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Tipos de aplicações financeiras: 6 opções para alcançar seus objetivos

Escolher onde investir é uma decisão que precisa ser feita com certa cautela e requer um conhecimento prévio sobre os diferentes tipos de aplicações financeiras.

E já adiantamos: não existe um tipo melhor de investimento. Na verdade, a definição das melhores aplicações depende dos seus objetivos e do seu perfil de investidor.

Neste artigo, vamos apresentar seis tipos de aplicações financeiras para você fazer o seu dinheiro render melhor e realizar as suas metas pessoais:

  1. Tesouro Direto;
  2. CDB;
  3. LCI e LCA;
  4. Debêntures;
  5. Ações;
  6. Fundos Imobiliários.

6 tipos de aplicações financeiras para fazer o seu dinheiro render

Basicamente, existem duas modalidades de investimento: os títulos de renda fixa e os de renda variável.

Nos títulos de renda fixa, você já sabe como será a dinâmica de remuneração do seu investimento. Por isso, essas aplicações são mais recomendadas para quem tem baixo apetite ao risco e possui um perfil mais conservador.

Já na renda variável, é mais difícil prever o desempenho das suas aplicações devido às oscilações do mercado. Os produtos que se enquadram nessa modalidade são mais voláteis e apresentam mais risco

Em contrapartida, podem apresentar rentabilidades bem mais atrativas e, assim, são mais indicados para investidores de perfil agressivo.

Confira a partir de agora quais são os principais tipos de aplicações financeiras em renda fixa e variável:

1. Tesouro Direto

Os títulos do Tesouro Direto são uma ótima opção para quem quer investir com segurança mas que ainda não está pronto para aplicar em outras opções mais voláteis.

Ao investir no TD, você empresta dinheiro para o governo, que depois de um período vai te devolver esse dinheiro com acréscimo de juros.

Investidores de perfil conservador gostam bastante do Tesouro Direto porque ele rende mais que a poupança e o risco é muito baixo, quase nulo.

Você consegue investir no Tesouro Direto comprando títulos a partir de R$ 30.

>>> Leia mais: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas?

2. CDB 

Assim como o Tesouro Direto, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma das melhores aplicações financeiras para quem tem baixo apetite ao risco e é mais conservador.

Em vez de emprestar dinheiro para o governo, você empresta para os bancos e recebe juros como recompensa.

A grande vantagem dos CDBs é que eles são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

Isso significa que, em caso de falência do banco, você recebe de volta o valor investido acrescido dos juros respeitando o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Ficou interessado em investir em renda fixa? Veja mai dicas neste vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=-iWu7DK_ClA&t 

>>> Leia também: CDB: definição, como funciona e vantagens

3 – LCI e LCA

Também entre as melhores aplicações financeiras de renda fixa, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) são empréstimos que você faz aos bancos para que eles possam financiar projetos ligados ao setor de imóveis ou de agricultura, respectivamente.

O que mais atrai os investidores para esses tipos de aplicações financeiras é a isenção do imposto de renda

No entanto, a remuneração costuma ser inferior e as LCIs e LCAs não são garantidas pelo FGC.

>>> Veja mais: LCI e LCA: o que significam, como funcionam e vantagens

4. Debêntures

As debêntures são produtos de renda fixa que empresas de sociedade anônima emitem para financiar suas operações.

Diferentemente do mercado de ações, o investidor não compra parte da empresa; ele simplesmente empresta um dinheiro e recebe juros como recompensa.

Apesar de ser um título de renda fixa, as debêntures apresentam um nível de risco maior do que os outros tipos de aplicações financeiras que vimos até agora justamente por não terem a garantia do FGC.

5. Ações 

Ao adquirir uma ação, você está comprando uma parte da empresa que emitiu esse papel. 

Os ganhos nesse tipo de investimento podem vir dos dividendos (que são os lucros anuais da empresa) ou da venda dessas ações por um preço superior ao que você pagou.

As ações são recomendadas para investidores com perfil moderado ou agressivo, pois a rentabilidade costuma oscilar bastante.

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6. Fundos Imobiliários (FIIs) 

Os Fundos Imobiliários (FIIs) também são investimentos de renda variável. 

Você compra cotas em empreendimentos de imóveis e todo mês recebe um percentual do aluguel proporcional ao valor aplicado no Fundo Imobiliário.

Os FIIs são menos voláteis que as ações e não há incidência de Imposto de Renda sobre os seus ganhos.

Este vídeo tem mais dicas de investimento em fundos imobiliários, assista agora:

Bom, agora que você já conhece alguns dos principais tipos de aplicações financeiras, escolha as que mais combinem com seu perfil e com seus objetivos.

Para fazer aplicações com mais confiança, você pode fazer um curso como este: Primeiros passos no mundo dos investimentos. Nele, você vai descobrir seu perfil de investidor, aprender os princípios das aplicações, como escolher a melhor para seus objetivos e muito mais!

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Como minerar Ethereum? Descubra em 3 passos e faça em casa!

O mercado de criptomoedas tem chamado cada vez mais a atenção dos investidores. Com ganhos expressivos, principalmente nos últimos anos, várias delas tiveram destaque. Isso ajudou a aumentar o interesse pela mineração desses ativos e, atualmente, uma das principais procuras é para minerar Ethereum

Essa plataforma é baseada na tecnologia de blockchain, ou seja, possui um código aberto que permite o desenvolvimento de contratos e aplicativos descentralizados. Ela possui a própria criptomoeda, o Ether (ETH), e é com ela que a mineração de Ethereum é recompensada. 

Com a valorização desse cripto ativo nos últimos anos, muitas pessoas têm buscado informações sobre como minerar Ethereum. E se você é uma delas, preparamos neste texto tudo o que precisa saber para começar essa jornada. Afinal, antes de dar o primeiro passo é preciso estudar bastante e conhecer como o processo funciona. Boa leitura!   

Por que minerar criptomoedas?

Antes de tudo, é preciso entender a lógica por trás da mineração de criptos. Esse processo nada mais é do que a forma com que essas moedas digitais são emitidas. Muitas pessoas começaram a investir nesse trabalho por conta da remuneração. Quanto mais você ajuda na mineração das criptomoedas, mais você é recompensado com elas. Ou seja, nesse caso, não há necessidade de investimento em valor, somente no seu esforço em ajudar a plataforma a emitir essas criptos. 

No caso da Ethereum, essa atividade chama ainda mais atenção, pois, depois do Bitcoin, é a maior criptomoeda do mercado. Com tanta gente interessada, o que mais há nesse mercado é oportunidade, especialmente em ter bons retornos. Afinal, essa cripto teve um dos melhores desempenhos nos últimos anos se comparada com as principais concorrentes. 

Essa atividade, se for executada com dedicação, pode ser bastante lucrativa, principalmente por conta da alta na procura por esse tipo de investimento. Porém, é preciso de alguns passos iniciais, como o investimento em computadores e, mais do que isso, um bom conhecimento técnico. Falaremos mais sobre isso a seguir. 

Como funciona a mineração de Ethereum?

O principal objetivo por trás da mineração é validar as transações que são feitas dentro da plataforma, oferecendo maior segurança contra eventuais fraudes para os usuários. Além disso, essa também é a principal forma de colocar a criptomoeda no mercado. 

Para que isso aconteça, milhares de mineradores resolvem difíceis problemas matemáticos dentro da plataforma Etherum. O principal objetivo é encontrar uma sequência correspondente, chamada de hash, que seja compatível com uma outra série de números gerada inicialmente. Quando este problema é solucionado, você é remunerado com a criptomoeda, no caso da Ethereum, o ETH. O sucesso dessas equações resolvidas é conhecido como “prova de trabalho” ou, em inglês, proof of work.  

Vale ressaltar que o lucro obtido através da mineração pode variar, seja pela dificuldade na resolução de algum problema ou pela volatilidade de mercado. 

>>> As criptomoedas estão sendo cada vez mais debatidas e cogitadas como uma alternativa interessante de investimento. Mas será que vale a pena? Na série Investimento às Claras, a especialista Clara Sodré avalia as vantagens e desvantagens dessa modalidade. Quer saber mais? Então confira no vídeo abaixo: 

Os pools de mineração

Fazer a mineração de criptomoeda demanda, principalmente, um enorme esforço tecnológico e energia elétrica. A dificuldade na execução do trabalho vai depender bastante do seu hardware, ou seja, das configurações do computador que você utiliza. Há muitas diferenças entre os equipamentos. Porém, se você não usar um computador muito eficiente, pode se juntar a um dos pools de mineração. 

Os pools, que nesse contexto significam “conjuntos”, nada mais são do que grupos de mineradores. Ou seja, a ideia principal aqui é se juntar a outras pessoas para fazer a mineração. Essa é uma ótima estratégia para otimizar o seu potencial de retorno. Isso porque, juntos, o poder computacional cresce, fazendo com que a velocidade das transações fique muito mais rápida do que individualmente. 

