Em 2022, superamos a marca de 5 milhões de investidores pessoa física na Bolsa de Valores brasileira. Você faz parte desse número ou deseja fazer em breve? Então, além de entender como comprar, você precisa saber como vender ações na Clear, plataforma com corretagem zero nos produtos mais utilizados pelos traders.
Continue a leitura e descubra por que e quando vender ações, e como efetuar a tarefa utilizando o home broker da Clear.
Por que e quando vender ações?
Se você já está pesquisando o mercado de ações há algum tempo, sabe que muito se fala sobre os melhores papéis do momento e como comprar ações. Entretanto, assim como é essencial saber como comprar, é fundamental entender como vender ações.
O primeiro ponto que merece destaque sobre este assunto é: por que você deve vender suas ações?
A resposta é simples: para aproveitar a liquidez dos papéis e reinvestir da forma mais segura possível, mantendo sua carteira diversificada e equilibrada por meio do rebalanceamento.
Em seguida, é hora de refletir sobre o momento ideal de fazer a venda. Mesmo no day trade, se uma empresa segue tendo lucro e gerando bons dividendos, não faz sentido efetuar uma venda.
A única exceção acontece quando há uma previsão de queda (que pode ser identificada com antecedência por meio de análises prévias, como a técnica e a fundamentalista).
Pensando nisso, podemos dizer que você deve pensar em vender suas ações quando:
Há perda de fundamento
Aqui, a empresa deixa de ser tão atrativa do que quando você adquiriu a ação. Em geral, este quadro se torna um indicativo de venda das ações quando a empresa opera no prejuízo por 4 trimestres consecutivos.
As ações valorizam demais
Neste caso, faz sentido vender o “excedente” (aquilo que extrapola a sua análise de risco) e aplicá-lo em opções mais baratas e com bons dividendos;
Lembre-se de que, para identificar qualquer uma das situações acima, é preciso acompanhar as tendências do mercado e realizar análises periódicas sobre o desempenho de cada papel.
Antes de seguir em frente, dê o play no vídeo abaixo e descubra como o investidor Pit Money avalia o melhor momento de vender seus ativos:
Como vender ações na Clear? Passo a passo completo
Se deparou com alguma das situações acima? Então é hora de descobrir, na prática, como vender ações na Clear.
Preparamos um passo a passo objetivo e completo para te ajudar a realizar a operação.
Ainda não tem um perfil na Clear? Este é o passo zero!
Para realizar operações no home broker da Clear, é preciso completar o seu perfil de investidor. Sendo assim, você deve responder ao questionário Suitability, que ajudará a classificar o seu perfil em conservador, moderado ou agressivo.
É importante destacar que apenas usuários de perfil classificado como agressivo têm acesso ao home broker da Clear.
Como vender ações na Clear: operações em Day Trade
Day Trade é o nome dado à operação de compra e venda de ativos no mesmo dia. Em geral, o investidor que utiliza esta técnica tem, como objetivo, lucrar com pequenas oscilações do mercado. Confira como operar em Day Trade na Clear no vídeo abaixo e no passo a passo descrito em seguida:
Antes de iniciar as operações, você deve clicar em “Garantias” e alocar os ativos que irão garantir o risco das suas operações (é possível visualizar os ativos disponíveis para aplicação como margem no lado esquerdo da tela). Lembre-se de que o valor total dos ativos alocados será igual ao seu prejuízo máximo naquele dia.
Selecione os ativos que deseja operar. No centro da tela, você vê o “Book de ofertas“, onde aparecem as negociações mais recentes. Clicando na engrenagem ao lado, você pode alterar para o “Book de metrô” ou “Gráfico”. No ícone à direita, é possível abrir uma nova janela para visualizar os dados de forma maior;
Selecione a aba “venda” na boleta de ordens localizada no lado direito da tela;
Preencha as informações necessárias (quantidade de papéis à venda, validade da operação, tipo de ordem, etc);
Execute a sua ordem clicando em “vender”
Acompanhe o status da operação nas abas “posições” e “ordens” do painel.
Importante: todas as operações são zeradas caso o prejuízo máximo seja atingido, ou no fechamento do pregão regular.
Como vender ações na Clear? Modo Swing Trade
Em uma operação realizada em Swing Trade, a posição é mantida por um ou mais dias na carteira. Por isso, este modo é recomendado para traders e investidores que operam a curto, médio e longo prazo.
Veja como vender ações na Clear utilizando o Swing Trade no vídeo abaixo e no passo a passo descrito em seguida:
Selecione a modalidade de trade desejada (no caso, Swing Trade) na aba Menu;
Caso ainda esteja em dúvida sobre a movimentação, verifique a posição das ações da carteira no menu “Posição” e identifique os papéis que deseja vender;
Selecione “venda” na boleta de ordens localizada no lado direito da tela.
Preencha as informações necessárias (quantidade de papéis à venda, validade da operação, tipo de ordem, etc);
Clique em “Vender”;
Acompanhe o status da operação na aba “ordens” do painel.
Como vender ações fracionadas na Clear?
A venda de ações fracionadas na Clear é feita através do módulo Swing Trade.
Para enviar uma ordem no mercado fracionário, é necessário inserir um F no final do código do ativo. Nesta modalidade de compra/venda, é possível transacionar de 1 a 99 ações, com exceção dos papéis BOVA11, que possibilitam a movimentação de 1 a 9 cotas.
Mais sobre o mercado de ações: invista também em conhecimento!
Agora que você já sabe como vender ações na Clear, deve estar contando as horas para colocar este conhecimento em prática e testar novas operações, certo?
Que tal otimizar este tempo e começar a enriquecer com informações valiosas sobre o mercado de renda variável agora mesmo?
Nossa dica é o curso Start na Renda Variável, desenvolvido para te ajudar a iniciar sua jornada no mundo do trading. Conheça o papel da Bolsa de Valores, aprenda sobre as análises de ativos mais utilizadas por grandes investidores e faça sua análise de risco de forma segura e estratégica.
Ao ter a sua própria empresa é essencial que o empreendedor se atente a alguns pontos para que o negócio flua da melhor forma e traga resultados prósperos e eficazes. Um dos fatores a se preocupar é com o capital de giro do seu negócio.
Você sabe o que ele significa?
A questão mais importante é que ele é um dos responsáveis por auxiliar no controle de indicadores financeiros, no planejamento estratégico e na continuidade operacional do negócio como um todo.
Continue a leitura e descubra mais sobre esse conceito, os tipos existentes e como calcular o seu. Confira!
O que é capital de giro?
É um ativo que calcula a diferença entre os recursos disponíveis no caixa da empresa com a soma das despesas e as contas a pagar. Ou seja, é um recurso que mostra o dinheiro necessário para manter um empreendimento e sua prosperidade no mercado.
Esse ativo circulante se concentra não somente no caixa, mas também em qualquer investimento de alta liquidez, isto é, aqueles que podem ser resgatados a qualquer momento, englobando então:
Imagina que uma empresa possui 300 mil reais de bens, mas precisa pagar 200 mil reais em obrigações de operação. Seu capital de giro é de 100 mil positivos.
Agora se ela tivesse que usar 350 mil, por exemplo, seu capital de giro estaria em 50 mil reais negativos, fazendo com que ela precise recorrer a empréstimos, investimentos e redução de custos para continuar prosperando.
Quais são os tipos existentes?
Quando falamos sobre o capital de giro de um negócio, um fator a ser levado em conta são os tipos existentes, pois cada um possui um cenário e objetivo diferente.
Antes de explicar cada um deles é importante entender dois conceitos:
Ativos circulantes: bens ou direitos que podem ser convertidos em dinheiro no curto prazo. Exemplos: estoques, depósitos, matérias-primas, mercadorias.
Ativos não-circulantes: todos os bens e direitos que só podem ser transformados em dinheiro no médio ou longo prazo. Exemplo: veículos, máquinas e imóveis.
Passivos circulantes: as obrigações financeiras com prazo inferior a um ano, são consideradas passivo circulante. Exemplo: salários, férias, provisões e demais direitos e participações relativas aos funcionários.
Agora conheça os cinco tipos de capital de giro:
Líquido
É um montante de todos os recursos disponíveis, com exceção dos ativos não-circulantes, já que não convertem dinheiro em curto prazo.
Positivo
Quando a empresa gasta menos do que recebe, é um sinal representativo de operação fluindo naturalmente e com resultados em alta.
Negativo
Significa um alerta para a gestão, pois a empresa está gastando mais do que recebe, ou seja, o dinheiro não está sendo o suficiente para quitar os débitos.
No entanto, qualquer empresa passa por esse tipo, principalmente aquelas que estão em crescimento, já que é normal haver mais custos e investimentos.
Próprio
É o capital que a empresa tem disponibilidade de usar, sem precisar recorrer a empréstimos.
Associado a investimentos
É semelhante a um financiamento para adquirir equipamentos, ou seja, é usar recursos destinados ao suprimento dos custos para um investimento específico.
Como calcular capital de giro?
Por mais que não exista uma regra sobre o montante do capital de giro ideal, é importante a empresa acompanhar as médias do mercado, as tendências do setor, e fazer um planejamento adequado para identificar e determinar seu valor.
Para isso, o mais importante antes de calcular é entender quanto de dinheiro é necessário para quitar todas as dívidas mensais.
Feito isso é só fazer o cálculo: CGL = AC – PC
CGL – capital de giro líquido AC – ativo circulante PC – passivo circulante
Portanto, você deve somar as contas a receber e o valor disponível em estoque, depois, subtrair do resultado, as contas a pagar e o valor de impostos e despesas.
Por que o capital de giro é importante?
Você sabia que seis em cada dez empresas fecham as portas antes de cinco anos? É o que diz uma pesquisa do IBGE.
Segundo o SEBRAE, isso acontece por falta de lucro (7%), por falta de capital (20%) e quase 50% dos pequenos empresários do Brasil não sabem se têm lucro ou prejuízo.
Por isso que o capital de giro é de extrema importância, pois ele que mostra se a empresa consegue ou não pagar suas dívidas e faturas no curto prazo.
