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Descubra o melhor curso de trader para você operar corretamente na bolsa de valores

Quer aprender a operar na bolsa de valores sem ter receio das oscilações do mercado? E que tal ajudar os investidores a conquistar altos rendimentos? Se você se enquadra em uma das respostas, está na hora de buscar o melhor curso de trader para se tornar um especialista exemplar. 

Independentemente se deseja fazer day trade, swing trade ou scalper, conhecer a área e suas ramificações irá ajudá-lo a esmiuçar as ações em alta, em baixa, ou em períodos conturbados, como durante a pandemia do coronavírus. 

Que tal entender mais sobre esse campo? Ao longo deste conteúdo, vamos trazer algumas opções de cursos para trader. Além do treinamento, aqui você também saberá:

  • Quanto ganha um trader?;
  • 5 cursos de trading 

E mais. 

Continue com a gente!

O que é trader? Quanto ganha esse profissional?

Um trader é o profissional responsável por realizar as operações de compra e venda de ativos. Ele pode ser um advogado, um economista, um bancário, ou seja, qualquer profissão, o importante é entender sobre economia e, consequentemente, sobre o mercado financeiro.

No mercado existem dois tipos de trader: o individual, e o que trabalha para empresas. Vamos entender a diferença de cada um e o quanto ganha. 

Trader para empresas

O trader que trabalha para empresas normalmente exerce papéis em diversas funções, como:

  • desenvolvimento de projetos de transações comerciais;
  • importação e exportação;
  • estudos de viabilidade;
  • negociação direta;
  • comercialização de produtos;
  • relações internacionais;
  • análise de tendências;
  • compra e venda.

Segundo o site Guia da Carreira, em termos salariais, a média nacional para o salário de um trader é de R$560, sendo que normalmente em início de carreira oscila entre R$2800 e R$4800, mas ao decorrer da experiência pode variar entre R$4300 e R$7400.

Mas não fica por aí! Um trader com ótima reputação no mercado ganha entre R$9200 e R$11500. 

Trader individual 

O trader individual é aquele que precisa conhecer por completo as transações comerciais e prever as tendências do mercado. Para quem deseja investir nesse formato, um profissional individual pode ganhar R$600 por dia. 

Afinal, essa é uma atividade que dispõe de uma série de habilidades técnicas, intelectuais e psicológicas para lidar com as oscilações da área. Por isso, é fundamental escolher o melhor curso de trader, para saber como ganhar os “louros” com a profissão. 

>>> Leia também: Como calcular o lucro líquido de ações para se dar bem

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5 cursos de trading para você conhecer 

Na hora de escolher o melhor curso de trader? Listamos cinco tipos para você analisar e conhecer de acordo com as suas necessidades. 

1. Mapa do Trade

O Mapa do Trade é um dos melhores cursos da área oferecido pela XP Investimentos. 

O curso ministrado pelo analista Aliakyn Pereira de Sá foca nas técnicas de swing, day e scalper trade. De forma online, os alunos t~em acesso a relatos sobre experiências que ocorrem na sala de operações da XP. 

2. Tudo que Aprendi em 12 Anos de Day Trade

Tudo que Aprendi em 12 anos de Day Trade é um curso da Faculdade XP School em que o aluno percorre o caminho para descobrir tudo que passa no day trade. Entre as disciplinas estão análise técnica, psicologia do mercado e o gerenciamento do risco das operações. 

3. Day Trade e Swing Trade com Análise Técnica

O curso Day Trade e Swing Trade com Análise Técnica da Udemy traz mais de cinco horas de vídeo repleto de conteúdos disponíveis para você entender as rentabilidades do mercado. Ele é voltado para investidores iniciantes ou para quem deseja apenas ter conhecimento sobre o assunto.

4. Introdução ao Universo de Trading: conceitos básicos

Em Introdução ao Universo de Trading: conceitos básicos, os alunos da Faculdade XP School aprendem os fundamentos do mercado de ações, diferentes tipos de análises, modalidades operacionais e estratégias de trading com os maiores especialistas do Brasil. 

5. Consistência no Day Trade & Gestão Emocional

No curso de Consistência no Day Trade & Gestão Emocional, da Faculdade XP School, o aluno aprende a construir uma estratégia integrada para o manejo dos riscos no mercado financeiro. 

Além disso, o curso mostra técnicas para lidar com o estado emocional e conseguir fazer escolhas mais racionais e assertivas. 

Aprenda neste vídeo como fazer um bom gerenciamento de riscos:

Como escolher o melhor curso de trader?

Sabe o que pode ser fundamental para você escolher o melhor curso de trader? Se aprofundar em um ensino geral que apresente o bê-à-bá deste rico segmento que pode dar a você um futuro promissor.

Além dos cursos citados acima, que podem ser feitos individualmente, você também pode aprender todos os conceitos de uma forma geral com o curso Escola de Trading, da Faculdade XP.

Com ele, você conhecerá diversas ferramentas para analisar cenários, automatizar operações e lidar com a volatilidade do mercado. Gostou da ideia? Então inscreva-se agora.

E fique atento sempre com os conteúdos do blog Faculdade XP, publicações diárias e dinâmicas para o investidor iniciante ao mais experiente. Aproveite!

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Como controlar os gastos e evitar os impulsos financeiros?

Você sabe como controlar os gastos diários? Infelizmente, muitos brasileiros não sabem quanto tem de dinheiro no banco. Logo, cuidar das finanças pessoas ainda é um ato para poucos, embora existam variados materiais didáticos no mercado.

Para se ter uma ideia, até quem sempre está de olho nos gastos, muitas vezes não age corretamente. O resultado é o endividamento constante e a dificuldade de manter um saldo positivo na conta ou começar um investimento de longo prazo.

Entender como controlar as despesas mensais já é um bom caminho para ter uma vida financeira equilibrada e, assim, conquistar um futuro menos problemático financeiramente.

Neste sentido, trazemos dicas especiais para você aprender como controlar os gastos a partir de agora. Acompanhe a gente!

Por que é importante manter o controle de gastos organizado?

Não é de hoje que o controle de gastos ainda é um problema recorrente entre os brasileiros. Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 45,8% dos entrevistados não fazem um controle sistemático do orçamento, sendo que 29,3% o fazem apenas mentalmente.

Além da anotação “de cabeça”, parte dos entrevistados confessou que usa o caderno de anotações como recurso financeiro, seguido por uma planilha e aplicativos digitais.

Mas, independentemente do formato, é fundamental perceber que a organização é o ponto-chave para uma disciplina sem chances de maiores prejuízos.

Vamos a um exemplo prático.

Pense, como você organiza sua mala de viagem? Você é do tipo que joga tudo dentro do compartimento ou separa as roupas de frio das de calor, sapatos, etc? É muito possível que ao chegar no seu destino perceba que esqueceu objetos importantes, como roupas íntimas, por exemplo. 

Se você se enquadra nesse modelo, deve estar entendendo a importância da organização, independentemente da esfera do problema.  

Com as contas a situação não é diferente. Ao aprender a controlar os gatos, você planeja para onde vai cada centavo, sem deixar de lago alguma conta pendente, por menor que ela seja. 

Como controlar os gastos e equilibrar as contas?

1. Diminua os gastos com cartão de crédito

Comprar por impulso com cartão de crédito é um hábito preocupante, visto que, quem tem um limite de crédito maior, abusa do limite para adquirir supérfluos.

De acordo com o levantamento do Serasa, os gastos com cartão de crédito representam, em média, 29,2% da renda do consumidor brasileiro. A pesquisa também mostra que, quanto menor o poder de compra, maior é o percentual do salário comprometido com esse tipo de pesquisa.

A dica é: compre somente o que realmente você pode pagar para evitar as armadilhas dos parcelamentos sem fim.

2. Separe um valor mensal para as compras

Faça um planejamento financeiro que o ajude a lidar com gastos essenciais como moradia, alimentação, transporte, educação, entre outros.

Separar essas despesas ajudarão você a não ultrapassar sua renda. Lembre-se também de fazer uma reserva de emergência para essas e outras prioridades financeiras.

