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Cold calling: o que é o que o difere do telemarketing?

Conhecida por cold calling e, em português, chamada a frio, é uma das ferramentas mais eficazes para conversar com um consumidor e obter uma perspectiva. 

Ela é importante e relevante por proporcionar uma experiência pessoal e por ter a capacidade de ser a ponta do iceberg do desenvolvimento de uma forte relação comercial. 

Nos conta, o que você pensa quando lê o nome cold calling? 

Normalmente, muitas pessoas associam-na com um telefonema chato e incômodo com um representante de vendas que está, na maioria das vezes, tentando te empurrar um produto ou serviço. 

Mas será que é isso mesmo? 

De toda forma, os representantes precisam (e devem) fazer chamadas melhores para tornarem uma experiência altamente agradável para ambos lados da linha. 

Vamos conhecer mais sobre a famosa cold calling? É só continuar a leitura!

O que é cold calling?

Cold calling é o nome da técnica de vendas de fazer uma cold call, que é, em suma, uma ligação telefônica onde um vendedor entrará em contato com pessoas que não demonstraram interesse pelo serviço e/ou produto que ele oferece, ou até mesmo nunca tiveram relações com a marca. 

Assim, o vendedor não tem uma perspectiva muito otimista: ele não espera que o cliente simplesmente atenda a ligação e demonstre interesse pelo produto, o que faz a ação ser extremamente desafiadora. 

Além de ser considerada, por alguns consumidores, uma técnica de vendas invasiva, a cold calling requer uma motivação e energia intensa do vendedor, que precisa engajar com o potencial cliente para que ele não desligue a chamada rapidamente. 

Dessa forma, o vendedor precisa entrar em contato com um amplo número de pessoas para, enfim, encontrar uma interessada. 

Como funciona o cold calling na prática?

Algumas ligações, normalmente, seguem um padrão. Os vendedores ligam para pessoas que não conhecem quem está ligando ou, até mesmo, não esperam a chamada.

Assim, transcrição da mesma ocorre mais ou menos da seguinte forma: 

  • Olá! Eu poderia falar com o Paulo? 
  • É ele quem fala. 
  • Senhor Paulo, eu sou fulano da empresa Faculdade XP. Você está pensando em fazer uma pós-graduação? 
  • Não. 
  • Ok, obrigado!

É simples e bem breve. 

Quando o potencial cliente se interessa pelo produto, a conversa vai ganhando rumos diferentes. 

Cold calling vs telemarketing

O telemarketing todos nós conhecemos. Por se tratarem de usarem ligações como ferramenta, muitas pessoas confundem o cold calling com o telemarketing. 

Mas eles não são a mesma coisa. Algumas diferenças podem ser citadas, são elas: 

  • O telemarketing busca vendas, as cold calls buscam prospectar e qualificar contatos;
  • Os vendedores do cold calling precisam ser mais especializados, já que usam argumentos específicos que fazem com que a ligação seja conduzida de forma mais estratégica, diferente do telemarketing;
  • O foco do telemarketing é o volume de contatos que irão ser abordados, já no cold calling outros KPI’s, ou seja, os indicadores de desempenho são analisados. 

O cold calling é considerado uma boa prática de vendas?

O cold calling tem um estigma dentro da área de vendas. O porquê? 

Simples: muitos profissionais afirmam que a técnica morreu com a inserção de diferentes e novas técnicas para prospectar de clientes e outros não gostam de executar a mesma e a coloca fora das suas atividades. 

Porém, em suma, a estratégia ainda vive e é relevante para a área comercial. Além disso, possui taxas de conversão mais atrativas do que as de táticas de cold email, por exemplo.

Vantagens e desvantagens do cold calling

Tudo que tem o seu lado bom, infelizmente tem o seu lado ruim também. Agora, conheceremos as duas faces da moeda do cold calling. Vamos lá? 

Vantagens

  • Não são focadas apenas em promover vendas (como o telemarketing), mas focam, também na prospecção de novos clientes e como qualificá-los; 
  • Tem uma comunicação essencialmente argumentativa e requer os melhores vendedores, que garantem uma melhor eficiência; 
  • Consegue desenhar um perfil de clientes em potencial e colocar de lado aqueles que não têm interesse no produto e/ou serviço; 
  • Aumentam a notabilidade da marca. 

Desvantagens

  • Precisa de uma ótima segmentação prévia; 
  • Sem essa segmentação, o vendedor perderá muito tempo tendo que ligar para muitas pessoas até encontrar um potencial cliente interessado; 
  • São invasivas; 
  • A técnica ignora, muitas vezes, a jornada do cliente
  • Se o cliente, do outro lado da linha, não conhecer a empresa, é ainda mais difícil que ele se interesse pelo produto, porque pelas cold calls a credibilidade é complicada de ser passada.
Vendendor em no telefone fazendo uma cold calling
Cold calling é como uma faca de dois gumes. Pode trazer muitos benefícios, mas também pode ser um tiro no pé.

Quais as habilidades você precisa ter para fazer uma cold calling?

Algumas delas são: 

  • Ser muito bom com palavras; 
  • Ser argumentativo; 
  • Conseguir extrair informações de simples perguntas; 
  • Ser uma pessoa que adora desafios; 
  • Não se desmotivar com um não;
  • Conhecer bem o público;
  • Entender as dores do lead; 
  • E ter dominado algumas técnicas de cold calling, como AIDA, por exemplo. 

Como fazer cold call de sucesso?

Para fazer uma cold call de sucesso, siga os seguintes passos:

Tenha as informações básicas do lead

Como você já sabe, cold calls são bem breves. Portanto, nenhum segundo pode ser desperdiçado. Você, vendedor, precisa usar cada segundo para se conectar com o lead e gerar valor. 

Como, provavelmente, a empresa não teve contato com o cliente, suas informações são escassas. Porém, você precisa ter, prioritariamente, pelo menos o nome do lead em mãos. 

Não vai ligar para a pessoa sem nem saber o nome dela. Isso é como pisar no próprio pé! 

Verifique possíveis interações

Faça aquela pesquisa básica no seu CRM ou plataforma de outbound: ele já interagiu com a sua empresa? De que forma? 

Além disso, precisa compreender se algum vendedor já entrou em contato anteriormente com ele e quais assuntos foram abordados. 

Lembre-se: toda a sua interação com ele precisa ser documentada, ok? Assim, o próximo vendedor que for entrar em contato com o lead após certo tempo, terá todas as informações que precisa.

Defina a técnica de cold calling que vai utilizar

Você provavelmente já ouviu falar em termos técnicos como AIDA, Spin Selling e GPCT. 

A partir de agora, essas técnicas de cold calling serão suas melhores amigas. Conheça cada uma delas e escolha a que melhor se aplica a você e use nas suas chamadas.

Prepare o roteiro de vendas

Ter um roteiro de vendas é essencial, já que ele te ajuda a ter mais segurança enquanto interage. No entanto, lembre-se que ele não precisa ser seguido tin tin por tin tin: repasse o que for necessário, mas seja flexível. 

Treine antes de fazer a cold call

Treine, treine e treine, principalmente se você está começando. 

Dê preferência para produzir uma simulação de uma cold call com um vendedor, ele irá te ajudar a se preparar para as possíveis objeções que o lead pode trazer à tona.

Acerte o tom de voz e o ritmo da fala

Atenção vendedor: transmita sempre na fala segurança, motivação e confiança, além de evitar falar muito rápido ou gaguejar. 

Lembre-se que você está carregando o nome e a credibilidade da sua empresa: fale com clareza e escute o seu lead com atenção caso haja respostas e questionamentos. 

Apresente a sua proposta de valor

Desperte o interesse e a atenção do seu lead. Após isso, se apresente e apresente a sua proposta de valor de forma simples e objetiva. 

Assim, pergunte se o seu lead tem interesse e tem tempo para conversar contigo.

Principais erros da cold calling

Você, vendedor, é o seu principal juiz. Por isso, precisa logo compreender se a ligação está indo bem ou não. 

Alguns erros comuns em cold calls são: 

  • Fingir amizade: você quer ser legal, mas essa abordagem não é relevante, além de ser um dos piores erros que um vendedor pode fazer no cold calling. Seja direto e não perca tempo! 
  • Estar como um robô no automático: não siga um roteiro engessado, o lead logo perceberá e não irá se conectar com você, muito menos ter interesse pela marca; 
  • Não conhecer a concorrência: você precisa dominar o seu diferencial frente à concorrência e, para isso, precisa compreender bem o que eles oferecem;
  • Ignorar objeções do lead: responda todas as objeções do seu lead. Não respondê-las vai acabar com a sua autoridade como vendedor.

Conclusão

Uma cold call bem feita pode chamar a atenção do seu lead e encaminhá-lo para a conclusão da compra. Por isso, faça muito bem a sua chamada: foque, não perca o tempo do cliente e seja persuasivo sem ser rígido. 

Além disso, uma dica é usar a metodologia ágil para gerir os seus processos. Quem não deseja mais agilidade, eficiência e produtividade? 

Com o MBA em Gestão Ágil de Projetos da Faculdade XP, você aprende, de forma intensiva, tudo que precisa saber para liderar times de empresas e os seus respectivos projetos. 

