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O que é GitHub: para que serve e como usar

Você já ouviu falar em GitHub e ficou se perguntando: “afinal, o que é GitHub?”. O GitHub é uma espécie de rede social muito popular entre desenvolvedores, apesar de não ser uma rede social feita exclusivamente para eles. 

Conforme a plataforma popularizou-se pela possibilidade de compartilhamento de códigos, ela tornou-se cada vez mais, além de rede social, uma rede profissional. Para quem trabalha com desenvolvimento web e programação de softwares, o GitHub é uma forma de trocar experiências e apresentar os seus projetos para outros colegas da área.  

Neste artigo vamos esclarecer todas as dúvidas sobre a rede social dos desenvolvedores. Entenda o que é, para que serve o GitHub, qual a sua importância e como usar essa plataforma colaborativa. 

O que é Github?

O GitHub é um aplicativo para Windows e OS X onde é possível hospedar códigos-fonte e os projetos para desenvolvimento desses códigos, e compartilhá-los com o mundo todo. Milhares de desenvolvedores e empresas de softwares utilizam a rede social para compartilhar os seus códigos ou procurar por códigos, já testados, que possam acelerar o seu trabalho.  

Segundo o site oficial do GitHub, eles são “a maior e mais avançada plataforma de desenvolvimento do mundo”. Com mais  73 milhões de desenvolvedores, 3 milhões de empresas cadastradas e 200 milhões de repositórios criados, é impossível negar a popularidade da plataforma.  

Git no Github

Antes de tudo, você precisa saber que, apesar dos nomes e da lógica de funcionamento parecidas, Git e GitHub não são a mesma coisa. O GitHub, inclusive, foi inspirado no pioneiro Git. 

Criado em 2005 por Linus Torvalds, engenheiro de software e criador do Linux, o Git é um software aberto disponível para Windows e Mac, além do Linux. Nele é possível armazenar, controlar, organizar e revisar projetos.

O Git pode ser utilizado por qualquer pessoa, não apenas por desenvolvedores. Entretanto, tornou-se popular entre o universo do TI por ter um recurso que possibilita alterações no projeto sem que a versão que está sendo trabalhada seja alterada.

Ou seja, cada vez que o projeto for modificado, o Git automaticamente cria uma nova versão para o projeto, onde todas as alterações são salvas automaticamente. 

Além disso, o Git salva todas as versões do seu projeto diretamente no repositório – espaço onde todos os arquivos de um determinado projeto são armazenados. Assim, você pode guardá-lo apenas no computador ou também em um sistema online, como o GitHub.

Dessa forma, com as ferramentas do Git, você não corre risco de perder nenhuma informação. Também não corre o risco de ter que começar o projeto do zero, caso seja encontrado um erro no processo de codificação. 

Hub no Github

O Hub, também conhecido como concentrador, é um aparelho utilizado na área de informática que permite a conexão de diferentes computadores a uma mesma rede. A partir dessa conexão, é possível fazer transferência de arquivos e informações entre uma máquina e outra.

Este foi um dos primeiros equipamentos com essa funcionalidade. Ele possui um endereço de IP para permitir a troca de informação através das redes LAN, MAN, WAN e TAN. 

Para que serve o Github?

O GitHub é uma plataforma para a publicação de projetos de desenvolvimento e arquitetura de software, onde você também tem acesso a projetos publicados por outros profissionais de devs. 

Nele, você pode colocar todos os seus projetos. Desde os feitos como trabalhos de curso até códigos que você criou espontaneamente apenas para aprimorar os seus conhecimentos. Não deixe de publicar. Afinal, o seu GitHub é o seu portfólio! 

Github também é uma rede social?

Com certeza a resposta é sim! O GitHub é uma rede social. Aliás, é uma rede profissional, assim como o LinkedIn, ideal para que desenvolvedores criem um networking com outros colegas de profissão. 

No GitHub, assim como qualquer rede social, o usuário tem um perfil onde ele pode apresentar os seus projetos, sejam os individuais ou os trabalhos em equipe. Além disso, o espaço também serve para a troca de informações entre os profissionais, assim como em um fórum. 

Ter um perfil ativo e atualizado no GitHub é um diferencial que chama bastante atenção dos recrutadores. 

Como funciona e como usar o Github?

Que o GitHub funciona como um repositório de códigos e que ele serve para você divulgar o seu trabalho, você já sabe. 

Agora, caso você ainda não tenha um perfil e queira começar a utilizar o GitHub, é bem simples. Basta acessar o site do GitHub, em seguida ir em “Sign in”, preencher os seus dados e confirmar a opção “Create account”. 

Pronto, feito isso você já pode criar repositórios e publicar os seus projetos para todo o mundo. 

É gratuito?

O GitHub possui 3 planos de assinatura, sendo 1 gratuito e 2 pagos. Atualmente os planos, denominados “Free”, “Team” e “Enterprise”, estão com valores entre $0 e $21 dólares.

Cada plano possui vantagens equivalentes ao valor pago. Conheça abaixo cada um deles:

  • Free ($0): repositório público e privado ilimitado, 2.000 minutos por mês de automação, 500 MB de armazenamento de pacotes; 
  • Team ($4): além dos acessos do plano free com limites maiores para automação e armazenamento de pacote, você também pode adicionar revisores ao seu projeto, tem acesso aos codespaces do GitHub e a páginas wikis;
  • Enterprise ($21): todos os benefícios anteriores, mais GitHub Connect, API de registro de auditoria e relatórios AICPA System and Organization Controls (SOC) 1 Tipo 2 e SOC 2 Tipo 2.      

Repositórios Github

Primeiramente, você precisa relembrar que um repositório é o local onde todos os arquivos de um determinado projeto estão armazenados. Em cada repositório está disponível o histórico de revisão de arquivo, facilitando assim o seu processo de busca. 

No GitHub, cada projeto tem um repositório que pode ser acessado por uma URL exclusiva. Abaixo, ensinamos como criar, excluir ou clonar um repositório na rede social dos programadores:

Como criar

Para publicar um código, você precisa criar um repositório no GitHub. Assim, você pode compartilhar o código desenvolvido com outras pessoas. 

Já com a conta criada no GitHub, você precisa fazer os seguintes passos:

  • Use o menu suspenso, no canto superior direito, e selecione “Novo repositório”;
  • Coloque nome, descrição e escolha a visibilidade (público, interno ou privado) do repositório;
  • Clique em Create Repository.

Feito isso, o seu repositório está criado. Entretanto, o repositório estará vazio e você precisa adicionar, manualmente, os seus códigos.

Como excluir

Se você deseja excluir um projeto do seu perfil, você pode desde que seja o autor ou um dos administradores do repositório. A exclusão de um repositório pode ser uma ação irreversível, caso o prazo de 90 dias para recuperação seja ultrapassado.

Para excluir um repositório, o processo é bem simples:

  • Abra a página principal do repositório;
  • Vá em “Configurações”;
  • Selecione “Danger Zone”, em seguida aperte o botão em “Delete this repository”;
  • Digite o nome do repositório que deseja excluir;
  • Marque a caixa “I understand the consequences, delete this repository”.

Como clonar

Se você deseja conseguir alterar, de forma sincronizada, o seu projeto através do GitHub e do armazenamento local do seu computador, isso é possível por meio da clonagem do repositório. 

A clonagem do repositório é uma cópia de todos os dados que o GitHub tem do seu repositório até o momento, incluindo todas as pastas e versões do projeto. Assim, você facilita a correção de bugs, remoção de arquivos ou inclusão de melhorias no seu código. 

Para clonar um repositório, você deve fazer o seguinte:

  • Acesse a página principal do repositório;
  • Acima da lista de arquivos, clique em ↓ para fazer o download do código;
  • Copie a URL do repositório;
  • Abra Git Bash;
  • Mude o diretório de trabalho para o local em que deseja que o diretório seja clonado;
  • Digite git clone (clonar git) e cole a URL que você copiou anteriormente;
  • Pressione Enter.

Por que utilizar o Github?

Agora que já sabe o que é GitHub, saiba que ele é um grande aliado dos desenvolvedores e das empresas de softwares, visto que dá aos envolvidos em um projeto a chance de trabalhar nele em parceria com outros devs da equipe, de qualquer lugar do mundo. 

Para além disso, o GitHub apresenta outras vantagens para quem o utiliza na sua rotina de trabalho:

  • Gestão de equipe: ajuda membros da equipe a trabalharem em sintonia, de forma que dê para ver o trabalho de toda equipe;
  • Código aprimorado: é possível desenvolver, debater melhorias, organizar, revisar e alterar o código-fonte;
  • Segurança nos pacotes: permite que projetos sejam publicados de forma privada onde apenas pessoas autorizadas têm acesso;
  • Gerenciamento de projetos: pensado para facilitar a gestão de processos, o GitHub permite que devs e gerentes consigam acompanhar o andamento do projeto de forma eficaz;  
  • Hospedagem fácil: os códigos são facilmente hospedados, salvos e compartilhados;
  • Maior segurança do código: com ferramentas avançadas, o GitHub identifica fraquezas no código para que as equipes possam solucionar as vulnerabilidades.  

Importância do Github para a programação

Apesar de não ser uma rede exclusiva para programadores, o GitHub tornou-se popular entre eles por todas as vantagens que oferece. Afinal, o GitHub automatiza os fluxos de trabalho, facilita o desenvolvimento de software em equipe e garante segurança ao banco de dados – algo super importante quando se fala do meio digital. 

Golden Circle: o que é e como ele pode ajudar o seu negócio

Criada pelo especialista em liderança, Simon Sinek, o conceito Golden Circle (círculo dourado) já vem sendo muito discutido por empresas que desejam se destacar e obter sucesso. Ele considera a mudança da relação que nós, enquanto consumidores, passamos a ter com o que compramos. 

Se antes apenas queríamos satisfazer uma necessidade, hoje, passamos a analisar qual o efeito que essa compra tem em nossa vida e até no mundo. Foi por isso que muitas empresas surgiram com produtos livres de crueldade animal, com processos que geram menos impacto à natureza, alimentos mais saudáveis, entre outras ações que correspondem a expectativa do consumidor.

Neste artigo, vamos explicar o que é o Golden Circle, para que ele serve e a importância de utilizá-lo no seu negócio.

O que é Golden Circle?

O conceito Golden Circle é uma maneira diferente de pensar, agir e comunicar com o objetivo de inspirar as pessoas. Ele ajuda líderes e empresas a encontrarem propósito e gerar impacto. Para isso, usa três perguntas: 

  1. Por quê?
  2. Como?
  3. O quê?

Simon Sinek o apresentou o conceito no seu livro em 2009, “Comece pelo porquê”. De acordo com ele, na verdade, ele não o criou, apenas decodificou o modelo que distingue os grandes líderes dos demais.

Essa metodologia analisa como as empresas e as pessoas de sucesso que inspiram milhões de outras ao redor do mundo fazem para atingir esse objetivo. Afinal, como a Coca-Cola até hoje se mantém líder no mercado? Por que as pessoas gostam tanto do Starbucks? 

Se você observar, essas empresas não fazem comerciais falando sobre os ingredientes dos produtos, sabor ou outras qualidades. Elas falam sobre as experiências vividas ao tomar um café ou um refrigerante. E as pessoas compram por isso.

Quem é Simon Sinek?

Simon Sinek é um especialista em liderança, palestrante motivacional e escritor. Ele frequentou a City University em Londres com a intenção de se tornar um advogado, mas deixou a faculdade de direito para se dedicar a publicidade. Também obteve um BA (Bachelor of Arts) em antropologia cultural na Universidade de Brandeis, nos Estados Unidos. 

