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O que faz um analista de marketing digital e como se especializar na área?

Você sabe quem é o responsável pela presença digital das marcas ou pelos milhares de anúncios que você recebe sobre uma determinada marca ou produto nas redes sociais? O Analista de Marketing Digital!

Ao longo dos anos os hábitos de consumo de toda a população mudaram bastante. Por conta disso, o jeito de fazer marketing também não é mais o mesmo. Agora, a maior parte da população realiza compras online e antes de finalizar uma compra pesquisa bastante opiniões sobre o produto ou serviço. 

Diante disso, surgiu a profissão de Analista de Marketing Digital. A nova profissão vem ganhando espaço no mercado de trabalho e despertando o interesse de muitas pessoas, principalmente daqueles que estão procurando uma nova oportunidade no mercado de trabalho.  

O que é Analista de Marketing Digital?

Analista de Marketing Digital é o profissional responsável por desenvolver estratégias de marketing para um negócio. Ou seja, é ele quem tem o papel de criar briefing, elaborar campanhas de vendas e de posicionamento de marca, e planejar ações. 

Além disso, o analista também é o responsável pela análise de mercado e concorrência, por manter o contato com clientes e com a gestão da empresa e por fazer a mediação entre os outros setores e o marketing.

Em alguns casos, principalmente em pequenas empresas, um único profissional atua como analista e também desempenha outras funções relacionadas ao marketing digital, como social media e designer. Entretanto, o mais indicado é que a empresa tenha uma equipe onde cada profissional seja responsável por uma função.       

Como surgiu a profissão?

A profissão de Analista de Marketing Digital é algo relativamente recente. Isso porque o digital começou a ganhar força nos últimos anos graças a revolução tecnológica. Apesar do termo marketing digital existir desde o início dos anos 90, podemos dizer que as empresas só começaram a sentir uma real necessidade de investir no marketing digital e ter profissionais qualificados na área nos últimos 10 anos, com a popularização das redes sociais.  

O que faz um Analista de Marketing Digital?

Um Analista de Marketing Digital é um profissional multifacetado, que precisa dominar diversas áreas do marketing para desempenhar um trabalho de qualidade. Dentre as atribuições de um analista estão as seguintes atividades:

  • Acompanhar e analisar o mercado e a concorrência;
  • Criar conteúdos para as redes sociais;
  • Desenvolver estratégias de SEO, de inbound marketing, de marketing de conteúdo, etc;
  • Fortalecer o relacionamento com o público;
  • Identificar tendências;
  • Mensurar os resultados com bases nas métricas e nos KPI’s estratégicos definidos previamente; 
  • Planejar e gerenciar campanhas de marketing pagas com objetivo de vendas, branding, etc.

Em resumo, o analista de marketing tem diversas atividades importantes que estão diretamente ligadas às estratégias que podem determinar o sucesso ou o fracasso de um produto, ou serviço.

Competências do Analista de Marketing Digital

Por ser um profissional com um papel importante dentro de uma instituição, o Analista de Marketing Digital precisa ter uma série de habilidades — tanto pessoais, quanto técnicas. 

Mulher analista de Marketing Digital trabalhando
Analista de Marketing Digital precisa ser um profissional multitarefa.

Abaixo, listamos quais são as competências mais requisitadas pelo mercado de trabalho para quem deseja atuar como Analista de Marketing Digital:    

Soft skills 

As soft skills são as habilidades humanas e interpessoais, que estão muito ligadas a personalidade da pessoa. Na lista das principais soft skills do analista estão:

  • Boa comunicação verbal e escrita;
  • Criatividade;
  • Organização;
  • Proatividade;
  • Rápida adaptação a novidades.

Hard skills

As hard skills são as habilidades técnicas de um profissional. Ou seja, os conhecimentos adquiridos por meio de cursos de formação, como graduação, especialização, de idiomas, etc. Entre as principais hard skills do Analista de Marketing Digital estão: 

  • Formação em cursos nas áreas de administração, jornalismo, marketing ou publicidade e propaganda;
  • Experiência em produção de conteúdo para redes sociais;   
  • Domínio de ferramentas disponíveis no mercado, como Google Analytics, Google Ads, SEMRush, RD Station, etc;
  • Noções de e-mail marketing, inbound marketing, marketing de conteúdo e SEO. 

Mercado de trabalho para o Analista de Marketing Digital

Agora, que você já conhece um pouco sobre a profissão de Analista de Marketing Digital, separamos algumas informações importantes sobre o mercado de trabalho. Antes, porém, é importante salientar que o mercado do marketing digital é algo que muda muito rápido, devido às novidades lançadas constantemente.   

Empregabilidade

Recentemente, a pesquisa “Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil” identificou que aproximadamente 94% das empresas investem em marketing digital. Cada vez mais, empresas buscam investir no digital por reconhecerem a importância da presença digital.

Por conta disso, o Analista de Marketing Digital é cada vez mais requisitado. Uma vez que o analista é capaz de desenvolver um trabalho estratégico, focado na entrega de resultados positivos, ele é visto como um profissional indispensável para uma empresa. 

Salário

De acordo com o Glassdoor, a remuneração média de um Analista de Marketing Digital está em torno de R$ 3.256,00. Entretanto, esse valor pode variar entre R$ 2 mil até R$ 5 mil, dependendo do tempo de experiência do profissional e a localização da empresa que ele trabalha.

Abaixo, trouxemos as médias salariais do Glassdoor, de acordo com o nível de experiência:

  • Júnior: salários entre R$ 2.000 a R$ 4.000 por mês e experiência de até 5 anos;
  • Pleno: possui entre 5 a 10 anos de experiência e a sua remuneração salarial pode variar de R$ 3.000 a R$ 6.000 por mês.
  • Sênior: o analista de marketing sênior tem mais de 10 anos de carreira e já é um profissional consolidado. Por isso, o seu salário pode chegar a até R$ 10.000 mensais. 

Perfil mais buscado no Analista de Marketing Digital

Para se destacar na área de marketing digital o profissional precisa atender a alguns critérios. Por exemplo, deve ser uma pessoa comunicativa, criativa e usuária assídua de redes sociais para acompanhar as tendências.

Além disso, é preciso ser capaz de interpretar dados e montar relatórios com análises de dados disponibilizados pelas próprias redes sociais ou pelas ferramentas de marketing digital.  

Qual o grande desafio do Analista de Marketing Digital?

Sem dúvidas, o principal desafio para um Analista de Marketing Digital é se manter atualizado diante de tantas novidades que surgem o tempo todo no universo digital. Por isso, é importante estar antenado nas novidades e procurar sempre adquirir novos conhecimentos para não ser deixado para trás ou se tornar um profissional obsoleto. 

Quais faculdades fazer para se tornar um Analista de Marketing Digital?

Normalmente, os profissionais que trabalham com marketing digital são formados, na sua maioria, em cursos na área de comunicação, que têm duração média de 4 anos. Os cursos mais comuns entre os analistas de marketing digital são:

  • Marketing;
  • Publicidade e propaganda;
  • Jornalismo;
  • Administração.

Além da graduação, existem cursos de pós-graduação e MBA em marketing digital, indicados para todos os profissionais que desejam aprender mais sobre esse universo para se destacar na área ou investir no seu próprio negócio. 

Cursos sobre Marketing Digital de curta duração são uma boa opção?

Caso você queira estudar sobre marketing digital, mas não tenha tempo disponível para se dedicar a uma graduação, uma boa alternativa são os cursos online de marketing digital. Na internet existem milhares de cursos disponíveis, sejam gratuitos ou pagos.

Apesar do receio de algumas pessoas com relação a qualidade dos cursos, existem cursos de qualidade e que podem ser o pontapé para a sua carreira.

Por exemplo, o Bootcamp Online de Analista de Marketing Digital da Faculdade XP. Em apenas 10 semanas, você aprende com especialistas em marketing e com mestre e doutores em Comunicação Social tudo sobre marketing digital. Aprenda desde os fundamentos básicos do marketing digital até a criação de um planejamento de mídia digital. 

Dicas para se tornar um Analista de Marketing Digital de sucesso

Se você desejar entrar para a área do marketing digital, aqui vão algumas dicas que poderão lhe ajudar a se tornar um profissional reconhecido pelo mercado:

  1. Se planeje e estabeleça metas para sua carreira;
  2. Procure estar sempre estudando para se manter atualizado sobre a área;
  3. Pesquise sobre o seu mercado de atuação; 
  4. Crie networking com profissionais de outras carreiras que também atuam no marketing digital. 

Conclusão

Ao longo deste artigo falamos sobre a profissão de Analista de Marketing Digital, considerada uma das profissões do futuro devido à tendência de crescimento do mercado. O profissional da área é aquela pessoa multitarefa, que está em uma posição de liderança dentro da empresa e desempenha um papel estratégico importantíssimo para o sucesso da instituição.  

Se ao ler este conteúdo você se identificou com os requisitos necessários para atuar na profissão ou ficou curioso para saber mais sobre a profissão, não deixe de conhecer o Bootcamp Online Analista de Marketing Digital da Faculdade XP!

Custo de oportunidade: o que significa, como calcular e quais os tipos

Cada escolha é uma renúncia. É assim que funciona com o custo de oportunidade! Mas, o que é isso? É o custo de deixar uma oportunidade para se beneficiar de outra. Logo, é uma forma de avaliar o valor de uma alternativa em relação a outra.

A prática visa avaliar o benefício ou o recurso que se perde ao escolher uma opção em vez de outra. Por exemplo, se você tem duas opções, escolher uma significa abdicar da outra, portanto, existe um custo associado à escolha da primeira opção.

Entenda na prática tudo sobre o assunto. Boa leitura!

O que é custo de oportunidade?

Primeiramente, o Custo de Oportunidade (em inglês chamada de opportunity cost) é um conceito de economia que descreve o benefício perdido ao escolher uma alternativa em detrimento de outra. Em finanças pessoais, é utilizado para medir o custo quantificável de uma escolha financeira, como não economizar para a aposentadoria ou não investir em ações.

Ao se decidir, há sempre algo que se abandona em troca de outra coisa. Por exemplo, se alguém opta por comprar uma casa, significa que está desistindo de outras possíveis alternativas, como viajar ou investir em outros ativos. Nesse sentido, o custo de oportunidade é o valor dessa alternativa que foi desistida.

É basicamente o que está no ditado “para cada escolha, uma renúncia”, representando uma relação direta entre escolha e escassez.

O custo de oportunidade é uma estrutura que nos ajuda a entender as escolhas e pode ser usado para ajudar a selecionar a melhor escolha de como usar um recurso escasso (tempo, dinheiro, etc.).

É um conceito poderoso que é a base para vários outros termos de economia e economia comportamental, como vantagem comparativa. Os custos de oportunidade passam por análises ​​em diversas decisões, como quais produtos criar e alocação de portfólio, quando se trata de negócios.

