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O que é orçamento familiar? Organize as contas para investir

Sabia que 80% dos brasileiros têm objetivos financeiros, mas só um em cada três acredita que vai realizá-los? Isso talvez aconteça devido à falta de planejamento e organização.  Com isso em mente, preparamos um post para explicar o que é orçamento familiar e sua importância para realizar as metas, sejam elas quais forem. 

Por sinal, esses dados são da pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a Faculdade XP School. Em paralelo, o estudo demonstrou que a pandemia de Covid-19 impulsionou a busca por conhecimentos sobre educação financeira e o planejamento para o futuro.

Se você está lendo este artigo é sinal de que faz parte desse grupo, não é mesmo? 

Por isso, continue conosco para descobrir o que é orçamento familiar, contando com sete dicas infalíveis. E o melhor: você descobrirá que é possível, sim, manter as contas em dia para se tornar um investidor bem-sucedido. 

Mas, afinal, o que é orçamento familiar? E para que serve?

Antes de entrar em detalhes sobre o que é orçamento familiar, é importante quebrar o tabu do dinheiro. Para isso, é preciso identificar as crenças limitantes que podem impedir a sua prosperidade, como se fossem “verdades absolutas e imutáveis”. 

No infográfico abaixo, citamos três exemplos de crenças limitantes: hereditárias, individuais e sociais. A primeira parte da maneira como os pais lidam com o dinheiro. Já a segunda vem das próprias experiências. E a terceira é fruto das cobranças da sociedade, bem como o reforço da mídia. 

o que é orçamento familiar - exemplos de crenças limitantes

A boa notícia é que você poderá superar essas crenças limitantes e ter uma relação sadia com o dinheiro. Para começar essa jornada de superação, explicaremos o que é orçamento familiar, sua importância e como organizá-lo efetivamente. Vamos lá?

O que é orçamento familiar, na prática?

Orçamento familiar é uma forma de fazer o controle financeiro, considerando o que entra e sai de dinheiro. Ou seja, é fundamental levar em conta todas as receitas (fontes de renda) e despesas (gastos fixos e variáveis) para equilibrar essa balança, sem crise.  

Qual é a importância do orçamento familiar?

Fazer o orçamento familiar é a chave para manter as contas em dia e possibilitar a realização dos objetivos. Afinal, trata-se de uma maneira de visualizar os gastos e as fontes de renda, o que ajuda a economizar e direcionar recursos para os itens que são prioridades. 

Como organizar o orçamento familiar? 7  dicas infalíveis 

Para facilitar a organização do orçamento familiar, veja sete dicas práticas para começar hoje mesmo. E lembre-se: o mais importante não é o quanto se ganha, mas sim a forma de lidar com os recursos que entram e saem da conta, ok?

1. Tenha metas de curto, médio e longo prazo

Adotar o sistema de metas é um jeito de evitar gastos desnecessários, pois você terá a clareza do que será conquistado. E aqui vão alguns exemplos, conforme o período estimado de realização:

  • curto prazo (cerca de seis meses): fazer uma viagem em território nacional ou trocar o celular;
  • médio prazo (até cinco anos): trocar o carro por um modelo híbrido ou reformar o imóvel;
  • longo prazo (acima de cinco anos): comprar uma casa ou juntar dinheiro para se aposentar.

2. Use uma planilha para controlar os gastos

O Portal InfoMoney tem uma série de planilhas pré-prontas, inclusive a de gastos pessoais. Com essa ferramenta, será mais fácil acompanhar as receitas e despesas mensalmente, além de comparar os períodos em que suas contas ficam “no azul” e “no vermelho”. 

3. Separe os gastos essenciais, necessários e os supérfluos

Os gastos essenciais se referem à manutenção da rotina de vida, como o pagamento da conta de água. Já os necessários são aqueles considerados importantes, mas que podem ser reduzidos, como a mensalidade da academia. 

Por sua vez, os supérfluos representam os que poderiam ser cortados, como o “cafezinho” ou o “docinho” depois do almoço. Aliás, outros exemplos de itens que “pesam” no orçamento são:

  • roupas;
  • bebidas alcoólicas;
  • cigarros;
  • lanches;
  • viagens
  • cosméticos
  • jogos.

4. Sensibilize a família sobre o consumo consciente

O consumo consciente é essencial para o meio ambiente e, também, para o nosso bolso. Nesse sentido, o ideal é que todos os integrantes da família repensem o uso dos recursos (água, energia etc.) e, com o passar do tempo, deixem de lado as compras desnecessárias.  

5. Aposte na economia colaborativa 

Em se tratando de economia colaborativa, fica a questão: você quer “ter” algo ou “usufruir” disso? 

Por exemplo, o trabalho em home office fez com que muitas pessoas pensassem duas vezes se ainda precisam ter um carro ou se podem usar o transporte por aplicativo. 

6. Faça o desafio da prosperidade para casais

Para organizar a financeira a dois, vale a pena fazer o “Desafio da prosperidade para casais”. 

Durante cinco semanas, pode-se aprender sobre: psicologia do dinheiro, investimentos, mentalidade financeira e conceitos que viabilizam as conquistas conjuntas.

7. Comece a investir pensando no futuro

Por acaso, parece que o universo dos investimentos está muito distante? Se a resposta foi “sim”, aí é que você se engana. No vídeo a seguir, descubra quatro truques para poupar dinheiro e, finalmente, começar a aplicar recursos assertivamente.   

O que fazer depois de descobrir o que é orçamento familiar? Próxima etapa 

Além de saber o que é orçamento familiar, é vital apostar na educação financeira para ter um futuro mais saudável. E isso vai além de simplesmente “gastar menos do que se ganha”, uma vez que o ponto-chave é mudar a mentalidade para usar bem sua grana. 

E, para te ajudar nessa empreitada, a Faculdade XP School tem o “Combo: Cursos de Educação Financeira”. Com essa formação, você aprenderá a melhorar sua relação com o dinheiro, a fim de realizar seus objetivos com mais facilidade e rapidez.

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Por sinal, essa formação vai além de mostrar o que é orçamento familiar, visto que são quatro cursos em um: 

  • o poder do autoconhecimento financeiro;
  • o be-a-bá financeiro;
  • dinheiro sem tabu: crenças limitantes;
  • o equilíbrio financeiro.

E então, vamos começar essa jornada para reorganizar as finanças e transformar sua relação com o dinheiro? Conte com o nosso apoio a cada passo da caminhada! E até a próxima!

Como juntar dinheiro na adolescência? 5 dicas para começar

Que tal começar desde cedo a construir um futuro financeiro saudável? É isso que estão fazendo os jovens investidores, cujo número na bolsa aumentou 1.100% em cinco anos. Portanto, siga conosco para descobrir como juntar dinheiro na adolescência, de modo efetivo.

Por sinal, esse aumento de 1.100% foi noticiado pelo E-Investidor, que é uma publicação do jornal Estadão. Nessa matéria, o portal ainda cita que 35% desse grupo está investindo em renda variável, ao operar na bolsa de valores por meio da plataforma da Nu Invest. Mas eles não são os únicos.

A XP Investimentos, por sua vez, mostra que “o público mais jovem está cada vez mais cuidando de suas finanças”. Segundo o XP Monitor, as faixas etárias de até 15 anos e 16 a 25 anos somam 12,66% do total de investidores na B3, um percentual que tende a crescer. Logo, vamos mostrar como começar a guardar dinheiro sendo jovem e lucrar com isso. 

Na teoria, como juntar dinheiro na adolescência? 5 dicas

Antes de abordar como juntar dinheiro na adolescência, vamos fazer uma pausa estratégica. Isso porque é importante considerar a reflexão dos especialistas da corretora XP Investimentos, na matéria citada anteriormente:

“É certo que há uma grande vantagem para os jovens que começam cedo a investir: o fator tempo. Mas por quê? Quanto mais tempo o seu dinheiro fica aplicado (independente do investimento que você escolher), mais ele sofrerá o efeito positivo dos juros compostos.”

