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Criptografia de dados: descubra como funciona e por que é importante

O avanço e a popularização da internet abriram as portas para um novo mundo. Nele, as pessoas se comunicam instantaneamente, mesmo a quilômetros de distância, fazem compras, pagam contas e muito mais. Mas essas práticas também geram preocupações entorno da segurança das informações trocadas. Para isso, a criptografia de dados é a solução.

Imagine ter acesso a uma infinidade de informações impossíveis de serem compreendidas. É como se você fosse até uma livraria e os livros estivessem escritos em aramaico. A função da criptografia é justamente essa. No artigo abaixo, você entende mais sobre esse conceito, funcionamento e, principalmente, importância e benefícios. Vamos lá?

O que é criptografia

Embora se fale muito sobre proteção de dados na atualidade, a criptografia é uma invenção antiga.

Durante a Segunda Guerra, manter em sigilo as informações sobre ataques e invasões era fundamental para o sucesso das operações. Por isso, os alemães desenvolveram uma máquina que codificava as mensagens.

O conceito da criptografia é justamente esse: proteger a informação para que apenas emissor e receptor possam compreendê-la.  

E criptografia de dados, o que é?

No mundo atual, em que a internet é usada para as mais variadas atividades do dia a dia, a criptografia precisou se adaptar. Hoje, não são apenas mensagens trocadas entre pessoas e dispositivos, mas também dados.

É por isso que a criptografia passou a ser chamada de criptografia de dados. O objetivo é evitar que dados confidenciais, como os bancários ou os pessoais, sejam interceptados e compreendidos por terceiros.

Como a criptografia de dados funciona?

Como dissemos, o papel da criptografia é tornar incompreensível os dados trocados digitalmente até que cheguem ao seu destino. Ela faz isso enviando esses dados originais por meio de um algoritmo.

Inicialmente, os dados estão dispostos em textos simples, gerados pelo emissor. Ao serem disparados, eles assumem a forma codificada. Os algoritmos de criptografia são construídos a partir de chaves criptográficas. Basicamente, isso significa um embaralhado de caracteres que não possuem significado.

Quando o dado está percorrendo seu caminho até o receptor, ele está codificado com esses algoritmos, assim, mesmo que seja roubado ou interceptado, ele não poderá ser decifrado. Ao fim do percurso, ele assume novamente sua forma de dado original, podendo ser compreendido pelo destinatário.

profissional de criptografia de dados
A criptografia garante que os dados passem do remetente ao destinatário sem interferências externas

Principais tipos de criptografia de dados

Encriptar um dado é parte do processo de criptografia. Nele, os dados e informações são embaralhados para que se tornem incompreensíveis por aqueles que não são seus receptores e, consequentemente, não possuem a chave correta para reordenação.

Falando nesse processo, atualmente existem dois tipos de criptografia: a simétrica e a assimétrica. Antes de falar deles, porém, é importante compreender o conceito de chave.

A chave nada mais é que a sequência de caracteres usada no algoritmo que codifica a informação. Com ela, os dados deixam de ler legíveis e assumem a forma inelegível. A chave, então, tem o papel de bloquear um dado e, ao chegar ao destino, desbloquear para que possa ser lido.  

Criptografia simétrica

A criptografia simétrica é o tipo mais tradicional e simples que existe. Nela, a criptografia é feita tendo como base uma única chave. Essa chave, por sua vez, é de posse do emissor e do receptor da mensagem.

Mas o que isso significa? Que a mesma sequência de encriptação é utilizada para codificar e decodificar a mensagem. Exemplo:

Imagine que a mensagem a ser enviada é: OLÁ, TUDO BEM?

Agora, considere que a chave é equivalente a + 1, ou seja, que a encriptação consiste na substituição da letra pela próxima do alfabeto. Neste caso, a mensagem criptografada seria:

PMB UVEP CFN

Por se tratar de uma chave simétrica, a mesma lógica é usada para decodificar a mensagem.

Criptografia assimétrica

Já a criptografia assimétrica usa duas chaves diferentes no processo de codificação e decodificação. Ou seja, um tipo de chave é usado para encriptar a mensagem e outro é usado para descriptografar.

Na primeira etapa, de codificação, uma chave pública é utilizada. Já a decodificação é feita com uma chave privada.

A regra da criptografia assimétrica é justamente essa: a de que uma chave pública criptografa e apenas uma privada pode descriptografar.

Qual a importância da criptografia de dados?

A proteção dos dados trocados digitalmente é, sem dúvidas, o papel mais importante da criptografia de dados.

Ao usar esse recurso para tornar as mensagens inelegíveis, as informações estão protegidas até o seu destino. Assim, mesmo em caso de tentativa de invasão, nada será perdido.

Quais os seus benefícios?

Agora que você já entendeu o que é a criptografia de dados, como ela funciona, seus tipos e importância, é hora de falar sobre os benefícios.

Veja abaixo quais são as principais vantagens de adotar um sistema de criptografia para a troca de dados e informações:

  • Integridade dos dados: isso significa que as informações emitidas não serão acessadas por pessoas não autorizadas e chegarão íntegras ao seu destino;
  • Segurança: muitas informações trocadas pela internet são confidenciais. Um exemplo são os dados e senhas bancárias e documentações. A criptografia garante a segurança de todas ela;
  • Proteção no caminho: é no processo de envio de uma mensagem que ela fica mais vulnerável. Com o uso das chaves de criptografia, uma mensagem percorre seu caminho de maneira mais segura, evitando exposições indesejadas;
  • Atendimento às regras: a cibersegurança é um dos pilares do compliance digital. A garantia de proteção é importante para atender a essas diretrizes.

Agora que você já conhece mais a fundo o conceito de criptografia, que tal se inspirar em referências de cibersegurança do mercado?

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Conheça as 10 principais linguagens Front-End

Criar interfaces mais interativas e que estimulem a experiência dos usuários é cada vez mais o objetivo das empresas, pois essa visualização pode impactar se um usuário vai se tornar cliente ou não. Daí que entra a importância das linguagens front-end.

Você sabe o objetivo desse tipo de linguagem? Apenas adianto que são com as linguagens de programação que os computadores são capazes de realizar diversas tarefas e tudo voltado às necessidades dos usuários.

Continue a leitura para entender a importância das linguagens front-end, quais as diferenças com as back-ends e veja as principais linguagens utilizadas no mercado atual. Confira!

O que é linguagem front end?

Sabe quando você entra na home de um site e vê todos os itens e estruturas bem separadas, encontra uma boa usabilidade e experiência ao navegar? Tudo isso que o usuário vê numa página é o que chamamos de front-end. 

As linguagens de programação front-end são esses códigos utilizados para a criação de interfaces e toda essa interação da página com as ações dos usuários na navegação. E isso inclui desde a parte mais visual até a parte textual do website.

Nesse sentido, é importante que todas as aplicações sejam responsivas em todos os dispositivos, independente do tamanho da tela, além de ter um bom desempenho de visualização e acesso.

Assim, é trabalho do desenvolvedor front end garantir que a interface desenvolvida seja a mais agradável possível para que o usuário navegue e veja as informações sem nenhum problema.

Diferenças entre linguagens back end e front end

A atuação do front-end e back-end são bem diferentes uns dos outros, embora eles juntos que tornam um site com o máximo de eficiência e usabilidade.

Enquanto as linguagens front-end são aquelas que se referem a criação da interface do site, ou seja, tem a ver com o que o usuário visualiza e interage, as linguagens back-end estão relacionadas ao que sustenta isso tudo e os usuários não conseguem ver.

O front-end quer dizer a interface gráfica do usuário (GUI) e a linha de comando, incluindo o design, menus de navegação, textos, imagens, vídeos etc. O Back-end são os bastidores, o que está relacionado ao servidor e aos bancos de dados que informam ao usuário. É uma área que exige muita paciência, cuidado e atenção para funcionar.

Principais linguagens de programação front end

Entendendo o conceito das linguagens de programação front-end, se você quer se inteirar sobre o trabalho é importante conhecer as principais linguagens utilizadas. 

Conheça 10 delas:

HTML

A mais conhecida do mercado, a linguagem HTML é marcada pelo hipertexto (links que ligam páginas entre si) e tem como responsabilidade a estrutura dos conteúdos dentro das páginas da web. 

É um tipo de linguagem que recebe atualizações para ser aprimorado a todo momento. Assim, é indispensável para qualquer profissional que trabalhe com front-end

Dentre suas principais características estão sua facilidade de aprendizado, alta usabilidade e ser gratuita. No entanto, ela depende de outras para funcionar da melhor forma na hora de criar um site.

CSS

O CSS é uma linguagem utilizada para deixar as páginas mais atrativas adicionando estilos, o que a torna uma grande aliada do HTML. Ela pode fazer a diferença na experiência do usuário, pois trabalha na composição visual com cores, margens, formas, tipografias, imagens e outros elementos.

Em relação às suas características, ela funciona através de uma sintaxe de códigos que têm suas próprias regras, ser de fácil manutenção e garante economia de tempo na hora de subir uma página.

JavaScript

Também considerada muito importante, junto com o HTML e o CSS. Ela é como se fosse a força para realizar a interação entre o usuário e a aplicação de códigos web. Assim, é considerada a mais utilizada em todo mundo, pois possibilita a criação de interfaces mais dinâmicas, animadas e interativas.

Logo, é um linguagem de alto nível que tem como característica ser baseada em objetos, pluralidade de interfaces, uma funcionalidade estendida e ter segurança ao usuário.

React

O react é um tipo de biblioteca Javascript de código aberto criada e mantida pelo Facebook. Hoje, a maioria das empresas que a utilizam são as de tecnologia, como Instagram, Netflix, Airbnb e Walmart. 

Os motivos dessa escolha são devido ser uma ferramenta de fácil utilização ao SEO, além de ser uma intermediária para prática na comunicação entre HTML, CSS e Javascript. 

Assim, é uma linguagem mais simples, que tem como vantagem o uso do Virtual Dom (o armazenamento mais leve da memória na hora de representar as interfaces) e ser de aprendizado mais rápido.

JQuery

Sua principal finalidade é a criação de interfaces mais interativas e agradáveis aos usuários. Ela faz isso incrementando o código do Javascript, simplificando o que está sendo desenvolvido.

Algumas de suas características é poder adicionar scripts e animações nas páginas, aumentar a compatibilidade entre o código e o navegador, e principalmente, realizar um maior número de funções escrevendo menos linhas de código.

Angular

Mais recente, ela se popularizou nos últimos anos, sendo comum para a construção de SPA (ou Single Page Applications), páginas dinâmicas em que a navegação ocorre sem precisar do recarregamento.

Dentre as características tem uma arquitetura em Model-View-Controller (MVC), em que há uma estrutura de dados, uma representação das informações e um controlador.

Vue

Um framework Javascript utilizado tanto na criação de aplicações de uma página quanto no desenvolvimento de interfaces dinâmicas

É uma ferramenta muito acessível, que pode ser utilizada a partir de conhecimentos sobre HTML, CSS e Javascript. E nas suas características também encontramos o DOM Virtual e ter uma comunicação de dados bidirecional, além de ser muito flexível, ou seja, permite muitos usuários a utilizarem.

Git e GitHub

Embora parecidas, são duas diferentes que se complementam. Elas permitem que toda a equipe trabalhe em um mesmo projeto e faça consultas no código sem afetar o trabalho dos colegas.

