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Poupança para filhos: razões para NÃO abrir + soluções

Criar uma reserva financeira para a família é um dos melhores investimentos que os pais podem fazer. No entanto, o que muitos não sabem é que existem outras opções para isso além da poupança para filhos.

É importante se informar e tomar uma decisão a longo prazo para que o dinheiro poupado tenha uma rentabilidade atrativa. E, nesse sentido, a caderneta tradicional está longe de ser a melhor alternativa.

Sendo assim, acompanhe a leitura e saiba qual é o melhor investimento financeiro para filhos e como guardar dinheiro de maneira estratégica, proporcionando um futuro melhor para eles.

Neste conteúdo, você vai ver:

  • O que é poupança para filhos?
  • Posso abrir uma conta poupança para meu filho?
  • Abrir conta poupança para filhos é uma boa ideia?
  • Existem opções melhores que a poupança para criança?
  • Comece a falar sobre dinheiro com o seu filho! #DICA 

O que é poupança para filhos?

Basicamente, a poupança para filhos é uma quantia guardada pelos pais mensalmente para oferecer às crianças no futuro — quando elas não forem mais crianças e tiverem capacidade de lidar com o dinheiro.

Na maioria das vezes, o valor economizado é usado para pagar estudos (universidade, intercâmbio, etc.) ou outras necessidades do início da vida adulta.

Posso abrir uma poupança para meu filho?

Embora a caderneta de poupança não seja a melhor opção para rentabilizar o dinheiro economizado, você pode abrir uma conta-poupança para seu filho menor de idade, caso queira.

As regras de abertura da conta costumam variar de acordo com cada banco, porém não há nenhum tipo de cobrança mensal.

Como abrir uma poupança para meu filho menor?

Normalmente, basta que o responsável legal se dirija até o banco escolhido portando os seguintes documentos: 

  • CPF do menor e do responsável;
  • carteira de identidade (ou equivalente) do menor e do responsável;
  • comprovante de residência do responsável;
  • comprovante de renda do responsável (se exigido pelo banco).

Também existem alguns bancos digitais que fazem abertura de conta para menores. Nesse caso, todo o procedimento é feito online, por meio do aplicativo do banco.

Posso movimentar a conta-poupança do meu filho menor?

Sim! Como representante legal do seu filho menor, você controla a conta exclusivamente (podendo também conceder acesso a outro responsável). Quando ele crescer, é possível dividir esse controle com ele. Mas, a partir dos 16 anos, ele já pode solicitar um cartão e fazer movimentações financeiras.

Abrir conta-poupança para filho menor é uma boa ideia?

Antes de tudo, é importante que você entenda que os conceitos de poupança e conta-poupança são diferentes.

A poupança é ato de poupar, já a caderneta de poupança é um tipo de conta bancária que oferece rendimentos em cima do dinheiro guardado, corrigindo as aplicações com base em uma determinada taxa.

Dessa forma, fica claro que poupar para o futuro de seus filhos é sempre uma boa escolha. No entanto, abrir uma conta-poupança NÃO é uma boa ideia.

Isso porque, atualmente, os depósitos da conta-poupança têm sido corrigidos com taxas que giram entre 2% ao ano.

Sendo assim, os juros ficam abaixo do valor da inflação, o que não é nada vantajoso. Afinal, existem muitos outros tipos de investimento para a faculdade dos filhos que rendem muito mais ao longo dos anos.

Qual o melhor investimento para filhos?

Se o objetivo é poupar dinheiro para garantir um bom futuro para seus filhos, o ideal é investir em soluções que ofereçam segurança e boa rentabilidade durante anos, como outras opções de renda fixa.

Nesse sentido, existem alternativas melhores do que a poupança para bebês e crianças. Veja a seguir:

Tesouro Direto

Os títulos públicos são investimentos de renda fixa que garantem uma grande segurança, visto que os papéis são emitidos pelo governo federal e os juros são pagos pelo próprio Tesouro Nacional.

As aplicações podem ter taxas pré ou pós-fixadas e são indexadas a índices como a Selic e o IPCA.

O investimento inicial e os aportes mensais não precisam ser altos e os títulos de Tesouro Direto oferecem uma boa rentabilidade ao longo de muitos anos.

Leia nosso artigo e entenda porque o Tesouro Direto é uma das formas mais utilizadas para abrir e manter uma conta de investimento para filhos: Qual a taxa de juros do Tesouro Direto? Como funciona a rentabilidade de cada título?

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Os Certificados de Depósito Bancário (CDB) pagam seus investidores com taxas indexadas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Esses títulos são emitidos por bancos privados e protegidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Normalmente, os juros pagos variam entre 80% e 120% do CDI.

LCI e LCA

Tanto a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) quanto a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são investimentos que garantem rendimentos bem superiores aos da caderneta de poupança.

Além disso, esses investimentos em renda fixa são isentos de Imposto de Renda e totalmente assegurados pelo FGC.

Para completar, as duas opções são bastante semelhantes aos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) emitidos pelos bancos.

Ou seja: quem compra esses papéis está “emprestando” dinheiro para uma instituição financeira e, em troca, é remunerado com correção de juros durante o período em que manteve os recursos aplicados.

Debêntures

Os títulos de crédito privado também são investimentos mais vantajosos do que a poupança para a faculdade dos filhos.

Entre essas opções estão as debêntures, que são investimentos em renda fixa definidos como títulos de dívidas emitidos por empresas.

No que diz respeito à segurança, existe um risco maior, pois não são cobertas pelo FGC. Por outro lado, devido à relação entre risco e retorno, os juros oferecidos são mais elevados.

As debêntures também se destacam por serem isentas de Imposto de Renda, fator que aumenta sua rentabilidade.

Previdência privada

É muito comum os pais ficarem com a dúvida entre abrir uma previdência ou poupança para os filhos. Já adiantamos que a previdência privada é uma solução mais lucrativa.

Os planos de previdência privada são aplicações regulares para resgate futuro que também oferecem mais rentabilidade do que a caderneta de poupança, mesmo com a incidência de impostos.

Normalmente, a previdência privada possui uma taxa de rendimento constante, com metas que consideram a desvalorização do dinheiro pela inflação. Desse modo, a tendência é que o valor investido garanta rendimentos reais sempre.

Ou seja, na dúvida entre poupança ou previdência privada para os filhos, opte pela segunda opção. Afinal, a quantia aplicada na previdência possui alta rentabilidade em uma situação que se verifica pouco risco.

Quer entender mais sobre cada um desses tipos de investimentos? A especialistas em Investimentos da XP Inc, Clara Sodré, explica como sair da poupança e investir em renda fixa:

Comece a falar sobre dinheiro com o seu filho! #DICA

É perceptível que, por meio de um bom planejamento financeiro, você garante um futuro mais sólido para os seus filhos, oferecendo uma base estruturada para que eles iniciem a vida adulta.

Contudo, a educação financeira também é essencial nesse processo. Você deve falar sobre dinheiro com seu filho o quanto antes, visto que esse assunto não costuma ser abordado nas escolas.

Você pode iniciar esse movimento convidando o pequeno para participar do planejamento financeiro da sua própria poupança ou outro investimento, por exemplo.

Neste momento, é fundamental mostrar a importância de economizar um pouco de dinheiro todos os meses, além de deixar claro quais ativos estão sendo escolhidos para o investimento e o porquê.

Se o seu filho já é adolescente, não deixe de estimulá-lo a fazer cursos sobre educação financeira. Isso é essencial para que ele saiba controlar seu consumo, evitar dívidas e aprender a poupar dinheiro para ser um adulto saudável financeiramente.

A Faculdade XP, por exemplo, tem um curso com aulas interativas 100% online e conteúdos exclusivos criados por experts do mercado financeiro. 

< Veja os temas abordados e saiba como fazer a inscrição: Educação Financeira para Jovens />

Como escolher o melhor investimento financeiro para filhos?

Agora que você entendeu os motivos para não guardar dinheiro em uma poupança para filhos e conheceu outras soluções melhores para investir, é hora de saber como fazer essa escolha.

Apesar da renda fixa apresentar modalidades parecidas entre si em relação a risco e rentabilidade, cada tipo de investimento apresenta suas particularidades. O ideal é que você estude e entenda o mercado financeiro e como cada categoria funciona na prática.

Aproveite para adquirir conhecimento sem precisar sair de casa. Assine a plataforma de educação continuada da Faculdade XP, a Multi +, e acesse vários cursos online por meio de uma assinatura mensal. Veja algumas opções oferecidas:

ICE Score: o que é, como calcular e como aplicar para otimizar os resultados da sua equipe

Todos os dias somos bombardeados de informações e temos pouco tempo para consumir tudo. Essa instantaneidade exige que os profissionais saibam priorizar aquelas demandas que são mais importantes, se não o resultado esperado dos projetos não acontece. Por isso, o método de Ice Score tem sido cada vez mais buscado e utilizado pelas empresas. 

Esse indicador permite, de maneira inteligente e rápida, que os processos de uma equipe fluam, sem perder nenhum timing ou dar algo errado. 

Ao iniciar um novo produto ou projeto, ainda mais no setor de tecnologia da informação (TI), é necessário um planejamento estratégico bem estruturado. 

O problema é ser comum essa dificuldade de organização pelo excesso de demandas de um time ou falta de entendimento do que é prioridade ou não. 

Neste artigo você vai conferir os principais detalhes sobre o Ice Score e como utilizá-lo na sua rotina. Confira!

O que é ICE Score?

O modelo Ice Scoring, ou mesmo Ice Score, é uma ferramenta de priorização de projetos, ideias e recursos. Ela funciona como um sistema de pontuação de quesitos, que faz um cálculo de cada um até chegar numa ordem em ranking do que é prevalência, do mais ao menos importante

Essa técnica foi criada por Sean Ellis, considerado o “pai” do Growth Hacking, e vem sendo utilizada por diversas empresas ao redor do mundo.

Como funciona?

Para ele funcionar, parte do princípio de três elementos que são representados por suas siglas. São eles:

Impacto

A primeira etapa é onde se analisa a relevância do assunto em questão. Ele é significativo? O quanto seria? Será essa resposta que guiará as outras etapas.