Já ocupou cargos de liderança em agências de publicidade globais e escreveu para grandes jornais incluindo o The New York Times, Wall Street Journal e The Washington Post. Hoje, a sua organização SinekPartners, ensina líderes e organizações a inspirar pessoas.

Além do livro “Comece pelo porquê: como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir”, de 2009, ele também lançou o “Encontre seu porquê: um guia prático para descobrir o seu propósito e o de sua equipe”, em 2017, ambos sobre o conceito Golden Circle.

Para quem serve o Golden Circle?

O Golden Circle é voltado principalmente para líderes, gestores e empresas que desejam inspirar pessoas e obter sucesso. Porém, ele também pode ser usado em outras ações em que inspirar seja um dos objetivos.

Ao utilizá-lo, empreendedores podem desenvolver negócios de impacto e com propósito. Na prática, a marca gera identificação, gera empatia e engajamento. O cliente escolhe optar por ela por motivos muito além de produtos de qualidade.

As camadas do Golden Circle

Para responder aos questionamentos, é preciso seguir por etapas. Apenas explicando o conceito, ele pode ser meio abstrato, é por isso que Simon criou visualmente as camadas do Golden Circle. Veja abaixo:

Camadas do Golden Circle para aplicar na empresa
Fonte: Mosborne01, CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons

Por quê?

O primeiro passo é pensar no motivo pelo qual o empreendimento está sendo criado. Ele não deve estar relacionado a fatos óbvios como “ganhar dinheiro”. Saber qual será de fato o seu propósito e a causa que guiará a empresa é essencial. Quanto mais definido isso estiver, melhor será, pois ajudará a diferenciar a sua empresa dos concorrentes.

Como?

Aqui, é o momento de decidir qual será o caminho que a empresa trilhará para atingir os seus objetivos. O desenvolvimento do plano de ação determinará os processos e métodos de acordo com o propósito, a missão, visão e os valores.

O que?

É a última etapa. Só agora é que falamos sobre o produto ou serviço vendido no mercado. Ou seja, o que você entregará ao consumidor. Com as questões anteriores respondidas, é possível obter respostas mais inovadoras e inspiradoras.

Confira abaixo o TED Talks em que Simon explica o conceito:

Aplicações do Golden Circle no marketing 

O conceito tem tudo a ver com marketing. Ele mostra uma forma diferente de atingir objetivos. Ao invés de falar sobre os produtos (características, benefícios, etc.), ele propõe mostrar os motivos, o propósito e as motivações que levaram a empresa a desenvolvê-los, garantindo assim, uma melhor forma de empreender e vender os seus produtos ou serviços. Sinek tem uma citação que resume muito bem essa proposta:

“As pessoas não compram o que você faz, mas o porquê do que faz”.

Simon Sinek

Ao criar um anúncio publicitário, uma campanha ou mesmo uma mensagem de relacionamento com os clientes, o marketing consegue aplicar esse conceito pensando antes no “por quê”, para depois analisar o “como” e o “o que”, gerando mais valor ao que está sendo criado.

Golden Circle: exemplos práticos

Diversas empresas conseguem se destacar das demais e inspirar os seus consumidores de maneira que eles se tornam verdadeiros fãs e defensores da marca, não apenas clientes. Separamos três delas para exemplificar alguns empreendedores de sucesso que aplicam o Golden Circle. 

Apple

Talvez uma das mais conhecidas a usar a inspiração para vender produtos seja a Apple. Sinek até utiliza a empresa para exemplificar o Golden Circle na sua palestra do TED Talks.

Embora muita gente acredite que o foco da empresa seja a comercialização de celulares de última tecnologia, na verdade, ela trabalha com diversos produtos que vão desde o iTunes, relógios e até streaming, mas, apesar de inovar sempre nos seus aparelhos, não tem grandes feitos nas áreas de tecnologia.

Nas suas famosas apresentações de produtos, Steve Jobs costumava falar sobre o propósito da empresa, como esse propósito era aplicado e apenas no fim era oferecido o produto. Por isso, a Apple é um ótimo exemplo que investe em “começar pelo porquê”.

Golden Circle da Apple

  • Por quê: desafiar o status quo, pensar de forma diferente e desafiar o mercado em tudo o que é feito;
  • Como: tornando os nossos produtos mais fáceis de serem utilizados, além de contar com uma aparência diferenciada;
  • O quê: aparelhos tecnológicos, como celulares e computadores, por exemplo.

Nike

O slogan da Nike já fala sobre o seu propósito. “Just do it” (apenas faça) manda uma mensagem muito clara: a empresa produz as soluções de alta qualidade para que você foque apenas no que deseja fazer. 

Ela também fala muito sobre vencer barreiras e conquistar desafios, gerando identificação com o público e se tornando uma “parceira” no objetivo que ele deseja conquistar. A empresa trabalha a marca para que esteja sempre concordando com esse propósito: em cada propaganda de TV, outdoor, revista ou post nas redes sociais. 

Golden Circle da Nike

  • Por quê: vamos tomar a iniciativa. Faça o que precisa ser feito;
  • Como: equipamentos esportivos de primeira linha para te ajudar a ser o melhor;
  • O quê: tênis confortáveis, roupas adequadas para atividade física, além de outros equipamentos para auxiliar nos exercícios.

Natura

A Natura expressa sempre o objetivo de comercializar produtos que promovam o bem-estar. Além disso, o foco sempre está nas relações, o que explica também a suas campanhas comerciais de grande sucesso que mostram mensagens inspiradoras, ao invés de apenas ofertar os produtos.

Para chegar ao seu propósito, ela promove o bem-estar das pessoas consigo e com os outros, comercializando produtos de beleza e higiene pessoal com excelentes fragrâncias e texturas.

Golden Circle da Natura

  • Por quê: somos apaixonados pela cosmética e pelas relações;
  • Como: promovendo o bem-estar das pessoas consigo e com os outros;
  • O quê: produtos de beleza e higiene pessoal com excelentes fragrâncias e texturas.

Dicas para aplicar o Golden Circle no seu negócio

Para criar o Golden Circle do seu negócio, você precisará analisar a fundo o propósito da sua empresa, o que pode ser desafiador, uma vez que, geralmente, idealizamos as organizações a partir do produto final. A proposta aqui é fazer o oposto. Veja abaixo algumas dicas para obter sucesso nessa tarefa.

Encontre propósitos genuínos

No momento de definir o propósito, fuja dos clichês como “atender bem ao cliente” ou “cuidar das pessoas”. É preciso que o seu propósito consiga destacar a sua marca das demais para que de fato consiga criar um vínculo emocional e obter todos os benefícios que o Golden Circle pode proporcionar.

Pense em como a sua empresa pode causar impacto

Para encontrar o “por quê”, você deve tentar imaginar como seria o mundo com o seu produto no mercado. A maneira como ele pode agregar e os problemas que ele resolve. Essas constatações o auxiliarão a verificar se a sua solução está relacionada ao seu propósito.

Sintetize em uma frase

A construção do “por quê” pode ocorrer por meio de uma frase, mas tenha atenção para que ela seja simples, curta e, ao mesmo tempo, transfira a mensagem da maneira certa.

Faça pesquisas

Se você já tem um negócio, pode questionar aos consumidores atuais qual a visão que eles têm da sua empresa. Verificar pontos como a visão da sua marca, pontos que levaram para a decisão de compra e diversas outras questões que podem ajudar a encontrar o seu “por quê”.

Redirecione esforços

Se você investe em marketing para divulgar produtos, pode redirecionar uma parte dessa renda e das ações para promover a consolidação e divulgação de uma marca mais madura e consciente, voltada para o propósito.

Não significa que a empresa deve deixar de investir em estratégias para a valorização do produto, mas sim que elas devem estar baseadas no propósito da organização.

Colegas de trabalho reunidos discutem estratégias de Golden Circle

Veja também 4 lições sobre empreendedorismo por Guilherme Benchimol, o CEO e fundador da XP Inc.

Quais os benefícios em adotar esse conceito?

Ao usar o Golden Circle, é possível gerar mais empatia nos clientes e até sentimento de pertencimento no time. Também é possível melhorar a comunicação com clientes, fornecedores e colaboradores, aumentar o valor da marca, melhorar o clima organizacional, motivar o time de vendas, atrair investidores e aumentar a competitividade da empresa no mercado.

Até mesmo para atrair e buscar novos colaboradores, fica mais fácil tentar encontrar pessoas que tenham o mesmo propósito, aumentando o desempenho do profissional e o serviço ofertado pela empresa, já que os colaboradores estarão alinhados com o que a empresa busca nos seus ideais.

Com tantos benefícios, fica fácil entender o motivo do Golden Circle tem ganhado tanto destaque nos últimos anos, não é mesmo?

Conheça a Lei da Difusão da Inovação

Proposta por Everett Rogers, a Lei da Difusão da Inovação tem como objetivo explicar como os produtos inovadores conseguem conquistar espaço no mercado. De acordo com ela, os produtos passam por perfis diferentes de consumidores, em uma ordem pré-estabelecida:

  • Inovadores: gostam de conhecer produtos novos e até buscam por isso, mesmo que precisem passar horas em filas ou atualizando a página do site até realizar a compra.
  • Primeiros adeptos: só trocam os seus produtos quando a versão anterior não é mais lançada.
  • Maioria Inicial: são consumidores mais lentos para adquirir produtos inovadores, mas ainda assim estão abertos às inovações. Grande parte da população se encaixa nesse perfil.
  • Maioria Tardia: são aqueles mais resistentes, só se adequam às inovações quando elas passam a se tornar comuns.
  • Retardatários: não gostam de mudança, preferem os produtos antigos e dificilmente abrem mão deles para apostar em inovações.

Um produto de sucesso é aquele que consegue chegar na “maioria inicial” e na “maioria tardia”. Porém, para isso, ele precisa passar pelos “inovadores” e “primeiros adeptos”, pois esses dois perfis vão inspirar o restante das pessoas. 

No entanto, eles não costumam se motivar com características do produto, mas sim com o propósito da marca, a diferença que ela causa na vida das pessoas e no impacto que ela tem no mundo. Pode-se dizer, portanto, que a Lei da Difusão explica, um pouco, do porque o Golden Circle funciona.

Aprenda a criar valor com o Golden Circle

Para gerar valor com o Golden Circle e qualquer outra estratégia que decidir implementar, é preciso manter-se constantemente atualizado, seja lendo livros, participando de palestras e conferências ou mesmo fazendo cursos de empreendedorismo.

O mercado exige, mais do que nunca, inovação e otimização constante das empresas e os seus profissionais. Apenas aquelas organizações mais bem preparadas e em constante mudança conseguem se manter relevantes.

Sistemas de informação: saiba o que faz esse profissional

O curso de Sistemas de Informação tem como principal objetivo formar profissionais que consigam gerenciar e implementar sistemas de informação em empresas de diversos portes e ramos de atuação. Se você gosta disso tudo, é a graduação perfeita para se fazer!

Além de abordar os conceitos fundamentais de informática, o curso também trata de assuntos como análise de sistemas, modelagem de dados, programação e banco de dados.

A graduação de Sistemas de Informação tem uma grade de quatro anos, assim sendo oito semestres. É ofertada geralmente vagas em universidades públicas e privadas, também em institutos federais.

O mercado de trabalho para quem trabalha com tecnologia da informação é bastante promissor. A demanda por profissionais qualificados nessa área vem crescendo a cada ano e, com isso, as oportunidades também. Há também muitas chances na iniciativa pública e no exterior.

Para se destacar nesse mercado, é importante estar sempre atualizado com as novidades e tendências. Além disso, é essencial ter um bom portfólio para mostrar o seu potencial para os empregadores.

Sistemas de Informação: o que é essa profissão?

