Não há dúvidas de que situações desafiadoras, como falta de emprego e instabilidade econômica, mexem com o estado de espírito das pessoas. Esse comportamento disfuncional muitas vezes está atrelado a crenças limitantes sobre dinheiro, afirmações que acreditamos como verdades, porém nem sempre, o são.
Crenças limitantes sobre dinheiro nada mais são do que conceitos que estamos acostumados a ouvir sobre recursos financeiros e, por acreditar, nos afastam de transformar a realidade econômica. Nesse sentido, em que momento perdemos o medo de gastar dinheiro ou de preservá-lo?
Neste artigo vamos explicar o que gera as crenças sobre dinheiro e como é possível reverter esse hábito.
O que são crenças limitantes e como revertê-las?
Crenças limitantes são ideias que fortalecemos em nossa mente e encaramos como verdade absoluta na maioria das vezes.
Durante o nosso amadurecimento, somos influenciados por pessoas e experiências, o que pode nos induzir a acreditar em narrativas que não condizem com a realidade.
Existem três tipos de crenças limitantes:
crenças hereditárias: que vêm dos pais e do sistema familiar;
crenças individuais: criadas nas experiências individuais;
crenças sociais: geradas pela sociedade e reforçadas pela mídia.
Vamos exemplificar!
Você, já deve ter escutado de seus pais: “Dinheiro não dá em árvore”, não é verdade?
Eles, certamente, te disseram isso como uma forma de fazer você valorizar o dinheiro. Porém, uma frase deste tipo, quando repetida durante toda a infância, fica no subconsciente e leva a crer que é preciso trabalhar duro para conquistar a liberdade financeira.
Esse tipo de associação pode interferir na forma como você lida com suas finanças e, assim, determinar o seu sucesso (ou fracasso).
Ou seja, uma crença limitante como essa pode gerar um mindset financeiro que associa dinheiro a dificuldade e, desse modo, pode afetar a sua busca por rendimentos e, até mesmo, prejudicar sua qualidade de vida.
Afinal, se você acredita que dinheiro é tão difícil de conseguir, provavelmente, achará que não merece ou que não pode tirar férias, por exemplo. Entendeu a conexão e a profundidade do assunto?
Três dicas para fazer o dinheiro seu aliado
Crie um mantra dizendo para si mesmo que não há problema em ter dinheiro. Pode não ser uma atitude fácil inicialmente, mas durante o tempo se tornará um hábito enriquecedor;
Desacelere nas compras. Dê tempo para equilibrar suas finanças;
Defina um orçamento para gastar com diversão, isso ajudará a reduzir a ansiedade.
Percebeu como é possível deixar os problemas como dinheiro no passado? Desenvolva esses três hábitos durante algum tempo e verá a diferença no futuro.
Para se ter uma ideia, grande parcela dos brasileiros vive com essa realidade constrangedora. Abaixo seguem alguns números:
39% se sentem culpados e ansiosos quando o assunto é dinheiro;
46% afirmam ter ansiedade em relação à própria situação financeira;
2 em cada 3 pessoas declaram sentir algum cansaço por conta das preocupações financeiras;
39% dizem adiar decisões financeiras por medo de encarar as próprias finanças.
Tais resultados foram levantados em pesquisa feita peloInstituto Locomotiva, a pedido da Faculdade XP, parte educacional do grupo XP Inc. O estudo, de 2020, foi realizado com 1.500 pessoas.
Não obstante, especialistas envolvidos no setor contam que muitas pessoas pedem ajuda para melhorar sua relação com o dinheiro sem mesmo imaginar que sofrem de ansiedade ou fobia financeira.
Para quem entende do assunto, há alguns pontos a serem cumpridos para que a ansiedade e fobia financeira fiquem para trás, como:
o reconhecimento do problema;
a busca por acesso à informação;
a abertura de espaço para diálogo;
o pedido de ajuda
Comportamentos como esses podem abrir espaço para novos olhares, além de aliviar conflitos internos carregados e mal resolvidos. Reconheça o problema e procure respostas para entender o que se passa dentro de você.
Como aprender sobre investimentos?
Os investimentos são alternativas de ganho financeiro cada vez mais corriqueiras na vida das pessoas. Ações, títulos ou fundos, por exemplo, prospectam alta rentabilidade, seja para adquirir patrimônio ou para viver de renda.
Um dos tipos de investimentos mais tradicionais no Brasil, a Poupança não segue mais como a melhor alternativa. Embora tenha um rendimento mensal em 0,5%, uma vez que a Taxa Selic está em 12,75% ao ano, e considerada de baixo risco, ela oferece um dos rendimentos mais baixos do mercado.
Fatores como aniversário de depósito e falta de diversificação de carteira também comprometem a estabilidade do investimento. Sabe por quê?
Como o aniversário do depósito corresponde a cada 30 dias, isso gera um certo rendimento. Portanto, ao realizar um saque antes desse período, você tem a chance de resgatar apenas o dinheiro investido. Ao esperar passar esse tempo, aumenta-se a probabilidade de você retirar o investimento e os juros complementares.
Além do agravante que o rendimento da Poupança é um dos menores no mundo dos investimentos.
Por último, deve-se considerar uma carteira de investimentos diversificada, seja em renda fixa ou variável, o que possibilitam maior probabilidade de ganhos.
Neste vídeo, a economista italiana Annamaria Lusardi conta sobre a importância da educação financeira para o mundo hoje e no futuro.
Como criar o hábito da educação financeira?
Após perceber que as crenças limitantes sobre dinheiro não geram bons resultados, apenas são paradigmas que construímos ao longo do tempo, fica mais fácil buscar soluções sólidas.
Diante das opções apresentadas, vale a pena se aprofundar no assunto e descobrir o que faz você perder dinheiro. Será algum conflito pessoal, medo de enriquecer ou uma boa estratégia? Pode apostar que o melhor meio é estudar, porque levará você ao autoconhecimento financeiro.
Pensando nisso, indicamos o Combo: Curso de Educação Financeira, da Faculdade XP. Aqui você encontrará quatro cursos básicos que farão você entender sua relação com o dinheiro, além de receber conceitos iniciais para investir com segurança.
Vai deixar para depois? Invista em você agora mesmo!
Para ser bem sucedido profissionalmente, principalmente se você pretende seguir alguma carreira empreendedora, é importante sempre ter em alerta o faturamento e toda a gestão de riscos financeiros.
Lembre-se que problemas podem acontecer a todo momento. Aqueles que conseguem reverter as situações, são os que estão planejados e preparados com todas as consequências.
Investir em uma gestão de riscos financeiros é um primeiro passo para um melhor gerenciamento e produtividade como um todo. Mas o que quer dizer esse método?
Ao longo deste artigo vamos explicar o que é a gestão de riscos financeiros, sua importância para as empresas, os tipos existentes e como fazer uma boa gestão. Confira!
O que é gestão de riscos financeiros?
Fazer uma gestão de riscos financeiros é identificar, mapear e criar estratégias que diminuam os riscos financeiros que envolvem a operação de um investimento ou uma empresa.
Sabemos que é impossível eliminar riscos em um processo, mas com essa metodologia você consegue expor os mais prováveis e definir precauções, pensando na sustentabilidade e do que está sendo colocado em jogo.
Portanto, a gestão de riscos está ligada à administração da empresa, com o objetivo de:
identificar quais as ameaças dispostas;
quais ameaças se pode evitar;
que tipo de estratégias utilizar para solucionar.
Afinal, somente o que diz respeito ao controle interno não basta para o sucesso e andamento de um projeto ou negócio, pois existem também eventos externos que impactam negativamente os resultados.
Por que a gestão de riscos financeiros é importante para uma empresa?
Dois fatores são o destaque: a prevenção e a capacidade reativa. Quando tudo está mapeado e sendo monitorado dia a dia, é muito mais fácil de prever e solucionar os problemas.
Assim, podemos ver que, independente do tamanho da empresa ou setor, entender como se preparar contra imprevistos é essencial para se manter em atividade em um cenário de crise.
Além disso, aquelas que buscam metas de crescimento, precisam de uma gestão de riscos financeiros de alto nível para garantir a segurança e o retorno de todo investimento.
Agora falando mais de uma pessoa em si, a gestão de riscos financeiros é essencial para a sustentabilidade de um investidor no longo prazo.
Tipos de riscos na gestão financeira
Os riscos no seu faturamento podem surgir de diversas formas. No entanto, existem algumas fontes de ameaças mais comuns que podem ser evitadas com uma gestão de riscos financeira bem estruturada.
Conheça agora os principais tipos existentes para evitar no seu dia a dia.
Risco de Mercado
O primeiro deles é o risco de mercado que está relacionado às oscilações de preços, cotações, taxas e juros do mercado financeiro. Como assim? São eventos que afetam o investimento de uma empresa, reduzindo valores e credibilidade da mesma na sociedade.
Por isso, além de estruturar a gestão de riscos financeiros, o gestor deve estar atento ao planejamento.
Risco de Liquidez
Esse modelo ocorre quando títulos e ativos não podem ser convertidos em dinheiro, ou problemas de gestão resultam em incapacidade de realizar pagamentos de suas contas.
A partir disso, além de ser considerada inadimplente, sua reputação fica prejudicada no mercado. Logo, esse risco está relacionado à capacidade do gestor de planejar e organizar seus processos de trabalho, de tal forma que cumpra os compromissos com fornecedores e colaboradores. Ou seja, não deixa de quitar suas dívidas.
Diante disso, o gestor deverá lidar com questões de endividamento, pagamento de juros, multas e outros problemas trabalhistas.
Risco de Crédito
Ele ocorre quando uma das partes envolvidas no processo de crédito não consegue cumprir os pagamentos e/ou obrigações com a outra parte, ocasionando uma inadimplência.