Swift

Desenvolvido pela Apple, é uma tecnologia mais adequada para criar aplicativos iOS, tvOS, macOS e watchOS, e outras opções de aplicativos móveis.

Por isso, pode gerar problemas e ser desatualizada em outros quesitos, mas possui uma programação expansível. 

No entanto, tem como características: aderir a padrões fáceis e seguros e ser open-source. 

Afinal, como se tornar um desenvolvedor Front-End?

As linguagens de desenvolvimento front-end são dignas de consideração para os desenvolvedores e muito úteis no dia a dia dos Devops.

Se você quer investir uma carreira na área, é importante aprender algumas dessas linguagens. E algumas dicas podem lhe ajudar a aprender mais rápido, como:

1. Entender as melhores práticas do HTML, CSS e JavaScript vai ajudar a ter mais recursos visuais e aprender todo o resto;

2. É interessante entender a parte back-end, porque além de se tornar mais completo vai abrir sua mente para outras ideias;

3. Fazer um curso especializado nessa área. 

Aqui na Faculdade XP temos um bootcamp voltado para o setor que ensina como se tornar um desenvolvedor front-end, a partir de aulas dinâmicas e práticas com o que o mercado exige.

Para participar você só precisa assinar um de nossos planos, onde você terá acesso a diversos cursos. Saiba mais e garanta seu sucesso na carreira com a linguagem front-end.

Como funciona o Canvas? 4 dicas para colocar em prática

O Business Model Canvas é uma ferramenta de planejamento estratégico, criada por Alexander Osterwalder, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. Mas, afinal, como funciona o Canvas?

A base do modelo de negócios é a proposta de valor que sua empresa vai oferecer para o mercado, e que realmente agregará para os clientes. Difere-se do plano de negócios por ser mais objetivo e por estar mais próximo da proposta de valor esperada pelo cliente. 

Mas como identificar corretamente a proposta de valor do seu negócio?

Muitos empreendedores ao iniciar um novo negócio ou o processo de lançamento de um novo produto, têm dificuldade em construir o melhor modelo de negócio e criar uma boa proposta de valor.

Por conta disso, muitas vezes perdem a oportunidade de criar negócios sustentáveis economicamente. 

Afinal, preenchem o Canvas como obrigação, sem entender bem a relação entre cada uma das nove áreas do modelo ou completam o modelo “fora da ordem” de construção. 

Assim, não têm a oportunidade de validar as hipóteses lançadas, fazendo com o que o preenchimento do Canvas perca totalmente o sentido.

A proposta deste conteúdo é explicar, de forma clara e objetiva, como funciona o Canvas e construir um modelo de negócio utilizando essa metodologia, que possa realmente ser útil para o seu negócio. Quer saber mais? Continue a leitura.

Canvas: o que é e como funciona?

O Business Model Canvas é um recurso que funciona como um mapa visual que tem como principal objetivo estruturar um modelo inovador de plano de negócios.

Ele é feito em formato de telas (ou quadrados), que devem conter os nove elementos principais de um modelo de negócio.

“Um modelo de negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte da organização”.

– Alexander Osterwalder, criador do Modelo Canvas

Ou seja, podemos pensar que cada negócio é um sistema, com uma combinação de vários elementos, que estão interconectados para construir a estrutura organizacional.

O Canvas para planejamento estratégico é, portanto, uma descrição desse sistema. Sendo assim, o modelo de negócios é a possibilidade de visualizar todas as partes que compõem uma empresa, algo fundamental para a gestão.

A ideia é que, a partir desse modelo, seja possível identificar de forma prática quatro aspectos fundamentais: clientes, oferta, infraestrutura e viabilidade financeira.

Assim, já dá para entender mais o que é o Canvas e como funciona, certo? Agora, confira os nove elementos que formam esse modelo.

Como funciona o modelo Canvas? 9 componentes

Como dito, o planejamento com Canvas permite visualizar as principais funções de um negócio em nove blocos que são relacionados. Assim, você pode descrever, visualizar e alterar modelos de negócio. 

Sendo assim, com essa metodologia, é possível refletir sobre cada elemento da empresa e, principalmente, descobrir o que pode ser feito para conquistar novos clientes e aumentar os lucros.

Os nove blocos são separados em quatro etapas:

  • O que: proposta de valor;
  • Para quem: segmentos de clientes, relacionamento e canais;
  • Como: parcerias, atividades e recursos principais;
  • Quanto: estrutura de custos e fontes de receita.

Veja como o quadro deve ser estruturado:

Fonte: Sebrae

Proposta de valor

Não existe um negócio sem um “o quê”. Esse é o momento de refletir sobre o que você está oferecendo de inovador, do ponto de vista da necessidade do cliente e o ganho que eles terão com seu produto ou serviço. 

Para entender como funciona o Canvas, é necessário entender a importância da proposta de valor. Principalmente, ter bem estabelecida a da sua empresa.

Nesse sentido, valor não está relacionado à quantia em dinheiro, mas sim à razão pela qual as pessoas adquirem suas soluções. Por que elas compram de você, e não do concorrente. 

Essa é uma das partes fundamentais para entender como funciona o Canvas. Isso porque, todos os próximos elementos estarão voltados para a proposta de valor.

Segmento de clientes

Definição de quem são os clientes que sua organização pretende atender. Por exemplo: eles têm um perfil específico? Onde estão localizados? Possuem uma necessidade em comum? Como se organizam?

Ou seja, a ideia é definir o público-alvo do negócio e entender os aspectos comuns que compõem a sua base de consumidores.

Canais

Nesse momento, para entender como funciona o modelo Canvas para planejamento estratégico, é necessário pensar na maneira que os produtos ou serviços chegarão até os consumidores.

Então, são as formas que a empresa terá contato com os clientes e como será feita a comercialização. Por exemplo, existe a venda direta pelas redes sociais, mas outros preferem fechar negócio pelo e-commerce. 

Relacionamento com clientes

Essa é uma das partes principais do planejamento Canvas para qualquer negócio: como você fará para conquistar e manter uma boa relação com seus clientes? 

Então, pense o seguinte:

  • Que tipo de relacionamento o segmento de clientes espera?
  • Como esses relacionamentos estão integrados com outros aspectos da loja?
  • Quais são as formas de relacionamentos já existentes na empresa e quanto elas custam?

< Para entender mais sobre as tendências do mercado e a importância de um bom relacionamento com o cliente, confira este conteúdo: Nova economia: conceito, características, tendências e mais / >

Atividades principais

Quais ações são essenciais para a realização do negócio? Liste as atividades necessárias para colocar a proposta de valor em prática. 

Por exemplo, pense na produção, resolução de problemas e redes sociais. Ou seja, tudo o que for fundamental para a estrutura da empresa.

Recursos principais

O que é preciso para fazer o negócio funcionar? Essa etapa serve para definir todos os recursos necessários para colocar em prática a proposta de valor. 

Deve ser considerado os recursos:

  • físicos;
  • financeiros;
  • humanos;
  • intelectuais.

< Também pode te interessar: Sustentabilidade financeira: o que é e como criar um plano / >

Parcerias principais

Quem são os aliados que ajudam a otimizar e reduzir os riscos do negócio? Identifique os fornecedores e parceiros que apoiem a realização da sua proposta. 

Pense em quais trabalhos eles fornecem e que são imprescindíveis para o andamento bem-sucedido das atividades da empresa.

Fontes de receita

Refere-se à análise de preço que os consumidores irão pagar pela solução, deduzindo os custos do canal e dos gastos com relacionamento.

A ideia, portanto, é gerar dados sobre cada fonte que colabora para a geração de receita.

Lembre-se: a receita pode ser definida sobre quanto e como os clientes pagarão pelo que é oferecido. Uma dica é que a forma de cobrar deve estar de acordo com o jeito que o consumidor gosta de pagar.

Estrutura de custos

Por fim, entenda quais são todos os custos envolvidos para a operação. O que você irá gastar para realização da proposta de valor?

Além disso, defina quais são os recursos-chave e atividades mais caras, pois essa é uma maneira de visualizar onde estão os maiores gastos.

Como funciona o Canvas na prática?

Podemos dividir o preenchimento do Canvas em quatro partes, respondendo previamente a quatro perguntas principais, que devem ser descritas em sequência:

  1. Qual a proposta de valor gerada para o potencial cliente?
  2. Para quem estou gerando valor?
  3. Como fazer para entregar o valor gerado para o meu cliente?
  4. Quanto vai custar?

Passo 1: qual a proposta de valor?

Primeiramente, coloque-se no lugar do seu cliente. “Viva“ o seu dia a dia e entenda quais são os problemas vividos por ele. Responda a pergunta: qual a proposta de valor gerada para o potencial cliente? 

Ao lançar um novo produto e construir um modelo de negócios, você não deve focar nas tecnologias que está lançando no mercado, por mais inovadoras que elas sejam. Deixe-as de lado e apresente sempre quais os problemas que elas são capazes de resolver. 

A solução que você leva para o seu potencial cliente é o valor que você cria para ele

Passo 2: para quem estou gerando valor?

Sabendo qual é o valor esperado pelo seu cliente, identifique no mercado as empresas e pessoas que “sentem a dor” do problema que o seu produto irá resolver.

É fácil dizer que “o meu produto atende toda a população da classe C”, por exemplo. Afinal, provavelmente isto não será verdade, e fará com que você tenha dificuldade em vender o seu produto por não ter segmentado corretamente o seu mercado a partir da sua proposta de valor. 

Então, estabeleça para este segmento de mercado qual a melhor forma de se relacionar com esses clientes e os melhores canais de distribuição de seus produtos (canais de venda).

Passo 3: como entregar valor para o cliente?

Sabendo qual é o valor que você irá gerar e conhecendo o seu cliente, responda a pergunta: como fazer para entregar o valor gerado para o meu cliente?

Observe que esta pergunta é bem completa e depende diretamente das respostas das duas perguntas anteriores. Pense, então:

  • Quais as parcerias eu preciso estabelecer para entregar valor para o meu cliente? 
  • Quais as principais atividades eu preciso executar? 
  • Quais são os principais recursos externos para viabilizar o produto? 

Essas respostas irão estruturar o seu negócio e irão viabilizar a sua proposta de valor.

Passo 4: quanto vai custar?

Conhecendo a proposta de valor, sabendo quem é o seu cliente e o que deve fazer para entregar o produto para ele, responda a pergunta: Quanto vai custar?

Neste tópico, entenda a perspectiva do consumidor e defina quanto ele estará disposto a pagar pela sua solução. Quanto maior for o valor agregado gerado para o seu cliente e maior for a percepção dele, maior poderá ser o valor do seu produto.

Além disso, defina quanto custará para manter a sua solução. Relacione diretamente com as três respostas das perguntas anteriores. 

O valor cobrado pelo seu produto ou serviço deve possuir uma relação muito forte com a sua proposta de valor. 

Nesta etapa, outra questão a ser considerada é a forma de pagamento que os compradores estão dispostos a utilizar, para pensar os recursos de pagamento que você pretende estabelecer.

O desenvolvimento do Canvas pode e deve ser realizado de forma colaborativa e compartilhado com outras pessoas da empresa, com os seus potenciais clientes e parceiros. Também pode ser desenvolvido em conjunto com outras ferramentas e metodologias.