Os profissionais da área de sistemas de informação são importantes para a gestão de qualquer organização, seja ela: pública ou privada. Eles são responsáveis ​​pela coleta, armazenamento, processamento e gerenciamento de dados e informações.

Um graduado na carreira pode atuar em diversas áreas de uma organização, desde a gestão de banco de dados até a criação de aplicativos.

Algumas áreas de atuação comuns para os profissionais de sistemas de informação incluem:

Gestão de banco de dados

Os profissionais de sistemas de informação podem ajudar a gerenciar os bancos de dados de uma organização, assegurando que os dados estejam sempre atualizados e seguros.

Existem vários bancos de dados em uso atualmente, cada um com suas próprias vantagens e desvantagens. Aqui estão alguns dos principais bancos de dados:

  • MySQL: um banco de dados open source muito popular, amplamente utilizado em aplicações web e de e-commerce.
  • PostgreSQL: outro banco de dados open source, com um foco mais em padrões e conformidade.
  • Microsoft SQL Server: um banco de dados proprietário da Microsoft, voltado para aplicações empresariais.
  • Oracle Database: um banco de dados proprietário extremamente robusto e escalável, amplamente utilizado em aplicações corporativas.
  • MongoDB: um banco de dados open source de tipo NoSQL, o que significa que ele usa um modelo de dados não relacional. É uma boa opção para aplicações que precisam de um banco de dados flexível.

Desenvolvimento de software

Esses profissionais podem criar aplicativos personalizados para uma organização, de acordo com suas necessidades específicas.

Suporte técnico

Os profissionais de sistemas de informação podem fornecer suporte técnico aos usuários de um sistemas, ajudando-os a resolver problemas e garantindo o funcionamento adequado dos sistemas. Também é chamado service desk.

O Service Desk é o ponto de contato único para todos os requisitos de TI de uma empresa. Ele fornece um serviço centralizado para registrar, monitorar e gerenciar todos os problemas e solicitações de serviço de TI.

Segurança da informação

Os profissionais de sistemas de informação podem ajudar a garantir que os dados e as informações de uma organização estejam seguros, protegendo-os contra ameaças externas.

Ela é essencial para as empresas, pois protege os dados contra acessos não autorizados e garante a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade. Além disso, a segurança da informação ajuda a evitar ataques cibernéticos, vazamentos de informações confidenciais e outros problemas que podem afetar negativamente a reputação de alguma corporação.

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Para quem é destinado o curso de Sistemas da Informação?

É um curso voltado para aqueles que desejam atuar na área de tecnologia da informação. É uma graduação completa e ampla que prepara os alunos para trabalhar com sistemas de informação, desenvolvimento de software e infraestrutura de TI.

Logo, se você tem facilidade com tecnologia e raciocínio lógico vai se dar muito bem na faculdade e profissão.

Faculdade de Sistemas de Informação

A composição da grade curricular da faculdade de Sistemas de Informação está alinhada à versatilidade e ao amplo conhecimento esperado desse profissional. Assim, além das disciplinas específicas, o graduando recebe noções de Computação, Algoritmos e Programação, Sistemas Operacionais e Banco de Dados estão entre os temas abordados.

Por aulas teóricas e práticas, na área da computação, o aluno aprende sobre Algoritmos e Programação, Sistemas Operacionais e Banco de Dados, além de Hardware, Software e Redes de Computadores.

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O que faz um profissional de Sistemas da Informação?

Os profissionais de Sistemas da Informação são responsáveis pelo gerenciamento de sistemas de informação e pelo desenvolvimento de soluções tecnológicas que atendam às necessidades das empresas. Eles analisam as necessidades dos usuários, planejam e desenvolvem sistemas de software, implantam e testam soluções, gerenciam a infraestrutura de TI e prestam suporte aos usuários.

Também pode atuar em vários níveis de acordo com suas qualificações, tempo de experiência e postura profissional. Conheça abaixo:

Trainee

  • Tempo de experiência: 2 a 2 anos e meio
  • Atribuições: Tarefas de pequena ou média complexidade em área(s) específica(s). Elabora projetos (sob supervisão).

Júnior JR

  • Tempo de experiência: até 5 anos
  • Atribuições: Funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação.

Pleno PL

  • Tempo de experiência: 6 a 9 anos
  • Atribuições: Atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.

Sênior SR

  • Tempo de experiência: a partir de 10 anos
  • Atribuições: Toma decisões. Age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos.

Master

  • Tempo de experiência: 15 anos ou mais
  • Atribuições: Atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos / negócios. Possui autonomia plena.

Quais as características desse profissional?

Ele deve ter conhecimento técnico das ferramentas de tecnologia da informação e da gestão de sistemas, além de ter habilidades de comunicação e liderança.

profissional de sistemas de informação na empresa
Atualmente, o mercado de tecnologia é considerado um dos mais promissores para quem deseja iniciar uma carreira na área

Como é o mercado de trabalho para quem atua com Sistemas da Informação?

O mercado de trabalho para profissionais de Sistemas da Informação no Brasil é bastante amplo, visto que a área é essencial para o funcionamento de qualquer empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

Além disso, com o avanço da tecnologia, cada vez mais empresas estão buscando profissionais qualificados para gerenciar seus sistemas e dados, tornando a demanda ainda maior.

Para atuar nessa área, é importante que o profissional possua conhecimentos em programação, banco de dados, redes de computadores e sistemas operacionais, além de ter boa capacidade de análise e solução de problemas. Também é necessário estar atualizado com as novidades da tecnologia, visto que ela está em constante evolução.

Oportunidades no setor público

Os concursos públicos para formados em sistemas da informação são extremamente competitivos, e os candidatos devem estar preparados para um alto nível de exigência.

As principais áreas de atuação para os formados em sistemas da informação são a gestão de sistemas, a segurança da informação e o desenvolvimento de software. Os candidatos devem ter um bom conhecimento técnico das ferramentas e técnicas necessárias para atuação.

Muitos órgãos precisam dos profissionais e querem retirar contratos terceirizados, por isso é preciso ter uma equipe do quadro efetivo.

Há vagas disponíveis com frequência em Secretarias Estaduais, Ministérios Públicos, Tribunais e demais entidades públicas.

Oportunidades de TI no exterior

O mercado de trabalho para profissionais de Sistemas de Informação no exterior está em constante crescimento, com diversas oportunidades para aqueles que estão dispostos a buscar novos desafios.

A área de TI é uma das que mais cresce no mundo atual, e os profissionais de Sistemas da Informação são altamente requisitados em todas as partes do mundo. Os principais países para encontrar trabalho nessa área são os Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Reino Unido, França e Austrália.

Para trabalhar com Sistemas de Informação no exterior, é importante ter um bom nível de inglês e, dependendo do país de destino, é preciso ter um visto de trabalho. Além disso, é fundamental estar atualizado com as tecnologias conforme o cargo de interesse. Já pensou ganhar em dólar ou euro? Estude a possibilidade!

Quanta ganha um profissional de TI?

De acordo com informações do site Vagas.com no cargo de Analista de Sistemas de Informação se inicia ganhando R$ 3.128,00 de salário e pode ganhar até R$ 6.528,00. A média salarial para Analista de Sistemas de Informação no Brasil é de R$ 4.537,00.

Quer aprofundar os conhecimentos na área de Tecnologia da Informação? Faça o curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Um conteúdo completo para você ingressar no mercado de trabalho!

Você poderá estudar onde e quando quiser! São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver!

Saiba tudo sobre fundos de ações: qual a rentabilidade? Quais são os tipos?

Fundos de ações são uma opção para o investidor que quer explorar novos ativos financeiros além da renda fixa para conquistar melhores rendimentos.  

Essa alternativa torna-se muito atrativa porque o investidor não precisa operar diretamente no pregão da bolsa de valores. Esse trabalho fica por conta de um gestor profissional que vai utilizar o capital aplicado para aportar em diversos títulos diferentes.

Dessa forma, esse produto pode ser uma boa pedida para quem está na transição da renda fixa para a variável, mas ainda não se sente pronto para montar sua própria carteira de investimentos de forma mais independente.

Portanto, quer entender melhor o que é fundo de ações e como este produto financeiro funciona? Será que ele vale realmente a pena? Qual é sua rentabilidade? Como é seu sistema de tributação?

Leia nosso conteúdo até o fim e confira todas as respostas para essas perguntas e muito mais!

O que são fundos de ações?

Os fundos de ações são produtos financeiros cujo objetivo é montar uma carteira de investimentos com posições majoritárias de pelo menos 66% em ações ou em outros ativos relacionados, como ETFs (também conhecidos como fundos de índices), BDRs (recibos brasileiros que espelham ações estrangeiras na B3) e outras opções. 

O outro terço da carteira pode ser investido em ativos financeiros diversos

Nessa modalidade de investimento, o investidor delega a estratégia de aportes para um especialista do mercado financeiro. 

Sendo assim, o interessado em adquirir cotas de um fundo deve assinar um termo de adesão e ciência de risco. Nesse documento, é preciso estar explícito os possíveis prejuízos da aplicação, assim como deve-se deixar clara a estratégia e como os aportes serão divididos.

Geralmente, há uma orientação para que a distribuição dos aportes não ultrapasse a marca de 20% da carteira em títulos de uma mesma instituição emissora. Entretanto, a depender do regulamento do fundo, esse percentual pode ser flexibilizado e essa mudança deve estar expressa no termo de adesão e ciência de risco.

Todo o patrimônio dos fundos de ações é composto pelo capital aplicado pelos cotistas. Logo, naturalmente, quanto maior for o valor do aporte, maior será a rentabilidade desses investidores na repartição dos rendimentos.

Contudo, se a performance do fundo acarretar em prejuízo, quem possui mais cotas arca com as maiores perdas.

>>> Confira esse conteúdo especial do canal Investimento às Claras e veja tudo que você precisa saber antes de investir em renda variável:

Quais são os tipos de fundos de investimento em ações?

Os fundos de investimentos em ações são tipificados de acordo com a sua estratégia e os tipos de ativos que compõem seu portfólio. Diante disso, selecionamos quatro tipos bem populares entre os investidores para que você os conheça melhor e descubra algum que lhe agrade mais.

Confira!

Fundos Setoriais

Fundos setoriais são aqueles cujos ativos que compõem seu portfólio reúne ações de empresas que atuam no mesmo setor da bolsa de valores.

Por exemplo, ações de emissoras como Banco do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco pertencem ao setor bancário e podem compor o mesmo fundo. E assim acontece com o setor energético, varejo, indústria, seguradoras e por aí vai.

A escolha dos setores e segmentos que irão compor o fundo devem estar expressas para que o investidor possa consultar antes de adquirir uma cota.

Fundos Internacionais

Qualquer um dos fundos de ações podem aplicar seu patrimônio em ativos estrangeiros para compor parte do seu portfólio. Entretanto, para aqueles que têm mais de 40% da sua carteira em títulos fora do Brasil, eles precisam estar sob a inscrição “Investimentos no Exterior”.

Eles são uma ótima alternativa para quem quer diversificar sua carteira de investimentos para fora do país e, em suma, seu funcionamento é rigorosamente igual aos outros fundos de ações. 

Por fim, como são internacionais, essa tipificação tende a valorizar e desvalorizar de acordo com outras variáveis e indicadores macroeconômicos diferentes da que afetam o mercado nacional. 

>>> Confira no vídeo abaixo como os fatores macroeconômicos podem afetar rentabilidade dos seus investimentos:

Fundos de Small Caps

Small caps é uma abreviação de “small capitalization” (baixa capitalização, em tradução livre). Como o próprio nome indica, esse termo representa um conjunto de companhias com ações listadas na bolsa de valores, porém com baixo volume de capital investido.