Há alguns pontos importantes sobre os “pools de mineração”. Um dos principais é que eles sempre contam com um coordenador, que é o responsável por dividir as remunerações. Ela é distribuída proporcionalmente com base na contribuição que o minerador teve na solução dos problemas. Outros pontos importantes para ficar de olho: taxas cobradas para participar do grupo, frequência dos pagamentos e o tempo que o pool ficará ativo. 

Para participar de um dos grupos, não é necessário, por exemplo, abrir conta em uma corretora de cripto. A seguir mostraremos o passo a passo de como entrar em um deles.  

Como minerar Ethereum no PC em casa? Passo a passo

Apesar de não ser uma atividade fácil para fazer de casa, é possível começar a minerar de maneira simples. Confira a seguir o passo a passo para se tornar um dos milhões de mineradores dentro da plataforma.

1. Compre um equipamento para mineração 

Para começar, uma das coisas mais importantes é a aquisição de um aparelho que consiga dar conta das operações que você vai fazer para minerar a Ethereum. Há dois tipos de aparelho que você pode ter. O primeiro deles é um CPU comum. Embora tenha alguns aparelhos com ótima configuração, ainda assim pode não ser suficiente para a as atividades que você vai executar durante a atividade. 

A outra opção e a mais indicada é a compra de um GPU. Diferente do primeiro, ele é focado em processamento gráfico e, por isso, precisa de uma placa gráfica potente. Apesar de ser um investimento elevado, qualquer aparelho, mesmo aqueles mais simples, vão ser mais eficientes que qualquer modelo mais avançado de um CPU. 

2. Instale um software próprio para mineração 

Para começar a operar dentro da plataforma, é necessário que você instale um software próprio de mineração. Depois, caso o seu CPU/GPU não venha com os drives da placa de vídeo instalados, você precisará fazer isso. Por último, deverá baixar toda a blockchain da plataforma, que possui algo próximo de 20GB. Confira a seguir quais são os principais softwares utilizados para a mineração da Ethereum:

MinerGate

Essa é uma das principais recomendações para quem está começando na mineração. Isso porque, além de ser gratuito, é possível dar os primeiros passos utilizando um CPU. Um dos diferenciais do MinerGate é que ele identifica, automaticamente, a melhor versão do programa de acordo com a capacidade do hardware. Porém, caso a sua ideia seja fazer a mineração profissionalmente, prefira outros softwares.

Ethermine

Quem deseja operar profissionalmente pode utilizar o Ethermine, que é um dos softwares mais usados para a mineração dessa plataforma. Um dos diferenciais é que você pode fazer os trabalhos de forma anônima. Além disso, com ele é possível escolher em qual servidor deseja operar: sul-americano, europeu, asiático ou norte-americano. Mas atenção: ele só opera com os sistemas operacionais Windows e Linux.

Geth

Este software foi desenvolvido pelo próprio time da Ethereum. Ele possui uma das interfaces mais simples de usar, deixando a introdução a esse mundo um pouco mais fácil. Uma das principais vantagens é que, depois de instalado, o usuário conta com uma área de ajuda, onde terá acesso a conteúdos que explicam todos os comandos do software.

3. Participe de um pool de mineração

Como já dissemos neste texto, a participação de um pool de mineração é uma forma de unir forças com outros usuários. Sendo assim, vale ressaltar que todo ganho de um pool é distribuído entre todos os integrantes e varia de acordo com a contribuição. Quem deseja operar em conjunto pode usar programas como F2Pool, SparkPool e NanoPool. 

Vale a pela minerar Ethereum?

Embora não seja uma atividade fácil, qualquer pessoa pode começar a fazer a mineração de Ethereum. Afinal, ela é uma das criptomoedas com mais destaque no mercado, podendo trazer bons retornos com o tempo. Para isso é preciso, antes de tudo, um estudo profundo sobre como fazer a atividade, especialmente se a sua ideia é mergulhar de cabeça profissionalmente. 

Por falar em estudo, que tal elevar o seu conhecimento no mundo dos investimentos? Aprenda a fazer a avaliação de indicadores para alavancar a gestão das suas ações. Com o curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações você terá um conteúdo facilitado por especialistas do mercado. Aproveite!

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Como funciona a inflação na economia? Entenda o processo e seus impactos nos investimentos

Como funciona a inflação na economia, afinal de contas? Você pode até não saber com precisão qual o conceito de inflação, mas com certeza já sentiu os seus efeitos no dia a dia.

Sabe quando, por exemplo, você vai abastecer o carro com 20 reais de gasolina e percebe que a quantidade de litros que foi possível colocar no tanque é menor do que quando você abastecia com esse mesmo valor há alguns meses?

Pois bem. Esse é um dos efeitos da inflação. Basicamente, o seu dinheiro passa a valer menos e o seu poder de compra diminui.

Se você ficou interessado e quer saber mais sobre o que é e como funciona a inflação na economia, continue a leitura que a gente te explica tudo.

Nas próximas linhas, vamos mostrar o que faz a inflação aumentar ou diminuir, os impactos que ela pode ter sobre os seus investimentos e os principais tipos de inflação:

  1. Inflação de demanda;
  2. Inflação de custo;
  3. Inflação inercial;
  4. Inflação estrutural.

O que é e como funciona a inflação na economia?

A inflação é um fenômeno da economia que faz com que o poder de compra da população diminua de forma generalizada. 

Não se trata de um processo isolado, em que produtos específicos registram aumento nos preços ocasionalmente. Pelo contrário, a inflação consiste em uma variação mais ampla em diferentes categorias de bens e serviços por um período. 

Para entender como funciona a inflação na economia, é importante resgatarmos a dinâmica de oferta e demanda.

Quando há muita oferta e pouca demanda, os preços tendem a cair. Mas quando há muita demanda por um produto ou serviço e pouca oferta, os preços tendem a subir.

Dessa forma, com a escalada dos preços, o processo inflacionário desvaloriza a moeda do país e diminui o poder de compra.

>>> Leia também: Inflação e os efeitos sobre suas finanças pessoais

Como a inflação é medida?

A inflação é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – o IPCA. Esse índice é mensurado por meio de pesquisa realizada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em diferentes cidades brasileiras.

O objetivo é identificar a variação no preço de produtos e serviços de diferentes categorias, como alimentação, habitação, educação, transporte, comunicação etc, e o impacto dessa variação no custo de vida das famílias.

O que faz a inflação aumentar ou diminuir?

Diferentes fatores podem ser responsáveis por fazer a inflação aumentar ou diminuir.

O desequilíbrio na oferta e demanda de produtos e serviços é um deles. O custo de produção também interfere no processo inflacionários.

Para que você possa entender melhor o que faz a inflação aumentar ou diminuir, é importante explicarmos quais são os tipos de inflação e os fatores que podem desencadeá-los.

1. Inflação de demanda

Esse tipo de inflação ocorre quando há excesso de demanda e pouca oferta de produto. 

2. Inflação de custo

A inflação de custo pode ser observada tanto quando a demanda por um produto se mantém a mesma ou quando ela diminui. No entanto, o custo de produção aumenta e acaba sendo repassado para o consumidor final, aumentando o preço.

3. Inflação inercial

O cálculo da inflação inercial é feito com base no índice passado e a soma do que se espera da inflação futura.

Trata-se de uma indexação automática dos preços, em função da expectativa de que eles vão subir no futuro.

4. Inflação estrutural

Esse é um tipo de inflação em que a alta dos preços é causada não somente pelo alto custo de produção, mas também por uma ineficiência dos meios produtivos, como infraestrutura de transporte, armazenagem e capacitação de mão de obra, e pela desorganização do mercado.

Veja mais sobre outros tipos de inflação e suas causas analisando este infográfico:

Como funciona a inflação na economia

>>> Saiba mais: Deflação: relação com a inflação e porque não deve durar muito

Qual o impacto da inflação nos investimentos?

Quem é investidor também precisa se atentar ao índice de inflação, especialmente se você investe em títulos de renda fixa que são indexados ao IPCA.

Se você está investindo a longo prazo, é muito importante que avalie as tendências da inflação e escolha produtos com taxas de juros que cubram a desvalorização do seu dinheiro aplicado ao longo dos anos.

Além disso, quando a inflação está muito elevada, uma das medidas do governo para controlá-la consiste no aumento da nossa taxa básica de juros – a Selic.

Com a Selic mais alta, consegue-se frear o consumo e a circulação de moeda e atrair investidores para títulos do Tesouro Direto e outros investimentos de renda fixa.

Mas quando a inflação está sob controle e a Selic está muito baixa, pode ser mais interessante investir em renda variável e aplicar o dinheiro na bolsa de valores.

