens de investir neste fundo.
Vantagens do Smal11
A principal vantagem do Smal11 é a diversidade nos ativos de diferentes setores da economia.
Além disso, a praticidade para investir e as taxas menores que as taxas cobradas em outros fundos faz do Smal11 e dos ETFs um produto muito interessante para quem está iniciando ou quem procura outras opções no mercado de investimentos.
Desvantagens do Smal11
Apesar das vantagens, existem alguns pontos negativos que precisam ser considerados.
Em primeiro lugar, a alta volatilidade. Por se tratar de empresas menores que compõem a carteira dos ETFs, é comum as cotações subirem ou caírem em um curto espaço de tempo.
Em seguida, a cobrança de taxas. Apesar de ser normal a cobrança de taxas e a das gestoras dos ETF’s serem inferiores a de outros investimentos, o ideal é evitar ao máximo o pagamento de taxas para maximizar os seus lucros.
Por fim, a última desvantagem é o critério quantitativo para compor o pacote de empresas. Os ETFs consideram apenas números e regras pré-determinadas na seleção das ações.
Se você quer passar uma boa impressão, antes mesmo de ser chamado para uma entrevista de emprego ou estágio, é fundamental saber escolher o modelo de currículo (curriculum vitae) que usará, afinal, ele será a primeira impressão que os recrutadores terão a seu respeito.
Mas, qual é o modelo de currículo ideal? Para essa resposta é preciso considerar diversos pontos, como: o tamanho do currículo, que deve ter entre uma ou duas páginas, no máximo, onde precisam estar contidas informações relevantes sobre o seu perfil profissional, como sua escolaridade, cursos extracurriculares, voluntariados, prêmios, certificados e interesses.
Uma dica para a composição de um bom currículo é: seja sincero quanto as informações presentes no CV, afinal, nada pior que precisar explicar inverdades em uma entrevista de emprego.
Claro que apenas essas dicas não são o suficiente para você elaborar um bom modelo de currículo, por isso, reunimos aqui um compilado de informações que irão te ajudar na elaboração de um CV atrativo. Boa leitura!
O que é e para que serve um currículo?
Um currículo é um documento que apresenta as experiências, os estudos e as habilidades de uma pessoa. Ele serve para que empresas em busca de profissionais consigam avaliar as qualificações dos candidatos, por isso a importância de saber elaborar um bom currículo.
Além do currículo, algumas oportunidades solicitam que o candidato faça uma carta de apresentação. Entenda a seguir o que é essa carta.
O que é uma carta de apresentação e como fazer
Uma carta de apresentação para emprego é um documento que um candidato envia com o seu currículo para uma vaga de trabalho, trainee ou de estágio. Ela dá ao recrutador ou empregador uma primeira impressão do interessado (e futuro funcionário) e pode ajudar a destacar os seus pontos fortes e a experiência relevante para o cargo.
E como fazer uma boa carta de apresentação? Ela deve ser bem escrita, concisa e profissional. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a escrever uma carta de apresentação eficaz para o seu currículo:
1. Inclua informações relevantes sobre você e seu trabalho. Uma carta de apresentação deve ser direta e informativa. Inclua informações sobre sua experiência, habilidades e qualificações que sejam relevantes para o trabalho em questão;
2. Seja conciso. Uma carta de apresentação não deve ser longa ou desnecessariamente detalhada.
3. Use um tom profissional. Uma carta de apresentação deve ser escrita de forma profissional. Evite usar gírias ou frases informais.
4. Revise e edite sua carta. Uma carta de apresentação deve ser limpa e bem escrita. Revise e edite sua carta antes de enviá-la para garantir que esteja adequada.
Em uma entrevista de emprego, é importante ser profissional, pontual e estar preparado. É preciso demonstrar habilidades e conhecimentos relevantes para a ocupação, além de ter um bom senso de responsabilidade.
É essencial saber se comunicar de forma clara e objetiva, respondendo às perguntas da forma mais concisa possível. Não enrole o recrutado, ele pode perceber e você perderá a oportunidade.
Qual o melhor modelo de currículo no início da carreira?
O modelo de currículo ideal para quem não tem experiência profissional ou ainda não tem formações especificas, precisa conter informações de formações básicas, trabalhos remunerados já realizados, e soft skills que se relacionem com a vaga de interesse.
Além disso, todo conhecimento pode contar como experiência, por isso, é fundamental que o currículo seja bem elaborado.
Qual informação não pode faltar em um currículo?
Há dados básicos que precisam estar no currículo, como nome, bairro/cidade onde mora, estudos realizados e experiências profissionais.
Se você tiver indicações de referência de locais onde já trabalhou, sinalize o antigo gestor e coloque o telefone como contato.
As referências são importantes em uma entrevista de emprego, porque elas fornecem um meio para que os entrevistadores obtenham informações sobre os seus candidatos. Elas podem fornecer insights sobre as experiências profissionais do candidato, bem como sobre suas qualidades pessoais.
As referências também podem ajudar os entrevistadores a confirmar as informações fornecidas pelo candidato em sua entrevista. Confira os exemplos abaixo de como inserir tais dados:
Coloque ainda suas habilidades em soft skills e hard skills. Mas, qual a diferença entre elas?
Hard skills referem-se às habilidades técnicas que podem ser aprendidas através da educação ou da experiência, enquanto soft skills referem-se às habilidades interpessoais que são difíceis de serem ensinadas. Hard skills são mais fáceis de medir, enquanto soft skills são mais subjetivos.
Confira um guia do que você deve inserir no documento:
Nome em letra maiúscula ou destacado;
Dados pessoais;
Objetivo;
Escolaridade;
Qualificações;
Últimos trabalhos;
Cursos realizados;
Habilidades.