Confiança

Aqui se calcula uma pontuação de acordo com a segurança e a clareza do recurso retratado. Você está seguro de que ele terá um impacto significativo no seu negócio? Isso ajuda a ponderar se deve ou não ser uma prioridade imediata.

Facilidade

Neste momento é quando se identifica o nível de dificuldade do recursos, relacionado ao tempo, esforço e custo.

Você deve pensar: “Quanto tempo ele levará para ser feito e implementado?”.

Como calcular o ICE Score?

Embora seja uma metodologia mais prática e simples, não é um modelo tão básico de gestão, pois é necessário o cruzamento de três valores. 

A execução do Ice Score opera com uma equipe, onde cada membro deve pontuar a tarefa de 0 a 10 em nível de relevância em cada um dos parâmetros citados acima, sendo 0 o mínimo de relevância e 10, o máximo. Daí se realiza esse cálculo multiplicando:

Impacto x Confiança x Facilidade = ICE Score

A proposta é haver a participação de todos os membros. Isso garante um fluxo de trabalho mais responsável e baseado em conhecimento técnico amplo de todo o time.

Lembrando que para a maioria das pontuações é importante não apenas descrever o grau de dificuldade, mas também o intervalo de tempo necessário para garantir que todos estejam na mesma página.

Exemplo de ICE Score

Para apresentar na prática como funciona, você pode pensar em um comparativo entre dois projetos, onde a ideia é encontrar uma solução para um problema de compatibilidade de dados na transferência entre computadores.

Para isso, foi criado um teste com dois projetos. A ideia é descobrir qual tem mais prioridade para ver se dará certo.

Projeto A: Nota 5 para impacto; nota 2 para confiança; e nota 1 para facilidade. 

Cálculo: 5 + 2 + 1 = 8 de Ice Score.

Projeto B: Nota 2 para impacto; nota 4 para confiança e nota 3 para facilidade.

Cálculo: 2 + 4 + 3 = 9 de Ice Score.

Portanto, o projeto B é mais prioritário que o A. Então, ele deve ser realizado primeiro. 

Aplicações do ICE Score

Planejamento com ICE Score.

Agora que você descobriu com o Ice Score é calculado, chegou a hora de conhecer quais os momentos em que ele normalmente é aplicado para trazer mais produtividade e resultado. 

Em testes A/B

Conforme o exemplo mostrado acima, um modelo muito comum, principalmente em empresas de tecnologia e marketing, é de realizar testes A/B em hipóteses para encontrar uma solução.

Assim, é possível tomar uma decisão com maior precisão e segurança.

Planejamento de prazos

O mais comum de ser utilizado, é para criar deadlines de produção de tarefas. Sendo que a ideia é ter maior foco no que demanda mais dedicação e tempo, e não sobre o que deve ser feito e deixado de lado. Tudo vai ser executado, mas apenas com uma ordem de prioridade de urgência.

Otimização de demandas da rotina

É uma excelente opção para otimizar o tempo de operação, sobretudo porque existem muitas tarefas nos times no dia a dia, como: análises, monitoramento, automações, configurações, etc.

Com o Ice Score você define uma programação para atingir o resultado mais rapidamente e sem gastar tempo a toa. 

Benefícios do ICE Score

Que o Ice Score traz grandes benefícios não é uma novidade, mas quais seriam eles? 

Além de desafogar o trabalho das equipes, evitar perdas de tempo e erros, e garantir um trabalho estratégico sendo feito com segurança, também é possível:

Ter decisões mais estratégicas

Com maior organização e definição do que é prioridade, é comum a tomada de decisões trazer mais resultados. E isso é essencial em qualquer empresa.

Ter maior produtividade

Também alinhada ao planejamento, pode trazer produtividade ao fazer todos os membros do time focarem no que realmente é necessário naquele momento. Sem perder tempo com reajustes ou confusões, além de evitar o absenteísmo.

Ter melhores resultados e mais precisos

Essa metodologia se baseia em parâmetros sólidos de avaliação. Com isso, as escolhas são feitas com o que realmente é entendido ser o melhor. Então, a garantia de resultados mais precisos e alinhados aos objetivos é bem maior. 

Aprenda a priorizar demandas com o ICE Score

Sem dúvidas, o ICE Score é uma ferramenta muito prática e poderosa, especialmente para otimizar o tempo dos gestores e times de tecnologia, como desenvolvedores e programadores. 

Com tantos benefícios que esse modelo de gestão ágil proporciona, você pode começar agora mesmo a aplicá-lo com seu time. 

Contudo, é essencial que, ao utilizá-la, você evite ao máximo focar em tarefas com alta complexidade de implementação e baixo impacto em suas metas.

Vamos rumo a isso? Veja como se capacitar com esta hard skill e promover o senso de urgência e priorização com seus colegas de trabalho. 

Conheça nosso curso de MBA em Inovação e Gestão Ágil, e veja como implementar a metodologia de Ice Score e outras para atingir os melhores resultados.

O que é DOM? Saiba tudo sobre o Document Object Model

Você sabe o que é DOM? Não aquele que as pessoas dizem que já nascemos com ele como, por exemplo, cantar ou atuar bem. Aqui, estamos falando do Document Object Model (DOM), ou Modelo de Documento por Objeto em tradução para o português. 

Basicamente, o DOM é uma tecnologia integrada aos navegadores da internet que representa uma página web. Por exemplo, esse site você consegue visualizá-lo assim porque o DOM está por trás atuando na ordem e disposição dos elementos para que ele fique do jeito que os desenvolvedores imaginaram.

Interessante, não é?! 

Neste artigo, vamos aprender sobre Document Object Model. O que é, quais são as suas propriedades e outras dúvidas sobre um dos conceitos mais importantes da programação.         

O que é DOM?

O Modelo de Documento por Objeto é uma interface da programação que representa uma página da web e tem muita relação com o HTML e o XML dela. Isso porque o DOM é um documento que define um modelo de estrutura lógica totalmente editável da página web.  

Normalmente, ela é utilizada por desenvolvedores front-end, visto que são eles os responsáveis pela interface de uma aplicação web.   

Como surgiu o Modelo de Documento por Objeto?

O DOM foi criado pelo W3C, um consórcio que regulamenta os padrões da web formado por grandes empresas como a Microsoft, Google e Apple. Ele surgiu da necessidade de uma linguagem de Script padronizada para todos os desenvolvedores. 

Dessa forma, surgiu o primeiro DOM em 1997. Desde então, são anos facilitando a vida de desenvolvedores por meio da sua estrutura pré-estabelecida. 

Para que serve o DOM?

O DOM é um modelo super indicado para quem trabalha com desenvolvimento web. Isso porque as aplicações web são cada vez mais requisitadas por empresas e profissionais no geral.  

Diante dessa necessidade, o DOM define um padrão na internet que facilita na hora de criar, atualizar, adicionar ou remover elementos da estrutura de um site, por exemplo.

Relação do DOM com o JavaScript?

O DOM é um modelo aplicável para quase todas as linguagens de programação. Entretanto, ele é muito popular entre os desenvolvedores que utilizam o JavaScript como a principal linguagem de programação. 

“Ah, mas por qual motivo?”, você deve estar se perguntando.

Bem, a resposta é simples. 

O JavaScript é uma linguagem que serve para adicionar comportamentos às páginas web, enquanto o DOM é um modelo de representação do HTML em formato de objeto utilizado para estruturar as páginas. 

Se você pegar um arquivo HTML puro e tentar fazer com que o JavaScript leia esse código, ele não consegue fazer. Porém, quando o HTML está em DOM o JavaScript consegue acessar, interpretar e modificar os objetos com facilidade.    

Árvore DOM

O DOM possui uma estrutura lógica que representa uma página web completa. Essa estrutura é chamada de árvore DOM.

Nela, existem ramificações que são chamadas de nós. Cada nó representa um elemento diferente da página web que pode ser manipulado.   

A árvore DOM possui quatro principais tipos de nós. São eles: documento, elemento, texto e atributos.  

Representação de uma árvore DOM
Representação de uma árvore DOM | Fonte: Medium

Para conferir a árvore DOM de qualquer site, basta você utilizar o comando:control + shift + i

Mas, para que você consiga entender o que cada nó representa naquela página, abaixo falamos com detalhes sobre os 4 nós da árvore DOM: 

Documento

Em primeiro lugar temos o documento que corresponde à raiz da árvore. Quando um documento HTML é carregado em qualquer navegador da web, tudo que está contido nele se transforma em um objeto do documento. 

Ou seja, é no documento onde estão salvos todos os outros objetos, os “nós”, da árvore DOM.

Elemento

Logo em seguida, os elementos que representam as tags que estão em HTML ou XML. Por exemplo, um único elemento pode conter textos e outros atributos ligados a ele.  

Texto

São todos os textos que vão entre os elementos. Por exemplo, para adicionar um objeto de texto em um código você deve escrevê-lo da seguinte forma: <p> O texto que você gostaria de adicionar </p>. 

Atributos

Por fim, temos os atributos. Cada atributo representa um objeto que sempre pertencente a um elemento HTML 

Para identificar qual é o tipo de nó que está sendo trabalhado em determinado ponto da árvore, basta utilizar o comando: nodeType. 

<Leia também: Comandos HTML: quais são e como funcionam />

Níveis do Document Object Model

Além dos elementos da árvore DOM, o Document Object Model também é caracterizado pelos seus níveis. De forma resumida, cada nível representa uma nova versão do Modelo de Documento por Objeto que vai sendo aprimorado de tempos em tempos. 

No momento, o DOM está no nível 3 com o nível 4 já em fase de desenvolvimento.  

Nível 0

O nível 0 fornece um conjunto de interfaces de baixo nível. 

Nível 1

O nível 1 pode ser retratado em duas partes: CORE e HTML. 

  • CORE: dispõe de interfaces de baixo nível que podem ser utilizadas para expressar qualquer documento estruturado; 
  • HTML: dispõe de interfaces de alto nível que podem ser utilizadas para expressar qualquer documento HTML. 