Em poucas palavras é possível entender que é esse recurso o responsável por medir a eficiência de toda a gestão financeira de um negócio e se ele está com a saúde financeira em dia.
No entanto, é preciso lembrar que embora o saldo do capital de giro seja importante, ele sozinho não indica o suficiente para a gestão. Ele é um dos fatores a serem analisados.
Mais suas principais vantagens são:
Maior controle das finanças: ele analisa quais são as contas a pagar e a receber.
Avalia bem a rentabilidade: com ele você identifica se possui algo sem movimentação, como um estoque que pode resultar na baixa da geração de receitas e piora no fluxo de caixa.
Sinaliza os riscos para o seu negócio: tem a possibilidade de analisar os riscos financeiros da sua empresa e criar estratégias através desses resultados.
Possibilita maior segurança diante aos imprevistos: assegura as atividades da empresa, evitando que intercorrências e outros problemas futuros surjam no meio do caminho.
Cuide do capital de giro da sua empresa!
Portanto, o capital de giro é aquele fator que vai medir a qualidade do trabalho da sua empresa em relação a gestão financeira, fazendo com que se identifique se as contas estão em dia, se não quais são os motivos e o que vai garantir a prosperidade no mercado.
Agora que você já sabe os conceitos e seus diversos tipos, é hora de se atentar a esses recursos financeiros nas suas empresas e nos fundos de investimento existentes.
Gostou do conteúdo? Acompanhe essa e outras temáticas em nosso blog para manter a sua saúde financeira e a do seu negócio em dia.
Saber como organizar a vida financeira é fundamental para garantir conforto e qualidade de vida para você e sua família. A falta desse tipo de conhecimento frequentemente leva a dívidas, e isso tem sido cada vez mais frequente no Brasil.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), descobriu que o percentual de famílias brasileiras endividadas atingiu a marca de 72,9% em agosto de 2021, um dado extremamente preocupante.
Se você não quer fazer parte dessa estatística ou se já faz e quer virar o jogo, provavelmente está se perguntando neste momento: “como organizar minha vida financeira”. Pois fique sabendo que sua busca terminou, pois, neste post vamos te dar dicas valiosas para colocar suas finanças pessoais em dia. Boa leitura!
7 dicas para organizar a sua vida financeira pessoal
Se você quer aprender como organizar sua vida financeira, agora é a hora! Confira as super dicas que preparamos para você:
1. Acompanhe suas finanças de perto
Se você quer saber como aprender a organizar a vida financeira, o primeiro passo é olhar com atenção para a sua situação e acompanhar tudo o que está acontecendo.
Para isso, nada melhor do que anotar absolutamente tudo. Ou seja, você precisa começar a registrar todas as suas fontes de renda e despesas.
Você pode utilizar uma planilha de controle financeiro, aplicativos, papel e caneta ou qualquer outro meio que te permita monitorar suas finanças de perto.
Isso por si só já irá te ajudar a ter uma visão mais ampla, objetiva e organizada da sua vida financeira.
2. Negocie e quite suas dívidas
Imagine que suas finanças são como um quarto cheio de roupas jogadas pelo chão — que, neste caso, representam suas dívidas. Concorda que não há como organizá-lo sem antes recolher essas roupas, lavar, dobrar e guardar?
Do mesmo modo, um passo muito importante para quem deseja organizar sua vida financeira pessoal, é quitar as dívidas.
Portanto, some todos os seus débitos, defina quanto consegue pagar por mês, tente negociar sempre que possível e priorize este pagamento, mesmo que precise “apertar o cinto” durante um tempo. Quanto antes você se livrar delas, melhor!
E se você quiser algumas dicas de como se preparar para renegociar suas dívidas, dê o play no vídeo abaixo:
3. Defina metas de economia
Economizar apenas “quando sobra dinheiro” é a pior estratégia que alguém pode ter. Isso porque, dificilmente irá sobrar se você não se planejar para isso.
É por isso que é tão importante definir uma meta de economia, para que você tenha isso como objetivo e saiba onde quer chegar.
Mas, atenção! De nada adianta estabelecer uma meta inatingível, pois o máximo que irá conseguir é se frustrar. Portanto, seja realista e firme em seu propósito!
4. Identifique e corte os gastos supérfluos
Uma ótima forma de bater a sua meta de economia é enxugando o seu orçamento.
“Mas como fazer isso?”
Identificando e cortando aqueles gastos supérfluos, que parecem não fazer muita diferença, mas, quando colocados na ponta do lápis, revelam-se um verdadeiro ralo, que suga seu dinheiro sem você nem perceber.
A estratégia aqui é cortar onde for possível e, quando for algo indispensável, sempre tentar reduzir. Por exemplo: se você frequenta a academia mais cara do bairro, que tal procurar por uma mais em conta?
5. Busque por alternativas de renda extra
Mesmo cortando gastos e poupando dinheiro, ainda está difícil colocar as finanças em dia? A solução é procurar formas de gerar renda extra.
Você pode vender coisas que já não usa mais, fazer doces ou salgados para vender, pegar algum freela, enfim, são muitas as possibilidades. Vale a pena pensar em alguma coisa e colocar em prática para levantar aquela graninha essencial para organizar a sua vida financeira.
6. Invista em educação financeira
A educação financeira é uma ferramenta indispensável para quem quer ter qualidade de vida. Isso porque, ela contribui para uma relação mais saudável com o dinheiro. Quanto maior for seu aprendizado sobre o assunto, mais bem-sucedido financeiramente você será.
Inclusive, só de ler este post você já está desenvolvendo seus conhecimentos. Se você deseja se aprofundar ainda mais no assunto, conheça nosso combo de cursos Cursos de Educação Financeira e otimize o gerenciamento das suas finanças. Clique no banner abaixo e se inscreva agora mesmo!
7. Faça uma reserva de emergência
Definitivamente, um dos pontos mais importantes da sua vida financeira, a reserva de emergência nada mais é do que aquele dinheiro que você economiza e deixa investido em uma aplicação de baixo risco e com alta liquidez.
A função desse dinheiro é suprir suas necessidades diante de momentos de dificuldade, em que há redução da sua renda, como a perda do emprego ou a necessidade de um tratamento médico na família.
Portanto, é fundamental que essa reserva de liquidez faça parte do projeto de organização da sua vida financeira pessoal.
Tem alguma dúvida sobre como fazer uma reserva de emergência? Então, confira o vídeo abaixo, no qual explicamos tudo direitinho:
Qual é o próximo passo da organização financeira pessoal?
Organizar as finanças pessoais pode parecer uma tarefa difícil. Mas, seguindo essas dicas, você certamente conseguirá se encontrar e prosperar.
Com uma vida financeira organizada, você estará pronto para o próximo passo: investir.
Isso mesmo! A partir do momento que você consegue controlar seus gastos, está construindo sua reserva de emergência e aprimorando sua educação financeira, é natural que você também comece a investir o seu dinheiro.
Não sabe por onde começar? Temos uma ótima oportunidade para você! Em nosso curso: Superando o medo de investir, você aprenderá tudo o que precisa para começar a investir. Não precisa se preocupar, pois você irá aprender desde o básico, até como fazer um investimento na prática.
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Todo o dia saem notícias de movimentações na bolsa de valores, mas o que muitos não sabem é o que são ações e por que elas mexem o bolso dos investidores e a cabeça de quem pretender entrar neste mundo.
Embora seja um mercado promissor, as ações se apresentam como desafio para o investidor, uma vez que há a grande possibilidade de oscilações no decorrer do tempo. Se você tem dúvidas sobre o que é o mercado de ações e como funciona, vamos explicar de acordo com os seguintes tópicos:
O que são ações?;
Como funciona o mercado de ações?;
Tipos de ações: 6 modelos principais;
Como investir em ações?;
Como escolher e analisar ações?;
Vantagens e riscos de investir em ações;
Passo a passo de como começar a investir em ações;
Como aplicar dinheiro na bolsa de valores?
Boa leitura!
O que são ações?
Antes de explicarmos o significado, precisamos entender que o capital das empresas é dividido em muitas pequenas partes, e cada uma delas representa uma ação. Assim, parte dessas ações pertence aos empreendedores; e parte, a outros sócios.
Porém, em alguns casos, uma terceira parte é negociada na bolsa de valores, em que os investidores podem comprá-las e vendê-las. A partir do momento em que você obtém esses papéis no mercado, torna-se também um acionista.
E como isso acontece?
Bom, basicamente, de duas maneiras.
Em uma, as empresas distribuem dividendos, que são parte dos seus resultados, pagos aos investidores na proporção do número de ações que cada um deles possui. A outra forma de ganhar na bolsa é com a valorização das ações.
Nesse caso, as cotações variam com o tempo, conforme as companhias crescem ou caem, e ainda de acordo com os movimentos da economia e do mercado.
Quem sai ganhando? Aquele que investe em ações por um valor, desfazendo-se delas mais tarde, ao vender os papéis por um preço maior.
O mercado de ações conta com um intermediador entre as organizações e os investidores, tendo como base a compra e venda de ações.
De modo geral, as operações são realizadas por meio de home broker, sistema que conecta os usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais e de private equity.
Basicamente, o mercado funciona com dois elementos: as empresas e as ações. A partir disso, vamos conhecer os principais tipos de ações.
Tipos de ações: 6 modelos principais
Agora que você já sabe o que são ações, vamos conhecer os seis principais tipos de investimentos.
1. Ações ordinárias
Elas são representadas pela sigla ON, e tem como benefício garantir mais direitos aos acionistas para a tomada de decisões.
Nesse caso, como existe o direito ao voto em assembleias, o acionista pode influenciar as decisões da companhia. Por outro lado, a liquidez é baixa, já que as ações ordinárias têm menor volume de negociações em comparação aos papéis preferenciais.
2. Ações preferenciais
Representadas pela sigla PN, elas não garantem o direito ao voto, porém, dão direito aos acionistas à preferência no pagamento de proventos por parte das empresas, como os dividendos, por exemplo, que correspondem à divisão de lucros.
