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Como fazer um e-mail marketing: aprenda o passo a passo + dicas de ferramentas!

Muitas pessoas acreditam que os e-mails tornaram-se obsoletos, contudo, cerca de 58% dos brasileiros conectados à internet fazem uso do correio eletrônico. Desse modo, se você possui um empreendimento e não sabe como fazer e-mail marketing, saiba que está deixando muito dinheiro em cima da mesa.

Além de ser um poderoso meio de comunicação com sua audiência, essa estratégia é altamente lucrativa. Por exemplo, um estudo realizado pela DMA Marketer Email Tracker indica que, no Reino Unido, para cada £1 investido em estratégias de e-mail marketing, o retorno médio foi de £42.

Se você quer aprender como fazer e-mail marketing e ter resultados semelhantes ao exemplo anterior, continue com a leitura deste conteúdo.

O que é e-mail marketing?

O e-mail marketing é uma estratégia de marketing que utiliza os correios eletrônicos para aproximar a empresa de sua audiência, educar o seu público e gerar mais oportunidades de vendas.

Mais à frente, detalharemos o funcionamento de cada etapa do e-mail marketing, mas em resumo, essa prática consiste em captação de e-mails, disparo de conteúdos e análise dos resultados obtidos.

Para que serve o e-mail marketing?

Dentre as principais serventias do e-mail marketing, temos: aumentar o alcance das campanhas, melhorar a segmentação da base de contatos e automatizar os processos. Abaixo, detalhamos um pouco mais sobre cada um desses pontos, confira.

  • Aumentar o alcance das campanhas: imagine que a sua empresa está fazendo uma campanha de Black Friday e preparou as melhores ofertas do mercado para a sua clientela. De nada adianta ter uma boa promoção, se ela não alcança as pessoas corretas, não é mesmo? Contudo, se você fez um bom trabalho prévio e construiu uma boa base de e-mails, você pode disparar suas ofertas para toda a sua base em poucos cliques.
  • Melhorar a segmentação da base de contatos: no momento de captação dos e-mails, é possível solicitar algumas informações extras do lead. Desse modo, você pode agrupar os contatos adquiridos com base em suas características demográficas. Além disso, é possível mapear por meio de qual página esse lead foi captado e identificar quais são os seus interesses.
  • Automatizar os processos: por meio do e-mail marketing você pode automatizar alguns processos, como o processo de onboarding de novos clientes, por exemplo. Além disso, é possível desenhar funis de e-mails que conduzem o lead ao longo de conteúdos que aumentem a sua consciência sobre um determinado problema e, no final, fazem uma oferta de um produto que o resolva. É desse modo que se cria um funil de e-mails que realiza vendas no automático.

<Leia também: Jornada do consumidor digital: transforme sua estratégia de marketing>

Por que o e-mail marketing é essencial para se comunicar com clientes?

Com base em pesquisas realizadas pelo IBGE, em 2018, cerca de 63% dos brasileiros conectados à internet a utilizavam para enviar e receber e-mails. Além disso, por meio da utilização de correios eletrônicos, é possível criar um relacionamento pessoal e duradouro com os seus clientes. Desse modo, não utilizar o e-mail marketing na estratégia do seu empreendimento é deixar de gerar mais oportunidades de vendas e de fidelizar a clientela.

Quais as vantagens das campanhas de e-mail marketing?

Quando o assunto são as campanhas de e-mail marketing, a primeira vantagem que vem à mente é o aumento da receita da empresa. Porém, ainda que seja um dos principais focos, existem outros benefícios que vão além do que fazer mais ofertas. Confira abaixo quais são as principais vantagens dessa estratégia.

1. Maior entendimento do seu público-alvo

Quando você tem uma base de e-mails, é possível que você realize pesquisas com sua audiência de modo que você entenda quais são suas principais dores, seus maiores desejos, seus medos, seus sonhos e entre outras informações. Além disso, ao analisar o comportamento dos seus leads (abertura de e-mails, cliques e etc) você consegue entender quais são os assuntos pelos quais eles mais se interessam.

2. Aumento do tráfego 

Uma outra vantagem do e-mail marketing é a possibilidade de direcionar uma boa quantidade de tráfego para suas redes sociais, sites e páginas da web. Para exemplificar este subtópico, imagine que você construiu uma lista com 30.000 e-mails e que ela possui uma taxa de abertura de 21%. Desse modo, você pode enviar um conteúdo convidando seus leads para seguirem a página da sua empresa no Instagram, ou para conferir um novo conteúdo que você publicou em seu blog, e essa mensagem chegará para mais de 6.000 pessoas.

3.  Comunicação em larga escala

Que o e-mail marketing permite que uma empresa consiga manter um relacionamento pessoal e próximo com cada um de seus leads já é de conhecimento de todos. Porém, além disso, essa estratégia permite que o esforço empregado para se comunicar com 1, 100, 1.000 ou até mesmo 10.000 pessoas seja o mesmo.

<Leia também: O que é CRM? Saiba mais sobre Customer Relationship Management>

Como fazer e-mail marketing? 

Como visto anteriormente, o e-mail marketing é uma poderosa estratégia para aproximar os clientes da marca e gerar mais oportunidades de vendas. Além disso, essa prática mostrou-se muito rentável, uma vez que exige baixo investimento inicial e pode gerar bastante lucro para um empreendimento.

Contudo, para colher todos esses benefícios, é necessário executar essa estratégia corretamente. Desse modo, reunimos os 9 principais passos para te ensinar como fazer um e-mail marketing de sucesso, confira abaixo.

1. Criar e segmentar uma base de leads

O primeiro passo para uma estratégia de e-mail marketing é a criação e a segmentação da sua lista de e-mails. Para melhor entendimento, vamos separar a criação e segmentação em dois momentos.

Criação da lista de e-mails

Nesta etapa, você precisará captar os e-mails do seu público-alvo de alguma forma. Não recomendamos a compra de listas prontas, uma vez que é ilegal e ineficiente. Desse modo, a melhor forma de captar e-mails da sua audiência é por meio de iscas digitais.

Uma isca digital é um conteúdo de valor que você oferece para sua audiência em troca de suas informações de contato. Por exemplo, um e-book, um minicurso, uma masterclass ou até mesmo planilhas. Observe abaixo uma isca digital da empresa Resultados Digitais.

Exemplo de página de captura da RD Station.
Fonte: RD Station

Na imagem acima, podemos ver uma página da RD construída para captação de e-mails. Nela, a empresa oferece, gratuitamente, uma masterclass sobre a estratégia que a possibilitou gerar 1,5 milhão de leads em 12 meses. Desse modo, para ter acesso a esse conteúdo, os interessados precisarão informar seu nome, e-mail e telefone.

Segmentação dos leads

A segmentação da sua lista de e-mails consiste em separar em grupos os contatos que possuem características semelhantes. Ainda utilizando o exemplo anterior, todas as pessoas que se cadastraram na RD para assistir à masterclass em questão possuem interesse no processo de geração de leads. Dessa forma, é possível reunir todas elas em um único grupo que apresenta um interesse em comum.

Essa prática permite que a comunicação seja mais eficiente e mais assertiva, pois, a mensagem é enviada somente para aquelas pessoas que possuem interesse em seu conteúdo.

2. Estabelecer objetivos e planejar conteúdo

Após a criação e segmentação da sua lista de e-mails, será necessário estabelecer os objetivos das suas campanhas e, com base neles, planejar os conteúdos que serão compartilhados. Os objetivos mais comuns das campanhas de e-mail marketing são: nutrição de leads, oferta de produtos/serviços e pesquisa.

  • Nutrição de leads: o processo de nutrição de leads é uma prática que consiste no compartilhamento de conteúdos educativos que aumentam o nível de consciência da sua audiência sobre um determinado problema.
  • Oferta de produtos/serviços: como o próprio nome já diz, consiste em compartilhar ofertas dos produtos/serviços da sua empresa.
  • Pesquisa: você pode utilizar a sua base de contatos para realizar pesquisas com a sua audiência. Por exemplo, você pode entender quais são suas maiores dores, seus principais desejos, seus medos e seus sonhos.

Após definir o objetivo da sua campanha de e-mail marketing, você precisará planejar quais serão os conteúdos que você utilizará no disparo dos e-mails. Será uma mini guia? Uma notícia? Uma oferta promocional? Um formulário de pesquisa? Este é o momento de decidir isso.

3. Crie o design do seu e-mail marketing

Uma das formas de garantir que o seu e-mail irá reter a atenção do leitor é por meio da criação de um design atrativo e eficiente. É importante que você crie um layout bem estruturado, capaz de otimizar a legibilidade do seu conteúdo. Além disso, aposte em elementos visuais que despertam a atenção e o interesse do seu lead. Contudo, é necessário tomar cuidado para não exagerar e construir um e-mail muito poluído visualmente.

4. Tenha modelos de mensagens

Para ter uma estratégia de e-mail marketing bem sucedida, é importante que você desenhe modelos de mensagens para momentos específicos das suas campanhas. Dentre os modelos mais comuns, temos:

  • E-mail de boas vindas: o primeiro e-mail que o seu lead receberá ao se cadastrar na sua lista de contatos.
  • Newsletter: envio de conteúdos e notícias que sejam do interesse da sua audiência.
  • Datas comemorativas: conteúdos, mensagens ou ofertas que tenham a ver com alguma data comemorativa.
  • E-mail de novos produtos/serviços: e-mail que notificam o lançamento de um novo produto/serviço.
  • Recuperação de carrinho abandonado: mensagem enviada para o lead que colocou um produto no carrinho, mas não finalizou a compra. O principal objetivo é entender o porquê e trazer uma solução.
  • E-mail de remarketing: e-mail enviado para pessoas que visitaram uma determinada página da web (página de vendas, página de cadastro e etc.) para oferecer novamente algum produto/serviço.

5. Aposte em CTAs

Quando um empreendimento adota a estratégia de e-mail marketing, ele espera que em um determinado momento o lead execute alguma ação, seja ela a compra de um produto/serviço ou uma interação com o conteúdo. Desse modo, é importante que, ao longo do e-mail, você insira alguns calls to action (chamadas para ação).

Para fazer bom uso dos CTAs, é importante que você explore formas de destacá-lo do resto do conteúdo do e-mail. Por exemplo, você pode fazer uso de botões com links.

Um outro ponto a se levar em consideração é que a atenção do leitor está concentrada no início do texto, de modo que, ao decorrer da leitura, a taxa de retenção de leitores diminua. Dessa forma, se você quer que o seu CTA seja visualizado por mais pessoas, é conveniente que ele se encontre próximo ao início do e-mail.

6. Entregue o máximo de valor para seus leads

Lembre-se que as pessoas se cadastraram em sua lista de e-mail, pois elas tinham interesse no que você tinha para compartilhar com elas. Desse modo, para que você mantenha o engajamento da sua audiência, é necessário que você busque entregar o máximo de valor para seus leads em seus e-mails.

Nada de e-mails rasos ou genéricos. É importante que você conheça muito bem quais são os interesses e desejos da sua audiência para que, dessa forma, você consiga produzir um conteúdo que seja realmente útil e relevante para a sua lista de contatos.

7. Mensure os seus resultados

Um dos benefícios que a internet trouxe para os empreendimentos é a possibilidade de mensurar quase tudo. Com o e-mail marketing não seria diferente. Uma das etapas mais importantes dessa estratégia é a mensuração e a análise dos resultados.

