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O que é renda tributável? Entenda como funciona

Independentemente de onde você esteja ou com o que trabalhe, uma coisa é certa: já ouviu falar sobre imposto e seus variados tipos. Se você tem algum tipo de dúvida acerca do pagamento de taxas, chegou ao lugar certo.

Afinal você sabe o que é renda tributável?

Basicamente é todo rendimento da pessoa física afetado pelo Imposto de Renda (IR). É importante se atentar sobre quais rendimentos estão sujeitos a taxação do IR.

Além disso, saber o que é rendimento tributável e como ele funciona facilita o processo da declaração anual do IR. Para te ajudar a não cair na malha fina por falta de conhecimento, preparamos um conteúdo completo sobre o assunto.

Ao término da leitura você terá aprendido:

  • o que é renda tributável;
  • como funciona a renda tributável;
  • quais são os rendimentos tributáveis e não tributáveis;
  • como calcular a renda tributável;
  • quando é preciso declarar os investimentos na bolsa

Boa leitura!

O que é renda tributável?

Os rendimentos tributáveis são todos aqueles sujeitos à cobrança do Imposto de Renda. A Declaração do Imposto de Renda (DIRPF) é obrigatória para quem possuir rentabilidades tributáveis que superem R$ 28.559,70.

Agora, se você tiver apenas rendimentos isentos de tributação, a obrigatoriedade para declarar acontece apenas se eles forem superiores a R$ 40 mil. Vale lembrar que esses valores consistem no período de um ano.

Caso você esteja em algum desses grupos, é muito importante que declare todos os seus rendimentos corretamente. Só assim será calculada a porcentagem correta de imposto a ser paga e uma possível restituição de tributos excedentes.

Continue a leitura para entender melhor o que é rendimento tributável, como funciona a declaração e quais são as rendas tributáveis e não tributáveis.

Como funciona a declaração da renda tributável?

Durante muito tempo declarar o IR significava uma dor de cabeça para muitas pessoas. Mas, com o avanço tecnológico, esse procedimento tem ficado cada vez mais acessível e simples de ser realizado.

Atualmente é possível fazer a DIRPF por meio de três plataformas. São elas:

  • declaração on-line pelo Portal e-CAC;
  • pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível para Android e IOS;
  • baixando o Programa Gerador de Declaração (PGD) referente ao ano vigente.

Além disso, a Receita Federal disponibilizou a opção para fazer a “declaração pré-preenchida”. Com ela, são importados dados de declarações feitas nos anos passados.

Caso seja a primeira vez que irá declarar renda tributável é possível realizá-la do zero. Ao preencher os dados, é preciso muita atenção com os rendimentos que irá declarar para não haver divergências ou pendências.

Rendimentos tributáveis e não tributáveis

Entender o que é renda tributável e como ela funciona não é a única questão importante na hora de declarar o Imposto de Renda. Afinal, é preciso saber quais rendimentos devem ser inseridos na DIRPF.

Os rendimentos tributáveis são divididos em quatro grupos: trabalho, aluguéis, pensão e outros. Confira abaixo os rendimentos que se encaixam em cada um deles.

Trabalho

  • Férias;
  • Participação dos empregados nos lucros das empresas;
  • Verbas recebidas por parlamentares;
  • Bolsa de estudo – contraprestação de serviço;
  • Residência médica;
  • Empresa optante pelo Simples Nacional – sócio ou titular;
  • Microempreendedor Individual (MEI);
  • Benefícios indiretos;
  • Horas extras.

Aluguéis

  • Aluguéis recebidos por residente;
  • Aluguéis recebidos por não residente;
  • Pagamento ao locador;
  • Usufruto de rendimentos de aluguéis;
  • Rendimentos de imóvel cedido;
  • Locação de espaço em imóveis, inclusive condomínios;
  • Benfeitorias – compensação;
  • Arrendamento de imóvel rural.

Pensão

  • Pensão paga por acordo ou decisão judicial;
  • Pensão recebida acumuladamente;
  • Pensão paga por meio de bens e direitos.

Outros

  • Servidão de passagem – indenização;
  • Laudêmio;
  • Indenização por morte;
  • Indenização por danos morais;
  • Encargo de doação modal;
  • Rendimentos de empréstimos.

Os rendimentos não tributáveis não são separados em grupos, mas, ainda assim, são várias as situações que não é preciso declarar. Entre elas estão:

  • Indenização;
  • Despedida, rescisão de contrato de trabalho, FGTS;
  • Lucros e dividendos apurados na escrituração em 1993;
  • Pensão, aposentadoria, reserva remunerada ou reforma;
  • Aposentadoria ou pensão de mais de uma fonte;
  • Pensão, aposentadoria, reserva remunerada ou reforma – 13º salário.

Para conferir a lista completa com todos os rendimentos tributáveis e não tributáveis acesse o manual da Receita Federal.

Como calcular a renda tributável?

Até aqui você já entendeu o que é renda tributável e como ela funciona. Mas, como é calculado o imposto da renda tributável?

O cálculo é baseado no tipo de Declaração do Imposto de Renda que você for escolher. Existem dois tipos:

  • declaração simples;
  • declaração completa.

Na declaração simples, o desconto sobre os rendimentos é o padrão de 20%. Agora, na declaração completa, se inclui todo tipo de gasto que poderá abater no imposto.

A declaração completa é mais utilizada para quem busca o valor da restituição do imposto sobre os produtos ou serviços. Caso escolha esse tipo de declaração é importante ter o comprovante de todos os gastos que foram declarados.

Portanto, se não tiver os comprovantes, é mais confiável realizar a declaração simples. Analise bem os gastos e rendimentos que for declarar e avalie qual mais se encaixa na sua situação.

Investimentos na bolsa: quando é preciso declarar?

Você é um investidor? Sim? Sabia que você pode ter que adicionar seus investimentos na declaração do IR?

Caso possua rendimentos tributáveis que superem R$ 28.559,70 ou não tributáveis superiores a R$ 40 mil no ano anterior ao da declaração, você deverá inserir seus investimentos. Independentemente se o ativo for isento de IR ou não, ele deverá estar declarado.

Entre os investimentos tributados estão:

Enquanto os não tributados são:

  • poupança;
  • LCI;
  • LCA;
  • CRI;
  • CRA.

É preciso muita atenção ao declarar seus investimentos e os rendimentos provenientes deles. O motivo é que existem seções diferentes para declarar cada um.

Enquanto os investimentos são declarados na ficha “Bens e Direitos”, os rendimentos são declarados nas fichas: “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” e “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Gostou do conteúdo? Agora que sabe tudo sobre o que é renda tributável chegou a hora de expandir seus conhecimentos.

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O que é corretagem? Entenda como funciona a cobrança dessa taxa na prática

Investir na bolsa de valores está ficando cada vez mais simples com o passar dos anos. No entanto, isso não significa que os estudos sobre o assunto devem ser deixados de lado.

Muito pelo contrário! Por estar em constante movimento e ser influenciada por diversos fatores, o estudo acerca do mercado financeiro não pode parar.

Um assunto de grande destaque é o que aborda as taxas de operação, uma vez que elas são essenciais para quem deseja investir.

Neste contexto, é válido destacar que existem diferentes tipos de taxas. Neste artigo, abordaremos a de corretagem.

Mas,  o que é corretagem? Como ela funciona? Há a opção de não pagá-la?

Para descobrir todas essas respostas, basta ler este post até o fim, o qual abordará:

  • o que é corretagem?;
  • taxa de corretagem: quais são os tipos?;
  • corretora com corretagem zero. Existe?

Boa leitura!

O que é corretagem?

Como já adiantamos acima, a corretagem é um tipo de taxa de operação na bolsa de valores. Ela é uma tarifa paga às corretoras por realizarem o serviço de intermédio entre investidor e mercado. 

Esse tipo de taxa é aplicada sobre movimentações com investimentos de renda variável. Entre os mais comuns estão:

  • ações;
  • contratos do mercado futuro.

Mas, quem paga a corretagem? Por ser uma taxa existente entre corretora e investidor, quem a paga é o próprio investidor. Afinal, é uma taxa de prestação de serviço.

Quanto a maneira que ela será paga dependerá muito da corretora escolhida. O valor também depende dessa decisão. Há corretoras, por exemplo, que cobram de acordo com o resultado dos investimentos.

