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Data Product Manager: quem é este profissional?

Fazer pessoas se apaixonarem por um produto é difícil. Para chegar a esse nível de experiência do cliente são necessárias muitas análises, por isso, a importância do profissional Data Product Manager. 

Wendy Turner-Williams Diretora de Dados da Tableau, afirma que essa é uma função ideal, já que bons produtos precisam de bons gerentes de produto. 

“Acredito que uma das primeiras pessoas que eu contrataria seria um Data Product Manager. Esses profissionais desenvolvem uma visão e depois conduzem os engenheiros de acordo com essa visão; e eu gosto disso”, Wendy Turner-Wiliams em entrevista para Monte Carlo.

Com o avanço da tecnologia e a busca incessante em agradar ao consumidor, cargos como o do Data Product Manager ganharam e continuam ganhando espaço no mercado de tecnologia, e seguem mostrando que vieram para ficar com a forte união do Data Science e do Product Management. 

Curioso para entender mais sobre essa área? 

O que é Data Product Manager?

São especialistas em análise de produto e, além disso, são conhecidos por serem a versão de Ciência de Dados de um gerente de produto tradicional. 

A sua visão geral é desenvolver a capacidade que uma empresa tem de operacionalizar os dados com eficiência.

O que faz um Data Product Manager?

Os Data Product Managers cuidam de tudo que se relaciona com os dados: equipes de ciências e produto de Dados, e ficam de olho na jornada desde a estratégia, passando pela implementação até onde os olhos puderem analisar. 

Algumas da suas funções são: 

  • Identificar problemas e gargalos na experiência de dados dos usuários; 
  • Solucionar esses problemas e lacunas; 
  • Otimizar a priorização dos projetos; 
  • Desenvolver produtos orientados a dados; 
  • Desenvolver produtos com características que sejam compatíveis com a visão da empresa e as expectativas dos usuários.

Data Product Manager vs Product Manager

Algumas pessoas ainda acreditam que esses profissionais exercem as mesmas funções — o que não é verdade. 

Vamos lá: o que diferencia, majoritariamente, um Data Product Manager (PM de dados) de um Product Manager (PM) é a relação dos mesmos com os dados. 

Um PM precisa gerenciar e lidar com dados, mas há uma diferença gigante no que diz respeito a escala e mentalidade voltada para eles quando comparado com um PM de dados. 

Assim, enquanto um PM de dados gerencia as informações, cria, armazena, organiza e cuida do fluxo de dados e os usa na tomada de decisões, um PM tradicional alavanca dados de alguma forma, mas, definitivamente, esta não é sua principal responsabilidade.

Data Product Manager trabalhando na análise de um produto
O Data Product Manager tem conhecimento aprofundado em dados que serão relevantes para o desenvolvimento e aprimoramento do produto.

Como o Data Product Manager impacta no time de produtos? 

De três formas principais, são elas: 

  • Redução da carga de gerenciamento de dados entre colaboradores;
  • Operacionalização de dados mais consistente, com menos erros e mais acessível; 
  • Incorporação de Machine Learning: assim os produtos podem ser automaticamente adaptados para as preferências do usuário.

Cientistas de Dados podem se tornar Data Product Manager?

Claro que sim! 

Na realidade, os Cientistas de Dados e os Data Product Managers têm muitos objetivos em comum: os dois cargos precisam conhecer bem o negócio, objetivos e deficiências. 

O que os diferencia é a forma na qual as suas metas individuais são atingidas, no entanto, as metas principais são compartilhadas. Além disso, o Cientista de Dados tem foco na codificação e para se tornar um Data Product Manager ele precisa compreender ainda mais o produto.

É claro que a Ciência dos Dados pode ter um foco na codificação, mas sem uma compreensão do negócio e do produto, um modelo de Data Science pode ser completamente inútil. 

Por isso, é essencial ter esta compreensão para ambas as funções, pois este conhecimento é a forma de se chegar aos próximos passos, um processo, um diagnóstico de problemas e eventuais soluções.

Competências do Data Product Manager

Enquanto um Product Manager é mais centrado no cliente, o Data Product Manager é mais focado nos dados, por isso, suas habilidades são diferentes. Algumas competências importantes de um PM de dados são: 

  • Inteligência comercial;
  • Análise e gerenciamento de dados;
  • Habilidades de comunicação;
  • Desenvolvimento de produtos de dados;
  • Gestão de produtos;
  • Compreensão de SQL;
  • Compreensão de Machine Learning;
  • Compreensão de análise estatística de dados.

E aí, qual dessas você já desenvolveu bem e quais ainda não faz ideia de como funciona? Já anota tudo para pesquisar mais depois! 

Mercado de trabalho para o Data Product Manager

Vamos conhecer, agora, um pouco mais sobre o mercado de trabalho para um PM de dados?  É só seguir a leitura!

Quais empresas precisam de um Data Product Manager?

Todas as grandes organizações que têm carteiras com diversos tipos de produtos. 

Salários

Os salários variam. Por exemplo, nos Estados Unidos, PMs de dados ganham US$ 117.599 por ano em média, podendo ser de US$ 87.000 para os menos privilegiados e até US$ 158.000 para os do topo. 

No Brasil, por sua vez, o salário médio de um Data Product Manager é de R$ 12.500, segundo o Glassdoor.

Mas esse número pode ser tanto maior, quanto menor e é muito influenciado pelo tamanho da empresa na qual o PM de dados trabalha e, em qual parte do país ela está inserida.

Veja alguns salários oferecidos por grandes empresas: 

  • Coca-Cola Company: R$ 12 mil até R$ 13 mil; 
  • Accenture: R$ 17 mil até R$ 19 mil; 
  • Grupo Globo: R$ 23 mil até R$ 25 mil. 

Achou que a remuneração vale a pena, ou não? Vamos conhecer mais um pouquinho sobre a empregabilidade deste cargo? 

Empregabilidade

O mercado está mais quente do que nunca para os Data Product Managers.

No Brasil, a profissão já é conhecida como uma daquelas que está em alta. No exterior, mais especificamente nos EUA, segundo o Bureau of Labor Statistics, os empregos de analistas de dados terão 25% de aumento até 2030.

Então, você já sabe: as vagas estarão abertas para aqueles que forem melhor capacitados!

Como se tornar um Data Product Manager?

Vamos focar em como se tornar um PM de dados através de habilidades, ou seja, em como você deve desenvolver algumas qualificações importantes para a área, ok? São elas: 

  • Dados: óbvio, mas real. Desenvolva uma base sólida em dados, entenda bem todo o universo de Data Science;
  • Habilidades de perfil: domine as soft skills;
  • Multidisciplinaridade: mostre que você desenvolveu diversas habilidades durante a sua carreira, mesmo com um perfil específico;
  • Cases: tenha casos de sucesso no seu background. É importante que você mostre o impacto do seu trabalho nos projetos bem sucedidos que participou.

Contemple as bases: dados, produtos e negócios que você ficará bem. Além disso, busque formação na área, ok? 

Conclusão

O mercado de dados está quente e esse pode ser o momento ideal para buscar oportunidades de adentrá-lo. Como já citado, buscar formação na área pode te ajudar muito a se tornar um Data Product Manager. 

E nós sabemos qual a formação perfeita para você: a Pós-Graduação em Ciência de Dados da Faculdade XP! Com ela você será responsável por gerar diversos insights através do Big Data e diversas outras fontes de dados.

Perfil de liderança: o que é e como desenvolver?

Liderar pessoas é muito desafiador. Apesar de não existir um perfil de liderança perfeito ou ideal, conhecer os principais é essencial na hora de orientar ações e iniciativas. 

Além disso, o líder precisa ter características bem específicas, já que são elas que o ajudarão a orientar e planejar os melhores caminhos para o sucesso. Existem características que são mais fortes em alguns perfis de liderança do que em outros e a forma que o líder lida com cada uma delas impacta, diretamente, no sucesso e desenvolvimento da equipe, além dos resultados e crescimento da empresa. 

Atualmente, o desejo e a importância de liderar tem estado em ascensão, já que a atuação tem ligação direta com o crescimento contínuo da empresa, ou growth hacking. 

Assim, é importante compreender quais são suas características enquanto líder, se elas precisam de mudanças e, por fim, qual o seu perfil de liderança. Vamos entender mais sobre o assunto? 

Continue a leitura! 

Existe um único perfil de liderança?

Não! Todo ser humano é diferente um do outro, a mesma lógica se aplica ao perfil de liderança. 

Cada líder tem a sua personalidade, crenças, valores, formação, estilo de trabalhar e isso influencia diretamente na forma de trabalho do mesmo. 

Quais os tipos de liderança mais comuns? 

Em suma, são 8 tipos de liderança mais comuns: 

  1. Liderança democrática;
  2. Liderança autocrática;
  3. Liderança estratégica;
  4. Liderança transformacional;
  5. Liderança transacional;
  6. Liderança estilo coach;
  7. Liderança burocrática;
  8. Liderança Laissez-faire. 

Vamos conhecer cada um deles especificamente? 

Liderança democrática 

Esse tipo de liderança, como o nome já diz, leva em conta o que a equipe pensa como um todo. 

Além disso, essa maneira de liderar é muito bem vista pelos profissionais da geração Y, que vem tendo melhores resultados quando liderados por líderes democráticos. 

Quando falamos do perfil de liderança dentro deste tipo, encontramos o líder democrático, que tem a colaboração como peça-chave. 

  • Perfil de liderança: líder democrático;
  • Pontos positivos: incentivo ao time em todas as decisões e/ou atividades;
  • Pontos a melhorar: indecisão. 