É por meio dessa prática que você conseguirá identificar o que deu certo e o que deu errado no disparo dos seus e-mails. Desse modo, é possível otimizar o seu conteúdo e obter resultados mais expressivos.

Dentre as métricas mais importantes para uma estratégia de e-mail marketing temos a taxa de abertura (percentual de pessoas que abriram o e-mail) e a taxa de cliques (percentual de cliques nos links do e-mail).

8. Ofereça a opção de descadastramento

É importante que, no seu e-mail, você ofereça a opção de descadastramento para o seu lead, pois, por mais que seja importante manter os contatos na lista de e-mails, forçar esse relacionamento pode ser prejudicial para a sua marca e para sua estratégia de e-mail marketing.

 O fato do lead não desejar mais receber seus e-mails, pode fazer com que ele crie uma antipatia pela sua empresa ou até mesmo marque os seus conteúdos como spam.

9. Utilize uma boa ferramenta de e-mail marketing

Para uma boa estratégia de e-mail marketing, a sua empresa precisa estar munida de uma boa ferramenta. Desse modo, é válido buscar pela que melhor atenderá às suas necessidades. Dentre as ferramentas de e-mail marketing mais relevantes do mercado, temos:

10. [Bônus] Exemplos de e-mail marketing de sucesso

Para concluir o passo a passo de como fazer um e-mail marketing de sucesso, confira abaixo 3 exemplos de empresas que fizeram um uso bem criativo dessa estratégia e tiveram resultados excelentes em suas campanhas.

1. Chico Rei

Como fazer e-mail marketing? Exemplo da empresa Chico Rei
Fonte: HubSpot

Observe que a empresa Chico Rei utilizou o e-mail de recuperação de carrinho abandonado de forma bem descontraída, oferecendo um cupom de 20% de desconto no carrinho de compras.

2. World Importados

Como fazer e-mail marketing? Exemplo da empresa World Importados
Fonte: HubSpot

No caso da empresa World Importados, primeiro eles agregaram valor para seu leitor, por meio de uma receita de Yakisoba e, posteriormente, realizaram a oferta de dois dos seus produtos. Note que os produtos ofertados estão intimamente relacionados com o conteúdo da receita e o interesse do público-alvo.

3. Harry’s

Como fazer e-mail marketing? Exemplo da empresa Harry's
Fonte: HubSpot

A empresa Harry’s é conhecida pela venda de sabonetes líquidos. Observe que a estratégia utilizada no e-mail foi a de nutrição. O conteúdo começa com uma pergunta (você lava o seu rosto?). Logo em seguida, de acordo com a resposta do leitor, é compartilhado um link educativo (porque vale a pena lavar // como lavar de forma mais inteligente).

Afinal, como se tornar um especialista em estratégias de marketing?

Ao longo deste conteúdo, vimos a importância do e-mail marketing para um empreendimento. Contudo, as estratégias de marketing não se resumem à utilização dos correios eletrônicos. Também é possível utilizar as redes sociais, anúncios, blogs e outros meios.

Se você deseja ser capaz de gerar mais oportunidades de vendas e aumentar o faturamento da sua empresa, assine a nossa plataforma Multi+ e torne-se um Analista de Marketing Digital por meio do nosso Bootcamp Online.

Conta de investimento: tudo o que você precisa saber antes de abrir a sua

Conquistar uma estabilidade financeira e tranquilidade em relação a gastos na rotina é o sonho de qualquer pessoa, concorda? Por isso, cada vez mais buscam no dia a dia sobre como investir dinheiro para que se alcance esses sonhos num futuro próximo. E quando falamos de mercado e produtos financeiros, ter uma conta de investimento tem sido uma das melhores opções. 💰

Antigamente, a maioria das pessoas quando pensava em render seu dinheiro, solicitava apenas ao gerente do banco opções que fizessem isso, como guardar na poupança ou fazer algum investimento dentro do próprio banco que já recebe seu salário e na conta corrente que movimenta. 

Só que nos últimos anos esse cenário vem mudando pra melhor. 

Com uma conta de investimentos você consegue mais rentabilidade com segurança e mais autonomia para escolher aplicações sob medida para seus interesses.

Essa opção é o passaporte para o seu futuro. 

Se você ainda não tem ideia do que se trata ou não está aproveitando, continue a leitura deste artigo para entender mais sobre como abrir uma conta em uma corretora de investimentos e começar hoje mesmo a garantir sua qualidade de vida no futuro. Vamos lá? 👇

O que é conta investimento?

A conta de investimento é um serviço financeiro que funciona como uma conta corrente bancária, só que focada nas aplicações de ativos financeiros, centralizando toda a negociação. 🤝

Foi criada em em 2004, pela Lei 10.892/04 com o objetivo de amenizar a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) dos patrimônios, pois a cobrança de 0,38% da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira reduzia consideravelmente os ganhos dos investidores. 

Assim, tornou-se uma modalidade que otimiza as operações bancárias dos investidores através de uma plataforma digital que agiliza os processos de compra e venda, resgates e afins. Tudo focado em facilitar a vida na hora de investir dinheiro.

Como funciona na prática a conta investimento?

Funciona como uma conta de um banco normal, só que não com o objetivo de realizar movimentações para pagar contas e outras situações cotidianas. 

Ao abrir a sua conta de investimento você tem acesso ao home broker onde poderá escolher o ativo no qual deseja investir, seja ela renda fixa ou renda variável, e vai usar o dinheiro apenas para isso.

Escolhendo a sua opção, o dinheiro passa para essa conta para você adquirir os ativos e acompanhar a movimentação. Assim que desejar fazer o resgate, basta realizá-lo normalmente.

Vale ressaltar que em relação a tributação, as taxas de corretagem variam de acordo com a empresa financeira, sendo que a cobrança de Imposto de Renda (IR) semestral ocorre sempre no último dia útil dos meses de maio e novembro. 📅

Vale a pena ter uma conta de investimento?

Se a proposta é ter uma conta especialmente pensada para investir, a resposta é sim. A seguir, abordaremos os diferenciais dessa estratégia para otimizar o retorno dos investimentos.

Primeiramente porque nesse tipo de conta você tem um local onde consegue comprar os títulos que deseja facilmente, separadamente da sua conta corrente, proporcionando mais organização dos investimentos e evitando misturar os valores em dinheiro. 

Sem contar que tem disponível um amplo leque de produtos e uma rentabilidade bem maior por ser em corretoras. 

Para exemplificar, veja uma simulação de dois produtos que estão tanto nos bancos, quanto na XP Investimentos: o CDB e o Fundo DI.

simulação xp CDB e Fundo DI conta de investimento
Simulação XP CDB e Fundo DI.

Para efeito de comparação, simulamos uma aplicação de R$ 5.000 pelo prazo de sete anos: 

👉 CDB: o produto da XP rende 9.36% acima do que a rentabilidade dos bancos tradicionais. Ao investir na primeira opção, o investidor ganharia R$653,00 a mais.

👉 Fundo DI: a XP traz remuneração 0.71% superior. Logo, quem aplica na corretora teria R$2.225,00 de retorno, contra R$ 2.174,00 dos correntistas dos bancos tradicionais. 

Atenção: tais resultados consideram as taxas praticadas em 22 de novembro de 2021, podendo variar em outros períodos.

< Saiba mais sobre as opções de renda fixa >

Depois de colocar o custo-benefício na ponta do lápis, falaremos das características das contas de investimento. Mas, antes disso, vale lembrar que as corretoras têm uma série de produtos financeiros, que não necessariamente estão disponíveis nos bancos, tais como:

  • Ações da Bolsa de Valores (como os Fundos de Ações);
  • FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários);
  • ETFs (Exchange Traded Funds ou Fundos de Índice).

< Veja como começar a investir em renda variável >

Qual a diferença entre conta de investimento x conta corrente?

As diferenças existem porque uma é voltada para quem quer investir, por ser uma conta que gera mais rentabilidade, enquanto a outra não.

Confira detalhadamente os pontos abaixo.👇

Benefícios e desvantagens conta de investimento

Quem opta por uma conta para investir tem acesso aos seguintes serviços e benefícios:

  • Oportunidade para aplicar em diferentes classes de ativos do mercado;
  • Rentabilidade mais vantajosa quando comparada aos bancos tradicionais; 
  • Taxas reduzidas, incluindo a possibilidade de contar com a corretagem zero;
  • Diversificação da carteira de forma eficiente, com renda fixa e renda variável;
  • Apoio de especialistas em alocação dos ativos e gerenciamento dos riscos;
  • Planejamento financeiro, trazendo mais facilidade para gerir seus recursos.

No entanto, o ideal é que você pesquise bastante sobre as opções disponíveis no mercado, pois em algumas instituições as taxas que são cobradas podem ser mais caras e gerar menos valor. Identifique qual é o melhor custo-benefício para o seu tipo de necessidade. 

Outra desvantagem é que as contas de investimento é cobrança semestral de imposto de renda, o que pode trazer menos custo também se comparada a conta corrente. 

Benefícios e desvantagens conta corrente

A conta corrente do banco é aquela que dispõe das movimentações financeiras comuns, como saques, transferências, uso do cartão de crédito e alguns tipos de aplicações. 

Assim, são recomendadas para aquelas pessoas que a usam muito frequentemente, seja com compras diárias, pagamentos no cartão, recebimento de salário etc.

Além disso, tem como vantagens:

  • Visitas a agência local ou caixa eletrônico para fazer saques e depósitos;
  • Fazer compras com um cartão de débito conectado à sua conta;
  • Fazer saques e depósitos com seu cartão de caixa eletrônico;
  • Possuir um cartão de crédito vinculado a sua conta.

No entanto, ainda existe o pacote de tarifas bancárias, que pode custar até R$200,00, isso sem contar a anuidade do cartão, a avaliação emergencial de crédito etc.

Por que abrir uma conta para investir?

Por meio dessa conta, além de ser possível executar várias ações, como transferir valores, comprar ativos, movimentar investimentos, acompanhar os rendimentos e realizar resgates, você tem também:

  • Expansão dos investimentos no exterior;
  • Aumento da segurança para as transações;
  • Isenção da incorporação de serviços relacionados à conta;
  • Facilidade de acesso às oportunidades de investimento;
  • Aumento do potencial de gestão das movimentações.

Onde abrir conta de investimentos?

O mais importante aqui é você entender qual o seu momento atual e onde quer chegar com sua renda. Isso vai influenciar na corretora que você vai escolher como opção de investimento.

Feito isso, existem infinitas possibilidades no mercado, seja na sua própria instituição bancária ou outra, como é o caso da XP. 

O que vale dizer é que abrir é bem simples, como você verá a seguir.

Passo a passo de como abrir uma conta de investimento na XP

Para fazer o cadastro na XP Investimentos, basta seguir os seguintes passos:

  1. No site da corretora XP, clique no botão “abra sua conta” no topo da tela (ou vá direto neste link);
  2. Preencha o formulário com os dados pessoais;
  3. Selecione o assessor de investimentos, se for o caso;
  4. Inclua as informações complementares, conforme as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
  5. Continue o cadastro com os dados residenciais, patrimoniais e profissionais;
  6. Aguarde a aprovação do cadastro ou a solicitação de documentos adicionais;
  7. Após a confirmação, basta preencher o questionário do perfil de investidor no Home Broker da corretora. Em seguida, você poderá escolher ativos compatíveis com seu perfil, seja ele conservador, moderado ou arrojado.