Independentemente de como for pagar a taxa, é muito importante conferir a nota de corretagem. Nela estará  presente o extrato da movimentação dos ativos da sua carteira de investimentos.

Além disso, com a nota de corretagem, você pode declarar renda no Imposto de Renda (IR). Mas, caso esteja querendo investir sem pagar corretagem, existem corretoras que não a cobram, como a XP e a Clear.

Ficou curioso? Mais para frente te explicamos mais detalhes sobre o que é corretagem zero. Continue por aqui para não perder nada!

Quais são os tipos de taxa de corretagem?

Entendendo o que é corretagem fica mais simples compreender como funcionam os diferentes tipos dessa taxa. Já que quem paga a corretagem é o próprio investidor, é primordial analisar bem cada uma delas  na hora de assinar o contrato com a corretora.

Vale lembrar que, independentemente do tipo escolhido, o valor cobrado incidirá diretamente na rentabilidade líquida do seu investimento. Ou seja, ao fazer o depósito para a compra de ativos é interessante já pensar no percentual que será da corretora.

Tendo isso em mente, vamos ao que interessa: como funciona a corretagem e seus diferentes tipos? Confira a seguir os detalhes de cada um deles.

Corretagem fixa

No primeiro tipo de taxa, como o próprio nome já diz, é cobrado um valor único independentemente de quanto vai investir. Por exemplo:

Flávio tem em sua conta R$1.000 para serem movimentados, enquanto Leandro tem R$50.000. Mesmo que a quantia dos dois esteja em patamares diferentes, na corretagem fixa a porcentagem que incidirá sobre a rentabilidade de ambos, será a mesma. 

Corretagem variável

Diferentemente da corretagem fixa, na corretagem variável Flávio e Leandro não pagariam o mesmo percentual. Pois, esse tipo de taxa incide sobre a quantidade investida.

A maneira que a taxa variável será cobrada dependerá da corretora. No entanto, a Bovespa montou uma tabela para que as empresas pudessem se basear. Confira abaixo.

tabela-bovespa-taxa-corretagem
Tabela de taxas recomendada pela B3

Corretagem por tipo de investimento

Até aqui você já entendeu o que é corretagem e como funcionam os tipos fixo e variável. Mas, além deles, a cobrança também pode ser feita por tipo de ativo.

Confira a seguir como a corretagem incide sobre as ações e contratos futuros.

Ações

O valor da corretagem sobre as ações pode ser feito de diversas maneiras. São elas:

  • baseada no modelo operacional da bolsa;
  • sobre a quantidade de operações feitas;
  • de acordo com o volume financeiro.

Geralmente, quando a operação é feita no módulo Day Trade o valor é cobrado por ordem, com uma taxa fixa para cada. No entanto, há empresas que estipulam o valor da taxa se baseando na quantidade de operações ou do volume de dinheiro.

Nesses casos, é preciso se atentar às condições de cada corretora para não ser pego de surpresa.

Contratos futuros

Caso invista em contratos futuros, a taxa de corretagem é cobrada dependendo do tipo de contrato que for escolhido. Além disso, assim como na taxação de ações no Day trade, a cobrança é feita por contrato.

Por exemplo: Eduardo investiu em 50 contratos futuros de dólar. Então a taxa incidirá 50 vezes, ao invés de uma única vez contando o montante.

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Existe corretora com corretagem zero?

Agora que já sabe tudo sobre o que é corretagem e seus tipos de taxas, como deve ser investir sem precisar pagá-la? Será que é possível?

A resposta para essa pergunta é… SIM! É possível investir na bolsa sem precisar pagar a corretagem.

A corretagem zero é uma realidade no mundo dos investimentos. No Brasil, a corretora pioneira nesse sentido foi a Clear. Conheça mais sobre ela a seguir.

Clear: a primeira a zerar a corretagem

Focada em investimentos de renda variável, a Clear foi a primeira corretora brasileira a inovar zerando a cobrança da corretagem em todos os produtos. Mesmo sendo uma empresa que é mais focada no trabalho do trader, essa ação expandiu o público.

Sem a cobrança da corretagem, o investimento em ativos na bolsa de valores fica mais acessível. Além disso, a corretora também não cobra a taxa de custódia que incide sobre as ações e títulos guardados na instituição financeira.

>>> Aprendeu tudo sobre o que é corretagem? No blog da Faculdade XP School, o braço educacional da XP, você fica por dentro de tudo o que envolve o mercado financeiro e de investimentos.

Como os milionários investem? Siga os mesmos passos!

“Quem quer ser um milionário”, “Show do Milhão”, “Mega Sena da Virada”, você, com certeza, já ouviu falar dessas maneiras de se tornar um milionário. Seja contando com a sorte ou conquistando de outra maneira, fazer parte desse seleto grupo não é tarefa fácil.

No entanto, o que poucos sabem, é que se manter no patamar de milionário é ainda mais difícil.

No mundo existem mais de 56 milhões de pessoas milionárias, segundo a Credit Suisse. Mas o dinheiro ganho ou conquistado, mesmo que em grande quantidade, pode se esvair rapidamente sem uma educação financeira.

É sobre os que conseguem manter seu patrimônio que a curiosidade é mais comum. Afinal, como os milionários investem? Como eles mantêm ou aumentam seu patrimônio?

Caso essas dúvidas passem pela sua cabeça, chegou ao lugar certo!

Preparamos um conteúdo sobre os tipos de investimentos mais comumente escolhidos por milionários. Continue por aqui para aprender a investir como um milionário!

Como os milionários investem?

Antes de aprender o passo a passo de como os milionários investem, é preciso entender uma coisa. O estudo sobre o mercado financeiro é primordial para todo investidor.

Milionário ou não, continuar se informando sobre as peças que formam o mundo dos investimentos possibilita uma chance maior de aumento de patrimônio. Portanto, se seu objetivo é investir como um milionário, tenha em mente que o estudo é a base principal.

Para te ajudar nessa tarefa, a Faculdade XP School, o braço educacional da XP Inc, conta com o combo de cursos sobre educação financeira.

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Dito isto, vamos direto ao assunto: como os milionários investem? Confira a seguir o passo a passo completo de como esses investidores qualificados conseguem manter ou ampliar sua fortuna.

1- Cria objetivos coerentes

O primeiro passo para aprender sobre a maneira de investir dos milionários é entender qual é o seu foco. Mesmo sendo parte do grupo dos investidores ricos é preciso sempre elencar os objetivos de cada investimento.

Além disso, os objetivos a serem traçados devem ser coerentes com o presente. Ricos ficam mais ricos com investimentos pois se atentam ao mais simples e focam na conclusão de seus objetivos.

Portanto, se vale de aprendizado: ser realista com a sua situação é a melhor maneira de elencar os objetivos, em quais ativos investir para alcançá-lo e em quanto tempo.

Com os objetivos traçados o investidor pensa mais em maneiras de como realizá-lo minimizando os riscos. E por falar em riscos, esse fator é determinante para decidir como e onde investir.

2- Utiliza boas estratégias

Tendo um ou vários objetivos traçados, chegou a hora em que é preciso elaborar uma estratégia para alcançá-los. Reconhecer o tipo de investidor que se é, é parte fundamental desse processo.

Existem três tipos ao todo, no mundo dos investimentos. São eles:

  • conservador;
  • moderado;
  • arrojado;

A diferença entre cada um é analisada de acordo com o risco que cada um está disposto a enfrentar com seus investimentos.

Sendo o arrojado o mais disposto a investir em ativos com mais riscos, mas com um maior potencial de rentabilidade. O conservador  está mais interessado na segurança e o moderado está no meio dos dois, arriscando mas não deixando a proteção de seus ativos de lado.

De acordo com um levantamento do Valor Investe com os dados da Anbima sobre como milionários investem, a maior parte da carteira de investimentos desse público é de renda variável. No entanto, esses investidores arrojados também aplicam em outros ativos para proteger sua carteira.

Existem três principais estratégias para quem investe em renda variável. São elas:

  • Day trade: operações que duram um dia, o foco é o lucro no curtíssimo prazo;
  • Swing trade: operações mais longas, focadas no médio prazo;
  • Buy and Hold: operações que duram muitos anos, são focadas no longo prazo.