De toda forma, o conceito pode ser aplicável ao mundo dos investimentos. 💰

Entenda a importância

Você, possivelmente, já percebeu que tomar algumas decisões sem avaliar todo o cenário é bastante arriscado. Porque mesmo que seja bem-sucedido(a) em alguns casos de não avaliar bem o contexto, é provável que essa estratégia não funcione muito bem na maioria das situações.

Saiba que não existe o certo ou errado, existe apenas o que você considera ser o melhor para você.

Agora, quando o assunto é investimento, o custo de oportunidade está diretamente ligado às vantagens e desvantagens de cada aplicação e como elas se encaixam no seu perfil de investidor e objetivos de vida.

Para isso, você precisa avaliar todos os riscos envolvidos, além do potencial de valorização e como isso tudo irá refletir nos seus ganhos futuros.

<Leia também: autores indicam como alcançar a sonhada liberdade financeira />

(Fonte: Getty Images)

Como calcular o custo de oportunidade?

Ele é calculado a partir do benefício que se teria com a opção que não foi a escolhida. Vamos a um exemplo prático!

Você compra uma TV no valor de R$ 2 mil e deixa de adquirir um fogão, que custa R$ 2.200, aí você economiza R$200.

Já no caso de investimentos financeiros, quem investe pode escolher a opção com rentabilidade mais alta.

Para estabelecer o custo de oportunidade, é preciso considerar a taxa de rentabilidade do investimento que deixou de ser feito, para calcular o seu valor atualizado. Assim, quanto maior a taxa de rentabilidade do outro investimento, menor é o valor do investimento em questão.

Aqui, os índices financeiros mais usado como base de cálculo são as taxas Selic e CDI, te ajudando a descobrir se o seu investimento está tendo um retorno maior do que os custos de oportunidades a serem avaliados.

Portanto, leve sempre em consideração os prós e contras de aplicar o seu dinheiro em um título mais ou menos líquido, seguro e rentável. Ao calcular os custos de oportunidade, é fundamental que você entenda como uma decisão vai influenciar todos os campos envolvidos.

(Fonte: Getty Images)

Tipos de custo de oportunidade

São conhecidos principalmente os quatro tipos de custo de oportunidade. Conheça eles logo abaixo:

Custo de oportunidade escondido

O custo de oportunidade escondido é aquele que, como o próprio nome diz, não está exposto. Logo, nele não é possível saber exatamente o que será perdido em uma tomada de decisão, não conseguindo ser mensurável.

Custo de oportunidade aberto

O valor não é embutido automaticamente em uma operação. Diferentemente do custo de oportunidade escondido.

Custo de oportunidade ambiental

Esse é baseado no valor máximo que pode ser obtido pelo desfrute de algum recurso natural.

Exemplo: o custo de oportunidade de não desmatar uma reserva de preservação ambiental para a agricultura seria o que se deixa de ganhar com a atividade descartada.

Custo de oportunidade contábil

Aqui, a relação está sobre o quanto uma empresa teve o seu lucro sacrificado por investir dinheiro em determinado recurso em detrimento de outro – representado no planilhamento do custo aberto ou camuflado na forma contábil.

<Você também pode gostar: como juntar dinheiro todos os meses />

Benefício do custo de oportunidade

Existem várias vantagens em considerar o custo de oportunidade. Separamos alguns tópicos para você ter conhecimento:

Em primeiro lugar, ajuda a tomar decisões mais certeiras sobre como gastar seu dinheiro. Em vez de apenas comprar o primeiro carro que você vê, dá para pensar no que mais se poderia comprar com aquele dinheiro. Isso o ajudará a encontrar o melhor negócio.

Além disso, o custo de oportunidade também pode ajudar a tomar decisões mais sábias sobre onde gastar seu tempo. Se você está considerando dedicar seu tempo a um projeto específico, então é importante considerar qual é o benefício de gastar seu tempo nisso em vez de fazer outra coisa. Isso te ajudará a decidir se aquele projeto valerá a pena.

Por fim, o custo de oportunidade é útil para ver o valor real de suas escolhas. Em vez de deixar que a emoção guie suas decisões, você pode colocar um valor numérico sobre a escolha certa e comparar isso com outras escolhas. Isso ajudará você a tomar decisões melhores que ajudarão a garantir o melhor retorno sobre o seu investimento.

Como saber quando o custo de oportunidade é zero?

Você deve usar a fórmula para calcular o custo de oportunidade, comparar o benefício líquido de uma escolha com o benefício de outra opção. Por fim, se a diferença entre esses benefícios for zero, o custo de oportunidade será zero, o que significa que você obterá o mesmo benefício em qualquer uma das opções.

Bem simples, né?


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Diagrama de Ishikawa: aprenda o passo a passo para implementar essa ferramenta

Todas as empresas, sem exceção alguma, possuem problemas que precisam ser solucionados ou processos internos que precisam ser aprimorados para uma melhor execução. Por isso, o Diagrama de Ishikawa é uma ferramenta de gestão da qualidade tão importante para as empresas. 

Em síntese, o Diagrama de Ishikawa é uma técnica utilizada por empresas que buscam identificar os seus problemas e trabalhar em formas de solucioná-los para entregar produtos e serviços de qualidade, mantendo a boa gestão do negócio.

Para que você aprenda mais sobre o diagrama, como criar um e quais as vantagens do seu uso, preparamos este artigo completo sobre o diagrama! 

O que é Diagrama de Ishikawa?

O Diagrama de Ishikawa é uma ferramenta visual utilizada na gestão de qualidade de uma empresa para identificar as causas de um problema e trabalhar em busca de soluções para ele. 

Como o Diagrama de Ishikawa surgiu?

Desenvolvido em meados de 1943, o Diagrama de Ishikawa foi criado por Kaoru Ishikawa, um engenheiro químico japonês. Inicialmente, o objetivo de Kaoru foi desenvolver um instrumento para melhorar a gestão da qualidade nas fábricas. Entretanto, o método foi sendo aperfeiçoado por outros profissionais e passou a ser utilizado pelos mais variados setores. 

Para que serve o Diagrama de Ishikawa?

A principal função do Diagrama de Ishikawa é identificar possíveis causas para um problema. Assim, as pessoas conseguem buscar soluções, otimizar processos e implementar melhorias dentro de um negócio.  

Importância do Diagrama de Ishikawa no gerenciamento de processos

Muitas vezes, as empresas encontram dificuldade na execução de projetos porque os processos são antigos ou complexos demais e precisam ser revistos. Com a aplicação do Diagrama de Ishikawa a gestão de processos e o aprimoramento deles podem ser bem mais simples. 

Ao utilizar o diagrama é possível otimizar a execução dos processos, diminuir o tempo para a tomada de uma decisão e garantir melhores resultados

Como funciona o Diagrama de Ishikawa?

Que o Diagrama de Ishikawa serve para identificar problemas na execução de processos, isso você já sabe. Mas como ele funciona na prática, vamos te mostrar agora:

Representação do Diagrama de Ishikawa
Representação do Diagrama de Ishikawa | Fonte: Na Prática

A imagem acima representa como o Diagrama de Ishikawa é representado visualmente. Por isso, ele tem outros nomes como Espinha de Peixe ou Diagrama de Causa e Efeito. 

O Diagrama de Ishikawa tem um formato de espinha de peixe. Na linha horizontal, na extrema direita, é colocado o problema a ser solucionado em evidência. Já nas linhas perpendiculares são listados os problemas de acordo com cada dimensão do diagrama, que falaremos com detalhes abaixo.  

<Leia também: Metodologias Ágeis: o que são, qual a sua importância e como iniciar na área?/>

Os 6M’s do Diagrama de Ishikawa

As seis dimensões que compõem o Diagrama de Ishikawa estão relacionadas aos processos internos de uma organização. Os 6M’s são: máquinas, materiais, mão de obra, meio ambiente, método e medida. 

1. Máquinas

As máquinas se referem às ferramentas e aos equipamentos utilizados ao longo do processo de execução de um projeto. Por exemplo, computadores ou softwares desatualizados são considerados máquinas. 

2. Materiais

Os materiais estão relacionados aos insumos e a matéria-prima utilizadas no processo de produção. Por exemplo, a madeira utilizada por uma fábrica de móveis ou os papéis utilizados por uma gráfica. 

3. Mão de Obra

A mão de obra diz respeito aos profissionais envolvidos na execução do projeto. Nessa dimensão do diagrama de Ishikawa, são consideradas questões como a execução da tarefa, a rotina e o nível de qualificação dos trabalhadores. 

4. Meio ambiente

O meio ambiente está relacionado a fatores externos e internos que podem afetar diretamente o ambiente corporativo. Para exemplificar o que estamos falando, trouxemos dois exemplos:

  • Fator externo: muita chuva, que pode atrasar a execução de um projeto ou a chegada dos colaboradores ao local de trabalho;
  • Fator interno: cultura organizacional e clima da empresa, que está relacionado ao quanto os trabalhadores se sentem bem na empresa, o quanto eles gostam de desempenhar a sua função, etc. 

5. Método

O método é a parte do diagrama de Ishikawa que identifica e analisa as técnicas e os procedimentos estabelecidos pela empresa para a execução de um projeto. Normalmente, são avaliadas a quantidade de etapas e o quão complexas elas são. 

6. Medida

A medida pode se referir a duas questões distintas. Primeiramente, a medidas como pesos e valores ligados à produção. Por outro lado, também pode estar relacionado aos índices e indicadores utilizados para mensurar resultados.  

<Conheça também: Lean Manufacturing: metodologia japonesa de gestão/>

Passo a passo para fazer o seu Diagrama de Ishikawa

Agora que você já o que é e qual a importância do Diagrama de Ishikawa para a gestão de um projeto, confira o passo a passo para criar o seu próprio diagrama:

Defina o efeito

Em primeiro lugar para fazer o diagrama de Ishikawa, é preciso definir o problema (chamado de efeito no diagrama) que será analisado e precisa ser resolvido. Esses problemas podem ser processos muito longos, resultados ruins, etc. 

Faça um brainstorm

Em seguida faça um brainstorm, reúna a equipe que está diretamente envolvida com o problema para analisar as causas e os efeitos desse problema. Além disso, aproveite o momento para trocar ideias e pensar em soluções para o problema. 

Preencha os campos do diagrama

Logo depois, reúna todas as informações e comece a preencher os 6M’s do diagrama de Ishikawa. Para isso, uma sugestão é começar com uma pergunta central: “por que o problema X está acontecendo?”. 

Analise o diagrama

Finalizado o preenchimento do diagrama, é hora de analisá-lo! Nessa etapa, é o momento de estudar os problemas identificados e classificá-los por ordem de prioridade para focar primeiro na solução desses pontos em questão.  

Crie um plano de ação para o efeito

Por último, mas não menos importante, é preciso criar um plano de ação com as melhorias que serão aplicadas para que os problemas identificados sejam solucionados. 