Diante dessas circunstâncias, eles são ativos ainda imprevisíveis, porém com bom potencial de crescimento, baixo valor de mercado e liquidez reduzida.

Portanto, os fundos de ações de small caps possuem majoritariamente ativos emitidos por esses tipos de companhias. De maneira geral, a proporção do portfólio fica em 85% para small caps e o restante é voltado para companhias com maior capitalização e liquidez.

Em virtude das suas características já citadas, esse segmento de fundo possui uma alta volatilidade em comparação a outras opções. 

Fundos de dividendos

Esses fundos de ações são voltados majoritariamente para empresas com bom histórico de pagamento de dividendos aos seus acionistas.

E o que são dividendos? Eles consistem em pagamentos periódicos aos investidores derivados da divisão de lucros que uma companhia teve em um determinado período. 

Dessa forma, esses valores consistem em percentuais multiplicados no valor de uma unidade de ação. Portanto, quanto mais papéis o investidor possui, maior serão os proventos recebidos.

Como o pagamento de dividendos abrange empresas de diversos setores da bolsa, esse tipo de fundo de investimento é uma ótima opção para portfólios bem diversificados.

Como funciona a tributação de fundos de ações?

E a tributação de fundos de ações? Dois impostos incidem sobre os rendimentos conquistados: o Imposto de Renda e o Imposto sobre Operações Financeira (IOF).

O IR recai sobre os lucros auferidos com a rentabilidade de seu capital. Isso é, se um fundo rendeu 20% durante o período de um ano, a alíquota de 10% vai incidir exatamente sobre esse valor.

Diferentemente de fundos de renda fixa e multimercados, em que há incidência semestral do IR, nos fundos de ações isso ocorre somente no momento que o investidor faz o resgate de seus rendimentos.

Já o IOF, assim como acontece, por exemplo, em CDBs, só incide se o valor investido foi resgatado em um intervalo menor que um mês após o aporte inicial. O valor da alíquota pode variar bastante de fundo para fundo.

Qual a rentabilidade dos fundos de ações?

Como os fundos de ações são investimentos de renda variável, não é possível saber de antemão quanto seu dinheiro irá render até o momento do seu resgate. Afinal, existem diversos fatores que impactam nos valores das ações e nos principais índices de mercado.

Entretanto, um bom parâmetro para avaliar a rentabilidade dos fundos é por meio do índice IBovespa, em caso de um portfólio majoritariamente composto de ações nacionais, ou o S&P 500 e Dow Jones, caso ele seja de Investimentos no Exterior.

O fato é que essa modalidade, como qualquer investimento de renda variável, está suscetível a intensa volatilidade e mudanças bruscas de preços. Portanto, é importante desde já que o interessado em adquirir esse produto tenha um perfil de investidor entre moderado e arrojado.

Afinal, quem busca por maiores rentabilidades, também está exposto a maior imprevisibilidade e variações.

Para se ter uma ideia, no ano de 2020, fundos como o Sharp Long Biased Advisory FIC FIA entregaram um retorno de 29,31%. Já o JGP Long Only FIC FIA teve 9,58% de rentabilidade. Ambos, curiosamente, tiveram uma performance bem acima do IBovespa, que teve uma queda de -9,44% no período. 

Vale a pena investir em fundos de ações?

Fundos de ações podem valer a pena ou não para você. Tudo depende do seu perfil de investidor, sua estratégia e o match entre esses dois fatores e as características do produto financeiro escolhido.

Entretanto, vamos presumir que você tenha um perfil que navega entre o moderado e arrojado e você deseja inserir títulos de renda variável na sua carteira.

No quesito tributário, por exemplo, investir em fundos de investimento de ações é mais interessante do que negociar ativos de forma independente na bolsa. Pois, enquanto no primeiro caso a cobrança do IR só ocorre no momento do resgate, no segundo o caso o fisco incide mensalmente.

Por outro lado, quando você aplica de forma autônoma e independente na bolsa de valores, você não fica sujeito a cobrança de taxas desagradáveis, como as taxas de administração e de performance. Esses valores diminuem o seu rendimento na hora do resgate.

>>> Quer saber quais fundos de investimento combinam mais com seu perfil de investidor? Saiba mais nesse vídeo do canal Investimento às Claras:


O fato é que, entre prós e contras, um pouco de conhecimento sobre educação financeira, o mercado de capital e sua estratégia de investimentos vai te orientar na hora H se vale a pena ou não introduzir esse produto em sua carteira. 

Portanto, se você quer ter o preparo necessário para escolher os melhores fundos de ações disponíveis no mercado, a Escola de Investimentos da Faculdade XP oferece os melhores cursos para te auxiliar nessa empreitada.

>>> Confira o curso da Faculdade XP School que vai te ensinar os primeiros passos no mundo dos investimento e inicie sua jornada de prosperidade financeira:
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3 dicas de como fazer day trade de criptomoedas

Muitos investidores buscam constantemente oportunidades que possam garantir um retorno maior e, principalmente, mais rápido. O avanço da tecnologia permitiu, nos últimos anos, que uma nova e atrativa modalidade de investimento surgisse: a dos cripto ativos.

Embora seja um mercado promissor, alguns investidores buscam rentabilizar ainda mais com ele. E uma das formas utilizadas é o day trade de criptomoedas.  

Para ajudar você a entender um pouco mais sobre o assunto, separamos neste artigo as principais informações. Você compreenderá aqui o conceito dessa técnica, como ela funciona quando está relacionada com criptomoedas, como executar na prática, os tipos existentes e os cuidados necessários para operar.

Aproveite o texto e boa leitura!

O que é um day trade?

O day trade nada mais é do que fazer a compra e a venda de um determinado ativo no mesmo dia. Essa é uma operação extremamente arriscada e os investidores precisam estar preparados para executá-la. Isso porque, sem o conhecimento necessário, a possibilidade de perder dinheiro é muito alta.

Uma das principais vantagens do day trade é que o investidor pode se aproveitar da volatilidade de um papel — e lucrar com isso. 

O mercado de ações funciona com base na lei de oferta e procura. E o principal objetivo de um trader é saber identificar essas oportunidades. Com isso, ele consegue comprar o ativo quando estiver com um preço menor e vender quando valorizar.  

E um day trade de criptomoedas?

A primeira coisa a ser feita é abrir conta em uma corretora que faça as negociações de criptomoedas. Elas também são conhecidas no mercado como exchanges.

Aqui vai uma dica: estude bem a empresa, veja se ela é confiável e se é possível fazer a negociação sempre que você quiser. Vale lembrar que o mercado de cripto não fecha igual os pregões da Bolsa de Valores, que têm horário de abertura e de fechamento. 

A seguir, confira algumas dicas importantes para começar a fazer day trade de criptomoedas e evitar perdas em seus investimentos. 

Estude o mercado

Como você já deve saber, operar day trade é algo complexo já no mercado normal, imagine no ramo das criptomoedas? Então, o primeiro passo é estudar bastante esse meio.

Reserve um período no seu dia a dia para estudar a fundo esse mercado. Tente aprender como essa volatilidade pode ser usada a seu favor. Porém, a jornada não vai ser fácil. Especialistas indicam que um bom conhecimento pode levar de 2 a 3 anos para ser adquirido.

Compre aos poucos

Essa é uma outra dica muito importante. Não saia por aí gastando toda a sua reserva nas operações. Comece aos poucos e vá sentindo como funciona. Assim você vai ganhando mais confiança para operações maiores, que envolvam valores mais altos e que tenham um risco proporcional.

Vale lembrar que você não pode deixar se levar pelo desespero. Isso pode comprometer as tomadas de decisões, aumentando o risco de cometer erros.

Entenda os tipos de trade

Não é apenas o day trade que está presente em uma estratégia de investimentos. Para aumentar as chances de maior rentabilidade, é preciso contemplar vários tipos de trading. Por isso, o ideal é estudar quais são eles e, mais do que isso: entender como podem agregar no seu objetivo como um todo.

Como escolher uma boa plataforma de day trade de criptomoedas?

Avalie a maior quantidade possível de plataformas que operam criptomoedas. Busque saber o que os usuários acham dela e, sobretudo, como é a usabilidade no dia a dia. Afinal, uma plataforma complexa pode dificultar muito as operações, e não é isso que você deseja, não é mesmo?

Outro ponto importante é com relação aos métodos de financiamento da exchange. Quanto mais possibilidades, melhor. Aqui estamos falando desde cartões de crédito até transferências bancárias. 

Melhores criptomoedas para day trade

Para saber quais são os melhores ativos para fazer day trade, você vai precisar estudar detalhadamente cada um e, também, entender qual deles faz mais sentido para sua estratégia. Porém, separamos a seguir os papéis que estão mais em alta no momento. Depois, é só conhecer mais a fundo cada um deles. Confira: 

Cardano (ADA)

Esse projeto foi idealizado por Charles Hoskinson, um dos fundadores de outra criptomoeda, a Ethereum (segunda maior do mundo). A Cardano surgiu em 2015 como um projeto de blockchain que tinha o objetivo de ser tão rápido e eficiente como a Ethereum. Ao longo do tempo, implantou melhorias técnicas que fizeram ter destaque no mercado de criptomoedas.  

Shiba Inu (SHIB)

Com mais de US$ 13 bilhões em valor de mercado, o Shiba Inu um papel muito atrativo para os investidores. Isso porque a empresa responsável pelo ativo lançou recursos modernos, como uma plataforma de metaverso e NFTs. Tem um alto poder de valorização, pois muitos especialistas indicam que, com esses lançamentos, passou a ter um preço interessante. 

Ripple (XRP)

Um dos principais atrativos da Ripple é que ela está sempre atenta aos movimentos de mercado, costurando parcerias com diversas empresas. Desenvolvida por uma fintech, é um dos ativos mais antigos que existe neste mercado, sendo também bastante popular. Negociado abaixo de US$ 1, é vista como uma ótima opção para quem deseja fazer day trade.  

Como falamos, saber como fazer day trade de criptomoedas requer muito estudo e conhecimento. Agora, se você ainda está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos, faça já a sua inscrição no curso “Aprenda a Investir na Bolsa de Valores”. Tenha uma série de informações e dicas básicas que vão te ajudar a elevar de patamar. Garanta a sua vaga se inscrevendo aqui.  

Consultor financeiro: o que faz, quanto ganha, tipos e como escolher o profissional?

Saber o que faz um consultor financeiro pode mudar a estratégia do seu negócio, pois é esse profissional que se propõe a ajudar as empresas a desenvolver o planejamento e execução dos gastos.

Entre as várias funções de um consultor financeiro, estão o planejamento das contas de eventuais expansões, cálculo de impostos e o apontamento dos erros que prejudicam a evolução de uma empresa ou de uma família.

Afinal, a orientação de um profissional desse tipo faz toda a diferença no mundo dos negócios.

Quer saber o que faz um consultor financeiro, por que vale a pena contratá-lo e quanto custa a contratação de um? Fique conosco, pois explicaremos tudo o que ronda essa profissão fascinante.

O que é consultoria financeira?

Antes de explicarmos o que faz um consultor financeiro, vamos entender a área.

Consultoria financeira é o segmento que ajuda a organizar as finanças de uma família ou de uma empresa. 

Esse trabalho promove uma análise da situação completa financeira e, a partir disso, constroem-se soluções estratégicas que facilitam o dia a dia da pessoa, família ou empresa.

O que faz um consultor financeiro?

Um consultor financeiro é o especialista que aponta as tendências econômicas, considerando tudo o que impacta no setor diante das ações realizadas.