A utilização de cada uma dependerá sobre qual objetivo e em quanto tempo o investidor quer alcançá-lo.

3- Diversifica a carteira de investimentos

Como explicamos acima, mesmo que a maior parte da carteira de investimentos dos milionários seja de renda variável, ela não representa a totalidade. É muito comum, para a proteção dos investimentos, diversificar os ativos.

O que isso significa?

Por exemplo: Marcos investe 60% da quantia que aplica em ativos de renda variável pensando no longo prazo. Mas, por não ter certeza sobre as oscilações da bolsa de valores, decide investir também 15% em ativos de renda fixa como LCI e LCA.

Essa opção de Marcos vai fazer com que 15% da sua aplicação tenha uma rentabilidade a qual ele já vai estar ciente.

4- Não depende de um único mercado

A diversificação da carteira de investimentos dos milionários vai além de apenas um mercado. É comum entre os investidores qualificados aplicarem em mercados de outros países. Assim, eles não ficam dependentes das oscilações da Bolsa de Valores do Brasil, por exemplo.

5- Acompanha a evolução da sua carteira periodicamente

O quinto passo para entender como milionários investem, tem relação com o acompanhamento de seus lucros ou prejuízos. Afinal, ao investir é preciso estar atento às projeções dos ativos no período de tempo do objetivo inicial.

Onde os milionários investem?

Até aqui você já entendeu os principais passos de como os milionários investem e quais as maneiras que utilizam para proteger seus investimentos. Mas, a pergunta que não quer calar: onde os milionários investem?

Confira a seguir os três principais investimentos feitos por milionários brasileiros.

Fundos de investimento

Os vários tipos de opções para se aplicar com os fundos de investimento chama a atenção dos milionários. Para investir nos fundos é preciso estar ciente que eles são negociados em cotas.

Portanto quanto mais cotas forem compradas maior será o lucro ou prejuízo da aplicação. Por serem muitos, investir nos fundos de investimento é uma ótima opção para a diversificação da carteira.

Para entender mais sobre o assunto, confira o vídeo abaixo!

LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são a parte de segurança da carteira de investimentos dos milionários. Os dois investimentos lucram com os juros do empréstimo feito para instituições financeiras. A única diferença é que um compra papéis do setor imobiliário e outro do agronegócio.

A rentabilidade desse tipo de investimento pode ser:

  • prefixada: o percentual de retorno anual é decidido ao fazer o contrato;
  • pós-fixada: percentual de rendimento anual é atrelado à taxa CDI;
  • atrelada à inflação: o percentual se baseia no IPCA.

A decisão sobre qual seguir deve ser feita no contrato. É muito importante ter os objetivos em mente para saber qual será mais rentável.

Ações

Investir em ações na bolsa de valores também é algo muito comum entre os investidores milionários. Ao aplicar nas ações de uma empresa, o investidor se torna sócio da mesma.

É preciso estar atento às variações do mercado para saber quais ações terão um maior lucro no prazo dos seus objetivos. Portanto, o estudo é essencial nesses casos.

>>> Gostou do conteúdo? Agora que sabe como milionários investem na bolsa de valores, o que acha de seguir o mesmo caminho?

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Indicador Trix: qual é o melhor momento de compra e venda?

Compre na alta e venda na baixa”: alguém já te indicou essa estratégia de investimentos? Se a resposta foi sim, saiba que isso pode trazer certas armadilhas, razão pela qual é importante adotar uma tática que traga resultados consistentes. Por isso, explicaremos o que é indicador Trix e como usá-lo para otimizar o retorno das suas aplicações financeiras.

Antes de mais nada, vale lembrar que esse retorno da renda variável depende de vários fatores. Isso inclui o cenário econômico do país, a situação da empresa emissora dos papéis negociados na bolsa de valores e, também, a análise por parte do trader. 

Afinal, não basta querer buscar R$ 30 mil ao mês com o day trade sem ter um planejamento assertivo.  

E, como não se sabe com exatidão qual será a lucratividade, o ideal é “ler” os movimentos do mercado para tomar boas decisões. 

Nesse sentido, o indicador Trix poderá ajudar você a definir qual é o melhor momento de entrada e saída das operações. Então, continue a leitura para conhecer (e aplicar) essa ferramenta que une a tendência e o momentum.

Na teoria, o que é o indicador Trix na análise técnica?

Como definir o momento certo para comprar e vender ativos financeiros, como as ações? Se essa questão também ronda seus pensamentos, não deixe de baixar o e-book gratuito “Como se formam os preços dos ativos”, que têm como base a lei da oferta e demanda. 

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Como se formam os preços dos ativos" da Faculdade XP School.

Em paralelo, é fundamental se familiarizar com a análise técnica, também conhecida como análise gráfica. Basicamente, é uma estratégia que visa “antecipar” os movimentos do mercado, ao analisar o comportamento das ações e de outros ativos.  

E o indicador Trix é uma das ferramentas adotadas por quem opta pela casa de análise técnica. Sendo assim, continue conosco para descobrir como identificar as tendências e, assim, tomar as melhores decisões na compra e venda de papéis. 

>>> Saiba mais sobre os indicadores de tendência, sejam de alta, baixa ou lateralização

O que é indicador Trix?

O indicador Trix (Triple Exponential Average) é uma forma de rastrear tendências e retirar do campo as oscilações irrelevantes. Em português, ele é conhecido como tripla média móvel exponencial e ajuda a mitigar os riscos de considerar sinais falsos na análise técnica.   

Aliás, o InfoMoney destaca que essa ferramenta evita a operação com falsos rompimentos de resistências. Segundo o portal, “sendo um indicador de momento, o Trix oscila entre um eixo zero, que serve como delimitador para indicar o início de uma nova tendência.”

Como funciona o Trix (Triple Exponential Average)?

O Trix funciona tanto como um indicador de tendência, quanto como um oscilador. Isto é, ele mostra a variação percentual do ativo com base em três médias móveis em um período. A propósito, lembre-se de combiná-lo com outras ferramentas, levando em conta as seguintes vantagens do Trix:

  • identificar reversões, observando sinais de divergências de preço e cruzamentos em uma linha de sinal;
  • visualizar facilmente as zonas de sobrecompra e sobrevenda, evitando falsos sinais de rompimento;
  • filtrar ruídos e oscilações, além de captar antecipadamente os movimentos de tendência;
  • focar a atenção nos momentos em que há alguma divergência entre o preço e o indicador.

Como calcular o indicador Trix?

O cálculo do oscilador Trix se baseia na variação percentual das três médias móveis, certo? Com isso em mente, veja o método para calcular o Triple Exponential Average:

  • primeiramente, calcule a média móvel exponencial de “n” dias (MME1) com base nos dados de fechamento;
  • em seguida, calcule a segunda média móvel exponencial para esse mesmo período, usando a MME1 (MME2);
  • depois, calcule a terceira média móvel exponencial, no mesmo período, conforme a a MME2 (MME3);
  • por fim, calcule a diferença percentual entre os preços de “n” diante do dia anterior (n-1), de acordo com a MME3. No caso, esse resultado mostra a tripla média móvel exponencial.

Como usar o indicador Trix? 5 dicas práticas 

Para consolidar as informações do post, seguem cinco dicas ligadas ao Trix para otimizar o retorno das aplicações. Mas, antes disso, veja como ele se comporta no gráfico da ação PETR4, da Petrobrás:

indicador Trix - ações Petrobrás

Fonte: Bússola do Investidor

1. Use o Trix como um oscilador

Aqui, o Trix deve oscilar em torno do zero, tal como acontece com os demais osciladores. Quanto mais distante ele estiver do zero e mais fechado o ângulo de cruzamento do indicador, mais forte tende a ser esse movimento: 

  • Trix positivo: sobrecompra;
  • Trix negativo: sobrevenda.

2. Adote o Trix como um rastreador de tendência

Se a variação do Trix for positiva, a tendência vem ganhando força. Por outro lado, se a variação for negativa, isso demonstra que o movimento vem perdendo força. E ele também é visto como um indicador de momento, verificando as divergências de preço. 

