Início Site Página 84

Seed money: saiba como funciona esse investimento

Muitas empresas que estão começando os seus negócios precisam de investimentos agressivos para o impulsionamento dos resultados. Para ajudar nesse objetivo, um modelo que é bastante utilizado, principalmente quando falamos de startups, é o seed money – em português conhecido como capital semente. 

Essa modalidade de financiamento traz muitos riscos para os investidores. Porém, ao aplicar o dinheiro de maneira assertiva, as companhias têm grandes chances de garantir o retorno para esse investidor. Tudo isso, atrelado ao plano de negócio da empresa, pode fazer com que o crescimento da startup seja ainda mais rápido. 

Para ajudar você a entender um pouco mais sobre esse tema, explicamos neste artigo o conceito básico de seed money, para que ele serve, as vantagens, os riscos, como ele funciona, entre outras informações. Aproveite o texto e boa leitura!

O que é seed money?

O seed money nada mais é do que um modelo de financiamento para empresas ou empreendedores que ainda estão em estágio inicial do negócio.

Ele funciona, até mesmo, para projetos que ainda estão em fase de planejamento. Por isso mesmo, esses investidores estão sempre de olho em ideias inovadoras, que possam se diferenciar do que habitualmente se vê no mercado. Não por acaso, as startups são um ótimo exemplo. 

Essa é uma forma muito comum que os empreendedores encontram para tirar essas ideias do papel, uma vez que nem sempre eles têm os recursos necessários para viabilizar seus projetos. Por outro lado, é uma excelente oportunidade para investidores entrarem em negócios que possam ser altamente lucrativos. 

>>> Por falar em empreendedorismo, você sabia que educação financeira tem tudo a ver com o tema? No vídeo a seguir, Guilherme Benchimol, Edu Lyra, Kondzilla, Izabella Mattar e Thiago Godoy fazem um bate papo sobre o tema. Dê o play e fique por dentro do que algumas das principais referências do mercado têm a dizer sobre isso. Aproveite! 

Para que serve o seed money?

Uma das principais funções desse investimento é financiar os custos de implantação das ideias, já que o negócio ainda não tem receita. E isso inclui desde as despesas operacionais até salários de colaboradores. Portanto, esse investimento serve, principalmente, para dar a estrutura que a empresa precisa enquanto o projeto ainda não está rodando. 

Se a empresa já tiver uma operação organizada e com receita, o objetivo do seed money é investir em áreas que precisam de evolução. Por exemplo: se a empresa for um e-commerce e tiver atraso nas entregas, poderá usar a verba para contratar um novo Centro de Distribuição, desafogando a parte logística e melhorando os resultados.  

Quais as vantagens e os riscos?

Uma das principais vantagens do seed money é que os empreendedores não precisam tirar dinheiro do próprio bolso para financiar o projeto. Ou, até mesmo, fazer um empréstimo. Afinal, dependendo da ideia o custo pode ser altíssimo. Além disso, o empreendedor tem uma segurança maior, pois sabe que terá um parceiro por trás ajudando com a parte financeira sempre que necessário.   

Falando sobre riscos, um dos principais diz respeito à gestão. Caso o empreendedor não saiba lidar com os desafios e escalar o negócio, os investidores podem sair da sociedade. Com a falta de apoio financeiro, a empresa pode ter sérios problemas de performance e, se a conta não fechar, pode acabar indo à falência. 

Como diferenciar seed money, investidor anjo e venture capital?

Conforme falamos antes, o seed money tem como principal objetivo financiar projetos que ainda não saíram do papel. Ou seja, ele é baseado principalmente na aposta sobre uma determinada ideia de negócio. Nesse caso, geralmente a fatia na sociedade é maior, com pelo menos 50% da empresa. 

Já o investidor anjo tem como objetivo aplicar em empresas que já estão em operação. O principal foco neste caso é identificar o potencial de crescimento da companhia. Geralmente, o investidor já conhece o mercado de atuação da empresa. Aqui, o dinheiro pode entrar como empréstimo ou com uma porcentagem da empresa. 

Venture Capital tem a mesma lógica do investidor anjo, mas geralmente o valor aplicado é maior. Além disso, esses investidores participam ativamente das decisões estratégicas da companhia e ajudam com sua experiência de mercado.

Como funciona o investimento tipo seed money?

Apesar de existirem casos em que somente um empresário faz a aplicação na companhia, a maioria dos negócios é feita de maneira diferente.

Com o objetivo de diminuir os riscos, há vários fundos de investimentos que aplicam não apenas em uma, mas em várias empresas que ainda estão em fase inicial de operação. Afinal, nem todos os projetos vão dar certo e, dessa forma, é possível ter mais segurança.

Após o investimento, as empresas podem contar ainda com a participação desses investidores na gestão da companhia. Em muitos casos, o envolvimento deles é frequente, além da ajuda que oferecem na gestão e na estratégia do negócio. Tudo isso para chegar no resultado esperado por todos, tanto donos quanto financiadores.  

Empresas que já receberam investimento seed money

Um dos principais cases do mercado é a Uber. A primeira rodada de investimentos, que aconteceu em 2010, teve uma captação de US$ 1.25 milhão. O crescimento acelerado da companhia fez com que ela tivesse outras rodadas de investimento, até abrir, em 2019, o seu IPO na Bolsa de Valores de Nova York.

Um outro exemplo é o Nubank, principal empresa brasileira no ramo das fintech. O cartão de crédito roxinho captou, logo na rodada inicial, em 2013. US$ 2 milhões. Após mais oito captações, a companhia abriu o seu capital na Bolsa de Nova York em 2021, chegando a valer mais de R$ 230 bilhões. 

O seed money é um processo muito importante para alavancar os resultados e, principalmente, o crescimento das empresas. Ao fazer uma boa gestão da verba recebida a empresa pode passar por outras rodadas de investimento e, em alguns casos, até colocar suas ações na Bolsa de Valores. 

Agora que você já sabe o que é seed money, que tal melhorar ainda mais os seus conhecimentos sobre o mercado financeiro? Com o curso Macroeconomia para Investidores você aprenderá como a economia afeta seus investimentos, quais as regras econômicas brasileiras e muito mais. Faça já a sua inscrição aqui.

O que é InDesign: para que serve e como aprender

Para que possamos ter uma boa experiência no momento de ler uma revista, um livro ou mesmo um e-book, ele precisa passar por um processo chamado de diagramação. O mesmo ocorre até mesmo para materiais como cartão de visitas e folhetos. A hierarquia das fontes e a posição de cada elemento são essenciais. Para isso, são usados programas específicos. Saiba o que é InDesign e como ele funciona!

O que é InDesign?

O InDesign é um programa que está incluso no pacote Adobe. A sua função é realizar a editoração eletrônica e a edição de textos. Ele é muito utilizado por designers para realizar a criação de revistas, jornais, panfletos e até e-books. 

Embora não seja tão conhecido como o Photoshop e o Illustrator, por exemplo, ele é bastante versátil e utilizado para produzir muitas revistas, jornais e anúncios que vemos por aí.

Como ele surgiu?

Em 1985, uma empresa norte-americana focada na arquitetura de softwares de editoração eletrônica, a Aldus, lançou o PageMaker. Ele tinha uma interface gráfica simples, similar as do Macintosh, o que o tornou muito popular. 

Em 1994, a Aldus foi comprada pela Adobe e o PageMaker era um dos maiores destaques entre os programas da empresa recém-adquirida. Porém, ele tinha concorrência: o QuarkXPress. 

Com mais recursos, o QuarkXPress acabou ganhando mais destaque do que o PageMaker. Foi quando a Adobe resolveu dar a volta por cima. A primeira versão do InDesign foi lançada em 2000. 

Com a chegada do Mac OS X, a Adobe já inseriu o InDesign, o que ganhou uma vantagem competitiva, já que o QuarkXpress só estava disponível para o Mac OS. Já no início, o programa se destacou por conta da abordagem modular e elementos como transparências e sombras que não estavam disponíveis em outros programas. 

Em 2007, a Adobe o incluiu na Creative Suite Cloud, uma coleção de programas para designers que precisam de vários aplicativos. Ele foi integrado ao Illustrator e o Photoshop, fazendo com que o fluxo entre os programas fosse facilitado.

A Adobe então passou a ser cada vez mais procurada, até que, por fim, o InDesign superou o QuarkXPress e se tornou uma das ferramentas mais populares usadas por designers editoriais e gráficos do mundo.

Para que serve o InDesign?

Agora que já sabe o que é InDesign e que ele se trata de um programa de software criativo, deve saber também que pode ser usado de infinitas maneiras. Ele muitas vezes é usado em conjunto com o Photoshop e o Illustrator. Enquanto esses dois últimos são usados para editar elementos individuais, como ilustrações vetoriais e fotos, o InDesign integra os elementos. 

O que pode ser criado no Adobe InDesign

A função em que o InDesign mais se destaca é para mesclar imagens e textos, resultando na criação de revistas, catálogos, banners, pôsteres, propagandas, livros, entre outros materiais. Ele tem funções para essas finalidades que não podem ser encontradas nos outros dois aplicativos.

UX aplicado nos projetos do InDesign

A user experience (UX) ou experiência do usuário é um conceito muito relevante atualmente quando falamos da produção de materiais interativos ou digitais e até mesmo no desenvolvimento web. Ao criar revistas, catálogos, portfólios e sites ela deve ser considerada. 

UX Designer utiliza o InDesign da Abobe para realizar projetos.

É preciso definir aspectos como: quem vai consumir o conteúdo ou acessar um site, em qual tela e qual a experiência que esse usuário busca para se sentir confortável e aproveitar o produto/projeto. Com todos esses conceitos de UX aplicados, os projetos criados no InDesign poderão ser ainda mais eficientes.

Paga para usar o Adobe InDesign?

Se você já tem acesso completo ao Creative Cloud, não precisa pagar o programa separadamente, basta ir até o site da Adobe e realizar o download. Porém, se utilizar apenas um ou mais programas separadamente (sem acesso a Creative Cloud completa), precisará adquiri-lo por uma assinatura anual ou mensal. 