Sobre a formatação use as dicas abaixo:
Fonte Arial ou Times New Roman;
Fonte no tamanho 11;
Espaçamento entrelinhas 1,5;
Margens de 1,5;
Coloque uma divisão clara entre seções; faça isso deixando o título em negrito.
O que não colocar no currículo
É preciso tomar cuidado, pois muitas vagas são divulgadas no intuito de obter dados pessoais de profissionais, por isso, existem algumas informações que você não deve inserir no seu currículo. Confira quais são elas:
RG ou CPF;
Número da CNH;
Endereço completo;
Nome dos pais;
Foto 3×4 (coloque somente se a oportunidade exigir).
Não existe um modelo de currículo ideal, pois isso varia conforme a área de atuação e as preferências das empresas. No entanto, é importante que o currículo seja conciso, coerente e atualizado, para destacar as principais realizações e competências do candidato.
Além disso, não coloque só o nome, cargo e o período que ficou em algum trabalho. Descreva as atividades realizadas.
Pensando em te auxiliar, nós disponibilizamos dois modelos de currículos totalmente gratuitos para você:
Escolha algum de sua preferência e edite com suas informações;
Ao finalizar, clique no ícone de compartilhar e posteriormente em baixar.
Dicas para criar um currículo atrativo
Existem diversas dicas que podem ajudar na hora de preencher o currículo profissional. Algumas delas são:
Tente manter o currículo o mais conciso possível, focando nas experiências e habilidades mais relevantes para a vaga pretendida;
Evite utilizar termos genéricos ou clichês;
Não minta sobre suas experiências ou habilidades;
Coloque suas principais conquistas profissionais;
Utilize uma fonte de letra legível e deixe espaços entre as linhas para facilitar a leitura;
Revise o documento antes de enviá-lo, para garantir que não haja erros de português ou de digitação.
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Saber o que é ETF pode ajudar você a escolher um investimento com bom potencial de retorno. Essa é a proposta desse fundo de investimento que, embora tenha o nome complicado, é de fácil entendimento.
O ETF funciona de modo semelhante aos fundos de ações, o que difere é que este tipo de aplicação é realizado diretamente na B3, bolsa oficial do Brasil, por meio de um home broker, sistema que permite a negociação de ações e outros ativos financeiros por meio da internet.
Ficou curioso? Ao longo deste artigo vamos explicar como funciona ETF e se vale a pena para o seu perfil de investidor.
O que é um ETF?
Em tradução livre, ETF (Exchange Traded Funds) significa Fundos Negociados em Bolsa, ou seja, um fundo de investimento que aplica seus recursos em várias ações negociadas na bolsa de valores.
A diferença entre investir em uma ação específica de uma companhia e em um ETF é o modelo de administração.
Para ficar mais claro, vamos supor que você comprou ações da Petrobras e deseja negociá-las. Você então tem o direito de administrar o investimento como preferir, acompanhando sozinho o resultado e escolhendo os melhores momentos para vendê-las.
Com o ETF a situação é um pouco diferente, uma vez que você segue o desempenho das ações por meio de um índice de referência (como o Ibovespa, por exemplo), mas não pode escolher o futuro delas, pois nesse modelo a responsabilidade fica por conta de um gestor especializado.
Para investir no fundo, cada pessoa adquire uma cota de participação cujo valor varia conforme o produto. Ou seja,o investidor paga por essa cota de um fundo administrado por um gestor.
Então, como funciona um ETF?
Um índice é composto por ações de diversas empresas e refletem o desempenho do mercado. O índice Bovespa, por exemplo, é uma carteira composta por ações negociadas no Brasil, servindo como um parâmetro do mercado.
Assim, quando o índice se valoriza, o mercado financeiro aquece; por outro lado, quando o índice tem uma desvalorização, o mercado não sai como o esperado.
Nesse sentido, existem alguns tipos de índices comportamentais. O IDIV (Índice Dividendos BM&F Bovespa)), por exemplo, concentra ações com histórico invejável de pagamento de dividendos. O IMOB (Índice Imobiliário) é outro modelo, porém, focado em ações negociadas no setor imobiliário.
Vale ressaltar que os ETFs surgiram para facilitar o investimento desse conjunto de ações. Digamos que você queira investir em empresas de índice Bovespa. Neste caso, é possível entrar no site e adquirir as dezenas de papéis que compõem o índice, no entanto, essa aplicação gera trabalho e pode ter custo elevado.
Logo, os ETFS simplificam essa operação devido ao contato com um gestor especializado. Este, por sinal, irá adquirir as ações que fazem parte do índice e negociará as cotas de fundo. Caso o investidor deseje aplicar em todas as ações do Ibovespa, então ele comprará as cotas de um ETF composto pelas mesmas empresas do índice.
Isso representa mais tranquilidade e agilidade na hora de investir em um índice.
Como investir em ETF?
Se você acha que o ETF combina com seus objetivos, deve abrir conta em uma corretora de valores. Na sequência, você irá acessar o home broker, pesquisar pelo ETF desejado e escolher a quantidade de cotas. Por fim, coloque o seu valor de compra.
Na XP Investimentos, por exemplo, você tem a vantagem de criar uma conta, pois nosso passo a passo é fácil, além de que a nossa plataforma permite que você aproveite as oportunidades em poucos minutos.
Curiosidades
Durante a compra, o fundo será colocado sob custódia assim que o preço for atingido;
As ETF’s são negociadas de 10 em 10 cotas;
Em algumas corretoras, o custo cobrado é o de emolumentos e a taxa de liquidação
Quais são os tipos de ETFs?
