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AWS vs Azure: saiba qual o melhor para a sua empresa

Escolher as melhores tecnologias, como AWS vs Azure, para uma empresa, não é tarefa simples.

Com o mercado de serviços de nuvem em expansão acelerada, muitos lançamentos e grande competitividade, pode ser desafiador escolher a solução ideal para o seu negócio.

A computação em nuvem tornou-se um produto de primeira necessidade para as organizações, como um facilitador para o ganho de agilidade, o aumento de segurança e a redução de custos.

Para investir em um bom provedor é essencial avaliar as opções disponíveis, levando sempre em consideração as necessidades de seu negócio.

Neste conteúdo, falaremos sobre a AWS (Amazon Web Services) e Azure, dois dos principais provedores de computação em nuvem disponíveis no mercado.

Ao longo desse artigo, você verá informações e comparativos sobre AWS vs Azure. A ideia é te ajudar a escolher o servidor que mais se adeque à sua empresa.

Antes de tudo, lembre-se que cada solução tem as suas vantagens e desvantagens. Avalie cada tópico desse texto com calma, ok? 🙂

O que é computação em nuvem?

Antes de entrarmos no detalhe de AWS vs Azure, é importante entendermos o que é a computação em nuvem e quais são os seus principais benefícios.

A computação em nuvem permite a entrega de diversos recursos de informática sem a necessidade de manter um espaço físico para hospedar servidores.

Ela permite que você acesse, por meio da internet, diferentes serviços sob demanda usando um provedor online.

São centenas de produtos oferecidos, como armazenamento e backup de dados, desenvolvimento de aplicativos e softwares, inteligência artificial, análise de dados, entre outros.

AWS e Azure são provedores que podem ser acessados de qualquer lugar. Eles contam com diversas soluções tecnológicas personalizadas para organizações de todos os tipos e setores.

O investimento em computação em nuvem elimina as grandes despesas fixas com datacenters e servidores, e entrega, de forma segura, escalabilidade e agilidade para o desenvolvimento de negócios. 💻🚀

O que é AWS?

A AWS (Amazon Web Services) é a plataforma de nuvem da Amazon que foi lançada em 2006.

Uma pesquisa divulgada pela Synergy Research Group em abril de 2018 indica que a AWS é líder no mercado global de infraestrutura de nuvem e tem participação de 33% do setor.

Vantagens do Amazon AWS

A AWS tem a rede mais abrangente de data centers. Ela está presente com suas zonas de disponibilidade em mais regiões geográficas.

Do mesmo modo, isso permite a implementação de aplicativos e serviços em nível global em questão de minutos, com apenas alguns cliques.

Outra razão para a popularidade da AWS é o portfólio de suas operações, com uma ampla e crescente variedade de serviços para diferentes tecnologias, setores e situações.

A latência – tempo entre a solicitação do cliente e a resposta do servidor – da AWS é a menor do mercado, seguida de perto pela Azure, segundo o relatório de 2021 do Cloud Report.

Portanto, com este servidor, o cliente paga somente pelos serviços que precisar e pelo tempo que os utilizar, calculado em horas, sem custos adicionais ou taxas de cancelamento.

Desvantagens do Amazon AWS

Por conta da grande e crescente quantidade de produtos, a AWS pode ser um desafio para a gestão dos profissionais. Para isso, fornecem documentos para facilitar o entendimento e aplicação de seus serviços.

Além disso, outro ponto é que muitas empresas acham difícil entender a lógica de custos da AWS e, claro, para quem tem uma alta demanda de serviço, fica mais difícil gerenciá-la.

O que é Azure?

Azure é a plataforma de serviço de nuvem da Microsoft, lançada em 2010. É considerado o produto de maior sucesso da marca na atualidade e vem ganhando força no mercado, competindo com a AWS.

Vantagens do Microsoft Azure

Um dos motivos pelos quais o Azure é o escolhido por muitas empresas é a integração com as aplicações e softwares da Microsoft.

A plataforma também tem bom relacionamento com grandes companhias do mercado, após décadas de uso das soluções de Windows e Office.

O processo de onboarding do Azure conta com um extenso material e guias detalhados para o início do trabalho, além de diversos recursos para apoio no desenvolvimento de serviços.

Outro ponto bem avaliado é a disponibilidade do Azure. Ele duplica toda nova aplicação de um servidor para outros dois servidores, garantindo que a mesma continue rodando ainda que um deles apresente problemas.

Desvantagens do Microsoft Azure

Assim como a AWS, o Azure também está presente em diversas regiões do mundo, apesar de não alcançá-la nesse quesito.

Contudo, quando comparada à AWS, o Azure apresenta menos flexibilidade sobre plataformas de servidores que não são Windows.

AWS e Azure trabalham preços e formas de pagamento similares, cobrando apenas por recursos utilizados e com cancelamento permitido a qualquer momento. Foto: Freepik

AWS vs Azure: principais diferenças

AWS e Azure trabalham preços e formas de pagamento similares, cobrando apenas por recursos utilizados e com cancelamento permitido a qualquer momento.

A diferença é que a AWS cobra por horas utilizadas e o Azure, por minuto, fornecendo um modelo de preço mais preciso.

Falando sobre código aberto, a AWS se destaca pela quantidade de integrações que estão disponíveis na plataforma, permitindo o compartilhamento de conhecimento e contribuições coletivas que beneficiam toda a comunidade tecnológica.

Portanto, o Azure tem avançado bastante no aspecto integração, mas ainda está longe de sua concorrente.

Quando comparados os sistemas de nuvens, a AWS é uma nuvem privada e o Azure é uma nuvem pública.

Ambos os sistemas estão abertos à nuvem híbrida, unindo a praticidade da nuvem pública com a personalização da nuvem privada, porém, o Azure está mais aberto e suporta melhor este sistema.

Qual o melhor quando falamos de computação em nuvem?

A computação em nuvem engloba diversos serviços e produtos para inúmeras finalidades. Aqui, estamos falando de dois provedores gigantes e bastante reconhecidos no mercado que entregam essa solução, AWS vs Azure.

Os dois oferecem serviços similares, excelentes, com disponibilidade e segurança. Por isso, são empresas que entregam um produto de alto nível e qualidade.

Entretanto, é importante ter em mente que cada uma tem suas vantagens e desvantagens e avaliar qual faz mais sentido para a sua necessidade.

Qual o melhor para a minha empresa?

Se você busca flexibilidade e uma grande variedade de produtos e serviços, a AWS pode ser mais interessante para a sua empresa.

Por outro lado, a implementação do Azure na sua empresa pode ser mais fácil caso você utilize produtos da Microsoft. O motivo é que você já estará familiarizado com o sistema.

Por fim, lembre-se que a melhor solução dependerá dos desafios do seu negócio.

AWS vs Azure: Como escolher?

Dessa forma, tanto a AWS quanto o Azure oferecem períodos de testes gratuitos para que os usuários possam experimentar os seus serviços.

Por isso, aproveite para conhecer as soluções na prática e descobrir todas as possibilidades antes de tomar uma decisão de investimento sobre AWS vs Azure. Avalie o nível de suporte oferecido e se o mesmo faz sentido para o que precisa.

Uma boa dica é buscar avaliações e cases de outras empresas do seu setor que usam as plataformas. Estude as formas de pagamento e o que faz mais sentido para a sua empresa.

👉 Se você quer aprender mais sobre Cloud Computing e adquirir conhecimentos profundos sobre as técnicas e ferramentas da AWS e do Azure, matricule-se nos bootcamps e aproveite os conteúdos sobre este segmento que só cresce no mercado.

Por fim, aproveite também para conhecer o programa Multi+, a plataforma de assinatura da Faculdade XP com diversos cursos e conteúdos para você acelerar a sua carreira. 🚀

O que é Lean UX e como aprimorar a experiência do usuário com ele?

Qualquer empresa tem o objetivo de fazer os processos funcionarem da melhor forma, com o máximo de produtividade e otimizando tempo. A metodologia Lean UX tem sido uma escolha favorável para as corporações, principalmente nas relacionadas ao setor de tecnologia. 

Prometendo entregar boa experiência ao cliente, além de organização e velocidade, o Lean UX também surgiu a partir do problema que os profissionais de User Experience (UX) encontravam constantemente: de ficarem muito presos aos entregáveis, ainda mais quando existem demandas em excesso. 

Mas é normal saber que a qualidade faz a diferença em um trabalho. 

Neste artigo você vai entender o que é o conceito de Lean UX, como ele funciona e como utilizá-lo no seu dia a dia de trabalho. Continue a leitura e descubra.

O que é Lean UX?

O Lean UX é um processo com origem no conceito de metodologias ágeis, que surgiu para facilitar o dia a dia dos profissionais. Assim, seu objetivo é conseguir validar internamente as soluções e testar um modelo de processo mais rápido e eficaz

De onde surgiu?

A metodologia ágil é o que embasa esse trabalho, que nada mais é que um conjunto de habilidades que conduzem um projeto de maneira mais prática, rápida e objetiva desde o início do processo até a conclusão do mesmo. 

Assim, existem três conceitos que o norteiam, sendo:

Design Thinking

Uma metodologia criativa que surgiu dentro do design, com o intuito de auxiliar no processo de análise e ideias para resolver diversos tipos de problemas em um projeto.

Ele tem como característica olhar o mundo sob a ótica do usuário, ajudando as pessoas a pensarem fora da caixa, o que dá mais chances de acertar no resultado. Normalmente utiliza-se também o Double Diamond para orientar esses pensamentos.

Então, usá-lo é fazer você pensar fora da linha do produto, ou seja, encontrar uma solução que realmente impacte a vida daquele público que vai consumi-lo.

Metodologias ágeis

Conforme o conceito já explicado, essa metodologia auxilia no Lean UX devido suas características de colaboração e rapidez em uma equipe.

Lean Startup

É uma metodologia de criação e gestão de startups. Sabe aquelas empresas que são criadas com foco na inovação e alcançam um crescimento rápido? Um dos conceitos que embasam essa gestão é o Lean Startup, pois ele foca em criar produtos desejados por clientes e gerar ciclos de aprendizado rápidos.

Assim, você vê ensinado como se deve direcionar os esforços necessários para atingir o esperado ou superar as expectativas.