Outro ponto é que se houver falência ou outro problema, como invalidez, os acionistas preferenciais receberão o reembolso antes dos demais.
3. Units
As Units são outros tipos de ações bastante procuradas. Elas são conhecidas como certificados de depósitos de ações e são vistas como um pacote de papéis composto por mais de um tipo de ação.
Ou seja, quem adquirir um unit recebe um conjunto de ações da mesma empresa com modelos diferentes, podendo ser ordinários e preferenciais.
4. Small caps
Essas são ações que correspondem a companhias com menor capital, normalmente que apresentam valor de mercado de até US$3 bilhões.
Elas são vistas pela alta volatilidade, sendo que a cotação da Small Caps apresenta maior oscilação em relação a outros tipos.
5. Mid Caps
Elas representam empresas com capital maior que US$3 bilhões, no entanto, as corporações são um meio termo entre as small caps e as maiores empresas da bolsa.
Em relação às small caps, elas têm menor volatilidade comparada às anteriores.
6. Large Caps
Conhecidas por blue chips (termo referente às fichas azuis do jogo de pôquer, ou seja, as mais representativas), elas são papéis de empresas com maior capitalização do mercado.
Como investir em ações?
Para investir em ações, existe mais de uma forma – na verdade, há muitos meios de operar com essa renda variável. Abaixo, conheça algumas das estratégias mais comuns.
Day trade
Assim são chamadas as negociações de curtíssimo prazo realizadas na bolsa de valores.
Para se ter ideia, o day trade é uma operação que combina uma série de fatores como:
a compra e a venda de uma mesma ação;
em um mesmo dia;
pelo mesmo investidor;
usando a mesma conta e na mesma corretora.
Curto prazo
Mesmo a compra e a venda de uma ação acontecendo em até um ano, é considerado um investimento de curto prazo.
No entanto, no mercado de ações, quando um investimento conta com um horizonte de alguns dias, semanas ou meses, essa técnica é chamada de swing trade.
Aliás, é bom que se saiba que, mesmo com a compra e a venda não sendo finalizadas no mesmo dia, às operações de curto prazo ainda exigem um acompanhamento constante do mercado.
Isso porque se baseiam em achar oportunidades de ganho em pouco tempo.
Longo prazo
Investimento a longo prazo é para quem tem paciência de esperar o dinheiro render. Conhecer o seu perfil de investidor é a primeira dica antes de negociar ativos que gerem resultados em tempo maior de duração.
Ao comprar ações, o investidor só tende a ganhar junto à empresa a qual ele investiu, isso acontece quando a receita cresce e os resultados aparecem – o que demanda certo tempo de maturação.
É bom ter em mente que os preços das ações não refletem apenas os resultados das empresas, bem como variam conforme as condições do mercado.
Quer ver um exemplo?
Digamos que, de uma hora para outra, as ações que você possui passem a valer 5% ou 10% menos do que o normal..
Isso não significa que a empresa deixou de ser uma boa aposta, e, sim, que, naquele momento, ela pode ter sofrido uma interferência externa no seu preço.
Por isso, uma técnica muito usada por quem opera a longo prazo é a position trade, ou seja, é quando as posições em ações são mantidas por mais tempo.
Ela serve, inclusive, para quem não tem tempo de se dedicar diariamente a acompanhar os movimentos da bolsa.
Normalmente, empresas bem estabelecidas, com as receitas crescendo constantemente e sem necessidade grande de investimento, são boas pagadoras de dividendos.
Para se ter uma ideia, alguns investidores se interessam mais por dividendos distribuídos pelas empresas do que propriamente com a intenção de ganhar com a valorização das ações.
Assista ao vídeo e entenda mais como funcionam os dividendos:
Long short
A operação mais tradicional é a compra de ações acreditando que vão subir – uma posição também conhecida como “long”.
Só que também é possível realizar outros tipos de negociações, baseadas na venda de papéis.
Mas lembre-se: essas costumam ser recomendadas para quem já possui alguma familiaridade com o mercado.
Operar vendido (“short”) é o mesmo que vender uma ação antes mesmo de comprá-la.
Como assim?
Numa operação tradicional de compra, o principal objetivo é conseguir adquirir papéis por um preço mais baixo e, no futuro, desfazer-se deles a um preço mais alto, certo?
Então… já numa operação vendida, o raciocínio é exatamente o oposto: vender as ações e recomprá-las mais tarde por um valor mais baixo, embolsando a diferença.
Aliás, para executá-las, é preciso fazer um aluguel de ações – assim, é possível vender as ações que foram alugadas, recomprar os mesmos papéis e devolvê-los ao locatário.
O risco nesse tipo de operação é o cenário imaginado pelo investidor (queda do mercado) não se concretizar, pois se as cotações dos papéis subirem, o resultado é prejudicial.
Como escolher e analisar ações?
Conhecido o que são ações e os meios para investir nelas, vamos entender os dois tipos principais de análises feitas quando pretendemos realizar um investimento.
Análise técnica
Este tipo de análise remete às informações relacionadas a uma ação expressas no próprio gráfico de preços.
Assim, observar as curvas do gráfico de cotações de uma ação permite identificar padrões e estimar o comportamento no futuro.
Os gráficos utilizados para realizar esse tipo de análise podem ser dos mais variados.
Por exemplo, um investidor que opere com day trade deve observar gráficos em que cada ponto representa o comportamento da ação a cada 15 minutos.
Enquanto isso, investidores que têm um horizonte de longo prazo podem se ater a gráficos semanais ou mensais.
E o que geralmente se procura encontrar nesses gráficos?
Bom, geralmente, os analistas técnicos buscam identificar suportes e resistências – os dois conceitos importantes da análise técnica.
Um suporte é um ponto de baixa do papel que representa o momento em que uma virada – naturalmente em direção a uma alta – tende a acontecer.
Por isso, costuma ser encarado como um bom ponto de compra dos papéis.
Por outro lado, uma resistência é um ponto de alta da ação, em que os preços param de subir e começam a cair.
Análise fundamentalista
Essa se baseia no estudo das características financeiras de uma empresa (como perspectivas de crescimento, fluxos de caixa e risco) para apontar o valor potencial das suas ações.
O objetivo com isso?
É óbvio: permitir ao investidor escolher papéis que tenham uma boa perspectiva de ganhos no futuro.
Dentro da análise fundamentalista, há duas abordagens principais:
Top down: parte do princípio de que o valor de uma ação sofre influência direta de fatores macroeconômicos (inflação, juros ou taxa de desemprego), porque esses afetam o desempenho da empresa. Assim, as decisões de investimento deveriam ser tomadas, primeiro, considerando informações amplas, e, depois, projeções detalhadas;
Bottom up: o ponto de partida são os fundamentos individuais de cada empresa. Aqui, são avaliados fatores como modelo de negócio, governança corporativa e as perspectivas de crescimento. Dessa forma, quanto melhores forem essas características, melhor uma companhia pode se sair – isso em bons momentos e ruins.
Rentabilidade possivelmente maior do que a da renda fixa: isso acontece, principalmente, quando a empresa em que você é acionista apresenta bons resultados gerais;
Diversificação de carteira: na bolsa de valores, há ações de empresas de diferentes setores, portes e características sendo negociadas. Assim, os investidores podem diversificar sua carteira e diluir os riscos apostando em papéis com perfis distintos;
Ganhos com a valorização dos ativos e com os proventos distribuídos entre os acionistas.
Pontos contra
Uma ação não tem qualquer tipo de garantia de rentabilidade: ao contrário de um papel de renda fixa, em que o retorno é acertado com o investidor desde o início. Assim, os investidores também podem registrar perdas;
Volatilidade: as ações envolvem mais riscos do que outras modalidades de investimentos. Os preços dos papéis variam todos os dias, conforme as negociações realizadas na Bolsa.
Para finalmente começar a investir em ações, é preciso seguir alguns passos básicos, então atente-se a esses aspectos que podem facilitar o processo, garantindo que as decisões sejam tomadas de forma consciente e segura.
1. Encontre seu perfil de investidor
Antes de decidir comprar ações, pergunte-se:
Qual é seu objetivo com o investimento?;
Seu perfil de risco é adequado para aplicar em renda variável?;
Quais as chances de você precisar do dinheiro no curto prazo?
Uma ferramenta que pode responder essas questões é a Análise do Perfil do Investidor ou o Suitability – um questionário aplicado pelas próprias corretoras para definir as características comportamentais dos clientes.
Essas perguntas te ajudam a identificar os produtos mais adequados para sua situação.
2. Abra uma conta em boa corretora de valores
Para negociar na Bolsa, o investidor precisa ter conta em uma corretora, instituição financeira autorizada a operar no pregão.
Pois são elas que recebem as ordens de compra ou de venda e executam as operações na B3 em nome dos investidores.
A propósito, quais são os critérios para escolher uma boa corretora de valores?
Oferece gama de ações
Além de ações, boas opções de renda fixa, títulos de investimentos, entre outros
Boa reputação no mercado
Ela deve ter uma boa avaliação em sites como Reclame Aqui e em comentários nas redes sociais da instituição
Excelente usabilidade
O site e o home broker devem ser rápidos e fácil acesso e com ferramentas práticas, como calculadora de Imposto de Renda, por exemplo
Devidamente registrada
A corretora deve estar devidamente credenciada e certificada junto à bolsa da B3
Oferece dados concretos
Ela deve disponibilizar relatórios gratuitos de analistas certificados
Por fim, para abrir uma conta, é preciso enviar documentos pessoais de identificação para a corretora e preencher alguns cadastros.
Com a conta aberta, basta realizar uma transferência (via TED ou DOC) para que os recursos possam ser usados na compra de ações.
3. Analise e escolha a melhor estratégia
De acordo com seu perfil de investidor, o momento do mercado e os objetivos que têm para seu dinheiro, escolha a estratégia mais adequada para negociar ações.
Dependendo da situação, esse meio pode estar focado nos ganhos de curto prazo ou no de longo prazo.
