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Melhores livros para investidores iniciantes: veja LISTA com 10 opções!

Uma das maneiras de adquirir conhecimentos é por meio da leitura. Pensando nisso, quais livros para investidores iniciantes é importante que você conheça?

Afinal, dentro do universo dos investimentos, é possível encontrar obras com temáticas tanto para os principiantes quanto para os mais experientes. Por isso, é fundamental descobrir os principais livros para começar a investir.

Isso porque, mais do que focar apenas nos diferentes termos do mercado, é necessário pensar na importância da organização das finanças pessoais e da educação financeira.

Quer conhecer os melhores livros para investidores iniciantes, passando por conceitos e estratégias utilizados por grandes personalidades de investidores? Continue a leitura!

 Por que consumir livros para investidores iniciantes?

É essencial buscar novos aprendizados antes de começar a investir. Afinal, são inúmeros os termos que passarão a fazer parte da sua rotina, desde descobrir o seu perfil de investidor até entender a diferença entre a renda fixa e variável.

Com o tempo, você entenderá que esse é o básico para quem busca ter bons resultados aplicando dinheiro. Entretanto, anterior a isso, é imprescindível ter um bom planejamento

É exatamente nesse cenário que a educação financeira se faz tão necessária. Mas o que isso significa?

No mundo em que vivemos, saber lidar com dinheiro de forma saudável é a chave para uma vida mais produtiva. Afinal, quanto maior o controle que você tem sobre o seu orçamento, menores as chances de gastar mais do que deveria.

Mas, mais do que isso, com educação financeira, você aprende a usar o dinheiro com inteligência. Então, ao invés de trabalhar só para comprar coisas e pagar contas, é possível entender a importância de economizar e desenvolver hábitos de consumo consciente.

Isso, por exemplo, permite sair do negativo ou do zero a zero e começar a investir para aumentar o patrimônio. E é exatamente por isso que você quer conhecer os principais livros de investimentos para iniciantes, certo?

Neste vídeo, a economista italiana Annamaria Lusardi conta sobre a importância da  educação financeira para o mundo hoje e no futuro. Aperte o play!

https://www.youtube.com/watch?v=T9Z34Xu9EBI&t=1s&ab_channel=Faculdade XPSchool

Por essas questões, quando você procura por livros para investidores iniciantes, também encontrará vários exemplos sobre organização pessoal e educação financeira. Isso faz parte do aprendizado para tomar decisões mais conscientes em relação ao seu dinheiro.

>>> Indicação de leitura: Planejamento financeiro: o que é, importância e como fazer?

Pensando em facilitar, separamos os 10 melhores livros para investidores iniciantes em três categorias:

  • para organização pessoal e educação financeira;
  • para entender a mentalidade do investidor de sucesso;
  • para começar a investir.

Confira as dicas que separamos para você!

Livros de organização pessoal e educação financeira

1. Pai Rico, Pai Pobre

Capa do livro "Pai rico, pai pobre
  • Autor: Robert Kiyosaki
  • Editora: Alta Books (Edição de 20 anos, 2017)

Como disse o autor: “Dinheiro sem inteligência financeira desaparece depressa”. E não é isso o que você quer, certo? 

Esse é um dos maiores best sellers internacionais quando falamos sobre livros para investidores iniciantes. Na obra, o autor questiona por que os pais não ensinam os filhos sobre educação financeira e o papel da escola na defasagem deste tipo de conhecimento. 

2. Orçamento Sem Falhas: Saia do vermelho e aprenda a poupar com pouco dinheiro

Capa do livro "Orçamento sem falhas" da Nath Finanças
  • Autor: Nathália Rodrigues (Nath Finanças)
  • Editora: Intrínseca (1ª edição, 2021)

Neste livro, a autora aborda as principais questões que podem prejudicar a saúde financeira e que, por vezes, muitos deixam de falar: 

  • relação com cartão de crédito;
  • entender o que é taxa de juros;
  • por que fazer lista de compras;
  • a importância do planejamento;
  • definição de metas;
  • a diferença entre desejo e necessidade.

Tudo isso para ajudar de uma vez por todas quem se enrolou nas dívidas ou só vive para pagar boleto. Com humor e um conteúdo acessível, a administradora e orientadora financeira traz dicas simples e valiosas para auxiliar no processo de sair do vermelho e se organizar financeiramente.

3. Educação Financeira ao Alcance de Todos

Capa do livro "Educação financeira ao alcance de todos"
  • Autor: José Pio Martins
  • Editora: Fundamento (1ª edição, 2004)

Partindo da mesma ideia que o livro anterior, o autor aborda o tema sobre como no Brasil os adolescentes saem do Ensino Médio sem aprender nada sobre economia, educação financeira ou impostos.

Mas, principalmente, fala sobre a consequência disso: muitos jovens adultos, profissionais autônomos e pequenos empresários pagam um alto preço por não terem um conhecimento financeiro mínimo. 

O objetivo de José Pio Martins é exatamente iluminar a relação dos jovens e famílias brasileiras com o dinheiro, falando sobre as principais questões financeiras do cotidiano, com uma linguagem clara e agradável.

>>> Quer saber mais sobre Educação Financeira para Jovens? Confira este curso:

Campanha de um curso online sobre "Educação Financeira para Jovens" da Faculdade XP School.

4. Guia prático Me Poupe! – 33 dias para mudar sua vida financeira

Capa do livro "Guia prático Me Poupe!" da Nathalia Arcuri
  • Autora: Nathalia Arcuri
  • Editora: Editora Sextante (1ª edição, 2020)

A autora é criadora do Me Poupe!, maior canal de finanças do YouTube, com mais de 5,5 milhões de inscritos, e já publicou outro livro com mais de 500 mil exemplares vendidos.

Nesta nova obra, ela propõe 33 dias de tarefas diárias para mudar sua vida financeira. Entre um misto de livro de atividades e diário das finanças, este guia pode ajudar você a:

  • se organizar financeiramente;
  • consumir com inteligência sem abrir mão do que é realmente importante para você;
  • fazer renda extra;
  • renegociar dívidas;
  • investir.

Um ótimo livro para investidores iniciantes, não é mesmo?

Livros para entender a mentalidade do investidor

5. Quem pensa enriquece

Capa do livro "Quem pensa, enriquece"
  • Autor: Napoleon Hill
  • Editora: Citadel Editora (1ª edição, 2020)

O livro é baseado no resultado de mais de 20 anos de estudo e análise de indivíduos que acumularam fortunas pessoais. Isso porque o autor estudou os hábitos de 16 mil pessoas, entre elas 500 milionários e os homens mais ricos de sua época.

Com isso, chegou às “leis” que devem ser aplicadas para a conquista do sucesso. E, é claro, compartilhou-as em sua grande obra como 13 lições sobre o “segredo” da riqueza e os principais motivos para o fracasso.

6. Os Segredos da Mente Milionária

Capa do livro "Os segredos da mente milionária"
  • Autor: T. Harv Eker
  • Editora: Editora Sextante (1ª edição, 1992)

O autor elabora o termo “o seu modelo de dinheiro” (um conjunto de crenças que cada um alimenta desde a infância e que molda o destino financeiro, quase sempre levando para uma situação difícil) e como isso pode impactar a relação com o dinheiro.

Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva, que você talvez nem perceba que tem, pelos “arquivos de riqueza”. Como? Com 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. 

Alguns desses princípios fundamentais são:

  • ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você;
  • o hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que se tem;
  • sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade;
  • os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.

>>> Indicação de leitura: Como quebrar o tabu do dinheiro?

7. O homem mais rico da Babilônia

Capa do livro "O homem mais rico da Babilônia"
  • Autor: George S. Clason
  • Editora: HarperCollins (1ª edição, 2017)

Será que existe um caminho para a riqueza? Este best-seller com mais de 2 milhões de exemplares vendidos no mundo traz lições valiosas (e atemporais) sobre finanças pessoais, investimentos e prosperidade.

Baseando-se nos segredos de sucesso dos antigos babilônios (habitantes da cidade mais rica e próspera de seu tempo), o autor mostra soluções sábias e muito atuais para:

  • evitar a falta de dinheiro, 
  • não desperdiçar recursos durante tempos de opulência;
  • buscar conhecimento e informação em vez de apenas lucro;
  • assegurar uma renda para o futuro;
  • manter a pontualidade no pagamento de dívidas; 
  • cultivar as próprias aptidões, tornando-se cada vez mais habilidoso e consciente.

Livros de investimentos para iniciantes

8. O jeito Warren Buffett de investir: Os segredos do maior investidor do mundo

Capa do livro "O jeito Warren Buffett de investir"
  • Autor: Robert G. Hagstrom
  • Editora: Benvirá (2ª edição, 2019)

Esse livro conta a trajetória do investidor mais famoso de todos os tempos. Mas quais ensinamentos ele pode oferecer para quem deseja investir na bolsa de valores e, com isso, aumentar o seu patrimônio? 

Uma das principais frases de Buffett é: “Nunca invista em um negócio que você não entende”. 

Então, aproveite para entender mais neste livro para investidores iniciantes sobre suas técnicas e estratégias, com os princípios básicos que orientam suas compras de ações.

9. O investidor inteligente

Capa do livro "O investidor inteligente"
  • Autor: Benjamin Graham
  • Editora: HarperCollins (1ª edição, 2016)

Considerado pelos críticos como a bíblia do mercado de ações desde a sua primeira publicação em 1949, esta obra conta com estratégias certeiras para que o investidor conquiste o sucesso. 

Esse livro é tão relevante que tornou-se uma referência para muitos grandes investidores, como Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo.

Quer entender como começar a investir em ações? 

Temos um e-book completo com os principais conceitos que você precisa saber para investir na bolsa de valores, servindo como um guia para consultar sempre que quiser realizar seus investimentos com propriedade. Baixe gratuitamente!