Nível 2

O nível 2 é formado por seis especificações. São elas: CORE2, VIEWS, EVENTS, STYLE, TRAVERSAL e RANGE

  • CORE2: estende a funcionalidade do CORE estabelecida pelo DOM nível 1;
  • VIEWS: libera os programas para que eles consigam manipular o conteúdo dos documentos de maneira dinâmica; 
  • EVENTS: são scripts executados pelo computador quando o usuário reage a uma página da web; 
  • STYLE:  libera os programas para que eles consigam manipular o conteúdo das folhas de estilo de maneira dinâmica; 
  • TRAVERSAL: libera os programas para que eles consigam percorrer o documento de maneira dinâmica;
  • RANGE: libera os programas para que eles consigam identificar o intervalo de um conteúdo no documento de maneira dinâmica;

Nível 3

O nível 3 possui cinco especificações diferentes. São elas: CORE3, LOAD and SAVE, VALIDATION, EVENTS e XPATH.

  • CORE3: estende a funcionalidade do CORE estabelecida pelo DOM nível 2;
  • LOAD and SAVE: libera os programas para carregar de maneira dinâmica o conteúdo do documento XML no documento DOM e também para salvar o documento DOM em um documento XML por serialização;
  • VALIDATION: libera os programas para que eles atualizem o conteúdo e a estrutura do documento de maneira dinâmica, mas sem perder a validade do documento; 
  • EVENTS: estende a funcionalidade dos events estabelecidos pelo DOM nível 2; 
  • XPATH: linguagem de caminho que pode ser utilizada para liberar o acesso à árvore DOM.

Vantagens do uso do DOM

O Document Object Model é um recurso muito positivo para quem trabalha com ele no dia a dia. Por ser totalmente manipulável, ele oferece um mundo de possibilidades para o desenvolvedor que está trabalhando no projeto. 

Em primeiro lugar é a possibilidade de criar aplicações que permitem alteração dos dados da página sem a necessidade de atualização da mesma.

Além disso, o DOM também permite a construção de páginas que podem ser customizadas pelo próprio usuário.

Por fim, é possível fazer alterações no layout da página também sem precisar de atualizações na página.   

Como aprender a usar o DOM?

Para aprender como utilizar o Document Object Model no seu trabalho, a primeira coisa que você precisa é ter conhecimento suficiente sobre a carreira de um desenvolvedor front-end.

Caso você já tenha alguma formação superior, seja na área de TI ou não, uma dica é o MBA em Desenvolvimento Front-End da Faculdade XP. Com ele, você se torna um especialista em front-end em apenas 7 meses.   

Logo em seguida, uma outra coisa necessária é se dedicar ainda mais aos estudos para aprender como usar JavaScript. No decorrer dos estudos de JavaScript, você vai aprender como o DOM pode contribuir para os seus projetos.

Mas, para aprender a utilizar o DOM não basta a teoria. Por isso, pratique bastante e não tenha medo de arriscar! Lembre-se que o DOM é um recurso de muitas possibilidades que pode contribuir bastante na execução do seu trabalho. 

10 dicas de como prospectar clientes para o seu negócio

Não importa qual seja o tamanho e o ramo de atuação, em algum momento, todas as empresas se farão a mesma pergunta: como prospectar clientes? Afinal, são as vendas que sustentam o crescimento saudável de um negócio.

Planejar uma venda é tão ou mais importante quanto consolidá-la. Considerando que o mercado está cada vez mais competitivo e inovador, ter estratégias bem definidas é fundamental. Se você é vendedor e está em busca de respostas, está no lugar certo. Neste artigo, daremos dicas para prospectar clientes. Confira!

O que é prospecção de clientes?

Antes de saber qual é a melhor maneira de prospectar novos clientes, é preciso saber o que isso significa.

Basicamente, prospectar clientes consiste em contatá-los para apresentar as soluções da sua empresa. Essas prospecções são feitas com potenciais clientes, ou seja, aqueles com perfil mais compatível ao do negócio e que, consequentemente, possuem maiores chances de conversão.

Como pôde perceber, a prospecção, por si só, já é uma estratégia de vendas. Isso porque essa ação é pautada pela abordagem de clientes específicos e previamente estudados. Afinal, de nada adianta gastar tempo, dinheiro e energia indo atrás de qualquer cliente se ele não representar uma oportunidade real.

O que analisar para prospectar e reter clientes?

A primeira – e mais importante – coisa a ser analisada na prospecção de clientes é o perfil. Para isso, é necessário fazer exercícios de entendimento sobre o negócio, seus objetivos, a que dores ele atende e quem se interessaria por isso.

Para ilustrar, vamos pensar em um exemplo simples: absorventes. Sabe-se que esse é um produto usado estritamente pelo público feminino e que esteja em período fértil. Diante dessas informações, qual deve ser o perfil de cliente alvo?

Certamente, os homens já serão descartados, certo? Parece óbvio, mas trazendo o exemplo para a vida real, nem toda empresa se dá conta disso. Há muitos negócios em que as campanhas não têm direcionamento e atingem consumidores sem envolvimento com o produto/serviço.

Voltando para o exemplo, a prospecção de uma empresa de absorventes também estaria errada se conversasse com todas as mulheres. Afinal, existe uma faixa etária (mesmo que não definida) que utiliza o produto. O que isso significa? Que é preciso não só definir o público, como também estudá-lo.

Com essas informações em mente, fica mais fácil identificar o que esse público espera do seu negócio e como você pode convencê-lo de que tem a solução ideal. Só depois disso é que a prospecção deve ocorrer.

Já a retenção é consequência de um trabalho bem feito, que preza não só pela relação inicial (de aquisição), mas também pela qualidade durante sua duração.

Principais maneiras de prospecção de clientes

Antigamente, quando se falava sobre a profissão de vendas, era comum imaginar pessoas ao telefone tentando vender seus produtos para os clientes. Até hoje, essa estratégia segue sendo válida, mas não é a única.

Existem cinco técnicas para prospectar clientes que podem ser usados na hora da comunicação. Elas podem ser adotadas individualmente ou em conjunto – a depender da estratégia de cada negócio.

  • Outbound: é o modelo mais conhecido de vendas. Ele também é chamado de contato ativo e consiste na abordagem do vendedor ao cliente. Quase sempre o consumidor não está esperando pelo contato e muitas vezes sequer conhece o negócio. Neste caso, o esforço do vendedor é maior, pois envolve apresentação e convencimento. Entre os tipos de ações outbound mais comuns estão as ligações, os e-mails e malas diretas.
  • Inbound: o modelo inbound nasceu mais recentemente. Nele, a estratégia é inversa: os clientes procuram pela empresa. Para que isso aconteça, entretanto, é preciso gerar relevância. A responsabilidade pelas estratégias costuma ser do time de Marketing e o objetivo é pensar em meios de se comunicar com o potencial cliente e atrai-los a partir disso. Entre os tipos de ações inbound mais comuns estão blogs, e-books e landing pages.
  • Canais: esse é um meio de viabilizar o contato de uma empresa com o seu cliente por meio de um terceiro. Uma assessoria de eventos, por exemplo, é o canal que conecta o contratante a fornecedores diversos.
  • Misto: como dissemos, as estratégias de abordagem podem ser combinadas. Um fotógrafo, por exemplo, pode usar uma assessoria como canal, mas também pode dar visibilidade ao seu trabalho por meio das redes sociais. Aqui o que determina é a estratégia de cada negócio.

10 dicas de como prospectar clientes da forma certa

Se agora você conseguiu entender não só o conceito, como também a importância de prospectar clientes, que tal conferir dicas e técnicas que podem ser usadas em sua empresa? Separamos 10, confira!

#1 Conheça bem o perfil do seu cliente

Provavelmente você já conseguiu entender a importância dessa etapa. Por isso, ela deve ser sua prioridade zero.

Quando você conhece quem é o seu cliente, consegue vender seu produto/serviço de maneira muito mais eficiente. Neste caso, que tal definir personas? Assim, você tem muito mais clareza sobre suas dores, necessidades e desejos.

#2 Conheça bem seus concorrentes

Lavoisier já dizia que nada se cria, tudo se copia. Falando do mundo dos negócios, até existem as ideias inovadoras, mas não dá para ignorar o que já foi feito.

Neste caso, fazer benchmark para entender o posicionamento de outras empresas é importante não só para conhecer o seu concorrente e mercado, como também ver como o público reage a eles.

#3 Tenha metas bem estabelecidas

Mesmo que você tenha uma visão clara sobre o seu potencial cliente, é importante ser guiado por metas. Isso significa mapear tudo o que deve ser alcançado a partir desse contato.

Pense em estabelecer metas como o número de clientes que precisa atingir, quantos contatos precisam ser feitos para que isso aconteça e qual é o ticket esperado. Assim, suas ações se tornam mais assertivas.

#4 Não tenha medo de pedir indicações

Não existe marketing melhor que o boca a boca. Afinal, você confia mais na avaliação que o próprio site mostra sobre o seu produto ou no que um familiar/amigo diz sobre ele?

Para que isso aconteça, porém, é importante oferecer um produto/serviço de qualidade. Assim, a indicação é orgânica.

Entretanto, existe outra maneira de incentivar esse comportamento: a partir de ações de indicação. Descontos, créditos e benefícios estão frequentemente nos programas “member get member”.

#5 Atente-se ao seu portfólio

Nem toda relação dura para sempre, mas isso também não significa que ela não possa ser retomada. Clientes vêm e vão por inúmeras razões. Em algumas delas, é possível reestabelecer parcerias.

Por isso, mantenha seu portfólio sempre por perto e não se esqueça de quem está lá. Demonstre preocupação, sinalize que está disponível e, claro, mostre o porquê vocês devem se conectar novamente.

#6 Esteja presente em canais de comunicação variados

Mesmo que hoje a internet seja um dos lugares mais badalados para se comunicar com o cliente, não se deve descartar os meios offline. Quanto mais você for visto, mais pessoas irá alcançar.

Se houver sinergia com o seu negócio, participe de feiras e eventos. Não se esqueça das ligações e das visitas. Já no digital, use e abuse das redes sociais, sites, blogs e e-mails.

#7 Tenha boas estratégias de marketing

Um dos maiores erros das empresas é isolar o marketing das estratégias de vendas. Embora cada área tenha sua função, quando trabalham em parceria somam suas habilidades e desenvolvem mecanismos relevantes para atingir o potencial cliente.

É comum que esse time esteja a frente das ações inbound. Seja a partir da produção de blogposts, landing pages ou e-books, o objetivo é se conectar e alcançar a persona.