Quando ocorre esse ato, o nome fica ‘sujo’ e o envolvido não consegue realizar pagamentos e prejudica a possibilidade de criar novos negócios. O risco de crédito acontece quando uma das partes envolvidas não consegue honrar com os pagamentos ou obrigações com a outra, resultando em uma situação de inadimplência.
Portanto, o risco de crédito analisa a probabilidade da empresa não receber valores que lhes são devidos.
Risco de Taxa de juros
Aqui é quando há mudanças repentinas nas taxas de juros, afetando diretamente o faturamento e outras perdas financeiras.
Assim, é um tipo de ameaça atrelada ao risco de mercado, sendo atrelado às oscilações bruscas e expressivas nos valores dos juros, que são diretamente afetadas pelos movimentos da economia. Portanto isso pode impactar principalmente as organizações que tenham aplicações e investimentos no mercado financeiro, com suas rendas variáveis ou não.
Risco Cambial
É caracterizado pelas variações inesperadas nas taxas de câmbio, impactando de forma ofensiva nos valores recebidos pelas operações das empresas, sejam elas de importação ou exportação.
Esse risco pode ser dividido em:
Exposição – que determina a medida do fluxo de caixa a ser atingida, mediante previsão;
Previsão – que analisa a possibilidade de variação da taxa no período de negociação;
Mercado e transação – que argumenta os riscos de cada mercado individualmente e a possibilidade sair do esperado;
Sistema – analisa as falhas ou fraquezas do sistema gerencial da exposição aos riscos na organização.
Risco Operacional
É sobre tudo que serve de ameaça para a operação diária de uma empresa. Isso equivale desde o risco causado a um aparelho e maquinaria até a falta de suprimentos ou um erro na mão-de-obra e falhas processuais.
Como fazer uma boa gestão de riscos financeiros?
Agora que você já sabe o conceito e a importância, é o momento de colocar em prática todo esse ensinamento.
Para lhe ajudar, confira algumas dicas para fazer uma boa gestão de riscos financeiros na sua empresa ou nos seus investimentos.
Mapeie qualquer risco que possa ocorrer
Saiba quais os riscos existentes, conforme no tópico anterior, e veja quais são mais possíveis de acontecer na sua empresa para se evitar que se tornem realidade.
Defina o quanto serão tolerados esses riscos
Agora é o momento de definir o grau de tolerância deles, ou seja, se são possíveis de eliminar por completo e quais os mecanismos para contorná-los ou reduzi-los.
Construa suas próprias estratégias para fazer a gestão dos riscos financeiros
Cada tipo de risco precisa de uma estratégia diferente. Portanto, pense no que tem a ver com os que você pode sofrer e planeje as melhores ações.
Acompanhe os resultados
Depois, é só implementar a estratégia e acompanhar os resultados, dentro de cada setor e cada classe de investimentos.
Chegou a sua hora de fazer!
Não importa o quão improvável é um cenário de crise ou ameaça ao faturamento, é essencial que você saiba como o mercado afeta seus números e como prevenir os principais riscos.
Conhecendo a importância de investir em uma gestão de riscos financeiros, agora é o momento de aplicar na sua empresa ou nos seus investimentos, impedindo que haja mais despesas que o normal na sua receita. Está pronto(a) para fazer?
De um tempo para cá, aumentou o interesse do brasileiro pelo mundo dos investimentos internacionais. Conforme uma pesquisa da XP Investimentos, em 2020, 72% dos clientes de assessores de investimentos almejam adquirir ativos estrangeiros. Logo, entender como comprar ações internacionais nunca foi tão necessário como agora.
Nesse sentido, é importante saber que existe uma discussão antiga: a escolha entre BDRs e ações estrangeiras. Tanto uma quanto a outra opção levam o brasileiro a investir em cotas fora do País, embora apresentem características bem distintas.
Mesmo assim, deve-se ter em mente que ações são um investimento de alto risco, com alta volatilidade, porém com boas chances de gerar rentabilidade.
Para entender melhor sobre como investir no mercado internacional, listamos uma série de pontos para você escolher a melhor para a sua realidade.
O que são BDRs?
BDRs (Brazilian Depositary Receipt), ou Certificado de Depósito de Valores Mobiliários (CDVM), são certificados que representam ações emitidas por empresas de outros países, mas negociados no Brasil, diretamente no pregão da B3, a Bolsa oficial do país.
Quem adquire um BDR não compra diretamente as ações da empresa no exterior, mas investe em títulos representativos desses papéis.
Esses títulos são emitidos por instituições chamadas depositárias: responsáveis por comprar ações fora do País e garantir que os BDRs sejam lastreados nesses títulos.
Como investir em BDRs?
Com um BDR em mãos, é possível investir em empresas de renome como Facebook, Disney, Google, entre outros, diretamente pela B3.
Ficou curioso? No site da bolsa de valores oficial existe uma lista dos BDRs disponíveis, ultrapassando 600 opções de companhias.
Para investir em BDRs é necessário ter conta em uma corretora de valores. Elas recebem ordens de compra ou venda e realizam as operações em nome dos investidores.
As corretoras também disponibilizam taxas de corretagem, facilidade de uso do home broker (sistema de negociação), de relatórios e orientações sobre investimentos.
De modo geral, a abertura de uma conta é simples. O investidor deve enviar documentos pessoais de identificação e preencher o cadastro, em seguida, fazer uma transferência de recurso (TED ou DOC) para iniciar as operações.
Como já mencionado, comprar BDRs é uma maneira de investir em ativos com cotas listadas fora do País de modo simplificado, mas você também tem a opção de investir diretamente no mercado estrangeiro.
Fora do Brasil, você precisa abrir uma conta em uma corretora do país em questão, fazer uma remessa internacional para então começar o processo de investimento.
Neste caso, operar BDRs depende de um processo mais curto e direto, como estar cadastrado em uma instituição brasileira. Além disso, as operações são realizadas em reais, o que barateia o processo. Outro ponto é que não existe o pagamento de taxas extras decorrentes da transferência de recursos.
Apesar de uma das principais características ser a praticidade com os BDRs, alguns pontos negativos ainda nos fazem questionar se realmente vale a pena.
Embora seja considerada uma opção comum de investimento, quando comparada às ações, essa alternativa tem algumas desvantagens, como:
mais de 10 mil papéis negociados lá fora; aqui, cerca de 600.
A baixa liquidez, por exemplo, praticamente sempre foi um obstáculo para o investidor nacional. O fato de não poder, ou a dificuldade de tirar o dinheiro antes dos prazos, inviabiliza a liberdade de negociações.
Antigamente apenas os mais poderosos podiam aplicar em BDRs. Atualmente com menos de R$1 milhão de patrimônio investido já é possível investir no título.
Em contrapartida, o alto custo para recebimento se deve à taxa cobrada pelos bancos na hora da distribuição dos dividendos.
Vantagens
Para entender melhor o que é possível de tirar desse tipo de ativo, listamos alguns pontos:
Em terras estrangeiras é possível converter os recibos em ações.
A partir de apenas R$50 você pode comprar BDRs das maiores ações do mundo e acompanhar tudo em um único lugar.
Outra situação que muitos investidores podem deixar passar despercebido é o custo inerente a transações internacionais, uma vez que o investidor compra esse ativo aqui no Brasil, ele não paga por um spread cambial (diferença entre o preço de compra e venda em uma transação monetária).
>>> Assista ao vídeo e descubra como os investimentos internacionais podem impulsionar sua carreira:
Vale a pena comprar ações internacionais?
Depende. Investir no mercado internacional é interessante, mas nem todo o investidor está preparado, principalmente para quem tem medo de arriscar ou não tem conhecimento sobre o assunto. Por isso, esse tipo de aplicação deve estar de acordo com o seu perfil de investidor, suas propostas e conhecimentos dos riscos.
Embora considere as vantagens, é preciso ter em mente que investir em ações internacionais precisa do mesmo nível de cuidado que as nacionais.
Como comprar ações internacionais? Dica bônus
Agora você já tem uma boa ideia de como comprar ações internacionais, não é verdade? Porém, se você deseja investir com assertividade, é essencial estudar as nuances do mercado financeiro.
Para dar os primeiros passos rumo a essa trajetória de sucesso, recomendamos o curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores.
Você estará por dentro dos principais agentes econômicos que impactam a economia e aprenderá desde os conceitos básicos até a prática como investir em ações. Uma experiência fascinante para quem deseja investir fora do país.
Contar com investimentos atrelados à inflação é uma boa saída para quem deseja proteger o próprio patrimônio, principalmente no Brasil em que a desvalorização da nossa moeda assusta os investidores.
Essas alternativas podem ser percebidas em aplicações de renda fixa, títulos públicos, como fundos de investimentos quando de renda variável, via fundos imobiliários.
Confira a seguir os principais investimentos atrelados à inflação, seus riscos e custos envolvidos.
Como a inflação afeta os seus investimentos?
A consequência da inflação é o aumento generalizado dos preços.
Pode-se dizer que o Brasil já passou por situações extremas, como uma hiperinflação.
Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontaram que entre 1980 e 1989, a inflação média do país foi de 233,5% ao ano, conforme anunciado na linha do tempo do site G1.
Atualmente, o mercado financeiro aumentou pela 11ª vez consecutiva a previsão de inflação para este ano. Na mais recente projeção feita pelo Boletim Focus, de março de 2022, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 6,86%, conforme divulgação do site Agência Brasil.
Para 2023, a estimativa é de 3,8% ante os 3,75% dos últimos dias.
Por conta dessas oscilações, é importante considerar ao menos uma parte da carteira reservada a ativos que ofereçam rentabilidade superior à inflação.