Lembre-se de que todas as hipóteses lançadas no Canvas devem ser validadas a partir de entrevistas, pesquisas, versões de MVPs lançados, imersões de design thinking com seus clientes, etc. 

Somente desta forma é que realmente você observará “valor” em construir um modelo de negócios utilizando e conhecendo como funciona o Canvas.

Por que é importante entender o que é o Canvas e como funciona?

Agora você já sabe o que é e como funciona o Canvas na prática. Mas qual a importância disso para a gestão empresarial?

Além de ter uma forma de organização, um dos principais pontos do modelo Canvas para planejamento é que ele ajuda a tirar as ideias do papel. Mais do que isso, auxilia na criação de estratégias bem-sucedidas de negócio.

Ou seja, é uma ferramenta valiosa para gestores e empreendedores que querem se destacar no mercado.

Para te ajudar ainda mais, confira esses cursos imperdíveis:

  • Gestão Exponencial: voltado para quem já tem um CNPJ, pretende tê-lo ou quer se destacar no exercício de gerência. Além daqueles que lideram projetos e unidades de negócios trabalhando em empresas de grande potencial.
  • Gestão de Processos de Negócios: prepare-se para trabalhar com a estratégia organizacional e a gestão, principalmente da Informação e do Conhecimento e de Projetos Ágeis. Estude, de forma imersiva, os fundamentos básicos e avançados da gestão de processos de negócios (BPM).

Seja protagonista da sua carreira e conheça todos os cursos da Faculdade XP!

O que é day trade? Tudo o que você precisa saber para começar a operar

Day trade são operações de compra e venda de ativos financeiros realizadas dentro de um mesmo pregão da bolsa de valores, ou seja, em um mesmo dia. Seu objetivo é gerar lucro a partir das oscilações dos títulos negociados.

De acordo com o Google Trends, nos últimos anos, o número de buscas pelo termo: “o que é day trade” cresceu consideravelmente no Brasil.

Isso indica que os brasileiros estão mais curiosos sobre o mercado financeiro e as oportunidades que ele oferece.

Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que investimentos, de modo geral, é um tema que exige muito estudo e prática, principalmente quando falamos sobre renda variável.

Contudo, você está prestes a descobrir que o day trade pode ser uma boa oportunidade para quem gosta de analisar gráficos, observar as movimentações do mercado e lucrar com os altos e baixos da bolsa de valores.

Para te ajudar a entender o que é day trade e como ele funciona, escrevemos este conteúdo completo,  no qual abordamos os principais tópicos relacionados ao tema.

Então, se você quiser  se aprofundar e entender tudo sobre o assunto, continue a leitura para aprender como funciona o day trade para iniciantes e por onde começar.

O que é day trade?

O termo day trade, como o próprio nome sugere, se refere às operações de compra e venda de ativos financeiros realizadas em um mesmo pregão da bolsa de valores, ou seja, em um mesmo dia.

Em outras palavras, essa estratégia se baseia em operações financeiras de curto prazo, que podem durar apenas alguns minutos ou poucas horas.

O modelo trabalha com ativos negociados na bolsa de valores, como ações, opções, contratos futuros ou derivativos, e aproveita as oscilações do mercado para gerar oportunidades de lucro.

Então, de forma simples e resumida: fazer day trade é realizar operações financeiras de compra e venda de ativos de renda variável dentro de um mesmo dia. Assim, o objetivo de um day trader é aproveitar as vantagens que a volatilidade (oscilação) diária de diferentes títulos podem apresentar, e assim, lucrar.  

Como funciona o day trade?

Como você pode perceber, entender o que é uma operação de day trade é até bem tranquilo. A parte complicada está em fazer uma boa análise gráfica de day trade. Afinal, é a partir dela que você fará a leitura do mercado e tomará suas decisões. 

Mas, antes de chegarmos a esta etapa, vamos entender como de fato funciona essa estratégia. 

Conceitos importantes no day trade

Primeiramente, para realizar uma operação de day trade, é necessário acessar a plataforma da corretora escolhida pelo trader — nome pelo qual é chamada a pessoa que faz esse tipo de operação.

O trader atua durante o pregão da bolsa, por meio do home broker, sistema que lhe permite realizar a compra e venda de títulos.

O pregão, por sua vez, é o nome dado ao período de funcionamento da Bolsa de Valores brasileira, que vai das 9h30 até às 18h, apenas em dias úteis.

Em uma operação de day trade, o investidor busca por boas oportunidades, visando obter lucro dentro de algumas horas — normalmente, esse lucro é um valor que ele próprio fixa como meta de ganho.

O objetivo é encontrar títulos que vão sofrer oscilação em seu valor ao longo de um mesmo dia. Dessa forma, o day trader pode comprar e vender esse papel, lucrando com a diferença entre o valor que pagou e por quanto vendeu.

O que significa alavancagem no day trade? Como funciona?

Como falamos acima, no day trade é possível negociar diversos papéis. Entre eles, os contratos futuros, em que a operação ocorre alavancada. Isso significa que você pode operar com um valor maior do que o que possui em sua conta na corretora. 

O objetivo da alavancagem é aproveitar melhor os ganhos.

Entretanto, para isso, é necessário alocar um valor de garantia, que deve ser depositado na corretora. Por conta disso, o capital com o qual você opera alavancado geralmente costuma ser emprestado por esta instituição. 

No mercado futuro, você negocia um título pelo valor que acredita que o papel valerá. Se acertar a previsão, recebe a diferença entre o valor de seu contrato e o preço final. E claro, se errar, essa diferença sai de seu bolso.

É essa alavancagem que pode fazer com que você multiplique seu dinheiro em poucas transações — ou até mesmo em uma única operação de compra e venda.

< Se você quer entender mais a fundo o que é alavancagem financeira dentro dos investimentos, recomendamos a leitura deste conteúdo: Como funciona a alavancagem? Será que essa estratégia vale a pena? />

Quem pode atuar como day trader?

Agora que vimos como funciona o day trade, você deve estar se perguntando:

“Afinal, o que é preciso para se tornar um trader profissional?”

Você precisa apenas ter um CPF sem restrições e se cadastrar em uma corretora de valores que ofereça um home broker, como a Clear, especializada em Bolsa de Valores.

Como explicamos anteriormente, o home broker é a ferramenta que permite realizar operações de compra e venda. Mas, não é só isso. Ele também possibilita que você:

  • acompanhe as principais informações de cada título;
  • faça sua análise gráfica para day trade;
  • confira o histórico de preços dos papéis;
  • analise as tendências no mercado.

É importante lembrar que o day trade exige bastante estudo e conhecimento sobre investimentos, mercado financeiro e indicadores, bem como a compreensão acerca dos cuidados necessários para esse tipo de operação.

Portanto, se você é iniciante e está com medo de cometer algum erro, que tal aprofundar seu conhecimento sobre como investir em ações?

No vídeo abaixo, a especialista, Clara Sodré, apresenta um guia completo sobre o assunto. Vale a pena assistir: 

< Talvez você também se interesse por este post: Quanto ganha um trader profissional? Como se tornar um? />

Qual o valor mínimo para fazer day trade?

Não existe um valor mínimo para começar a fazer day trade. Uma ação pode valer apenas R$15 e já ser o suficiente para você comprar e vender. Ou seja, para começar, tudo o que você precisa é o valor mínimo para comprar um título.

Contudo, quanto maior for o seu capital disponível para investir nesta modalidade, maiores serão as possibilidades de retorno.

Ainda assim, vale destacar que é crucial investir com consciência e responsabilidade.

O que é e como funciona a análise gráfica no day trade?

Como você deve imaginar, estudar e analisar gráficos é uma parte fundamental do trabalho de um trader.

“Mas, por que isso é tão importante?”

Por trás de cada gráfico, existem padrões, que muitas vezes se repetem, fazendo deles previsíveis ao analisar o histórico do papel no mercado.

Ao fazer a leitura de um ativo, você poderá encontrar três tipos de tendências:

  • reversão: é quando um ativo muda sua trajetória e entra em rumo contrário ao presente;
  • continuação: é quando um ativo continua seguindo a tendência de queda ou de alta;
  • bilateralidade: é quando um ativo tem a mesma tendência de alta ou baixa. Normalmente se apresenta em momentos de lateralização, onde você ainda não consegue determinar com clareza a tendência.

Principais tipos de gráficos

Para ajudar na análise dos gráficos, os home brokers das corretoras dão diversas opções de tipos de gráficos para representar o mercado. Entre os principais, estão:

  • linha: os gráficos em linha são os mais básicos e comuns para representar os ativos. Eles apenas mostram o valor de fechamento dentro de um período de tempo. Ótimo para uma leitura rápida e geral do cenário;
  • barra: uma evolução dos gráficos em linha, os gráficos em barra mostram, além dos valores de fechamento, os valores de abertura, a máxima e a mínima daquele período. Ótimo para uma leitura mais aprofundada de um curto espaço de tempo;
  • candle ou candlestick: estes são os famosos gráficos de vela, por conta de sua imagem. Nele, você também encontra as mesmas informações do gráfico de barras, com a visualização e representação das tendências de alta e de baixa.

3 exemplos de padrões gráficos

Existem muitas formas de analisar os padrões gráficos, e algumas das mais usadas pelos traders são:

  • Triângulos ascendentes e descendentes: essas formações gráficas aparecem quando se traça retas rentes aos valores máximos e mínimos de cada fechamento no período. Elas podem identificar altas ou baixas no mercado;
  • Fundo ou topo duplo: quando o mercado se lateraliza e forma dois picos de topo ou fundo parecidos, com valores bem próximos. Pode indicar uma tendência de baixa, em topo duplo, ou alta, em fundo duplo;
  • Cabeça e ombros: este padrão aparece como uma espécie de topo triplo, porém com a diferença de que o topo do meio é consideravelmente maior que o primeiro e terceiro topo. Assim, forma uma imagem semelhante a dois ombros, um de cada lado do topo mais alto (cabeça).

A análise gráfica no day trade exige muito estudo e observação para conseguir identificar cada uma dessas formações. 

Existem muitas formações gráficas diferentes, e neste momento de aprendizado em day trade para iniciantes, é importante apenas que você saiba que elas existem. 

A partir daí, conforme for estudando e se aperfeiçoando, você começará a ter uma ideia mais ampla de como funcionam as operações em day trade.

Como fazer day trade na prática? 3 estratégias 

Você, como day trader iniciante, deve levar em consideração que a análise gráfica é parte das táticas de um trader. Ela é a base para outras ações, que vão te ajudar a tomar diversos caminhos em relação a seus aportes.

Com isso em mente, algumas das principais estratégias usadas para day trade são:

  1. Scalping: o scalping consiste na realização de operações em um curto espaço de tempo. Dessa forma, o investidor se expõe a um risco menor. Porém, também conta com retornos menores. Para compensar este déficit, um scalper precisa realizar um número muito maior de operações;
  2. Reverse Trading: o reverse trading consiste em operar contra a tendência do mercado — pode-se dizer que você está nadando contra a maré. Uma aposta intuitiva de que haverá uma reversão no mercado;
  3. Momentum Trading: ao contrário do reverse trading, o momentum é a estratégia de operar a favor da tendência. Ou seja, você aproveita momentos de forte tendência para ganhar com a alta.

