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Como comprar bitcoin? Vantagens e dicas especiais

O mercado de Bitcoin é um dos mais conhecidos do mundo. Essa foi a primeira criptomoeda a circular, fazendo com que muitos investidores aprendessem a lidar com moedas digitais e a lucrar . Por isso, saber como comprar Bitcoin pode ser uma boa maneira de alçar voo no mundo dos investimentos.

Segundo o estudo do portal Crypto.com, 114 milhões de pessoas no mundo investem em criptomoeda, número bastante considerável diante dos milhares de criptoativos negociáveis.

Pensando nisso, será que vale a pena investir nesse mercado? E como comprar Bitcoin? Isso é o que iremos explicar ao longo deste artigo. Acompanhe a gente!

O que é Bitcoin?

Bitcoin (vem do termo “bit”, que se refere ao código ou dígito binário e “coin”) significa moeda, em inglês. Ou seja, é uma moeda digital útil para a realização de pagamentos, recebimentos, trocas e serviços via internet.

A moeda funciona em uma rede conhecida como blockchain, ambiente criptografado onde se armazena todas as operações da criptomoeda pelo mundo afora.

A partir disso, são frequentemente criadas novas moedas por meio de um processo chamado mineração. Os investidores ou traders necessitam de um computador multipotente para realizar a compra e a venda de Bitcoin, visto a alta potência comercial.

Contratar uma corretora de Bitcoins também é uma ótima saída, uma vez que se trata de ambiente seguro que, entre suas vantagens, facilita a vida de quem não tem familiaridade com investimentos de grande repercussão.

Como surgiu o Bitcoin?

Criado por Satoshi Nakamoto em 2009, o Bitcoin foi a primeira moeda a circular no mundo digital. Ela faz parte de uma classe de ativos que conhecemos como criptomoedas.

A ideia de ter Bitcoin é puramente transacional, porém, essa novidade não surgiu recentemente. Desde a década de 80, investidores estudam meios para criar criptomoedas e proteger a privacidade da sociedade.

Na prática, com esse ativo, é possível enviar dinheiro para outra pessoa sem precisar de um intermediário. Ao mesmo tempo, é considerado um recurso altamente seguro e transparente feito por ser feito pela internet.

Mas, como citamos, não existe apenas o Bitcoin no mercado. As altcoins estão por aí: nome dado às concorrentes do Bitcoin.

Na prática, elas têm a mesma finalidade do Bitcoin, no entanto, apresentam características, formatos e configurações diferenciadas.

O Ethereum, por exemplo, não possui limite de impressão. Surgiu com 72 milhões de moedas distribuídas por pré-investidores. Já no caso do Bitcoin, desde sua criação, tem limite definido de 21 milhões de moedas em circulação.

Além disso, nunca houve uma pré-impressão, isto é, a mineração foi feita por qualquer participante de maneira igualitária.

Por fim, independentemente do tipo, tanto o Bitcoin quanto as demais fazem parte do mercado efervescente de criptomoedas.

Como comprar Bitcoin?

Em primeiro lugar, comprar ou vender um Bitcoin não é um processo difícil, uma vez que a moeda é descentralizada, isto é, não existem bancos ou governos que atuem como intermediários.

Suas transações são realizadas em uma plataforma própria seguindo o modelo peer-to-peer que, em português, significa ponto a ponto. Peer-to-peer é uma arquitetura de rede de computadores em que cada participante, ou ponto, também é um servidor, o que mantém o funcionamento do sistema.

Agora se você quer saber como vender Bitcoin ou comprá-lo, é fundamental recorrer a uma corretora de valores. Somente com ela é possível fazer as transações das moedas digitais de forma segura na plataforma.

Passo a passo: onde comprar Bitcoin

  • Faça seu cadastro em uma corretora de valores;
  • Informe o saldo em reais que deseja transferir;
  • Confira os dados da conta da plataforma e transfira o dinheiro com DOC ou TED;
  • Aguarde a confirmação da transferência;
  • Informe a quantidade de Bitcoins que deseja comprar e faça sua compra!

Pronto! Agora, você já sabe como comprar, vender e trocar Bitcoins.

Por que utilizar uma corretora de Bitcoins?

São vários motivos que valem a pena contratar uma corretora de valores. Além da proteção, uma empresa credenciada oferece:

  • depósito e saque de dinheiro;
  • compra e venda de bitcoin e de outras criptomoedas;
  • integração com instituições financeiras;
  • suporte para tirar dúvida

Mas não é somente isso, antes de escolher uma empresa de qualidade, confira outros benefícios e recursos:

Agilidade

Devido à integração com as instituições bancárias, as corretoras disponibilizam contas para que o investidor possa realizar suas transferências monetárias diretamente para a plataforma.

Antes de completar uma transação, confira os dados das contas para fazer uma transferência do valor desejado. Caso possua conta em banco diferente, transações por DOC ou TED também estão permitidas.

Taxas reduzidas

A maioria das taxas cobradas pela plataforma é reduzida, o que facilita, principalmente, quem deseja comprar ou vender uma grande quantidade de Bitcoins.

Mesmo assim, é importante conferir o valor das taxas com as corretoras, embora muitas cobrem apenas os saques realizados.

Limite de operação

Fato importante a ser observado é o limite para realizar as operações na plataforma de trade. Esses dados variam conforme a plataforma, além de determinar o quanto pode ser depositado ou retirado em determinado período, servindo como controle financeiro.

É possível aumentar o limite operacional, para isso, será fundamental comprovar renda com o envio de documentos como extrato bancário, comprovante de renda e de investimentos, escrituras de imóveis ou declaração de Imposto de Renda.

Como ter Bitcoin?

Uma forma de ter Bitcoin é investir na moeda virtual, mas isso requer cuidados para obter negociações seguras.

Pensando nisso, listamos algumas dicas para conseguir bons retornos, além de ter seu dinheiro protegido durante suas transações. Confira!

Aprenda tudo sobre a moeda

O medo de investir passa pela cabeça de muitas pessoas que não sabem como funciona o mundo das criptomoedas, afinal, pode ser um tipo de negociação arriscado. Mas essa visão negativa pode ser revertida com o máximo de estudos.

Busque informações sobre a moeda de modo geral: mercado, funcionalidades, aplicações, taxas, benefícios, estratégias, e muito mais. Lembre-se de que você administra o seu dinheiro, já que bancos ou empresas tomam conta da moeda.

Tenha cautela

Contar com a sorte nunca é um bom sinal, ainda mais quando se trata de dinheiro. Tenha certeza sobre o que você pretende fazer e onde conseguir Bitcoin, por isso, seja cauteloso em relação aos riscos que podem surgir ao longo do caminho.

Uma maneira de amenizar qualquer embaraço é descobrir o seu perfil de investidor e, assim, definir uma estratégia sólida. Quando começar a investir, você irá conhecer os percalços até ganhar “bagagem” para comprar ou vender mais Bitcoins.

Entenda o mercado financeiro

Estar de olho no mercado financeiro se torna um diferencial na hora de lidar com investimentos de baixo ou alto risco. Por isso, acompanhe as notícias, pois assim você terá uma visão abrangente sobre o que decidir no futuro.

Outra dica é procurar um profissional especializado e de confiança que o ajude a descobrir os melhores momentos para comprar, vender ou trocar sua criptomoeda.

Como comprar bitcoin sem medo?

Para investir em Bitcoin e evitar fraudes ou roubos na sua carteira de criptomoedas é necessário tomar alguns cuidados. Preste atenção em algumas dicas que separamos para você.

Copie a sua carteira de investimentos

Ao adquirir suas moedas elas vão diretamente para uma carteira, onde ficam armazenadas até fazer envios e recebimentos. Nesse sentido, existem carteiras de desktop, móveis (celular), hardware, online e em papel.

Portanto, indicamos a você optar por mais de um local de segurança, como fixar as transações em outro computador, HD externo, nuvem, pen drive, etc. O importante é proteger os seus investimentos.

Proteja a sua identificação

Como a internet é um local rodeado por todos os tipos de pessoas, existem cibercriminosos rondando em busca de contas de investidores. Aí você deve resguardar sua identidade e, assim, assegurar suas transações, compras e vendas de criptomoedas.

Para isso, deixe ativado o 2FA (verificação em duas etapas) e, obviamente, nunca passe informações referentes à sua carteira para desconhecidos.

Qual o momento de investir em Bitcoin?

Depende. Essa é a resposta quando falamos de investimentos, pois são vários fatores em jogo, como o perfil de investidor, objetivos, tipos de criptomoedas, etc.

Mas, tratando-se de Bitcoin, a melhor tática é comprar com regularidade e aos poucos, e não exageradamente uma única vez

Pois assim você reduzirá o impacto da oscilação dos preços na carteira de investimentos, já que as suas compras serão em momentos de alta e outros de média, formalizando um preço médio.

Por outro lado, se o seu foco é conquistar rendimento a curto prazo, o melhor a se fazer é usar a análise técnica, baseada em cálculos e projeções, o que facilita a escolha do investidor sobre a compra ou não de papéis de determinada empresa.

Vantagens de investir em Bitcoin

Custo das transações

São inferiores aos praticados no mercado tradicional. Ou seja, você consegue economizar com este tipo de operação, fazendo com que seu dinheiro tenha maior rentabilidade.

Descentralização do governo

Como não é emitido e regulado por nenhum órgão federal, como Banco Central ou Comissão de Valores Mobiliários (CVM), evita que, em uma crise financeira do país, o governo confisque seu dinheiro.

Comercialização

O Bitcoin já serve como forma de pagamento no comércio online e, aos poucos, as lojas físicas estão aderindo a esta moeda também.

Valorização nos próximos anos

A especulação pode ser consolidada em números. Segundo o relatório do Cointrader Monitor, o valor negociado em Bitcoin no Brasil deu um salto de 417% em 2021, chegando a R$103,5 bilhões.