Métricas de UX: por que é importante olhar para dados quando falamos de construção de experiências

Para se ter os melhores resultados em ações em uma empresa, é preciso muito mais do que planejar e criar estratégias certeiras. O ideal é sempre acompanhar os dados e as métricas de UX (User Experience). ⭐

Quando trabalhamos com números, há mais vantagens de acerto e crescimento no mercado, pois você identifica o que funcionou ou não para repetir ou aprimorar na próxima vez que executar as atividades.

É como aquele ditado: “O que não pode ser medido não pode ser melhorado”. Logo, você precisa investir um tempo nesse quesito. 

No entanto, cada métrica possui uma lógica e não existe uma técnica padrão para solução dos problemas. Tudo vai depender da sua empresa, do seu setor e dos seus objetivos.

Preparamos este artigo com os pontos mais importantes sobre as métricas de UX e como investir nelas pode transformar um negócio. Continue a leitura e descubra! 👇

O que é UX?

Primeiramente, é necessário entender o conceito de User Experience. Ele se refere a toda a experiência do usuário e o seu mundo ao redor. 🌎

Ou seja, entender como as pessoas interagem com o mundo, os produtos e os serviços oferecidos no mercado, e acompanhar todo o processo de compra e pós-compra do consumidor para que essas ações proporcionem algo memorável e de qualidade.

Assim, a UX é um método que estuda a experiência do usuário para estimular melhorias nos produtos e serviços oferecidos

O que é métrica de UX?

A métricas de UX são indicadores que facilitam a mensuração de resultados das ações focadas na experiência do cliente. Ela é a ação que rege o conceito citado acima, pois com elas é possível manter os consumidores satisfeitos e os seus produtos com qualidade e acessibilidade, atendendo seus reais objetivos. 🎯

Qual a sua importância para um negócio?

Com elas é possível, além de entender a experiência do usuário e se ela está atendendo sua finalidade, também serve como provedor de insights sobre o uso do seu produto/serviço e como item de análise e busca de solução para possíveis problemas que devem ser reparados. 

A maioria das empresas sabe que é importante focar nos desejos do usuário, só que nem todas sabem como medir esse grau de satisfação e usá-lo ao seu favor.

Assim, ela traz outras vantagens, como:

  • Maior conversão de vendas
  • Fidelidade e indicações
  • Economia de recursos

Portanto, fazer essa medição quer dizer acima de tudo que você quer melhorar o seu produto. 📈

Como definir métricas de UX

Saber como definir e medir essas métricas pode ser um grande desafio. Para isso, o mais importante é entender os principais objetivos dos seus projetos, para depois destacar o que é necessário mensurar sobre a experiência do cliente.

Vale ressaltar que as métricas de UX podem ser tanto de cunho quantitativo quanto qualitativo e costumam ser divididas em 3 grandes blocos, sendo: 

  • Descritivas, que mostram o que aconteceu;
  • Perceptivas, focam mais na percepção do cliente;
  • De resultado, que traz os números em si.

KPIs de UX

No momento da medição dessas métricas, surge a dúvida e confusão achando que é a mesma coisa que KPI (Key Performance Indicator). Na verdade, eles são os indicadores-chave de performance. Ou seja, é a interpretação do que é medido.

Então, trabalhar com KPIs é identificar o que é bom nos resultados realizados em suas ações de experiência do cliente. Alguns bons indicadores são: 👇

  • Engajamento
  • Usabilidade
  • Conversão
  • Taxa de sucesso da tarefa
  • Tempo de realização da tarefa
  • Uso da Busca e Navegação

Seu papel neste momento é separar e avaliar todos esses pontos que os resultados chegam. 😉

Principais métricas de UX

nível satisfação cliente
Métricas de UX para saber a satisfação dos usuários com o produto. Fonte: Getty Images.

Na prática, existem diversas métricas que servem para medir o UX, mas algumas são as principais. São elas:

Google H.E.A.R.T

Suas siglas significam:

  • Happiness (Satisfação, NPS, SUS…)
  • Engagement (Atividades do Usuário…)
  • Adoption (Novos Usuários x Uso…)
  • Retention (Permanência…)
  • Task Success (Metas dentro do sistema…)

Assim, ele engloba a medição de cada um desses itens, fazendo ser um framework bem completo e com alta geração de resultado.

Sua execução pode ser feita em features ou em um produto como um todo. 

NPS

Chamada de Net Promotion Score, é aquela conhecida pesquisa de satisfação e promoção. Sabe quando você realiza uma compra e logo depois perguntam o que achou do produto, do serviço e se recomendaria a um amigo? É a isso que o NPS se refere.

Esse tipo de feedback é o que sustenta a validação, e é importante por servir da probabilidade do seu usuário recomendar um produto, aumentar o número de clientes e, consequentemente, a reputação da sua empresa.

Ele se tornou popular pela sua facilidade de execução e pelos bons resultados.

SUS

A Escala de usabilidade do Sistema é algo que não é tão fácil de se medir. No entanto, ela pode ser aplicada para avaliar diversos serviços como softwares, hardwares e outros tipos de interface.

Assim, o SUS ajuda a avaliar critérios como:

  • Efetividade – mostra se os usuários conseguem completar seus objetivos;
  • Eficiência – quais esforços e recursos foram necessários;
  • Satisfação – se a experiência do usuário foi boa.

Sua execução é caracterizada por um questionário, composto por 10 perguntas, que devem ser respondidas pelo usuário com notas que variam entre 1 a 5. 

Afinal, como aplicar as métricas de UX nos projetos?

Agora que você já sabe toda a parte conceitual e as características das métricas de UX, surge o questionamento sobre como aplicá-lo no seu dia a dia, certo?

Existem diversas ferramentas no mercado que permitem todo tipo de medição. Algumas são gratuitas, outras são pagas. Sua escolha vai depender do tipo de maturidade do seu time e seus objetivos.

No entanto, antes de tudo você precisa montar a sua própria estratégia para depois executá-la e medí-la. 😉

Para começar, você pode utilizar vários métodos para analisar seus números. Confira:⠀

  • Média: você separa os números com seus objetivos e faz uma média de cada resultado;
  • Recorte: para obter essa média você utiliza recortes individuais, como por exemplo de mês a mês;
  • Compare: coloque seus números juntos, veja a média de outros períodos e veja a evolução, o que deu certo ou não;
  • Complemente: relacione essas métricas com dados qualitativos para se tornar um relatório mais completo e assertivo.

👉 Daí é só colocar a mão na massa e ver os resultados chegarem. Portanto, invista mais nas métricas de UX sempre. Saiba mais como trabalhar com isso em nosso Bootcamp exclusivo.

Entenda o que são edtechs e conheça 6 delas para se inspirar

Que atire a primeira pedra quem nunca se entediou com uma aula monótona na época da escola. Poucas coisas faziam um aluno tão feliz como quando a atividade era no laboratório de informática, não é? Felizmente, com o crescimento da tecnologia e o surgimento das edtechs, cenas como essa ficaram no passado.

O universo educacional foi um dos grandes beneficiados pelo avanço tecnológico. Prova disso são as dezenas de empresas que hoje oferecem soluções inovadoras frente ao formato tradicional de ensino. Aqui neste artigo nós falamos mais sobre elas e ainda listamos 6 nomes que você precisa conhecer.

O que é edtech?

O termo edtech é resultado da combinação entre as palavras education (educação) e technology (tecnologia). Ele é usado para se referir às startups que oferecem soluções tecnológicas para o mercado educacional.

O objetivo dessas empresas é reinventar os métodos de aprendizado e facilitar o conhecimento. Para isso, desenvolvem ferramentas que contribuem com a jornada de alunos e professores dentro e fora de sala de aula.

Quando falamos sobre “reinventar o aprendizado”, não estamos nos referindo a mudanças nas disciplinas, mas sim na maneira como eles são abordados. Isso significa introduzir elementos que deixem os conteúdos mais dinâmicos e promovam o engajamento.

Entre os recursos adotados por essas companhias estão inteligência artificial, realidade virtual, realidade aumentada, gamificação e e-learning.

(Fonte: Getty Images)

Onde surgiu o conceito de edtech?

A primeira edtech nasceu em 1997 com o nome de Blackboard Inc. Foi ela quem promoveu o uso do LMS (Learning Management System), um sistema online que dá acesso a cursos e que até hoje é adotado por muitas companhias do setor.

Entretanto, embora o conceito já exista há 25 anos, ele ganhou força e espaço apenas nos últimos anos. Isso graças a relevantes avanços da tecnologia, como a popularização no acesso à internet, no uso dos dispositivos móveis e no acesso a recursos como Wi-Fi e 4G.

Como funciona uma empresa edtech?

Embora todas sejam focadas no setor educacional, o funcionamento de uma edtech pode variar de acordo com a área de atuação. No caso do ensino básico, por exemplo, é comum se deparar com soluções apoiadas pela gamificação e pela realidade virtual.

Já no caso de empresas voltadas para o ensino superior ou especialização, a inteligência artificial oferece apoio em etapas como o monitoramento de desempenho. Normalmente aqui também é comum encontrar as plataformas SaaS (Software as a Service), nas quais as soluções são oferecidas através da internet e em forma de serviço.

Principais características das edtech?

Como você pôde perceber, o objetivo das edtechs é promover o aprendizado por meio de ferramentas e recursos dinâmicos e interativos. Veja abaixo quais são as principais características desse modelo de negócio.