>>> Saiba mais sobre os juros compostos nos investimentos e o aumento do patrimônio

Com isso em mente, temos mais cinco dicas que contextualizam o “como juntar dinheiro na adolescência”. Depois disso, falaremos de exemplos que podem ser colocados em prática, inclusive por quem é menor de idade. 

1. Educação financeira desde cedo

Primeiramente, precisamos falar sobre a importância da educação financeira ainda na infância e na juventude. Afinal, isso fará toda a diferença para tomar boas decisões em relação ao dinheiro, o que evita frustrações, ao passo que facilita a realização de projetos.

A propósito, a Faculdade XP School tem um curso que contribui para o bem-estar financeiro desde cedo. Na formação “Educação financeira para jovens”, pode-se planejar a própria independência financeira, levando em conta as características dos investimentos. 

Campanha de um curso online sobre "Educação Financeira para Jovens" da Faculdade XP School.

2. Superando a ansiedade e a fobia financeira

Se você já se perguntou “como economizar dinheiro sendo jovem”, saiba que essa não é uma questão de idade. No fim das contas, boa parte dos brasileiros têm ansiedade e fobia financeira, sendo que 47% se sentem inseguros para lidar com as informações financeiras.

Aliás, para ajudar a mudar esse cenário, preparamos um vídeo com quatro truques para economizar recursos. E o melhor: essas dicas também preparam o terreno para quem está começando a investir. Então, dê o play para conferir!

3. Mesada ou semanada na carteira digital

Já foi o tempo em que se guardava dinheiro nos bons e velhos cofrinhos. Hoje em dia, as carteiras digitais são formas de guardar dinheiro na adolescência com mais praticidade. Por exemplo, podemos citar: PayPal, 99 Pay, PicPay e afins.

Além de creditar a mesada ou semanada dada pelos pais, por mês ou semana, pode-se ter outros benefícios. O PayPal e o 99Pay, por exemplo, trabalham com criptomoedas. Já o PicPay tem o cashback para ter parte do dinheiro de volta em relação ao valor da compra.

4. Planejamento em família para conquistas conjuntas

Todos podem colaborar no planejamento financeiro familiar. E, ainda que a responsabilidade de prover recursos seja dos adultos, por que não evitar os gastos desnecessários? Além disso, o consumo consciente é algo que beneficia tanto o bolso, quanto o meio ambiente. 

5. Começando a traçar um plano de carreira

Quem busca informações sobre como juntar dinheiro sendo estudante está pensando no futuro, certo? Por exemplo, se você quer ser um analista de investimentos, fique à vontade para buscar informações sobre o mercado de trabalho, as competências profissionais etc.   

Como juntar dinheiro na adolescência, na prática? 2 opções

Digamos que você receba mesada, semanada ou tenha uma renda que não prejudique os estudos. E, se preferir, considere que você está planejando o que fará com o seu primeiro salário, ok?

Diante desses cenários, fica a questão: como juntar dinheiro na adolescência? Nesse sentido, listamos duas opções de investimentos para considerar na sua estratégia. Em paralelo, indicaremos leituras mais aprofundadas sobre cada um dos temas, ok? 

1. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma opção muito acessível, já que as aplicações podem ser feitas com apenas R$ 30. Essa é uma boa pedida para quem está começando a investir e quer entender como funciona esse universo dos investimentos. 

Basicamente, você “empresta” o dinheiro para o governo e recebe uma remuneração com juros no vencimento da aplicação. E, como são títulos públicos federais, eles são garantidos pelo Tesouro Nacional, o que faz com que essa aplicação seja de baixo risco. 

>>> Dica de leitura: conheça as vantagens de investir em Tesouro Direto

2. Fundos de Ações

Já os Fundos de Ações trazem mais segurança para quem quer aplicar na bolsa de valores. Nesse caso, você pagará uma taxa de administração para contar com a expertise de um gestor profissional, que escolherá os melhores ativos para compor a sua carteira. 

Tais Fundos são “condomínios” de investidores, em que se adquire as cotas de participação. Dessa maneira, os cotistas compram ações (a menor parcela do capital de uma empresa) com a melhor relação entre o risco e o retorno nos investimentos. 

>>> Dica de leitura: baixe gratuitamente o “Guia da bolsa para investidores”

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

E então, o que achou das dicas sobre como juntar dinheiro na adolescência? Aqui na Faculdade XP School, temos um amplo leque de recursos que te ajudam a investir muito melhor. Por falar nisso, veja outros conteúdos que podem te interessar:

Exemplo de carteira diversificada: escolha entre 3 perfis

Conservador, moderado ou arrojado: quem é você no mundo dos investimentos? No post de hoje, traremos um exemplo de carteira diversificada para cada perfil de investidor. Afinal de contas, as pessoas têm diferentes níveis de tolerância aos riscos do mercado, certo?

Mas, antes disso, vale a pena retomar um dos segredos dos investidores bem-sucedidos. Se você já se perguntou o que é diversificação de carteira, basta lembrar aquele famoso dito popular: “não colocar todos os ovos na mesma cesta”.

Basicamente, diversificar a carteira significa escolher os melhores ativos para compor seu portfólio de investimentos. E isso inclui aqueles que têm diferentes classes, prazos e níveis de segurança, o que é essencial para obter resultados consistentes e equilibrados.  

Por outro lado, lembre-se de que não existe uma fórmula mágica que sirva para todo e qualquer investidor. Pensando nisso, listamos três opções práticas, além de um bônus que vai facilitar sua vida ao final do post. Vamos nessa?  

>>> Saiba mais sobre os perfis de investidores e como descobrir qual é o seu

Exemplo de carteira diversificada para perfil conservador

Primeiramente, vamos ao exemplo de carteira diversificada para quem tem um perfil mais conservador. Em geral, são pessoas que prezam pela segurança e tendem a optar por ativos de baixo risco, a fim de evitar os prejuízos.

Para tal, a maior parte da cesta tem títulos de renda fixa, em que se sabe de antemão o fluxo de remuneração. Isto é, a rentabilidade é informada no momento da aplicação e não se altera até o prazo de vencimento.  

Tesouro Direto

No Tesouro Direto, você compra títulos públicos de baixíssimo risco, devido à garantia do Tesouro Nacional. No caso, o dinheiro é destinado para financiar as atividades do governo e, em troca, você recebe seu retorno com juros, no vencimento da aplicação. 

>>> Dica: o Tesouro Selic é para curto prazo (seis meses), como a reserva de emergência

CDB

No Certificado de Depósito Bancário (CDB), os títulos de crédito são emitidos por bancos e corretoras. Nesse investimento, você dispõe do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que devolve até R$ 250 mil, se houver a falência da instituição financeira.

>>> Dica: existem CDBs de liquidez diária ou só no prazo de vencimento (até cinco anos)     

CRA

No Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), você investe no desenvolvimento desse setor. Contudo, é preciso ter visão de longo prazo, pois o vencimento do título pode se estender por até 15 anos, além de não dispor da garantia do FGC.

>>> Dica: há outras opções de garantias no CRA, como o penhor da produção agrícola

Extra: veja como o tripé dos investimentos pode apoiar as finanças

Além de conferir um exemplo de carteira diversificada, é importante refletir sobre o tripé dos investimentos. Atualmente, não existe uma aplicação perfeita e, por isso, devemos escolher apenas dois itens entre os três que abordaremos a seguir: 

  • segurança: medida de risco, como a possibilidade de um calote;
  • liquidez: facilidade para converter a aplicação em dinheiro de novo;
  • rentabilidade: percentual que indica qual será o retorno do investimento.

Isso vale para todos os perfis, mas, aqui, vamos levar em conta o perfil conservador. Nesse caso, são investidores que costumam priorizar a segurança, certo? Depois disso, pode-se escolher entre a liquidez ou a rentabilidade, o que for mais importante para seus objetivos. 