>>>Quer saber mais sobre a história do Bitcoin? Acompanhe este vídeo e veja a trajetória da criptomoeda desde o seu início:

Ficou claro como comprar Bitcoin?

O Bitcoin é um investimento de altos e baixos, por isso, é preciso ter certeza de que a cotação pode subir e render bons lucros, ou cair.

Além do mais, estamos aqui para ajudar! E, para fortalecer seu conhecimento sobre Bitcoin e o mundo das criptomoedas, indicamos o curso Criptoinvestidor. Aqui você vai aprender a investir e a potencializar os retornos com ativos.

Comece agora!

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O que é Blueprint: como usá-lo para transformar a experiência do cliente

Nunca ouviu falar no que é Blueprint? O design vai muito além da criação de artes visuais e peças gráficas. Ele também pode ser usado para outras funções, incluindo a estruturação de processos organizacionais, como é o caso do Blueprint de serviços.

Essa ferramenta pode fazer toda a diferença para a experiência do usuário, colocando-o como elemento principal no processo e analisando a sua perspectiva para tomar decisões. Continue a leitura e entenda melhor o que esse termo significa e a sua importância nos projetos.

O que é Blueprint?

O blueprint é o mapeamento das interações de prestações de serviços que representa, de maneira intuitiva e simples, as interações que o cliente faz durante o processo. Por meio dela, são analisados os pontos de contato do cliente, as suas ações e também o que acontece nos bastidores.

Eles podem ser definidos como uma parte complementar da jornada do cliente, uma vez que são diagramas que apontam as relações entre os diferentes componentes do serviço em uma jornada específica do cliente.

Elementos-chave do Blueprint de Serviço

Os Blueprints podem ter formas visuais diferentes, sendo que algumas são mais gráficas do que outras. Porém, independentemente da forma visual e do escopo, ele conta com alguns elementos essenciais:

  • Ações do usuário: são as atividades, passos e escolhas que o usuário pode tomar dentro da jornada de serviço;
  • Pontos de interação: são os locais em que as interações acontecem para que ele consiga atingir um objetivo específico;
  • Palco: todas as ações que ocorrem com a presença do usuário e podem ser humanas ou computadorizadas;
  • Bastidores: é o que acontece sem que o usuário saiba, mas que são ações que servem de suporte para as atividades do palco;
  • Suporte: se trata dos processos que ajudam os funcionários a criar a user experience (experiência do usuário) e que colaboram para atingir o objetivo específico;
  • Evidências: são os objetos que funcionários e usuários entram em contato ao longo da jornada.

Esses elementos-chave são organizados em clusters, com separação por meio de linhas:

  • Linha de interação: interações diretas entre o cliente e a organização;
  • Linha de visibilidade: separa as atividades de serviço que são visíveis das que não são visíveis. Tudo do palco aparece em cima e dos bastidores abaixo.
  • Linha de interação interna: separa os funcionários de contato dos que não estão em contato direto com os clientes.
Fluxograma do Blueprint de um restaurante
Exemplo de Blueprint de Serviços para um restaurante. Fonte: Lucidchart.

Para que serve o Blueprint de serviços?

Essa ferramenta do design thinking pode ajudar a padronizar processos, realizar otimizações na prestação de serviços e até encontrar gaps dos concorrentes. É considerada por alguns profissionais como uma evolução dos fluxogramas usados na empresa. 

Isso porque ela prioriza a experiência do usuário e, portanto, consegue causar mais transformações que levam em consideração o cliente.

Como surgiu o service Blueprint?

Em janeiro de 1984, G. Lynn Shostack, uma executiva e vice-presidente do Citibank, publicou um artigo na Harvard Business Reviewo, intitulado “Designing Services That Deliver“. Nele, ela falava sobre o design de serviços e Blueprint.

Ela utilizou como inspiração projetos de desenho técnico de arquitetura, engenharia e design de produtos para criar essa técnica que ajuda a realizar uma análise que não é limitada à percepção da empresa, mas sim das pessoas que utilizarão o serviço.

Por que usar o Blueprint Design?

O Blueprint é uma ferramenta que pode ajudar a estruturar e padronizar processos por meio de uma visão amplificada do diagrama. Com isso, é possível analisar a prestação de serviços atual e realizar alterações para padronizar a maneira como os usuários interagem com as soluções. 

Os resultados passam a ser mais eficientes por toda a empresa e, quando os processos precisarem ser alterados, isso pode ser feito muito mais facilmente, pois já estão mapeados.

Quando usar essa ferramenta?

Agora que já entendeu o que é o Blueprint, deve estar de perguntando em quando usar essa ferramenta. Bom, o Blueprint de Serviços pode ser utilizado em várias situações, mas costuma ser destinado principalmente para casos em que existem necessidades como:

  • Melhorar a experiência do cliente com as suas soluções;
  • Verificar se a empresa coloca o usuário no centro do processo;
  • Atualizar, modernizar ou redesenhar serviços;
  • Criar uma experiência unificada com vários departamentos em conjunto, como as estratégias multicanais e omnichannel.

Tais estratégias servem para qualquer empresa, desde um restaurante até serviço de streaming ou uma companhia multinacional que comercializa produtos. É preciso lembrar que toda empresa oferece uma experiência, mas nem sempre ela é boa. O Blueprint pode ajudar nesse processo.

Como criar um projeto de Blueprint?

O primeiro passo é compreender que o que é o Blueprint, por mais que você entenda o processo e tenha uma noção do que o cliente precisa, o Blueprint precisa ser baseado em análise de dados. Converse com clientes, observe-os e colete depoimentos para que possa compreender por uma ótica verdadeiramente centrada no cliente.

Principais etapas

Para construir um Blueprint, você precisará passar por algumas etapas como:

  1. Identificar um cenário específico;
  2. Definir as etapas da jornada que o cliente realiza para utilizar a sua solução;
  3. Mapear os elementos-chave (evidências, ações do usuário, pontos de interação, palco, bastidores e suporte);
  4. Separar as linhas (interação, visibilidade e interna);
  5. Apontar como funcionam as relações e dependências ao longo do serviço;
  6. Observar pontos de melhoria e propor soluções e inovações para eles.

Ferramentas utilizadas

Você pode criar um Blueprint apenas usando papel e caneta, mas, já existem ferramentas online que podem otimizar o processo. Algumas delas permitem o compartilhamento do quadro para edição em grupo. Veja as opções abaixo:

Qual a relação entre Blueprint e UX?

O Blueprint é uma maneira de desenhar um serviço que ligue o consumidor ao objetivo final com o mínimo de interferências possível, enquanto proporciona a melhor experiência de acordo com o que o cliente percebe de valor.

Considerando que o UX (User Experience) tem justamente essa premissa, podemos considerar que ele é uma ferramenta de UX Design, pensada para o design de serviços.

Como começar a fazer Blueprint de sucesso?

Gostou de aprender o que é Blueprint e quer começar a implementá-lo? Aqui vão algumas dicas para começar a fazer um Blueprint de sucesso!

  • Encontre as pessoas certas: chame para participar do processo aqueles que conhecem o negócio e podem ajudar a definir e transformar processos;
  • Baseie as decisões em dados: sempre que possível, faça pesquisas, entrevistas e colete informações e faça a visualização de dados que possam ser usados para tomar decisões estratégicas;
  • Conheça as possibilidades: é preciso que o projeto seja realista, com equilíbrio entre fatores como custo, benefícios, tempo e risco. Quando estiverem todos estipulados, é possível validar a viabilidade e conveniência;
  • Adapte conforme necessário: ao perceber que o Blueprint estipulado tem falhas, é possível realizar adaptações, otimizações e até atualizações, para que ele sempre se mantenha eficiente. 

Com esses cuidados e muito planejamento, você pode ter em mãos o mapeamento que pode transformar a maneira como o seu cliente vivencia a utilização da sua solução.

Adicionar Binance Smart Chain MetaMask: saiba como fazer

Você já ouviu falar sobre a carteira MetaMask? Com o tema de criptomoedas tão presente no mercado, cada vez mais pessoas estão buscando opções de carteiras digitais para se investir, principalmente para o uso da famosa e novata Binance Smart Chain (BSC). 

Se você está querendo investir dinheiro e usar as criptomoedas, depois de estudar um pouco, a primeira coisa a ser feita é criar uma carteira digital.

Uma das principais razões pelas quais o MetaMask é tão popular entre os usuários novos e existentes é sua adaptação com praticamente todas as plataformas. Ela é uma espécie de carteira digital que surgiu com o propósito de guardar os seus tokens da Ethereum, uma blockchain que possui como criptomoeda mais valorizada o Ether (ETH), considerada a segunda maior criptomoeda atual do mercado, depois do Bitcoin.

A MetaMask tem sido o passaporte de acesso ao vasto universo da Ethereum. Porém, com o mínimo de esforço, qualquer um pode configurá-lo para direcionar transações à Binance Smart Chain.

Neste artigo você vai descobrir como adicionar Binance Smart Chain em MetaMask. Confira!

Como adicionar bsc na MetaMask?

Como dito anteriormente, MetaMask é um software de carteira para criptomoedas gratuito que pode ser conectado a diversas blockchains. E se você deseja criar um token não fungível (NFT), emprestar ativos em um site de finanças descentralizadas (DeFi) ou comprar e transferir tokens, você precisa de uma carteira.

Por que usar? Para aumentar o leque de interação com os dapps (aplicativos descentralizados), podendo fazer o swap (troca) tanto de tokens da rede Ethereum como da Rede BSC, bem como explorar outros protocolos no mundo DeFi.

Só que para sua realização, alguns passos são necessários de se seguir. Entenda melhor cada passo no próximo tópico.

Como configurar MetaMask?