Liderança autocrática

O estilo de liderança autocrática vem sendo bastante criticado por se tratar da concentração de ideias, planos e ações em uma pessoa só: o líder. 

Não há diálogo aqui, o líder toma decisões sem consultar equipe, impõe regras e ordens, além de ser um ambiente sem colaboração que não é bem visto e bem recebido por profissionais mais jovens, que buscam espaços mais participativos e abertos. 

  • Perfil de liderança: líder coercitivo;
  • Pontos positivos: movido por resultados e tem facilidade em lidar com indivíduos problemáticos;
  • Pontos a melhorar: respeito, empatia e se mostrar um profissional digno de confiança. 

Lembre-se que há uma grande diferença entre líder e chefe.

Liderança estratégica

A liderança estratégica é uma das mais buscadas no mercado de trabalho, já que os líderes desse tipo conseguem enxergar as necessidades da empresa além de buscar novas oportunidades de crescimento. 

  • Perfil de liderança: marcador de ritmo;
  • Pontos positivos: foco em resultados e está sempre pronto para ajudar;
  • Pontos a melhorar: tende a não respeitar o ritmo de trabalho de outros profissionais. 
Time trabalha junto e motivado quando se tem uma pessoa com perfil de liderança
É possível desenvolver um perfil de liderança com as suas habilidades.

Liderança transformacional

O estilo de liderança transformacional conta com líderes que servem de modelo para a empresa e para o time. Além de incentivar, capacitar e valorizar a equipe, ele entrega valor nos seus relacionamentos. 

Assim, é uma liderança altamente requisitada no mundo corporativo, visto que nesta área é muito importante ter líderes que saibam trabalhar e engajar a equipe para alcançar novos resultados. 

  • Perfil de liderança: inspirador;
  • Pontos positivos: competência e carisma;
  • Pontos a melhorar: tende a entrar em conflito com outras figuras de liderança da empresa. 

Liderança transacional

Provavelmente você já ouviu o relato de algum profissional que comentou sobre a empresa estar dando pacotes de viagens para os profissionais que atingirem a meta do mês, certo? Essas ações são típicas de líderes transacionais. 

Nesse estilo de liderança, a busca por resultados se dá por meio do incentivo através de recompensas (e punições, caso as metas não sejam atingidas) e o foco é quase que unicamente nas metas e prazos, não abarcando o estímulo da criatividade e trabalho de desempenho da equipe.

  • Perfil de liderança: líder transacional;
  • Pontos positivos: é fiel às metas, mensuráveis e prazos;
  • Pontos a melhorar: não é inovador nem criativo. 

Liderança estilo coach

Nesse tipo de liderança, o líder acredita que o treinamento e desenvolvimento das pessoas é o ponto mais importante do trabalho. 

Além disso, ele consegue enxergar bem cada um da equipe, seus pontos fortes e fracos, como eles lidam com certos tipos de demandas e, com isso, consegue designá-los para tarefas que os desenvolvam mais enquanto profissionais por meio de planos de ação. 

  • Perfil de liderança: treinador;
  • Pontos positivos: foco no desenvolvimento da equipe;
  • Pontos a melhorar: tende a acreditar que treinamentos são mais importantes que conversas sinceras.

Liderança burocrática

Como o nome já diz, a liderança burocrática é cheia de trâmites: as metodologias consideradas advém única e quase que exclusivamente de livros, normalmente antigos e datados. 

Por ser uma liderança mais tradicional e conservadora, é difícil ver o líder aceitando opiniões da equipe, principalmente se forem opiniões que são divergentes da dele.

  • Perfil de liderança: burocrático;
  • Pontos positivos: não prende o time 100%;
  • Pontos a melhorar: resistência à mudança.

Liderança Laissez-faire

A expressão “laissez-faire” significa “deixar fazer” em francês, o que corresponde que, nesse estilo de liderança, o líder dá autonomia para a equipe trabalhar, criando espaço para inovação, motivação, produtividade e autorresponsabilidade.

  • Perfil de liderança: liberal;
  • Pontos positivos: dá espaço para inovação, criatividade e troca de conhecimento;
  • Pontos a melhorar: caso não haja atenção do líder, ações que precisam de suporte podem não tê-lo e, assim, comprometer os resultados da equipe.

Ainda existe um diferente perfil de liderança: o líder jardineiro

Qual o melhor perfil de liderança?

Como você leu nos oito tipos e perfis de liderança acima, todos têm algo em comum: têm pontos positivos e negativos. 

Assim, não é possível que haja um perfil de liderança melhor que o outro, todos têm as suas particularidades importantes para cada tipo de negócio. 

Logo, para algumas empresas, o perfil de liderança liberal vai ser mais aceito, enquanto em outras, o perfil burocrático é essencial. Depende de cada negócio e onde ele quer chegar.

Qual a importância de ter um perfil de liderança na sua equipe?

Um líder é essencial para oferecer um ambiente que seja saudável para o desenvolvimento profissional da equipe. Além disso, ele é o responsável por motivar os colaboradores, criar estratégias e ainda pensar nas melhores práticas de condução do time

Qualquer pessoa pode desenvolver um perfil de liderança?

Em suma, claro que sim

É importante ressaltar que algumas pessoas já nascem sendo líderes naturais. No entanto, qualquer um pode, com dedicação, desenvolver a liderança reunindo as práticas e habilidades necessárias para a função, principalmente as soft skills e power skills

<Leia também: Como se tornar um líder: 5 passos para se desenvolver/> 

Como descobrir o meu perfil de liderança?

Entenda que “ações valem mais que mil palavras”, ou seja: analise-se. Observe as suas atitudes enquanto líder e profissional, e perceba em qual perfil você se encaixa mais. Algumas atitudes óbvias e bem claras suas logo te dirão o seu caminho.

Além disso, invista no seu autoconhecimento e em informações suficientes para que você consiga gerir pessoas que, por sua vez, irão gerir processos importantes e de alto impacto. 

Para isso, nós temos uma dica: o MBA em Gestão de Processos de Negócios da Faculdade XP!

Aprenda o que é a Técnica Feynman + 5 passos de como aplicá-la

Estabelecer uma rotina de estudos, por si só, já é difícil. Imagine então quando é preciso estudar um tema que você tem dificuldades ou com o qual não está familiarizado. Mas você sabia que existe uma técnica que ajuda nesse processo? É a Técnica Feynman.

Quem é da área de humanas, por exemplo, costuma ter dificuldades com conteúdos de exatas. Com esse método de quatro passos (+1 adicional), é possível agilizar o aprendizado. Neste artigo mostramos como ela funciona e sua aplicação. Papel e caneta na mão!

O que é a técnica Feynman?

A técnica Feynman é uma metodologia de estudos que auxilia o cérebro na compreensão de um tema. Ela foi desenvolvida pelo físico americano Richard Feynman, ganhador de um Prêmio Nobel em 1965, por suas contribuições no campo de eletrodinâmica quântica.

O objetivo do Método Feynman é estimular o órgão a entender sobre um assunto de maneira aprofundada, ainda que ele seja complexo para quem o estuda.

Para que serve a técnica Feynman?

Nem sempre o que precisamos estudar é de fácil compreensão. Por exemplo: quem é programador, provavelmente terá mais facilidade para aprender uma nova linguagem de programação que uma pessoa que nunca teve contato com esse universo.

Em vestibulares isso é ainda mais comum. Afinal, quem tem domínio de um campo da ciência, normalmente tem dificuldades de compreensão do outro. Assim, na hora do estudo, a concentração é maior no campo de afinidade, para garantir uma boa nota. O tempo que sobra é usado para tentar entender um pouco mais sobre os demais temas.  

O objetivo da técnica criada por Richard Feynman é, justamente, a de garantir que as pessoas aprendam qualquer conteúdo de maneira efetiva. Para isso, ele desenvolveu quatro passos que devem ser seguidos para agilizar esse processo.

< Leia também: Mindset de Crescimento: o que é e como ter essa mentalidade />

Como funciona a técnica Feynman?

A técnica é pautada por quatro passos, mais um adicional de reforço. Para executá-los, a pessoa deve escolher o tema que possui dificuldades ou necessidade de aprender rapidamente.

Feito isso, a sequência deve incluir uma lista de tudo o que se sabe a respeito sobre aquele tema, a tentativa de transmitir esse conhecimento para uma outra pessoa e a revisão do assunto.

Como pode perceber, a ideia do Método Feynman é estimular o cérebro a aprender um assunto a partir de técnicas de organização.

5 passos para aplicar a técnica Feynman?

A técnica elaboradora por Feynman inclui quatro passos simples. Para executá-los, basta atenção, concentração e organização. Ao fim, o estudante ainda executa um quinto passo, de reforço, para garantir o aprendizado.

Se você está curioso e quer saber como potencializar os estudos, veja mais detalhes sobre cada um deles.

Escolha um conceito

O primeiro passo para aprender algo é, justamente, ter clareza do que será aprendido. É neste momento então que você deve definir o tema de estudo. Seja específico e foque naquilo que tem dificuldade.

Depois da definição, pegue uma folha em branco e escreva o tema no cabeçalho. Abaixo dele, você deve anotar tudo o que sabe sobre o assunto, mesmo que seja superficialmente. Lembre-se que clareza é fundamental no processo de aprendizado, por isso, use termos simples e faça conexões que o ajudarão.

Por fim, sempre que aprender algo novo sobre o tema, adicione as informações nesse mesmo papel. Adote um esquema mental que já funciona para você, assim, terá mais facilidade ao reler o material e identificar o conteúdo.