Ferramentas para ajudar a montar o Diagrama de Ishikawa

O Diagrama de Ishikawa é uma ferramenta de fácil aplicação. Por isso, ele pode ser feito em um quadro, em folhas de papel ou online em sites que possuem diversos modelos do diagrama com a estrutura já montada, aguardando apenas a identificação do problema e o preenchimento dos 6M’s. 

Vantagens do uso do Diagrama de Ishikawa

A utilização do Diagrama de Ishikawa no dia a dia de um negócio traz diversas vantagens, tais como:

  • Aumento no engajamento da equipe;
  • Eficiência na solução dos problemas;
  • Melhora na execução dos processos;
  • Ampliação da visão de negócio.

Vale a pena utilizar o Diagrama de Ishikawa na sua gestão?

Se você ainda tem dúvidas se deve utilizar o Diagrama de Ishikawa, a resposta sem dúvidas é sim!

De acordo com a pesquisa Sobrevivência de Empresas, realizada pelo Sebrae em 2020, a maior causa de fechamento das empresas é a dificuldade na gestão, principalmente nas pequenas empresas. 

Uma vez que você utiliza o Diagrama de Ishikawa, é mais fácil fazer a gestão do negócio, identificar problemas e desenvolver um planejamento estratégico que supra as reais necessidades da empresa.  

Conclusão

O Diagrama de Ishikawa é um excelente recurso para quem tem uma empresa e está com dificuldade no gerenciamento do negócio. Por ser uma solução simples, mas eficaz e de baixo custo, ela pode ser aplicada em empresas de pequeno, médio ou grande porte. 

Se você tem um negócio, ou trabalha na área de gestão, e gostaria de aprofundar os seus conhecimentos no assunto, conheça o MBA em Gestão de Processos de Negócios! Em apenas 10 meses você aprende novas técnicas de planejamento estratégico e gerenciamento ágil de projetos. 

Outsourcing de TI vale a pena? Saiba tudo sobre esse conceito

Em um contexto de mercado totalmente tecnológico, a cada dia aumenta a demanda por profissionais de TI mais experientes e capacitados. A grande questão surge em como encontrar esses perfis em um mercado tão competitivo e que necessita de rapidez para execução de suas demandas. Nesse sentido, o outsourcing de TI tem sido uma das práticas mais comuns pelas empresas.

Além de praticidade para encontrar equipes mais eficientes de forma rápida, existem outras vantagens como a redução de custos e a própria qualidade do trabalho para o desenvolvimento das estratégias estipuladas. 📈

Neste artigo você vai conferir os principais detalhes sobre esse modelo de trabalho e contratação, aprofundamento dos seus benefícios e por que você deveria investir na sua empresa. Continue a leitura e descubra! 👇

O que é Outsourcing de TI?

O outsourcing nada mais é do que a terceirização dos serviços de TI. Ou seja, é a empresa contratar uma equipe de fora especializada nos assuntos que necessita, dependendo da situação, pode ser, até mesmo, o setor inteiro. 

Realiza atividades como a de gestão e suporte do parque tecnológico, possibilitando que a equipe interna da empresa foque em outros assuntos, como no seu core business (negócio principal).

Ele é um tendência no mercado atual, pois é uma prática que conta com a ajuda de empresas especializadas do setor para realizar os trabalhos, o que contribui para mais eficiência no atingimento dos resultados

Portanto, é uma prática em que a empresa contratante realmente não precisa se preocupar com a execução das tarefas, mas sim acompanhar o que está sendo realizado pelo parceiro. 🤝

Como é aplicado o Outsourcing de TI nas empresas?

Conforme já explicado, o outsourcing de TI é a terceirização da gestão e do controle de sistemas de tecnologia de uma empresa.

A terceirização de serviços tem sido uma forma de serviço muito utilizada nos últimos anos, pois tem apresentado um melhor custo-benefício, além de aumentar a produtividade para o negócio. 

Para sua aplicação pelas corporações, normalmente há uma negociação mediante ao oferecimento de um pacote de serviços por parte da empresa de outsourcing (terceirizada) e do pagamento fixo mensal de uma taxa, por parte da companhia contratante. 

Nesse sentido, funções normalmente escolhidas para essa prática são: 👇

  • Manutenção de computadores;
  • Suporte técnico;
  • Data center;
  • Hospedagem e armazenamento;
  • Redes e internet;
  • Manutenção de hardware;
  • Gestão e atualização de sistemas;
  • Manutenção e programação de sistemas;
  • Segurança da informação.

Quais os benefícios do outsourcing de TI?

Quando pensamos em benefícios do outsourcing de TI diversos vem à tona. Confira os principais: 👇

Melhor custo-benefício

Ao contar com um setor de TI especializado, capacitado e atualizado existem mais chances dos resultados serem alcançados. 

E como investir em novos colaboradores pode gastar bem mais do que o esperado, contratar uma equipe de fora permite controlar melhor os custos da área e ter maior clareza quanto ao destino do investimento que está sendo realizado.

Mais agilidade para resolver demandas

Como você passa a ter profissionais mais capacitados e prontos para a execução, fica mais fácil e rápida a resolução de problemas.

Monitoramento e disponibilidade

Sabemos que gerir todo o setor de TI pode ser um trabalho complexo e, principalmente, que demanda bastante tempo para realizar.

E a monitoração das atividades da área é uma das preocupações que comprometem o tempo e faz com que vários funcionários declinem tarefas que poderiam proporcionar avanços internos e externos para a companhia. 

Com o outsourcing isso é evitado e melhorado.

Reduz erros operacionais

Tendo profissionais com mais expertise na área, diminui a tendência de erros e outros riscos operacionais

Além de que, se acontecerem, também são mais fáceis de detectar e resolver, diminuindo a ocorrência de problemas que podem prejudicar sua operação.

Padronização

Contratar essa equipe de fora permite uma padronização do trabalho, o que contribui para mais agilidade e eficácia.

Pense bem, se peças e equipamentos estão padronizados, eles oferecem uma manutenção mais assertiva, bem como impede as incompatibilidades entre hardware e software ou qualquer integração de sistemas.

Segurança de dados

Um dos maiores focos em qualquer gestão, com o outsourcing de TI isso é ainda mais evidente, pois além das atividades de monitoramento, um profissional capacitado provedor pode tornar o sistema de computadores da sua empresa mais seguro, protegendo os dados e se prevenindo de ataques cibernéticos ou que comprometem a cibersegurança.

Aumento da eficiência

Complementando tudo que já foi dito, melhores profissionais e com mais especializações tendem a trazer mais eficiência em qualquer trabalho.

Exemplos de Outsourcing de TI

profissional capacitado de outsourcing de ti
Outsourcing de TI vale a pena?. Fonte: Getty Images.

Dentro dessa prática de terceirização dos serviços, existem alguns modelos que servem de exemplo de sua execução. 

Hardware as a Service (HaaS)

Esse modelo está focado em fornecer ao cliente equipamentos de TI adequados à sua realidade, sem que seja necessário realizar altos investimentos. 💸

Ou seja, tem uma proposta de garantir um pacote com instalação de máquinas, configurações, suporte técnico e manutenção. 

Software as a Service (SaaS)

Aqui estamos falando de uma empresa que realiza uma assinatura para acesso de softwares que precisa.

Sabe o Pacote Office que você tanto usa? Ele é um modelo de SaaS, assim como existem outras ferramentas, como as de CRM e Marketing em outras empresas.

Desktop as a Service (DTaaS)

Imagine ter um desktop virtual que pode ser acessado de diversos dispositivos através de um ambiente protegido? 

O DTaaS permite isso com o intuito de disponibilizar em uma nuvem todos os serviços que você precisa. A acessibilidade e a flexibilidade são suas maiores características.

Device as a Service (DaaS)

Esse já possui uma solução mais completa, pois que entrega equipamentos e serviços a um cliente de forma personalizada

Ou seja, você contrata uma solução que envolve computadores e tablets, com todos os programas necessários, a uma parcela mensal. 

Workplace as a Service (WaaS)

Esse modelo se baseia na necessidade de garantir o acesso flexível aos ambientes de trabalho, independentemente do equipamento utilizado ou da localização geográfica.

PC as a Service (PCaaS)

Por último, existe esse modelo conhecido pela entregabilidade de um parque tecnológico. 

Ou seja, com ele o cliente passa a ter desktops, notebooks, tablets e outros dispositivos de última geração prontos para o trabalho, além de softwares atualizados e preparados para o uso. 

Tudo de forma que você resolva seus problemas, execute seus processos e encontre as melhores soluções possíveis. 

Afinal, vale a pena implementar o Outsourcing em processos de TI?

A resposta é: com certeza! Com a modernização do mercado, e a exigência das empresas serem ágeis e inovadoras, contar com uma equipe especializada no que você precisa pode fazer a diferença no desenvolvimento da sua empresa.

Investir em boa infraestrutura e em colaboradores com competência para gerir o setor de Tecnologia da Informação é essencial para obter sucesso nas suas operações. ⭐

Lembre-se que com o outsourcing de TI, os CEOs fazem com que a área deixe de ser apenas um departamento de suporte no dia a dia, e resolução de problemas da empresa, e passa a ser algo mais essencial e assertivo aos objetivos do negócio. 🎯

Portanto, ter uma gestão de TI de sucesso só depende de você e de suas escolhas

O Outsourcing de TI é uma das práticas que pode melhorar sua empresa e suas tomadas de decisões. Para encontrar outras, que tal conhecer no curso sobre Gestão de TI que oferecemos? Clique e saiba mais sobre ele. 🚀

Tudo sobre Imposto de Renda 2023: o guia completo para você se preparar

Fique por dentro das regras do Imposto de Renda. Está aberta a temporada de caça, e o ‘Leão’ está faminto.

O governo está atrás de dinheiro para cobrir os buracos deixados pela pandemia e por dívidas públicas imensas, e quem não se cuidar, vai acabar nas ‘garras do Leão’.

E você? Já sabe se terá que apresentar a Declaração de Imposto de Renda em 2023? Veja abaixo se você se enquadra em alguma dessas situações e, se sim, você estará obrigado a declarar. Vamos lá!

Tudo sobre o imposto de renda: o que é e para que serve?

O imposto de renda é, em suma, uma taxa cobrada em cima dos ganhos de um contribuinte ao longo do ano. Esses ganhos incluem novas propriedades, veículos, venda de bens, investimentos e assim sucessivamente.

Além disso, a declaração também tem a função de ajudar o governo federal brasileiro a observar e controlar o que tem sido gasto pelos brasileiros, principalmente com foco em sonegação de impostos. Assim, quem tem uma renda maior, paga uma maior taxa, já que o valor pago é proporcional aos rendimentos declarados.

Quem deve declarar o Imposto de Renda?

Como vamos te contar tudo sobre o imposto de renda, saiba que existem alguns pré-requisitos que te colocam com a obrigação de declarar.