Compatibilidade com dispositivos e sistemas operacionais

Como falamos no primeiro tópico onde explicamos o que é InDesign, deve ter reparado que foi inicialmente pensado para sistema Mac OS, mas hoje, ele está disponível para diferentes sistemas operacionais. Confira quais são:

Windows

ProcessadorProcessador Intel Multicore (com suporte a 64 bits) ou AMD Athlon® 64
Sistema operacionalWindows 10 de 64 bits (versão 1909) ou posterior; as versões LTSC não são compatíveisHá compatibilidade com Windows 10 versões 1909, 2004, 20H2, 21H1, 21H2.
RAMMínimo de 4 GB de RAM (recomenda-se 16 GB)
Espaço em disco rígido3,6 GB de espaço disponível no disco rígido para instalação.Requer espaço livre adicional durante a instalação (não é possível instalar em dispositivos de armazenamento removíveis flash)Recomenda-se SSD 
Resolução do monitorMonitor de 1024 x 768 (recomenda-se 1920 X 1080), compatibilidade com tela HiDPIObservação: para usar o espaço de trabalho por toque do InDesign, você deve ter um monitor/tablet com tela touch screen habilitada executando o Windows 10 ou posterior (como o Microsoft Surface Pro 3) com a resolução de tela definida como 2160 x 1440 ou superior. Para interface dimensionável, a resolução mínima necessária do monitor é de 1920 x 1080.
Adaptadores de vídeo compatíveisPlaca de vídeo – Placa de vídeo de 32 bits
InternetA conexão com a Internet e o registro são necessários para a ativação do software, a validação de assinaturas e o acesso aos serviços online. 
Compatibilidade do Adobe Indesign no Windows. Fonte: Adobe

macOS

ProcessadorProcessador Intel Multicore ou Apple silicon/M1SSE4.2 ou mecanismo SIMD superior
Sistema operacionalmacOS versão 12.0 (Monterey)macOS versão 11 (Big Sur)macOS versão 10.15 (Catalina)
RAMMínimo de 4 GB de RAM (recomenda-se 16 GB)
Espaço em disco rígido4,5 GB de espaço disponível no disco rígido para instalaçãoRequer espaço livre adicional durante a instalação (não é possível instalar em um volume que use um sistema de arquivos que diferencia maiúsculas e minúsculas ou em dispositivos de armazenamento removíveis flash) 
Resolução do monitorMonitor de 1080 x 768 (recomenda-se 1920 x 1024), compatível com tela Retina.Para interface dimensionável, a resolução mínima necessária do monitor é de 1920 x 1080.
Adaptadores de vídeo compatíveisPlaca de vídeo – Placa de vídeo de 32 bits
InternetA conexão com a Internet e o registro são necessários para a ativação do software, a validação de assinaturas e o acesso aos serviços online.
Metal GPUPara usar os recursos de desempenho de GPU, o Mac deve ter, no mínimo, 1024 MB de VRAM (recomenda-se 2 GB) e o computador deve ser compatível com Metal. O recurso Metal GPU é compatível com:iMac 4KiMac 5KMacBook Pro RetinaMac Pro conectado a um monitor HiDPIMac mini conectado a um monitor HiDPIPara verificar o valor de VRAM: selecione Mac > Sobre Este Mac (informação dos gráficos).
Compatibilidade do Adobe Indesign no Windows. Fonte: Abobe

Vale sempre lembrar que os requisitos podem mudar conforme novas versões são lançadas.

Quais as versões do software?

Segundo o site oficial da Adobe, atualmente, a versão mais recente é a 17.3, lançada em maio de 2022. A sua atualização incluiu correções para problemas de funcionalidade, estabilidade e desempenho.

Diferença entre o Adobe InDesign CC e CS

Além de saber o que é InDesign, também precisa saber que existem diferentes designações do software.

O Indesign CS representava o Creative Suite, que podia ser obtido com uma licença vitalícia comprada por uma taxa única e usada para sempre. Ele não é mais suportado pela Adobe Systems e, portanto, não recebe mais atualizações, mas ainda pode ser usado em alguns projetos. 

Já o InDesign CC é o que está presente na Creative Cloud e traz recursos como o Typekit com fontes de texto e o Adobe Stock para download de imagens, com custos adicionais para cada um. 

Ele ainda recebe atualizações significativas com melhorias e pode ser obtido por uma taxa mensal separadamente ou com a assinatura completa da Creative Cloud.

Alternativas ao InDesign

Se você precisa de um programa para diagramar revistas, jornais e livros ou criar banners, anúncios e até layout para sites com aplicabilidade UX, mas não deseja pagar pelo InDesign, pode recorrer a algumas alternativas gratuitas. Veja abaixo algumas opções:

Lembrando que, apesar de terem funções semelhantes, não significa que eles contam com as mesmas ferramentas e funcionalidades do InDesign.

Profissionais que trabalham com InDesign

Diversos profissionais podem utilizar o InDesign no dia a dia, uma vez que existem diversos recursos no programa que podem criar peças para as mais variadas finalidades. Porém, ele costuma ser muito requisitado em profissões que envolvem a edição e estruturação de imagens e textos.

Média salarial dos profissionais

Confira agora a média salarial mensal de alguns dos profissionais que podem utilizar o InDesign nas suas funções.

ProfissionalMédia Salarial
Designer GráficoR$ 2.227
Web DesignerR$ 2.727
Analista de Web DesignR$ 4.008
UX DesignerR$ 5.203
Média salarial por profissão em junho de 2022. Fonte: Glassdoor

Como aprender o Adobe InDesign

Você pode aprender a usar o InDesign de diversas maneiras diferentes. Por meio de vídeos e cursos, consegue aprender onde está cada funcionalidade e como aplicá-la da melhor maneira. Na prática, ao usar o aplicativo, também poderá desenvolver maior familiaridade com as suas ferramentas e utilizá-lo cada vez mais facilmente.

Private equity: confira o que é e como investir

Sabia que é possível ser sócio de uma empresa mesmo que ela não esteja na Bolsa de Valores? Sim, isso é possível na modalidade Private Equity! Como as negociações não estão no mercado acionário, o investimento é feito de forma privada, justificando a denominação do fundo.

O termo private equity, em português chamado “patrimônio privado”, refere-se a uma variedade de estratégias de investimento que visam aumentar o valor de uma empresa através da aquisição, reestruturação e, eventualmente, a venda dela.

Empresas de private equity normalmente investem em negócios que estão em fase inicial de crescimento ou que estão passando por uma reestruturação.

Essas empresas normalmente têm um conjunto de profissionais que trabalham para avaliar oportunidades de investimento, desenvolver estratégias para maximizar o valor das companhias em que investem e monitorar o desempenho temporalmente.

Em síntese, o objetivo é tornar-se sócia no negócio e alavancar o valor da companhia, por seu ingresso na bolsa de valores, onde o investidor acaba participando ativamente da administração e da gestão da corporação.

E quais são os ganhos, afinal? O lucro desse fundo é resultante das negociações posteriores das ações da empresa da qual a gestora investiu capital e contribuiu para seu crescimento. Ainda, saiba que por conta dos riscos, a participação nesse tipo de fundo no Brasil é limitada aos investidores qualificados.

Confira no conteúdo o que é Private Equity, características e vantagens. Também quais são os principais Fundos de Private Equity no Brasil e como realizar o investimento na prática. Boa leitura!

Private equity, o que é?

Private equity é um tipo de investimento alternativo que envolve um aporte de capital privado em empresas que não estão listadas na bolsa de valores, como já dito anteriormente.

As negociações de interesse são feitas por fundos de investimento, empresas de capital de risco e outros investidores institucionais. Essas aplicações de investimentos podem ser feitas em negócios de diferentes estágios de desenvolvimento, desde empresas em estágio inicial até instituições que estão sendo preparadas para serem vendidas ou que já foram privatizadas.

Os fundos de private equity são geralmente criados com um horizonte de investimento de cinco a dez anos. Ao longo desse período, a sociedade de gestão de investimentos irá monitorar ativamente a performance da empresa e fornecer apoio para a sua gestão.

No final do horizonte de investimento, o fundo espera vender a sua participação no negócio para um comprador estratégico ou realizar uma Oferta Pública Inicial (IPO) na bolsa de valores.

Um Fundo de Private Equity é composto por 3 fases:

  • Fase 1 – Período de captação e comprometimento de capital;
  • Fase 2 – Período de investimento;
  • Fase 3 – Período de desinvestimento.

Quando e como surgiu a prática?

O Private Equity é uma modalidade de investimento que surgiu nos Estados Unidos por volta da década de 80, em que uma gestora – empresa que administra investimentos – compra uma parte de determinada empresa, se tornando uma sócia do negócio, com o objetivo de alavancar seus resultados visando o aumento do valor da companhia. Assim, esse fundo lucra ao vender a parte que lhe pertence do negócio – depois de contribuir para sua valorização.

Principais características de private equity

Confira alguns detalhes sobre a modalidade para quem investe:

  • Diversificação da carteira, além de ações indicadas na bolsa de valores;
  • Participação nos resultados da empresa investida de forma direta;
  • Riscos significativos por envolver acordos de valor monetário alto;
  • É um meio mais acessível de investir em companhias fechadas;
  • Resgate limitado em médio e longo prazo.

<Leia: Investimento para startups: qual o mais interessante para você? />

Como se diferencia private equity e venture capital?

Private equity e venture capital são duas formas de investimento em empresas que não podem ser confudidas. As principais diferenças entre elas são o tipo de empresas em que se investe, o prazo do investimento e a forma de remuneração. Vamos saber mais?

Private equity é um tipo de investimento em que se investe em empresas maduras e já estabelecidas, geralmente com o objetivo de aumentar o seu valor através da reestruturação. Os investimentos são geralmente de longo prazo e a forma de remuneração é por meio da venda da empresa ou da sua participação na mesma.

Já o Venture capital, por outro lado, é um tipo de investimento em que se investe em empresas que ainda estão em fase de crescimento e que apresentam um elevado potencial de progressão. Os investimentos em venture capital são geralmente de médio a longo prazo e a forma de remuneração é através do crescimento do valor da empresa. Entendeu as diferenças?

E entre private equity e public equity, qual a diferença?

O Private equity (PE) normalmente se refere aos fundos de investimento, como capital de risco ou fundos de compra, que investem em empresas de capital fechado. O patrimônio público, em inglês Public Equity, por outro lado, refere-se às ações de empresas de capital aberto.