Como funciona?

etapas do Lean UX
Etapas do Lean UX.

O Lean UX é um processo que auxilia bastante o dia a dia de equipes de design. Isso porque a proposta dele é investir na melhor experiência que está sendo projetada, onde todo o time irá se adaptar às mudanças conforme for necessário.

É uma metodologia que funciona de acordo com os entregáveis, como Wireframes, sitemaps, fluxos, taxonomia, entre outros. 

No entanto, há um problema de que, às vezes, o profissional de UX fica preso demais a esses entregáveis. Dessa forma, o esforço de mantê-los atualizados e consistentes acaba tomando um tempo precioso do seu dia, que poderiam ser dedicados a pensar no projeto em si e em todas as suas variáveis.

Etapas do Lean UX

Assim, para seu funcionamento ele utiliza de algumas etapas e alguns princípios. Falando primeiro dos princípios, são eles:

1. Equipes multidisciplinares;

2. Times pequenos;

3. O sinônimo de progresso é valor, não só entregáveis;

4. Equipes focadas em problemas;

5. Remoção de desperdícios;

6. Pequenas entregas;

7. Entregas contínuas;

9. Conhecimento compartilhado;

11. Externalização do trabalho;

12. Criar e analisar sempre;

13. Aprender antes de escalar.

Agora conheça as etapas principais:

MVP e MLP

MVP, que significa Minimum Viable Product ou Produto Mínimo Viável, tem como conceito o conjunto de funcionalidades mínimas de um produto que, juntas, tornam possível sua produção.

Já o MLP, chamado de Minimum Loveable Product ou, em português, Produto Mínimo Encantador, visa não só a produção que está em jogo, mas também o benefício e valor que aquela solução oferece ao usuário final.

Fail fast

Aqui estamos falando da falha. Todos erramos e é normal acontecer isso com o Lean UX. É interessante que isso aconteça durante a fase de testes, pois a equipe aprende com esses resultados e tem mais chances de melhorar no produto final.

Interação entre o time

Nunca se esqueça de criar formas de facilitar a comunicação dos times. Um exemplo é o Kanban, que é o uso de cartões para conduzir uma produção, deixando ela mais prática e descomplicada, assim como o Canvas.

Por que utilizar Lean UX no dia a dia?

O principal ponto é pela necessidade de fazer com que as equipes e as próprias empresas se mantenham competitivas no mercado, além de que uma experiência bem-sucedida leva as pessoas a recomendarem.

Junto a isso, por se tratar de uma metodologia que se preocupa com o trabalho de forma enxuta, pode se dizer que a Lean UX possui uma grande vantagem na economia de tempo e no baixo custo de produção.

Em suma, é uma metodologia que esclarece as dúvidas de forma mais rápida e clara. 

Passo a passo para aplicar o Lean UX

É o momento de colocar em prática. Para sua execução, o Lean UX é dividido em 4 grandes etapas:

Coleta de suposições e hipóteses

Antes de tudo você precisa entender quais são as suposições e hipóteses do seu negócio. É um tipo de exercício que vai gerar diversas ideias que precisam ser testadas e validadas. Tais como:

  • Quais são os resultados do negócio?
  • Quem são os seus usuários?
  • O que o seu público quer alcançar?
  • Como serão as funcionalidades aplicadas? 

A partir dessas informações você começa a formular as hipóteses que podem solucionar esses problemas encontrados nas informações coletadas.

Desenho da solução

Quando sua lista de hipóteses estiver completa e priorizada, você pode seguir para o próximo passo: o design colaborativo. Aqui você precisa fazer com que o time tenha “cabeça de dono” e se sinta responsável pelos resultados da empresa. Além de ser a oportunidade de todos darem sua opinião individual bem mais cedo do que geralmente acontece.

Criação do MVP

Depois de desenhar a sua solução, é hora de colocar suas ideias à prova com o lançamento de um MVP ou teste de usabilidade com protótipos, que já foram explicados anteriormente.

Pesquisa e aprendizado

Nesta última etapa é realizada a pesquisa que é contínua e colaborativa. Como? Através de etapas para que possa ser inserida no dia a dia dos times, ao invés de um projeto que pode durar meses.

A ideia principal é criar um entendimento compartilhado entre o time, as atividades devem ser compartilhadas com todos.

Que tal aprender mais sobre UX e potencializar a experiência de produtos digitais?

Portanto, o Lean UX é uma metodologia que pode auxiliar muito as empresas e o andamento de qualquer projeto. 

Agora que você já sabe suas explicações, características e como dar o primeiro passo da prática, só depende de você para começar a usar o Lean UX. Aproveite para se aprofundar no processo da experiência do cliente em nosso bootcamp.

Lógica de programação: dicas para iniciantes na área

Tudo que fazemos na nossa vida existe uma explicação lógica que justifica os nossos atos. Assim também é com a programação, onde os profissionais tomam a suas decisões baseados na lógica de programação.

Tudo que é desenvolvido na área de programação como, por exemplo, um software ou um aplicativo, segue uma sequência lógica que foi pensada e desenvolvida para aquele projeto.

De forma resumida, a lógica de programação é a maneira como se escreve um algoritmo e é a principal base para quem trabalha com Tecnologia da Informação (TI), principalmente para quem trabalha como desenvolvedor.

Portanto, se você deseja trabalhar na área de TI, você não pode abrir mão de aprender logo no início dos seus estudos sobre lógica de programação

Para que você não fique tão perdido na hora de começar a estudar sobre lógica de programação, é só continuar a leitura deste artigo! Abaixo, você encontrará uma série de dicas que facilitarão os seus estudos.    

O que é lógica de programação?

A lógica de programação, conhecida também como lógica computacional, é o elemento essencial para o processo de desenvolvimento de software. É ela quem organiza de maneira coerente a sequência de ações que um algoritmo precisa executar.       

Para que serve a lógica de programação?

A lógica de programação serve para traduzir os pensamentos humanos para o computador, já que os computadores funcionam através do código binário e não têm a mesma linha de raciocínio dos humanos. 

Conceitos básicos da lógica de programação

A fim de que você não tenha dúvidas sobre como funciona a lógica de programação na prática, preparamos um resumo com os principais conceitos da lógica de programação: algoritmo, dados, variáveis, condicionais e laços de repetição.  

Mas, antes de falarmos sobre cada um deles, é importante você saber que praticamente todas as linguagens de programação possuem esses mesmos conceitos, às vezes mudando apenas o nome para cada funcionalidade. 

Agora sim! 👇 Confira abaixo os principais conceitos da lógica de programação: 

Algoritmo e Pseudocódigo

Segundo o Oxford Languages, algoritmo é “conjunto das regras e procedimentos lógicos perfeitamente definidos que levam à solução de um problema em um número finito de etapas”.

Por exemplo, você resolveu fazer um pudim de leite condensado e quer seguir a receita clássica do pudim:

  1. Separe os ingredientes: 1 lata de leite condensado, 1 lata de leite na mesma medida da lata de leite condensado, 3 ovos inteiros,  1 xícara (chá) de açúcar e 1/2 xícara de água.
  2. Bata os ovos no liquidificador.
  3. Adicione o leite condensado e o leite, e bata novamente.
  4. Em uma forma redonda, derreta o açúcar na panela até ficar moreno, adicione água e deixe engrossar.
  5. Na mesma forma redonda, adicione a massa do pudim.
  6. Leve ao forno em fogo médio por 45 minutos, com a assadeira redonda dentro de uma maior com água.
  7. Espete um garfo para ver se está bem assado. Caso o garfo saia limpo, está pronto.
  8. Deixe esfriar e desenforme. 

Pronto! A famosa receita de pudim pode ser considerada um algoritmo, já que ela segue uma sequência lógica de etapas para alcançar um objetivo. 

Mas, como aqui estamos falando de computação, vamos mostrar como um algoritmo pode ser escrito para futuramente ser incorporado em uma linguagem de programação.

Existem três formas de representar um algoritmo na programação:

  1. Descrição narrativa: é a forma mais simples e próxima da sua língua nativa para escrever um código. Funciona como a receita do bolo, com instruções detalhadas do passo a passo;
  2. Fluxograma: é uma forma de mostrar o passo a passo de uma maneira mais visual, utilizando elementos gráficos;
  3. Pseudocódigo: é a forma mais próxima de escrever um código que se assemelha a estrutura das linguagens de programação, como C#, Python e Javascript.
Estudantes aprendendo a lógica de programação
Entender os conceitos básicos da lógica de programação é fundamental para quem deseja ingressar na área de Tecnologia.

Como o pseudocódigo é uma forma mais avançada de escrever o algoritmo, trouxemos alguns comandos utilizados nos pseudocódigos:

  • escreva (“ ”) = usado para mostrar alguma mensagem na tela;
  • leia () = usado para ler informações digitadas no teclado;
  • algoritmo = usada para indicar o início do programa;
  • inicio = usada para indicar o início do algoritmo;
  • fimalgortimo = usada para indicar o fim do algoritmo;
  • var = usada para indicar variáveis;
  • <- = comando de atribuição;
  • + = usado para somar valores.

Para que você consiga visualizar um pseudocódigo pronto, veja abaixo o pseudocódigo que faz a soma de três números:

algoritmo “calculadora_soma”

var

n1, n2, n3, soma: real

inicio

escreva (“n1”)

leia(n1)

escreva (“n2”)

leia(n2)

escreva (“n3”)

leia (n3)

soma <- n1 + n2 + n3

escreva(result)

fimalgoritmo 

Viu como o pseudocódigo funciona? Basicamente, ele é um código escrito em português, mas já com toda a estrutura das linguagens de programação.

Dados

Os dados representam uma combinação de valores e de operação que uma variável pode executar em um código. Eles são parte essencial e estão presentes em praticamente todos os recursos tecnológicos.

Variáveis

As variáveis são dados e valores que podem ser modificados durante a execução do programa, dependendo do comando do usuário. 

Para criar uma variável existem algumas regras que precisam ser seguidas:

  • Ter apenas letras, números e “_”;
  • Iniciar sempre com letra minúscula.