3. Combine o Trix com outras ferramentas 

Muitos traders usam o Trix para complementar as análises e orientar as decisões na negociação de ativos. Por exemplo, ao combiná-lo com a média móvel exponencial (MME), pode-se confirmar os sinais de compra e venda.

4. Use uma plataforma de trading como a XP Pro

Com a plataforma XP PRO, da XP Investimentos, você terá diversos recursos de análise técnica. Por meio de um gráfico profissional, pode-se inserir estudos (como o Trix), traçar retas (incluindo o método Fibonacci) e mudar o tipo de gráfico (a exemplo do candlesticks). 

Além disso, é possível acompanhar diferentes periodicidades, seja por minuto, semana, mês ou ano. E, para entender como configurar essa visualização na plataforma, veja um tutorial prático:

5. Invista em conhecimento para refinar a análise técnica

Agora que você conhece as características do indicador Trix, que tal continuar sua jornada de conhecimento? Para isso, a dica de ouro é fazer o curso online “Análise técnica clássica – entenda os gráficos para operar em qualquer mercado”.  

Com o apoio dos especialistas da Faculdade XP School, será mais fácil “ler” os movimentos do mercado assertivamente. E o melhor: você conhecerá sinalizadores suficientes para identificar oportunidades, nortear decisões de investimentos e potencializar os ganhos.

Como acompanhar um pregão eletrônico da bolsa de valores?

Quer negociar ativos financeiros, mas não sabe onde verificar o tal “sobe” e “desce” da bolsa de valores? Neste artigo, você descobrirá como acompanhar um pregão eletrônico para tomar as melhores decisões sobre seus investimentos e desinvestimentos.

Aliás, vale lembrar que, no mercado financeiro, a palavra “pregão” diz respeito ao horário de funcionamento da bolsa. Isto é, trata-se do período em que os ativos podem ser negociados, seja na compra ou venda de ações e outros papéis.   

E, se você está se perguntando o porquê isso é importante, continue conosco para desvendar esse mistério. A propósito, além de explicar como acompanhar um pregão eletrônico, falaremos sobre cinco etapas para ficar de olho na movimentação financeira.

O que é e como acompanhar um pregão eletrônico?

Antes de abordar como acompanhar um pregão eletrônico, vale a pena falar sobre a bolsa de valores. Para resumir, esse é o ambiente de mercado que possibilita as negociações de ativos, sobretudo os que fazem parte do segmento de renda variável. Por exemplo, podemos citar as ações, que representam as frações do capital das empresas.

Para ter mais detalhes sobre essa dinâmica de negociação, baixe o e-book “Guia da bolsa para investidores”. Neste material, você conhecerá os principais conceitos que otimizam o retorno dos seus investimentos, a fim de construir um futuro financeiro mais saudável.

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Com isso em mente, será mais fácil compreender a relevância do acompanhamento dos pregões. Portanto, listamos quatro questões que contextualizam as oportunidades de negociação dia após dia, lembrando de analisar com cautela o “sobe” e “desce” dos preços. 

1. O que é pregão? 

Pregão é o período diário em que as bolsas de valores estão abertas para a negociação de ativos. Nesse ponto, vale lembrar que cada bolsa tem suas próprias regras e horários, razão pela qual falaremos no post sobre a B3, que é a Bolsa de Valores do Brasil. 

Desde 1997, as negociações ocorrem no ambiente digital, daí o nome pregão eletrônico. E aqui vai um ponto de atenção: a tecnologia permite que as ordens de compra e venda sejam emitidas a qualquer momento, porém, elas só serão concretizadas durante o pregão. 

2. Para que serve o pregão?

O pregão é o momento em que se pode executar as ordens de compra e venda de ativos. Se você optar pela modalidade operacional day trade, por exemplo, a negociação será efetivada em um mesmo dia, ou seja, entre a abertura e o fechamento do mesmo pregão. 

Já no swing trade, as negociações se estendem por mais de um pregão, o que leva cerca de uma semana. Por isso, é importante escolher a modalidade em que se pretende operar, visto que isso influencia até mesmo na declaração do Imposto de Renda, ok? 

3. Que horas abre e fecha o pregão da B3? 

Atualmente, o pregão da B3 abre às 10h para negociar ações, logo após o cancelamento de ofertas e a pré-abertura. Contudo, o pregão regular fecha em torno das 18h, variando conforme a call de fechamento de cada mercado, assim como o after-market

E, se você ainda não conhece esses termos, fique tranquilo, pois explicaremos tudo no próximo tópico. Mas, para adiantar, veja a tabela com os horários de negociação de ações que constam no site da B3:

como acompanhar um pregão eletrônico - horários B3

4. Como funciona o pregão? 5 etapas

O funcionamento da bolsa se divide em cinco etapas, sendo que as quatro primeiras representam o pregão regular. Já a última, o after-market, é um período de negociação adicional. Confira as diferenças, tomando como base o mercado de ações:

  1. cancelamento de ofertas: das 9h30 às 9h45, as ofertas remanescentes do pregão anterior são anuladas;
  2. pré-abertura: entre 9h45 e 10h, o sistema registra as ordens de compra e venda. Embora elas só sejam efetivadas na próxima etapa, isso define o preço de abertura das respectivas ações;  
  3. negociação: a partir das 10h, é possível efetivar a compra e venda de ações. Por sinal, lembre-se de que os preços oscilam de acordo com a lei da oferta e demanda. E, no mercado à vista, essa negociação vai até às 17h55;
  4. call de fechamento: no período entre 17h55 e 18h00, acontece o leilão de encerramento das ações. Em outras palavras, é o momento em que se intensificam as negociações, uma vez que será definido o preço de fechamento dos ativos; 
  5. after-market: por fim, esse é um período extra de negociação, que acontece logo após o pregão regular. É um jeito de equiparar os horários das bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Entretanto, o after-market não está disponível para as ações no momento, devido ao fim do horário de verão nos EUA.

Como acompanhar um pregão eletrônico? 3 opções 

Agora, vamos às três maneiras de descobrir como acompanhar um pregão eletrônico na prática. Confira!

1. Home Broker da corretora

O Home Broker é uma ferramenta que agiliza a compra e venda de ações, facilitando as negociações. Ela é disponibilizada pelas corretoras de valores, como a XP Investimentos, com um amplo leque de funcionalidades, como:

  • verificação das cotações em tempo real;
  • emissão das ordens de compra e venda;
  • visualização da evolução do saldo investido. 

2. Cotação em sites especializados 

Já os portais como o InfoMoney, por exemplo, trazem as cotações do dia, com os altos e baixos dos ativos. Em paralelo, pode-se conferir a base histórica para verificar seu  desempenho dentro de um recorte de tempo. 

3. Plataformas profissionais

Contar com uma plataforma profissional ajuda a fazer uma análise apurada da performance dos ativos. Para exemplificar, tanto a Profit Trader, quanto a Profit Pro, estão disponíveis gratuitamente na XP Investimentos, a partir de um minicontrato de índice ou dólar. 

E, agora que você sabe como acompanhar um pregão eletrônico, que tal começar a aplicar recursos? Se a ideia te interessa, saiba que é essencial ampliar a base de conhecimento para tomar as melhores decisões financeiras e, assim, maximizar o retorno das aplicações.

Para te ajudar nisso, a Faculdade XP School tem o curso “Aprenda a investir na bolsa de valores”. Então, aproveite a oportunidade para ampliar seus horizontes, a fim de aplicar recursos com mais segurança e assertividade. 

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Fedora Linux: o guia completo para utilizar esse sistema operacional

Se você está iniciando os estudos na área de programação, provavelmente já escutou o seu professor ou colega de turma falar sobre o Fedora Linux. Isso porque antigamente ele era chamado de Fedora Core, é uma das distribuições mais populares do sistema operacional Linux. 

Para entender o motivo da popularidade do Fedora Linux e decidir se ele é ou não uma boa opção para você, continue a leitura deste artigo! 

O que é o Fedora Linux?

Fedora Linux é um sistema operacional Linux de software livre e código aberto. Criado em 2003, o Fedora Linux é patrocinado pela empresa norte-americana Red Hat e toda a parte de desenvolvimento e suporte é realizado pela comunidade do Projeto Fedora. 

Como o Fedora Linux funciona?