3. Espere para adquirir o produto

A falta de uma pesquisa antecipada de preços é o que reflete na falta de controle de gastos. Portanto, espere, no mínimo, um dia para adquirir o produto que deseja.

Essa fórmula só é válida se você fizer uma pesquisa de preços e perceber que vale a pena ter o material ou o serviço naquele momento.

4. Planeje seus sonhos

Sabe aquele ditado “se não sabe aonde chegar, qualquer lugar serve”? Pois essa é a mais pura verdade quando se trata da vida financeira. Gerenciar o dinheiro fica muito mais fácil quando existem objetivos concretos.

Portanto, enumere seus sonhos a curto, médio e longo prazo. Por exemplo, anote:

  • quando e para onde deseja fazer a tal viagem dos sonhos;
  • quando pretende trocar de casa ou apartamento;
  • quanto deseja ter durante sua aposentadoria.

Ou seja, o que não faltam são opções de investimentos. Por isso, fica muito mais fácil idealizar tudo o que almeja para diminuir os gastos desnecessários.

5. Acompanhe suas finanças

O hábito de controlar os gastos pode ser realizado de diversas maneiras, com aplicativos digitais, em um caderno, ou uma planilha de Excel. Mas, independentemente do método usado, verifique semanalmente o que entrou e saiu da sua conta bancária e, assim, você perceberá o que compensa ou não comprar nos próximos dias.

Se você ainda está em dúvida em como controlar os gastos, indicamos fazer o curso Excel para Finanças, da Faculdade XP School. No treinamento, estão reunidas as diferentes fórmulas que investidores iniciantes ou avançados necessitam para tornar positiva as próprias finanças.

6. Invista seu dinheiro

Talvez você esteja acostumado a guardar seu dinheiro na poupança, mas saiba que este não é o recurso mais satisfatório para o bolso do brasileiro. Com o aumento da taxa básica de juros (Selic), em outubro de 2021, para 7,75%, algumas aplicações tiveram queda e outras altas.

Nesse contexto, a poupança, que passa a render 5,43% ao ano, é considerado o pior investimento em praticamente todos os cenários. Isso porque a relação entre a Selic e a poupança é conflitante.

Quando a SELIC está muito alta, o rendimento da poupança fica em 0,5% ao mês mais taxa referencial e, em alguns casos, não bate a inflação. A grande verdade é que a poupança não é um bom negócio nos dias atuais. 

Por outro lado, existem uma variedade de investimentos financeiros, como o Tesouro Direto, renda fixa, entre outros que podem impulsionar o seu dinheiro.

Dentro dessa realidade, busque conhecer os conceitos e características dos tipos de aplicações financeiras. Sendo assim, indicamos o curso Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos, treinamento completo onde você descobrirá o seu perfil de investidor e os melhores produtos indicados para o seu objetivo.

Comece agora a aprender como controlar seus gastos e tenha uma vida financeira de sucesso! 

O que é e como funciona o tipo de mercado fracionário para compra de ações?

Se você pensa em investir em renda variável, há alguns detalhes importantes sobre ações que você deve ficar de olho. Um deles é como você vai adquirir os ativos das empresas: se será pelo mercado à vista ou pelo tipo de mercado fracionário.

Cada um desses dois métodos de aquisições possui suas vantagens e desvantagens e tudo depende do perfil de investidor e o volume do aporte que se deseja fazer.

Hoje, existem 3,8 milhões de contas brasileiras cadastradas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o que significa um aumento de 55% em comparação a 2020, segundo a B3.

Nesse contexto em que vemos cada vez mais brasileiros investindo na renda variável, o tipo de mercado fracionário possui uma enorme influência em virtude da democratização proposta por essa modalidade. 

Isso porque ele oferta ativos por um investimento mínimo cada vez mais acessível para aqueles sem condições de realizarem aportes mais vultosos em lotes de ações do modelo de negociação à vista.

Diante disso, preparamos esse conteúdo especial para que você entenda como funciona e aprenda as vantagens e desvantagens desse tipo de mercado fracionário. Ficou curioso? Continue a leitura até o fim para entender melhor!

Saiba mais sobre o tipo de mercado fracionário

O que é mercado fracionário?

Há uma grande falácia por trás da ideia de que investir em ações ou em outros ativos listados na bolsa de valores é algo para poucos, mais especificamente, para aqueles que possuem um grande patrimônio disponível para alocar seus recursos.

Afinal, tradicionalmente, para comprar papéis na renda variável, o investidor precisa comprar lotes mínimos compostos geralmente por 100 ações.

Por exemplo, imagine que cada ação unitária está avaliada em R$ 30. Dessa forma, para adquirir participação nessa empresa, seria necessário desembolsar R$3 mil reais. Concorda que essa quantia em um ativo apenas é fora da realidade de muita gente, não é verdade?

Diante disso, seria inviável para a grande maioria da população economicamente ativa entrar na bolsa de valores e desenvolver uma carteira de investimentos. E é justamente para suprir essa demanda que há o tipo de mercado fracionário.

Por meio dele, é possível escolher frações (entre 1 e 99) de um um lote específico. Isso é, se você quiser comprar apenas uma fração da empresa fictícia do nosso exemplo, você vai desembolsar apenas R$30.

Assim, com a aplicação de pequenos valores, qualquer investidor pode diversificar sua carteira de investimentos com mais facilidade e de acordo com seu poder aquisitivo. Não é incrível? 

Como investir no mercado fracionário?

Agora que você entendeu o que é mercado fracionário, como faz para investir nessa modalidade de negociação? A resposta é muito simples: pela mesma ferramenta utilizada para negociar lotes de ações, o home broker da sua corretora.

Essa plataforma é um sistema informatizado oferecido por diversas instituições financeiras que permitem seus clientes negociarem na B3. Por meio dele, você tem acesso ao pregão eletrônico na bolsa e pode negociar ações, fundos imobiliários, ETFs e outros ativos de forma 100% virtual pelo seu smartphone ou computador.

Nesse sentido, ao escolher um determinado papel que deseja adquirir, inicialmente será ofertado o valor dele em relação ao lote. Para comprar no mercado tipo fracionário, basta adicionar um “F” no final do código do ativo e a partir daí definir a quantidade de frações que pretende adquirir.

Escolhida a quantidade, uma ordem de compra é lançada no sistema. Após isso, basta aguardar que a operação seja liquidada e pronto! As ações agora pertencem ao seu portfólio pessoal de investimentos.

>> Saiba tudo sobre investimento em ações com esse vídeo do canal Investimento às Claras:

O  mercado fracionário é melhor que o à vista?

Não necessariamente! Isso depende de uma variedade de fatores que vão desde os objetivos da sua estratégia de negociação, passando pelo seu perfil de investimentos e também por seu poder aquisitivo.

Além disso, o mercado fracionário possui algumas outras particularidades que o diferenciam do à vista. Entre as vantagens, podemos listar duas:

  • Para os iniciantes, oferece a oportunidade de fazer testes ao investir pequenas quantias para monitorar o funcionamento do home broker, além de estudar a volatilidade de preços antes de fazer aportes maiores.
  • Permite uma maior capacidade de diversificação para aqueles com menor poder aquisitivo. Imagine, por exemplo, que você possui R$1.000 para aplicar na bolsa. Se você utilizasse o mercado à vista, teria que adquirir um lote inteiro apenas. Já no mercado fracionário, você pode diversificar em frações de diversas ações para dar mais proteção a sua carteira no longo prazo. 

>> Quer aprender mais sobre a importância e como diversificar sua carteira de investimentos? Confira o vídeo do canal Investimento às Claras sobre o tema:

Por fim, o grande ponto negativo do mercado fracionário é a baixa liquidez em relação ao segmento à vista. Menor liquidez representa um volume mais baixo de ordens de negociação de ativos. 

Isso pode acarretar, por sua vez, em uma demora maior na liquidação de compra e venda. Por exemplo, se você deseja se desfazer de um lote de ações após atingir a valorização almejada, ele será negociado mais rapidamente e o dinheiro entrará mais rápido na sua conta do que se você tivesse que vender unidades fracionadas.