Ensine esse conceito para um leigo

Sempre que ensinamos algo a alguém, também estamos aprendendo. Isso acontece porque a concentração é maior neste momento. Dito isso, o segundo passo é justamente o de repassar o tema em formato de explicação.

Use suas anotações para ensinar alguém. Seja didático, claro e simples, como se estivesse ensinando para uma criança. Caso não tenha um público de verdade, vale recorrer ao imaginário. O importante aqui é testar sua capacidade de transmitir conhecimento.

Identifique falhas na sua compreensão do conceito

Enquanto estiver explicando o conteúdo para alguém (ou fingindo explicar), você será capaz de perceber o quanto sabe, de fato, sobre o assunto.

Concentre-se em mapear os trechos de maior dificuldade, ou seja, aquelas lacunas que impediram você de ter um discurso fluido durante sua explicação.

Com esses pontos identificados, o terceiro passo é revisitá-los. Releia suas próprias anotações e, se preciso, recorra a novas pesquisas para explorar mais o tema e garantir sua total compreensão.

Revise, organize e simplifique

O último passo do método Feynman estabelece uma revisão do trabalho já feito. Isso significa reler o material que criou e buscar maneiras de simplificá-lo ainda mais.

Agora que você já tem mais familiaridade com o assunto, esse trabalho será mais fácil. Provavelmente conseguirá fazer conexões mais assertivas, dar exemplos mais claros e criar uma história que faça mais sentido para o seu cérebro.

Para finalizar, leia o material em voz alta na tentativa de identificar oportunidades. Se perceber que o entendimento ainda não é completo, é necessário mais estudo.

Repita todo o processo

Embora a técnica Feynman se resuma aos quatro passos anteriores, um quinto foi adicionado para reforçar o processo. Nele, você deve repetir todas as etapas, a fim de garantir domínio total do assunto.

De acordo com o próprio Richard Feynman, a repetição é a chave para a compreensão. Quanto mais você lê, mais você absorve e, consequentemente, aprende.

Exemplo de aplicação da técnica Feynman

Na imagem abaixo, um exemplo da técnica Feynman aplicada ao famoso Teorema de Pitágoras. Embora ele se trate, basicamente, de uma fórmula matemática, é possível encontrar dificuldades de entendimento entre os que não têm grande domínio das ciências exatas.

Reprodução: College Info Geek

Note que as primeiras linhas da folha foram dedicadas a explicar o conceito do Teorema. Ao lado da palavra right triangle (triângulo retângulo), um desenho ilustra a forma. Já ao lado de hypotenuse (hipotenusa), um parêntese reforça a definição da palavra.

Por fim, a explicação é seguida da fórmula e de um desenho, que reforça sua estrutura, assim como um cálculo exemplificativo.

Por que a técnica Feynman é importante para os líderes?

Um dos papéis de um líder é ensinar. Entretanto, com a rápida evolução das áreas, é difícil garantir conhecimento absoluto sobre todos os temas.

A técnica Feynman pode, neste caso, ser usada para melhorar o entendimento sobre um assunto específico. Assim, sempre que for necessário dominar algo relacionado à área, o profissional pode seguir os passos para se familiarizar mais e ser capaz de orientar o seu time.

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Síndrome do impostor: o que é e quais os sintomas

Um problema muito comum que vem sendo discutido na atualidade é a síndrome do impostor. Pessoas com essa síndrome vivem em um círculo vicioso de autossabotagem, baixa autoestima e insegurança.

Normalmente, a pessoa atingida pela síndrome do impostor vive com a sensação de que não merece o que conquistou ou que tudo conquistado foi por pura sorte. Frequentemente, ela compara a sua vida com a das outras pessoas, como se os outros fossem bons em tudo e ela não fosse bom em nada.

Se você nunca ouviu falar ou conhece pouco sobre essa síndrome, continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre a síndrome do impostor!  

O que é síndrome do impostor?

A síndrome do impostor é o nome dado para uma desordem de autopercepção que faz com que as pessoas duvidem da sua própria competência ou se enxerguem como não merecedoras do que conquistaram. Ou seja, pode ser considerada uma insegurança além dos limites considerados normais ou saudáveis pelos especialistas.   

Qualquer pessoa pode sofrer da síndrome do impostor, tanto homens quanto mulheres, principalmente se forem pessoas competitivas e que internalizam críticas e falhas. Entretanto, especialistas apontam que grupos específicos, como mulheres, pessoas não brancas ou a comunidade LGBTQIAP+, são mais propensos a desenvolver a síndrome do impostor

Isso porque os grupos socialmente mais vulneráveis têm suas conquistas colocadas em dúvida e precisam estar constantemente se provando para conquistar novos espaços.   

Como o conceito síndrome do impostor surgiu?

O termo “síndrome do impostor” foi publicado e conceituado pela primeira vez em 1978 no artigo The Impostor Phenomenon in High Achieving Women: Dynamics and Therapeutic Intervention ou “O fenômeno do Impostor em mulheres bem sucedidas: dinâmicas e intervenções terapêuticas” em tradução para o português.

Escrito por Pauline Rose Clance e Suzanne Ament IMES, pesquisadoras da Universidade do Estado da Geórgia, o estudo entrevistou 150 mulheres bem sucedidas profissionalmente. Ao analisar as respostas das entrevistas, elas perceberam que cerca de 70% das entrevistadas já sentiram uma fraude em algum momento do trabalho.        

Quais os sintomas da síndrome do impostor?

Geralmente, muitos dos sintomas se assemelham aos sintomas de outros transtornos, como ansiedade e depressão. Abaixo, falamos um pouco dos sintomas da síndrome do impostor:    

Insegurança da sua própria capacidade

O principal sintoma da síndrome do impostor é o excesso de insegurança. Pessoas que sofrem com a síndrome acreditam que são uma farsa, que não merecem o que conquistaram.   

Autossabotagem

Necessidade de se colocar para baixo, sempre em posição de inferioridade, por acreditar que não são capazes de ter o melhor ou por medo de serem “desmascaradas”. 

Mulher com máscara sofre de síndrome do impostor
É importante buscar por ajuda psicológica para identificar os sintomas da síndrome do impostor.

Procrastinação

Adiamento de atividades até o último momento por medo das avaliações e críticas que pode receber sobre aquele trabalho. Esse é um sintoma que aumenta o absenteísmo no trabalho e prejudica a vida profissional do indivíduo.  

Trabalhar excessivamente

Em contrapartida da procrastinação, algumas pessoas com síndrome do impostor passam o tempo todo trabalhando em busca de aprovação pessoal e aceitação das outras pessoas. Por conta disso, essas pessoas também são mais suscetíveis a desenvolver síndrome de Burnout.     

Comparação com os outros

O sentimento de não ser bom o suficiente e de estar sempre em busca da perfeição faz com que a pessoa constantemente compare a sua vida com a das outras pessoas. Além da comparação, é comum valorizar as conquistas ou qualidades alheias, enquanto menospreza as suas.  

Agradar a todos

A vontade de ser aceito por todos e o medo de ser desmascarado faz com que a pessoa esteja sempre tentando agradar ao outro. Em busca dessa aceitação, é comum que essas pessoas se coloquem em situações humilhantes.    

Ansiedade

O medo da descoberta de uma farsa faz com que a pessoa viva constantemente ansiosa imaginando situações onde ela é exposta na frente de todos. 

Medo de críticas

Avaliações e críticas são naturais e devemos estar preparados para recebê-las. Entretanto, a síndrome do impostor faz com que a pessoa tenha medo de receber críticas, pois normalmente elas internalizam a crítica e se punem pelo o que foi dito. Assim como a procrastinação, o medo de críticas é um problema que prejudica a gestão de carreira profissional do indivíduo e o impede de crescer o quanto poderia. 

Como diagnosticar a síndrome do impostor?

O diagnóstico da síndrome do impostor é feito por um psicólogo(a), que é o profissional mais qualificado para tratar esse tipo de desordem de autopercepção. Se você se identificou com no mínimo três sintomas, ou identifica em pessoas próximas a você, o mais indicado é procurar um psicólogo(a) para tirar a dúvida se é síndrome do impostor ou outros transtornos mentais.   

Existe tratamento para a síndrome do impostor?

Apesar da Organização Mundial de Saúde (OMS) não classificar a síndrome do impostor como um transtorno mental, ela é um problema que deve ser tratado com acompanhamento terapêutico

Durante as sessões de terapia, o paciente vai entender as origens da sua insegurança e desenvolver habilidades para evitar a autodepreciação ou para saber lidar com esse tipo de pensamento quando eles surgirem.    

Além disso, algumas atitudes ajudam a combater a síndrome do impostor:

  • Aceite seus qualidades e seus defeitos; 
  • Evite comparações com outras pessoas;
  • Tenha um mentor ou uma pessoa mais experiente para pedir conselhos e compartilhar suas angústias. 

Como lidar com uma pessoa que tem síndrome do impostor no ambiente de trabalho?

No ambiente corporativo, um dos principais desafios para os profissionais de Recursos Humanos é lidar com pessoas que têm síndrome do impostor, visto que esse problema pode atingir até 70% dos colaboradores

A síndrome do impostor no ambiente de trabalho atrapalha a organização, compromete a produtividade e faz com que o colaborador perca oportunidades de crescimento. Em situações mais extremas, a síndrome do impostor faz com que o colaborador seja até demitido do trabalho.     

Por isso, é importante que o RH fale sobre a valorização da saúde psicológica no ambiente de trabalho, incentivando os colaboradores a procurarem terapia. Além disso, o RH deve fazer um trabalho interno para que os colaboradores evitem comparações entre si e não alimentem o sentimento de autossabotagem.   