A negociação em fundos de índice pode ser de renda fixa e renda variável. Veja a diferença:
ETFs de renda variável
Conhecidos como ETFs de ações, são compostos por ações que representam um índice reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários.
BOVA11
Um dos mais conhecidos ETFs brasileiros, o BOVA11 acompanha o Ibovespa, principal índice da Bolsa, representando 80% do volume negociado.
ETFs de renda fixa
Esses são ETFs de rentabilidade de índices de renda fixa compostas por títulos públicos ou privados.
Para investir em ETF, você precisa seguir o desempenho das ações por meio de um índice de referência.
Quais são as características de um ETF?
Os ETFs têm diversos benefícios que atraem novos investidores a cada dia. Vejamos quais são:
Diversificação
O ETF é uma ótima opção para quem deseja ter uma carteira de investimentos diversificada. Por não ser uma aplicação comum, é possível adicionar à carteira vários tipos de aplicações.
Baixo custo
Investir em ETF é vantajoso porque as taxas são menores comparadas a um investimento em ações individualmente. Logo, você pode escolher o ETF de sua preferência, investindo em um grupo de ativos uma única vez.
Transparência
Embora seja administrado por um gestor, todas as informações são apresentadas ao investidor, permitindo o acompanhamento e análise de cada rendimento.
Liquidez
Devido às negociações ocorridas nos pregões da B3, os ETFs facilitam a compra e venda de cotas. A liquidez, neste caso, é bastante favorável. Para fundos de renda variável, o prazo é de dois dias a partir da negociação, já em renda fixa, é de apenas um dia.
Praticidade
O ETF permite investir em um grupo de ativos de uma só vez em vez de escolher cada ação separadamente.
Qual é o custo do investimento em ETFs?
Investir em ETF não significa que você precise ter muito dinheiro em caixa, pelo contrário, pois hoje é possível negociar apenas uma cota, o que antes o limite inicial era de 10.
No entanto, é importante ficar atento às taxas de ETFs. Elas são três, confira:
Taxa de administração: varia de acordo com a corretora e o índice de referência. O lado positivo é que ela costumar ter um custo inferior comparado aos fundos tradicionais;
Taxa de corretagem: depende da corretora. Algumas não cobram a operação, enquanto outras exigem o pagamento referente à intermediação das negociações;
Taxa de emolumentos: taxas cobradas pela B3 e pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia quando uma operação é realizada.
ETF paga dividendos?
Semelhantes às ações e aos contratos futuros, o ETF é um investimento de renda variável, portanto, não é possível saber quanto receberá no final da aplicação, mas alguns fundos de índice pagam dividendos, ou seja, são compostos por ações de empresas que compartilham parte dos lucros da companhia com os acionistas.
No entanto, o valor dos dividendos não é entregue para o investidor, e sim, ao gestor do fundo que usará o rendimento para comprar mais ações.
Portanto, não espere que a distribuição dos dividendos entrem na sua conta. O lucro só será revertido para você a partir dos ganhos das ações de ETF compradas pelo gestor.
Esse detalhe deve ser levado em conta no momento em que você escolher o tipo de investimento, partindo do pressuposto de saber como funciona o mercado, as características, a dinâmica e os tipos de ganhos. Assim, você ficará mais consciente sobre o quão seu dinheiro está rendendo e o que você espera do investimento.
Enfim, vale a pena investir em ETF?
Após saber o que é ETF, é possível perceber que esse é um investimento prático e seguro, seja por investir em um grupo de ativos, como contar com um gestor especializado.
Mas, como citamos, é fundamental conhecer minimamente o mercado financeiro, pois se as ações do ETF estão em baixa, refletirá na rentabilidade do índice. Além disso, fatores externos como inflação, volatilidade do dólar e juros, influenciam no desempenho do fundo.
Em contrapartida, vale a pena investir em ETF quando o índice valoriza e suas ações têm bom desempenho.
Por essa razão, é fundamental analisar a hora certa para investir no índice ou em ações separadas. Logo, essa análise é bem construída com conhecimento do mercado de investimentos.
Por isso, como o ETF funciona com as ações negociadas na Bolsa de Valores, indicamos o curso feito especialmente para este segmento.
Em “Introdução ao Universo Trading“, você terá os primeiros passos para negociar ações e aprender a selecionar os papéis adequados de acordo com o seu perfil de investidor.
São cinco horas de estudos onde você irá conhecer o essencial sobre o mercado de capitais e começar a investir em renda variável com qualidade.
Hoje, a importância dos dados está não apenas na coleta e no armazenamento deles, mas principalmente em suas interpretações e entendimento do que eles podem dizer. A cada dia que passa, mais empresas se dão conta desse fato e investem em ações para isso, daí que entra a solução prática do Qlik Sense.
Você já conhece essa ferramenta?
Acompanhar os dados e as informações dentro de uma empresa é um fator que precisa sempre ser priorizado, pois são eles que vão dar a resposta de possíveis soluções de problemas em seus processos de trabalho.
Usar o Qlik vai lhe ajudar a alcançar isso, através de um método prático, intuitivo e simples de se utilizar.
Confira no artigo o que ele significa, quais são suas vantagens e as comparações com o Power BI e o Tableau.
O que é Qlik sense?
O Qlik Sense é uma ferramenta de dashboard, ou seja, de visualização de informação de um negócio, de forma que sirva para tomar decisões.
Em outras palavras, é uma página que explora profundamente todos os dados de suas ações que estão rodando na internet e mostra resultados de modo simples e instantâneo, contribuindo para o conhecimento sobre as oportunidades do negócio.
Por exemplo, você tem uma campanha rodando na internet e precisa entender o resultado que ela está tendo para realizar os próximos passos. Com o Qlik sense você conecta o que deseja e tem uma visão geral de tudo que foi feito com métricas relevantes.