As variáveis mais conhecidas são: int (inteiras), float (decimal simples), double (decimal duplo) e boolean (lógica)

Condicionais

A estrutura condicional é um tipo de estrutura onde é possível verificar se o algoritmo atende a tal condição para então definir o fluxo de execução do algoritmo. 

Normalmente, as estruturas condicionais são representadas por IF (se) e ELSE (do contrário).

Laços de Repetição

O outro tipo de estrutura do código é a estrutura de repetição. Essa estrutura é utilizada quando é necessário realizar a mesma tarefa várias vezes até que uma condição enfim seja atendida

Normalmente, os laços de repetição mais utilizados são o WHILE (enquanto) e o FOR (para), sendo o segundo mais utilizado quando já se sabe o número de iterações da repetição. 

O que é preciso para aprender lógica de programação?

Quem deseja aprender lógica de programação para trabalhar com desenvolvimento web precisa ter algumas skills básicas para um programador:

  • Concentração;
  • Entender de tecnologia; 
  • Facilidade em resolução de problemas;  
  • Organização.   

Além disso, por ser um assunto que requer um raciocínio rápido, é preciso gostar de matemática, principalmente de raciocínio lógico, para ter mais facilidade e um nível de compreensão maior da lógica de programação.

Entretanto, é importante saber que ser bom em ciências exatas não é um pré-requisito essencial para aprender, é apenas um facilitador!  

Como aprender a lógica de programação?

Em primeiro lugar é preciso dominar o raciocínio lógico, visto que ele vai servir como um facilitador para o entendimento da lógica de programação. 

Logo depois, o próximo passo é estudar sobre os algoritmos e os principais conceitos relacionados a ele, como códigos, dados, variáveis, estruturas, entre outros. O algoritmo é a base da programação e entendê-lo é fundamental para conseguir criar um código e dar comandos usando uma linguagem de programação.    

Por fim, após entender a lógica de como programar, o próximo passo é escolher uma linguagem de programação para se especializar como, por exemplo, Python e JavaScript que são muito populares entre os programadores. Dessa forma, você consegue colocar em prática o que aprendeu e criar os seus próprios programas.   

Quanto tempo leva para aprender a lógica de programação? 

O tempo necessário para aprender lógica de programação e dominar pelo menos o básico da lógica é relativo, já que isso depende de uma série de fatores. Por exemplo, qual o seu ritmo de aprendizagem, quanto tempo você tem disponível por dia para estudar e como é a sua rotina de estudos.

Entretanto, em média, as pessoas levam cerca de 6 a 8 meses para compreenderem a lógica de programação de uma maneira mais abrangente e continuam estudando constantemente para se aprofundarem e dominarem melhor.  

Como treinar a lógica de programação?

O melhor jeito de acompanhar a sua evolução nos estudos de lógica de programação e identificar quais pontos precisam de maior atenção na hora de aprender programação é colocando em prática o que você está estudando. 

Portanto, busque questões para resolver, desenvolva pequenas soluções, reescreva pequenos códigos e treine bastante o seu raciocínio lógico de programação.

Onde treinar a lógica de programação?

Para treinar a lógica de programação você precisa de um bom editor de texto para escrever os seus códigos com os recursos corretos e necessários para isso. 

Na web existem diversos editores de texto, entretanto, dois dos mais populares entre desenvolvedores front-end e back-end são o Notepad++ e o Visual Studio Code.   

Qual curso fazer para aprender lógica de programação?

No geral, profissionais que trabalham com lógica de programação são formados em cursos da área de TI, como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação ou Engenharia da Computação. 

Aqui, na Faculdade XP, o bacharelado em Sistemas de Informação é o curso mais indicado para quem quer dominar a lógica de programação. Nele, o conteúdo programático é desenvolvido para garantir uma formação completa que qualifica o aluno como especialista em lógica de programação e gerenciamento de sistemas informáticos.

Dicas de lógica de programação para iniciantes

Depois de tudo o que você descobriu nesta leitura, se realmente você quiser aprender sobre lógica de programação, abaixo preparamos uma série de dicas que ajudarão você a estudar de uma forma mais direcionada. 

1. Estude bastante

A tecnologia está em constante evolução. Por isso, para atuar na área você precisa estudar o tempo todo. Acompanhe as notícias da área de tecnologia e as atualizações e novidades nas linguagens de programação, participe de cursos e fóruns de tecnologia para trocar experiências com outros profissionais da área.  

2. Pratique

O conhecimento não vem apenas da teoria. Portanto, coloque a mão na massa e pratique tudo o que você vem estudando.  

3. Não tenha medo de errar

Quantas vezes você já ouviu a frase “é errando que se aprende”? Realmente, é assim que aprendemos. Por meio do erro somos capazes de identificar os nossos pontos fracos e descobrir formas de evoluir. 

4. Não espere muito dos outros

O processo de aprendizagem de lógica de programação é um processo autodidata, que depende quase que integralmente de você e da sua força de vontade. Logo, a dica é para que você não espere tanto por ajuda de outras pessoas e você mesmo corra atrás de material de estudo, bootcamps, processos seletivos, etc.    

5. Não desista

Aprender lógica de programação pode não ser uma tarefa fácil, mas com certeza não é uma tarefa impossível! Quando se sentir desmotivado ou pensar em desistir, lembre-se do caminho que você já percorreu e do que o motiva para continuar. 

Além das dicas acima, os bootcamps em Desenvolvimento da plataforma XPE Multi + são excelentes para você que quer aprender sobre lógica de programação e a carreira de desenvolvedor. Conheça os cursos e dê início a sua jornada na área de TI! 

Total Cost of Ownership: qual a sua importância para um negócio?

Você já ouviu falar em Total Cost of Ownership (TCO) ou Custo Total de Propriedade, em tradução para o português? O termo se refere a uma métrica muito importante para o mundo dos negócios. 

Em resumo, o TCO é o cálculo do custo total de uma compra, considerando não apenas o valor da aquisição do produto, mas também o seu tempo de vida útil e os possíveis gastos com manutenção do produto. 

Dessa forma, os cálculos do custo total de propriedade orientam o setor financeiro a tomar decisões relacionadas a investimentos na empresa, principalmente quando estão ligadas à compra de materiais ou equipamentos. 

Caso você nunca tenha ouvido falar ou conheça pouco sobre o custo total de propriedade, continue a leitura! Neste artigo vamos explicar o que é Total Cost of Ownership, ensinar a calcular essa métrica e quais as vantagens e os desafios de utilizá-la no dia a dia de um negócio.      

O que é Total Cost of Ownership?

O Total Cost of Ownership é uma estimativa financeira utilizada para mensurar os gastos diretos e indiretos relacionados à compra de um ativo que nem sempre são perceptíveis no primeiro momento da compra.

Dentro desses gastos mensuráveis estão: custo de aquisição, de implementação, de manutenção, de desativação e tempo de vida útil do ativo.       

Com o custo total de propriedade todos os custos são mensurados juntos e trazem uma análise mais completa de quanto aquele ativo vai custar para a empresa. 

Qual o objetivo do Total Cost of Ownership?

O principal objetivo do TCO é auxiliar a gestão empresarial a tomar decisões estratégicas na hora de fazer novos investimentos para a empresa. Afinal, ele traz uma análise bem discriminada dos custos, o que mostra se a solução é viável ou não para a empresa.      

Quando usar o TCO?

O Total Cost of Ownership é indicado quando uma empresa quer fazer a aquisição de novos ativos ou fazer novos investimentos financeiros. Além de fazer a análise de investimentos, é importante mensurar o TCO para analisar o custo de compra.

Algumas situações que o cálculo de TCO é recomendado:

  • Aquisição de novas máquinas para a execução do trabalho;
  • Compra de um novo imóvel para expansão da empresa;
  • Contratação de um novo sistema.
Empresária realiza cálculo TCO da sua empresa
TCO ajuda a mensurar todos os custos diretos e indiretos e pode ser aplicado em diferentes tipos de empresa.

Diferentes áreas podem usar o Total Cost of Ownership

Praticamente todas as áreas podem aplicar os cálculos de custo total de propriedade no seu dia a dia. 

Confira abaixo quando alguns setores usam o Total Cost of Ownership:

  • Marketing: contratação de sistema para acompanhamento e gestão das demandas ou licença de softwares, como pacote Adobe;  
  • TI: aquisição de novos equipamentos ou contratação de softwares e serviços de tecnologia, como AWS;
  • RH: contratação e implementação de um sistema integrado de gestão de pessoas ou contratação de um programa de treinamento e desenvolvimento de pessoas.

Por que é importante calcular o TCO?

Fazer o cálculo de Total Cost of Ownership é essencial para o financeiro de uma empresa, visto que ele ajuda os gestores a mensurar os seus gastos a médio e a longo prazo.

Dessa forma, é mais fácil de prever e se planejar para imprevistos, evitando assim surpresas financeiras indesejadas que fujam tanto do que já estava previsto no planejamento realizado na hora da aquisição daquele ativo.

Além disso, o TCO é determinante para definir o Retorno Sobre o Investimento (ROI) e o Retorno Sobre o Ativo (ROA) que aquela compra vai gerar para a empresa. Esses dois indicadores são importantes para avaliar o retorno financeiro que a empresa está tendo mediante as suas ações e acompanhar o desempenho da instituição em relação ao mercado.     

Fatores que determinam o Total Cost of Ownership

Geralmente, os fatores que são considerados na hora do cálculo do Total Cost of Ownership são os seguintes:

  • Custos de aquisição: relacionado a compra do produto, serviço ou software;
  • Custos de implementação: relacionado a contratação de serviços externos para instalação do produto;
  • Custos de suporte e manutenção: relacionado a serviços periódicos, como atualização do software, renovação de licença, etc. 

Como calcular o Total Cost of Ownership?

A fórmula mais simples para calcular o TCO é a: I + M – R = TCO.

  • O I se refere ao custo inicial para adquirir o ativo;
  • O M se refere ao custo de manutenção para manter o ativo funcionando;
  • O R se refere a demais custos, como, por exemplo, quanto o seu ativo vai valer daqui a alguns anos de acordo com a inflação e a desvalorização do ativo.

Desafios de calcular o Total Cost of Ownership

Apesar de parecer simples, calcular o TCO de um ativo é um grande desafio porque, com exceção do valor de aquisição, os valores não são fáceis de prever e esses valores oscilam frequentemente

Além disso, um outro desafio é que as empresas não possuem uma metodologia padrão para fazer os cálculos de TCO. 