Com o aumento da taxa de juros, é possível encontrar ótimas oportunidades no mercado de renda fixa. Faça o curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Riscoe saiba quais são os investimentos mais adequados para o seu perfil de investidor.
Como ganhar da inflação?
Para saber como ganhar dinheiro da inflação, seguem as alternativas abaixo de investimentos atrelados a ela. São essas:
Títulos públicos;
Fundos de investimento;
ETFs de renda fixa;
Debêntures;
Fundos imobiliários.
Títulos públicos
Os títulos públicos do tipo Tesouro IPCA+, com ou sem pagamento de bônus semestrais, são papéis que combinam uma parte de retorno prefixado e o restante indexado à inflação, medido pelo IPCA.
No caso do pagamento de cupom, o investidor recebe o retorno antecipadamente, duas vezes ao ano.
Atualmente, as taxas de juros reais (isto é, com a inflação descontada) pagas por esses papéis superam os 4% – no caso daqueles com vencimentos a partir de 15 anos.
No entanto, atente-se ao vencimento do papel, uma vez que, se vender antes do prazo, as taxas podem sofrer alterações para cima ou para baixo.
Para se proteger, o investidor deve alinhar o prazo do investimento com seus objetivos, garantindo a taxa contratada no momento da aplicação.
Aliás, quanto mais longo for o vencimento, mais alta é a volatilidade do Tesouro IPCA+. Isso porque o estresse do mercado tem feito investidores pedirem prêmios mais altos para emprestar recursos ao governo.
E à medida que piora a avaliação do mercado sobre a evolução das contas públicas, os prêmios que o governo precisa pagar para se financiar também aumentam.
A partir daí, é provocada uma queda nos preços dos títulos que estão nas mãos dos investidores.
Quanto aos custos, a B3, bolsa de valores oficial do país, cobra taxa de custódia de 0,25% ao ano sobre o valor total dos títulos.
Fundos de inflação
Aqui, o investimento conta com o gestor para determinar quais papéis e vencimentos farão parte da seleção.
Nesses fundos, a carteira é composta por uma cesta de títulos públicos cujo objetivo é superar um índice, normalmente o “IMA-B” ou o “IMA-B 5”, com prazo de até cinco anos, ou “IMA-B 5+”, com vencimentos dos papéis iguais ou acima de cinco anos.
Porém, nos fundos é importante lembrar que há cobrança de come-cotas, taxa de administração e eventual taxa de performance.
No fim, esses fundos são uma boa opção para o investidor que dá os primeiros passos no mercado financeiro e ainda não consegue fazer as escolhas sozinho.
ETFs de renda fixa
Os ETFs de renda fixa replicam o desempenho de índices que acompanham títulos públicos e privados prefixados ou atrelados à inflação.
Dos 7 produtos negociados na B3, cinco deles são atrelados ao IPCA, como:
“B5P211“, que acompanha a evolução da carteira de papéis com prazos de até cinco anos, e a taxa de administração é de 0,20% ao ano;
“IB5M11” e “B5MB11”, que acompanham a evolução da carteira de títulos indexados à inflação com prazo igual ou superior a cinco anos;
“IMAB11” e “IMBB11”, que replicam o IMA-B geral – formado por todos os títulos que compõem a dívida pública. As taxas de administração variam de 0,20% a 0,25% a.a.
Assim, esses podem ser uma forma rápida e acessível de investir em uma cesta de ativos, e com vantagem tributária sobre os fundos de investimento tradicionais.
Isso porque a alíquota de Imposto de Renda sobre os rendimentos é sempre de 15%, independentemente do prazo da aplicação, porém, atenção para a menor liquidez dos ativos.
As debêntures com retorno atrelado ao IPCA também são interessantes para compor o portfólio e proteger o capital do aumento da inflação.
No entanto, não são todas as debêntures atreladas ao IPCA.
Nesse caso, pelo fato de o investidor estar exposto a uma empresa, ele precisa se atentar ao risco de crédito dos papéis, sendo necessário entender:
as garantias;
o rating da empresa;
se o prêmio oferecido é condizente com o risco da companhia
Se o investidor não tiver grande conhecimento do mercado e tempo para estudar as empresas, vale investir via fundos de debêntures, que contam com um gestor especializado.
Apesar da diversificação do portfólio e pulverização dos riscos, as debêntures não contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Embora existam opções com vencimentos mais curtos, o ideal é que o investidor tenha um horizonte de investimento de, no mínimo, três anos, havendo debêntures com prazos acima de dez anos.
Fundos imobiliários
Diante da alta da inflação, os FIIs voltados para renda e que possuem no portfólio ativos com contratos de aluguel atrelados ao IPCA e ao IGP-M podem se beneficiar desse cenário.
Com aplicações mínimas abaixo de R$100, os fundos imobiliários são bem acessíveis. Porém, por serem de renda variável e estarem sujeitos a oscilações bruscas, são recomendados para investidores, pelo menos, de perfil moderado.
De todo modo, boas alternativas podem ser os fundos de recebíveis imobiliários e os residenciais, que vêm ganhando atenção diante dos juros baixos aumentando a tomada de crédito habitacional.
Mas vale ficar de olho na alta da Selic, que pode tirar parte da atratividade dos produtos.
Além disso, o cenário de pandemia pode impactar os imóveis, de modo que esses podem ter alta na taxa de vacância, com impacto sobre as cotas.
Por isso, é bom entender se o shopping recuperou as vendas e se as lajes estão devolvendo escritórios.
Isso porque, por mais que a inflação esteja mais pressionada no ano, o fundo pode não repassar o aumento dos preços para os inquilinos por conta da crise.
Assim, uma boa opção são os fundos imobiliários de papel, que possuem na carteira papéis de renda fixa como CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário).
Acompanhe este vídeo e saiba como poupar dinheiro e começar a investir agora mesmo:
Como ganhar dinheiro da inflação?
Saber quais são os investimentos atrelados à inflação já serve como norte para você aplicar o seu dinheiro, mas aproveite também essas dicas abaixo para se dar bem no mercado financeiro:
Tome decisões baseadas em valores reais de acordo com o reajuste da inflação;
Controle o seu fluxo de caixa para aproveitar as oportunidades de investimentos;
Use uma pequena parcela da renda para especular, podendo fazer um investimento a curto prazo, feito no mesmo dia;
Estude o mercado financeiro, com os artigos, vídeos e cursos da Faculdade XP.
Conquistar bens digitais exclusivos eleva a auto estima de um investidor ou comprador, justamente porque o item original está em suas mãos. No mundo dos investimentos, compreender o que é NFT é estar por dentro daquilo que não pode ser negociável.
Calma! Talvez pareça um pouco complicado, mas entender o que significa NFT irá abrir seus horizontes antes de investir.
Tratava-se do quadro de um artista conhecido como Beeple, formado por uma coleção de imagens que postava online diariamente, desde 2007.
O que mais chama a atenção é o fato de que o quadro é digital. Em outras palavras, pode ser copiado infinitas vezes e impresso por qualquer um.
No entanto, a obra foi assinada digitalmente por um NFT e com isso é única, só existe aquela – podendo, sim, ser copiado, mas nunca será o original assinado.
Uma cópia desse quadro em seu computador é o mesmo que comprar uma gravura ou uma cópia do quadro da Monalisa no Museu do Louvre, em Paris. Isso significa que você tem uma cópia, mas não tem valor significativo porque não é o original.
Agora, a essa altura, você pode estar se perguntando: “o que é um NFT e como ele pode garantir que esse quadro é o original?”
Vamos entrar em detalhes a partir de agora.
O que é um NFT?
Como o próprio nome diz, em tradução livre do inglês para português, NFT (non-fungible token) é um token não fungível.
Token, por sua vez, é uma chave que marca tal item, então um NFT é uma chave ou um sinal não fungível.
Algo fungível ou não fungível é um item que, respectivamente, pode ou não ser trocado por outro.
Exemplificando, o dinheiro é fungível, pois podemos trocar uma nota de R$100 por outra e para você não fará diferença.
Isso porque uma nota de R$100 ou outra nota qualquer, desde que não seja falsa, terá sempre o mesmo valor para o seu portador.
Ao contrário disso, se você possui um quadro original, como a Monalisa que citamos acima, você não admite que seja trocado por outro quadro da Monalisa, ainda que seja uma cópia perfeita, já que não é o quadro original pintado por Leonardo da Vinci.
Então o quadro da Monalisa é não fungível, pois não aceita que seja trocado por outro sem alteração da sua substância.
Sabendo disso, podemos definir que um NFT é uma marca única, um código digital único que está gravado no arquivo original do quadro do Beeple, indissociável dele e que comprova a sua originalidade – por isso a sua importância.
Para que serve um NFT?
Os NFTs servem para gravar arquivos digitais e comprovar a sua originalidade, sua inviolabilidade, pois caso o arquivo seja alterado, o código de validação do NFT não corresponderá ao arquivo a qual ele está atrelado.
Podemos usar NFTs para diversos usos, como:
assinar documentos e obras de arte;
criar uma certa quantidade de peças originais e objetos colecionáveis por sua originalidade;
garantir que as fichas de um jogador sejam originais ou mesmo que a escritura do seu imóvel seja a escritura original – portanto, comprovando que você é o atual dono do imóvel
NFTs usam o blockchain (banco de dados digital) para comprovar sua originalidade.
No caso, a chave criptográfica é criada e vinculada ao arquivo, o que comprova originalidade e impede que seja alterada – já que uma chave no Blockchain, em tese, não pode ser alterada sem perder sua validade.
Você pode procurar agora mesmo no Google o quadro do Beeple que foi vendido por milhões de dólares e fazer o download para a sua máquina, pode mandar imprimir em um formato 2×3 metros e colocar na sua parede.
Mas você nunca poderá ter o quadro original, assinado pelo artista digitalmente, sem comprar a chave original em poder de quem o comprou por milhões de dólares.