Esse mercado, portanto, não é indicado para day traders ou swing traders que fazem negociações de curto prazo.

Invista em conhecimento para entrar na bolsa de valores

Como mencionamos, o  mercado fracionário possui vantagens e desvantagens, mas ele acaba por ser uma ótima pedida para aqueles que estão dando os primeiros passos na renda variável.

Entretanto, para impulsionar suas primeiras negociações no home broker, ter conhecimento é fundamental!

Nesse sentido, se você está dando seus primeiros passos no mundo das ações, conte com a ajuda da Escola de Investimentos da Faculdade XP para te oferecer os melhores cursos e materiais para você aprender tudo que precisar para se destacar no mercado financeiro.

>> Clique no banner abaixo e aprenda como investir na bolsa de valores com esse curso da Faculdade XP School

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Será que vale a pena investir em fundos de inflação?

Você sabe o que são fundos de inflação e como funciona essa modalidade de investimento?

Além de ser um índice que calcula o aumento de preços contínuo e generalizado de produtos e serviços em um determinado local e espaço de tempo, a inflação também é utilizada como indexador capaz de influenciar a rentabilidade de diversas aplicações, tanto de renda fixa quanto de renda variável.

E os fundos de inflação são uma dessas opções! Quer saber mais sobre esse produto financeiro e como ele é capaz de proteger seu poder de compra frente à variação de preços? Leia o conteúdo até o fim para entender!

O que são fundos de inflação?

Os fundos de inflação atuam da mesma maneira que os fundos de investimento de renda fixa. Isso é, eles funcionam como uma carteira de títulos variados cuja rentabilidade o investidor já conhece no momento da aquisição do fundo.

O que basicamente diferencia os fundos de inflação é que todos os ativos que o compõem possuem rendimentos indexados aos principais indicadores de inflação do mercado: o IPCA e o IGP-M.

Mas qual a diferença entre o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)? 

O primeiro é calculado periodicamente pelo IBGE para fazer uma média da variação de preços de itens comuns ao dia a dia do brasileiro, como os alimentos. 

Já o segundo é calculado pela FGV e tem como principal objetivo monitorar a variação de preços dos aluguéis de imóveis e nas tarifas de energia.

Por fim, existe um indicador de benchmarking chamado IMA-B cuja função é fazer uma análise da performance e evolução dos principais títulos públicos atrelados à inflação. 

Como veremos a seguir, esse indicador é usado como referência para determinar quais são os tipos de fundos de inflação disponíveis no mercado.

Quais são os tipos de fundos de inflação?

Agora que você entendeu o que é fundo de inflação, vamos falar agora dos formatos em que eles são geralmente vendidos. 

Em resumo, existem duas opções:

  • IMA-B 5: possui no portfólio ativos de renda fixa cuja data de vencimento para resgate tem prazo menor do que cinco anos. 
  • IMA-B 5+: possui no portfólio títulos de renda fixa cuja data de vencimento para resgate tem prazo superior a cinco anos.

Portanto, naturalmente, os fundos IMA-B 5+ tendem a oferecer maior rentabilidade em função das datas de vencimento mais longas. 

Afinal, em um sistema de remuneração de juros compostos, quanto mais tempo o título se manter rendendo, maior será sua rentabilidade, pois vai agregar juros sobre juros.

Como funciona um fundo de inflação?

E como funciona um fundo de inflação? Como explicamos mais acima, esses produtos seguem as mesmas características dos fundos de investimentos. 

Isso é, o investidor não possui autonomia para gerir o portfólio de ativos que compõem o fundo. Isso é papel exclusivo da equipe de gestão que administra os investimentos. Esse fator, por sua vez, acarreta no pagamento de uma taxa de administração que é cobrada na hora de receber o rendimento.

Em alguns casos, a depender das condições acordadas, pode haver também uma taxa de performance se os resultados forem além do esperados. Essa cobrança costuma ser tratada com valor de bônus ao gestor do portfólio.

Os valores são bem acessíveis para interessados que não possuem um capital robusto para dar entrada. Por exemplo, é possível encontrarmos fundos de inflação com aporte mínimo de apenas R$ 100.

Já quanto ao sistema de tributação, a cobrança do imposto de renda segue as premissas da tabela regressiva. Quanto maior for a data de vencimento, menor será a alíquota cobrada.

Também vale salientar que o valor do IR é cobrado apenas sobre o rendimento auferidos, não sobre o montante total (rendimento + capital investido)

Quais as vantagens e desvantagens dos fundos de inflação?

Dentre as principais vantagens de investir em fundos de inflação, podemos listar:

  • investimento simples com aportes mínimos acessíveis
  • preservação do poder de compra por ter rentabilidade indexado aos índices inflacionários
  • gestão profissional da carteira de ativos por um analista da corretora ou banco

Entretanto, algumas vantagens podem virar desvantagens a depender do nível de conhecimento do mercado financeiro e tempo que você tem para administrar seus ativos. 

Por exemplo, há muitas pessoas que preferem não terceirizar a administração de sua carteira. Nesse caso, um fundo de investimentos, não importa qual a natureza, pode ser uma má ideia.

Nesse sentido, dentre as desvantagens dessa modalidade de investimento, temos:

  • pagamento de taxas de administração e performance que impactam negativamente nos rendimentos
  • baixa liquidez, o que a torna uma má opção para reserva de emergência e resgates de curto prazo
  • sujeição a taxação antecipada de IR por parte do Governos (as famigeradas “come-cotas” 

>> Veja como montar sua reserva de emergência com esse vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras:

No final das contas, as vantagens e desvantagens devem ser observadas de acordo com a estratégia e o perfil de investidor de cada um. Pois, apesar de as aplicações serem as mesmas para todos, elas podem fazer mais sentido para uns do que para outros.

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Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

E aí, gostou do conteúdo? Entendeu tudo sobre fundos de inflação? Para mais publicações informativas que nem essa, acompanhe o blog da Faculdade XP e fique por dentro de tudo sobre o mercado financeiro e o mundo dos investimentos. Até a próxima!

Como se proteger da inflação e maximizar sua rentabilidade?

Aprender como se proteger da inflação é um dos principais objetivos de investidores que buscam em títulos de renda fixa ou variável uma forma de dar segurança ao seu patrimônio. 

Afinal, aquele aumento numérico do seus rendimentos nem sempre quer dizer que esse crescimento se reflete na realidade. Pois a disparada geral dos preços pode superar sua rentabilidade e, no fim, corroer o poder de compra dos seus investimentos.

Em outubro de 2021, o IPCA acumulado dos últimos 12 meses já registra uma taxa de dois dígitos, no valor de 10,67%, segundo o IBGE

Esse valor, por sua vez, impacta diretamente no bolso do consumidor, que sente a alta do preço da gasolina, da carne e de diversos outros produtos que fazem parte do seu cotidiano.

Nesse sentido, quer entender melhor como funciona o aumento generalizado dos preços na economia e como se proteger da inflação com os investimentos certos? Continue a leitura até o fim para entender melhor. 

Como se proteger da inflação?

Antes de explicarmos como se proteger da inflação, vamos falar um pouco sobre esse fenômeno, como calculá-lo e seu impacto na economia. 

Entenda o que é inflação

Em resumo, a inflação consiste no aumento generalizado e contínuo de preços em local e período definido. Ela representa o quanto produtos e serviços ficaram mais caros em detrimento do poder de compra do consumidor.

Sabe aquela vez que você foi ao mercado e comprou um saco com cinco laranjas por um determinado valor, mas na semana seguinte você só conseguiu pagar por quatro unidades do mesmo produto com a mesma quantia? Esse é o fenômeno inflacionário se manifestando ao vivo e em cores na sua vida!

Esse termo é quase uma palavrão no Brasil, principalmente, em função dos altos níveis de volatilidade e aumento dos preços que o país viveu durante a década de 80. Para se ter uma ideia, entre 1980 e 1989, a inflação média no país foi de 203,55%, segundo o G1.

Portanto, para quem acha os valores de hoje em dia altos, saiba que o buraco pode ser ainda mais cavado.