Exemplo de TCO

Agora que você já entendeu o que é Total Cost of Ownership e qual é o principal objetivo desse cálculo, que tal um exemplo para você ver como ela funciona na prática? 

Imagine que você é gerente de uma empresa e algumas pessoas da equipe estão precisando de novos computadores para trabalhar. Você fez o orçamento e tem duas opções:

  • Comprar computadores mais baratos, que são mais simples e de uma marca pouco confiável no ramo da tecnologia;
  • Comprar computadores um pouco mais caros, que são mais completos e são de uma marca consolidada no ramo da tecnologia.

Qual computador você compraria para a sua equipe? Lembre-se de pensar a longo prazo, incluindo possíveis custos de manutenção, compra de peças e tempo de vida útil do computador.

Provavelmente a sua escolha seria os computadores mais completos, certo? Uma vez que esses custos extras são levados em consideração, é possível chegar ao custo total da propriedade e mensurar qual equipamento vale mais a pena para não ter erro na hora da compra. 

Quais os benefícios do TCO para o seu negócio? 

O principal benefício do Total Cost of Ownership é na mensuração de alguns processos que devem surgir a longo prazo. Dessa forma, o cálculo do TCO ajuda a prever e planejar o plano de gestão de processos da empresa. 

Conclusão sobre o Total Cost of Ownership

A análise do custo total de propriedade é um processo indispensável dentro de uma empresa.

O mais indicado é que esse processo seja feito por um profissional especializado, com MBA em Gestão de Processos de Negócios ou especializações relacionadas, capaz de administrar todas as questões relacionadas à compra de novos ativos.

Dessa maneira, a empresa consegue se manter equilibrada e operando bem, sem correr grandes riscos, pois a empresa consegue visualizar a maioria dos seus custos e incluí-los no seu planejamento financeiro com antecedência. 

Onde investir 5 mil reais? Conheça as melhores opções!

Não é preciso ser um milionário para se tornar um investidor: com relativamente pouco você já consegue! E o primeiro passo é se questionar: onde investir 5 mil reais? 

Essa quantia não é milionária, mas também não é uma quantia baixíssima, ou seja, pode ser realmente vantajoso colocar esse dinheiro que está guardado na poupança para trabalhar para você mesmo.

Talvez você tenha sido ensinado que o mundo dos investimentos é apenas para os ricos, quando, na realidade, ele é para os mais bem informados. 

Com a internet e o avanço da tecnologia ficou ainda mais fácil ter acesso a informação sobre mercado financeiro, ações, fundos e aplicações. 

Dar o primeiro passo com 5 mil reais de investimento é uma ótima oportunidade de ter chances de retorno sem ficar muito vulnerável. 

Chegou a hora de aprendermos mais sobre investimentos, suas diversificações e onde investir os 5 mil reais que você tem guardado! 

Vamos lá?

Onde investir 5 mil reais?

Existem diversas maneiras desse valor ser investido. Umas boas, já outras… Nem tanto. 

Algumas dessas formas são: 

  • Renda Fixa; 
  • ETFs: ou Exchange Traded Funds, são Fundos de Investimentos de gestão passiva com cotas negociadas na Bolsa e acompanham de perto o desempenho de algum índice específico do mercado;
  • BDRs: ou Brazilian Depositary Receipts, são recibos de empresas do exterior negociados no Brasil, ou seja, investimentos em empresas de fora sem enviar dinheiro para o exterior;
  • Fundos de Investimentos: uma junção de recursos para aplicação em empreendimentos;
  • Fundos Imobiliários: semelhante aos Fundos de Investimentos, a diferença é que, aqui, os empreendimentos são especificamente imobiliários;
  • Ações livres;
  • Carteiras.

Não se preocupe, nós iremos imergir em cada uma delas no decorrer do nosso artigo, por isso, continue a leitura!

O que considerar ao investir 5 mil reais?

Antes de qualquer coisa: é preciso definir o seu prazo e objetivo ao investir, o seu perfil de investidor e ter um planejamento financeiro! 

Isso inclui considerar a necessidade de uma reserva de emergência, que basicamente consiste no montante resultante da soma de todas as suas despesas de um mês, multiplicadas por 6 seis meses. 

Exemplo: se todas as suas despesas do mês (juntando tudo, ok? Aluguel, água, luz, escola das crianças, curso de inglês, enfim, tudo) deu R$ 4.550,00, a sua reserva financeira precisa ser de R$ 27.300,00.

Ela é essencial porque, caso algo dê errado durante o seu planejamento financeiro, ou caso você seja demitido ou um imprevisto maior aconteça, você não se prejudicará tanto e manterá a sua estabilidade e controle. 

Além disso, especialistas citam a importância dos aportes frequentes e dos reinvestimentos dos proventos recebidos. Dessa forma, a potencialização dos ganhos poderá acontecer de maneira cíclica. 

Onde investir 5 mil reais na Renda Fixa?

A Renda Fixa pode ser uma ótima alternativa para aqueles que irão começar os seus primeiros investimentos: além de serem democráticos e seguros, os investimentos nela são de fácil entendimento e, principalmente, de menor risco, o que é essencial para investidores mais conservadores.

Além disso, é importante ressaltar que os investimentos em Renda Fixa são conduzidos pela rentabilidade do CDI, que é a referência. O CDI, por sua vez, acompanha o valor da Taxa Selic

Qual a melhor opção de Renda Fixa para investir 5 mil reais?

Não é isso que você quer ler, mas nós precisamos ser realistas: depende

Em suma, os melhores investimentos são aqueles que se adequam às necessidades do investidor, ou seja, é necessário o questionamento da disponibilidade de manter os recursos aplicados e da rentabilidade e liquidez de cada categoria. 

Rentabilidade na Renda Fixa

Se você tem pouco dinheiro, inicialmente, a maior vantagem de investimento pode ser escolher os fundos DI ou o Tesouro Direto, já que são investimentos práticos e seguros que começam na faixa dos R$ 30.

Mas existem outras opções como os Certificados de Depósito Bancário (CDB), as Letras de Câmbio e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), onde os investimentos começam em R$ 100.

Nesses casos quanto mais dinheiro e maior o prazo de aplicação, maior é a taxa e, como consequência, maior o retorno para o investidor. 

Pessoa faz cálculo para definir onde investir 5 mil reais
A Renda Fixa é uma opção de onde investir 5 mil reais de forma mais segura.

<Leia também: LCI ou CDB: saiba as diferenças e qual é a melhor opção/>

Vantagens e desvantagens de investir na Renda Fixa

Tudo que tem um lado bom, tem um lado ruim. Vamos conhecer ambos da Renda Fixa agora! 

Vantagens

  1. Segurança: na Renda Fixa, não há o risco de não receber o seu capital, já que a sua maioria são títulos públicos;
  2. Alta liquidez: em suma, ao contrário do mercado de ações no qual uma baixa pode afetar muito a liquidez, no caso da Renda Fixa isso não ocorre, já que há um alto volume de operações, garantindo alta liquidez;
  3. Possibilidade de isenção do imposto de renda: isso mesmo, algumas aplicações seguras como a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) têm boa rentabilidade e não incide o imposto de renda.

Desvantagens

  1. Ganhos expressivos a curto prazo são raros: o lucro aumenta com o tempo pelo qual a aplicação é mantida, ou seja, no curto prazo o lucro será pequeno; 
  2. Você precisa estar por dentro: entender as taxas dos fundos de Renda Fixa é essencial;
  3. Valores altos podem ser necessários: alguns investimentos precisam ser altos quando se quer investir em opções específicas como o CRI.

Onde investir 5 mil reais na Renda Variável

Se você já tem os R$ 5 mil em mãos, não é tão conservador, é relativamente “ok” em arriscar mais: a Renda Variável pode ser uma ótima oportunidade para seu investimento. 

Essa renda, por ser variável e trazer mais riscos, traz consigo a possibilidade da maximização de retorno financeiro: o que todo investidor deseja, ao final das contas. 

Qual a melhor opção de Renda Variável para investir 5 mil reais?

No caso das Rendas Variáveis, quanto maiores os riscos, maiores os ganhos. 

Se você está disposto a isso e a ser mais agressivo, o investimento em Ações ou Fundos Imobiliários podem trazer-lhe um ótimo retorno. 

Na realidade, esses dois investimentos citados estão inclusos no time dos melhores investimentos para os próximos anos. 

Logo, se você já possui o dinheiro e está se questionando onde investir 5 mil reais, comece a pensar numa carteira diversificada com ações e Fundos Imobiliários. 

Rentabilidade na Renda Variável

Dependendo de qual categoria você investir, a sua rentabilidade será diferente. 

Dessa forma, se o seu investimento for voltado para ações, você poderá ganhar a valorização do papel do mercado ou dividendos como resultado. O seu retorno ocorre no médio e longo prazo e é mais relevante para investidores informados e pacientes.

No entanto, se você investir em fundos imobiliários (FIIs), você receberá rendimentos que normalmente são mensais. Neste caso, são interessantes para aqueles que buscam renda passiva, porém, sua valorização leva mais tempo.

Vantagens e desvantagens de investir na Renda Variável

Nós conhecemos as vantagens e as desvantagens de investimentos na Renda Fixa. Agora é a hora de tomarmos conhecimento dos mesmos quesitos da Renda Variável.

Vantagens

  1. Maior rentabilidade: quanto mais riscos, mais rentável, principalmente quando comparado com a Renda Fixa;
  2. Mais possibilidades: você pode investir em câmbio e até mesmo em criptomoedas;
  3. Facilidade: com a tecnologia, a compra e venda de ativos ocorre de forma totalmente digital, pelo Home Broker, um sistema online disponibilizado pelas corretoras. Ou seja, é só abrir uma conta numa corretora, ter acesso ao HB e enviar as suas ordens de serviço! 

Desvantagens

  1. Mais complexidade: alguns produtos financeiros são realmente complexos, ou seja, é preciso ter um conhecimento realmente mais aprofundado no assunto;
  2. Mais riscos: na Renda Variável não se encontra garantias como o FGC na Renda Fixa, logo, você pode ganhar muito dinheiro, mas é grande a possibilidade de perdê-lo também;
  3. Custos: isso mesmo, no mercado variável é preciso considerar os custos com tributos, tarifas e operações como Imposto de Renda e corretagem.