Primeiramente, você deve acessar a página de download da MetaMask. O aplicativo está disponível para download no Chrome, Firefox, iOS e Android. Então, selecione a plataforma que você está usando e siga as etapas para concluir a instalação em seu dispositivo. Daí:

Instale a extensão do navegador MetaMask

Vá até o ícone de extensão no canto superior direito do seu navegador e encontre a opção MetaMask, após ter baixado o software com sucesso. Agora é só clicar no botão “Começar”.

Crie uma carteira MetaMask

Prossiga e clique em Criar uma Carteira. Ressaltando que você deve importar carteira se já for um usuário ou criar uma do zero se deseja configurar uma nova carteira MetaMask.

Crie uma senha

Anote a seed phrase de backup em algum lugar secreto (de preferência em um dispositivo que não esteja conectado à Internet). Sem esta frase, seus fundos não podem ser recuperados caso seu dispositivo seja danificado ou perdido.

Faça o backup da sua frase

Na próxima página, confirme que você já escreveu/salvou a seed phrase. Lembre de não compartilhar a senha e guardá-la com segurança, pois você precisará digitar sua senha toda vez que desejar acessar sua carteira MetaMask.

Conecte o Mainnet BSC (Binance Smart Chain) ao MetaMask

A etapa final. Nela deve-se clicar em Adicionar Rede (Add Network) no canto superior direito para adicionar manualmente a rede da Binance Smart Chain – que inicialmente, não vem integrada à Meta Mask. 

É importante lembrar que aqui existem duas redes que podem ser usadas: a testnet (rede de testes) ou a mainnet (rede principal).

Após concluir as etapas acima, você poderá acessar sua nova carteira MetaMask.

Use Binance Smart Chain em Metamask desde agora!

Portanto, utilizar a BSC em MetaMask é uma grande vantagem, pois permite a criação de carteiras através de HD. Logo, os investidores podem fazer backups de sua conta através da semente gerada. Nela, você pode armazenar diversos tokens ERC-20, da Ethereum, ao mesmo tempo.

Com tantas vantagens e facilidades, se você planeja fazer um bom investimento e acompanhar as tendências, ir para o caminho da Binance Smart Chain é o que você precisa, pois vai trazer rentabilidade e segurança às suas transações

Saiba mais sobre criptomoedas e a BNB Chain em nosso blog.

O que é tag along e como ele protege o pequeno investidor?

Investir em renda variável é sempre uma aposta. De um lado, a oportunidade de obter grandes lucros com a valorização. Do outro, os possíveis danos ao patrimônio causados pela volatilidade. Mas você já pensou o que uma mudança no controle acionário das empresas pode fazer com o seu investimento? É nesse contexto que existe o tag along.

Impedir que movimentações no controle de uma empresa listada na Bolsa afetem os pequenos investidores é o objetivo desse mecanismo. Mas é preciso saber como ele funciona e, principalmente, como identificá-lo. É por isso que reunimos todas essas informações no artigo abaixo. Vamos lá?

O que é tag along?

Quando uma empresa abre capital na Bolsa de Valores, ela fraciona suas ações entre milhares de investidores. Os chamados acionistas majoritários possuem uma participação maior no capital da companhia. Já os minoritários têm uma menor participação, insuficiente para controlar o negócio ou tomar decisões sobre ele.

Quando essa empresa recebe uma oferta de aquisição, os acionistas majoritários podem decidir vender suas participações. Quando isso acontece, a empresa deve pagar a eles o equivalente ao valor das ações anteriormente adquiridas.

O tag along é um mecanismo que garante o mesmo direito aos acionistas minoritários. Com ele, eles podem optar por vender suas participações e receber, no mínimo, 80% do valor oferecido aos majoritários.

Embora seja um recurso interessante e que amplia a segurança dos investimentos, ele não é aplicado em todas as ações. Por isso, é preciso ficar atento na hora de colocar o papel na carteira.

>>> É comum que os primeiros passos na Bolsa gerem dúvidas e até causem medo. Para evitar que isso aconteça, a Clara Sodré listou os cinco maiores erros dos investidores iniciantes. Dá o play para conferir e não cometê-los.

Como funciona o tag along na prática?

Antes de falar sobre o funcionamento do tag along, é preciso considerar duas informações sobre ele.

  • Ele faz parte da Lei das Empresas de Sociedade Anônima (Lei das S.A)
  • O recurso é obrigatório para ações ordinárias (ON), ou seja, aquelas que dão direito a voto em assembleias

Agora, vamos ilustrar o funcionamento a partir de um exemplo:

Imagine que uma empresa está interessada na compra de outra. Para adquirir o controle, oferece pagar R$ 50 por cada ação que os acionistas majoritários possuem. Após aceitarem a proposta e a negociação ser concluída, é dado aos acionistas minoritários e detentores de ações ordinárias o direito a vender suas participações também. Neste caso, a companhia deve oferecer, pelo menos, R$ 40 na compra de cada papel.

Outro detalhe desse processo é que a proposta de compra deve ser feita por meio de uma OPA – uma oferta pública de aquisição de ações.

Qual a importância do tag along?

Sem dúvidas, a proteção que o tag along oferece ao acionista minoritário é o que o torna importante. Afinal, o mecanismo garante a esse público o mesmo direito oferecido aos majoritários, evitando perdas e lhes garantindo o direito de escolha.

Por outro lado, embora esse seja um dever garantido aos detentores de ações ordinárias, cada vez mais ele tem sido absorvido pelas empresas em um contexto geral, como nas ações preferenciais (PN).

Exemplos de tag along

A Lei das S.A determina a prática do tag along aos acionistas ON. Porém, a depender do segmento de listagem no qual a companhia está inserido na Bolsa, há ainda mais exigências. Veja quais são:

  • Tradicional: 80% de pagamento para acionistas do tipo ON
  • Bovespa Mais: 100% de pagamento exclusivamente para acionistas do tipo ON
  • Bovespa Mais Nível 2: 100% de pagamento para acionistas dos tipos ON e PN
  • Nível I: 80% de pagamento para acionistas do tipo ON
  • Nível II: 100% de pagamento para acionistas dos tipos ON e PN
  • Novo Mercado: 100% de pagamento para acionistas do tipo ON

Embora esses níveis de governança corporativa deem o direcionamento sobre o tag along, muitas empresas usam o mecanismo além do que é exigido. Há casos, por exemplo, em que empresas de Nível I oferecem o recurso a acionistas de ações do tipo PN.

Exemplo: o Banco Itaú está na listagem Nível I. isso significa que ele deve 80% de pagamento para acionistas do tipo ON. Porém, ele também oferece o tag along de 80% em ações preferenciais.

Como o tag along protege o pequeno investidor?

A maior proteção oferecida pelo tag along ao pequeno investidor é o seu direito de escolha.

Imagine que você decidiu adquirir papéis de uma companhia não só pelo seu histórico e performance, mas também por gostar da figura que está no controle do negócio. Tempos depois, uma aquisição é anunciada e essa pessoa é substituída por outra.

O tag along dá ao acionista minoritário o direito de decidir se quer seguir com participação na empresa mesmo após a movimentação ou se prefere vendê-la.

Outra proteção está atrelada ao patrimônio. Quando uma aquisição acontece, é esperado que haja uma reação do mercado. Ela pode ser positiva, resultando em um aumento do valor do papel, mas também negativa, resultado em prejuízos.

Quando o acionista tem a opção de vender esse papel a um valor justo, ele evita que a volatilidade do mercado afete sua carteira.

Como identificar o tag along de uma ação?

Existem três maneiras de conhecer o tag along de uma ação:

  • No estatuto da empresa, normalmente disponível no site de Relações com Investidores (RI) da companhia. Você também pode encontrar essa informação a partir do seu buscador (Nome da Empresa + Relações com os Investidores)
  • Diretamente no site da B3
  • Em sites de investimentos que fazem análise fundamentalista de empresas

Na B3, essa informação pode ser identificada a partir do segmento de listagem na qual a empresa está categorizada.  Por exemplo: se ela pertencer ao Nível II, sabe-se que o tag along é de 100% do pagamento para ações do tipo ON e PN.

Tag along ideal, existe?

Para responder se existe tag long ideal, é preciso considerar seu objetivo. O primeiro, é dar liberdade de escolha para o investidor minoritário. O segundo, é protegê-lo da eventual volatilidade causada pela troca de gestão. Neste caso — e não se esquecendo que o mecanismo consiste no pagamento pela compra do papel — o tag along ideal é de 100%.

Essa porcentagem garante que o investidor receba 100% do valor oferecido ao investidor majoritário. Assim, ele fica em igualdade no mercado e não corre o risco de ficar para trás diante de uma eventual troca de controle.

Conclusão

Neste artigo nós falamos sobre o conceito do tag along e como ele protege o acionista minoritário. Porém, assim como em qualquer tipo de investimento, um único recurso não deve ser usado isoladamente para definir um comportamento.

Na hora de considerar a compra de um papel, além de saber se ela protege o investidor, existem outros fatores a serem considerados. É o caso do histórico, preço, liquidez e projeções. Esses dados podem ser obtidos com pesquisa e estudo.

Uma das maneiras de ficar craque no assunto é sabendo fazer análise fundamentalista. A Faculdade XP oferece esse curso a quem quer saber identificar os futuros vencedores da Bolsa. Se esse é o seu caso, basta clicar aqui e se inscrever.

Como investir 500 reais na bolsa de valores? 3 opções para aplicar!

Muitos investidores acreditam que não podem começar a aplicar na renda variável porque não possuem dinheiro suficiente. Pensando nisso, será que tem como investir 500 reais na bolsa de valores, por exemplo?

Sim! Isso mostra que, talvez, o sonho de aplicar na bolsa não esteja tão longe quanto você pensava. 

Até mesmo por esse ser um tipo de aplicação que gera insegurança, fazer pequenos investimentos na bolsa de valores é uma boa alternativa para que você ganhe mais confiança no que está fazendo.