Como você pode perceber, saber o que é day trade envolve muita pesquisa e estudo. Nada que seja impossível de ser alcançado, concorda? O principal ponto aqui é a experiência, que você vai conseguir com o tempo.

Mas, como começar? Qual é o melhor caminho para o trader iniciante?

No vídeo abaixo, Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora, ensina uma estratégia muito interessante para quem quer começar no Day Trade. Vale a pena conferir: 

O que é break even no day trade?

Break even no day trade é uma estratégia de gestão de risco. Ou seja, uma forma de se proteger contra grandes perdas em suas operações, diante de uma baixa inesperada no mercado.

O break even funciona a partir da configuração de um stop loss, que nada mais é do que uma ordem de venda, programada via home broker, que é disparada automaticamente quando o ativo atinge o valor ou percentual de perda estipulado pelo investidor.

< Quer saber mais? Então, confira o artigo completo que escrevemos sobre o tema: O que é Break even no trading? Como ganhar mais e reduzir as perdas? />

Day trade ou swing trade: qual a diferença?

Esta é uma dúvida muito comum entre investidores iniciantes: 

“Afinal, qual é a diferença entre day trade e swing trade?”

A principal diferença entre essas duas modalidades está no intervalo entre as operações de compra e venda. Enquanto no day trade essas operações são realizadas em um mesmo pregão, no swing trade este período se estende por dias.

Com isso, também é possível observar que o tempo que o investidor precisa dedicar para as operações diárias deve ser muito maior do que na outra modalidade.

Além disso, também há diferenças nos custos dessas transações, seja por parte da corretora ou no Imposto de Renda.

As operações de day trade são taxadas em 20% sobre seus ganhos. Enquanto isso, no swing trade, a alíquota é de 15% sobre o lucro, e só é cobrada caso este ganho ultrapasse o limite mensal de R$20 mil.

< Você pode entender como isso funciona lendo este post: Como pagar Imposto de Renda de ações? IR sem complicação />

Qual é a melhor corretora para day trade?

Escolher a melhor corretora para day trade é uma tarefa até bem simples, visto que a maior parte dos custos envolvem impostos e algumas taxas básicas, que existem em qualquer instituição — e sobre as quais ainda falaremos neste artigo. 

Porém, essas taxas podem fazer uma grande diferença no final do mês. Como é o caso da corretagem.

Tendo isso em mente, uma ótima corretora para day trade é a Clear, que oferece taxa zero de corretagem. Além de possuir um ótimo software e ferramentas exclusivas para day traders.

Como funciona o day trade na XP Investimentos?

É importante ter clareza de que o day trade em si é uma estratégia de investimento. Logo, seja qual for a corretora escolhida, os ativos que você irá operar serão os mesmos.

Sendo assim, o que pode variar de uma para outra são as taxas de corretagem e a experiência de operação, considerando que cada corretora disponibiliza diferentes plataformas para este fim.

No caso da XP Investimentos, além de um home broker próprio, ela ainda conta com uma série de plataformas de negociação para traders.

Já no que se refere às taxas, você pode conferir todos os detalhes no próprio site da instituição, na sessão Custos Operacionais.

Como funcionam as taxas e impostos no day trade?

Para operar como day trader, você precisa estar ciente dos custos operacionais que essa prática envolve, que incluem taxas do governo, da B3 e das corretoras.

Também é importante considerar os cuidados necessários com o pagamento de Darf no day trade e Imposto de Renda.

Para facilitar a sua vida de trader iniciante, listamos os principais custos que você vai encontrar para operar:

  • Emolumentos da Bovespa e CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia): incidência de 0,025%, sendo 0,02% de Liquidação e 0,005% de Emolumentos;
  • Imposto de renda: o investidor de day trade deve pagar 20% de IR sobre qualquer lucro que tenha obtido no mês, independentemente do valor da negociação;
  • Taxa de corretagem: a corretagem no day trade é o valor que é cobrado por algumas corretoras pelos serviços prestados. Em corretoras como a Clear, essa taxa é zero; 
  • ISS (Imposto Sobre Serviço): incide sobre a taxa de corretagem, com alíquota de 9,65%. 

< Ainda tem alguma dúvida sobre como funciona o Imposto de Renda no day trade? Então, confira este post completo sobre o tema: Como calcular o Imposto de Renda em operações Day Trade? />

Prepare-se para começar a operar como day trader profissional

Agora que você sabe tudo sobre o que é day trade, significado, como fazer e as principais estratégias, ficou mais fácil entender como ganhar dinheiro com esse tipo de operação, não é verdade?

Como falamos acima, você vai precisar estudar muito para ter mais segurança e rentabilidade com esses investimentos, reduzindo suas chances de perda.  

E o melhor de tudo, é que a gente está aqui para te auxiliar nesta jornada de aprendizado. Confira nossos cursos focados no tema, que irão te preparar para entender o mercado e dar seus primeiros passos de forma segura e confiante: 

E se você quiser ainda mais vantagens, conheça o XPE Multi+, a plataforma de cursos da Faculdade XP, que oferece acesso a dezenas de cursos com uma única assinatura. Não perca esta oportunidade!

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus amigos que também estão iniciando no mercado financeiro. Assim, todos ficam sabendo o que é day trade, como funciona e por onde começar.

BPMN: o que é? Como fazer automatização de processos?

BPMN, ou Business Process Model and Notation, é uma das principais ferramentas que as empresas utilizam para modelar processos. A Notação para Modelagem de Processos de Negócios é o padrão que fornece a capacidade de entender seus procedimentos de negócios em uma notação gráfica, e dará a capacidade de comunicar essas etapas.

Em uma empresa pequena, é normal que as atividades sejam facilmente gerenciadas em uma planilha. Contudo, conforme ela vai crescendo, os processos se tornam cada vez mais complexos, inclusive envolvendo mais de um setor.

Então, o BPMN tem a finalidade de organizar melhor esse fluxo. Isso porque a esquematização em forma de diagramas ajuda a entender o que precisa ser feito, servindo, inclusive, como uma maneira de se comunicar visualmente.

Toda essa estrutura é feita dentro de um software de Modelagem de Processos de Negócios. Nele, profissionais de diversas áreas conseguem mapear as abordagens necessárias para se alcançar os resultados esperados, fazendo uma leitura do funcionamento da empresa e de cada setor.

Quer saber mais sobre o que é BPMN e sua finalidade, qual a sua relação com BPM e os principais elementos que compõem a notação? Então, continue a leitura!

O que é BPMN e sua finalidade?

BPMN significa Notação para Modelagem de Processos de Negócios, e é uma representação visual, em método de fluxograma que serve para modelar as várias etapas do planejamento do processo de negócios, de ponta a ponta.

Essa representação é feita por meio de símbolos e ícones que devem indicar o fluxo do processo. Como a Gartner sugere, serve para vincular a estratégia da empresa ao desenvolvimento de sistemas de TI. Tudo isso com o objetivo de garantir o valor do negócio.

Mas, afinal, o que significa notação? 

Basicamente, é um conjunto padronizado de símbolos, determinando o significado de cada ícone. Isso facilita a comunicação sobre o fluxo, servindo como um guia não prescritivo e constante para otimizar a avaliação de soluções.

Essas regras e símbolos devem ser padronizados exatamente para que todos os profissionais que estejam envolvidos no processo consigam identificar, com clareza, cada etapa e o que precisa ser feito.

Além disso, com o BPMN é possível observar os gaps e oportunidades de melhoria da fase de análise. Assim, servem de insumo para que os analistas consigam realizar a modelagem de um novo processo de negócio que será implantado. 

Muitos desses métodos têm como principal objetivo a automatização em soluções de BPMS (Business Process Management Suite, a ferramenta utilizada para gerenciamento do BPM) para permitir o controle e monitoramento da execução completa dos processos de negócio e de seus indicadores (KPI).

Agora você já sabe o que é BPMN e sua finalidade. Antes de falar sobre os elementos e símbolos principais da notação, é importante conceitualizar BPM para um maior entendimento dessa metodologia.

Qual a relação entre BPMN, BPM e BPMS?

BPM é a sigla para Business Process Management, ou Gerenciamento de Processos de Negócio. Podemos defini-la como uma disciplina gerencial que integra as estratégias, a tecnologia e os objetivos da organização. Assim, o seu foco é gerar resultados consistentes para as companhias.

Já BPMN, como você viu, é uma linguagem padronizada, formada por símbolos que representam os fluxos do processo. Dentro desse diagrama são mapeados quatro grupos de elementos da notação, que será indicado a seguir.

Enquanto o método BPM é uma filosofia gerencial que pode ser colocada em prática, servindo para otimizar os processos internos, o BPMN é o responsável por facilitar o entendimento dessas análises, por meio da forma gráfica.

Já o BPMS, que foi citado brevemente, é o software que mapeia e monitora processos, seguindo a disciplina BPM, além de fazer a automatização de processos com BPMN.

Então, BPM e BPMN são duas estratégias que se complementam e que podem utilizar o BPMS como uma ferramenta para:

  • tornar os processos mais eficientes;
  • integrar os setores da empresa;
  • acelerar a transformação digital;
  • melhorar a gestão de informações e documentos;
  • auxiliar no monitoramento de desempenho.

Para entender em detalhes sobre como funciona o ciclo BPM, confira este conteúdo:

< Conheça as fases do ciclo BPM e como implementá-lo em sua empresa / >

Quais os elementos da notação BPMN?

A metodologia BPMN surgiu, primeiramente, como uma colaboração entre empresas de ferramentas de modelagem. Contudo, cada uma possuía suas notações (ou seja, os próprios símbolos), o que dificultava o entendimento.

Atualmente, a notação BPMN é mantida pela OMG (Object Management Group), que é responsável por estabelecer os padrões e atualizá-los, quando necessário.

Então, o diagrama BPMN é composto por quatro categorias.

  • Objetos de fluxo;
  • Objetos de conexão;
  • Raias;
  • Artefatos.

Objetos de fluxo

É a categoria básica para estabelecer o comportamento do processo de negócio. É dividido em:

  • Eventos (Events): referem-se a situações que podem aparecer no processo, afetando diretamente o fluxo;
  • Atividades (Activities): etapas lógicas que ocorrem dentro do processo, indicando o que precisa ser feito;
  • Porta de entrada ou Desvios (Gateways): ponto decisório que pode indicar o ajuste dos eventos.

Objetos de conexão

Indicam os fluxos de sequência, ou seja, simboliza a maneira como os objetos se conectam. Também podem ser divididos em três:

  • Fluxos de sequência: indicam a ordem que as tarefas devem ser realizadas;
  • Fluxos de mensagem: descreve as mensagens entre emissor e receptor que se encontram em departamentos (ou piscinas) diferentes;
  • Associações: faz a ligação entre artefatos.

Raias

Funcionam como atividades em categorias visuais separadas, ou seja, são divisões dentro do diagrama. São separadas em duas:

  • Piscina (Pool): traz os fundamentos mais importantes do processo, abarcando os participantes;
  • Raia (Lane): subdivisão da Piscina, servindo para organizar as atividades do processo.