4. Decida entre a mesa de operações ou o home broker
Mesmo com as corretoras oferecendo 2 formas de negociação para os investidores, nos dias de hoje, a mais comum é o home broker.
Esse é o sistema eletrônico em que o próprio investidor cadastra suas ordens de compra e venda, podendo operar diretamente – nele, a taxa de corretagem costuma ser de valor fixo.
Outra via de negociação é a mesa de operações.
Nesse caso, o investidor se comunica com um operador da corretora – por telefone, e-mail ou sistemas de mensagem – e envia a ele suas ordens de compra e venda de ações.
É esse operador que realiza os negócios em nome do investidor.
Vale ressaltar que esse modelo costuma ser restrito a clientes de alta renda e, nele, as taxas de corretagem normalmente seguem a tabela Bovespa.
Quer saber como é feita a avaliação das ações? Faça o nosso curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações e saiba quais são os principais métodos para analisar as empresas e ações do mercado.
Como aplicar na bolsa de valores?
Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário ter muito dinheiro para investir em renda variável.
Para dar os primeiros passos, é importante entender o seu perfil de investidor em relação ao risco, isto é, até que ponto você está apto a aceitar os altos e baixos do mercado?
Nesse quesito, ter uma vida financeira organizada adianta o processo. Se tiver dívidas, o indicado é quitá-las em primeiro lugar, pois quanto mais tempo passar, maior será o endividamento, e os juros geralmente são bastante altos.
Outra dica é criar uma reserva de emergência. Normalmente ela é feita para suprir uma situação emergente, como doença, desemprego, furto de algum bem.
Assista ao vídeo abaixo e saiba tudo o que precisa saber para investir em ações:
Investir em ações: como colocar a ideia em prática?
Mas a partir do que você viu sobre o que são ações e como funcionam, não é difícil, nem precisa de alto capital para entrar nesse mundo, mas, sim, de conhecimento.
Segundo uma pesquisa da XP Investimentos, o número de investidores na Bolsa chegou a marca de 5 milhões no final de 2021. Isso mostra a dedicação da população em querer aplicar o dinheiro e não investir em Poupança ou deixá-lo guardado em casa.
Para ajudá-lo a entrar no mundo dos investimentos de forma simples e prática, recomendamos o curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores.
Neste treinamento você entenderá sobre o mercado de capitais e como investir em renda variável com solidez.
Com a internet, a coleta de dados mudou a maneira como as empresas funcionam. Anteriormente, as engrenagens de uma organização giravam a partir da visão de líderes, porém, com o avanço das tecnologias, o cenário se transformou e as informações coletadas se tornaram o guia de muitas estratégias.
No passado, a liderança de uma empresa tomava decisões com base no que conseguia observar mas, com a expertise do Business Intelligence, o processo ficou mais confiável e assertivo.
Por serem capazes de fornecer insights e fazer com que empresas se destaquem, os analistas de BI são muito buscados por empresas. Não à toa, o mercado está crescendo constantemente e a profissão tem sido muito procurada por amantes da tecnologia de informação. Quer saber como se tornar um especialista em BI? Confira algumas dicas abaixo.
Business Intelligence, o que faz?
O conceito Business Intelligence surgiu para definir a decodificação e o uso de dados de forma estratégica de qualquer empresa. Com a ajuda de softwares, o analista de BI age coletando dados, organizando-os, analisando-os e monitorando-os de acordo com o sistema de negócios.
Isso acontece porque os dados são uma maneira de interpretar as informações e interações das pessoas em determinadas situações, como quando levamos um produto de um e-commerce para o carrinho de compra.
Com esses detalhes, é possível ajudar na tomada de decisão e no entendimento dos negócios. Antes é necessário processar e decifrar os dados! A partir daí, é possível ter informações mais certeiras, pontuais e rentáveis.
Quem é o profissional de BI?
Um analista de Business Intelligence é responsável por transformar, com a ajuda de softwares e ferramentas, todos os dados em coisas inteligíveis . Assim, esses profissionais podem tornar a vasta quantidade de dados disponível em informações úteis, que realmente tenham valor para as empresas.
Basicamente, quem almeja a carreira em business intelligence precisa gostar e saber transitar entre as áreas de negócios e tecnologia da informação, tendo um amplo conhecimento de ambas.
Seu perfil deve unir o mundo dos negócios e da tecnologia, tendo uma firme compreensão de cada um deles, sendo capazes de extrair e analisar dados para recomendar estratégias de crescimento para as empresas.
Além disso, é preciso ter responsabilidade por examinar os sistemas e procedimentos e, assim, encontrar áreas em que possam aumentar a eficiência e efetividade do negócio. Além de analisar os dados, o analista de BI também reúne as informações dos concorrentes para montar estratégias que possam mudar o setor – e aumentar o faturamento do seu negócio.
Sua principal característica é ter uma visão holística dos diversos cenários organizacionais. Ele precisa conhecer muito bem as ferramentas da área, assim como considerar maneiras pelas quais uma empresa pode desenvolver novas políticas em relação à coleta de dados e às metodologias de análise de dados, incluindo a garantia da integridade do uso de dados.
Como é o dia a dia do analista de Business Intelligence?
O Business Intelligence é o principal intermediador da área de negócios e os executivos. No geral, quando um analista de BI começa seu trabalho, é preciso que a empresa elabore uma pesquisa de tendência de mercado para entender as oportunidades e possíveis problemas, como uma análise comportamental dos clientes, hábitos de consumo e até tendências de negócios.
Feito isso, é preciso pensar em iniciativas e projetos que possam solucionar as principais lacunas encontradas anteriormente.
Sua rotina também inclui acompanhar as performances da empresa e observar como os projetos estão sendo recebidos. Ele precisa organizar e tratar as informações para encontrar padrões e similaridades entre comportamentos.
Esse é o momento da análise em que o profissional utiliza funções matemáticas capazes de mapear os dados para identificar possíveis tendências e ajudar a empresa a se posicionar de maneira mais assertiva.
O coordenador do curso de Business Intelligence do IGTI , Fernando Zaidan, explica: “Esse processo se chama ETL – extração, transformação e carga – load, em inglês. A partir daí, com as ferramentas de BI, criamos painéis com gráficos e indicadores que ajudam a empresa a ter visões estratégicas de negócio.”
A partir daí, o profissional de BI começa a transformar os dados em análises gráficas, mapas e indicadores inteligíveis por meio de Dashboards, que são painéis que compilam imagens e podem ser compartilhados com o restante da empresa.
O processo de análise e acompanhamento dos painéis é feito em ciclos com o intuito de entender como foram as interações dos clientes. Assim, o analista de BI precisa pensar em iniciativas diferentes e inovadoras a partir de como os planos performaram.
Onde os analistas de Business Intelligence trabalham?
Os profissionais podem atuar em diferentes mercados e induśtrias independentemente do tamanho da empresa. A organização tenha uma visão mais assertiva e analítica do negócio para entender a necessidade da contratação de um especialista em Business Intelligence. Hoje, a maior parte delas quer e precisa melhorar seu sistema de tomada de decisão e prevenção ao risco. Por isso a procura por analistas de Business Intelligence está em alta.
Com um grande número de empresas buscando informações para uma tomada de decisão mais estratégica, o mercado está aquecido. As grandes e médias empresas têm essa visão mais consolidada, mas se engana quem acha que para por aí. Pequenas empresas e até mesmo as startups, também estão à frente neste processo.
Qual o salário de um analista de Business Intelligence?
A média salarial dos analistas de BI é de R$ 6.241, de acordo com pesquisa da Revelo – plataforma de recrutamento. Quando falamos de região, Belo Horizonte é o local onde a oferta salarial é maior, pagando por volta de R$ 7.250, já em São Paulo o valor cai para R$ 6.301 e no Rio de Janeiro, abaixo da média entre as três, paga R$ 5.318.
Já para um analistas sênior, a remuneração pode chegar a R$ 10 mil segundo o guia das profissões do trampos.co . Para a Catho , as empresas que mais pagam esses profissionais são as empresas de Recursos Humanos, seguido por bancos e instituições financeiras.
O que um BI precisa saber?
Nem sempre os profissionais dessa área são formados em tecnologia da informação ou ciência da computação, mas em engenharia, economia e até administração . Muitos possuem apenas cursos livres em seus currículos, no entanto o ramo conta com muitos profissionais autodidatas.
Entretanto, é importante dominar os fundamentos em tecnologia, ser curioso e procurar entender um pouco sobre como as coisas na tecnologia funcionam. Para começar, o profissional precisa gostar de estudar – e muito. O ramo da tecnologia está em constante transformação e é preciso se atualizar.
Além disso, quem tem facilidade com números costuma se dar bem no ramo, assim como quem fala inglês ou já possui certo conhecimento de programação. É bom gostar de dados e estudar muito para alinhar prática e teoria. Essas habilidades serão necessárias no dia a dia, mas também tornam o profissional mais interessante.
Quero ser um analista de BI, e agora?
Para exercer a profissão de analista de Business Intelligence, é preciso conhecer muito de Banco de Dados, o que se adquire na maioria das graduações da área de TI. Por isso, a modelagem de Banco de Dados com seus os elementos (entidades e relacionamentos), bem como as formas para normalização dos Bancos de Dados. As especializações tornarão os profissionais mais capacitados para a área. Outro ponto importante é procurar desenvolver as soft e hard skills.
Soft Skills
Potencializar as Soft Skills é muito importante. Estas competências são subjetivas e relacionadas à inteligência emocional. Alguma delas são boa comunicação, trabalho em equipe, gestão de pessoas, pensamento crítico, atitude positiva, resiliência, empatia, liderança, negociação, tomada de decisões, flexibilidade, ética, dentre outras.
