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O que é CETIP? Conheça a integradora do mercado financeiro

Você sabe o que é CETIP? Quem está iniciando no mercado financeiro provavelmente já se deparou com esta sigla, que surge com frequência quando o assunto é investimento — principalmente de renda fixa.

Neste artigo, vamos explicar do que se trata, quais são suas funções, objetivos e importância. Acompanhe a leitura! 

O que é CETIP?

A Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP) é uma empresa privada integradora do mercado financeiro.

Antes dela, as operações e liquidações financeiras de títulos eram emitidas em papel, por meio de cheque.

Ou seja, a CETIP trouxe mais agilidade às movimentações, visto que as transações passaram a ser realizadas em um ambiente eletrônico.

Ela também é responsável por calcular e divulgar a Taxa DI Cetip, que serve como referência para empréstimos entre bancos e também como um indicador de investimentos usado por muitos investidores.

Além disso, sua infraestrutura e tecnologia são fundamentais para o funcionamento do mercado, visto que várias operações, como crédito imobiliário, investimento em ativos e financiamento de veículos, passam por ela.

Por fim, a CETIP beneficia pessoas e empresas do setor financeiro que fazem investimentos por meio dela. Ao todo, são mais de 17 mil participantes, entre clientes, companhias e outros, como:

Como surgiu a Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos?

A CETIP foi fundada em 1984 por um conjunto de instituições financeiras, no entanto, só iniciou suas atividades em 1986.

A princípio, tratava-se de uma organização sem fins lucrativos — o que mudou em 2008, quando a empresa abriu o capital e se transformou em uma sociedade por ações.

Já em 2017, a Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados se uniu à BM&FBovespa, formando a atual B3 (Brasil, Bolsa, Balcão).

Quais são as suas principais funções?

A Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados possui uma estrutura de autorregulação que supervisiona e fiscaliza as operações, o mercado e suas próprias atividades, a fim de atestar se o que ocorre em seu ambiente está de acordo com as normas.

E, para contribuir para o funcionamento correto do mercado financeiro, a empresa possui diversas funções. Entre as principais, podemos destacar:

  • realizar a custódia escritural de títulos, ativos e contratos;
  • registrar todas as operações financeiras que acontecem no mercado;
  • disponibilizar uma plataforma online que possibilite a realização de operações e negociações em tempo real.

Objetivo da CETIP

O objetivo principal da CETIP é garantir que os títulos ativos e privados sejam negociados com eficiência, rapidez e segurança, afinal, todas as operações financeiras são centralizadas nela.

Por exemplo, ao realizar um DOC entre uma conta e outra, a empresa responsável pela operação é a CETIP. É ela que garante que o dinheiro seja direcionado ao destino com segurança.

É importante ressaltar que a CETIP é fiscalizada pelo Banco Central e todas as atividades são reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Quais são os títulos trabalhados pela CETIP?

Desde o início do seu funcionamento, a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados se estabeleceu como uma central depositária. 

A companhia oferece serviços de registro, liquidação e negociação de títulos e ativos, sobretudo de renda fixa.

Entre os títulos que atribuídos à CETIP, estão:

Além dos títulos mencionados acima, a empresa também trabalha com outros ativos financeiros que não fazem parte da renda fixa, como:

  • Cotas de Fundo;
  • Derivativos de Balcão;
  • COE (Certificados de Operações Estruturadas).

Em relação ao COE, por exemplo, depois da emissão, a CETIP deve fazer o registro para que o investimento seja mais seguro.

Isso porque uma das principais funções da companhia é assegurar que as instituições bancárias apresentem, de forma totalmente segura, diferentes cenários e opções de retorno relacionados ao certificados.

Qual a relação da CETIP com a taxa CDI?

Além de saber o que é CETIP, é importante que você entenda qual é a relação dela com a taxa CDI (Certificados de Depósitos Interbancários).

Para melhor compreensão, vamos a um exemplo:

Em um banco, inúmeros depósitos, recebimentos de pagamentos, transferências e saques são efetuados todos os dias.

Com isso, nem sempre o expediente é encerrado com o saldo positivo. No entanto, o Banco Central obriga todas as instituições bancárias a fechar o dia “no verde”.

Quando o banco percebe que o saldo será negativo, ele recorre a outras instituições bancárias para conseguir atender a determinação do Banco Central. Ou seja, pega o valor necessário emprestado.

Este processo é realizado por meio dos Certificados de Depósito Interbancários (CDI), usados somente pelos bancos.

Tratam-se de empréstimos de curto prazo, como de um dia para o outro.

Sendo assim, a taxa DI é a base para os juros que devem ser pagos entre as instituições. E, como a CETIP é responsável por todas as transações, ela divulga o valor do CDI.

Por esse motivo, é comum que a rentabilidade de algumas aplicações financeiras seja calculada por meio do CDI.

Existem investimentos que rendem menos que o CDI, como a poupança, e outros que rendem acima de 100%.

Qual é a garantia dos investimentos na CETIP?

Por fim, a Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados oferece o CETIP Certifica, um selo que oferece mais transparência e segurança aos investidores sobre suas aplicações.

Ele funciona como um certificado que valida um investimento indicando que ele possui registro, em seu nome e CPF (ou CNPJ), na CETIP.

Para obtê-lo, é preciso efetuar um cadastro no CETIP Certifica. Com isso, é possível gerar certificados para os principais títulos registrados pela companhia, como:

  • Renda fixa;
  • Derivativos;
  • Fundos de Investimento;

É importante destacar que, no momento de investir, é fundamental atentar-se ao selo CETIP Certifica, que pode ser consultado no próprio site da CETIP.

Ao tomar esse cuidado, você tem a garantia de que está realizando investimentos com mais segurança.

Como você pode perceber, saber o que é a CETIP é fundamental para quem deseja investir, pois trata-se de uma companhia essencial para o funcionamento mercado financeiro brasileiro.

Por meio dela, todos os dias milhões de transações de pessoas e empresas são executadas de forma ágil e segura.

Além disso, você investe seu dinheiro sabendo que pode contar com o auxílio da Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados para realizar boas aplicações.

Portanto, chegou a hora de parar de perder dinheiro investindo na poupança.

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Como funciona o Forex trading? Entenda tudo sobre o mercado de câmbio

O trader, ou um investidor mais experiente, sempre está procurando boas oportunidades e maneiras de investir. Isso inclui, inclusive, operações fora da Bolsa de Valores do Brasil (B3).

O mercado de Forex, ou mercado de câmbio, já é bem conhecido em todo o mundo. No entanto, no Brasil,ele ainda não é regulamentado, o que não significa que sua prática seja ilegal.

A não regulamentação pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), faz com que a operação tenha um risco maior. Nesse sentido, o Forex trading é mais recomendado para traders e investidores experientes com o perfil arrojado. 

Para te ajudar a entender como funciona o Forex trading, preparamos um guia completo sobre o assunto. Ao término da leitura você terá aprendido sobre os seguintes tópicos:

  • o que é Forex trading?;
  • como funciona o Forex trading?;
  • vantagens e desvantagens do Forex trading;
  • operação do Forex no Brasil.

Boa leitura!

O que é Forex trading?

Antes de entender a fundo o que é e como funciona o Forex trading, é preciso estar ciente de que esse tipo de mercado é descentralizado. Ou seja, os investidores podem negociar uns com os outros independentemente de onde estejam.

Para ficar mais claro o conceito de descentralização do mercado, veja o exemplo abaixo:

Carlos investe em ações na bolsa de valores, portanto toda negociação de compra e venda acontece dentro do ambiente da bolsa. Caso ele investisse no Forex trading, ele não teria a “limitação” de negócio apenas com investidores que fazem parte do mesmo ambiente.

Entendida essa questão, vamos direto ao assunto: o que é Forex trading?

Basicamente, o Forex trading é um mercado onde se investe em pares de moedas. O investidor busca o lucro nesse investimento com a valorização de uma moeda sobre a desvalorização da outra.

Qualquer pessoa pode investir no Forex, no entanto é preciso estar atento a algumas questões. São elas:

  • é um investimento de alto risco;
  • por não ser regulamentada, não existem corretoras brasileiras que oferecem a forma de investimento;
  • o estudo sobre o mercado financeiro e cambial devem ser prioridade;
  • estar atento à questões de geopolítica dos países que utilizam a moeda que comprou.