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

10. Investimentos Inteligentes 

Capa do livro "Investimentos inteligentes"
  • Autor: Gustavo Cerbasi
  • Editora: Editora Sextante (2ª edição, 2019)

Com décadas de experiência, Gustavo Cerbasi ensina que não existe um único investimento perfeito, e sim estratégias mais indicadas para cada pessoa, de acordo com suas necessidades. Afinal, investir sempre envolve riscos, mas isso pode ser feito com segurança. 

Com uma linguagem acessível, o autor mostra as inúmeras possibilidades de investimentos, desde a renda fixa até as ações. Além disso, entre outras perguntas, responde às questões:

  • Quais são os obstáculos enfrentados por um investidor iniciante?
  • O que não se deve fazer?
  • Como avaliar a grande quantidade de opções disponíveis?

Dê os primeiros passos no mundo dos investimentos

Como falamos, os livros são uma das principais formas de adquirir conhecimento, sendo possível ter contato e conhecer a história de personalidades incríveis que moldaram a maneira de enxergar o mundo e a própria relação com o dinheiro.

Entretanto, há outras maneiras de aprender sobre esse assunto tão vasto. Aqui na Xpeed, por exemplo, temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os conhecimentos e se sinta preparado para dar os primeiros passos com o objetivo de alcançar uma vida financeira saudável.

Quer saber como começar a investir? Aproveite as dicas preciosas apresentadas pela Clara Sodré, especialista em investimentos e professora na Faculdade XP:

Como começar a investir agora! | Investimento às Claras

Se você quiser aprender ainda mais, confira este curso especial:

INPC: o que é esse índice e como calcular?

Nos últimos anos, a economia brasileira vem passando por muitas instabilidades, devido a inflação que a cada hora vem sendo impactada por algo, seja a pandemia, a guerra na Ucrânia ou qualquer outro acontecimento mundial que possa influenciar esses fatores. E quando se fala de inflação, diversas siglas são apresentadas, o que pode gerar confusão, como o que significa INPC? O que é IPCA?

O mais importante é que ambos são índices primordiais para fazer esse cálculo de inflação e o que faz com que a gente pague mais ou menos nas compras do mercado.

Outro ponto relevante é sobre investimentos. Quem busca entrar nesse mercado, precisa entender sobre essas siglas.

Quer saber a fundo o que é o INPC, por que ele é importante, como fazer seu cálculo, sua diferença em relação ao IPCA e quais os impactos trazem para nossa economia atual?

Continue a leitura do artigo e confira!

O que é INPC?

O INPC, ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor, é o que mede a variação de preços e serviços consumidos pelas famílias para o momento da compra.

Ou seja, é uma taxa que calcula e aponta o aumento do custo de vida da população, a partir dos preços do que é consumido, mas que engloba as famílias com renda mensal de até 5 salários mínimos, lembrando que o salário mínimo hoje é em torno de R$1212,00.

Criado em 1979, todos os meses obtém-se dados sobre a variação de preços no mercado para compor a economia brasileira.

Para que serve?

Seu principal objetivo é estudar o consumo e o preço do mercado, calcular a taxa de inflação atual e uma nova, entender o custo de vista dos brasileiros e servir de base para o reajuste de salário-mínimo e outros componentes relacionados a aquisição de bens de consumo.

Portanto, o INPC examina a alteração dos preços de itens básicos, como o feijão e arroz, ou medicamentos e meios de transporte.

No entanto, ele é mais focado em famílias com menores salários. Assim, ele também corrige o valor da aposentadoria e qualquer outro reajuste salarial em negociações trabalhistas.

Essa grande participação no cotidiano das pessoas é o que vai fazer com diminua o impacto da variação de preços sobre os rendimentos, pois imagina que a inflação está tão alta que uma família que ganha 1 salário mínimo não consiga fazer uma compra adequada de suprimentos no supermercado?

Por isso, é um trabalho de alta análise para entender os dois lados: tanto da economia, quanto da vida dos brasileiros.

No mês de maio de 2022, por exemplo, a previsão da inflação ficou em 0,59%, segundo o IBGE. O que significa um número bom e uma das menores desde 2016.

Como calcular o INPC?

Mensalmente o IBGE faz um estudo e mede essa variação para compor a economia brasileira.

E essa análise é feita de tempos em tempos no período de 1 a 30 de cada mês em estabelecimentos comerciais, concessionárias públicas e outros prestadores de serviço, entendendo o consumo da população a partir de dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) em algumas categorias. São elas:

  • Alimentação e bebidas;
  • Artigos de residência;
  • Vestuário;
  • Habitação;
  • Transportes;
  • Educação;
  • Comunicação;
  • Saúde e cuidados pessoais;
  • Despesas pessoais.

É como se fosse analisar uma cesta de produtos, e nela cada item tem um peso diferente de acordo com a frequência com que é utilizado pelas famílias de menor renda.

Por exemplo, gastos com alimentação e bebidas, habitação e transportes sempre terão um peso bem maior por serem fatores essenciais de sobrevivência.

Assim, depois de todas essas informações, o IBGE calcula o quanto de rendimento as famílias usaram para consumir esses produtos e o valor da variação dos preços, daí chega num índice de um mês para o outro.

Sendo que essa análise é realizada por uma média aritmética ponderada das 13 áreas abrangidas pelo Sistema, que são Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Brasília, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Goiânia, Vitória e Campo Grande.

Qual a diferença entre INPC e IPCA?

INPC e IPCA geram alguma confusão com as pessoas que começaram a busca sobre o assunto.

Enquanto o INPC é aquele que influencia o valor do salário mínimo, o IPCA é quem mostra a alta dos preços do supermercado.

Em outras palavras, a grande diferença entre os dois são os recortes que eles fazem. Imagina que você vai fotografar uma mesma ação, só que de ângulos diferentes. É o que os define.

Portanto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), como o próprio nome já diz, mede a variação de preços de produtos e serviços de forma ampla para o consumidor final. Já o INPC faz a mesma coisa, só que na perspectiva de famílias de baixa renda e/ou com até 5 salários mínimos.

Lembrando que quando aumentam os preços de arroz, feijão, óleo e gás de cozinha, quem mais sente são as famílias com rendimento com até 5 salários mínimos e, por isso, há essa especificação dos índices.

Quais são seus principais impactos na economia?

Conforme já dito anteriormente, quando esses índices estão muito altos, as famílias têm menos poder de compra, principalmente se elas forem de baixa renda, já que passam maiores dificuldades financeiras com um custo de vida mais alto.

O INPC e o IPCA, além da inflação, afetam o valor que temos hoje e que garante a compra de um determinado serviço. E vale ressaltar que esse valor é quase impossível que você pague a mesma coisa no ano seguinte.

Assim, os principais impactos acabam sendo:

1. Maior incerteza econômica no mercado;
2. Crescimento da desvalorização da moeda;
3. Queda de investimentos internacionais;
4. Alta dos preços dos produtos e serviços;
5. Redução do poder de compra da população.

Fique por dentro das atualizações dos índices de inflação!

Portanto, o INPC é um índice primordial para o cotidiano brasileiro, pois é ele quem mede a alta dos preços e define os reajustes salariais realizados pelas empresas e pelo Governo Federal.

Agora que você já sabe o conceito, como ele funciona e seus impactos, acompanhe sempre a economia do seu estado e cidade para manter as contas em dia e o consumo de produtos e serviços sem dores de cabeça.

Você pode acompanhar essas variações no próprio site do IBGE.

E não deixe de conferir outros assuntos em nosso blog relacionados a INPC e outros indicadores financeiros, investimentos e educação financeira.

Criptoativos: o que são ? Entenda o que está por trás dessa tendência

Você com certeza já ouviu falar, mesmo que superficialmente, a respeito de criptoativos. O que é, no final das contas, que está por trás dessa nova tendência do mercado financeiro?

Essa modalidade de ativos engloba todas as moedas e produtos que foram criados digitalmente e com uma finalidade financeira específica, seja para transações ou como um investimento.

Dentre os criptoativos mais famosos, temos, por exemplo, o Bitcoin. Ele é uma moeda digital descentralizada e sem conexão a nenhum Banco Central que vem fazendo a cabeça de inúmeros investidores ou entusiastas do seu potencial.

Entretanto, o mercado de criptoativos vai muito além do Bitcoin. Existem outras soluções que podem ser enquadradas nessa categoria que também movimentam uma grande quantidade de dinheiro mundo afora.

Para ficar no exemplo das criptomoedas, só o Brasil movimentou cerca de R$ 103,5 bilhões durante o ano de 2021, segundo o Portal IG.

Portanto, que tal aprender o que são criptoativos de forma completa e como funciona esse mercado mundo agora? Confira o conteúdo até o fim!

Criptoativos: o que são ?

Os criptoativos são representações abstratas de valores que só existem no ambiente digital. Mas como assim representações abstratas?

Isso quer dizer que eles são intangíveis e não podem ser tocados, como uma cédula de dinheiro, por exemplo. Eles existem exclusivamente como representações digitais de algum bem de valor, seja dinheiro ou um token de investimento.

A Receita Federal, principal órgão fiscal do ordenamento burocrático brasileiro, define o que é um criptoativo dessa forma:

“Considera-se Criptoativo, a representação digital de valor denominada em sua própria unidade de conta, cujo preço pode ser expresso em moeda soberana local ou estrangeira, transacionado eletronicamente com a utilização de criptografia e de tecnologias de registros distribuídos, que pode ser utilizado como forma de investimento, instrumento de transferência de valores ou acesso a serviços, e que não constitui moeda de curso legal.”

A principal diferença entre criptoativos e outras soluções financeiras tradicionais, como as moedas nacionais ou títulos de investimentos, é que eles podem ser transacionados entre pessoas e empresas sem a necessidade da intermediação ou controle de uma instituição financeira.

Para ilustrar melhor: se você deseja fazer uma compra no cartão de crédito ou enviar um PIX para um terceiro, é necessário contar com uma instituição bancária para intermediar a transação.

Já no caso dos criptoativos, essas operações são realizadas de maneira criptografada e descentralizada através de uma base de dados à prova de violação, conhecida como Blockchain.