Nesse contexto, vale ressaltar que o papel de um especialista desse porte é meramente consultivo, isto é, ele não executa as soluções propostas, cuja função é de um funcionário da área financeira ou administrativa da empresa.

Sendo assim, um consultor financeiro atua na:

  • criação e acompanhamento de relatórios financeiros;
  • análise de custos;
  • elaboração do plano de negócios;
  • montagem de orçamentos;
  • indicação de investimentos;
  • avaliação do fluxo de caixa.

Quais áreas atua um consultor financeiro?

Para escolher um especialista na área, é necessário ter certeza de qual campo ele atuará. Logo, o consultor financeiro atua em três segmentos:

  • Consultoria pessoal ou familiar;
  • Consultoria empresarial;
  • Consultoria de investimentos

Consultor financeiro pessoal ou familiar

O consultor financeiro pessoal ou familiar é o responsável por organizar as economias dos clientes, buscando estratégias que alinhem o momento atual de vida. Seu trabalho deve ser feito com a maior honestidade, respeitando o perfil de cada um.

Para atuar nesse segmento, o consultor pode ser autônomo, trabalhar em empresas do ramo financeiro ou seguradoras. 

Em uma consultoria financeira pessoal ou familiar, o profissional alterna suas funções entre seis áreas:

1. Gestão de ativos e investimentos

Como uma forma de alavancar a rentabilidade atual, o investimento é uma solução interessante e com grandes chances de retorno. Neste caso, o consultor compara e indica os melhores tipos de investimentos, considerando os objetivos de curto, médio e longo prazo.

2. Plano de despesas

Os especialistas fazem um trabalho detalhado sobre a vida financeira do cliente, levando em conta o fluxo de renda e o comportamento familiar para determinar as possíveis estratégias.

3. Planejamento de aposentadoria

Como forma de ter uma aposentadoria saudável, o consultor financeiro avalia o INSS, e, se houver, a previdência privada contratada. Assim, é possível definir um plano para que o indivíduo saiba o que mudar e ter o padrão de vida desejado.

4. Planejamento de sucessão

Nesta fase são colocadas em questão estratégias para agilizar o processo de sucessão de bens, isto é, definir a partilha da herança ou do patrimônio construído. O consultor financeiro precisa ter discernimento para organizar os bens de modo a evitar brigas familiares e reduzir os custos com impostos e advogados.

5. Planejamento tributário

O consultor financeiro faz uma análise sobre os principais impostos trabalhistas, como a declaração do Imposto de Renda. O profissional foca em diminuir o peso dos tributos sobre as receitas, verificando se os dados estão corretos e até que ponto os tributos geram riscos na vida financeira.

6. Gestão de riscos

Aqui o consultor faz uma avaliação aprofundada sobre possíveis riscos familiares. Pense, então: no caso de morte ou doença do provedor, o único responsável pela renda, será que os demais integrantes têm seguro de vida? Essa é uma situação colocada em questão em uma reunião entre o consultor e o cliente.

Consultor financeiro empresarial 

1. Diagnóstico estratégico

Este é o primeiro contato entre o consultor e o cliente, no caso, a empresa. 

Aqui é realizado um diagnóstico para entender a situação financeira da organização, visando objetivos claros e promissores.

Neste momento são apresentadas estratégias para alcançar os resultados com base no cenário econômico da empresa e mundial (já que os movimentos econômicos no planeta interferem no dia a dia das organizações com o aumento das tributações, por exemplo).

2. Valuation

Valuation é um processo que visa conhecer o real valor de uma empresa ou o mais próximo da realidade. Assim, é possível ver quanto vale a organização no caso de venda. Este processo combina várias metodologias usadas pelo profissional.

>>> Quer entender mais sobre a valorização de uma empresa? Clique no banner e conheça o curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações. Aqui a Faculdade XP School traz um curso completo para você descobrir os aspectos que fazem com que uma empresa tenha mais poder de compra do que outra.

Campanha de um curso online sobre "Valuation: Avaliação de Empresas e Ações" da Faculdade XP School.

3. Análise de viabilidade financeira

Para tomar uma decisão, o cliente precisa identificar o retorno do investimento. Aqui, o consultor apresenta essa estatística por meio de levantamento de dados, análise de cenários e taxa interna de retorno.

Nesse mesmo momento, a consultoria atua no controle das despesas, dos custos e estruturação do regime de caixa, define capital de giro, distribuição de lucro e estruturação de capital.

4. Reestruturação

Diminuir a carga de trabalho dos diretores faz parte do processo de reestruturação da consultoria financeira empresarial. 

Nesse contexto, a equipe implementa propostas de melhorias nos setores administrativo, financeiro, tributário, gestão de equipe, entre outros. 

Consultor de investimentos

Todos os tipos de consultoria financeira abrange o tópico sobre investimentos, no entanto, quando se trata de um consultor especializado em investimentos, o foco é destinado a oferecer as melhores opções do mercado.

Sendo assim, o consultor mapeia e monta o cenário macroeconômico da empresa, além de acompanhar as ações dos clientes, para reduzir os custos e tributação a fim de aumentar a rentabilidade.

Por fim, para alinhar os investimentos ao momento de vida do cliente, o consultor ajuda a entender o perfil de risco do investidor. Com isso, ele pode definir se as aplicações devem ser a curto, médio ou longo prazo.

Quando contratar um consultor financeiro?

Agora que você já sabe para que serve uma consultoria financeira fica mais fácil entender que qualquer pessoa pode contratar um profissional desse gabarito. Afinal, cuidar das finanças sozinho não é uma tarefa fácil, além de que muitas pessoas desconhecem os tipos de investimentos e as possibilidades que elas geram.

Outro ponto é que grande parte da população brasileira não pensa no dia de amanhã. Segundo o Relatório Global do Sistema Previdenciário 2020, da seguradora Alianz, divulgado pelo InfoMoney, cerca de 90% das pessoas com mais de 25 anos não poupam dinheiro para a aposentadoria.

Um número elevado e preocupante comparado a países como Nova Zelândia e Estados Unidos, com percentuais, respectivamente, de 30% e 40%.

Mas, de fato, o momento certo para contratar um consultor financeiro é quando:

  • você deseja aplicar seu dinheiro, mas não sabe qual tipo de investimento;
  • você deseja saber o  quanto dispõe de recursos financeiros;
  • não se sabe que decisões financeiras tomar;
  • quando suas finanças não estão bem e você tem medo de entrar em colapso financeiro. 

Percebeu como um consultor financeiro pode alinhar seus objetivos? Pense nisso! 

Quanto ganha um consultor financeiro?

A remuneração de um consultor financeiro depende da formação e experiência do profissional.

Segundo o site Vagas.com, um consultor que ainda se encontra em formação e atua como estagiário, tem remuneração média de R$1946.

Depois que termina o estágio, naturalmente o salário tende a aumentar. Neste caso, o site aponta um salário de R$4000. Além disso, quem já tem um nível de experiência superior e atua em grandes empresas, pode ter um salário estimado em R$8000.

Isso significa que um consultor financeiro ganha bem, mesmo em estágios remunerados. Mas, para isso, é importante ser bem conceituado no mercado, realizar suas funções com qualidade e gerar os resultados esperados pelo cliente.

Como ampliar conhecimento sobre finanças?

Agora que você já sabe o que faz um consultor financeiro, percebeu a importância de um profissional no seu dia a dia. Mas, além de contar com ele para ajudá-lo a equilibrar suas finanças e a aprender a investir, você pode dar um pontapé inicial por meio do estudo.

Em primeiro lugar, você pode aprender a ter autoconhecimento financeiro ao fazer o curso Combo: Educação Financeira. São três cursos voltados a entender a sua relação com o dinheiro e como organizar suas contas de forma leve.

E, por fim, ao entrar no mundo dos investimentos, nada melhor do que saber o valor dos ativos e derivativos.

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Neste material você vai entender como é formado o preço de uma ação, como interpretá-lo e incluí-lo dentro de suas estratégias para aumentar seus rendimentos.

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Confira 6 dicas de como investir no Tesouro Direto

Quer investir no Tesouro Direto? Vou te trazer um panorama completo sobre o assunto. Saiba que o Tesouro Direto é um programa do Governo Federal que permite aos investidores comprar títulos públicos federais a prazo.

Os títulos públicos são de dívida do governo, e ao comprar um título público, o investidor empresta dinheiro ao País por um determinado período.

Ao final do tempo indicado, o investidor recebe de volta o valor principal do empréstimo, mais juros. O Tesouro Direto é uma forma segura de investir, pois os títulos públicos federais são garantidos pelos órgãos governamentais. Além disso, o investimento é isento de impostos, o que significa que todos os ganhos são 100% do investidor.

Confira no conteúdo todos os detalhes sobre o Tesouro Direto, títulos e como investir logo! Boa leitura!

O que é Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal que permite a qualquer pessoa investir em títulos públicos federais. Esses são emitidos pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo e são negociados exclusivamente pela internet, por meio da plataforma do Tesouro Direto.

Por isso, é muito seguro investir no Tesouro Direto, os títulos são garantidos pelo Governo Federal. Além disso, eles são isentos de Imposto de Renda, o que torna o Tesouro Direto uma ótima opção de investimento para quem busca rentabilidade com seguridade.

Outro benefício de investir no Tesouro Direto é que os investidores podem escolher o prazo do investimento, de acordo com o seu perfil de investimento. Dessa forma, é possível investir em títulos com prazos mais curtos, para obter um rendimento mais rápido, ou em títulos com prazos mais longos, para obter uma rentabilidade mais elevada.

Como funciona o Tesouro Direto?

Como já disse anteriormente, o Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional que permite aos investidores pessoas físicas aplicarem seus recursos em títulos públicos federais. Com o Tesouro Direto, o investidor compra títulos diretamente do governo, de forma simples, segura e sem custódia.

Os títulos públicos oferecidos no Tesouro Direto são os mesmos negociados na Bolsa de Valores, porém, quem compra diretamente do Estado tem alguns benefícios. Conheça!

Paga menos impostos: quem compra títulos públicos no Tesouro Direto paga menos impostos do que quem compra na Bolsa de Valores. Isso porque os títulos do Tesouro Direto são isentos de Imposto de Renda.

Ganha maior rentabilidade: a rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto é maior do que a rentabilidade dos títulos públicos negociados na Bolsa de Valores, pois não há taxas de corretagem e nem de emolumentos.

Segurança eficaz: os títulos públicos federais são considerados os ativos mais seguros do mercado financeiro, pois o governo federal tem o compromisso de pagar os juros e o principal do título no vencimento. É uma obrigação com lucro para você!

Saiba mais sobre o Tesouro Nacional

O Tesouro Nacional é a instituição financeira do Governo Federal brasileiro que tem como principal função administrar as dívidas públicas federais, os fundos de investimento do governo e as contas do Tesouro. Além disso, o Tesouro Nacional também é responsável por formular e implementar a política de investimentos do governo federal.

Ele ainda pode exercer mais uma função. Se algum dia, o Brasil não ter dinheiro suficiente para arcar com seus pagamentos, ele pode recorrer a um empréstimo.

<Confira: como acompanhar o rendimento do Tesouro Direto />

Principais títulos para investir no Tesouro Direto

Listamos abaixo alguns dos principais títulos para você conhecer e investir no Tesouro Direto:

Tesouro Prefixado 2025

Esse título vence no dia 1º de janeiro de 2025. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de médio prazo. Título prefixado, ou seja, no momento da compra, você já sabe exatamente quanto irá receber no futuro (sempre R$ 1.000 por unidade de título).

O investimento mínimo é de R$ 36,95.

É mais interessante para quem pode deixar o seu dinheiro render até o vencimento do investimento, pois não paga juros semestrais. Em caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional garante sua recompra pelos seus valores de mercado.