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Além disso, é necessária uma certa dose de atenção pois muitas pessoas se aproveitam do não conhecimento para aplicar golpes. Por esse motivo, estude muito sobre o mercado cambial e quais corretoras podem e oferecem esse produto.

Continue por aqui para entender como funciona o Forex trading e como não cair em  armadilhas.

Como funciona o Forex trading?

Como já explicamos acima, o lucro, ou prejuízo, no mercado Forex acontece com a oscilação da taxa de câmbio das moedas. Ou seja, o sobe e desce do valor das moedas.

É muito importante que ao entrar nesse mercado, o trader faça uma análise da valorização e desvalorização das moedas que deseja operar. No par de moedas escolhido, uma terá o papel de moeda base e a outra de moeda cotada.

Para conseguir o lucro na oscilação da taxa de câmbio, o trader pode decidir operar comprado ou vendido. Operando comprado ele acredita na valorização da moeda base sobre a cotada. Já operando vendido, ele acredita que a moeda cotada valorizará sobre a de base.

Acompanhe o exemplo abaixo para ficar mais claro.

Fabiana decide comprar o par de moedas EUR/USD, que corresponde às moedas Euro e Dólar americano. Ela vai operar comprado, portanto colocou como moeda base o euro pois acredita que ela irá valorizar se comparado ao dólar.

Caso a valorização do euro de fato aconteça, Fabiana terá o lucro correspondente à oscilação da taxa de câmbio. Agora, se Fabiana decidisse operar vendido seu lucro viria da valorização da moeda cotada.

Em ambos os casos, é preciso estar bem atento às questões que podem fazer uma das duas moedas valorizar ou não.

Vantagens e desvantagens do Forex trading

Entender como funciona o Forex trading é muito importante, mas saber quais são as vantagens e desvantagens desse mercado também deve estar na lista.

Quando uma nova maneira de atuar no mercado financeiro surge, é comum investidores se perguntarem quais as vantagens daquele negócio. Com o Forex trading não seria diferente.

Afinal, mesmo sendo o maior mercado financeiro do mundo, a prática ainda não é muito comum no solo brasileiro. Confira a seguir as principais vantagens e desvantagens de entrar no mercado cambial.

Vantagens

  • É o mercado que mais tem liquidez no mundo;
  • Ele fica aberto de segunda a sexta, sem parar;
  • Não precisa começar com uma grande quantia de recursos, já que a alavancagem é bastante utilizada nesse mercado. Sem a alavancagem o valor mínimo para investir é de 100 euros.

Desvantagens

  • É um investimento de alto risco;
  • Golpistas se aproveitam da não regulamentação no país para enganar investidores;
  • Abusar na alavancagem pode render muito prejuízo, portanto é importante ter controle emocional e uma gestão de risco bem montada.

Vale lembrar que estudar o mercado é sempre a melhor opção para aproveitar as vantagens e minimizar as desvantagens do Forex. Para ter um melhor entendimento sobre como fazer esse gerenciamento de risco, assista o vídeo abaixo. Aperte o play!

Operação do mercado Forex no Brasil

Até aqui já entendeu o que é, como funciona o Forex trading e quais são suas vantagens e desvantagens, mas você sabe como operar no mercado estando no Brasil? Afinal, como já alertamos neste guia, a prática não é regulamentada no País, portanto nenhuma instituição financeira nacional pode oferecê-la.

Confira a seguir o passo a passo para começar a operar no mercado Forex.

1- Crie uma conta para transferências internacionais

O primeiro passo para atuar no mercado Forex é criar uma conta para realizar a transação internacional. A plataforma Remessa Online é uma boa opção para esse serviço.

2- Abra conta em uma corretora internacional

Com a conta de transferência criada é hora de encontrar uma corretora internacional confiável. Antes de abrir a conta na corretora, confira se ela opera Forex, se é confiável e tem todas as obrigatoriedades para funcionar.

Caso não tenha uma boa proficiência em  inglês ou espanhol, procure corretoras em países que falam português.

3- Comece a operar

Seguindo os dois primeiros passos, você já pode aplicar a quantia que deseja investir e começar a operar. Não esqueça de seguir todo o aprendizado deste guia para ser um bom trader de Forex.

>>> Gostou do conteúdo? Agora que você sabe como funciona o Forex trading, o que acha de expandir seu conhecimento sobre o trabalho do trader? Nós, da Faculdade XP School, a escola da XP, podemos te ajudar nisso!

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Transferência de custódia de ações: o que é? Como fazê-la?

Escolher uma corretora de investimentos para abrir sua primeira conta pode não ser uma decisão muito fácil. É preciso conhecer bem o tipo de investidor que será para, a partir daí, se aliar à corretora que mais se identifica.

Mas, nem sempre essa questão é levada em consideração.

Quando a decisão é feita sem essa análise, muitas vezes o investidor sente a necessidade de fazer a transferência de custódia das suas ações. Ou seja, repassar seus ativos de uma corretora para outra, sem precisar retirá-los.

Se você está nessa situação, chegou ao lugar certo!

Para te ajudar a entender como transferir custódia, preparamos um conteúdo completo sobre o assunto. Ao término da leitura você terá compreendido acerca dos seguintes tópicos:

  • o que é custódia de ações?;
  • como fazer transferência de custódia? Passo a passo;
  • quer transferir a custódia? 3 corretoras para escolher.

Boa leitura!

O que é custódia de ações?

Antes de entender como transferir ações de corretoras, é preciso saber o que é custódia de ações. Afinal, como apreender o mais complexo sem compreender o básico?

A custódia nada mais é do que o serviço de “segurança” dos ativos investidos em uma corretora. Ou seja, a instituição quando oferece seus serviços ela dá a garantia de que seus recursos estarão em boas mãos.

Para ficar mais claro veja o exemplo abaixo:

João decide investir em ações na corretora X. Essa corretora assume o papel de custodiante, pois garantirá a João a integração com o mercado financeiro e a movimentação plena de seus investimentos.

>>> Não sabe como escolher uma boa corretora? Leia o artigo: Como escolher uma corretora de investimentos? GUIA.

Obrigações do custodiante

Ao investir em ações ou outros ativos, é importante pesquisar acerca da responsabilidade da instituição financeira que for escolher. Pois, será papel dela cuidar das ações, assegurar um bom funcionamento e conexão entre investidor e mercado financeiro.

Vale lembrar que quando o custodiante exerce um bom serviço, ele ganha cada vez mais confiança no mercado. Além disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) exige uma série de obrigações para as instituições custodiantes. São elas:

  • garantir a segurança de ações e outros ativos;
  • administrar e realizar as operações de compra e venda de ativos quando o investidor solicitar e outras atividades;
  • inteirar seu cliente investidor acerca da posição de seus investimentos no mercado;
  • manter todos os cadastros atualizados.

Agora que entendeu um pouco mais sobre as custódias de ações, quais serão as etapas para realizar uma transferência de custódia entre corretoras? Continue por aqui para não perder nada!

Como fazer transferência de custódia? Passo a passo

Em um primeiro momento entender como transferir custódia de ações pode parecer complicado, mas com as dicas certas o aprendizado fica simples. É importante citar que saber como fazer esse tipo de transferência pode te ajudar na sua experiência como investidor.

Dentro do mercado financeiro, existem dois tipos de transferência de custódia:

  • transferência de conta de custódia aberta na CBLC: é a mais utilizada por quem movimenta ativos na bolsa e é mais rápida;
  • transferência de custódia em instituição escrituradora: necessária apenas se as ações estiverem, ou forem passadas, para um banco ou empresa escrituradora. O processo é mais burocrático.

A mais comum entre investidores é a transferência de contas abertas na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Nesse sentido, sendo iniciante ou não na bolsa de valores, é importante ter os passos de como transferir ações de corretoras, pois nunca se sabe quando irá precisar.

Confira a seguir o passo a passo de como transferir custódia em contas inseridas na CBLC.

1- Abra uma conta na corretora que deseja migrar

Decidiu que quer transferir a custódia das suas ações? O primeiro passo é abrir uma conta na corretora que deseja migrar.

Escolha com atenção se baseando no seu perfil de investidor para não cometer o mesmo erro do início. Verifique os serviços e taxas de corretagem para saber se eles se adequam ao que procura.