>>> Entenda mais aqui: O que acontece com o aumento da Selic? Tesouro, LCA e Ações!

Como ter cuidado com a inflação?

Agora que você já sabe mais sobre esse importante aspecto da nossa economia, fique atento à inflação 2021. A previsão dos especialistas do mercado financeiro é que o Brasil feche o ano com o IPCA a 8,51%.

Tomar decisões sobre investimentos não é fácil! Além da inflação, muitos outros fatores precisam ser analisados. 

Se você quer começar a aplicar suas reservas de dinheiro, o ideal é fazer um curso como este: Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos

Assim, você aprende com ajuda de especialistas sobre temas como:

  • Qual é o seu perfil de investidor;
  • Por onde começar a investir;
  • Como definir objetivos;
  • Os principais tipos de investimentos;
  • Como escolher em qual deles aplicar.  

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E então, ficou claro como funciona a inflação na economia?

Como começar a guardar dinheiro? 5 dicas para montar sua reserva e realizar seus objetivos

Muitas pessoas se perguntam como começar a guardar dinheiro. Não é à toa! Afinal, boa parte dos brasileiros tem dificuldade de economizar! Foi o que apontou pesquisa divulgada pela revista Exame.

Se você faz parte desse grupo, saiba que há formas de virar o jogo. Uma delas é respondendo a algumas perguntas, como estas:

  • Quais são os seus sonhos?
  • Qual desejo você mais quer realizar?
  • A casa própria? Um carro novo? Uma viagem? Concluir sua graduação? Garantir sua aposentadoria?

Seja qual for o seu sonho, é imprescindível que você saiba organizar a sua vida financeira e montar a sua reserva de dinheiro.

Essa não é uma tarefa fácil, mas com algumas boas práticas é possível ter maior controle sobre as suas finanças sem precisar fazer grandes sacrifícios para conter gastos.

Separamos aqui cinco dicas que vão te ajudar a descobrir como começar a guardar dinheiro:

  1. Defina seus objetivos de curto, médio e longo prazo;
  2. Analise as suas receitas e despesas;
  3. Monitore todas as suas despesas;
  4. Escolha onde aplicar o seu dinheiro;
  5. Tenha consistência ao poupar o seu dinheiro.

Após os detalhes sobre essas recomendações, você confere também três tabelas prontas para organizar melhor seus ganhos e gastos e poupar da maneira certa.

>>> Leia também: Dicas para poupar dinheiro: os melhores truques!

5 dicas de como começar a guardar dinheiro

Montar uma reserva financeira vai te dar mais segurança para realizar seus projetos pessoais ou profissionais.

Confira abaixo cinco dicas para você começar a guardar dinheiro e transformar os seus sonhos em realidade.

1. Defina seus objetivos de curto, médio e longo prazo 

A primeira recomendação de como começar a guardar dinheiro consiste em definir quais são os seus objetivos e metas

Ou seja, o que você pretende fazer com o dinheiro que está poupando?

Essa resposta vai te ajudar a se manter motivado na contenção de gastos e na construção da sua reserva.

  • Objetivos de curto prazo (de 6 meses a 1 ano): fazer uma viagem de férias com a família;
  • Objetivos de médio prazo (de 2 a 5 anos): comprar um carro novo;
  • Objetivos de longo prazo (a partir de 10 anos): comprar um apartamento ou se aposentar.

Esses objetivos vão te orientar sobre quanto você precisa poupar todos os meses para alcançá-los.

>>> Leia também: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas?

2. Analise as suas receitas e despesas

Não há como começar a guardar dinheiro sem antes entender os seus ganhos e os seus gastos.

Analise as suas receitas e despesas, elencando todas as suas fontes de renda e as suas “saídas de caixa”. 

A partir disso, você consegue identificar quanto do seu orçamento você consegue reservar todos os meses para montar a sua poupança.

3. Monitore todas as suas despesas

É extremamente importante que você saiba com o quê o seu dinheiro está sendo gasto todos os meses. Ou seja, quais são as suas despesas fixas e esporádicas?

Procure anotar todos os seus gastos em uma planilha, desde as contas de água, luz e internet até uma camisa nova ou uma pipoca que você comprou para assistir a um filme no cinema.

Com base nesse registro, fica mais fácil  identificar quais cortes você pode fazer para sobrar mais dinheiro todos os meses.

4. Escolha onde aplicar o seu dinheiro

É muito importante que você saiba onde guardar as suas reservas. O pensamento natural é colocar o dinheiro em uma conta poupança. No entanto, existem outros tipos de aplicação que podem fazer o seu dinheiro render muito mais.

Você pode, por exemplo, aplicar o seu dinheiro no Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA e outros títulos de renda fixa.

Por isso, se você quer boas dicas de como investir suas reservas, a Faculdade XP desenvolveu o curso ideal para o seu momento! Clique no banner abaixo e conheça o Curso Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos:

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5. Tenha consistência ao poupar o seu dinheiro

Ter consistência na hora de montar a sua reserva financeira significa se comprometer a poupar determinada quantia, todos os meses, sem falhar.

Evite pular os meses ou depositar quantias menores do que aquela que você se comprometeu a economizar. Assim, você conseguirá alcançar os seus objetivos mais rapidamente.

Guardar dinheiro seguindo essas dicas de quem entende do assunto fica bem mais fácil, por isso, veja o que a especialista em investimentos da XP, Clara Sodré, explica:

Tabela de como guardar dinheiro: 3 templates para você usar agora mesmo

Para que você possa controlar melhor as suas finanças, trouxemos aqui três  modelos de tabela de como guardar dinheiro.

Veja a seguir como essa ferramenta pode te ajudar a poupar melhor.

Tabela de orçamento familiar

Essa planilha é bastante completa para você anotar diferentes tipos de despesa da sua casa, calcular saldos e ainda fazer análises de gráficos que são gerados automaticamente.

Dê uma olhada no modelo dessa tabela:

Tabela para controle de despesas pessoais

O mais interessante dessa tabela de como guardar dinheiro é que ela possui um gráfico do tipo termômetro para te mostrar o quanto seu orçamento está comprometido.

Confira mais detalhes na imagem:

Calculadora de Despesas Pessoais

Essa planilha calcula automaticamente todas as suas despesas e ainda te mostra gráficos para acompanhar a evolução dos seus gastos.

Veja só como ela disponibiliza diversas informações:

Guardar é importante, mas controlar o orçamento também deve estar entre as suas práticas do dia a dia.

Não sabe como fazer isso?

Então, conheça este método para alcançar seu equilíbrio financeiro:

https://www.youtube.com/watch?v=V9PkqcUQ05Y

Bom, agora que você já sabe como começar a guardar dinheiro, comece a fazer a sua reserva o quanto antes e conquiste seus objetivos mais rapidamente.

Para isso, que tal fazer um combo de quatro cursos de educação financeira da XP Inc, abordando temas como:

  • Sua relação com o dinheiro;
  • Como tomar melhores decisões financeiras;
  • Planeje seu sonho;
  • Crenças que limitam sua relação com o dinheiro;
  • Metodologia das caixas para alcançar o equilíbrio financeiro.

Comece agora: COMBO – Cursos de Educação Financeira 

Como é medida a inflação? Qual a sua importância?

A inflação é um conceito econômico muito popularizado entre os brasileiros. Constantemente, ouvimos notícias nos principais jornais falando sobre as altas e as quedas desse termo.

Mas, por vezes, fica aquela dúvida: como é medida a inflação? Ou, até mesmo, o que ela é, como funciona e por que ela impacta tanto a economia brasileira? 

Para entender por que esse é um termo tão presente no nosso dia a dia e, principalmente, qual a sua relação com o nosso dinheiro, elaboramos um artigo completo sobre o tema.

Confira neste guia as maiores dúvidas sobre o que mede a inflação, as principais causas e como criar uma boa carteira de investimentos para fugir dela! Continue a leitura.

O que é inflação?

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), inflação é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços – calculada pelos índices de preços, comumente chamados de índices de inflação.

Mas qual o impacto da inflação no cotidiano? A grande questão é que quando a inflação aumenta, o preço da maioria dos produtos fica mais caro, enquanto o salário e orçamento disponíveis para gastar permanecem os mesmos.

Na prática, essa situação faz com que gastemos mais para comprar um mesmo alimento, por exemplo, que foi adquirido no ano passado por um preço mais baixo.

Nesse caso, quais alternativas costumam restar? Normalmente, as duas opções que temos é gastar mais para comprar a mesma quantidade de produtos ou diminuir o volume (ou qualidade) e gastar o mesmo de antes.

Então, nesses cenários, o que normalmente acontece é a diminuição dos produtos e a troca por opções mais em conta ou, ainda, a criação de alternativas caseiras.

Quais as principais causas da inflação?