Tesouro Prefixado 2029

Esse título vence no dia 1º de janeiro de 2029. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de médio prazo. Título prefixado, ou seja, no momento da compra, você já sabe exatamente quanto irá receber no futuro (sempre R$ 1.000 por unidade de título).

O investimento mínimo é de apenas R$ 31,64.

É mais interessante para quem pode deixar o seu dinheiro render até o vencimento do investimento, pois não paga juros semestrais. Em caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional garante sua recompra pelos seus valores de mercado.

Tesouro Selic 2025

Esse título vence no dia 1º de março de 2025. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de curto prazo.

O investimento mínimo é de R$ 118,31.

Título com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros da economia (taxa Selic). Isso significa que se a taxa Selic aumentar a sua rentabilidade aumenta e se a taxa Selic diminuir, sua rentabilidade diminui. Como não paga juros semestrais, é mais interessante para quem pode deixar o dinheiro render até o vencimento do investimento.

Tesouro Selic 2027

Esse título vence no dia 1º de março de 2027. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de curto prazo.

O investimento mínimo é de R$ 117,75.

Título com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros da economia (taxa Selic). Isso significa que se a taxa Selic aumentar a sua rentabilidade aumenta e se a taxa Selic diminuir, sua rentabilidade diminui. Como não paga juros semestrais, é mais interessante para quem pode deixar o dinheiro render até o vencimento do investimento.

Tesouro IPCA+ 2026

Esse título vence em 15 de agosto de 2026. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de longo prazo.

O investimento mínimo é de R$ 31,63.

Título pós-fixado, uma vez que parte do seu rendimento acompanha a variação da taxa de inflação (IPCA). Aumenta o poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por uma taxa de juros + a variação da inflação (IPCA).

É mais interessante para quem pode deixar o dinheiro render até o vencimento do investimento, pois não paga juros semestrais. Em caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional garante sua recompra pelo seu valor de mercado.

Tesouro IPCA+ 2035

Esse título vence em 15 de maio de 2035. Indicado para aqueles que querem realizar investimentos de longo prazo.

O investimento mínimo é de apenas R$ 37,84.

É um título pós-fixado, uma vez que parte do seu rendimento acompanha a variação da taxa de inflação (IPCA). Aumenta o poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por uma taxa de juros + a variação da inflação (IPCA).

É mais interessante para quem pode deixar o dinheiro render até o vencimento do investimento, pois não paga juros semestrais. Em caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional garante sua recompra pelo seu valor de mercado.

Para mais consultas de títulos públicos, confira o site do Tesouro Direto.

6 dicas de como investir no tesouro direto

Agora que você entendeu sobre o investimento e os principais títulos de aplicação, confira dicas para você iniciar no mundo das finanças e fazer o seu dinheiro trabalhar por você!

 1. Procure uma corretora com taxa zero

Se você quer economizar, faça uma escolha consciente. Uma corretora de taxa zero é uma corretora que não cobra nenhuma comissão pelas operações que você realiza. Isso significa que você pode investir em qualquer ativo que quiser, sem ter que pagar qualquer taxa.

Além disso, também não cobra qualquer taxa de manutenção ou de inatividade. Você pode deixar seu dinheiro investido por quanto tempo quiser, sem ter que se preocupar com qualquer taxa.

Também é importante ter uma corretora isenta e que não cobra qualquer taxa de saída. Isso significa que você pode retirar seu dinheiro a qualquer momento, sem ter que pagar qualquer taxa.

Uma corretora de taxa zero também costuma oferecer uma grande variedade de ativos para investir. Isso significa que você pode investir em qualquer coisa que você quiser, sem ter que se preocupar com as limitações impostas por outras corretoras.

Além disso, algumas empresas financeiras também costumam oferecer uma conta demo gratuita. Isso significa que você pode experimentar a plataforma de negociação da corretora sem ter que arriscar seu próprio dinheiro.

Por fim, uma corretora de taxa zero também costuma oferecer um depósito mínimo baixo. Isso significa que você pode começar a investir com pouco dinheiro, sem ter que arriscar muito.

2. Comece a investir pelo Tesouro Selic

Para investir no Tesouro Direto, você precisará abrir uma conta em uma corretora que ofereça o programa. A corretora será responsável por intermediar as negociações dos títulos públicos e cobrará uma taxa de corretagem sobre as operações.

Existem diversos tipos de títulos públicos federais que podem ser negociados no Tesouro Direto. Cada um deles tem um prazo de vencimento e uma rentabilidade diferente.

Os títulos mais curtos, como o Tesouro Selic, costumam ter rentabilidades menores, mas são mais seguros. Já os títulos com prazos mais longos, como o Tesouro IPCA+ 2035, podem oferecer rentabilidades mais altas, mas também são mais arriscados.

Para escolher o título que melhor se adequa às suas necessidades, é importante considerar o seu perfil de investidor e o seu objetivo com o investimento.

Se você quer ter um investimento seguro e que preserve o seu capital, os títulos mais curtos são uma boa opção. Já se você está disposto a correr um pouco mais de risco em busca de uma rentabilidade maior, os títulos com prazos mais longos podem ser uma boa escolha.

Independentemente do tipo de título escolhido, é importante lembrar que os rendimentos dos títulos públicos federais são isentos de imposto de renda. Isso significa que toda a rentabilidade que você obtiver com o seu investimento será 100% seu.

3. Opte pelo Tesouro Prefixado para retorno de médio e longo prazo

O título oferece um rendimento fixo, ou seja, você saberá quanto irá receber no vencimento. Ademais, o Tesouro Prefixado é isento de Imposto de Renda.

Além da rentabilidade pré-fixada, o Tesouro Prefixado apresenta uma série de vantagens para os investidores, como a proteção contra a inflação, a segurança do investimento e a facilidade de resgate.

<Leia depois: entenda como funciona Tesouro Direto Prefixado />

4. Invista em Tesouro IPCA para garantir seu futuro

O Tesouro IPCA é um título do Tesouro Direto que tem como objetivo proteger o investidor da inflação. Um índice muito importante, aliás. Como o nome já diz, o IPCA é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, um indicador oficial do governo que mede a inflação no país.

O objetivo do índice é medir a variação dos preços de 465 produtos e serviços utilizados com frequência pelas famílias brasileiras.

Por ser uma aplicação de longo prazo, o Tesouro IPCA+ é ideal para quem quer proteger o seu dinheiro de reajustes econômicos no país. O título é lastreado pelo IPCA, portanto, sua rentabilidade sempre será a inflação mais uma taxa pré-fixada no momento da compra. Bem fácil de entender, certo?

Ao investir no título, o investidor empresta o seu dinheiro ao governo e, em contrapartida, recebe juros. No vencimento do produto financeiro, o investidor também recebe de volta o valor principal investido, corrigido pela inflação do período

5. Simule suas aplicações pela calculadora do Tesouro Direto

Uma ferramenta muito útil e que facilita a vida do investidor é a calculadora de investimentos.

Para usar a calculadora do Tesouro Direto, basta acessar o site oficial do programa e selecionar a opção “Calcule seu investimento”. Em seguida, basta inserir o valor que deseja investir e o período de aplicação. A calculadora irá fornecer o valor total a ser pago, juros e rentabilidade.

Confira abaixo o passo a passo para a simulação básica:

  • Acesse: https://www.tesourodireto.com.br/titulos/calculadora.htm
  • Escolha o título que deseja realizar o investimento
  • Indique a data do investimento
  • Indique a data de vencimento
  • Insira o valor que deseja investir
  • Adicione a taxa de rentabilidade do investimento
  • Indique (se houver) a taxa de administração do banco/corretora (% a.a.)

6. Realize aportes frequentemente

Aportes frequentes em ações ou títulos públicos podem ajudar a aumentar o valor da sua carteira de investimentos a longo prazo. Isso ocorre porque eles tendem a se valorizar com o tempo, portanto, se você reinvestir os seus lucros e adicionar novos aportes regularmente, o valor da sua carteira vai crescer de forma progressiva.

Além disso, aportes frequentes também podem ajudar a reduzir o risco de perder dinheiro em um investimento, pois você diversificará sua carteira e aumentando sua exposição a diferentes setores da economia.

Principais vantagens do Tesouro Direto

A principal vantagem de usar o tesouro direto é a rentabilidade, que é bem superior a qualquer produto oferecido pelos bancos e até da poupança, obviamente.

Além disso, a liquidez é bem maior, pois você pode resgatar seus títulos a qualquer momento, sem aplicação de penalidades, taxas e afins.

Outros benefícios são a segurança, uma vez que a taxa de inadimplência é praticamente zero, e a facilidade de investimento, já que é possível fazer tudo online, sem a necessidade de ir a uma agência bancária física. Vamos decolar as finanças e começar a investir!

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Keyvisual: dicas para ter uma identidade única

Você já ouviu falar em Keyvisual? Se você trabalha, ou deseja trabalhar, com design, é essencial conhecer o KV. Basicamente, o Key Visual é uma forma de fazer com que marca seja reconhecida através dos elementos visuais que são aplicados em todas as peças desenvolvidas pela marca. 

Neste artigo, vamos explicar o conceito de KV, as diferenças entre um KV e uma identidade visual, mostrar exemplos do Key Visual aplicado em campanhas de grandes marcas e tirar todas as dúvidas sobre o tema.        

O que é  Keyvisual?

Técnica muito usada em agências de marketing ou publicidade, o Key Visual consiste em uma única peça, chamada peça piloto ou peça conceito, que serve como um guia visual para uma campanha publicitária. Dessa forma, o KV ajuda a identificar quais elementos devem estar presentes nos materiais produzidos para essa campanha.

Por exemplo, paleta de cores, fontes, tipografia e até mesmo o tom da comunicação devem estar presentes no Key Visual. Além disso, o KV é montado em parceria com um redator, que ajuda na produção textual para as peças e atua diretamente no tom da campanha. 

Normalmente, o Key Visual está mais relacionado à marca do que a sua identidade visual ou logo, que já são populares. E, apesar de o KV não ser obrigatório e ser mais comum em campanhas grandes que demandam muitas peças da equipe de direção de arte, um KV facilita na hora da criação e faz com que os materiais tenham uma maior coesão.  

Importância do Key Visual para uma empresa

O KV é importante porque ele representa o branding da empresa, ou seja, toda a imagem e o sentimento de identificação do público com a marca que ela trabalhou para construir está sendo representada a partir dessa peça conceito. 

Por isso, ter um guia para orientar a campanha faz com que a empresa não se perca durante o processo de comunicação e consiga transmitir tudo o que ela deseja de forma criativa e eficaz.  

Importância dos elementos visuais

De acordo com um estudo sobre a velocidade de processamento no sistema visual humano, o nosso cérebro leva apenas 100 milissegundos para entender o significado de uma imagem. Por isso, investir em elementos gráficos para manter um padrão de identificação da sua marca é tão importante.

Abaixo, citamos alguns dos principais elementos:

  • Cores: elas são importantes para a identificação da marca e também porque existe uma psicologia das cores, que é capaz transmitir os sentimentos e as emoções desejadas ao seu público;
  • Fontes: ter uma fonte muito utilizada nas peças da marca ajuda para que ela seja identificada rapidamente;
  • Grafismos: ajudam a reforçar o conteúdo da marca e podem ser ilustrações, colagens, pinturas, depende do objetivo da sua mensagem;
  • Iconografia: facilitam a comunicação e emitem uma mensagem através de símbolos. Por exemplo, pense nas sinalizações de trânsito com ícones de “proibido estacionar”.  