Entretanto, apesar das más memórias para a população brasileira, esse indicador econômico é fundamental para o monitoramento da oferta e demanda do mercado e o acesso do cidadão a produtos e serviços.

Veja como calcular a inflação

Os principais indicadores para se calcular a inflação utilizados no Brasil são os seguintes:

  • Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): é o mais popular e mais utilizado indicador de cálculo da inflação no país. Divulgado periodicamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), seu objetivo é medir o fenômeno inflacionário relativo ao preço de um conjunto de produtos do varejo e constantes no consumo cotidiano do brasileiro comum.
  • Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M): calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M é utilizado especialmente para a realização de correções de contratos de aluguel, tarifas de energia, planos de saúde e mensalidades escolares. Além disso, também serve como termômetro das oscilações de mercado.

Assim, enquanto o IPCA é mais difundido por fazer uma média geral dos preços de itens do dia a dia, o IGP-M é mais útil para monitorar a inflação de serviços mais específicos, principalmente, a conta de energia e o valor cobrado pelos aluguéis de imóveis

>> Veja como indicadores de macroeconômicos podem influenciar diretamente seus investimentos no vídeo abaixo do canal Investimento às Claras:

4 dicas para se proteger da inflação

Agora vamos ao que interessa: como se proteger da inflação alta utilizando uma estratégia de investimentos rentável e segura? Confira as quatro dicas que separamos.

1. Fuja da poupança

Acessível para o investidor em virtude da instantaneidade de aplicação e resgate, além de rentável para os bancos, a caderneta de poupança atualmente é um produto financeiro de baixíssima rentabilidade e totalmente defasado no mundo dos investimentos.

Como uma rentabilidade abaixo de outros produtos mais vantajosos da renda fixa, como Tesouro Direto e CDB, a poupança hoje em dia tem rendimentos totalmente corroídos pelos índices inflacionários.

2. Invista em Tesouro IPCA+

Quer saber como se proteger da inflação? A própria renda fixa possui algumas opções bem mais atraentes do que a caderneta de poupança para proteger o poder de compra do seu patrimônio.

O mais famoso deles é o Tesouro IPCA+, cuja rentabilidade é indexada ao índice inflacionário calculado pelo IBGE. 

Dessa forma, como título híbrido, ele possui tanto a rentabilidade pós-fixada que acompanha o aumento generalizado de preços, como também um juros prefixado somado aos ganhos sobre a inflação.

3. Aplique em fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) são títulos de renda variável que possuem algumas opções que protegem sua rentabilidade da inflação a longo prazo. Isso acontece especificamente nos famosos “fundos de papel”. 

Os rendimentos dessa modalidade de FIIs provêm de investimento em títulos de renda fixa — em especial, papéis com lastro em imóveis (LCI, CRI e recebíveis imobiliários) e indexados ao IGP-M e ao IPCA.

>> Quer aprender a investir em fundos imobiliários? Saiba mais com esse conteúdo do canal Investimento às Claras:

4. Conhecimento do mercado e diversificação

Apresentamos aqui algumas opções de investimentos atrelados à inflação e a outros indicadores macroeconômicos, certo? 

Entretanto, especialmente na renda variável, é possível encontrar títulos com ótimo retorno e que com certeza podem te ajudar a se proteger da inflação, mesmo sem estarem indexados a elas. Entre eles, ações, ETFs, BDRs e os próprios fundos imobiliários.

Contudo , para escolher os ativos certos e que melhores correspondem ao seu perfil de investidor e estratégias, é preciso conhecimento não só dos fundamentos do mercado, mas também de estudo e monitoramento contínuos das características dos melhores títulos e de suas performances ao longo do tempo.

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Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Nesse sentido, a Escola de Investimentos da XP Inc pode te ajudar a definir a melhor estratégia de acordo com seus objetivos, além de te ensinar meios de montar uma carteira de investimentos diversificada e bem protegida de eventuais crises.

Gostou do conteúdo? Aprendeu como se proteger da inflação? Continue acompanhando os posts no blog da Faculdade XP para mais insights sobre o mercado financeiro e o mundo dos investimentos. Até a próxima!

Principais indicadores para day trade: quais são? Como utilizá-los?

Conhecer os melhores indicadores para day trade é fundamental para quem deseja ser bem-sucedido nessa estratégia de investimento. Afinal, por meio deles, é possível avaliar as oportunidades e pontos de entrada ideais no trading.

Isso porque o trader deve conhecer o mercado em que atua e estar atento aos seus movimentos, por meio de análises técnicas, com o objetivo de montar estratégias de sucesso e, consequentemente, conseguir uma boa margem de lucro.

Mas, afinal, qual o melhor indicador para day trade que ajuda a identificar os movimentos dos preços no futuro? Como fazer um bom acompanhamento de toda essa estratégia? Continue a leitura!

Qual a importância dos indicadores para day trade?

O day trade é uma modalidade de operação com negociações de curto prazo, o que significa que as compras e vendas de ativos são feitas no mesmo dia. 

Como a rapidez é a maior aliada neste tipo de investimento, é essencial conhecer os indicadores que podem ajudar o trader a tomar as melhores decisões.

Basicamente, podemos definir os indicadores para day trade como representações gráficas de fórmulas que realizam o cálculo de algumas condições (preço, volume, padrões nas negociações e outros dados), apontando para um possível cenário do mercado.

Mais do que entender como os indicadores para day trade funcionam, é vital saber interpretar os resultados para uma decisão mais assertiva. 

Isso porque como são operações rápidas, ter vários indicadores pode atrapalhar, já que não há tempo de analisar cada um deles. 

Então, o ideal é definir os principais, que devem ser escolhidos atentamente (preocupando-se também em não utilizar indicadores que tenham o mesmo propósito).

Como falamos, as negociações do day trade representam reflexos das movimentações do mercado de renda variável, que podem ter oscilações em questão de horas ou até mesmo minutos. 

Por conta disso, contar com as métricas certas para realizar uma análise técnica apurada, facilitando a tomada de decisões é primordial.

>>> Veja também: Análise técnica: significado, para que serve e indicadores

Quer saber mais sobre como investir em day trade? Construímos este material com as principais dicas para o Trader operar de maneira segura e consciente, além de alertar dos riscos nas operações. Baixe gratuitamente!

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Quais os melhores indicadores para day trade?

Um trader precisa de agilidade para definir as próximas ações, já que o mercado está em constante mudança. Então, ter as métricas certas ao seu lado pode fazer toda a diferença no momento de tomar as decisões. Agora, vamos conhecer os cinco melhores indicadores para day trade.

1. Médias móveis

As médias móveis são utilizadas para analisar as movimentações do mercado financeiro. Como o próprio nome sugere, funciona por meio de uma média dos preços de um ativo durante um determinado período. 

Dessa forma, ao colocar em um gráfico de candlestick, as médias móveis aparecem como linhas que evoluem junto à cotação do ativo.

2. MACD

MACD (Moving Average Convergence/Divergence) representa a convergência e divergência de médias móveis. Isso significa que o indicador avalia as disparidades entre duas médias exponenciais, que pode ser percebida pela discordância dos preços. 

Esse é um dos principais indicadores para day trade, muito eficiente para acompanhar tendências e, com isso, ajudar a tomar decisões de compras e vendas.

3. VWAP

Volume Weighted Average Price ou preço médio ponderado pelo volume é uma métrica que ajuda o trader a avaliar o nível dos preços em relação à média que foi negociada. Ou seja, o quão relevante é determinada ação, considerando a quantidade de operações realizadas. 

Diferente de outras médias móveis, essa métrica não dá tanto peso ao tempo, mas sim ao volume financeiro das transações. Com isso, consegue avaliar melhor como está o mercado de compras e vendas de determinada instituição.

4. Bandas de Bollinger

São indicadores estatísticos de volatilidade complementares às médias móveis, mostrando a dispersão dos preços de um ativo, sendo uma opção comum para observar operações mais recentes. 

Basicamente, serve para analisar se o preço atual está próximo ou não do desvio-padrão. Com essas informações, é possível entender o comportamento do ativo e tomar as melhores decisões.