Hard Skills
As hard skills podem ser adquiridas, além do conhecimento mínimo em banco de dados e da modelagem de banco de dados. Algumas delas:
Data Warehouse (DW) : deve ter conhecimento em DW, na modelagem, nas estruturas, tabelas fatos e dimensões, seus atributos e relacionamentos;
Cubos : conhecer os conceitos de Cubos OLAP (on-line analytical processing), que são conjuntos de dados multidimensionais;
ETL : conhecer o processo de extração, transformação e carga (ETL) é de suma importância;
Estatística : o mínimo conhecimento em estatística é necessário para lidar com as métricas e indicadores;
Ferramentas de BI : a noção da maioria das ferramentas será fundamental para a escolha da mais indicada, pois inevitavelmente a empresa deverá tomar a decisão de aquisição ou outra modalidade de uso, como o SaaS (software como serviço);
Dashboards (ou painéis) : projetar e construir Dashboards pode tornar seu projeto de BI em um verdadeiro sucesso. A escolha das métricas deve ser muito criteriosa, assim como ter preparado muito bem os dados de entrada. Ou seja, realizando o ETL que deixe seus dados prontos para a visualização. Também deve conhecer ferramentas específicas de Dashboards.
Vantagens de ter um analista de BI na empresa
Toda empresa precisa de um plano gerencial bem feito, mas com o fluxo atual de informações não é possível garantir que uma tomada de decisão sem análise de dados seja correta, causando possíveis prejuízos – tanto financeiros como estruturais – a longo prazo.
Por isso, o analista de Business Intelligence vai ser primordial para garantir que o seu negócio tenha lucros e um bom desempenho. Os analistas da área garantem que as informações sirvam para geração de indicadores em tempo real. As tomadas de decisão são rápidas e certeiras, trazendo resultados impressionantes para o negócio.
O BI e a Lei Geral de Proteção de Dados
O mercado de Business Intelligence é novo e, por isso, está em constante mudança. O acesso e a captação de dados é uma prática recente e que, por vezes, gera discussões. Com frequência, a rede social Facebook passa por isso.
Em abril de 2018, Mark Zuckerberg foi ao congresso americano prestar contas sobre o uso de dados dos usuários por empresas e isso levantou uma discussão sobre o fornecimento exacerbado das informações e o que as companhias fazem com eles.
Tendo isso em mente, vale dizer que todas as empresas estão passando por adaptações para se adequarem à Lei Geral de Proteção de Dados . Em 2020, a Lei exigirá que as empresas esclareçam quais informações são coletadas dos usuários e quais finalidades serão usadas. Todos esses detalhes deverão estar nos termos e condições de uso de cada plataforma.
As ferramentas e softwares estão em constante atualização e a adaptação do analista de Business Intelligence é essencial para bons resultados do mercado. Estar antenado é essencial.
O futuro do Business Intelligence
Com o mercado dinâmico, a profissão prevê tendências que podem guiá-la para um futuro com soluções em nuvem, inteligência artificial e o uso de dados voltado para o impacto positivo na sociedade.
Cada vez mais, os profissionais deverão se adaptar e se aprofundar nessas áreas para garantir destaque no futuro. As soluções em nuvem tem sido cada vez mais estudadas para se tornar a principal forma de armazenamento de dados. Saber mexer com tal tecnologia pode ser essencial nos próximos anos, especialmente porque essa é uma solução que garante segurança e flexibilidade para os profissionais.
O futuro não deixa a desejar para o profissional dessa área. As corporações têm entendido sua importância e, cada vez mais, sua inteligência e habilidade será requisitada.
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Você já se perguntou de quem é a custódia dos fundos de investimento nos quais você investe seu dinheiro? Ou seja, onde ficam alocados e quem é o responsável por eles?
Se acha que eles estão sob os cuidados da sua corretora, está enganado. Na verdade, há um terceiro elemento em jogo, a instituição custodiante, responsável pela guarda desses e de outros ativos em segurança, bem como sua manutenção, atualização e exercício de direitos, como o recebimento de dividendos, por exemplo.
Quer ficar por dentro do assunto?
Neste post, explicamos o que é a custódia de fundos de investimento, como ela funciona, quais são as taxas envolvidas e como fazer a transferência de custódia de títulos para outra corretora, além de dicas para avaliar quando vale a pena transferir a custódia para uma nova instituição.
O que é a custódia de fundos de investimento?
Custódia, no mundo dos investimentos, significa “guardar” ou ser responsável por determinados ativos. Por exemplo, quando você deposita dinheiro no banco, ele continua sendo seu, mas você o está colocando sob os cuidados dessa instituição.
Porém, quando se trata de ativos financeiros, muitos investidores imaginam que suas ações ou títulos ficam sob posse da corretora na qual aplicaram, mas não é bem assim que funciona. Nesses casos, há outro player na jogada.
Logo, quando falamos em custódia de fundos de investimento e outros ativos, estamos nos referindo à guarda desses tipos de título em específico, que não é feita pela corretora, mas sim pelas instituições custodiantes.
Ficou confuso? Calma, a gente explica!
Como funciona a custódia de fundos de investimentos?
Primeiramente é importante fazer uma distinção entre os elementos envolvidos neste processo: as instituições custodiantes e os agentes de custódia.
As instituições custodiantes são organizações financeiras autorizadas pelo Banco Central, responsáveis por registrar e manter esses ativos seguros, além de fazer a manutenção, atualização e liquidação física e financeira dos títulos, exercendo direitos, como a distribuição de dividendos entre os investidores.
Ou seja, na prática, atuam como intermediários, sendo consideradas figuras essenciais para conferir transparência e segurança para as negociações.
Já os agentes de custódia são instituições financeiras, como corretoras e bancos, que desempenham um papel mais próximo aos investidores, sendo responsáveis pelo gerenciamento de suas contas, depósito, venda e transferência de títulos.
O que é a taxa de custódia de fundos de investimentos?
A taxa de custódia é um valor referente à remuneração da instituição que detém a guarda de seus fundos de investimentos. Ela pode variar de acordo com o tipo de título e é calculada de forma proporcional ao valor total da aplicação, podendo ser cobrada mensal, semestral ou anualmente.
Muitas corretoras já não cobram essa taxa, por isso é importante prestar atenção ao escolher onde investir, uma vez que, quanto menos taxas você paga, maior tende a ser a sua rentabilidade.
O que é transferência de custódia?
Muitos pensam que para sair do banco e começar a investir em outra instituição financeira ou trocar de corretora, é preciso vender os títulos nos quais investe e recomprar na nova corretora. Porém, isso não é necessário.
Se você já não aguenta mais as altas taxas praticadas pelos bancos, basta fazer a transferência de custódia, que nada mais é do que o processo de troca de agentes de custódia. Ou seja, você pode facilmente transferir seus investimentos do banco para a corretora de sua preferência.
Como fazer a transferência da custódia de fundos de investimentos?
Cada instituição tem seu próprio funcionamento, porém, fazer a transferência de custódia de fundos de investimento e outros títulos costuma ser tão simples e prático quanto solicitar a portabilidade de um número de telefone.
Primeiramente, você deverá abrir uma conta na corretora para a qual deseja transferir seus investimentos. Em seguida, deve solicitar à sua instituição financeira atual, a portabilidade de seus títulos para a nova corretora.
Para isso, você terá de preencher o formulário de Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários (STVM), fornecido pelo seu banco ou corretora e, em seguida, encaminhar para a mesma, que se encarregará de transferir seus investimentos para a nova instituição.
Se não houver nenhum erro no preenchimento do formulário, o processo de transferência não deve levar mais do que 48 horas. Caso contrário, a instituição entrará em contato para solicitar as correções necessárias.
Agora, se o que você procura é como transferir ações para outra pessoa, é importante saber que há várias possibilidades, dependendo de cada caso. Então, confira esta seção que explica como fazer portabilidade entre diferentes titularidades.
Como avaliar quando vale a pena transferir a custódia para outra corretora?
Você está descontente com o serviço que vem recebendo do seu banco ou corretora, mas não sabe se vale a pena transferir a custódia de seus fundos de investimentos e demais aplicações para outra instituição? Relaxa, pois vamos te mostrar alguns pontos que vão te ajudar a decidir qual é a opção mais vantajosa.
Taxas praticadas
Não é preciso ser um investidor experiente para deduzir que, quanto menos taxa, maior será o seu lucro, concorda?
No entanto, dependendo da instituição financeira , você terá uma série de taxas, dentre as quais, temos: corretagem, performance, custódia, administração, comissões, etc.
Se você vem tendo despesas muito altas em relação a esse tipo de custo, está na hora de buscar uma opção mais rentável. Portanto, a dica aqui é analisar as taxas praticadas por cada corretora, assim você terá melhores condições de fazer uma escolha mais assertiva.
Ferramentas e funcionalidades da plataforma
Você está satisfeito com as ferramentas e funcionalidades disponibilizadas pela instituição em que investe? Por exemplo, se você trabalha com trade, precisa ter acesso a um home broker ágil e eficiente, do contrário, sua performance ficará comprometida, bem como seus resultados.
Se a resposta for não, seria interessante estudar o que outras corretoras podem lhe oferecer e, se for o caso, transferir a custódia de seus ativos.
Opções de investimento
Sua plataforma oferece um leque variado de opções de investimento?
A questão aqui não é nem se ela oferece aquelas nas quais você deseja investir hoje, afinal, se daqui a um tempo você pensar em investir em algo novo, terá de correr atrás de outra corretora mais completa, não é mesmo?
Comunicação e qualidade do serviço
Como é a comunicação e a qualidade do atendimento disponibilizado pela plataforma na qual você investe? Eles se preocupam em esclarecer todas as suas dúvidas?
Para investidores mais experientes, isso é um problema. Mas, para os iniciantes, pode ser um tanto difícil compreender uma plataforma que utiliza muitos termos técnicos e complicados.
Se este é o seu caso, busque uma corretora que “fale a sua língua”, afinal, quando o assunto envolve dinheiro, não podemos levar nenhuma dúvida para casa, certo?
Que tal transferir a custódia de seus investimentos para corretoras mais confiáveis?
Ao contrário do que muitos pensam, trocar de instituição financeira não é nenhum bicho de sete cabeças, uma vez que você pode transferir a custódia de seus fundos de investimento, ações e demais ativos para outra corretora. É tão simples quanto fazer a portabilidade de um número de celular.