Importante: os dados de cadastro são confidenciais, com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Passo a passo para abrir conta em outras corretoras

Além da XP, existem outras corretoras renomadas para você abrir sua conta de investimentos, como a Clear e a Rico Investimentos

Confira um passo a passo delas, respectivamente.

Clear

  1. Abrir o site e criar uma conta;  
  2. Assinar os contratos de intermediação;
  3. Preencher o seu perfil suitability, que aparecerá automaticamente na tela. Esse formulário deve ser respondido da forma mais sincera possível, pois ele quem mostra qual o seu perfil e vai disponibilizar os produtos que correspondem  ao seu perfil.

Rico

  1. Acesse o site da Rico e clique no botão “criar minha conta” no topo da tela;
  2. Preencha o formulário com: dados pessoais, login e senha, endereço, documentos, recursos financeiros e outros; 
  3. Aguarde o retorno com a aprovação do cadastro e, assim, você poderá começar a investir.

Lembrete: o cadastro da Rico também inclui as diretrizes da CVM e da LGPD, bem como o perfil de investidor. E mais: a corretora tem o diferencial da corretagem zero nas ações!

Como investir com segurança depois de abrir a conta de investimento?

Investir em uma conta de investimento é a opção que vai fazer seu dinheiro render mais, com facilidade e garantir a qualidade de vida que tanto busca.

Só que para isso, o conhecimento é a chave para investir com segurança, seja qual for o canal escolhido. 😉

Agora que você sabe os benefícios de abrir uma conta de investimento e o que a difere de ter uma conta corrente normal, só depende de você fazer valer a pena.

Por fim, para lhe ajudar a trilhar o melhor caminho, uma recomendação é você se aprofundar mais no assunto, de forma prática, no curso livre aqui da Faculdade XP sobre Previdência e Planejamento: Turbinando a sua Aposentadoria

👉 Vamos começar agora mesmo?

Análise ambiental: o que é e como fazer esse planejamento na empresa

Você concorda que acompanhar todas as mudanças da sociedade e entender como elas podem impactar o seu negócio não é uma tarefa fácil? Entretanto, essa tarefa pode ser um pouco mais simples se você utilizar a análise ambiental como uma ferramenta aliada!

A análise ambiental é uma metodologia de fácil aplicação, mas muito completa e super importante para trazer um panorama dos pontos positivos e pontos negativos, tanto internos quanto externos, que podem atingir de forma direta a sua empresa. 

Ficou interessado e quer saber mais sobre a análise ambiental corporativa? Continue a leitura deste artigo e descubra como ela é importante para o sucesso do seu negócio!  

O que é a análise ambiental?

A análise ambiental é uma prática que faz parte do ambiente corporativo e tem como objetivo principal analisar os ambientes internos e externos nos quais uma empresa está inserida. 

Em outras palavras, podemos dizer que a análise ambiental consiste em um processo para identificar oportunidades, ameaças, forças e fraquezas que podem influenciar diretamente a empresa. 

Para que serve a análise ambiental corporativa?

Dentro de uma empresa, a análise ambiental corporativa é muito utilizada na montagem de planejamento estratégico, já que é possível traçar objetivos a médio e longo prazo considerando os contextos futuros identificados.

Para exemplificar como ela é aplicada no dia a dia, trouxemos abaixo algumas situações:   

Tomada de decisões

Na hora de tomar decisões, fazer uma análise ambiental ajuda a empresa a fazer as escolhas certas e diminuir os riscos de fazer uma escolha errada. Isso porque a análise observa diversos aspectos e traz uma visão ampla sobre o que está sendo debatido. 

Lançamentos de produtos

A análise ambiental ajuda a identificar tendências e oportunidades que poderiam ser aproveitadas. Por isso, ela é importante para guiar a empresa na hora de um lançamento, já que pode trazer insights importantes e guiar a equipe para executar o melhor trabalho. 

Planejamento estratégico

Analisar os cenários em que a empresa está inserida é importante para traçar as metas e objetivos do negócio a médio e longo prazo. Com a análise ambiental, o planejamento estratégico fica mais simples e descomplicado. 

Setores da empresa que se beneficiam da análise ambiental

Por ser uma ferramenta de fácil aplicação, muitos setores utilizam a análise ambiental corporativa para entender melhor a sua realidade. Dentre eles estão:

  • Financeiro: observadas as movimentações do mercado financeiro, identifica ameaças e cria plano de contenção para diminuir os danos;
  • Marketing: acompanha tendências do mercado, identifica novas oportunidades, planeja lançamentos, sendo um ótimo recursos para os analistas de Marketing Digital;
  • Recursos Humanos: identifica os pontos fortes e fracos da instituição para criar plano de ações para melhorá-los. 

Benefícios de realizar a análise ambiental corporativa

Quando bem executada, a análise ambiental traz uma série de benefícios para um negócio, independente do seu segmento. Confira alguns dos principais benefícios:

  • Acompanhar tendências (positivas ou negativas) que podem impactar o negócio;
  • Antecipar ameaças e criar de planos de contingências para evitar grandes crises;  
  • Identificar oportunidades de expansão para o negócio;
  • Mapear situações que podem prejudicar a empresa;
  • Melhorar a comunicação entre as equipes. 

Como fazer uma análise ambiental na sua empresa?

Agora que você sabe o que é uma análise ambiental corporativa e como ela é importante para um negócio, que tal aprender como fazer a sua própria análise?

Ambiente interno

Quando falamos de ambiente interno, estamos nos referindo ao ambiente que está sob controle da empresa. Por exemplo:

  • Concorrentes, clientes e fornecedores;
  • Funcionários;
  • Política de vendas;
  • Recursos disponíveis para investimentos;
  • Sistema de gestão empresarial

Em resumo, é nesse ambiente que se encontram as forças e as fraquezas do negócio. 

Ambiente externo

Já quando falamos de ambiente externo, estamos nos referindo a fatores e situações que estão fora do controle da empresa. Estamos falando de:

  • Clima;
  • Crises locais ou internacionais;
  • Economia;
  • Legislação;
  • Política.

Nessas situações, é quando a empresa consegue identificar as ameaças e as oportunidades que podem atingir diretamente o seu negócio. 

Quando é recomendado fazer a análise ambiental?

Uma análise ambiental corporativa é indicada em diversas situações, tais como: criar um planejamento estratégico para melhorar o seu desempenho ou identificar forças e fraquezas do negócio.  

Metodologias que auxiliam na análise ambiental

Existem diversas metodologias ágeis que podem facilitar a análise ambiental corporativa. Abaixo, falamos um pouco mais sobre algumas dessas ferramentas:

Análise Swot

SWOT é a sigla para Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). Em síntese, a análise swot é um diagrama onde é possível representar visualmente os fatores internos e externos que influenciam a empresa. 

Representação da análise SWOT
Análise SWOT ajuda a identificar as forças e fraquezas para criar um planejamento estratégico eficiente.

Pestel

Pestel é a sigla para Political (político), Economical (econômico), Social (sociocultural), Technological (tecnológico), Environmental (ambiental) e Legal (legal). Com essa análise é possível identificar algumas variáveis externas que impactam o negócio

Representação da análise Pestel
Análise Pestel pode ser uma grande aliada na análise ambiental corporativa.

Forças de Porter

Criada pelo economista Michael Porter, a metodologia 5 forças de Porter ajuda a identificar as cinco forças que devem ser comparadas em relação à concorrência.

As cinco forças de Porter são:

  • Rivalidade entre concorrentes;
  • Poder de negociação com os fornecedores;
  • Poder de negociação dos consumidores;
  • Ameaças de produtos ou serviços que podem substituir o seu;
  • Entrada de novas empresas no seu mercado de atuação. 

Diagrama de Ishikawa  

Em contraste a análise Pestel, o diagrama de Ishikawa é uma metodologia mais focada nos ambientes internos e na gestão de processos. Essa metodologia ajuda a identificar os seguintes pontos:

  • Máquinas;
  • Materiais;
  • Mão de Obra;
  • Meio ambiente;
  • Método;
  • Medida.
Diagrama Espinha de Peixe
Diagrama de Ishikawa, também conhecido como espinha de peixe é uma ótima metodologia para fazer a análise ambiental.

Desafios de fazer uma análise ambiental corporativa

Sem dúvidas, o principal desafio na aplicação desta metodologia é mantê-la sempre atualizada e compatível com a sua realidade, já que muitos fatores do ambiente interno e externo mudam constantemente. 

Importância da análise ambiental para a sua empresa

De acordo com um levantamento feito pelo IBGE, aproximadamente 50% das empresas brasileiras fecham em até 3 anos por falta de gestão.

Para evitar que isso aconteça com o seu negócio, fazer uma análise ambiental corporativa é importante para ter uma visão completa da realidade da sua empresa. Assim, é possível desenvolver estratégias para potencializar as suas forças e traçar planos para solucionar as fraquezas.        

Conclusão

Ao longo deste artigo falamos sobre a análise ambiental e como ela pode impactar o seu negócio. Com as dicas que trouxemos, você pode utilizar essa ferramenta como uma alternativa para definir os seus objetivos e traçar estratégias para alcançá-los.    

Para cuidar do seu negócio e acelerar ainda mais os seus resultados, invista no Bootcamp Online Analista de Processos de Negócios da Faculdade XP! Com ele, em apenas 10 semanas você aprende tudo sobre gestão de processos e como otimizar a sua produção.

Mastodon: conheça a rede social sem fins lucrativos que está rivalizando com o Twitter

Mastodon: parece o nome de um Deus grego, mas na realidade, é o nome da rede social que tem feito concorrência com o Twitter. Isso mesmo, até a rede do passarinho tem concorrentes agora!

O fundador e CEO do Mastodon, Eugen Rothko afirma que, em novembro de 2022 a rede alcançava 1 milhão de usuários com perfis ativos e, no mês anterior, outubro, mais de 450 mil pessoas criaram as suas contas na rede social.

Mas o que tem feito tantas pessoas se aproximarem desta rede?

Simples: a semelhança com o Twitter e, obviamente, algumas vantagens relevantes, como não ter que ver algumas publicidades importunas.

Vamos entender mais sobre como o sucesso chegou para o Mastodon? Siga a leitura!

O que é o Mastodon?

Mastodon é uma rede social que funciona como um serviço de microblog, bem como o Twitter. Assim, ele funciona na plataforma com rolagem vertical que permite posts curtos.

Os usuários podem fazer upload de diversos tipos de conteúdos, desde textos e vídeos até gifs e emojis. A limitação é apenas os 500 caracteres (o que é quase o dobro da quantidade de caracteres aceitas pelo Twitter).

Logo da Mastodon rede social
Logo da Mastodon rede social

Segundo a própria plataforma, a rede social contém, hoje, mais de 4,4 milhões de usuários (impressionante, não?).

Fazendo uma breve comparação, o Twitter tem mais de 120 milhões de usuários, no entanto, quando o Matsodon estava dando seus primeiros passos, a rede do passarinho já tinha cerca de dez anos.

Quando e como surgiu o Mastodon?

Provavelmente o que mais diferencia o Mastodon de todas essas empresas de redes sociais é que ele foi desenvolvido por uma organização sem fins lucrativos, inclusive, hoje, o seu lema é “a rede social que não está à venda” provando para o usuário que a missão e a essência da plataforma não mudou.

O CEO Eugen Rochko é, também, o criador do Mastodon que deu vida à rede em 2016 com o apoio de crowdfunding!

Mastodon vs Twitter

As comparações entre o Mastodon e o Twitter tomaram conta da internet quando o Elon Musk comprou o Twitter: o bilionário comprou a rede social do passarinho por míseros US$ 44 bilhões.