E um NFT serve exatamente para isso: comprovar a originalidade do objeto ao qual está vinculado.
Os NFTs são bastante flexíveis. Até que sejam criados, você pode criar um NFT numerado, por exemplo, que comprove que existem 100 cópias válidas de um quadro, e que essa é a cópia 024/100.
E quando o centésimo comprador fizer o download do quadro, o sistema para de assinar os quadros com NFTs. Isso permite que você defina que existirá um número limitado de itens, tornando tais itens colecionáveis – essa também é uma utilidade.
Como investir em NFT?
O investimento em NFT é feito por meio de plataformas digitais em transações de compra e venda, como NBATopShots, Cryptopunks e Axie Infinity, por exemplo.
O pagamento e a precificação dos NFTs são realizados emcriptomoedas, como o Ethereum, ou uma moeda, como o dólar. Para isso, o investidor ou colecionador precisa fazer cadastro em uma plataforma digital.
As plataformas oferecem a opção para custodiantes (instituição financeira responsável por deter a custódia de ações e ativos de fundos) e para colecionadores criarem suas próprias carteiras de investimento.
Axie Infinity é um jogo online em que o jogador tem que comprar os bichinhos que usa para jogar e os preços variam de algumas centenas de dólares a milhares de dólares.
Para jogar, você precisa ter três bichinhos que se reproduzem entre si, seguindo uma série de regras. O jogo permite alugar seus bichinhos, vender ou trocar, tudo é baseado em NFTs, que garantem que cada bichinho seja único e você, o dono dele.
Lembre-se de que é um jogo, não um investimento. Por isso, não saia comprando bichinhos e achando que vai ficar rico dessa forma. Os ganhos vêm de jogar, não de investir.
Aliás, muito cuidado com esses jogos online que envolvem altos investimentos, pois as regras podem ser alteradas a qualquer momento e você pode perder o seu dinheiro.
Ficou curioso? Assista ao vídeo e entenda mais o que é um NFT e como usá-lo:
Como percebemos, os NFTs são instrumentos muito interessantes para o que se propõem e são realmente válidos para garantir a originalidade de itens como quadros e documentos digitais.
Como qualquer pessoa pode criar NFT e usar para assinar suas obras de arte, documentos e arquivos digitais, a tendência é popularizar a qualidade do recurso, tornando-se um padrão de assinatura digital comerciável.
Em contrapartida, existe a possibilidade de fraudes em que alguém que não é o criador de uma obra digital assine uma cópia através de um NFT para vendê-la online.
O comprador precisará confirmar se os dados estão corretos, mas nada que já não ocorra atualmente.
Tudo está evoluindo muito rápido nessa arena de criptografia, criptomoedas, blockchain, e agora, NFTs. Portanto, fique atento ao mercado e acompanhe aqui no blog, que vamos atualizando você com tudo o que houver de mais atual sobre tudo isso.
Pensando em investir em moedas virtuais? Você pode estar no caminho certo! Afinal, as criptomoedas estão revolucionando as oportunidades de investimento, se tornando um modelo ativo para quem deseja diversificar a carteira e potencializar os retornos com ativos.
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Você provavelmente deve ter algum parente ou conhecido que diz que comprar imóveis é o melhor tipo de investimento, estou certo? No entanto, também já deve ter ouvido várias pessoas dizendo que isso já não vale mais a pena. E aí, quem está certo? Afinal, qual é o melhor: investimento em imóvel ou aplicação financeira?
Quer tirar esta dúvida de uma vez por todas? Então, fique com a gente, pois neste post comparamos os principais pontos, observando o potencial de retorno, riscos e liquidez de cada um deles. Continue a leitura e fique por dentro!
Qual é o melhor investimento: imóvel ou aplicação?
Não há como negar que a compra de imóveis para vender ou alugar é um investimento tradicional no Brasil. Mas, será que realmente é a melhor opção?
Afinal, o que é melhor, investir em imóveis ou aplicar o dinheiro em ativos financeiros? Antes de tudo, vamos às definições:
O que é investimento em imóveis?
Investir em imóveis nada mais é do que comprar um imóvel com o objetivo de rentabilizar, seja com sua venda por um valor superior ao de compra, ou mesmo com o aluguel.
Sendo assim, o local onde você mora não é um investimento, afinal, não lhe gera lucro, sendo considerado apenas um passivo financeiro.
O que são aplicações financeiras?
Uma aplicação financeira é um investimento em um ativo financeiro, que pode ser um título emitido pelo governo ou por uma empresa privada, fundos de investimentos, ações de empresas, etc. O grande objetivo ao fazer uma aplicação deste tipo é obter um retorno financeiro ao longo do tempo.
Elas podem ser de dois tipos:
renda fixa: é o tipo de investimento mais seguro, porém, apresentam um potencial de rendimento menor. De modo geral permitem saber quanto o dinheiro irá render durante o período em que ficar aplicado, ou dão uma estimativa aproximada, no caso de aplicações baseadas em índices;
renda variável: como o nome sugere, têm seu rendimento variável, impossibilitando saber qual será seu rendimento. São investimentos de maior risco, porém apresentam um potencial de rentabilidade muito superior.
Comparando investimento em imóveis e aplicações financeiras: qual vale mais a pena?
Analisamos alguns pontos, comparando o potencial de retorno, riscos envolvidos e a liquidez de cada um deles, para que você possa ter uma noção mais precisa das vantagens e desvantagens de cada um e, assim, decidir o que é melhor: investir em um imóvel ou em uma aplicação financeira.
Potencial de retorno
O potencial de retorno é um dos pontos mais importantes a serem analisados para decidir se vale mais a pena investir em um imóvel ou aplicar o dinheiro em algum ativo financeiro. Afinal, o principal objetivo de quem investe é justamente obter lucro, não é mesmo?
Tomamos como base os dados da imobiliária digital QuintoAndar, cujo rendimento médio do aluguel dos imóveis anunciados na plataforma é de 0,4% ao mês. Enquanto isso, o rendimento acumulado do CDI em 2021 foi de 4,42%, o que dá uma média de 0,37% ao mês.
Analisando friamente, podemos dizer que, em 2021, o rendimento com aluguel de imóveis foi superior ao de investimentos de renda fixa com base no CDI. No entanto, vale lembrar que este é um índice dinâmico, ou seja, oscila de acordo com o mercado. Em abril de 2022, por exemplo, sua rentabilidade está em 11,65% ao ano.
Este é apenas um exemplo de uma das aplicações mais conservadoras e seguras do mercado. Se considerarmos a renda variável, o potencial de retorno pode ser ainda maior.
Isso mostra que sempre vale a pena estudar os diferentes tipos de aplicações financeiras, considerando seus objetivos, bem como sua tolerância a riscos.
Riscos envolvidos
É preciso deixar claro que toda aplicação envolve riscos, algumas mais, outras menos. No entanto, por menores que sejam, devem ser considerados.
Investimentos em renda fixa, por exemplo, tendem a oferecer riscos muito baixos e, consequentemente, um retorno menor. Já aplicações em renda variável envolvem um risco maior, porém, têm um potencial de rendimento mais elevado.
Ou seja, basicamente seguem aquela lógica geral do mundo dos investimentos: quanto menor for o risco, menor tende a ser o rendimento, e quanto mais arriscado, maior é o seu potencial de retorno.
Já no que diz respeito aos imóveis, há vários pontos a serem considerados. Se o objetivo for comprar para revender por um preço mais alto, há de se considerar a possibilidade de desvalorização nesse meio tempo, sem contar a questão da liquidez, que vamos abordar no próximo tópico.
No caso de imóveis comprados na planta, pode acontecer de a construtora atrasar a entrega, e ainda podem haver problemas estruturais, infiltrações, rachaduras, etc. Além disso, até podemos estimar, mas jamais ter certeza sobre o potencial de crescimento de uma região, o que interfere diretamente na valorização ou não do imóvel.
Outro ponto a se considerar, é que para receber o aluguel é preciso ter um inquilino, correto? Caso aconteça de seu imóvel passar um tempo vazio, durante este período, ele deixa de ser um ativo e passa a ser um passivo, acumulando custos com manutenção, IPTU, seguro, taxa de condomínio — quando for o caso —, etc.
Liquidez
O termo liquidez se refere a facilidade com que você consegue transformar uma aplicação em dinheiro. Ou seja, quanto mais fácil for, maior é a liquidez do ativo e, quanto mais difícil, menor é sua liquidez.
No caso de ativos financeiros, apesar de variarem de acordo com o tipo de aplicação, esses investimentos proporcionam maior controle sobre este aspecto, uma vez que é possível ter uma noção da liquidez no momento de sua aquisição.
Por outro lado, você deve imaginar que vender um imóvel de uma hora para outra, não é uma tarefa fácil, não é mesmo? É possível que leve meses ou mesmo anos para encontrar um comprador. A menos, é claro, que esteja disposto a negociar abaixo do valor de mercado, comprometendo parte do seu lucro.
Neste ponto fica fácil perceber que uma aplicação financeira é melhor do que um investimento em imóvel, uma vez que é muito mais fácil resgatar um dinheiro aplicado ou vender fundos/ações do que vender um imóvel. Ficou claro?
Como investir em cada um deles?
O investimento em imóveis não tem muito segredo. Você pode tanto comprar na planta, pagando um preço mais baixo, ou pode comprar um imóvel já pronto, o que também tem suas vantagens, já que o seu dinheiro não fica parado, preso ao investimento enquanto aguarda o empreendimento ficar pronto.
Vale destacar que neste cenário você tem alguns custos associados, como taxa de IPTU, manutenção/reformas, seguro, além dos custos com cartório e papelada para o aluguel ou transferência do bem.