Para complementar, dê o play no vídeo que explica ponto a ponto sobre esse tripé:

Exemplo de carteira diversificada para perfil moderado

Por sua vez, o exemplo de carteira diversificada para o perfil moderado mescla renda fixa e renda variável. Em linhas gerais, são pessoas que se sentem confortáveis em aumentar um pouco a exposição aos riscos, como forma de elevar o potencial de lucratividade. 

LCI

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é emitida pela iniciativa privada, contando com a proteção do FGC. Adicionalmente, essa aplicação tem o diferencial da isenção do Imposto de Renda (IR).

>>> Dica: o resgate de LCI fora do prazo poderá ser negociado no mercado secundário

Debêntures

As Debêntures são títulos de crédito emitidos por empresas para financiar suas atividades. Entre os diversos tipos, destacam-se as Debêntures incentivadas, que têm a alíquota zero do IR devido ao investimento em setores-chave da economia, como a geração de energia.   

>>> Dica: a Anbima tem uma ferramenta para comparar as características das Debêntures

Fundos de Investimento

Já os Fundos de Investimento são “condomínios” de investidores, em que os cotistas aplicam em conjunto. Em troca da taxa de administração, o gestor profissional trata da alocação de ativos, escolhendo os que trazem a melhor relação entre risco e retorno.  

>>> Dica: conheça os fundos disponíveis na corretora XP Investimentos

Exemplo de carteira diversificada para perfil arrojado

Por fim, chegamos ao exemplo de carteira diversificada para o perfil arrojado ou agressivo. Notadamente, o apetite aos riscos é muito maior, em busca da rentabilidade elevada que poderá ser conquistada com a renda variável e as outras classes, conforme a estratégia.  

Ações

Uma ação representa a menor fração do capital social de uma empresa. Logo, é essencial buscar papéis de companhias que tenham fundamentos sólidos. Afinal, mesmo em cenários de crise, elas estarão mais bem preparadas para trazer retornos positivos aos acionistas.  

>>> Dica: veja as indicações da corretora Rico sobre como diversificar a carteira de ações

Commodities

As commodities são uma classe de ativos interessante, tanto para proteger, quanto para diversificar a carteira. Aliás, existem várias alternativas: agrícolas (soja e café), minerais (ouro e etanol), ambientais (água e madeira) e financeiras (dólar e euro). 

>>> Dica: na crise da Covid-19, a cotação do ouro se valorizou, sendo um ativo de proteção 

ETFs

Por fim, a sigla ETF significa Exchange Traded Funds ou simplesmente Fundos de Índice. Nesse tipo de aplicação, a proposta é replicar a performance de um índice de referência, que pertence a uma carteira teórica. 

>>> Dica: o ETF GOLD11, por exemplo, visa replicar o preço do ouro em dólares

3 dicas para montar uma carteira eficiente – Bônus

Depois de ver os exemplos de carteira diversificada, temos mais três dicas que ampliam sua base de conhecimento:

  1. acesse o guia do InfoMoney “Carteira de investimentos para iniciantes” para montar seu conjunto ideal de ativos;
  2. assista ao vídeo “Como diversificar meus investimentos da melhor forma”, da série “Investimentos às claras”;
  3. faça sua matrícula nos cursos online da Faculdade XP School, a começar pelo curso “Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco”.

O que é ordem limitada? Como controlar as operações na bolsa?

Está buscando informações sobre como automatizar as operações na bolsa, mas ainda tem suas ressalvas? Então, chegou a hora de descobrir o que é ordem limitada, como forma de seguir à risca a sua estratégia, além de eliminar o fator emocional na tomada de decisão.

Neste artigo, explicaremos o que é ordem limitada, visto que essa é uma das principais opções de automatização. Além disso, abordaremos a diferença entre essa limit order e as outras “instruções” de compra e venda de ativos, a exemplo da ordem de stop.

Para adiantar, fica a questão: já pensou no preço limite que você aceitaria comprar ou vender uma ação? É sobre isso. Portanto, continue conosco para aprender o conceito e a aplicação prática dessa maneira de automatizar as operações e lucrar com sua estratégia. 

Afinal, o que é ordem limitada para operar na bolsa de valores?

Confira cinco questões para entender o que é ordem limitada no contexto da bolsa de valores:

1. O que é ordem limitada (limit order)? 

Ordem limitada é uma instrução de compra e venda de ativos no Home Broker, conforme um limite de preço para a execução. Dessa maneira, o trader poderá controlar a operação, definindo o valor mínimo para a ordem de venda e o valor máximo para a ordem de compra. 

Em geral, ela é usada no swing trade, pois não é preciso conferir a oscilação de preços em tempo integral. Ou seja, pode-se programar as operações (com data de validade), sem acompanhar a movimentação do mercado no pregão, o período de negociação da bolsa.

Basicamente, o conjunto de ordens limitadas são ofertas do mercado, isto é, as intenções de compra e venda dos traders. E isso compõe o book de ofertas, também conhecido como livro de ofertas, que concentra os lançamentos apregoados (divulgados no pregão).

Quando o trader envia uma ordem de compra ou venda, ela entra na fila de execução do book, por ordem de chegada. Tal ordem poderá ser executada a qualquer momento, sobretudo quando alguém quiser fechar um negócio. E isso nos leva ao próximo tópico. 

2. O que significa a ordem a mercado (market order)?

A ordem a mercado é um tipo de ordem limitada, sendo que ela “agride” o book de ofertas. No caso, essa ordem agressora costuma ser usada quando o trader quer executar uma quantidade de lotes com urgência, tomando a iniciativa de fechar um negócio

Assim, ele irá “consumir” as ofertas do book até que se posicione ou zere sua posição de imediato. Para exemplificar, esse trader comprará a melhor oferta disponível naquele momento, de acordo com as ordens que estão lançadas no book. 

Nessa perspectiva, o preço se desloca conforme essa “agressão” no book de ofertas, a não ser que o ativo esteja em leilão. Em paralelo, é fundamental redobrar a atenção para o spread, que representa a diferença entre os preços de compra e venda, ok?

3. Como funciona a ordem limitada?

Até aqui, já deu para perceber que a ordem limitada representa uma oferta passiva, certo? Para resumir, são negócios que ainda não foram fechados, sendo que eles ficam em oferta até que o mercado chegue até o preço estipulado, o que geralmente funciona assim:

  • compra: abaixo da cotação atual do mercado;
  • venda: acima da cotação atual do mercado.

Por sinal, a ordem limitada só será executada ao chegar no preço definido ou em um preço melhor. Por exemplo, pense na ação cotada a R$ 9 e a ordem de compra definida a R$ 8,95. Nesse cenário, a execução acontece se o preço cair para R$ 8,95 ou abaixo disso. 

E, quando a ordem for executada, isso significa que o trader fica posicionado neste ativo. Entretanto, é preciso considerar as datas de validade, que, segundo o Portal do Investidor, são as seguintes:

Validade para o dia: só é válida para o dia em que foi encaminhada;

Validade até a data especificada: a oferta terá validade até a data especificada (máximo de 30 dias);

Validade até cancelar: a oferta terá validade até que o investidor a cancele (máximo de 30 dias);

Validade tudo ou nada: a oferta só tem validade no momento em que é encaminhada, sua execução é feita integralmente ou o sistema a cancelará;

Validade execute ou cancele: a oferta só tem validade no momento em que é encaminhada, o sistema executará a quantidade possível e cancelará o saldo remanescente automaticamente.

4. Qual a diferença entre ordem limitada e stop? 

A ordem limitada se restringe à execução no preço estipulado, a não ser que se tenha um preço melhor, certo? Por outro lado, a ordem de stop é um disparo focado em parar perdas para mitigar os prejuízos (stop loss) ou parar ganhos quando atingir o objetivo (stop gain).

Adicionalmente, vale lembrar que as ordens de stop (loss e gain) não entram para o book de ofertas. Nesses casos, elas só são encaminhadas para o mercado quando atingem os preços programados pelo trader. A propósito, ele poderá pagar mais caro e vender mais barato do que a cotação atual.  