Portanto, ele é uma espécie de integração de analytics avançado com troca de dados em tempo real, que permite um olhar profundo acerca dos dados para entender a real situação do negócio e tudo o que acontece no mercado.
E o melhor: é um aplicativo que qualquer um pode usar, revolucionando o mercado de business intelligence e análise de dados para melhorar tomadas de decisão.
Quais as vantagens dessa ferramenta?
O Qlik sense é uma plataforma bem simples e intuitiva. Não possui muitos mistérios e nem precisa de especialização em programação para utilizá-la.
Caso tenha certa dificuldade, dentro da própria ferramenta há o Qlik Help, que é uma parte de orientação detalhada de como começar e fazer seus primeiros passos.
Entretanto, é um método que traz muitas vantagens aos profissionais e as empresas, como:
#1 Vínculo de dados de qualquer fonte
Sua utilização permite a coleta de dados para transcrição e relatório de qualquer canal.
#2 Possibilidade de compartilhamento
Com seu fácil vínculo com qualquer fonte, outra vantagem é a possibilidade de criar visualizações únicas dos dados de acordo com a base de informação e compartilhá-las com outros interessados. O que contribui para a fácil acessibilidade e administração.
#3 Geração de relatórios simplificada
Consegue criar uma série de relatórios com o uso de vários filtros diferentes, facilitando a visualização de todas as relações entre os dados coletados por sua empresa.
#4 Exploração associativa e busca inteligente
A busca inteligente é uma forma de permitir que você consiga analisar seus dados e criar verificações sem a necessidade de conhecer sobre programação.
#5 Economiza Horas de trabalho Repetitivo
Como tem uma função de consolidação de arquivos em massa, torna todo o processo mais organizado e permite otimização do tempo e de recursos.
Qlik sense vs Power BI
Conforme dito anteriormente, o Qlik sense pode ser aplicado em qualquer tipo de organização que mantenha uma base de dados para análise e uma demanda de informação relevante para desenvolver o seu negócio. Além disso, funciona com diversas fontes e softwares.
No entanto, uma dúvida comum é qual a relevância e diferenças em relação a uma ferramenta de Power BI.
Enquanto o Power BI é um mecanismo SQL que lhe força seguir caminhos específicos e dados limitados, ou seja, para cada consulta, apenas uma fatia de seus dados é analisada, de modo que padrões e conexões não são descobertos, ele tem uma abordagem descentralizada.
Já o Qlik sense permite explorar todos os dados em um conjunto completo de visualizações interativas, além de compactar conjuntos de dados e identificar discrepâncias e ajuda de IA para criar gráficos ou preparar dados.
Qlik sense vs Tableau
Outra dúvida de ferramentas é o Tableau e o Qlik sense. Como saber qual o mais indicado?
O Tableau e o Microsoft Power BI são considerados superiores em design intuitivo e facilidade de uso. Sua inteligência em análise e desenvolvimento de aplicativos são evidentes e avançadas
Quando comparado com o Qlik sense, ambos são soluções de análise de autoatendimento que permitem que você analise os dados e responda a perguntas instantaneamente.
No entanto, enquanto o Qlik é reconhecido por seus recursos empresariais, como acesso a dados, gerenciamento, relatórios repetíveis e escalabilidade, o Tableau é conhecido por suas visualizações poderosas e facilidade de uso por qualquer tipo de usuário. Suas principais características incluem:
Compartilhar painéis;
Comentários no painel;
String insights em histórias guiadas;
Atualizações automáticas;
Gerenciamento de metadados;
Cuide dos seus dados com o Qlik Sense
É uma ferramenta reconhecida no mercado pela sua facilidade e por mais intuitiva que as outras que necessitam algum conhecimento específico para utilização.
Ela traz muitas vantagens e pode melhorar os processos de tomada de decisão de qualquer empresa.
Pronto para usar no seu cotidiano? Saiba mais informações sobre essas ferramentas de gerenciamento para o seu trabalho em nossos conteúdos de Data Science.
Saber como investir dinheiro e ter lucro mensal é o sonho de muitos investidores, porém nem todos têm o conhecimento de que existem investimentos que pagam periodicamente, o que se torna um modelo ideal de negócio para quem pretende viver de renda.
No entanto, só é possível ter esse rendimento após conhecer a fundo o que cada investimento proporciona, além de saber se ele se encaixa no seu perfil de investidor e se combina com seus objetivos.
Pensando nisso, neste artigo vamos mostrar como ter rendimento mensal aplicando seu dinheiro em bons investimentos. Acompanhe a gente!
Onde investir para ter renda mensal?
Em busca de saber como investir e ter lucro mensal? Listamos quatro opções de negócios que podem ajudar no seu caixa. Confira:
Tesouro Direto
O Tesouro Direto é um modelo de investimento no qual se empresta dinheiro para o governo e, em troca, o investidor recebe uma rentabilidade. Este, por sinal, é um recurso simples e prático, uma vez que o investimento inicial pode ser de 50 reais.
Existem também títulos do tesouro que pagam rendimentos semestrais prefixados ou atrelados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice que mede a variação de preços de produtos de consumo.
Sendo assim, os dois formatos podem ser de grande valia para o investidor, mas em ocasiões diferentes.
As aplicações prefixadas são mais interessantes durante a queda de juros, uma vez que elas garantem taxas mais altas do que o mercado pratica no futuro.
Em contrapartida, os investimentos atrelados ao IPCA possibilitam que o dinheiro não desvalorize com o aumento dos preços quando aumenta a inflação.
Mas, independentemente do estilo, quando pagam juros semestrais, a modalidade prefixada e a atrelada ao IPCA garantem que o investidor receba regularmente com o ganho das aplicações, tornando-se então uma fonte de renda periódica.