Neste ponto, uma aplicação financeira é melhor do que um investimento em imóvel, uma vez que o processo é muito mais simples: basta criar uma conta em uma corretora de confiança, transferir o dinheiro a ser investido, escolher a aplicação na qual deseja investir e enviar a ordem. E você pode fazer tudo isso sem sair de casa.
É claro que esta opção também pode envolver custos, mas isso irá depender tanto da corretora, quanto do tipo de aplicação que escolher investir seu dinheiro. Inclusive, algumas sugestões são: XP Investimentos, Rico, ou mesmo a Clear, que oferece corretagem zero.
Uma forma de unir investimento em imóveis e aplicações financeiras é por meio dos famosos fundos imobiliários (FIIs). Quer saber como funciona? Confira o vídeo abaixo, onde nossa musa dos investimentos, Clara Sodré, explica tudo sobre o assunto:
Enfim, comprar imóvel ou investir em fundo imobiliário?
Um dos principais benefícios de uma aplicação em relação a compra de um imóvel, é que no primeiro caso você pode começar investindo pequenas quantias.
Já no caso do imóvel, você teoricamente precisaria ter disponível o valor do imóvel para comprar à vista, do contrário, teria que recorrer a um financiamento, o que implica em dívidas, e essa não é a melhor forma de investir, concorda?
Além disso, a rentabilidade de um imóvel, seja para aluguel ou venda, sempre irá depender de onde ele está localizado. Regiões em expansão tendem a valorizar, do mesmo modo que ter novos comércios, escolas e outros pontos de interesse por perto. Mas, nem sempre é possível contar com esse crescimento, não é mesmo?
Que tal começar a investir para valer, trilhando o caminho certo para fazer o seu dinheiro render de verdade? Conheça o nosso curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco.
Por meio dele, você aprenderá tudo o que precisa saber para dar os seus primeiros passos no mundo dos investimentos, iniciando por conceitos simples. Assim, você conhecerá os principais tipos de aplicação em renda fixa e aprenderá a montar uma carteira diversificada e poderosa.
Diante de períodos de alta na inflação, nossa moeda, o real, perde valor a cada dia. Com isso, vemos nosso poder de compra ser reduzido, assim como os rendimentos de nossas aplicações financeiras. A solução para isso é aprender como investir em euro ou dólar, moedas estrangeiras estáveis, que ajudam a diluir as perdas e lucrar.
Neste post, mostramos como investir em euro na bolsa do Brasil, apresentando os principais tipos de aplicações lastreadas em moeda estrangeira, as principais vantagens e se vale a pena ou não. Continue conosco e fique por dentro de tudo!
Como investir em moeda estrangeira?
Investir em moeda estrangeira é uma ótima forma de diversificar a carteira e, ao mesmo tempo, expor-se a ativos internacionais.
Há diversos tipos de aplicações que possibilitam esse tipo de investimento, que além do euro, também se estende ao dólar e outras moedas. Dentre eles temos:
ETFs;
mercado futuro;
conta internacional;
BDRs;
fundos de investimentos internacionais;
fundos cambiais.
Ficou interessado? Então, continue a leitura, pois vamos explicar cada um deles a seguir!
O que é melhor comprar: dólar ou euro?
Devido à força dessas moedas, muitos investidores as utilizam em suas operações de hedge, que servem para proteger seu patrimônio por meio de um contrato futuro.
Em contrapartida, outras pessoas compram moeda em espécie, aproveitando uma baixa em sua cotação, o que geralmente não é considerado um investimento em euro ou dólar.
No entanto, não há uma resposta definitiva para esta pergunta, afinal, tudo depende do momento e de seus objetivos com o investimento. Por serem moedas fortes, elas costumam oscilar muito menos do que moedas como o real, mas é claro que isso não as exime de sofrer com a inflação.
Portanto, é sempre válido se manter atento à política internacional e pesquisar muito antes de investir. Além da cotação, é importante conferir as taxas de conversão, que podem variar de um país para outro.
Mas, afinal, para quem vive no Brasil, como investir em euro na bolsa?
Como investir em euro na bolsa brasileira e no exterior? 7 tipos de aplicações
Há diversas formas de investir em euro no Brasil, diretamente pela bolsa de valores, seja para proteger seu patrimônio ou lucrar com a especulação da moeda. Além disso, também é possível aplicar diretamente no mercado europeu.
Conheça algumas das principais aplicações e como funcionam:
1. ETFs
Uma das principais formas de investir em euro no Brasil é por meio dos ETFs (Exchange Traded Funds), também conhecidos como fundos de índice, um tipo de aplicação que replica uma carteira teórica, associada a um índice de referência do mercado, espelhando seu desempenho.
É o caso do EURP11, da XP Investimentos, que replica índices de ações de várias empresas atuantes no mercado Europeu, oscilando de acordo com a moeda local. Logo, uma ótima estratégia para fazer o seu dinheiro render de acordo com o euro.
2. Mercado futuro
Outra forma de investir em euro na bolsa é por meio dos contratos futuros, que são acordos de compra e venda negociados entre duas partes que se comprometem a comprar ou vender determinado ativo no futuro por um valor específico. Neste caso, o contrato firmado se dá sobre o câmbio do euro.
Essa estratégia pode ser utilizada tanto para proteção de patrimônio, por meio de operações de hedge, quanto visando ao lucro, via especulação.
3. Conta internacional
Outra forma de investir em euro — só que, neste caso, fora do Brasil — é criando uma conta diretamente em um banco ou corretora europeia.
Essa estratégia amplia seu leque de possibilidades, concedendo acesso a diversos ativos. No entanto, é preciso ficar atento às taxas e custos envolvidos no processo, uma vez que reduzem sua rentabilidade, além de interferir na forma como você declara imposto de renda aqui no Brasil.
4. BDRs
Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são certificados de depósito de valores mobiliários lastreados em ativos internacionais. Assim, é possível lucrar tanto com o rendimento do ativo, quanto com a variação da cotação da moeda estrangeira.
Ao aplicar em um BDR de uma empresa europeia você não estará comprando ações desta empresa, mas sim um certificado com lastro nessas ações. Logo, os rendimentos serão exatamente os mesmos, uma vez descontadas as taxas devidas.
5. Fundos de investimentos internacionais
Fundos de investimentos são aplicações colaborativas, em que cada investidor é remunerado de acordo com o número de cotas adquiridas. Os recursos levantados são geridos por um profissional, que é o responsável por montar e administrar a carteira do fundo que, neste caso, é composta por ações de empresas europeias.
6. Fundos cambiais
É um fundo de investimento, porém, como foco em moedas internacionais.
Vale ressaltar que, neste caso, você não está adquirindo o papel-moeda em si, mas sim cotas de investimento lastreadas em seu câmbio. É como investir em euro, só que sem comprar a moeda física.
7. Papel-moeda
Apesar desta ser mais uma forma de investir em euro no Brasil, a compra da moeda física é uma estratégia menos utilizada, voltada apenas para situações específicas, como no caso de uma viagem para a Europa, onde você realmente irá precisar do dinheiro em espécie.
Como comprar euro e guardar?
As formas mais comuns de comprar euro em espécie é por meio de casas de câmbio, que fazem a troca da moeda de acordo com a cotação do momento. No entanto, também é possível fazer a compra por meio de grandes bancos. Além disso, outra opção para quem vai viajar é utilizar cartões pré-pagos.
Quer mais dicas? Confira o vídeo abaixo, no qual Clara Sodré, especialista em investimentos, explica como começar a investir fora do Brasil para impulsionar sua carteira:
Quais são as vantagens de investir em euro?
A primeira vantagem do investimento em euro está na diversificação do portfólio, fundamental para todo investidor, uma vez que contribui para diluir os riscos. Sem contar que o euro é a segunda moeda mais forte no mundo, atrás apenas do dólar, o que confere maior solidez às aplicações na moeda.
Além disso, investimentos em ativos lastreados em moeda estrangeira representam uma forma de proteção contra a inflação nacional em períodos de crise.
E se você viaja muito para a Europa ou pretende apenas passar as férias por lá, comprar a moeda antecipadamente pode ser uma ótima forma de economizar com taxas de câmbio, sem contar o potencial de economia, ao aproveitar uma cotação mais baixa.
Vale a pena investir em euro?
Ao lado do dólar, a moeda da União Europeia é uma das mais fortes e estáveis do mundo, o que faz dela uma opção sólida para investidores que buscam diversificar seu portfólio e, ao mesmo tempo, se expor a ativos lastreados em moeda estrangeira.
É possível investir em euro na bolsa brasileira de forma rápida e descomplicada e, como vimos, há várias opções de aplicações com diferentes níveis de risco. Basta analisar cada um deles e escolher a que mais se adequa ao seu perfil e objetivos.
Agora que você já está por dentro do assunto, que tal buscar mais oportunidades fora do Brasil? Com o curso Especialista em Investimentos no Exterior, você aprende a diversificar a carteira não apenas com o euro, mas também com o dólar. Aproveite!
A computação em nuvem, por sua própria natureza, é singularmente suscetível aos perigos dos mitos. É tudo sobre recursos entregues como um serviço, com um limite claro entre o provedor do serviço e o consumidor.
Do ponto de vista do consumidor, “na nuvem” significa onde a mágica acontece, onde os detalhes da implementação devem estar ocultos. Portanto, não deveria ser surpresa que tal ambiente esteja repleto de mitos e mal-entendidos.
Os mitos às vezes são inofensivos, mas têm efeitos sobre como nos aproximamos das soluções: eles nos atrasam e nos distraem dos problemas reais e das soluções reais; eles podem nos levar a tomar decisões com base em suposições erradas ou até mesmo perigosas.; eles impedem a inovação; eles retardam o progresso em direção a metas reais e realizações e resultados reais; eles nos assustam.