>>> Leia também: Análise gráfica day trade: principais tipos e dicas

5. IFR

Por fim, temos o índice de força relativa, um dos melhores indicadores para day trade. Ele permite fazer o acompanhamento da velocidade das variações do valor de determinado ativo. 

O cálculo é feito por meio da média das máximas e das mínimas em um determinado período. Dessa forma, consegue indicar possíveis momentos de saturação do mercado.

Como fazer um bom acompanhamento?

Entender e saber interpretar como funcionam os principais indicadores para day trade é algo que não acontece de um dia para o outro. Assim como qualquer outro conhecimento em investimentos, é preciso ter paciência e dedicação.

Além disso, é sempre importante avaliar a usabilidade de um indicador para a sua necessidade. Isso significa que não é porque foi útil uma vez, ou porque outros investidores usam, que ele é o melhor para você. Entretanto, para tomar essas decisões, é necessário conhecer bem o assunto.

O mundo dos investimentos é um universo próprio e, a partir do momento que começamos a estudar, não paramos mais. Afinal, sempre existem novos tipos de investimentos, modalidades e ações para conhecer. Com os indicadores para day trade, isso não é diferente.

O fundamental é não parar de aprofundar esses conhecimentos. Por isso, aqui na Faculdade XP School, nos preocupamos em trazer os mais variados artigos, vídeos e cursos sobre o mercado financeiro, para que você sinta-se preparado para realizar novos investimentos. 

Em Tudo que aprendi em 12 anos de day trade, os professores ressaltam as principais estratégias e técnicas para quem quer começar a investir nessa modalidade. Neste curso, você vai ver:

  • O que são as operações de Day Trade;
  • Psicologia do mercado;
  • Aspectos operacionais;
  • Análise técnica;
  • Gerenciamento de risco e muito mais!

Não deixe essa oportunidade de aprendizado para depois. Afinal, para investir e ter sucesso no longo prazo, é necessário adquirir conhecimento! Conheça mais sobre o curso.

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O que é market maker da B3? Liquidez e volatilidade das ações

Quer investir no mercado de ações, mas tem receio da liquidez e da volatilidade dos ativos? Então, chegou a hora de descobrir o que é market maker (formador de mercado), um serviço que é prestado para as empresas que negociam seus papéis na bolsa de valores.

Neste artigo, você descobrirá o motivo pelo qual essas companhias contratam formadores de mercado. Por sinal, essa contratação também se traduz como um benefício para os investidores, uma vez que agiliza a disponibilidade das ordens de compra e venda.

Portanto, siga a leitura para entender o que é market maker, bem como seu papel ligado à liquidez e volatilidade. E o melhor: além de agilizar a compra de ações, esse benefício ainda se estende a outros ativos financeiros, sobre os quais falaremos a seguir.

Mas, afinal, o que é market maker?

Antes de entrar em detalhes sobre os formadores de mercado, vamos falar de liquidez e volatilidade. Para isso, explicaremos esses dois conceitos que ajudam a tomar decisões estratégicas nos investimentos:

  • liquidez: é a capacidade de converter o investimento em dinheiro novamente. Isto é, quanto maior o prazo de uma aplicação, menos “líquida” ela será. Nesse caso, existem opções de liquidez diária, somente na data de vencimento do título e afins. 
  • volatilidade: representa as oscilações de preços, sobretudo na bolsa de valores. Para traçar um paralelo, basta considerar as notícias sobre as altas e baixas de ações, que significam a valorização e a desvalorização dos ativos, respectivamente.  

Por falar nisso, recomendamos um vídeo que demonstra como usar essa volatilidade a seu favor. Na websérie “Investimentos às claras”, você entenderá a dinâmica dessa oscilação dos preços, para equilibrar os riscos e prever as tendências de alta e baixa.  

Com isso em mente, podemos prosseguir com cinco questões que contextualizam o market making. Vamos lá?

1. Na prática, o que é market maker da B3?

O market maker B3 é um formador de mercado que atua na B3, que é a Bolsa de Valores do Brasil. Aliás, tal atividade é regulamentada pela Instrução CVM 384, de 17 de março de 2003, que é a Comissão de Valores Mobiliários

A ideia central é fortalecer o mercado de capitais e o mercado secundário de renda fixa. Isso porque o market maker reduz o spread, que é a diferença entre as ofertas de compra e venda dos ativos. 

Em geral, o market maker faz muitos trades pequenos durante o dia, buscando zerar o risco entre comprado ou vendido. Ou seja, isso aumenta a liquidez das operações, ao passo que reduz a volatilidade dos preços.  

2. Quais são os objetivos do market making?

Esses são os principais objetivos da formação de mercado:

  • reduzir o spread das operações, estimulando o aumento da liquidez e a redução da volatilidade;
  • criar referências de preços e dar mais transparência às negociações, com o registro das operações;
  • fortalecer o mercado de capitais, que é focado na distribuição dos valores mobiliários;
  • mitigar os riscos do mercado secundário, sobretudo nos títulos privados de renda fixa.

3. Quem são os formadores de mercado da B3?

Assim como existem corretoras market maker, como a XP Investimentos, as empresas podem contratar diversos agentes. A propósito, a atividade pode ser exercida por pessoas jurídicas cadastradas nas bolsas de valores e nas entidades de mercado de balcão.

De acordo com a B3, esse papel pode ser desempenhado por:

  • corretoras;
  • distribuidoras de valores;
  • bancos de investimento;
  • bancos múltiplos com carteiras de investimentos, tendo regras mais rígidas para garantir a atuação. Logo, é necessário assumir a obrigação de fazer ofertas firmes de compra e de venda diariamente e em quantidades predeterminadas.

4. Quais são os ativos acompanhados pelo market making?

Os formadores de mercado atuam na compra e venda de diversos ativos, tais como:

  • ações: a menor parcela do capital de uma empresa que negocia seus papéis na bolsa de valores;
  • debêntures: títulos de crédito emitidos por companhias para financiar suas atividades;
  • contratos: compromissos de compra e venda para garantir o preço em uma data futura;
  • títulos de renda fixa: modalidade em que a rentabilidade é previsível, pois é definida no ato da aplicação.

5. Por que as empresas contratam market makers?

De acordo com a Anbima, o interesse das companhias está em “formar mercado para os papéis de sua titularidade”. 

Para exemplificar, a JBS já foi contratada como uma formadora de mercado para o contrato futuro de Boi Gordo. Por ser uma das principais commodities, o foco é determinar o preço dos ativos antecipadamente, evitando a oscilação.  

O que é market maker? 3 exemplos para compreender 

Para facilitar o entendimento sobre o que é market maker, vale conferir as opções no portal da B3

1. Renda variável

Na renda variável, o retorno dos investimentos varia conforme as condições do mercado. No caso, esses são alguns exemplos de empresas e seus respectivos formadores de mercado na modalidade:

  • 3R Petroleum Óleo e Gás S.A. | BTG Pactual CTVM S.A.
  • AES Tietê Energia S.A. | Credit Suisse Brasil S.A. CTVM
  • Accenture PLC. | Bradesco S.A. CTVM
  • Fundo de Investimento Imobiliário Mauá Capital Hedge Fund – FII | XP Investimentos
  • Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário | XP Investimentos CCTVM

2. Renda fixa

Títulos de renda fixa são aqueles em que a remuneração é conhecida no momento da aplicação, certo? Nesse segmento, seguem algumas empresas e seus formadores de mercado, respectivamente:

  • BNDES Participações (BNDP-DEB53) | BB – Banco de Investimento S.A.
  • Brazilian SC | Caixa Econômica Federal
  • Concessionária Auto Raposo Tavares (RPTA-DEB21 e RPTA-DEB22) | Banco Votorantim S.A.
  • Gaia Securit (GAIA-CRI47) | Banco BTG Pactual S.A.
  • Unidas (UNID-DEB21 e UNID-DEB22) | Banco BTG Pactual S.A.

3. Derivativos

Como os derivativos são investimentos que derivam de outros ativos (ouro, soja, dólar etc.),  a consulta é diferente. E, para verificar os market makers B3, basta escolher as séries de atuação diretamente no portal, pois os dados ficam disponíveis periodicamente:

  • opções sobre ações e índices;
  • futuros e opções sobre futuros.