Artefatos

São informações adicionais utilizadas para acrescentar um maior detalhamento ao diagrama, funcionando como anotações complementares. São três: 

  • Objetos de dados: mostra as informações necessárias para uma tarefa; 
  • Grupo: indica o agrupamento de atividades, servindo apenas como uma indicação, sem alterar o fluxo do diagrama; 
  • Anotações: são usadas para fornecer dados adicionais ou maiores explicações.

Cada uma dessas categorias possuem um grupo de elementos, com inúmeros símbolos que ajudam na modelagem dos processos. Confira os principais ícones, cada um com suas indicações:

Fonte: Sydle

< Leia também: Dicas práticas para potencializar a sua carreira em BPM / >

Desafios da automatização de processos com BPMN

As equipes de Tecnologia da Informação (TI) são responsáveis por desenvolver as automatizações de processos com BPMN. Mas, muitas vezes, se deparam com processos modelados que não seguem as boas práticas, o que dificulta a automatização nas suítes de BPMS de mercado. 

Como exemplos, há a utilização de simbologias que não pertencem ao BPMN, a modelagem de passos em vez de tarefas, dentre diversas outras más práticas. 

Essa situação decorre do desconhecimento de alguns analistas de processos da notação BPMN e das características das suítes de BPMS.

BPMN: exemplos de processos com BPMS

Vamos tomar como exemplo uma suíte de BPMS, que é uma das mais acessíveis do mercado. Trata-se do Bizagi.

O Bizagi possui uma plataforma (parte free/parte paga), disponível em diversas línguas. Um de seus produtos é o Bizagi BPMN Modeler, um aplicativo freeware para diagramar, documentar e simular graficamente processos no formato padrão BPMN. 

Na solução Bizagi Modeler, o analista pode produzir desenhos de processos em BPMN que estão corretos do ponto de vista da notação. No caso abaixo, veja um simples processo, a título de exemplificação, que demonstra a comunicação entre cliente e uma empresa do ramo de call center. 

Pode-se observar que o desenho em BPMN do processo de negócio apresenta duas piscinas no mesmo diagrama, conforme é previsto pelo BPMN. Isso porque o processo demonstra a interação entre dois atores totalmente distintos. 

Figura 1: Exemplo BPMN produzido no Bizagi Modeler

Ao realizar a importação do desenho apresentado na Figura 1 para o Bizagi Studio, pode-se observar que a automatização do processo de negócio não se dará exatamente da mesma forma que foi desenhada pelo analista de processo. 

Isso ocorre porque a maioria das soluções de BPMS não permite que a equipe de TI realize a automatização de um desenho de processo de negócio que contenha mais de uma piscina no mesmo diagrama.

Figura 2: Restrição de importação Bizagi Studio

Já na Figura 2, observa-se que, ao importar a modelagem na solução Bizagi Studio, é apresentada uma tela para selecionar de forma separada a criação dos processos dentro da suíte BPMS em questão.

Vale ressaltar que, do ponto de vista da automatização, não há problemas em ter as piscinas em diagramas de processos de negócio separados fisicamente. 

Contudo, pode acontecer do analista de processo não ter conhecimento dessas restrições impostas pelas soluções de BPMS. Isso pode fazer com que o profissional sinta que o processo automatizado não será o mesmo que foi proposto na fase de desenho (considerando o ciclo de vida descrito no CBOK versão 3.0).

Então, após a importação do exemplo no Bizagi Studio, tem-se dois diagramas segmentados por processo de negócio conforme demonstrado na Figura 3.

Figura 3: Exemplo processos importados Bizagi Studio

Alguns podem pensar que essa restrição ocorreu porque o desenho do processo de negócio foi realizado no Bizagi Modeler e depois importado no Bizagi Studio. Logo, seria racional pensar que se fosse realizado diretamente no Studio, essa restrição não ocorreria. 

Contudo, conforme demonstrado na Figura 4, pode-se observar que a própria suíte de BPMS já restringe a utilização de apenas uma piscina por diagrama. Isso elimina a possibilidade de ter em um mesmo diagrama mais de uma piscina, o que na prática representa mais de um processo de negócio segundo a BPMN.

Figura 4: Restrição de modelagem Bizagi Studio

Ainda utilizando como exemplo a suíte Bizagi, poderiam ser elencados diversos outros exemplos em que uma modelagem de processo que considere apenas a notação BPMN padrão, enfrentaria um handoff entre o que foi desenhado e o que foi automatizado. 

Alguns seriam até mais críticos, pois a notação BPMN possui uma simbologia extensa e as soluções de BPMS ainda não estão em um nível de maturidade suficiente para suportar todos esses elementos do ponto de vista de automatização.

Apesar de ter sido utilizado a suíte Bizagi Studio na versão 11.1 como exemplo, é importante ressaltar que outras soluções de BPMS do mercado como Oracle, IBM, dentre outras também apresentam restrições.

Isso precisa ser de conhecimento dos analistas de processo já no início dos projetos que têm como objetivo a automatização nessas suítes de BPMS.

Qual a importância do analista de processos?

Vários estudos mostram como o BPM ajuda organizações a crescerem e acompanharem a transformação digital.

Cada vez mais, as empresas e times de analistas precisam buscar conhecimentos especializados para terem sucesso na modelagem BPMN e automatização de processos de negócio em BPMS. 

Uma pesquisa global da consultoria McKinsey aponta a automatização no ambiente corporativo como a chave para o sucesso num mundo altamente competitivo. O analista de processos de negócios é uma parte fundamental para acompanhar essa evolução do mercado.

Nesse sentido, cursos como MBA em Análise de Processos de Negócio podem fazer toda a diferença para sua trajetória profissional.

Potencialize os resultados do seu negócio e dê um boost na sua carreira conhecendo todo o ciclo de vida da Gestão de Processos de Negócios (BPM). Saiba organizar e gerenciar processos utilizando a notação BPMN e otimize sua produção.

Como esse curso, você irá aprender na prática ferramentas de modelagem, simulação de processos e suítes para se tornar um verdadeiro profissional Analista de Processo de Negócios. 

Além disso, você pode se inscrever no XPE Multi+, uma plataforma de assinatura da Faculdade XP. Assim, terá acesso a todo um ecossistema digital de aprendizado contínuo para desenvolver-se profissionalmente para a nova economia digital.

Invista na sua carreira, assine o Multi+ e tenha acesso a dezenas de opções de cursos a qualquer momento. É o modelo de ensino mais inovador que você já viu. Seja Multi+!

O que é HTML, para que serve e sua importância

Qualquer pessoa que tem familiaridade com a internet e tecnologia já ouviu ou leu o termo HTML. No entanto, muitos sequer fazem ideia o que é o HTML e qual a sua importância para o nosso dia a dia no que diz respeito ao mundo digital. 

Se você quer entrar no mundo da programação, é sua obrigação dominar a linguagem base da internet. Mas não se preocupe, pois não é preciso conhecimento prévio de ferramentas avançadas para iniciar os seus estudos no HMTL. 

Caso o HTML seja uma novidade para você, ou você apenas está aqui para expandir o seu conhecimento: seja bem-vindo! 

Topa aprender muito? Vamos lá!

O que é HTML?

Antes de tudo, vamos destrinchar essa sigla: HTML significa, em inglês, Hyper Text Markup Language. Já em português é Linguagem de Marcação de Hipertexto. 

É a base da web, como já comentado. Mas por quê? 

Mais simples do que parece: ele concede a possibilidade do estabelecimento da estrutura básica de um website. 

Em suma, o HTML auxilia no desenvolvimento web, organizando as páginas e dando significado às mesmas. Assim, o usuário consegue ter acesso a imagens, textos e diversos elementos que, sem o HTML, não seriam carregados.

É importantíssimo ressaltar que, embora seja confundido por diversas pessoas, o HTML não é uma linguagem de programação, visto que, ele não está ali para auxiliar na criação de um software. 

Na realidade, o HTML é uma linguagem de marcação, ou seja, ele designa como a aplicação irá aparecer, onde os seus elementos estarão inseridos e assim sucessivamente, como o JavaScript

Para que serve a linguagem HTML?

A sua importância para a Era Digital é incomensurável. Sem o HTML, por exemplo, você não estaria lendo este artigo, nem muito menos acessando outros sites. 

É com essa tecnologia que sites são criados e os seus conteúdos são hospedados, ou seja, para que nós, da Redação, tenhamos a possibilidade de inserir uma imagem para você neste artigo, o HTML se fez presente, por meio dos hipertextos. 

Os hipertextos são, basicamente, um grupo de vários elementos, que podem ir de palavras até vídeos. A sua singularidade é que eles formam uma rede de dados quando conectados, auxiliando na comunicação e compartilhamento de informações.

Interessante, não é? 

Vamos te dar um exemplo ainda mais claro da importância do HTML no seu dia a dia: pare, por um minuto, e observe este Blog.

Perceba que você consegue visualizar diversas formatações de informações aqui: umas fontes maiores que outras, essa aqui em negrito, essa em itálico, parágrafos, imagens e entre outros. Essa formatação é feita por meio do nosso amado HTML. 

E não para por aí: o HTML serve como desenvolvedor de documentos para a internet, como já sabemos, mas ele também fornece informações para navegadores, mecanismos de busca e usuários. 

Como surgiu essa linguagem de marcação?

Você sabia que a Rede Mundial de Computadores que conhecemos hoje, a WWW (World Wide Web) foi criada pela mesma pessoa que criou o HTML? 

Pois é! Tem pessoas que realmente nasceram com uma inteligência de tirar o fôlego! Esse é o caso do físico britânico Tim Berners-Lee. 

No início da década de 80, Lee iniciou um projeto chamado ENQUIRE, no qual era pautado na Marcação de HiperTexto. Já no fim da década, Tim juntou-se a Robert Cailliau e implementaram, através do protocolo HTTP, a primeira comunicação entre usuário e servidor. Foi assim que a nossa amada internet começou a ganhar o mundo. 

O problema era que Lee, naquele momento, desejava criar uma solução para facilitar a comunicação entre pesquisadores. Então o HTML tornou-se a resposta às suas preces. No entanto, o HTML da época não é igual ao de hoje. Ele passou por um grande processo de evolução! 

Evolução do HTML

Para que o HTML existisse como ele existe hoje, 5 versões precisaram ser criadas. 

1. Versão 2.0 de 1995

Mesmo com os estudos e protótipos de criação do HTML sendo criados desde o início da década de 90, apenas em 1995 foi que a tecnologia tomou o mundo, sendo apresentada na primeira conferência mundial, a World Wide Web Conference.

2. Versão 3.2 de 1997

Nessa versão foram trazidas diferentes e novas funcionalidades, além de corrigir problemas presentes na versão anterior e apresentar tabelas e textos flutuantes. 

Imagina o quão deve ter sido incrível para os entusiastas da tecnologia da época! 

3. Versão 4.0.1 de 1999

Já na versão 4.0.1 três grandes implementações foram trazidas: o Script, com foco na proibição da utilização de elementos obsoletos da linguagem; a Transitional sendo o contrário do Script e a Frameset que foi direcionada para sites que usavam frames.

Alguns programadores ainda usam o HTML4 até hoje!

Entender o que é HTML vai permitir programar páginas web
A evolução do HTML possibilitou a criação de páginas muito mais dinâmicas.

4. XHTML 1.0 de 2000

Logo após o lançamento da versão 4.0.1, a XHTML 1.0 foi lançada. Ela, nada mais era que uma versão que combinava vantagens do HTML com o XML.