Na tabela abaixo, você conseguirá entender quais os critérios para declarar o Imposto de Renda em 2023:

CritériosCondições
RendaRecebeu rendimentos tributáveis que somaram, anualmente, mais de R$ 28.559,70; Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte que somaram mais de R$ 40.000,00.
Ganho de capital e operações em bolsa de valoresObteve, em qualquer mês do ano, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações nas bolsas de valores, de mercadorias de futuros ou semelhantes; Escolheu pela isenção fiscal do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005;
Atividade ruralObteve receita bruta anual em valor superior a R$ 142.798,50; Pretenda compensar, no ano-calendário de 2022 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2022.
Bens e direitosTeve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.
Condição de residente no BrasilPassou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro.
Informações retiradas da IN RFB Nº 2065/2022.

Se encaixou em algum desses requisitos, você precisará declarar o seu imposto de renda em 2023.

Tudo sobre Imposto de Renda: posso declarar sozinho ou preciso de um contador?

Em suma, você pode declarar o seu imposto de renda sozinho. No entanto, não é o mais indicado, por ser um documento importantíssimo e complexo.

“Fazer a declaração por conta própria não é o recomendado, pois, por se tratar de um documento muito importante, qualquer erro no somatório ou esquecimento de incluir alguma informação, poderá deixar a declaração retida pela Receita Federal, na famosa ‘malha fina’, gerando multas e ainda causar problemas jurídicos no futuro”.

Alerta do Diretor Executivo da NTW Mogi das Cruzes, Eduardo Aparecido da Silva.

Além disso, as somas e checagens são importantes, mas é essencial saber, também, qual tipo de declaração que deve-se fazer.

É preciso incluir dependentes, apurar ganho de capital em alienações de bens e direitos, atualizar bens, declarar a partilha de inventário e, até mesmo, declarar investimentos como criptoativos.

O preenchimento correto de todos esses itens é fundamental para o processo inteiro dar certo. Por isso, é mais complicado que as pessoas que não têm conhecimento do assunto consigam fazer o procedimento corretamente. Assim, o auxílio de um contador, capacitado para realizar essa atividade, é altamente recomendado.

<Leira também: Imposto de Renda de criptomoedas: confira as novas regras da Receita Federal/>

Tudo sobre Imposto de Renda: prazo para declarar

A Receita Federal estipula uma data limite para que os declarantes enviem todos os seus documentos. Como estamos contando tudo sobre o imposto de renda, para 2023, o prazo de envio do documento de declaração é do 1º dia útil de março até o último dia útil do mês de abril.

Além disso, caso você não cumpra o período solicitado e envie os documentos no momento errado, ou seja, após o prazo, o declarante deverá pagar uma multa de 1% ao mês do imposto devido, com um valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido.

Para mais, caso o declarante não envie ou não pague o IRPF, o CPF do contribuinte pode ser restringido, e descontos na sua conta bancária podem acontecer. Os contribuintes têm 60 dias para organizar os seus documentos e enviá-los para a Receita Federal.

Calcular o imposto de renda em 2023
Não é todo cidadão que precisa declarar imposto de renda em 2023, por isso, confira se você está dentro da obrigatoriedade.

<Leia também: Como consultar o CPF na Receita Federal?/>

Prazos para restituições

A restituição do Imposto de Renda é atribuída às pessoas que, por ventura, pagaram mais impostos que o necessário.

O valor, por sua vez, é realizado em lotes, tem datas liberadas pela Receita Federal e, normalmente, o calendário muda todos os anos. No entanto, em geral, são cinco lotes de pagamentos, finalizados em setembro.

Como declarar Imposto de Renda: passo a passo para 2023

Existem duas maneiras de declarar o Imposto de Renda sozinho: pelo programa de computador, ou pelo aplicativo. Iremos te mostrar o passo a passo das duas. Vamos lá?

Pelo programa do computador

  • Acesse o site da Receita Federal;
  • Selecione a opção de instalação do programa;
  • Após baixar o programa, clique em “criar declaração”;

A sua declaração de imposto de renda pode ser feita das seguintes formas:

  • Com o preenchimento manual de uma declaração do zero;
  • Fazer a declaração tendo, como base, a declaração do ano anterior;
  • Produzir a declaração pré-preenchida com os dados atuais e de outras declarações obtidas pela Receita Federal.

Depois disso, continue a sua declaração:

  • Selecione a opção desejada;
  • Informe todos os dados solicitados pelo sistema;
  • Confira todos os dados informados;
  • Selecione o regime de tributação mais vantajoso;
  • Confira o resultado da declaração, que pode ser: imposto a pagar ou a restituir;
  • Confira tudo mais uma vez e clique em “entregar declaração”.

Pelo aplicativo

Em suma, é só baixá-lo pelo site oficial da Receita Federal e seguir o passo a passo supracitado. O nome do app é Meu Imposto de Renda e está disponível no computador, em celulares Android ou iOS.

Após declarar o IRPF, o sistema irá gerar a guia de pagamento do imposto de renda 2023. Você pode pagar com desconto no salário ou débito automático. Além disso, o pagamento pode ser feito em até oito cotas.

Documentos necessários para declarar Imposto de Renda

De modo a facilitar a sua vida, preparamos uma lista (não é exaustiva, mas abrange a maioria dos documentos mais comuns) para você já começar a juntar e não ficar por aí perdido sem saber o que precisa. Veja aqui:

Identificação do contribuinte

  • Documento de identidade (nome; CPF; data de nascimento, título de eleitor);
  • Dependentes (nome/CPF/data de nascimento/grau de parentesco);
  • Dados de endereço e profissão atualizados;
  • Dados de conta bancária para restituição/débitos;
  • Cópia da última declaração do IR Pessoa Física acompanhada do número do recibo de entrega da última declaração.

Rendas

  • Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive, corretoras de valores;
  • Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão, etc.;
  • Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas;
  • Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebidas no ano, dentre outras;
  • Informe de rendimentos de participações de programas fiscais, tais quais Nota Carioca, por exemplo;
  • Um resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão;
  • DARF’s pagos durante o ano, como por exemplo o DARF do carnê-leão.

Bens e direitos

  • No caso de imóveis, a data de aquisição, área do imóvel, inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de imóveis;
  • No caso de automóveis, devem ser declarados o número do RENAVAM e/ou registro no órgão fiscalizador correspondente.

<Leia também: Tudo sobre como declarar BDR no Imposto de Renda/>

Dívidas e ônus

  • Informações e documentos de dívidas e ônus contraídos e/ou pagos no ano passado.

Renda variável

  • Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos efetuadas ao longo do ano passado — imóveis, contas correntes, aplicações financeiras, veículos, etc.;
  • Controle de compra e venda de ativos de renda variável, como ações, fundos de investimentos imobiliários, opções, termos, inclusive com a apuração mensal de imposto;
  • Controle de compra e venda de ações (com apuração mensal de imposto);
  • DARF’s de renda variável.

<Leia também: Como pagar Imposto de Renda de ações?/>

Pagamentos e doações

  • Recibos de pagamentos (comprovantes) ou informe de rendimento de plano, ou seguro-saúde (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente);
  • Recibos de pagamentos (comprovantes) de despesas médicas e odontológicas (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional e a indicação do paciente);
  • Comprovante de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do aluno — peça o informe de pagamentos à instituição);
  • Comprovante de pagamento de Previdência Social e Previdência Privada (com CNPJ da empresa emissora — peça o informe de pagamentos à instituição);
  • Recibos (comprovantes) de doações efetuadas;
  • Comprovantes oficiais de pagamento a candidato político também devem ser declarados.

Com todos os documentos acima em ordem, você já pode começar a preencher a sua Declaração Anual de Imposto de Renda. A ideia aqui é que você não caia na Malha Fiscal da Receita, a famosa malha fina.

Tudo sobre Imposto de Renda: erros comuns ao declarar

Aliás, para você evitar tomar cuidado durante todo esse processo, listamos os 10 erros mais comuns que colocam mais declarações na malha fiscal:

Erros de digitação, especialmente em:

  • Rendimentos Tributáveis;
  • Pagamentos Dedutíveis;
  • Declaração de Bens.

Omitir rendimentos de:

  • Aluguéis;
  • Profissionais Liberais — Recibos;
  • Pessoas Jurídicas, especialmente Planos de Previdência e esporádicos.

Rendimentos lançados na ficha errada, como:

  • Lançar rendimentos tributáveis como isento;
  • Lançar dívidas onde não deveria.

Dependentes

  • Lançar quem não pode;
  • Incluir em mais de uma declaração;
  • Confundir dependente com alimentando;
  • Não lançar os rendimentos dos dependentes.

Alimentando

  • Abater valor maior do que o do acordo judicial;
  • Confundir alimentando com dependente;
  • Lançar planos de saúde ou colégio que não estão no acordo judicial.

Dedução indevida de despesas médicas

  • Somar remédios nas deduções (remédios não são dedutíveis a menos que estejam incluídos em nota fiscal de hospitais ou clínicas);
  • Lançar despesas sem a devida comprovação documental.

Gastos com educação, já que não são dedutíveis gastos com:

  • Livros;
  • Cursos de idiomas, informática;
  • Uniformes.

Confundir PGBL com VGBL

  • PGBL deduz até 12% da renda; VGBL, não.

Variação Patrimonial incompatível com a renda

  • Aumento do patrimônio superior às rendas.

<Leia também: Como calcular o Imposto de Renda em operações Day Trade?/>

Conclusão

Então, evite cair nessas armadilhas, confirme que não cometeu nenhum desses enganos antes de confirmar o envio da sua declaração. Atenção no preenchimento e tenha em mãos todos os documentos necessários para evitar dores de cabeça.

Portanto, agora que você já sabe tudo sobre imposto de renda, faça o dever de casa e tenha calma na hora de preencher o formulário em 2023.

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O que é SEO? O guia completo para desenvolvedores web

Ter um site que apareça entre os principais resultados do Google é o sonho de qualquer um. Com o aumento na quantidade de domínios criados, entretanto, isso parece uma tarefa cada vez mais difícil. Mas você sabia que é possível estar entre os primeiros a partir de algumas técnicas e boas práticas? Neste contexto, saber o que é SEO é essencial.

Se você atua na área de desenvolvimento e quer saber como melhorar o desempenho do seu site para se destacar nos buscadores, está no lugar certo. Neste guia, nós trazemos o conceito do SEO e tudo o que você precisa saber para se dar bem com ele. Vamos lá?

O que é SEO?

Todos os dias, milhares de novas páginas são publicadas na internet. Os conteúdos são diversos, podendo variar de mundo pet a maquinário para obras marítimas. Ainda que muitas delas tenham abordagens diferentes, é fato que a concorrência existe. E, em meio a tantas possibilidades, como os resultados a serem oferecidos para os usuários são definidos? Por meio de estratégias de SEO.