Diferença entre KV e Identidade Visual

Agora, que você já sabe o que é um Key Visual, surgiu a dúvida de qual é a diferença entre um KV e uma identidade visual? Se sim, pode ficar tranquilo que nós vamos explicar com todos os detalhes! 

Identidade visual 

Ao contrário do KV, desenvolvido para uma campanha pontual, a identidade visual é o conjunto de vários elementos gráficos (cores, formatos, grafismos, etc.). Eles são responsáveis por criar a identidade da marca, mostrar os seus valores e transmitir ao mundo como eles querem ser vistos.

KV

O Key Visual é a peça que define como os elementos gráficos que pertencem à identidade visual serão aplicados em uma campanha de marketing. É importante destacar que, apesar de usar elementos da identidade visual, no KV é permitido inovar, ir além dos padrões da marca e testar novas possibilidades.       

Em resumo: a identidade visual define quais elementos serão usados. Enquanto o KV define como os elementos serão usados em determinada campanha.

Como criar um Keyvisual de impacto?

Pode parecer simples, por se tratar de uma única peça, mas criar um Keyvisual exige dedicação e estudos por parte dos envolvidos. Abaixo, separamos 5 dicas que te ajudarão na hora de criar o seu KV.  

Conheça a marca

Primeiramente você precisa conhecer a marca para qual está trabalhando. Afinal, o seu KV faz parte da representação daquela empresa para o público. 

Portanto, antes de montar o seu Key Visual estude quais são os valores, a missão e o público que a marca quer atingir. Além disso, entenda quais são os objetivos da empresa a curto, médio e longo prazo.  

Para isso, você pode elaborar um briefing com perguntas objetivas e mais abrangentes sobre a empresa que devem ser respondidas de maneira sincera pelo seu cliente. A partir dele, você consegue começar a elaborar o KV com mais objetividade. 

Analise as informações

Com as respostas do briefing em mãos, é o momento de você analisar as informações obtidas. Essa análise é importante porque as respostas são as expectativas do seu cliente em relação ao projeto que vão guiar o seu KV. 

Por exemplo, é a partir das respostas que você começa a pensar se a campanha faz mais sentido para mídia online ou offline, quais formatos e elementos podem ser utilizados, qual a linguagem melhor para o seu público, entre outras questões que devem ser consideradas na hora da criação. 

Busque inspirações

Depois que a análise for concluída, é hora do brainstorming! Aproveite o momento para pesquisar referências para o seu projeto, salvar as ideias que a equipe mais curtiu e começar a dar vida ao projeto

Uma dica legal para essa fase é salvar as ideias e as inspirações em um mesmo local. Assim, fica mais fácil visualizar todas as ideias.      

Feedback da equipe

Com a primeira versão do KV finalizado, aconselhamos você a apresentar o seu projeto para outras pessoas, assim elas podem analisar e sugerir melhorias. Por exemplo, se você trabalha em uma agência, é interessante mostrar à pessoa responsável pelas redes sociais, pois ela é quem tem uma maior noção do que funciona melhor nas redes.  

Após o feedback, se necessário, faça os ajustes na peça e prepare-se para a última parte do seu Key Visual. 

Apresente e defenda a sua ideia de keyvisual

Por fim, chegou a hora de apresentar a ideia e a peça que você desenvolveu para o cliente. Para uma apresentação de sucesso, lembre-se de incluir no seu material o porquê das suas escolhas.

Esse é o momento de vender a sua ideia e o seu trabalho. Por isso, não tenha medo de mostrar todo o seu domínio sobre o assunto. Afinal, você quem trabalhou no projeto e desenvolveu a ideia, é você quem o conhece melhor do que qualquer outra pessoa.     

Key Visual para construir campanhas de marketing

O Key Visual é muito utilizado em campanhas de marketing, pois ajuda a marca a ter uma comunicação coesa, sem mudar o tom e os aspectos visuais da comunicação. O principal objetivo do KV em uma campanha é gerar rápida identificação do usuário com o material e causar aquela sensação de que ele já viu aquele material antes.  

Cases de sucesso do uso de Keyvisual

Agora que já entendeu o que é keyvisual, vamos para alguns cases de sucesso.

Coca-Cola sem açúcar 

O projeto tinha como objetivo transmitir aos adolescentes que, apesar da nova versão sem açúcar, a Coca-Cola não perdeu nem sabor, nem frescos – duas grandes características da marca. Para isso, eles criaram o “sabor do NÃO” e desenvolveram todo o KV acima desse conceito sem perder a identidade visual tão marcante da Coca-Cola.  

Keyvisual da Coca-Cola
Key Visual desenvolvido para a nova Coca-Cola sem açúcar. Disponível em: Behance
key visual realizado para Coca-Cola
Key Visual desenvolvido para a nova Coca-Cola sem açúcar. Disponível em: Behance

Grendene Kids Festival

Keyvisual criado a partir do briefing que expressava o desejo da marca de seguir pela mesma linha das campanhas criadas por festivais de música. Por isso, o uso de muitas cores e elementos para representar palco e luzes presentes em shows. 

Peça gráfica de Keyvisual da Grendene Kids Festival
Key Visual para o Grendene Kids Festival. Disponível em: Behance
Grendene Kids Festival desenvolve keyvisual
Key Visual para o Grendene Kids Festival. Disponível em: Behance

Qual profissional trabalha com Keyvisual?

Dentro de uma agência de marketing, todos podem ter contato e trabalhar brevemente com o Key Visual. Porém, o profissional que trabalha diretamente na criação de KVs é o designer. O diretor de arte é o responsável por dar vida às ideias da equipe. 

Por isso, se você deseja trabalhar na área, é preciso ter domínio de programas do pacote Adobe, tais como InDesign e Illustrator. Além disso, é interessante ter uma graduação em Design ou áreas relacionadas. 

O mercado de trabalho é bom?

Cada vez mais as pessoas estão entendendo a importância de ter uma apresentação profissional do seu produto ou serviço. Por isso, quem trabalha com Design encontra um mercado em ascensão.

Apesar da média salarial no Brasil, segundo o portal Vagas, estar em torno de R$2.000, muitos designers com anos de experiência recebem salários acima da média, principalmente se tiverem especializações em UI Design ou UX Design

Uma outra forma de se destacar também é atuando como freelancers. Dependendo do nível de experiência e da complexidade do seu projeto Keyvisual, é possível em apenas um único trabalho conseguir muito mais que os dois mil reais que é o salário médio da profissão.  

Por isso, vale a pena investir na área e investir também em um bom networking com empresas e clientes microempreendedores. 

Aluguel de ações: o que é e como ganhar dinheiro extra na bolsa

O aluguel de ações é uma transação que pode ser vantajosa para o doador e para o tomador. Quem já investe na bolsa de valores, pode lucrar sem muito esforço e, quem precisa de ações temporariamente, também pode se beneficiar muito dessa estratégia e lucrar com a movimentação do mercado em curto prazo. Quer entender como funciona e como fazer a locação de ações? Continue a leitura!

O que é aluguel de ações?

O nome técnico deste tipo de transação, na verdade, é empréstimo de ativos. Porém, na prática, os investidores o conhecem mais como aluguel de ações. Ele consiste em uma operação feita por dois indivíduos: o doador (quem disponibiliza as ações) e o tomador (quem aluga as ações).

O doador, geralmente, é um investidor que pretende ficar com aquela ação por mais tempo, ou seja, não pretende se desfazer dela de imediato. Já o tomador, “aluga” as ações temporariamente, visando algum objetivo para o qual precisará delas.

Como funciona o aluguel de ações?

É possível fazer uma analogia com o aluguel de imóveis: a pessoa que é proprietária do imóvel não pretende vendê-lo naquele momento e, ao invés de apenas ter o ativo sem lhe render nada, decide alugá-lo para que ele traga rendimentos. Quem não tem um imóvel e precisa de uma moradia temporariamente, o aluga.

Com as ações, é bem similar. Ao alugá-las, o investidor consegue obter rendimentos que não teria caso elas ficassem apenas guardadas. É uma possibilidade adicional de ganho e não requer esforço nenhum, além de ser seguro, uma vez que a B3 atua como contraparte central nas operações de aluguel e exige o depósito de garantias. 

No pior cenário, se um dos envolvidos não cumprir com as suas obrigações, a Bolsa toma as garantias e faz os pagamentos.

Quem pode alugar ações?

Basicamente, qualquer investidor da Bolsa, seja uma pessoa física ou jurídica, pode usar o serviço de aluguel de ações. Instituições financeiras também podem, mas existem algumas restrições específicas.

Doador

Os doadores são pessoas com investimentos em Renda Variável dispostas a deixar as suas ações para alugar. Eles costumam ter como objetivo maior rentabilidade com a carteira de ações e têm autonomia para estabelecer o prazo de vencimento da locação. 

A operação também é garantida pela (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), tornando o processo mais seguro.

Tomador

Tomadores são as pessoas que alugam as ações para operar na bolsa de valores. Na maioria das vezes, o objetivo é realizar as chamadas “vendas a descoberto”, que é a venda das ações sem tê-las na carteira. Isso é feito quando existe uma perspectiva de que as ações irão cair. 

Então, o tomador vende por um valor mais alto e aluga de outro investidor. Quando as ações caem, ele compra de volta, por um valor menor, devolve as ações alugadas e a diferença é o lucro da operação e fica com ele.

Quais são os tipos de ativos que podem ser alugados?

Embora os serviços de aluguel ocorram mais com ações, também podem ser alugados outros ativos como:

  • Ações (companhias abertas e listadas na B3);
  • Units (ativos compostos por mais de um tipo ou classe de valores mobiliários);
  • Cotas de Fundos de Índices (ETFs);
  • BDRs Patrocinados;
  • BDRs Não Patrocinados Nível I;
  • Cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários.
  • Cotas de Fundos de Investimentos em Participações.
Aluguel de ações na Bolsa de Valores
Além de escolher o ativo para alugar, o contrato de aluguel de ações é fundamental para qualquer investidor.

Confira mais informações no site oficial da B3.

Tipos de contrato de aluguel de ações

Além dos tipos de ativos, os contratos também podem ter características distintas, o que os fazem ter 4 classificações diferentes. Confira abaixo:

  1. Contrato reversível ao doador: o doador pode encerrar o contrato a qualquer momento. Se isso acontecer, o tomador paga a taxa proporcional ao período em que esteve com as ações; 
  2. Contrato reversível ao tomador: aqui é o tomador quem pode finalizar o contrato quando desejar, independentemente da data de vencimento. Ao fazer isso, precisa devolver as ações alugadas em até quatro dias;
  3. Contrato reversível ao tomador e doador: qualquer uma das partes pode finalizar o aluguel antes do vencimento;
  4. Vencimento fixo: ambas as partes precisam cumprir o período de vigência acordado.

Como fazer a locação de ações?

Se você deseja emprestar ativos, o primeiro passo é firmar um contrato com a corretora, distribuidora ou custodiante que mantém os seus ativos custodiados. Durante a vigência do contrato de empréstimo, a B3 transfere os ativos do dador ao tomador, que precisará pagar de acordo com o que foi estipulado em contrato.

O investidor pode verificar os valores recebidos por meio dos extratos e notas fornecidas pelo intermediário. Além disso, também é possível acompanhar o processo por meio do Canal Eletrônico do Investidor (CEI).

Já se você deseja alugar ações, pode verificar as operações de aluguel disponíveis nos home brokers (sistemas de negociação de ações pela internet). Lá é possível avaliar os papéis disponíveis e as condições de cada oferta, além das condições impostas pelo doador.

Quais os custos envolvidos?

Para começar, a boa notícia é que para oferecer as ações da carteira para aluguel, a B3 não cobra dos doadores. O único valor a ser desembolsado é o do IRRF sobre o rendimento, além da comissão para a corretora.