5. Versão 5 de 2014

Parece ontem, mas 2014 foi há 8 anos! 

Essa versão foi criada para aperfeiçoar a experiência dos usuários na web. Além disso, a versão 5 vive em constante atualizações para melhor atender aqueles que a usam.

Tal versão veio com a aplicação de tags HTML, o que possibilitou trabalhar com a forma semântica da linguagem. 

Assim, grandes avanços em SEO — Search Engine Optimization — e em leitura foram alcançados!

Como funciona o HTML?

A linguagem de marcação usa códigos HTML na criação das suas páginas. 

Esses códigos são responsáveis por definir espaçamento, cor, tamanho da letra e tantos outros aspectos de um site. 

Separamos 5 códigos extremamente importantes e populares para você conhecer, são eles: 

1. HTML

É óbvio que esse seria o primeiro código a ser apresentado, já que precisa estar presente em todos os outros para que os navegadores consigam interpretá-los da maneira certa. 

2. Título 

Conhecido por <tittle> é a tag que representa o título do site. 

3. Cabeçalho 

Essa tag é representada por <head> e contém informações sobre o funcionamento da página. É importante ressaltar que é um código que os usuários não veem. 

4. Corpo

Já falamos de título e de cabeçalho, uma hora o corpo do texto chegaria, não é mesmo? 

Representada pela tag <body> é usada em todo site e auxilia na adição de todos os tipos de conteúdo que você deseja acrescentar na sua página. 

5. Títulos e legendas

As tags <H1>, <H2>, <H3> e afins são responsáveis pela adição de títulos e subtítulos ao site. 

E ainda tem muito mais! Inclusive alguns códigos que se relacionam com CSS e JavaScript! 

Como o HTML, CSS e JavaScript se relacionam?

A santíssima trindade da programação em front-end é formada pelo HTML, CSS e JavaScript. 

Juntas elas se completam e fazem com que nós, usuários, tenhamos a melhor experiência possível enquanto estamos acessando a internet.

Em suma, o HTML é a base da programação, o CSS dá vida aos códigos, dando cor e estilo e, por fim, o JavaScript dá movimento e ação, fazendo com que tenhamos respostas imediatas ali mesmo na página. 

Quando falamos de códigos em HTML que se relacionam com CSS e JavaScript, encontramos os seguintes: 

  • Script: representado pela tag <script> ele permite que sejam adicionados códigos em JS, o que facilita a presença de conteúdos interativos no site;
  • Estilo: ou <style>, define, basicamente, a formatação em CSS. 

Ficou claro? 

<Lei também: Como suar o Javascript: aprenda os primeiros detalhes/>

Quando é recomendado utilizar o HTML?

Se você quer criar uma página na web e estruturar o seu conteúdo, o HTML se faz necessário, já que ele é a base da programação, inclusive, o desenvolvedor front-end está em alta no mercado de trabalho. 

Onde o HTML é utilizado?

De maneira geral, o HTML tem 4 aplicações. São elas: 

  1. Hospedagem e acesso: o HTML auxilia na hospedagem das páginas nos servidores permitindo, assim, que os usuários consigam acessá-las;
  2. Mecanismos de busca: quando pesquisamos um termo na internet e encontramos uma certa palavra como título, ela está sendo representada dessa forma porque o HTML a marcou assim; 
  3. SEO: para a otimização para mecanismos de busca ser um sucesso, o HTML se faz presente, já que é ele que informa os mecanismos de busca a estrutura da página; 
  4. Semântica: nesse quesito, o HTML aplica significado específico a cada componente do site. 

Vantagens e desvantagens do HTML

Tudo tem o seu lado bom e ruim. Chegou a hora de conhecer os dois lados do HTML! 

Vantagens

  • Fácil de aprender;
  • Grátis; 
  • Tem código aberto;
  • Se integra facilmente com linguagens de back-end;
  • Funciona em todos os navegadores;
  • Amplamente difundida e dispõe de diversos recursos. 

Desvantagens

  • Alguns navegadores demoram para adotar recursos novos;
  • Alguns navegadores mais antigos por vezes não renderizam novas tags;
  • Todas as páginas precisam ser criadas separadamente; 
  • Não é facilmente utilizado em funcionalidades dinâmicas, para isso você provavelmente precisará usar JS, por exemplo. 

Por que aprender esta linguagem de marcação?

Essa página que você está acessando agora é um documento HTML. Ele é a base para a maioria das páginas da web que você visita todos os dias! 

Essa popularidade e presença forte já é o suficiente para que você compreenda, no mínimo, os conceitos básicos. 

Se você quer se tornar um programador, mergulhar nesse universo vai te ajudar a conquistar grandes projetos. Além disso, o HTML promete dar frutos a longo prazo também, visto que a linguagem continua sendo aperfeiçoada. 

Caso você não queira ser programador, mas sim um empreendedor, conhecer os conceitos do HTML será essencial para colocar o seu negócio à frente da concorrência. 

Pense nisso!

Como aprender o HTML?

Um dos primeiros passos para quem quer aprender HTML é aprender o significado e aplicação das tags utilizadas. 

Você pode fazer isso tanto lendo artigos na internet, vendo vídeos. Contudo, se deseja se tornar um desenvolvedor qualificado e pronto para o mercado de trabalho, vale buscar por cursos que tragam um conhecimento amplo, como os bootcamps ou até mesmo uma graduação na área de Tecnologia da Informação. 

É aí que entra a nossa dica valiosa: assinando o Multi+, você pode ter acesso aos diversos bootcamps na área de desenvolvimento web e aprender não só o HTML como também outras linguagens de programação. A hora é agora e a oportunidade está a um toque de distância.

Saiba quem é Jeff Sutherland, considerado o pai do Scrum

No mundo corporativo moderno, uma das formas de trabalho mais utilizadas no dia a dia é a metodologia ágil. Criada para otimizar processos e agilizar o resultado de projetos, ela é um recurso importante nos dias de hoje. E o desenvolvedor de software Jeff Sutherland foi um dos principais idealizadores do sistema mais utilizado atualmente: o scrum. 

E se você quer conhecer um pouco mais sobre o idealizador desse recurso, separamos neste artigo tudo o que você precisa saber a respeito. Aqui você verá quem é Jeff Sutherland, por que ele é considerado o pai do Scrum, o que é essa metodologia, suas principais características e como aprender mais sobre ela. Aproveite o texto e boa leitura!

Quem é Jeff Sutherland?

jeff sutherland pai do scrum
Jeff Sutherland, o pai do Scrum

Jeff Sutherland é um desenvolvedor de software responsável pela criação do Scrum, uma metodologia ágil que revolucionou a forma de organização de projetos, principalmente dentro das empresas. 

Apesar de ser desenvolvedor, Sutherland não começou a carreira nessa área. Ele iniciou a sua jornada na Força Aérea norte-americana, onde atuou por 11 anos e esteve, inclusive, em combates no Vietnã. Ao todo, foram mais de 100 missões no período em que serviu. 

Após esse período, se formou em medicina e tornou-se doutor, quando começou a dar aulas na Universidade do Colorado e integrou os programas de pesquisa e TI. Com tanta experiência nessa área, foi contratado para liderar uma empresa de bancos, onde foi vice-presidente de sistemas avançados.
Foi lá que aplicou os primeiros testes de Scrum, transformando completamente a organização e os resultados de seus projetos.    

Por que ele é considerado o pai do Scrum?

Jeff Sutherland é considerado o pai do Scrum pois ele foi a primeira pessoa a aplicar essa metodologia na prática, revolucionando o mindset ágil. Além disso, ele foi o criador desse recurso, sendo a principal referência quando falamos sobre o tema. 

O agora empresário e dono da empresa Scrum Inc, Sutherland ganhou ainda mais notoriedade no assunto após publicar, junto do seu parceiro Ken Shwaber, o artigo SCRUM Development Process, em 1995. Esse texto foi um marco, pois a popularidade da metodologia disparou a partir de então, tornando-se o que é hoje em dia.  

O que é o Scrum?

O Scrum é uma metodologia ágil que visa otimizar recursos e acelerar a entrega de projetos complexos dos mais diferentes setores de atuação. Um dos seus diferenciais é que este método é focado em estabelecer pequenas metas em um curto espaço de tempo, visando concluir as tarefas de forma mais rápida com várias áreas responsáveis. 

Principais características do Scrum

Uma das principais características do Scrum é o acompanhamento frequente dos objetivos de um determinado projeto. Esses ciclos podem variar, com reuniões diárias, semanais e até mesmo mensais. 

Esses objetivos são definidos por uma equipe de trabalho onde cada integrante detalha diariamente o que fez no dia anterior e quais são as tarefas planejadas para o dia vigente.

Essa lógica se estende também para o planejamento semanal. As metas mensais geralmente são colocadas na Sprint, onde são abordados pontos mais macros e que devem ser colocados neste planejamento.

Tudo isso, claro, precisa ser acompanhado por um dono de projeto que é responsável por ligar todas as pontas. Essa figura também é conhecida como “Product Owner”, ou, no mundo dos negócios, simplesmente PO.

Como aprender mais sobre a metodologia criada por Jeff Sutherland

Se você deseja saber mais sobre a metodologia criada por Sutherland, precisa obrigatoriamente ler o seu principal livro, considerado a bíblia do tema: “Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, lançado em 2014.

Caso você queira ainda mais conhecimento, pode complementar a leitura com outra obra de Sutherland, lançada em 2019. Em “A Scrum Book: The Spirit of the Game”, sem tradução para o português, ele traz atualizações sobre a aplicação do Scrum, com explicações para um melhor entendimento de como complementar todos os pontos dessa metodologia.

Como você pode ter visto, Jeff Sutherland é um dos principais nomes quando o assunto é Scrum e metodologia ágil. Sua criação revolucionou a forma com que as empresas modernas conduzem projetos, com soluções simples e práticas, juntando diversos setores dentro das companhias. Tudo isso fez com que as entregas ficassem muito mais rápidas, otimizando os resultados das corporações.

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Como deixar uma consulta SQL mais rápida? Por que isso é tão importante?

SQL (Structured Query Language), ou Linguagem de Consulta Estruturada, em português, é a linguagem de pesquisa padrão utilizada para extrair informações de bancos de dados relacionais.

Saber como deixar uma consulta SQL mais rápida e melhorar sua performance é uma habilidade essencial para qualquer profissional de banco de dados.

Afinal, vivemos na era das altas velocidades. Hoje, nenhum usuário tem paciência para esperar uma eternidade até uma página carregar, não é mesmo? 

Dessa forma, à medida que um banco de dados cresce, torna-se necessário melhorar a performance da consulta SQL, deixando-a mais rápida e eficiente.

Isso porque, em muitos casos, aquela consulta que funcionava muito bem para 1.000 registros, não possui a mesma efetividade para 10.000 registros. Pior ainda se a expectativa é de que o banco possa ter 100.000 registros, concorda?

Se você quer se destacar nessa área, deve aprender a lidar com esse tipo de situação. Mas, relaxa, pois a gente está aqui para te ajudar!

Neste post, explicamos a importância desse procedimento e apresentamos dicas de como deixar a consulta SQL mais rápida. Além disso, ainda indicamos formações para quem deseja se especializar neste campo. Aproveite a leitura!