>>> Saiba quando usar as ordens de stop loss e stop gain

5. Como lançar uma ordem limitada?

Para consolidar as informações sobre o que é ordem limitada, que tal conferir um exemplo prático? No vídeo a seguir, veja como lançar uma limit order na plataforma Clear Pro, da Clear Corretora, dentro do módulo de swing trade:

O que é ordem limitada? Dica final 

Muito além de saber o que é ordem limitada, é vital traçar uma estratégia assertiva para investir seu capital. Para isso, faça sua matrícula no curso “Aprenda a investir na bolsa de valores”, a fim de aproveitar as melhores oportunidades de entrada e saída das operações.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

E lembre-se: a Faculdade XP School tem um amplo leque de conteúdos que contribuem para a sua jornada da riqueza! Então, aproveite essa oportunidade para crescer de forma exponencial!

O que é o custo de oportunidade? Saiba como investir melhor!

Cada escolha, uma renúncia, isso é a vida”: já ouviu essa música? Aliás, a mesma lógica se aplica às escolhas feitas nas aplicações financeiras. Com isso em mente, explicaremos o que é o custo de oportunidade para tomar decisões mais assertivas.

Afinal, como saber qual é o melhor ativo para colocar na sua carteira ou se é o momento de encerrar uma posição? Hoje, você conhecerá o princípio do custo de oportunidade e sua relação com o universo dos investimentos. 

E, se você está se perguntando por que isso é relevante, saiba que tomamos 35.000 decisões por dia. Nesse sentido, o estudo publicado no Wall Street Journal reflete sobre a avalanche de opções que somos confrontados, o que causa a “fadiga” da decisão

De fato, algumas pessoas têm mais dificuldade para decidir do que outras. Mas será que isso tudo seria atenuado ao descobrir o que é o custo de oportunidade nos investimentos? Continue conosco para descobrir!

O que é o custo de oportunidade? Importância do conceito

Antes de explicar o que é o custo de oportunidade, vale a pena ponderar sobre ansiedade e fobia financeira. Segundo a pesquisa do Instituto Locomotiva, 39% dos brasileiros adiam decisões pelo medo de encarar o próprio orçamento.

E, trazendo a situação para o mundo dos investimentos, como afastar esse receio de lidar com as finanças? Será que esse medo seria dissipado ao obter dados concretos? Nessa linha, falaremos do princípio do custo de oportunidade para facilitar a tomada de decisão

O que é o custo de oportunidade nos investimentos?

Nas aplicações, o custo de oportunidade é o valor que se renuncia ao optar por um ativo em detrimento de outro. Ou seja, é uma forma de calcular o quanto seus recursos poderiam render se fossem destinados para outra aplicação.

Por exemplo, imagine que você opta pelo quesito segurança nas operações, algo que é típico da renda fixa. Nesse caso, será preciso abrir mão do potencial de alta lucratividade, que é característico da renda variável, certo? 

Em linhas gerais, trata-se de uma relação entre escolha e escassez, já que os recursos são limitados. Ou seja, o custo de oportunidade mostra o lucro ou o benefício que se abre mão a fim de conquistar algum objetivo prioritário.  

Por falar em objetivo, dê o play nesse vídeo da Faculdade XP School para saber como colocar o dinheiro no lugar certo:

5 vantagens de compreender o que é o custo de oportunidade

Essas são as principais vantagens de calcular o custo de oportunidade antes de fazer uma aplicação financeira:

4 tipos de custo de oportunidade

De modo geral, os tipos de custos de oportunidade se dividem nos seguintes itens:

  1. oculto ou escondido: é algo que não pode ser mensurado com precisão, pois algumas taxas estão embutidas. Por exemplo, a taxa de performance pode ser cobrada nos fundos de investimento, dependendo do retorno mensal; 
  2. aberto: em contraponto ao anterior, o valor do custo não fica embutido dentro de uma operação. Assim, o investidor conhecerá todos os itens para comparar o custo-benefício, de maneira objetiva;
  3. ambiental: aqui, é vital considerar os critérios ESG (Environmental, Social and Governance). Como exemplo, considera-se investir em empresas que geram energia limpa, em vez de comprar os ativos das que poluem o meio ambiente;
  4. real: o custo contábil diz respeito ao lucro “sacrificado” ao direcionar o dinheiro para uma aplicação e não a outra. Aliás, essa é uma forma de quantificar se uma aplicação renderia x% ao mês, enquanto a outra traria y% no período. 

Como calcular o custo de oportunidade? 

De modo similar ao custo-benefício, o cálculo do custo de oportunidade leva em conta a perspectiva de retorno. Em uma aplicação, pode-se considerar a rentabilidade que seria obtida com o investimento que não foi feito em relação ao valor que ele está rendendo.

Benefício que seria obtido com a opção A x Retorno trazido pela escolha da opção B

Para isso, é importante considerar os indicadores econômicos, a exemplo do CDI e da taxa Selic. Ambos os índices são referências para o mercado financeiro e nos ajudam a descobrir se o investimento é superior ao custo de oportunidade que está sendo avaliado. 

>>> Veja como usar os índices CDI e Selic para ampliar a rentabilidade dos investimentos

2 exemplos para entender o que é o custo de oportunidade

Nada melhor do que conferir os exemplos de custo de oportunidade para facilitar o entendimento, não é mesmo? Por sinal, lembre-se de que isso está relacionado a um benefício que deixou de ser obtido, seja qual for o motivo. 

No caso, tomaremos como base os títulos de renda fixa, pois sua rentabilidade é conhecida no ato da aplicação, ok? Em ambas as simulações, os dados são relativos ao dia 27 de dezembro de 2021. 

1. CDB x Poupança

Digamos que alguém queira manter o dinheiro na Poupança, ao invés de aplicar no CDB. Na simulação abaixo, feita na XP Investimentos, veja o retorno da aplicação de R$ 5.000 no período de cinco anos, em que a pessoa deixaria de ganhar R$ 919.

o que é o custo de oportunidade - CDB XP Investimentos

2. Tesouro Direto x Poupança

Seguindo a lógica do comparativo anterior, verificamos a diferença entre o Tesouro Direto e a Poupança. No site do programa governamental, também simulamos a aplicação de R$ 5.000 em cinco anos. Como resultado, quem quiser manter o dinheiro da Poupança deixaria de receber R$ 560,05.

o que é o custo de oportunidade - Tesouro Direto

Enfim, esperamos que o artigo tenha esclarecido o que é o custo de oportunidade nas aplicações. E, se quiser continuar a sua jornada de conhecimento, temos os cursos ideais para isso, a começar pelo curso “Combo: Cursos de Educação Financeira”. 

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Vamos lá?

Entenda o que são mini dólar e mini-índice e confira as suas diferenças

Quando pensamos na bolsa de valores, as ações são a principal referência. Mas o que muitos não sabem é que existe uma gama de opções dentro da renda variável que pode trazer lucro para o portfólio, como o mini dólar e mini-índice.

Continue a leitura para conhecer esses dois tipos de aplicações e entender as diferenças entre mini-índice x mini dólar. 

Mercado futuro e minicontratos

Antes de abordarmos o que são mini dólar e mini-índice, é necessário entender o mercado futuro e os minicontratos, no qual eles estão inclusos.

Vamos começar pelo mercado futuro, um ambiente virtual da bolsa de valores em que contratos de compra ou venda de ativos para datas futuras são negociados. 

Esses contratos futuros são negociados como ações, permitindo que os investidores ganhem dinheiro com sua valorização.

Dentre as opções de contratos futuros estão o ouro, moedas, índices de ações como Ibovespa e S&P 500 e commodities agrícolas. Ou seja, no mercado futuro você não negocia partes de empresas, mas sim contratos com vencimentos previamente combinados. 