A cada ano que passa, é possível observar o aumento do número de brasileiros que investem na bolsa, sendo que em 2022 estamos rumo a 5 milhões de investidores. Além disso, este mesmo artigo mostra que as pessoas estão começando a investir cada vez mais cedo.

Então, faz sentido pensar que esse aumento se deve ao compartilhamento de conhecimentos sobre educação financeira, principalmente entre os jovens. E isso reflete a evolução do mercado de ações brasileiro nos últimos anos.

Quer saber como investir na bolsa com pouco dinheiro? Temos um conteúdo completo falando sobre as melhores opções e dicas para o pequeno investidor. Boa leitura!

É possível investir na bolsa com pouco dinheiro?

Ao contrário do que muitos acreditam, não existe um valor mínimo para começar a investir na bolsa. Ou seja, é possível realizar esse tipo de operação até mesmo com menos de R$ 500, se essa for a sua disponibilidade.

Entender isso é fundamental para que as pessoas vejam que não precisam limitar seus investimentos à renda fixa quando não possuem grandes montantes em sua conta. 

Pelo contrário, essa é uma oportunidade para aumentar o seu patrimônio – desde que você tenha os cuidados necessários. Afinal, não existe uma fórmula mágica para investir na bolsa e ter uma boa lucratividade. 

Exatamente por esse motivo, devemos lembrar que esse tipo de aplicação é mais indicado para o investidor que possui o perfil arrojado, pois precisa ter boa tolerância a riscos.

Mas, como podemos imaginar, quanto mais riscos, maiores são as chances de ter uma boa rentabilidade. 

Entretanto, investir na bolsa não é um jogo de sorte. É necessário ter bons conhecimentos, saber analisar dados e ter inteligência emocional para entender como cuidar do seu dinheiro, mesmo que seja pouco.

Até mesmo porque se você quer aprender como investir 500 reais na bolsa de valores é porque espera que esse valor se multiplique, não é mesmo? Então, agora que você já sabe que isso é possível, quais as melhores opções?

Muitos estão interessados em investir em ações com pouco dinheiro, mas para além dessa alternativa, existem outras na renda variável que podem valer a pena. Confira quais são elas.

Como investir 500 reais na bolsa de valores? 3 opções

Ações

O capital de uma empresa é dividido em centenas ou até mesmo em milhares de pequenas partes. Cada uma dessas partes é uma ação

Ou seja, quando investimos nesse ativo, estamos comprando frações do capital de uma organização, o que nos torna um acionista dessa companhia. 

Isso significa que ao comprar esses papéis no mercado, o investidor passa a ter direito sobre os resultados dos negócios por meio dos ativos e de resultados financeiros (sejam eles positivos ou negativos).

Essa é uma boa oportunidade para entender como investir 500 reais na bolsa de valores. Isso porque, na verdade, é possível encontrar ações a partir de R$ 1. Mas para escolher a melhor opção, é importante estudar a ação e a empresa que você quer comprar.

E, para tomar boas decisões, vale a pena conferir como se formam os preços dos ativos. Temos um e-book explicando mais sobre o assunto. Nele, você verá:

  • movimentações dos preços (oferta e demanda);
  • assimetria de informações;
  • conceitos de volatilidade e liquidez;

E mais! Baixe gratuitamente agora mesmo.

Quer saber mais sobre como funcionam as ações? Confira um vídeo de Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP. Aperte o play!

https://www.youtube.com/watch?v=lvTId0cVh6I&&ab_channel=Faculdade XPSchool

Fundos de investimento

O fundo de investimento nada mais é que um tipo de aplicação financeira em que um ou mais investidores (cotistas) agrupam seus recursos para realizar aplicações em ativos.

Basicamente, funciona como um condomínio, em que cada integrante adquire uma cota (o equivalente a um apartamento), paga uma mensalidade para a administração e segue algumas regras.

Essa é uma boa oportunidade para o pequeno investidor na bolsa de valores porque para aplicar em um bom fundo de investimento, você precisa de quantias mínimas mais baixas do que as usuais – que começam em R$ 100.

Este tipo de investimento oferece uma segurança a mais por conta da figura do gestor, que é quem administra quais são as aplicações mais vantajosas e quando entrar ou sair. Assim, você não precisa se preocupar com essas questões – mas, para isso, é necessário pagar dois tipos de taxa:

  • de administração;
  • de performance (que nem todos cobram).

Mercado futuro

O mercado futuro de ações é um acordo de negociação de determinado ativo em que se fixa um valor no presente para liquidá-lo no futuro. Neste caso, aumentam-se as expectativas sobre o preço de um papel em data predeterminada. 

O lado positivo é que o investidor não precisa comprar a ação propriamente dita. 

Isso porque o interesse é apenas sobre a expectativa do preço do papel, portanto, o investidor dispõe de uma garantia para realizar a operação. Como, por exemplo, outros tipos de contratos, CDB ou outros ativos.

Este é um investimento que requer um pouco mais de experiência e conhecimento.

>>> Para entender um pouco mais, aproveite para ler: Saiba como investir no mercado futuro e adquirir renda no tempo certo

5 dicas para o pequeno investidor na bolsa de valores

1. Tenha um bom planejamento financeiro

Se você quer saber como investir 500 reais na bolsa de valores então, provavelmente, já entende a importância do planejamento financeiro. Ainda assim, vale a pena ressaltar alguns pontos.

Basicamente, este é um conjunto de medidas que te ajudam a definir uma estratégia. Assim, seu objetivo é facilitar a realização dos objetivos com tranquilidade, levando em consideração o perfil e características individuais.

Pensando nisso, é fundamental ter uma reserva de emergência antes de começar a investir em ações com pouco dinheiro. Essa é uma segurança a mais que você terá, uma vez que o risco será maior.

2. Escolha uma boa corretora

Antes de comprar qualquer ação, você precisará de um intermediador para ter acesso às negociações online. Esta intermediação é feita por meio das corretoras de valores.

Uma boa dica para o pequeno investidor na bolsa de valores é escolher uma instituição confiável e que te dê todo suporte, como a Rico, a XP Investimentos ou a Clear. 

Na Rico, por exemplo, a abertura de conta é totalmente grátis e rápida. Ou seja, no mesmo dia, você já pode começar.

>>> Quer saber mais sobre como encontrar a ideal para você? Melhor corretora para iniciantes e pequenos investidores: como escolher a sua?

3. Não aja por impulso

Não tem como investir 500 reais ou qualquer outro valor na bolsa de valores sem destacar essa dica. Um bom investidor tem inteligência emocional. Isso é fundamental para o sucesso das aplicações.

O que isso significa? Como falamos, investir em ações não é um jogo de sorte. É necessário estudo e análises para entender as melhores opções de acordo com os seus objetivos. 

4. Diversifique sua carteira

Quer ter mais segurança, mesmo com pequenos investimentos na bolsa de valores? Diversifique sua carteira. Ou seja, ao invés de aplicar todo seu dinheiro em apenas uma empresa, opte por ações de diferentes segmentos, mesmo que com aportes menores.

Quer saber mais sobre essa questão? Como diversificar meus investimentos da melhor forma | Investimento às Claras

5. Estude sempre!

Investir na bolsa de valores é o sonho de muitos investidores iniciantes, mesmo que com pouco dinheiro. Mas isso requer um bom conhecimento por conta dos detalhes que envolvem o processo de negociação. 

Pensando em tudo isso, aqui na Faculdade XP você pode aprender mais e tirar suas dúvidas sobre variados tipos de investimento por meio de artigos e vídeos para continuar aprofundando os seus conhecimentos.

Além disso, pode aproveitar para conhecer a lógica por trás da bolsa e dominar técnicas e ferramentas para operá-la com nosso curso: Aprenda a investir na bolsa de valores. Nele, você irá aprender mais sobre:

  • conceitos básicos para começar a investir em ações;
  • conhecendo a bolsa de valores e as escolas de análises;
  • investindo em ações na prática e muito mais.

Aproveite a oportunidade e saiba como identificar boas oportunidades de investimento!

7 dicas de como investir em criptomoedas

Quer saber como investir em criptomoedas? Saiba que elas são moedas digitais que utilizam a criptografia para assegurar suas transações e controlar a criação de novas unidades.

As criptomoedas surgiram com o intuito de serem utilizadas como meio de troca, assim como as moedas tradicionais. As primeiras criptomoedas surgiram em 2009, com o lançamento do Bitcoin. Desde então, apareceram muitas outras.

As moedas digitais possuem algumas vantagens em relação às moedas tradicionais, como a possibilidade de serem enviadas e recebidas de forma anônima e de serem negociadas em qualquer lugar do mundo.

Atualmente, a criptomoeda mais negociada no Brasil é o Bitcoin. Outras criptomoedas também são muito negociadas no país, como o Ethereum, o Litecoin e o Bitcoin Cash.

Tem interesse em investir em uma moeda digital? Nesse conteúdo você vai encontrar detalhes sobre o que são criptomoedas, funcionamento e quais são as principais moedas no Brasil e no mundo. Além disso, saberá como realizar uma compra de Bitcoin e Ethereum.

Um bônus! No final do conteúdo você irá conferir as principais dicas para investir em criptomoedas. Boa leitura!

O que são criptomoedas?

Em síntese, as criptomoedas são moedas digitais que usam criptografia para garantir a segurança das transações e para controlar a criação de novas moedas.

Elas são consideradas um tipo de moeda alternativa e foram criadas com o objetivo de serem mais seguras e mais resistentes às manipulações do que as moedas tradicionais. Seja o real, dólar, euro e outras.

O que é e como funciona uma moeda digital

Uma moeda digital é uma moeda que só existe online. A maioria delas usa a tecnologia blockchain como forma de garantir a transação segura e confiável de dinheiro. Existem centenas diferentes, e muitos deles foram lançados como moeda alternativa para a economia global.