O Fedora Linux é uma distribuição do Linux que funciona graças ao Projeto Fedora. Em resumo, o Projeto Fedora é uma comunidade de pessoas que trabalham para manter a qualidade e as melhores iniciativas do Fedora Linux por meio de padrões livres de software open source. 

Versões do Fedora Linux

O sistema operacional Fedora Linux está disponível em cinco versões – sendo a Fedora Workstation, Fedora Server e a Fedora Cloud as principais versões. Confira abaixo quais são as cinco versões e para quê elas são utilizadas: 

  • Fedora Workstation: sistema operacional voltado para laptops e computadores de mesa com uma série de ferramentas para programadores e desenvolvedores;
  • Fedora Server: sistema operacional focado na infraestrutura e em serviços, possui as melhores tecnologias de data center disponíveis na atualidade; 
  • Fedora Cloud: é um sistema operacional de base mínima composto por imagens liberadas para uso em nuvens públicas e privadas;
  • Fedora IoT: código aberto para ecossistemas que investem em Internet das Coisas;
  • Fedora CoreOS: focado em contêiner, o CoreOS é um sistema operacional mínimo. 

Fedora Linux é gratuito?

Sim! O Fedora Linux é um software totalmente gratuito. Por isso, vem se tornando tão popular. Todos os elementos que compõem o Fedora, desde o kernel até os aplicativos que fazem parte do sistema, são de código aberto e 100% gratuitos.  

Como instalar o Fedora Linux: passo a passo

Primeiramente, para instalar o Fedora Linux você deve se certificar que seu computador atende aos seguintes requisitos: processador de no mínimo 1GHz, 1 GB de RAM e 10 GB de espaço no disco rígido. 

Logo depois, você deve acessar o site oficial do Fedora Linux e escolher qual versão deseja baixar. 

Site oficial Fedora Linux

Após clicar em “Baixe agora”, aparecerá na tela a opção para escolher se o sistema será para Windows, MacOS ou Linux, conforme a imagem abaixo: 

Fedora Linux está disponível para vários sistemas operacionais.
Tela de download do Fedora Linux.

Em seguida, o download o será iniciado. Com o início do download, siga as instruções abaixo:

  • Escolha o idiona e clique em “Continuar”;
  • Defina a hora, a data e o seu fuso horário;
  • Selecione o destino da instalação. Na maioria dos casos, o destino selecionado é o disco rígido;
  • Dê início a instação clicando em “Iniciar instalação”;
  • Seleciona “Concluir instalação” quando todo o processo for finalizado;
  • O computador será reiniciado automaticamente. Entretanto, caso isso não aconteça, clique na seta no canto superior direito da área de trabalho e aperte no botão “Poder”. 

O sistema operacional pode ser instalado diretamente no computador ou pode ser baixado em um dispositivo com entrada USB e ser executado na hora do uso. 

Como usar o Fedora Linux?

Uma das principais características do Fedora Linux é ser um sistema estável e de fácil entendimento, além de ter uma comunidade ativa de usuários que se ajudam e buscam esclarecer as dúvidas uns dos outros. Portanto, usar o sistema operacional é mais fácil do que você imagina! 

Principais comandos no Fedora Linux

Para facilitar o seu uso no Fedora Linux, listamos os comandos básicos e as funcionalidades de cada um:

  • sudo dnf install pacote ou sudo dnf install pacote1 pacote2 ou sudo dnf install -y pacote para instalar pacotes;
  • sudo dnf install pacote.rpm para instalar um pacote dentro de uma pasta;
  • sudo dnf erase pacote ou sudo dnf remove pacote para remover um pacote;
  • sudo dnf check-update para atualizar os pacotes do sistema;
  • sudo dnf upgrade para atualizar pacotes instalados, adicionar ou remover do sistema pacotes com novas dependências;
  • dnf search nome_do_arquivo ou dnf search all nome_do_aquivo para procurar programa via terminal;
  • dnf info pacote ou dnf repoquery –requires pacote para ter acesso às informações, o “Sobre”, do pacote;
  • sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm para adicionar o repositório RPM Fusion.

<Leia também: Conheça as 10 principais distribuições do Linux e suas características/>

Vantagens e desvantagens do Fedora Linux

Assim como todos os sistemas operacionais, o Fedora apresenta uma série de pontos positivos e pontos negativos, que devem ser levados em consideração na hora de optar pelo seu uso. 

Abaixo, listamos algumas vantagens e desvantagens mencionadas por usuários do Fedora Linux: 

Vantagens

  • Totalmente gratuito;
  • Interface simples;
  • Mais seguro que outros sistemas operacionais como Windows e macOS;
  • Oferece diversas opções para desktop – chamadas de Spins;
  • Comunidade ativa de usuários.   

Desvantagens 

  • Atualizações constantes;
  • Bugs e problemas em algumas atualizações.

Qual a diferença entre o Fedora e o Ubuntu?

Na hora de escolher um sistema operacional que envolve o Linux, muitas pessoas ficam em dúvida entre o Fedora e o Ubuntu, já que ambos sistemas possuem interfaces parecidas. Para ajudar você a tomar a sua decisão, preparamos um quadro com as principais características de cada sistema e no que eles se diferem: 

FedoraUbuntu
Ambiente de desktop GNOMEGNOME
Software utilizado para distribuição do sistema DebianRedHat e RHEL
Gerenciamento de pacotesAPTDNF
Aplicações popularesEvolution, LibreOffice, Mozilla Firefox, Mozilla Thunderbird, Nautilus e RhythmboxEvolution, LibreOffice, Mozilla Firefox, Nautilus e Rhythmbox
Desenvolvedores responsáveis  RedHat e IBMCanonical Ltd.
Lançamento de novas versõesA cada 6 meses Lançamento regular: a cada 6 meses com suporte por 9 meses
Lançamento de Suporte a Longo Prazo (LTS): em um intervalo de 2 anos com suporte por 5 anos 
Quadro comparativo entre o Fedora e o Ubuntu

Qual é melhor Fedora ou Ubuntu?

Afirmar que o Fedora Linux é melhor que o Ubuntu, ou vice-versa, é algo muito relativo. Isso porque a escolha por uma ou outra distribuição Linux é algo relativo, que depende do que você pretende alcançar com o uso. 

Por exemplo, o Ubuntu é um sistema operacional que se adequa a quase todos os negócios. Por outro lado, o Fedora Linux é um sistema operacional já tem um ecossistema mais refinado, que funciona melhor para administradores ou desenvolvedores que trabalham com sistemas da Red Hat. 

<Leia também: Como instalar o MongoDB no sistema operacional Linux (Ubuntu 20.4)/>

Conclusão

Ao longo deste artigo, vimos como o Fedora Linux é uma distribuição Linux simples e intuitiva, ao mesmo tempo que é completa e pode ser usada para diversos objetivos. Por conta disso, o sistema operacional vem se tornando uma das distribuições mais populares do Linux, principalmente entre os que estão iniciando na área de programação. 

Curtiu o artigo e quer aprender mais sobre os sistemas operacionais Linux? Matricule-se no Bootcamp Online Administrador(a) Linux da Faculdade XP! Em apenas 10 semanas você aprende com profissionais renomados a dominar ambientes e softwares baseados no sistema operacional Linux. 

O que são fundos referenciados e para quais investidores ele é mais vantajoso?

Os fundos referenciados fazem parte daquele rol de investimentos úteis para todo mundo.

Como você já deve saber, um dos fatores para ter sucesso no mercado financeiro é saber quando investir em cada ativo. A máxima de que investimentos de renda fixa são indicados apenas para investidores conservadores não é uma verdade intocável.

Afinal, o grande segredo é utilizar o investimento para alcançar os seus objetivos e nós não temos apenas um, não é verdade?

Os fundos referenciados DI, IPCA, etc, podem ser muito úteis, por exemplo, para quem quer criar uma reserva de emergência, diversificar a carteira, ou apenas ter um dinheiro guardado que renda mais que a poupança!

Vamos entender melhor o que são fundos referenciados, quais as taxas bases, rendimento e vantagens desse fundo?

O que são fundos referenciados?

Fundos referenciados são categorizados como fundos de renda fixa, pós fixados baseados em indicadores financeiros. O mais comum é o Fundo Referenciado DI, que segue o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Mas também temos com base na taxa Selic, PTAX, IPCA e IGP-M.