Mas nem sempre temos um alto capital disponível para negociar contratos inteiros na bolsa de valores. É aqui que entram os minicontratos, pedaços de grandes contratos futuros.

Criados para permitir que mais pessoas tivessem acesso ao mercado futuro, os minicontratos possibilitam que investidores  aloquem parte de seu patrimônio em diferentes áreas, como o mini dólar e o mini-índice.

O que é mini dólar?

Os contratos de mini dólar podem ser resumidos como acordos de compra e venda da moeda norte-americana que serão liquidados no futuro. Isto é, o comprador adquire a quantidade mínima de US$ 10 mil hoje por um valor e recebe o total investido no dia do vencimento.

Mas como funciona essa compra? Como afirmamos acima, o mini dólar tem o valor de compra e venda de US$ 10 mil. Entretanto, o valor necessário para investir nessa aplicação é a cotação do dia em reais vezes R$ 1 mil. Ou seja, se o dólar do dia estiver a R$ 6, a cotação será de R$ 6 mil e o valor de um deles, de R$ 60 mil. 

Também é importante saber que a bolsa de valores confere diariamente quem teve lucro ou prejuízo nesse investimento e realiza os ajustes nas contas dos participantes.

O que é mini-índice?

Os investidores com mais conhecimento de índices também podem participar dos minicontratos por meio do mini-índice. Nessa categoria, os participantes negociam as expectativas de desempenho do índice escolhido em um determinado período.

O valor de investimento do contrato futuro é de R$ 1 para cada ponto. Isso significa que quando o Ibovespa estiver cotado a 125.000 pontos, esse será o valor do contrato

Entretanto, para os interessados no míni-índice, cada ponto vale R$ 0,20. Ou seja, em uma cotação de 125.000 pontos, o minicontrato valerá R$ 25 mil. O lote padrão para a negociação é de um contrato.

O que preciso saber sobre o mini dólar e o mini-índice?

Algumas características de minicontratos como o mini dólar e o mini-índice são únicas desse tipo de papel e devem ser conhecidas para melhor compreensão do investimento.

Código de negociação

Cada tipo de minicontrato possui um código de negociação de quatro letras e dois números. As três primeiras letras desse código sinalizam o ativo do papel em questão. Para o mini dólar foi adotado o WDO e a Ibovespa é identificada como WIN

Já a quarta letra do código indica o mês de vencimento do minicontrato, que se diferem entre o mini dólar e mini-índice. Enquanto o vencimento do mini dólar é mensal, no mini-índice, ele acontece nos meses pares do ano (fevereiro, abril, junho, agosto, outubro e dezembro).

As letras que sinalizam o mês de vencimento no código de negociação são:

Janeiro F
Fevereiro G
Março H
Abril J
Maio K
Junho M
Julho N
Agosto Q
Setembro U
Outubro V
Novembro X
Dezembro Z

E os dois números citados no final do código representam o ano de vencimento do investimento. 

Isso significa que um ativo WINQ24 é um mini-índice da Ibovespa que vencerá em agosto de 2024. Já um minicontrato WDOF18 foi um mini dólar que venceu em janeiro de 2018.

Outra diferença entre o mini dólar e mini-índice é a data de vencimento dos investimentos. O mini-índice vencerá na quarta-feira mais próxima do dia 15 enquanto o contrato de mini dólar é encerrado no primeiro dia útil do mês.

Quais são as vantagens e desvantagens do mini dólar e mini-índice?

Todo tipo de investimento possui pontos positivos e negativos que devem ser avaliados antes de uma aplicação. Dentro os pontos positivos do mini dólar e mini-índice estão:

  • alta liquidez no mercado, garantindo que um investidor consiga vender seus minicontratos rapidamente, caso queira;
  • diversificação da carteira de ativos;
  • potencial de oferecer ganhos elevados em pouco tempo graças à alavancagem, que consiste em fazer uma operação sem ter todo o dinheiro em caixa. Entretanto, é necessário oferecer uma margem de garantia, como um percentual dos minicontratos ou outros ativos.

Entretanto, existem alguns pontos de atenção nos minicontratos que todo investidor deve conhecer:

  • por ser um ativo de renda variável, está sujeito a oscilações;
  • pode sofrer alterações da margem de garantia pela B3, solicitando o depósito de valores adicionais;
  • o lucro dos papéis está sujeito à cobrança do Imposto de Renda

>>> Também vale conferir: Como declarar renda variável no Imposto de Renda? Dicas + passo a passo

Vale a pena investir em mini dólar e mini-índice?

Se você possui um perfil de investidor moderado ou arrojado e busca novas opções de diversificação da sua carteira de investimentos, o mini dólar e mini-índice são aplicações válidas e devem ser consideradas.

Mas se você ainda se sente inseguro para realizar aplicações em rendas variáveis como essa, pode ser mais interessante para suas finanças um investimento em conhecimento. 

O curso “Aprenda a investir na bolsa de valores” lhe dará a base necessária para explorar essa oportunidade que oferece altos ganhos.

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Bull Market e Bear Market: como reconhecer e aproveitar esses momentos do mercado?

Se você participa ou gosta de se manter informado sobre o mercado financeiro, certamente já ouviu as expressões Bull Market e Bear Market. Por estarem relacionadas aos movimentos de alta e baixa de ações, elas são bastante utilizadas por analistas e investidores.

No artigo abaixo nós contamos não só a razão desses termos terem sido adotados, como trazemos exemplos para você ficar craque na hora de usar. Vamos lá?

Bull market e Bear market

Mercado do touro e mercado do urso. Esses são os significados, respectivamente, dos termos bull market e bear market. Como dissemos, ambos estão relacionados ao mundo dos investimentos e, mais especificamente, às movimentações das ações. Veja abaixo mais detalhes sobre cada um deles.

O que é bull market?

Bull market é o mercado de alta. Quando essa expressão é usada, ela indica que o mercado está passando por um bom momento, com expectativa de alta no preço das ações.

Mas por que um touro tem a função de representar um mercado otimista? Pela maneira como ele ataca: de baixo para cima. Nos Estados Unidos, a imagem do animal está representada em uma estátua localizada no distrito financeiro de Nova Iorque, Wall Street. Entre os investidores, o adjetivo bullish, que significa “como um touro”, é usado como sinônimo de ascensão.

Portanto, se você ouvir algum analista dizer que o momento é de bull market, se prepare: suas ações podem subir e você pode aumentar os lucros de sua carteira.

O que é bear market?

Já a expressão bear market é utilizada para sinalizar que o mercado está em baixa. Enquanto o touro gera otimismo, o urso, por sua vez, representa um momento de pessimismo entre os investidores.

Se você está se perguntando a razão de o urso estar à frente do termo, nós explicamos: quando esse animal ataca, ele faz um movimento com a pata que vai de cima para baixo. Associando ao mercado financeiro, é como as ações se comportam quando estão em um momento ruim.

Entre os investidores, o adjetivo que define essa fase é o bearish (como um urso). Quando usado, ele se refere a qualquer tipo de situação que pode levar os ativos para baixo.

>>> Bull market e bear market estão diretamente ligados à situação macroeconômica de um país. Quer saber mais sobre como os indicadores podem impactar seus investimentos? É só dar play no vídeo abaixo que a Clara Sodré explica:

Entendendo bull market e bear market na prática

Se você já sabe o mínimo sobre o mercado de investimentos, entender bull market e bear market é simples. A aplicação de bear market, por exemplo, está atrelada à lei de oferta e demanda. Isso significa que quando o mercado está otimista, com mais pessoas buscando por opções de compra, o preço dos papéis irá subir. Isso fará com que o mercado fique mais otimista de maneira geral.

Olhando para o bear market, estamos falando sobre um momento ruim de mercado. Quando isso acontece, os investidores entram em um movimento contrário e tentam vender os papéis que possuem, fazendo com que o mercado como um todo sofra o impacto desse volume.