Muitos mitos estão enraizados no medo e no mal-entendido; eles podem dirigir decisões e estratégias baseadas no medo e isso leva a crenças e mantras que são os perigos reais.
Não há escassez de candidatos para os 10 principais mitos da nuvem. Abaixo está uma lista que destaca alguns dos mais perigosos e enganosos.
Mito 1 – A nuvem é sempre a melhor opção pois reduz custos
Raramente as considerações financeiras não fazem parte de um processo de decisão de TI, especialmente quando esse processo diz respeito à computação em nuvem.
No entanto, o mito predominante sobre a nuvem é que ela sempre economiza dinheiro. Embora esse seja o caso algumas vezes, há muitos outros motivos citados para migrar para a nuvem, sendo o mais comum deles a agilidade.
O Gartner realizou uma pesquisa em 2014 mostrando que a redução de custos representa apenas 14% das razões para o uso da nuvem pública pelas organizações.
Enquanto os preços estão caindo, especialmente para a infraestrutura como um serviço (IaaS), nem todos os preços de serviços em nuvem estão diminuindo (por exemplo, a maioria dos softwares como serviço (SaaS). Assumir que a nuvem sempre economiza dinheiro pode levar a promessas limitadoras. Poupar dinheiro pode acabar sendo um dos benefícios, mas não deve ser tomado como certeza.
Muitos mitos também têm ‘contra-mitos’ aparentemente contraditórios – neste caso, a crença de que uma organização é capaz de igualar ou superar os pontos de preço da nuvem pública. Mitos contrários geralmente são resultados de diferentes perspectivas e podem levar a extremos que parecem ser contraditórios. A realidade é que essas posições extremas são mantidas por pessoas diferentes.
Conselho: Não assuma que você economizará dinheiro a menos que tenha feito o trabalho duro de analisar a situação honestamente. Utilize o custo total de propriedade (TCO) e outros modelos caso a caso.
Segmentar nuvem em casos de uso. Olhe além dos problemas de custo. Além disso, verifique com especialistas financeiros as implicações que uma mudança de despesas de capital (capex) para despesas de operação (opex) pode ter. Não assuma que o opex é sempre melhor que o capex. Continue revisitando a análise, pois o mercado e os preços mudam com frequência.
Mito 2 – Você precisa estar na nuvem para ser “o bom”
Esta é a manifestação da “lavagem de nuvens” desenfreada (referindo-se à tendência de chamar coisas de nuvens que não são). Não são apenas os fornecedores que fazem isso, embora muitos tenham sido culpados disso.
Algumas lavagens de nuvens são acidentais e resultam de uma confusão legítima, mas algumas também se baseiam em crenças erradas que algo não pode ser “bom” a menos que seja em nuvem. As áreas de TI também estão chamando cada vez mais muitas coisas na nuvem como parte de seus esforços para obter financiamento e atender às demandas e estratégias nebulosas da nuvem.
O mito resultante é que as pessoas estão caindo na armadilha de acreditar que, se algo é bom, tem que ser nuvem ou, se não for baseado em nuvem, não pode ser bom.
Conselho: Muitos outros recursos (por exemplo, automação, virtualização) não precisam ser levadas na nuvem. Permita que essas estratégias se mantenham por conta própria. Evite expectativas perdidas.
Mito 3 – A nuvem deve ser usada para tudo
Isso está relacionado ao Mito 2 e refere-se à crença de que as características reais da nuvem são aplicáveis ou desejáveis para tudo. Claramente, existem alguns casos de uso em que há uma grande compatibilidade. Os exemplos incluem cargas de trabalho (workloads) altamente variáveis ou imprevisíveis, casos em que há economias claras e aquelas em que o provisionamento e o reprovisionamento, no estilo self-service, são fundamentais.
A nuvem se encaixa onde o valor é colocado na flexibilidade, e o negócio tem a capacidade de consumir e pagar apenas o que é necessário e quando necessário. No entanto, nem todos os aplicativos e cargas de trabalho se beneficiam da nuvem. A menos que haja redução de custos, mover um sistema legado que não muda, não é um bom caminho.
Conselho: A nuvem pode não beneficiar todas as cargas de trabalho igualmente. Nunca assuma que isso acontece. Analise os aplicativos caso a caso. Não tenha medo de propor soluções ‘noncloud’ quando apropriado.
Mito 4 – “O CEO disse que sim”
Quando questionados sobre qual é a sua estratégia de nuvem, muitas empresas não têm uma, e o padrão é, muitas vezes (declarado ou não), que estão apenas fazendo o que seu CEO quer. Às vezes, o CEO realmente dita que a nuvem é a estratégia (sem uma conexão com uma meta de negócios real). Não diferentemente de outros exemplos de “síndrome de revista de companhia aérea” e as expectativas irrealistas muitas vezes estão por trás do interesse. Essa não é uma estratégia de nuvem e geralmente é baseada em um ou mais dos mitos descritos neste artigo.
Conselho: Uma estratégia de nuvem começa identificando os objetivos de negócios e mapeando os benefícios potenciais da nuvem para eles, ao mesmo tempo em que atenua as possíveis desvantagens. A nuvem deve ser pensada como um meio para um fim.
Mito 5 – Precisamos de uma estratégia de nuvem que contemple um único fornecedor
É natural querer simplificar e padronizar. No entanto, a computação em nuvem não é uma coisa simples e uma estratégia de nuvem, precisa ser baseada nessa realidade. Os serviços de nuvem são amplos e abrangem vários níveis (IaaS, SaaS), modelos (nuvem nativa), escopo (interno, externo) e sistemas.
A natureza dos serviços em nuvem e os padrões de interoperabilidade existentes podem tornar a questão das opções limitadoras menos importante, pois esses detalhes são geralmente ocultados do consumidor.
No entanto, mesmo que um fornecedor e uma estratégia sejam possíveis, muitos compromissos significativos frequentemente terão que ser feitos. Nesses casos, concentrar-se nas táticas subjacentes pode ser tão importante quanto a estratégia geral.
Conselho: Uma estratégia de nuvem deve se basear no alinhamento de metas de negócios com benefícios potenciais. Essas metas e benefícios são diferentes em vários casos de uso e devem ser a força motriz para as empresas, em vez de qualquer tentativa de padronizar uma oferta ou estratégia. Uma única estratégia de nuvem faz sentido se usar uma estrutura de decisão que permita e espere várias respostas.
Mito 6 – A nuvem é menos segura que usar recursos locais
A computação em nuvem é percebida como menos segura. Isso é mais um problema de confiança, do que baseado em qualquer análise razoável dos recursos reais de segurança. Até o momento, houve pouquíssimas violações de segurança na nuvem pública – a maioria das violações continua a envolver ambientes de data center local.
A maioria dos provedores de nuvem investe significativamente em tecnologia e segurança e percebe que seus negócios estariam em risco sem fazê-lo. No entanto, assumir que eles são 100% seguros não é recomendado.
Há também uma visão oposta de que as plataformas de nuvem são realmente mais seguras do que as plataformas locais. Isso pode, de fato, ser verdadeiro para muitas empresas de pequeno ou médio porte, algumas das quais não podem fazer os investimentos de segurança necessários, e mesmo para algumas grandes empresas que reconhecem que seus esforços de segurança podem estar faltando.
Segurança não é uma entidade monolítica. Também é importante identificar onde reside a responsabilidade de segurança e onde está a linha divisória.
Por exemplo, se um cliente usa um provedor de IaaS na nuvem, esse provedor é responsável pela segurança no nível de IaaS, mas o cliente deve possuir a estratégia geral de segurança e apropriar-se do aplicativo e de outros problemas de segurança de nível superior.
Conselho: não assuma que provedores de nuvem não são seguros, mas também não presuma que eles são. Os provedores de nuvem devem demonstrar suas capacidades, mas, depois de fazer isso, não há motivos para acreditar que suas ofertas não possam ser seguras.
Existem empresas cujas capacidades de segurança são formidáveis, mas as capacidades da maioria dos provedores de nuvem também são. No entanto, os níveis de segurança dos provedores de nuvem variam.
Avalie suas capacidades reais e as capacidades de seu provedor em potencial e mantenha ambos em padrões razoáveis. Assumir que os recursos locais são mais seguros pode levar a uma falsa sensação de segurança.
Mito 7 – A nuvem não é para uso de missão crítica
A computação em nuvem não é tudo ou nada. Está sendo adotado (e deve ser adotado) em etapas e em casos específicos.
Portanto, não é de surpreender que os casos de uso antecipado (por exemplo, desenvolvimento/teste) não sejam, na maioria das vezes, para sistemas de missão crítica. No entanto, muitas organizações progrediram além dos casos de uso e experimentação iniciais e estão utilizando a nuvem para cargas de trabalho de missão crítica.
Alguns desses usos são verdadeiros serviços em nuvem (SaaS, nativo da nuvem), enquanto outros são modelos hospedados, em que os benefícios da nuvem estão em um nível inferior, mas ainda representam um uso genuíno.
Há também muitas empresas (não apenas pequenas startups) que “nascem na nuvem” e administram seus negócios (claramente essenciais para a missão) completamente na nuvem.
Conselho: Missão crítica pode significar coisas diferentes. Se isso significa sistemas complexos, abordagens como a adoção de uma abordagem em fases, podem facilitar o movimento para a nuvem. As soluções híbridas também podem desempenhar um papel fundamental.
Mito 8 – Cloud = Data Center
A maioria das decisões na nuvem não é (e nem deveria ser) sobre o fechamento completo de datacenters e a migração de tudo para a nuvem. Uma estratégia de nuvem também não deve ser igualada a uma estratégia de data center.