Por causa dessa ação, diversas discussões foram levantadas nas redes relacionadas ao rumo do Twitter, visto que, Musk, novo dono, já tinha exposto que faria mudanças um tanto quanto drásticas na forma na qual a empresa vinha sendo gerida.

Assim, muitos usuários começaram a migrar para outras plataformas e o Mastodon tem sido uma das que mais tem gerado interesse nas pessoas, justamente por ter semelhanças com o Twitter.

Como funciona o Mastodon?

Em suma, os indivíduos que usam Mastodon têm a possibilidade de entrar nos mais diversos servidores que, por sua vez, são realizados por diferentes grupos e usuários.

Ou seja, a plataforma não possui uma plataforma central gerida e controlada por uma empresa, como o Instagram, Facebook e WhatsApp, que são redes da empresa Meta, do Mark Zuckerberg. Sendo assim, o funcionamento do Mastodon se dá por meio de servidores, como se eles fossem comunidades.

Algumas dessas comunidades são:

  • All: todas as comunidades;
  • Activism: temáticas sociais;
  • Art: criações artísticas;
  • Food: para aqueles que amam comida;
  • Games: para o mercado de games;
  • Humor: piadas, memes e coisas engraçadas;
  • LGBT: voltada a comunidade LGBTQIA+;
  • Music: amantes da música;
  • Tech: assuntos tecnológicos.

Além disso, a plataforma é gratuita e é totalmente livre de anúncios.

<Leia também: Metaverso: tudo que você precisa saber sobre o novo mundo virtual/>

Quais os diferenciais da rede social Mastodon?

Alguns pontos diferenciais, de forma objetiva, são:

  • Livre de anúncios;
  • Existe a possibilidade de esconder informações em alguma postagem e inserir avisos de spoiler para que outras pessoas não sejam prejudicadas;
  • Escolha de quais pessoas acessarão as suas publicações;
  • Tem código aberto, ou seja, qualquer um pode customizá-lo!

Como criar uma conta na rede social: passo a passo

Fazer um cadastro e começar a usar o Mastodon é simples. Veja o passo a passo:

  1. Entre no site oficial para fazer o cadastro;
  2. Escolha um nome;
  3. Escolha a sua senha;
  4. Escolha a sua comunidade;
  5. Escolha o servidor onde a sua conta será hospedada;
  6. E prontinho!

Caso você não queira seguir as etapas que vêm logo depois do passo 5, que não citamos acima, você pode ir até a página web e clicar em “velocidade de inscrição” e depois apertar em “instantâneo”. Assim, alguns servidores aparecerão e você poderá escolher um deles rapidamente.

<Leia também: Gestão de redes sociais: por que você deve investir nessa estratégia?/>

Como utilizar o Mastodon?

Ainda em dúvidas de como utilizar o Mastodon? Vamos lá!

Encontrar amigos

No Mastodon você não encontrará aquelas sugestões de amizade típicas de outras redes sociais, ou seja, o servidor não escaneia os seus contatos e busca as pessoas que você conhece na rede. Se você deseja encontrar um amigo na plataforma, precisa saber como é a identificação dela na mesma.

Caso os seus amigos estejam no mesmo servidor que o seu, é só buscar pelo nome de usuário. Se não estiverem, você precisará do cadastro delas, que nada mais é que um “e-mail” gerado pelo Mastodon.

Além disso, você pode encontrar pessoas usando as hashtags, mas essas nós nem precisamos apresentar porque vocês já se conhecem.

Publicações

Em suma, as publicações divergem das do modelo do Twitter. No Mastodon, elas aparecem de forma cronológica, e não com base em um algoritmo. E ainda tem algumas mudanças nos nomes das ações:

  • Tweets são Toots;
  • Retweets são boost;
  • A ação de curtir é favourite.

Além disso, como a rede não tem algoritmo, qualquer pessoa que está no mesmo servidor que você pode, de fato, ver as suas publicações em ordem cronológica.

Instâncias na rede social Mastodon

Qualquer pessoa pode administrar uma instância Mastodon, logo, instâncias diferentes não só têm comunidades únicas, mas também hashtags Mastodon e algumas, inclusive, têm um conjunto único de regras.

Cada instância tem regras e, embora sejam ligeiramente diferentes na descrição, elas explicitam claramente o que é e o que não é um comportamento aceitável.

Vale a pena utilizar a rede social Mastodon?

A grande vantagem do Mastodon comparado ao Twitter é o fato de a rede ter o open source (cógido aberto), que centraliza nas decisões dos usuários. Dessa forma, todo e qualquer recurso da rede é customizado pelas pessoas que estão nela, não apenas pela empresa que a gere.

Para muitos, isso é muito bom. Para outros, não, visto que já foram encontradas posturas criminosas reguladas na plataforma por usuários que estavam lá. Essa ausência de controle é positiva, mas também traz riscos.

Gostou de aprender mais sobre esse mundo digital em constante expansão? Continue aprendendo com o bootcamp Transformação Digital da Faculdade XP. Com ele você aprenderá muito sobre cultura digital e entenderá mais sobre experiência do usuário.

6 cursos de finanças e investimentos para você conferir

Aumentar a renda financeira é o sonho da maioria das pessoas. A cada dia mais pessoas estão entrando no mundo dos investimentos para começarem o quanto antes a economizar e ter uma vida mais tranquila no futuro. Só que por ser algo que envolve dinheiro, pode parecer complexo para alguns, o que somente um bom curso de finanças e investimentos pode suprir essas dúvidas. 💰

Se você é uma dessas pessoas que está buscando isso, mas não sabe por onde começar. Continue a leitura deste artigo e confira as principais dicas dos melhores cursos de finanças para você começar a investir. Vamos lá? 👇

Por que aprender sobre finanças e investimentos?

Antes de dar as dicas, vale ressaltar os motivos do por que você deve aprender sobre finanças. Além de fazer seu dinheiro durar mais e conseguir usar ele para mais coisas, existem outras vantagens, como: 

  • Entender sobre finanças vai fazer com que você faça uma boa gestão financeira na sua vida pessoal e/ou profissional, permitindo saber quando é o momento de fazer certos investimentos significativos, como compras, reformas, aquisições e expansões;
  • Você aprende a utilizar o dinheiro de forma mais eficiente;
  • Consegue realizar mais seus sonhos, já que muitos dependem de dinheiro e a tendência é você conseguir guardar uma quantia maior;
  • Alcançar mais autonomia e segurança para explorar o mercado.
bolsa de valores para finanças e investimentos
Por que estudar finanças? Aprenda a fazer seu dinheiro render. Fonte: Getty Images.

Cursos de finanças e investimentos gratuitos e pagos

Vamos à parte prática. Para ter uma trilha de conhecimento de cursos na área de finanças, existem diversas opções disponíveis no mercado, inclusive cursos gratuitos de finanças e investimentos.

Por isso, confira um guia com exemplos de onde aprender a ter educação financeira, do básico até o avançado, em instituições reconhecidas em seus conteúdos.

Veja abaixo cada um deles e um resumo de como funcionam. 👇

Iniciantes

CVM – “Poupança x investimento” | Gratuito

Um dos principais cursos gratuitos de finanças é o da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), o órgão responsável por fiscalizar o mercado imobiliário. Ele é uma ótima opção para jovens e pessoas que estão começando a pesquisar e estudar sobre o assunto.

Nele você encontra três modalidades disponíveis: Matemática Financeira Básica; Educação Financeira para Jovens; e Poupança e Investimento, sendo essa última a mais indicada para quem está buscando cursos de finanças pessoais.

No conteúdo você aprende os conceitos mais introdutórios do tema e algumas aplicações práticas para te capacitar nas situações cotidianas. 

👉 Como é gratuito, para fazer basta entrar aqui no site da instituição e se inscrever.

FGV – “Como fazer investimentos” | Gratuito

Sendo a Fundação Getúlio Vargas uma das principais instituições de ensino do país, a formação em educação financeira é uma das mais procuradas de forma gratuita.

Com 12 horas de conteúdo em vídeo-aula online, ele aborda os principais temas para quem deseja começar a investir. 

Nos dois módulos existentes, você aprende conceitos e métodos que ajudam a aplicar seu dinheiro com inteligência e consciência dos riscos, como características dos ativos financeiros e fundos de investimento.

👉 Para se inscrever basta clicar aqui no site.

<Leia também sobre fundo de investimentos>

ANBIMA cursos – “Mercado de renda fixa” | Gratuito

No curso da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), você aprende na teoria e prática os conceitos mais elementares de economia e finanças que todo investidor iniciante precisa conhecer.

Isso vai desde cálculos financeiros, interpretação de gráficos, até a resolução de problemas utilizando a matemática financeira. Além disso, o curso é focado no ativo de renda fixa para que você aprenda sobre os mercados de títulos públicos e privados.

Sua carga horária é de 18 horas e dá direito a certificado de conclusão de curso

👉 Clique aqui para se inscrever.

<Continue a leitura e entenda mais sobre renda fixa>

Banco Central – “Gestão de Finanças Pessoais” | Gratuito

Um dos mais básicos, com carga horária de 3 horas, ele apresenta conceitos básicos de gestão de finanças pessoais e estimula a reflexão sobre temas do cotidiano das pessoas de forma lúdica. 

👉 Você pode se inscrever neste link.

Intermediário

B3 – “Cursos para investidores que querem se aprofundar” | Gratuito

Onde você conhecerá os principais conceitos de renda variável e o funcionamento dos mercados. Tudo sobre o mercado, seus termos, ações e muito mais.

👉 Clique aqui para se inscrever gratuitamente.

Me Poupe! – Cursos para iniciantes a avançados | Gratuito e Pago

Aqui você aprende o Bê a bá de curso de finanças e investimentos com grandes especialistas do mercado.

Na modalidade gratuita e paga, ele é voltado para todos os tipos de público de forma mais intermediária por se aprofundar mais nos assuntos do mercado financeiro.

👉 Saiba mais como se inscrever aqui.

Conclusão

variações de finanças e investimentos
Aprenda o quanto antes sobre mercado financeiro. Fonte: Getty Images.

A busca por cursos de finanças e investimentos se torna cada vez mais recorrente em nosso cotidiano, devido mais pessoas se mobilizarem a aprender sobre educação financeira. 💸

Lembre-se que entender como usar o seu dinheiro e fazê-lo render mais proporciona mais frutos e qualidade de vida no futuro.

E o primeiro passo para isso funcionar é aprender sobre o assunto, por isso a necessidade de buscar os melhores cursos de finanças disponíveis.

Aqui no artigo demos opções tanto gratuitas quanto pagas para você dar início a sua carteira de investimentos.

Depois de estudar, só vai depender de você conquistar mais independência financeira.

Importante ressaltar que ao contrário do que alguns pensam, não é preciso ter muito dinheiro para começar a investir, já que existem investimentos para todos os bolsos e o mais importante é dar o pontapé inicial.

Então, o que está esperando para começar a ter uma vida financeira mais saudável e próspera para o futuro? 

O que faz um Gestor de Business Intelligence? Salário, funções e mais

Você já pensou em trabalhar como gestor de Business Intelligence?

O Business Intelligence (BI) é uma estratégia que busca analisar dados e transformá-los em informações que podem ser utilizadas em momentos decisivos. Para isso, o BI utiliza diversos recursos, como visualização de dados, mineração, análises preditivas, etc. 