Antes de entender como é medida a inflação, precisamos pensar nas principais causas: 

  • aumento da demanda e da produção;
  • aumento dos custos de produção;
  • falta da matéria-prima;
  • aumento da emissão de moeda;
  • monopólios ou formação de cartéis (quando as poucas empresas do mesmo segmento combinam preços mais altos; 
  • aumento dos gastos públicos;
  • impactos climáticos na produção (principalmente de alimentos), o que ocasiona a falta dos itens;
  • maior taxa de câmbio (aumento do valor das moedas estrangeiras);
  • indexação (ajuste de preços considerando a inflação anterior — como nos aluguéis, por exemplo).

Agora que conhecemos as principais causas, podemos pensar no que mede esse índice tão importante.

Como é medida a inflação?

O que mede a inflação? Como ela é calculada? Oficialmente, a inflação é determinada pelo IBGE, tendo como base principal o índice IPCA, que é referência entre todos os indicadores por ser o mais abrangente.

Para responder a pergunta “como é medida a inflação?”, devemos entender que o IBGE realiza um levantamento mensal, considerando a variação da média de preços de diferentes produtos e serviços de uma família típica brasileira. Os principais itens considerados são:

  • alimentos e cesta básica;
  • aluguel;
  • passagem de ônibus;
  • combustível;
  • energia elétrica e água;
  • gastos com saúde, entre outros.

Por fim, é feita uma comparação com outros períodos de referência para avaliar se o preço está acima ou abaixo (ou seja, se a inflação aumentou um diminuiu).

Neste gráfico, é possível observar a inflação no Brasil desde o início do Plano Real, em 1994:

Gráfico com dados sobre a inflação no Brasil entre 1995 e 2020

Fonte: IBGE

Qual o índice que mede a inflação?

IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo é o principal índice quando falamos sobre como é medida a inflação, sendo produzido pelo IBGE. 

Ele engloba uma parcela maior da população e aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 e 40 salários mínimos.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, também organizado pelo IBGE, verifica a variação do custo de vida médio apenas de famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos, que são grupos mais sensíveis às variações de preços do mercado.

IGP-M

O Índice Geral de Preços do Mercado, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é comumente usado para contratos de aluguel, seguros de saúde e reajustes de tarifas públicas.

Sua composição considera outros três índices:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA);
  • Índice de Preços ao Consumidor (IPC);
  • Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)

Aperte o play e confira também:

https://www.youtube.com/watch?v=ntdrfP3KRPc&ab_channel=Faculdade XPSchool

Como se proteger da inflação?

Como vimos até aqui, a inflação tem um impacto direto na vida de toda a população, desde o aumento dos valores dos produtos no mercado até a redução do ganho real dos seus investimentos. Entretanto, neste último caso, é possível se proteger. Veja como!

Títulos públicos

Um dos principais títulos do Tesouro Nacional, que são investimentos de renda fixa e públicos, portanto, financia iniciativas e programas do governo é o Tesouro IPCA+.

Ele acompanha a variação da inflação, o que ajuda a garantir proteção ao investidor contra as variações da inflação. 

Ao aplicar nesse ativo, você está emprestando dinheiro ao poder público, que, em troca, paga uma taxa de juros híbrida – uma combinação da inflação (IPCA) e de uma taxa prefixada.

>>> Quer saber mais? Confira: Tesouro IPCA+: significado, tipos e quando investir

Crédito privado

Os títulos privados também são uma boa opção para proteger os seus investimentos da inflação quando a rentabilidade atrelada à variação do IPCA. Entre a modalidade de renda fixa, os principais são:

  • CDBs: os Certificados de Depósito Bancário funcionam de forma similar aos títulos públicos, com a diferença de serem emitidos para instituições privadas (no caso, os bancos);
  • LCIs: as Letras de Crédito Imobiliário são títulos emitidos pelo setor imobiliário, com empréstimos realizados diretamente às instituições financeiras;
  • LCAs: as Letras de Crédito do Agronegócio são semelhantes às LCIs, mas focada no setor do agronegócio. Também não possuem tributação sobre os rendimentos.

Nesses três tipos de investimento a rentabilidade varia de acordo com os títulos, podendo ser prefixados, pós-fixados ou híbridos. 

Quer saber mais sobre como investir em LCI e LCA? Assista a este vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=Mz5x68qAiTk&ab_channel=Faculdade XPSchool

Fundos imobiliários

Não tem como falar sobre como se proteger seu investimento da inflação sem mencionar os fundos imobiliários.

Os FIIs são uma alternativa para quem quer investir no setor imobiliário por meio da renda variável. 

Eles funcionam como um “condomínio”, em que os investidores reúnem recursos para aplicar em conjunto no mercado imobiliário. 

Normalmente, o dinheiro é utilizado para a construção ou compra de imóveis, que, ao fim, são vendidos ou arrendados. Então, os ganhos obtidos são divididos entre os cotistas, proporcionalmente ao que cada um aplicou.

Uma das principais vantagens dos Fundos de Investimento Imobiliários (FII) é que eles são isentos de Imposto de Renda.

Qual a importância de conhecer os principais índices econômicos?

Além disso, quando falamos sobre investimentos, não podemos deixar de avaliar os indicadores econômicos. Afinal, como vimos, no mercado financeiro tudo está conectado e uma questão pode afetar a outra. É o caso, por exemplo, dos indicadores macroeconômicos.

Você com certeza já ouviu falar sobre eles: desde a própria inflação, até outros termos, como PIB, taxa de juros e muitos outros. Isso porque, além de estudar as informações sobre os indicadores financeiros das empresas, também devemos nos atentar aos econômicos. 

Quer saber mais sobre os impactos deles nos seus investimentos? Confira este vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=r3KzUK3nJtE&ab_channel=Faculdade XPSchool

Além disso, aqui na Faculdade XP, temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os seus conhecimentos ainda mais. Confira este curso incrível sobre o assunto. Nele, você irá ver:

  • Entendendo a macroeconomia;
  • Política monetária e sistema financeiro;
  • Política fiscal e mais.

Compreenda o cenário econômico do país e veja como a economia impacta seus investimentos!

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Mercado futuro de ações: o que é e como funciona?

Saber o que é o mercado futuro de ações é perceber a importância de ter rendimento com ativos a longo prazo. Diante das incertezas da economia, os contratos prévios de ações proporcionam mais chances de conquistar lucros vantajosos e de diminuir as frustrações das oscilações.

Antes de mais nada, investir no mercado futuro de ações é relativamente simples em comparação à compra de ações, pois aqui, independentemente se você ganha ou perde dinheiro, é algo previsto antes do acontecimento.

Mas como funciona o mercado futuro? Além do passo a passo, neste artigo explicaremos o conceito e as vantagens. Gostou da ideia? Então, fique com a gente!

O que é o mercado futuro de ações?

O mercado futuro de ações é um acordo de negociação de determinado ativo em que se fixa um valor no presente para liquidá-lo no futuro. Neste caso, aumentam-se as expectativas sobre o preço de um papel em data predeterminada.

O lado positivo é que o investidor não precisa comprar a ação propriamente dita. Aqui o interesse é apenas sobre a expectativa do preço do papel, portanto, o investidor dispõe de uma garantia para realizar a operação, como, por exemplo, outros tipos de contratos, CDB ou outros ativos.

Como funciona o mercado futuro?

Em primeiro lugar, se você deseja aplicar seu dinheiro no mercado futuro de ações, saiba que nem todas as empresas estão disponíveis para negociação. 

Até o momento são 12 companhias aprovadas com segmentos diferenciados. São elas: 

  • Via Varejo (comércio varejista); 
  • Kroton (educação); 
  • CEMIG (energia); 
  • CCR (rodovias e mobilidade urbana); 
  • B3, Cielo e Porto Seguro (financeiro); 
  • Vale (mineração); 
  • Petrobras (petróleo, gás e combustível em geral); 
  • Grupo Pão de Açúcar (supermercados); 
  • Usiminas (siderurgia).

Todavia, a cotação dos papéis no mercado futuro de ações acontece por meio de pontos equivalentes a R$1, com variações de R$0,01. Ou seja, se você tem um papel cotado a 25 pontos, a sua oscilação positiva lhe renderá 25,01; negativamente, seu índice ficará em 24,99.

Outras duas modalidades de negociações podem ser feitas no mercado futuro de ações: day trade e swing trade. O primeiro é quando as entradas e saídas de ativos iniciam e finalizam no mesmo dia, enquanto as operações da segunda são mais longas, com encerramento, no mínimo, um dia após a abertura de posição.

Vale mencionar que os contratos no mercado futuro sofrem ajustes diários nos preços, o que significa que o investidor que mantém sua posição em aberto poderá receber ou pagar em sua conta-corrente a diferença do preço de ajuste diário.