A principal diferença entre as modalidades é o nível de regulamentação e divulgação. As empresas de private equity não estão sujeitas ao mesmo nível de regulamentação que as empresas públicas e, como tal, podem ter uma abordagem mais prática de seus investimentos.

As empresas públicas, por outro lado, devem divulgar suas informações financeiras e outras informações ao público e estão sujeitas às regulamentações mais rigorosas.

Outra diferença é a estrutura de propriedade. As empresas de private equity geralmente possuem uma participação majoritária nas empresas em que investem, enquanto as empresas públicas são normalmente de propriedade de muitos acionistas ou do Poder Público.

< Saiba mais: Sopa de letras? Confira 30 termos financeiros que você precisa conhecer />

Quais os principais fundos de private equity?

Os principais fundos de private equity no Brasil são:

Grupo BTG Pactual: um dos maiores bancos de investimento do Brasil, o BTG Pactual possui um fundo de private equity voltado para investimentos em empresas de médio porte.

Patria Investments: é um dos principais fundos de PE do Brasil, com foco em investimentos em empresas de médio porte.

Bradesco BBI: é um dos principais bancos de investimento do Brasil e possui um fundo de private equity voltado para investimentos em empresas de médio porte.

Itaú Unibanco: é o maior banco privado do Brasil e possui um fundo de PE voltado para investimentos em empresas de médio porte.

Valor Capital Group: é um dos principais fundos de private equity do Brasil, com foco em investimentos em empresas de médio porte.

Há ainda outros. Conheça:

  • Brookfield Business Partners;
  • Xp Asset Management;
  • Kinea Investimentos e
  • Vinci Partners.

Curiosidade

Estudo recente divulgado pelo Insper mostrou que se os investidores do chamado “primeiro quartil” tivessem investido em PE entre 1994 e 2021 teriam um retorno anual de 40%, acima de qualquer outra classe de ativos.

Como funciona o mercado de private equity no Brasil?

O mercado de private equity no Brasil funciona de forma semelhante ao mercado nos Estados Unidos.

Na prática, os investidores procuram empresas que estejam em crescimento, com boas perspectivas de lucro e que estejam dispostas a vender uma participação minoritária na empresa.

Os especialistas na área também buscam empresas que possam ser adquiridas por um preço razoável e que possam gerar um retorno significativo sobre o investimento.

Regulamentação e fiscalização

Em solo brasileiro, os fundos de private equity são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), consoante a Instrução 578, e aplicam regulamentos alinhados com as boas práticas internacionais na definição das responsabilidades dos administradores e gestores. Isso é essencial para abrandar o risco de o gestor comprometer a criação de valor nas empresas.

A adoção de tais práticas foi comprovada em um estudo realizado pelo Insper em parceria com a Abvcap, em que 148 regulamentos de fundos de private equity foram analisados.

O levantamento feito indica que o prazo médio de duração dos fundos registrados no país é de 10 anos. Já o período de investimento dos fundos é de 5 anos. Aliás, ambos os prazos podem ser prorrogados mediante aprovação em assembleia.

Logo, são investimentos ilíquidos e de longo prazo, com informações assimétricas, em que o gestor sempre terá mais informações do que o cotista. Por isso, é fundamental que os fundos adotem mecanismos de proteção para evitar possíveis conflitos.

Como investir em private equity?

Para realizar investimentos em fundos de Private Equity, é preciso ter conta em uma corretora, como a XP Investimentos, e procurar pelos investimentos alternativos na plataforma. Por lá, confira detalhadamente as características de cada um e qual se adequa melhor aos seus objetivos.

Contudo, saiba se você pode realizar a prática.

Mas, quem pode investir?

No Brasil, investimentos nesses fundos só podem ser feitos por investidores qualificados e investidores profissionais. Não há regulamentação para abrir esse tipo de investimento ao público em geral.

Quais as vantagens do private equity?

São muitos os benefícios. Uma das principais vantagens é que as empresas de private equity podem ajudar corporações a expandir seus negócios e entrar em novos mercados. Isso pode levar a maiores lucros e crescimento exponencial.

Além disso, as empresas de private equity podem fornecer às instituições o capital necessário para investir em novos projetos ou expandir suas operações.

Isso pode ajudar a criar empregos e estimular o crescimento econômico. Finalmente, as firmas de investidoras podem ajudar a reestruturar as empresas e torná-las mais eficientes. Isso pode levar a economia de custos e melhor desempenho financeiro.

Quer aprofundar seus conhecimentos em relação às finanças? Que tal fazer um MBA em Investimentos e Private Banking? Um curso completo para te ajudar a construir uma carteira diversificada e inteligente. Você poderá estudar onde e quando quiser! São conteúdos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver!

Do básico ao avançado: saiba o que é rentabilidade e como calcular

No mundo dos investimentos, a dúvida “o que é rentabilidade” é bastante comum. Ela se torna ainda mais importante quando o seu conceito é compreendido com mais clareza. Afinal, o termo se refere ao valor que o investidor ganhará por aquela aplicação. 

Um retorno de investimento de 5% anual, por exemplo, mostra que após um ano de aplicação, o investidor terá essa porcentagem de retorno sobre o investimento inicial. Na prática, funciona assim: se você investe R$ 5 mil, então, esse retorno será de R$ 250, o que corresponde a 5% de R$ 5 mil. Ficou claro? 

Para que você entenda melhor o assunto, preparamos um guia completo sobre o que é rentabilidade líquida, como calcular rentabilidade, entre outras questões. Leia até o fim e tire todas as suas dúvidas. 

O que é rentabilidade? 

Trata-se de um percentual de remuneração adquirido por meio do valor que você investiu. Em outras palavras, é a quantia que o investidor terá de retorno de uma aplicação. 

Quer um exemplo para entender melhor o que é rentabilidade? 

Bem, imagine que o João investiu R$ 100 em uma aplicação e, ao final do período, ele resgatou R$ 150. Nessa situação, a rentabilidade de João foi de 50%. 

Compreender esse conteúdo é fundamental para que você escolha o investimento que combine  mais com o seu perfil. 

Imagine que você pretende fazer uma viagem para o Rio de Janeiro e não sabe quantos quilômetros seu automóvel faz por litro de gasolina ou, ainda, que você vai fazer um jantar para a sua família e não sabe a quantidade de bebida que será necessária para o evento. 

Provavelmente, faltará combustível no meio do caminho ou não terá bebidas suficientes para todos os convidados do jantar, concorda? 

Com o seu dinheiro a preocupação é a mesma. Afinal, cada modalidade de investimento garante um retorno diferente para o seu planejamento. 

Por exemplo: ao analisar o Certificado de Depósito Bancário (CDB), o primeiro item observado é o retorno que esse ativo oferece. 

Se ele garante um rendimento que multiplicará 110% da CDI sobre o montante aportado, a taxa de rentabilidade é exatamente esse valor percentual. 

Quem compra um título de Tesouro IPCA+ deve ter em mente que a rentabilidade, novamente, é o valor percentual acordado no momento da negociação. 

Nesse tipo de modalidade de investimento híbrido, a rentabilidade é calculada por uma taxa de juros prefixada mais o valor do Índice de Preço ao Consumidor (IPCA).

É fundamental deixar claro que a rentabilidade é um valor conhecido pelo investidor no momento da compra apenas na renda fixa. Já para as opções da renda variável, a taxa não é definida e fica dependente da forma como o mercado faz a precificação dos ativos. 

Porém, essa oscilação pode ser utilizada em benefício dos investidores. Embora seja mais imprevisível, a renda variável tem o hábito de garantir uma rentabilidade média maior que a dos títulos de renda fixa. Como se sabe, ativos com mais risco  tendem a ter rendimentos mais altos. 

Qual é a diferença entre rendimento e rentabilidade?

Ao pesquisar informações sobre o que é rentabilidade, é normal que esse termo cause confusão com o rendimento. Apesar da grafia ser bem parecida, cada um tem a sua particularidade. Veja abaixo! 

  • Rentabilidade: indica a taxa de retorno de um determinado ativo;
  • Rendimento: o valor em dinheiro que uma pessoa ganhou além do capital investido. 

Imagine que o João investiu em uma ação que rendeu 10% em 6 meses e garantiu um lucro de R$ 300. Dessa forma, a rentabilidade está relacionada a porcentagem e o rendimento ao lucro. 

Quais são os tipos de rentabilidade? 

Agora que você já sabe o que é rentabilidade, vamos entender melhor quais são as formas de classificação deste termo? Ele pode ser definido conforme a aplicação ou não de taxas de Imposto de Renda, de administração, de corretagem, entre outras, no montante final:

  • Rentabilidade bruta: os impostos e outros tipos de taxas que voltam sobre o seu montante ou rendimento final não são considerados; 
  • Rentabilidade líquida: indica os seus ganhos reais com a negociação. 

Também há outras duas maneiras de classificar os tipos de rentabilidade. Aqui, é levado em consideração o princípio do valor real do dinheiro em virtude da inflação ou deflação. Como sabemos, embora o valor real seja invariável, o poder de compra pode ser corroído ou ampliado.

Diante desse cenário, a rentabilidade pode ser classificada em real e nominal. 

  • Real: o cálculo da taxa de retorno é mais complicado e apurado. Ele leva em conta os valores da inflação ou deflação do período em que foi aplicado o seu dinheiro. O Índice Nacional de Preço ao Consumidor (IPCA) é o indicador macroeconômico mais utilizado para estabelecer os valores dessa taxa. 
  • Nominal: considera somente o valor nominal de rentabilidade. A valorização ou corrosão do poder de compra não estão presentes nesse tipo de rentabilidade. Por isso, o cálculo dessa taxa de retorno é menos burocrático, no entanto, ela não traz o impacto real do lucro do investidor.

Como calcular a rentabilidade de um investimento? 

Se você chegou até aqui, provavelmente, está com dúvidas sobre como descobrir a rentabilidade de um investimento, não é mesmo? A partir de agora, mostraremos um passo a passo tanto para a renda fixa quanto para a renda variável. 

Cálculo de rentabilidade do investimento de renda fixa

No mundo dos investimentos, há vários tipos de renda fixa. Cada uma oferece um fluxo de remuneração para o investidor. Para facilitar o entendimento sobre o assunto, vamos utilizar a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) como exemplo. 