Dentre as melhores opções do mercado estão a XP Investimentos, a Rico e a Clear, conhecida como a primeira corretora a zerar a taxa de corretagem do Brasil! Analise cada uma delas e descubra qual se encaixa melhor no seu perfil.
Quer potencializar seus ganhos? No vídeo abaixo, Clara Sodré, especialista em investimentos, explica tudo o que você precisa saber para escolher os melhores fundos de investimento. Aperte o play e aproveite as dicas!
Por meio dele, você aprenderá os principais conceitos do mercado de ações, incluindo as diferentes análises para alavancar seus investimentos financeiros. Não perca tempo, inscreva-se agora!
Não tenha dúvidas de que saber o que significa ESG e colocar em prática essa modalidade pode ser um grande diferencial em uma empresa, já que esse conceito é visto com ótimos olhos tanto pelo mercado como pela sociedade. Logo, potencializa as chances de seu negócio realizar parcerias e melhorar seus resultados.
Mas o que representa o ESG na sociedade? A sigla se refere a boas práticas ambientais, sociais e de governança.
Ter responsabilidade social e ser sustentável são práticas que ajudam a qualificar a empresa e a fechar o balanço mensal.
Não é à toa que companhias que adotam práticas ambientais lucram mais e têm o valor de mercado em alta por um longo período.
Segundo uma pesquisa feita pela revista Exame com mais de 140 empresas, 84% avaliam positivamente seus impactos ambientais e 45% desenvolvem pesquisam e buscam inovar para utilizar os recursos de forma mais adequada.
Isso demonstra a importância de investir em ESG. Por isso, vamos explorar melhor esse assunto, mostrando o que é ESG nas empresas, como funciona essa tendência e o que ela representa nos investimentos.
O que significa ESG?
O termo ESG é a sigla em inglês para “Environmental, Social & Governance”, que, traduzido para o português, significa Ambiental, Social e Governança.
A expressão, geralmente, é usada para medir as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa. Ou seja, costuma dizer quanto um negócio busca formas de:
minimizar seus impactos no meio ambiente;
construir um mundo mais justo e responsável para as pessoas à sua volta;
manter os melhores processos de administração.
Por meio desses critérios, o termo ESG tem como meta ajudar a determinar melhor o desempenho financeiro futuro das empresas.
Sustentabilidade ou resultados: quem disse que dá para escolher só um dos dois?
Pois bem, engana-se quem pensa que construir um mundo mais sustentável não significa ter bons resultados financeiros em uma empresa e vice-versa.
Pelo contrário: cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança são, sim, fatores que ajudam o balanço das empresas – e esse é um dos motivos para que a sigla ESG tenha se tornado popular.
Aliás, esse princípio de que uma empresa possuir boas práticas ambientais, sociais e de governança traz bons resultados financeiros não fica apenas na teoria – na prática, a mesma situação vem sendo notada.
Isso porque essas melhores práticas não só contribuem para a construção de um mundo mais ético, saudável e justo, bem como se mostram associadas a benefícios como redução de custos, solidez e resiliência – fatores mais que bem-vindos, especialmente, em um contexto de pandemia. Ou seja, as empresas fazem mais do que apenas buscar valorização.
Em suma, maximizar retornos e minimizar riscos, ajudando a construir um mundo melhor no processo – esse é o valor agregado do ESG.
Como são classificadas as empresas ESG?
Para uma empresa, geralmente, se enxergar classificada dentro da sigla ESG, são observados e estudados fatores como:
ambientais: uso de recursos naturais, emissões de gases de efeito estufa (CO2, gás metano), eficiência energética, poluição, gestão de resíduos e efluentes;
sociais: políticas e relações de trabalho, inclusão e diversidade, engajamento dos funcionários, treinamento da força de trabalho, direitos humanos, relações com comunidades, privacidade e proteção de dados;
governança: independência do conselho, política de remuneração da alta administração, diversidade na composição do conselho de administração, estrutura dos comitês de auditoria e fiscal, ética e transparência.
Por que investir em ESG?
Investimentos ESG são investimentos sustentáveis e socialmente responsáveis em empresas que possuem, em sua missão, a transformação do mundo em um lugar melhor.
De forma mais resumida, o ESG pode ser usado para investimentos com critérios de sustentabilidade.
Ou seja, em vez de analisar apenas índices financeiros, por exemplo, investidores também observam fatores ambientais, sociais e de governança de uma companhia.
Basicamente, é adotar o que explicamos no tópico anterior e aplicar também para a questão dos investimentos. Isso porque os mesmos fatores são analisados e usados como critérios quando se pensa em investir em empresas.
Então, no Brasil, uma boa alternativa para quem deseja investir em empresas comprometidas com a sustentabilidade são os fundos de investimento.
Conhecidos como ‘fundos ESG’, não é de se estranhar que essa opção tem ganhado cada vez mais atenção, mesmo não chegando a ser uma novidade no mercado.
Muitas entidades e ativistas já pressionam empresas e governos há décadas para diminuir as emissões de carbono e poluentes. Só que, recentemente, tal movimento chegou às reuniões de acionistas, com stakeholders mais preocupados com a sustentabilidade.
Para se ter uma ideia, conforme uma pesquisa feita pela empresa PwC, em 2020, 77% dos investidores institucionais afirmaram que planejavam parar de comprar produtos não ESG nos próximos dois anos.
Com isso, instituições financeiras prestaram mais atenção sobre suas formas de colaboração para manter o planeta mais saudável.
Outro ponto é que os fundos em prática ESG são uma boa opção porque contam com uma equipe especializada para avaliar as empresas que desejam fazer parte. Para decidir se uma empresa é ESG, ela deve fornecer todas suas informações de conduta, histórico, etc.
Esse conjunto de dados serve como critérios para verificar a idoneidade da companhia e ser classificada como ESG.
Além do mais, é importante olhar não somente para as empresas por trás de suas ações, mas essencialmente para os gestores. Entender os compromissos que os gestores assumiram e avaliar se a vida privada está alinhada com ESG são fatores que avaliam se é consistência ou oportunismo.
Diante disso, fica mais claro entender o que significa ESG e como essa prática é benéfica para as companhias, uma vez que elas passam a faturar mais, ampliam sua lucratividade e têm maior exposição no mercado.
Aplicar em fundos ESG pode contribuir para a diversificação da carteira de investimento. Quando bem realizada, ela aumenta a rentabilidade dos investimentos e reduz o risco de perdas.
Para você ter um contato inicial sobre investimentos, convidamos você a conhecer o curso “Aprenda a Investir na Bolsa de Valores”, um curso prático que o ajudará a ter mais insights sobre o mundo dos investimentos, além de uma metodologia eficiente.
Fundos mútuos de investimento são aplicações que reúnem capital de diversos investidores sob a administração de um gestor profissional, que é responsável por definir os ativos que farão parte do fundo, montando uma carteira diversificada, em busca da maior rentabilidade possível.
Trata-se de uma ótima opção para quem deseja montar uma carteira diversificada, mas não tem tempo, experiência ou conhecimento para escolher os papéis mais rentáveis e promissores do mercado.
Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue com a gente! Neste artigo explicamos em detalhes o que são fundos mútuos, como funcionam, quais são suas vantagens e desvantagens e como fazer para começar a investir.
O que são fundos mútuos de investimento?
Fundos mútuos são investimentos realizados de forma coletiva, reunindo dinheiro de diversos investidores sob a tutela de um gestor profissional, responsável por administrar tais recursos, escolhendo os ativos que irão compor farão uma carteira de investimentos diversificada, sempre buscando os melhores retornos.
Há diversos tipos de fundos mútuos, categorizados de acordo com os ativos que os compõem, oferecendo diferentes graus de risco e de rentabilidade. Dentre as principais, temos:
fundos de renda fixa;
fundos de ações;
fundos multimercado.
Como funcionam os fundos mútuos de investimento?
Os fundos mútuos funcionam por meio de cotas, onde cada investidor adquire determinado valor e é remunerado de acordo com a sua participação.
O montante levantado é gerido por um profissional, que é responsável pela manutenção e administração do fundo. Logo, é ele quem define quais títulos devem ser comprados ou vendidos. Seu objetivo é montar uma carteira rentável e diversificada, sempre se atendo às características do fundo.
Isso significa que fundos mútuos de renda fixa serão compostos apenas por ativos de renda fixa, podendo ser prefixados ou pós-fixados. Da mesma forma, fundos de ações envolvem dividendos, blue chips ou small caps, enquanto que fundos multimercado irão focar em investimentos estrangeiros ou nacionais.
Para garantir os melhores resultados, um gestor de fundos mútuos deve sempre se manter antenado ao mercado, em busca dos ativos mais rentáveis do momento.
Que órgão fiscaliza os fundos mútuos de investimento?
Para entender que órgão fiscaliza os fundos mútuos, podemos olhar para os princípios que regem o funcionamento de corretoras, bancos e demais instituições financeiras que oferecem este e outros tipos de investimento.
A fim de proporcionar mais segurança ao investidor, todas essas organizações precisam da autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar. Porém, isso não é tudo. Ainda é necessária a liberação por parte do Banco Central (BACEN), que também é o órgão responsável por fiscalizar seu funcionamento.
Qual é o tipo de risco envolvido em um investimento em fundos mútuos?
Como vimos, há diferentes categorias de fundos mútuos, cada qual é composta por determinados tipos de títulos. Tendo isso em mente, podemos dizer que o grau de risco envolvido nesses investimentos depende do tipo de fundo escolhido, uma vez que eles possuem as mesmas características dos ativos que os compõem.
Por exemplo, investir em fundos mútuos de renda fixa oferecerá um risco menor em comparação aos fundos mútuos de ações, que se trata de renda variável, cujo desempenho é impossível prever, porém, possuem maior potencial de rentabilidade.
Portanto, a escolha irá depender do seu perfil. Se sua tolerância a riscos for baixa, os mais indicados são os de renda fixa. Já se você está disposto a correr mais riscos, fundos de ações ou multimercado podem oferecer uma rentabilidade mais interessante.