SEO é a sigla para Search Engine Optimization que, em português, significa otimização de mecanismos de busca. Quando usamos esse termo, estamos nos referindo às técnicas adotadas na tentativa de conquistar uma boa posição nos resultados exibidos pelos buscadores.

Sabe aquelas respostas que aparecem quando você digita uma dúvida? É fato: as que estão na primeira página fizeram um trabalho pautado por essas otimizações.

Para que serve SEO?

De acordo com um infográfico publicado pela empresa Oberlo no início de 2022, o Google processa mais de 8.5 bilhões de pesquisas todos os dias. Com um volume tão grande, você deve imaginar que há oportunidade para todos os sites ativos, certo? Errado.

Outro estudo, este conduzido por Rand Fishkin, um dos maiores nomes do SEO mundial, indica que mais da metade das pesquisas feitas não geram nenhum clique. Há ainda dezenas de levantamentos que revelam que cerca de 25% dos cliques se concentram só no primeiro resultado exibido. Entendeu para que serve o SEO?

Não basta ter um site bonito, se ele não tiver acessos. Atualmente, isso só acontece com um trabalho forte, tanto de quem escreve, quanto de quem desenvolve. Mas também não adianta tirar as ideias da cabeça, é preciso atender a um conjunto de técnicas. São elas que influenciam os algoritmos e que, consequentemente, ajudam a posicionar esses sites.

Em resumo, o SEO serve para ajudar sites, de modo geral, a disputarem o topo dos resultados das pesquisas, gerando maior tráfego, autoridade e conversões.

Em quais áreas a estratégia de SEO pode ser aplicada?

Antes de falar sobre a atuação do SEO, é importante dizer que ele faz parte das estratégias de SEM. O Search Engine Marketing pode ser resumido como um conjunto de estratégias de Marketing que tem como foco os motores de busca. Juntos, SEO e SEM são responsáveis por estabelecer regras para que uma página ou site esteja bem-posicionado tanto nas buscas orgânicas, quanto nas pagas.

Diante deste cenário, é comum pensar que o SEO é uma responsabilidade exclusiva dos times de Marketing quando, na verdade, ele pode envolver outras áreas. A discussão sobre como se posicionar para os clientes pode, por exemplo, envolver os times de Vendas e Produto.

Já os sites podem ser pautados, desde sua construção, pelas técnicas propostas pelo SEO. Neste caso, a atuação dos desenvolvedores é mais do que necessária.

SEO para desenvolvedores, por que utilizar?

Na maior parte do tempo, os desenvolvedores estão focados exclusivamente na qualidade dos códigos que criam. O objetivo é garantir que eles funcionem corretamente nas aplicações. Porém, quando falamos em uma estratégia consistente de negócio, essa não pode ser a única preocupação do time.

Além do SEO no Marketing Digital, é preciso estar atento às orientações de otimização associadas ao desenvolvimento. Pensar em um site tecnicamente adequado para estar entre os primeiros no Google é pensar em um trabalho construído já nos bastidores.

De nada adianta ter um texto bem escrito, com o apoio de palavras-chave, se o tempo de carregamento do site é alto, se sua estrutura não é pensada para navegação mobile ou se as URLs não são claras. É por isso que hoje a estrutura de SEO para desenvolvedores pode ser dividida em três pontos principais, que você confere logo abaixo.

As três categorias de SEO que todo desenvolvedor deve conhecer

Se você é desenvolvedor e quer saber como as estratégias de SEO podem contribuir com o sucesso do seu site ou aplicação, veja as três características mais importantes que você deve considerar na hora do projeto.

SEO Técnico

A essa altura, certamente você já sabe que entre os pilares de um site bem posicionado estão pontos como rastreabilidade, indexação, velocidade e escaneamento. O que pode não saber ainda é que o SEO técnico é a somatória desses elementos.

Quando falamos sobre ele, estamos nos referindo justamente às estruturas internas de um site. Ou seja, a tudo aquilo que é construído por trás das páginas, nos códigos e na arquitetura. Em conjunto, essas ações contribuem diretamente com um bom posicionamento orgânico dos sites nos resultados de busca.

SEO na página

O SEO na página, também conhecido como SEO On Page, está relacionado, como o nome já sugere, às otimizações feitas dentro da própria página. Isso significa o uso fluido de palavras-chave ao longo do texto, cuja estrutura responde, em títulos e subtítulos, às necessidades do usuário de maneira clara.

Além disso, o SEO On Page também consiste na estratégia de texto para as áreas como title tag, meta description e slug, que atraem o usuário para a página e indicam o conteúdo a ser encontrado nela.

SEO fora da página

Por fim, o SEO fora da página – ou SEO Off Page –, envolve todas as ações executadas fora da página. O que isso significa: outros sites que citam ou recomendam os seus conteúdos.

O objetivo do SEO Off Page é mostrar o valor de uma publicação para os buscadores. Isso porque, entre os algoritmos usados no ranqueamento, as menções e os links atribuídos por terceiros a um site é um fator relevante.

Principais aspectos de SEO que um desenvolvedor deve considerar para criar um bom site

Saber o básico do SEO é fundamental para que os desenvolvedores possam entregar páginas prontas para disputarem posições nos buscadores. Para ajudar, reunimos algumas das características mais importantes a serem consideradas nesta etapa.

Segurança

O SEO é um organismo tão importante, que até a segurança compromete seu valor. Um site mal protegido está vulnerável a ataques e manipulação de conteúdos – o que é extremamente malvisto pelos buscadores. Por isso, não se esqueça de verificar se o site possui um certificado SSL que funcione corretamente.

Códigos de resposta

Nós sabemos que nem sempre é possível prever falhas ou imprevistos. Porém, para garantir que eles não irão prejudicar o desempenho de um site ou página, é fundamental trabalhar com códigos de resposta.  

O primeiro passo aqui é verificar se suas páginas estão renderizando os códigos de servidor, como redirecionamento, erro do cliente e no servidor. Depois, uma dica é trabalhar em conjunto com o time de UX para transformar esses códigos em mais que uma mensagem de erro.

Redirecionamento

Falando em redirecionamento, um erro comum nas migrações de site é o de não sinalizar a URL antiga para a nova através do 301. Isso faz com que o usuário clique em links que não existem mais e, por isso, tenha a experiência prejudicada – assim como o seu ranqueamento.

Robots.txt

Uma maneira de evitar a sobrecarga de solicitações no site e a indexação de conteúdos de baixo valor é utilizando esse arquivo. Assim, os buscadores são orientados sobre quais páginas não devem ser incorporadas aos seus resultados.

Sitemaps

O mapa de página não é simplesmente uma forma de organizar a estrutura do seu site, mas também um recurso valioso para esclarecer aos buscadores quais são suas principais páginas, bem como as atualizações ou criações mais recentes.

URL

URLs sem hierarquia ou que não identificam o que será encontrado na página é um grande erro. O uso da palavra-chave é mais que básico para ajudar o usuário a se localizar.

Compatibilidade com dispositivos móveis

Em mundo cada vez mais mergulhado no conceito de mobile first, não desenvolver páginas e sites pautados por esse critério é outro grande erro. Antes da publicação, certifique-se com testes de que eles serão reconhecidos e validados.

Dicas uteis e melhores práticas de SEO para desenvolvedores

Dica extra não faz mal a ninguém, né? É por isso que, além das características importantes que citamos acima, reunimos também algumas dicas e boas práticas que os desenvolvedores devem considerar na hora da etapa de SEO.

TAG de título

Lembra que comentamos lá em cima que o title tag é importante na estruturação do SEO On Page? Pois é, além de ser um dos elementos lidos pelos buscadores, ele também é usado como o texto da aba do site. Você não quer que essa seja uma informação qualquer, certo?

Hoje até existem publicadores que disponibilizam esse campo para edição dos próprios redatores. Entretanto, os profissionais de tecnologia devem sempre ficar atento a essas informações no HTML da página.

Entre os pontos a serem considerados na hora da criação desse texto estão o uso da palavra-chave, o tamanho e a relevância da informação.

HTTPS

A essa altura, certamente você já sabe que HTTPS é um protocolo adicional de segurança que mantém a comunicação entre os dispositivos e os servidores mais segura. Neste caso, provavelmente também deve imaginar como o Google avalia sites e páginas que não utilizam esse recurso.

Sitemap.xml

A construção de um sitemap, por si só, já mostra aos mecanismos de busca que o site possui uma linha colaborativa quanto as buscas. Mas falando em SEO, esse mapa também ajuda na indexação das páginas, indicando para os buscadores tudo aquilo que deve ser considerado na hora do ranqueamento. Quem cria muitas páginas ou atualiza páginas antigas com frequência também pode se beneficiar desse arquivo.

Velocidade de carregamento

Não tem experiência pior de navegação que a de ficar esperando o carregamento de um site. Provavelmente, a atitude da maioria dos usuários diante disso é a de voltar para o buscador e encontrar um novo resultado. Imagine então como eles enxergam esse tipo de página.

Mobile First

Já falamos mais acima sobre esse tópico, mas é sempre importante reforçar que o conceito de mobile first veio para ficar. Hoje, o Google utiliza, inclusive, uma indexação com esse nome. Por isso, aqueles que não criam ou adaptam suas páginas pensando nos dispositivos móveis certamente são prejudicados na hora do ranqueamento.

Atualizações do Google

O Google é um organismo vivo que está sempre passando por mudanças. Se você trabalha com desenvolvimento, certamente já acompanha essas novidades. No universo do SEO não é diferente. De tempos em tempos, atualizações do Google indicam novas diretrizes para quem quer destacar seus conteúdos na primeira página. Fique atento!

Em resumo, a melhor maneira de garantir que o SEO do seu site está adequado às técnicas mais atuais é fazendo o monitoramento de performance. É assim que você pode identificar todos os pontos que eventualmente podem comprometer os resultados e a experiência do seu cliente.

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Flexibilidade no trabalho: como funciona, benefícios e exemplos para implementar

Você já ouviu falar em flexibilidade no trabalho? Trabalho home office, trabalho híbrido e jornada de trabalho reduzida de 5 para 4 dias úteis por semana são alguns exemplos do que é a flexibilidade no trabalho. 

A flexibilização no trabalho é uma tendência mundial que busca aumentar a satisfação dos seus colaboradores. Essa mudança no estilo de trabalho tem muita influência dos profissionais da geração Z, que cada vez mais se preocupam com a saúde mental e buscam a valorização no local de trabalho.   

Para entender melhor o que é e como a flexibilidade no trabalho pode ser implementada na empresa que você trabalha, continue a leitura deste artigo!       

O que é a flexibilidade no trabalho?

Flexibilidade no trabalho pode ser definida como uma mudança na cultura organizacional das empresas, que busca dar mais autonomia e liberdade aos seus colaboradores. Em resumo, é uma alternativa ao modelo de trabalho tradicional e rígido na qual estamos acostumados. 