Para gerenciar todos esses dados, o profissional mais indicado é o gestor de Business Intelligence. De forma breve, o gestor de BI é um profissional analítico e com facilidades no gerenciamento de um grande volume de dados.

Se você tem esse perfil e ficou interessado para saber mais da profissão, continue a leitura deste artigo!

O que é o gestor de Business Intelligence?

Um profissional de Business Intelligence costuma ser o profissional responsável por planejar, executar, acompanhar e analisar os resultados das estratégias corporativas.  

No caso do gestor de Business Intelligence, também chamado de coordenador de Business Intelligence ou de gerente de BI, além de desempenhar as funções citadas acima, ele também é o responsável por:

  • Desenvolver a equipe;
  • Ser o mediador entre a equipe de BI e o time de sócios e superiores;
  • Validar os projetos desenvolvidos pela sua equipe e auxiliar na implementação dos mesmos. 

O que faz um gestor de Business Intelligence?

O dia a dia de um gestor de Business Intelligence é repleto de atividades relacionadas à parte estratégica, que envolve análise de dados, análise do mercado e a criação de estratégias, e também relacionadas à parte de gestão de equipe, que envolve supervisão e suporte para o time. 

Dentre as atividades de um gestor de Business Intelligence estão:

  • Acompanhar as tendências do mercado: ficar por dentro das novidades e monitorar as ações dos concorrentes ajudam na criação de estratégias; 
  • Consultar dados: ao consultar os dados, o gestor de BI obtêm informações precisas que podem direcionar as suas decisões para o melhor caminho;
  • Criar análises: uma das principais atividades do gestor de BI é analisar dados para utilizá-los no momento oportuno. Por isso, ele cria diferentes tipos de análise de dados, como a descritiva (busca entender algo por meio da pergunta “O que aconteceu?”), a estatística (usa de conceitos estatísticos para interpretar resultados) e a preditiva (tenta prever comportamentos futuros por meio da pergunta “O que acontecerá?”);
  • Gerar relatórios estratégicos: os relatórios ajudam na melhor visualização dos dados e ajudam o gestor de BI a tomar decisões junto a equipe;
  • Minerar dados: a mineração de dados é uma prática que envolve a exploração de dados em busca de padrões consistentes entre eles. Assim, ela é utilizada em banco de dados para identificar tendências em um grande conjunto de dados;
  • Organizar e preparar dados: consiste no processo de identificar os dados e compilar várias fontes de dados que se relacionam sobre um determinado tema para analisar; 
  • Otimizar softwares de dados: com o seu conhecimento em softwares, o gestor de Business Intelligence deve estar sempre atento para garantir que os softwares estejam atualizados e executem as suas atividades sem interferências. 

Quais as áreas de atuação do gestor de Business Intelligence?

O profissional de BI pode atuar em diversos segmentos. Por exemplo, na área de marketing e na de saúde. Abaixo, falamos um pouco do trabalho do gestor de Business Intelligence em alguns segmentos:

  • Educação: otimizar a experiência dos alunos com base na análise de resultados do que é produzido por eles;
  • Financeiro: avaliar histórico dos clientes, gerar relatórios, identificar tendências e auxiliar na tomada de decisões; 
  • Marketing: acompanhar performance das ações, identificar tendências e auxiliar no planejamento de ações futuras e contribuindo para o trabalho do analista de Marketing Digital
  • Saúde: padronizar o atendimento, facilitar a visualização dos dados dos pacientes e adiantar o processo de tomada de decisões. 
Gestor de Business Intelligence é um profissional em alta
Gestor de Business Intelligence tem uma visão ampla de dados para utilizá-lo de forma estratégica em um negócio.

Mercado de trabalho para o gestor de Business Intelligence

Agora que você já sabe o que faz um gestor de BI e onde ele pode atuar, trouxemos algumas informações importantes sobre o mercado de trabalho para você ficar por dentro da realidade desses profissionais.  

Empregabilidade

O mercado de trabalho está superaquecido para o profissional de Business Intelligence! De acordo com um estudo do Latin America Business Intelligence & Analytic Application, o mercado de Business Intelligence teve um crescimento de 20% entre os anos de 2010 e 2020. Além disso, a mesma pesquisa prevê um crescimento de até 17,8% nos próximos 5 anos. 

Como consequência desse crescimento, o gestor de BI encontra muitas oportunidades no mercado de trabalho. As oportunidades são tanto para empregos fixos, quanto para trabalhos freelancers. 

Salário

De acordo com o portal Vagas, a remuneração salarial de um gestor de BI pode variar entre R$5.055,00 e R$12.478,00 a depender do nível de experiência do profissional e da região em que ele atua. Entretanto, a média salarial costuma ser de R$9.535,00 em todo o país.

Perfil mais buscado do gestor de BI

Para atuar como gestor de BI, além dos conhecimentos técnicos, normalmente as empresas dão preferência a profissionais com um perfil analítico e atento aos detalhes. Ao mesmo tempo, o gestor também precisa ser estrategista e solucionador de problemas

Por que o gestor de Business Intelligence é tão requisitado no mercado?

Segundo o levantamento Data Never Sleeps 10.0, realizado pela empresa Domo, em 2022 a produção e o consumo de dados em todo o mundo chegou a 97 zettabytes. Diante desse aumento na produção de dados, cada vez mais, empresas de diversos segmentos estão percebendo a importância dos dados para o seu negócio e buscando se tornar uma empresa orientada para os dados. 

Por ser um profissional com expertise na coleta, no tratamento e na análise de dados, o gestor de Business Intelligence vem sendo muito procurado pelo mercado de trabalho.  

Competências do gestor de BI

Uma pessoa para atuar como gestor de Business Intelligence precisa ter diversas habilidades, tanto técnicas quanto comportamentais. Abaixo, listamos as principais habilidades exigidas pelo mercado para um gestor de BI:  

Soft skills

Soft skills se referem às habilidades comportamentais, ou seja, é sobre a forma com que você lida com as suas emoções e interage com as pessoas ao seu redor. Em geral, essas habilidades são bem particulares, já que fazem parte da personalidade de cada indivíduo. 

No caso de um gestor de BI, as principais soft skills são:

  • Atenção aos detalhes;
  • Boa comunicação;
  • Organização;
  • Proatividade;
  • Ter facilidade na hora de solucionar problemas.

Hard skills

Em contrapartida as soft skills, estão as hard skills. Em síntese, elas são os conhecimentos e as habilidades técnicas que um profissional desenvolve ao longo da carreira através de estudos. Por exemplo, um curso de graduação ou um curso de idiomas. 

Para um gestor de BI, o mercado considera as seguintes habilidades técnicas:

  • Conhecimento do mercado em que está atuando;
  • Domínio de ferramentas e plataformas de Business Intelligence;
  • Entendimento de linguagens de programação;
  • Fundamentos da Gestão da Informação (GI) e do Conhecimento (GC);
  • Noções de Estatística. 

Quais faculdades fazer para se tornar um gestor de Business Intelligence?

Normalmente, os gestores de Business Intelligence têm graduação em Ciência da Computação. Entretanto, outros cursos, como Análise de Sistemas, Tecnologia da Informação e Ciência de Dados, também aparecem entre os mais comuns em profissionais de BI. 

Cursos sobre BI de curta duração são uma boa opção?

Se você quer iniciar uma carreira na área de Business Intelligence, mas não quer esperar entre 4 ou 5 anos para o fim da graduação, investir em cursos de curta duração é uma boa solução!

Por exemplo, o Bootcamp Online Gestor(a) de Business Intelligence da Faculdade XP. Em apenas 10 semanas você aprende, com professores que são profissionais da área, a utilizar ferramentas de BI, fazer análises, gerar relatórios, entre outras atividades da profissão e está pronto para iniciar a sua carreira. 

Dicas para se tornar um gestor de Business Intelligence de sucesso

Primeiramente, você deve investir em qualificação. De preferência, que sejam cursos de instituições reconhecidas e respeitadas na área de Educação. Além de investir no estudo teórico, busque conhecer as ferramentas e as plataformas de BI para se familiarizar com elas e colocar em prática o que você está estudando.  

Por fim, mas não menos importante, foque em criar networking. Dessa forma, você pode conseguir mais trabalhos e aumentar a sua carteira de clientes. 

Conclusão

Business Intelligence é uma área em crescimento, que tem tudo para se tornar indispensável nos próximos anos para aquelas empresas que querem se manter competitivas no mercado. 

Portanto, se você deseja ingressar ou migrar de carreira para a área de BI, esse é um excelente momento!

Quanto antes você começar a sua qualificação, maiores são as suas chances de crescimento e consolidação da carreira. Conheça o Bootcamp Online Gestor(a) de Business Intelligence da Faculdade XP e comece hoje mesmo a se preparar para ser o próximo gestor de BI. 

Quais os melhores fundos imobiliários? Conheça 8 FIIs para ficar de olho em 2023

Nos dias de hoje é possível notar uma curiosidade crescente de (novos) investidores em saber quais são os melhores fundos imobiliários (FIIs). Afinal, o ganho de popularidade desses ativos vem impactando, ano após ano, o aumento de novos cotistas. Por isso mesmo, a procura de informações mais claras e precisas sobre o funcionamento dessa modalidade de investimento está cada vez maior. 

Mas o que está por trás desse boom? Para se ter uma ideia, segundo relatório da B3 — a Bolsa de Valores nacional — o Brasil contava, até novembro de 2022, com 1,9 milhões de investidores pessoas físicas com alguma cota de FIIs. Além disso, ao fim de 2019 esse número era de 645 mil pessoas, ou seja, um crescimento de incríveis 194%. Veja abaixo outros motivos que contribuem para esse aumento: 

  • Recorrência mensal no pagamento de dividendos em valores que, às vezes, ultrapassam o 1% por valor de cota; 
  • Alta liquidez;
  • Menor volatilidade de preços em comparação a outros produtos, como ações.

Apesar disso, muitas variáveis precisam ser levadas em conta ao analisar se um ativo pode ser interessante ou não para o acionista, como: perfil do investidor, estratégia de alocação, interesse por dividendos, entre outros fatores.

Diante desses desafios, preparamos esse conteúdo especial com algumas opções com potenciais de bons rendimentos. Falaremos das suas principais características, pontos fortes, fracos e muito mais. Tudo isso para te mostrar quais são os fundos imobiliários mais promissores para 2023 e ajudar você a escolher aquele que mais combina com a sua estratégia. 

Aproveite o texto e boa leitura!

Para relembrar: o que são fundos imobiliários?

Um Fundo de Investimento Imobiliário, popularmente chamado de FII, nada mais é do que um tipo de investimento que reúne recursos para fazer aplicações no mercado imobiliário. Uma empresa, geralmente uma instituição financeira, faz a gestão de múltiplas cotas e, ao final do mês, distribui os rendimentos aos cotistas. 

Na prática, funciona como um aluguel. Ou seja, esse fundo possui diversos empreendimentos, que podem ser desde galpões logísticos até shopping centers. Com isso, o dinheiro gerado pelos locatários desses espaços é repassado para quem possui uma ou mais cotas. 

Qual a rentabilidade dos Fundos Imobiliários?

Essa é uma dúvida muito frequente, principalmente para quem está começando a investir nessa modalidade. Primeiramente, é preciso ter em mente o seu objetivo ao comprar um Fundo Imobiliário. Isso porque ele entra como mais um pilar dentro da sua estratégia de investimento, que deve ser composta por várias outras frentes.