Exemplo de bull market

Antes de pensar em exemplos de bull market, é preciso entender o que faz com que os papéis entrem em um movimento de alta. E para essa pergunta, a resposta é bastante simples: uma situação tranquila e estável, de modo geral. Isso significa um país com boas perspectivas de crescimento, livre de polêmicas, com taxas equilibradas e uma situação econômica positiva.

Trazendo um exemplo recente de bull market, podemos citar as criptomoedas. Com a popularização do Bitcoin e as amplas discussões sobre o metaverso, as moedas digitais têm ganhado força. Com isso, observa-se uma movimentação otimista do mercado em prol da negociação desses ativos.

Exemplo de bear market

Por outro lado, o bear market é justamente a representação de uma situação desfavorável, no qual o mercado gera inseguranças e descrença entre os investidores.

Embora tenha sido usado como exemplo de crescimento, o Bitcoin também passou por uma fase ruim desde que se popularizou. Após um período crescente de alta exponencial e o atingimento de uma máxima histórica, a criptomoeda entrou em queda em um curto espaço de tempo, preocupando investidores e gerando uma movimentação de venda de ativos.

Outro exemplo recente de bear market é o Coronavírus. Com o avanço da doença pelo mundo e a crescente insegurança e incerteza do mercado, as bolsas caíram ao redor do mundo, provocando uma grande queda.

Dicas para reconhecer um bear market e bull market

Embora não haja uma regra ou padrão sobre quando começa ou termina um bear market ou bull market, existem alguns indicativos de que essas movimentações estão próximas de acontecer. Como dissemos, elas estão diretamente ligadas à situação do país, seja politicamente, economicamente ou socialmente.

Para reconhecer um bear market

Como o bear market é a representação de baixa, ele está diretamente associado a um momento frágil do mercado. Você pode identificá-lo a partir de alguns sinais, entre eles:

  • Queda no preço das ações
  • Situação econômica ou política do país desfavorável
  • PIB com perspectiva negativa
  • Altas taxas de desemprego

Para reconhecer um bull market

Já o bull market, assim como a imagem do touro, representa a força do mercado. Quando isso acontece, ele está otimista e é favorável para negociações. Embora também não exista uma regra que indique a chegada do ‘mercado do touro’, alguns sinais podem sinalizá-lo:

  • Empresas mais rentáveis e com lucro
  • Redução de juros, taxas e inflação
  • Redução no número de pessoas desempregadas
  • PIB em crescimento

Aplique-os nos seus investimentos!

A volatilidade anda de mãos dadas com a renda variável. Isso significa que altas e baixas são naturais e inerentes a esse mercado. Por isso, mais importante que saber identificar sua movimentação é saber aproveitar os benefícios que as situações do país e do mundo podem oferecer a você como investidor. Veja algumas dicas:

Use binóculos

Essa dica pode não dizer nada em um primeiro momento, mas o que queremos insinuar é que você precisa estar atento ao que o futuro do mercado financeiro reserva. Não se preocupe se o momento for de bear market, o segredo é olhar para a frente e ser capaz de enxergar um touro. Quando isso acontece, você irá se beneficiar da compra de papéis em baixa.

Enxergue ainda mais longe

Se você precisa ser capaz de enxergar um touro chegando, você precisa ver ainda mais longe para perceber o urso se aproximar. A razão é simples: quando ele estiver perto o suficiente, qualquer papel que está performando bem tem chances de se desvalorizar. Por isso, a dica é antecipar essa movimentação do mercado para se beneficiar de uma venda em alta.

Estude as empresas

Se você estiver vivendo em um momento de bull market, está tudo bem pagar um pouco a mais para colocar um ativo na carteira. Entretanto, essa compra precisa ser assertiva para que você se beneficie. Uma dica é estudar bem a empresa antes de adquirir o seu papel. Em momento de otimismo é a solidez e a segurança que irão gerar lucros.

Conclusão

Assim como em qualquer tipo de investimento, o mercado de ações pode ser uma caixa de surpresas. Entretanto, embora isso signifique que não existem regras ou padrões para a alta ou baixa de uma ação, o conhecimento é o fator primordial para que você não seja afetado drasticamente.

Uma dica é se manter atento e saber interpretar o que a movimentação do mercado pode indicar. No curso Cenários e investimentos: macroeconomia para investidores, você descobre como a economia pode impactar seus investimentos. Além disso, tem acesso a mais detalhes sobre a macroeconomia, política monetária e sistema financeiro. Quer saber mais? É só clicar no banner abaixo.

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Quais são as diferenças entre Day Trade e Swing Trade?

Se você possui interesse no universo de trading, é provável que já tenha se deparado com termos como Day Trade e Swing Trade. Apesar de diferentes, ambas estratégias podem trazer uma série de benefícios para seus adeptos.

Continue a leitura e entenda quais são as diferenças entre Day Trade e Swing Trade e descubra como escolher a melhor opção para a sua carteira de investimentos.

Day Trade e Swing Trade: conceitos

A melhor maneira de entendermos as diferenças entre Day Trade e Swing Trade é por meio  dos seus conceitos, que citamos logo abaixo para seu conhecimento.

O que é Day Trade?

Como o próprio nome já diz, o Day Trade é qualquer negociação iniciada e encerrada no mesmo dia. Isso significa, por exemplo, que um investidor comprará 500 papéis da empresa XYZ às 10h48 e as venderá às 15h57, com lucro ou prejuízo. 

Ou seja, uma transação é definida como Day Trade quando ambas ações (compra e venda) ocorrem em um único pregão da bolsa de valores. Mais importante que o lucro ou prejuízo do investimento é o timing.

Os day trades costumam ser realizados com ações, mas existem investidores que optam por negociar contratos e opções. 

O que é Swing Trade? 

Se no Day Trade trabalhamos com horas, o Swing Trade se baseia em dias. Isso significa que esse tipo de operação pode durar de dois até cinco dias – mas há quem defenda que essas operações podem durar até meses.

Por causa da sua maior duração, essa transação é a predileta entre pessoas que se interessam pela bolsa de valores, mas que não possuem disponibilidade para acompanhar as flutuações do mercado ao longo do dia. 

Essa forma de trade também é conhecida por oferecer menos risco e maior possibilidade de ganhos.

Quais as diferenças entre Day Trade e Swing Trade?

Apesar das definições de Swing Trade e Day Trade oferecerem valiosos insights sobre as operações, existem outras diferenças para se atentar.

Imposto de Renda

Um dos primeiros pontos de atenção é a participação do Leão nas operações de Day Trade e Swing Trade. Entretanto, o tipo de operação pode mudar a alíquota de cada opção:

  • Day Trade: alíquota de 20% do lucro da operação, sem opção de isenção;
  • Swing Trade: alíquota de 15% do lucro da operação, com isenção para vendas de até R$ 20.000,00 por mês.

O vencimento dos DARFs (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) acontece no último dia útil do mês.

>>> Leia também: Como declarar renda variável no Imposto de Renda? Dicas + passo a passo

Rotina de investimentos

Como você pode imaginar, os day traders e os swing traders possuem rotinas de investimento bem diferentes.

Para o day trader, o dia começa às 10h, com a abertura da B3, e se encerra às 18h. Ao longo das 8 horas, ele acompanhará em tempo real o pregão com as oscilações do mercado para tomar as decisões que lhe trarão os melhores rendimentos dentro do pregão.

Já quem adota o Swing Trade costuma analisar a Bolsa no início ou término do dia, programando os stops nas ações para serem realizados automaticamente. Isso porque, como já afirmamos acima, esse tipo de investidor não possui disponibilidade para acompanhar as oscilações com frequência.

Gráficos

Independentemente do tipo de operação, os gráficos são uma valiosa bússola para o processo. Mas cada uma delas pede por gráficos diferentes.

  • Day Trade: utiliza gráficos Intraday, que mostram as variações de preço por 1 minuto, 5 minutos, 15 minutos ou mesmo uma hora. Também costuma ser usado o gráfico diário no início ou término do dia para uma visão macro dos papéis;
  • Swing Trade: adota o gráfico diário para acompanhar a variação dos papéis por pregão. Para melhor compreensão do contexto em que investirá, os gráficos semanais e mensais podem ser utilizados.