No mercado, dizemos que os fundos referenciados têm por objetivo apresentar uma rentabilidade igual à referência. Ou seja, acompanham as oscilações de um benchmark. Para isso é preciso seguir alguns requisitos presentes em cada fundo de investimento.

Como, por exemplo, destinar 95% do patrimônio aplicado em ativos que sigam determinado indicador. Já, em relação à carteira, 80% devem ser aplicados em títulos públicos federais, cotas ou outros ativos de renda fixa de baixo risco.

Vale ressaltar que os fundos referenciados são regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários. E é necessário a presença de um gestor de carteira, que define o destino dos ativos, mediante a cobrança de uma taxa administrativa.

O que são referenciados DI?

Como mencionamos, esse tipo de investimento possui um indicador de referência e é muito comum que novos investidores acreditem que só exista um tipo: os fundos referenciados DI. Na verdade, há outras referências, mas o CDI é, realmente, um dos mais utilizados, devido ao baixo risco.

Abaixo alguns dos exemplos de fundos referenciados e seus indicadores, retirados do Simulador da XP – Investimentos:

tabela de fundos referenciados

Como você pode notar, existe uma diferença entre as taxas, seguindo, portanto, as oscilações da referência. Ressaltando que os investimentos listados não são sugestões e sim exemplos ilustrativos dos diversos fundos referenciados que existem no mercado.

Para escolher o melhor é preciso acompanhar o mercado, compreender as previsões e tendências relacionadas aos principais indicadores. Se o fundo referenciado seguir um determinado indicador com expectativa de alta, ele será mais vantajoso.

Veja no gráfico abaixo o comportamento de algumas das referências de fundos referenciados, de 2019 a 2021:

gráfico rentabilidade índices de fundos referenciados

Como podemos notar, o IGPM estava negativo no começo de 2019 e apresentou um salto a partir da metade de 2020. Já o CDI esteve acima do IPCA grande parte do período, mas foi ultrapassado ainda no primeiro trimestre de 2021.

Ou seja, para ter rendimentos maiores é preciso analisar o movimento do mercado e identificar qual referência é melhor em determinado período.

Saiba mais:

>>> O que é um fundo referenciado? Surfando na onda do mercado!

Principais taxas e rendimentos

A rentabilidade dos fundos referenciados está atrelada a indicadores econômicos, como já falamos por aqui. Elas variam, portanto, conforme a referência escolhida e a corretora em que você decida depositar seu capital.

Mas, de maneira geral, estamos falando de um rendimento menor que fundos de ações. Mas equiparado ou até superior a alguns de renda fixa, com liquidez diárias. Uma das maiores questões, no entanto, são as taxas que incidem sobre o valor e o rendimento.

São elas:

  • IOF – Caso o investidor saque o valor antes de 30 dias;
  • Taxa administrativa – Esse valor é aplicado sobre o valor total investido (capital + rendimentos). E varia de acordo com a corretora, ou instituição escolhida. O ideal, para garantir rentabilidade, é procurar por taxas administrativas inferiores a 1%;
  • “Come-cotas” – Uma antecipação do imposto que pode ser cobrada, caso o investidor efetue o saque antes do prazo mínimo
  • IR – Sim, diferente de alguns ativos de renda fixa, há incidência de Imposto de Renda sobre os fundos referenciados. E ela segue a tabela regressiva abaixo, conforme o prazo do investimento:

tabela de imposto de rendaVantagens dos fundos referenciados

Os motivos que mais atraem investidores para os fundos referenciados é sua segurança e rendimento superior à poupança. Ou seja, ele atua como um ótimo ativo de proteção de patrimônio.

Ainda que sua rentabilidade varie, segundo os indicadores de referência, ele possui uma liquidez diária, que pode pagar quase 100% do CDI. O que é uma ótima remuneração para um ativo de baixo risco, não é mesmo?

Outro ponto muito favorável dos fundos referenciados é o valor não tão elevado de taxas administrativas. Nossa dica, para ele ser realmente vantajoso, é procurar por taxas inferiores a 1%.

Afinal, trata-se de um fundo com incidência de IR. Taxas elevadas, portanto, podem comprometer completamente a rentabilidade dos ativos.

Como já sabemos, baixos risos estão, normalmente, atrelados a investimentos com menor rentabilidade. Por isso o nosso alerta!

Ah! Então quer dizer que os fundos referenciados têm uma boa rentabilidade, não possuem nenhum risco ou desvantagem? 

Seria bom se existissem ativos assim, não é mesmo? Mas, na verdade, assim como grande parte dos produtos financeiros, eles apresentam desvantagens. Como, por exemplo, não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito, que assegura até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

Mas vale lembrar que os fundos referenciados possuem, sim, uma regulamentação e são protegidos pelas normas da CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

Os recursos aplicados, portanto, não são vinculados à instituição financeira. Ou seja, se por acaso houver algum problema com ela, o capital será transferido para outra e o  investimento se manterá.

Esse conjunto de vantagens, portanto, coloca os fundos referenciados como uma ótima alternativa para criar reserva de emergência, proteger o patrimônio, e, claro, diversificar a sua carteira de investimentos.

Para qual perfil de investidor são indicados os fundos referenciados?

Como você já deve saber, existem três perfis de investidor: conservador, moderado e arrojado. Eles são definidos conforme os objetivos e disposição a risco. Normalmente, os fundos de renda fixa são mais indicados para perfis conservadores.

Mas, como já falamos por aqui, eles também são uma ótima solução para diversificar a carteira de todos os perfis.

Afinal, no caso de fundos referenciados, boa parte da carteira é formada de produtos de baixo risco. Ou seja, não há grandes chances de perda de capital e o rendimento é esperado.

A nossa sugestão é que os investidores dos três perfis utilizem ativos de renda fixa como uma reserva de emergência. Isso porque eles possuem baixo risco e alta liquidez.

Gostou desse tipo de investimento, mas não sabe muito bem como começar? Para te ajudar nesse processo, a escola da XP Inc reuniu os melhores do mercado para construir um curso completo sobre Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco. Clique no banner abaixo agora mesmo e garanta sua vaga!

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Investir em COE vale a pena? Saiba tudo sobre esse título de crédito!

O Certificado de Operações Estruturadas (COE) é um produto financeiro relativamente novo no mercado brasileiro, mas que vem chamando a atenção de investidores por unir características de renda fixa com variável. Mas, afinal, investir em COE vale a pena realmente?

Desenvolvido exclusivamente por bancos, esse ativo já é bastante popular em outros países, principalmente, no continente europeu e nos Estados Unidos, onde ele é conhecido por Notas Estruturadas (Structured Notes).

O que está por trás dessa modalidade de investimento? Ele é realmente seguro? Onde posso adquirí-lo?

Neste conteúdo, vamos esclarecer todas essas dúvidas para que você descubra se de fato o COE vale a pena. Leia até o final!

Investir em COE vale a pena?

Antes de chegarmos a conclusão se COE é um bom investimento ou não, vamos falar um pouco sobre a origem e principais características desse título. 

O que é COE?

O Certificado de Operações Estruturadas (COE) é um título de crédito emitido por bancos, registrado pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados( CETIP). Geralmente, ele é distribuído por corretoras e outras plataformas de investimento autorizadas pela B3. 

Em suma, esse produto é montado de acordo com uma combinação de notas de crédito indexadas a: 

  • derivativos nacionais e internacionais;
  • índices de ações;
  • moedas;
  • commodities ;
  • fundos, entre outros exemplos.

Dessa forma, a rentabilidade do COE depende diretamente do  desempenho do ativo ou indexador ao qual ele foi atrelado.

O que mais aproxima esse ativo a um instrumento de renda fixa são suas duas modalidades de proteção que visam dar mais segurança e disponibilidade de retorno, como também proteger o investidor de perdas mais consideráveis. 

Esses dois dispositivos são os seguintes:

  • Valor Nominal Protegido: quando há garantia do valor principal investido.
  • Valor Nominal em Risco: quando há possibilidade de perda até o limite do capital investido.

Isso é, o investimento em COE possui um sistema de pesos e contrapesos que ao mesmo tempo garante o retorno do valor nominal investido, mesmo em caso de prejuízo, mas também impõe um limite de rentabilidade atrelado ao teto.