#8 Estabeleça KPI’s

Muita gente pensa que os KPI’s são uma maneira de monitorar o desempenho de um time. Na verdade, a ideia principal é entender a eficácia das estratégias adotadas.

Quando se tem visão detalhada sobre os atingimentos, fica mais fácil entender a melhor rota e fazer calibragens no percurso.

#9 Não perca oportunidades

Sempre tem aquele cliente que fala que vai pensar na sua proposta e não aparece mais. É claro que essa é uma tática comum para fugir da abordagem, mas é preciso ter em mente que o maior interessado em fechar negócio é você.

Neste caso, estabeleça prazos para retorno. Entenda se o consumidor tem dúvidas ou se há algo que você possa fazer para concluir a venda. Se mostre disponível e solícito, mas cuidado para não parecer persistente demais.

#10 Promova o Customer Experience

Se tem um erro que muitas empresas ainda cometem é o de priorizar a venda e esquecer do cliente depois. É por isso que o Customer Experience (ou Experiência do Cliente) tem sido cada vez mais necessário.

Com ela, são desenvolvidas ações para colocar o cliente sempre no centro, de maneira que a relação seja contínua.

Dica extra: se prepare!

Além de todas essas dicas, sabe qual é a melhor maneira de prospectar novos clientes? Se preparando! Afinal, um profissional com domínio tem mais confiança para vender ideias e, consequentemente, convencer seus potenciais clientes.

Para dar aquele empurrãozinho, separamos duas dicas de leitura que vão deixar sua cabeça borbulhando:

151 ideias rápidas para conseguir novos clientes – Jerry R. Wilson (Jardim dos Livros)

A partir de análises sobre erros e acertos de grandes companhias, Wilson apresenta dicas de como inovar tendo o cliente como foco.

Prospecção Fanática – Jeb Blount (Alta Books)

Neste guia, o autor tem uma conversa franca com vendedores e executivos, revelando o que está por trás do sucesso e do fracasso da prospecção. Além disso, ele dá dicas de como se comunicar e conquistar clientes a partir de abordagens em redes sociais, telefone, e-mail e texto.

E já que o assunto é cliente, a Faculdade XP está com inscrições abertas para o curso de pós-graduação em Experiência & Sucesso do Cliente. Nele você aprende metodologias fundamentais para converter e reter os clientes com sucesso.

Entre as habilidades desenvolvidas ao longo do curso, que tem duração de 7 meses, estão:

  • Estratégia empresarial;
  • Estratégias de implementação e engajamento;
  • Implementação e estruturação de CX;
  • Pesquisa, entrevista e benchmarking;
  • Matriz CDB, personas e mapa de empatia.

Para saber mais sobre essa pós-graduação, clique aqui. Lembrando que 100% dos professores são atuantes no mercado. Assim, você aprende com quem está à frente de grandes empresas da atualidade.

Como criar uma marca pessoal e se diferenciar no mercado

Quer aprender a como criar uma marca pessoal? Você está no lugar certo.

Sabia que as pessoas lembram ou falam de você quando estão longe por conta dos seus aspectos? Seja na oralidade, entrega de produtos/serviços ou ainda por ser autoridade em determina área.

A sua marca pessoal é a união do SEU EU (valores, personalidade, temperamento e comportamento) com a SUA PROFISSÃO (formação, experiência, networking e portfólio).

Entenda ao longo do conteúdo o que é e como criar uma marca pessoal, aspectos benéficos e muito mais. Boa leitura!

O que é marca pessoal?

Uma marca pessoal é a identidade que uma pessoa cria para si mesma. Pode ser composta por vários elementos, como o nome, o visual, a personalidade e o comportamento. A marca pessoal é importante porque ajuda as pessoas a se destacarem dos outros e a serem lembradas por seus atributos positivos.

Como você se vê → Sua marca pessoal ← Como os outros te veem

Ela deve ser marcante para os outros no âmbito pessoal e profissional. Fique atento(a)!

Por que ter uma boa marca pessoal é importante?

Ter uma boa marca pessoal é importante porque ela pode ajudar as pessoas a se lembrarem de você e a reconhecerem seus talentos. Também ajudar as pessoas a se conectarem com você e a confiarem em você.

As principais vantagens são:

  • Mais fácil de construir;
  • Conecta nome e trabalho;
  • Maior conexão com clientes;
  • Possibilidade de parcerias, consultorias e palestras.

Aprenda como criar uma marca pessoal em 10 passos

Confira abaixo o detalhamento e saiba como instituir sua marca pessoal no mundo.

1. Preserve uma boa imagem pessoal

Uma imagem pessoal adequada ajuda as pessoas a serem percebidas positivamente pelos outros. A sua imagem diz muito sobre você.

Analise sua aparência, comunicação e comportamentos. Preste atenção e faça ajustes nos aspectos mais chamativos, posteriormente cuide até chegar aos detalhes.

Por exemplo, a aparência é extremamente importante em nossa sociedade. As pessoas são constantemente julgadas pelo seu aspecto, e aqueles que se cuidam bem são mais bem-sucedidos.

Ter um bom visual não significa somente estar bem-vestido, mas sim estar bem cuidado. Isso inclui ter um corpo saudável, uma pele bonita, cabelos bem tratados e unhas limpas e bem cuidadas.

Como criar uma marca pessoal? Vista-se bem. (Fonte: Pexels)

2. Seja genuíno

É importante que tenha atitudes honestas, isso porque as pessoas percebem quando você faz algo com certo interesse. Seja autêntico nas suas relações e na sua vida. Além disso, não imite outros profissionais, estilos e enfim. O foco é ser quem você é.

3. Saiba contar a sua história

O storytelling pessoal é importante porque permite que as pessoas se conectem com você de uma maneira mais profunda e significativa.

As histórias que você compartilha sobre sua vida permitem que as outras pessoas entendam quem você é, o que motiva você e como você pensa. Elas também podem ajudar as pessoas a se relacionarem com você de uma maneira mais amigável e emocional.

4. Tenha foco

Para ter foco na carreira profissional, é importante ter objetivos claros e definidos. É preciso saber o que se quer conquistar e ter um plano de ação para alcançar esses objetivos.

Sem foco alinhado com a sua marca pessoal, fica mais difícil identificar oportunidades e avançar na carreira. Além disso, é importante ter disciplina e manter a persistência nos objetivos.

5. Faça networking

Gerar e ter conexões além do digital é essencial. O networking é importante por diversos motivos. Ele pode ajudar você a conhecer pessoas que podem se tornar amigas, parceiras de negócios ou até mesmo mentores profissionais.

Além disso, o networking pode ajudar você a ter acesso a oportunidades de emprego e a informações valiosas. Por fim, pode ainda ajudar você a se manter atualizado sobre as últimas tendências do mercado e a se conectar com outras pessoas que compartilham dos mesmos interesses.

<Leia também: conheça as 10 soft skills mais valorizadas pelo mercado />

6. Seja coerente

Ser coerente significa manter uma imagem consistente em todos os momentos. Isto significa vestir-se conforme o seu ambiente de trabalho, falar de forma profissional e evitar comportamentos pessoais que possam ser interpretados negativamente.

Lembre-se que a sua imagem profissional é o modo como os outros percebem e tratam a sua empresa ou marca. Mantê-la coerente ajudará a reforçar a sua reputação e aumentar a confiança dos clientes.

7. Saiba lidar com seus erros

É importante lidar com os erros profissionais de maneira adequada para que eles não se tornem um problema maior. É preciso analisar o que deu errado, aprender com eles e tomar medidas para que não se repitam no futuro.

Além disso, é importante ser honesto, nos negócios, com os colegas de trabalho, ou em qualquer outra situação, pois, a desonestidade pode afetar drasticamente a imagem de alguém.

8. Seja inspirador

Quando se trata de ser inspiração para alguém nos negócios ou no ambiente profissional, é importante ter em mente que a inspiração é algo que vem de dentro. Sendo assim, ninguém inspira outra pessoa com fingimento, ou forçando situações.

A inspiração é algo que surge naturalmente, quando se é apaixonado pelo que faz, ou por comprometimento. Se você quer ser uma inspiração para alguém, então precisa estar disposto a dar o seu melhor, mostrando aos outros que é possível ter sucesso nas demandas, nos negócios e em outros aspectos da vida.

9. Viva a sua marca

A sua marca pessoal deve estar com você onde quer que vá. Ela precisa te representar. Isso vale para pessoas ou negócios.

No geral, o importante é saber o que é relevante para a sua marca e o que não é. Dessa forma, você poderá criar uma marca pessoal forte e coerente, que conseguirá atrair a atenção do seu público-alvo.

Você também pode fazer ações autênticas em forma de liderança, orientação ou retribuição de algo feito por outro alguém.

Como criar uma marca pessoal? Tenha uma estratégia digital e esteja presente nas redes sociais. (Fonte: Pexels)

10. Tenha estratégia digital

Se você quer ser reconhecida(o), deixe sua mensagem por onde passa. Inicie nas relações interpessoais e posteriormente nas redes sociais pessoal e corporativa, como o LinkedIn.

Compartilhe experiências enriquecedoras em trabalhos realizados, divulgue cursos e eventos da área, escreva sobre a atuação e muito mais. Afinal, quem não visto ou lido, não é lembrado. Crie um impacto positivo, em espaços offline e online.

Entenda sobre Personal Branding

Personal branding é a prática de comercializar a si mesmo e sua carreira como se você fosse uma marca. É um processo contínuo de desenvolvimento e gerenciamento de sua reputação pessoal para que ela esteja alinhada com seus objetivos profissionais.

A marca pessoal pode ajudá-lo em sua carreira, diferenciando-o da concorrência, tornando-o mais reconhecível e memorável e, finalmente, ajudando você a conseguir o emprego ou a promoção que deseja.

Apesar dos benefícios da marca pessoal, muitas pessoas relutam em fazê-lo porque pensam que é egoísmo ou autopromoção.

No entanto, a marca pessoal não é sobre se gabar ou se vangloriar. Feita corretamente, é uma maneira de se apresentar ao mundo de maneira honesta, precisa e autêntica.