Todas as moedas digitais são criptomoedas? Não! Existem muitas moedas digitais que não são criptomoedas.

O dinheiro digital é um tipo de moeda digital que é emitido por um banco central e regulado por uma autoridade. Inclusive, o dinheiro digital é considerado legal para compra e venda em muitos países, mas não tem a proteção da criptografia que as criptomoedas possuem.

A moeda digital é considerada uma moeda alternativa, uma vez que não é emitida por um banco central. A maior facilidade dela é a instantaneidade, ela é negociada diretamente entre as pessoas através da Internet.

Outra vantagem é que as moedas digitais são anônimas, o que significa que os comerciantes e investidores podem fazer transações on-line sem serem identificados.

<Leia depois: veja quais são as criptomoedas mais promissoras no Metaverso />

Quais as principais criptomoedas do mercado?

Atualmente, as criptomoedas mais negociadas no mercado são:

Contudo, há muito mais outras existentes: Litecoin, Ripple, Dash, Cardano, IOTA, Monero, Ethereum Classic, Stellar, NEO, EOS, Bitcoin Gold, Qtum, OmiseGO, Lisk, BitConnect, Zcash, Stratis, Waves, Ark, Komodo, Hshare, BitShares, Tron, Ark, Metal, BitBay, Pura, Bitquence, Civic, BitAsean, TokenPay, MonaCoin, Blocknet e QASH.

Além desses, existem também: Viacoin, Paccoin, B3Coin, Bitcore, BitBar, SysCoin, BitBean, BitSend, Blocknet, BitcoinPlus, Bitmark, Clams, CloakCoin, Crown, CureCoin, Dash, Decred, Denarius, Diamond, DigiByte, DigitalNote, Edgeless, Espers, Ethereum Classic, Ethereum, Expanse, Feathercoin, Flashcoin, Gulden, Helbiz, Infinium-8, IntenseCoin, Karbowanec, Kilocoin, LBRY Credits, Libra Credit.

Como as criptomoedas funcionam?

Uma criptomoeda, ou moeda digital, é um meio de troca que usa criptografia para controlar a criação e a transferência de dinheiro. Elas surgiram como alternativas às moedas tradicionais, como o dólar americano, e oferecem um novo método de pagamento para a internet.

<Leia: Conheça estratégias para ganhar dinheiro com criptomoedas />

Como comprar uma criptomoeda?

O processo de comprar uma criptomoeda é o mesmo que o de comprar qualquer outro ativo. No Brasil, por exemplo, é possível comprar frações de Bitcoin a partir de R$ 10,00. No entanto, existem algumas diferenças importantes que os investidores precisam estar cientes.

Há duas maneiras de realizar o investimento:

  • Peer-to-peer e
  • Por Exchange.

Peer-to-peer

Esse modelo é feito de modo direto e utiliza de plataformas exclusivas para as transações. No sistema peer-to-peer, um comprador entra em contato com um vendedor e realiza a cotação do valor ou a quantidade de moedas digitais que quer comprar. Caso o vendedor aceite o preço indicado, o comprador faz o pagamento.

Posteriormente, após a confirmação de que o dinheiro foi enviado e está na conta, o vendedor envia as criptomoedas ao usuário. O inverso também pode ocorrer. O comprador também pode receber primeiro as criptos e só depois fazer o pagamento. Tudo dependerá da negociação

Os principais benefícios dessa negociação direta é a ausência de taxas e a rapidez.

Exchanges

Para comprar criptomoeda no Brasil, você pode usar uma corretora de criptomoeda ou uma exchange. As exchanges (negociam ativos financeiros) geralmente oferecem mais moedas para negociar, enquanto as corretoras tendem a oferecer preços mais competitivos. Em todo o mundo, há quase 600 corretoras de criptomoedas.

Para facilitar sua vida, um ranking foi elaborado pela Forbes Digital Assets que enumera as 60 melhores bolsas para investimentos.

As principais exchanges de criptomoedas são:

  • Mercado Bitcoin;
  • Coinbase;
  • Kraken;
  • Robinhood;
  • Crypto.com;
  • FTX;
  • Binance;
  • Huobi Global;
  • Gemini;
  • GMO Coin;
  • eToro;
  • Interactive Brokers;
  • IG;
  • Blockchain;
  • PayPal e outras.

Uma vez que você escolhe onde irá investir, o próximo passo é criar uma conta. Para fazer isso, você precisará fornecer algumas informações pessoais, como seu nome, endereço e data de nascimento. Algumas exchanges também exigem que você forneça um documento de identidade válido, como um passaporte ou carteira de motorista. Geralmente, todo o processo é online.

Depois de criar sua conta, você precisará depositar fundos na exchange. Isso pode ser feito de várias maneiras, incluindo transferências bancárias, cartões de crédito/débito ou criptomoedas.

Quando os fundos ficam disponíveis, você pode usá-los para comprar criptomoedas. A maioria das exchanges oferece vários tipos de criptomoedas, então você pode escolher qualquer uma que esteja disponível para negociação. Depois de escolher a criptomoeda que deseja comprar, você precisará escolher uma quantidade e confirmar a transação.

Depois que a transação é confirmada, a criptomoeda será enviada para sua carteira na exchange. Você pode manter sua criptomoeda na plataforma de negociação ou transferi-la para uma carteira de software ou hardware externa.

Como investir em criptomoedas na XP 

Atualmente, existem alguns ETFs (fundos de índice) listados na B3 que dão exposição às Criptos, como o HASH11, o BITH11 (100% Bitcoin), o ETHE11 (100% Ethereum).

Em fundos de investimento, a XP Investimentos distribui vários fundos que investem em Criptos, como Hashdex 40 Nasdaq Crypto, o Hashdex Bitcoin Full e o Hashdex Criptoativos Voyager para investidores qualificados. Para o público geral, o Trend Cripto Dólar e o Hashdex 20 Nasdaq Crypto.

Como comprar Bitcoin?

Atualmente, comprar Bitcoin no Brasil pode ser feito por meio de diversas corretoras e plataformas de negociação. Uma das maneiras mais populares de adquirir bitcoin é através da corretora Mercado Bitcoin, que opera no país desde 2011.

Há também outras plataformas que fazem a negociação de compra e venda como 99Pay e PayPal.

Como comprar Ethereum?

Para investir em Ethereum no Brasil você pode investir através de:

  • corretoras de criptomoedas;
  • bolsa de valores brasileira comprando ETFs (Exchange Traded Funds);
  • e fundos de investimentos em criptomoedas.

E como investir em criptomoedas?

O investimento em criptomoedas no Brasil está em alta. Devido às suas vantagens, como a segurança, a rapidez e a anonimidade, as criptomoedas têm despertado o interesse de muitos investidores. No entanto, antes de investir em criptomoedas, é importante estar atento a alguns fatores, como o mercado, as taxas e os riscos.

No Brasil, a negociação ainda é um mercado “novo”. É importante fazer uma pesquisa cuidadosa antes de investir em qualquer criptomoeda, para garantir que você compreende os riscos envolvidos. Assim como na Bolsa de Valores, há quedas e altas. Fique de olho!

Investir em criptomoedas é a mesma coisa que investir na Bolsa de valores?

Mais ou menos. As criptomoedas são moedas digitais que usam criptografia para garantir a segurança das transações e para controlar a criação de novas moedas.

Como já dito anteriormente, as criptomoedas são um tipo de moeda virtual, também conhecidas como moedas digitais ou moedas virtuais. Bitcoin, Ethereum, Litecoin e Bitcoin Cash são algumas das principais criptomoedas.

Diferentemente, a bolsa de valores é um mercado onde são negociados títulos e valores mobiliários, como ações. As bolsas de valores são lugares onde as pessoas podem negociar ações e outros títulos.

Como investir na Bolsa de Valores

O primeiro passo para investir na Bolsa de Valores do Brasil é escolher uma corretora autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Algumas corretoras oferecem contas demonstrativas para que o investidor possa testar a plataforma e se familiarizar com a negociação de ações.

Uma vez que o investidor tenha escolhido sua corretora, é importante que ele se atente às taxas cobradas pela corretora, bem como aos impostos incidentes sobre as operações de compra e venda de ações.Para investir na Bolsa de Valores do Brasil, o investidor deve se cadastrar na corretora escolhida e fornecer os documentos necessários, como RG, CPF e comprovante de residência.

Algumas empresas também pedem que o usuário realize um teste de perfil para conhecer o seu perfil de investidor. Após o cadastro, o interessado deverá depositar dinheiro na sua conta na corretora para poder começar a negociar ações, sejam elas de renda fixa ou variável.

O investidor pode optar por comprar ações de empresas listadas na Bolsa de Valores do Brasil ou pode investir em fundos de investimento que também negociam ações na B3.

(Fonte: gpointstudio/Freepik)

7 dicas para investir em criptomoedas

Cautela é sempre importante, especialmente quando se trata de investir em criptomoedas. Há muitas coisas para considerar, como o mercado, o que está sendo negociado e o que pode afetar altas e quedas.

Como qualquer outro investimento, é importante tomar alguns cuidados. Confira logo abaixo algumas dicas importantes.

1. Conheça o mercado

Tenha um bom conhecimento do mercado para investir bem em qualquer coisa. Afinal, será o seu dinheiro envolvido.

E é muito triste perder algo que tomou horas de dedicação para conseguir. Isso é especialmente verdadeiro no mundo das criptomoedas, que está em constante evolução. É importante também estar informado sobre as principais moedas, como o Bitcoin, Ethereum e Litecoin, e sobre as moedas digitais mais promissoras.

2. Faça análise e leia notícias

Além disso, é importante investigar e analisar as criptomoedas antes de investir. Isso significa ler notícias e análises de especialistas, além de monitorar o mercado para ver como as moedas estão se comportando.

Também estude as principais moedas de outras países. Se uma economia de um país estrangeiro estiver ruim, isso pode impactar de forma indireta alguma criptomoeda.