Vale ressaltar que o rendimento desse tipo de aplicação é menor que receber todo o recurso no vencimento, já que a cada parcela recebida dos juros semestrais diminui parte do acumulado.
Ações que pagam dividendos
Ações que pagam dividendos são aquelas que pertencem a empresas de capital aberto e que tenham lucro retornado em seus resultados.
Esses ativospodem trazer retorno mensal, semestral, anual, ou em outro período conforme o acordo estabelecido entre cada companhia.
As frequentes quedas de juros fazem com que as pessoas olhem a renda variável com outros olhos. E, por sinal, este é o momento oportuno, visto que muitas companhias entram no mercado de ações pagando dividendos.
Mas a decisão sobre investimento em empresas não deve depender apenas da possibilidade de pagamento de dividendos, é importante fazer uma análise financeira das empresas, verificando os indicadores financeiros como lucro líquido, receita, margem EBITDA, endividamento, entre outros dados.
Fundos imobiliários que pagam dividendos
Os Fundos Imobiliários (FIIs) são uma ótima alternativa de investimento para ter rendimento mensal. Nessa modalidade, os investidores entram no mercado imobiliário sem comprar um imóvel físico.
Os fundos são caracterizados por dois tipos:
fundos de tijolo: imóveis físicos como shoppings, lajes e centros comerciais. Neste caso, o rendimento vem da locação dos imóveis;
fundos de papel: recebíveis imobiliários desses empreendimentos. Aqui são títulos que representam a negociação dos imóveis, ou seja, eles já foram vendidos, embora não estejam prontos, e o comprador continua pagando as prestações.
Logo, o investidor pode lucrar de duas formas: com o recebimento do dividend yield (indicador que mede o rendimento de uma ação com o pagamento de dividendos) e com a valorização das cotas do fundo.
Por fim, para lucrar com os FIIs é fundamental escolher um bom fundo. E, para isso, observar a qualidade dos imóveis, a inadimplência dos recebíveis e a vacância do fundo, por exemplo, são critérios bastante valiosos.
Previdência privada
A Previdência Privada é outra forma de como ter rendimento mensal. Esse investimento a longo prazo serve para complementar a previdência pública, no caso, o INSS.
Na prática, aplica-se um valor inicial e faz aportes periódicos ao longo dos anos. Com o tempo, o dinheiro aplicado começa a render e você pode resgatá-lo quando preferir.
Para ter uma visão mais clara sobre os tipos de investimentos, veja as principais características de cada uma:
Como investir dinheiro e ter lucro mensal?
Neste tópico listamos algumas dicas essenciais para você entender melhor como investir e ter alta rentabilidade mensal, seja para investidores iniciantes quanto para os mais experientes.
1. Crie um planejamento objetivo e claro
Para investir do jeito certo você deve construir uma vida financeira saudável e, para isso, a primeira medida é quitar as dívidas, caso você tenha.
Outra dica é construir uma reserva de emergência para utilizar o dinheiro em caso de necessidade e, por fim, deixe uma parcela destinada para os seus investimentos.
Nesse sentido, é importante deixar claro quais objetivos pretende realizar. Deseja economizar para a aposentadoria? Guardar dinheiro para comprar uma casa? Fazer a viagem dos sonhos?
Defina-os, para que você possa decidir os tipos de investimentos que pretende aplicar.
Portanto, com os objetivos definidos, você consegue alinhá-los ao seu perfil de investidor e ao prazo dos investimentos.
2. Defina seu perfil de investidor
Descubra o seu perfil de investidor, que corresponde ao grau de tolerância ao risco nos investimentos. Você pode se classificar como conservador, moderado e arrojado (mais propenso a correr riscos e a lidar com a volatilidade do mercado).
Mas tenha em mente que você não precisa seguir o mesmo perfil de investidor a vida inteira. Em certo momento você pode estar mais propenso a lidar com investimentos mais arriscados, em outro, pode preferir e lidar com investimentos mais tênues, que possam gerar pouca rentabilidade, mas que não sofrem tanto com as oscilações do mercado.
Uma forma de definir o seu perfil de investidor é responder questionários simples, disponíveis quando se abre conta em uma corretora de valores.
3. Abra conta em uma corretora de valores
Uma corretora de valores tem papel fundamental para ajudar o investidor a fazer aplicações com segurança. Por isso, é necessária a abertura de conta em uma corretora para que você possa acessar os tipos de investimentos financeiros disponíveis do mercado.
Graças à tecnologia, é possível abrir uma conta e transferir os recursos à distância, sem ir a uma corretora física. Além do mais, as corretoras modernas não cobram corretagem para grande parte das aplicações, como a Clear e a XP Investimentos, e elas contam com profissionais qualificados para dar o suporte na hora em que o investidor precisa de auxílio.
4. Conheça os prazos de investimentos
Os prazos dos investimentos, ou seja, se são a curto, médio e a longo prazo, também são um elemento importante na hora de saber onde investir para ter uma renda mensal.
Por exemplo, investimentos como Tesouro Direto podem ser pré-determinados antes de assinar um contrato.
Em outros casos, o investimento pode ser por toda a vida, como no caso das ações, BDRs e ETFs da bolsa de valores.
A importância de conhecer os prazos dos investimentos se dá pelo que vimos na dica número 1. Quando você tem objetivos bem definidos, sabe qual é o prazo que a aplicação deve possuir para casar com a sua meta, assim como estar em coerência com o nível de risco.
5. Descubra a relação risco x retorno
Para começar a investir e ter retorno mensal é preciso estar por dentro do que significa a relação entre risco e retorno.