Novos recursos

Sem dúvidas, os recursos oferecidos pelas edtechs são seu maior destaque. Imagine poder visitar países, conhecer biomas ou o comportamento de antigas civilizações sem sair da sala?

Com recursos como a realidade virtual (VR) e a realidade aumentada (VA), isso é completamente possível.

Capacitação de docentes

A possiblidade de atualização curricular de professores à distância também é uma grande vantagem. Isso significa poder participar de cursos, especializações e eventos de maneira remota. O resultado são profissionais sempre atentos às tendências do mercado e inovadores em suas disciplinas.

Monitoramento do progresso pedagógico

Além de acesso aos conteúdos educacionais, grande parte das plataformas disponibiliza aos alunos um acompanhamento de seus progressos. É possível, por exemplo, ver a quantidade de erros e acertos em um exercício.

Já os professores podem ter visão sobre o desempenho da turma a partir de relatórios.

Ensino individualizado

Como dissemos no tópico acima, as plataformas de educação são capazes de identificar o desempenho de seus alunos. Além disso, ela também pode usar esses dados para oferecer propostas de aprendizagem específicas, pautadas pelas necessidades apresentadas.

6 edtechs para se inspirar

Agora que você sabe o que são as edtechs, que tal conferir uma lista com 6 nomes de empresas brasileiras que têm se destacado no setor?

1. Descomplica

A Descomplica nasceu em 2011 para ajudar estudantes que se preparavam para o Enem. Hoje, ela ficou mais completa e oferece soluções que vão desde a preparação para o vestibular até o ensino de pós-graduação e programas de desenvolvimento em educação empresarial.

2. Witseed

Voltada para o mercado corporativo, a Witseed nasceu em 2017 e usa inteligência artificial para oferecer conteúdos personalizados a seus alunos. Semelhante a um catálogo da Netflix, ela faz recomendações de estudo de acordo com os interesses e necessidades apresentados.

3. Alura

O foco da Alura é o mercado de tecnologia. Nela, os alunos encontram mais de 1300 opções de cursos, que vão desde o ensino básico ao avançado e abordam temas do universo mobile, de programação, data science e ux e design.

4. Gama Academy

A Gama nasceu em 2016 e já foi reconhecida como uma startup de destaque no setor de educação. Aos seus alunos, ela oferece treinamentos voltados para o universo digital, com cursos em áreas como marketing, programação e design.

5. MedRoom

Na MedRoom, os alunos são estudantes de medicina. Por meio da plataforma, que usa realidade virtual, eles podem participar de simulações clínicas e estudar anatomia. Isso graças ao apoio de corpos em 3D, cujos órgãos, tecidos e sistemas podem ser ampliados em até 8 vezes.

6. Faculdade XP

A Faculdade XP é o braço educacional do grupo XP. Nela, os alunos têm acesso a uma série de formações, de curta e longa duração, em áreas como finanças, tecnologia e experiência do usuário.

E para quem quer mergulhar no conhecimento, a plataforma Multi+ dá acesso a dezenas de cursos, aulas ao vivo e bootcamps, para que o aprendizado seja contínuo e o profissional esteja pronto para atuar no mercado.

Se você quer conhecer mais sobre essa plataforma, acesse a página oficial e confira todas as informações.

Diferenças entre criptoativos e criptomoedas: saiba quais são

O mercado de finanças descentralizadas ainda é um mercado muito novo para a maioria da população, que acompanha o mercado financeiro e não entende bem os seus termos. Por conta disso, é comum as pessoas confundirem criptoativos e criptomoedas, e acharem que os dois termos se referem a mesma coisa. No caso, se referem a moedas digitais. 

Apesar desse pensamento não estar completamente errado, existem diferenças entre criptoativos e criptomoedas que são importantes saber caso você queira se tornar um investidor no mercado de criptoativos.

Neste artigo, além da diferença entre criptoativos e criptomoedas, falaremos sobre os principais criptos da atualidade e como investir. Continue a leitura e tire as suas dúvidas sobre o assunto!  

O que são criptoativos e criptomoedas?

De acordo com a Receita Federal, os criptoativos são “a representação digital de valor, denominada em sua própria unidade de conta, cujo preço pode ser expresso em moeda soberana local ou estrangeira, transacionado eletronicamente com a utilização de criptografia e de tecnologias de registros distribuídos”.

Em resumo, os criptoativos são todos os ativos virtuais protegidos por criptografia e que geralmente rodam em uma blockchain — um grande mecanismo de banco de dados descentralizado. Há diversos tipos de criptoativos no mercado financeiros, como criptomoedas, protocolos de finanças descentralizadas (DeFi), entre outros.

Já as criptomoedas, conhecidas popularmente como moedas virtuais, fazem parte do grupo de criptoativos. Elas são moedas totalmente digitais, utilizadas para pagamentos e transações financeiras no ambiente virtual, assim como o dinheiro. Entretanto, diferentemente do dinheiro, as criptomoedas não são emitidas pelo governo e não são reguladas.     

Diferença entre criptoativos e criptomoedas

Muitas pessoas confundem criptoativos e criptomoedas achando que são apenas termos diferentes para a mesma coisa. Mas, como já deu para perceber, existe diferença entre eles.

Os criptoativos representam todos os ativos digitais e envolvem diferentes tipos de ativos. Dentre o grupo de ativos digitais, estão as criptomoedas. Logo, podemos afirmar que as criptomoedas são um tipo de criptoativo.

Em resumo, para não esquecer ou não se confundir mais: toda criptomoeda é um criptoativo, mas nem todo criptoativo é criptomoeda

Por que é importante saber a diferença entre criptoativos e criptomoedas na hora de investir?

Se você deseja investir em criptoativos, seja ele criptomoedas ou qualquer outro tipo, é importante conhecer o que cada criptoativo representa para ter consciência de onde está investindo o seu dinheiro. 

Por exemplo, se você deseja fazer uma análise de criptomoedas antes de investir nas moedas virtuais é importante saber analisar a quantidade de projetos criados na blockchain da moeda. Apesar disso não ser uma garantia de sucesso, é um sinal que aquela criptomoeda tem chances de se valorizar no futuro.  

Criptomoedas são um tipo de criptoativo
Os criptoativos não se resumem apenas as criptomoedas.

Por outro lado, se você quer investir em um criptoativo do tipo token e quer avaliar o potencial do token, é importante saber se ele está sendo apoiado por alguma blockchain respeitada. 

Sabendo fazer análises desse tipo, você tem mais chances de acertar no investimento que mais se adequa ao seu perfil de investidor.  

Principais tipos de criptoativos 

Os criptoativos são um grupo com diversos ativos virtuais. Entre os mais populares estão as criptomoedas, os stablecoins, os NFTs e os tokens. Abaixo, falaremos brevemente sobre cada um deles:  

Criptomoedas

Com certeza, as criptomoedas são o criptoativo mais popular do mundo. Para ter uma ideia do que estamos falando, apenas o Brasil contabiliza mais de 10 milhões de criptoinvestidores, ficando atrás apenas de Índia, EUA, Rússia e Nigéria.  

Dentre as criptomoedas mais promissoras do mercado estão o Bitcoin, a criptomoeda mais conhecida e valiosa em todo o mundo, o ETH (Ethereum) e a Binance Chain (BNB).  

Stablecoins

Stablecoins, ou moedas estáveis em tradução para o português, são um criptoativo que se refere a moedas digitais lastreadas em outros ativos como moedas fiduciarias (dólar, euro, real, etc) ou commodities. Ou seja, isso significa que para cada stablecoins emitida, é  preciso ter a mesma quantidade do ativo atrelado disponível em caixa.

Por exemplo, no caso das duas stablecoins mais conhecidas do mundo, que são o Tether e o USD Coin, ambas atreladas ao dólar estadunidense, para cada moeda emitida é preciso ter em caixa a quantidade equivalente de dólar dos Estados Unidos. 

NFTs

Os NFTs, sigla em inglês para non-fungible token ou tokens não fungíveis em tradução livre para o português, são criptoativos que representam itens da vida real em um ambiente virtual. Por exemplo, obras de arte, quadros digitais, músicas, vídeos, entre outros, podem virar NFTs. 

A principal característica do NFT Criptomoeda é ser um item exclusivo que não pode ser alterado, pois possui certificado de autenticidade e é codificado pela blockchain. Mas, apesar de não poderem ser alterados, eles são itens que podem ser negociados e alguns valem milhões.    

Tokens

Os tokens são ativos digitais personalizáveis que representam um bem em formato digital e seu valor financeiro está diretamente ligado a quanto o ativo está valendo no momento. Ao contrário das criptomoedas, os tokens não precisam da sua própria blockchain para serem criados e operam em outras blockchains. Por exemplo, na blockchain da Ethereum é possível encontrar muitos tokens. 

Existem diversos tipos de tokens:

  • Tokens de segurança: vinculados a ativos externos, como ações ou bens, como imóveis ou carros. Cada token representa a fração desse ativo e é negociável;    
  • Token de capital: também chamado de Equity Token, ele funciona como o token de segurança. Entretanto, eles só podem ser vinculados às empresas ou commodities; 
  • Tokens utilitários: são tokens que concedem ao titular o acesso a produtos ou serviços que elas têm direito, além de oferecer benefícios como descontos exclusivos. Normalmente, são utilizados por empresas para atrair compradores para os produtos ou serviços que elas oferecem;   
  • Tokens de pagamento: utilizados como meio de pagamento de bens ou serviços. 