3. Equilíbrio de investimentos

Essa é uma dica de ouro e essencial para qualquer investimento que se faça. Não invista mais do que você pode perder.

É importante lembrar que as criptomoedas são um investimento arriscado. É possível que você ganhe muito dinheiro, mas também é possível que perca tudo. Portanto, é importante não investir mais do que você pode perder. Faça o equilíbrio do seu dinheiro.

4. Escolha uma boa exchange

Definir em qual empresa ficará seu dinheiro investido é confiança. Por isso, escolha uma boa exchange, pois ela afetará diretamente a segurança e a facilidade de uso da sua carteira.

5. Tenha uma carteira segura

Uma outra dica essencial é para você armazenar suas moedas em uma carteira segura seja ela virtual ou física, também denominada wallet.

É importante lembrar que as criptomoedas não são reguladas pelo governo, o que significa que elas não estão protegidas contra perdas ou roubo. Portanto, é importante armazenar suas moedas em uma carteira segura, como o Ledger Nano S ou o Trezor.

SAIBA MAIS:

Trezor One é uma Hardware Wallet com suporte para diversos cripto ativos, incluindo Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Dogecoin (DOGE), Bitcoin Cash (BCH), além de inúmeros outros Tokens e Altcoins, permitindo que você os gerencie dentro da mesma carteira.

Já o Ledger Nano S também uma Hardware Wallet que permite o armazenamento de cerca 1500 moedas/tokens, isso sem contar os Tokens ERC-20. Ela é mais conhecida e a mais vendida do mundo. Isso porque para muitos usuários essa foi a 1ª carteira física comprada.

6. Desconfie de lucros grandiosos

Tenha cuidado com as promessas de altos retornos. Tudo que vem fácil, pode ir fácil.

Uma das principais maneiras de ter cuidado com investimentos de lucros altos é diversificar sua carteira. Isso significa que você não pode colocar todos os seus ovos em uma única cesta. O ideal é investir em diferentes moedas ou bolsa de valores para reduzir o risco de perder todo o seu investimento se algo não funcionar bem.

Outra maneira de proteger seus investimentos de altos lucros é manter um bom histórico de crédito e ter uma reserva de emergência para cobrir qualquer imprevisto.

7. Não faça empréstimos

Aqui não é empréstimo pedido aos bancos. Não compre moedas emprestadas! Muitas pessoas emprestam moedas para outras pessoas para que elas possam investir em criptomoedas. No entanto, isso pode ser muito arriscado, pois você pode perder todo o seu investimento se a pessoa que você emprestou as moedas não pagar de volta. Um risco muito grande!

Quer aprofundar seus conhecimentos em relação às finanças? Que tal fazer um curso sobre a nova economia digital com as criptomoedas?

O Curso Livre de Criptoinvestidor é um conteúdo completo para te ajudar a investir em moedas digitais na prática. Você poderá estudar onde e quando quiser! São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver!

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Gestão empresarial: o que é e qual a sua importância

Uma gestão empresarial eficiente é essencial para a prosperidade e sucesso dos negócios. Desde as empresas menores até os grandes players, ter uma administração capacitada faz toda a diferença. 

Por isso, cada vez mais pessoas têm procurado entender melhor o tema e aperfeiçoar as suas habilidades, conhecendo metodologias e estratégias que podem impulsionar os resultados. Continue a leitura e saiba mais!

O que é gestão empresarial?

A gestão empresarial é um processo fundamentado em estratégias para que os negócios obtenham melhores resultados. Ela é baseada em ações para organizar os processos, controlar as finanças, administrar recursos humanos e materiais, mensurar problemas, corrigir erros e evitar falhas.

Como funciona a gestão empresarial?

O conceito é bem amplo, uma vez que as organizações são complexas e dependem que todos os setores funcionem bem para alcançar bons resultados. Por isso, essa gestão pode ser aplicada em áreas como finanças, administração de recursos humanos e planejamento estratégico da empresa. 

Por meio dela, é possível utilizar os recursos financeiros, humanos e estruturais da melhor maneira possível. Ela está muito relacionada à organização e gestão de processos e gerenciamento das rotinas de acordo com objetivos específicos.

Gestão empresarial integrada

A gestão empresarial integrada consiste na capacidade de analisar, acompanhar e mensurar todos os processos da empresa. Ela é centrada na mudança de foco dos gestores, que precisam enxergar além do setor que lideram, incluindo o conhecimento sobre o relacionamento da empresa no mercado, concorrência e stakeholders. Ao aplicar a  gestão empresarial integrada, é possível alcançar resultados ainda melhores. 

Qual a importância da gestão empresarial?

Administrar uma empresa é uma tarefa complexa. É necessário definir metas, organizar processos, comprar, vender, analisar pagamentos e recebimentos, contratações e demissões, encontrar e gerenciar fornecedores, entre outros processos.

Cada área tem as suas próprias práticas para uma boa gestão, mas, de modo geral, ela é essencial para fazer com que a empresa consiga se manter e crescer. Uma gestão incorreta pode levar a falhas como gastos maiores do que os ganhos, problemas com retenção de talentos, produtividade, entre outros.

Segundo o Mapa de Empresas do Ministério da Economia, entre janeiro e abril de 2022, foram abertas 1.350.127 empresas no Brasil, mas 541.884 foram fechadas. Entre as várias causas, estão também problemas com a gestão empresarial. Por isso, é importante levar o tema a sério e sempre otimizar a gestão da empresa.

O que faz um profissional de gestão empresarial?

Um gestor tem como responsabilidade administrar e coordenar as atividades de uma equipe. Quando falamos sobre gestão empresarial, nós estamos nos referindo a gestores exclusivamente corporativos, que conduzem processos e auxiliam os colaboradores, além de definir objetivos e metas. 

Por precisar lidar com diversas questões, o profissional que atua nessa área precisa compreender, ao menos um pouco, sobre outros temas que podem incluir gestão de pessoas, finanças e temas relacionados aos produtos/serviços da empresa.

Áreas de atuação

É importante frisar que o gestor da empresa, na maioria das vezes, não é o dono do negócio. Por precisar realizar diversas tarefas internas, os proprietários costumam contratar profissionais qualificados para o cargo. 

Em empresas maiores, diversos gestores atuam na organização de cada área como recursos humanos, vendas, financeiro, controladoria, marketing, entre outros.

Salário do gestor empresarial

Segundo o site vagas, o gestor empresarial no Brasil inicia ganhando R$ 2.009,00 e o salário pode chegar até R$ 4.307,00. A média salarial do cargo é de R$ 3.033,00.

Tipos de gestão empresarial

A gestão, basicamente, é o ato de gerir ou administrar e pode se referir a locais, recursos, pessoas, tudo o que pode ser administrado. O seu conceito é baseado em planejamento, organização, liderança e controle. Ela pode se apresentar de diversas maneiras diferentes. Confira abaixo alguns dos tipos de gestão empresarial que existem.

  • Foco em resultados: usada para empresas que precisam de resultados imediatos para alcançar metas e objetivos rapidamente;
  • Excelência de gestão: é voltada para o aprimoramento do processo e a sua execução. Sempre há um novo ponto a ser alcançado e a atenção aos detalhes é essencial;
  • Gestão meritocrática: se baseia na meritocracia, motivando os funcionários por meio de competitividade para que disputem para alcançar novos cargos;
  • Gestão democrática: os colaboradores podem auxiliar a tomar decisões, motivando o desenvolvimento e crescimento do profissional, enquanto ele se sente valorizado;
  • Cadeia de valor: tem metas específicas e busca gerar valor em todos os processos desenvolvidos. Para isso, foca no público-alvo e na sua satisfação;
  • Ciclo de inovação: conta com a competitividade para se manter na frente no mercado. Para isso, usa a inovação, lançando sempre novidades para alcançar mais resultados.

Ferramentas para gestão empresarial

Existem diversas ferramentas de gestão empresarial e, na verdade, elas devem ser escolhidas de acordo com os processos que existem nas empresas. Porém, algumas costumam ser muito usadas, tornando-as as mais conhecidas do mercado. Confira abaixo.

Gestão empresarial trabalha com todos os processos de uma empresa
Existem diversas metodologias que contribuem para uma boa gestão empresaral.

Análise SWOT

Criada por Albert Humphrey, líder de pesquisa na Universidade de Stanford, essa metodologia analisa o quanto a empresa consegue ser competitiva, quando comparada à concorrência. 

Ela consiste em um acrônimo Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades), Threats (Ameaças) e são exatamente essas características que são avaliadas. A análise SWOT pode ser usada para otimizar o planejamento estratégico da empresa, além de auxiliar no plano de negócios e até mesmo na definição de uma estratégia de marketing.

5W2H

Inicialmente utilizado na indústria automobilística, esse conceito estabelece uma sequência de ação para que o projeto seja executado. O objetivo é controlar as tarefas e otimizar o tempo investido nelas, aumentando a produtividade. Para isso, ela requer a formulação de sete perguntas: delas, 5 começam com a letra W e 2 com a letra H, daí o nome: 5W2H.

  1. What (o quê): objetivo do projeto ou ação;
  2. Why (por quê): motivo pelo qual o projeto ou ação estão sendo realizados;
  3. Where (onde): local em que o projeto será aplicado ou onde cada ação será feita;
  4. When (quando): quanto tempo levará para a execução do projeto ou quando será realizado;
  5. Who (quem): pessoas envolvidas no projeto. Também podem ser estabelecidos de acordo com a ação;
  6. How (como): como será realizado (passo a passo);
  7. How Much (quanto): quanto custará para realizar o projeto total ou cada ação.

Six Sigma

A Six Sigma permite testar e qualificar processos, produtos ou serviços. O seu objetivo é analisar o desempenho da empresa. Para isso, podem ser aplicadas duas tecnologias diferentes: DMAIC e DMADV. Confira abaixo mais sobre cada um.