Conclusão

Ao longo deste artigo falamos sobre a síndrome do impostor, como ela pode atingir boa parte da população e quais são as consequência dessa síndrome. Apesar do artigo ter informações importantes sobre a desordem de autopercepção, caso você suspeite que sofre da síndrome do impostor, é de extrema importância que você procure um psicólogo para receber o diagnóstico e tratar a síndrome da maneira correta.

Descubra como ser um programador e aproveitar as oportunidades da área de Programação

Como ser um programador na era da Transformação Digital? Considerada uma profissão promissora por conta dos altos salários e da necessidade de pessoal, muitos estão indo para essa área.

A Transformação Digital é um movimento cujo objetivo é aproveitar os recursos tecnológicos para melhorar e modernizar os processos de negócio. Empresas de todos os setores estão adotando tal transformação, a fim de para melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficiência dos processos e reduzir custos.

No mesmo caminho, a profissão de programador tem muito a ganhar com isso. Os programadores são fundamentais para o sucesso das instituições, sejam elas publicas ou privadas, isso quando se trata de implementar novas tecnologias e sistemas digitais.

Saiba que a demanda por tais profissionais está aumentando, pois empresas de todos os tipos estão buscando otimizar seus processos para serem mais competitivos no mercado.

Por isso, neste conteúdo você entenderá como virar um programador, habilidades necessárias, faculdades, cursos, salários e muito mais. Boa leitura!

Quais são as projeções do mercado para a área de programação nos próximos anos?

De acordo com uma pesquisa feita pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação entre 2018 e 2024 deverão ser criadas 420 mil vagas para a área de Tecnologia da Informação. Os principais focos são para atuar em: Inteligência Artificial, Segurança da Informação, Big Data, Nuvem e Internet das Coisas.

Em 2020, a CNN Brasil fez uma reportagem desenvolvida para a série especial Economia Digital que indicando que a procura pelo profissional de desenvolvimento cresceu o quantitativo expressivo de 670%.

Por que a área de programação é considerada uma profissão do futuro?

Antes de tudo, você precisa entender que uma profissão do futuro é aquela criada com base em novas tecnologias ou novas tendências de mercado. Elas são desenvolvidas para atender às necessidades de um mercado em constante evolução e para oferecer serviços, produtos e experiências que atendam às expectativas dos consumidores e usuários.

Essas novas ocupações incluem programadores, engenheiros de robótica, engenheiros de inteligência artificial, desenvolvedores de realidade virtual, desenvolvedores de blockchain e cientistas de dados.

Todas essas profissões do futuro exigem conhecimentos profundos em áreas específicas, como computação, engenharia, matemática, tecnologia da informação e negócios. Você percebe que precisa entender programação para fazer tudo isso acontecer? 👨‍💻👩‍💻

Além disso, elas também exigem a capacidade de se adaptar e se ajustar rapidamente às mudanças tecnológicas, às tendências de mercado e às necessidades disruptivas dos clientes.

O que faz um programador(a)?

Um programador é responsável por desenvolver softwares, aplicativos e outros programas de computador para as mais diversas finalidades. Essa profissão exige um alto nível de conhecimento em diversas áreas, como lógica de programação, análise de sistemas, banco de dados, engenharia de software, entre outras.

O profissional deve, então, desenvolver códigos em linguagens de programação, tais como C++, Java ou Python. Além disso, é necessário que ele utilize diversas ferramentas para testar, depurar e melhorar o código, garantindo que o programa cumpra com a função para a qual foi projetado.

Um bom programador deve ter habilidades de raciocínio lógico e matemático, além de boa comunicação e capacidade de trabalhar em equipe, pois será necessário muitas vezes trabalhar com outras pessoas para atingir os objetivos.

Por fim, se você quer trabalhar com programação, saiba que precisa estar sempre atualizado com as últimas tendências e ferramentas, para poder desenvolver os melhores programas para as necessidades mais diversas.

<Recomendamos que leia: saiba tudo sobre a profissão de Arquiteto de Software />

Quer saber como ser um programador? Veja habilidades necessárias e média salarial. (Getty Images)

Qual a média salarial do programador?

De acordo com o último relatório elaborado todos os anos pela Brasscom, divulgado em março de 2022, a remuneração dos profissionais supera de outras profissões, sendo 3,5 vezes maior que o salário médio nacional. 🤑

Confira abaixo os valores por ocupação conforme o guia anual da Robert Half:

Desenvolvedor Mobile

  • Nível Júnior: de R$ 5.500 a R$ 7.950
  • Nível Pleno: de R$ 7.650 a R$ 12.850
  • Nível Sênior: de R$ 7.650 a R$ 12.850

Para o Desenvolvedor Front-End

  • Nível Júnior: de R$ 5.500 a R$ 7.950
  • Nível Pleno: de R$ 7.750 a R$ 13.000
  • Nível Sênior: R$ 11.550 a R$ 19.350

Desenvolvedor Back-End

  • Nível Pleno: de R$ 8.100 a R$ 13.550
  • Nível Sênior: de R$ 10.750 a R$ 18.050

Arquiteto de software

Média de R$ 12.300 até R$ 20.650.

Gerente de Desenvolvimento

Média de R$ 17.050 a R$ 28.550.

Demais valores para outras ocupações podem ser consultadas aqui

Quais as principais áreas de atuação do programador?

O profissional pode atuar em desktop, executivo, na área de games, mobile e web. Veja abaixo as diferenças entre elas:

Programador desktop faz o desenvolvimento de aplicativos e programas para computador desktop, ou seja, de mesa;

O programador executivo realiza a coordenação do processo de desenvolvimento de programas/softwares;

Programador games trabalha, logicamente, na programação de jogos eletrônicos para tablets, celulares, playstation e computadores;

O programador mobile, atua na formação de aplicativos para celulares e tablets;

E o programador web faz o desenvolvimento de sites e páginas da internet.

<Leia também: saiba mais sobre um desenvolvedor front-end />

Quais as principais soft skills para ser um bom programador?

Soft skills são competências e habilidades comportamentais, sendo mais difíceis de medir, mas que são igualmente importantes.

Se você deseja ingressar nessa área, precisa desenvolver conhecimentos em:

  • Linguagens de programação;
  • Saber o inglês;
  • Possuir capacidade analítica;
  • Ser resolutivo;
  • Estar em constante estudos;
  • Ficar por dentro das novidades tecnológicas a respeito da área;
  • Ter boa comunicação escrita e falada.

E as hard skills?

Enquanto as hard skills são habilidades específicas que se adquirem a partir de formação, experiência ou qualificação, e que são facilmente mensuráveis. Essas habilidades são típicas de áreas como informática, engenharia, finanças, entre outras.

Confira abaixo quais você precisa dominar:

  • Conhecer e saber trabalhar com HTML;
  • Conhecer e saber trabalhar com CSS e pré-processamento CSS;
  • JavaScript;
  • SQL;
  • NoSQL.
Entender as linguagens para ser um bom programador é importante. (Fonte: Click Petrole e Gás)

Como virar um programador sem experiência anterior?

Virar programador mesmo sem experiência pode ser um desafio, mas não é impossível. O primeiro passo é entender como funciona a área e aprender a linguagem de programação que você deseja.

Existem muitos recursos gratuitos para ajudar você a começar, desde tutoriais em vídeo até livros sobre programação. Além disso, é importante praticar o que você aprende para desenvolver suas habilidades.

Uma vez que você tenha adquirido um bom conhecimento da linguagem de programação, é importante se aprofundar nos temas relacionados ao desenvolvimento, como design de software, banco de dados, arquitetura de software e outras habilidades técnicas. Estes tópicos fornecem um conhecimento mais profundo sobre o assunto e ajudam você a construir projetos complexos.

Também, é importante ter habilidades de comunicação, pois a programação é também um processo de trabalho em equipe. Você precisa conseguir trabalhar em conjunto com outros profissionais e entender a lógica de seus projetos.

Por fim, mas não menos importante. Uma boa forma de mostrar aos empregadores que você tem o que é preciso para se tornar um programador é construir um portfólio.

Seu portfólio deve incluir projetos que você já desenvolveu (mesmo que seja ainda durante os estudos ou como programador freelancer), mostrando suas habilidades e competências. Isso pode ajudar a mostrar seu potencial para os contratantes e ajudá-lo a se destacar no mercado de trabalho.

Precisa de faculdade para ser programador?

Atualmente, uma pessoa somente com ensino médio completo consegue se especializar somente com cursos rápidos, de 3 meses a 1 ano. Isso porque, a área quer profissionais que saibam pôr a mão, na prática.

Agora, se você valoriza o estudo regular, uma graduação pode ser recomendada para áreas mais específicas. A maioria dos profissionais formados fizeram alguma dessas graduações: Sistema de Informação, Ciência da Computação ou Engenharia da Computação, por exemplo.

Quais as principais faculdades que oferecem cursos de programação no Brasil?

Descubra quais são algumas das instituições de ensino que ofertam cursos para se tornar um programador nos graus tecnológico e bacharelado. Há ainda nas modalidades presencial e a distância:

  • Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA);
  • Cruzeiro do Sul Virtual (a distância);
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) e outras.