Por que deixar a consulta SQL mais rápida é tão importante?

Você já deve ter ouvido a frase: “se estiver funcionando, está bom!”, não é mesmo? Trata-se de uma velha máxima que já não funciona mais.

Em várias circunstâncias do dia a dia, nenhum de nós fica satisfeito em ter que esperar, seja em uma simples fila de banco ou até um complexo engarrafamento de trânsito. Então, imagine ter que esperar pelo retorno de uma consulta SQL?

Em determinados contextos, poucos segundos podem fazer toda diferença.

Um bom exemplo de consulta SQL pode ser visto nos e-commerces. considerando que um dos fatores que influencia na decisão de compra dos clientes é a usabilidade do sistema, se o tempo de resposta para ações como a busca por produtos no site for muito longo, a empresa pode perder clientes, certo?

O que interfere na velocidade de uma consulta SQL?

Aqui vale uma ressalva: quando o assunto está relacionado a performance ou otimização, há muitos processos envolvidos, tais como: arquitetura do sistema operacional, hardware, SGBD e, principalmente, como o banco foi modelado. Contudo, é essencial que as consultas SQL sejam bem estruturadas.

É importante ter em mente que as estratégias aqui mencionadas estão suscetíveis a todas essas variáveis. Ou seja, determinada medida pode funcionar perfeitamente em um ambiente “A”, mas pode não surtir o mesmo efeito em um ambiente “B”.

Então, vamos partir do princípio que você tomou todos os cuidados básicos para estruturar sua consulta. Por exemplo, não utilizou “*” em seu SELECT, especificando apenas os campos necessários de retorno, verificou o código fonte em busca de possíveis erros de sintaxe e evitou cálculos em JOINS e WHERES.

Lembre-se de estamos falando de segundos ou até menos, que, somados à quantidade de execuções e ao tamanho dos dados, fazem toda a diferença. Por isso, não tenha preguiça! Você fará o código uma única vez, para que ele seja executado indefinidamente. Portanto, seja detalhista e tente melhorar sempre.

< Talvez você também possa se interessar por este post: Bancos de dados NoSQL: como funcionam e vantagens em utilizar />

Como deixar a consulta SQL mais rápida? 4 dicas

Na disciplina de Aplicações com Linguagem SQL, presente em cursos como o MBA em Engenharia de Dados, são discutidos com profissionais da área, o que, em suas experiências, já foi feito e o que de fato melhorou e otimizou uma consulta SQL. Disso, levantamos 4 dicas:

1. Análise preliminar das consultas utilizadas

Em geral, a ideia é que o profissional realize uma primeira análise das consultas utilizadas, o que, por mais simples que pareça, nem sempre acontece e, por isso, muitas vezes as ações são corretivas e não preventivas.

É importante ter um bom monitoramento em ambiente de produção e saber quais consultas estão performando pior, para evitar que o problema chegue até o usuário final.

Por fim, o cenário ideal seria garantir que a arquitetura de todos os ambientes seja a mesma, embora saibamos que isso nem sempre é possível, em função de fatores internos e externos de uma empresa, diante da falta de um planejamento adequado.

2. Criação de índices e análise do plano de execução

Outra dica fundamental para tornar a consulta SQL mais rápida é a criação de índices. Principalmente se a quantidade de dados for grande, já que para bancos de dados pequenos, eles influenciam pouco na velocidade das consultas.

Dito isso, uma boa estratégia para a criação de índices é analisar o plano de execução, disponível em vários bancos de dados.

É importante fazer a análise do plano de execução em todos os ambientes: desenvolvimento, teste e produção, inclusive com o uso dos mesmos parâmetros problemáticos, que obviamente apresentam um retorno ruim.

Ao analisar o plano de execução, é possível determinar outras necessidades, além da criação de índices, e planejar estratégias específicas (procedures, funções ou view materializadas) para melhorar a performance a partir dos comandos nas consultas SQL.

3. Normalização e desnormalização de dados

Alguns profissionais de banco de dados defendem a desnormalização de dados. Assim, antes de seguirmos, vale relembrar o que é a normalização de dados.

Trata-se de uma etapa importante de um projeto de banco de dados, sendo composta por uma série de passos, que permitem um armazenamento consistente de informações, com o objetivo de reduzir a redundância, bem como as chances de esses dados se tornarem inconsistentes.

O lado que defende a desnormalização, afirma que, se os problemas de performance são exclusividade de uma extração de dados, como relatórios e exportações, por exemplo, para bases analíticas, a desnormalização, juntamente da replicação de dados, seria uma solução aceitável.

Por outro lado, a desnormalização gera inconsistências e dados duplicados.

Em todo caso, é interessante analisar o plano de execução e entender se no momento é vantajoso ou não, desnormalizar. Caso seja necessário, o responsável deve ter total ciência de que precisará administrar muito bem a desnormalização.

4. Performance Tuning

Outro assunto importante, no que diz respeito ao desempenho de uma consulta SQL, é a performance Tuning, que visa diretamente a otimização de consultas.

Basicamente, o Tuning é dividido em três partes:

  1. entendimento do problema;
  2. elaboração de diagnóstico;
  3. aplicação de técnicas de otimização.

Existem várias dicas e ferramentas específicas de Tuning em cada banco de dados, e você pode, inclusive, fazer cursos específicos sobre o assunto.

< Pensando em seguir carreira na área? Leia este post: Descubra como iniciar a sua carreira na Área de Dados />

Como se qualificar para atuar nesta área?

A velocidade de um sistema ou aplicação conta muitos pontos para a satisfação de seus usuários. Afinal, ninguém gosta de ficar esperando uma eternidade para uma simples página carregar, não é mesmo?

Tendo isso em mente, saber como deixar uma consulta SQL mais rápida é essencial para qualquer desenvolvedor que aspire por uma carreira de sucesso.

Porém, isso não é tudo. Para se desenvolver profissionalmente neste ramo, é preciso se atualizar constantemente. Então, que tal investir na sua carreira para expandir ainda mais seus conhecimentos? Conheça nossas formações:

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Este artigo é de autoria do professor Ezequiel Mendes Duque, integrante do corpo docente da Faculdade XP. Conheça nossa plataforma de cursos e dê aquele up na sua formação.

Tem outra sugestão de estratégia que já utilizou em algum caso real e obteve sucesso? Compartilhe conosco!

E se você gostou deste post, envie para seus colegas de profissão. Assim, todos ficam sabendo como deixar uma consulta SQL mais rápida.

Saiba o que é Lifelong Learning, quais são suas vantagens e como aplicar na sua empresa

O desejo de toda empresa é possuir profissionais atualizados, já o desejo de todo funcionário é estar sempre apto às novas demandas mercadológicas. Para suprir as necessidades dos dois lados, o lifelong learning se mostra eficaz nessa questão.

Isso porque o lifelong learning é um conceito que envolve a busca contínua de conhecimento e traz diversas vantagens para empresas e seus empregados. Aliás, quem não gostaria de estar sempre aprendendo assuntos relevantes para o meio corporativo?  

Por isso, neste artigo, você irá aprender mais sobre o lifelong learning, seus benefícios para uma empresa, fundamentos e dicas de como aplicá-lo. Boa leitura!

O que é o lifelong learning?

Lifelong learning, traduzido para português em “aprendizado para a vida toda”, é um conceito definido pela busca contínua por conhecimento em diferentes formas. E ao entrar no âmbito corporativo, isso significa que um profissional deve sempre buscar o seu aprimoramento por meio do ensino e do conhecimento. 

Mas isso vai além do diploma. Se engana quem pensa que o processo de aprendizagem está limitado às formas de ensino tradicionais que se encerram após o término da graduação. Com as constantes evoluções sociais e tecnológicas, manter-se atualizado é fundamental para estar apto às demandas que vão surgindo no ambiente de trabalho. 

Assim, ao aderir a mentalidade do lifelong learning, os profissionais conseguem sempre estar preparados para novas tendências e inovações, serem proativos e desenvolverem novas competências e habilidades profissionais.

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Qual é a importância do lifelong learning para empresas?

Além de ser fundamental para a carreira de qualquer profissional, o pensamento do lifelong learning, quando aderido na cultura empresarial, também gera um grande potencial para as organizações. 

A empresa, ao se preocupar com o desenvolvimento educacional dos seus colaboradores, fortalece sua equipe com o aprimoramento de hard skills, soft skills, competências, habilidades sociais e até conhecimento emocional.

Outro ponto essencial que o lifelong learning traz é a atualização constante com as transformações digitais. Se uma empresa deseja ser dominante nas inovações tecnológicas, não basta adquirir o último software do mercado, é necessário que os seus funcionários também sejam treinados e capacitados para saber lidar com o novo. 

Para que isso aconteça, líderes e gestores podem incentivar e promover a cultura do lifelong learning por meio de capacitações, treinamentos, workshops e cursos para os seus liderados a fim de que todos aprendam e gerem um potencial competitivo no mercado para ambas as partes.

Principais vantagens do lifelong learning

Entender as principais vantagens que o lifelong learning traz para o mundo corporativo pode ser a peça chave para que gestores e líderes entendam a devida importância desse mindset. Confira logo abaixo.

Desenvolvimento de skills

De fato, o pensamento do lifelong learning possibilita o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais de forma mais proativa. Se um colaborador não sabe sobre algo, ao estar inserido em uma cultura de busca de aprendizado contínuo, ele mesmo tomará a atitude de procurar esse conhecimento. 

Isso faz com que processos e atividades sejam realizados de forma mais ágil e que colaboradores estejam em um progresso diário de auto melhoria.

Soluções criativas

Quem nunca ficou de frente com um problema e não soube achar a saída? Frequentemente, funcionários se vêem em situações-problema e precisam encontrar rapidamente uma solução. Mas como fazer isso?

O pensamento do lifelong learning permite que soluções criativas sejam encontradas por meio do desenvolvimento de habilidades, pois, diferente do que muitos pensam, a criatividade é algo que pode e deve ser desenvolvida.

Aprendizado contínuo de ferramentas

Com a evolução da tecnologia, novas ferramentas surgem com frequência. E acompanhar essas novas tendências é fundamental para que a empresa se mantenha competitiva no mercado. 

Para organizações em que a mentalidade do lifelong learning já é estimulada, os colaboradores têm mais facilidade em aprender e acompanhar essas novas tecnologias. Ou seja, tanto a empresa quanto seus funcionários estarão atualizados e aptos para poderem utilizar novos recursos e otimizarem seus processos cada vez mais.

E ao otimizar processos, a empresa diminui os custos operacionais, agiliza atividades e desburocratiza tarefas maçantes. Dessa forma, o funcionário pode focar seus esforços laborais em outras atividades.

Por exemplo, se o setor de RH perde muito tempo contabilizando as horas trabalhadas, procurar uma ferramenta tecnológica que possa otimizar essa tarefa seria primordial para os colaboradores daquele setor. Assim, o profissional de RH poderá transferir seus esforços para focar no que realmente importa: o bem-estar dos funcionários.

Conhecimento para outras áreas

Ora, se o funcionário já sabe que deve buscar aprendizado sempre que possível, então essa curiosidade vai acabar culminando em outras áreas. 

Imagine que um funcionário de finanças precisa negociar com algum fornecedor. Para tanto, é importante que ele conheça bem o produto ou o serviço que ele está negociando. 