E, agora que você já sabe o que é market maker, que tal apostar no poder do conhecimento para investir melhor? Para te ajudar nisso, a Faculdade XP School tem o curso “Aprenda a investir na bolsa de valores”, o que trará mais segurança e assertividade para as negociações. 

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Play-to-earn: veja os 7 principais jogos para ganhar criptos

Os jogos play-to-earn estão revolucionando o mercado de finanças descentralizadas e, nos próximos anos, prometem movimentar bilhões de dólares em investimentos.

Embora esteja sendo reconhecida agora, essa categoria de games conta com destaques antigos, que só se fortalecem entre os usuários.

Alguns dos jogos mais populares possuem mais de 7 milhões de jogadores ativos e, recentemente, a Binance, uma das maiores exchanges do mundo, investiu U$1 milhão para impulsionar oportunidades de emprego associadas aos jogos NFT e ao metaverso.

Neste artigo, você vai entender o que é o play-to-earn e quais são os principais jogos para ganhar criptos. Acompanhe a leitura!

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O que é “play-to-earn”?

O play-to-earn — ou jogue-para-ganhar, em tradução livre — é um modelo de negócios recente, que traz um conceito de economia aberta e permite que usuários ganhem dinheiro de verdade conforme dedicam tempo e esforço em games baseados na tecnologia de criptos.

Os games de finanças descentralizadas se tornaram extremamente populares nos últimos meses, especialmente devido a pandemia, que trouxe um maior índice de desemprego e impulsionou a busca por alternativas de renda.

Além disso, o universo dos jogos eletrônicos já é de grande influência em todo o mundo. Segundo a CNN Brasil, em 2021, o segmento arrecadou U$ 178 bilhões (um aumento de 23% em comparação ao ano anterior).

Unindo esses dois universos, é possível encontrar os jogos play-to-earn.

Sua tecnologia é baseada em ativos aplicados na blockchain e em NFTs (tokens não-fungíveis). Um token não fungível é um tipo especial de token criptográfico que representa algo único.

Nesses jogos, o usuário basicamente adquire NFTs — como itens do jogo, por exemplo — e troca por criptomoedas, possibilitando arrecadar dinheiro de verdade enquanto movimenta o universo do game.

Esses ativos são de propriedade de cada jogador e podem ser negociados livremente, seja no mercado do próprio jogo ou entre outros usuários.

O modelo play-to-earn tem como base o free-to-play, que são mecânicas em que o cadastro ou a instalação do jogo é gratuita.

No entanto, a maioria dos games “jogue para ganhar” exige algum tipo de investimento inicial, que torna possível a manutenção do sistema.

Metaverso no Brasil

O investimento em jogos play-to-earn já traz outras possibilidades para os próximos anos, como sua união com o metaverso.

Basicamente, o metaverso é uma realidade virtual e aumentada, em que os usuários interagem em uma reprodução do mundo real por meio de avatares, além de consumirem itens e produtos totalmente digitais.

O metaverso já está em testes no Brasil por meio de plataformas como o Facebook e a Microsoft.

Enquanto isso, instituições como a Binance investem em guildas, ou grupos de criptojogos, que visam expandir esse universo em países menos desenvolvidos.

Espera-se milhões de dólares em investimentos nesse setor e o avanço da tecnologia do metaverso, junto aos NTFs e à possibilidade de ganhos reais em jogos eletrônicos, é o conjunto necessário para construir uma nova economia virtual.

>>> No vídeo abaixo, a especialista em finanças e professora da Faculdade XP School, Clara Sodré, revela tudo o que você precisa saber sobre criptomoedas. Assista!

Quais os principais jogos play-to-earn?

Depois de conhecer mais sobre os jogos play-to-earn, muitas pessoas se interessam em iniciar uma carreira nessa categoria de games.

Caso você seja uma delas, vale a pena conferir alguns dos títulos mais populares, com sistemas estáveis e que oferecem oportunidades para usuários de todas as partes do mundo. 

Pensando nisso, listamos os 7 principais jogos play-to-earn do mercado atual. Confira!

1. Axie Infinity

Lançado em 2018, o Axie Infinity é o principal jogo em blockchain da atualidade.

Desde seu desenvolvimento, o game possui uma estrutura autorregulável e sustentável, sendo um dos primeiros a destravar a economia dos jogos virtuais baseados em tokens e moedas digitais.

Sua proposta permite que o jogador monte equipes de lutas com NTFs únicos enquanto produz mais personagens com características e forças distintas.

A cada luta, é possível completar missões que se transformam em recompensas no formato de criptomoedas, alocadas na rede da moeda Ethereum. Dessa forma, é possível trocar as moedas por dinheiro de verdade.

Além disso, um mercado secundário se formou dentro do jogo por meio da troca e venda de personagens que os próprios usuários criam em seus perfis.

Todos os ativos são registrados de forma livre e o jogo acumula milhões de participantes.

>> Leia também: Gamecoin: o que é, onde comprar, valor, como funciona e dicas!

2. Illuvium

Além do Axie Infinity, existem outras recomendações de jogos play-to-earn, como o Illuvium, que também está alocado na blockchain do Ethereum.

O jogo não requer investimento inicial para o cadastro dos jogadores, o que é um diferencial interessante, e o lançamento está programado oficialmente para 2022.

Apesar disso, seu token nativo já registrou uma alta de 1.871%, indo de registros de U$56,69 para U$1.117,09.

Sua gameplay também se baseia em montar equipes de lutas com personagens NTFs, e impressiona pela estética.

3. Guild of Guardians

Outra proposta play-to-earn que aguarda lançamento oficial é o Guild of Guardians, um game RPG que permite interação semelhante à mundo aberto.

Os NTFs são animais, heróis e auxiliares secundários importantes para as missões dos clãs, e podem ser negociados em mercados secundários também.

Além disso, o jogo ajuda os usuários com caixas de suporte, que oferecem bônus e possibilidade de encontrar NFTs gratuitos.

4. Monsta Infinity 

O Monsta Infinity é mais um jogo play-to-earn de batalha de monstros, mas baseado em cartas MMORPG.

Ele é construído em blockchain e parece misturar o Axie Infinity com jogos de quebra-cabeça e Minecraft. 

O game permite que os jogadores ganhem dinheiro vencendo batalhas e encontrando cartas raras, que funcionam como tokens.

O projeto iniciou as negociações de cartas NFT em outubro de 2021 e vem sendo desenvolvido desde fevereiro do mesmo ano. Espera-se que seja liberado em 2022. 

5. Alien Run

Alien Run é um dos jogos play-to-earn com proposta mais simples e em um cenário menos desenvolvidos graficamente, em que basta correr e pular para passar de nível.

Além disso, ele não trabalha com tokens, mas sim com a possibilidade de encontrar fragmentos de Bitcoins a cada objetivo cumprido, que pode incluir passar certo número de fases ou chefes.

Depois de concluir, o jogador ganha uma recompensa do jogo e deve reuni-las para trocar por criptomoedas.

6. My DeFi Pet

Jogos mais voltados para diversão também fazem parte do universo play-to-earn e um deles é o My DeFi Pet.

Trata-se de um game de pequenos animais de estimação combinado com o mercado de finanças descentralizadas por meio de itens colecionáveis.

O usuário utiliza a moeda do jogo para fazer negociações e aprimorar seus animais, e, futuramente, deve trocá-los e cumprir as missões para ganhar criptomoedas.

Esse jogo opera em redes compatíveis, como a Binance Smart Chain, e também está ganhando popularidade.

7. Tethan Arena

Por fim, o Tethan Arena é mais um projeto play-to-earn lançado recentemente (final de 2021) e promete reunir milhões de usuários.

Sua proposta inova ao permitir que os usuários ganhem fragmentos da moeda do jogo de maneira individual e em grupo, por meio de batalhas entre equipes.

Assim, é possível potencializar os ganhos ao ter bons resultados sozinho e também nas lutas compartilhadas com outros participantes.