>>> Leia também: Veja os melhores truques para poupar dinheiro

Quais são as características do mercado futuro de ações?

Para entrar no ramo do investimentos futuros de ações, é necessário entender algumas regras e termos básicos. São eles:

Código de negociação

Na hora de comprar ou vender ações, o investidor deve vincular o código de negociação da empresa na bolsa de valores, o que representa a quantidade acordada, o envio de ordem, entre outros elementos.

Nos contatos futuros, entende-se da seguinte forma:

  • mês de vencimento da série;
  • ano de vencimento da série;
  • tipo ou classe do papel representados pelas letras P (Preferencial) e O (Ordinária).

Outro ponto é que os contratos vencem mensalmente, sempre na terceira segunda-feira, correspondentes por uma letra específica: Janeiro: F; Fevereiro: G; Março: H; Abril: J; Maio: K; Junho: M; Julho: N; Agosto: Q; Setembro: U; Outubro: V; Novembro: X; Dezembro: Z.

Quer um exemplo prático? Digamos que você vai realizar um contrato futuro de ações ordinárias da Petrobras com o código PETROG21, isso mostra que o vencimento ocorreria em fevereiro de 2021. Entendido?

Liquidação dos contratos futuros

A liquidação de um contrato de mercado futuro não é feita com a entrega de um ativo físico, e sim, exclusivamente de forma financeira. O preço da liquidação de uma ação é divulgado pela B3 e creditado ou debitado um dia após à data do vencimento, ou da zeragem de posições antecipadas pelo investidor.

A apuração do valor de liquidação é feita de acordo com a fórmula VL= P x M, que correspondem:

P = Preço da liquidação em pontos;

VL = Valor da liquidação em reais;

M = Valor, em reais, de cada ponto da ação

Tamanho do contrato e lote padrão

Tenha em mente que o tamanho de cada contrato é referente a 1 ação, com lote mínimo de 100 contratos, ou seja, o investidor só pode negociar múltiplos de 100 contratos no mercado futuro de ações.

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Quais são as principais vantagens do mercado futuro de ações?

Agora que você já sabe o que é mercado futuro de ações, fica mais fácil perceber porque vale a pena investir em um segmento a longo prazo. Para consolidar a importância, separamos os principais pontos positivos. Confira:

  • Facilidade – As transações são feitas exclusivamente na Bolsa de Valores e de forma online, ou seja, fácil e rápido;
  • Alavancagem – Nesse formato, qualquer investidor, conservador ou mais experiente, pode movimentar valores acima do que possui na conta, mas é importante ter uma garantia para arcar com prejuízos em caso de perdas;
  • Liquidez – Na liquidez é possível resgatar o dinheiro investido a qualquer instante, mesmo com o contrato em andamento.

Veja este vídeo e saiba como se tornar um investidor de sucesso:

Como fortalecer seu investimento no mercado futuro?

Investir no mercado é uma opção tentadora, mas requer um  conhecimento por conta dos detalhes que envolvem o processo de negociação. Por exemplo, antes de assinar o contrato, é fundamental observar as taxas envolvidas, pois elas podem se tornar elevadas e, consequentemente, reduzir suas possibilidades de ganhos.

Mas como esse tipo de investimento não é um bicho de sete cabeças, a Faculdade XP recomenda o curso Aprenda a investir na Bolsa de Valores, de Leandro Rassier, para aprofundar seu nível de aprendizado.

No treinamento você terá conceitos essenciais para investir em ações de uma vez por todas, aprendendo os agentes econômicos que impactam na economia, e criando uma proximidade com o mercado futuro. Vamos começar? O primeiro passo é clicar no banner abaixo!

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Entenda como fazer previdência privada e os principais benefícios de investir nesse produto

Se você é daqueles que buscam o recebimento de uma renda complementar extra por meio de aplicações a longo prazo, com certeza deve ter interesse em saber melhor como fazer previdência privada e o funcionamento desse fundo de investimento.

No Brasil, até 2020, 90% da população adulta não juntava dinheiro para se aposentar com mais tranquilidade no fim da vida, segundo Relatório Global do Sistema Previdenciário

Diante disso, as mudanças legislativas provocadas pela reforma da previdência social dificultaram ainda mais o acesso à aposentadoria por meio do INSS e devem mudar esse panorama.  

Afinal, esse fator vem levando cada vez mais trabalhadores e empreendedores a buscarem alternativas para conquistar mais autonomia financeira e para poder curtir os frutos de anos de trabalho com o recebimento de uma renda passiva.

Nesse sentido, títulos de Tesouro Direto, fundos imobiliários e ações são opções que ganham popularidade. 

Entretanto, para aqueles que procuram uma alternativa mais a longo prazo e que oferece benefícios semelhantes à aposentadoria do INSS, aprender como fazer previdência privada pode ser um grande atrativo.

Leia nosso conteúdo até o fim para entender melhor como funciona essa solução!

Como fazer previdência privada?

O primeiro passo para aprender como fazer previdência privada é entender como essa modalidade funciona. 

Em suma, ela tem características muito semelhantes às dos fundos de investimento. Dentre elas, podemos enumerar a necessidade do pagamento de uma taxa de administração, gestão feita por especialistas e uma carteira de ativos diversificada.

Dessa forma, a previdência privada funciona como um fundo de seguridade — inclusive, possui regulação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) — comercializada pelo departamento de Seguros de bancos ou corretoras.

Assim, ao adquirir essa opção de investimento, o cliente definirá o período da sua vida em que fará aportes mensais no fundo de previdência. De acordo com os valores e o tempo contratado, é feito o resgate do valor investido mais os rendimentos.

Esse saque é realizado de três formas distintas:

  • pelo resgate do valor integral de uma só vez;
  • pelo recebimento de parcelas mensais por um tempo determinado;
  • ou por parcelas vitalícias.

Diferentemente do INSS, que só permite o saque quando o contribuinte atingir os requisitos mínimos para receber o benefício, a previdência privada possui a flexibilidade de permitir o resgate a qualquer momento. Porém, assim como acontece com alguns títulos de renda fixa, tirar antes expõe o investidor a possíveis perdas.

Em resumo, a previdência privada é uma alternativa segura e bastante eficaz para quem procura meios alternativos de construir uma aposentadoria. 

Tendo isso em vista, quanto mais cedo o investidor se organizar e fazer os aportes mensais, mais rapidamente ele poderá usufruir de uma renda passiva que lhe garanta tranquilidade ao se aposentar.

Quais são os tipos de previdência privada? Conheça os planos PBGL e VGBL

Aprendeu como fazer previdência privada e chegou o momento de escolher aquela que combina mais com você? Vamos falar agora das duas opções disponíveis: o PBGL e o VGBL.

Programa Gerador de Benefício Livre (PBGL)

Essa modalidade de previdência privada é aconselhada para quem declara o formulário completo de Imposto de Renda. Isso é, se você possui dependentes, planos de saúde e imóveis em sua declaração, essa é a opção mais indicada.

Isso acontece por causa dos benefícios de desoneração fiscal que esse tipo de contribuinte tem. Ao escolher a PBGL, poderá ser abatido da base de cálculo do IR até 12% do total da renda bruta tributável. O imposto incide, por sua vez, no montante total resgatado pelo cliente do fundo de previdência.

Vale salientar que essa desoneração só existe para quem contribui regularmente para o INSS.

Vida de Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Já se você não declara Imposto de Renda ou faz uma declaração simplificada, a VGBL é a melhor solução disponível. Nesse caso, opta-se pelo desconto padrão de 20% e abre mão de outras desonerações fiscais.

Sua principal vantagem em comparação ao PGBL é que, no momento do resgate, o IR incide apenas sobre os rendimentos, não no montante total.

Quais os benefícios da previdência privada?

Agora que você aprendeu como funciona um plano de previdência privada, vamos falar dos principais atrativos desse fundo de seguridade.

Assim como os investimentos em renda fixa, os aportes na previdência privada são ótimas opções para quem busca mais segurança, baixa volatilidade e retornos a longo prazo.

Dentre os principais benefícios, podemos enumerar os seguintes:

  • flexibilidade para fazer portabilidade e resgate;
  • liquidez;
  • isenção de imposto sobre herança;
  • segurança.

Por fim, um fator determinante a se levar em consideração são as taxas. Geralmente quando você adquire uma previdência privada por meio de bancos comerciais, seus rendimentos podem ser corroídos pelas taxas de administração e outros encargos.

Por isso, avalie bem qual produto você está comprando para não ter surpresas desagradáveis. 

Além do mais, bancos oferecem pouca diversidade de fundos de previdência e costumam colocar seus interesses na frente dos do cliente. Nesse caso, vale mais escolher corretoras como a Rico que oferecem uma maior variedade de produtos para todo tipo de perfil de investidor, além de ofertar opções de diferentes instituições financeiras.