DMAIC

Usado para melhorar processos já existentes. Conta com 5 etapas:

  1. Definir: estabelecer o que precisa ser aprimorado;
  2. Mensurar: análise dos aspectos do projeto, o seu desempenho e a causa dos problemas;
  3. Analisar: aqui são propostas as ações para utilizá-los;
  4. Incrementar: colocar as ações estabelecidas em prática para otimizar o processo;
  5. Controlar: verificar os resultados e monitorar os processos com sistemas de controle.

DMADV

Usado para otimizar processos, produtos e serviços que ainda não foram lançados. Também é dividido em 5 etapas:

  1. Definir: estabeleça objetivos conforme a estratégia da empresa e a opinião dos clientes;
  2. Mensurar: analisar se os objetivos estabelecidos funcionam por meio de indicadores como análise de risco e qualidade de produtos e serviços;
  3. Analisar: encontrar estratégias para achar caminhos com menos riscos para a execução do projeto;
  4. Desenhar: detalhamento e teste da viabilidade do projeto, bem como a criação de plano de ação, caso precise de ajustes;
  5. Verificar: disponibilizar os produtos e monitorar os resultados.

Matriz GUT

Também conhecida como Matriz de Prioridades, essa metodologia é exatamente isso: uma matriz usada para priorização de tarefas. Muito usada em gestão organizacional e gerenciamento de projetos, ela analisa três aspectos: Gravidade, Urgência e Tendência.

São atribuídas notas para cada variável, depois elas são multiplicadas e o resultado mostra quais tarefas podem ser priorizadas.

People Analytics

Também conhecida como análise de talentos ou análise de RH, essa ferramenta é usada no gerenciamento de recursos humanos e coleta dados, organiza e faz diagnósticos com base em diversas fontes. Ela pode ajudar os gestores da área e o RH a avaliarem problemas como turnover. 

5 forças de Porter

Em 1979, Michael Porter, um professor renomado da Harvard Business School publicou um artigo intitulado “As cinco forças competitivas que moldam a estratégia”. Essa ferramenta é usada até hoje para realizar uma análise técnica competitiva de modo a auxiliar as organizações para que elas pudessem compreender a sua posição dentro do mercado em que se encontravam. São elas:

  1. Rivalidade com concorrentes: quem são os concorrentes diretos e quais são suas táticas e desenvolvimento;
  2. Poder de barganha dos fornecedores: analisar se você não depende somente de um fornecedor e ampliar as relações observando sempre as vantagens como qualidade, preço e prazos de entrega;
  3. Entrada de novos produtos ou serviços: uma lista com concorrentes (diretos e indiretos) que oferecem soluções para o mesmo problema que você. Exemplo: uma loja de flores pode ser um concorrente indireto de uma loja de chocolates no Dia dos Namorados;
  4. Entrada de novos concorrentes: dificultar ou impedir a entrada de concorrentes no mercado;
  5. Poder de negociação de clientes: trata-se da capacidade dos clientes para colocar o negócio sob pressão e negociar condições e pagamentos. Quando existem menos fornecedores e muitos clientes, o poder de negociação é baixo. Porém, se houver muitos fornecedores e poucos clientes, eles terão um poder de negociação maior.

Gestão estratégica empresarial

A gestão estratégica é um conjunto de ações estipuladas pelos gestores com o objetivo de conquistar o crescimento e fortalecimento da organização. Para isso ocorrer, eles analisam cenários extremos (economia, política, tendências de mercado, etc.) e internos (faturamento, práticas comerciais, produtos e serviços, etc.). 

Usando os indicativos da empresa, é possível pensar em cenários e metas futuras, antecipando-se para evitar problemas antes mesmo que eles aconteçam. 

Vale ressaltar, que gestão estratégica não é a mesma coisa do planejamento estratégico. Enquanto a gestão usa o cenário atual para otimizar e atingir objetivos, o planejamento estipula metas para serem aplicadas a longo prazo.

Gestão empresarial para PMEs

Administrar uma pequena empresa não é fácil. As altas cargas tributárias, a complexidade fiscal e as dificuldades para se estabelecer no mercado podem ser grandes empecilhos. Por isso, a gestão empresarial dessas organizações precisam ser ainda mais estratégicas. 

Estruturar um bom plano de negócios, planejar ações e ter metas claras, conhecer bem o mercado e a sua localização, montar uma boa equipe e ter um bom controle dos gastos são só algumas das ações que você pode fazer, caso queira ter uma boa gestão empresarial em uma PME.

Estudar, se desenvolver e pensar em inovações são ações que precisam acompanhar os gestores desde o início.

Gestão empresarial para grandes empresas

Se você acha que a gestão empresarial de uma grande empresa é mais simples por ela já ter processos estabelecidos, está muito enganado. Na verdade, como existem mais números e aspectos a se considerar, ela se torna mais complexa.

Além disso, os desafios mudam. É preciso tomar decisões rápidas, respeitar os protocolos e regulamentos, além de prestar conta a diversas pessoas, incluindo investidores. Todo o investimento precisa passar por uma pesquisa aprofundada antes de sair do papel e, geralmente, exige a participação de diversas pessoas no processo.

Vale a pena fazer um curso de gestão empresarial? 

Se você ainda não tem certeza se vale a pena fazer um curso de gestão empresarial, a resposta é sim. Ao obter o diploma, você poderá encontrar diferentes possibilidades de atuação, em várias áreas de instituições públicas e privadas. 

É possível trabalhar nos setores de comércios, serviços e indústrias ou em administração de compras e estoques, análises contábeis e financeiras e até oferecer consultorias, workshops e palestras.

Como se especializar na área?

Geralmente, a gestão empresarial é recomendada para profissionais formados em Administração que desejam se especializar. Isso pode ser feito por uma pós-graduação, um MBA ou um curso de especialização.

Skills necessários do gestor empresarial

Entre as habilidades necessárias estão a liderança, para desenvolver talentos, além de liderar equipes de alta performance com visão estratégica. Um bom relacionamento interpessoal, gestão de projetos, análise financeira são alguns temas que também valem a pena conhecer.

Nós temos diversos cursos na área, desde o MBA de Gestão Exponencial, até o MBA de Gestão de TI e de Gestão de Processos de Negócios.

UI Designer: o que faz e oportunidades de trabalho

Nos últimos anos a área do design mudou bastante e surgiram novas áreas de atuação para esses profissionais. Certamente já ouviu falar de uma dessas novas áreas, que está em alta: o UI Designer. Logo após ouvir, provavelmente você se perguntou: “UI designer, o que faz?”.

Basicamente, um UI designer é o profissional que trabalha com o design de interfaces. É o UI Designer o responsável por desenvolver a interface de apps, sites e outras plataformas que nós usamos todos os dias.

Entretanto, se você tem interesse e quer aprender um pouco mais sobre a profissão, neste artigo vamos tirar todas as suas dúvidas. Nele, vamos falar sobre o que faz um UI Designer, qual a diferença entre UI Designer e UX Designer que costuma confundir muita gente, e também vamos falar sobre as oportunidades no mercado de trabalho para o UI Designer. Vamos lá?      

UI Designer, o que faz?

Primeiramente, é importante você saber que UI é a sigla para o termo inglês User Interface (Interface do Usuário). O UI tem como foco a interação entre o usuário e o software, aplicativo ou dispositivo que ele tem acesso.

Diante disso, é o UI Designer o responsável por criar e desenvolver os elementos gráficos que garantirão que a interação seja bem fácil e sucedida.     

Como surgiu a profissão?

Diante da transformação digital que vivemos nos últimos anos, as empresas cada vez mais investem no digital para estreitar laços com os seus clientes. Para isso, elas criam sites, apps, entre outras formas de se manter próximas aos clientes. 

A partir dessa necessidade de se reinventar no digital foi que surgiu o UI Designer, visto que o UI é quem atua com toda parte visual do projeto. Ou seja, tudo que o usuário tem acesso é desenvolvido pelo UI Designer para facilitar a sua experiência.    

Diferença entre UI Designer e UX Designer

Provavelmente já deve ter ouvido falar em UX Design. E se pensava que UI e UX eram a mesma coisa, se enganou! O UX se refere a Experiência do Usuário (em inglês User Experience), já o UI se refere a Interface do Usuário.

A diferença entre uma e outra é que o UI Designer se preocupa com a parte visual, em como ele pode trabalhar os elementos gráficos, cores, fontes, etc, para apresentar uma interface funcional e intuitiva para o usuário. Já o UX Designer se preocupa com a experiência do usuário, em como ele vai se sentir ao utilizar aquele aplicativo ou aquele software. 

Porém, apesar das diferenças das áreas, elas se completam e o trabalho coletivo sempre proporciona uma melhor experiência ao usuário.  

UI Designer e Web Designer fazem a mesma coisa?

Uma outra profissão que costuma ser confundida com UI designer é o Web Designer. Apesar de serem profissões com algumas atribuições parecidas, o Web Designer basicamente é responsável pela criação de sites considerando a funcionalidade e a aparência do site.    

Ferramentas utilizadas pelo UI Designer 

Para o desenvolvimento da UI, o profissional precisa de alguns softwares gráficos que já são bastante conhecidos, tais como: Illustrator, InDesign, Photoshop e Sketch. 

UI designer desenvolve a interface de um app
UI Designer utiliza diversas ferramentas para desenvolver um projeto, mas também necessita de criatividade.

Entretanto, outros softwares também são necessários, principalmente para organização das informações e prototipagem. Abaixo listamos alguns desses:

  • Adobe XD: o Adobe Experience Design ajuda o profissional a criar o seu protótipo de forma realista utilizando elementos visuais e diversas ferramentas do pacote Adobe;
  • Balsamiq: com o objetivo de tornar a interface do software acessível para o usuário, o Balsamiq é voltado para a criação de mockups a partir de interfaces prontas, o que facilita a montagem; 
  • Figma: ferramenta gratuita de edição gráfica de vetor e prototipagem. Ela é muito utilizada para criação de interfaces, especialmente de navegação web. 