Nenhum dos dois deve ser feito em um vácuo – você precisa ter espaço no datacenter para coisas que não estão na nuvem e, se você tirar as coisas do data center, há implicações. Mas eles não são a mesma coisa. Em geral, a terceirização do datacenter, a modernização do data center e as estratégias do data center não são sinônimos da nuvem.
É comum que pessoas focadas em uma área (datacenter, por exemplo) pensem que a computação em nuvem é apenas sobre isso. O uso contínuo do termo “nuvens” (em vez de serviços em nuvem) leva à percepção de que cloud é igual a data center. O foco deve estar mais nos serviços de nuvem.
Existem vários serviços de nuvem, mesmo nas ofertas de nuvem de fornecedores. Por exemplo, no Amazon Web Services, existe o Amazon Elastic Compute Cloud (EC2), o armazenamento em nuvem do Amazon S3 e o Amazon Elastic Block Store (EBS).
Conselho: Observe as decisões na nuvem com base na carga de trabalho por carga de trabalho, em vez de usar uma abordagem “tudo ou nada”. As estratégias de terceirização de nuvem e datacenter estão relacionadas, mas não são a mesma coisa. Assumir que a nuvem é “tudo ou nada” leva à análise errada. Procure vincular as estratégias de nuvem e data center. Concentre-se em serviços de nuvem.
Mito 9 – Migrar para a nuvem significa que você obtém automaticamente todas as características da nuvem
A computação em nuvem tem atributos e características únicas. Os atributos de nuvem do Gartner, por exemplo, incluem escalabilidade e elasticidade; eles usam tecnologias de Internet baseadas em serviços (e self-service (autoatendimento)); eles são compartilhados (e uniformes) e medidos pelo uso.
Muitas migrações para a nuvem são rehosting de “lift and shift” ou outros movimentos que não exibem essas características em níveis mais altos. Estar “hospedado na nuvem” (mesmo se estiver na nuvem IaaS) não significa que o que está hospedado também é um serviço de nuvem. Existem outros tipos de migração na nuvem (refatoração e reescrita, por exemplo) que normalmente oferecem mais dessas características. O caso de uso mais comum para a nuvem, no entanto, são novos aplicativos.
Conselho: não assuma que “migrar para a nuvem” significa que as características da nuvem são automaticamente herdadas de níveis inferiores (como IaaS). Atributos de nuvem não são transitivos. Distinguir entre sistemas hospedados na nuvem de serviços em nuvem. Há “meio-passos” na nuvem que têm alguns benefícios (não há necessidade de comprar hardware, por exemplo) e podem ser valiosos. No entanto, eles não fornecem os mesmos resultados.
Mito 10 – Nuvem Privada = Virtualização
A virtualização é uma tecnologia de ativação comumente usada para computação em nuvem. No entanto, não é a única maneira de implementar a computação em nuvem (fornecedores de SaaS estabelecidos, como a Salesforce.com, fazem uso muito limitado dela, enquanto novas abordagens, como a de conteinerização, estão ganhando força).
Não só não é necessário, também não é suficiente. Mesmo que a virtualização seja usada (e usada bem), o resultado não é a computação em nuvem. Isso é mais relevante em discussões na nuvem privada em que ambientes automatizados, altamente virtualizados são comuns e, em muitos casos, são exatamente o que é necessário. Infelizmente, eles são descritos erroneamente como “nuvem privada” (veja o Mito 3 acima).
Conselho: Use o termo certo para descrever o que você está construindo. Você não precisa estar na nuvem para ser bom. Evite expectativas erradas.
Quer conhecer algumas das principais frases sobre empreendedorismo feminino para se inspirar?
Segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor, há 30 milhões de mulheres empreendedoras no Brasil, o que corresponde a quase metade (48,7%) do mercado empreendedor no país.
Esses números vêm crescendo a cada ano. Tudo isso mostra o avanço das mulheres como protagonistas da sua própria história, algo que deve servir como motivação para outras pessoas.
Pensando nisso tudo, separamos algumas frases de mulheres empreendedoras e inspiradoras. Afinal, vale a pena ouvir um pouco do conhecimento que elas têm para passar, certo? Boa leitura!
Qual a importância de ouvir mulheres empreendedoras?
Cada vez mais vemos mulheres em cargos de destaque, grandes líderes e donas de seus próprios negócios. Independentemente do setor em que atuam, elas já mostraram que estão ali para ficar e alcançar resultados incríveis.
Mas nem sempre foi assim. O caminho que elas vêm construindo é longo e cheio de desafios. Exatamente por isso precisamos reconhecer a importância dessas mulheres para a história que criaram.
Atualmente, isso tem uma relevância tão grande que foi criado o Dia do Empreendedorismo Feminino, instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2014. O objetivo dessa data, celebrada no dia 19 de novembro, é valorizar o protagonismo das mulheres e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Afinal, apesar do número de empreendedoras mulheres estar crescendo nos últimos anos, o Fórum Econômico Mundial de 2019, mostrou que o Brasil estava na 92ª posição em um ranking que estima a igualdade entre homens e mulheres para 153 países.
Ou seja, ainda há trabalho a ser feito. Mas não podemos negar que negócios liderados e criados por mulheres têm ganhado, cada vez mais, o reconhecimento do mercado. E, assim, servem como fonte de inspiração para todos.
Quer conhecer algumas das principais frases sobre empreendedorismo feminino e a importância dessas mulheres para o cenário em que atuam? É só seguir com sua leitura!
9 frases sobre empreendedorismo feminino
Dar o seu melhor neste exato momento vai colocá-la no melhor lugar possível no momento seguinte.
O grande segredo da vida é que não há nenhum grande segredo. Seja qual for o seu objetivo, você pode chegar lá se estiver disposto a trabalhar.
Oprah Winfrey é uma das mulheres mais influentes dos EUA. Além de apresentadora, é jornalista, atriz, psicóloga, empresária, repórter, produtora, editora e escritora.
O seu talk show, The Oprah Winfrey Show, possui a maior audiência da história da televisão norte-americana. Um bom jeito de começar essa lista com frases de mulheres empreendedoras, certo?
Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento.
Eleanor Roosevelt foi primeira-dama dos Estados Unidos de 1933 a 1945. Foi presidente e membro mais influente da Comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas, sendo considerada a força impulsionadora em 1948 na criação da carta de liberdades que sempre será seu legado: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Encare as críticas com seriedade, mas não leve nada para o lado pessoal. Se existe alguma verdade ou mérito na crítica, tente aprender com ela. Senão, deixe entrar por um ouvido e sair pelo outro.
Hillary Clinton é uma advogada e política norte-americana. Exerceu os cargos de secretária de Estado, senadora, primeira-dama, e foi a candidata à presidência na eleição de 2016. Antes de entrar na política, já tinha sólida carreira como advogada, professora de Direito e ativista.
Você precisa permanecer focada e encontrar o melhor de você.
Alicia Keys é uma cantora, pianista, compositora, produtora, empresária e atriz norte-americana.
Eu não sonhei com o sucesso. Eu trabalhei para ele.
Estée Lauder foi uma empresária norte-americana que fundou, junto com seu marido, a empresa com o mesmo nome, especializada em produtos para pele e outros cosméticos. Foi considerada uma das dez mulheres de negócios mais influentes em 1967.
Empreendedorismo, para mim, é fazer acontecer, independentemente do cenário, das opiniões ou das estatísticas. É ousar, fazer diferente, correr riscos, acreditar no seu ideal e na sua missão.
Luiza Helena Trajano é uma empresária brasileira que comanda a rede de lojas de varejo Magazine Luiza e outras empresas integradas a sua holding. É uma das mulheres mais influentes do país.
Eu gosto de independência. Eu gosto de construir coisas. Ser um empreendedor me permite fazer as duas coisas.
Rashmi Sinha é uma empresária indiana e CEO da empresa de tecnologia SlideShare. Em 2012, a Fortune nomeou-a no 8º lugar em sua lista de mulheres empreendedoras mais poderosas.
O que você decidir ser, seja de forma plena. Quando sou mãe, sou de forma plena e quando sou a presidente, também é assim.
Rachel Maia é uma contabilista e empresária brasileira, atualmente ex-CEO da Lacoste no Brasil e da Pandora. Além disso, ela é um exemplo na busca por igualdade racial e de gênero no mercado de trabalho, já que como a própria ressalta, ela representa apenas 0,4% do universo de presidentes do país.
Agora que você viu algumas das maiores frases sobre empreendedorismo feminino, que tal ouvir dicas e ensinamentos valiosos de mulheres, mas que vão além do ato de empreender? Conheça algumas.
7 frases de mulheres empreendedoras
Você tem mulheres na tecnologia, mulheres investidoras-anjo. Não existe absolutamente nada que nós, mulheres, não possamos fazer.
Camila Farani é sócia-fundadora da boutique G2 Capital e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina, segundo o ranking da Bloomberg Línea. Atualmente, conta com mais de 45 startups em seu portfólio.
Uma coisa que as mulheres têm de aprender é que ninguém te dá o poder de bandeja. Você tem de agarrá-lo.
Roseanne Barr é uma atriz, escritora, comediante e apresentadora norte-americana.
Uma garota deve ser duas coisas: quem e o que ela quiser.
Coco Chanel foi uma estilista francesa e fundadora da marca Chanel S.A.. É a única estilista presente na lista das cem pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time.
Faça o que você nasceu para fazer. Você só precisa de autoconfiança.
Beyoncé é cantora, compositora, atriz, modelo, dançarina, empresária, produtora, diretora e roteirista norte-americana.
Uma das lições com as quais eu cresci foi a de sempre permanecer verdadeiro consigo mesmo e nunca deixar que as palavras de alguém distraiam você dos seus objetivos.
Michelle Obama é advogada norte-americana e ex-primeira-dama, sendo reconhecida como uma das mulheres mais inspiradoras do mundo.