Existem investimentos que não trazem bons resultados, mas não significa que sejam ruins, apenas não estão compatíveis com os seus objetivos neste momento. Isso demonstra que quanto maior a expectativa de retorno de um investimento, maior é o risco.
6. Planeje sua carteira de investimentos
Ao montar sua carteira de investimentos recomenda-se estipular as macro e micro-alocações.
As macro-alocações são quando se define o percentual do patrimônio por segmento (renda fixa ou variável), conforme o que foi decidido anteriormente, como o perfil de investidor e os objetivos, por exemplo.
Já nas micro-alocações, você escolhe os títulos que irá comprar, como do Tesouro Direto, BDRs, Fundos de Investimentos, entre outros.
O indicado é “visualizar” a carteira antes de investir para não agir por impulso ou tomar decisões que podem trazer consequências negativas.
No simulador você irá prever as melhores recomendações de investimentos atrelados ao seu perfil e, assim, identificar quais têm mais chances de gerar rendimentos mensais. E o melhor: a plataforma não é feita por robôs, ela conta com um time de especialistas que o ajudará em todas as etapas.
Enfim, como escolher o melhor investimento?
Como você percebeu, todas as opções que apresentamos mostram como ter rendimento mensal, mas para saber qual a mais adequada para você, inicialmente deve-se conhecer o seu perfil de investidor.
Afinal, todo investimento envolve algum tipo de risco, mas até que ponto você está disposto a lidar com a volatilidade do mercado?
Logo, modelos de renda variável, como ações e fundos imobiliários, estão sujeitas às oscilações, mas, quando bem investidas, podem trazer alto retorno para o investidor em pouco tempo.
Porém, independentemente da rentabilidade, a opção mais assertiva é aquela que deixa você confortável.
Por fim, não escolha os investimentos com retorno mensal pensando somente nos dividendos. Avalie outros critérios, como indicadores financeiros e performance.
A propósito, uma sugestão para você começar a sentir o gostinho de investir do jeito certo é se dedicar aos estudos. E, para isso, fica a dica do curso Viver, Curtir, Investir: tirando sonhos do papel.
Neste curso você terá um mapa com estratégias de investimentos para não depender apenas de uma fonte de renda.
De maneira simples, você vai aprender a iniciar seus primeiros investimentos em pouquíssimo tempo.
O que devo estudar para investir? Essa é uma pergunta clássica que faz parte do cotidiano de quem pretende aumentar a rentabilidade.
Querer aprender sobre investimentos é uma decisão importante porque desperta um novo futuro financeiro na vida de uma pessoa, de uma família ou de uma empresa.
O ato de investir gera recompensas a longo prazo, principalmente para quem vislumbra uma aposentadoria polpuda ou deseja viver apenas de rendimentos.
No entanto, muitas pessoas que desconhecem boas maneiras de começar a investir, ainda são aconselhadas de forma errônea, o que, no final das contas, gera perda de dinheiro.
Para reverter esse quadro, ao longo deste artigo vamos explicar o que estudar para ser um investidor de sucesso e ter muito dinheiro no bolso.
O que estudar para investir? Primeiros passos
Antes de começar a investir, é preciso se preparar, por isso, separamos algumas dicas para quem deseja saber o que estudar para ser um investidor. Existem três passos fundamentais que devem ser levados em consideração. São eles:
organize sua vida financeira;
faça uma reserva de emergência;
aprenda a teoria.
1. Organize sua vida financeira
Em primeiro lugar, planeje suas finanças pessoais. De nada adianta querer investir e não ter a sua conta bancária organizada, com várias dívidas, cheque especial no limite ou muitos cartões de crédito em uso, por exemplo.
Esse é o momento de entender o que está acontecendo com a sua vida financeira, colocando tudo no papel: ganhos mensais, contas fixas, gastos supérfluos, etc.
2. Faça uma reserva de emergência
A reserva de emergência faz parte do planejamento financeiro que, basicamente, possibilita que o investidor use o dinheiro guardado em momentos de necessidade, evitando fechar o mês no vermelho.
A mideia da reserva de emergência é proteger o investidor em situações de emergência, pois será necessário usar dinheiro em um imprevisto.
Geralmente o recurso é utilizado em caso de perda de emprego, morte de um ente querido ou tratamento para doença.
A reserva de emergência também pode ser conhecida como reserva de liquidez, que se refere à agilidade e facilidade com que é notório o resgate do dinheiro sem perdas nos rendimentos.
Recomenda-se procurar por títulos seguros e com liquidez diária porque permitem resgates a qualquer momento.
3. Aprenda a teoria
Alguns conceitos devem estar claros na mente de quem busca acúmulo de riqueza a longo prazo. E para conquistar rendimento alto é preciso ter conhecimento inicial sobre juros compostos, por exemplo.
Na prática, podemos entender o efeito sobre uma aplicação de R$10 mil reais com rendimento de 10% de juros ao ano.
1º ano: R$10.000 x 10% de juros, ou R$1.000. Resultado: acúmulo de R$11.000;
2º ano: R$11.000 x 10% de juros, ou R$1.100. Resultado: acúmulo de R$12.100.
Ao identificar a transação do primeiro para o segundo ano é possível perceber que os juros compostos aumentam a cada ano. Agora, imagine esse acúmulo exponencial a longo prazo?
Por outro lado, a inflação é a vilã da sua contabilidade, pois ela pode diminuir o valor do seu dinheiro. Logo, a sua rentabilidade deve ser maior que a inflação naquele período.
Aqui mostramos apenas um exemplo de conceito que permeia o mundo dos investimentos. E como estudar nunca é demais, o investidor deve conhecer a fundo as características, vantagens e riscos de um investimento.