Você sabia que na Faculdade XP você tem acesso a cursos de qualidade sobre o assunto? Forme-se na área que mais emprega no Brasil e no mundo. Conheça os cursos abaixo:

Dica de cursos para quem quer atuar na área da programação

Se você desejar se especializar de forma mais rápida, confira os Bootcamps:

Um estudo imersivo, prático e interativo. Uma estrutura completa para você evoluir! 🏆

Um bootcamp é um programa de treinamento intensivo de curta duração focado em ensinar habilidades de tecnologia de ponta aos alunos. O objetivo é acelerar o seu aprendizado e aprimorar o conhecimento em áreas específicas ao longo de um curto período.

Os cursos são ministrados por instrutores experientes que ensinam técnicas e conceitos para te ajudar a se tornar um profissional qualificado. Há também projetos práticos!

Ao terminar, você receberá seu certificado oficial da Faculdade XP, para evidenciar sua conquista e fortalecer seu posicionamento no mercado.

Conheça também a assinatura Multi Mais e tenha acesso imediato aos cursos e bootcamps oferecidos! Você poderá estudar onde e quando quiser!

O que é visão computacional? Conheça mais sobre o conceito

A sociedade estreita cada vez mais o conhecimento do homem e o tecnológico. Com a inteligência artificial (IA) isso tem se tornado mais aparente e frequente, pois permite recursos mais ágeis que antes eram difíceis de mensurar. Dentro dessa imersão do homem e tecnologia, um conceito que é presente e essencial para as empresas do setor é o de visão computacional. 💻

Mas qual a sua relevância? Adiantando a explicação, podemos dizer que ela pode substituir as tarefas humanas ou realizar trabalhos que somente robôs conseguiram, e isso em meros segundos.

Portanto, ela é uma ferramenta muito poderosa para a evolução da indústria, podendo ser utilizada em diversas situações.

Continue a leitura e descubra mais detalhes sobre essa tecnologia, para que ele serve e muito mais. Confira! 👇

O que é visão computacional?

Nada mais é do que uma tecnologia, originada do Machine Learning, que combina algoritmos e softwares inteligentes com o acionamento de imagens de câmeras que processam imagens do mundo real em um computador

Ou seja, ela funciona como os “olhos” de uma máquina sobre o mundo real, sendo esses olhos as próprias câmeras, e o cérebro e sistema nervoso do homem os computadores e seus códigos. 

Assim, ela utiliza diversos recursos para ajudar os sistemas a observar e identificar objetos. Elas fazem isso através de redes neurais, que coletam essas imagens e vídeos digitais para extrair informações úteis. 🎯

Dessa forma, tem diversas aplicações que envolvem a inspeção, auditoria e detecção de elementos.

Isso se deve a capacidade de processamento ágil, analisando várias imagens por segundo, até porque uma máquina pode operar 24 horas por dia e 7 horas por semana. 🕗

Para que serve a visão computacional?

É uma área da ciência da computação e da Inteligência Artificial que usa essas análises para tomar decisões, gerar dados e evitar riscos ou acidentes. 

Seu objetivo principal é simular a visão humana, já que somos capazes de detectar objetos, entender distâncias e compreender o que há em um ambiente, mas agora fazendo isso através de uma máquina de computador de forma automática, mais ágil e de qualidade.

Como ela detecta essas imagens e vídeos, eles formulam informações úteis para solucionar problemas cada vez mais abundantes. 

Logo, ela serve como forma de analisar as imagens/vídeos e criar representações numéricas do que é possível de ver usando uma rede neural convolucional (CNN). 

A CNN é uma classe de rede neural artificial que usa camadas convolucionais para filtrar entradas e obter informações úteis. 

Ela funciona através de uma combinação de dados de entrada (mapa de recursos) com um kernel (filtro) para formar um mapa de recursos transformados. E elas podem realizar a segmentação, a classificação e a detecção de diversas aplicações:

  • Segmentação: aqui é o momento em que se classificam os pixels das categorias.
  • Classificação: determina o que uma imagem contém.
  • Detecção: permite que os computadores localizem onde tem ou estão os objetos. 

Por que é importante?

Atualmente, encontramos a Inteligência Artificial e a visão computacional em todos os lugares, desde aplicações bancárias rotineiras, na detecção de doenças por meio de imagens e até nos futuristas e visionários carros autônomos, além dos sofisticados sistemas de monitoramento.

Assim, ela pode ser utilizada em diversas ocasiões, e por isso é importante. Há visão computacional em esportes, automóveis, agricultura, varejo, bancos, construção, seguradoras e muito mais. Máquinas orientadas por IA de todos os tipos passam a ter olhos como os nossos, graças às redes neurais convolucionais

Agora, se for pensar em algo específico, como a utilização em uma empresa, lembre-se que há muito o que aprender observando seu negócio. 

Por exemplo, ver como os clientes se movem em suas lojas e o que eles olham, onde sua linha de produção fica mais lenta ou que estoque precisa ser reabastecido. 

É de conhecimento que não é possível ficar de olho nos negócios o tempo todo. É aí que entra a visão computacional, agilizando e resolvendo esse problema. 😉

Aplicações da visão computacional

Com tantas características e benefícios, existem diversos casos de uso da visão computacional. Eles são utilizados em vários setores além da tecnologia, como em startups, empresas médicas, veículos, indústria, sendo os exemplos mais conhecidos:

Reconhecimento Facial

A mais conhecida, provavelmente você já deve ter visto nos filmes e no seu celular como funciona o reconhecimento facial.

Ele serve para diversas funções, desde acessar uma área restrita de pesquisa, ou de atividades de segurança, ou mesmo para entrar em salas e outras coisas protegidas.

Esta é uma das aplicações de visão computacional que pode ser aplicada no dia a dia da sua empresa. Dessa forma, você poderia usar para restringir algum acesso por segurança e ainda monitorar quem está utilizando, para o caso de só pessoas autorizadas.

Identificação de Pessoas e Objetos

O reconhecimento de pessoas e objetos em tempo real é um outro caso, onde se usam alguns algoritmos alinhados a redes neurais para identificar alguma pessoa ou objeto.

Por exemplo, contabilizar um material utilizado em determinado tempo. Dessa forma, pode ser utilizado em pesquisas e dados relevantes de um ambiente.

Reconhecimento de Placas de Carro

Sabe quando você passa por um radar e chega a multa na sua casa? Isso acontece pelo reconhecimento de placas de carro.

Ou seja, ele capta a numeração e identifica no sistema quem é o dono do carro.

Neste caso, são usados algoritmos de processamento que são capazes de identificar os veículos e extraírem a sua placa.

Outro exemplo são aplicativos que conseguem extrair o conteúdo em escrito de uma foto.

É a mesma ideia, só que com carros.

Inspeção de Linhas de Produção

Quando há uma linha de produção, é importante evitar desperdícios e desvios. 

Lembre-se que são produzidos vários itens por hora, o que obriga a verificação de todos que atendem ao padrão da empresa.

Por exemplo: imagine uma indústria cervejeira que precisa conferir se os rótulos e tampas foram inseridas de forma correta. Neste trabalho é feita uma avaliação de dimensões, angulaturas, e quanto mais específica essa análise, mais rápido e eficiente.

Inspeção de frutas

Da mesma forma que nas linhas de produção, com as frutas é a mesma essência, só que em como elas são embaladas em seus pacotes e processadas.

Você tem uma empresa de agronegócios que busca a exportação de produtos de qualidade. Para corresponder alguns requisitos é necessário uma análise e inspeção para ver se as frutas estão adequadas.

A visão computacional soluciona essa etapa, ao invés de colocar diversos funcionários analisando e identificando os erros.

Detecção de injeção de finos

Durante o processo de produção de ferro-gusa nos altos-fornos são injetados carvões pulverizados para acelerar a combustão.

No entanto, nesse processo, algumas lanças podem ficar entupidas e os colaboradores devem verificar se elas estão obstruídas. A visão computacional atua nisso.

Com isso, ganhando em segurança para os colaboradores e agilidade na tomada de decisão.

Onde aprender sobre visão computacional?

Portanto, a visão computacional representa o que tem de mais novo ao integrar tecnologia à nossa realidade. ⭐

Esses recursos são capazes de processar imagens e vídeos reais no computador para facilitar o trabalho das empresas e agilizar os processos, bem como trazer qualidade nas produções.

Conforme mostrado no artigo, existem diversas características e aplicações de uso

👉 Agora que você já sabe como a visão computacional funciona, você deve integrá-la no seu dia a dia. Para saber onde aprender sobre visão computacional, temos alguns cursos e especializações para lhe ajudar nisso. Clique e saiba mais. 🚀

Inteligência cultural: saiba como desenvolver essa habilidade

Provavelmente, você já ouviu falar em inteligência emocional. Mas você já ouviu falar de inteligência cultural?

Assim como a inteligência emocional, a inteligência cultural tornou-se uma das habilidades mais requisitadas pelo mercado de trabalho atualmente. Segundo o Cientista Social americano David Livermore, inteligência cultural é “a capacidade de um indivíduo funcionar eficazmente em situações culturalmente diversas”.

Diante dessa definição, você acredita que é uma pessoa que tem a habilidade da inteligência cultural bem desenvolvida ou ainda precisa trabalhar essa habilidade dentro de si?    

Se você tem dúvidas quanto a sua resposta, continue a leitura deste artigo para saber mais sobre inteligência cultural, como desenvolvê-la e o motivo dela ter se tornado tão importante para as empresas.   

O que é inteligência cultural?

Inteligência cultural é a habilidade que um indivíduo tem de se adaptar e se relacionar com novas culturas. Ou seja, é como você desenvolve as suas emoções, como busca conhecer o novo e como reage a ele.   