Qual a diferença entre criptoativos e criptomoedas?

Mas, afinal, qual a diferença entre criptoativos e criptomoedas? Eles significam a mesma coisa? A resposta é não! Na verdade, podemos dizer, de forma resumida, que toda criptomoeda é um criptoativo, mas nem todo criptoativo é uma criptomoeda.

Portanto, moedas digitais, como o Bitcoin, Litecoin, Ethereum, entre outros, são apenas tipos de criptoativos, que, por sua vez, englobam mais variedades.

Dentre essas outras possibilidades, temos a NFT. Vamos falar um pouco mais sobre ela e criptomoedas no tópico seguinte.

Quais os principais tipos de criptoativos?

Agora que você entendeu o que é o mercado de criptoativos, vamos falar agora sobre os dois tipos mais famosos dessa nova tendência financeira que é símbolo da transformação digital. Confira!

Criptomoedas

A criptomoeda, em termos práticos, nada se diferencia das moedas de troca usualmente utilizadas no mercado financeiro tradicional, como o Real e o Dólar. 

Seu grande diferencial, entretanto, está na sua natureza 100% digital e intangível. Como ela só existe virtualmente e não pode ser impressa ou manuseada, ela é utilizada exclusivamente na internet para operações de transferência e especulação de valores.

Elas transitam entre emissores e destinatários mundo afora por meio de uma ordem de dados criptografados extremamente protegida conhecida como blockchain. O exemplo mais famoso de moeda virtual é o Bitcoin.

>>> Será que vale a pena investir em criptomoeda? Saiba mais com esse conteúdo especial do canal Investimento às Claras:

NFTs

NFT é uma sigla para non-fungible token, que, em tradução livre, significa “token não fungível”.  

Token nada mais é que a representação digital de algum criptoativo na estrutura de dados de uma blockchain. Como esse registro é inviolável, se uma pessoa tem acesso a esse token, ela torna-se proprietária dele.

Então se você possui um token de um Bitcoin ou de uma obra de arte digital, quer dizer que esses ativos pertencem a você. 

Já um bem não fungível representa um item que não pode ser substituído por nenhum item equivalente. Utilizemos um exemplo para que fique bem claro: uma nota de R$20 é um bem fungível, pois ela pode ser substituída por outra nota. 

Já o quadro da Santa Ceia, pintado por Leonardo Da Vinci, é um bem não fungível, pois ele tem um valor intrínseco que não pode ser replicado.

Dessa forma, NFTs são representações digitais originais que não podem ser replicadas. Para garantir essa condição, esses tokens possuem um certificado digital que garantem sua legitimidade e exclusividade.

Esse conceito levou pessoas a fazerem e movimentarem fortunas na internet. Algumas obras de arte em NFT, por exemplo, são avaliadas em valores bilionários. 

Os interessados em ter posse da figura original e autêntica, precisam geralmente desembolsar uma grande quantia para adquirir o certificado digital de propriedade.

Para se ter uma ideia, o mercado de criptoativos como o NFT registrou um volume de vendas de U$ 13,2 bilhões de dólares entre janeiro e setembro de 2021, segundo o InfoMoney.

A Faculdade XP te ajudar a entender melhor o mercado financeiro

Entendeu o que é criptoativo e ficou fascinado pelo funcionamento desse mercado? Nós da Faculdade XP ficamos felizes em trazer conteúdos de qualidade para que nossos leitores entendam o mercado financeiro a partir de todas suas perspectivas, como pela:

Além disso, a Escola de Investimentos da Faculdade XP possui um combo completo de cursos sobre educação financeira para que você entenda todo o beabá sobre o tema e comece a investir em ativos variados com habilidade e conhecimento.

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Como realizar uma boa gestão da segurança da informação na nuvem?

Até pouco tempo atrás, falar na computação em nuvem com organizações, gestores de TI e profissionais de segurança era quase um assunto proibido. O simples fato de comentar com os administradores que todas as suas informações ficariam armazenadas em sistemas fora de sua organização era motivo de descrença e o projeto já morreria por ali.

Nestes bate-papos, inclusive, surgia sempre a pergunta: “mas, e a segurança?”

Os tempos mudaram, mas o questionamento persiste: a segurança na nuvem ainda é um tabu para os gestores? Será que ainda existe este pensamento?

Confira a seguir por que devemos mudar de vez nosso pensamento sobre a segurança da informação na nuvem!

Como ocorre a implementação da segurança na nuvem?

Em primeiro lugar, a função mais importante que os profissionais devem desenvolver, visando planejar uma solução em nuvens (e até mesmo on-premise ), é entender o negócio da organização na qual trabalha.

É inaceitável que se contrate um provedor de nuvem, ou até mesmo desenvolver soluções internas de tecnologia, sem conhecimento profundo dos planos estratégicos da empresa. Isso porque é primordial que toda informação exista para suportar o negócio; caso contrário, a sua existência na empresa é descartável.

Entendido o negócio, deve-se então pensar em gestão e cibersegurança. É de suma importância saber, primeiro, o que sua empresa faz para proteger as informações que possui. Ou seja, é preciso conhecê-la, bem como os profissionais que utilizam essas informações. É crucial, também, saber quais informações eles acessam para então classificá-las, elencando níveis de acesso à informação.

Nesse momento um conhecimento profundo do ciclo da informação dentro da organização é vital. Sem uma gestão eficaz da informação, nenhum profissional saberá ao certo o que proteger (ou de quem proteger), para que a informação será utilizada e por quem.

representação da segurança da informação na nuvem

Como escolher um provedor de segurança na nuvem?

Após ser elaborada a política de gestão e segurança, aí sim pode-se pensar na ferramenta (tecnologia) que será utilizada para gerenciar a informação. No caso dos provedores de nuvem, “qual a modalidade de serviço deverá ser contratada”, pois a modalidade define as responsabilidades.

Existem, basicamente, três modelos oferecidos pelos provedores de nuvem:

Saas (Software as a service)

Nessa modalidade de prestação de serviço os clientes poderão acessar aplicativos (softwares) baseados em computação na nuvem. Serviços como editores de textos e planilhas, agendas eletrônicas, softwares de comunicação instantânea e videoconferências, dentre outros, são oferecidos para usuários que se conectarem no portal de serviço do fornecedor.

Em alguns casos, se o cliente não possuir acesso a internet, é possível utilizar os serviços offline e no momento que houver uma conexão, os dados que foram trabalhados, serão salvos na nuvem. Segundo Ruschel, Zanotto e Mota (2010), SaaS representa “os serviços de mais alto nível disponibilizados em uma nuvem. Esses serviços representam as aplicações completas que são oferecidas aos usuários”.

PaaS (Platform as a Service)

Para Ruschel, Zanotto e Mota (2010), o Paas tem por objetivo “facilitar o desenvolvimento de aplicações destinadas aos usuários de uma nuvem, criando uma plataforma que agiliza esse processo”. Nessa modalidade o provedor de segurança na nuvem irá colocar todo o sistema a disposição de desenvolvedores, que poderão colocar suas aplicações online sem se preocuparem com a infraestrutura de funcionamento, somente com a parte que lhe diz respeito, a aplicação.

IaaS (Infrastructure as a Service)

Arriscaria dizer que esse foi o primeiro módulo de fornecimento de serviços em nuvem. É onde a organização contrata um datacenter para alocação de servidores, no início próprio, hoje mais precisamente escolhendo qual a capacidade precisará para implantar os seus serviços. Essa modalidade poderá ser utilizada para testes de desenvolvimentos, armazenamento de backups, hospedagem de sites, aplicativos web.

Basicamente a diferença do IaaS e do Paas, é que no caso de IaaS, o gestor de TI terá uma maior autonomia de utilização dos servidores, uma vez que contratará basicamente espaço, capacidade de processamento e memória. No caso do Paas, ele não precisa preocupar também com a gestão da infra, focando na sua aplicação.

pirâmide comparativa dos provedores de segurança na nuvem

Como o provedor faz a gestão de segurança na nuvem?

Para escolher qual a melhor solução para sua empresa, após ter feito o “dever de casa” e elaborar a política de gestão e segurança da informação, deve-se escolher qual das modalidades atende às necessidades da organização. Lembrando que, como visto na figura acima, dependendo da escolha a responsabilidade pela segurança será mais ou menos compartilhada com o provedor.

Ao definir que será utilizada o modelo SaaS, a maior parte da segurança é feita pelo provedor, cabendo ao gestor configurar as ferramentas de segurança que são disponibilizadas pelo provedor. Já no caso de PaaS e IaaS, os provedores oferecem as ferramentas como opção, e toda a responsabilidade da segurança lógica da solução será responsabilidade do gestor, cabendo a ele portanto toda a construção e configuração das ferramentas para segurança.

Como a segurança da infraestrutura de datacenter é papel dos provedores, hoje os provedores estão muito preocupados com este pré-requisito e investem pesado neste sentido. Os maiores possuem todas as certificações necessárias na área e investem em estrutura e tecnologia para manter um alto nível de segurança, não sendo mais um problema para o projeto.

Isso leva inclusive a reflexão do valor que deveria ser investido para se montar uma infraestrutura própria e atender a demanda da organização. É mais um fator que leva a escolha dos provedores de segurança na nuvem.

O mercado de segurança na nuvem

Por tudo isso foi destacado a primeira etapa do projeto de segurança da informação na nuvem. É muito comum encontrarmos no mercado profissionais altamente classificados tecnicamente, com capacidade para configurar sistemas complexos, mas que não possuem conhecimento do negócio ou de políticas de gestão e segurança da informação, ficando portanto o momento da configuração das técnicas, prejudicado por não saber ao certo o que deve ser feito.

Além disso tudo dito até agora, o momento final é o da análise de contratos de prestação de serviços. Um dos grandes problemas jurídicos enfrentados é  fato dos contratos “on-line” serem praticamente de aceite por parte do cliente, ou seja, não há uma negociação das cláusulas do contrato, mas sim o aceite por parte do cliente.