<Leia também: como a gestão de carreira pode contribuir para seu crescimento profissional />

Fuja dos inimigos da sua marca pessoal

Em alguns momentos é normal o desânimo, mas não se deixe abalar e fuja dos inimigos. Logo, aquilo que você não quer que esteja por perto na sua vida:

  • Falta de confiança;
  • Medo de opiniões;
  • Querer perfeição;
  • Falta de um propósito;
  • Falta de autenticidade.

<Veja: 5 motivos para tudo o que você sabe sobre trabalho em equipe estar errado />

Ser e fazer mais do mesmo? Não.

Para se destacar no mercado de trabalho, é importante ter um bom currículo e conseguir se apresentar bem em entrevistas. Além disso, é importante ter um bom network e estar atento às oportunidades. Outra dica importante é investir em cursos e certificações que possam te ajudar a ter visibilidade.

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Qual a diferença entre recrutamento e seleção? Confira!

É bastante comum as pessoas fazerem confusão com a diferença entre recrutamento e seleção. Comumente trabalhados em conjunto, muitos acreditam que se referem a mesma coisa e é apenas um nome grande para contratação de novos funcionários para uma empresa. 

No entanto, essa função vai muito além. Ela utiliza de diversas técnicas e análises para atingir os melhores resultados para uma organização ao que se refere aos colaboradores. 

Assim, entender a diferença entre recrutamento e seleção é fundamental para reduzir eventuais perdas para uma organização e tornar o seu crescimento mais efetivo. 

Confira neste artigo as principais características de cada um e como são importantes de atuarem em conjunto. 

O que é recrutamento?

O recrutamento tem o objetivo de atrair possíveis candidatos qualificados para uma determinada função da empresa. A partir disso, o processo envolve a descrição do cargo, a publicação da vaga, especificação dos pré-requisitos

Quando falamos dessa etapa, estamos nos referindo às ações de divulgação do anúncio da vaga e à busca por pessoas, ou seja, coleta de perfis alinhados aos pontos de destaque na descrição. 

Embora pareça simples, é um processo bem longo de se executar, porque é preciso deixar o mais detalhado possível para não ocorrer desalinhamento de perfis se candidatando às vagas. Isso só causaria mais trabalho na próxima etapa, a de seleção do candidato, que será explicada mais à frente.

Tipos de recrutamento

Dentro do trabalho de recrutamento, existem dois formatos possíveis de trabalhar. São eles:

Recrutamento Interno

Onde o anúncio das vagas é realizado dentro da própria organização. Ou seja, divulgam uma oportunidade para os próprios funcionários, caso algum deles deseje mudar de função ou setor.

É uma opção muito vantajosa, pois como são pessoas já familiarizadas com os processos da empresa, é mais fácil de se adaptar. Além de contribuir para o engajamento dos profissionais ao ter mais oportunidades de planos de carreira. 

Recrutamento Externo

Como o próprio nome diz, refere-se à busca por profissionais de fora da empresa. 

A vantagem deste modelo é ter maiores opções de perfis adequados à vaga, já que amplia o leque de escolha. Além de maior diversidade de pessoas. 

O que é seleção?

A etapa de seleção é um conjunto de práticas e processos para escolher a melhor pessoa para preencher determinada vaga. 

Depois que o recrutamento separou um número de perfis indicados, a seleção vai analisar cada um dos candidatos, bater os pontos em comum e decidir quem mais combina com os objetivos propostos. 

Existem diversos processos que podem ser aplicados durante a seleção de pessoas, ficando a cargo da área de recursos humanos decidir o melhor método de triagem. Suas atividades incluem:

  • Triagem de currículos;
  • Aplicação de testes de comportamento e aptidão;
  • Entrevistas individuais e dinâmicas em grupo;
  • Análise e eliminação de candidatos;
  • Envio de propostas ao candidato;
  • Processos de contratação. 

Importante que nesta etapa os profissionais de RH precisam identificar a elegibilidade de cada candidato. Isso vai desde qualificações mais técnicas até competências mais comportamentais.

Principais diferenças entre recrutamento e seleção

Enquanto um é focado na busca dos candidatos, o outro fica com o papel de identificar o melhor perfil e escolher o ideal para preencher a vaga.

Confira abaixo as principais diferenças:

Encontrar X Escolher

O Recrutamento aplica estratégias para atrair pessoas interessadas e coletar todas as informações necessárias. Já a seleção tem um objetivo mais definido que é analisar cada pessoa e definir quem é o novo funcionário da empresa. 

Simples X Complexo

A etapa de recrutamento acaba por ser mais simples, uma vez que existem diversas ferramentas que auxiliam nesse processo de atração e filtragem dos candidatos.

Já na seleção, é necessário uma análise e atenção sobre os escolhidos, o que torna o processo mais complexo. 

No entanto, “mais simples” não quer dizer “menos importante”.

Rápido X Demorado

O recrutamento é mais rápido e menos exigente, mas a seleção envolve uma ampla gama de atividades, que podem ser demoradas e relativamente mais complexas, conforme mencionado.

Vários canais X Várias etapas

No recrutamento a comunicação da vaga é feita por meio de diversas fontes e canais, como redes sociais, plataformas e até mesmo em jornais. 

Já no processo de seleção, a avaliação é feita por meio de várias etapas, como preenchimento de formulários, provas técnicas, entrevistas, etc.

Benefícios de ter recrutamento e seleção juntos

Sabendo das diferenças, o importante mesmo é comprovar os benefícios de ter uma área dessa dentro da empresa. A vantagem mais clara é a possibilidade de escolher um profissional mais assertivo e qualificado à vaga e a cultura da organização. 

Além disso, existem outros fatores como:

  • Maior produtividade e qualidade;
  • Um corpo de funcionários mais integrado e engajado;
  • Redução do turnover;
  • Melhora a reputação e a competitividade da empresa;
  • Contribui para o desenvolvimento dos colaboradores.

Aposte em um bom recrutamento e seleção para a sua empresa!

Portanto, mesmo com as diferenças entre recrutamento e seleção, este continua sendo um trabalho essencial para as organizações atuais. Quando alinhados trazem grandes benefícios e tornam uma empresa mais competitiva e eficiente. 

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Como calcular o décimo terceiro proporcional sobre os dias em atividade?

Próximo do final do ano, uma dúvida que persiste entre os profissionais de RH e os funcionários é saber como calcular o décimo terceiro proporcional. A propósito, este é um benefício assegurado aos colaboradores e merece extrema atenção.

Por essa razão, é importante que as empresas se programem antecipadamente para o pagamento e, assim, evitem erros na tabela ou até a folga de depósito na conta dos colaboradores, situações relevantes para gerar multas abusivas ao estabelecimento.

Para tirar todas as suas dúvidas e fazer uma contabilidade assertiva, preparamos este artigo. Continue a leitura e entenda como calcular o décimo terceiro proporcional e tire outras dúvidas sobre o assunto. Vamos lá?

O que é o décimo terceiro salário?

Amparado pela lei nº 4.090 de 13 de Julho de 1962 e previsto na Constituição Federal em seu artigo 7º, inciso VIII, o décimo terceiro salário proporcional é um benefício de qualquer trabalhador em contrato CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Considerado um salário extra, o décimo terceiro é proporcional a 1/12 do salário. De acordo com o tempo de trabalho no ano, é mais fácil entender por que o funcionário nem sempre ganha o salário integral a mais, ou o dobro. Isso porque o valor é determinado pelo percentual.

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Como calcular o décimo terceiro proporcional?

Chegou a hora de entender, na prática, como calcular o 13º proporcional ao tempo de casa do colaborador. 

Como vimos, este cálculo do décimo terceiro está ligado aos meses exercidos pelo colaborador na empresa. Logo, se ele trabalhou 12 meses, receberá proporcional a essa quantidade, como também se ocorrer em 5, 6, 7 meses e, assim, por diante.

Para ficar mais claro e você entender, na prática, como calcular o décimo terceiro proporcional, vamos a um exemplo.

Imagine que o vendedor de uma loja receba R$2000 de salário, mas que tenha começado na empresa no início de maio daquele ano.

Para descobrir o valor do décimo terceiro salário dele, são feitos os procedimentos:

  1. dividir o salário bruto mensal por 12 meses do ano;
  2. multiplicar o resultado pelo número de meses trabalhados para chegar ao resultado final.

Desse modo, a equação é:

A) R$2000 (salário bruto) / 12 = R$166,66

B) 166,66 X 8 (meses trabalhados no ano vigente) = R$1333,28

Isso significa que, no final do ano, o vendedor receberá R$1333,28 mais o salário habitual.

Em pagamento único, o valor do 13º constará os descontos do INSS e do Imposto de Renda. Já em duas parcelas, os descontos do INSS e do Imposto de Renda incidirão na segunda parcela.

< Leia também: Entenda a importância de ter uma reserva de emergência e saiba como fazer uma />

O que compõe o cálculo do décimo terceiro? 

Além do cálculo acima, é preciso entender como calcular o décimo terceiro salário proporcional levando em consideração algumas informações adicionais. Isso porque horas extras e descontos de INSS e IRRF — mencionados no tópico anterior — também precisam ser levados em conta na equação. 

Quer ver como calcular o décimo terceiro proporcional, considerando os valores adicionais? Acompanhe os exemplos. 

Impacto das horas extras no cálculo do décimo terceiro

Para considerar as horas extras habituais no cálculo do décimo terceiro proporcional, é preciso somar o volume trabalhado (em quantidade de horas) ao longo do ano. A partir daí, é preciso extrair a média simples do resultado e multiplicá-la pelo valor da hora extra do mês de dezembro. 

INSS e IRRF: como calcular o 13º salário proporcional levando estes dados em conta?

Como pontuamos no tópico anterior, INSS e IRRF também incidem sobre o 13º salário proporcional. 

Na prática, o desconto do INSS segue a faixa salarial, e pode ser de 8, 9 ou 11% sobre o salário proporcional aos meses de trabalho. 

Em contrapartida, o Imposto de Renda é descontado sobre o salário bruto, excluindo-se a contribuição ao INSS, à previdência privada e outros eventuais descontos (como benefícios aos dependentes, por exemplo). 

< E por falar em imposto de renda… Descubra como calcular o valor da sua restituição em um passo a passo detalhado! /> 

Quem tem direito ao décimo terceiro salário?