Ao aplicar o lifelong learning nesse processo, ele não só terá mais propriedade de fala na hora da negociação, mas também aprenderá sobre a área de trabalho da outra empresa em questão.

estudantes praticando o lifelong learning
(Fonte: Freepik)

4 pilares do lifelong learning

Agora que você já conhece as principais vantagens de aplicar o lifelong learning, antes de aprender como aplicá-lo, é fundamental conhecer os seus 4 pilares. Continue lendo!

Aprender a conhecer

O aprender a conhecer diz respeito àquela faísca de curiosidade sobre as coisas e como elas funcionam. O colaborador que tem a iniciativa de procurar entender e conhecer melhor os assuntos que envolvem suas atividades laborais consegue se desenvolver com mais facilidade no ambiente de trabalho.

Aprender a fazer

Segundo a pirâmide de aprendizagem de William Glasser, a taxa de retenção de aprendizagem do conhecimento quando colocado em prática é de 75%, enquanto a taxa de retenção de leitura é apenas de 10%.

Isso explica porque um dos 4 pilares do lifelong learning é sobre aprender a fazer, pois uma vez que se coloca em prática o que foi aprendido, a chance desse conhecimento se fixar se torna maior.

Aprender a conviver

De acordo com o escritor e palestrante motivacional americano Jim Rohn, você é a média das cinco pessoas que você mais convive. Logo, de forma involuntária, o indivíduo acaba aprendendo por convivência. Por isso é importante possuir, no ambiente de trabalho, um círculo de pessoas competentes e agradáveis.

Aprender a ser

Por fim, para se desenvolver com o lifelong learning, é necessário colocar em prática todos os outros pilares de forma espontânea. Quando a vontade de aprender estiver intrínseca ao indivíduo, nada irá barrar o seu crescimento profissional e intelectual.

Como aplicar o lifelong learning na sua empresa?

Dentro de uma empresa, estimular o aprendizado contínuo dos colaboradores pode parecer um pouco desafiador.

Por isso, abaixo você encontra algumas dicas de como aplicar o lifelong learning na sua organização a fim de provocar benefícios para você e para seus funcionários.

Atente-se ao novo

O mercado corporativo está em constante mudança, seja ela legislativa, tecnológica ou comportamental. Assim, é fundamental que uma empresa e seus funcionários fiquem atentos a novas tendências e notícias

Para isso, incentivar os funcionários por meio de uma cultura organizacional centrada no lifelong learning faz com que essas novidades cheguem na empresa de forma mais fluida.

E como essas notícias podem chegar até eles? Você, como líder ou gestor, pode sugerir que eles se inscrevam em newsletters, acompanhem blogs ou portais de notícias e sigam profissionais influentes das suas áreas.

Faça cursos e qualificações

Lembra que no começo deste artigo foi falado que o conhecimento não termina na graduação? Pois é. Buscar cursos, MBA’s, qualificações, pós-graduações e outros são ótimos recursos para continuar aprendendo e se aperfeiçoando na área que se deseja atuar. 

Para tanto, o empregador pode incentivar seus empregados a realizarem esses tipos de qualificação a fim de que ambas partes saiam satisfeitas. A empresa sempre terá um profissional qualificado, e o empregador sempre terá seu currículo atualizado.

< Conheça os cursos, bootcamps e MBAs oferecidos pela Faculdade XP />

Otimize processos e atividades

Quando tarefas e atividades burocráticas ocupam bastante parte da jornada de trabalho do empregado, ele terá pouco tempo para buscar novas formas de conhecimento. Assim, é essencial que as organizações busquem o aprendizado contínuo de ferramentas para melhorar os seus processos internos e externos.

Conclusão

Neste artigo, você foi introduzido à mentalidade do lifelong learning, conceito importante para que empresas e colaboradores possam, constantemente, continuarem aprendendo e se aperfeiçoando no mercado de trabalho

Além de conhecer as principais vantagens desse mindset, você pode aprender sobre seus quatro pilares a fim de conhecer a fundo o conceito. Viu também as dicas essenciais de como aplicar o lifelong learning e como é importante estar antenado às novidades e às melhorias de processos por meio das ferramentas. 

Gostou de saber mais sobre o lifelong learning? Então, compartilhe o conteúdo nas suas redes sociais.


Este guest post foi produzido pela PontoTel, empresa do grupo Sankhya, que possui um software de controle de ponto completo, com registro, gestão e governança na mesma plataforma, além de contribuir para o controle de jornada dos colaboradores. A PontoTel ajuda gestores e profissionais de RH a otimizar seu tempo de trabalho, diminuir gastos com processos e inserir a transformação digital no dia a dia de processos burocráticos.

Entenda sobre low code e principais benefícios

Já pensou o quão fácil seria para você iniciar um aplicativo somente com poucos cliques? É isso que uma plataforma low code permite – também conhecidas como LCAP (em inglês, Low-code applications platforms)! Incrível, não?

O low code é uma tecnologia que permite a criação de soluções de software sem precisar de muita programação ou codificação. Em vez de escrever longas linhas de código, é mais prático e rápido o uso de interfaces visuais para criar aplicativos.

O método pode acelerar significativamente o tempo de desenvolvimento de um aplicativo, pois não é necessário codificar todas as funcionalidades internas. E o que demoraria meses e anos para sair do papel, pode ficar pronto em dias!

Gosta do assunto? Leia aqui no conteúdo mais detalhes e saiba o que é low code, diferenças entre no code, benefícios de uso e as principais plataformas de low code. Boa leitura!

O que é low code?

Como dito anteriormente, o low code é um termo usado para descrever plataformas que permitem que os desenvolvedores criem aplicativos usando menos linhas de código do que o necessário em plataformas tradicionais.

Isso é possível, pois há um conjunto de componentes pré-construídos que podem ser arrastados e soltados para criar a estrutura do software. Logo, os desenvolvedores e equipes de T.I não precisam codificar todos os aspectos, o que pode economizar muito tempo, esforço e mão de obra.

Mercado e expectativas

De acordo com levantamentos feitos pela consultoria Gartner há indícios de que até 2025, cerca de 40% dos produtos e serviços de Tecnologia da Informação serão construídos por pessoas que não são profissionais da área.

< Confira aqui informações do relatório />

Como surgiu o low code?

O low-code surgiu no final da década de 90, mas somente ganhou o nome em 2014 pela consultoria Forrest Research. O termo foi usado pela primeira vez para indicar plataformas de desenvolvimento de softwares — baseadas em GUI (Graphical User Interface), mais fáceis e amigáveis em relação à programação.

Desde então, mais plataformas surgiram e a prática se torna cada vez mais popular, tanto entre pessoas menos experientes quanto entre aqueles que já têm mais conhecimento técnico.

<Conheça: o que você precisa saber sobre Internet das coisas />

Qual a diferença entre low code e no code?

Não confunda os termos, eles não são sinônimos apesar de aspectos tecnológicos similares.

Low code é uma plataforma de desenvolvimento de software que permite aos desenvolvedores criar aplicações usando um conjunto de ferramentas pré-codificadas e modelos.

Já o no code é uma plataforma que permite aos usuários criar aplicações sem a necessidade de codificação.

As plataformas low code geralmente oferecem maior flexibilidade e controle do que as plataformas no code, mas exigem um certo conhecimento de programação.

Confira no quadro abaixo as diferenças entre low code e no code:

LOW CODENO CODE
Algum script necessário.Nenhum código ou script necessário.
Deve entender o básico de programação.Não precisa entender de programação.
Melhor para aplicativos de automação de processos ágeis com potencial.Melhor para aplicativos autônomos de construção rápida com funções simples.

Como o low code pode ser aplicado?

O low code pode ser aplicado em qualquer etapa do ciclo de vida de um aplicativo, desde a concepção até a manutenção. Pode ser usado para criar protótipos rápidos, desenvolver aplicativos completos ou automatizar processos de negócios existentes.

<Saiba mais: carreira e atuação de um arquiteto de software />

Principais plataformas de low code conhecidas

Conheça abaixo os principais plataformas de low code do mercado! 💻

Zeev

A Zeev é uma plataforma brasileira pioneira em low code no país. O objetivo é que você transforme o seu fluxograma em um aplicativo, ou seja, em workflows automatizados.

Ela tem mais de 250 clientes, mais de 100.000 usuários, mais de 1 milhão de solicitações por mês, sendo mais de 10.000 aplicativos criados. Os recursos disponíveis são pagos.

Salesforce

A Salesforce – por meio da Salesforce Customer 360, é uma plataforma de CRM integrada que visa gerenciar e aproximar pessoas e empresas.

Criada em 1999, a empresa foi pioneira ao substituir softwares de CRM tradicionais em desktops pelo CRM na nuvem com acesso a qualquer momento. Há o período de teste por 30 dias, mas os recursos são pagos.

Zoho

A Zoho é uma plataforma que contempla mais de 45 aplicativos integrados que permitem gerenciar, unir e automatizar fluxos e processos dentro de uma empresa. Além disso, há sistema de CRM e de ambiente de trabalho para equipes/times.

A empresa possui 7 milhões de usuários e 6 milhões de aplicativos desenvolvidos em todo o mundo. Ela tem escritórios no Brasil, Estados Unidos, Japão e diversos outros países.

Appian

A Appian, situada nos Estados Unidos, é uma plataforma low code que permite que os usuários possam criar aplicativos institucionais e workflows automatizados.

No site é indicado haver o plano livre (gratuito) e os planos pagos: application, platform e unlimited.

Wix

A WIX possibilita a criação de websites customizáveis, sendo do zero ou com base. Atualmente há mais de 500 modelos disponíveis. Há ferramentas básicas e avançadas para os profissionais.

Monday

A plataforma permite auxiliar equipes e setores a gerenciar e otimizar fluxos de trabalho. Cada área do Monday pode ser personalizada com painéis conforme projeto e processos de negócio, além da fácil integração entre ferramentas internas e externas.

Há também outras plataformas populares para desenvolvimento low-code:

  • Jotform
  • BuildFire
  • Makerpad
  • Kintone
  • Quickbase
  • Webflow
  • Retool
  • GW Apps

<Leia depois: o que são tags HTML e como funcionam />

Vantagens de uma plataforma low code?

Os principais benefícios de utilização são:

  • Agilidade;
  • Flexibilidade;
  • Redução de custos;
  • Soluções mais criativas;
  • Customização conforme negócio;
  • Aumento na produtividade;
  • Modelos personalizáveis;
  • Facilidade na correção de erros;
  • Automação dos testes;
  • Maior ROI;
  • Escalabilidade;
  • Fast deployment;
  • Foco no cliente.

Códigos e você, o que tem a ver?

Aprender sobre programação pode ser útil para muitas coisas. Pode ajudar a criar um site, aplicativos, jogos e até mesmo sistemas operacionais. Também pode ajudar a entender como funcionam os computadores e outros dispositivos eletrônicos.

Ela também ensina lógica e pensamento crítico, habilidades úteis em qualquer área da vida.


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Você irá aprender sobre como projetar arquiteturas de software e soluções, desde o desenvolvimento dos requisitos arquiteturais necessários à construção, passando pela aplicação de padrões de projeto, padrões e estilos arquiteturais, até a modelagem e documentação arquitetural.

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