Onde não investir 5 mil reais?

A priori: evite a poupança. 

Ela foi, por muito tempo, a queridinha dos brasileiros, mas há vários anos essa caderneta é um péssimo investimento.

Desde 1995 que o ganho real, quando não é muito baixo (no caso, abaixo da inflação), é negativo. Em suma, quem investiu perdeu dinheiro.

Tendo isso dito, você precisa, também, evitar a compra de moedas internacionais em moeda física. Sejam elas dólares, euros ou libras, por exemplo, elas passam pela inflação e perdem o poder de compra no decorrer dos anos.

Rentabilidade e investir 5 mil reais na Poupança

Ainda com dúvidas sobre investir ou não na poupança? Então vamos lá: a poupança é influenciada pela taxa Selic. 

Quando a Selic está abaixo de 8,5% ao ano, a poupança renderá 70%, o que quer dizer que estando em 5% ao ano, a poupança renderá 3,5%. 

Vamos fazer uma comparação entre a poupança e o tesouro Selic: considere um investimento de 5 mil reais com uma taxa Selic de 5% em 10 anos. 

O resultado líquido será de R$ 7.053,00 na poupança e R$ 7.581,00 no Tesouro Selic. Sendo assim, uma diferença de mais de R$ 500,00 e ninguém quer perder dinheiro, não é mesmo? 

Onde investir 5 mil reais para dobrar o dinheiro?

Se está a espera de milagres, nem tente. Investimentos milagrosos não existem. No entanto, para receber um retorno financeiro a curto prazo, esteja disposto a passar por maiores riscos. 

Quer dobrar os seus 5 mil reais? 

Simples: aprenda trade e alavanque os seus ganhos na bolsa, faça aportes mensais e consistentes, e/ou use os seus 5 mil reais para comprar algo e venda mais caro, assim terá o lucro!

Comece a aprender agora com o curso In the money: Como começar a lucrar com Opções da Faculdade XP! 

Entenda o que é CSLL, como funciona e a base de cálculo

A sigla CSLL, a Contribuição Social sobre Lucro Líquido, pode parecer confusa. Contudo, não é! Ela é uma contribuição federal que se destina ao financiamento da Seguridade Social no Brasil.

Mas nem todos são obrigados a fazer o pagamento. Somente as pessoas jurídicas e as equiparadas a elas são as quem deve pagá-la.

Como deve ser feita a base de cálculo? A contribuição incide sobre o lucro líquido das empresas.

A alíquota é de 9% sobre o lucro líquido para a maioria das empresas. As exceções de alíquota são para instituições financeiras e quem optou pelo simples nacional, essa última já inclusa em uma cobrança única com outros tributos.

Entenda mais sobre a CSLL ao longo do conteúdo, e entenda como essa contribuição funciona e como e quando pagá-la. Boa leitura!

O que é a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido?

A CSLL é utilizada para se referir à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido instituída pela Lei nº 7.689/1988 destinada para o INSS, Instituto Nacional do Seguro Social. Ela surgiu como complementação da tributação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas.

Toda a arrecadação fica de forma integral para a União.

Válido pontuar que ela não é um imposto, mas sim uma contribuição. Por que não se deve confundir isso? Os impostos não têm destinação de gastos definidas, enquanto as contribuições possuem uma finalidade específica.

Novidade legislativa

Em setembro de 2022 foi promulgada a Lei 14.446 que aumenta em 1% a CSLL das instituições financeiras: bancos, companhias de seguro e de capitalização e corretoras de câmbio. O período será entre 1º de agosto até 31 de dezembro de 2022.

Bancos terão que desembolsar 21% para a contribuição, já as demais instituições passam para 16%. Só com essa mudança percentual, a Administração Federal estima arrecadar R$ 244 milhões. Muito dinheiro, não é mesmo? 💸

Entenda o que é lucro líquido

O que é lucro líquido em um negócio? Trata-se do ganho da companhia após todos os descontos obrigatórios. Veja o esquema abaixo para você entender melhor!

receita – custos fixos* – custos variáveis** = lucro líquido

*Custos fixos: aluguel de instalações, alguns impostos e salários dos colaboradores, por exemplo.

**Custos variáveis: taxas de cartão de crédito e os equipamentos de produção.

Para que serve a contribuição social sobre lucro líquido?

Ela é uma contribuição igual ao imposto de renda para pessoas jurídicas, cobrada pela Receita Federal do Brasil. Contudo, ela é direcionada ao Instituto Nacional do Seguro Social para cobertura de gastos.

O INSS, autarquia do Governo Federal, é o órgão que cuida da seguridade social, responsável pelas aposentadorias, pensões e outros benefícios sociais.

<Leia depois: como calcular a unitária, a total e o índice da Margem de Contribuição />

Quem precisa pagar a CSLL?

Os contribuintes são as pessoas jurídicas (donos de CNPJs) domiciliadas no País. Isso ocorre porque só tem lucro quando se é pessoa jurídica. Em casos de pessoa física há incidências, sim, mas sobre os rendimentos.

Portanto, todas as empresas brasileiras terão que pagar a contribuição. Há variação conforme o regime de tributação no qual o negócio se enquadra: simples nacional, lucro real, lucro arbitrado e lucro presumido.

Os Microempreendedores Individuais também pagam a CSLL. Porém, ela já está adicionada no valor mensal cobrado pela guia DAS-MEI.

Diferenças entre pessoas jurídicas e físicas

Todas as pessoas são consideradas pessoas físicas desde o nascimento, mesmo que não tenham CPF.

Pessoa jurídica é o conjunto de pessoas sendo criado conforme a lei e com a finalidade específica. A concepção deve ser registrada por um órgão competente.

Entenda abaixo as diferenças.

  • CPF: referente ao Cadastro de Pessoa Física.
  • CNPJ: referente ao Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Exemplos: empresas, países, estados, municípios, fundações, associações, igrejas, partidos políticos etc.
Uma moça segurando um tablet e calculando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.
(Fonte: Getty Images)

Quais empresas são isentas de pagar o CSLL?

A contribuição é isenta para algumas empresas: organizações sem fins lucrativos parceiras da Administração Pública que prestam serviços e atendimentos a grupos, famílias ou indivíduos em situação de vulnerabilidade.

Conheça quem ficará isenta(o):

  • Entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão);
  • Entidade beneficentes de assistência social;
  • Sociedades cooperativas.

Como é calculada a CSLL?

A base do cálculo depende do regime de tributação que a empresa escolheu seguir: lucro real, lucro arbitrado, lucro presumido ou Simples Nacional.

Lucro Real

A CSLL sobre o lucro líquido é feita a cada trimestre após a contabilização dos fatos. Incluindo impostos, receitas, vendas, despesas e lucro. Em algumas hipóteses, a CSLL pode ser paga todo mês.

Lucro Presumido

Nesse caso, não tem a necessidade de contabilização dos fatos contábeis. O órgão fiscalizador usa das alíquotas de presunção visando determinar o lucro do negócio durante o período.

Passo a passo:

  1. Apuração do faturamento do trimestre;
  2. Aplicação da alíquota de presunção:
    • 32% para serviços gerais (exceto transportes de carga e serviços hospitalares)
    • 32% para intermediação de negócios;
    • 32% para administração, locação ou cessão de bens imóveis, moveis e direitos de qualquer natureza;
    • 12% para atividades nos ramos hospitalar, industrial, comercial e de transporte de carga;
    • 1,6% na revenda a varejo de combustíveis e gás natural;
    • 16% para serviços de transportes (exceto de carga).
  3. Aplicar a CSLL em 9 ou 15% para determinar o valor a ser pago.

Simples Nacional

Para os empresários dessa categoria, a contribuição consta na única guia mensal emitida, a DAS. O valor é fixo.

Confira abaixo a tabela com as alíquotas de presunção do IRPJ e CSLL.

IRPJIRPJCSLLCSLL
Alíquota de PresunçãoAlíquota do IRPJAlíquota de PresunçãoAlíquota do CSLL
Vendas8%15%12%9%
Serviços32%15%32%9%

<Leia também: saiba o que é Imposto de Renda na prática />

Quando o pagamento deve acontecer?

O contribuinte pessoa jurídica deve pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido anualmente.

Como fazer o pagamento do tributo? O dirigente ou representante da área fiscal da empresa deve dirigir-se até a algum banco parceiro da RFB com o Documento de Arrecadação de Receitas Federais para realização da quitação e não ficar em débito com o Fisco.

Veja algumas instituições financeiras que aceitam:

  • Banco do Brasil;
  • Banco Santander;
  • Banco de Brasília;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Banco Bradesco e outros.

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São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver! Você poderá estudar onde e quando quiser!

O que faz o Tech Recruiter? Entenda sua importância!

O papel do Tech Recruiter, profissional focado no recrutamento de vagas no mercado de tecnologia, ganhou destaque nos últimos anos. Isso porque o aumento da busca por candidatos qualificados para competências cada vez mais específicas também cresceu.

🤔 Mas você sabe exatamente o que o diferencia de qualquer outro profissional da área de recrutamento? Confira abaixo todos os detalhes sobre essa atividade e como ela pode ser útil para uma organização.

O que faz um(a) Tech Recruiter?

Resumidamente, o Tech Recruiter é responsável pelo desafio de atrair, selecionar e contratar talentos exclusivamente para a área de tecnologia, como desenvolvedores, analistas de suporte e programadores.

Esse cargo tão específico surgiu durante a pandemia em função do aumento da necessidade de profissionais da área de tech. Um levantamento realizado pelo BID e pelo LinkedIn em 2022 aponta que esse setor cresceu mais de 60% durante o período pandêmico.

Isso se deve em grande parte ao acelerado crescimento de startups nos últimos dois anos. Também houve um boom entre os e-commerces, uma vez que o consumo se voltou para o universo online com o fechamento de lojas físicas.