Essa não é uma habilidade natural que nasce com a gente, mas sim uma habilidade que desenvolvemos ao longo da vida. Para uns, a inteligência cultural também é chamada de quociente cultural (QC), já que ela é o “resultado” do quociente de inteligência (QI) e do quociente de inteligência emocional (QE).

Quais os benefícios da inteligência cultural?

Ter um alto nível de QC traz uma série de benefícios para a pessoa, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional de uma pessoa. Confira alguns benefícios de ter a inteligência cultural desenvolvida: 

Aumento na capacidade de adaptação: a pessoa com QC consegue se adaptar com mais facilidade a novos ambientes;   

Incentiva o respeito a diferentes culturas: conhecer novas culturas e descobrir novos hábitos faz com que a pessoa mude as suas próprias ideias e aprenda a respeitar as diferenças cada vez mais; 

Melhora na comunicação: uma pessoa culturalmente inteligente é capaz de se comunicar e captar a essência da mensagem que está sendo emitida por qualquer pessoa, independente do seu idioma ou cultura.

Equipe que respeita a diversidade por causa da inteligência cultural
Respeitar diferentes culturas é um dos pontos trabalhados na inteligência cultural.

Pilares da inteligência cultural

A inteligência cultural se baseia em quatro pilares: motivação, cognição, metacognição e comportamento. Abaixo, falamos de cada um deles de maneira detalhada para você entender qual o papel de cada um no desenvolvimento da QC. 

Motivação

A motivação diz respeito à vontade do indivíduo de conhecer novas culturas, de aceitar as diferenças e estar sempre com a mente aberta, disposto a mudar de opinião quando achar que vale a pena. Por exemplo, quando você se permite viver algo novo, isso é motivação, é o desejo de se manter aberto para as novidades da vida.  

Cognição

A cognição se refere à forma com que as pessoas se relacionam e respeitam as normas e culturas dos outros locais. Por exemplo, os brasileiros são pessoas mais “calorosas”, enquanto os europeus são pessoas mais “frias”. Essa diferença de comportamento é apenas uma questão cultural compreendida por ambos. 

Metacognição

A metacognição é a capacidade de compreender as ideias das outras pessoas pelo ponto de vista da sua cultura, independente da forma que a mensagem está sendo passada. Em outras palavras, é a capacidade de interpretar o que está sendo dito, desde que tenha atenção plena ao que está sendo dito.

Comportamento

O comportamento é sobre a maneira com que as pessoas conseguem se adaptar e respeitar os costumes de diferentes culturas. Por exemplo, um brasileiro fora do Brasil não vai cumprimentar as pessoas com beijinhos no rosto porque esse é um costume do Brasil e não dos outros países.     

Por que desenvolver a inteligência cultural é importante?

Atualmente, com a globalização e os avanços tecnológicos recentes, temos contato com diversas culturas a todo instante. Desenvolver a inteligência cultural é uma forma de se conectar ainda mais a outras culturas, de entender os diferentes comportamentos e de se adaptar melhor aos novos ambientes. 

Essa é uma habilidade muito analisada por profissionais de Recursos Humanos que utilizam a metodologia People Analytics. Isso porque o colaborador que tem inteligência cultural já demonstra ser um profissional qualificado para as empresas.

Para exemplificar o que estamos falando, um estudo da McKinsey & Company identificou que empresas culturalmente diversas são 35% mais eficientes e prósperas.  

Como aplicar a inteligência cultural?

Agora que você já sabe como a QC é importante, que tal aprender como aplicá-la no seu dia a dia? Preparamos algumas dicas de como desenvolver a inteligência cultural na vida pessoal e também no seu ambiente de trabalho.  

Inteligência cultural a nível individual

Em primeiro lugar, você precisa estar aberto ao diálogo. Isso significa se colocar disponível para conversar, ouvir diferentes pontos de vista e trocar ideias com outras pessoas, de diferentes culturas.  

Em seguida, você deve praticar a escuta ativa. Em outras palavras, é saber ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre você. Dessa forma consegue identificar pontos de melhoria para trabalhar na sua personalidade.    

Por fim, invista em novos conhecimentos. Quando falamos de conhecimentos não necessariamente estamos falando de investir em cursos, mas sim de viver novas experiências, conhecer novos lugares e novas pessoas. Assim é possível aumentar o seu repertório cultural.    

<Conheça as 16 personalidades do teste MBTI e descubra qual a sua./>

Inteligência cultural a nível corporativo

No ambiente corporativo o processo de estimular a QC é um pouco mais complexo. Afinal, são centenas de pessoas envolvidas ao mesmo tempo nesse processo. Mas para facilitar o desenvolvimento dessa habilidade, preparamos um passo a passo:

1. Estude sobre inteligência cultural

Antes de qualquer coisa, busque estudar mais sobre inteligência cultural. Pesquise exemplos de empresas que já têm essa cultura, leia pesquisas e recolha o máximo de informações possíveis sobre o tema

2. Desenvolva a inteligência cultural como parte da cultura da empresa

Muitos profissionais nunca ouviram falar em inteligência cultural. Por isso, é preciso treinar e desenvolver toda a equipe, desde a diretoria até colaboradores, para que eles entendam a importância da QC e os benefícios dela para a cultura organizacional da empresa.

3. Faça simulações de casos reais   

Simular histórias reais que já aconteceram ou que podem acontecer na empresa é uma das ações mais eficientes da educação corporativa para fazer com que os colaboradores desenvolvam essa habilidade da inteligência cultural. Além da simulação de casos reais, a gamificação também é uma excelente alternativa para desenvolver essa habilidade de uma maneira mais dinâmica.      

4. Peça feedbacks

Esteja aberto para ouvir a opinião de todos os colaboradores e fazer uma autocrítica sobre o processo de desenvolvimento da inteligência cultural. O feedback 360 graus é importante porque ajuda a aperfeiçoar o desenvolvimento da nova habilidade. 

Conclusão

Como você pode perceber, desenvolver a inteligência cultural não é algo que acontece do dia para a noite. Essa habilidade é construída diariamente e requer tempo e paciência para estar constantemente aprendendo. Afinal, as culturas estão sempre se modificando. 

Se você curtiu aprender um pouco mais sobre QC e gostaria de desenvolver essa habilidade, conheça os diversos cursos da plataforma educacional Multi+ da Faculdade XP e aumente a sua bagagem cultural! 

Saiba tudo sobre diversidade cultural nas empresas

Um dos temas mais quentes entre os profissionais de RH atualmente, é o de diversidade cultural nas empresas. Ao longo das últimas décadas, a sociedade foi quebrando alguns paradigmas que refletiram diretamente em nosso dia a dia. E tudo isso, claro, também teve um reflexo importante na rotina profissional de muitas companhias. 

E para ajudar a entender um pouco mais sobre esse assunto, separamos neste artigo informações importantes. Aqui você vai encontrar o conceito de diversidade, como ela pode ajudar as empresas, os principais benefícios de uma política bem estruturada, além de esclarecer a relação entre diversidade e discriminação. Se é isso que você procura, aproveite o texto e boa leitura!

O que é diversidade?

Diversidade: nada mais é do que a representação das diferenças que a sociedade sempre apresentou. Ela traduz, sobretudo, a convivência das pessoas em um mesmo espaço, independente de raça, cor, gênero, orientação sexual, etnia, religião, locais de nascimento, entre outros.  

E diversidade cultural nas empresas, o que é?

A diversidade nas empresas acontece quando o seu quadro de funcionários é composto por um conjunto de pessoas de diversos grupos. Como falamos no tópico anterior, ele poderá contar com profissionais de diferentes raças, idade, classes sociais, religiões, orientação sexual, identidade de gênero, entre outros. 

Como a diversidade cultural pode ajudar as empresas?

A diversidade cultural é extremamente importante para a inclusão de todos, especialmente quando olhamos para as minorias. Entretanto, não é somente o benefício social que ela traz consigo, mas também uma série de resultados positivos para o negócio. Portanto, se você é gestor de uma empresa e está buscando implementar práticas de diversidade, confira a seguir alguns dados interessantes. 

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Harvard Business Review, companhias que fomentam a diversidade cultural tem uma possibilidade 14% maior de superar os seus concorrentes. O motivo? Essa mescla faz com que os times fiquem mais criativos. 

O levantamento também mostra que a probabilidade de uma empresa que pratica a diversidade cultural ter um retorno financeiro maior é de 93% em relação aos concorrentes. Apesar disso, quando falamos de diversidade cultural nas empresas brasileiras, apenas 21% dos profissionais do país consideram as companhias nacionais inclusivas.

Como promover a diversidade nas empresas?

Se você quer saber como promover a diversidade cultural nas empresas, saiba que é necessário olhar para vários aspectos organizacionais. Separamos a seguir alguns pontos importantes para começar a implementação. São dicas essenciais que qualquer gestor precisa saber e, mais do que isso: que ajudam a mudar o mindset dos colaboradores.

Avalie e mensure os funcionários

Em qual estágio está a sua empresa com relação à diversidade cultural? Se você não sabe, então o primeiro passo é fazer essa avaliação. Ao mensurar o nível de diversidade, você conseguirá ter uma ideia clara do que precisa ser construído internamente. Com isso, fica mais fácil para fazer um plano de ação e aprimorar esse aspecto dentro da empresa. 

Uma dica interessante é fazer uma pesquisa sobre os seus colaboradores, ou seja, uma espécie de Censo. Faça um levantamento e chame os profissionais para participarem desse momento. Com esses dados é possível saber a quantidade de pessoas por raça, etnia, orientação sexual, idade, entre outros. Assim, você terá mais firmeza para tomar decisões.