Mas, vamos aos dados. Um levantamento realizado pelo site Valor Investe mapeou 298 fundos imobiliários em 2022 e descobriu que a rentabilidade média de todos eles ficou em 1,3%. O número é bem mais baixo do que o CDI, que rendeu 11,6%. Porém, conforme falamos, é importante ter em mente que esse número representa a média de todos os fundos. Por isso é importante se informar e conhecer bem o papel que você investirá.  

Conheça os 8 melhores fundos imobiliários para investir em 2023

1 – Kinea Rendimentos Imobiliários III – KNCR11

O KNCR11 foi o segundo fundo imobiliário que mais valorizou no ano de 2021. O ativo, gerido pela Kinea e administrado pela Intrag, se manteve praticamente estável em 2022. Iniciou o ano na casa dos R$101 e encerrou o período por volta dos R$ 98. Um recuo de cerca de 3%. Apesar disso, é possível enxergar esse desempenho como oportunidade.

Como fundo de papel, sua maior predominância de investimentos deriva de dívidas imobiliárias negociadas em renda fixa, como CRI e LCI de baixo risco. 

Fundado em 2022 e já tradicional na bolsa, o KNCR11 possui cerca de 71 mil cotistas, quase o triplo dos compradores do VGIR11.

Por fim, para quem está interessado em saber quanto pagam os fundos imobiliários em dividendos mensais, a média percentual desse FIIs da Kinea é de 13,03% ao ano. O valor teve uma boa melhora, quando entregava inicialmente cerca de 7%.

Ele é indicado para investidores mais conservadores e que buscam uma margem de segurança maior para suas aplicações.

2 – RBR Rendimento High Grade – RBRR11

Assim como a primeira indicação, essa também é um fundo de papel. O RBRR11 é administrado pelo Grupo RBR, que promete uma gestão ativa em crédito imobiliário com garantia sólidas e recebíveis. 

O papel tem como estratégia o investimento em três pilares, que são: antecipação de locação, unidades residenciais prontas e carteiras pulverizadas. 

Começou o ano de 2023 valendo R$ 86,80. No final de 2022, porém, acabou desvalorizando em relação ao pico que atingiu neste período, quando chegou a R$ 100. O movimento é considerado normal, uma vez que muitos papéis sofreram após as eleições. Por isso, trata-se de uma oportunidade interessante nesse novo ciclo, já que o rendimento mensal por cota parte de R$ 0,70.  

3 – Bresco – BRCO11

Voltado para o mercado logístico, esse fundo possui empreendimentos importantes espalhados pelas principais capitais do país. Essencial em empresas de e-commerce, esse tipo de imóvel tem se destacado a cada ano que passa, uma vez que as operações do mercado digital estão em amplo crescimento, especialmente o varejo. O fundo é composto por 11 empreendimentos. 

Segundo analistas, o fundo está operando com um desconto patrimonial na casa dos 20%, o que o deixa em terceiro lugar em nossa lista. 

Gerido pela Bresco, o papel possui 14.778.781 cotas, que começaram o ano pagando um rendimento mensal de R$ 0,65.  

4 – BTG Pactual Fundo de Fundos – BCFF11

O fundo leva o nome de uma das principais instituições financeiras do país, o BTG Pactual. Logo, podemos afirmar que credibilidade não é um ponto fraco do papel. O ativo é conhecido no mercado como um FOF, ou seja, um Fundo de Fundo. Na prática, isso quer dizer que ele compra cotas de outros fundos investimento. 

Durante a pandemia da Covid-19, não sofreu tanto e mostrou resiliência frente aos impactos causados pela circunstância. Isso é relevante pois a gestão híbrida faz aplicações diversas, como em fundos ligados a shopping centers, setor fortemente impactado na crise. 

Com valor por cota casa dos R$ 64,19 em janeiro de 2023, o ativo estava pagando um dividendo de R$ 0,53 no período. 

5 – Tellus Properties – TEPP11

Esse fundo gerido pela Tellus Investimentos tem uma ótima avaliação entre os especialistas. Isso porque ele possui um diferencial importante, pouco visto nas estratégias espalhadas pelo mercado. Sua característica mais marcante é na gestão dos empreendimentos. O fundo foca em comprar propriedades com valores mais baixos, investir em melhorias e vender com um lucro relevante. 

A maioria dos empreendimentos tem perfil corporativo e está localizada em regiões de escritório em São Paulo. Isso torna o papel um dos queridinhos dos especialistas, com potencial de valorização de 25% apenas em 2023. A cota paga pelo fundo em dezembro de 2022 foi de R$ 0,51 com valor patrimonial de R$ 95,72 – igualmente por cota.

6 – XP Log FII – XPLG11

Focado em imóveis logísticos, o fundo tem a gestão da principal empresa do mercado financeiro brasileiro: a XP Investimentos. Portanto, já é um fator a ser levado em conta. Afinal, reputação na gestão também é muito importante. Este é o 4º maior fundo da Bolsa de Valores brasileira e, por isso, sempre está nas listas de indicações.

Com valor patrimonial na casa dos R$ 3 bi, o papel conta com mais de 300 mil cotistas. Um dos diferenciais é a boa diversificação em seu portfólio, que conta com 45% dos empreendimentos localizados em SP, 24% em Pernambuco e 14% no Rio de Janeiro. O restante está dividido entre Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

O valor patrimonial por cota, em janeiro de 2023, está na casa dos R$ 95,40 e o dividendo pago no mesmo período foi de R$ 0,74.

Confira as vantagens de investir nos Fundos Imobiliários e as carteiras recomendadas para cada perfil de cliente.

7 – CSHG Logística FII – HGLG11

Outro fundo voltado para a área de logística tem destaque em nossa lista. Com um ótimo portfólio, a empresa responsável pela gestão do fundo é a Credit Suisse, uma das instituições financeiras mais respeitadas do mundo.

Uma das estratégias adotadas pelo papel é a geração de renda por meio da revenda de imóveis, ampliando os lucros do fundo e, consequentemente, distribuindo um yield mais interessante aos seus cotistas. Em janeiro de 2022 o papel era negociado a R$ 162 por conta, com rendimentos de R$ 2,20. 

8 – VBI Logística FII – LVBI11

Conhecido como VBI Logístico, o papel possui gestão ativa em galpões espalhados por diversas cidades do Brasil. Sua principal estratégia é estar bem posicionado em regiões atrativas para os clientes, visando eficiência, segurança e credibilidade. 

A gestora do fundo é a VBI Real Estate Gestão de Carteiras. Um dos diferenciais é que o fundo possui ao menos 6 empreendimentos em um raio de até 30km da capital paulista. Isso faz com que seus imóveis estejam sempre no radar de grandes empresas, principalmente aquelas ligadas ao comércio eletrônico. Ao todo, são 10 galpões. 

Sua cota patrimonial, em janeiro de 2023, é de R$ 97, com rendimentos mensais na casa dos R$ 0,75 por papel.  

Como escolher o melhor Fundo Imobiliário para a sua carteira de investimentos

Definir quais os melhores fundos imobiliários listados na Bovespa para diversificar a carteira não é uma tarefa simples. Os desafios, por exemplo, se dão por muitos fatores, como:

  • Tipo de fundo, se tijolo, papel ou FOF (fundo de fundos);
  • Diversificação da carteira;
  • Rentabilidade;
  • Valor de dividendos;
  • Número de cotistas;
  • Relação entre preço e valor patrimonial (P/VP)
  • Liquidez, entre outras variáveis.

Diante da volatilidade de algumas dessas variáveis, podemos afirmar que é necessário estudar bastante cada detalhe do fundo. Isso porque, dependendo da escolha, pode impactar diretamente no resultado da sua carteira. Portanto, leve em consideração a relação retorno e risco, e veja qual é o fundo que mais se adequa a sua necessidade. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os melhores fundos imobiliários, que tal melhorar os seus conhecimentos sobre este mercado? No curso “Formação de Investidores”, aqui da Faculdade XP, você aprenderá, na prática, a tomar as melhores decisões e a montar uma carteira de investimentos lucrativa. Tudo isso com mais segurança e com baixo risco. Saiba mais aqui!

Business as Usual (BAU): o que significa a expressão e para que ela é utilizada?

Manter a rotina em dia e com os resultados elevados é o sonho de qualquer empresa que busca a prosperidade no mercado. No entanto, a gestão, muitas das vezes, se encontra em uma situação de que os processos estão tão padronizados que não dão o retorno esperado. Essa constância na realização de atividades cotidianas é o chamado Business As Usual (BAU). 👩‍💻

Embora tenha esse significado de padronização e rotina, ele representa maturidade e é possível, com ele, ter escalabilidade para a empresa.

Você já ouviu falar desse termo? De origem inglesa, ele vem sendo adotado pelas empresas, de forma consciente ou não, mas quando não bem utilizado, pode estagnar o crescimento dela.

É um fator essencial para se manter competitivo e inovador no seu negócio, além de importante para se criar um plano de operação estável. 

Neste artigo você vai entender melhor o que significa o BAU e como ele pode trazer excelência para as empresas. Continue a leitura e confira! 👇

O que é Business as Usual (BAU)?

Business as usual, o famoso BAU, é uma denominação do ambiente corporativo para atividades cotidianas que constumam ser realizadas. Ou seja, são aqueles trabalhos e ações consideradas padrão dentro de uma empresa.

Quando falamos de BAU estamos falando de uma atuação comum e constante, sem espaço para inovações e novidades.

Veja algumas atividades que podem ser consideradas dentro do conceito de BAU

  • Funcionários batendo o ponto todos os dias ao entrar e sair do trabalho;
  • Atender chamadas de clientes por telefone, e-mail e outras tarefas de um call center;
  • Recepcionistas identificando os hóspedes em um hotel;
  • Uma equipe que prioriza ferramentas scrum para executar tarefas;
  • Uma equipe de suporte de TI dando auxílio a algum erro de sistema.

Portanto, Business as usual nada mais é do que as operações usuais e rotineiras de uma empresa. Aquelas que são essenciais de execução e muitas fazem sempre o mesmo processo. 

Para que ela é utilizada?

Como diz respeito às operações padronizadas dentro de uma empresa, o objetivo é claro: trazer constância, fluxo e resultado. 📈

Assim, ela é utilizada para manter a rotina das atividades funcionando, já que seu foco é trabalhar as tarefas manuais necessárias no dia a dia.

Qual a sua origem?

O Business as usual vem da expressão em inglês que significa que “tudo está funcionando normalmente; o comércio está conforme o habitual“, e o seu sentido literal no mundo corporativo é o mesmo: a empresa está funcionando e crescendo.

Logo, um processo BAU é qualquer elemento das operações diárias que são praticamente as mesmas dia após dia, desde a checagem das demandas por e-mail, como aquela reunião semanal de segunda-feira para definir as prioridades de trabalho.

Qual a importância do BAU para o dia a dia da empresa?

Se com o BAU tudo está ocorrendo conforme o esperado, há a chance de ocorrerem melhores retornos financeiros nas ações planejadas. Isso por si só já identifica a importância dessa metodologia e sua relação com as estimativas de projeto.

Vale ressaltar que hoje as empresas fazem de tudo para manterem seus processos os mais padronizados possível, pois economiza tempo e dinheiro na hora de realizar ações. 

Concorda que inovar o tempo todo, criar uma nova estratégia, processo ou plano gera mais tempo para ensinar as pessoas a agirem de uma determinada forma? 🤔

Portanto, manter o BAU é um objetivo do planejamento de continuidade de negócios. E chegar nesse nível de processos na empresa, ainda gerando o melhor lucro e resultado, é um sinal de que sua empresa está em excelência e crescendo. 💸

Como manter um BAU de excelência na empresa?