Já os tomadores precisam arcar com a taxa de aluguel, que muda conforme a oferta e a demanda. Ativos que estão muito procurados em um determinado período costumam ter valores mais elevados. 

Além disso, o tomador também precisa arcar com a taxa de registro da BM&F Bovespa, emolumentos (pago diretamente à bolsa de valores), a tributação sobre os rendimentos e as taxas de corretagem.

Como saber a taxa de aluguel de ações?

No site da B3, existe uma área em que é possível verificar a taxa dos últimos empréstimos registrados. O caminho para a página é: Produtos e Serviços > Empréstimos de ativos > Renda variável > Empréstimos registrados.

Veja abaixo os valores referentes à AIRBNB INC:

Consultados no dia 01/07/2022

A média ponderada do doador foi de 2,06%. Significa que as pessoas que emprestaram as ações da AIRBNB INC receberam uma base anual desse percentual. A cada R$100,00, elas teriam gerado (em média) R$2,06. Algumas pessoas alugam com taxa menor e outras com taxa maior – por isso a variação de mínimo e máximo.

Essa base costuma ser utilizada por quem vai alugar as suas ações. Elas mudam constantemente, por isso, é sempre importante verificar os valores atualizados.

Conheça as vantagens e desvantagens da locação de ações

Existem vantagens e desvantagens para ambos os lados. Por isso, é importante conhecer cada um dos aspectos e avaliar se é vantajoso ou não (para você) ser um tomador ou um doador no processo de locação de ações.

Doador

Confira abaixo, as principais vantagens e desvantagens do aluguel de ações para o doador.

Vantagens

  • Receber uma renda extra sem abrir mão da propriedade das ações;
  • Permanecer recebendo os juros sobre capital próprio, dividendos e outros proventos;
  • Decidir o prazo de vencimento da locação e o tipo de contrato.

Desvantagens

  • Apesar de poder escolher o valor que disponibilizará as ações, isso não assegura que terão pessoas interessadas nela;
  • Dependendo do contrato, não é possível negociar os papéis antes do vencimento. Caso haja desvalorização ou necessite do dinheiro investido, terá de esperar o término do contrato;
  • Transferência do direito do voto nas assembleias para o tomador, durante a vigência do contrato.

Tomador

Confira abaixo, as principais vantagens e desvantagens do aluguel de ações para o tomador:

Vantagens

  • Conseguir realizar vendas a descoberto;
  • Ganhar com a oscilação do mercado em operações de curto prazo;
  • Permite operações de lançamento coberto de opções utilizando as ações alugadas como garantia.

Desvantagens

  • Risco de não conseguir recomprar as ações. Neste caso, precisará ressarcir o doador, sendo que pode ser estabelecido o pagamento do dobro da taxa contratada até a data de emissão do direito de recompra;
  • Risco de não conseguir comprar os papéis por um valor mais baixo do que vendeu, gerando prejuízos;
  • Se atrasar o pagamento ou não quitar o valor do aluguel, o doador recebe os títulos que foram deixados como garantia.

Como declarar o aluguel de ações?

Apesar da B3 não cobrar taxas do doador, ele precisa pagar pelo Imposto de Renda na fonte sobre o rendimento do empréstimo. Como ela é considerada uma operação de renda fixa, a suas alíquotas seguem a tabela regressiva do IR. Para os investidores residentes no Brasil (tanto pessoas físicas quanto jurídicas) são:

  • Até 180 dias: 22,5%;
  • De 181 a 360 dias; 20%;
  • De 361 a 720 dias; 17,5%;
  • Acima de 720 dias: 15%.

Já os investidores estrangeiros pagam Imposto de Renda de 15% e as instituições financeiras são isentas.

Para fazer a declaração anual, será necessário utilizar o informe de rendimentos enviado pela corretora. Nele, são informados todos os valores recebidos, facilitando o processo.

Para inserir as informações, acesse o programa da Receita e busque pela aba “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. Na linha 6 “Rendimentos de aplicações financeiras”, informe os rendimentos líquidos, já descontados do imposto retido na fonte.

No campo “Especificação” é possível inserir a origem dos rendimentos, detalhando as ações emprestadas e a soma dos ganhos líquidos. Dessa forma, você evita problemas envolvendo a sua declaração.

Agora que você já sabe como funciona o aluguel de ações, quer aprender mais sobre a Bolsa de Valores e como investir para obter mais lucros e correr menos riscos? Conheça os nossos cursos como o MBA em Ações e Stock Picking e o MBA em Investimentos e Private Banking.

5 opções de investimentos de liquidez diária para você conhecer

Ter uma carteira rentável é o objetivo de qualquer investidor. Entretanto, essa não deve ser a única característica a ser avaliada na hora da aplicação. A liquidez, por exemplo, é outro item fundamental, afinal, nunca se sabe quando imprevistos podem surgir.

É por isso que os investimentos de liquidez diária devem ser considerados tanto pelos conservadores como pelos mais arrojados.

Com esse tipo de investimento, é possível garantir uma reserva de emergência sem que o dinheiro precise ficar parado. É uma solução para que rentabilidade e segurança caminhem juntas. No artigo abaixo reunimos cinco opções que você deve conhecer para diversificar a carteira sem medo.

Relembrando: o que são investimentos de liquidez diária?

Certamente você já leu ou ouviu falar sobre investimentos com liquidez alta ou baixa. Essa definição é muito comum em análises e indicações de aplicações, mas você lembra o que isso significa?

O conceito de liquidez está relacionado à capacidade de transformar um ativo em dinheiro. Ou seja, a quanto pode ser fácil ou difícil vender ou resgatar uma quantia depois de aplicada.

Falando especificamente em liquidez diária, estamos nos referindo aos investimentos que podem ser transformados novamente em dinheiro no mesmo dia útil da solicitação.

Imagine, por exemplo, que você aplicou R$ 1.500 que sobrou no mês. No dia seguinte, porém, você bateu o carro e a franquia cobrada pela seguradora é justamente de R$1.500. Se a aplicação foi feita em investimentos de liquidez diária, será possível resgatar o valor.

< Se você tem o estilo conservador na hora de investir e preza pela segurança do seu patrimônio, confira 4 passos para sair da poupança e investir na renda fixa />

Para quem são destinados os investimentos de liquidez diária?

Assim como a maior parte dos investimentos, as opções de liquidez diária não são direcionadas a um público específico. Essa resposta, na verdade, varia conforme o objetivo financeiro de cada investidor.

É comum que os mais arrojados não tenham esse tipo de ativo na carteira. A justificativa está relacionada, principalmente, à baixa rentabilidade que ele oferece. Do outro lado, os mais conservadores costumam buscar por ele, já que tendem a ser opções mais seguras. Mas a liquidez diária não está relacionada somente a essas questões.

Imprevistos acontecem e é preciso estar preparado para eles. Nesse caso, ter uma reserva de emergência é essencial. O erro comum, porém, é achar que esse dinheiro precisa estar guardado na poupança para ser resgatado a qualquer momento.

Hoje existem dezenas de opções que oferecem a mesma possibilidade de resgate que a poupança, mas com opções mais rentáveis.

Os investimentos de liquidez diária também são destinados para quem tem objetivos de curto prazo. Neste caso, a quantia é investida e rende por pouco tempo até que seja necessário resgatá-la.

5 investimentos de liquidez diária para você investir

Agora que você relembrou o conceito da liquidez diária e entendeu que esse tipo de investimento pode contribuir com a diversificação e estabilidade da sua carteira, confira cinco opções bastante populares para você aplicar:

Títulos públicos

Quem é que nunca ouviu um familiar dizer que título público é a opção mais segura de investimento? E pode confiar: essa afirmação é verdadeira.

Basicamente, esses ativos são emitidos pelo Governo Federal e garantidos pelo Tesouro Nacional. O objetivo é levantar fundos para o financiamento da dívida pública e de atividades governamentais, como a saúde.

O que garante a segurança desses títulos é justamente o fato de estarem atrelados a um órgão nacional. E a liquidez diária é decorrente das recompras do governo, que devem ser feitas diariamente.

Na hora de escolher por essa opção de investimento, só é preciso lembrar que ele possui três tipos: prefixado, pós-fixado e híbrido. Na primeira opção, o pagamento de taxa é negociado no momento da aplicação. No segundo tipo, o pagamento está atrelado à taxa Selic. Por fim, a opção híbrida está ligada à inflação e o pagamento é baseado em uma taxa prefixada + a variação do IPCA.

Fundos DI

Por terem um desempenho bastante previsível, os fundos DI também são boas opções de investimentos com liquidez diária. Eles se assemelham aos títulos, principalmente porque podem ser compostos por eles. O que isso significa?

Os fundos DI não são um investimento único, mas sim, como o nome sugere, um fundo de investimento. Neste caso, ele é composto por mais de um ativo, entre eles, os títulos pós-fixados, por exemplo.

Antes de procurar por um assessor, entretanto, saiba que esse investimento possui taxa de administração, cobrança de Imposto de Renda e come-cotas. Os valores variam de acordo com o total a ser aplicado e o tempo de investimento.

CDB

CDB é a sigla para Certificados de Depósito Bancário. Eles são emitidos por instituições financeiras privadas onde, basicamente, você ‘empresta’ dinheiro ao banco e recebe a quantia de volta com juros.

A rentabilidade de um CDB está atrelada a um indexador, normalmente sendo ele o CDI. As porcentagens relacionadas superam 100% e, a depender da taxa no momento do resgate, é possível ter acesso a boas quantias.  

Assim como no caso dos títulos públicos, os CDBs podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos. Mas é preciso ficar atento ao seu objetivo financeiro, já que nem todas as opções oferecem liquidez diária.

Ações

Até aqui nós demos exemplos de opções de renda fixa que oferecem liquidez diária. Entretanto, se você quer arriscar um pouco mais em prol da rentabilidade, pode apostar no mercado de ações.

Neste caso, você compra frações do capital de uma empresa e, a qualquer momento, pode optar por vender papéis da carteira. Porém, como a operação ocorre em dias úteis e há um período de liquidação, o dinheiro não é disponibilizado instantaneamente.

Fundos Imobiliários

Assim como as ações, os fundos imobiliários também são negociados na Bolsa de Valores. Se você optar por eles, irá investir em empreendimentos imobiliários através de cotas.

Caso deseje resgatar a quantia, é preciso estar atento às condições do fundo escolhido e considerar o prazo de liquidação para o recebimento do valor.

Riscos da liquidez diária

O risco de liquidez não está relacionado ao fato dela ser diária ou não, mas sim à própria liquidez. Nós explicamos.

Já dissemos que a liquidez é a dificuldade ou facilidade de recuperar um dinheiro investido. O risco ocorre quando essa retirada precisa ser feita em um período anterior ao projetado na hora do investimento. Neste caso, os prejuízos financeiros podem ser consideráveis.

No caso de um investimento com liquidez diária, não existe esse tipo de risco. Isso porque a recuperação da quantia pode ser feita quase que instantaneamente.

E as vantagens?

Sem dúvidas, a liberdade que os investimentos de liquidez diária oferecem são sua grande vantagem. Afinal, você pode recuperar o dinheiro investido a qualquer momento sem que sofra prejuízos por isso.

Outra vantagem é o fato de que essas são opções com maior rentabilidade comparadas à poupança. Em alguns casos, inclusive, com a mesma segurança.

Conclusão

Se você tem o perfil conservador ou ainda está montando sua reserva de emergência, incluir investimentos de liquidez diária em sua carteira pode ser uma boa opção. Assim, garante rentabilidade para o seu dinheiro ao mesmo tempo em que o mantém à sua disposição para eventuais necessidades.

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