Trabalhe a cultura organizacional

Para que uma empresa seja inclusiva e diversa, ela precisa trabalhar isso na prática, enfatizando esse aspecto na sua cultura organizacional. Por isso, promover a diversidade entre os funcionários é primordial. E em todos os níveis na hierarquia: dos estagiários até as lideranças.  

Além disso, a companhia precisa ter programas e políticas de diversidade bem claras. Uma boa dica, por exemplo, é criar comitês específicos que possam trazer para discussão temas que promovam a conscientização dos colaboradores.  

Conte com diversidade no processo seletivo

Um dos pontos mais importantes para que uma empresa amplie a sua diversidade cultural está na hora de contratar os colaboradores. Por isso, é fundamental que o processo seletivo corresponda a essa estratégia da companhia. Tente elaborar estratégias que deixem o recrutamento mais inclusivo. 

Um dos principais exemplos é o que fez, recentemente, a varejista Magazine Luiza. A companhia iniciou um processo seletivo de trainees exclusivo para pessoas autodeclaradas pretas ou pardas. A ideia por trás disso é aumentar o leque de oportunidades para todos e, consequentemente, ampliar a diversidade dentro da empresa.

Invista em comunicação interna

Uma boa forma de mostrar a seus colaboradores como lidar com a diversidade cultural é investindo em comunicações assertivas. E hoje em dia há uma série de canais que podem ser utilizados para mostrar tudo relacionado ao tema. Que tal investir em uma régua de comunicação por e-mail? 

Além disso, uma ótima dica é aproveitar datas que simbolizam a diversidade para investir em ativações de endomarketing que fomentem a conscientização. Um bom exemplo é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. 

Acompanhe os KPIs

Uma boa dica para a implementação das estratégias de diversidade nas empresas é colocar KPIs para acompanhamento e evolução do processo. Adicionar dados como esse no plano de metas faz com que as ações sejam realmente colocadas em prática, aumentando a efetividade da estratégia na empresa.

Essa prática tem sido cada vez mais comum. O Nubank, uma das principais fintechs da atualidade, informou ao mercado que os executivos da empresa teriam metas de diversidade para cumprir a partir de 2021. 

Qual a relação da diversidade e a discriminação?

Ações de diversidade dentro das empresas trazem uma série de benefícios para os colaboradores. Porém, um dos principais é com relação à discriminação. Ao implementar a diversidade cultural internamente, as companhias começam a perceber uma mudança na própria cultura organizacional. Para se ter uma ideia dos benefícios, equipes que são diversamente raciais têm um desempenho 35% maior daquelas que não são.

O trabalho de comunicação e de ativações realizado pelo time de RH pode ajudar a desconstruir estereótipos, diminuir o viés inconsciente e aumentar a conscientização de todos os colaboradores.

Como os profissionais podem lidar melhor com as diferenças?

Mais do que as ações da empresa, os profissionais também precisam ter consciência coletiva e saber lidar com a diversidade. Várias atitudes podem ajudar os colaboradores a respeitarem as diferenças. Uma boa dica é tentar olhar o próximo de um jeito mais humano, com as fraquezas e as inseguranças que você também possui. 

Além disso, é importante ressaltar que todo mundo tem pensamento e opiniões diferentes. O respeito, contudo, precisa ser a principal fortaleza nas relações. Saber ouvir é uma virtude muito valorizada em qualquer profissional, independente da posição. Essas são apenas algumas das atitudes que ajudam os profissionais a lidarem melhor com as diferenças.

Principais benefícios da diversidade nas empresas

Um dos principais benefícios de uma empresa que pratica a diversidade cultural é com relação ao ambiente de trabalho. Com ela, os colaboradores respeitam muito mais as diferenças, fazendo com que os times sejam mais entrosados, impactando diretamente nos resultados esperados pela companhia.

A produtividade também é outro aspecto que beneficia a empresa. Inclusive, estudos mostram que uma equipe diversa é mais criativa, tem melhor relacionamento e solucionam problemas de forma mais efetiva. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre diversidade cultural nas empresas, que tal investir no conhecimento dos seus colaboradores? O XPE Multi é a plataforma perfeita para elevar o nível profissional da sua equipe. Com ela é possível ter acesso ilimitado a bootcamps, cursos rápidos e imersões internacionais da Faculdade XP. Saiba mais aqui e assine hoje mesmo!

Linguagem Ruby: para que serve e principais aplicações

Ao trabalhar como desenvolvedor, você se depara com diversos tipos de linguagem de programação. Uma das mais simples e nem tão comentada é a linguagem Ruby

Uma de suas maiores características ocorre por permitir o desenvolvimento ágil das aplicações e por ter uma leitura mais amigável e menor complexidade técnica. 😉

Por ter sido criada em tempos mais recentes que muitas outras, ela ainda tem que ser reconhecida, sendo este um dos objetivos deste artigo.

Dessa forma, o Ruby é uma das linguagens de programação orientada a objetos que mais cresce em termos de popularidade. Logo, continue a leitura e descubra os principais detalhes sobre ela e porque você deveria investir no seu dia a dia de trabalho. Vamos lá? 👇

O que é a linguagem Ruby?

A Ruby é uma linguagem de programação orientada principalmente para objetos, mas que também é utilizada de forma funcional. Com característica de ser open-source, ela foi criada com base em outras, como Perl, Eiffel e LISP.

Assim, ela tem uma tipagem dinâmica e forte, pois consegue definir os tipos de uma variável ou uma função, de acordo com os valores que recebe. Isso sem contar sobre sua função de gerenciamento de memória automático, caracterizando uma melhor otimização e performance das aplicações.

Por ser multiplataforma, pode ser utilizada em diversos ambientes, como Windows, Linux, Unix, macOS, entre outros, tornando-a bem diferenciada em relação às outras existentes. 👏

Dessa maneira, suas características de simplicidade e produtividade são os focos e, por isso, aprender a programar em Ruby pode ser ótimo para quem quer mais facilidade ou quem está iniciando na carreira. 🎓

Além disso, a linguagem Ruby é totalmente livre, ou seja, além de não ter custos, pode ser utilizada, modificada e copiada sem restrições.

História da linguagem de programação Ruby

Criada em 1995 pelo japonês Yuri Matsumoto, ela surge com a intenção de ser uma linguagem limpa e direta, além de simples de se aprender e trabalhar. Sua criação foi da união da Perl, Smalltalk, Eiffel, Ada e Lisp, conforme já dito, mas para formar uma nova linguagem que equilibrasse a programação funcional com a programação imperativa.

Assim, desde que se tornou pública em 1995, ela levou programadores devotos em todo o mundo, sendo em 2006 que atingiu aceitação massiva, com a formação de grupos de usuários em todas as principais cidades do mundo e com as conferências sobre Ruby com lotação esgotada.

Hoje, a Ruby está posicionada no top 10 da maioria dos índices que medem o crescimento da popularidade de linguagens de programação pelo mundo todo. 📈

Para que serve a linguagem Ruby?

A linguagem Ruby é empregada principalmente no desenvolvimento de aplicações web, mas também é utilizada em outras aplicações de software e sistemas conhecidos e muito utilizados no mercado de tecnologia atual.

Como seu funcionamento é baseado em ser orientada a objetos, significa que trabalha com dados que o próprio usuário cria a partir de suas próprias necessidades, sendo os objetos as formas de representar os objetos da vida real dentro dos softwares

Assim, sua execução ocorre por objetos que são criados em formas chamadas de classes, ou seja, modelos abstratos que possuem estruturas chamadas métodos (aqueles que descrevem como as ações na classe são realizadas, e outras variáveis internas, como os atributos, que são as características das classes).

Só que para funcionar, ela precisa de um interpretador, o que resulta em sempre ter um programa responsável por traduzir as instruções para a linguagem de máquina.

Logo, em Ruby, tudo é um objeto. Ou seja, cada parcela de informação e código podem receber as suas próprias propriedades e ações. 

Aplicações da linguagem Ruby

Quando falamos da linguagem Ruby, duas aplicações são utilizadas, são elas:

Ruby on rails

Esse é o nome do framework (conjunto de bibliotecas que facilitam a criação de aplicações com linguagens específicas) que a utiliza e que estimula muitos desenvolvedores a optarem por ela.

Portanto, o Ruby on Rails foi criado para desenvolver aplicações web para startups e foi totalmente inspirado no desenvolvimento ágil utilizado nesse tipo de empresa. Atualmente, ele é empregado também em aplicativos comerciais e corporativos, sistemas de vendas e outras aplicações pela internet.

Dessa forma, se você aprender Ruby on Rails vai ter desenvolvimento web mais fácil e serve para resolver problemas em menos tempo. Assim, também é um código aberto, proporcionando boas práticas e algumas das melhores funcionalidades de outros frameworks.

Ele revolucionou o mercado, pois todas as funções que você deseja para desenvolver aplicativos estão ao seu alcance: você pode extrair o que precisa para prosseguir.

RubyGems

São espécies de bibliotecas gratuitas disponibilizadas no sourceforge.org., onde se encontram plugins para relatórios, layouts e muito mais.

Ele é um gerenciador de pacotes muito avançado e flexível do Ruby. Uma Gem pode ser vista como uma biblioteca de código reutilizável do Ruby.

Assim, as RubyGems facilitam a distribuição, a instalação e a atualização de aplicações em Ruby. Esse recurso é formado por partes de códigos, que formam as bibliotecas (chamadas de “LIB”) que podem ser usadas durante a programação. 