Criptoativos ou criptomoedas: qual o melhor investimento?

Segundo especialistas, do ponto de vista do investidor em relação aos riscos do investimento, não há muita diferença entre investir em criptoativos ou investir em criptomoedas. Uma vez que todos os criptoativos são voláteis e considerados de alto risco, os riscos são os mesmos para a maioria dos investimentos.

Como investir em criptoativos e criptomoedas?

Existem diversas formas de investir em criptomoedas e outros criptoativos. 

Em primeiro lugar, existem as Exchanges que são o meio mais conhecido para investir. Também chamadas de corretoras de criptomoedas, nas exchanges é possível comprar e negociar criptoativos de forma simples.

Além das exchanges existem os Exchange Traded Funds. Basicamente, os ETFs de criptos são fundos de investimentos negociados como uma ação na bolsa de valores. 

Também existem outras maneiras de investir em criptoativos, como o fundo de criptomoedas via fundos de investimentos e as negociações P2P feitas pelos usuários sem intermediação de terceiros.     

Conclusão

Como pôde perceber ao longo deste artigo, criptoativos é um grupo que engloba diversos ativos digitais protegidos pela criptografia. Entre os mais conhecidos do grupo estão as criptomoedas e os NFTs.

Conhecer os criptoativos, um dos produtos do mercado financeiro que mais cresce na atualidade, é importante porque aumenta as suas possibilidades de investimento e rentabilidade no futuro. 

Caso você queira aprender mais sobre o mercado de criptoativos e criptomoedas, o curso livre de Criptoinvestidor da Faculdade XP é feito para você! Conheça o curso e aprenda como investir no ativo que teve rendimento na última década. 

Liderança positiva: o que é e qual sua função?

Tratar colaboradores como máquinas não é mais a premissa atual: colaboradores têm buscado, mais ativamente, a liderança positiva.

A valorização das equipes têm sido o resultado de movimentos intensos relacionados à valorização do bem-estar dos funcionários que, por sua vez, compreende que fatores psicológicos também são fortes influenciadores no dia a dia de trabalho.

Na rotina diária do ofício, colaboradores precisam lidar com as demandas fixas diárias, ou seja, atividades comuns do trabalho e ainda precisam lidar com as emoções, além de necessitar de trocas com outros profissionais, muitas vezes líderes. 

Para esses líderes o desafio de lidar com o todo é ainda maior: conduzir um grupo que otimize o seu trabalho e, mesmo assim, tenha uma convivência positiva é raro e muito difícil de se alcançar. 

Pensando nisso, a liderança positiva nasceu e já tem estado presente como pauta constante em empresas e organizações. Quer conhecer mais sobre? Continue a leitura!

O que é liderança positiva?

Estimular, comandar e inspirar são algumas das responsabilidades principais de um líder. 

A liderança positiva, por sua vez, é um modelo de gestão de pessoas que tem como objetivo valorizar os pontos positivos de cada colaborador, além de incentivar o desenvolvimento das suas habilidades e potencializar os resultados da empresa. 

Sinônimo de eficiência no trabalho, a liderança positiva tem mostrado bons frutos: melhorado o engajamento dos funcionários, além de um aumento na performance, é claro. O seu sucesso se dá pela fundamentação no comportamento humano, ou seja, na psicologia. 

Com a quantidade de tempo que destinamos ao nosso trabalho diariamente, avaliar se os funcionários são felizes ou não dentro da jornada laboral se tornou essencial. 

Pensando nisso, o The World Happiness Report introduziu uma seção exclusivamente dedicada à felicidade no trabalho e, a seu modo, uma das variáveis consideradas é a liderança positiva. Assim, conseguimos enxergar o quão longe o seu impacto chegou! 

Além disso, esse perfil de liderança, por ser correlacionado com a psicologia, usa das emoções como impulso para alcançar os objetivos antes setados pelos OKRs, por exemplo, e promover o crescimento profissional. 

O resultado? Simples: profissionais mais motivados, buscando serem suas melhores versões cotidianamente, aumento da produtividade e melhora na qualidade do serviço. 

Liderança positiva vs tradicional

Na liderança tradicional, o medo é comum. Seja o de demissão, de resultados ruins ou constatações dos mesmos estão sempre presentes. Com isso, os funcionários passam a trabalhar mais, mas isso não quer dizer que o trabalho tenha maior qualidade. 

Os fatores motivacionais são cobranças, bônus salariais e metas altamente agressivas, além de constar com um clima organizacional mais tenso e feroz. 

No que diz respeito à liderança positiva, o foco é o desenvolvimento de pessoas. Ou seja, a atenção do gestor é voltada ao progresso do funcionário, e como ele pode auxiliar essa pessoa a avançar profissionalmente. 

Enquanto na liderança tradicional bônus são causas, na liderança positiva eles são uma consequência. 

Homem com liderança positiva treinando um colaborador
A liderança positiva trabalha no desenvolvimento de cada membro da equipe.

Quais as principais características da liderança positiva? 

As características principais da liderança positiva são: 

  • Eficiência na comunicação: o líder mantém e promove uma boa comunicação com o time;
  • Bom relacionamento: a interpessoalidade e os seus relacionamentos dentro de uma equipe com um líder positivo é, também, positiva. Há uma relação de confiança entre líder e liderados que funciona como uma via de mão dupla: ambos podem contar uns com os outros;
  • Clima organizacional saudável: o líder positivo tem, como uma das suas maiores preocupações, a manutenção de um bom clima na equipe;
  • Valorização profissional: erros são vistos como oportunidades de crescimento, aprendizado e novas maneiras de fazer o trabalho.

Quais os benefícios da liderança positiva em uma empresa?

A liderança positiva tem diversos pontos positivos. No entanto, três deles se fazem mais presentes. São eles: 

1. Aumento de produtividade

Com o reconhecimento e a valorização, os funcionários passam a ter o sentimento de dono. 

Ou seja, eles se esforçam ao máximo visando alcançar as metas estabelecidas. Com a liderança positiva, esse comprometimento é incentivado! 

2. Aumento na performance

Neste caso, temos a consequência do benefício citado acima. 

Com o aumento da produtividade, automaticamente, o aumento na performance ocorre. O líder positivo, por sua vez, deve estimular o desenvolvimento das habilidades, sejam soft skills ou hard skills e as potencialidades do time. 

3. Retenção de talentos e diminuição da demissão silenciosa

Aliando os benefícios já citados com os diferentes impactos que a liderança positiva é capaz de promover, os funcionários são capazes de estabelecerem perspectivas de futuro e crescimento na empresa. 

O líder positivo dá suporte ao colaborador nesse quesito e, assim, é possível enxergar que os funcionários se sentem mais satisfeitos com o trabalho e queiram mantê-lo, diminuindo, também, o número de casos de demissão silenciosa.

Como desenvolver a liderança positiva na sua gestão?

Alguns fatores são importantes para que você consiga implementar a liderança positiva na sua gestão e obtenha bons frutos. Em suma, os primordiais são: 

Tenha empatia

Empatia é o sinônimo mais próximo da liderança positiva. Ou seja, um líder positivo precisa, definitivamente, saber como se colocar no lugar do outro e produzir estratégias que guiem a sua equipe para alcance das metas estabelecidas.

Faça feedbacks constantes

A liderança positiva possibilita uma via de mão dupla entre o líder e o colaborador. Use-a. Dê feedbacks constantes, aproveite essa oportunidade de conversa franca! Sem feedbacks o time não cresce e os resultados não chegam. 

Reconheça das habilidades dos colaboradores

Mostre que você enxerga os avanços e as boas atitudes que os seus liderados colocam em prática. Essa ação os estimula a fazer mais vezes e a se sentirem orgulhosos de si mesmos.

Chame a atenção sem humilhar

Deu algo errado? Seu colaborador pisou na bola? Ok, erros e problemas acontecem. Por isso, jamais repreenda seu funcionário em público ou, mesmo que em particular, tenha cuidado com as palavras que usa. Repreensão é uma coisa, humilhação é outra completamente diferente. 

Reconheça e aprenda com os erros

Como já citado, todos somos passíveis de erros. Portanto, não os trate como motivos de punição: veja os erros como oportunidade de evitá-los no futuro e de desenvolver os seus colaboradores. 

Conclusão

Com o decorrer do tempo, as empresas que buscam desenvolver bem seus colaboradores estarão mais ativamente à procura de líderes positivos, já que eles têm mostrado resultados bons em decorrência da sua maneira de liderar. 

Estar pronto e capacitado para esse futuro que está logo ali é a melhor coisa que você pode fazer por você mesmo. 

Por isso, conheça o MBA em Gestão Ágil de Projetos da Faculdade XP! Com ele você poderá aprender tudo que precisa para ser um líder que domina metodologias ágeis (elas são ótimas para líderes positivos). 

Container: o que é e por que aprender sobre

É da área de programação? Você precisa saber sobre o uso de container, ou em português contêiner, para facilitar o seu cotidiano. Mas, afinal, o que é isso? Trata-se de uma estrutura de dados que armazena elementos de formas organizadas, podendo ser usada para guardar tais dados de maneira eficiente e com rápido acesso posteriormente.