O novo modelo de trabalho em casa, o home-office, também teve sua influência. Essa nova realidade gerou a necessidade da aplicação de servidores e plataformas para conectar equipes remotamente durante a quarentena, além de se fazer necessário ter profissionais a postos e preparados para realizar o suporte à distância. Afinal, quem nunca foi salvo pelo TI? 😅

Qual a importância desse profissional em uma empresa?

Em um mercado tão aquecido, faltam profissionais para preencher as inúmeras vagas disponíveis em tech. E a expectativa é que isso se agrave nos próximos anos: segundo a ABRAT (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação), em cinco anos serão criados cerca de 800 mil novos postos neste setor no Brasil.

Porém, atualmente, apenas 53 mil profissionais de tecnologia se formam ao ano no país. Ou seja, a tendência é que fique cada dia mais complicado encontrar e atrair profissionais qualificados. 😬

É por isso que faz tanto sentido para certas empresas ter alguém que entende do setor concentrado exclusivamente nessas contratações.

Principais desafios do Tech Recruiter

Se você tem interesse em se profissionalizar na área ou pensa em contratar um recrutador focado no setor de tecnologia, então, é preciso entender e se preparar para as algumas dificuldades que o responsável por esse cargo enfrenta. Reunimos abaixo os cinco maiores desafios do job.

Identificar e encontrar profissionais qualificados

🔍 Como vimos acima, por se tratar de um mercado escasso em quantidade de profissionais formados, há uma grande dificuldade para se encontrar perfis qualificados e que preencham a todos os requisitos necessários. Por isso é necessário estar afiado na busca!

E além de avaliar as experiências prévias e habilidades, também é fundamental levar em consideração as soft skills e o perfil comportamental dos candidatos. E para ser preciso nessa fase inicial da pesquisa por novos colaboradores, é importante ter bem definida a cultura organizacional, o que a empresa procura em um profissional.

Divergências na descrição da vaga

O processo seletivo é um momento crucial para apresentar de forma clara a empresa e a proposta, a fim de prevenir uma alta taxa de turnover, ou rotatividade de pessoas. Por isso, é necessário que a descrição da vaga seja precisa, sem divergências.

Isso significa que o Tech Recruiter deve entender minimamente de tecnologia para transmitir os requisitos no job description de forma correta e poder avaliar os candidatos posteriormente sem grandes dificuldades. 😉

Processos seletivos lentos

O momento de atração é realmente um ponto chave para o recrutador de tech. Em um setor cuja oferta de postos é alta, o processo seletivo para essas vagas não pode ser lento.

Se você não quer correr o risco de perder talentos para propostas mais atraentes, é essencial aplicar um processo que seja objetivo e ágil.

Baixo incentivo

O mercado também é competitivo em termos de benefícios. Um profissional essencial em um setor tão escasso está em vantagem e pode escolher entre ótimas opções.

Por isso é importante ter em mente que oferecer bons benefícios será provavelmente o grande diferencial para que um candidato qualificado escolha trabalhar na sua empresa.

Por benefícios, entende-se não apenas um bom salário, mas também um bom plano de carreira, vale alimentação e refeição adequados, plano de saúde completo, bônus e ofertas de cursos como forma de reconhecimento pelos bons resultados, dentre outros.

Profissionais com pouca visão estratégica do negócio

O Tech Recruiter também precisa estar atento em relação à visão estratégica dos candidatos. O desafio é encontrar um profissional que possua não apenas habilidades e competências voltadas para tecnologia, mas entenda como aplicá-las no negócio a fim de fazê-lo crescer. A busca por um perfil completo pode ser ainda mais difícil.

Quais são as perspectivas de mercado dessa profissão?

Assim como há a expectativa de que o setor de tecnologia cresça nos próximos anos, é esperado que aconteça o mesmo com o mercado de Tech Recruiter. A tendência é que esse papel se consolide em grandes empresas e se torne cada vez mais valorizado.

Como ser um(a) Tech Recruiter de sucesso?

Esse cenário competitivo é o desafio número um do Tech Recruiter e a razão pela qual os profissionais de RH passaram a se especializar.

Independentemente da área para a qual está recrutando, um headhunter precisa de algumas habilidades básicas para obter sucesso em um processo seletivo. 🎯

Por exemplo, ter uma boa comunicação pode ajudar a vender as vagas de forma objetiva e transparente, além de te conectar com os candidatos.

Também espera-se de um recrutador certa sensibilidade, empatia e respeito pela diversidade, afinal é um cargo que lida diretamente com pessoas. Por fim, ser organizado vai te garantir um processo mais ágil.

Mas existem alguns detalhes que são capazes de diferenciar esse profissional no mercado de trabalho de tecnologia. Veja dicas para quem busca se destacar nesse setor e crescer na carreira de Tech Recruiter:

  • Networking e proatividade: investir em uma rede de contatos dá acesso a bons candidatos que talvez não seriam impactados apenas pelos anúncios de vagas. Nesse mercado não basta divulgar os postos, é preciso pesquisar e abordar profissionais através de redes como o LinkedIn.
  • Entender sobre tecnologia: como vimos anteriormente, entender sobre o mercado de tecnologia é essencial para definir descrições de vagas e acompanhar os candidatos ao longo do processo. Por isso, é importante se manter informado sobre o setor, além de conhecer a fundo os termos e as atividades realizadas.
  • Investir em cursos: um profissional atualizado está sempre um passo à frente. Apostar nos estudos pode abrir muitas portas, inclusive no âmbito do networking.

Que tal iniciar o recrutamento de talentos agora mesmo?

Em um mercado tão concorrido, a Faculdade XP pode te ajudar a encontrar os melhores profissionais de TI de forma criativa através do Talent Hunter. A solução oferece o recrutamento de talentos por meio de bootcamps elaborados especialmente para o seu negócio, uma forma inovadora de seleção com base na educação.

O serviço abrange desde a divulgação da vaga nas redes sociais e imprensa até a contratação. Te ajudamos a definir os critérios de avaliação definidos e cuidamos da aplicação de testes e questionários.

A sua empresa acompanha de perto o desempenho dos alunos no curso junto com a Faculdade XP e seleciona aqueles com a melhor classificação. 🤩

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Criptomoedas sustentáveis: quais são e como funcionam?

Você já ouviu falar em criptomoedas, certo? As moedas digitais têm sido bem vistas quando o quesito é falar de investimentos. Mas você sabia que existem criptomoedas sustentáveis? Pois é! 

O Bitcoin, a criptomoeda mais famosa do mundo, é conhecido por ser “antiverde” e antiambiental, por conta da quantidade de energia consumida pela mineração dessa moeda digital. 

Mas calma: você ainda não sabe o que são criptomoedas? 

Em suma, uma criptomoeda é um tipo de dinheiro, assim como o real, o dólar ou o euro. Porém, no tocante às divergências entre essas moedas citadas, é que uma criptomoeda, além de não ser emitida por nenhum governo, tem como a sua principal característica ser completamente digital.

Uma criptomoeda tem a mesma função do dinheiro físico. Então, qual a real finalidade delas? Simples:

  • Reserva de valor: serve para proteger o poder de compra futuro;
  • Unidade de conta: quando o cálculo econômico é realizado em função da moeda após produtos receberem precificação;
  • Meio de troca: para transações comerciais.

Agora vamos falar sobre o que tem chamado a atenção de todos que se interessam por moedas digitais e meio ambiente? Elas mesmas, as criptomoedas sustentáveis!

O que são as criptomoedas sustentáveis?

Criptomoedas sustentáveis são aquelas que não geram, ou geram o mínimo possível de impacto no meio ambiente, tanto para serem criadas, quanto para serem mantidas.

Também conhecidas como moedas digitais verdes, as criptomoedas sustentáveis têm um processo de mineração um pouco diferente. 

Proof of Work (PoW) é o método de mineração usado pela maioria das criptos, encabeçado pelo Bitcoin (BTC) e pelo Ethereum.

No PoW, para conseguir validar as transações presentes em cada bloco de blockchain, os mineradores precisam usar do seu poder computacional e solucionar diversos problemas matemáticos de forma ágil, já que há uma alta competição entre mineradores para obter os ativos.

Até aí, parece ok, não é? Mas não. Esse processo demanda muito do consumo de energia elétrica: os computadores utilizados são mais robustos e potentes, além de ficarem ligados o tempo inteiro. 

“Mas qual a forma que as criptomoedas sustentáveis usam para diminuir o impacto ambiental?”, você deve estar se perguntando. 

Em suma, ao invés de usarem o método PoW, elas usam o Proof of Stake, que significa prova de participação.

A maior diferença é que não há competição, visto que os mineradores podem bloquear as próprias criptos na plataforma e, assim, não é preciso usar computadores que gastam tanta energia.

Por que e como surgiram criptomoedas sustentáveis?

Como você já sabe, os mineradores, principalmente de Bitcoin, competem entre si para ver qual deles têm a máquina mais rápida para resolver os cálculos matemáticos e validar a transação, assim, os que têm mais sucesso recebem criptomoedas como recompensa. 

Porém, esse tipo de mineração vem sendo alvo de críticas de ambientalistas, já que causa alto impacto no meio ambiente por consumir muita energia. 

Como consequência, surgiram as criptomoedas sustentáveis, para diminuir esse impacto com fontes de energia mais limpas.

Impactos das criptomoedas no meio ambiente

Não é só o alto consumo de energias durante a mineração das criptomoedas que preocupa ambientalistas: existe uma alta emissão de carbono também. 

Logo, o problema da emissão de carbono é que se o CO₂ for altamente expelido na atmosfera, ou seja, em excesso, o planeta continuará aquecendo, visto que, o carbono é um dos responsáveis pelo superaquecimento do planeta, gerando, assim, diversos e severos desequilíbrios ambientais. 

Além disso, a chuva ácida, a poluição do ar e o desequilíbrio do efeito estufa são alguns dos resultados da alta concentração deste gás no meio ambiente. 

Ademais, alguns empresários passaram a se posicionar no que diz respeito a esse tema: Elon Musk, fundador da Tesla, declarou que a empresa só receberá pagamentos em cripto, especialmente em Bitcoin, se a rede passar a fazer uso de energia sustentável, segundo a Época Negócios.

Quer aprender mais? Assista!