Com a flexibilidade no trabalho os colaboradores têm mais liberdade para definir o seu local de trabalho, seus horários, sua rotina de tarefas, o dress code, etc. Além disso, eles conseguem ter um maior equilíbrio entre a vida profissional, a vida pessoal e os estudos.

Como funciona a flexibilidade no trabalho?

A flexibilidade no trabalho depende do perfil da empresa e também dos seus colaboradores. Por exemplo, existem negócios, como bancos que possuem horário limitado de funcionamento ou hospitais que precisam funcionar 24 horas, que dificultam a flexibilização. 

De modo geral, a flexibilidade no trabalho pode acontecer de três modos. São eles:

  • Fixo variável: o funcionário escolhe um turno dentro dos horários sugeridos pela empresa;
  • Variável: o funcionário define o seu horário de entrada e saída, e precisa cumprir esse horário todos os dias;
  • Livre: o funcionário define os seus horários, desde que no final da semana ele cumpra a carga horária estabelecida no contrato de trabalho.

Exemplos de flexibilidade no trabalho

A flexibilização do trabalho pode ser aplicada de diversas maneiras dentro de uma empresa. Abaixo, trouxemos cinco exemplos e como cada uma funciona:  

1. Trabalho híbrido

De forma bem simples, o trabalho híbrido é aquele que mistura o home office com o trabalho presencial. Ou seja, alguns dias o colaborador terá a liberdade para trabalhar de onde quiser, enquanto em outros dias ele precisará trabalhar diretamente do escritório.

Para que o híbrido funcione da maneira esperada, as empresas costumam tomar algumas medidas. Por exemplo, definir previamente os dias e horários ou montar uma escala para que os colaboradores fiquem cientes de quando precisarão trabalhar presencial. 

2. Home Office

O home office é uma modalidade de trabalho totalmente a distância. Nela, o colaborador precisa apenas de um computador e de acesso à internet para desempenhar as suas atividades de onde quiser. 

Nos últimos anos, muito impulsionado pela pandemia da Covid-19, empresas de todo o mundo passaram a aderir ao modelo de trabalho home office.

Entretanto, apesar da tendência de crescimento do home office, no Brasil essa ainda é uma realidade distante para muitos. De acordo com um estudo do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), mesmo no auge da pandemia, apenas 10% dos trabalhadores do Brasil aderiram ao home office.

Homem trabalha em home office
O home office é um dos principais tipos de flexibilidade no trabalho e vem crescendo muito desde a pandemia.

3. Cultura horizontal

A cultura organizacional horizontal preza pela autonomia dos colaboradores e pela liberdade para tomar as suas próprias decisões. Dessa forma, os colaboradores são muito mais ativos no dia a dia da empresa e sabem quais atividades precisam realizar sem precisar receber ordens. 

4. Jornada de trabalho reduzida ou flexível

Já pensou não precisar trabalhar 8 horas por dia, nem 44 horas semanais? Com a jornada de trabalho flexível adotada por muitas empresas isso é possível. Para essas empresas, o importante é a entrega das demandas de trabalho dentro do prazo e não o horário de início ou fim do expediente.   

5. Ambiente de trabalho dinâmico

Essa é uma solução para empresas que não podem abrir mão do trabalho presencial, mas buscam alternativas para tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Para isso, existem diversas possibilidades, tais como:

  • Ambientes diversificados para que o colaborador não se sinta preso em uma sala;
  • Dia de escritório ao ar livre ou em um local fora do escritório;
  • Instalação de balcões para quem prefere trabalhar em pé;
  • Mudanças na distribuição das estações de trabalho.

<Leia também: Gestão 4.0: o que é e como surgiu? Veja benefícios/>

Benefícios da flexibilidade no trabalho

Aderir a flexibilidade no trabalho traz uma série de benefícios não só para o colaborador, mas para a empresa como um todo. Dentre as principais vantagens estão:

  • Aumento da produtividade;
  • Equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional;
  • Maior satisfação dos funcionários;
  • Melhoria na reputação da empresa no mercado;
  • Redução de custos;
  • Gestão de talentos para a retenção dos colaboradores.

Existe alguma desvantagem na flexibilidade no trabalho?

Apesar dos pontos positivos da flexibilidade no trabalho, muitas empresas encontram dificuldade na implementação  da flexibilização e na gestão do trabalho da equipe. Por isso, encaram essa dificuldade como uma desvantagem.

Entretanto, é normal que isso aconteça até que todos da equipe, desde sócios e executivos até colaboradores, estejam alinhados e os processos da flexibilização sejam bem estabelecidos.     

Como desenvolver a flexibilidade no trabalho na sua empresa?

Tornar uma empresa flexível é um processo que não pode ser feito do dia para a noite. Em primeiro lugar, é preciso fazer uma avaliação do modelo de negócio, identificar as necessidades e fazer um levantamento dos recursos necessários para essa mudança. 

Logo depois, você deve ouvir os colaboradores para identificar quais são as suas principais demandas e conhecer um pouco mais das suas rotinas, para ver como encaixar isso na estratégia de flexibilidade. 

Por fim, defina a estratégia que será utilizada e comunique aos colaboradores. Tudo o que vier após a implementação faz parte do processo de mudança, que precisa ser acompanhado e aprimorado constantemente. 

Como avaliar se a flexibilidade no trabalho está trazendo bons resultados?

Para saber se a flexibilidade no trabalho está atendendo as expectativas da gestão, a empresa pode adotar uma série de medidas. Por exemplo, adquirir um software de gestão de performance, colher feedbacks, manter um canal aberto entre a gestão de pessoas e os colaboradores, etc.  

Flexibilidade x Responsabilidade

A flexibilidade no trabalho dá mais liberdade aos colaboradores. Mas, diferente do que muitos imaginam, isso não diminui as suas responsabilidades. Pelo contrário. Ao ganhar autonomia, o colaborador desenvolve mais responsabilidade para entregar as suas atividades em dia e não ser cobrado pelos seus líderes. 

<Leia também: O que é gamificação e como aplicar em Gestão de Pessoas/>

Qual o papel do RH e dos gestores na flexibilidade no trabalho?

Ao flexibilizar a rotina de trabalho de uma empresa, a gestão e os profissionais de Recursos Humanos precisam estar bem alinhados para prestar todo o suporte necessário aos colaboradores. 

Para isso, os profissionais de RH devem estar sempre em contato com os colaboradores, perguntar como eles estão se sentindo e o que pode ser melhorado na flexibilização do trabalho. Em suma, o papel do RH é trabalhar para tornar o ambiente de trabalho um local cada vez mais saudável para todos os colaboradores.   

Conclusão

Por fim, podemos concluir que a flexibilidade no trabalho é uma excelente prática para empresas que desejam atrair grandes talentos, aumentar a sua produtividade e se destacar no mercado por ser uma empresa que preza pelo bem-estar dos seus colaboradores.  

Curtiu o artigo e gostaria de iniciar a flexibilização do trabalho na sua empresa, mas não sabe por onde começar? Conheça as soluções corporativas da Faculdade XP e conte com a ajuda de profissionais para encontrar a solução ideal para o seu negócio!   

Conheça os 10 tipos de fintech em alta no mercado brasileiro!

Você provavelmente sabe que existem diversos tipos de fintech no mercado financeiro atual, não é? Bom, essa popularidade começou quando se percebeu que unir tecnologia e serviços financeiros significaria um grande avanço para negócios de vários segmentos.

As fintechs revolucionaram e continuam revolucionando o mercado brasileiro e compreender quais são seus tipos e o impacto que eles promovem é essencial para os entusiastas e profissionais do mercado financeiro.

Logo, se você é uma dessas pessoas, você está no lugar certo. Vamos conhecer os tipos de fintech juntos? Siga a leitura!

O que é Fintech?

Em suma, uma fintech é uma corporação que une inovações tecnológicas com serviços financeiros, possibilitando, assim, novas alternativas para diversos tipos de ações dentro do mercado financeiro: empréstimos, transações, investimentos e entre outros.

Além disso, as fintechs buscam pela desburocratização de processos convencionais, e têm atributos que muito se assemelham com startups, como escalabilidade e metas de crescimento no seu meio de negócio.

Como surgiu o conceito Fintech?

O termo fintech nasceu da união de duas palavras da língua inglesa: financial (financeiro) e technology (tecnologia).

Apesar de usarmos o termo fintech há pouco tempo, a ideia de unir finanças com tecnologia surgiu, muito provavelmente, com a criação dos caixas eletrônicos, no final da década de 1960.

Foi a popularização da internet, entre 1990 e 2000, que possibilitou que a tecnologia se expandisse e nós conhecêssemos o mundo tecnológico como ele é hoje.

Quais os diferenciais da Fintech?

Nós, aqui da Redação Faculdade XP, amamos fintechs pelas facilidades que elas trouxeram para as nossas vidas. Mas, duas vantagens e diferenciais nos chamam atenção. São eles:

  • Solucionar problemas de rotina 100% digitalmente: passar horas em banco? Estamos fora! Pego o meu app e vou embora!
  • Redução da burocracia: mil e um papéis e documentos para abrir uma conta bancária é coisa do passado.

10 tipos de Fintech em alta no mercado brasileiro

É chegada a hora de conhecermos o que você veio aqui entender: os 10 tipos de fintech em alta no Brasil!

Pega papel e caneta ou o bloco de notas do celular e vamos lá!

1. Fintech de investimento

As fintechs de investimentos oferecem o desenvolvimento de plataformas, aplicativos e sites que facilitam a aplicação de capital de forma 100% online e segura.

Assim, a experiência do investidor é favorecida, visto que as ações são práticas e simples. Além disso, algumas fintechs de investimento aliam ofertas de crédito para seus clientes também.

2. Fintech criptomoedas e blockchain

As criptomoedas são conhecidas por serem, em suma, moedas digitais criadas pelas mais diversas organizações.

Essas moedas digitais se tornaram um sucesso no mundo do mercado financeiro. Com isso, fintechs baseadas nas mesmas, com funções de corretoras de blockchain, por exemplo, que é a rede virtual que atua como controladora das operações que envolvem criptomoedas nasceram.

Além disso, fintechs baseadas em blockchain não focam inteiramente em criptomoedas: elas também criam diversos tipos de soluções para descentralizar os investimentos do setor.

Perspectivas de investimento nesse tipo de fintech

Alguns estudiosos no ramo da criptoeconomia afirmam que, mesmo que estejamos passando por um “inverno cripto” muitas empresas e instituições continuaram com avanços no uso da infraestrutura de blockchain para se tornarem mais eficientes.

O Itaú, por exemplo, criou unidades próprias de ativos digitais, e outras instituições provavelmente acelerarão esse movimento no ano de 2023.

Além disso, espera-se que mais empresas criem e lancem as suas próprias criptomoedas, inicialmente explorando questões que envolvem programas de fidelidade, ou seja, é tudo coopera para que as fintechs de criptomoedas e blockchain tenham melhores investimentos e um maior crescimento em 2023.