Possíveis ganhos

Atenção para essa importante diferença entre o Day Trade e o Swing Trade. Quando investimos, nosso principal objetivo é aumentar nosso patrimônio. Contudo, sabemos que ao optar pela renda variável, esse ganho não é garantido todos os dias.

Por isso, os dois tipos de trades têm objetivos de lucro diferentes. Enquanto o Day Trade trabalha com variações entre 0,1% e 0,3%, que pode se tornar um valor substancial dependendo da quantidade de ganhos, o Swing Trade busca oscilações de mais de 2% nas operações.

3 perguntas para entender qual é a melhor opção para sua carteira de investimentos

Quanto tempo você tem disponível?

Essa é a primeira pergunta, e provavelmente a mais importante. Ao entender sua disponibilidade de tempo atual ou futura para os investimentos, será mais fácil escolher o tipo de trade ideal para a sua rotina.

Quais são seus objetivos?

Você só tem algumas horas disponíveis por dia, mas sonha em ser um day trader? Por que não transformar os diferentes tipos de operações em metas?

Enquanto atualmente você só pode atuar como swing trader, aproveite essa oportunidade para aprender e aumentar seu patrimônio. Ao sentir que sua reserva de emergência é suficiente e que você possui o conhecimento necessário na área, invista na sua meta em médio ou longo prazo  para tornar um day trader.

A Faculdade XP também pode lhe ajudar nessa meta com o e-book gratuito “Guia de Boas Práticas para Day Trade”. Nesse material, reunimos as principais dicas para operar de maneira segura e consciente, além de alertar dos riscos nas operações.

Já o vídeo abaixo, com Guilherme Benchimol, Edu Lyra, Kondzilla, Izabella Mattar e Thiago Godoy, aborda em mais detalhes a importância dos sonhos para o nosso futuro. Confira:

Qual seu apetite a riscos?

A maioria dos investidores sonha em ver o crescimento do patrimônio em uma carteira de títulos e papéis campeões. Entretanto, cada pessoa possui uma visão de crescimento e um apetite aos riscos diferente.

Enquanto um investidor conservador não gosta de incluir a renda variável no seu portfólio, um arrojado a tem como uma das principais opções de investimento. Da mesma maneira, existem os traders mais pacientes enquanto outros buscam agilidade nas suas operações.

Siga aprendendo sobre a Bolsa de Valores com a Faculdade XP

Esperamos que esse artigo tenha sanado suas principais dúvidas sobre Day Trade e Swing Trade. Mas se você quer investir tempo e dinheiro no seu conhecimento, que tal aprender  mais sobre a bolsa de valores com a Faculdade XP?

Nosso curso “Aprenda a investir na bolsa de valores” lhe mostrará os primeiros passos para investir em ações, explicando o funcionamento da bolsa e como selecionar os papéis adequados ao seu perfil de investimentos.

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Quais dívidas são quitadas com a morte do titular? Quem paga as dívidas do falecido?

Após a morte de uma pessoa, uma série de preocupações precisa ser resolvidas pelos familiares, como as dívidas do falecido. De acordo com o Serasa, mais de 450 mil pessoas foram enterradas em 2020 com débitos em seu nome.

Neste artigo, nós explicaremos quais dívidas são quitadas com a morte do titular e quais são as responsabilidades dos herdeiros pelas dívidas do falecido. Tenha uma boa leitura!

Qual a importância do espólio na quitação de dívidas?

Para entendermos quais dívidas são quitadas com a morte do titular, primeiro precisamos entender o papel do espólio nas dívidas do falecido. Apesar de muitas pessoas o confundirem com a herança, eles possuem diferenças importantes, que abordaremos abaixo.

O que é espólio?

Juridicamente, o espólio é definido como o conjunto de bens e direitos deixados pelo falecido. Como todo o patrimônio a ser herdado é listado, nele estão inclusos:

  • imóveis;
  • veículos;
  • investimentos;
  • obras de arte;
  • títulos de clubes;
  • saldos em contas bancárias.

Para a declaração, é necessário um inventariante, que costuma ser um cônjuge ou filho do falecido. É ele que representará o espólio até a separação dos bens. 

O que é herança?

Enquanto o espólio reúne todos os bens e direitos de uma pessoa, a herança também listará suas obrigações, como empréstimos e contas em aberto. Ou seja, o espólio lista apenas os patrimônios positivos, enquanto a herança também reúne os débitos em aberto. 

Quais dívidas são quitadas com a morte do titular?

A principal dúvida a respeito das dívidas que precisam ser quitadas com a morte do titular é de quem será responsável por esse pagamento. De maneira simplificada, podemos afirmar que as dívidas deverão ser pagas com os bens deixados pelo falecido.

Esses pagamentos podem ser resumidos em três possíveis cenários, que exploramos em mais detalhes abaixo.

  • quando o patrimônio é maior que a dívida do falecido: os valores devidos são subtraídos dos bens e o restante será dividido entre os herdeiros;
  • quando o patrimônio é igual à dívida do falecido: os bens serão usados para quitar as dívidas e não haverá nenhum valor de herança;
  • quando o patrimônio é menor que a dívida do falecido: o valor dos bens é usado para quitar o máximo das dívidas e o resto do débito ficará por conta do credor. 

Ou seja, não há responsabilidades dos herdeiros pelas dívidas do falecido, independentemente do que for dito em contrato no qual os herdeiros não façam parte. Essas condições se aplicam em dívidas como:

  • crédito consignado;
  • cartão de crédito;
  • financiamentos;
  • IPTU e IPVA.

Entretanto, existem alguns débitos que merecem mais atenção, como os financiamentos de imóveis e veículos.

Financiamento de imóvel

Ao assinar um contrato de financiamento no Brasil, é obrigatória a existência de um seguro que garante a quitação dos pagamentos em caso de falecimento do contratante. Ou seja, a família do falecido estará amparada no caso de morte e poderá utilizar o imóvel ou colocá-lo à venda, se preferirem.

Financiamento de veículo

Já esse tipo de empréstimo pode variar dependendo do combinado entre o contratante e a instituição financeira que ofereceu o financiamento. Caso haja algum tipo de seguro, como o prestamista, o bem está garantido para a família. 

Se não houver nenhuma garantia, o pagamento deve ser concluído. Entretanto, vale afirmar que o valor será retirado do espólio do falecido. Ou seja, os herdeiros não precisarão usar o próprio dinheiro para a quitação da dívida.

>>> Também vale conferir: Consolidação de dívidas: posso unificar empréstimos? Veja!

Quais são outras responsabilidades dos herdeiros após um falecimento?

Apesar de muitos familiares se focarem em quais dívidas são quitadas com a morte do titular e nos bens do falecido, existem outras responsabilidades que não podem ser ignoradas. Com os cuidados listados abaixo, a família terá mais segurança e tranquilidade nesse momento de luto. Confira!

Informar entidades bancárias sobre o falecimento

Muitas pessoas não sabem, mas o Brasil possui sistemas que informam automaticamente a Receita Federal, o INSS e as instituições bancárias após o falecimento de uma pessoa ser registrado em um cartório.

Entretanto, é sugerido entrar em contato diretamente com as instituições para evitar que novas cobranças e juros sejam gerados no futuro.

Cancelar os cartões de crédito do falecido

Pode parecer estranho sugerir que a família se preocupe com os cartões de crédito do falecido em um momento tão delicado, mas essa é uma ação rápida que pode evitar que alguém se aproveite dessa situação.

Isso porque apesar de ser possível comprovar o uso indevido do pagamento ao comparar as datas de uso do cartão com o dia do falecimento, esse é um processo complexo e pode acabar envolvendo os herdeiros. Ou seja, é um cuidado a ser tomado quanto antes. 