Isso leva a necessidade de se analisar a fundo os contratos para se definir bem as responsabilidades, se os termos estão claros para ambas as partes, qual o foro de discussão de problemas (isso poderá acarretar custos altos fora do país), SLA (Service Level Agreement) que mostre claramente qual a disponibilidade do provedor e quais as penalidades em caso de falha. Lembrando que esta análise deve ser elaborada com os critérios criados no momento de elaborar a política da segurança da organização.

Enfim, deixar de usar a nuvem hoje por problemas de segurança já não é uma realidade. O maior problema hoje está mais internamente, ou seja, nos profissionais que planejarão as soluções de segurança, do que nos próprios provedores.

Existem várias soluções de segurança para computação em nuvem, em diversos níveis e valores de investimentos. Mas sem conhecer o que a organização precisa, o que deve realmente ser feito, tornam-se inúteis e sem sentido. Portanto, procure um bom profissional, faça sua política e invista em nuvens, elas certamente atenderão as necessidades de sua organização.

Quer se especializar em cibersegurança e ficar por dentro de tudo o que ocorre nesse universo? Então inscreva-se agora no MBA em Segurança Cibernética e garanta já seu acesso ao mercado das tecnologias do futuro!

Conheça os 4 melhores investimentos com liquidez diária

Quando o assunto é aplicar nosso dinheiro, é importante ter uma variedade de aportes para ter mais segurança, o que chamamos de carteira diversificada. Mas antes de encontrar bons investimentos com liquidez diária é necessário entender como este indicador interfere nas aplicações.

Para quem já guardou dinheiro na poupança alguma vez, fica mais fácil  compreender o que são investimentos de liquidez diária. Mas será que é possível encontrar melhores opções neste segmento do que a caderneta?

Em geral, estas outras aplicações que traremos hoje costumam ser mais vantajosas, com uma maior rentabilidade e, em alguns casos, com o mesmo nível de segurança. Ou seja, podem ser bons investimentos até mesmo para quem possui um perfil conservador.

Saiba mais sobre o impacto da liquidez nas aplicações, os benefícios e os principais investimentos com liquidez diária. Continue a leitura!

O que é liquidez nos investimentos?

Podemos definir liquidez como a capacidade de transformar um ativo em dinheiro. Isso significa que os investimentos com liquidez diária, ou alta liquidez, são aqueles mais fáceis de serem resgatados no curto prazo, sem que haja perdas significativas no rendimento.

Algo que é relevante considerar é que, normalmente, liquidez e rentabilidade caminham em sentidos contrários. Ou seja, quanto maior a liquidez (a facilidade em recuperar o dinheiro), menor a rentabilidade.

Muitas vezes, o termo vem expresso como “investimento D+1”. O “D” significa o dia de resgate e o número a seguir indica em quanto tempo o valor pode ser resgatado. 

Em casos de liquidez diária, por exemplo, também podemos encontrar “D+0”, em que o dinheiro cai no mesmo dia.

Um grande exemplo disso, como já mencionamos, é a caderneta de poupança. Entretanto, existem outros investimentos para quem deseja ter seu dinheiro facilmente à disposição, mas com melhores retornos.

Antes de falar sobre isso, precisamos entender a importância de ter investimentos de liquidez diária em sua carteira. Se esse tipo de aplicação possui baixo rendimento, então por que vale a pena manter? Veremos a seguir.

Principais vantagens da liquidez diária

Quando falamos sobre os benefícios dos investimentos D+1, ou de liquidez diária, não podemos deixar de ressaltar a questão da liberdade. Afinal, você poderá retirar seu dinheiro quando desejar. 

Ainda assim, vale lembrar que é recomendado que o resgate seja feito, pelo menos, depois de 30 dias de aplicado. O motivo é que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incide sobre os ativos com liquidez diária.

>>> Saiba mais sobre o assunto neste conteúdo: IOF regressivo: o que é? Como ele é calculado e como garantir a isenção?

Essa questão de poder recuperar o dinheiro quando precisar é importante quando você, enquanto investidor, não quer comprometer todas as suas economias por muito tempo. 

Ou seja, por mais que tenha investimentos com liquidez mais baixa e com maior rentabilidade, de acordo com suas metas e objetivos, é importante ter um dinheiro de fácil acesso.

É o caso da reserva de emergência, por exemplo. Esse é um valor que deve estar disponível sempre que você precisar. Contudo, vale mais a pena manter o dinheiro em um investimento com liquidez diária, mesmo que não tenha um grande rendimento, do que deixá-lo parado na conta corrente ou na poupança.

Por anos, a poupança foi um dos investimentos mais tradicionais entre os brasileiros. Entretanto, segundo a Anbima, ela está perdendo a popularidade pela primeira vez, dando espaço a outros produtos financeiros (ações, títulos privados e fundos).

Mas, então, quais são os outros investimentos com liquidez diária que valem a pena? Conheça os principais.

4 investimentos com liquidez diária

1. CDB

Os Certificados de Depósitos Bancários funcionam como empréstimos que os investidores fazem a instituições privadas, no caso, os bancos. Os títulos mais comuns no caso dos CDBs são os pós-fixados, em que o indicador de referência é a taxa do CDI. 

Vale analisar que cada banco possui suas próprias regras relacionadas aos juros, rendimentos e prazos das aplicações, mas todos contam com a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). 

Existem títulos do CDB com liquidez diária, enquanto outros podem ser retirados apenas na data de vencimento. Então vale a pena ter uma atenção redobrada nesse sentido dependendo dos seus objetivos.

2. Tesouro Direto

Já os investimentos no Tesouro Direto atuam de forma similar ao CDB, mas os empréstimos são feitos ao Governo Federal para o financiamento de projetos variados nas áreas de saúde, educação, segurança, entre outras. 

É considerado um dos tipos de título de renda fixa mais seguros, pois possui a proteção do Tesouro Nacional. Além disso, há três tipos de papéis disponíveis para aplicação:

  • Tesouro prefixado: apesar de não ser uma opção tão popular quanto as próximas, corresponde ao título prefixado, em que é estipulado um retorno no momento da compra, de acordo com o valor investido e o prazo;
  • Tesouro Selic: está relacionada ao título pós-fixado e é a opção mais popular, normalmente entregando um retorno maior que o da poupança;
  • Tesouro IPCA+: este é o título híbrido, ou seja, além de uma taxa de juros fixa, também acompanha considera o indicador da inflação do país.

Vale entender que o Tesouro Selic é considerado um dos mais seguros que existem. Isso porque o resgate do dinheiro pode ser feito sem nenhuma perda significativa, o que é ideal para um perfil de investidor mais conservador.

O tesouro prefixado e IPCA+, apesar de também terem investimentos D+1. Ou seja, liquidez diária, podem ocorrer perdas ao resgatar. Isso porque esses títulos são precificados diariamente pelo mercado, então podem valer mais ou menos do que o dia em que foi feita a aplicação.

3. Ações de empresas

As ações da bolsa de valores são um dos investimentos em renda variável mais populares. Os investidores que compram esse título tornam-se sócios da empresa e, com isso, também compartilham os lucros obtidos.

Para ter um bom rendimento, é necessário procurar por companhias que tenham um bom histórico, com potencial de crescimento, o que envolve pesquisas e entendimento da situação do mercado.

Existe uma ampla variedade de possibilidades de aplicações com as ações, inclusive aquelas com alta liquidez, mesmo sendo de renda variável. Isso porque elas podem ser vendidas a qualquer momento durante o pregão da bolsa.

Investir na bolsa de valores é o sonho de muitos investidores. Apesar disso, muitos também têm medo da renda variável e não sabem como começar a aplicar. 

Se você quiser saber mais sobre o assunto vale a pena conferir este e-book, falando sobre os principais conceitos que você precisa conhecer para investir na bolsa. Baixe gratuitamente!

4. Fundos DI

Considerado um tipo de fundo de investimento, conhecidos também como fundos de renda fixa, são modelos referenciados. Ou seja, possuem como base um indicador específico, que nesse caso são o CDI ou a taxa Selic. 

Diferente dos outros investimentos, ao aplicar no fundo DI, você dá ao gestor o poder de gerenciar o seu dinheiro, comprando e vendendo ativos. Isso traz mais segurança às aplicações, uma vez que é um especialista lidando com as transações.

Entretanto, isso também tem um custo. Normalmente, é necessário pagar taxas, como a de administração e, em alguns casos, a de performance. Além disso, há as despesas relacionadas à operacionalização e aos honorários. 

Em relação à liquidez, é comum que a data de conversão e de pagamento ocorra em D+1. Porém, o regulamento pode prever conversão e resgate em D+0, o que significa que o pagamento ocorrerá no mesmo dia em que for solicitado.

Por que ter investimentos de liquidez diária?

Um dos maiores segredos para ter sucesso no mundo dos investimentos é saber como diversificar a sua carteira com inteligência. Isso envolve não apenas o tipo de aplicação, mas também está relacionado à liquidez.

Quer saber mais sobre essa questão? Confira as dicas da nossa especialista, Clara Sodré, no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=RP7IvvjjX3E&ab_channel=Faculdade XPSchool

Afinal, ter apenas investimentos com liquidez baixa, em que você pode recuperar o seu dinheiro sem perdas só em dois, três ou mais anos pode ser um risco. Caso você precise do dinheiro, o que irá fazer?

Então, ter investimentos de liquidez diária é fundamental para manter a segurança financeira, sem prejudicar outros ativos com maior rentabilidade caso precise recuperar o valor.

Se você quer saber mais sobre como fazer investimentos vantajosos, seja com liquidez diária ou não, temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os seus conhecimentos.

Aproveite e confira este curso especial da Faculdade XP School:

CDB, DI ou poupança: o que vale mais a pena?

Você está em dúvida se investe em CDB, DI ou poupança? O primeiro passo para tomar a melhor decisão é conhecer as características e diferenças de cada um. Assim, é possível entender qual deles se encaixa melhor ao seu perfil.