Consumo energético por trás da mineração de criptomoedas

Nós fizemos uma comparação entre algumas criptomoedas sustentáveis e o Bitcoin, assim você conseguirá perceber a diferença da relação ao consumo de energia para uma transação entre elas.

Veja na tabela abaixo:

CriptomoedaCusto de transação em KWh*
Nano0.000112
Cardano0.5479
Stellar0.00003
IOTA0.00011
EOS0.00122923
Ripple0.0079
Algorand0.000008
Ethereum62.56
Bitcoin1,544
Comparação entre criptomoedas sustentáveis e o Bitcoin | *quilowatt-hora.

Quais as criptomoedas sustentáveis no mercado digital?

Vamos conhecer 3 delas hoje. Preparado? 

1. ETH

Junto com o Bitcoin, a Ethereum (ETH) é uma das plataformas de cripto mais conhecidas. Após estudos e aplicação de melhorias, a versão 2.0 da moeda Ether, usa o proof of stake, reduzindo, assim, o consumo energético.

Ethereum é uma das criptomoedas sustentáveis
Ethereum é uma das criptomoedas sustentáveis mais conhecidas do mercado

2. ADA

Com a evolução da Ethereum, surge a plataforma Cardano, de onde a ADA pertence. É usada em transações financeiras, contratos e aplicativos.

3. XLM

A Stellar é uma plataforma de criptomoedas que tem como cripto nativa a XLM, ou Stellar Lumen. Ela não usa o proof to stake, mas usa um conjunto de nós confiáveis que autenticam as transações, mantendo grande eficiência e demandando menos energia na mineração do ativo.

<Leia também:Criptomoedas promissoras para acompanhar e comprar em 2023/>

Quais as criptomoedas prejudicam o meio ambiente?

Aquelas criptomoedas que usam o PoW como método de mineração, tendo como foco, a principal delas: o Bitcoin. 

Toda criptomoeda pode se tornar sustentável?

Caso seja possível a mudança no método de mineração, em suma, é sim provável que as criptomoedas tradicionais se tornem mais sustentáveis.

É possível que Bitcoin se torne uma criptomoeda sustentável?

A indústria de mineração do Bitcoin já está mudando, de forma drástica, as suas ações para o uso de energias renováveis.

Além disso, o The New York Times afirmou que as estimativas relacionadas à quantidade de mineração de BTC munida por energias renováveis varia de 40% a 70% e, além disso, a indústria tem investido muito na descarbonização das suas ações.

Medidas para tornar uma criptomoeda sustentável

Teoricamente, é bem simples: a adoção de meios de minerações alternativos do proof of work, como o proof of stake

As vantagens são que, além de descarbonizar o ambiente e usar energias renováveis, essas ações podem mudar a maneira que esses ativos são vistos, aumentando, assim, sua oferta e procura, em suma, trazendo alta valorização.

Regulamentação para a sustentabilidade de criptomoedas

O Parlamento Europeu criou uma proposta para limitar o uso de criptomoedas alimentadas pelo proof to work nos estados da União Europeia. No entanto, essa proposta foi duramente rejeitada pela comunidade defensora das criptomoedas no mundo. 

O Parlamento Europeu, junto da Comissão e Conselho do bloco e do MiCA, passarão por uma jornada de negociações buscando o desenvolvimento de uma regulação que vise a sustentabilidade das criptomoedas.

Como investir criptomoedas sustentáveis?

Em suma, uma das maneiras mais simples é comprando cotas de fundos de criptomoedas

É importante negociá-las diretamente com uma corretora especializada, ok? 

O diferencial será que você escolherá investir nas criptomoedas sustentáveis como, por exemplo, o ETH, a ADA e/ou o XLM.

Mas, para fazer isso, é bom que você entenda o que está fazendo para buscar resultados ainda melhores. Aprenda como investir nos ativos que mais renderam na última década e que tem alto potencial de crescimento com o curso Criptoinvestidor da Faculdade XP! 

Como ganhar dinheiro com trade? Conheça as principais estratégias

Conforme anunciado pela B3, o número de pessoas na Bolsa brasileira cresceu 15% no segundo trimestre de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 3,2 milhões de CPFs registrados.

Isso mostra que o número de novos investidores cresce a cada dia. Mas, afinal, como ganhar dinheiro com trade na bolsa?

Neste conteúdo, você verá o que é trade, como funciona e as diferentes modalidades de operar neste mercado. Além disso, poderá conferir dicas valiosas de como ganhar dinheiro como trader. Quer aprender? Então, continue a leitura!

O que é trading?

Trade ou trading é o nome dado para a transferência de bens ou serviços de uma pessoa a outra. Na bolsa de valores, representa a compra e venda de ativos e derivativos financeiros.

Contudo, diferente do que algumas pessoas imaginam, trading não é o mesmo que investir. O investidor, normalmente, atua com foco no médio ou no longo prazo.

Já o trader atua no curto prazo, ou seja, aproveita uma oscilação pontual do preço, arcando com um risco maior para alcançar uma maior rentabilidade. Às vezes, as operações duram cerca de minutos, mas podem se estender até dois a três dias.

Por meio de ferramentas específicas, como o Metatrader, ele negocia, em tempo real, ativos diversos, por exemplo: 

  • ações;
  • derivativos;
  • moedas estrangeiras;
  • criptomoedas, etc. 

O seu objetivo é, exatamente, conquistar pequenos lucros em transações de duração reduzida

Mas será que realmente é possível ganhar dinheiro com trade? Confira a seguir.

< Leia mais: O que é trading e quem é o trader? Conceito e vantagens da profissão />

Como ganhar dinheiro com trade?

A resposta mais simples para esta pergunta é: um trader ganha dinheiro ao realizar uma venda a um preço superior ao que pagou. Ou seja, lucra com a valorização do ativo no intervalo entre as operações de compra e venda do mesmo.

No entanto, é importante ficar claro que há várias estratégias para atuar neste mercado. Em geral, todas envolvem especulação, considerando o potencial que um ativo tem de se valorizar ao longo do tempo

Porém, o que difere uma da outra é basicamente o tempo médio de intervalo entre cada operação. Ficou confuso?

Para esclarecer todas as suas dúvidas, veja mais sobre as principais estratégias utilizadas pelos maiores players do mercado para ganhar dinheiro no trade.

5 principais tipos de trade

Não tem como ganhar dinheiro fazendo trade sem conhecer quais são e como funcionam os principais tipos de trading. Confira as diferenças entre eles.

1. Scalping trade

O scalping trade é caracterizado pela compra e venda de um ativo em um intervalo de segundos ou minutos.

Avaliadas como operações de curtíssimo prazo, o investidor que a escolher como estratégia pretende lucrar com a quantidade. Além disso, é preciso estar muito mais atento às oscilações do mercado.

O motivo é que por serem operações muito curtas o scalper trader se aproveita da volatilidade do mercado para ter pequenos lucros. Essa análise é feita observando o book de ofertas de ações ou de contratos futuros.

Além disso, no scapling é comum que os scalpers utilizem a alavancagem para aumentar seus ganhos. Mas, é preciso muito estudo e análise para usar essa estratégia, pois os riscos aumentam proporcionalmente com o volume que se pode lucrar.

< Leia também: Alavancagem: como funciona na Bolsa de Valores do Brasil? />

2. Day trade

No day trade, as operações de compra e venda são realizadas em minutos ou horas, porém, sempre dentro de um mesmo pregão. Assim como o scalping trade, é indicado para investidores mais experientes e com alta tolerância a riscos.

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Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

3. Swing trade

No swing trade, os intervalos entre as negociações são maiores, podendo se estender por dias ou até mesmo semanas, até que o ativo atinja um bom ponto de venda.

Para ganhar dinheiro com esse tipo de trade, é importante se manter antenado aos movimentos do mercado e aos principais indicadores de tendência.

Quer entender melhor como esses indicadores podem interferir nos resultados dos seus trades e demais investimentos? Então, confira o vídeo abaixo:

4. Position trade

Já o position trade é considerado uma estratégia de longo prazo. O trader pode manter sua posição durante meses ou até anos, aguardando uma boa oportunidade e vendendo os papéis em um momento oportuno de valorização. 

< Leia mais: O que é position trade? Entenda como funciona a operação / >

5. Buy and hold trade

A buy and hold, em tradução livre, significa comprar e manter. Essa é a estratégia que mais se diferencia das demais, já que o foco não é preço da ação, mas sim as expectativas de estabilidade e valorização no futuro. Ou seja, o desafio é encontrar empresas promissoras para manter-se como acionista durante um longo período. 

Com isso, em vez de obter ganhos com as oscilações, os resultados da carteira do buy and hold são atrelados aos dividendos distribuídos pelas empresas emissoras dos papéis.

Se as instituições crescem, os lucros aumentam, os negócios se valorizam e, consequentemente, os acionistas participam dos ganhos. Entretanto, manter as ações não é sinônimo de nunca vendê-las. 

Em geral, neste método, os investidores consideram a venda das ações em duas situações:

  • quando ela atinge a valorização desejada (ou na conclusão do plano de longo prazo);
  • e quando a companhia perde qualidade.

Sendo assim, para obter bons lucros nessa modalidade, é necessário fazer uma análise fundamentalista da organização, em busca de solidez e bons rendimentos.

Como ganhar dinheiro fazendo trade? 6 dicas

Você já sabe o que é trade, como funciona e conhece as principais estratégias do mercado. Agora, chegou a hora de conferir algumas dicas essenciais para entender como ganhar dinheiro no trade. Confira:

1. Mantenha-se atualizado

O mercado financeiro está em constante mudança, isso significa que uma única notícia pode impactar diretamente os resultados. Portanto, mantenha-se antenado aos últimos acontecimentos e em como o mercado reage a eles.

2. Tenha uma estratégia bem definida

Como dito, ganhar dinheiro com trade não é simplesmente comprar e vender determinado ativo. É preciso saber a hora certa de entrar e sair para garantir o seu lucro. 

Ou seja, é vital ter uma estratégia bem definida e, para isso, é necessário pesquisar, estudar e praticar, sempre buscando aperfeiçoar sua técnica.

3. Seja coerente com o seu perfil de investidor

Como você pôde perceber, há modalidades de trade para os mais variados perfis de investidores. Tendo isso em vista, sempre respeite seu perfil, optando por estratégias coerentes com o nível de risco que você está disposto a correr.