Preparar o inventário 

O inventário é uma espécie de lista de bens do falecido, que deve ser registrada em cartório para ter valor legal. Esse é o documento que garante que os bens serão divididos corretamente entre os herdeiros, mediante a ajuda de advogados.

Ele também é útil para definir o espólio do falecido, que é fonte não apenas da herança a ser dividida entre os beneficiários, mas também de valores que serão destinados para o pagamento de dívidas.

Cuidado com as dívidas

Esperamos que com esse conteúdo você tenha entendido quais dívidas são quitadas com a morte do titular e quais são as responsabilidades dos herdeiros pelas dívidas do falecido em um momento tão delicado.

Se você está com dívidas e se preocupa com o futuro da sua família, saiba que é possível reduzir ou até mesmo extinguir os débitos com a ajuda da educação financeira. Esse vídeo, do Thiago Godoy, mostra de maneira resumida como acabar com as dívidas:

Mas se você quer se aprofundar no assunto, nós recomendamos nosso “Combo: Cursos de Educação Financeira”. São quatro cursos da escola de Educação Financeira Faculdade XP com conteúdo facilitado por especialistas do mercado em um modelo flexível para se adaptar a sua rotina.

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Como ganhar dinheiro com renda passiva? 9 ideias para inspirar

Obter um rendimento constante sem a necessidade de manter um trabalho desgastante parece um sonho para você? O que você diria se te contassem que tem como ganhar dinheiro com renda passiva e deixar tudo isso mais próximo de se tornar realidade?

Enquanto muitos acreditam que parar de trabalhar e curtir a vida só é possível ficando rico do dia para noite, recebendo uma herança ou ganhando na loteria, existem diversas fontes de renda passiva que podemos aproveitar, basta saber encontrá-las.

Antes de pedir demissão e pendurar a rede, vá com calma.

Vamos explicar a fundo o que são essas fontes de renda, os tipos de capital que podem ser utilizados e ainda traremos algumas ideias de como ganhar dinheiro com renda passiva, tudo para você se inspirar e seguir o seu caminho com tranquilidade e estabilidade.

Gostou da ideia? Então continue lendo!

O que é fonte de renda passiva?

Podemos entender a renda passiva como qualquer receita adquirida sem a necessidade de acompanhamento ou esforço ativo, ou seja, o capital investido é o bastante para continuar gerando renda e aumentar o patrimônio pessoal.

Nesse modelo, não há necessidade de desempenhar uma tarefa específica continuamente a fim de obter retorno. Na prática, podemos alcançar a renda passiva com ou sem capital.

Renda passiva com capital é aquela que se dispõe de um valor inicial para dar início à uma movimentação financeira que será capaz de gerar retorno constante. Pode se tratar de bens materiais, como imóveis, ações na bolsa, títulos de investimento ou qualquer reserva financeira.

Em contrapartida, a renda passiva sem capital é aquela na qual o recurso financeiro provém de meios alternativos, como royalties e direitos autorais, que oferecem um rendimento com base no licenciamento para terceiros.

Para todos os efeitos, o cenário mais plausível para a renda passiva é quando você trabalha, consegue assegurar um patrimônio para si e a partir disso obtém o capital que será investido para dar início à rentabilidade passiva.

Inteligência, esforço e senso de oportunidade são todos fatores cruciais para quem tem o objetivo de ganhar dinheiro com renda passiva. Isso porque é necessário ter uma visão macro, para entender o mercado financeiro e suas interações, além de se dedicar para que a estabilidade e segurança se mantenham a longo prazo.

>>> Já falamos sobre como encontrar investimentos mais seguros, leia: Como investir dinheiro com segurança? Dicas para renda extra!

Renda passiva X Renda ativa

Antes de falar sobre como ganhar dinheiro com renda passiva, é importante frisar que nem todo mundo se dá bem nesse ramo. É preciso identificar uma boa oportunidade e saber aproveitá-la, além de que não há nada errado em preferir uma renda ativa, ou seja, trabalhar para ganhar o seu dinheiro.

A renda ativa costuma ser bem mais regular do que a passiva, afinal de contas, a maioria dos contratos de serviço oferecem algum tipo de remuneração mensal. Mesmo no caso de contratação para projetos específicos, é possível diluir a compensação para manter o rendimento frequente.

Na passiva, podem ocorrer momentos de intervalo ou alterações súbitas nas regras praticadas, de modo que a recompensa é impactada. Por exemplo, quem tem imóveis e recebe aluguéis pode ficar com as propriedades vazias e sem rendimento algum por um período indeterminado.

Idealmente, a recomendação é diversificar, assim como é indicado para o mercado de investimentos. Complementar a renda ativa com renda passiva, a fim de aumentar o patrimônio e chegar um dia em um cenário onde poderá “pendurar as chuteiras” com tranquilidade e menor risco.

De todo modo, aprender sobre educação financeira é um dos primeiros passos a se tomar nessa jornada. Uma boa oportunidade é aproveitar o “Combo: Cursos de Educação Financeira” da Faculdade XP School, que junta 4 cursos da nossa escola em uma lição flexível e prática. Confira:

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Dá para viver de renda passiva? Como evitar riscos?

Na prática, sim, é possível viver apenas com renda passiva. No entanto, não é algo que você conseguirá do dia para a noite, num passe de mágica. Antes de mais nada, você precisa ter noção de como está sua saúde financeira. Faça o seguinte:

  1. crie uma planilha e anote todos os seus gastos mensais;
  2. anote também despesas extraordinárias, como viagem de férias, seguro do carro, etc.;
  3. coloque todos seus rendimentos mensais;
  4. some o custo equivalente a seis meses de despesas.

O resultado dessa soma é o valor que você precisa manter em caixa para viver de renda passiva sem risco.

Caso você dependa de investimentos de baixa liquidez, que não caem todos os meses ou que possam ter o pagamento interrompido por longos períodos, é crucial manter essa reserva de emergência.

>>> Conseguiu juntar um patrimônio e quer dicas de onde investir? Então confira o post: Onde investir 100 mil hoje?

Como ganhar dinheiro com renda passiva: 9 ideias de investimento

Quem tem perfil de investidor ou pretende participar desse mercado pode aproveitar para deixar o dinheiro trabalhando em seu lugar, já que existem opções de rendimento que permitem resgate de curto prazo e mantém o saldo positivo.

Separamos nossas dicas em dois grupos: alta liquidez e baixa liquidez. O primeiro grupo é formado por aplicações que permitem o resgate a curto prazo, sem afetar sua rentabilidade geral, servindo para pagar contas recorrentes ou compor uma reserva de emergência.

Já a baixa liquidez é composta por vencimentos de longo prazo, que apesar de não “cair todo mês”, oferecem maior retorno acumulado e compensam a espera por aumentar o patrimônio.

Quer ver como ganhar dinheiro com renda passiva ao investir? Então confira nossas sugestões e inspire-se!

9 ideias de investimento para viver de renda passiva
Alta liquidez Baixa liquidez
  • Fundos DI;
  • Fundo IPCA de curto prazo;
  • CDB com liquidez diária;
  • Títulos do Tesouro Selic.
  • Tesouro Direto;
  • CDB (vencimento de longo prazo);
  • LCI/LCA;
  • Fundos de Investimentos (renda variável);
  • Investimento em Ações

Nossa recomendação é garantir uma liquidez de curto prazo para manter os rendimentos essenciais e aproveitar o retorno elevado dos investimentos de longo prazo para aumentar o seu patrimônio.

Não se esqueça de atualizar seu planejamento financeiro constantemente para manter um diagnóstico sempre preciso. Continue acompanhando o Blog Faculdade XP para mais dicas de educação financeira e investimento.

Botão Quero Usar a Renda Fixa para Obter Ganhos com Baixo RiscoPronto para dar seus primeiros passos no mundo dos investimentos? Então confira nosso curso sobre renda fixa ou acesse a página da escola de investimentos para conferir programas específicos para o seu perfil.