Os containers fornecem um ambiente seguro e delimitado para execução de um aplicativo, com recursos específicos e acesso limitado ao sistema.

A tecnologia é uma ferramenta cada vez mais importante para aplicações modernas e está sendo usada em todos os setores da computação, sendo muito utilizado por profissionais de desenvolvimento devido à facilidade e o desempenho.

Confira ao longo do texto mais sobre o assunto. Boa leitura!

O que é container?

Um container nada mais é do que um software usado para empacotar e isolar virtualmente aplicativos para permitir maior escalabilidade, disponibilidade e portabilidade em diversos ambientes de computação, incluindo sistemas bare-metal/machine, em nuvem, máquinas virtuais (VMs) e alguns sistemas operacionais da Linux, Windows e macOS.

Os containers são executados em ambientes virtuais, geralmente como parte de um sistema de computação em nuvem.

Entenda mais sobre sistema bare metal/machine

O termo bare metal é uma referência ao disco rígido de um computador – o meio no qual o sistema operacional (SO) está instalado. Um ambiente bare-metal é um tipo específico de ambiente de virtualização criado com hipervisores bare-metal que não dependem de um sistema operacional host para funcionar.

Em um ambiente bare-metal, o hipervisor de virtualização é instalado e executado diretamente no disco rígido (bare metal) e pode criar máquinas virtuais (VMs) a partir dele, assim como em um ambiente virtualizado com um sistema operacional host.

Por que os profissionais usam containers?

Como já dito antes, os contêineres são uma forma de isolar aplicativos e gerenciar o ambiente em que eles rodam. Isso significa que os programadores podem criar e executá-los em qualquer ambiente, seja no local ou na nuvem, com as mesmas facilidades de configuração e segurança.

A funcionalidade permite que os profissionais da área criem aplicativos que sejam levemente independentes do ambiente em que são executados, tornando-os muito mais portáteis. Eles podem ser facilmente transportados entre espaços, desde um local de teste até a produção, sem a necessidade de alterar sua configuração.

Há ainda a questão da segurança. Eles oferecem um nível de segurança que impossibilita para um usuário mal-intencionado acessar ou modificar o código de um aplicativo. Isso significa que os programadores podem criar aplicativos que sejam facilmente executados e que sejam extremamente confiáveis em relação à seguridade.

Em síntese, os containers oferecem aos programadores flexibilidade, portabilidade e segurança que não seriam possíveis de outra forma. Isso os torna uma ferramenta essencial para quem deseja criar aplicativos robustos e seguros.

Exemplo de containers

Existem vários tipos de containers na programação, incluindo listas, pilhas, filas, árvores, grafos e tabelas hash. Cada uma dessas estruturas fornece uma maneira diferente de armazenar e acessar dados.

Vamos lá que vamos te explicar o conceito!

  • Listas são containers sequenciais que armazenam dados em ordem. Quando os dados são inseridos na lista, eles são armazenados na ordem em que são adicionados.
  • Pilhas e filas são outras estruturas de dados sequenciais que armazenam dados em ordem. A diferença entre as duas estruturas é que, em uma pilha, os elementos são acessados através da última posição, enquanto na fila, os elementos são acessados pela primeira posição.
  • Árvores são estruturas de dados não sequenciais que armazenam dados como nós e arestas. Cada nó armazena um dado e os nós são conectados por arestas.
  • Grafos são estruturas semelhantes a árvores, mas eles podem conter ciclos.
  • Tabelas hash são estruturas de dados que usam funções de hash para mapear os dados para posições específicas na tabela. As tabelas hash permitem operações de pesquisa e inserção mais rápidas do que outras estruturas de dados.

<Para você ler depois: tudo sobre transformação ágil />

Diferenças entre container e virtualização

Não confunda a aplicabilidade de cada uma delas! 🤨

Ao contrário de uma máquina virtual, que inclui um sistema de tempo de execução e uma máquina operacional convidada para seu aplicativo, um container inclui apenas um sistema de tempo de execução e, em vez disso, depende do sistema operacional do host. Isso reduz a memória, a CPU e o armazenamento exigidos pelo contêiner, possibilitando o suporte a muitos outros contêineres na mesma infraestrutura.

Ainda, outra distinção é que embora uma máquina virtual possa ter vários gigabytes de tamanho, um contêiner pode ter apenas algumas dezenas de megabytes.

Tem mais! Sem a necessidade de inicializar seu próprio sistema operacional, um aplicativo em contêiner pode ser iniciado quase instantaneamente — muito mais rápido que uma máquina virtual — e desaparecer com a mesma rapidez quando não for mais necessário para liberar recursos do host.

(Fonte: docpath)

Ferramentas de containers mais conhecidas

Temos a plataforma de contêineres Docker e o sistema de orquestração de contêineres Kubernetes. Você já as conhecia?

Elas simplificaram e muito a adoção da conteinerização, o que facilitou o seu rápido crescimento. Ao mesmo tempo, surgiram problemas de segurança de conteinerização, incluindo que os contêineres de aplicativos não são abstraídos do sistema operacional host em uma VM, o que pode facilitar o acesso de ameaças à segurança a todo o sistema.

Tome cuidado com isso, DevOps!

Principais vantagens de containers

Conheça abaixo alguns benefícios:

  • Método eficiente para uso;
  • É popular entre os profissionais da área;
  • Usado do nível inicial ao final (do desenvolvimento ao teste);
  • Possui velocidade e simplicidade;
  • Não precisa iniciar seu próprio sistema operacional.

<Leia também: o que é banco de dados, importância e principais tipos />

Como aplicar a tecnologia de container na prática?

Existem várias maneiras de aplicações de contêineres.

A primeira é usar sistemas de gerenciamento de containers, como o Docker, Kubernetes ou OpenShift, para criar, implantar aplicações e gerenciá-los em execução. Esses sistemas fornecem também funções como o escalonamento automático, gerenciamento de recursos, segurança e monitoramento.

Outra maneira de aplicar a tecnologia de contêineres é criar ambientes de desenvolvimento de containers. Tais espaços permitem que os desenvolvedores criem, testem e implementem aplicações em containers usando ferramentas como Vagrant, VirtualBox, Docker Compose e Kubernetes. Esses ambientes também fornecem recursos para configurar e gerenciar o ambiente de desenvolvimento, como a criação de contêineres, configuração de redes e monitoramento de recursos.

Por fim, poderão ser usados para implementar aplicações em infraestruturas de computação em nuvem, como o Azure ou o AWS. Esses serviços fornecem recursos para implantar e escalar containers em várias instâncias, permitindo que as aplicações sejam executadas de forma escalável e a prova de qualquer falha.

As soluções acima descritas são apenas algumas das formas de aplicar a tecnologia de containers em prática.

Percebeu sobre a importância de entender alguns termos e como funcionam? Por isso, é fundamental que programadores, como você, estejam sempre atualizados com as tendências do mercado de tecnologia.

Entendeu sobre o que é container, DevOps? 👩‍💻👨‍💻


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GDPR: o que é e como funciona essa lei de proteção de dados

Com a dimensão de possibilidade que a internet proporciona à sociedade, faz-se necessário um investimento em cibersegurança. São tantos dados, principalmente sigilosos, que são coletados, que sem esse recurso muitas pessoas ficam vulneráveis a situações desagradáveis ou criminosas. Por isso, foi instaurado o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR). Você o conhece?

Provavelmente você já viu muito nos últimos meses comunicações por e-mails, sms, telefones e demais canais pedindo sua permissão para o uso e coletamento de dados, certo? 📱

Isso é fruto desse regulamento geral, criado no exterior, para proteção de dados e que vem sendo incorporado aqui no Brasil. 

As políticas de privacidade são direitos de qualquer cidadão. E se você é gestor ou trabalha em uma empresa, principalmente de tecnologia, precisa se atentar a esse fator e atuar conforme suas restrições e regras. Até porque dados de clientes são um insumo cada vez mais importante para as organizações.

Com o mundo tão conectado, as possibilidades de obter e processar informações se ampliaram. E quando utilizadas de formas ilegais podem causar graves consequências.

Continue a leitura do artigo e confira mais detalhes sobre a GDPR e como essa lei de proteção de dados funciona na atualidade. Confira! 👇

O que é GDPR (General Protection Regulation)?

A GDPR é a General Data Protection Regulation, ou seja, Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados. 🔒

É um regulamento originário do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia que estabelece as regras necessárias para as empresas sobre a privacidade e proteção de dados de cidadãos da União Europeia e Espaço Econômico Europeu, de forma que se preocupem com alguns requisitos quando lidar com o tratamento e uso de dados das pessoas na internet.

Na prática, é um conjunto de regras que aprimora a forma como as pessoas podem acessar informações sobre elas e impõe limites ao que as organizações podem fazer. Portanto, seu maior objetivo é a segurança e a transparência de dados

Assim, quando qualquer empresa usar um dado pessoal de usuário ou cliente, ela precisa da sua permissão para tal feito, bem como descrição de como serão utilizados.

É um regulamento completo e que tem mais de 90 artigos individuais, onde estimula que sem a transparência não é possível que haja consentimento, um dos principais conceitos do GDPR.