Tomar a decisão para começar a investir é uma etapa importante. E, dentro desse cenário, a maioria dos investidores começa pela renda fixa, já que ela oferece mais segurança.

Ainda assim, existem diferentes opções de aplicações que podem ser feitas, mesmo quando priorizamos os baixos riscos. O CDB, fundos DI ou, até mesmo, a poupança são apenas alguns dos exemplos.

Entretanto, além da segurança, outros fatores devem ser analisados, como a rentabilidade e a liquidez. A questão é que não existe uma resposta certa, ou única, sobre qual é o melhor investimento.

Isso porque ele pode variar para cada pessoa, principalmente ao considerar suas necessidades e objetivos. Mas, o que podemos fazer é analisar as principais características, semelhanças e diferenças entre cada modalidade, para que você tome a decisão mais assertiva.

Vamos conhecer um pouco mais sobre CDB, fundo DI e poupança? Boa leitura!

CDB, DI ou poupança: definindo termos

Quando falamos sobre investimentos em renda fixa, como é o caso do CDB, DI e poupança, é necessário analisar os principais indicadores de referência. São eles:

  • Selic: é a taxa básica de juros da economia brasileira. É uma referência para nortear as outras taxas da economia, além de ser uma ferramenta importante para controle da inflação; 
  • CDI: o Certificado de Depósito Interbancário é um título de curtíssimo prazo emitido pelos bancos entre si. A taxa do CDI vem da média dos juros cobrados nessas operações, calculada pela B3, onde os negócios são registrados. Esse é um indicador que tem como objetivo a regulação do sistema financeiro e normalmente tem os números próximos ao da Selic;
  • TR: a Taxa Referencial corrige o rendimento da poupança, sendo calculada por meio das médias das taxas dos CDBs prefixados. Contudo, a TR se mantém a zero desde 2017.

Agora, vamos conhecer as características gerais de cada investimento.

CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma das aplicações em renda fixa mais conhecidas e popularizadas. São títulos privados, emitidos por instituições financeiras que funcionam como uma espécie de empréstimo aos bancos.

Os CDBs possuem três formas tradicionais de remuneração:

  • prefixada: em que os juros e taxas são fixos e conhecidos no momento da aplicação;
  • pós-fixada: a atribuição é ligada a algum indicador de referência (como a Selic ou a taxa do CDI) e o valor do título é atualizado com base nele;
  • híbrida: mesclam-se características de aplicações pré e pós-fixadas, ou seja, há uma parcela da remuneração por juros fixos e outra é ligada a um indicador que pode variar ao longo do tempo.

Fundo DI

Os fundos DI, conhecidos também como fundos de renda fixa, são modelos referenciados. Ou seja, possuem como base indicadores específicos, que nesse caso são o CDI ou a taxa Selic. 

Por estar na categoria de fundo de renda fixa, ele precisa ter uma carteira de, no mínimo, 95% em títulos públicos atrelados aos indexadores citados.

Diferentemente de outras aplicações, você pode investir no fundo DI apenas por meio de gestores. Nesse caso, você dá a ele o poder de gerenciar o seu dinheiro, comprando e vendendo ativos.

Para conseguir cumprir com o acompanhamento da taxa do CDI, esses gestores de fundos DI investem principalmente em títulos de renda fixa pós-fixados – indexados à Selic ou ao CDI, que seguem a variação dos juros brasileiros.

>>> Indicação de leitura: Fundo DI: como funciona, vantagens e desvantagens

Poupança

A poupança está ligada a dois indicadores: a taxa Selic e a taxa referencial (TR). Ela funciona como uma conta que você pode abrir em qualquer banco. Porém, diferentemente da conta corrente, ela paga um rendimento mensal em cima dos valores depositados.

Esse é um investimento seguro, com risco quase zero e que permite os saques serem realizados a qualquer momento. Pensando nisso, é melhor deixar o seu dinheiro na poupança do que estagnado em uma conta sem rendimento.

Por muito tempo, a poupança foi um dos investimentos em renda fixa mais populares, exatamente pela facilidade de acesso e popularização. Entretanto, isso não significa que seja a melhor opção.

A verdade é que as pessoas já estão começando a entender essa questão. Segundo a Anbima, a poupança está perdendo a popularidade pela primeira vez em anos, dando espaço a outros produtos financeiros (ações, títulos privados e fundos).

Como escolher entre CDB, fundo DI ou poupança? Principais características

Emissão

A primeira grande diferença entre CDB e poupança em relação ao fundo DI é em relação ao emissor.

O CDB é feito por instituições bancárias, enquanto a poupança pode ser aplicada diretamente pelo seu banco. Ou seja, possuem emissores individuais. Já o fundo DI é uma modalidade de investimento coletivo, em que o gestor possui a custódia dos papéis.

Liquidez

O fundo DI possui liquidez diária, o que significa que os valores aplicados neste investimento podem ser resgatados a qualquer momento ou até mesmo revendido para outros investidores.

Normalmente, considera-se que a poupança também possui liquidez diária, mas é importante notar que o dinheiro só começa a render trinta dias após a data inicial do aporte.

Já o CDB tem um prazo de carência, ou seja, o resgate só é permitido após passar o período estabelecido pelo emissor. Caso você solicite a retirada antes do fim do prazo, há multas. 

Rentabilidade

Por serem referenciados pela CDI, tanto o CDB quanto o DI possuem uma taxa de rentabilidade que tende respeitar o benchmark da renda fixa.

O fundo DI possui rentabilidade diária. Isso significa que todos os dias os administradores calculam quanto as aplicações da carteira renderam e creditam o valor no patrimônio.

Por outro lado, no caso da poupança, a rentabilidade só é creditada a cada mês, na “data de aniversário” da aplicação. Uma aplicação feita hoje e resgatada amanhã não recebe nenhuma remuneração.

Além disso, a poupança representa um dos piores investimentos da renda fixa, com baixo retorno financeiro, normalmente com um rendimento similar ou inferior à inflação.

>>> Se quiser saber mais sobre este assunto, confira o conteúdo – Poupança: por que não é mais um bom investimento?

Custo

Tanto o CDB quanto a poupança não possuem custos ou taxas extras que são cobradas para que seja possível investir. 

Por outro lado, como os fundos DI são administrados por gestores, é necessário pagar taxas, como a de administração e, em alguns casos, a de performance. Além disso, há as despesas relacionadas à operacionalização e aos honorários. 

Risco e segurança

Talvez você esteja acostumado a ouvir que os investimentos em renda fixa são os mais seguros. Ainda que isso seja verdade, é preciso notar que existem diferenças entre eles.

Por exemplo, o CDB e a poupança possuem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). O que isso significa? 

Caso a instituição financeira que tenha feito o investimento venha a falir, o FGC restitui o investidor em até R$ 250 mil por CPF e por emissor, dependendo do valor que foi aplicado.

Por outro lado, os fundos DI, diferente da maioria dos investimentos da renda fixa, não são cobertos pelo FGC. Apesar disso, por não ter um emissor individual, isso acaba elevando a proteção do rendimento.

Tributação

A poupança não possui nenhum tipo de tributação. Já o CDB e os fundos DI possuem dois tipos de tributos. Um deles é o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que incide apenas nos primeiros trinta dias de aplicação. 

O outro é o IR (Imposto de Renda) com alíquota regressiva, de acordo com o prazo do investimento. Ou seja, quanto maior o tempo da aplicação, menor é o imposto pago à receita.

  • 22,5%: até 180 dias;
  • 20%: entre 181 e 360 dias;
  • 17,5%: entre 361 e 720 dias;
  • 15%: acima de 720 dias.

>>> Para tirar mais dúvidas sobre este assunto, confira o conteúdo: Guia prático: como declarar aplicação em renda fixa no IR?

Dica: diversifique sua carteira

Sempre que falamos sobre investimentos (tanto de renda fixa quanto variável), uma das principais dicas que damos para ter mais segurança é a diversificação de ativos

Isso porque, mesmo que você arrisque uma parte do seu patrimônio em uma aplicação e acabe perdendo, ainda conta com outros ativos que podem suprir essa perda, sem trazer maiores complicações financeiras.

Afinal, se o seu capital estiver bem distribuído em diferentes investimentos, há uma maior possibilidade de adquirir mais lucros do que prejuízos. Isso também vale para o investimento em CDB ou DI.

Ou seja, ao invés de investir todo o dinheiro em apenas uma modalidade, vale a pena diversificar a sua carteira com outros aportes, desde a renda fixa à variável. Essa é uma grande dica para quem deseja proteger seu patrimônio.

Quer saber mais sobre essa questão? Confira as dicas da nossa especialista, Clara Sodré, no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=RP7IvvjjX3E&ab_channel=Faculdade XPSchool

Se você quer saber mais sobre como fazer investimentos vantajosos para você, aqui na Faculdade XP temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os seus conhecimentos ainda mais.

Para entender melhor sobre como aplicar em renda fixa, temos um curso completo para você aproveitar as melhores oportunidades de investimentos e perder o medo de investir. Nele, você vai ver:

  • principais produtos;
  • marcação a mercado e tributação de RF;
  • como montar uma carteira de investimentos;
  • como investir em renda fixa na prática e muito mais!

Aproveite a oportunidade para conhecer mais sobre os melhores investimentos para conservadores e inscreva-se!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

Curso para administrar dinheiro: qual fazer? Confira os principais

Todo mês as contas chegam e você entra em desespero? Além disso, se arrepende por ter exagerado nas compras supérfluas? 

Nessas situações, pode até parecer que você é o único a passar por isso. Mas não é o que acontece. 

Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), em fevereiro de 2022 o Brasil apresentou o maior percentual de famílias endividadas desde março de 2010. Colocando em números percentuais são 76,6% famílias com algum tipo de dívida não quitada. 

Deixar de fazer parte desse percentual pode ser difícil, mas para tudo há um começo. O seu pode ser iniciando algum curso para administrar dinheiro. 