Imagine a contratação de uma taxa prefixada. Aqui,você saberá com antecedência qual é o percentual correto a ser aplicado no vencimento do título. E, diante desse cenário, veja abaixo a fórmula para fazer o cálculo. 

M = C X (1+I)T

Mas, o que representa cada letra? Apesar da fórmula ser um pouco confusa, a explicação de cada uma é mais simples do que parece.

  • M: o valor que será resgatado no período de vencimento, isto é, a quantia final da LCI;
  • C: adicione o aporte final, representando a quantia que foi aplicada inicialmente; 
  • I: informe qual foi a taxa de juros contratada, ou seja, a rentabilidade do título;
  • T: está associada ao período de aplicação. Exemplo: três ou cinco anos. 

Cálculo da rentabilidade de um investimento de renda variável

Já destacamos aqui no blog informações completas sobre o cálculo de rentabilidade das ações. E, como esses ativos são populares na renda variável, vamos adiantar algumas orientações. Mas é fundamental deixar claro o quanto é importante consultar outras informações no artigo mencionado, combinado? 

O primeiro passo é abrir um Excel ou o Google Planilhas. Nessa ferramenta, você deve usar uma linha para cada uma das ações e uma coluna para os itens a seguir. 

Agora, adicione o código da ação com o objetivo de automatizar a cotação da internet para o Excel, da mesma forma que explica o passo a passo da Microsoft.  

Você deve monitorar as datas de compra e venda na cota de corretas, que são emitidas pela corretora de valores. 

Em seguida, adicione a cotação do dia em que o papel entrou no portfólio, o que também está presente na nota de correção. Você deve delimitar ainda o número de ações, seja do mercado integral (lote cheio) ou fracionário (lote fracionado);

O próximo passo é multiplicar o valor da cotação pela quantidade de papéis adquiridos. É recomendável ainda somar a corretagem e os outros custos. 

Você deve comparar a cotação atual (disponível no portal InfoMoney) diante do custo de aquisição de cada papel.

Agora, analise a valorização ou a desvalorização do ativo. Nesse momento, deve-se considerar a quantia paga no dia da compra e cotação atual. 

Depois, multiplique a quantidade de ações pelas respectivas cotações atuais para verificar como está o desenvolvimento da carteira. 

Verifique a quantia atual consolidada. Some proventos e troque impostos e taxas sobre os lucros na aquisição de ações. 

Por fim, aplique o cálculo de rentabilidade, utilizando a fórmula abaixo. 

VALOR CONSOLIDADO / TOTAL INVESTIDO – 1

Após conferir a rentabilidade nominal, desconte a inflação para ter acesso a rentabilidade real. 

Como potencializar a sua rentabilidade? 

Outra dúvida bastante comum dos investidores é como potencializar a sua rentabilidade. Pensando nisso, separamos quatro dicas que podem ajudá-lo nesse processo.

1- Observe o imposto sobre o rendimento 

No Brasil, o Imposto de Renda recai sobre os rendimentos em grande parte das possibilidades de investimentos disponíveis, seja no Tesouro Direto, CDB e ações

Com isso em mente, sempre que você aplicar o cálculo da rentabilidade de algum título, deduza as cobranças de IR do valor ofertado na negociação.  

A boa notícia é que existem várias opções que são isentas de Imposto de Renda e que podem ser adicionadas em sua carteira de investimentos. Escolher essas alternativas é uma estratégia para proteger os seus lucros contra o ataque do leão. 

Veja abaixo quais são os principais ativos livres de impostos sobre rendimento. 

  • Caderneta de poupanças; 
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Certificado de Recebíveis Imobiliário (CRI);
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA); 
  • Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA);
  • Fundos Imobiliários (FII); 
  • Debêntures Incentivadas;
  • Dividendos de ações e Fundos Imobiliários, entre outros.

Economize no Imposto de Renda! Descubra as vantagens de se investir na previdência privada

2- Tenha cuidado com as cobranças escondidas 

Geralmente, os investidores não levam em consideração algumas cobranças que ficam escondidas, como as taxas administrativas e taxas de corretagem

  • Taxas administrativas: cobrança que está acoplada em produtos financeiros (fundo de investimentos ou previdências privadas). Esse valor está relacionado a uma quantia, já pré-definida na negociação. Ela é paga para instituição financeira pela gestação e administração do portfólio de ativos que pertencem a esse tipo de produto. 
  • Taxas de corretagem: esse valor pode ser contornável. Afinal, o mercado contém várias corretoras, plataformas de investimento e bancos digitais e garantem isenção dessa tarifa. 

3- Trabalhe a paciência e a disciplina 

Quem está envolvido com o mundo dos investimentos sabe o quanto paciência e disciplina são fundamentais no dia a dia. Elas são importantes para qualquer tipo de investidor, seja aquele conservador, moderado ou arrojado. 

Pense, por exemplo, na renda fixa. Nesse cenário, quanto mais o investidor demorar para resgatar a quantia, maiores são as possibilidades de garantir boas taxas de retorno. 

Se você aplica uma quantia no Tesouro IPCA+, com data de vencimento em 2035, ele oferece um rendimento melhor do que aquela alternativa com período vencido em 2026. 

Agora, relembre as características da renda variável. Os investidores que não pretendem ter retorno imediato com day trade e análise técnica de gráficos, o longo prazo é uma boa saída, uma vez que ele traz premiações às carteiras escolhidas com critério e análise fundamentalista.

Entenda mais sobre Consistência e Gerenciamento de Risco 

4- Tenha uma rotina de estudos 

Por fim, e não menos importante, lembre-se de incluir em sua rotina um estudo contínuo para compreender com mais clareza o que é rentabilidade, quais são as melhores alternativas conforme a sua estratégia e perfil de investidor

O contato com materiais regulares também ajuda a conhecer a dinâmica do mercado financeiro e os principais elementos que influenciam os preços e os rendimentos. 

Uma dica interessante é utilizar tipos de conteúdos variados para expandir o seu conhecimento, como livros, blog posts, vídeos e cursos. 

Após descobrir o que é rentabilidade, vale a pena conhecer a Faculdade XP

Oferecemos uma variedade de cursos para que você aprenda em detalhes a dinâmica do mercado financeiro, além de descobrir alguns segredos para montar sua carteira de investimentos e, assim, maximizar os rendimentos tanto com ativos de renda variável quanto de renda fixa.

O que é capital social e como definir o de uma empresa?

Descobrir o que é capital social é muito importante para qualquer empresa, afinal, ele é responsável por garantir o desenvolvimento do negócio. Trata-se do valor investido por cada um dos sócios para o início das atividades. A quantia pode ser aplicada de várias formas, como bens financeiros, bens materiais ou bens imateriais.

O registro do capital social deve ser feito no Contrato Social da empresa: documento que oficializa a criação de um empreendimento e conta com todas as informações sobre a organização (razão social, endereço da sede e informações sobre os sócios). 

A falta de um capital social pode trazer dificuldades para a companhia, seja na manutenção dos equipamentos ou na contratação de novos serviços. Por isso, ele não pode ser ignorado por uma organização. 

Mas, como funciona o capital social? 

Como calcular o capital social para a minha empresa? 

Leia o conteúdo até o fim para tirar todas as suas dúvidas. 

O que é capital social?

Um novo negócio não entra no mercado como num passe de mágica. Ele precisa de investimentos para que as primeiras ideias saiam do papel. E o esforço não é pequeno. Afinal, é necessário cuidar de diversos detalhes importantes, como a compra de mercadorias, aluguel ou aquisição de um ponto comercial, contratação de colaboradores, entre outros. 

Para que o sonho do empreendimento não pare logo no início do projeto, os sócios aplicam uma determinada quantia para a empresa. Então, o capital social nada mais é que o montante investido na nova companhia até que ela comece a gerar lucros. 

Nessa lógica, todos os itens são quitados pelo montante investido. É importante destacar que os valores não se resumem apenas em dinheiro. Eles podem ser oferecidos em vários formatos. 

  • Bens financeiros: dinheiro;
  • Bens materiais: carros, imóveis, matérias-primas;
  • Bens imateriais: marca, patentes.

Como o capital social é dividido?

O capital social não é compartilhado de qualquer forma. Para evitar problemas, é essencial que ele seja documentado no Contrato Social, após um acordo entre os sócios envolvidos. Dessa forma, os responsáveis pela empresa compreendem o quanto de dinheiro será depositado para o desenvolvimento da companhia. 

O valor aplicado é muito importante para o funcionamento da empresa. Por isso, é essencial escolher um profissional que tenha habilidade para administrá-lo com qualidade. Caso contrário, o projeto pode ter dificuldades para atingir o retorno do investimento aplicado e há grandes chances de entrar no vermelho e enfrentar a temida falência

Além disso, os sócios devem ter em mente que imprevistos podem aparecer no meio do caminho, como a alta no valor dos produtos. Dessa forma, é necessário ter uma quantia resguardada para eventuais gastos e, assim, garantir o funcionamento da empresa, sem passar por grandes riscos.  

Percebeu que aprender o que é capital social não é um bicho de sete cabeças? Quando você se aprofunda nesse tipo de conhecimento, consegue iniciar seu negócio com mais segurança e recursos. 

Propósito: como aumentar vendas e reduzir custos: 

Para que serve o capital social de uma empresa? 

Quando todos os custos de uma companhia são planejados, é mais fácil impedir vários problemas durante a execução das atividades. Qualquer falha pode prejudicar as contas da empresa, provocando consequências irreversíveis. Diante desse cenário, a gestão não pode ter foco somente no setor operacional, mas também na questão financeira. 

O capital social é a quantia bruta que o seu empreendimento precisa para iniciar as atividades e se manter no mercado até que o próprio negócio dê retorno com a venda dos produtos ou serviços. 

É com esse valor que a sua empresa pode operar, mesmo se o fluxo de caixa estiver oscilando. Com ele, é possível ter um valor para cuidar da manutenção e da compra de mercadorias, evitando falhas na companhia. 

Como calcular o capital social de uma empresa? 

Agora que você já sabe o que é capital social, vamos entender melhor como calcular o montante para a sua empresa? 

O primeiro passo é compreender em qual tipo societário o seu negócio se enquadra. Quem tem uma empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), por exemplo, precisa ter um capital inicial correspondente a, pelo menos, 100 salários mínimos. 