Profissionais que trabalham em um dos tipos de fintech
O Brasil tem diversos tipos de fintech no Brasil e o país se destaca na América Latina.

3. Fintech de seguros

No ramo de seguros, as fintechs são focadas em utilizar os meios digitais para encontrar lacunas que podem ser preenchidas pelos indivíduos. Assim, é feita uma grande coleta e análise de dados dos usuários e o resultado é a possibilidade de compreender quais bens o indivíduo pode assegurar, considerando o seu estilo de vida e ideais.

Perspectivas de investimento nesse tipo de fintech

Na América Latina, as fintechs de seguro estão crescendo, já que há uma baixa penetração desse tipo de cobertura na região.

O Mercado Pago, por exemplo, passou a vender seguros de vida na casa dos nossos hermanos argentinos, por meio da seguradora Prudential, enquanto a empresa chilena Tenpo se uniu com a Chubb e passou a comercializar seguros contra roubo.

Assim, é possível enxergar os seguros como uma nova onda para as fintechs.

4. Fintech de pagamentos

Se você trabalha com varejo, invista nesse tipo de fintech: elas representam um grande avanço para o setor. Por que? Simples: com novas formas de pagamento, o cliente escolhe como irá realizar as suas compras, melhorando exponencialmente a experiência do consumidor.

Perspectivas de investimento nesse tipo de fintech

Esse tipo de fintech é um dos ramos que mais crescem no Brasil! Inclusive, algumas das maiores e mais populares fintechs do país, estão dentro desse nicho. São elas:

  • Nubank;
  • PagSeguro;
  • PicPay;
  • Mercado Pago;
  • PagBank.

5. Fintech de gestão financeira

Funcionam tanto para pessoas jurídicas quanto para pessoas físicas, das fintechs de gestão financeira disponibilizam soluções para gerenciamento de serviços e finanças pessoais de maneira fácil, organizada e prática.

Para as empresas, as soluções envolvem fluxo de caixa, faturamento, questões fiscais, controle do fluxo de caixa e entre outros.

6. Fintech de crowdfunding

Pensando em angariar fundos para um financiamento coletivo, o crowfunding une diferentes pessoas para criar um determinado projeto.

Essas campanhas podem ser doações destinadas a pessoas físicas, projetos artísticos ou até mesmo projetos sociais! As fintechs de crowdfunding facilitam esse processo, possibilitando que pessoas ao redor do mundo possam auxiliar nas doações.

7. Fintech de empréstimos

Em suma, são aplicativos e sites que auxiliam e promovem microfinanciamentos e serviços que envolvem renegociação de dívidas. É importante citar que, na sua maioria, trabalham associadas a bancos ou instituições financeiras.

8. Fintech de eficiência financeira

Com as operações online, as fintechs de eficiência financeira ganharam um mercado enorme para atuar.

Elas, por sua vez, oferecem soluções que envolvem gestão de dados, prevenção de fraudes, análises de risco de inadimplência, verificação de identidade dos usuários, agilizam transações e entre outras diversas ações.

9. Fintech de contabilidade

Nesse tipo de fintech, o foco é a disponibilização de serviços de contabilidade online, assim os clientes podem realizar os seus próprios controles nas suas empresas. Além disso, nas plataformas, existem diversos tipos de serviços, que incluem gestão fiscal, legalização e consultoria tributária, por exemplo.

Perspectivas de investimento nesse tipo de fintech

Bruno Diniz, sócio da Spiralem Innovation Consulting e diretor da Financial Data & Technology Association (FDATA) para a América Latina afirma que, um dos nichos promissores de fintechs para 2023 é o do back-office e automação financeira, que estão presentes dentro das fintechs de contabilidade.

Ele cita que observa essa tendência desde o ano passado e vê que os problemas que ele esse tipo de fintech soluciona segue sendo uma grande dor para os empreendedores, ou seja, é provável que, a busca para saná-los cresça.

10. Fintech de negociação de dívidas

Parecida com as fintechs de seguros, a fintech de negociação de dívidas funciona como uma mediadora entre o cliente que precisa de um empréstimo e as instituições financeiras que o oferecem. Quando o assunto são a negociação de dívidas, a fintech é a mediadora entre o devedor e o credor, buscando sempre a melhor solução para ambas as partes.

Quais são as maiores fintechs do Brasil?

Em suma, Nubank, Creditas, Méliuz e Banco Pan, são algumas das fintechs brasileiras que mais alcançaram sucesso!

Além disso, o Brasil é protagonista na América Latina quando o assunto é investimento em fintechs: dos US$ 9,4 bilhões investidos em startups brasileiras no último ano, 40% foram para as fintechs. Só em 2022, o número já chega em US$ 1 bilhão!

Vale a pena investir em um tipo de finetch?

Uma fintech de sucesso é sinônimo de dinheiro e mudança de vida. No entanto, apesar do grande sucesso das fintechs no Brasil, há uma alta possibilidade de falha durante a busca pela estabilização do negócio e o investimento nelas pode possuir um alto risco.

Portanto, pesquise muito, entenda o que precisa para investir em fintechs e se você possui todos os requisitos. Se está começando no mercado financeiro, seja ainda mais cauteloso, ok?

Conclusão

Você acabou de conhecer mais sobre os 10 tipos de fintech em alta! Além disso, entendeu o conceito primário da tecnologia em união com os serviços financeiros.

Se você se interessou sobre o assunto e deseja expandir a sua carreira, nós temos a solução certa para você: o MBA em Ciência de Dados Para o Mercado Financeiro da Faculdade XP!

Aprenda com quem revolucionou o mercado e, agora, irá revolucionar a sua carreira.

7 séries para se inspirar a começar a investir em 2023

Que tal aprender se divertindo? É uma forma muito mais leve de compreender qualquer assunto na prática. Por isso, trouxemos uma listagem de séries para você que quer começar a investir!

Existem muitas séries e realities shows que abordam temas relacionados a finanças, como investimentos, empréstimos, mercado de capitais, etc. Eles podem te ajudar a entender os conceitos básicos desse mundo e ainda auxiliar a fazer melhores escolhas financeiras.

Separa a pipoca e veja a lista! 🍿📽

Shark Tank Brasil

Os reality shows são uma espécie de série com personagens da realidade. Por isso, o Shark Tank Brasil (Negociando com Tubarões) entra na nossa lista de séries que pode te ajudar a compreender melhor o mundo dos investimentos.

Criado nos Estados Unidos e transmitido pelo canal Sony, o programa ganhou versão brasileira em 2016, na Band.

O programa mostra empreendedores em busca de ‘investidores-tubarão’: empresários de sucesso que avaliam as propostas e dão conselhos.

Atualmente, o elenco é composto por João Appolinário (fundador da Polishop), Carol Paiffer (CEO e sócio-fundadora da ATOM S/A), Caito Maia (dono da Chilli Beans), Felipe Titto (CEO e fundador da holding Titanium Inc.), José Carlos Semenzato (fundador da Microlins e da SMZTO Holding de Franquias).

Não basta ter uma boa ideia para atrair o interesse do investidor, é necessário ter capacidade de convencimento, visão de mercado e tomar decisões acertadas.

Os ‘sharks’, afinal, são jurados exigentes, com conhecimento teórico e prático. Portanto, avaliam uma série de fatores antes de dizer se aceitam a proposta ou não, como:

  • Quais os riscos e os benefícios do projeto;
  • Público e concorrentes;
  • Dados consolidados dos negócios.

Aliás, em muitos casos, os tubarões oferecem uma contraproposta, que pode ou não ser aceita pelo candidato, ou grupo.

Com esse programa, no mínimo, você aprenderá que alcançar o sucesso pode ser bastante difícil, mas não apenas isso. Também pode te dar ideias para inovar na sua empresa e como avaliar uma boa oportunidade de investimento.

Onde assistir Shark Tank Brasil: Negociando com tubarões

Você pode assistir no NOW e no canal da Sony. Alguns episódios também estão disponíveis no canal do YouTube.

Shark Tank Brasil (Fonte: Sony Channel)

Billions

A trama gira em torno da batalha jurídica entre dois personagens que é Chuck Rhoades (promotor público) e Bobby Axelrod (líder de um fundo de multimercados bilionário).

Cada episódio apresenta elementos do cotidiano do mercado financeiro, além de lições sobre poder e política. Durante as temporadas de Billions, há ensinamentos sobre sucesso, finanças e riscos.

Conheça cinco lições sobre a série:

  • Delegue funções no qual não é bom e faça o que domina com maestria;
  • Paixão e foco andam juntos rumo ao sucesso;
  • Aprenda a fazer alianças e ter aliados para a vida;
  • O nosso corpo e mente estão conectados;
  • O poder da informação é essencial para qualquer tomada de decisão.

Onde assistir Billions

Você pode ver no canal HBO Max, Netflix, Hulu e Amazon Prime Video.

Billions (Fonte: HBO Max)

<Para ver: os 10 melhores sites de investimentos />

American Greed

Essa série de documentários conta diferentes casos de golpes e fraudes no mercado financeiro. As histórias variam desde ocorrências desconhecidas até casos famosos, como o de Jordan Belfort, que inspirou o filme O Lobo de Wall Street.

A série tem um tom moralista: não existe atalho para a riqueza. Quem tentar trapacear um dia é pego. De brinde, ensina a identificar golpes para evitá-los.

A série premiada é narrada pelo lendário ator Stacy Keach. Mais de duzentos episódios, a verdade permanece: algumas pessoas farão qualquer coisa por dinheiro.

Série de documentários com foco nos maiores crimes financeiros da história, desde esquemas Ponzi, assassinato, contagem de cartas, geração de moeda e bens falsos, extorsão, namoro online, roubo de identidade, distribuição de drogas e informações privilegiadas.

Onde assistir American Greed

Disponível na Amazon Prime Video.

American Greed. (Fonte: Amazon Video)

Ainda não acabou, veja mais séries para começar a investir! 🎬

Traders

A produção mostra os bastidores de um banco de investimentos fictício. A trama revela a história de toda a equipe, como gerentes e traders que trabalham diretamente com os clientes.

Um dos principais pontos positivos da série é o fato de desmistificar as falsas premissas sobre o mundo dos investimentos. Quer um exemplo? Os episódios mostram que o mercado financeiro não é um universo tão louco e complicado assim.

Onde assistir Traders

Você pode assistir pela Amazon Prime Video.

Traders. (Fonte: Amazon Video)

<Leia depois: diferenças entre criptoativos e criptomoedas />

Million Dollar Traders

O que você faria com um milhão? É o desafio proposto por essa série. O Million Dollar Traders reúne oito participantes, de diferentes graus de conhecimento, que passam por um treinamento intensivo sobre aplicações financeiras.

Em seguida, cada um deles ganha 1 milhão de dólares para investir à vontade.