Para fazer download dos plugins diretamente pelo ruby, vá no WorkSpace Commander situado no 3rdRail e digite o comando “gem install ruport”. Neste comando o 3rdRail irá buscar do site sourceforge o plugin para criação de relatórios no rails. 

Sintaxe básica da linguagem de programação Ruby

A Sintaxe do Ruby é simples e exata, ou seja, não precisa de caracteres de término de uma instrução. Assim, existem alguns conceitos em seu funcionamento. São eles: 👇

Tags

Existem duas formas, que são utilizadas para estruturas de controle, loops e outras características. Eles são inseridos no HTML. Dessa forma, ao compilador ler os códigos, identifica que são instruções do Rails.

  • <rt>: usada para descrever a explicação do texto principal na parte superior do texto principal;
  • <rp>: opcional, usada para especificar as informações que precisam ser mostradas quando os navegadores não são compatíveis com anotações Ruby.

Métodos

Tem dois tipos:

Método de classe: aqui chamamos a classe diretamente;

Método de instância: é preciso instanciar o objeto antes de chamar o método. Usando o exemplo anterior, para ter acesso ao método Logar, seria necessário digitar.

Comentários

Você pode usar a sintaxe = Begin e =End para fazer comentários que se estendem por duas ou mais linhas.

Tipos Blocos de Códigos

Dividido em:

  • Números
  • Booleanos
  • Strings
  • Constantes
  • Ranges
  • Array
  • Símbolos
  • Expressões regulares
  • Procs básicos

Variáveis

Podem ser:

  • Constantes: não mudam durante a execução do programa e são sempre escritas com letra maiúscula;
  • Locais: existem apenas no método a que foram atribuídas e a escrita é sempre em letra minúscula;
  • Instanciadas: dão valor à uma classe e começam com @;
  • De classe: existem no escopo da classe e começam com @@;
  • Globais: sempre começam com $.

Tipagem dinâmica forte

Não necessita de declarar variáveis, ou seja, o próprio ruby identifica o tipo dos caracteres. Assim, é uma sintaxe de tipagem forte, já que não aceita as misturas de tipos.

Code Blocks

O mesmo que bloco de códigos, é um recurso que permite inserir um conjunto de instruções dentro de outra função, de forma simples e rápida. 

Mixins

Não trabalha com herança múltipla diretamente, ou seja, não é possível herdar de várias classes ao mesmo tempo. 

Dessa forma, o recurso é importante para a programação orientada a objetos, mesmo que trate as necessidades de outra maneira, ou seja, utiliza módulos que podem ser consumidos em uma classe e, assim, permitir a herança múltipla.

Estruturas de controle condicionais

São as estruturas que executam ações a partir de condições. Em Ruby, as estruturas condicionais mais comuns são:

  • if;
  • elseif;
  • else;
  • case.

Loops

É um recurso que limpa o caminho para a execução de um conjunto de instruções ou funções repetidamente quando alguma das condições é avaliada como verdadeira ou falsa.

Conclusão

Portanto, a linguagem de programação Ruby é muito benéfica aos desenvolvedores, mas ainda tem o que ser descoberta para sua utilização.

Muitas aplicações famosas no mundo comercial foram criadas com ela, sendo úteis em diversas situações.

Se você também tem vontade de começar a trabalhar com programação e desenvolvimento web ou se aprimorar na área, entender sobre arquitetura de software é um dos principais passos. Saiba mais em nosso Bootcamp. 🚀

Por que a certificação TLS SSL é tão importante?

Quantas vezes você acessou um site e recebeu um alerta do seu navegador de que aquele site não era um local seguro? Provavelmente muitas vezes, não é mesmo? Isso acontece porque muitos sites não possuem o certificado TLS SSL que garante a segurança das páginas na internet. 

O TLS e o SSL são dois dos inúmeros protocolos de segurança desenvolvidos pelos profissionais de Tecnologia da Informação (TI) com o objetivo de proteger os dados que são compartilhados entre as máquinas na rede mundial de computadores. 

Neste artigo, vamos falar o que é TLS, o que é SSL, qual a diferença entre SSL e TLS e qual a importância destes protocolos de segurança para as empresas e para os usuários.    

O que é TLS SSL?

TLS é a sigla para Transport Layer Security, que significa Segurança da Camada de Transporte em tradução para o português. Já SSL, antecessor do TLS, é a sigla para Secure Sockets Layer, que significa Protocolo de Camada de Sockets Segura em tradução livre. 

Os dois são protocolos de segurança digital que garantem a criptografia de dados e assim oferecem uma maior segurança para os usuários. Em resumo, o que ambos protocolos fazem é proteger os usuários ao acessarem ambientes virtuais, tais como e-mail e páginas da web. 

Qual a diferença entre o TLS e SSL?

De modo geral, não existem grandes diferenças entre o TLS e o SSL. De fato, o que difere os protocolos é que o TLS é mais eficaz do que o SSL. Isso porque o TLS consegue utilizar algoritmos de criptografia mais fortes, como o Keyed Hashing for Message Authentication Code (HMAC), enquanto o SSL usa apenas o algoritmo de criptografia Message Authentication Code (MAC).  

Como os certificados TLS e SSL funcionam?

Você já sabe para que servem os protocolos de segurança TLS e SSL. Mas, se você está se perguntando como eles funcionam, é simples: os certificados funcionam através da união entre uma chave criptográfica (pública ou privada) e a identificação de uma companhia

Em outras palavras, o que acontece é o seguinte: ao acessar uma página na web, se ela for uma página segura, o navegador e o servidor farão uma conexão que vai ser criptografada. Dessa forma, é possível garantir que a transferência dos dados seja feita sem riscos de serem descobertos por terceiros. 

TLS ou SSL: qual o melhor?

Atualmente, o TLS é o protocolo mais indicado por uma série de motivos. Primeiramente, porque ele é mais seguro e mais eficiente do que o SSL, já que a criptografia de dados é realizada com algoritmos mais fortes. 

Além disso, as versões SSL 2.0 e SSL 3.0 não são mais suportadas por muitos navegadores. Por exemplo, o Google Chrome já não aceita o SSL 3.0 desde 2014. Por isso, o TLS é o melhor protocolo.

Site apresenta certificação TSL SSL
A criptografia de dados em ambiente virtual é garantida por meio do TSL SSL.

Qual a importância do certificado TLS SSL no ambiente virtual?

O certificado TLS SSL, que é normalmente chamado apenas de certificado SSL, é um arquivo instalado no servidor web que possui uma chave pública e uma chave privada. A partir dessas chaves, o SSL consegue criptografar os dados da página. 

Com o certificado SSL um site consegue garantir a sua autenticidade e a confiabilidade da sua página. Por isso, o certificado SSL é tão importante para reforçar a cibersegurança dos dados de pessoas, empresas e organizações. 

Outro ponto importante sobre o certificado SSL é que eles são indispensáveis para lojas virtuais ou e-commerces. Isso porque eles são capazes de garantir a privacidade e a integridade da rede e dos dados dos usuários. 

O TLS e SSL impactam o SEO do site?

Se você tem dúvidas se o TLS SSL podem ou não impactar o alcance de um site, a resposta é: sim, eles podem impactar. O SEO é uma prática de otimização de páginas para que elas se posicionem entre nas primeiras posições nos resultados dos mecanismos de pesquisa online.

Desde que o Google realizou mudanças nos algoritmos de buscas em agosto de 2014, sites que possuem o certificado SSL passaram a ser beneficiados. Como consequência dessa mudança, páginas que têm a segurança comprovada alcançam um público muito maior.

Benefícios do certificado TLS SSL

O investimento em segurança da informação por meio do TLS e SSL traz uma série de benefícios:

  • Confiabilidade: o certificado SSL cria uma relação de confiança com os usuários da página, que se sente mais à vontade para estar ali;
  • Satisfação: ao repassar as suas informações e perceber que elas estão realmente protegidas, os usuários se sentem mais satisfeitos e podem se fidelizar a marca; 
  • Segurança: esse é o principal benefício do certificado TSL SSL. Com a criptografia dos dados e os avanços tecnológicos, a segurança proporcionada é crescente. 

Como ativar o certificado?

Se você tem um site e deseja ativar o TLS/SSL da sua página, você precisa saber que esse processo pode ser um pouco complexo. 

Primeiramente, é preciso obter um certificado SSL emitido pela Autoridade Certificadora, que verifica a segurança e certifica que realmente é o dono do site o interessado em emitir o certificado.  

A certificação pode ser gratuita ou chegar a valores de até 100 dólares, dependendo do nível de segurança que você quer garantir para o seu site. 

Logo em seguida, com o certificado em mãos, é preciso ativá-lo. Para isso, você deve instalar um certificado no seu servidor web. Normalmente, as pessoas usam o  Really Simple SSL ou o SSL Insecure Content Fixer para fazer essa ativação.   

Como saber se um site aplica o certificado de segurança?

Para saber se um site é seguro e tem o certificado TSL SSL, é muito simples. Basta olhar se o site que você está acessando tem o ícone de um cadeado fechado no canto superior esquerdo da tela (onde digita o www) e se a URL do site começa com “HTTPS://”. Se sim, é um site com certificado TSL SSL.

Afinal, o HTTPS é um protocolo de comunicação em que é possível transmitir dados por meio de um canal seguro. Para que o HTTPS funcione sem interferências, o protocolo TCP/IP facilita a comunicação entre as máquinas.    

Conclusão

Como vimos ao longo do artigo, os protocolos de segurança digital TLS e SSL são extremamente importantes e, cada vez mais, são necessários para garantir a privacidade dos dados, tanto para a empresa quanto para o usuário.

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