4. Reavalie seu desempenho regularmente

Assim como qualquer outra competência, sempre é possível melhorar suas habilidades de trader.

Para isso, nada melhor do que observar os desempenhos anteriores e avaliar o que poderia mudar para melhorar seus resultados, identificando pontos fracos e potencializando acertos.

5. Tenha inteligência emocional

Algo que muitos acabam deixando de lado, mas que possui um impacto certeiro em qualquer tipo de investimento, mas principalmente no trade, é que o emocional pode ser um fator decisivo para o sucesso.

Como seres humanos, não gostamos de perder, principalmente quando o assunto é dinheiro. Mas, quando um trader começa a operar, é comum experimentar dois sentimentos que podem ser perigosos: a ganância e o medo. 

O perigo para o desempenho como trader está, realmente, quando você deixa que eles tomem as decisões. Afinal, não basta ter um bom plano técnico, estudar ou manter-se sempre atualizado. O trader precisa saber gerenciar suas emoções. 

Tudo deve estar em equilíbrio para ser consistente e conquistar bons resultados!

6. Estude!

Para lucrar com trade, você não precisa inventar a roda, uma vez que há uma infinidade de conteúdos disponíveis para que você possa aprender.

Por isso, estude o mercado, leia livros de trading, faça cursos, acompanhe outros traders nas redes sociais. Enfim, tudo o que puder te ajudar a aprofundar os conhecimentos e aprimorar sua estratégia de trade para ganhar cada vez mais dinheiro nas operações.

Como começar a ganhar dinheiro com trade?

Como você percebeu, há várias formas de operar no mercado de ações e compreender como ganhar dinheiro com trade.

Mas, vale destacar que todas envolvem riscos em diferentes graus. Ou seja, não se trata apenas de comprar e vender. 

É essencial estudar o mercado e aprender a analisar gráficos de forma sistemática e estratégica, sendo sempre condizente com a abordagem que optou por utilizar.

O primeiro passo, então, é definir qual das modalidades mencionadas neste conteúdo mais combina com o seu perfil e apetite para riscos. Após isso, basta criar uma conta em uma corretora, como a XP Investimentos, Rico ou Clear e, tendo acesso ao home broker, começar a realizar suas operações.

Quanto mais você se dedicar e estudar sobre o assunto, melhores tendem a ser seus resultados. E, para começar com o pé direito, que tal aprender com os maiores especialistas do mercado?

No curso Introdução ao Universo de Trading você irá aprender os principais conceitos para começar a fazer suas operações sem medo. 

Descubra como funcionam os mercados primário e secundário, a análises de ações, os diferentes tipos de modalidades de trading, os riscos e muito mais em aulas descomplicadas. 

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Backlog: o que é e como funciona?

Se você é um Product Owner, Product Manager ou Scrum Master sênior, definitivamente sabe responder à pergunta: backlog, o que é? 

Mas se você está iniciando seu caminho nessas profissões e/ou no ramo das metodologias ágeis, você precisa dominar esse termo.

Antes de iniciarmos a nossa viagem acerca do que é Backlog, você precisa saber que esse termo é, comumente, associado ao segmento de Tecnologia da Informação, já que se refere ao desenvolvimento de algo, seja um produto ou um sistema. 

No entanto, vale ressaltar que o termo é apenas associado, não restrito a essa área. 

Além disso, quando combinado com Gestão Ágil te ajudará demais no entendimento dos escopos de projetos, quais prioridades devem ser consideradas e o andamento daquilo que chamamos Sprints. 

Preparado para aprender? Vamos lá!

Backlog, o que é?

Também conhecido como “product backlog” ou “backlog de produto”, o backlog nada mais é que uma lista de tarefas que conta com descrições que trazem os requisitos de um projeto específico e suas prioridades, de acordo com as necessidades do cliente.

Cada uma dessas descrições, por sua vez, se tornam em tarefas que serão colocadas em prática pela equipe por meio da Sprint, que representa cada um dos períodos usados para o desenvolvimento das tarefas e conclusão das mesmas. 

Normalmente, o backlog é gerido pelo Product Owner, que é o gestor de produto responsável por todos os aspectos do projeto.

Como funciona?

O Product Owner e o time do projeto priorizam os itens essenciais do backlog e, de fato, é importante que esses itens estejam prontos para que a equipe comece o trabalho com o sprint. 

Lembre-se: o sprint e o backlog não são a mesma coisa, ok? 

Em suma, enquanto o sprint backlog é atualizado diariamente e criado sempre que tarefas forem colocadas em prática em um determinado espaço de tempo, enquanto o segundo, por sua vez, é criado uma só vez e é atualizado ao longo do projeto.

Além disso, é importante ressaltar que, ao longo do processo, a lista de atividades definitivamente irá crescer e mudar, já que o time irá começar a conhecer e entender mais sobre o cliente e o produto com o passar do tempo. 

Como o backlog contribui para a gestão ágil?

Em 2001, surge o Manifesto Ágil que deu abertura para o nascimento da gestão ágil

Ele surgiu para tornar os processos de desenvolvedores e profissionais da área de TI mais coesos, seguindo alguns princípios fundamentais. 

As metodologias ágeis, normalmente, seguem os pilares do Manifesto Ágil. 

São eles:

  1. Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  2. Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
  3. Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
  4. Responder a mudanças mais que seguir um plano.

Com o andamento e popularização do Manifesto Ágil, algumas metodologias (hoje, muito populares) surgiram. Duas delas são o Kanban e o Scrum. No que diz respeito ao uso do backlog, ele pode ser aplicado em ambas!  

Mas como? Simples: no Kanban, sendo a primeira coluna, contendo todas as tarefas e no Scrum, através do product backlog e/ou do sprint.

Homem organiza o backlog em um caderno
Organizar o backlog vai contribuir na gestão ágil de projetos e produtos.

Quer entender mais como o backlog se apresenta dentro da metodologia Scrum? 

Então siga a leitura!

Backlog na metodologia Scrum

Como já citado acima, o Scrum é uma metodologia ágil. O seu conceito, por sua vez, é a divisão dos projetos em etapas para que seja diminuído o tempo de entregas e, junto a isso, o aumento da flexibilidade enquanto se realiza as tarefas. 

No Scrum, o backlog funciona como uma ferramenta ágil que auxilia nessa divisão de tarefas, tornando as entregáveis mais fáceis de serem concluídas. Assim, com o tempo, e as pequenas entregas, o projeto maior vai se concretizando.

Mas por que fatiar as demandas dessa maneira? 

Em suma, essa divisão ajuda na análise de problemas, já que permite que ela seja feita de maneira mais atenta e minuciosa em cada pequena etapa.

Além disso, um produto e/ou processo pode apresentar dificuldades ao longo do processo, ou seja, quanto mais atenta a equipe estiver aos percalços, melhor será o resultado na entrega.

Características de um backlog eficiente

Para um backlog ser realmente eficiente, é preciso que ocorra o seguimento de algumas regras. São elas: 

  • Unicidade: o backlog tem que ser a única fonte de demandas do projeto, ou seja, tudo que precisa ser feito tem que estar listado nele;
  • Administração centrada: deve ser gerido por uma única pessoa que, no Scrum, por sua vez, normalmente é o Product Owner;
  • Organização: o backlog pode conter diversas equipes, já que muitos times precisam trabalhar em conjunto para entregar alguns resultados. Por isso, é importante que seja minuciosamente organizado por atributos que incluam as demandas das áreas que estão no projeto;
  • Informação: todos os itens presentes no backlog precisam conter descrição, ordem, estimativa e assim por diante; 
  • Conclusão: os itens só são considerados concluídos após testes ou demonstrações;
  • Um backlog nunca está completo: ou seja, precisa ser maleável para atender demandas importantes que surgirem no caminho. Testes e feedbacks são essenciais para compreender o que o projeto realmente precisa entregar.

Como construir um backlog eficiente?

Siga o passo a passo para construir um backlog eficiente: 

  • Briefing do cliente: lembre-se de fazer sempre um backlog alinhado aos desejos do cliente;
  • Equipe: monte o seu squad Scrum e defina cada uma das suas atribuições;
  • Crie o Product Backlog;
  • Planeje o Sprint Product: pense de quanto tempo será e quais as demandas deverão ser entregues em cada uma deles;
  • Organize o processo de forma visual;
  • Atualize o processo com frequência: lembre-se que o backlog é vivo! 
  • Analise o processo;
  • Faça e receba feedbacks: esse é o segredo para o avanço;
  • Ajustes: recebeu feedbacks? Analise-os e já ajuste as melhorias no seu backlog.

O que evitar ao construir um backlog?

Separamos as nossas dicas em 3 pontos. São eles: 

  1. Liderança: se você é o gestor do projeto, não acate opiniões externas no seu projeto somente porque a pessoa pediu. A priorização de atividades é sua, ou seja, mantenha-se firme no que você acredita e planejou;
  2. Alinhamento: precisa estar, indubitavelmente, de acordo com o briefing do cliente;
  3. Coesão: tenha certeza que está construindo um projeto coeso. Por isso, atenção no ponto citado acima e alinhe muito bem as obrigações de cada equipe.

Ferramentas para construir um backlog eficiente

Quer aplicar o backlog na rotina da sua equipe? Nada melhor do que ferramentas Scrum que te auxiliem nisso. 

Vamos conhecer algumas delas agora!

1. Trello

Queridinho e super popular quando o assunto é gerenciamento de projetos, o Trello permite que você crie quadros, listas e ainda pode definir prazos para cada membro da equipe individualmente! É uma grande “mão na roda”!

2. Asana 

O Asana é o significado de software completo: além de permitir a atribuição de tarefas para cada membro da equipe, ele ainda mostra as estatísticas de progresso do time. É ótimo quando o assunto é ter uma visualização mais fácil das atividades e etapas do projeto. 

3. Slack 

Você provavelmente já ouviu falar do Slack. Ele é uma ferramenta que auxilia na comunicação entre todos da equipe, e nós bem sabemos o pesadelo que é ter ruídos na comunicação. 

Com ele, as conversas são organizadas através de canais, o que facilita na manutenção de um diálogo direto com todos da equipe.

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