Materiais educativos como livros, relatórios, vídeos e cursos apresentam não somente a teoria, como ajudam o investidor a simular a própria aplicação.
Mas não se preocupe! Para você achar um propósito antes de buscar conteúdos do ramo, vamos explicar a partir de agora por onde começar a estudar o mercado financeiro.
O que estudar para ser um investidor?
Certamente você já ouviu falar sobre o mercado financeiro por meio dos resultados: queda ou alta da bolsa de valores, inflação, negociações de câmbio, entre outras questões.
Mas para se tornar um investidor de sucesso, entender o conceito do financeiro e o que representa no Brasil e no mundo faz parte da lista sobre o que estudar para investir.
Com isso, separamos alguns tipos de estudos que você deve aplicar na sua vida antes de entrar no mundo dos investimentos.
1. Conheça o mercado financeiro
O mercado financeiro é um ambiente de negociações de ativos, como moedas, títulos, mercadoria, commodities, entre outros.
Normalmente cada país possui seu próprio mercado financeiro. No Brasil, por exemplo, quem assume esse papel é a B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, cujo principal índice é o Ibovespa.
Logo, a principal função do mercado financeiro é aproximar investidores de vendedores, por isso, é importante conhecê-lo antes de investir, pois esse ambiente propicia a troca de bens de forma livre, sem intervenções externas, como do Estado, por exemplo.
2. Estude os tipos de investimentos
Existem vários tipos de ativos que você pode investir o seu dinheiro. Mas, neste primeiro momento, é importante você saber que eles se dividem em dois segmentos:
renda fixa: campo de atuação que possibilita maior previsão sobre o retorno antes do término do investimento e segurança;
renda variável: regulamentado por diversos fatores, entre eles, as variações do mercado, o que influenciam no retorno do investimento, por exemplo. Por isso, é considerada um investimento de maior risco, porém, com altos rendimentos quando bem aplicado.
3. Conheça as áreas de atuação
Se você deseja trabalhar na área de investimentos, é fundamental saber os tipos de carreiras no mercado financeiro. Nesse sentido, existem três modalidades de profissionais:
Analista de Investimento: responsável por análises e projeções sobre o futuro dos ativos;
Agente Autônomo de Investimentos (AAI): auxilia clientes no processo de escolha de investimentos, explicando tudo o que é necessário antes de começar;
Gestor de Compliance: fiscaliza se os procedimentos estão corretos a fim de evitar fraudes.
Bônus: o que estudar para investir?
NoCombo: Superando o medo de investir, você treinará sua mente a criar seus primeiros investimentos sem receio, com técnicas didáticas em um modelo flexível para adotar à sua rotina. Durante a sua formação online, você irá aprender os seguintes módulos:
Dinheiro sem tabu: crenças limitantes;
O poder do autoconhecimento financeiro;
Primeiros passos no mundo dos investimentos, em um nível básico e outro aprofundado.
Esperamos que esse conteúdo tenha ajudado a saber por onde começar a estudar o mercado financeiro. E, quando precisar, assista aos nossos materiais no blog e no Youtube e acompanhe os demais cursos. Conte com a Faculdade XP School!
Você provavelmente já ouviu falar de algum crime cibernético realizado por cracker ou hacker, não é mesmo? Mas esses dois termos são parecidos e podem gerar dúvidas. Afinal, ambos servem para falar sobre indivíduos com habilidades e conhecimentos avançados em computadores, dispositivos móveis e até rede internacional.
Para ajudar os que querem entender a diferença entre cracker e hacker, preparamos tópicos com as principais informações sobre o universo dos crackers e seus crimes cibernéticos. Continue lendo e confira!
O que faz um cracker?
De modo geral, um cracker quebra códigos de segurança dos programas, deixando-os “crackeados”. Essa pessoa pode invadir sistemas de segurança de empresas, bancos ou computadores de figuras públicas.
O termo “crack” se refere a ferramenta utilizada por crackers para obter acesso a chaves de registro e licenças de produtos pagos.
Por que os crackers são considerados “Piratas Virtuais”?
Crackers também são conhecidos como Piratas Virtuais por invadirem e sabotarem sistemas, a fim de captar dados que possam proporcionar lucro ou fama. Normalmente, essas ações estão associadas a roubo eletrônico, estelionato e furto de informações confidenciais. Esses dados podem ser vendidos ou utilizados para golpes no mundo virtual.
Cracker x Hacker: quais as suas principais diferenças?
Ao contrário do que muitos imaginam, é o cracker que utiliza seus conhecimentos para coletar informações, descobrir senhas de acesso e quebrar códigos de segurança em benefício próprio, não os famosos hackers. Ficou curioso(a) para entender essa e outras diferenças? Veja os pontos abaixo:
Finalidades
Hackers costumam atuar para trazer informações que podem servir como auxílio a terceiros ou alerta para empresas. Diferentemente dos crackers, eles não agem por benefício próprio, não utilizando crimes cibernéticos para destruir trabalhos de outras pessoas ou praticar pirataria, por exemplo. Ou seja: sua finalidade, normalmente, é alcançar descobertas ou compartilhar conhecimento.
Criminalidade
Diferentemente do que se afirma o senso comum, os hackers são profissionais de empresas ou órgãos públicos que investigam brechas na segurança do sistema para poderem, então, consertá-las. Os crackers, por sua vez, invadem os sistemas cibernéticos em prol de benefício próprio e geralmente para fins criminais.
Áreas de atuação
Hackers geralmente são contratados pelas empresas como analistas de sistemas em TI, e existe um amplo espectro de funções em que eles podem atuar. Os crackers também possuem o mesmo nível de qualificação dos hackers, às vezes até mais capazes, mas acabam utilizando deste conhecimento para fins não-éticos.