4 vantagens de investir em fundos mútuos
Você já entendeu o que são fundos mútuos, mas ainda está em dúvida se vale ou não a pena investir? Para facilitar sua decisão, confira as principais vantagens que esse tipo de investimento pode lhe oferecer:
1. Potencial de diversificação
Sua principal vantagem está na possibilidade de diversificar sua carteira, uma vez que comprando apenas uma cota você já estará investindo em vários ativos, o que contribui para diluir seus riscos e aumentar seu potencial de rentabilidade.
2. Baixo custo para iniciar
É uma opção mais acessível, considerando seu potencial de diversificação, o que o torna uma ótima oportunidade para quem está começando, podendo, logo de início, ter acesso a uma vasta gama de ativos adquirindo apenas algumas cotas.
3. Gestão de um profissional qualificado
Um grande diferencial, principalmente para investidores iniciantes, os fundos mútuos contam com a expertise de um profissional dedicado, que já conhece o mercado e entende como ele funciona, o que o torna capaz de alocar o dinheiro investido em opções mais rentáveis, elevando seu potencial de retorno.
O apoio de um gestor profissional, empenhado em fazer as melhores escolhas de investimento, representa um grande diferencial, tanto para quem está começando e, por isso, não tem experiência, quanto para quem quer investir, mas não tem tempo para se dedicar e encontrar as melhores oportunidades.
2 desvantagens de investir em fundos mútuos
Agora que você já conhece as maiores vantagens de investir em fundos mútuos, precisamos ser transparentes e informar que esse tipo de investimento também possui suas desvantagens.
1. Decisões limitadas ao gestor
Apesar de ter um profissional responsável pela gestão do fundo ser uma vantagem para investidores iniciantes, isso pode não ser tão atrativo para os mais experientes, que não possuem poder de decisão sobre a alocação do dinheiro do fundo.
2. Taxas associadas
Como a gestão do fundo depende da atuação de um profissional, nada mais justo do que ele receber por isso, concorda?
Por conta disso, os investimentos em fundos mútuos contam com taxa de administração, que serve para remunerar as pessoas envolvidas na gestão do fundo.
Além da taxa de administração, há também a taxa de performance, que é descontada apenas quando o fundo ultrapassa a meta preestabelecida. Isso por um lado é bom, pois motiva o profissional a se empenhar na busca da maior
rentabilidade para o fundo, mas também reduz o retorno para o investidor.
Como investir em fundos mútuos?
Investir em fundos mútuos é muito simples!
Primeiramente, você precisa se cadastrar em a ter acesso às suas opções de investimento e procurar pelos fundos mútuos e escolher o que deseja. Em seguida, deve transferir o dinheiro que será aplicado para sua nova conta, acessar as opções de qual irá aplicar, estabelecer o número de cotas, enviar a ordem, e pronto!
É importante ter clareza de que, ao escolher um fundo mútuo, você sempre deve levar em conta seus objetivos com o investimento e o seu perfil de investidor.
Além disso, também vale a pena conferir quais são os ativos presentes no fundo, bem como seu histórico de rendimento nos anos anteriores. Assim, você terá uma noção mais clara de como o gestor opera e qual é o seu real potencial de retorno.
Quer saber como escolher o melhor fundo de investimento para você? Então, dê o play no vídeo abaixo e aprenda tudo sobre o assunto com nossa especialista em investimentos, Clara Sodré:
Que tal usar os fundos mútuos de investimento para diversificar suas aplicações?
Como você pode ver, assim como qualquer investimento, os fundos mútuos possuem vantagens e desvantagens. Agora, se vale ou não a pena, isso irá depender do grau de especialidade de cada investidor, bem como do tempo disponível para acompanhar o mercado e descobrir os ativos mais rentáveis.
Se você já tem experiência e sabe onde aplicar seu dinheiro para obter um rendimento maior, você definitivamente não precisa da ajuda de um gestor de fundos mútuos para administrar o seu dinheiro.
Por outro lado, se você está começando e não faz a mínima ideia de onde investir, mesmo diante das desvantagens mencionadas, os fundos mútuos ainda podem ser uma ótima alternativa para investir enquanto você vai aprendendo como o mercado funciona.
Quer uma mãozinha para começar a entender melhor o mundo dos investimentos e poder tomar decisões mais seguras e embasadas?
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O DARF de ações é um documento importante que serve para pagar o imposto de renda em operações feitas na bolsa de valores, como ações e fundos imobiliários, por exemplo. Portanto, a função desse registro é evitar que o investidor tenha problemas com a justiça.
Diante disso, os investidores devem emitir o DARF diretamente no site da Receita Federal.
O processo de emissão não é difícil, mas quem opera com renda variável precisa saber quando e como acontece a emissão e o pagamento do DARF, pois é o meio de cobrança para quem negocia esse tipo de ativo.
Ainda em dúvidas sobre o que significa DARF de ações? Não se preocupe!
Ao longo deste artigo você vai saber:
O que é o DARF de ações?;
Como gerar o DARF para ações?;
Como emitir e pagar DARF?;
Como investir na bolsa de valores?
O que é o DARF de ações?
DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) é uma guia da Receita Federal para o recolhimento de impostos, taxas e contribuições em operações financeiras.
Existem DARFs específicos para pessoa jurídica e física. São eles:,
Pessoa jurídica: DARF para Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF), entre outros;
Pessoa física: DARF para Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).
Confira abaixo a imagem do DARF.
Como gerar o DARF para ações?
Existem duas maneiras para preencher o DARF de renda variável.
A primeira é adquirir um formulário de papel e preenchê-lo, o jeito mais antigo, porém ainda utilizável.
A segunda – e mais lógica – é baixar um programa que a Receita Federal disponibiliza para preencher o formulário eletronicamente, salvar em PDF e pagar online mesmo, o que veremos em detalhes adiante.
Como preencher o formulário do DARF?
São 10 campos que você deve preencher o formulário, cada um com características específicas. Preste atenção ao que eles correspondem:
CAMPO 01: colocar o nome e o telefone do contribuinte, ou seja, o seu nome.
CAMPO 02: inserir a data de ocorrência do fato gerador ou do encerramento do período: no nosso caso, o mês a que se refere o lucro nas operações de renda variável.
Como o campo precisa ser preenchido com uma data completa, colocamos o último dia do mês a que se referem os lucros.
CAMPO 03: preencher com o número completo do CPF do contribuinte ou, no caso de pessoa jurídica, com o número do CNPJ;
CAMPO 04: colocar o código correspondente à espécie de receita que estiver sendo paga, ou seja, 6015 no caso de imposto sobre o lucro nas operações de renda variável para as pessoas físicas. No caso de pessoas jurídicas, o código é o 3317;
CAMPO 05: deixar em branco. Este campo existe para processos e outras indicações quando necessário, ou seja, sem utilidade para o usuário;
CAMPO 06: colocar a data de vencimento fixada na legislação, mesmo no caso de pagamento antes ou após essa data.
Essa é a data original de vencimento, isto é, mesmo que você pague com atraso, aqui vai a data em que deveria ter pago, que significa o prazo máximo de pagamento sem multa.
No nosso caso, é sempre o último dia útil do mês seguinte ao da apuração dos lucros. Então, se considerarmos uma data qualquer de 2022, considerando que seja uma segunda-feira, e último dia útil do mês.
CAMPO 07: colocar o valor do principal que está sendo recolhido, ou seja, o valor do imposto a pagar. Você já calculou o seu imposto, agora é só colocar ele aqui;
CAMPO 08: inserir o valor da multa devida, quando o pagamento estiver sendo feito após o vencimento indicado no campo 06. Caso você esteja pagando o DARF em atraso, então a multa vai aqui neste campo;
CAMPO 09: adicionar o valor dos juros devidos, quando o pagamento estiver sendo feito a partir do mês seguinte ao do vencimento indicado no campo 06, que é a mesma situação do CAMPO 08. Se estiver pagando em atraso, pode ter juros, e se houver, coloque o valor aqui;
CAMPO 10: repetir o valor indicado no campo 07, se o recolhimento estiver sendo feito dentro do prazo indicado no campo 06, ou a soma dos valores indicados nos campos 07, 08 e 09 se o pagamento estiver sendo feito após esse prazo.
Pontos de atenção no preenchimento do DARF
Caso esteja preenchendo em papel para ir pagar no banco, faça em duas vias: uma para o banco, outra para você.
O DARF não é aceito em valores inferiores a R$10. Nesse caso, anote o valor e some na próxima guia que deseja pagar.
No caso de um investidor pessoa jurídica, fale com o seu contador. Não pague o DARF, nem faça qualquer investimento em nome de pessoa jurídica sem antes conversar com seu contador ou consultor tributário.
As regras variam de acordo com o tipo de tributação a qual a empresa esteja vinculada.
Agora que você já sabe o que é e como gerar o DARF de ações, confira as plataformas para preenchê-lo eletronicamente.
SICALC
O SICALC é o programa disponibilizado pela Receita Federal para você preencher o DARF.
Ele também calcula multas e juros, caso o pagamento esteja em atraso.
Isso facilita muito o processo.
Antes desse programa existir, por exemplo, era preciso procurar as tabelas de multas e juros e pegar uma calculadora para calcular o DARF de ações. Essa prática, como você deve imaginar, dava margem a muitos erros.
Agora tudo isso é passado. Basta colocar os dados no programa, que ele calcula e preenche o DARF automaticamente e ainda gera a imagem do DARF em PDF com código de barras para você pagar online.
Perfeito, não é mesmo?
Então, vamos ver como acessar o programa SICALC. Para isso, temos duas opções:
SICALC online;
A versão programa.
Na primeira, você acessa no navegador, abre na tela, preenche os campos e gera a guia na internet.
Já na segunda, você faz o download e instala no seu computador.