Com base na rede Etherum, sua moeda ainda está valorizando, mas já torna mais fácil acumular fragmentos dentro do jogo e trocar por criptomoedas reais.

Vale a pena investir em jogos play-to-earn?

Muitos consideram investir em alternativas diferenciadas para ganhar dinheiro no mercado digital.

Embora o universo de jogos play-to-earn aparentemente esteja cheio de novos projetos e ofereça pouca estabilidade, a opção é interessante e vale a tentativa.

Isso porque os jogos eletrônicos compõem um dos mercados mais movimentados do mundo, e a segurança das redes blockchain garantem que inúmeras propostas saiam do papel.

Além disso, para os próximos anos, pode-se esperar que os jogos play-to-earn se tornem ainda mais populares.

Portanto, é interessante aproveitar esse momento para conhecer mais desse universo e procurar títulos para investir, com possibilidade de ganhar dinheiro jogando.

E, agora que você sabe o que é o play-to-earn e conhece os principais jogos, estudar sobre os aspectos que tornam uma companhia valiosa pode fazer toda a diferença na rentabilidade dos seus investimentos

Pensando nisso, a escola da XP Inc. preparou um curso completo sobre Valuation: Avaliação de Empresas e Ações. Então, não perca tempo. Clique no banner abaixo e garanta sua vaga!

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O que é e como comprar Safemoon?

O universo das criptomoedas está dividido entre entusiastas e desconfiados. Há quem aposte no enriquecimento com compras e minerações e quem acredite que isso não passa de invenção. Uma das apostas do primeiro grupo é a Safemoon, cripto lançada em março de 2021. Se você está entre os que querem arriscar nesse mercado, deve estar se perguntando: como comprar Safemoon?

No artigo abaixo, nós trazemos mais detalhes sobre o conceito dessa moeda. Além disso, falamos sobre seu funcionamento e, claro, como comprá-la. Confira!

O que é Safemoon?

Quem investe ou é interessado por criptomoedas sabe que se manter atualizado nesse tema nem sempre é uma tarefa fácil. Só no início de 2021, mais de 2 mil criptoativos foram listados no mercado. Hoje, já existem mais de 10 mil tipos disponíveis e a lista tende a crescer cada vez mais. É por esse motivo que talvez você ainda não tenha ouvido falar ou não conheça a fundo a Safemoon.

A Safemoon é uma das criptomoedas que fazem parte dos lançamentos de 2021. Ela foi executada pela plataforma Binance Smart Chain, que alega que ela é voltada para a comunidade – isso porque, para existir, consumiu todos os tokens de seus desenvolvedores.

Um dos diferenciais da Safemoon é o de recompensar investidores que optarem por manter seus tokens a longo prazo. Essa é uma estratégia que a colocou em destaque entre os criptoativos, rendendo mais de 1 milhão de investidores rapidamente.

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Como funciona a moeda?

Além da estratégia adotada, outro diferencial da Safemoon é seu funcionamento. Com ela, cada transação realizada implica em três ações subsequentes: reflexo, aquisição de pool de liquidez e queima. Veja o que isso significa.

O que é “reflexo” em criptomoedas

A popularização dos token DeFi (que dispensam intermediários para negociação) gerou uma bolha na liquidez das criptomoedas. A fim de evitar esse movimento na Safemoon, foi implementada a ação de reflexo.

Basicamente, o reflexo está relacionado às recompensas estáticas. O que isso significa: que seus donos são recompensados com base no volume de negociação.

Na Safemoon, as transações são acompanhadas de um imposto de 10%. Desse percentual, 5% são direcionados para a liquidez e outros 5% para os donos da cripto. Com essa iniciativa, a prática do day trade se torna cara e o ativo se mantém por mais tempo nas carteiras.

>>> Se além dos criptoativos você também investe ou é interessado pelo mercado de day trade, que tal fazer isso de maneira segura? Baixe agora mesmo o Guia de Boas Práticas para Day Trade. É só clicar no banner abaixo.

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O que é “aquisição de pool de liquidez”

Como dissemos, 5% dos impostos pagos na transação da Safemoon são redirecionados para a liquidez. Mas o que isso significa?

Basicamente, que a moeda visa estabilizar seus preços. Como o mercado de criptoativos é bastante volátil, a Safemoon tenta se preservar evitando que grandes compras ou vendas influenciem de maneira significativa em sua cotação.

Como isso é feito: através da distribuição de liquidez em todas as exchanges que suportam o ativo.

O que é “queima” em criptomoedas

Os outros 5% pagos em impostos são convertidos em BNB, a criptomoeda Binance Coin, próprio da exchange da Safemoon.

Pode parecer estranho pensar que a própria criadora tira sua moeda de circulação a convertendo em outra, mas isso também é parte da estratégia. Com essa movimentação, a Safemoon se mantém como um ativo raro. Como consequência, seu preço se eleva.

Onde e como comprar Safemoon?

Primeiramente, é importante lembrar que qualquer criptoativo deve ser adquirido através de uma exchange. Mas lembre-se também: nem todas as exchanges comercializam todas as criptomoedas. Quando falamos da Safemoon, essa aquisição pode ser feita através de plataformas como:

  • BitForex
  • BitMart
  • BlueHelix Exchange
  • io
  • PancakeSwap

Se você ainda não tem conta em uma exchange, basta escolher uma e fazer seu cadastro. Não se esqueça de avaliar se ela oferece o ativo em que deseja investir. Além de viabilizar a compra e venda, a plataforma também atua como sua carteira.

A fim de manter a segurança das transações, uma prática muito comum nas plataformas de exchange é o processo de verificação de identidade. A política é chamada de KYC – conheça seu cliente – e AML – cujo tema é a lavagem de dinheiro.

Feito o cadastro, os próximos passos você já deve conhecer: basta depositar fundos na carteira e, posteriormente, adquirir os tokens.

Vale a pena comprar a moeda Safemoon?

Falando sobre investimentos em geral, não existe uma resposta correta para se um ativo vale ou não a pena. Nem sempre um investimento dará lucro logo no início e, por isso, as aquisições variam conforme a estratégia de cada investidor.

Quando falamos na Safemoon, é importante lembrar que suas transações não envolvem apenas o processo de compra e venda. Nela, as ações de reflexo, aquisição de pool de liquidez e queima também são executadas.

Embora a definição das estratégias sejam responsabilidade de cada investidor, de maneira individual, os desenvolvedores desse criptoativo a veem como um fundo e não como um ativo em si. Assim, a Safemoon costuma ser indicada para aqueles que estão em busca de um investimento a longo prazo.

Se você está interessado nessa cripto, a compra pode valer a pena neste momento, já que ela ainda se trata de um ativo barato. Como qualquer investimento, ela não é garantia de retorno, mas seu custo e promessas a logo prazo podem ser um fator motivador.

O segredo é diversificar a carteira

Como sempre reforçamos aqui no blog da Faculdade XP, nenhum tipo de investimento oferece garantias de retorno. Por isso, muito estudo é fundamental para que as escolhas sejam assertivas e estejam totalmente alinhadas com as estratégias definidas.

Se você quer mergulhar nesse universo, deve saber que uma carteira vencedora é a diversificada. Quer aprender a como fazer isso? No curso Diversifique sua Carteira você aprende mais sobre investimentos em geral e estratégias de alocação. Para se inscrever, é só clicar no banner abaixo:

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Como controlar as despesas mensais? Passo a passo

Você anota todos os seus gastos? Desde a compra de um eletrodoméstico até os pãezinhos na padaria, registrar tudo o que gastamos é uma maneira de criar um plano de despesas mensais. Mas, e se a gente contasse para você que 46% dos brasileiros não sabem como controlar as despesas mensais, você acreditaria? 

Esse dado foi divulgado por uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Ainda segundo os órgãos, 29,3% dos brasileiros fazem as contas de despesa “de cabeça”. 

Esse despreparo na organização do plano de gastos mensais pode ter um reflexo muito maior na economia do país. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 72,9% das famílias brasileiras possuíam pelo menos uma dívida em agosto de 2021

Um primeiro passo para fugir das dívidas e fazer sobrar um dinheirinho no final do mês é por meio de um controle efetivo dos ganhos e gastos mensais. Se você se interessou sobre o assunto, este texto é, definitivamente, para você! 