Para te ajudar a entender como controlar sua vida financeira, preparamos um conteúdo com os melhores cursos para você fazer. Continue por aqui para saber quais são. 

Boa leitura!

Qual a importância de um bom planejamento?

Antes de saber qual dos cursos para administrar dinheiro mais se encaixam na sua situação é preciso entender qual a importância de se fazer um planejamento financeiro pessoal. O motivo para fazê-lo é bem simples: organizar suas finanças.

Para além dessa motivação, uma vida financeira organizada impacta positivamente em outros âmbitos pessoais. Como, por exemplo, a saúde mental. 

Em pesquisa feita pela plataforma Acordo Certo, 74% dos entrevistados afirmaram que têm crises de ansiedade por causa do endividamento. Cenário parecido com o relatado no levantamento feito pela Serasa em parceria com o Opinion Box. Veja os números abaixo.

  • Insônia: 85% dos entrevistados;
  • Vergonha: 88%;
  • Impacto negativo nas relações interpessoais: 60% das pessoas entrevistadas.

Entendida a importância de controlar suas finanças, a pergunta que fica é: como aprender a controlar o dinheiro? Continue a leitura para saber.

7 melhores cursos para administrar dinheiro

Agora que já sabe os principais motivos para ter uma vida financeira pessoal mais organizada, vamos direto ao assunto. Afinal, você chegou até aqui para conferir quais são os sete melhores cursos para administrar dinheiro

  • Curso O Beabá Financeiro (Faculdade XP);
  • Gestão de Finanças Pessoais (Banco Central);
  • Competência Transversal – Finanças pessoais (Senai);
  • Cursos da Anbima;
  • Educação Financeira para Jovens (Faculdade XP);
  • Cursos da FGV;
  • Cursos da B3 Educação.

Confira os detalhes de cada um deles a seguir e escolha o que melhor se encaixa na sua situação e momento.

1- Curso de planejamento financeiro (Faculdade XP)

O primeiro curso é O Beabá Financeiro da Faculdade XP, o braço educacional da XP Inc. Nele, você aprenderá de maneira prática e simples a como ter uma relação mais saudável com o seu dinheiro.

Em paralelo, outros cursos podem te interessar, como:

  • O poder do autoconhecimento financeiro;
  • Dinheiro sem tabu: crenças limitantes;
  • Desafio da prosperidade para casais.

As aulas são todas no formato online e flexíveis para se adaptar a sua rotina. Além disso, ele também possui um certificado de conclusão.

Acredita que esse curso faz sentido para você? Comece agora mesmo!

2- Gestão de Finanças Pessoais (Banco Central)

Dentro da nossa lista de melhores cursos não pode faltar os que são gratuitos. Um bom exemplo é o curso desenvolvido e oferecido pelo Banco Central do Brasil, em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf).

O curso “Gestão de Finanças Pessoais” trabalha de maneira lúdica, prática e simplificada a como lidar com situações do dia a dia. Para isso são apresentados os seguintes conteúdos:

  • relação com o dinheiro;
  • orçamento pessoal e familiar;
  • crédito e endividamento;
  • consumo planejado e consciente;
  • poupança e investimento;
  • prevenção e proteção; e
  • consumo de serviços financeiros.

Assim como o primeiro curso da lista, este também acontece no formato online, no entanto os conteúdos só ficam disponíveis em um período de 20 dias. Portanto, é preciso se organizar neste tempo. 

3- Competência Transversal – Finanças pessoais (Senai-SP)

Caso você não seja tão adepto ao modelo online e more na cidade de São Paulo, há uma opção que está entre os melhores cursos para administrar dinheiro. O curso “Competência Transversal – finanças pessoais” ministrado pelo Senai oferece uma boa base para entender a importância de fazer esse planejamento financeiro.

4- Cursos da Anbima

A Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais, também está empenhada em oferecer conhecimento de qualidade para uma vida financeira mais saudável. Com cursos gratuitos, a instituição acende a luz do interesse no mercado financeiro e de investimentos.

Entre os principais, podemos citar:

  • Mercado financeiro de A a Z;
  • Fundamento de economia e finanças;
  • Planejamento de investimentos.

5- Educação Financeira para Jovens (Faculdade XP)

O quinto curso de planejamento financeiro da nossa lista está direcionado ao público mais jovem. Afinal, quanto mais cedo se começa a entender como organizar seu dinheiro e finanças, menos problemas com isso terá na fase adulta. 

Pensando nisso, a Faculdade XP montou o curso “Educação Financeira para Jovens”. Totalmente online, com duas horas de duração e certificação ao final, o curso aborda o assunto de uma maneira lúdica e em um formato que os jovens entendam. 

>>> Também pode te interessar: Como ensinar finanças aos filhos? Confira lições valiosas

6- Cursos da FGV

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é uma das instituições mais conceituadas quando o assunto é finanças. Portanto, não é novidade dizer que seus cursos estão entre os principais para se aprender sobre o tema. 

Entre os principais temos:

  • Como organizar o orçamento familiar;
  • Como gastar conscientemente;
  • Fundamentos de finanças;
  • Como fazer investimentos;
  • Como planejar a aposentadoria.

7- Cursos da B3 Educação

O último da nossa lista de melhores cursos para administrar dinheiro é para quem já quiser entrar no mercado financeiro. A Bolsa de Valores do Brasil em seu portal B3 Educação, oferece diversos cursos para aqueles que desejam começar a investir parte da sua renda, mas não sabem como. 

Entre as opções é possível citar:

  • Organize suas finanças e comece a investir;
  • Mercado de ações no Brasil; e
  • Por dentro da B3.

Organize suas finanças com Excel

Agora que já sabe como aprender a controlar o dinheiro é preciso saber a melhor maneira de mantê-lo organizado. A plataforma Excel é sempre muito bem-vinda nesses casos. 

A visualização em grades, a possibilidade de organizar cada finança por grupos e a utilização de fórmulas fazem o planejamento financeiro ficar mais organizado e otimizado. 

“Mas eu não sei usar o Excel, e agora?”

Calma! Como já mencionamos no início deste conteúdo, estamos aqui para te ajudar. 

Com as planilhas gratuitas do InfoMoney, você aprenderá como utilizar a plataforma de maneira prática. Por sinal, a dica é começar controlando os gastos pessoais no Excel, a fim de organizar o orçamento. Confira!  

O que faz um engenheiro de software? Entenda a profissão

A área de TI é um dos setores mais promissores do mercado de trabalho, com uma gama de possibilidades quando falamos das profissões. Neste artigo, vamos explicar o que faz um engenheiro de software, um dos profissionais mais procurados de tecnologia. 

Capaz de atuar em diferentes etapas relacionadas ao desenvolvimento, controle de qualidade e implementação de sistemas, aplicativos e programas, o papel do engenheiro de software é essencial para otimizar o resultado desse tipo de projeto..

Se você é uma pessoa estrategista, gosta de números e de solucionar problemas, o cargo de engenheiro de software pode ser ideal para você que deseja ingressar na área da tecnologia. Ficou interessado em saber mais sobre a profissão?

Neste artigo vamos esclarecer todas as dúvidas sobre a rotina de trabalho de um engenheiro de software e como você pode se tornar um dos profissionais mais cobiçados no mercado de trabalho. 

O que é a engenharia de software?

Na prática, a engenharia de software é responsável por capacitar profissionais a respeito das teorias, técnicas e ferramentas aplicadas à Ciência da Computação. A partir desse conhecimento, um profissional tem os recursos para planejar, produzir e implementar sistemas na área de TI. Para isso,  deve desenvolver suas habilidades de coleta, processamento e análise de dados, identificando problemas, oportunidades e soluções.

Principais atribuições da engenharia de software

Conforme apontado, podemos identificar a função do engenheiro de software em diversas etapas e ramos da Tecnologia da Informação. O perfil analítico, calculista e resolutivo dos profissionais capacitados nessa ciência é de grande necessidade para o desenvolvimento de soluções digitais.

Desse modo, podemos listar as principais atribuições da engenharia de software como sendo:

1. Desenvolvimento de sistemas, apps e programas

A capacitação na área permite conduzir o desenvolvimento e programação de softwares, aplicativos, sistemas e interfaces. De fato, essa é uma das principais atividades para esses profissionais, o que é amplamente exigido pelo mercado.

A transformação digital no ramo empresarial fez com que a demanda por tecnologias personalizadas e sistemas próprios crescesse exponencialmente. Assim, para alcançar um alto nível de performance e melhorar o relacionamento com os consumidores, é essencial investir na área.

2.  Arquitetura de software

A arquitetura de software é voltada principalmente para o desenvolvimento das características visuais de um determinado projeto, como a interface disponível ao usuário e as funcionalidades integradas ao projeto.

Dessa forma, o profissional capacitado para função de engenheiro de software também pode atuar como um arquiteto, buscando a especialização no aspecto visual desses sistemas e no controle de qualidade.

3. Gerenciamento de projetos de desenvolvimento de softwares

Aqueles que desenvolvem as habilidades e obtém experiência na área podem atuar também como gerente de projetos, conduzindo equipes de arquitetura, desenvolvimento, análise e engenharia de software.

4. Realização de testes e controle de qualidade

O papel do engenheiro de software não se resume ao desenvolvimento de soluções, ele também deve ser capaz de realizar testes para comprovar o nível de qualidade do produto final, assegurando que o problema inicial foi devidamente combatido.

O que faz um engenheiro de software?

O engenheiro de software é a pessoa responsável por projetar, desenvolver e guiar a criação de novos softwares. Além disso, ele também tem competência para realizar testes e manutenções de soluções já criadas por outros profissionais. 

Por exemplo, um engenheiro pode trabalhar na criação de aplicativos, jogos para computador, middleware, sistemas de controle de rede e sistemas operacionais.

Entretanto, o trabalho do engenheiro de software não é apenas lidar diretamente com as questões técnicas. Ele também é o responsável pelo contato com o cliente, a fim de atender às suas necessidades e expectativas. 