Dessa forma, essa lei permite que o próprio usuário tenha controle de seus próprios dados. 

Como funciona?

Seu funcionamento depende basicamente do conhecimento da empresa e do cliente que tem relação com ela, ambos respeitando as regras do regulamento. 

Em tese, o GDPR envolve três grupos de envolvidos: 👇

1º As autoridades que legislam, fiscalizam, recebem denúncias e autuam.

2º As empresas, que precisam ajustar seus processos para respeitar as determinações do regulamento.

3º Os cidadãos europeus que cadastram fornecem seus dados a empresas, não importa onde elas estejam.

Embora muitos digam que essa lei surgiu para impedir o funcionamento das empresas, na verdade ela torna todo o processo mais eficiente e ainda permite o direito que as pessoas têm de verem seus dados pessoais sendo usados com responsabilidade.

Importante ressaltar que seu uso não diz quais são as boas práticas de segurança, já que isso varia de organização para organização. A GDPR serve como parâmetro para a proteção e o direito de todos de acordo com a legislação e governança. 🤝

Sendo que, aquelas empresas que não cumprirem, podem receber desde uma simples notificação por infração leve até uma multa de milhões em dinheiro. Isso tudo vai depender do grau de descumprimento cometido.

Origem da GDPR

GDPR é um projeto para proteção de dados e identidade dos cidadãos da União Europeia que começou a ser idealizado em 2012 e foi aprovado em 2016. Mesmo que os países já tivessem leis que falassem da privacidade, elas não correspondiam ao cenário tecnológico e precisavam de algum embasamento.

Portanto, criar o regulamento veio dessa necessidade, pois a União Europeia considera a proteção de dados pessoais um direito dos cidadãos dos países do bloco. Por conta disso, todas as empresas e organizações, independente de porte ou área de atuação, deverão seguir regras rígidas para coletar, processar, compartilhar e resguardar dados pessoais.

Assim, a GDPR foi desenvolvida a partir de três motivos:

  • Conciliar as leis de privacidade de dados em toda a Europa;
  • Proteger e empoderar a privacidade de dados de todos os cidadãos da região;
  • Reformular o modo como as organizações abordam os dados de seus clientes respeitando a privacidade.

Sua vigência foi em maio de 2018. ✅

Principais obrigações da GDPR

Dentro do regulamento existem diversos pontos relevantes, sendo algumas as principais obrigações das empresas aos cidadãos. São elas:

Direito ao Esquecimento

Nesse requisito as empresas são obrigadas a excluir quaisquer registros de informações pessoais que não sejam necessárias para propósitos históricos, estatísticos, científicos, para saúde pública ou para exercer a liberdade de expressão. Por exemplo: números de telefone, CPF, endereços, etc. Tudo que comprometa a segurança do cidadão.

Proteção para Crianças

Há uma parte destacada essencial em que se exige a restrição da exposição excessiva de crianças na internet. Caso seja necessário, é preciso do consentimento dos pais para tais atos, como nas redes sociais, por exemplo.

Permissão para uso de dados

Para se processar os dados pessoais, é preciso que a pessoa receba uma permissão clara e afirmativa de cada usuário.

Portabilidade

Qualquer cidadão tem o direito de transferir, sem restrições, seus dados pessoais de um serviço conectado para outro, de forma similar à portabilidade do celular.

Invasão e vazamento de dados

Caso haja alguma invasão de hackers, as empresas precisam avisar os clientes em até 72 horas após tomarem conhecimento da invasão.

Linguagem Clara

Sempre deve ficar tudo muito claro e compreensível sobre as políticas de privacidade.

Controlador De Dados

Todas as empresas precisam de um controlador de dados, um profissional responsável para ficar acompanhando e verificando se a companhia está em conformidade com os princípios do regulamento.

Extraterritorial

Embora a GDPR seja da União Europeia, ela também vale para países e empresas que não estão dentro do bloco.

Transferência De Dados

Dados pessoais de cidadãos europeus só podem ser transferidos para países com leis de proteção equivalentes ao GDPR.

Afinal, como a GDPR impacta o Brasil?

Embora a GDPR seja uma lei de fora do Brasil, focada na Europa, aqui também se agregaram alguns valores. 

Relação com a LGPD

Princípios da LGPD no Brasil.

Inspirado no GDPR, o Brasil também criou sua lei de proteção de dados pessoais. A chamada Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais na Internet (LGPD), teve aprovação no dia 14 de agosto, pela lei Nº 13.709/2018, mas entrou em vigor apenas em 2020.

Seus princípios se baseiam no regulamento europeu, sendo a principal diferença que a primeira é bem mais completa e detalhada.

Portanto, a segurança cibernética é algo necessário e presente em nosso cotidiano, seja com a GDPR ou LGPD. 

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Saiba o que é lógica fuzzy, quando e como é aplicada na Inteligência Artificial

Você já ouviu falar sobre a lógica fuzzy? Para fazer alusão a sua função podemos comparar com situações cotidianas humanas.

Todos os dias precisamos tomar decisões sobre alguma ação ou aspecto cotidiano. Quando nos deslocamos de um ponto a outro não pensamos no número de passos que vamos realizar, apenas decidimos o meio que vai solucionar esse deslocamento (ônibus, a pé ou carro) e agimos, analisando só se o local é longe ou perto. 

Essas são informações mensuradas com graus de incerteza e interpretação, além de dedução. Só que quando trazemos essa realidade para a tecnologia, os computadores não têm a mesma capacidade de racionalizar os problemas. Assim, é nesse momento que a lógica fuzzy entra em cena. 😉

Sendo uma abordagem muito utilizada pelos desenvolvedores, a lógica difusa permite que processos sejam automatizados e se adequem às particularidades do raciocínio humano, como o processo decisório multidisciplinar e a ponderação imprecisa.

Lembre-se que nem tudo pode ser mensurado e realizado conforme as realidades existentes. 

Para entender mais sobre esse assunto e essa abordagem tecnológica é importante, continue a leitura deste artigo e descubra os principais conceitos, características e aplicações. Vamos lá? 👇

O que é lógica fuzzy?

Também conhecida como lógica difusa, trata-se de uma abordagem a um processo variável tecnológico que permite que mais de um valor possível e verdadeiro seja processado na mesma variável. 

Ou seja, é um estudo que usa da lógica matemática para presumir soluções e resolução de problemas, mesmo com a imprecisão de dados e informações, mas que permite a obtenção de conclusões precisas. 🎯

Ela tenta imitar a forma como os seres humanos analisam problemas e tomam decisões, de uma forma que confie em valores vagos ou imprecisos, em vez de verdade ou falsidade absoluta.

Assim, essa técnica da área de inteligência computacional permite a representação de situações do mundo real. Além disso, foca em como codificar softwares que representem algoritmos mais próximos da forma como funciona o raciocínio humano. Dessa forma, obtém-se resultados satisfatórios uma vez que valores limítrofes e incertezas do modelo não são ignorados.

Lógica fuzzy na Inteligência Artificial

Essa característica de lidar com a ambiguidade da informação e a incerteza do mundo real fez com que este raciocínio fosse aplicado em pesquisas de diversas áreas, tais como sistemas de controle e inteligência artificial, devido sua capacidade de imitar o raciocínio humano, que considera verdades parciais ou graus de verdade. 

Vale ressaltar que a IA se aprimora cada vez mais para substituir ou apenas suprir comportamentos do ser humano, e a lógica fuzzy se torna essencial nesse processo.

Sistema de lógica difusa: como funciona?

Enquanto em uma lógica padrão cada declaração deve ter um valor absoluto: verdadeiro ou falso, com a lógica difusa, os valores de verdade são substituídos por graus de “associação” de 0 a 1, onde 1 é absolutamente verdadeiro e 0 é absolutamente falso. 

Ou seja, permite diversas proposições e soluções, sem ser algo tão direto e exato como é de costume geral.

Assim, ela é frequentemente usada em controladores de máquinas e inteligência artificial e também pode ser aplicada ao software de negociação. Embora tenha uma ampla gama de aplicações, também tem limitações substanciais. 

👉 A partir disso, algumas vantagens de sua utilização são:

  • Reflete mais problemas do mundo real do que da lógica clássica;
  • Os algoritmos lógicos têm requisitos de hardware mais baixos;
  • A possibilidade de produzir resultados precisos com dados imprecisos;
  • Possuem ampla validação e verificação;
  • São dependentes da experiência humana e do conhecimento, o que impede a substituição das máquinas nas ações humanas.

Uma das áreas de aplicação em que técnicas de lógica fuzzy são fortemente empregadas é a de desenvolvimento de jogos de computador. Isso por conta da sua característica de tentar reproduzir em um ambiente virtual particularidades do mundo real, inclusive suas imprecisões e aleatoriedades. 💻

Lógica difusa: conceitos e aplicações

Seu surgimento foi a partir do conceito de conjuntos fuzzy, atribuído à Lotfi Zadeh, da Universidade da Califórnia em 1965, mas que foi mais utilizada por japoneses. Assim, ele foi crescendo ao longo do tempo para modelos avançados de negociação de software ​​para analisar milhares de valores mobiliários em tempo real.

Assim, sua aplicação percorre diversas situações, como é caso dos sistemas de controle embarcado, de apoio à decisão, de reconhecimento de faces ou de padrões, de diagnóstico médico, de previsão do tempo, de cálculo e gerenciamento de risco, de controle de tráfego, de condução de veículos autônomos e de diversas outras finalidades.