2- Acesse e preencha o formulário de transferência de custódia

O segundo passo para realizar a transferência de custódia entre corretoras, é preencher o formulário de solicitação de transferência de valores mobiliários. Você deve pedi-lo à sua atual corretora.

É um formulário simples onde irá fornecer informações acerca da sua pessoa física e investidora. Clique aqui para conferir o exemplo de um formulário da corretora Clear.

3- Reconheça firma

Assim que preencher o formulário, leve o documento até um cartório e reconheça firma. Esse passo é importante para dar mais segurança à transferência.

4- Envie a solicitação

O último passo é entrar em contato com a sua nova corretora e solicitar a transferência. A mudança acontece, em média, em menos de cinco dias. No entanto, o prazo dependerá da corretora.

Quer transferir a custódia? 3 corretoras para escolher

Já entendeu como transferir custódia de ações mas ainda não sabe para qual corretora migrar? Essa é uma decisão muito importante e que precisa ser bem analisada.

Confira a seguir três das melhores corretoras para se investir. Importante se atentar para as características de cada uma e ver com qual mais se identifica.

XP Investimentos

Criada em 2001, a XP Investimentos é uma das corretoras mais conhecidas do país. Ela é também uma das mais completas quando o assunto é oferta de serviços.

Ao todo, a instituição oferece sete maneiras de investimento. São elas:

  • ações;
  • mercado futuro;
  • fundos de investimento;
  • fundos imobiliários;
  • renda fixa;
  • oferta pública;
  • COE.

Além disso, quem investe com a XP tem acesso às análises e recomendações de especialistas para tirar todas as dúvidas. Assim como a possibilidade de controlar seus investimentos na palma da mão com o aplicativo da XP Investimentos.

Mesmo atingindo em sua maioria um público de alta renda, a corretora fornece tipos de contas diversificados. Ou seja, todo tipo de investidor tem seu espaço.

Rico

A segunda corretora, mesmo sendo mais nova, já ganhou um espaço no coração dos investidores. Isso porque a Rico confia na simplicidade e facilidade de acesso aos serviços.

Fundada em 2011, a corretora surgiu para falar que todo mundo pode investir. Suas plataformas possuem uma interface otimizada e intuitiva, chamando a atenção de novos investidores.

Se você está começando o seu caminho na bolsa de valores, a Rico é uma ótima opção!

Clear

Caso seja um investidor mais arrojado ou trabalhe como trader, a Clear é a corretora perfeita para você. O motivo é que ela é focada em renda variável e Day Trade.

Por ter esse foco, a corretora possui diversas plataformas para se operar na bolsa. São elas:

  • FlashTrader;
  • MetaTrader 5;
  • ProfitPro;
  • ProfitPlus;
  • TradeZone;
  • Tryd Pro;
  • Tryd Trader;
  • SmarttBot;
  • Profit Trader Clear;
  • FlashChart.

Toda a infraestrutura e suporte ao trader da Clear, está aliada à corretagem zero. Ou seja, não é cobrada a taxa nas negociações de ativos.

Para entender um pouco mais sobre como funciona o mercado acionário, confira o vídeo abaixo. Aperte o play!

Agora que já sabe tudo sobre como acontece a transferência de custódia de ações, amplie seus conhecimentos! No blog da Faculdade XP School, a escola da XP Inc, você tira todas as dúvidas sobre o mercado financeiro e de investimentos.

Como reservar ações IPO? Conceito + passo a passo

Comprar e vender ações faz parte da rotina de qualquer trader e investidor mais experiente. Mas, alguma vez você já parou para pensar como as empresas vão parar na bolsa de valores? 

Uma das principais maneiras é por meio do IPO, sigla em inglês para initial public offering que, traduzindo para português, significa oferta pública inicial. Esse processo ocorre quando sócios de uma organização optam pela abertura de capital da empresa.

Mas será que essa é uma oportunidade vantajosa para os investidores? Se sim, como reservar ações IPO e como é possível lucrar com essa alternativa de investimento? Continue a leitura!

O que é um IPO de empresa?

Como falamos, IPO é a oferta pública inicial de uma empresa. Esse é o primeiro momento em que uma organização receberá novos sócios, com ofertas de ações no mercado. 

Ou seja, já que são uma companhia com capital aberto, seus papéis podem ser negociados nos pregões da bolsa de valores.

Normalmente, até que uma empresa abra capital, não é possível investir nela. E quando isso acontece, a organização passa de “limitada” (Ltda), que geralmente possui poucos sócios, para “sociedade anônima” (S/A), quando as ações são vendidas na bolsa e seus sócios tornam-se anônimos. 

Basicamente, existem dois tipos de oferta pública:

  • Oferta Pública Primária:  acontece quando a empresa decide abrir seu capital e emite novas ações para colocá-las à venda no mercado. Neste caso, a companhia é a vendedora das ações e o objetivo é arrecadar recursos;
  • Oferta Pública Secundária: chamada também de oferta subsequente ou follow-on, são as ações já existentes e que são vendidas pelos próprios cotistas ou acionistas da companhia. Ou seja, o lucro obtido com a venda, vai para o vendedor e não para a empresa, como na oferta pública primária.

>>> Quer saber mais sobre como funciona e como comprar IPO? Confira este vídeo:

Como funciona o processo de IPO?

Se você quer saber como participar de IPO, precisa entender o seu funcionamento. Como falamos, o processo de IPO ocorre quando as empresas vão estrear na bolsa de valores.

Por conta disso, pode ser mais indicado para os investidores que possuem o perfil agressivo ou arrojado, já que requer experiência e é importante que o cotista esteja familiarizado com cenários de maiores riscos.

Para que o investidor consiga reservar ações IPO, primeiramente precisa ter uma conta em corretora ou outras instituições financeiras. São essas organizações que fornecem atualizações sobre as companhias que vão abrir seu capital.

Normalmente, uma empresa faz o IPO em um momento de otimismo nos negócios, o que chama a atenção de outros investidores. 

Ainda assim, é fundamental fazer uma boa pesquisa sobre a organização, entendendo as perspectivas do negócio e o destino dos recursos captados pela oferta pública inicial.

Você sabe como investir na bolsa de valores? Confira esse guia com os principais conceitos.

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Como reservar ações IPO? Passo a passo

1. Abra conta em uma corretora

Como falamos, não tem como comprar IPO sem ter conta em uma corretora (como a XP Investimentos, Clear ou Rico). Isso porque, ao sair um IPO de uma determinada empresa, por exemplo, você receberá um comunicado no Home Broker sobre a oferta da companhia pela instituição.

Uma vez que o investidor possui uma conta aberta, ele consegue transferir o capital necessário para realizar o investimento. Mas, antes de tomar qualquer decisão, é essencial atentar-se ao próximo passo.

>>> Veja também: A XP Investimentos é confiável? 10 motivos para escolher a corretora

2. Estude as empresas 

É imprescindível avaliar a saúde financeira da empresa em questão, seus concorrentes, a destinação do recurso captado e as avaliações feitas por analistas profissionais de sua corretora.

Nesse momento, lembre-se de analisar o histórico e demonstrativo financeiro da companhia para ter certeza que é um bom negócio. 

Acompanhar algumas métricas do balanço financeiro como o ROE (Retorno sobre o Capital) ou o EBITDA (Earnings Before Interest Rates, Taxes, Depreciation and Amortization) podem te ajudar a avaliar as melhores opções.

Normalmente, analistas de investimentos costumam fazer relatórios informando sobre as perspectivas da organização e possibilidades de crescimento. Quanto mais próximo estiver da empresa abrir o IPO, mais comuns são essas publicações.

3. Realize o pedido de reserva

A reserva das ações ocorre antes da empresa abrir o capital. Isso porque ao comprar os papéis às vésperas do IPO, o valor costuma ser menor do que o do primeiro pregão, o que pode ser uma boa alternativa se os papéis sofrerem uma grande valorização no dia de abertura do capital. 

Entretanto, também oferece mais riscos, já que nunca foram negociadas ações dessa empresa antes. Por conta disso, ressaltamos a importância desse investimento ser feito por investidores experientes.

Mas, afinal como reservar ações IPO? O processo é mais simples do que podemos esperar. Como vimos, para participar desse tipo de investimento é necessário fazer uma reserva por meio do Home Broker.