Não perca tempo tentando mudar a opinião dos outros. Faça seu trabalho e não ligue para o que pensam.
Tina Fey é uma comediante, atriz e argumentista norte-americana. Foi apontada como a artista que teve o maior impacto na cultura e no entretenimento em 2008.
Eu sempre fiz coisas para as quais ainda não estava totalmente pronta para fazer. Acho que é dessa maneira que você cresce.
Marissa Mayer é uma cientista da computação estadunidense, executiva de tecnologia da informação e co-fundadora do Lumi Labs. Foi vice-presidente de serviços geográficos e locais do Google e, posteriormente, nomeada presidente e diretora executiva do Yahoo.
4 livros sobre mulheres empreendedoras
Quer conhecer um pouco mais sobre figuras inspiradoras e importantes para pensar sobre a importância do empreendedorismo feminino? Confira essa lista de livros!
1. Empreendedorismo feminino: olhar estratégico sem romantismo – Monique Evelle
Em seu primeiro livro, a empreendedora, especializada em negócios sociais, traz aprendizados a partir de relatos pessoais, levando à reflexão sobre o que é gerir um negócio e como ele pode ser positivo para todos no entorno.
Monique trata de todas as etapas, das análises de contexto, estratégia e precificação ao relacionamento e comunicação, com dicas de ferramentas e, principalmente, um olhar atento para o que se passa no mundo.
Monique Evelle foi reconhecida pela Forbes como 30 under 30, é idealizadora de diferentes negócios sociais como Desabafo Social e Evelle Consultoria. Já fez três TEDx, foi repórter do Profissão Repórter, da Rede Globo e é sócia da Sharp e Agência Responsa.
2. Girlboss: a inspiradora história da executiva de 100 milhões de dólares – Sophia Amoruso
Este livro fala tanto sobre a história de Sophia, como também outros assuntos que mostram que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade, mas que o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição.
Aos 22 anos, a autora encontrava-se sem rumo (e sem dinheiro), até que decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Segundo a Forbes, com apenas seis anos de existência, a empresa já tinha vendido mais de US$ 300 milhões de dólares.
Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários.
A sua história também virou uma série na Netflix.
3. Faça acontecer: mulheres, trabalho e a vontade de liderar – Sheryl Sandberg
Neste livro inspirador, a autora investiga as razões de o crescimento das mulheres na carreira estar há tantos anos estagnado, identificando a raiz do problema e oferecendo soluções práticas e sensatas para que elas atinjam todo o seu potencial.
Sandberg foi eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes. A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria.
Esta obra pode ser vista como um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho.
4. Mulheres líderes e empreendedoras: os compromissos que fazem a diferença na carreira de uma executiva – Silvina Ana Ramal
Este livro oferece visões femininas sobre o mercado de trabalho e apresenta os sete compromissos que mulheres devem assumir consigo mesmas para obter sucesso. Isso é o que as guiarão rumo ao topo da carreira como executivas ou empreendedoras.
Afinal, a realização profissional e a consequente independência financeira são importantes meios de empoderamento. Ao inserir-se definitivamente no mercado de trabalho, a mulher não somente exerce um direito seu como se torna dona do seu próprio destino.
A autora é mestre em Administração de Empresas pela PUC-Rio e sócia-fundadora da empresa ID Projetos Educacionais. Possui em sua cartela de clientes algumas das maiores empresas do Brasil, órgãos governamentais e fundações.
Autora de mais de 11 livros e palestrante sobre os temas de empreendedorismo, carreira e gestão, Silvina dedica-se à transmissão de conhecimentos e experiências que viveu e presenciou ao longo dos anos no mundo dos negócios.
Gostou de conhecer as maiores frases sobre empreendedorismo feminino e figuras importantes no cenário mundial para se inspirar?
Aqui na Faculdade XP School, nos dedicamos a oferecer um vasto leque de conhecimentos variados e apresentamos tudo isso por meio de artigos, vídeos e cursos. Se você gostou deste conteúdo, confira alguns outros que podem trazer ainda mais aprendizados relevantes:
Está curioso em saber o que é conta margem? É compreensível! Afinal, esse é um termo importante no dicionário do investidor, principalmente daqueles que possuem um perfil mais arrojado.
Trata-se de um recurso oferecido pelas corretoras, como uma espécie de empréstimo. Assim, os investidores conseguem comprar ativos sem ter que lidar com custos associados a transferências a partir de outras aplicações.
Entretanto, por conta da cobrança de juros, é válido perguntar se as operações de conta margem são vantajosas ou não. Mais do que entender o que é, é fundamental avaliar como funciona essa estratégia e quando vale a pena utilizá-la. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!
O que é conta margem?
A conta margem atua como um empréstimo, funcionando de forma similar aos que os bancos realizam. O que você deve pensar é que existe um agente superavitário (que empresta recursos) e um agente deficitário (que precisa de dinheiro).
Ou seja, a corretora (superavitária) fornece os recursos ao investidor (deficitário). Entretanto, como em toda relação de empréstimo, é feita cobrança de juros que pode ser diária ou mensal, além de outras taxas que dependem de cada intermediária.
Os juros são uma forma de remunerar o credor (agente superavitário) pelo tempo que ele dispôs de determinada quantia de dinheiro. Então, trata-se de uma porcentagem que o tomador do empréstimo paga sobre o valor do crédito concedido.
Por exemplo, se você faz um empréstimo de R$ 1.000 com a taxa de juros de 2% ao dia, então ao fim do primeiro dia, além do valor emprestado, também terá que pagar R$ 20 referente aos juros. E assim sucessivamente, adicionando os 2% diário, até que a conta seja totalmente paga.
A princípio a taxa pode parecer baixa, mas isso vai depender de quanto tempo você levará para pagar. Além disso, é preciso considerar que como a conta margem é normalmente feita para alavancar o investimento, os valores do empréstimo costumam ser bem mais altos.
Além disso, a taxa cobrada pelo serviço de conta margem varia entre cada corretora. Mas o cálculo também considera a composição da carteira de ações do cliente, avaliando se há outros investimentos que podem ser vistos como margem de garantia.
Por todas essas questões, essas operações são indicadas para especulação de curto prazo, ou seja, normalmente utilizadas para o day trade. Assim, com a conta margem é possível alavancar investimentos ou aproveitar oportunidades, mas sem a necessidade de liquidar outros ativos.
>>> Quer saber mais sobre como investir em day trade? Construímos este material com as principais dicas para o Trader operar de maneira segura e consciente, além de alertar dos riscos nas operações. Baixe gratuitamente!
Mas, afinal, por que o investidor utiliza a conta margem? Veja a seguir.
Como funcionam as operações de conta margem?
Esta operação pode ser utilizada para que o investidor não perca uma oportunidade de investimento, mesmo não tendo recursos financeiros à disposição naquele dia.
Isso porque as operações de conta margem são normalmente utilizadas para alavancagem, ou seja, como uma oportunidade de impulsionar o capital.
A alavancagem financeira é uma estratégia usada por investidores para operar no mercado, principalmente de ações, com valores acima do que realmente possuem em sua conta. Mas para que isso aconteça, é necessário ter um aporte externo.
É exatamente nesse aspecto que entra a conta margem, ou seja, como um empréstimo disponibilizado ao investidor pela corretora.
O objetivo de realizar essa captação de recursos é ampliar as chances de ter mais rentabilidade e, assim, obter uma lucratividade capaz de pagar o empréstimo e ainda garantir uma margem de retorno satisfatória para o investidor.
A conta margem e alavancagem normalmente são utilizadas no day trade, ou seja, operações de compra e venda das ações no mesmo dia. Isso significa que é mais utilizado por investidores experientes e que estão mais dispostos a correr riscos.
Afinal, do mesmo jeito que a conta margem na B3 pode servir para alavancar lucros, este recurso também pode aumentar os prejuízos. Isso porque, no caso de perdas na operação, além da perda do próprio investimento, o investidor terá que arcar com os juros devido às corretoras.
Pensando nisso, para minimizar os riscos da operação é necessário que o investidor esteja atento a alguns pontos:
ter noção acerca da gestão de riscos;
montar uma boa estratégia;
ter controle emocional.
Essas três características são essenciais para todo trader ou investidor mais experiente que deseje operar alavancado por meio da conta margem. Sem elas, é muito mais fácil perder o controle sobre os investimentos e terminar com um saldo devedor na carteira.
Vale a pena usar a conta margem?
Como vimos, o uso da conta margem pode potencializar a rentabilidade do investidor, mas também pode trazer desvantagens e prejuízos, principalmente se mantido no longo prazo.
Ou seja, conhecer os riscos é fundamental para tomar as melhores decisões. E como fazer isso? Com experiência e estudo.
Nesse sentido, é indicado usar a conta margem quando se possui um certo grau de experiência com investimentos de renda variável, day trade e outros formatos que exigem maior gerenciamento de risco.
É fundamental ressaltar que investir nessas modalidades é uma das formas de ampliar consideravelmente a sua rentabilidade.
Porém, as técnicas desse tipo de aplicação demandam conhecimento e vivência, principalmente quando falamos em ganhos rápidos e em operações mais estratégicas.
Exatamente por isso que a alavancagem é recomendada para traders mais experientes, com tempo de mercado e que se dedicam a aprender e evoluir seus métodos.
Se você deseja alavancar também o seu conhecimento para ter acesso a investimentos mais rentáveis com mais segurança, indicamos que conheça dois cursos online da Faculdade XP:
Tudo que aprendi em 12 anos de day trade, curso com técnicas para a realização de operações de day trade com ações e minicontratos, com a experiência de André Moraes;
Start na renda variável, ideal para você que ainda não começou a investir nessa modalidade, mas não quer mais esperar.
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