Já para os empresários que trabalham como MEI, Empresário Individual (EI), Sociedade Limitada (LTDA) e Sociedade Limitada Unipessoal (LTDA Unipessoal), não há uma quantia mínima para o capital social. 

Para esses casos, os empreendedores podem definir qual é o valor necessário para iniciar o negócio até que ele comece a dar lucro. Para isso, é necessário ter atenção com alguns detalhes importantes.

  • Tenha um plano de negócio de qualidade ou faça um planejamento completo que ajude a calcular os custos iniciais da empresa;
  • Comece com um valor mínimo necessário para quitar os gastos iniciais;
  • Tenha em mente que, enquanto o empreendimento não der lucro, as dívidas serão pagas pelo capital investido pelos sócios. 

Mesmo com as orientações acima, cada empresa tem as suas próprias particularidades. Por isso, é fundamental conhecer o seu negócio para descobrir o valor total do capital social. Um assessor de investimentos pode ajudá-lo a encontrar as melhores formas de usar o valor disponível da sua empresa. 

Como o capitalismo consciente pode ajudar no seu negócio

Qual é o valor do capital social do MEI? 

Antes de mostrarmos qual é o valor do capital social do MEI, é importante explicar que esse profissional é autônomo e que pode ter um faturamento anual de até R$81.000,00 (em 2022). 

Já em relação ao capital social dessa modalidade, não há um mínimo estabelecido. Porém, o MEI não pode ter sócios. Para fazer o capital social, você deve apenas registrar uma quantia gasta para o início das atividades. Esse processo serve somente para controle próprio, mas não é exigido por lei. 

Uma dica interessante é definir o capital social a partir da quantidade dos produtos e das ferramentas, somado aos tributos que precisam ser quitados para o início das atividades. 

Agora que já sabe o que é capital social, restou alguma dúvida? Se você deseja aprofundar em relação a outros conhecimentos que impactam no sucesso da sua empresa, a Escola de Investimentos da XP Educação tem o curso perfeito para você.

O que é espólio e como fazer a declaração no IRPF? 

Após o falecimento de uma pessoa da família, é normal surgir a dúvida sobre o que é espólio. O assunto ganha destaque porque está relacionado a todos os bens que foram deixados por alguém depois da morte.

Geralmente, esse processo não ocorre da noite para o dia. Ele pode demorar meses ou anos para ser concluído e necessita de um representante para acompanhar todas as etapas. 

Neste artigo, explicaremos mais detalhes sobre o que significa espólio e inventário, quem representa o espólio, entre outras questões. Leia até o final e saiba tudo sobre esse documento. 

O que é o espólio?

Espólio é um grupo de bens e direitos que foram deixados por um indivíduo falecido para os seus herdeiros. Em outras palavras, o espólio se refere ao patrimônio líquido de uma pessoa antes de ir a óbito. 

De forma jurídica, o espólio é denominado de “de cujus” e está relacionado a todo o património que o falecido deixou para os seus herdeiros legais. Em um único espólio, é possível encontrar os seguintes elementos abaixo.

  • Imóveis;
  • Carro;
  • Aplicações financeiras;
  • Saldos em conta corrente;
  • Contas a receber (cheques e notas promissórias). 

Qual a diferença entre espólio e herança?

Uma situação bastante comum é confundir espólio com herança. Embora sejam parecidos, cada termo tem a sua particularidade. 

  • Espólio: está relacionado aos bens e direitos que um indivíduo deixou para os seus herdeiros. No documento, não estão compreendidos os deveres da pessoa;
  • Herança: contém o espólio (conjunto de bens e direitos) e os deveres (dívidas, ações legais) do indivíduo que faleceu. 

Quem representa o espólio?

Essa resposta depende do período em que se encontra o inventário: antes ou depois da abertura do processo. Confira abaixo quem pode representar o espólio em cada etapa. 

Administrador provisório

O falecimento de uma pessoa e a abertura do processo de inventário nem sempre ocorrem de forma imediata. Os casos podem sair do papel depois de meses ou até anos. Porém, o espólio não fica sem representante. A responsabilidade é direcionada a um administrador provisório. 

O mais interessante é que esse indivíduo não precisa de uma nomeação formal. Basta escolher alguém que tinha um contato frequente com a pessoa falecida. 

Porém, é importante deixar claro que o administrador provisório é responsável por prestar contas, ou seja: ele deve informar o que foi feito com o espólio até o momento em que o inventário entra em produção. 

Então, é necessário mostrar recibos, transações e tudo que estava sob responsabilidade dele. Os danos sofridos pelos patrimônios também devem ser registrados. 

Inventariante

Após a abertura do inventário, independentemente se ele é judicial ou extrajudicial, é escolhido um inventariante, isto é: um indivíduo responsável legalmente para desenvolver o documento e o espólio. A definição pode ser feita pelos herdeiros, caso ocorra consenso entre os familiares. 

Se algum membro da família discordar da pessoa escolhida para ser inventariante, a prioridade é sempre do cônjuge ou companheiro da pessoa falecida. Na ausência dele, o administrador provisório tem a preferência. 

Como é feita a divisão de um espólio? 

Após descobrir o que é espólio, provavelmente, você está com dúvidas sobre como é feito o processo de divisão dos bens, não é mesmo? Bem, ela é documentada por meio de um inventário. O documento é produzido quando alguma pessoa da família morre e ela detém um patrimônio. 

Porém, conforme aponta o artigo 1784 do Código Civil, a posse e o domínio de bens é transferido de forma automática aos sucessores, não sendo necessário a formalidade. 

Para a representação do espólio, é fundamental nomear em juízo um representante. Ele, que será denominado como inventariante, deve ser selecionado pelos próprios herdeiros. 

Quais são os riscos do espólio? 

Todos os envolvidos (herdeiros, administradores provisórios e inventariantes) precisam redobrar a atenção em relação ao espólio de um falecido. 

Além de ser uma grande responsabilidade, em grande parte dos casos, esse processo gera brigas na família. O sentimento ocorre quando alguém toma uma decisão sem consultar outras pessoas. 

A melhor estratégia é sempre encontrar um consenso para as discussões. Dessa forma, impede que qualquer pessoa seja prejudicada. Além disso, quando as situações não são resolvidas com parcimônia, o processo é conduzido com mais lentidão. 

Confira dicas de como falar de dinheiro com a família nessa live da Faculdade XP + QCarreiras

Como é feita a declaração do imposto de renda de um espólio?

O processo é aplicado normalmente. Assim, a obrigação de contribuir com o imposto de renda da pessoa física prosseguirá mesmo depois do falecimento. 

De forma prática, o “de cujus” tem obrigação de declarar o imposto de renda do espólio. Essa exigência é aplicada até que ocorra a conclusão da partilha legal dos bens entre os herdeiros. 

A partir de agora, o espólio pertence aos herdeiros e, por isso, deve ser declarado como patrimônio deles e os respectivos impostos sobre herança.

Formas de declaração do Imposto de Renda 

Há três opções que podem ser aplicadas para a declaração do Imposto de Renda, de acordo com o programa padrão da Receita Federal. Elas são classificadas como inicial, intermediária ou final. 

  • Declaração inicial: está relacionada ao ano-calendário do falecimento;
  • Declaração intermediária: está associada aos anos-calendários posteriores ao falecimento, enquanto o inventário está sendo conduzido. Então, durante a execução do inventário até o ano anterior ao da decisão judicial transitada em julgado da partilha de bens, a responsabilidade da declaração de renda é do inventariante; 
  • Declaração final: está relacionada ao ano-calendário em que foi proferida a decisão judicial transitada em julgado da partilha. Nessa situação, é concluída a vida fiscal do “de cujus”, sendo quitada as obrigações dele com a Receita Federal. 

Agora que já sabe o que é espólio, restou alguma dúvida?  Se você deseja se aprofundar sobre outros termos importantes do mercado financeiro, a XP Educação tem o curso perfeito para você.

O que é patrimônio, quais são os tipos e como expandir a riqueza? 

Quem procura por formas de viver de renda, provavelmente, se depara com dúvidas como: o que é patrimônio? Bem, ele está relacionado a tudo aquilo que uma pessoa física possui e deve. 

Em grande parte dos casos, quando o assunto está relacionado a dinheiro, algumas pessoas têm o hábito de questionar para amigos e parentes: “Quanto você ganha?”.

Na verdade, a pergunta correta deveria ser: “Quanto vale o seu patrimônio?“. 

Isso porque o cálculo da riqueza é medido pelo patrimônio líquido, e não pelos rendimentos. 

A partir de agora, explicaremos com mais detalhes o que significa patrimônio, quais são os tipos de patrimônio, como fazer o cálculo correto, entre outras questões. Leia até o fim e tire todas as suas dúvidas. 

O que é patrimônio? 

O patrimônio de uma pessoa está relacionado ao grupo de direitos, bens e obrigações que ela possui. Ele compõe duas partes: ativos e passivos. 

  • Ativos: são itens que agregam, isto é, os bens e os direitos, como os investimentos e imóveis;
  • Passivos: são as dívidas de uma pessoa que precisam ser quitadas. 

Mesmo que as quantias a pagar sejam analisadas, o objetivo do patrimônio pessoal é permitir que um indivíduo tenha segurança financeira e conquiste a tão sonhada independência

O patrimônio pessoal pode ser adquirido de várias formas, seja por meio do trabalho, doação ou herança.

Quer saber como construir um planejamento financeiro de sucesso? Então, aperte o play! 

Por que é importante conhecer o seu patrimônio? 

Ao calcular o patrimônio regularmente, você terá acesso ao seu histórico financeiro. Esse cenário o ajudará a definir o verdadeiro nível de riqueza e o quanto falta para alcançar os seus objetivos, como a compra de um carro ou o imóvel dos sonhos.  

Imagine que João almeja conquistar um patrimônio de R$ 1 milhão. Ele tem um imóvel financiado de R$ 500 mil e R$ 100 mil aplicados. Faltam R$ 400 mil para atingir a meta, correto? Errado, uma vez que o apartamento é financiado. 

Por isso, é necessário descontar desses R$ 600 mil o valor devedor do financiamento. Ou seja, João tem um patrimônio de R$200 mil e precisa juntar mais R$800 mil para atingir o seu objetivo. 