Também é ele o responsável por treinar e solucionar dúvidas e problemas apresentados pelos usuários antes da entrega do produto final.

Por conta disso, é preciso ter além de domínio técnico, uma boa postura para lidar diretamente com pessoas e jogo de cintura para encontrar o meio-termo entre o que o cliente deseja e o melhor projeto para o software. 

Existem dois tipos de engenheiros de software. São eles:

  • Engenheiros de aplicativos: responsáveis por criar, adaptar, desenvolver ou executar um projeto a partir das necessidades dos usuários; 
  • Engenheiros de sistemas: responsáveis pela criação, execução e acompanhamento dos softwares para sistemas de computador de uma instituição.

Em resumo, o profissional de engenharia de software é uma pessoa com grande conhecimento em linguagens de programação preparada para assumir responsabilidades, tais como desenvolver o projeto e fazer a parte de atendimento com o cliente.

< Quer aprender a analisar e desenvolver sistemas? Então leia o post e saiba mais: Análise e desenvolvimento de sistemas: o que fazem e quanto ganham os profissionais dessa área? /> 

Qual o salário de um engenheiro de software?

Agora que você sabe o que faz um engenheiro de software, vamos ao que interessa: o salário. Segundo o portal Vagas.com, uma das fontes mais confiáveis sobre mercado de trabalho brasileiro, o salário de um Engenheiro de Software é em média R$ 6.303,00.

Para iniciantes, de nível júnior, a remuneração fica em torno de R$4.356,00. Já os profissionais com mais experiência, de nível sênior, podem chegar a receber até R$8.594,00.

Considerando o salário mínimo no Brasil, o engenheiro de software recebe acima da média e consegue ter uma qualidade de vida maior do que boa parte da população. Além disso, também temos os seguintes motivos para investir nessa carreira:

Mercado de trabalho em crescimento

Assim como todas as carreiras na área de TI, a de engenharia de software também é uma que está super aquecida no mercado de trabalho e com boas perspectivas para os próximos anos. 

No Brasil, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), a maior motivação para as empresas contratarem é a necessidade de expansão da capacidade de TI para apoiar o crescimento das empresas.

Atualmente, o mercado da tecnologia no Brasil representa 1,65% dos investimentos em tecnologia a nível mundial e 40% dos investimentos em toda a América Latina. Além disso, o Brasil ocupa o 9º lugar no ranking mundial de TI. 

Sabendo o que faz um engenheiro de software, se você deseja investir na carreira internacional, os países com maior investimento em TI são, respectivamente, Estados Unidos, China e Japão. 

Principais vagas para engenharia de software

Por ser uma profissão em alta, que cada vez mais as empresas buscam engenheiros de software para atenderem às suas demandas, as oportunidades estão espalhadas por todo o mundo. 

Aqui no Brasil as principais vagas estão concentradas nos polos de tecnologia da região Sudeste, principalmente em São Paulo. Porém, fora do eixo temos também o polo tecnológico do Porto Digital, um dos maiores do Brasil, que está localizado no Recife, região Nordeste do Brasil.  

Fora do Brasil também cresceu a procura por profissionais formados em engenharia de software. Por isso, também existe a chance de trabalhar para empresas internacionais, desde que se domine a língua inglesa.

Os engenheiros de software são procurados, principalmente, para trabalhar com gerenciamento de projetos, desenvolvimento de softwares e realização de testes.

<A aplicação de metodologias ágeis está em alta no mercado. Leia o post e saiba mais: Desenvolvimento Ágil de Software: tudo o que você precisa saber sobre a metodologia />

Qual o perfil de um engenheiro de software?

Para trabalhar com tecnologia é preciso ter habilidades técnicas e comportamentais procuradas pelo mercado digital para atender as demandas do dia a dia. Abaixo, listamos algumas das principais hard skills (habilidades técnicas) e soft skills (habilidades interpessoais) necessárias para o perfil de um engenheiro de software:

Principais Hard Skills

  • Analisar cálculos;
  • Conhecer softwares;
  • Dominar linguagens de programação;
  • Elaborar códigos;
  • Ser fluente em Inglês.

Principais Soft Skills

  • Boa comunicação;
  • Boa relação interpessoal;
  • Capacidade de resolver problemas com rapidez;
  • Criatividade;
  • Perfil de liderança.

Como se tornar um engenheiro de software?

Já entendeu o que faz um engenheiro de software e quer ingressar na área? O curso de bacharelado em Engenharia de Software tem uma duração média de 4 a 5 anos e é a principal porta de entrada para a profissão. Atualmente, não existem cursos técnicos que consigam abranger todos os conhecimentos necessários para se tornar um engenheiro de software. 

Durante o curso você terá contato com disciplinas relacionadas à Computação, Engenharia e Matemática, aprofundando os conhecimentos técnicos e práticos em desenvolvimento de softwares. 

Entretanto, profissionais formados em outros cursos relacionados a tecnologia, como Ciência da Computação,  Engenharia da Computação e Sistemas de Informação, também costumam atuar na área. 

Vale a pena investir na carreira de engenheiro de software?

A profissão de engenheiro de software está em alta, e a tendência de crescimento é ainda maior. Por isso, se você deseja iniciar a sua carreira profissional ou migrar para a área de TI, essa é uma profissão que vale a pena investir se você acredita que tem o perfil e as habilidades necessárias.

Agora que você já sabe o que faz um engenheiro de software e toda a demanda que essa área atende, invista na sua capacitação profissional, faça um curso de graduação ou pós-graduação da Faculdade Faculdade XP!

Você pode investir na sua carreira profissional com o Bootcamp para Engenheiros de Software Ágil, que objetiva promover o aprendizado sobre as metodologias ágeis, como Scrum, XP e Kanban, ideal para gerenciar projetos de forma mais moderna e efetiva.

<Faça já sua matrícula: Bootcamp para Engenheiro(a) de Software Ágil />

Diferença entre engenharia de software e engenharia de computação

A engenharia de software é uma área mais específica voltada para a lógica. O curso envolve um estudo mais direcionado para gerência de mudanças e resolução de problemas, criação, desenvolvimento e instalação de softwares de ponta a ponta. Além disso, ele estuda as principais linguagens de programação, como Python e JavaScript. 

Já a engenharia de computação é um campo mais abrangente, que além dos softwares engloba os hardwares. Um engenheiro de computação aprende bastante sobre algoritmos, linguagens de programação e soluções de TI. Além disso, o curso foca na parte de construção de computadores, processadores de sinais e sistemas robóticos. 

Resumidamente, o que faz um engenheiro de software é a criação, desenvolvimento, manutenção e testes dos programas e softwares. Enquanto o engenheiro de computação faz a parte de desenvolvimento de produtos, construção de computadores, codificação de programas, entre outros.  

Entretanto, mesmo com as diferenças nas atribuições de cada cargo, no dia a dia um profissional complementa e dá suporte ao trabalho do outro. Além disso, nada impede que um engenheiro de computação estude e se especialize na área de software, e vice-versa.

Diferença entre arquiteto e engenheiro de software 

Apesar de serem bastantes confundidas por quem não tem tanto conhecimento em TI, temos diferenças entre o arquiteto e o engenheiro de software no contexto prático das responsabilidades de cada função. 

O arquiteto de software é o profissional responsável por desenhar a arquitetura do projeto e os passos a serem seguidos, priorizando sempre apresentar uma solução eficiente para o problema.

Por exemplo, é o arquiteto quem organiza a planta do projeto, identifica os elementos necessários para execução, quais itens são úteis e quais não são. 

Diferentemente do arquiteto, o engenheiro de software é o responsável por elaborar a execução do projeto, determinando as funções e colocando em prática o projeto montado. 

Assim como na construção civil, na tecnologia, o arquiteto projeta enquanto o engenheiro executa. 

Diferença entre desenvolvedor e engenheiro de software

Similar ao que foi apontado acima, também é interessante entender a diferença entre desenvolvedor e engenheiro de software no que diz respeito às responsabilidades de cada profissão.

A engenharia de software aplica os princípios da engenharia na parte de planejamento do software, desde a fase do design até a testagem do produto na prática. Enquanto isso, o desenvolvimento de software trabalha mais com a parte criativa e prática, já que são eles os responsáveis por tirar do papel e executar todo o projeto.   

Uma outra diferença entre as duas profissões é que o engenheiro de software tem um trabalho mais de equipe e ocupa um papel de líder, já o desenvolvedor tem um trabalho mais solitário.  

Diferença entre analista de sistemas e engenheiro de software

Analista de sistemas ou engenheiro de software, sabe o que faz cada um deles? Entenda as diferenças entre essas áreas.

De modo geral, a análise de sistemas é responsável pelo gerenciamento do fluxo de informações e a estrutura necessária para atender essa demanda dentro do ambiente corporativo. Profissionais da área podem desenvolver o projeto, implementar sistemas e supervisionar sua utilização.

A engenharia de software, por outro lado, é uma ciência voltada para a criação desses sistemas, desde a identificação dos problemas e planejamento de soluções até sua aplicação prática e interação com o usuário final.

Como funciona o IOF? Em quais investimentos ele é cobrado?

No Brasil, são cobrados muitos tipos de impostos, dos federais aos municipais. Segundo um estudo do IBPT, o brasileiro precisa trabalhar cerca de 149 dias para pagar as tributações. Dentre eles, temos o Imposto sobre Operações Financeiras. Mas você sabe como funciona o IOF?

Essa é uma cobrança que pode impactar o cotidiano de inúmeras pessoas, uma vez que incide sobre uma série de operações financeiras, não apenas nos investimentos.

Por conta disso, muitos pagam por esse tributo sem se dar conta disso. 

Isso porque o IOF está presente em diferentes operações do dia a dia, como operações de crédito, câmbio de moedas e contratos de seguro. Isso sem falar em alguns investimentos.