Preenche-se o volume financeiro que deseja gastar adquirindo ativos daquela oferta, o preço máximo que deseja pagar por cada ação ou cota e se é um investidor vinculado (que possuem algum vínculo profissional com a empresa ofertante ou com as instituições financeiras participantes).

É fundamental ressaltar que, ao reservar a compra de um ativo, é preciso deixar um percentual da reserva estimada, estipulado pelo departamento de risco da corretora, como garantia. 

Esta garantia pode ser o dinheiro em conta ou até ações e títulos públicos, considerando o deságio. Além disso, é possível realizar uma reserva por CPF.

4. Acompanhe o papel

Agora que você já sabe como reservar ações IPO, deve entender como ocorre o processo de formação de preço dos papéis, ou seja, o valor de estreia do ativo na bolsa de valores.

Apenas nesse momento o investidor saberá se irá participar das ações da organização ou não. Isso porque se alguém ofereceu o teto máximo de R$ 30, mas os papéis estreiam em R$ 40, então essa pessoa fica de fora do IPO.

Por outro lado, se o investidor sugeriu acima disso, paga apenas o valor do teto, como todos os outros. A partir desse momento, as ações começam a ser negociadas na bolsa.

5. Acompanhe o mercado

Depois de realizado o IPO, inicia-se a negociação dos ativos no mercado secundário. É neste momento que as ações podem ter o preço variando para baixo ou para cima.

Agora, é a hora de acompanhar o desempenho dessas ações e da empresa, assim como você faria com qualquer outro investimento.

Investir em IPO é seguro?

Agora que você já sabe o que é e como reservar ações IPO, entende que como em qualquer investimento, existem vantagens em riscos na compra e venda de ações. E, por isso, é essencial sempre estar de olho nas oscilações do mercado e acompanhar de perto como as empresas estão rodando.

Além disso, sempre que falamos sobre investimentos, uma das principais dicas que damos para ter mais segurança é a diversificação de ativos

Isso porque, mesmo que você arrisque uma parte do seu patrimônio em uma aplicação e acabe perdendo, ainda conta com outros ativos que podem suprir essa perda, sem trazer maiores complicações financeiras.

Afinal, se o seu capital estiver bem distribuído em diferentes investimentos, há uma maior possibilidade de ter mais lucros do que prejuízos.

Ou seja, ao invés de investir todo o seu dinheiro nas ações IPO, vale a pena diversificar a carteira com outras modalidades, desde a renda fixa à variável. Essa é uma grande dica para quem deseja proteger seu patrimônio.

Se você quer saber mais sobre como fazer investimentos vantajosos para você, seja com os fundos imobiliários ou outros tipos, aqui na Faculdade XP temos diferentes opções de artigos e vídeos para que você continue aprofundando os seus conhecimentos ainda mais.

Conheça a lógica por trás da importância da diversificação de investimentos e saiba mais sobre estratégias de alocação para montar uma carteira vencedora em nosso curso!

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Como colocar as finanças em ordem? Organize-se para investir

Se você está buscando as melhores dicas de finanças pessoais, este artigo tem o caminho das pedras. Hoje, falaremos sobre a importância de descobrir como colocar as finanças em ordem, bem como cinco dicas para organizar o orçamento e se tornar um investidor.

Sim, é possível revisar o planejamento financeiro a fim de destinar seus recursos ao que realmente importa. Por isso, preparamos um post que ajuda a preparar o terreno para não apenas lidar melhor com o dinheiro, mas também começar a investir pensando no futuro.

Por sinal, além de saber como colocar as finanças em ordem, você poderá refletir sobre as decisões financeiras. Isso porque a ansiedade e a fobia financeira são problemas que afetam muitos brasileiros, conceitos esses que abordaremos logo a seguir. Siga conosco!

Por que é importante descobrir como colocar as finanças em ordem?

Antes de demonstrar como colocar as finanças em ordem, vale a pena considerar dois pontos-chave. Tal como já mencionamos, a ansiedade e a fobia financeira impactam a vida de boa parte dos brasileiros, de forma significativa.

Aliás, esse foi o foco da pesquisa “O bolso do brasileiro” do Instituto Locomotiva, em parceria com a Faculdade XP School. De acordo com o levantamento realizado com 1.501 pessoas, 46% delas têm ansiedade diante da situação financeira

Além disso, 47% dos entrevistados não se sentem seguros o suficiente para lidar com as informações de ordem financeira. Consequentemente, 39% dos participantes tendem a adiar suas decisões por medo de encarar a realidade das finanças.

como colocar as finanças em ordem - pesquisa sobre ansiedade e fobia financeira

E, se você faz parte de um desses grupos, saiba que já deu o primeiro passo para superar esses desafios. A propósito, o próximo tópico traz uma maneira prática de repensar a sua relação com o dinheiro: investir em conhecimento para tomar decisões muito melhores. 

Qual é o primeiro passo para saber como colocar as finanças em ordem?

Ampliar sua base de conhecimento é uma forma efetiva de ressignificar a forma de lidar com o dinheiro. Por meio do “Combo: Cursos de Educação Financeira”, você aprenderá o poder do autoconhecimento financeiro para realizar seus objetivos com mais facilidade.  

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Em paralelo, você conhecerá o beabá financeiro para finalmente passar da condição de devedor para investidor. Mas, para que isso aconteça na prática, é fundamental se libertar das crenças limitantes, visto que muitas pessoas ainda encaram o dinheiro como um tabu.  

E, para fechar o combo com chave de ouro, chegará o momento de encontrar o equilíbrio financeiro. Além de considerar as diferenças entre desejo e necessidade, você aprenderá a montar seu orçamento usando um método bem simples, com base em caixas e torneiras.

Como colocar as finanças em ordem e começar a investir? 5 dicas infalíveis 

Entre as melhores dicas de finanças pessoais, sempre ouvimos falar de planejamento financeiro, não é mesmo? Nesse sentido, as dicas que traremos a seguir giram em torno dessa ferramenta que ajuda a manter as contas em dia e se preparar para o futuro.

1. Comece a fazer seu controle financeiro

O controle financeiro contribui para organizar as contas, de modo que o dinheiro seja uma solução, ao invés de um problema. Para tal, uma boa pedida é usar uma planilha financeira para equilibrar as receitas (fontes de renda) e as despesas (gastos mensais).

Falando nisso, o InfoMoney tem uma planilha de gastos pessoais para download gratuito. Com essa ferramenta, será mais fácil acompanhar todos os custos, sejam eles fixos (aluguel, internet e academia) ou variáveis (água, luz, gás, cartão de crédito e afins). 

2. Trace metas de curto, médio e longo prazo

Tenha em mente quais são os objetivos que você pretende realizar, com suas estimativas de prazo. Por exemplo, digamos que a ideia é fazer uma viagem para o exterior dentro de dois anos. No caso, essa seria uma meta de médio prazo, ao passo que uma viagem nacional, daqui a seis meses, se enquadraria em uma meta de curto prazo.

Por outro lado, se estamos falando de concretizar o sonho da casa própria, provavelmente é uma meta de longo prazo. No fim das contas, o valor elevado da aquisição de imóveis faz com que as pessoas precisem poupar recursos por muitos anos para essa finalidade. Logo, é necessário ter disciplina para obter conquistas no futuro.

3. Fuja das 5 alavancas do endividamento

Segundo o Head de Educação Financeira da Faculdade XP School, Thiago Godoy, existem cinco alavancas do endividamento. Ou seja, são questões socioculturais e psicológicas que afetam a nossa tomada de decisão e ocasionam a bola de neve das dívidas, incluindo: 

  • socialização econômica: repetição de padrões familiares que lidam negativamente com o dinheiro;
  • aceitação social: muitas pessoas acreditam que ter dívidas é algo natural e até mesmo esperado;
  • comparação social: busca do pertencimento a um grupo, o que resulta em gastos acima da renda;
  • comportamento de consumo: dificuldade em distinguir o que é um desejo e o que é uma real necessidade;
  • horizonte temporal individual: a capacidade de adiar (ou não) a gratificação pelo trabalho desempenhado.

>>> Saiba mais sobre os cinco erros mais comuns nas finanças pessoais

4. Aposte no consumo consciente

Adotar o consumo consciente é essencial para o nosso bolso e, também, para o meio ambiente. Vale lembrar que os recursos financeiros e naturais são escassos, razão pela qual devemos rever os hábitos do dia a dia.