Compreender o seu patrimônio líquido vai ajudá-lo a fazer um planejamento financeiro com mais qualidade e descobrir hábitos que devem alterar para atingir as suas metas. Além disso, facilita no preenchimento e declaração do imposto de renda. 

Quais são os tipos de patrimônio? 

Agora que você já sabe o que é patrimônio, é importante mostrar ainda quais são os tipos que existem. Dessa forma, você terá uma visão mais completa sobre a sua realidade financeira. 

  • Bens: tudo que pode ser convertido em dinheiro. Eles são denominados como: tangíveis, intangíveis, móveis e imóveis;
  • Bens tangíveis: denominado também como bens corpóreos ou materiais. Esses itens têm uma existência física. Em outras palavras, eles podem ser “tocados”. Nesse grupo, encontram-se dinheiro, veículos, equipamentos, terrenos, entre outros;
  • Bens intangíveis: os bens não existem fisicamente. Mesmo assim, eles têm um valor monetário, como: marcas, patentes, domínios de internet e pontos comerciais. Também são denominados como bens incorpóreos ou imateriais;
  • Bens móveis: os elementos que pertencem a esse grupo podem ser mudados de lugar sem causar danos ao ambiente, como máquinas, estoques, utensílios, dinheiro e os animais;
  • Bens imóveis: ao contrário dos itens do grupo anterior, os bens imóveis são aqueles que não podem ser removidos do lugar, uma vez que eles causam danos ao solo ou subsolo, entre os quais: edifícios, os terrenos e as árvores;
  • Direitos: são aquilo que a pessoa física ou jurídica pode cobrar, isto é, seus recursos que estão em posse de terceiros, como o pagamento de uma venda feita a prazo. Nesse cenário, a companhia não tem o dinheiro, mas tem o direito de receber de quem adquiriu a mercadoria;
  • Obrigações: indica tudo que uma pessoa precisa quitar. Nesse grupo, são adicionados os empréstimos e as contas de consumo.

Como calcular o patrimônio? 

Após descobrir o que é patrimônio, provavelmente, você está se perguntando qual é o valor do meu montante hoje, não é mesmo? O cálculo é bem simples. 

Soma do valor de todos os itens que você possui (dinheiro, ações, títulos, imóveis, seu negócio atual, sua casa) – todas as suas dívidas 

Quer entender melhor como fazer o cálculo do patrimônio? 

Então, imagine o cenário da família Dias. Ela é composta pelo pai (empreendedor), a esposa e duas crianças. Foram registrados os seguintes ativos abaixo.  

  • Apartamento, avaliado em R$250 mil;
  • Carro, com valor atual de R$40 mil;
  • R$ 28 mil depositado no FGTS;
  • R$ 12 mil de aplicações financeiras;
  • R$ 18 mil aplicados em previdência privada;
  • R$ 5 mil depositados na conta corrente;
  • R$ 9 mil depositados na conta poupança.

Já em relação aos passivos, a família Dias registrou as seguintes informações. 

  • Saldo de R$120 mil do financiamento do apartamento;
  • Saldo de R$ 15 mil do financiamento do carro;
  • Empréstimo bancário pessoal no valor de R$ 4 mil;
  • Saldo devedor total no cartão de crédito de R$ 6 mil.

Diante desse cenário, é possível concluir que o ativo total da família Dias é no valor de R$ 362 mil, enquanto o passivo total é de R$ 145 mil. Já o patrimônio líquido corresponde ao valor de R$ 217 mil.

Como construir patrimônio? 

Após fazer o cálculo do patrimônio, você chegou ao resultado que gostaria? Você acredita que é necessário aumentar esse valor? Então, a partir de agora, mostraremos algumas dicas para expandir o seu patrimônio. Confira! 

1. Entenda como funciona a formação de um patrimônio 

Engana-se quem pensa que formar um bom patrimônio pessoal e ter qualidade de vida se resume apenas a ganhar bastante dinheiro. Pelo contrário, é essencial ter um planejamento financeiro e aplicar estratégias de investimentos nos momentos mais adequados. 

Essa preocupação é importante porque altos salários não duram para sempre e qualquer pessoa precisa estar preparada para mudanças do mercado. 

Um bom patrimônio pessoal é aquele que não depende exclusivamente de uma fonte de renda. O mais indicado é evitar que o seu padrão de vida tenha oscilações em virtude das mudanças no mercado ou na desvalorização da sua profissão. Veja abaixo algumas opções interessantes.

  • Tesouro direto: esses títulos públicos podem ser prefixados ou sofrer variações de acordo com a Selic e o IPCA. A melhor alternativa depende do mercado econômico. A liquidez oferece um alto valor; 
  • CDB: os títulos privados são pós-fixados e atrelados ao CDI, taxa que está perto da Selic. É possível ter liquidez alta ou apenas no vencimento; 
  • LCI e LCA: os títulos privados direcionados para o financiamento das atividades imobiliárias e agropecuárias têm mais probabilidade de ter liquidez baixa ou apenas no vencimento. Em grande parte dos casos, eles são pós-fixados;
  • Ações: diretamente negociadas na bolsa de valores. O risco das ações pode ser alto, porém, pode gerar ótimos ganhos. Eles são indicados, especialmente, em momentos em que a renda fixa não traz um lucro alto. 

Para se aperfeiçoar neste assunto, recomendamos o Combo: Superando o medo de investir. São três cursos que irão abordar temas como as crenças limitantes do dinheiro, o poder do autoconhecimento financeiro e formas de iniciar no mundo dos investimentos.  

2. Não cometa os erros do investimento a longo prazo 

Um erro que grande parte das pessoas comete é fazer um investimento e simplesmente abandonar o dinheiro. Esse tipo de postura não trará bons resultados, caso a aplicação financeira não seja escolhida com cuidado. 

Grandes nomes do mercado, como Warren Buffett, sempre destacaram os pontos positivos dos juros compostos no longo prazo. 

A regra é clara: quanto mais tempo o seu montante permanecer investido, mais juros serão acumulados. Se reinvestidos, esses juros podem render sobre os novos juros. Parece mágica, mas essa é a dinâmica do mercado. 

Você conhece os investimentos alternativos? Assista pra saber tudo sobre eles!

3. Elimine as suas dívidas 

Outra dica importante para aumentar o patrimônio é se livrar das dívidas, especialmente aquelas de cartões de crédito e cheque especial. Em grande parte dos casos, eles ultrapassam os 10% ao mês.

Para se ter uma ideia, o investimento em títulos públicos oferece rendimentos de quase 1% ao mês. E esta é uma das opções de renda fixa mais indicadas do mercado. 

Confira 5 dicas práticas para te ajudar a economizar de uma vez por todas

4. Não venda bons ativos 

Se o objetivo é acumular patrimônio, evite vender bons ativos que foram adquiridos nos últimos meses. Mesmo que a intenção do negócio seja adquirir novos ativos ou aproveitar o momento do mercado, é fundamental ter atenção com as taxas e impostos que estão associados com cada operação. 

Nas aplicações financeiras, por exemplo, a cada venda você deve quitar algumas pendências. 

  • Imposto de renda;
  • Taxas de corretagem (no caso de ativos de renda variável);
  • “Zerar” o prazo de contagem do IR.

Isso significa que o novo investimento terá a contagem do prazo do IR reiniciada e será necessário aguardar, pelo menos, dois anos com o ativo para não ter que lidar com a incidência de uma alíquota maior do imposto.

Como declarar o patrimônio líquido no Imposto de Renda?

Não basta apenas descobrir o que é patrimônio. É importante também compreender como fazer a declaração no Imposto de Renda. Dessa forma, evitará futuros problemas. 

No programa da Receita Federal, você deve incluir todos os bens móveis, imóveis e direitos na ficha “Bens e Direitos”. A obrigação é válida até para os itens que estão financiados, como carros e imóveis. 

Você deve declarar somente o valor que foi quitado até o período e atualizar a quantia anualmente. 

Já em relação aos empréstimos pessoais, os valores devem ser adicionados na ficha “Dívidas e Ônus Reais” do programa. Por fim, outros rendimentos, como salário e remuneração por serviços prestados são registrados na ficha “Rendimentos Tributáveis“.


Agora que já sabe o que é patrimônio, restou alguma dúvida?  Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre o mercado financeiro, a Escola de Investimentos da XP Educação tem o curso perfeito para você.

Análise SWOT pessoal: como criar a sua

Conhecer os seus pontos fortes e fracos pode te ajudar a traçar planos estratégicos para tomar as melhores decisões para a sua carreira. Para isso, você pode usar diversas estratégias e ferramentas, uma delas é a análise SWOT pessoal

Você pode ter ouvido falar sobre ela aplicada ao mundo corporativo, mas ela também pode ser usada para fins pessoais, inclusive, ajudando a dar um up na sua carreira. Para entender melhor o que é essa ferramenta, como ela funciona, como criar a sua e aplicar em benefício próprio, basta continuar a leitura!

O que é análise SWOT?

A análise SWOT é uma ferramenta usada para identificar e analisar os fatores internos das empresas (pontos fracos e fortes) e os fatores externos (oportunidades e ameaças). 

Ela surgiu na década de 1960, quando o consultor de gestão do Standford Research Institute (hoje conhecido como SRI Internacional), Albert Humphrey, e sua equipe, criaram uma estrutura que permitia que as empresas pudessem ter um planejamento estratégico mais sustentável.

Inicialmente, ele se chamava SOFT Analysis (Satisfactory – Satisfatório, Opportunity – Oportunidade, Fault – Falha e Threat – Ameaça), mas com o tempo evoluiu e surgiu o que hoje conhecemos como análise SWOT (Strengths – Força, Weaknesses – Fraqueza, Opportunities – Oportunidades  e Threats – Ameaças). No Brasil, ela também é conhecida como matriz FOFA.

O que significa análise SWOT pessoal?

A análise SWOT pessoal é a aplicação dessa ferramenta para o próprio desenvolvimento, não mais para um projeto ou empresa. O objetivo é buscar o aperfeiçoamento para realizar um planejamento estratégico e conquistar os próprios objetivos.

Aplicabilidade da análise SWOT pessoal

Usar essa metodologia para a vida profissional é uma excelente maneira de encontrar caminhos para conquistar novos objetivos. Ela pode ser usada em casos como:

  • Recolocação profissional: se você deseja mudar de área e não sabe por onde começar, ela pode ajudar;
  • Aumentar a renda: com a análise SWOT você pode descobrir novas maneiras de ganhar dinheiro explorando os seus pontos fortes e as oportunidades;
  • Promoção: deseja ser promovido? Nada melhor do que conhecer as próprias fraquezas e investir em reduzi-las, além de ressaltar as suas forças, certo?