Entretanto, para responder como o IOF é cobrado, você deve compreender que as tarifas variam de acordo com a transação. Ou seja, a alíquota que deve ser paga depende do tipo de operação feita.

Para entender melhor sobre como pagar e como funciona o IOF, principalmente nos investimentos, continue a leitura!

O que é o IOF?

Como citado, IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras, um tributo federal pago tanto por pessoas físicas quanto jurídicas. Ele foi criado com o intuito de regular a economia nacional.

Ele não serve apenas para arrecadar receitas para o governo federal, mas também tem a função de medir o desenvolvimento ou retração da economia do país

Afinal, como o imposto é cobrado especificamente em operações financeiras, ele indica se o mercado tem oferecido muito ou pouco crédito às empresas e pessoas físicas. 

Dessa maneira, o governo consegue criar uma espécie de “termômetro” da economia com os dados das movimentações. Afinal, é possível ter uma ideia melhor de como está funcionando a oferta e demanda de crédito no País.

Contudo, não podemos considerar o aumento do IOF como algo exclusivamente de crescimento da economia, uma vez que o tributo também é cobrado nos casos de empréstimos. 

Para entender como funciona o IOF, é fundamental  pensar que o imposto é cobrado sempre que há algum tipo de operação de crédito, como nos casos de câmbio, seguros e empréstimos em um período inferior a trinta dias.

Como funciona o IOF?

Antes de pensar sobre como é cobrado o IOF, é necessário avaliar em quais operações ele deve ser pago. Algumas situações do cotidiano que envolvem o pagamento de IOF são:

  • uso do cartão de crédito;
  • uso do cheque especial;
  • contratação de empréstimo;
  • contratação de seguro;
  • compra e venda de moedas estrangeiras;
  • resgate de investimentos.

Vale lembrar que, para cada caso citado, há uma cobrança diferente de alíquota. Isso significa que o valor pode ser diferente para cada duração da operação. 

Na tabela abaixo você confere a alíquota do IOF referente a cada tipo de operação:

Tabela com alíquota IOF para cada tipo de operação
Fonte: XP Investimentos

Então, para saber quanto pagar e como pagar o IOF, o valor do imposto pode ser calculado multiplicando o valor movimentado pela alíquota referente à operação realizada. 

Por exemplo, se você fez uma compra no exterior no cartão de crédito de R$ 4.000, multiplicando esse valor por 6,38% (ou 0,0638), descobrimos que o valor pago do IOF é de R$ 255,20. 

Lembre-se de que o IOF também é cobrado em alguns tipos de investimentos, com uma ligação direta ao tempo em que o dinheiro está rendendo. Para simplificar, quanto maior o período de aplicação, menor é a tributação do imposto

Confira essa tabela de IOF regressivo:

Tabela IOF regressivo
Fonte: XP Investimentos

O que podemos entender disso? A alíquota se inicia em 96%, e vai diminuindo conforme o tempo vai passando. Então, ao chegar ao trigésimo dia, o IOF é zerado.

Mas como funciona o IOF caso você deseje retirar o dinheiro antes? Ele é cobrado sobre o valor do rendimento (aquilo que você ganhou), e não sobre o valor total investido.

Então, vamos supor que você investiu determinada quantia e, em 12 dias, a aplicação rendeu R$ 50. Para calcular como é cobrado o IOF se você retirar o valor, é necessário multiplicar a porcentagem do IOF pelo rendimento.

Ou seja, em doze dias a taxa é de 60%. Multiplicando pelo que o investimento rendeu, que foi R$ 50, temos um valor a ser pago em imposto de R$ 30.

Porém, não é em todos os investimentos que a tributação do IOF é cobrada. Comentaremos mais sobre isso a seguir.

Quando e como é cobrado o IOF nos investimentos? 

Entre as diferentes análises que devem ser feitas ao considerar o melhor investimento, muitos esquecem de avaliar o IOF. Como vimos, o tributo segue regras de acordo com o tempo e o tipo de aplicação.

Um dos maiores exemplos disso é a renda fixa. Muitos investidores optam por ela por questão de segurança, com o perfil mais conservador. 

Entretanto, a rentabilidade também pode ser mais baixa, principalmente quando pensamos nos investimentos que possuem incidência do IOF. São eles:

  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);  
  • LC (Letra de Câmbio); 
  • LF (Letra Financeira);  
  • Tesouro Direto. 

A cobrança do imposto depende do tempo que o dinheiro fica investido e, como vimos, a porcentagem é em cima do rendimento. Ou seja, 96% da rentabilidade até a taxa zero depois de trinta dias. 

Os fundos de investimentos, uma das modalidades que têm se popularizado no cenário de investimento brasileiro, atuam de forma similar à renda fixa. A incidência do IOF vai depender do tipo de aplicação, mas a tabela regressiva funciona da mesma maneira.

Como ter isenção do IOF?

A principal estratégia para não precisar pagar o IOF nos investimentos é manter o valor aplicado por pelo menos trinta dias antes de realizar o resgate. Assim, não haverá cobrança desse imposto.

Outra opção é montar uma carteira de investimentos com ativos financeiros que sejam isentos de IOF. Algumas das opções são:

  • CRI; 
  • CRA; 
  • LCI; 
  • LCA; 
  • Debêntures; 
  • Fundos de Renda Fixa. 

Agora que você já tem uma ideia de como funciona o IOF e como conseguir a sua isenção, que tal aprender a diversificar a sua carteira

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O que é Open Market? Conceito e importância para a política monetária

O open market é um instrumento essencial para a realização da política monetária brasileira. Este espaço de compra e venda de títulos é operado pelo Banco Central e influencia diretamente no poder de compra do brasileiro — seja ele um investidor ou não. 

Neste artigo, reunimos as informações mais importantes para te ajudar a entender o que é open market, quais as operações realizadas neste espaço e sua importância para a economia do país. 

Continue a leitura e saiba mais! 

O que é open market

De acordo com o dicionário de finanças da Rico, Open Market, no Brasil, se refere ao conjunto de transações realizadas com títulos de renda fixa, de emissão pública ou privada. 

Detalhando um pouco mais, podemos dizer que o open market, ou mercado aberto, é o ambiente no qual o Banco Central, principal autoridade monetária do país, negocia títulos públicos com instituições financeiras (chamadas, no contexto do open market, de dealers). 

Em um primeiro momento, conhecido como Mercado Primário, as operações no open market acontecem exclusivamente entre o Bacen e as instituições financeiras comerciais. 

Após a negociação, os bancos comerciais podem negociar os títulos em uma segunda instância — os investidores — no mercado secundário. 

>>> Leia mais: saiba tudo sobre o Banco Central — significado, principais funções e importância

Níveis de Open Market

A diferenciação do modelo das operações com títulos públicos acontece por meio da divisão do open market em dois níveis. 

A seguir, vamos conhecer cada um deles.

1- Nível primário 

  • O que ocorre neste nível? Operações realizadas exclusivamente entre o Bacen e os dealers (instituições financeiras credenciadas). 
  • As operações em nível primário estão abertas para o público em geral? Não!
  • Como são feitas as operações em nível primário? Neste nível, as transações tendem a ser bastante flexíveis, podendo acontecer por telefone ou internet.

2- Nível secundário 

  • O que ocorre neste nível? Os Bancos (dealers) realizam operações junto a outros participantes, incluindo os investidores em geral.  
  • As operações em nível primário estão abertas para o público em geral? Sim!
  • Exemplo de operação de open market em nível secundário: investimento no Tesouro Direto

Quais operações acontecem no open market?

No open market, acontecem as operações de compra e venda de títulos públicos pelo Banco Central. Estas operações são essenciais para a manutenção do equilíbrio na gestão econômica do país. 

Mas para que a nossa afirmação faça sentido para você, precisamos explicar com detalhes como e por que cada operação acontece neste ambiente. 

Compra e venda de títulos públicos 

No mercado aberto, o Banco Central negocia a compra ou a venda de títulos públicos com a intenção de injetar ou extrair dinheiro da economia do país. Esta é uma estratégia para regular a liquidez — aqui entendida como a capacidade de qualquer ativo de se converter em dinheiro — e manter a inflação próxima do valor estipulado pela taxa Selic

Quando o Banco Central precisa enxugar a liquidez de mercado no país (ou seja, reduzir o poder de compra atrelado à moeda) em um movimento chamado de contracionista ou restritivo, ele vende títulos públicos para as instituições financeiras. Isso faz com que a quantidade de moeda disponível e circulante no mercado diminua. 

Se, em contrapartida, o Bacen tiver a intenção de aumentar a liquidez em um movimento expansionista, ou seja, dar um gás na economia do país, ele compra títulos dos bancos. Dessa forma, injeta dinheiro no mercado.  

Qual a importância do mercado aberto na economia? 

O mercado aberto é um dos principais instrumentos da política monetária brasileira. A política monetária, por sua vez, é o conjunto de medidas adotadas pelos governos para assegurar o controle da oferta da moeda no país e, consequentemente, controlar a inflação. 

Com a compra e venda de títulos públicos atrelada ao open market, é possível, como apontamos no tópico anterior, controlar a oferta de moeda na economia e regular a taxa Selic. 

Agora você já sabe o que é open market e quais as suas principais operações. Para ficar mais fácil assimilar tudo o que dissemos até aqui, que tal um exemplo? 

Suponhamos que o Brasil esteja vivenciando um momento de alta nas reservas estrangeiras no país. Para controlar os preços e evitar o aumento da inflação neste cenário, o Banco Central entra em ação e vende títulos públicos no open market. Dessa forma, ele retira moeda de circulação e estabiliza o quadro. 

Continue aprendendo: a educação financeira pode abrir sua mente! 

Se entender o que é open market foi um dos seus primeiros passos rumo a um entendimento mais profundo sobre o mercado financeiro do país, que tal dar mais um passo à frente? Nossa indicação é o curso Combo: o beabá financeiro. Em 1h30, você aprende sobre juros, inflação, taxa Selic e mais! Faça a sua inscrição e caminhe para se tornar um expert!