Agora você já sabe como calcular o 13° proporcional ao salário dos seus funcionários. Mas sabe quais deles têm direito ao benefício? Aqui vai uma lista para consultar sempre que tiver dúvidas: 

  • funcionários com carteira assinada que trabalharam 15 dias ou mais no mês;
  • pensionistas;
  • aposentados;
  • colaboradores afastados por acidente de trabalho que recebem proporcionalmente;
  • empregados suspensos que recebem auxílio-doença.

Isso significa que, após completar 15 dias de trabalho em um mês, o empregado já pode receber o décimo terceiro salário proporcional.

Vale também ficar de olho nestes grupos de profissionais:

Jovem Aprendiz

Como o contrato de trabalho do jovem aprendiz tem duração de dois anos, registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social, a lei permite os mesmos direitos trabalhistas dos demais funcionários, portanto, também tem direito ao décimo terceiro salário.

Licença Maternidade

Por ser custeado pela Previdência Social, os salários e o décimo terceiro pagos durante o período de afastamento por licença-maternidade servirão como crédito beneficente, ou seja, compensados pela empresa nas contribuições destinadas ao INSS.

< Aprenda também: Como fazer um planejamento financeiro para viajar? />

Quando se deve pagar o décimo terceiro proporcional?

A empresa pode pagar o benefício de duas formas: com contribuição única ou em duas parcelas. As datas-limite são:

  • salário único: em 30 de novembro;
  • salário em duas parcelas: a primeira entre 1º de fevereiro e 30 de novembro; a segunda, até 20 de dezembro.

Vale ressaltar dois pontos:

  • a primeira parcela pode ser adiantada no momento em que o trabalhador sai de férias;
  • o gestor deve antecipar o pagamento para o último dia mais recente, em caso da data máxima cair em domingo ou feriado. Ou seja, se cair em um domingo o limite para o pagamento, ele será liberado na sexta-feira anterior.

A empresa pode não pagar o décimo terceiro?

Não! Saber como calcular o proporcional do décimo terceiro é fundamental porque a companhia é obrigada a fazer o pagamento correto do benefício

Se houver atraso ou o não pagamento, a multa será R$170,25 equivalente por empregado, com valor dobrado em situação de reincidência.

Mas o funcionário recebe o valor da multa?

Não, neste caso, ele será direcionado ao Ministério do Trabalho.

Funcionário demitido recebe o décimo terceiro salário?

Os funcionários demitidos sem justa causa recebem o décimo terceiro proporcional, como exemplificamos acima. No entanto, os convidados a sair por justa causa perdem o direito de receber o benefício.

Como utilizar o décimo terceiro salário?

Muitas pessoas ficam em dúvida sobre o que fazer com este dinheiro que vem em boa hora. O brasileiro costuma gastá-lo, principalmente porque recebe próximo à época de Natal.

Não quer gastar muito nas compras de Natal? Dê o play no vídeo abaixo e saiba como economizar no final de ano:

Mas um bom dinheiro pode gerar mais renda, e uma boa sugestão é investi-lo. Atualmente existem diversos tipos de investimentos, como em ações, Tesouro Direto, Fundos Imobiliários, entre outros. Cada um tem sua característica específica e possibilidade de rentabilidade.

Isso não impede que você use todo o seu dinheiro em investimento. Você pode usar uma parte do rendimento extra, e a outra usar para suas necessidades.

A melhor forma de identificar qual a melhor opção para você é estudando as possibilidades. Em nossa plataforma de educação financeira, a Multi+, você tem acesso a uma centena de cursos, bootcamps e formações rápidas sobre o mercado de investimentos. Faça a sua inscrição e mergulhe fundo em nosso ecossistema de aprendizado! 

Data Warehouse: conceito e aplicação nas empresas

Você já pensou como o seu trabalho seria mais fácil se existisse um jeito de armazenar diversos dados da sua empresa de uma maneira organizada, sistematizada e totalmente automática? Pois bem, esse recurso já existe e se chama Data Warehouse (DW).

Com o avanço da tecnologia, se tornou praticamente impossível conseguir acompanhar a quantidade de dados produzidos e demandados diariamente. Por isso, o Data Warehouse é uma solução muito indicada para as empresas administrarem os seus dados.    

Para se ter uma ideia, segundo o Social Good Brasil, nos últimos anos a quantidade de dados produzidos dobrou a cada 2 anos. Apenas em 2021 a estimativa é que tenham sido criados aproximadamente 35 trilhões de gigabytes.  

Se você nunca ouviu falar em Data Warehouse, mas ficou interessado no assunto, continue a leitura desse artigo. Nele, vamos falar sobre o conceito, como funciona, os tipos, as vantagens e desvantagens de utilizar esse sistema.

Boa leitura!  

O que é Data Warehouse?

Basicamente, o Data Warehouse, que em português significa armazém de dados, é um sistema de armazenamento de dados. O DW fornece suporte às empresas no levantamento de dados, na criação de relatórios, nas análises avançadas do negócio e outras questões que envolvem o uso de dados.   

Dessa forma, o DW é um grande aliado das empresas no momento das tomadas de decisões sobre o futuro do negócio. 

Por conta disso, o DW é considerado a base do Business Intelligence (BI), que é uma técnica que utiliza a análise empresarial e a visualização de dados para tomar decisões estratégicas do negócio.  

Para que serve um Data Warehouse? 

Independente do tipo da análise, já dá para perceber que a análise de dados é importante porque ela, junto com outras estratégias de negócio, faz com que uma empresa se posicione competitivamente no mercado, certo?

Um dos recursos aliados da análise de dados é o Data Warehouse. Ele serve como um suporte para empresas de diversos ramos, desde varejo até educação, em momentos cruciais para a instituição

Isso porque o Data Warehouse armazena uma grande quantidade de dados, de diferentes fontes de informação, que podem ser facilmente acessados devido ao próprio sistema de organização do DW. 

Diferença entre Data Warehouse e Database

É comum as pessoas confundirem DW com Database. O Database é um banco de dados relacional, onde os dados são pré-definidos e organizados por meio de tabelas, colunas e linhas, e as informações podem ser acessadas de diversas maneiras. 

Para que você não se confunda mais entre Data Warehouse e Database, abaixo estão as principais diferenças entre os dois sistemas de armazenamento de dados: 

Data WarehouseDatabase
Analisa todos os dadosRegistra todos os dados
Dados orientados para o assuntoDados orientados para para as aplicações
Usa Online Analytical Processing (OLAP)Usa Online Transactional Processing (OLTP)
Principais diferenças entre Data Warehouse e Database

Data Lake vs Data Warehouse

Para conseguir processar o grande volume de dados as empresas utilizam um ou mais serviços de armazenamento e análise de dados. Normalmente, quando existe essa combinação de sistemas, existem dois sistemas que são muito utilizados de maneira conjunta: o Data Warehouse e o Data Lake. 

O Data Lake é um repositório onde são armazenados diversos tipos de dados, até mesmo os dados não filtrados ou não estruturados. Ao contrário do Data Lake, o DW é um repositório de dados onde eles são filtrados e passam por análises. 

Abaixo, estão listadas outras características que diferencia cada um deles: 

Data WarehouseData Lake
Dados extremamente organizadosQualquer dado, seja ele organizado ou não
Utilizado para análises de BI e relatóriosUtilizado para análise exploratória ou operacional e Big Data
Armazenamento com custo mais elevadoArmazenamento de baixo custo
Principais diferenças entre Data Warehouse e Data Lake

Apesar das diferenças, é importante salientar que ambos os sistemas são importantes e podem ser utilizados também de forma individual. Mas, quando utilizados juntos, se complementam e fornecem uma análise de dados mais completa. 

Como funciona um Data Warehouse?

De maneira resumida, o DW funciona como um grande depósito de dados das mais variadas fontes de informação. Nesse depósito as informações se movimentam por meio de um sistema transacional onde são processadas, armazenadas e organizadas em planilhas e tabelas.   

Dessa forma, você consegue consultar os dados analisados a qualquer momento. 

Data Warehouse armazena grandes dados
A Data Warehouse funciona por etapas. Além disso, existem diferentes tipos.

Esse processo de consulta costuma acontecer em 3 etapas: extração, transformação e carregamento. 

1. Extração

Primeiramente, existe o processo de extração que consiste no recolhimento dos dados de diversas fontes para depois processar e transformá-los em informações.

Aqui, existem dois tipos de extração:

  • Completa: os sistemas não identificam os dados que foram alterados e todos são armazenados diretamente na fonte sem passar por nenhum monitoramento prévio;
  • Incremental: os sistemas são capazes de identificar quais dados foram alterados. Assim você pode criar uma nova tabela apenas com os dados que foram modificados e extraídos nessa etapa do processo.   

2. Transformação

Logo em seguida, tem o processo de transformar os dados coletados de acordo com as necessidades do negócio. Aqui, é possível adicionar, eliminar e até mesmo mesclar dados de duas ou mais fontes diferentes. 

3. Carregamento

Por fim, a última etapa que é a mais simples de todas. O carregamento é o download dos dados extraídos e transformados nas etapas anteriores para análises e consultas posteriores

Tipos de Data Warehouse

Apesar de ter sempre a mesma finalidade, existem diversos tipos de Data Warehouse. Para que você consiga identificar o tipo que mais se encaixa no seu modelo de negócio, é preciso conhecer cada um deles. 

Por isso, trouxemos abaixo os 4 modelos de DW e para quê cada um deles é indicado:  

1. Orientada por assunto

Em primeiro lugar temos o DW orientado por assunto que se refere a organização das informações de acordo com os assuntos de maior interesse da empresa em contextos específicos. Dessa forma, as informações são categorizadas por assuntos e são consultadas conforme a necessidade do negócio.    

2. Não Volátil

O modelo não volátil do DW é o modelo onde os dados não podem ser alterados depois que passam pelo processo de filtragem e tratamento das informações.

Ou seja, antes de serem apresentados ao usuário final os dados passam pelo processo de inclusão ou de exclusão de informações. Mas, quando finalizado esse processo, eles se tornam não voláteis porque estão disponíveis apenas para consulta.   

3. Integrada

A principal característica desse DW é a integração entre informações de fontes diversas. Com isso há uma padronização dos dados na base do Data Warehouse, o que faz com que eles sejam tratados da maneira correta.  