A realização da análise dependerá muito dos seus objetivos e planos. Ela é bem versátil e pode gerar muitos insights. Após estruturada, você poderá encontrar pontos para traçar um plano de carreira e realizar as ações necessárias para conquistar os seus objetivos.

Como fazer análise SWOT pessoal

Primeiro, é importante que você seja completamente franco. O exercício exige que você tente deixar de lado os seus preconceitos pessoais e pode também recorrer a uma ou duas opiniões externas para tornar a sua análise mais sólida.

Agora, faça um diagrama com 4 seções. Pode ser em um papel ou documento digital, onde preferir. A matriz SWOT considera dois ambientes:

  • Interno: é tudo que você pode aprimorar e modificar em si mesmo. Eles são controlados por você. Estão nesse ambiente as forças e fraquezas;
  • Externo: são as características do ambiente. Elas não são possíveis de controlar completamente, mas podem ser reduzidas. Neste ambiente estão as oportunidades e as ameaças.

Forças

Aqui você vai mapear quais são as suas habilidades competitivas, experiências e conhecimentos que o diferenciam dos demais. Também pode perguntar a outras pessoas quais pontos fortes elas identificam em você, além de pensar em características que outras pessoas costumam elogiar.

  • Você é formado? 
  • Tem especializações? 
  • Tem algum conhecimento que costuma surpreender as pessoas ao redor? 
  • Sabe lidar com pressão? 
  • É um bom ouvinte? 
  • Conhece pessoas influentes no seu setor de trabalho?

Fraquezas

Aqui ficam os fatores que precisam ser aperfeiçoados, como as dificuldades, limitações e comportamentos negativos que podem te impedir de alcançar metas, por exemplo. Veja quais são suas dificuldades técnicas, as atividades que não gosta de realizar e qualificações que te impedem de ser bem-sucedido atualmente e no futuro.

  • Quais são seus hábitos ruins?
  • Quais são suas dificuldades? Falar em público te deixa apavorado?
  • Você tem algum problema de organização?
  • Existe alguma habilidade que você não tem, mas que poderia te destacar dos outros profissionais?

Oportunidades 

Aqui entramos nos fatores externos. Eles não podem ser completamente controlados, mas você pode aproveitá-los em benefício próprio. Pense então nas tendências para o futuro da sua profissão, na situação do mercado, nos eventos que irão ocorrer e nas oportunidades que existem e que você pode aproveitar.

  • Existe alguma nova ferramenta ou tecnologia que poderia ajudar nas suas tarefas?
  • Há algum processo que poderia ser aprimorado para executar com mais rapidez determinado projeto?
  • Existe alguma vaga de emprego para o qual você seria o candidato ideal?
  • Algum evento vai ocorrer nos próximos meses e pode te ajudar a se aperfeiçoar?

Ameaças 

As ameaças representam obstáculos ou fatores que podem dificultar o seu alcance de metas. Podem ser profissionais que executam um trabalho melhor que o seu, problemas no setor, problemas financeiros, entre outros aspectos.

  • Você tem algum problema com algum colega de trabalho?
  • Você está sendo ofuscado por algum colega mais ambicioso? 
  • Sente que sua falta de treinamento e atenção às novidades estão te deixando para trás?
Matriz SWOT para análise pessoal
Identificar as suas forças/fraquezas e reconhecer as suas oportunidades/ameaças vão contribuir para o seu crescimento.

Exemplos de análise SWOT pessoal

Se após saber como fazer a análise SWOT pessoal você ainda está com dúvidas, não tem problema. Nós separamos alguns exemplos que podem ajudar a entender melhor como funciona a metodologia.

1. Estudante de desenvolvimento de aplicativos

Confira o exemplo de Análise SWOT de um estudante de desenvolvimento mobile (fictício).

Forças

  • Eu sou detalhista;
  • Habilidades de relacionamento interpessoal e boa comunicação;
  • Sei resolver problemas e criar lógicas;
  • Tenho experiência como engenheiro de sistemas, gerenciamento de projetos e suporte de TI.

Fraquezas

  • Não tenho muitas habilidades para vender o meu trabalho;
  • Não tenho uma boa rede de networking;
  • Não tenho muita experiência com desenvolvimento web.

Oportunidades

  • É possível realizar trabalho voluntário como desenvolvedor front-end e front-back;
  • Estou disputando vagas em outros países que pagam bem;
  • Posso fazer networking nos cursos de especialização.

Ameaças 

  • Muitas pessoas estão entrando na área;
  • Existem profissionais mais qualificados e com mais experiência;
  • Atualizações e mudanças ocorrem a todo o momento nessa indústria.

2. Estudante de arquitetura de soluções

Confira o exemplo de Análise SWOT de um estudante de arquitetura de soluções de rede e sistema (fictício).

Forças

  • Capacidade de analisar e encontrar soluções para os problemas;
  • Gosto e não tenho medo de desafios;
  • Sou perseverante;
  • Sou capaz de ser um bom líder;
  • Consigo me adaptar facilmente em situações complicadas.

Fraquezas

  • Preciso melhorar o meu vocabulário de inglês;
  • Preciso conquistar mais certificações de TI;
  • Tenho que aprender mais sobre este setor.

Oportunidades

  • A economia está mais estável;
  • O mercado de TI está crescendo e existem oportunidades;
  • Existem diversos cursos livres e especializações que posso fazer.

Ameaças 

  • O mercado pede domínio do inglês;
  • Existem profissionais com mais tempo de experiência no mercado;
  • A economia está afetando o valor dos cursos em dólar.

3. Estudante de marketing digital

Confira o exemplo da Análise SWOT de um estudante em marketing digital (fictício).

Forças

  • Adoro aprender e conhecer novas áreas;
  • Tenho muito conhecimento em estratégia para mídias sociais;
  • Sou multitarefas;
  • Consigo fazer o design e  construir websites;
  • Sei inglês, português e espanhol;
  • Já tenho experiência trabalhando como voluntária em alguns projetos.

Fraquezas

  • Preciso focar em uma tarefa para me especializar, pois são muitas;
  • Demoro muito tempo em algumas tarefas que não tenho muita experiência e facilidade;
  • Preciso parar de achar que consigo dar conta de tudo sozinha, poderia pedir ajuda.

Oportunidades

  • O mercado de criador de conteúdo está em constante crescimento;
  • Eu consigo me enxergar como social media;
  • Posso trabalhar para empresas multinacionais ou baseadas no exterior;
  • É possível criar uma rede sólida de network nos eventos da área.

Ameaças 

  • Minha situação econômica pessoal impede de me especializar como eu desejaria;
  • Depois da pandemia, o mercado digital cresceu, mas o número de pessoas ofertando serviços de social media também, gerando um grande número de concorrentes.

Como você pode perceber, cada um desses estudantes pode identificar ações para melhorar as suas carreiras, transformando cada característica em uma ação como:

  • Ir a eventos para fazer networking;
  • Realizar cursos para melhorar as habilidades;
  • Treinar a oratória;
  • Fazer cursos de idiomas.

E esses são apenas alguns exemplos. Faça a sua análise e pratique enxergar nos pontos listados quais são as oportunidades para evoluir. Você pode se surpreender.

Por que fazer análise SWOT pessoal?

Existem vários benefícios em fazer a matriz SWOT pessoal. Afinal, ela pode:

  • Ajudar a identificar obstáculos que estão te impedindo de evoluir;
  • Mostrar oportunidades que poderiam passar despercebidas;
  • Ultrapassar potenciais ameaças;
  • Apontar maneiras de concretizar metas e sonhos mais rapidamente.

Para conquistar esses objetivos, será preciso uma boa dose de autoconhecimento. Porém, ao colocar todas as suas fraquezas, forças, oportunidades e ameaças no papel, você pode expandir o seu horizonte e encontrar um nível maior de consciência sobre si e sobre a sua carreira.

Quando fazer a matriz SWOT pessoal?

Como já abordado, a análise SWOT pode ser feita em qualquer fase da vida. Apesar dos exemplos acima mostrarem estudantes que buscam por melhores oportunidades no mercado de trabalho, ela pode ser aplicada para momentos em que você desejar evoluir a sua carreira de alguma maneira.

Esse planejamento pode ser revisto de tempos em tempos, pois você pode ter evoluído e eliminado fraquezas, novas oportunidades podem ter surgido, entre outros acontecimentos.

O que é Open Insurance e como ele afeta o mercado de seguros?

O processo de transformação digital depende diretamente do avanço da tecnologia. Afinal, são recursos como inteligência artificial e Big Data que viabilizam o desenvolvimento de soluções mais modernas e funcionais. No setor de seguros, o Open Insurance é a promessa de mais integração e agilidade para o mercado.

Talvez esse termo ainda seja novo para você, mas seu propósito se assemelha a outro mais popular: o Open Banking.

Se ainda assim você tem dúvidas sobre o tema, não se preocupe: aqui neste artigo explicamos o que é o Open Insurance. Além disso, falamos sobre seus impactos e benefícios no mercado, e por que esse investimento pode ser uma boa opção.

Open Insurance: o que é e como funciona?

O primeiro passo para entender o que é Open Insurance é traduzir o termo para o português. Open significa “aberto”, enquanto insurance significa “seguro”. E o que é “seguro aberto”?

Como o nome já sugere, Open Insurance, também conhecido como Sistema de Seguros Aberto, é um sistema que usa tecnologia para integrar dados e serviços de empresas de seguros, viabilizando seu acesso e compartilhamento.

Talvez você associe essa definição à do Open Banking, conceito que ganhou espaço no mercado financeiro nos últimos tempos. Nele, o objetivo é dar as informações na mão dos clientes, além de permitir que os dados sejam compartilhados com outras empresas do setor.

Reconheceu a semelhança? Nós explicamos: o Open Insurance é baseado no Open Banking e, mais que isso, ele é parte do sistema de Open Finance. E o seu funcionamento?

Como dissemos, o sistema usa tecnologia para acessar e disponibilizar as informações sobre os segurados. Isso é feito com a ajuda de APIs, que são ferramentas que conectam os sistemas das empresas e permitem que elas se comuniquem com segurança e eficiência.