Importância desse profissional nas empresas

Um UI Designer vem se tornando cada vez mais essencial nas empresas porque um bom design de interface influencia bastante na relação do usuário com a sua marca. 

Quando bem executado, feito por um profissional experiente e qualificado, o UI Design traz inúmeros benefícios, tais como:

  • Maior interação com o usuário;
  • Redução no custo de produção;
  • Fornecimento de soluções completas;
  • Maior retenção dos clientes;
  • Fidelização à marca;
  • Redução nos custos de suporte e atendimento ao cliente.

Mercado de trabalho para o UI Designer

Com certeza o mercado digital está cada vez mais favorável para o profissional de UI Design. Isso porque cada vez mais as empresas têm demandas de criação de softwares, de apps e de canais para facilitar a sua comunicação com o seu cliente. 

De acordo com uma pesquisa publicada pela Sensor Tower, o Brasil é o 3º país que mais faz downloads de app em todo mundo – ficando atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos, respectivamente. 

Diante dessas informações, é possível perceber a necessidade crescente das empresas por profissionais de UI Design e entender porque essa é uma das profissões do futuro. 

Salário médio do UI Designer

Segundo o portal Vagas, a remuneração salarial média é em torno de R$4.532,00 com salário inicial de R$3.012,00 e remuneração máxima de até R$6.169,00. 

Entretanto, esses valores podem variar dependendo da região e do segmento da empresa que você atua. Em alguns casos, profissionais de UI Design podem ganhar até R$11.487,00

Como iniciar a carreira de UI Designer?

Agora que você já conhece a fundo sobre a profissão de UI Designer, é hora de saber o que precisa fazer para se tornar um! 

Skills necessários

  • Atenção aos detalhes;
  • Boa comunicação;
  • Criatividade;
  • Facilidade para resolver problemas.

Onde aprender UI Design?

Normalmente, o caminho mais fácil para quem deseja trabalhar como UI Designer são para as pessoas já formadas em Design, por terem noção de muitas coisas da área que foram aprendidas durante a graduação. 

Entretanto, se você não tem nenhum conhecimento, mas ainda assim deseja iniciar na área, a internet está repleta de conteúdos gratuitos que ajudar. Pesquisa por “UI Design” ou “Design de interface do usuário” e tenha acesso a videoaulas, cursos, entre outras formas de obter conhecimento. 

Vale a pena se tornar um UI Designer?

Vale a pena se você achar que se identifica com a profissão e estiver disposto a trabalhar para facilitar a vida de outras pessoas através da criação de interfaces funcionais. Além disso, vale a pena pela perspectiva de crescimento profissional nos próximos anos, onde a profissão será ainda mais necessária. 

UX Writing: entenda o que é e como aplicar essa estratégia

No UX Writing a palavra tem poder. Se bem escolhida e posicionada, ela irá facilitar a vida de leitores. Imagine que um aplicativo ou site é uma conversa com um usuário, por isso, lembre-se o conteúdo deve vir em primeiro lugar, não o design. Mas o UX e o design trabalham em conjunto. Assim, nasce o UX Writing ou escrita baseada no usuário.

Em outros termos, é a arte de escrever simples em busca de uma comunicação assertiva, limpa e satisfatória para os consumidores. O profissional habilitado que domina a língua portuguesa (ou outro idioma da plataforma que trabalha), ferramentas e metodologias é chamado UX Writer.

O UX Writer será o responsável por tornar alguma interface mais intuitiva e agradável de usar, que no que lhe concerne, aumentará a confiança e satisfação dos usuários com toda a experiência.

No Brasil, a área possui estudos e oportunidades que iniciaram nas últimas décadas com a necessidade de “falar melhor” para cada tipo de público com o advento da internet.

Quem são essas pessoas com quem você conversará? Qual o vocabulário e a linguagem delas? Será que exite uma forma melhor de dizer isso sem gerar nenhuma dúvida? Esses questionamentos devem ser feitos para melhor elaboração ou ajuste da plataforma.

Deu para entender um pouco do que é o UX Writing? Que tal completar esse conhecimento, entendendo mais das características, o que faz um UX Writer e quais as diferenças entre UX e outras áreas da comunicação.

Aproveite a leitura!

Quais as principais características do UX Writing?

O ponto de partida é a escolha do termo certo. Aqui a palavra é usada como orientação. Os pilares são a concisão, clareza e semântica. Contudo, é importante ressaltarmos a importância da semântica, pois, por mais concisa e clara que uma frase seja, sem semântica ela não completa o seu objetivo de entendimento, ou seja, o UX não orientaria a pessoa.

Vale lembrar que o universo semântico é focado nos usuários e transportado às empresas e não o contrário, sendo assim, trata-se de uma abordagem de design centrado no usuário.

O que faz o UX Writing?

Um time de UX Writing deve ser composto por um ou mais profissionais de UX, que atuaram em conjunto para aplicar boas práticas de usabilidade e navegabilidade em produtos digitais.

Esses ficarão responsáveis pela contribuição também em relação à arquitetura da informação e a orientação por mensagens claras, microtextos, taxonomia e quaisquer mensagens que colaborem na experiência do usuário dentro de alguma plataforma.

UX Writer: o que é e o que faz?

O UX Writer será responsável por redigir, revisar e validar o conteúdo de e-mails, notificações, artigos de uma área de ajuda e outros tantos canais de comunicação com o usuário.

De certa forma, os profissionais têm a tarefa de entregar a mensagem de um produto de dentro para fora.

As principais atividades quem um profissional de UX desempenha são:

  • escrever bem e dominar o idioma da plataforma digital;
  • estudar e entender para quem ele está criando as mensagens (entender seu público) e saber qual linguagem esse grupo utiliza;
  • traçar hipóteses e realizar testes com as frases ou expressões para tentar emular a eficiência e fazer escolhas com base em teste;
  • ficar atento aos tipos de emoções que as escolhas das palavras farão o público sentir;
  • com Marketing, e redatores de outras mídias, seguir o estilo da empresa (tom de voz e afins).

UX Writing e Copywriting são a mesma coisa?

Definitivamente, não. O copywriting é a redação publicitária com foco em palavras chamativas para atrair consumidores realizar uma chamada de ação, geralmente querendo converter (vender).

Geralmente, o profissional integra uma equipe de marketing ou criação sendo responsável por criar campanhas, e-mails, social media, sites e outros.

Já em UX Writing há a utilização de palavras claras para explicar coisas e orientação em relação ao uso de um produto ou navegação. O profissional fica dentro de uma equipe de produto e realiza atividades relacionadas ao site, aplicativo, chatbots, botões, feedbacks de erros e acertos.

Não confunda os termos e as aplicabilidades.

Qual a diferença de UX Writing e outras escritas?

Em síntese, o UX Writing é a escolha de palavras e expressões para incluir em produtos digitais, como aplicativos, chatbots, design instrucional, após análise semântica oral e escrita em relação aos usuários.

Enquanto, o copywriting é a redação publicitária com intuito de gerar uma ação e o webwriting é a redação de textos corridos para sites e portais.

Como começar a aplicar UX?

Para incorporar o UX na estratégia de negócio em uma empresa, o profissional deve pesquisar e entender o contexto do produto digital. Posteriormente, montar estruturas com a escrita sucinta construindo um conteúdo escaneável com o auxílio de ferramentas e metodologias.

Outros aspectos também devem ser pensados como: definir cores e tipografia, checar a utilização de links para outras páginas, revisar e testar.

A empresa com o olhar para a área irá ajudar os usuários a criar uma associação positiva com a marca e pode levar, gradualmente, a um crescimento notável nos negócios.

<Leia mais: Aplique a UX para melhorar processos de tarefas internas />

Cursos de UX Writing

Confira abaixo uma seleção de cursos para você se aprofundar na área de UX Writing:

Livros sobre UX

Há alguns autores se destacaram, sendo Torrey Podmajersky com o livro “Redação estratégia para UX” e Bruno Rodrigues com “Em busca de boas práticas de UX Writing”.

Redação estratégica para UX

A profissional traz a discussão e indicação de estratégias para conversão, engajamento e suporte aos usuários, além de maneiras de fazê-los retornar à experiência. Além apontar sobre a utilização de frameworks e padrões para conteúdo, métodos para avaliar sua eficiência e processos para criar a colaboração necessária ao sucesso. Também ensina sobre estruturação de toda a voz da marca de modo que a marca seja facilmente reconhecida por seu público.

Livro "Redação Estratégica para UX".

Em busca de boas práticas de UX Writing

O brasileiro traz o resultado do estudo de um ano e meio em que mergulhou profundamente no universo da comunicação ‘on-line’ brasileira. É uma obra fundamental para quem deseja ingressar no fascinante — e desafiador — mundo da Experiência do Usuário (User Experience). 

Livro "Em busca de boas práticas de UX Writing".

Melhores práticas em UX Writing

De acordo com especialistas da área, as principais metodologias são:

  • Aprender e interagir com frequência com testes, pesquisas e auditorias;
  • Considerar o conteúdo desde o início do projeto;
  • Analisar como o usuário está se sentido;
  • Diminuir o esforço cognitivo;
  • Estabelecer consistência e confiança;
  • Falar a linguagem da sua audiência.

Agora que você aprendeu mais sobre a carreira de UX Writing e a profissão queremos te fazer um convite especial! Deseja se tornar um candidato diferenciado em entrevistas, ganhar bem e atuar em uma área dominante em várias empresas?

Há vagas abertas e limitadas para participar do Programa de Imersão Internacional – Agile World que é um curso completo com especialistas renomeados sobre metodologias ágeis, na prática, que irá te preparar para o mercado de trabalho!