Além disso, diversos equipamentos domésticos e urbanos possuem modelos que contemplam a lógica fuzzy em suas diretrizes internas, como: máquinas de lavar, aspiradores de pó, televisores, caixas registradoras, sistemas de alarme, copiadoras, microondas, foco automático em câmeras fotográficas, entre outros.

Outro exemplo que demonstra como a imprecisão está inerentemente presente no mundo real é o de um copo cheio ou vazio. Conforme ele está vazio e está sendo preenchido com água, até que momento ele é considerado cheio? Nós seres humanos conseguimos prever, a máquina já opera a partir das informações de causa e efeito coletadas.🥤

Portanto, é um conceito e abordagem computacional presente em nosso cotidiano sem nem mesmo percebermos.

Exemplos de lógica fuzzy

Agora é hora de entender na prática como essa abordagem lógica funciona. Confira três exemplos: 👇

Sistema de inferência fuzzy

Também chamados de Fuzzy Inference Systems (FIS), eles buscam representar a modelagem do raciocínio humano em forma de regras, ao invés de um algoritmo explicitamente restrito a modelos matemáticos exatos, por meio de um mecanismo de inferência baseado nas relações de causa e efeito.

Por exemplo: considerando como entrada as variáveis velocidade e distância do obstáculo: se (velocidade é alta) e (obstáculo é perto) então (aceleração é frear). Neste caso, analisando as entradas, o sistema decidirá que o veículo deve acionar a frenagem (aceleração negativa).

Exemplo de inferência da lógica fuzzy ou difusa
Arquitetura da lógica fuzzy.

Sistema de RH

Também serve de apoio à decisão em um sistema de RH. Por exemplo: o RH precisa agregar uma nova funcionalidade ao seu sistema sobre determinação dos valores de gratificações dos funcionários. 

Para evitar o trabalho do profissional, o uso da lógica difusa faz esse trabalho combinando informações e algoritmos, de forma que evite a parcialidade e promova a isenção reivindicada pelo quadro de funcionários insatisfeitos.

Simulador de um estacionamento de veículo

É um ótimo exemplo de sua funcionalidade. Aqui o simulador será desenvolvido em dois passos:

  1. Corresponde à implementação do controlador fuzzy, o qual vai processar as entradas e as saídas em cada passo, além de calcular a trajetória do veículo.
  2. É o simulador gráfico, ou seja, que vai testar e validar o comportamento do controlador fuzzy, permitindo ao usuário visualizar a trajetória percorrida e efetuar ajustes, caso necessários.

Assim, seu objetivo é estabelecer um algoritmo inteligente capaz de guiar um veículo, localizado em uma determinada posição do pátio, em direção a uma vaga de estacionamento previamente demarcada anteriormente.

Conclusão

A lógica fuzzy ou difusa está presente todos os dias em situações que não são fáceis de serem percebidas sem o conhecimento prévio do conceito.

Ela é uma abordagem que aproxima a realidade humana da computacional (deep learning), descrevendo conclusões e solucionando problemas com a mesma ótica do ser humano de causa e efeito, mesmo com incertezas.

Assim, é de grande utilidade para as empresas atuais, principalmente com o uso da inteligência artificial. 🤖

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O que é People First e qual a sua importância?

Durante muitos anos, o ambiente de trabalho era visto apenas como um lugar de troca. O profissional dedicava seu tempo a uma atividade e, em troca, a empresa o remunerava por isso. Ainda que o conceito de emprego permaneça o mesmo, o de people first tem mudado a ótica dessa relação.

No artigo abaixo nós falamos sobre como as empresas vêm colocando as pessoas em primeiro lugar. Além da contextualização, você também aprende a como aplicar esse conceito em seu negócio e os benefícios que podem ser obtidos a partir dele. Vamos lá?

O que é people first?

Em português, people first significa “pessoas primeiro”. Essa tradução, por si só, já resume o seu conceito. Mas vamos explicar melhor.

People first pode ser definido como um tipo de gestão na qual as pessoas são colocadas como elementos centrais dos processos. Se antes o lucro a qualquer custo era a prioridade, hoje as estratégias são conduzidas tendo como foco os indivíduos. Aqui, estamos nos referindo a todas as pessoas envolvidas de alguma maneira no negócio, desde os colaboradores até os clientes.

O objetivo da cultura people first é priorizar quem está por trás do funcionamento das empresas. Nessa linha, os resultados são decorrentes da valorização humana.

Qual é a importância do people first para os colaboradores?

Considerando que, por muitos anos, os colaboradores eram vistos apenas como executores de suas atividades, o people first provocou uma verdadeira revolução. Hoje, mais que importantes na entrega de resultados, eles passaram a ser reconhecidos também como peças fundamentais do processo.

O resultado é uma cultura que viabiliza a sensação de valorização entre os profissionais. Automaticamente, ela gera maior motivação e um ambiente de trabalho mais saudável.

(Fonte: Pexels)

E para as empresas, qual a importância do people first?

Inúmeras pesquisas mostram que funcionários mais felizes e engajados são mais produtivos e eficientes. Isso significa que empresas que adotam o modelo de gestão people first têm resultados mais sólidos.

Imagine um ambiente no qual o colaborador é apenas cobrado por seus resultados. Ao mesmo tempo, pense em um espaço no qual ele é incentivado a contribuir com ideias e é colocado como parte essencial do processo. Em qual dos dois você acredita que ele colocará mais empenho?

Evidentemente, é esperado que um profissional faça o trabalho pelo qual foi contratado. Isso, porém, não significa que a cobrança precisa ser dura.

Como aplicar o people first?

Muitas vezes, a desculpa para não implementar a cultura people first nas empresas é a falta de verba ou de time dedicado. Entretanto, isso não deve ser uma barreira, já que a prática de colocar as pessoas em primeiro lugar não depende, necessariamente, desses fatores.

Se você quer entender melhor como isso funciona, veja quatro práticas que as empresas adotam e que contribui significativamente com esse modelo de gestão.

< Leia também: Gestão de talentos – o que é, como fazer e por que é importante />

Líderes empáticos

Em um momento no qual a saúde mental tem sido pauta recorrente dentro e fora das empresas, ter uma gestão que motive e se preocupe verdadeiramente com as necessidades de seu time é fundamental.

Isso está refletido nas reuniões recorrentes de feedback, mas também na construção de uma relação aberta, no qual o profissional enxerga espaço para levar suas dúvidas, preocupações e sugestões.

Em ambientes como esse, a sensação de pertencimento é predominante. Mais que uma referência, o líder passa a ser visto como um indivíduo comprometido com o seu time.

Clima organizacional positivo

Não basta lançar uma série de iniciativas para o colaborador, se suas percepções não forem coletadas.

Para colocar o time efetivamente em primeiro lugar, é preciso recorrer a elementos como a pesquisa de clima organizacional. O objetivo deve ser entender como o profissional se sente diante de temas como liderança, equipe, salários e cultura.

Com esse material coletado, é possível traçar estratégias pautadas pelas reais necessidades do time.

Desenvolvimento

Uma maneira de colocar o colaborador em primeiro lugar é estimulando o seu desenvolvimento. Isso pode ser feito a partir de diversas iniciativas, como os 1:1s, as reuniões de feedback e os programas de avaliação como o PDI (Plano de Desenvolvimento Individual). Neste último, líder e liderado se conectam para estabelecer planos de ação em prol de objetivos traçados.

Reconhecimento

Uma das razões que aumentam as taxas de turnover nas empresas é a falta de reconhecimento. Para muitos funcionários, não ser visto pela sua liderança é motivo de insatisfação, que leva à busca por outras oportunidades.

Para evitar esse cenário, muitas empresas vêm estabelecendo programas de reconhecimento. Neles, o profissional é destacado por suas contribuições e, em alguns casos, premiado por elas.

Quais os principais benefícios do people first?

Como você pôde ver, estabelecer a cultura people first é importante não só para os colaboradores, como também para as empresas.

Se você ainda tem dúvidas sobre isso, veja os principais benefícios que podem ser obtidos com essa mudança de chave.

  • Talentos retidos: no Brasil, a taxa de turnover é uma das mais altas do mundo, tendo dobrado nos últimos anos. Embora isso represente um desafio para as empresas, é fato que a valorização de um colaborador contribui significativamente para sua permanência.
  • Marca empregadora mais forte: não há publicidade mais eficaz que a do boca a boca. No ambiente corporativo, isso acontece quando colaboradores divulgam, organicamente, suas percepções positivas sobre as empresas nas quais trabalham. O resultado disso é o fortalecimento da marca empregadora, que além de contribuir com a retenção de talentos, atrai outros tantos disponíveis no mercado.
  • Maior atingimento das metas: já dissemos por aqui que funcionário que trabalha engajado gera melhores resultados para as companhias. Isso significa maior eficácia no atingimento das metas propostas.
  • Mais atenção do mercado: quando as empresas se destacam por suas iniciativas com as pessoas, elas tendem a ser mais bem aceitas pelo mercado.

Exemplo de empresas que utilizam o people first?