A maior dúvida em relação ao business as usual é como mantê-lo rendendo frutos e não estagnar toda a empresa.

Lembre-se que qualquer mudança sempre vem com resistência, mesmo quando não há problemas com a mudança em questão. No entanto, mudar o tempo todo traz inconstância, desmotivação e insegurança.

Por isso, manter uma rotina de operações, mesmo que de vez em quando haja inovações, é o que vai fazer sua empresa se desenvolver dentro do setor. 

Aquelas que toda hora lançam uma ideia nova, um processo diferente e vivem fazendo testes… pode ser bom naquele momento. Mas e pensando a longo prazo? Deixa tudo muito mais incerto.

Assim, para manter o seu business as usual com excelência você deve trabalhá-lo, principalmente, com sua equipe, como certificar-se de que cada membro de sua equipe entenda seu papel e responsabilidades; e investir na comunicação, pois ela é o coração de qualquer organização, então seja transparente e claro sobre tudo. 🤝

Diferença entre Business as Usual (BAU) e Projetos

organização de BAU
Business As Usual (BAU). Fonte: Getty Images.

Mesmo que você entenda a definição do conceito BAU e como é utilizado, ainda é possível gerar confusão em sua relação com projetos. 

Quando colocamos esses dois conceitos juntos apontando suas diferenças. Confira!

Projeto de trabalho:

  • Tem uma exclusividade em planos, especificações e prazos;
  • Introduz um produto, novo ou alterado, como um lançamento de nova tecnologia em toda a empresa;
  • Produz o produto em um período de tempo definido e determinado;
  • Fornece apenas uma saída específica uma vez e é concluída.

Business as usual (BAU):

  • Busca manter as mesmas etapas de ação no dia a dia, como rotinas e processos diários;
  • Produz repetidamente produtos ou entregas como parte das operações diárias, como uma fábrica que produz apenas um tipo de produto;
  • Visa continuar a melhorar a produção feita por operações comerciais normais;
  • Quando um projeto é concluído, suas entregas geralmente são integradas aos negócios como de costume. 

Ou seja, se o que você faz provoca mudanças, é um projeto. Se não há mudanças ou inovações, é BAU.

Conclusão

Portanto, o conceito de business as usual é mais comum do que se imagina. Na sua gestão você já prezou por isso e nem deve ter percebido.

Para se ter uma expertise de negócio e eficácia em ações, é sempre importante manter uma rotina de operações, desde que elas estejam atendendo aos resultados esperados.

Agora que você entende o conceito e planeja aprimorar o seu negócio, que tal investir em alguma especialização de gestão de processos para tornar mais eficaz sua metodologia de trabalho?


👉 Pode ser a diferença que falta para você apenas usar o BAU no seu ambiente de trabalho. Confira nosso curso de MBA e comece agora essa mudança! 🚀

Open Finance: como funciona o sistema aberto de dados financeiros no Brasil?

Conhecido, em português como Sistema Financeiro aberto, o Open Finance nasceu com o objetivo de inovar o sistema financeiro, promovendo a concorrência e melhorando a oferta de serviços e produtos para os consumidores.

Ele é uma iniciativa do Banco Central do Brasil e assegura que o compartilhamento de dados e serviços é padronizado e, além disso, o usuário, seja ele uma pessoa física ou jurídica, é quem decide quando e com quem irá compartilhar seus dados.

Em suma, o Sistema Financeiro aberto tem revolucionado a maneira que a sociedade faz transações financeiras e entendê-lo melhor significa compreender os rumos que as finanças estão seguindo.

Logo, chegou a hora de mergulharmos no conhecimento acerca do Open Finance, não é?

Continue a leitura!

O que é Open Finance?

Em suma, o Open Finance, nada mais é, que uma evolução do Open Banking. Mais especificamente, diz respeito à quarta e última fase do plano para implementar o Open Banking para dados mais complexos e os seus compartilhamentos.

O projeto começou em fevereiro de 2021, relativo à primeira etapa, e as fases subsequentes foram:

  • Segunda fase: ocorrida em agosto de 2021, tinha como meta a realização do compartilhamento de dados de consumidores, através das suas prévias autorizações;
  • Terceira fase: nesta etapa iniciou-se o desenvolvimento da iniciação de pagamentos, iniciando pelo Pix e, além disso, também criou-se o EPOC (Encaminhamento de Proposta de Crédito) focado em dar, aos clientes, a oportunidade de escolha de mais de uma proposta de crédito;
  • Quarta fase: chegamos ao Open Finance, onde dados de seguros, câmbio e investimentos poderão ser compartilhados.

Portanto, pode-se afirmar que o Open Finance é uma ação que visa transformar os mercados financeiros em mercados mais transparentes, acessíveis e inclusivos.

Além disso e como consequência desse objetivo, ele ajuda na democratização do ingresso de pessoas aos serviços financeiros, o que permite que mais indivíduos possam ter acesso às mesmas ferramentas e dados que investidores de grande porte.

Open Banking vs. Open Finance

Falando em Open Banking, como comentamos no tópico anterior: qual é real diferença entre esses dois conceitos?

Na verdade, é simples:

  • Open Banking: conceito voltado para oferecimento de liberdade de escolha para clientes determinarem quais instituições financeiras preferem manter relacionamento e compartilhar dados;
  • Open Finance: evolução do Open Banking que envolve um padrão no compartilhamento de dados e serviços de finanças feitos, por sua vez, pela implementação de sistemas que integram instituições que participam.

Como funciona o Open Finance?

O foco principal do Open Finance é simplificação, ou seja, as transações financeiras são mais descomplicadas.

Em suma, o cliente é o dono dos dados financeiros e é livre para buscar tanto produtos quanto serviços bancários que melhor atendam as suas demandas. Na prática, imagine que você deseja fazer um empréstimo com o seu banco e percebe que não é tão vantajoso como as propostas da concorrência.

Pensando nisso, você vai até um novo banco e recebe, portanto, maiores vantagens. O pulo do gato é: isso só acontecerá se você for adepto ao Open Finance, porque ele possibilitará que a instituição financeira tenha acesso aos seus dados, mesmo você não sendo cliente da mesma.

O Open Finance é confiável?

Sim! O processo que envolve a ação de compartilhar e comunicação entre as instituições financeiras autorizadas é feito conforme os mais severos padrões de segurança.

O Banco Central, idealizador do Open Finance, estipula regras que todos devem seguir. Além disso, os dados são compartilhados de forma segura e confidencial, seguindo as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Quais os dados são compartilhados?

Para cada operação, certos dados são compartilhados. As instituições financeiras devem explicitar quais são as informações que serão compartilhadas de forma clara e objetiva, além de afirmar qual a finalidade do compartilhamento de dados.

Algumas informações partilhadas são:

  • Dados de empréstimos: podem ser contratos, garantias e até mesmo prestações;
  • Dados de cartões de crédito: transações, limite e fatura;
  • Dados de transações da conta: limite, saldos e entre outros.

Quais as vantagens do Open Finance?

Em suma, o Open Finance traz diversas vantagens tanto para pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas.

Assim, começando pela pessoa física, os benefícios são:

  • Liberdade: o cliente é livre para escolher, diante das mais variadas ofertas e instituições, o melhor serviço para ele, sem depender de burocracias;
  • Unicidade no gerenciamento: ou seja, o cliente não precisará de diversos aplicativos para gerenciar as suas contas bancárias, investimentos ou cartões de crédito. Na verdade, um aplicativo controlará todos esses dados, melhorando, assim a user experience (experiência do usuário).

Para pessoa jurídica e negócios, as vantagens são:

  • Personalização: em suma, com os dados do Open Finance, negócios poderão criar novos tipos de serviços e/ou produtos baseados em dados de comportamento e cartões de crédito dos usuários;
  • Estimulação da competitividade: ele permite que as instituições financeiras tenham acesso a todo tipo de dado que o cliente queira compartilhar;
  • Público-alvo mais amplo: é uma promessa do Open Finance, que busca oferecer soluções inovadoras e acessíveis para todos!

Quais os riscos do OP?

Os pontos de atenção voltados ao Open Finance, envolvem, em suma, o vazamento de dados por meio de crimes cibernéticos.

Nenhum sistema é 100% seguro, isso é um fato. No entanto, as instituições financeiras têm, cada dia mais, investido em mecanismos de cibersegurança para, assim, estarem de acordo com todas às regulamentações do Banco Central.

Com o Open Finance, instituições financeiras poderão compartilhar dados dos clientes com outras instituições.
O Open Finance vai revolucionar o mercado financeiro e agilizar aprovações de crédito e investimentos.

Quais as instituições financeiras têm Open Finance?

Segundo a Open Finance Brasil, são mais de 195 instituições financeiras vinculadas ao Open Finance. Assim, algumas delas são:

  • Banco XP;
  • Banco XP S.A (rico);
  • Banco do Brasil;
  • Nubank;
  • Next;
  • Itaú;
  • Ourocard;
  • Credicard;
  • C6 Bank;
  • Caixa;
  • Bradesco;
  • PagBank Seguro;
  • Banco Original;
  • Banese;
  • Caixa;
  • BTG Banking;
  • Safra;
  • Santander;
  • PicPay;

E continua!

Qual a melhor instituição financeira?

Para nós, definitivamente o Banco XP.

Trata-se de um banco múltiplo que possui soluções financeiras superiores à concorrência, como Investback, câmbio, conta-corrente, cartão de crédito, empréstimos e muito mais! Além de pensar em você, o Banco XP pensa no seu negócio.

Quais os investimentos que posso fazer nas instituições que utilizam Open Finance?

A parte do ecossistema Open Finance que se relaciona com investimentos é conhecida com Open Investments, cujo objetivo é criar um ambiente que favoreça o compartilhamento fácil, rápido, objetivo e seguro de dados de clientes para ampliar as possibilidades de negócios.

Por meio do Open Investments é possível realizar investimentos em:

  • Títulos públicos do Tesouro Direto;
  • CDBs (Certificados de Depósitos Bancários);
  • CDBs (Certificados de Depósitos Bancários);
  • RDBs (Recibos de Depósito Bancário);
  • LCIs e LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio);
  • Cotas de fundos de investimento;
  • Cotas de fundos de índices de bolsas de valores;
  • Entre outros!

Vale a pena fazer investimentos nas instituições financeiras que utilizam esse processo?

Sem dúvidas, visto que é um processo seguro e regulamentado pelo Banco Central.

Toda e qualquer instituição financeira que usa desse sistema precisa garantir a proteção de dados em cada uma das transações feitas.

Como a XP Investimentos utiliza o Open Finance?

As funcionalidades do Open Finance se alinham às linhas de benefícios que são oferecidas aos clientes pela corretora, como o aumento do limite de cartão de crédito e melhores taxas nas linhas de crédito, por exemplo.

Clientes que possuem dinheiro alocado na poupança, por exemplo, poderão receber comunicações sobre produtos de renda fixa com liquidez diária e rentabilidade acima de 100% do CDI para investir dessa forma, caso queiram. Ou seja, poderão acessar investimentos seguros como a poupança, mas podendo ter maiores rendimentos.

Thiago Pontes, head de Open Finance e API da XP Inc.

Como os clientes podem se beneficiar com Open Finance?