Por exemplo, a economia colaborativa é interessante tanto para as pessoas, quanto para as empresas. Em outras palavras, isso significa repensar o uso de bens e serviços que poderiam ser compartilhados, o que reduz os custos para todos os envolvidos, inclusive:

  • locação dos espaços ociosos;
  • aplicativos para transporte urbano;
  • ambientes dedicados ao coworking; 
  • venda de itens e equipamentos seminovos.

5. Estude para se tornar um investidor

Muito além de aprender como colocar as finanças em ordem, é vital pensar no seu futuro. E, para te ajudar nisso, temos o “Combo: primeiros passos no mundo dos investimentos”. Dessa maneira, você terá os recursos necessários para organizar as contas e, depois, começar a investir. 

Campanha de um combo de cursos online sobre "Os primeiros passos para começar a investir" da Faculdade XP School.

Aqui, você não apenas saberá como colocar as finanças em ordem, como também aprenderá os seguintes conceitos:

Vamos começar essa jornada?

Baleia bitcoin: o que é e como ela influencia o mercado cripto

Você já ouviu o termo “baleia bitcoin“? A Bolsa de Valores e o mercado de criptomoedas podem ser comparados a uma selva, onde existem presas e predadores.

Isso porque são travadas constantes lutas pela sobrevivência neste meio, fazendo com que muitos investidores usem nomes de animais para descrever alguns cenários.

Por exemplo, é comum usar “touro” (bull) para descrever movimentos de alta do mercado e “urso” (bear) para momentos de queda.

Nesse contexto, os termos utilizados para se referir a traders e instituições são “baleia” e “sardinha”. 

Se interessou pelo assunto e quer desvendar os mistérios que existem nessa mata? Então, acompanhe a leitura e aprimore seus conhecimentos sobre este mercado.

O que é “baleia bitcoin”?

O termo “baleia bitcoin” é usado para descrever grandes investidores — sejam pessoas muito ricas, bancos, fundadores de empresas ou fundos de investimento —, donos de altas quantidades de Bitcoin (BTC).

Os investidores considerados baleias são aqueles que detém entre 1 mil a 10 mil bitcoins, no entanto, essa questão ainda é amplamente debatida em fóruns de criptomoedas.

Entretanto, conforme o mercado cresce, acredita-se que serão necessárias baleias ainda maiores para mobilizar o setor.

Entendendo a baleia bitcoin na prática

As baleias podem influenciar a tendência do mercado com suas enormes transações e conseguem ocupar e desocupar suas posições sem depender do livro de ofertas nas exchanges ou corretoras.

Dessa forma, são capazes de se movimentar de maneira silenciosa, porém podem fazer um estrago gigantesco.

E é nesse ponto que a metáfora da baleia bitcoin se encaixa: pequenos investidores devem sair da frente, ou serão empurrados com muita força.

Além disso, vale ressaltar que nenhuma corrente é forte o bastante para desviar uma baleia da sua rota.

E as sardinhas do bitcoin?

No vasto oceano do mercado de criptomoedas, também existe um mar de sardinhas, que nada mais são do que os pequenos e médios investidores de varejo — os mais expostos aos movimentos das baleias.

Se não ficarem atentas, as sardinhas se tornam presas fáceis para as baleias. Por outro lado, caso acompanhem as atividades sociais, elas podem formar um grande cardume para coordenar seu destino.

Diversos streamers e influenciadores, por exemplo, expressam suas opiniões nas redes sociais e alguns conseguem até mesmo produzir um pump (alta), agitando mercado.

De todo modo, é bastante difícil coordenar esse movimento perfeitamente, pois existem muitas redes sociais, grupos privados, aplicativos, etc.

Além disso, as sardinhas são consideradas investidores iniciantes, ainda não preparadas psicologicamente para as oscilações do mercado.

Com isso, se desesperam com facilidade e são facilmente manipuladas pelas baleias do mercado.

Sendo assim, as baleias usam uma tática bastante comum: vendem pequenas frações de bitcoin, causando uma baixa no preço da moeda e, consequentemente, provocando pânico nas sardinhas.

>>> Além do Bitcoin, existem outras criptomoedas no mercado. Pensando nisso, listamos as 5 criptomoedas que você precisa conhecer. Confira!

Os maiores exemplos de baleia bitcoin

Existem centenas (ou até mesmo milhares) de baleias bitcoin que preferem manter o anonimato. No entanto, alguns investidores se tornaram figuras públicas. Os principais são:

Satoshi Nakamoto

Entre os maiores exemplos de baleias está o misterioso criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto. Um pseudônimo cujo a identidade é desconhecida.

Embora o quebra-cabeça ainda não tenha sido solucionado, houveram algumas reviravoltas na história. Um potencial candidato ao “cargo” de Satoshi Nakamoto é o empresário australiano Craig Wright.

Wright afirma ter inventado a criptomoeda junto com o americano especialista em computação forense, e seu amigo, Dave Kleiman.

Em 2019, ele foi processado pelo espólio de Kleiman por metade dos 1,1 milhão de bitcoins relatados (estimados em cerca de US$ 58 bilhões).

Os detalhes do caso são complexos, sobretudo devido à natureza secreta de Wright e Nakamoto.

No entanto, se Wright de fato possuir 1 milhão de bitcoin, ele é uma das três maiores baleias bitcoin que existem.

Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss

Os gêmeos Winklevoss são ex-remadores olímpicos que detêm mais de 100 mil bitcoins, o que os coloca na lista das três principais baleias.

Eles conseguiram acumular todo esse capital após processarem o Facebook e faturarem uma quantia US$ de 65 milhões.

Em seguida, investiram em Bitcoin e lançaram a Gemini, uma exchange dos Estados Unidos.

Tim Draper 

Tim Draper possui um patrimônio estimado em US$ 1,5 bilhão e investe em Bitcoins desde 2014.

Ele ficou conhecido no mercado das criptomoedas quando, confiante na tecnologia da época, arrematou 30 mil Bitcoins confiscados da Silk Road (mercado online de drogas ilegais) pela justiça dos Estados Unidos por US$ 18 milhões.

Esse montante está avaliado atualmente em uma fortuna de US$ 1,4 bilhão.

Podemos afirmar que Draper ainda segue confiante no mercado de moedas digitais, afinal, ele foi o maior investidor da Tezos (nova criptomoeda lançada em 2017).

Barry Silbert

O CEO e fundador do Digital Currency Group, Barry Silbert, investiu em mais de 75 empresas relacionadas ao Bitcoin.

Inclusive, ele estava no mesmo leilão que Draper, mencionado acima, e arrematou 40 mil Bitcoins confiscados da Silk Road.

Na época, o Bitcoin estava estimado em US$ 350, o que significa que seu aporte multiplicou cerca de 16 vezes, passando de US$ 16,8 milhões para US$ 268,8 milhões.

Michael Saylor

O CEO da MicroStrategy, Michael Saylor, ingressou no mercado em 2020 — relativamente tarde.

Ele adquiriu mais de 17 mil bitcoins por cerca de US$ 175 milhões, equivalentes a quase R$ 1 bilhão na cotação atual.

No entanto, atualmente, esses bitcoins estão valendo mais de 6 vezes este valor: R$ 6,1 bilhões.

Matthew Roszak

Matthew Roszak, presidente da Bloq (empresa de infraestrutura de blockchain) e investidor-anjo de startups, começou a investir em Bitcoin em 2011.

Com isso, aumentou seu patrimônio, que era de US$ 300 milhões, para US$ 1,5 bilhão. 

Sam Bankman-Fried

Sam Bankman-Fried é ex-aluno do MIT e acumula uma fortuna de mais US$ 8 bilhões aos 29 anos.

Além de fundador da empresa de arbitragem de criptos, Alameda Research, Sam também criou uma das mais inovadoras exchanges de derivativos, a FTX.

A influência das baleias no mercado das criptomoedas

Conforme mencionamos, a influência das baleias btcoin está diretamente relacionada ao poder de manipular a volatilidade da moeda ao seu favor.

Ou seja, elas manipulam uma porção de seus bitcoins, a depender da oferta e da procura, e se beneficiam em cima disso.

A influência é tanta que a movimentação se torna crucial para a valorização da moeda. E o fato do grupo ser pequeno aumenta ainda mais o poder de manipulação em cima da moeda.