Imagine que você tenha feito  um aporte a título de R$5.000 reais em Certificado de Operações Estruturadas indexado ao dólar com teto de rentabilidade de 20%. 

Caso tenha uma valorização do dólar de 23%, você receberá apenas o teto de 20%. Já se houver uma desvalorização de 20% no valor da moeda, há garantia de ter como retorno mínimo o montante aportado no título.

>> Quer entender melhor como funciona a construção dos preços dos ativos no mercado financeiro e o que explica as marcações de mercado e volatilidades? Confira o ebook da Faculdade XP sobre o tema:

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Como se formam os preços dos ativos" da Faculdade XP School.

Quais as vantagens de investir em COE?

Além das proteção do montante aportado e do conhecimento prévio acerca dos cenários de ganhos e de perda, o COE vale a pena em virtude de quais outros benefícios?

A primeira grande vantagem é a possibilidade de diversificar sua carteira de investimentos para títulos indexados em ativos internacionais de uma forma descomplicada de monitoramento e com risco controlado.

Além disso, como o COE funciona com uma carteira diversificada de ativos, ele acaba sendo uma forma mais conservadora de se expor à renda variável.

Por fim, as obrigações de Imposto de Renda ligadas a este produto financeiro são mais práticas e semelhantes às da renda fixa, pois não há necessidade de emissão de DARF. 

Além disso, os descontos seguem a tabela regressiva com alíquota de 15% para investimentos acima de 720 dias e de 22,5% para aqueles abaixo de 180 dias.

Quais as desvantagens de investir em COE?

Para os investidores que buscam por liquidez diária, talvez o COE não seja uma boa alternativa. Nesse sentido, um título de Certificado de Operações Estruturadas é muito similar ao Certificado de Depósito Bancário (CDB).

Isso porque o COE é um investimento a longo prazo de aporte mínimo mais volumoso e cuja rentabilidade e controles de risco dependem do resgate feito apenas após a data de vencimento.

Em suma, quem busca uma opção para reserva de emergência, esse título de crédito pode ser uma péssima ideia, pois a pessoa pode desejar sacar a quantia a qualquer momento e ficará sujeita a grandes prejuízos.

>> Quer aprender mais sobre reserva de emergência? Confira o vídeo do canal Investimento às Claras e tire todas suas dúvidas:

Além disso, o COE é um produto financeiro que geralmente está atrelado a ativos do mercado global e, consequentemente, sujeito à volatilidade desse cenário. 

Portanto, se você não sabe lidar com as flutuações momentâneas e não confia em uma perspectiva de retorno a longo prazo, esse produto pode não ser a melhor escolha.

Afinal, COE é um bom investimento ou não?

Então, será que o COE vale a pena realmente? A resposta é: depende! Afinal, como qualquer outro título, é preciso analisar se ele responde às suas estratégias, objetivos e perfil de investidor.

Como já mencionamos nas vantagens e desvantagens, se você busca liquidez diária para sua reserva de emergência, ele não vale a pena. Entretanto, se procura um título que diversifique sua carteira para investimentos internacionais com horizonte de longo prazo, o COE é um bom investimento.

>> Veja como diversificar seus investimentos com as dicas do canal Investimento às Claras:

Gostou do conteúdo? Viu se COE vale a pena realmente para você? 

Se você precisa de uma força para aumentar seu conhecimento sobre o mercado de capitais e assim montar a melhor estratégia possível de acordo com seus objetivos, a Escola de Investimentos da Faculdade XP tem algumas soluções para você.

>> Quer aprender como o câmbio e outros indicadores macroeconômicos podem influencias o COE e outros investimentos da sua carteira? O Curso de Macroeconomia para investidores da Faculdade XP School pode te ajudar:

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

O que é swing trade? Entenda e conheça os benefícios dessa estratégia

O mercado financeiro possui um leque de alternativas de estratégias de investimento que dialogam com os objetivos de diversos tipos de investidores. Dentre as opções disponíveis, por exemplo, você sabe o que é swing trade e como funciona essa metodologia?

Essa opção de compra e venda de ativos é basicamente um meio-termo entre as estratégias de extremo curto-prazo, como o day trade, e as de longo prazo, como o buy and hold.

Se você está ingressando agora no mundo dos investimentos e quer entender qual a melhor forma de ler e interpretar as variações de mercado, além de definir qual metodologia combina mais com seu perfil e objetivos, nós vamos te ajudar.

Nesse conteúdo, vamos te falar o que é swing trade e quais são suas principais diferenças de outras estratégias mais populares.

Ficou interessado? Leia até o fim para compreender tudo sobre o tema!

O que é swing trade?

Para sublinhar de forma mais clara como funciona o swing trade, é importante salientar os conceitos de trader e especulação.

O trader é o investidor que atua na negociação de ativos no mercados de capitais para lucros de curto prazo. A sua estratégia para conquistar ganhos é baseada na especulação de preços com o monitoramento de volatilidade de períodos que vão de algumas horas até poucas semanas.

Portanto, o trader e especulador são sinônimos para o agente de mercado que atua na compra e venda de ativos financeiros em curto prazo para, assim, ter ganhos pontuais e cobrir eventuais perdas.

Mas, nesse contexto, o que é swing trade e como funciona essa estratégia?

O swing trade é a metodologia de negociação no mercado de capitais que, assim como o day trade, utiliza a análise técnica de gráficos como fator primordial na montagem de sua carteira de investimentos e posição estratégica.

Em resumo, essa metodologia consiste na montagem de posições a partir da percepção de tendências na leitura diária de gráficos e a conclusão do processo planejado pode demorar de alguns dias até algumas semanas.

Assim, como o swing trade trabalha com monitoramento de oscilações dentro de um período um pouco mais longo que o day trade, não se faz necessário ser um especulador full time e é possível conciliar a prática com outra vida profissional distinta.

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Como funciona o swing trade? Disciplina e força mental são fundamentais

De forma geral, essa estratégia é pautada na montagem da posição no momento de ruptura e na venda dos ativos antes da chegada da linha de resistência. Nesse sentido, é essencial  que o trader respeite os resultados aferidos na leitura técnica dos gráficos até o fim.

Dessa forma, colocar ordens de stop (determinar valores mínimos e máximos para cada operação) tanto em momentos de ganhos quanto em momentos de perdas é importante. 

Assim, ele não corre o risco de ser seduzido a persistir na posição por um tempo excessivo quando tem lucros vultosos, nem fica tentado a vender antes do tempo quando perde dinheiro.

Afinal, para trabalhar com essa metodologia, é preciso entender bem o que é swing trade saber que ao lidar com oscilações e volatilidade, você pode estar suscetível a perdas momentâneas.

Mas com disciplina e estratégias bem fundamentadas e rigorosas, é possível reaver perdas momentâneas. Lembre-se de que erros de análise acontecem e determinar a ordem de stop é uma medida extremamente eficaz para que o operador trabalhe sempre com uma margem de segurança.

Inclusive, a tecnologia de inteligência de dados pode ser uma grande aliada dos traders por meio de plataformas como o Metatrader, que coleta informações gráficas em tempo real para gerar insights e orientar o planejamento para a montagem de posições.

Por fim, o retorno financeiro do swing trade é conquistado pouco a pouco a partir das operações de diversos ativos do mercado de capitais. É um trabalho de formiguinha que, de lucro em lucros, acabam por dar a rentabilidade esperada pelo investidor por meio da alta volatilidade.

>>> Entenda como a volatilidade pode ajudar nos  seus investimentos com esse vídeo do canal Investimento às Claras no YouTube:

Qual a diferença entre swing trade, day trade e buy and hold?

Agora que você entendeu o que é swing trade e como funciona essa metodologia, vamos falar um pouco das diferenças entre ela e outras práticas famosas, como o day trade e o buy and hold.

O day trade também é pautado por análise técnica de gráficos e em estratégias para compra e venda de ativos em curto prazo, gerando lucros mais rápidos. Entretanto, a margem de operação dessa prática geralmente é de apenas um dia.

Assim, como é uma metodologia que exige um monitoramento de tendência e leituras gráficas constantes, o day trade muitas vezes demanda que o especulador viva profissionalmente disso.