Ao longo deste artigo, vamos abordar alguns pontos sobre como controlar as despesas mensais de uma vez por todas! Por isso, vamos falar sobre:

  • o que é planejamento financeiro; 
  • qual é a importância de criar um plano econômico;
  • como controlar as despesas mensais;
  • como usar a tecnologia a nosso favor no nosso plano de gastos mensais.

Por isso, se você deseja sair de uma vez por todas do vermelho e controlar os seus gastos, continue com a gente! O caminho para uma educação financeira não precisa ser trilhado sozinho.

O que é planejamento financeiro?

Você já deve ter ouvido muito sobre a importância de se ter um planejamento financeiro. Afinal de contas, ele é o porto seguro que protege você e sua família contra crises e a volatilidade do mercado. 

Basicamente, planejamento financeiro é você criar um plano de despesas mensais que seja equivalente aos seus ganhos. Ou seja, é o ato de ter, em suas mãos, todo o ecossistema financeiro de sua casa alinhado e coeso. 

Por que devemos ter um planejamento financeiro?

Essa resposta é simples! Por meio dele, você é capaz de enxergar oportunidades de corte de gastos. Além disso, por meio de um plano de gastos mensais, você pode encontrar meios para realizar as suas metas.

Outro auxílio dessa estratégia é proteger sua casa contra as crises do país e do mundo. Você deve saber que existem diversos fatores que influenciam o mercado e, por consequência, a nossa vida, não é mesmo? Existem, por exemplo, a taxa Selic, a inflação, o preço do dólar, entre outros. 

Você, como um mero cidadão, não tem o poder de influenciar estes indicadores econômicos. Entretanto, você é capaz, por meio do planejamento financeiro, de não deixar que eles afetem a sua família.

Como controlar as despesas mensais?

Bem, agora que você já sabe sobre a importância de se ter um planejamento financeiro, podemos, finalmente, explicar como controlar as despesas mensais. 

Por isso, a partir de agora, vamos colocar algumas dicas que vão ajudar você a trilhar este caminho. 

Porém, antes de começar, aqui vai um conselho: não desista! Nós sabemos como pode parecer difícil poupar e criar um planejamento financeiro, o que pode fazer com que a gente desista antes mesmo de tentar. 

Por isso, respire fundo e tenha persistência. Saiba que a Faculdade XP está com você neste caminho para a sua independência financeira. 

Estamos com você seja com o nosso blog, onde você encontra dicas preciosas sobre o mundo econômico, ou na nossa Escola de Investimentos, lugar no qual você aprende a investir com os melhores profissionais do mercado. 

Sem mais delongas, vamos lá, então! 

Anote todos os gastos do seu dia a dia

É muito comum que nós esqueçamos que os pequenos gastos corriqueiros, como alimentação, transporte e recreação também impactam no seu orçamento mensal. Portanto, precisamos contabilizá-los em nosso plano de despesas mensais. 

Pense com a gente: todo dia, depois do trabalho, você passa na Padaria Dona Norma. Lá, você compra o de sempre: um café com leite, que custa R$5, e um misto quente, de R$7. Ou seja, todos os dias, você gasta R$12 reais com alimentação, que podem se tornar mais de R$240 no final do mês.

Por isso, tanto as grandes despesas, como o aluguel e as contas do cartão de crédito, quanto os pequenos gastos corriqueiros precisam ser contabilizados.

Separe uma parcela do dinheiro para metas

Agora, uma reflexão: você trabalha para viver ou vive para trabalhar? Ficou confuso? A gente explica: a sua renda mensal deve, sim, ser suficiente para pagar as suas despesas deste período. Entretanto, se você consome todo este dinheiro para pagar suas dívidas, não sobra nada para seu lazer. 

É importante lembrar que o trabalho é um meio para trazer mais conforto para a sua vida. A partir do momento em que vivemos para trabalhar, precisamos repensar nossos gastos e procurar formas de renda extra.

Por isso, dentro dos seus gastos, as metas que você deseja realizar em curto, médio ou longo prazo devem ser contadas. Seja o carro do ano, ou uma viagem para outro estado ou quem sabe um celular novo: para tudo isso, podemos estabelecer planos e guardar uma parcela do dinheiro em “cofrinhos”. 

Mas, para que seu dinheiro só se valorize e não perca valor, o ideal é que você aplique este capital em um investimento. Existem centenas de aplicações em renda fixa ou em renda variável. 

A Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP, ensina como podemos investir de maneira correta sendo fiéis com os seus objetivos! Aperte o play e confira o vídeo!

Crie uma planilha de controle de gastos

Passamos o texto inteiro falando sobre a importância de anotar os gastos, mas só colocá-los no papel não adiantará de nada. Por isso, recomendamos fortemente a criação de uma planilha, seja online ou manual, para anotar e somar todos os seus gastos.

Para quem prefere a ajuda da tecnologia, apoiamos a construção de uma planilha de despesas mensais no Excel. Afinal de contas, esta ferramenta é muito utilizada pela sua facilidade em criar fórmulas e de se fazer contas automáticas. 

Para quem é adepto às planilhas digitais, a XP Expert criou uma planilha de despesas mensais no Excel. Nela, você encontra diversas linhas e colunas sobre seus gastos, ganhos e investimentos. Para acessá-la, clique aqui

Já para quem prefere os métodos mais analógicos, recomendamos que você crie um livro razão para os seus gastos e ganhos. Para diferenciar a entrada e a saída de dinheiro, você pode usufruir de canetas de cores diferentes, sendo vermelho para os gastos e azul para os benefícios. 

Além disso, não se esqueça de especificar com o que este dinheiro foi gasto. Nomear as suas despesas pode ser um passo essencial para compreender a sua situação financeira. 

Facilite a marcação do controle do plano de gastos mensais

como controlar as despesas mensais

Lembra-se dos gastos que você pode ter na Padaria Dona Norma? Então, esse dinheiro pode muito bem ser esquecido na hora de fechar o mês. Por isso, você pode criar alguns métodos que ajudam na hora de lembrar dessas pequenas despesas. 

Uma delas é criar um grupo só seu no WhatsApp sobre seus gastos na rua. Assim, você poderá colocá-los em sua planilha quando chegar em casa. Para exemplificar, você pode seguir este modelo:

Corte despesas supérfluas

Quando chega o final do mês e percebemos que o dinheiro que sobrou foi pouco, bate um desespero, não é mesmo? Por isso, um método de como controlar as despesas mensais é cortando gastos que não são necessários. 

Por exemplo: se você tem a possibilidade de pegar um transporte público ao invés de um carro por aplicativo, faça esta troca. Ou, se você preferir, pode substituir um almoço fora durante o expediente para uma marmita. 

Esses gastos, embora sejam pequenos, podem fazer uma grande diferença para o seu bolso no final do mês. 

Mais dinheiro no final do mês

Afinal, por que você está querendo controlar as suas despesas? Cada um pode ter o seu objetivo final, mas a grande maioria irá responder que é para ter mais dinheiro no final do mês. 

 

>>> Quer ler um pouco mais sobre educação financeira? Confira:

Importância do controle financeiro: o que é e como adotar esse hábito sem complicação?

 

Essa justificativa é super válida. Entretanto, existem outros métodos para você ganhar uma renda extra para sair do sufoco. Aqui estão alguns deles:

  • ofereça seus serviços como freelancer para gerar renda extra;
  • venda itens que você não usa mais, como livros e roupas;
  • faça cursos que capacitem você profissionalmente, aumentando o seu leque de atuação;
  • faça listas de compra no supermercado e evite comprar o que não é necessário;
  • tente economizar com os custos da casa, como água e luz, diminuindo o consumo desses dois serviços.

Se você gostou deste texto e ele ajudou você a entender como controlar as despesas mensais, compartilhe com os seus amigos e familiares que precisam de uma ajuda nesta hora! Como já falamos anteriormente, o caminho para o sucesso financeiro não precisa ser trilhado sozinho!