Ao mostrar as dificuldades de cada pessoa, o seriado ensina o que é importante no mercado financeiro. Acaba sendo uma verdadeira aula sobre investimentos – é melhor aprender com os erros dos participantes do que com os seus.

A produção foi criada por um gerente de fundos e investimentos, Lex van Dem. É curtinha, com apenas uma temporada.

Onde assistir Million Dollar Traders

Inédita na TV brasileira, a série está disponível, em inglês, no YouTube e no site de Lex van Dem.

Million Dollar Traders. (Fonte: BBC UK)

GameStop contra Wall Street

O documento feito nos Estados Unidos aborda de forma bem humorada sobre uma polêmica do mercado financeiro.
A série explora o caso da GameStop, em que um grupo de pessoas sem experiência no mercado de ações se juntou pela internet para resgatar a loja de jogos da falência.

O caso ficou famoso por apresentar uma comunidade on-line engajada que conseguido realizar um ataque à estratégia de Wall Street de lucrar com a falência de empresas, por meio das redes sociais.

Onde assistir GameStop contra Wall Street

Você pode ver na Netflix.

GameStop contra Wall Street (Fonte: CNN Brasil)

Explicando … Dinheiro

Explicando … Dinheiro é uma série original Netflix de vídeos educativos produzidos para ajudar as pessoas a entenderem melhor como funcionam os mercados financeiros e como gerenciar seu dinheiro de forma eficaz. Os vídeos abordam tópicos como finanças pessoais, investimentos, planejamento financeiro, mercado de ações, crédito, empréstimos, seguros, tributação e outros.

Os vídeos são curtos e abordam os tópicos de forma acessível para quem não tem conhecimento prévio. A série Explicando … Dinheiro é uma excelente ferramenta para aqueles que querem aprender mais sobre como administrar seu dinheiro.

Onde assistir Explicando … Dinheiro

A série é original Netflix, então somente na plataforma de streaming.

Explicando … Dinheiro (Fonte: Netflix)

Resumindo

Gostou das indicações de séries para começar a investir? 😉

Tais séries educativas podem fornecer informações úteis sobre os diversos tipos de investimentos, como ações, títulos e fundos mútuos, bem como sobre as estratégias de investimento que podem ser usadas para obter um retorno a longo prazo.

Portanto, assistir conteúdos audiovisuais em streaming pode oferecer uma visão única de como os mercados financeiros funcionam e ajudar a tomar decisões sobre como investir seu dinheiro.


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6 livros essenciais para quem deseja aprender User Experience

Quando começamos a estudar algo novo, é normal que um dos nossos primeiros questionamentos sejam “quais livros posso ler para aprender mais sobre o assunto?”. Se você está começando a estudar sobre User Experience e está com essa dúvida, neste artigo listamos seis livros User Experience (UX) indispensáveis para quem está começando na área!

UX é a sigla para um termo inglês que se refere a experiência do usuário e abrange diversos cargos. Por exemplo, UX Designer (o mais conhecido na área de UX), UX Writer e UX Research. Independente do cargo que você escolher, os livros deste artigo ajudarão você a ter uma compreensão da área como um todo e ampliar os seus horizontes na área. Salve as dicas e tenha uma boa leitura!   

Livros User Experience: por que manter a leitura em dia?

A maioria das pessoas têm mais facilidade para aprender na prática, isso é fato comprovado pela ciência. Entretanto, não é por isso que se deve abandonar a leitura e o estudo da teoria como uma das formas de aprendizagem.    

Na área de User Experience, manter a leitura em dia é fundamental para se manter por dentro das novidades e não ficar para trás em um dos segmentos mais promissores do mercado de trabalho

Além disso, a leitura é um dos meios mais confiáveis para encontrar informações e uma excelente fonte de pesquisa para referência e inspiração para projetos. Afinal, a maioria dos autores são profissionais experientes e com vasta bagagem na área. 

Confira abaixo os seis livros selecionados para você começar a estudar sobre User Experience. 

1. The Elements of User Experience – Jesse James Garrett

Publicado pela primeira vez em 2002 por Jesse James Garrett, cofundador da  agência de design Adaptive Path, o livro “The Elements of User Experience” é considerado uma leitura indispensável para quem quer começar a estudar sobre UX. 

Capa do livro The Elements of User Experience

Em resumo, o livro é um dos pioneiros quando se fala de experiência do usuário e aborda os 5 elementos do UX. São eles: Estratégia, Escopo, Estrutura, Esqueleto e Superfície.

Para exemplificar como esses elementos funcionam, Garrett utiliza a seguinte imagem:

Elementos do UX segundo o Garret.

Cada elemento desempenha um papel:

  • Estratégia: é uma etapa de conversa e alinhamento para entender as dores do usuário e definir qual produto será desenvolvido; 
  • Escopo: etapa de validação do plano desenvolvido anteriormente e definição das especificações do produto; 
  • Estrutura: dividido entre Design de Interação e Arquitetura de Informação, a estrutura é o momento de pensar como o usuário vai interagir com o produto e definir os fluxos de navegação;  
  • Esqueleto: é o wireframe do produto, onde é definido a interface e o design da navegação;  
  • Superfície: é a solução desenvolvida para solucionar um problema. Ou seja, o produto final que o usuário tem contato.  

De modo geral, esse livro User Experience serve como referência para quem está iniciando na área e não sabe por onde começar a desenvolver um projeto, já que ele traz um passo a passo de como montar um projeto. 

2. HOOKED: Como construir produtos e serviços formadores de hábitos – Nir Eyal

Você sabe porque tem preferência por certos produtos em comparação a outros? Ou porque todos os dias entra nas redes sociais, mesmo com outras coisas mais importantes para fazer? Existe um fator importante para isso: o hábito. 

No livro “HOOKED: Como construir produtos e serviços formadores de hábitos” o autor Nir Eyal fala sobre um modelo de negócio chamado Hooked, utilizado por muitas empresas para estimular e engajar os clientes à marca. 

Capa do livro HOOKED: Como construir produtos e serviços formadores de hábitos”, de Nir Eyal

Em síntese, o Modelo Hooked consiste em 4 etapas que são explicadas por Eyal ao longo do livro User Experience:

  1. Gatilho: é o fator motivacional que faz a primeira dar o primeiro passo para executar uma atividade. Por exemplo, um CTA de “clique aqui” ou o tédio pode ser o gatilho;  
  2. Ação: determina o que você vai fazer após ser impactada com o gatilho. Por exemplo, finalizar uma compra ou mandar mensagem para alguém;
  3. Recompensa: se refere ao que você ganha após executar uma ação. Nem sempre essa recompensa está relacionada a dinheiro, podendo ser likes nas redes sociais, sensação de felicidade, etc; 
  4. Investimento: são os motivos que garantem que o usuário volte a procurar o seu produto ou serviço. Por exemplo, se for um app, as notificações relevantes ou as configurações de preferência podem ser esse motivo decisivo.

3. Don’t Make Me Think – Steve Krug

Ao acessar um site ou baixar um aplicativo, a primeira coisa que você espera é que a página seja intuitiva e que você consiga navegar sem dificuldades, certo? É sobre isso que fala o livro “Don’t make me think”, lançado nos anos 2000 pelo profissional de UX, Steve Krug. 

Livro Don't make me think de Steve Krug

“Uma navegação clara e bem pensada é uma das melhores oportunidades que um site tem para criar uma boa impressão.”

Steve Krug

Em todo o livro, Krug aborda princípios da navegação intuitiva e do design da informação. Além disso, ele traz dicas de como desenvolvedores web e UX designers podem descomplicar a usabilidade e melhorar a experiência dos usuários. 

4. Cultura da Interface: Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar – Steven Johnson

A obra de Steven Johnson “Cultura da Interface: Como o computador transforma a nossa maneira de criar e comunicar”, publicada em 1997, é uma excelente fonte de informação para quem busca entender como a forma de comunicação mudou ao longo dos anos com o surgimento de novas tecnologias.   

"Cultura da Interface: Como o computador transforma a nossa maneira de criar e comunicar" é um dos livros de User Experience mais antigos.

No livro, o autor faz um resgate histórico de como a cultura e a tecnologia se relacionam com a arte. Além disso, Johnson traz reflexões de como os avanços tecnológicos influenciaram o design de interface, que agora precisa ser mais dinâmico e muito mais visual do que textual para prender a atenção do usuário.  

5. Lean UX: Applying Lean Principles to Improve User Experience – Jeff Gothelf e Josh Seiden

Inspirados pelas metodologias ágeis e pela teoria de desenvolvimento Lean, Jeff Gothelf e Josh Seiden lançaram o livro “Lean UX: Applying Lean Principles to Improve User Experience” em 2013. 

Em resumo, o livro faz uma introdução ao Lean UX, abordando princípios e técnicas importantes para executar o processo Lean UX e integrá-lo às organizações. O Lean UX é um processo que permite o foco total na experiência do usuário, sem tanta preocupação com prazos de entrega.  

Durante a leitura, Gothelf e Seiden levantam alguns pontos importantes para a execução do Lean UX. Por exemplo, como tornar a sua equipe mais produtiva e fazer com que eles se concentrem para obter resultados positivos, como integrar a voz e os desejos do cliente durante o projeto, como identificar as mudanças necessárias para a integração do Lean UX, etc.  

Capa do livro User Experiência "Lean UX: Applying Lean Principles to Improve User Experience"

6. Redação Estratégica Para UX: Aumente Engajamento, Conversão e Retenção com Cada Palavra – Torrey Podmajersky

“Como escolher as melhores palavras? E como saber se vão funcionar?”. Essas são duas perguntas que estão na sinopse do livro “Redação Estratégica Para UX” que resumem bem o dilema de quem trabalha com redação.     

Redação Estratégica Para UX para quem quer seguir a área de UX Writer.

A autora do livro, Torrey Podmajersky, discute ao longo de 184 páginas quais são as melhores estratégias para converter, engajar e dar todo suporte aos usuários de um produto ou serviço. 

Para exemplificar o que está sendo dito, Podmajersky criou empresas fictícias e foi aplicando as estratégias nos exemplos dessas empresas. Além disso, ela também traz os seus planos de trabalho para empresas que ela já prestou consultoria para que o leitor possa tomá-lo como base. 

De modo geral, é um livro bem didático e extremamente prático para quem trabalha com redação estratégica. 

Conclusão

Estudar sobre UX nunca é demais! Por ser uma área relativamente nova e que vem ganhando espaço nos últimos anos, quanto mais informações sobre a experiência do usuário você tiver, maiores são as suas chances de crescer na área.

Se você curtiu as dicas do artigo e deseja aprofundar os seus conhecimentos em UX, o Bootcamp Online de Experiência do Cliente é uma excelente oportunidade! Em apenas 10 semanas você aprenderá como utilizar ferramentas de Customer Experience e desenvolver estratégias para melhorar a experiência dos seus clientes.