Vale a pena incluir a previdência privada no portfólio de investimentos?

Assinalado como fazer previdência privada e os principais benefícios desse fundo de seguridade, vale a pena incluí-la no seu portfólio de investimentos?

Sim, mas é preciso atentar-se a como ele se encaixa na sua estratégia de investimento. Por exemplo, como a previdência privada é análoga ao investimento de renda fixa, porém geralmente atrelada ao objetivo da aposentadoria, é fundamental que você tenha uma boa reserva de emergência disponível para suprir necessidades imprevisíveis.

Afinal, um fundo de previdência só entrega tudo que promete quando ele fica intocado até o cumprimento da sua meta previamente estipulada. Ao fazer saques contínuos para conter despesas emergenciais, sua aposentadoria terá impactos financeiros bem negativos.

Quer saber como fazer sua reserva de emergência? Confira abaixo o vídeo exclusivo do canal Investimento às Claras. Aperte o play agora mesmo!

Quer diversificar sua estratégia de investimentos? A Escola de Investimentos da Faculdade XP pode te ajudar a entender a dinâmica do mercado financeiro e te ensinar o caminho para escolher os melhores produtos de acordo com seu perfil. 

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Como investir no Google? Dicas especiais!

O mundo dos investimentos é tão grande e oferece tantas oportunidades que se surpreender não é difícil. Por exemplo: você sabia que dá para investir em ativos de grandes empresas internacionais?

Isso mesmo! Dentro da Bolsa de Valores do Brasil (B3), há essa possibilidade.

Antes do dia 22 de outubro de 2020, esse tipo de negociação só podia ser realizada por investidores qualificados. Ou seja, pessoas físicas ou jurídicas com R$ 1 milhão ou mais investidos.

Mas, atualmente, qualquer investidor pode realizar a transação. Então, se você sempre quis investir no Google, por exemplo, agora você pode!

E por falar nele, preparamos um conteúdo completo para você entender de uma vez por todas como investir no Google. Este guia também vai ser útil caso tenha interesse de investimento em ativos de outras empresas internacionais.

Ao término da leitura você terá aprendido sobre os seguintes tópicos:

  • Google no mercado financeiro;
  • como comprar ações da Google no Brasil?;
  • o que são os BDRs?;
  • como investir no Google? Passo a passo.

Boa leitura!

Google no mercado financeiro

Não é novidade que o Google é uma empresa gigantesca e que atrai interesses no mundo todo. Mas, a partir de que momento ela entrou no mercado de investimentos?

Fundada em 1998, a companhia  abriu seu capital no ano de 2004. Nessa época, mesmo que nova, já se mostrou lucrativa. Sua estreia na Bolsa de Valores dos Estados Unidos, Nasdaq, foi com o preço das ações valendo mais de 100 dólares.

Desde 2015, o Google faz parte da empresa Alphabet Inc, e, desde então as ações do Google passaram a ser da Alphabet. A integração aconteceu para dar mais mobilidade e foco aos interesses principais do Google. Ou seja, subdivisões da empresa passaram a ser mais comandadas pela Alphabet.

A junção deu tão certo que, atualmente, a Alphabet Inc tem valor de mercado avaliado em mais de 1 trilhão de dólares. Além de um patrimônio avaliado em mais de 200 bilhões de dólares.

Hoje em dia, o valor das ações do Google na Nasdaq segue em mais de 2.500 dólares desde julho/2021. Porém, para ter uma parte da empresa na sua carteira de investimentos no Brasil, não necessita aplicar essa quantia.

Continue a leitura para entender como investir no Google na bolsa de valores brasileira.

Como comprar ações da Google no Brasil?

Em primeiro lugar, para ter ideia de como investir no Google é preciso estar ciente de algumas questões. São elas:

  • há duas maneiras de investir nas ações da empresa: diretamente na Nasdaq ou aplicando em BDRs na B3;
  • caso decida aplicar em BDR é preciso entender que estará com posse de certificados que representam essas ações;
  • imposto de renda, taxa de custódia e os emolumentos devidos à B3 serão cobrados.

Tendo isso em mente, fica mais simples entender como acontece a movimentação de ações internacionais no mercado nacional. Ou seja, para investir nas ações da Google dentro da Bolsa de Valores do Brasil, é preciso aplicar no Brazilian Depositary Receipt, BDR para os mais íntimos.

O que são os BDRs?

Como explicamos acima, o valor das ações do Google no mercado norte americano é superior a 2.500 dólares. No entanto, aplicando em BDR você estará comprando títulos emitidos no Brasil que são baseados nos valores das ações e ativos das empresas internacionais.

Para ficar mais claro como investir no Google, vamos a um exemplo:

Jorge compra um BDR GOGL34, que é referente a um título das ações Google. Então Jorge tem posse apenas desse título e não da ação. É como se ao comprar uma BDR Jorge esteja investindo apenas em uma parte mínima da ação inteira do Google. Por esse motivo, investir em BDR é mais barato do que investir na ação em si na Nasdeq.

Confira abaixo o gráfico de ações do Google na NASDEQ:

como investir no google - Nasdeq
Nele é possível analisar o preço das ações do Google no mercado norte americano.

Agora, o gráfico de ações do Google no modelo BDR:

como investir no google - BDR

Percebeu a diferença de valores?

Enquanto para comprar uma ação do Google diretamente na Nasdaq, é preciso aplicar US$2843,83, no BDR você compra um título dessa ação por R$107,48.

As ações de empresas internacionais só podem ser adquiridas , em território nacional, por instituições financeiras. Essas instituições, chamadas de depositárias, são responsáveis pela garantia do bom funcionamento das BDRs.

>>> Quer aprender mais sobre BDR e diversificar sua carteira com títulos de ativos internacionais? Com o curso da Faculdade XP School: “Tudo sobre BDR”, você vai ser um expert no assunto!

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Como investir no Google? Passo a passo

Agora que já entendeu um pouco mais sobre a maneira de investir em ativos internacionais na B3, chegou a hora de dar um passo adiante. Afinal, como investir no Google por meio  do BDR?

Preparamos um passo a passo para não errar na hora de diversificar sua carteira com esses títulos. Confira a seguir.

1- Abra conta em uma corretora

O primeiro passo para qualquer atividade que seja ligada à bolsa de valores, é abrir uma conta em alguma corretora de investimentos. Essa é uma escolha muito importante e deve ser baseada no seu perfil de investidor.

>>> Para te ajudar a decidir a corretora ideal para você, leia o post: “Como escolher uma corretora de investimentos? GUIA”.

2- Envie os recursos e escolha o título

Com a conta aberta, é hora de enviar os recursos para começar a comprar os ativos que deseja. Para escolher a BDR relacionada ao Google, basta pesquisar no home broker a sigla GOGL34.

Caso tenha dúvidas acerca da movimentação dos seus títulos BDR, pergunte a um assessor de investimentos na sua corretora. Instituições como a XP Investimentos, oferecem esse serviço.

3- Faça a compra

O último passo é também o mais esperado: quando finalmente o título do Google fará parte da sua carteira de investimentos. Para isso você precisará emitir um tipo de ordem da bolsa: a ordem de compra.

Para emiti-la basta entrar em contato com a corretora de investimentos a qual está investindo e pedir que seja feita a compra da BDR. Após a emissão o pedido é enviado para a instituição depositária, que passará um BDR GOGL34 para a sua carteira de investimentos.

>>> Agora que aprendeu como investir no Google pela B3, o que acha de ampliar seus conhecimentos? Com o e-book: “Guia da bolsa para investidores” você estará três passos à frente na hora de investir.

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Quanto ganha um trader profissional? Como se tornar um?

A ideia de se tornar um trader vem ganhando cada vez mais espaço no mundo profissional. Em pesquisa feita pelo LinkedIn, essa função figurou a 9ª posição das 15 profissões emergentes no Brasil em 2020.

As contratações no mercado financeiro também ficaram em alta no ano de 2020. O aumento da inflação e das incertezas do mercado fizeram com que as profissões atreladas a investimentos fossem bem procuradas.

E esse resultado positivo na profissão do trader se estendeu para 2021. Mas, o que será que tem motivado tantas pessoas a se tornarem traders? E a pergunta que não quer calar: quanto ganha um trader profissional?

Preparamos um conteúdo completo com todas as informações que precisa saber sobre ser um trader. Se você quer entrar nessa profissão ou apenas é curioso sobre ela, continue por aqui para não perder nada!

Ao fim da leitura você vai ter entendido sobre os seguintes tópicos:

  • o que é um trader profissional?;
  • quanto ganha um trader profissional?;
  • como ser um trader?

Boa leitura!

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O que é um trader profissional?

Antes de entender como funciona o pagamento de um trader, você sabe o que é essa profissão? Confira a seguir como funciona o trabalho do trader e como ele opera na bolsa de valores.