Marta Pinheiro, diretora de Banking Services da XP Inc afirma que o Open Finance está do lado do cliente e, por isso, a XP conta com ferramentas que permitem que o cliente use o próprio dinheiro, independentemente de onde ele esteja, podendo investir, inclusive, na própria plataforma da XP Inc.

Mitos e verdades sobre o Open Finance

Sim, o Open Finance gera dúvidas. Com isso, alguns mitos nasceram.

Hoje iremos esclarecer alguns deles. Vamos lá?

O Open Finance é pago.

Na realidade, o compartilhamento dos seus dados em sistemas financeiros abertos é completamente gratuito. No entanto, alguns serviços podem ser pagos, como aconselhamento financeiro, por exemplo.

Mas não se preocupe, você só receberá cobranças se você contratar efetivamente um serviço específico.

O Open Finance é seguro.

Está aí uma super verdade!

Todo compartilhamento de dados é feito por meio de criptografias, que garantem segurança e sigilo.

O Open Finance não vale apena.

Xi… pelo contrário, viu? Isso é um super mito!

Na realidade, o Open Finance chegou para melhorar nossas vidas e o controles financeiros!

O Open Finance diminui limite.

Mito! Na realidade, com o compartilhamento de dados é possível, inclusive, conseguir aumento de limite devido à competição entre instituições financeiras.

Conclusão

O Open Banking evoluiu para Open Finance e tem revolucionado a maneira de gerir transações financeiras ao redor do mundo. O serviço é gratuito e permite que você, consumidor, tenha mais liberdade e organização financeira.

Falando nisso, que tal investir em Educação Financeira?

A Faculdade XP criou o Curso de Educação Financeira para Jovens, essencial para aqueles que querem aprender a serem responsáveis com o seu próprio dinheiro!

10 métodos para estimular a criatividade no ambiente de trabalho

A criatividade no trabalho está diretamente relacionada com a capacidade que uma empresa tem de resolver problemas e gerar novos produtos. Desse modo, organizações criativas tendem a ser mais inovadoras e, consequentemente, a atender com maior facilidade às novas demandas do mercado.

Contudo, sabe-se que uma instituição é o reflexo de suas lideranças e de seus colaboradores. Desse modo, para se ter uma empresa mais criativa, é necessário criar um ambiente onde a criatividade seja estimulada e adotar práticas que fomentem a inovação.

Pensando em auxiliar os líderes e gestores nessa missão, desenvolvemos este guia com 10 métodos capazes de estimular a criatividade no ambiente de trabalho. Mas antes de apresentá-los, precisamos entender o que é criatividade e qual sua importância.

O que é criatividade?

O que é criatividade e como estimular a criatividade no trabalho?
Fonte: Impact Player

A criatividade é a capacidade de criar algo novo. Desse modo, pessoas criativas são aquelas capazes de gerar novas ideias, criar novos enunciados e desenvolver novas soluções para os problemas do cotidiano.

Se você pensa que a criatividade é exclusivamente uma habilidade inata a um seleto grupo de seres humanos, você está completamente equivocado. Embora muitas pessoas sejam naturalmente criativas, essa habilidade pode ser desenvolvida por qualquer pessoa que tenha interesse.

Um outro ponto interessante sobre a criatividade é que, muitas vezes, ela é confundida com a inovação. Ainda que tenham significados muito semelhantes, os dois termos possuem conceitos diferentes. Enquanto a criatividade é a qualidade de criar algo do zero, a inovação é a capacidade de tornar melhor algo que já existe.

Por que a criatividade é importante?

A criatividade é uma habilidade muito utilizada no processo de resolução de problemas, sejam eles simples ou complexos. Dessa forma, pessoas criativas tendem a ter maior capacidade de solucionar as contrariedades do dia a dia. Além disso, a criatividade possui um papel fundamental para as organizações.

Os empreendimentos criam novos produtos para sanar as dores da sociedade. Desse modo, soluções criativas tendem a diferenciar as empresas que são líderes de mercado das demais. Portanto, organizações capazes de utilizar a criatividade no trabalho como ferramenta de resolução de problemas tendem a gerar mais receita.

Mas afinal, como incentivar a criatividade no ambiente de trabalho?

Como visto anteriormente, a criatividade é uma habilidade que pode ser desenvolvida e estimulada. Todavia, esse processo exige muito estudo e muita prática, além de necessitar de certas mudanças no ambiente. Então, se você quer aprender os 10 métodos mais utilizados para estimular a criatividade no ambiente de trabalho, confira os subtópicos abaixo.

1. Estimule a cultura da inovação

A cultura organizacional é um conjunto de práticas, valores, hábitos, símbolos, cerimônias, políticas internas, jargões e entre outros fatores que estão presentes no DNA de uma empresa. Uma organização que possui uma cultura de inovação apresenta características como:

  • Incentivo à inovação em todos os processos e produtos da empresa;
  • Constante questionamento do status quo;
  • Receptividade a novas ideias e pensamentos;
  • Valorização e reconhecimento das contribuições do time.

Para desenvolver uma cultura de inovação em uma organização e estimular a criatividade no trabalho é preciso adotar algumas práticas simples. Dentre elas, temos:

2. Exercite a escuta ativa

A escuta ativa é o processo de ouvir o que o outro tem a dizer com atenção, interesse e sem julgamento, mesmo não concordando com o que está sendo falado. Essa prática é muito importante para o estímulo da criatividade no trabalho, pois você demonstra para o seu time que novas ideias são sempre bem vindas.

Para desenvolver a sua escuta ativa, você precisará ter empatia com o interlocutor demonstrando que passou por experiências semelhantes, fazer perguntas investigativas e validar o entendimento por meio do parafraseamento do que foi ouvido.

<Leia também: O que é People First e qual a sua importância?>

3. Faça encontros de brainstorming 

O brainstorming é uma dinâmica em grupo que utiliza da criatividade do time para encontrar uma solução para um problema predeterminado. Essa prática consiste em reunir os colaboradores e apresentar para eles um objetivo final. Feito isso, todos irão contribuir com ideias que permitam alcançá-lo.

É importante que o líder atue como facilitador da dinâmica, para que o tempo reservado seja bem utilizado e para que os liderados sintam-se à vontade em contribuir com suas ideias. Nesse momento, haverão pessoas que darão novas ideias e outras que irão complementar uma ideia já compartilhada. O mais importante é que todos usem e abusem da criatividade.

Além dessa dinâmica estimular a criatividade no trabalho, ela é bastante eficaz para encontrar possíveis soluções para um determinado problema que a empresa está enfrentando.

Uma ferramenta muito interessante para uma reunião de brainstorming é o mapa mental. Quer entender como funciona? Leia nosso artigo “Mapa mental: como fazer e quais são os seus objetivos”.

4. Evite julgamentos

É comum que, durante o processo de inovação, a execução da ideia não gere o resultado esperado. Contudo, em momentos como esse, é importante evitar o julgamento, caso contrário, a mensagem que será passada para o time é que não vale a pena tentar fazer coisas novas.

Como gestor de uma equipe, o seu papel é orientar os seus liderados de forma que eles aprendam com o erro e sintam-se seguros para tentar novamente. Somente dessa forma você conseguirá estimular a criatividade e a capacidade de inovação do seu time.

5. Traga novidades e incentive a busca por tendências

Enquanto líder de um time, você precisará criar uma cultura de benchmarking. O benchmarking nada mais é do que olhar para o mercado e identificar as principais práticas das demais empresas. Dessa forma, é possível estar sempre por dentro das tendências e aproveitar as novas estratégias ainda no começo. Para promover essa cultura, crie um encontro semanal onde cada membro do time deverá trazer uma ideia baseada no estudo da concorrência.

6. Erro é aprendizado

Só erra quem tenta. Desse modo, não se pode demonizar o erro. No livro A Startup Enxuta, Eric Ries traz o conceito de errar rápido e aprender com esses erros o mais cedo possível. Dessa forma, é possível evitar desperdícios e acelerar o processo de crescimento de uma organização.

É importante ter em mente que, em alguns momentos, não buscar inovar os processos e/ou produtos é mais arriscado do que cometer um erro. 

Observe e reflita sobre um trecho do discurso de Theodore Roosevelt na Sorbonne em Paris:

“[…] O crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cuja face está manchada pela poeira e suor e sangue; que se esforça valentemente; que erra, que “quase chega lá” repetidamente, porque não há nenhum esforço sem erro ou falha. […]”

Theodore Roosevelt

7. Melhore a comunicação interna do time

É por meio da comunicação que conseguimos transmitir nossas ideias e pensamentos. Dessa maneira, um ambiente com uma comunicação assertiva tende a ser mais estimulante para a criatividade dos colaboradores. Embora pareça uma ação muito simples, melhorar a comunicação interna requer uma série de práticas, como: investir em bons canais de comunicação, incentivar a interação entre os colaboradores, eliminar ruídos de comunicação, criar uma cultura de feedbacks e entre outras.

8. Realize treinamentos

Investir em treinamentos é um processo muito importante para estimular a criatividade no ambiente de trabalho. Pense que quanto maior for o domínio do seu time sobre um determinado assunto, maiores serão as possibilidades deles encontrarem oportunidades de melhoria nos processos, projetos ou produtos da empresa.

Aumentar o repertório dos seus colaboradores será de extrema importância para torná-los mais criativos. E, como visto anteriormente, a criatividade é uma poderosa ferramenta para a solução de problemas. Portanto, investir em treinamentos pode gerar um custo inicial, mas tende a ser recompensador no médio/longo prazo.

9. Invista em um bom clima organizacional

O clima organizacional é o conjunto das percepções dos colaboradores a respeito das atitudes praticadas pelos gestores da empresa. Se as percepções forem positivas, pode-se dizer que a empresa possui um bom clima organizacional, caso contrário, há muito o que melhorar.

Para melhorar o clima organizacional de um empreendimento, algumas práticas devem ser adotadas. Dentre elas, temos:

  • Reconhecimento a um trabalho bem feito;
  • Promoção de um equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional;
  • Gestão de conflitos com base em empatia, imparcialidade e cultura de feedback;
  • Constante monitoramento do clima organizacional.

Com o clima organizacional adequado, os membros da empresa se sentirão mais valorizados e mais contentes e, consequentemente, um ambiente mais leve e propenso à criatividade será criado.

10. Trabalhe reconhecimento por entregas

Além do reconhecimento ser uma poderosa ferramenta para aumentar a produtividade do time e a retenção de talentos, reconhecer as tentativas de inovação é um passo fundamental para estimular a criatividade no ambiente de trabalho.

Por meio do reforço positivo, o líder consegue aumentar a frequência de um determinado comportamento em seu liderado. Portanto, se na maior parte das vezes que um colaborador propor uma nova ideia ele receber o devido reconhecimento, esse comportamento tende a se repetir.

Conclusão

Como visto, a criatividade é uma habilidade que pode ser inata ou adquirida. Ou seja, aquelas pessoas que não são naturalmente criativas, podem desenvolver essa Soft Skill por meio de algumas práticas.

Além disso, foi visto que as empresas estão cada vez mais em busca de profissionais criativos, uma vez que a criatividade é uma poderosa ferramenta na resolução de problemas. Dessa forma, os líderes e gestores frequentemente buscam por meios de estimular a criatividade no ambiente de trabalho.

Contudo, de nada adianta ter um time criativo e, enquanto gestor, não saber como utilizar esse potencial para criar produtos/serviços inovadores. Se você quer aprender como utilizar as metodologias ágeis para impulsionar os resultados do seu time, inscreva-se no nosso Bootcamp Online: Agile Expert.