4. Variável com o tempo

A variável do tempo tem como principal característica a manutenção dos dados por um período de tempo maior do que a maioria dos outros sistemas. Ou seja, ao contrário dos bancos transacionais OLTP, a mineração de dados aqui não é feita em tempo real e não compromete nenhum outro sistema. 

Arquitetura de um Data Warehouse

A arquitetura do Data Warehouse costuma variar um pouco dependendo do objetivo e do assunto abordado com ela.

Porém, existe um padrão chamado de arquitetura geral, o mais utilizado em todas as empresas, que é composto por 3 camadas.

Na primeira camada estão os resultados e os dados operacionais que são de livre acesso para todos. 

Já na segunda camada, também chamada camada intermediária, estão os mecanismos responsáveis pela análise e distribuição dos dados.

Por fim, a última camada onde acontece o carregamento e o armazenamento dos dados que são extraídos nas duas primeiras camadas.    

Vantagens e desvantagens de usar um Data Warehouse

Assim como qualquer sistema, o Data Warehouse tem pontos positivos e pontos negativos que precisam ser considerados antes da decisão de implementação do sistema dentro da empresa. 

Confira abaixo quais são as vantagens e as desvantagens do DW:

Vantagens

  • Análise completa de dados, com precisão e histórico de dados anteriores;
  • Centralização de dados das mais diversas fontes de informação;
  • Aumento nas chances de assertividade no momento da tomada de decisões;
  • Maior eficiência na consulta aos dados. 

Desvantagens

  • Alto índice de problemas e imprevistos de grande complexidade.
  • Obsolescência;
  • Dificuldade na hora da integração do Data Warehouse com outros sistemas.

Aplicabilidades de um Data Warehouse

O Data Warehouse é uma ferramenta que traz distintas possibilidades de aplicação para um negócio. Algumas possibilidades são as seguintes:

  • Atividades de Data Mining e mineração de dados;
  • Criação de relatórios precisos;
  • Unificação das bases de dados.

Como aprender a usar um Data Warehouse?

Para conseguir utilizar o Data Warehouse você precisa de uma graduação em cursos como Ciência de Dados, Análise e Desenvolvimento de Sistemas ou outros cursos da área de Tecnologia da Informação, ou que envolvem coleta e análise de dados. 

Isso porque cursos dessas áreas facilitam o aprendizado e o manuseio do Data Warehouse, visto que você já tem noções avançadas de questões relevantes para o sistema. Por exemplo, noções em armazenamento e análise de dados ou noções de uso de softwares tecnológicos avançados.

Investir e se dedicar para aprender Data Warehouse é uma grande oportunidade de crescimento, visto que nesse momento a Data Science é vista como uma das áreas mais promissoras para os próximos anos no mercado de trabalho. Ter esse conhecimento é um diferencial de destaque para a sua carreira profissional. 

Qual o melhor horário para comprar ações e investir na bolsa? 5 dicas

Entre as inúmeras dúvidas que um investidor iniciante em renda variável pode ter, uma delas está relacionada ao melhor horário para comprar ações. Será que isso faz diferença para os resultados?

Saber qual o melhor horário para investir na bolsa impacta na rentabilidade dos investimentos. Mas, quais são as outras questões que devem ser levadas em consideração para não perder o “time”?

Uma vez que a bolsa de valores possui horário para operar, é fundamental conhecer as regras de funcionamento da B3, além de se atentar aos resultados das bolsas internacionais.

Com tudo isso, concluímos que comprar ações e operar na bolsa inclui algumas variáveis para que os investimentos sejam positivos. Quer saber mais? Continue a leitura!

Neste conteúdo, você vai ver:

  • Como funciona o pregão da bolsa?
  • Por que o valor das ações varia durante o dia?
  • 5 dicas para definir o melhor horário para comprar ações

Como funciona o pregão da bolsa?

O primeiro passo para compreender qual o melhor horário para operar na bolsa de valores é conhecer o período de funcionamento do mercado de ações.

Para isso, entendemos que o pregão da bolsa é o período diário destinado à negociação de ações e outros ativos

Ou seja, é o período em que pessoas (físicas ou jurídicas) podem comprar e vender ativos, já que é quando a bolsa está, de fato, aberta.

Os horários podem variar ao longo do ano em situações específicas, como o horário de verão no Brasil, nos Estados Unidos e até mesmo por conta de feriados como o Carnaval. 

Para ter informações mais assertivas sobre isso, vale a pena conferir o próprio site da B3 (bolsa de valores brasileira). Nele, podemos ver:

Fonte: B3

Entenda melhor sobre os horários da bolsa

Assim, os dados mais relevantes que podemos observar em relação ao horário do mercado de ações são:

  • Pregão regular: 10h às 17h55;
  • Cancelamento de ofertas: 9h30 às 9h45 – é permitido cancelar ofertas com validade que foram inseridas em pregões anteriores; 
  • Pré-abertura: 9h45 às 10h – conhecido também como “leilão de abertura”, é o período em que as ordens são inseridas para determinar o preço de abertura do ativo, mas não são fechados negócios nesse horário;
  • Negociação: 10h às 17h55 – compra e vendas de ações e outros ativos;
  • Call de fechamento: 17h55 às 18h (para mercado à vista, fracionário e FIIs) e 17h55 às 18h (para ETFs e Opções) – período em que a B3 realiza o leilão com o objetivo de formar o preço de fechamento dos ativos;
  • After market: 18:25 às 18:55 para cancelamento de ofertas e das 19h às 19h30 para negociação. Entretanto, não são todos os ativos que podem ser negociados durante este período. Para mais informações, confira este ofício circular da B3.

Vale lembrar que essas operações podem ser feitas apenas em dias úteis, de acordo com o calendário federal. 

Pontos para ficar atento

Isso mostra que além do horário de abertura e fechamento, a B3 possui outras questões especiais que podem fazer a diferença no momento de investir. É fundamental atentar-se a alguns pontos.

Por exemplo, o horário de pré-abertura serve apenas para determinar o preço do ativo, mas nenhum negócio pode ser fechado antes das 10h. Já o after market possui restrições específicas, como:

  • ativos de renda fixa privada e opções não estão disponíveis para negociação;
  • há limitação de movimentação de, no máximo, R$ 900 mil por CPF;
  • impossibilidade de negociar ativos com variação superior a 2%.

Ainda assim, é um período interessante para cancelar ordens, corrigir erros e ajustar posições, mesmo após fim do pregão regular.

Quer investir na bolsa, mas não sabe por onde começar? Então, confira o vídeo abaixo, no qual a Clara Sodré, especialista em investimentos, apresenta quatro passos simples para começar a investir em ações:

Por que o valor das ações varia durante o dia?

Como falamos, o mercado de ações sofre influência direta não apenas do mercado externo, mas também de todo o cenário econômico e político internacional. Essas questões podem variar a balança e fazer com que o preço dos ativos flutuem bastante ao longo do dia.

É essa alta volatilidade que faz o mercado de ações oferecer uma boa rentabilidade, ao mesmo tempo que indica um alto risco. Por tudo isso, é essencial que os investidores da bolsa estejam por dentro dos principais assuntos internacionais. 

Essa prática facilita o reconhecimento de boas oportunidades de aplicações e até mesmo ajuda a entender qual a melhor hora para comprar e vender ações.

Por exemplo: durante o primeiro momento do pregão da B3, a bolsa na Europa já está aberta há algumas horas, tornando possível observar a sua movimentação e entender o que é vantajoso.

Definir estratégias tanto para avaliar o mercado internacional quanto para investir na bolsa é uma boa alternativa para cuidar dos seus aportes. Por isso, lembre-se de acompanhar de perto as flutuações do mercado.

< Leia também: Qual o melhor momento para comprar ações? E para vender? />

5 dicas para definir o melhor horário para comprar ações

Agora que você entendeu como funciona o pregão da bolsa e por que o comportamento do mercado varia durante o dia, separamos cinco dicas para entender qual o melhor horário para comprar ações – de acordo com as suas estratégias.

O que isso significa? Para ter uma consistência nos seus investimentos, é importante criar uma rotina em relação às suas aplicações, avaliando como anda o mercado financeiro e até mesmo criando uma janela para suas operações de compra e venda.

Vamos às dicas? Leia até o final e aprenda de uma vez por todas qual a melhor hora para comprar e vender ações de acordo com seus objetivos.

1. Saiba que tipo de investidor você é

Mesmo quando falamos sobre operar no mercado de ações, devemos entender que existem diferentes tipos de investidores e isso pode afetar os horários e até mesmo a maneira em que compram ações e outros ativos.

Então, para definir o melhor horário para comprar ações, é preciso avaliar o seu perfil. Vamos falar um pouco sobre cada um deles.

  • Buy and holder: é o investidor que compra e segura seus ativos por um longo prazo. Normalmente, para esse trader, não existe um período melhor ou pior para investir na bolsa, uma vez que a variação diária não impacta tanto a sua estratégia de longo prazo;
  • Swing trader: tem uma estratégia de curto e médio prazo, podendo variar de alguns dias, semanas ou até mesmo meses. O melhor horário para investir na bolsa, nesse caso, tende a ser na abertura ou no fechamento do mercado, pois é quando se concentra uma grande quantidade de traders;
  • Day trader: são operações fechadas no mesmo pregão, ou seja, durante um dia. Segundo o especialista da Clear Corretora, o melhor horário para comprar e vender ações ocorre em dois momentos. Das 9h às 12h30, quando o trader consegue pegar todo o fluxo do que aconteceu na Europa e Ásia e na abertura das bolsas dos Estados Unidos. Já o segundo é perto do fechamento, das 15h às 17h.

A modalidade de Day Trade no mercado financeiro brasileiro vem crescendo. Conheça os princípios básicos para operar de maneira segura e consciente com um e-book completo! Baixe agora.

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2. Entenda os principais indicadores econômicos

Saber avaliar os principais indicadores econômicos é vital para qualquer tipo de investimento. Isso não seria diferente com a bolsa de valores.

Então, informar-se sobre eles permite um maior conhecimento em relação às movimentações comerciais e econômicas do cenário mundial e seus impactos nos investimentos no país.

3. Avalie o volume de negociações

Ao pensar no melhor horário para comprar ações, é necessário observar o volume de operações que estão sendo realizadas. Isso mostra como o mercado de ações está ativo no momento, sendo possível planejar sua estratégia de maneira mais eficiente.