Basicamente, o trader atua na compra e venda de ativos da bolsa de valores. Essa atuação pode ser tanto de maneira independente quanto aliada a uma instituição.

Ao entrar nessa profissão é necessário muito estudo acerca do mercado e suas oscilações. Principalmente se for um trader autônomo, pois sua renda estará diretamente atrelada ao sucesso das operações.

Por falar em operações: quais são os módulos operacionais que os traders atuam?

Atualmente, existem dois que são os preferidos desses profissionais: Day trade e Scalper trader. Entenda mais sobre eles abaixo.

Day Trade

O primeiro módulo operacional é também o mais conhecido e utilizado por traders. No Day trade a compra e venda de ativos acontece no mesmo dia. Ou seja, o profissional deve ficar sempre atento às oscilações da bolsa para decidir se continua com a estratégia ou não.

Nessa estratégia, o trader pode lucrar tanto com a compra quanto com a venda de ações e ativos. É importante estar atento às projeções das ações no dia, para decidir se irá operar vendido ou comprado.

Veja os exemplos abaixo.

Marcos compra uma ação a R$5 pois, segundo suas análises, até o fim do dia ela alcançará o valor de R$7. Portanto, ele conseguirá o lucro após vender a ação por um valor maior do que o que comprou. Aqui ele operou como comprado.

Agora, se ele tivesse uma ação a R$7, mas, até o fim do dia a projeção dela é de estar a R$5, Marcos a venderia para comprar mais barato e ter um lucro de R$2. Nesse modelo, ele estará operando como vendido.

>>> Se interessou pelo Day trade? Inscreva-se no curso: Consistência no Day Trade & Gestão Emocional, para começar sua jornada como trader.

Scalper Trader

Assim como no day trade, quem atua no scalping está em busca dos lucros no curtíssimo prazo. No entanto, o scalper atua com movimentações ainda mais rápidas que no day trade.

Enquanto em um módulo o trader foca na rentabilidade de uma operação, em outro o foco é o lucro com várias operações. Portanto, para atuar como scalper é preciso ficar ainda mais atento às oscilações e não tirar o olho do andamento dos ativos.

Para ficar mais claro, veja o exemplo abaixo.

Joana opera no day trade visando 500 pontos em uma operação. Caso Joana operasse no modelo de scalping, ela iria fazer 50 operações de 10 pontos, ou 10 operações de 50 pontos.

O resultado pode parecer o mesmo, mas o scalper trabalha em cima da diversidade de suas operações buscando pequenos lucros. Diferentemente do day trade que busca o lucro em apenas uma operação.

Agora que entendeu o que faz um trader e como ele opera na bolsa de valores, vamos direto ao assunto: quanto ganha um trader profissional? Confira a seguir a resposta para a sua dúvida.

Quanto ganha um trader profissional?

Em primeiro lugar, para saber quanto um trader ganha por dia ou por mês é preciso entender qual o tipo de atuação dele. Ou seja, ele trabalha como autônomo ou em alguma instituição?

Essa diferenciação é importante por dois motivos:

  • o salário de um trader autônomo dependerá exclusivamente do quanto ele investe e da movimentação dos ativos e ações;
  • o salário do trader ligado a uma instituição dependerá do seu grau de experiência e reputação no mercado financeiro.

Disto isto, é impossível afirmar quanto um trader ganha por dia ou mês sendo autônomo. No entanto, caso ele trabalhe em alguma instituição a média nacional do salário do trader é de R$ 5.100.

Esse valor tanto pode ser maior quanto menor, a depender do tempo de atuação e também do local onde o trader trabalha. Nos grandes centros, como São Paulo, essa profissão costuma ser mais valorizada.

Confira abaixo a tabela com a média de salário do trader, de acordo com o grau de experiência.

tabela - quanto ganha um trader profissional

Como ser um trader?

Agora que já sabe quanto ganha um trader profissional, ficou interessado em entender como se tornar um? Nós vamos te ajudar nisso!

Confira abaixo as cinco principais dicas para se tornar um trader de sucesso!

1- Esteja com sua vida financeira organizada

A primeira dica é também uma das principais. Não dá para começar a ser um trader se a sua vida financeira estiver desorganizada. Essa dica fica ainda mais importante se decidir seguir a profissão de maneira autônoma.

Se organize e não tenha dívidas, para então ter ideia de quanto do seu dinheiro poderá aplicar para ser trader. Pense sempre em um valor mensal para realizar as transações.

2- Estude o mercado

Entrar no mercado financeiro sem estudar é pedir para ter prejuízos. Conhecer as variações do mercado, oscilações da bolsa e entre outras coisas é muito importante para decidir sua estratégia.

3- Abra conta em uma corretora

Para começar a operar na bolsa de valores como trader, é imprescindível que você crie uma conta em alguma corretora de investimentos. A Clear corretora é uma ótima opção, pois ela é especializada para o trabalho do trader.

4- Tenha uma estratégia

Crie uma estratégia sobre os investimentos que irá trabalhar. Além disso, coloque metas de lucro e perdas e seja fiel a elas.

Muitos traders que se vislumbram pela rentabilidade de alguma ação ou ativo e desviam de suas metas, acabam se descontrolando e tendo perdas que não estavam previstas.

5- Controle seu emocional

Para que esse descontrole não aconteça, é muito importante ter responsabilidade e foco. Um dos traders mais famosos do mundo, David Tepper, uma vez disse que:

“Aqueles que seguram suas cabeças enquanto outros entram em pânico se dão bem”.

Portanto, mantenha a calma e estude!

[BÔNUS] Cursos mais indicados para ser um trader

Ter um curso superior não é obrigatório para atuar como trader. No entanto, como comentamos no decorrer deste guia, o conhecimento nesta área nunca é demais.

Entre os cursos superiores mais indicados para trabalhar no mercado financeiro, estão:

  • economia;
  • ciências contábeis;
  • administração.

Além dos cursos superiores, a B3 também contribui com a profissionalização no mundo das finanças. Confira alguns dos cursos oferecidos pela instituição aqui.

Existem também certificações que, mesmo não sendo obrigatórias, dão um up na carreira. Realizadas pela Anbima, as certificações CPA-10 e CEA vão te ajudar a legitimar seus conhecimentos sobre investimentos no mercado.

>>> Gostou do conteúdo? Entender quanto ganha um trader profissional e como ele atua são as primeiras etapas para entrar nessa profissão. O conhecimento sobre o mercado é o que vai te fazer alçar vôos altos como trader!

Com o curso da Faculdade XP School: “Tudo o que aprendi em 12 anos de day trade”, você vai aprender como acontece essa atuação na prática. Clique no banner abaixo e comece agora mesmo sua carreira como trader.

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NFT Criptomoeda? Saiba tudo sobre o Token Não Fungível

O sucesso do mercado de criptomoeda abriu espaço para a criação de novos formatos de ativos digitais, como o NFT, que chamou a atenção de inúmeros investidores e movimentou bilhões de dólares em 2021.

De acordo com o site de análises DappRadar, o volume de vendas de NFTs alcançou a marca de US$ 13,2 bilhões entre janeiro e setembro.

Para se ter uma ideia, este valor ultrapassa a soma dos PIBs (Produto Interno Bruto) dos estados de Amapá, Roraima e Acre.

Mas, afinal, por que esses ativos valem tanto dinheiro? Neste artigo, você vai entender o que são os NFTs, como e onde comprar, além de conhecer os principais riscos e vantagens. Confira!

NFT: o que é?

NFT é a sigla em inglês para non-fungible token — token não fungível, em tradução livre.

Basicamente, o NFT é um ativo digital que representa um item do mundo real, especificamente do nicho cultural, como músicas, vídeos, artes e acessórios de jogos.

Estes itens são comprados e vendidos em ambiente virtual e pagos com criptomoedas. Além disso, normalmente são codificados com a tecnologia blockchain (banco de dados público e imutável).

Embora os NFTs existam desde 2014, somente agora esse mercado vem ganhando notoriedade, tornando-se um novo meio de compra e venda de obras de arte virtuais.

Vale ressaltar que esses ativos digitais são únicos, ou ao menos fazem parte de coleções limitadas, e possuem códigos exclusivos de identificação. 

O que é ser um “token não fungível”?

No universo das criptomoedas, um token é a representação digital de um ativo (seja uma propriedade, obra de arte ou dinheiro) registrado em um blockchain.

Quando se diz que alguém tem o token de uma propriedade, significa que a pessoa tem direito ao imóvel ou parte dele.

Já bens fungíveis, segundo o Código Civil Brasileiro, são aqueles “que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade”.

Uma nota de R$ 200, por exemplo, é fungível, visto que pode ser trocada por duas de R$ 100 ou quatro de R$ 50.