Isso porque eles possuem mais facilidade de coordenar seus movimentos para que seus lucros aumentem em cima das sardinhas.

Uma das principais estratégias utilizadas por arbitradores e grandes fundos é colocar grandes ordens à disposição no livro de ofertas. No entanto, o objetivo é apenas passar a impressão de existir fluxo. Ao chegar próximo do preço, as ordens são canceladas.

Por fim, vale ressaltar que as baleias sabem respeitar os ciclos de médio e longo prazo para acumular — o que significa que elas aproveitam momentos de queda no preço para comprar ainda mais bitcoins.

Agora que você já entende o conceito de baleia bitcoins e conhece as principais baleias do mercado, eis a dúvida: vale a pena investir em criptomoedas?

No vídeo abaixo, a professora da escola da XP Inc. e especialista em finanças, Clara Sodré, responde tudo o que você precisa sobre o assunto.

Aperte o play e assista!

Como calcular a rentabilidade de ações? 10 passos práticos!

Quer se tornar um trader bem-sucedido, mas ainda não sabe como calcular a rentabilidade de ações? No post de hoje, você descobrirá como fazer esse cálculo em apenas dez passos, sabia?

Então, siga conosco para descobrir como calcular a rentabilidade de ações de maneira prática e efetiva. Assim, você poderá acompanhar de perto os resultados dos investimentos na bolsa de valores

Mas, afinal, como calcular a rentabilidade de ações?

Antes de mostrar como calcular a rentabilidade de ações, explicaremos sobre o retorno desse investimento. Adicionalmente, aproveite para baixar o e-book “Guia da bolsa para investidores”, como forma de aprimorar a estratégia e investir melhor. 

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

O que é rentabilidade de ações?

A rentabilidade das ações é o percentual que o investidor terá de retorno sobre a quantia aplicada na compra de ativos. Por exemplo, calcular a rentabilidade mensal serve para apurar o resultado obtido em um determinado mês, havendo lucro ou prejuízo.

>>> Dica de leitura: saiba mais sobre como receber os dividendos e bonificações das ações

Como calcular a rentabilidade de ações em 10 passos?

A seguir, listamos dez passos práticos para descobrir como calcular a rentabilidade de ações. E, para colocá-los em prática, fique à vontade para criar sua própria planilha no Excel ou no Google Planilhas, a fim de compilar as indicações dos próximos tópicos. 

Por sinal, lembre-se de usar uma linha por ação, além de uma coluna para cada item que traremos a seguir, ok? Com isso, será mais fácil manter seu controle financeiro em dia, lembrando de atualizar os dados em tempo hábil.

1. Identifique os códigos da ação para automatizar a cotação

Ao incluir o código de cada ação, será possível usar uma fórmula para atualizar as cotações de imediato. Para isso, vale a pena conferir um tutorial da Microsoft que mostra como extrair os dados da internet e passá-los para a planilha do Excel automaticamente.

2. Acompanhe as datas de compra e venda das ações

Por meio da nota de corretagem, disponível na plataforma da sua corretora, você terá todas essas datas. Aliás, o documento funciona como um extrato das movimentações financeiras, que, além das datas, contém: preços de aquisição, taxas, impostos e afins. 

3. Fique de olho na cotação em cada data de compra

As ações são conhecidas pela oscilação de preços, não é mesmo? Logo, é vital considerar a cotação do dia em que o papel entrou na carteira. E essa informação também estará na nota de corretagem, pois cada documento é emitido para um dia específico de negociação. 

4. Considere as quantidade de ações que foram adquiridas

Aqui, não se esqueça de diferenciar os mercados integral e fracionário. No primeiro deles, você compra um lote cheio, com 100, 200, 300, 400, 500 ações e daí em diante. Porém, se optar pelo lote fracionado, isso se refere a uma fração que vai de 1 a 99 ações.

5. Coloque na ponta do lápis qual foi o montante investido

Atualize a planilha com a cotação de cada ação (por data) e multiplique o valor pelo número de papéis adquiridos. Depois disso, some a corretagem (se houver) e os demais custos, como a taxa de liquidação e os emolumentos pagos para operar na bolsa de valores.

6. Compare o preço atual em relação ao custo de aquisição 

Se você não quiser usar a fórmula para puxar as cotações automaticamente, fique tranquilo. Além da automatização que citamos no primeiro item, pode-se acessar o portal InfoMoney para conferir a cotação atual, com mais detalhes sobre o comportamento dos ativos. 

7. Verifique se houve a valorização ou desvalorização dos papéis

Nesse ponto, compare o valor que foi pago na compra e a cotação atual para saber se a ação se valorizou ou não. Em paralelo, vale a pena verificar se os papéis estão em tendência de alta ou baixa, a fim de decidir sobre a entrada e a saída das operações.

8. Veja qual é o valor atual dos ativos que estão na sua carteira

Como saber se, atualmente, seus ativos estão performando bem? Para tal, basta multiplicar  o número de ações pelas cotações atuais. Além disso, não deixe de diversificar a carteira para obter ganhos consistentes e equilibrados. 

9. Observe a performance por meio do valor atual consolidado

Já a penúltima coluna tem o valor atual consolidado das ações que constam no seu portfólio. No caso, é necessário somar os dividendos e as bonificações, além de substituir o imposto de renda e as taxas que incidem sobre os lucros relativos às vendas das ações.

>>> Leia mais sobre a declaração da renda variável no imposto de renda (IR)

10. Use a última coluna para o cálculo de rentabilidade

Para finalizar, a última coluna trará o resultado da rentabilidade. Sendo assim, divida o valor consolidado (item 9) pelo total investido (item 5) e, depois, deduza o número 1 dessa forma:

Valor consolidado / Total investido – 1

Essa será a rentabilidade nominal das ações e, se for descontada a inflação, teremos a rentabilidade real. Para obter esse número, verifique a variação de IGP-M ou IPCA do período e desconte um dos índices que medem a inflação do valor atual consolidado.  

Extra: ferramenta para calcular o rendimento de ações

Até aqui, já deu para perceber que não é tão difícil saber como calcular a rentabilidade de ações, certo? Por outro lado, muitas pessoas ainda têm receio de lidar com as planilhas financeiras, sobretudo quando isso reflete na análise de resultados dos seus investimentos.

Nesse sentido, já pensou em dominar uma ferramenta que agilize o cálculo do rendimento real das aplicações? Pois bem, o curso que te ajuda nessa empreitada se chama: “Excel para finanças: do básico ao avançado”.

Campanha de um curso online sobre "Excel para Finanças: do Básico ao Avançado" da Faculdade XP School.

Na formação, você conhecerá uma série de dados que otimizam os resultados das aplicações, incluindo:

  • simulação de ganhos com o trading;
  • custo de oportunidade dos investimentos;
  • relação entre o preço e o lucro das ações.

Enfim, aproveite os cursos da Faculdade XP School para dar continuidade nessa jornada da riqueza. No fim das contas, você terá mais insumos para controlar as finanças assertivamente, aprimorar a estratégia de investimentos e conquistar a liberdade financeira.

Vamos começar?

Veja como calcular o imposto de renda em operações day trade!

Por acaso, você está entre os brasileiros que buscam lucrar R$ 30 mil por mês e R$ 1.500 para cada dia útil? Então, chegou a hora de descobrir como calcular o imposto de renda em operações de day trade, que é uma das modalidades mais populares da bolsa de valores.

Realmente, não basta fazer operações lucrativas, visto que é preciso ficar atento às regras de tributação. Afinal, os day traders devem seguir um passo a passo diferente dos demais investidores para fazer essa declaração. E é sobre isso que falaremos neste artigo.

No post de hoje, abordaremos a taxação desse tipo de trading, além de uma forma de reduzir a base de cálculo. Logo, siga conosco para entender como calcular o imposto de renda em operações de day trade, com a possibilidade de economizar nesse tributo.

Mas, afinal, como calcular o imposto de renda em operações de day trade?

Aqui, vale abrir um parêntese antes de mostrar como calcular o imposto de renda em operações de day trade. Isso porque é importante conhecer as características dessa modalidade operacional, bem como a dinâmica de tributação. 

Pensando nisso, listamos três questões que explicam sobre o day trade, a taxação e a apuração de resultados. Confira!