Como ponto regulatório e justamente para manter a segurança nas operações, as instituições e suas APIs precisam seguir as diretrizes estabelecidas pelo sistema de Open Finance.

Com o Open Insurance estabelecido, um cliente pode solicitar o compartilhamento de seus dados com outras seguradoras. Assim, ele pode ter acesso a condições e ofertas alinhadas com suas necessidades. Além disso, o sistema também prevê a suspensão do acesso a essas informações caso solicitado pelo cliente.

Quais os principais impactos do Open Insurance no mercado?

Durante muitos anos, o mercado de seguros foi visto como tradicional e imutável. Nele, seguradoras ofereciam seus produtos e soluções a clientes, que por sua vez, permaneciam com o vínculo por anos.

Com o sistema, esse cliente passa a ser dono de suas informações, além de ter maior visibilidade sobre as opções oferecidas pelo setor. Por isso, podemos dizer que a democratização do acesso a produtos de seguros é um dos principais impactos do Open Insurance.

Outro impacto decorrente desse movimento é o da concorrência. Isso porque, com a facilitação no acesso aos serviços e condições disponíveis, o cliente tem mais insumos para escolher que soluções deseja. Para manter e fidelizá-lo, as companhias terão que abrir a concorrência, promovendo agilidade no serviço e boas opções de negociação.

Por fim, outro impacto provocado pelo Open Insurance no mercado de seguros é causado pela tecnologia.

Nesse sistema, as APIs — fundamentais no processo de transformação digital de instituições como bancos e seguradoras —, disponibilizam uma grande quantidade de dados para as empresas, que podem usá-los estrategicamente em prol do crescimento. Antes, a coleta desses mesmos dados poderia ser definida como custosa ou até mesmo impossível.

>>> Falando em democratização, você sabe por que a educação financeira é tão importante para o mundo? No vídeo abaixo, a economista italiana Annamaria Lusardi fala sobre o tema e como ele está relacionado com o mundo de hoje e do futuro.

E quais os benefícios do Open Insurance?

No Open Insurance, os benefícios são gerados tanto para o cliente quanto para as empresas. Do lado do consumidor, a possibilidade de comparar ofertas e condições de diversas seguradoras é uma das maiores vantagens. Assim, ele tem visibilidade sobre as opções disponíveis e que mais se adequam às suas expectativas e necessidades.

Do lado das empresas, o acesso aos dados e a velocidade na troca das informações é um dos principais benefícios. Com isso, ele pode se adaptar ao movimento do mercado e pensar em soluções cada vez mais atuais e personalizadas.

Veja outros dos principais benefícios desse sistema:

Para o cliente:

  • Visibilidade e controle sobre seus dados.
  • Aumento da oferta de produtos e serviços, decorrente da concorrência entre as empresas.
  • Democratização do serviço de seguros, com mais opções para o público.
  • Facilidade na portabilidade entre seguradoras.
  • Melhores condições de negociação.

Para as empresas:

  • Possibilidade de parcerias para o fornecimento de soluções inovadoras e relevantes.
  • Abertura do mercado, com maior visibilidade das opções e ofertas.
  • Maior especialização do mercado, seus produtos e soluções.
  • Maiores recursos de tecnologia para apoio na construção de soluções.
  • Maior volume de negócios.

Por que investir em Open Insurance?

A tecnologia está cada vez mais incorporada no dia a dia das pessoas e empresas. Como consequência, a transformação digital se torna uma realidade cada vez mais próxima também. Em um futuro não muito distante, ela será divisora entre empresas fortes e frágeis. Assim também é no Open Insurance.

Imagine um único sistema, disponível para todas as instituições. Nele, milhares de dados que revelam o perfil e desejos de consumidores ao redor do país. O que você pode fazer com essas informações?

Sem dúvidas o investimento nesse sistema é, além de natural, um movimento necessário entre empresas que querem sobreviver à digitalização e, claro, se destacar.

>>> E falando sobre sistema financeiro, futuro e benefícios, que tal conhecer os conceitos essenciais para investir na Bolsa de Valores? Neste e-book preparado pela Faculdade XP, você tem acesso a um guia rico para consulta e que irá ajudá-lo a aplicar seu dinheiro com mais propriedade. Para baixar, é só clicar aqui.

Revolução tecnológica: como aconteceu e quais foram seus impactos na sociedade

Com o passar dos anos, a história da humanidade vem passando por avanços importantes, que vão desde descobertas essenciais até o desenvolvimento industrial, que hoje já perdura com a indústria 4.0 marcada pela transformação digital e revolução tecnológica

Ao se abordar sobre tecnologia isso inclui não somente novos instrumentos, ferramentas e mecanismos que facilitam o cotidiano, mas também toda uma mentalidade que coexiste em ações da sociedade, como culturas e valores

A tecnologia veio para melhorar a vida e acelerar tudo num ritmo jamais visto. O mundo, o mercado, a sociedade e as empresas estão mudando com grande rapidez, e você e/ou suas empresas precisam se adequar a essa velocidade. 

Neste artigo você vai entender o que é a revolução tecnológica, por que ela é benéfica, suas principais características e quais seus principais impactos. Continue a leitura! 

O que é revolução tecnológica?

É um fenômeno que transforma a maneira como encaramos o mundo, ou seja, ele veio para criar novas oportunidades e soluções no cotidiano de forma que a vida se torne mais proveitosa, inteligente e ágil. 

A revolução tecnológica quer dizer aquele momento que a sociedade passou de um ambiente totalmente manual e analógico, para algo digital que considere outros meios anteriores ultrapassados.

Há quem acredite que é um conceito desnecessário por já ter nascido num período que já existia os efeitos dela, mas quem viveu antes consegue perceber a diferença e ainda ter dificuldades de adaptação com os aparatos tecnológicos. 

Qual a sua origem?

A revolução tecnológica possui como seu epicentro as tecnologias de informação, processamento e comunicação. Portanto, sua origem se iniciou no final do século XIX, quando começava algumas ideias e criações no campo das indústrias devido às novas fontes de energia. Eletricidade, gás e petróleo. O resultado dessa revolução foi a criação do motor de combustão interna que começou a atingir todo o seu potencial.

No século XX, com a ascensão tecnológica na área da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações, vieram muitas outras mudanças e, com elas, a terceira revolução industrial, marcada pela informática. 

Já com a criação da internet e o desenvolvimento de tantos artifícios para a criação de aparelhos e máquinas que pensam, agem e conversam, surgiu a quarta revolução industrial, também conhecida como Indústria 4.0, que envolve a internet das coisas (IoT), inteligência artificial, robótica e computação em nuvem. Essa é a revolução tecnológica. 

Seu ápice ocorreu após as revoluções industriais e todos os impactos que ela causaram em nosso cotidiano. A revolução tecnológica por ser marcada pela indústria 4.0, está acontecendo até hoje, pois novas invenções são criadas e implementadas todos os dias. 

Logo, em menos de três séculos o mundo passou de algo totalmente focado na mão de obra braçal, com máquinas movidas à carvão até o uso de eletricidade, petróleo e inteligência artificial

Principais características da revolução tecnológica

A revolução tecnológica tem como principal característica a interação entre o mundo real e o digital, onde máquinas e robôs trabalham lado a lado com as pessoas para intensificar e melhorar os processos. 

Com esse novo formato de produção e existência, algumas tecnologias foram desenvolvidas para facilitar as demandas como um todo, são elas:

Internet das Coisas (IoT)

É o conceito que se refere à conexão digital entre objetos cotidianos e a internet. Nada mais é do que um objeto comum que reúne e transmite dados. É uma das tecnologias mais essenciais nos dias de hoje.

Por exemplo: um smartwatch, que ao mesmo tempo é um relógio como os mais antigos e conectado à internet, fazendo diversas outras funções online. 

Computação na nuvem

É um formato que possibilita que você armazene qualquer tipo de dado e informação no ambiente online, garantindo mais segurança e acessibilidade. 

Em seu uso se destaca a mobilidade e facilidade que oferece aos profissionais e as empresas. 

Sistemas ciberfísicos

São sistemas por robôs e outras máquinas que possuem a capacidade de realizar atividades operacionais e intelectuais no lugar dos seres humanos.

A cada dia que passa esse tipo de tecnologia se torna mais presente e facilitadora para as indústrias, principalmente na área de dados e tecnologia da informação. 

Nanotecnologia

Uma das inovações mais aclamadas, é uma tecnologia que permite ferramentas menores que microscópios para solucionar problemas e realizar outras ações.

Sua manipulação de matéria ocorre numa escala atômica e molecular lidando com estruturas entre 1 e 100 nanômetros. 

Exemplos disso seriam as finas películas desenvolvidas para óculos de forma que melhore a visão ou crie outros modos adequados para quem precisa, como antirreflexo, tornar a imagem mais nítida e colorida. Outro exemplo são as intervenções cirúrgicas que se tornaram muito menos invasivas com a nanotecnologia.

Inteligência Artificial

Ela está mais presente no seu dia a dia do que você imagina. Ela veio com o sentido de simular a inteligência e o comportamento humano através de máquinas, de forma que essas ferramentas consigam resolver problemas, analisar e tomar decisões. 

Quais foram os principais impactos dessa revolução industrial 4.0?

A tecnologia e a internet mudaram o mundo de tal forma que nos tempos passados não se imagina a imensidade de benefícios e soluções que ela ofereceria. 

Agora, qualquer tipo de conteúdo e informação chega mais rápido e de forma simples, conectando pessoas, máquinas e marcas.

Vivemos um grande salto tecnológico nas últimas décadas e isso continuará transformando a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. 

Tanto que hoje em dia é impossível falarmos de negócios sem relacionar com as diversas possibilidades de ferramentas e estratégias que a revolução tecnológica proporciona.

Seu maior impacto na nossa sociedade está ligado à conectividade. 

Assim, junto a esse impacto veio uma demanda de trabalho mais exigente no mercado e qualificada. 

Portanto, a revolução tecnológica foi um grande aparato do ser humano. E cada vez mais tem se descoberto sobre ela. 

Aproveite essa oportunidade e faça da tecnologia sua melhor aliada no dia a dia. Veja outros conteúdos do blog em como ela é vantajosa.