SICALCWEB
1. Basta clicar aqui neste link que você vai para a página do programa SICALCWEB Programa, para cálculo e impressão do DARF online;
2. Clique em SIC@LCWEB – Cálculo e Emissão de Darf On Line de Tributos e Contribuições da Pessoa Física que te levará para a página do programa. Nesta página, você tem a opção de preenchimento rápido, além de outras opções que você pode explorar e aprender para usar em outros casos;
3. No nosso caso, vamos clicar em Preenchimento Rápido. Assim, aparecerá uma página para você se identificar;
4. Portanto, coloque seu CPF e sua data de nascimento. Porém, se você já tiver cadastro, selecione o seu nome;
5. No próximo passo, o programa permite que você insira observações que serão impressas no DARF. Eu costumo colocar a que se refere (IR sobre renda variável) e a base de cálculo. Dessa forma, se no futuro precisar, tenho tudo já no próprio documento;
6. Coloque o código da receita, que no nosso caso é 6015 e aparecerá na lista para clicar e escolher o código;
7. Deixe a data de consolidação como está, pois é o dia que você está preenchendo o DARF;
8. Insira o período de apuração. Já vimos acima que é a data no CAMPO 02, o mês a que se referem os lucros. Neste caso, basta preencher o mês e o ano;
9. Deixe o campo número de referência em branco;
10. E, por último, coloque o valor do principal (do CAMPO 07) mencionado lá em cima;
11. Agora é só clicar em calcular que o programa irá preparar a guia para você, colocando-a em uma linha na tabela no final da página;
12. Clique em selecionar para ativar as opções de emitir DARF, salvar e por aí vai. Ao pressionar emitir DARF, é gerado o formulário em PDF e faz o download para o seu computador. Veja que nesta versão ele não tem código de barras, você ainda pode pagá-lo online, mas terá que digitar todos os campos no seu banco para pagar.
Programa SICALC
O programa SICALC funciona praticamente da mesma forma, mudando apenas que você precisa fazer o download e instalar no seu computador.
Todas as informações e campos são exatamente os mesmos, com a maior diferença ficando, então, por conta do código de barras que o programa gera e o SICALCWEB não gera.
Para a instalação do programa, clique aqui e faça o download do site da Receita Federal.
Como emitir e pagar DARF?
Para pagar é bem simples.
O DARF é aceito por praticamente todos os grandes bancos. Mas alguns bancos digitais menores podem não aceitar o pagamento de DARFs, pois nem todos possuem acordo com o governo para receber impostos federais.
Se já tem impresso o DARF com código de barras, basta abrir o aplicativo do seu banco no telefone e ler o código de barras que já deverá abrir para pagar com os dados do DARF.
Caso contrário, você terá que abrir o seu banco no computador e ir até a aba Pagamentos, DARF e digitar os dados do DARF.
Os grandes bancos todos possuem essa opção.
Pronto, agora que você já sabe como preencher e pagar o seu DARF, não perca os prazos!
Um investidor que pagar multas e juros sobre os impostos, deixará de ganhar parte dos lucros para dar ao governo.
Portanto, não faça isso. Respeite os prazos e pague seus impostos em dia.
Como investir na bolsa de valores?
Agora que você já sabe como emitir e pagar DARF, ficou mais fácil fazer a contribuição para investimentos em renda variável. Afinal, não é nenhum um bicho de sete cabeças, não é mesmo?
Mas, voltando a um passo anterior, existem muitas pessoas em dúvida sobre como aplicar o dinheiro na bolsa de valores. E nisso nós podemos dar uma ajudinha!
O curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores traz um panorama completo sobre como selecionar os papéis adequados para criar sua carteira de investimentos.
Prático e feito para todos os níveis de conhecimentos, o curso é uma ótima opção para você entrar no mundo dos investimentos.
Cuidado com hospedagem, traslado, passagens, passeios e outros gastos: esses são detalhes de um planejamento financeiro para viajar que, na maioria das vezes, não fazem parte da estratégia de quem pretende se aventurar mundo afora.
Uma pesquisa feita pela agência de viagens Decolar, em 2019, comprovou a displicência do povo brasileiro ao organizar uma viagem.
Tratando-se de viagens nacionais, a programação com uma agência de viagens, por exemplo, acontece somente um mês antes do passeio.
Levando em conta os dados, é importante mudar esse pensamento se você quiser relaxar em várias partes do mundo sem se preocupar com os gastos.
Ao longo deste artigo, separamos várias dicas de como se organizar para uma viagem e aproveitar ao máximo. Vamos lá?
Planejamento financeiro para viagens: 4 vantagens
1. Maior chance de descontos
Poupar dinheiro para viajar requer organização antecipada, certo?
No momento em que você procura uma agência de viagens, o estabelecimento deseja que você aceite a proposta desejada. Para conquistá-lo de vez, a agência oferece diversos descontos.
Dias a mais no hotel, passeios nos pontos turísticos e brindes são algumas promoções para atrair o consumidor, o que é um ótimo sinal de venda.
Quem sai ganhando? Ambos os lados: o cliente por poupar seu dinheiro e aproveitar o máximo; por outro lado, a agência, por aumentar as chances de fidelização.
2. Mais tempo para achar pacotes de qualidade
Fazer o planejamento financeiro para viajar com antecedência também pode te proporcionar os mesmos benefícios com preços mais em conta, antes mesmo dos descontos.
Sua pesquisa por diversas agências lhe dá o direito de comparar preços e benefícios entre os concorrentes.
Mas lembre-se de que o custo-benefício pode ser uma dor de cabeça. Isto é, pacotes com valores muito baixos podem oferecer qualidade precária, portanto, analise a qualidade do produto: o que é oferecido e por quanto tempo.
3. Mais oportunidades de fazer passeios e atividades
Quando você realiza um planejamento, é provável que analise mais de um cenário possível. Afinal de contas, é possível que haja imprevistos ao longo do caminho como, por exemplo, mudanças climáticas.
Suponhamos que você viaje para uma região quente do País, no entanto, durante a viagem você se depara com dias frios e chuvas intensas. Provavelmente parte dos passeios programados será interrompido ou cancelado, o que, possivelmente, te frustará.
Como você não deseja passar dias inteiros em um hostel ou em um quarto de hotel, é importante procurar alternativas que funcionem fora de um clima habitual.
Neste caso, as agências de viagens ou o próprio local onde você está hospedado podem sugerir outras atividades prazerosas para você não perder a viagem.
4. Maior probabilidade de sobrar dinheiro
Quando estabelecemos um teto de gasto diário para uma viagem, a tendência é usarmos menos do que o limite estipulado para, em caso de emergência ou na decisão de comprar algo a mais, utilizar essa reserva.
Como fazer um planejamento financeiro para viajar?
1. Escolha o local e defina uma rota com antecedência
Além de escolher um local específico para a viagem, definir a rota enquanto estiver pelo local também se torna uma estratégia importante. Assim, você conhecerá melhor a região, e aproveitará tanto quanto gostaria.
Ao determinar a rota, você estará pensando na distância, o tempo na estrada, os gastos com pedágio (caso alugue um carro), os custos com alimentação na estrada, etc.
Esse planejamento não garantirá que as coisas aconteçam exatamente como planejou, no entanto, irá ajudá-lo a melhorar sua relação com o dinheiro e a se prevenir de intempéries.
2. Comece a guardar dinheiro e estabeleça um limite de gastos
Desde o momento em que decidiu fazer uma viagem ou até mesmo antes, comece a guardar uma quantia exatamente para isso.
Além disso, defina o teto dessa quantia, ou seja, uma ideia de orçamento máximo que pretende dedicar a esse objetivo. Essas atividades são essenciais para guiar os passos seguintes em relação a sua viagem.
3. Invista o dinheiro da reserva para a viagem
Durante os meses que precedem a viagem, guarde o dinheiro reservado em algum título de renda fixa com vencimento próximo à data da viagem. Dessa forma, o seu dinheiro fica seguro e ainda gera rentabilidade para você gastar mais durante o passeio.
A renda fixa é uma modalidade procurada por investidores que buscam rendimentos mais estáveis e seguros. Ela é chamada dessa forma porque possui uma rentabilidade previsível. Os mais populares são CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA, entre outros.
4. Analise os custos da viagem
Provavelmente essa seja a etapa mais importante de todo processo de planejamento financeiro para viajar.
Nesta parte, dependendo do lugar para onde vai, você deve cogitar a possibilidade de alugar carro, analisar preços de pedágios, saber preços de combustível, e por aí vai. E não custa lembrar novamente: cuidado com preços muito baixos em certos locais, pois pode ser indício de que o serviço não seja de qualidade.
Uma opção interessante com custo-benefício e eficiente é se hospedar em ‘hostels’. Em muitos casos, esses locais são tão confortáveis quanto hotéis.
Sobre o transporte, busque alternativas ao carro durante a sua viagem. Muitas cidades pelo mundo tem transporte público eficiente e com preços mais acessíveis. Além disso, deslocar-se de uma cidade para outra de tremsai mais em conta, além de ser um passeio agradável para conhecer a natureza.
Outro tópico importante do planejamento financeiro para viagens internacionais é a conversão da moeda. Nesse caso, opte sempre por fazer a troca da moeda em casas de câmbio, uma que vez que os valores e taxas cobrados são menores do que os realizados em aeroportos ou lojas.
Outra dica é comprar a moeda estrangeira aos poucos ao longo do tempo que preceda a viagem. Isso te possibilitará aproveitar melhor as altas e baixas do mercado financeiro.
Planejamento financeiro para viajar: bônus
Não há dúvida de que a palavra-chave para fazer um planejamento financeiro para viagens é disciplina. Com mil e uma coisas para resolver, é preciso estar atento aos detalhes, justamente porque tudo envolve dinheiro.
Se você tem uma vida financeira desequilibrada, o problema é maior ainda. E não será em pouco tempo (caso a sua viagem seja em dias ou semanas) que você mudará seus hábitos.
Por isso, se você tem dúvidas de como lidar com suas finanças, nós podemos dar uma ajudinha para você.
O Combo: Curso de Educação Financeira, da Faculdade XP School, é um material rico para remodelar o seu modo de ver o dinheiro. São quatro cursos da Escola de Educação Financeira que irá ajudá-lo a ter autoconhecimento sobre seus gastos e, assim, criar um planejamento financeiro para viagens ideal.
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