1. O que é day trade?

Day trade é a modalidade operacional da bolsa de valores em que os ativos são negociados no mesmo dia. Ou seja, o processo de compra e venda costuma acontecer em giros curtos, rápidos e sequenciais, buscando lucrar com a oscilação dos preços diariamente.

Para mais informações, faça o download gratuito do e-book “Guia de boas práticas para day trade”. Dessa maneira, você terá mais insumos para refinar a sua estratégia de investimentos, uma vez que essa modalidade requer muita agilidade nas decisões.    

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

2. Como funciona o imposto do day trade?

Para começar, tenha em mente que o imposto do day trade deverá ser apurado mês a mês. E, como não há isenção de IR para essa modalidade, considere a incidência da alíquota de 20% sobre os lucros, independentemente do valor que foi negociado.

Vale lembrar que o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) é obrigatório para todos os contribuintes. Por isso, não se esqueça de preenchê-lo e pagá-lo até o último dia útil do mês posterior às negociações de day trade. E, logo mais, voltaremos nesse ponto, ok?

Além disso, considere esses dados na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda de Pessoa Física (DIRPF). Embora o imposto seja pago mensalmente para o day trade, não podemos deixar de lado o documento anual, não é mesmo?

De acordo com o Serasa, podem acontecer vários problemas para quem não declara o IR. E isso vai desde os mais “simples” de se regularizar, como multas e restrições no CPF, até as questões mais graves, como o crime de sonegação fiscal. 

3. É possível compensar o lucro com o prejuízo no day trade?

Se uma negociação não tiver o retorno esperado, é possível sim deduzir as perdas dos ganhos

Isto é, o prejuízo poderá ser descontado do lucro obtido nas próximas operações, o que contribui para reduzir a base de cálculo do imposto que será pago. Por outro lado, lembre-se de descrever as eventuais perdas na aba “renda variável” da declaração, certo?

Como calcular imposto de renda no day trade? Passo a passo 

Agora que já falamos das características dessa modalidade, vamos prosseguir com o método de cálculo em si. Daqui em diante, é só conferir o passo a passo para descobrir como calcular o imposto de renda em operações de day trade. Vamos nessa?

1. Coloque os resultados na balança, entre ganhos e perdas

Primeiramente, é importante lembrar que o imposto será pago no momento em que houver resultados positivos. Nesse sentido, acompanhe um exemplo do portal Leoa sobre a tributação do day trade após “zerar” os prejuízos e, finalmente, começar a obter os lucros:

“Se você tem um prejuízo acumulado de R$ 10 mil e lucrou R$ 5 mil em determinado mês, você também não paga DARF sobre esses R$ 5 mil. Ele só vai precisar ser gerado, sem importar o valor, a partir do momento que você não tem prejuízos maiores do que o valor do lucro gerado”.

2. Considere as informações que constam na nota de corretagem

A nota de corretagem é emitida pela corretora de valores em que você tem uma conta de investimento. Nela, você terá todos os dados necessários para fazer a declaração de IR efetivamente.

Nesse ponto, cabe ressaltar que a corretora é obrigada a reter 1% do valor do lucro, de maneira automática. Trata-se do imposto que fica retido na fonte, em conformidade com as diretrizes dos órgãos reguladores, a exemplo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).  

Portanto, o trader deverá pagar os outros 19% de imposto por meio do DARF que citamos anteriormente. E, se você está pensando em como fazer esse cálculo, não se preocupe: siga para o próximo tópico e descubra que isso será mais fácil do que aparenta. 

3. Preencha o DARF corretamente para obter o cálculo automático

Por fim, a tecnologia facilita o processo de calcular o imposto de renda em operações de day trade. Afinal, essa conta  será feita automaticamente pelo sistema da Receita Federal, assim que você fizer o preenchimento do DARF de day trade, mês a mês. 

>>> Leia um tutorial sobre como preencher e pagar o DARF mensal para o day trade

E, se você preferir fazer o cálculo, segue o método indicado pela especialista em tributação de renda variável, Alice Porto:

“O investidor deve baixar a documentação de suas movimentações a cada mês e calcular quanto ele gastou na compra e na venda de ativos para, a partir daí, calcular o quanto ele deve pagar de imposto.

Ele deve verificar as compras e somar as taxas que pagou para comprar aquele ativo para chegar no custo de aquisição. Quando ele vender o ativo, vai abater as taxas para só então subtrair esse resultado, líquido da venda do custo de aquisição. A partir daí, o investidor deve analisar se ele teve lucro ou prejuízo”.

3 dicas vitais para melhorar sua vida financeira e ficar em paz com o Leão 

Afinal, o que fazer após descobrir como calcular o imposto de renda em operações de day trade? Para consolidar as informações do artigo, temos três dicas de ouro, incluindo a declaração de IRPF, a economia no imposto e a importância de investir em conhecimento:

  1. aproveite para ler nosso post sobre como declarar renda variável no imposto de renda;
  2. baixe o e-book gratuito do InfoMoney “Guia para o investidor pagar menos imposto de renda”;
  3. faça o curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade” e conte com a expertise do Analista André Moraes.

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

E mais: continue lendo os posts do blog Faculdade XP School para aprimorar a sua estratégia de investimentos. Conte conosco durante a sua jornada da riqueza!

Como declarar prejuízo no day trade sem crise? Passo a passo

Começou a operar na bolsa de valores ou está prestes a começar? Então, este artigo é para você. Hoje, falaremos sobre como declarar prejuízo no day trade, uma vez que essa modalidade operacional teve um crescimento de 100,6% em 2020, segundo o Valor Investe.

Nesse momento, talvez você esteja se perguntando: mas por que eu preciso saber como declarar prejuízo no day trade? Se você tiver uma visão de longo prazo, as eventuais perdas no curto prazo poderão ser compensadas nos períodos subsequentes, sabia?

E, seja qual for o resultado – lucro ou prejuízo – será necessário considerar o imposto de renda (IR). Embora a declaração seja feita anualmente, é preciso apurar o IR mês a mês, com a alíquota de 20% no day trade. Por isso, siga conosco para descobrir como fazer!

Banner com CTA para e-book Guia de boa práticas para Day Trade

O que é preciso saber antes de fazer a declaração?

Além de demonstrar como declarar prejuízo no day trade, sugerimos a leitura de dois posts relacionados:

  • IR da renda variável: considere as características dos diferentes ativos na hora de fazer a declaração;
  • DARF de renda variável: veja como preencher e pagar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais;

Daqui em diante, abordaremos as particularidades do day trade, sobretudo na realização do prejuízo. Portanto, explicaremos os conceitos dessa modalidade operacional, bem como a importância de declarar o IR mensalmente (e não anualmente nesse caso). Vamos lá?

O que é day trade?

Day trade é a modalidade operacional em que os ativos são comprados e vendidos no mesmo dia. Diante da rapidez dessas operações, é vital investir em conhecimento para fazer análises efetivas e prever as tendências do mercado, tomando decisões assertivas. 

Em geral, os day traders buscam lucrar com movimentos diários rápidos, curtos e sequenciais, certo? Em outras palavras, eles fazem muitas operações durante o pregão, que é o período de negociação da bolsa de valores. 

Para ter mais detalhes (e evitar perdas), recomendamos o e-book gratuito “Guia de boas práticas para day trade”. Com as dicas deste material, será mais fácil gerenciar os riscos típicos das operações de renda variável e, assim, aumentar o potencial de obter lucros. 

É possível abater o prejuízo do lucro no day trade?

Se houver ganho ou perda no day trade, a declaração de IR é obrigatória para todos os contribuintes. Por outro lado, a boa notícia é que o eventual prejuízo poderá ser abatido do lucro, reduzindo a base de cálculo do IR.

Aliás, veja a explicação do InfoMoney:

“Caso se pretenda compensar o resultado negativo (prejuízo) de períodos anteriores, esse prejuízo deve estar informado no Demonstrativo de Renda Variável (constante da Declaração de Ajuste Anual) onde ocorreu o prejuízo e nos períodos seguintes, até a sua completa compensação”.

Por que é preciso saber como declarar day trade no Imposto de Renda?

Para saber como declarar prejuízo no day trade, é importante conhecer a dinâmica de declaração. Seja nos momentos de lucro ou perda, essa declaração de IR é essencial para evitar problemas com a Receita Federal, incluindo multas, restrições no CPF e afins. 