Por outro lado, a pintura “A criação de Adão”, do pintor italiano Michelangelo Buonarotti, não é fungível, pois, como é única, não há como trocá-la.

Na prática, um token não fungível é um certificado digital de propriedade que qualquer pessoa pode ver e atestar a autenticidade, mas ninguém pode modificar.

Todos podem fazer downloads de obras digitais, porém as reproduções baixáveis são apenas cópias e não possuem valor de mercado. A posse das obras é somente das pessoas que adquiriram o token não fungível de cada uma delas.

E o que é exatamente o token não fungível? Um código de computador registrado em uma blockchain via smart contract (contrato inteligente, em tradução livre).

NFT é criptomoeda? Qual a diferença?

Não, NFT não é criptomoeda. A grande diferença entre esses ativos digitais é que as criptomoedas são fungíveis, assim como o dinheiro, e os NFTs não.

Conforme mencionamos acima, cada NFT é único e, por esse motivo, não pode ser trocado ou negociado por outro igual. Já as criptomoedas podem.

>>> Será que ainda vale a pena investir em criptomoedas? No vídeo abaixo, a especialista em finanças e professora da Faculdade XP School, Clara Sodré, conta tudo o que você precisa saber sobre este ativo financeiro. Assista!

Como comprar NFT?

A compra de NFTs é feita por meio de plataformas específicas. Portanto, basta realizar um cadastro no marketplace escolhido, ter os recursos necessários em criptomoedas e adquirir o NFT desejado.

Cada mercado de NFT possui características próprias e aceita diferentes ativos digitais. Entre eles, podemos destacar o OpenSea e o Binance NFT.

O OpenSea é uma plataforma baseada na rede do Ethereum. Para adquirir NFTs por meio dela, é preciso usar Ether ou os tokens Wrapped Ether (WETH), USD Coin (USDC) e Dai (DAI).

Além disso, também é necessário conectar uma carteira digital compatível com a rede do Ethereum, já contendo recursos suficientes para efetuar a compra. Algumas opções são: Fortmatic, Coinbase Wallet e MetaMask.

Por fim, é cobrada uma taxa pela transferência da blockchain do Ethereum, chamada gás. O valor varia de acordo com o volume de transações da plataforma (quanto mais transações, mais cara ela fica).

Já no Binance NFT, é preciso realizar um cadastro e fazer a transferência de moeda fiduciária (como euro, real ou dólar). Depois, basta trocar o dinheiro por alguma das criptomoedas aceitas pelo marketplace.

Além de ETH, é possível usar Binance USD (BUSD) e Binance Coin (BNB). Vale ressaltar que a corretora permite que os criptos sejam comprados via cartão de débito ou crédito.

Após concluir essas etapas, a última delas é escolher o NFT que deseja. A plataforma também cobra a taxa de gás, mas costuma ser mais barata em comparação à OpenSea.

Onde comprar NFT

Existem diversos marketplaces especializados na venda de NFTs. As principais opções são:

  • OpenSea;
  • Binance NFT;
  • Solanart;
  • SuperRare;
  • Foundation;
  • Rarible;
  • 9Block (brasileira);
  • Nifty Gateway;
  • Axie Marketplace;
  • NBA Top Shot Marketplace.

Quais são os NFTs mais caros?

Conheça os NFTS mais caros já vendidos e entenda o impacto de cada um deles no meio digital.

1. Everydays: the First 5000 Days (US$ 69,3 milhões)

A peça“Everydays: the First 5000 Days” reúne os primeiros cinco mil desenhos do artista digital, designer gráfico e animador americano Mike Winkelmann, conhecido profissionalmente como Beeple.

Este foi o NFT responsável por chamar a atenção para o mercado de criptoarte, se tornando a arte digital mais cara da história a ser leiloada.

Bleepe registrou a obra como token não fungível no dia 11 de fevereiro de 2021 e a vendeu no dia 11 de março de 2021, pelo valor recorde de US$ 69,3 milhões (R$ 378,51 milhões na cotação do período da venda).

2. CryptoPunk #7523 (US$ 11,75 milhões)

Abrindo uma sequência de três peças, a #7523 faz parte da coleção de CryptoPunks, composta por nove figuras de “alienígenas”.

A obra pertencia ao CEO do Figma (software de design) e, embora seja a terceira mais rara da coleção, foi leiloada pelo maior valor: US$ 11,75 milhões (R$ 64,18 milhões na cotação do período da venda).

3. CryptoPunk #3100 (US$ 7,67 milhões)

O CryptoPunk #3100 também faz parte da coleção de “alienígenas” e é sétimo mais raro.  Ele foi vendido por US$ 7,67 milhões (R$ 41,89 milhões na cotação do período da venda).

4. CryptoPunk #7804 (US$ 7,6 milhões)

Por fim, a peça #7804 é a mais rara da coleção CryptoPunks e foi leiloada por valor de US$ 7,6 milhões (R$ 41,51 milhões direta na cotação do período da venda).

5. Crossroad (US$ 6,6 milhões)

A obra “Crossroad” também é de Bleepe e representa o desprezo social por uma figura semelhante ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump.

Ela foi leiloada pelo valor de US$ 6,6 milhões (R$ 36 milhões na cotação do período da venda).

As demais obras de arte digitais mais caras já vendidas são:

  • 6. Ocean Front (US$ 6 milhões);
  • 7. CryptoPunk #5217 (US$ 5,59 milhões);
  • 8. Stay Free (US$ 5,4 milhões):
  • 9. Save Thousands of Lives (US$ 5,23 milhões);
  • 10. CryptoPunk #2338 (US$ 4,37 milhões).

É possível criar NFTs?

Sim. Inclusive, é relativamente simples. Na OpenSea, por exemplo, basta acessar plataforma, conectar a carteira de criptomoedas e subir o projeto (o marketplace aceita arquivos de até 100MB).

A criação de NFTs também envolve a blockchain do Ethereum. É preciso pagar a taxa de gás e a OpenSea cobra 2,5% de comissão sobre a venda do NFT.

Outras plataformas, como Binance NFT, Rarible, Nifty Gateway e SuperRare, cobram valores similares.

Coisas que podem virar um NFT

Memes, quadros digitais e físicos, vídeos, músicas, modelos 3D, fotos, domínios de sites e até mesmo publicações em redes sociais podem se tornar NFTs.

Em 2021, o presidente do Twitter, Jack Dorsey, leiloou seu primeiro tuíte cerca de US$ 2,9 milhões como token não fungível.

Publicado no dia 21 de março de 2006, o tuíte dizua “just setting up my twttr” (apenas configurando meu twttr, em tradução livre).

A liga de basquete americana, NBA, movimentou em torno de US$ 200 milhões em apenas um fim de semana de fevereiro com negociações de NFTs na  NBA Top Shot Marketplace, que permite que os torcedores adquiram cards digitais de jogadas marcantes.

Quais as vantagens e desvantagens em investir em NFT Token?

Assim como em todo mercado, o de NFT apresenta vantagens e riscos. Veja abaixo quais pontos devem ser considerados antes de investir.

Riscos

  • Volatilidade: como estamos falando de um novo segmento e o preço dos NFTs está se formando, estes ativos digitais são muito voláteis.
  • Liquidez: a liquidez dos tokens não fungíveis é baixa. Caso você compre um NFT não fungível e, após um tempo, resolva vendê-lo, não encontrará um comprador imediatamente. Nesse quesito, nicho de NFTs se assemlha mais ao mercado de arte do que ao de criptomoedas.
  • Fraudes: golpistas podem se apropriar de trabalhos feitos por outras pessoas, transformá-los em NFT e vendê-los como se fossem de sua autoria. Dessa forma, é fundamental pesquisar se o token realmente pertence a determinado autor.
  • Shitcoins: como qualquer pessoa pode criar NFTs, existem muitas shitcoins (ativos digitais sem fundamento) no mercado, além de tokens não fungíveis falsos. Por esse motivo, é importante pesquisar bastante sobre o projeto e sobre as pessoas envolvidas para não cair em ciladas.

Vantagens

  • Escassez: assim como as obras de pintores famosos, os NFTs também são escassos. Embora todos consigam obter cópias do material digital, apenas o proprietário tem a posse e pode vendê-lo futuramente.
  • Facilidade: o token não fungível pode rodar o mundo em minutos, assim como as criptomoedas. Locomover uma obra de arte física é mais complexo, envolve altos custos de transporte e ainda tem risco de dano.
  • Valorização: os NFTs podem seguir o mesmo caminho das obras de arte e valorizarem ao longo do tempo. O valor do CryptoPunk #7804, por exemplo, subiu 50.000% em cerca de três anos. No entanto, é importante que isso não ocorre com todos.

Agora que você já sabe tudo sobre tokens não fungíveis, é hora de aprender avaliar empresas para fazer as melhores escolhas ao gerir suas ações.

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