Já o buy and hold, também conhecido como position, é o método mais tradicional de investimento. 

Por meio de uma análise fundamentalista na qual se faz uma leitura dos fundamentos e possibilidade de crescimento das empresas a longo prazo, o investidor faz aportes pensando no retorno em meses ou anos e no recebimento periódico de dividendos.

Dessa forma, não há necessidade de um acompanhamento intenso de gráficos ou de preocupações com volatilidades pontuais. 

Quais as melhores ações para swing trade?

O trader geralmente atua em multimercados e com ativos variados para montar suas posições. Geralmente, ativos mais voláteis de renda variável, como as ações, além de ativos do mercado futuro e do mercado de opções.

Entretanto, não dá para cravar de forma categórica quais as melhores ações para swing trade. Tudo isso depende de análises técnicas diárias que mudam seus parâmetros com frequência. O fato é que a volatilidade é um grande aliado do trader, pois seus eventuais lucros estão justamente na oscilação de preços em um curto espaço de tempo. Dessa forma, quanto mais altos e baixos tiver o ativo, melhor.

No final das contas, o fato é que, tanto para o trader quanto para o investidor a longo prazo, o estudo e aprendizado contínuos são  vitais para que ele conquiste os retornos esperados no mercado financeiro.

Nesse sentido, os cursos da Escola de Investimentos e Tecnologia Faculdade XP pode aprimorar seus conhecimentos em renda fixa, variável ou nas principais estratégias de trade.

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Gostou do conteúdo? Entendeu o que é swing trade? Para mais conteúdos que nem esse, continue acompanhando as postagens da Faculdade XP e aprenda tudo sobre investimentos, independente do seu perfil ou estratégia.

Como funciona o BDR? Será que este investimento é para você?

Você já se imaginou como um acionista do Google, da Netflix ou da rede mundial de pizzarias Domino ‘s? Ao entender como funciona o BDR, você descobre que esta possibilidade é real e mais simples do que você imagina. 

Preparamos este artigo para te ajudar a entender tudo sobre BDR: conceito, como funciona, como aplicar em BDR e a importância de conhecer o seu perfil de investidor e se certificar de que os riscos do ativo são compatíveis às suas expectativas. 

Continue a leitura e saiba mais! 

O que é BDR?

Originalmente, a sigla BDR significa Brazilian Depositary Receipt. Em bom português, traduzido BDR como Certificado de Depósito de Valores Mobiliários (CDVM).

Em resumo, BDRs são títulos que representam ações de empresas de outros países, e que são negociadas aqui no Brasil, no pregão da nossa Bolsa de Valores — a B3. 

Aperte o play para ver nosso vídeo sobre o tema e, em seguida, descubra como funciona o BDR: 

Como funciona o BDR? 

Agora você já sabe o que é, então é hora de avançarmos para entender como funciona o BDR.

Para te ajudar a entender como funciona o BDR, vamos explicar com detalhes a mecânica deste tipo de investimento. 

Desde o fim de 2020, estes títulos estão disponíveis para todos os investidores. É importante destacar, como pontuamos no tópico anterior, que quem compra um BDR não compra diretamente uma ação da empresa no exterior, e sim, um título representativo do papel. 

Ao comprar um BDR, a ação correspondente ao título é bloqueada no mercado exterior, graças à gestão feita por uma instituição financeira que atua como custodiante, fazendo sua guarda. 

Níveis de BDR 

Os títulos BDR são divididos em 2 grupos: patrocinados e não patrocinados. Os BDRs patrocinados, por sua vez, são classificados em níveis I, II e III, sobre os quais falaremos brevemente a seguir. 

BDRs patrocinados (níveis I, II e III)

Os BDRs patrocinados, como o nome diz, têm forte influência da empresa emissora, que participa do programa e até mesmo contrata a instituição depositária (instituição financeira responsável por assegurar o funcionamento do sistema). É comum que as empresas detentoras de BDRs patrocinados tenham interesse em fazer parte do mercado brasileiro e de captar investidores no país.

Os níveis de BDRs patrocinados variam de acordo com a distribuição permitida e o volume de informações oferecidas sobre as empresas emissoras aos potenciais investidores. A seguir, explicamos a lógica: 

Nível I
  • não precisam de registro na CVM (Comissão de Valores Mobiliários, órgão do Governo Federal que fiscaliza, normatiza e desenvolve o mercado financeiro);
  • só podem ser negociados em mercados de balcão não organizado ou em segmentos especificamente criados para papéis desse tipo na bolsa;
  • se distribuídos em oferta pública, têm limite de 50 investidores por BDR; 
  • a instituição depositária precisa replicar, no Brasil, todas as informações que a empresa emissora estiver obrigada a divulgar no país de origem, além de fatos relevantes, editais de convocação de assembleias, deliberações dos acionistas e das reuniões do Conselho de Administração. 
Níveis II e III
  • registro na CVM obrigatório para a empresa emissora das ações no exterior;
  • também é necessário que as empresas estrangeiras sigam as regras de transparência e governança válidas para empresas em território nacional; 
  • os BDRs de nível II e III podem ser negociados no pregão da B3 ou em balcão organizado, sem que seja necessário criar um segmento específico para eles (ao contrário dos BDRs de nível I); 
  • BDRs de Nível II só podem ser alvo de ofertas públicas com esforços restritos, enquanto nos de Nível III, as ofertas públicas – com registro na CVM – podem ser amplas;
  • podem ser negociados por todos os investidores.  

BDRs não patrocinados

Neste caso, todos os títulos são considerados de nível I (e cumprem, portanto, as obrigações apontadas acima). 

O que define a existência de BDRs não patrocinados — a maioria dos títulos disponíveis  na B3 — é o fato de que a iniciativa do lançamento dos títulos no país não parte da empresa emissora, e sim da instituição depositária. 

Como aplicar em BDR? 

Entender como aplicar em BDR não é complicado. O primeiro passo é ter uma conta em uma corretora, fazer a transferência dos recursos destinados ao investimento e, sobretudo, identificar corretamente o seu perfil de investidor.

Conhecer a compatibilidade entre o ativo e o perfil do investidor é fundamental. Assim, você garante que haja sinergia entre as características do investimento e sua disponibilidade de tempo, expectativas de retorno e maturidade para lidar com as oscilações do ativo no mercado. 

A escolha do BDR

Para entender, na prática, como funciona o BDR, você deve escolher o título que deseja comprar. Para fazer a escolha individualmente, é preciso ter conhecimento avançado sobre o mercado de ações, incluindo análises de investimento, como as análises técnica e fundamentalista

Se você não tem a expertise para escolher seus próprios ativos, lembre-se de que é possível contar com o apoio de especialistas na corretora. Eles farão o cruzamento entre seu perfil de investidor, expectativas alinhadas e ativos disponíveis no mercado financeiro. 

O investimento em BDRs pode ser feito tanto por meio de carteiras recomendadas (conjunto de ações selecionadas pelos especialistas) quanto pelos fundos BDR. Caso você não queira aplicar via fundo de investimento, o caminho é negociar os BDRs diretamente na B3, em um processo semelhante ao da compra de ações. 

O que você deve levar em conta antes de aplicar em BDR?

Após entender como funciona o BDR, você pode estar com vontade de experimentar o investimento, não é mesmo? Aguente mais um pouco, pois listamos aqui pontos importantes a considerar antes de aplicar nos títulos. 

Primeiramente, é preciso entender que, como todo investimento de renda variável, os BDRs não estão livres de riscos. Eles são ativos com alta volatilidade, e portanto, é preciso estar preparado para oscilações frequentes do papel. Lembra quando pontuamos a importância de conhecer o seu perfil de investidor? Este é um dos motivos! 

Se o seu perfil é arrojado e você tem disponibilidade para encarar os riscos de um investimento volátil, o BDR pode ser uma boa opção. Afinal, investir nesse tipo de ativo é uma forma de obter cotas de empresas populares no exterior de forma simplificada, sem a necessidade de abrir conta em um banco estrangeiro, por exemplo. 

Além disso, o investimento em BDR é uma forma de diversificação de carteira com empresas sólidas e conhecidas pelo público. 

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Agora você já sabe como funciona o BDR. Mas o universo de conhecimento sobre o tema é vasto! Não perca tempo e dê o primeiro passo.

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