Abaixo, você confere algumas das principais nomenclaturas que designam os mais diferentes hackers ou crackers:
White hats: hackers que trabalham investigando a cibersegurança de uma empresa.
Gray hats: analistas cibernéticos profissionais, mas que nem sempre utilizam dos métodos mais éticos para investigarem e solucionarem a segurança da empresa.
Black hats: agentes que utilizam metodologias fora da lei para atingirem seus objetivos.
Red hats: hackers ativistas políticos, que invadem sistemas para a realização de protestos.
Script kiddies ou Lammers: crackers antiéticos caracterizados pelo seu amadorismo. Em geral, utilizam códigos já desenvolvidos por outros hackers para “brincar” na internet.
Whistleblowers: seu objetivo principal é o vazamento de informações confidenciais, seja para o favorecimento de algum partido político ou empresa, ou para o roubo de dados.
Crackers e hackers possuem habilidades muito semelhantes, mas a grande diferença são as suas intenções
A relação dos crackers com o ativismo virtual
Assim como citado anteriormente, crackers também possuem grande conhecimento em códigos, computadores, informática, hardware e software. A diferença entre o cracker e o hacker está no fato de o primeiro utilizar todo conhecimento que possuem para realizar alguma ação maléfica.
Um hackativista (ou red hat), por sua vez, está relacionado a pessoas a grupos que utilizam a rede mundial de computadores para realizar algum protesto, divulgar informações e atividades consideradas prejudiciais aos direitos humanos e que prejudicam a liberdade de expressão. Neste caso, são considerados grupos políticos orientados por uma ideologia.
Como combater crackers?
Redes públicas são o principal alvo de crackers, que podem utilizá-las para coletar dados bancários ou outras senhas de quem acessa suas contas através delas. Logo, quando você for utilizar uma rede do gênero, evite inserir esse tipo de informação no manuseio do seu smartphone ou notebook. Para esse tipo de procedimento, use seu plano de dados 4G. Se não estiver com ele ativado (em uma viagem ao exterior, por exemplo), busque por redes Wi-Fi que exigem senhas.
Além disso, anexos em e-mail desconhecidos não devem ser abertos, uma vez que os crackers podem enviá-los como uma forma de conseguir acesso ao seu computador ou smartphone, seja por meio de golpes como phishing, seja na tentativa de instalar um trojan (cavalo de Troia), um vírus espião (spyware) ou um keylogger (técnica onde o código grava tudo o que você digita no seu teclado).
Além disso, em hipótese alguma você deve compartilhar dados sigilosos via e-mail. Bancos, operadoras e administradoras de cartão de crédito, por exemplo, NUNCA enviam e-mails ou SMSs pedindo seus dados financeiros (senha de conta, número do cartão, etc).
Para completar, uma outra boa forma de se proteger dos crackers é ter um bom antivírus, mantendo o mesmo sempre atualizado, para que ele possa detectar algum tipo de invasão ou golpe.
Casos famosos de crackersna mídia
Invasão a redes militares
Matthew Bevan e Richard Pryce são os britânicos que invadiram diversas redes militares em 1996, incluindo a Base da Força Aérea de Griffiss, a Agência do Sistema de Informação de Defesa e o Instituto de Pesquisa Atômica da Coreia (KARI). Bevan, também conhecido como Kuji, e Pryce, chamado de Datastream Cowboy, foram acusados de depositarem pesquisas do KARI em sistemas militares dos EUA.
Após a descoberta do crime, Bevan alegou que queria, com essa ação, provar uma teoria da conspiração de OVNI.
Ataque cibernético ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Considerado um dos mais graves ataques cibernéticos já dirigido contra uma instituição de Estado do Brasil, esse caso ocorreu em novembro de 2020 e foi responsável pela invasão do sistema do STJ, que criptografou todo o acervo de processos do tribunal, além de ter bloqueado o acesso às caixas de e-mail de ministros e criptografado backups de dados da corte.
SolarWinds: o mais sofisticado ataque da história
Descoberto em dezembro de 2020, por um boletim oficial da Agência de Cibersegurança e Infraestrutura Nacional dos Estados Unidos, o ataque distribuído por um software da SolarWinds foi considerado por Brad Smith, presidente da Microsoft, uma das empresas afetadas, “a maior e mais sofisticada ação criminosa do tipo vista até hoje”.
Segundo o executivo, é provável que mais de mil engenheiros tenham trabalhado nessas invasões.
A segurança cibernética é um mercado em ascensão
Lidar com crackers a todo momento não é uma tarefa fácil. No entanto, profissionais que saibam “contra-atacar” crimes virtuais estão cada vez mais sendo requisitados pelo mercado da Tecnologia da Informação.
A perspectiva futura para o Brasil é que, até o fim de 2022, as empresas acabem aumentando em até 83% dos seus gastos com a cibersegurança. Ou seja, mais oportunidades de carreira para profissionais que desejam adentrar na área.
E isso não somente no Brasil: empresas de todo o mundo multiplicaram seus orçamentos com a cyber security como fim de prevenir ataques invasores e vazamento de dados confidenciais de clientes.
Com a Faculdade XP, você tem a oportunidade de se tornar um verdadeiro especialista no assunto, com um certificado reconhecido pelo MEC e altamente disputado pelo mercado de trabalho. O MBA em Segurança Cibernética oferece uma série de vantagens em relação aos cursos tradicionais, com destaque para:
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E aí? Por que não começar uma nova fase do seu desenvolvimento profissional com o pé-direito? E, caso ainda esteja na dúvida se deverá realmente seguir esse ramo, não deixe de participar do Cyber Security Experience, um evento totalmente gratuito e voltado inteiramente para a Cibersegurança.
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