Nubank

Provavelmente, em algum momento alguém próximo de você já manifestou interesse em trabalhar no Nubank. Esse interesse é resultado de um forte trabalho de people first conduzido pela financeira.

Na pandemia, por exemplo, a companhia decidiu manter todos os seus colaboradores em regime home office. Com a flexibilização, esse sistema continuou válido, de modo que os profissionais podem optar por trabalhar de qualquer parte do mundo.

A diversidade também é levada a sério por lá. Para reforçar esse compromisso, comitês traçam estratégias e promovem discussões entre os profissionais.

iFood

Se você é usuário do LinkedIN, certamente já viu uma ou mais publicações sobre promoções ou aumentos de salário entre funcionários do iFood. Isso é fruto de um sólido programa de desenvolvimento que a companhia possui, e que visa valorizar constantemente suas equipes.

Por lá, a diversidade também é assunto sério. Não é incomum, por exemplo, ver vagas exclusivas e afirmativas que priorizam as minorias.

>>> Como dissemos, uma maneira de colocar o colaborador em primeiro lugar é incentivando o seu desenvolvimento. Para contribuir com essa estratégia, a Faculdade XP lançou o XPE Multi, uma plataforma com dezenas de cursos, imersões internacionais e bootcamps.

O objetivo da XPE Multi é ajudar profissionais a se desenvolverem e contribuírem significativamente com as empresas nas quais atuam. Se você quer fazer parte disso, basta assinar a plataforma e dar acesso aos seus colaboradores, que terão passe livre em cursos de finanças e mais de 60 bootcamps. Para saber mais sobre como a plataforma funciona, acesse a página oficial XPE Multi.

Qual curso online de programação vale a pena fazer? Confira 5 cursos rápidos + 5 graduações.

Você tem dúvidas sobre o seu futuro e quer fazer uma transição de carreira para a área de Tecnologia da Informação? Confira aqui como curso online de programação vale a pena!

Considerado um setor promissor, um programador não necessariamente precisa de graduação. Apesar de muitos profissionais serem formados na área, muitos são de formações distintas.

Fizemos um panorama completo sobre o mercado de trabalho, cursos rápidos e faculdades. Boa leitura!

Qual o cenário da área de programação nos próximos anos

Serão muitas vagas e faltarão profissionais, isso já é uma realidade. Mas, por que acontece isso? Apenas 53 mil profissionais são formados anualmente em cursos de Tecnologia da Informação.

Entenda que existe uma demanda de contratação no mercado de TI de aproximadamente 160 mil pessoas por ano, até 2025. Surreal, né?

Conforme o levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), haverá uma procura de 797 mil talentos entre os anos de 2021 e 2025.

Por que é uma boa se especializar na em programação?

Fazer cursos na área de programação é importante para adquirir conhecimentos e habilidades, além de se manter atualizado com as tecnologias e tendências.

A programação desempenha um papel importante na criação de aplicações e sites, por isso, quanto maior o conhecimento nela, maior o potencial de se destacar no mercado de trabalho. ⭐

Além disso, a área oferece oportunidades de trabalho em uma variedade de setores, desde desenvolvimento web e mobile até Inteligência Artificial e Análise de Dados. Isso significa que é possível escolher aquela vertente que melhor se encaixa com a sua forma de pensar e interesses.

Em quais segmentos o programador pode atuar?

O profissional pode trabalhar em empresas privadas ou públicas. No Brasil ou no exterior.

Um programador pode trabalhar em uma variedade de áreas, incluindo desenvolvimento de software, desenvolvimento web, engenharia de computação, ciência da computação, inteligência artificial, jogos, aplicativos móveis, nuvem e big data, entre outras.

Ainda, os profissionais podem trabalhar em projetos de empresas multinacionais, empresas de tecnologia emergente ou empresas de start-up, além de poder atuar como freelancers.

(Fonte: Getty Images)

Vale a pena fazer cursos online de programação?

Se você quer aprender no seu tempo e quando tiver disponibilidade, um curso online de programação é uma boa oportunidade! Isso porque você pode inclusive já treinar no mesmo momento que aprende alguma linguagem ou técnica ensinada.

Além disso, os cursos online permitem que os alunos estudem em qualquer hora do dia ou da noite, o que pode ser útil para aqueles que trabalham ou têm família para cuidar.

Os cursos online também são muito mais acessíveis financeiramente do que os presenciais, o que os torna ainda mais atraentes. Por fim, a educação online permite que os alunos se conectem com outros alunos e professores de todo o mundo, o que pode ser uma experiência muito enriquecedora.

Conheça os 5 melhores cursos rápidos de programação para fazer online

1 – Introdução ao Python — Curso da Microsoft

Fornecido pela gigante Microsoft, o curso Introdução ao Python é composto por oito unidades com a duração total de apenas 16 minutos. Não há nenhum pré-requisito para participar. Mais de 9 mil estudantes já realizaram.

Você aprenderá a como escrever um código básico do Phyton, além de saber como declarar variáveis e trabalhar com entrada e saída do console.

2 – Curso Front End da Plataforma Alura — Voltado para Desenvolvimento WEB

O curso Front End da plataforma Alura possui 115 horas de duração, sendo composto por: 13 cursos, 5 vídeos extras, 1 podcast e 8 artigos.

Você aprenderá sobre o funcionamento, criação de páginas web, domínio de frameworks mais utilizados pelos profissionais do mercado, HTML, CSS, JavaScript e muito mais.

3 – Curso de Python, Javascript, Java e HTML – Hackr.io

Considerada uma plataforma com muitos cursos e tutoriais, a Hackr.io traz aulas sobre Phyton, Java, Java Script, PHP e muito mais. Há conteúdos diversos para iniciantes e avançados se inteirar da área de programação.

4 – Programador(a) de Software Iniciante – Bootcamp online Faculdade XP

Com a duração de apenas 10 semanas e com um preço que cabe no bolso, a Faculdade XP está com vagas abertas para bootcamp online. Você irá aprimorar seu raciocínio lógico matemático e identificará problemas, agindo também na resolução delas.

São 4 módulos: Fundamentos (1), Java (2), Python (3), Fundamentos do Front-end (4) e um desafio final. É um estudo imersivo, prático e interativo.

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5 – Desenvolvedor(a) NODE.JS – Bootcamp online Faculdade XP

Você já pode se inscrever no curso que possui apenas 10 semanas. São 4 módulos e um desafio final.

Você aprenderá sobre desenvolvimento do Back-End de aplicações utilizando uma das principais linguagens de programação da atualidade, o JavaScript, e uma das principais ferramentas do mercado, o NODE.js.

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5 melhores cursos superiores para investir na área de programação

Fazer uma faculdade na área de Tecnologia da Informação é extremamente importante para atender às necessidades atuais e futuras do mercado de trabalho. É necessário para aqueles que desejam se tornar profissionais qualificados, com as habilidades e conhecimentos necessários para atender às demandas de empresas diversas.

É uma área em rápido crescimento e oferece muitas oportunidades para aqueles que estão dispostos a trabalhar duro e se destacar.

Conheça logo abaixo os melhores cursos!

1 – Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Faculdade XP

O bacharelado possui aulas 100% online.

Aprenda lógica de programação, implementação de bancos de dados, engenharia de software, back-end, front-end e muito mais. Atue como projetista, analista, desenvolvedor, administrador e consultor na área de Sistemas de Informação, desenvolvendo projetos de software e sistemas para empresas de diversos portes e áreas de atuação.

2 – Engenharia da Computação da Universidade de Brasília

O curso oferece uma base de formação teórica, que permite acompanhar as transformações tecnológicas da profissão. Outro pilar da graduação é o “saber fazer”, ou seja, a incorporação do componente prático de operacionalização do conhecimento e da materialização de um projeto.

O currículo é hierarquizado com pré-requisitos e co-requisitos, constituído por quatro elementos: núcleo de conteúdos de formação básica, núcleo de conteúdos profissionalizantes, núcleo de conteúdos de formação específica e núcleo de atividade de prática profissional.

3 – Arquitetura de Software e Soluções (pós-graduação) da Faculdade XP

Em até dez meses, você garante seu diploma de especialização chancelado pelo MEC. A pós-graduação conta com dois bootcamps e um Projeto Aplicado.

Com o MBA em Arquitetura você aprende as melhores práticas para reduzir os riscos associados ao desenvolvimento do software e contribuir no crescimento das organizações.

4 – Sistemas de Informação da Faculdade Anhanguera

A formação de ensino superior oferece ao aluno uma visão geral sobre a computação, mas foca os temas envolvidos no processo de desenvolvimento de softwares, como programação, banco de dados e gerenciamento de redes.

5 – Engenharia de Software do Cruzeiro do Sul

O estudante tem a oportunidade de se aprofundar em técnicas e práticas de desenvolvimento de softwares e programas que podem ser aplicados em diferentes dispositivos.

Além de ter contato com disciplinas relacionadas à Engenharia e à Matemática e toda a base para projetar e fazer o gerenciamento e a manutenção de softwares.


Em qual fase da sua vida você está? Com a Faculdade XP, você escolhe o que quer estudar! Desde graduação até pós e MBAs!

Conheça também a assinatura Multi Mais e tenha acesso imediato a TODOS os cursos e bootcamps oferecidos.

São assuntos focados no que você realmente precisa aprender e desenvolver! Garanta sua vaga e não perca a oportunidade!