4. Atente-se ao início e ao fechamento dos pregões

Esses dois períodos são momentos-chave do investimento na bolsa de valores. Isso porque operar durante o fechamento pode maximizar os ganhos para o próximo pregão.

Ao mesmo tempo, no período inicial, os ativos que encerraram o dia em baixa tendem a sofrer modificações. Além disso, como o especialista Igor Rodrigues indica, nos horários próximos ao almoço (entre 12h e 15h), a bolsa tende a perder a liquidez

Por essas questões, é fundamental estar atento ao início e ao fechamento da bolsa e dos melhores horários para comprar ações ou vendê-las.

5. Analise o mercado internacional

Observar o mercado internacional é fundamental para o sucesso das operações na B3. Até mesmo por conta disso, ressalta-se a importância de atentar-se ao período de abertura da bolsa, que corresponde a um horário aproximado da abertura da bolsa dos Estados Unidos.

Confira os horários de abertura e fechamento das bolsas mais importantes no mercado internacional:

> tabela com horários internacionais

Conheça as vantagens de aplicar a análise fundamentalista [Bônus]

Quer entender os indicadores mais usados pelos analistas para entender o mercado? A análise fundamentalista é uma etapa importante para isso. Ela é o estudo da situação financeira, econômica e mercadológica de uma empresa, de modo a avaliar diferentes alternativas de investimento.

Os três critérios analisados para se chegar à conclusão de que as ações de uma determinada empresa são bons investimentos são: análise macroeconômica, análise setorial e análise da empresa.

< Saiba mais neste conteúdo: Análise fundamentalista: o que é? Passo a passo para avaliar as ações />

Como aprender a investir na bolsa de valores de modo eficiente?

Percebeu que com estudo e prática, entender o melhor horário para realizar as operações é algo que acontece naturalmente? Por isso, antes de mais nada, é essencial investir seu tempo e se dedicar a conhecer o mercado de ações.

A boa notícia é que você pode pagar um único valor, por meio de uma assinatura mensal, para acessar vários cursos sobre finanças e investimentos. A plataforma XPE Multi + reúne cursos desde o nível mais básico até o avançado.

Ou seja: mesmo que você seja iniciante, é possível trilhar o aprendizado rumo aos conhecimentos mais avançados e aprofundados!

Veja tudo o que está incluído na plataforma e aprenda a identificar boas oportunidades de investimentos!

Markup: o que é, importância em um negócio e como calcular

Você é do mundo dos negócios e precisa aprender sobre o que é Markup? Está no lugar certo!

O termo refere-se ao valor adicionado ao preço de custo de um produto ou serviço ofertado. O valor acrescentado é chamado de markup. Ele é adicionado ao preço de custo geralmente igual ao preço de varejo.

Por que ele é tão importante e benéfico? É uma maneira de aumentar o lucro das empresas, pois eleva o preço do produto sem a necessidade de aumentar os custos de produção. Isso torna possível para as empresas maximizarem seus lucros, o que é ótimo para os acionistas e para os funcionários.

Entenda mais sobre o assunto ao longo do conteúdo: o que é markup, diferenças com outros termos, importância, componentes e como calculá-lo. Boa leitura!

O que é markup?

O Markup é um índice usado para a elaboração do preço da venda de um serviço ou produto. Mas não é algo intuitivo, digamos. Isso porque é necessário constar no “valor” os custos com a produção, mão de obra, fornecedores, armazenamento e demais componentes.

O indicador ainda detalha a diferença de custo entre o preço de venda e o preço de custo do produto/serviço. Ou seja, o markup indica qual é o lucro total ou lucro bruto obtido em relação a uma venda, por exemplo.

Tal ponto é essencial, pois designa o lucro de uma empresa. O custo precisa ser somado ao valor correspondente à margem de lucro compondo o valor total do produto.

Qual a diferença entre markup e margem?

O markup é muitas vezes confundido com margem, mas os dois são de fato diferentes. Ambos envolvem o custo dos produtos vendidos e a diferença entre o preço de compra do vendedor e o preço de venda. Logo, o markup e a margem estão inter-relacionadas.

Margem

O valor da margem refere-se ao valor total das vendas menos o custo das mercadorias vendidas.

Markup

O markup refere-se ao valor adicionado ao preço de compra original para obter lucro. 

Por que o markup é importante na precificação de produtos?

O ato de precificar um produto com um markup correto é importante para vários motivos. O primeiro é que o preço do produto afeta diretamente a demanda.

Se o preço for muito alto, a demanda tende a diminuir. Agora, se o preço for muito baixo, a demanda tende a aumentar. Se os preços não forem precificados corretamente, isso pode levar a problemas de falta ou excesso de demanda.

Além da demanda, o preço também afeta a rentabilidade. Precificar corretamente um produto permite que uma empresa amplie sua receita e seus lucros. Se o preço for muito baixo, a empresa não terá lucro suficiente para cobrir seus custos. Se o preço for muito alto, a empresa pode perder clientes para a concorrência.

Conheça abaixo alguns aspectos importantes sobre o assunto.

Facilita o posicionamento das marcas no mercado

A estratégia aqui é entregar produtos ou serviços que tenham muito valor agregado, com isso levando marcas para posições destacadas nas suas áreas.

 Permite que as empresas tenham equilíbrio

A precificação, ou seja, a formação de preços considerando os custos operacionais de forma correta, determina ao gestor sobre o equilíbrio entre despesas fixas e não fixas e demais indicadores.

Influência na decisão de compra do consumidor

O preço final deve ser o adequado conforme o produto ou serviço oferecido. Tudo pela satisfação do consumidor. Itens baratos podem sair caros e clientes já desconfiam da qualidade. Pessoas tendem a pagar mais quando há valor agregado.

Impacta no volume de vendas

Os clientes sabem e ficam atentos às mudanças de valores. Você como empresário deve assumir, infelizmente, o compromisso de repassar ao cliente final os reajustes de custos em cima do produto.

O markup pode ser usado por qualquer empresa?

Sim, mas o valor do índice irá variar. Isso porque depende muito do segmento de atuação, público-alvo, produto ou serviço e enfim. Além de envolver despesas fixas e variáveis.

<Sugestão de leitura: Como a microeconomia impacta o sucesso de uma empresa? />

Existe um markup ideal?

Como dito anteriormente, a porcentagem de markup varia conforme o setor. Em alguns setores, o aumento é de uma pequena porcentagem (5% a 10%) do custo total do produto ou serviço, enquanto outros setores conseguem marcar seus produtos ou serviços por um valor extraordinariamente alto.

Portanto, não há porcentagem de markup “padrão” que se aplique a todos os produtos, embora possa haver uma média para um determinado setor. 

<Leia também: entenda o conceito de gestão de riscos financeiro />

Principais componentes do markup

Os componentes são:

  • Despesas fixas;
  • Despesas variáveis;
  • Margem de lucro;
  • Impostos;
  • Comissões.

Veja abaixo as diferenças entre despesas fixas e variáveis.

Despesas fixas

Despesas fixas são despesas que não variam com o nível de atividade da empresa. Elas incluem aluguéis, salários, serviços públicos e outros custos que não estão diretamente relacionados à produção ou venda de produtos, ou serviços.

Despesas variáveis

Despesas variáveis são aquelas que mudam com o nível de atividade da empresa. São os custos que aumentam ou diminuem conforme a demanda por produtos ou serviços da empresa. A maioria das despesas variáveis é composta por custos de materiais e mão de obra. Também podem ser comissões e impostos.

<Leia depois: saiba tudo sobre o empreendedorismo digital />

Entenda Como calcular o markup.

Como calcular o markup?

É calculado dividindo-se o markup percentual pelo preço de custo do produto e, em seguida, multiplicando-se o resultado por 100.

Primeiramente, você deve identificar o percentual de despesas variáveis atribuído a cada unidade do produto ou do serviço. Depois, deve ser observado o percentual que representa as despesas fixas do período para cada unidade do produto ou serviço.

Depois, você deve definir a porcentagem de lucro pretendido para cada unidade de produto ou serviço.

Cálculo na prática

Vamos entender com um exemplo.

Paulo André é proprietário de uma empresa especializada na fabricação de computadores e impressoras de escritório.

Recentemente, ele recebeu um grande pedido de uma empresa que será aberta na região para 30 computadores e 5 impressoras. Além disso, a empresa encarregou-o de instalar software em cada um dos computadores para que os funcionários utilizassem.

Observação: todos os valores abaixo são fictícios e não representam o valor real de mercado dos produtos e serviços.

O custo por computador é de R$ 500 e o custo por impressora é de R$ 100. O custo de instalação do software para ser executado em todos os computadores é de R$ 2.000. Se Paulo André quiser obter um lucro de 20% pelo pedido, qual seria o preço que ele precisaria cobrar? Vamos às contas!

Passo 1: calcule o custo total do pedido (computadores + impressoras + instalação de software). R$ 500 x 30 + R$ 100 x 5 + R$ 2.000 = R$ 17.500 (custo total).

Passo 2: Determine o preço de venda usando a porcentagem desejada. Aqui vamos utilizar de 20%. 

Depois, faça a divisão de R$ 17.500 por 100%, posteriormente multiplicado pelo percentual que quer. Aqui é 20%. O resultado é R$ 3.500.

Agora junte ao valor do custo do pedido: R$ 3.500 + R$ 17.500. O preço de venda deve ser de R$ 21.000

Portanto, para Paulo André atingir a porcentagem de markup desejada de 20%, ele precisaria cobrar da empresa R$ 21.000.

Benefícios de usar o markup

Por que o markup é importante para você e seus negócios? O índice ajuda a aumentar o lucro por unidade vendida. Isso é possível porque ele permite que uma empresa cubra seus custos operacionais e ainda obtenha um lucro.

Sem markup, muitas empresas não conseguiriam sobreviver. Essa é a verdade!

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O curso é uma formação de empreendedores e intraempreendedores em parceria com o IBMEC. Também é voltado para quem já tem um CNPJ, pretende tê-lo ou precisa se destacar no exercício de uma gerência, além daqueles que lideram projetos e unidades de negócios trabalhando em empresas de grande potencial.

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