Logo, antes do passo a passo de como declarar perdas no day trade, vale conferir um vídeo do InfoMoney. Nesse tutorial, você descobrirá como fazer essa declaração de IR, independentemente se houve perdas ou ganhos. Dê o play para conferir! 

Como declarar prejuízo no day trade? Passo a passo 

A seguir, temos um passo a passo para quem quer descobrir como declarar prejuízo no day trade:

1. Nota de corretagem

Solicite à sua corretora de valores a nota de corretagem, que contém as informações que devem ser declaradas. Tendo em mãos esse extrato das operações, basta seguir para o próximo passo.  

2. Movimentações mensais

Separe as operações mês a mês, conforme o tipo de investimento e as que são específicas do day trade, incluindo:

3. Preenchimento da declaração

No sistema da Receita Federal, basta seguir essas etapas:

  • acesse a aba “Renda Variável” e, depois, clique em “Operações Comuns/Day Trade”;
  • em “Prejuízo a compensar”, informe os valores que serão compensados com o lucro de outros meses;
  • na parte “Consolidação do Mês”, veja o cálculo da alíquota incidente em “Imposto a pagar”;
  • indique os valores pagos no DARF na área “Imposto pago”;
  • se for preciso compensar o imposto retido na fonte, vá em “IR Fonte no mês”;
  • informe os valores pertinentes no campo “IR Fonte Day-Trade no mês”;
  • se houver mais operações nessa classe, repita o procedimento para cada uma delas.

Lembrete: informe os valores da day trade na ficha “Imposto Pago/Retido”. Para tal, vá ao campo “3 – Imposto sobre a renda na fonte”. E, se for o caso, inclua a quantia relativa às vendas de ações que ficaram acima de R$ 20 mil.

Como lucrar com day trade? Bônus

Se você busca saber como declarar prejuízo no day trade, provavelmente algo deu errado na estratégia, certo? No fim das contas, é vital aprimorar a tomada de decisão nos investimentos para obter lucros, ao invés de realizar prejuízos.

Embora certas perdas façam parte desse processo, o objetivo de todo trader é lucrar, não é mesmo? Pensando nisso, temos a opção ideal para quem quer ir além de saber como declarar prejuízo no day trade.

No curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade”, conte com a expertise de quem entende do assunto. Nessa formação, você aprenderá as estratégias, as técnicas e os gerenciamentos de riscos adotados pelo Analista de Investimentos da Rico, André Moraes.

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E o melhor: ao se inscrever neste curso, você ainda ganha de bônus:

  • coaching calls para esclarecer dúvidas em sessões mensais online e ao vivo com André Moraes;
  • curso adicional “Aprenda a investir na bolsa de valores”, principalmente para iniciantes;
  • curso “Análise técnica de ações” para traçar estratégias de investimentos mais avançadas;
  • receitas do bolo, com fluxogramas para agir conforme o comportamento do mercado;
  • lista exclusiva com os melhores ativos da bolsa para a modalidade operacional de day trade.

Enfim, aproveite a oportunidade para adquirir conhecimentos que contribuam para obter  resultados consistentes. Vamos juntos nessa?

Como ser um trader? 3 dicas para se tornar um profissional!

Está pensando em operar na bolsa de valores, mas ainda não sabe como dar o pontapé inicial? No post de hoje, a proposta é mostrar como ser um trader começando do zero, inclusive para quem pretende dar uma guinada na carreira.

Primeiramente, vale lembrar que a jornada do trading leva tempo, uma vez que esse mercado é cheio de nuances. Afinal, não é do dia para a noite que se aprende a analisar cenários complexos e usar a volatilidade a seu favor, lucrando com a oscilação de preços.

Portanto, siga conosco e descubra como se tornar um trader bem-sucedido. Aliás, aqui vai um spoiler: o conhecimento é a chave do sucesso, razão pela qual a Faculdade XP School tem uma série de cursos na Escola de Trading. Logo mais voltaremos a falar sobre isso, ok?

Na teoria e na prática, como ser um trader?

Antes de explicar como ser um trader, vale conferir a reflexão da coluna “Tudo Clear: a vida dos traders”, do InfoMoney. Segundo Ariane Campolim, da Clear Corretora, “quem não se prepara, nunca vai estar preparado para ganhar”.

Nessa matéria, a colunista ressalta a importância de contar com a reserva de emergência. “Muitas pessoas não conseguem passar pela fase de plantar o necessário até atingir o estágio da consistência, em que os ganhos realmente começam a surgir”, completa.

Tendo esses conceitos em mente, continue a leitura para conhecer as nuances que envolvem o trading. E, para começar, abordaremos três pontos-chave que facilitam o entendimento sobre como se tornar um trader.

1. O que é um trader na bolsa de valores, na teoria?

O trader (“comerciante”, em inglês) é um investidor que compra e vende ativos negociados na bolsa de valores. Tais operações são feitas em um curto espaço de tempo, que geralmente se configuram no day trade ou swing trade

2. O que é necessário para exercer a profissão de trader, na prática?

Seja qual for a modalidade escolhida (day trade, swing trade e afins), um bom trader dispõe das seguintes habilidades:

  • compreender a lógica que rege a bolsa de valores, a fim de operar com mais segurança; 
  • ter capacidade analítica para considerar os cenários que impactam os investimentos, inclusive a macroeconomia;
  • fazer o cálculo do limiar adequado para automatizar as operações, como no caso do stop de ações;
  • dominar as técnicas e ferramentas que facilitam o acompanhamento da oscilação dos preços;
  • traçar uma estratégia de especulação financeira para lucrar com a volatilidade do mercado;
  • compreender a influência das emoções na tomada de decisão, como: expectativa, confiança e medo;
  • pensar nos ganhos de longo prazo, ainda que seja possível rentabilizar o patrimônio no curto prazo;
  • saber administrar as perdas e os lucros, além de apostar na diversificação do portfólio;
  • gerenciar os riscos de maneira eficaz, transitando entre as diferentes classes de ativos;
  • conhecer a análise técnica para verificar as tendências de valorização ou desvalorização dos ativos;
  • identificar as oportunidades que podem trazer lucro, considerando os indicadores de tendência;
  • operar com alavancagem, abrindo uma posição maior do que o capital, como forma de obter lucros elevados;
  • considerar o quesito liquidez para que o capital investido volte a se tornar “dinheiro vivo” no prazo esperado.

Descubra como ser um trader de sucesso com 3 dicas infalíveis

Para consolidar as informações sobre como ser um trader, temos mais três dicas práticas e infalíveis. Afinal, são recursos que conferem mais tranquilidade no decorrer da jornada de aprendizado, lembrando que não existe uma fórmula mágica para enriquecer rapidamente.

1. Comece a montar sua reserva de emergência

Ter a reserva de emergência é essencial para que você possa começar a plantar hoje, mas colher no futuro. Para resumir, é uma forma de reunir os recursos necessários para lidar com os imprevistos de ordem financeira.

Por sinal, temos um vídeo que mostra o passo a passo para montar sua própria reserva de emergência. Então, dê o play para conferir!

2. Acompanhe os movimentos do mercado financeiro

Embora o ganho passado não seja uma garantia de ganho futuro, a base histórica traz bons aprendizados. Pensando nisso, vale a pena acompanhar as análises feitas por especialistas, como os profissionais da XP Investimentos

No site da corretora, você tem acesso às carteiras recomendadas, aos relatórios periódicos e assim por diante. Em paralelo, pode-se conferir as perspectivas para os próximos meses, a exemplo do “Raio-XP: O que esperar para a Bolsa brasileira em 2022”. 

3. Aprenda com os traders que realmente entendem do assunto

Por fim, se você realmente quer saber como ser um trader, a dica de ouro é aprender com quem entende disso. Por exemplo, o curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade” conta com a expertise de André Moraes, que é Analista de Investimento da corretora Rico.

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Nessa formação, você conhecerá as estratégias que deram certo para o trader, com destaque para o gerenciamento de riscos. Com isso, será mais fácil obter resultados consistentes e, também, conquistar bons rendimentos na bolsa de valores.

Enfim, esperamos que o post tenha esclarecido os principais pontos sobre como ser um trader. E, se essa for a jornada que você escolheu trilhar, conte com o suporte da Faculdade XP School a cada passo desse caminho!