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Capital de giro para MEI: erros para não cometer e dicas para mantê-lo saudável

Uma gestão empresarial saudável está diretamente associada ao controle financeiro do negócio. Embora isso se aplique a empresas de qualquer porte, essa tarefa é ainda mais necessária entre os pequenos empreendedores, que precisam do caixa para manter suas operações. É por isso que ter conhecimento do capital de giro para MEI é tão importante.

Neste artigo, falamos não só sobre o seu conceito, mas também sobre a importância para os microempreendedores individuais. Além disso, reunimos dicas de como se tornar um MEI com capital de giro saudável e quais erros não cometer na hora de organizá-lo. Vamos lá?

O que é capital de giro?

Assim como o nome sugere, o capital de giro consiste em todo o recurso financeiro que uma empresa precisa ter para, literalmente, se manter girando.

Imagine que você está organizando suas finanças pessoais e listou todas as dívidas do mês. Ao fim, terá visão sobre quanto de dinheiro precisa para quitá-las e ficar no azul, além da quantia necessária para uma reserva de emergência.

No mundo empresarial, o capital de giro funciona de modo parecido. Ou seja, representa a quantia que um negócio precisa ter para arcar com seus compromissos, sem prejudicar seu funcionamento.

Entre as obrigações de uma empresa estão:

  • Salários de funcionários;
  • Aluguéis;
  • Contas de luz, água, telefone;
  • Impostos e tributos;
  • Pagamento de fornecedores.

MEI precisa ter capital de giro?

Como você pôde perceber, o capital de giro é importante para que uma empresa se mantenha. Afinal, sem recursos para honrar com dívidas recorrentes, ele não sobrevive.

Neste contexto, o capital de giro para MEI tem a mesma importância que para uma empresa de qualquer outro porte.

Ainda antes da fundação, é preciso que o microempreendedor projete os recursos necessários para iniciar — e manter — a operação. Já durante a existência, ele deve ser capaz de quitar débitos e lidar com imprevistos pelo tempo necessário, até que o caixa se torne autossuficiente.

< Leia também: 10 empreendedores de sucesso para você se inspirar />

Qual a importância do capital de giro para MEI?

Na verdade, o capital de giro é fundamental para empresas de qualquer porte. Isso porque ele é a peça que mantém uma estrutura saudável.  

A diferença, entretanto, é que uma empresa maior e já consolidada, tem mais relacionamento com o mercado. Neste caso, diante de um imprevisto financeiro, ela consegue ter maior poder de negociação com fornecedores e instituições financeiras, por exemplo.

Já no caso dos microempreendedores, que ainda estão se estabelecendo, esse tipo de movimentação pode ser mais difícil. Por isso, ter um valor reservado ajuda a manter a estrutura em pé.  Isso sem falar que ter planejamento e precaução é um ponto bem-visto por investidores e parceiros, que arriscam capital em prol do crescimento dos negócios.

Quanto um MEI deve somar de capital de giro?

Não existe um valor fixo que determine qual deve ser o capital de giro de uma empresa. Porém, é preciso ter em mente que ele deve corresponder à soma de todas as despesas da empresa, incluindo gastos mensais e uma reserva de emergência.

Para manter a tranquilidade do negócio, o microempreendedor deve conseguir suprir os recursos no período que compreende entre o recebimento e o pagamento. Quanto maior for essa janela, maior a quantia a se ter em caixa também.

E mais: considerando que reservas de emergência são garantia de estabilidade em um momento instável, é preciso que ela seja relevante. Ou seja, que seja capaz de suprir um certo período de dificuldade.

Lembrando que entre os itens que devem ser considerados no capital de giro para MEI estão:

  • Salários;
  • Fornecedores;
  • Impostos;
  • Contas de consumo;
  • Aluguéis.

Onde gerenciar o capital de giro sendo MEI?

O começo de um negócio nem sempre é fácil. Para muitos, a ausência de capital próprio para investimento pode ser uma barreira. Porém, se você acha que não há como conseguir capital de giro para MEI justamente por conta do porte, está enganado.

Atualmente, existem instituições financeiras que oferecem crédito especificamente para microempreendedores individuais. São diversas as modalidades disponíveis, entre elas:

  • Financiamentos: espécie de empréstimos de curto prazo;
  • Antecipação de recebíveis: neste caso, a antecipação vem da quantia a ser recebida por pagamentos feitos no futuro;
  • Empréstimos: no caso do empréstimo para capital de giro MEI, existem duas possibilidades. Em uma, o empreendedor pode aderir ao formato peer to peer (P2P), uma espécie de empréstimo coletivo que ocorre diretamente com os investidores, sem a intermediação de bancos tradicionais. A outra opção é de empréstimo com garantia de bens. Nesse formato, bens como carros ou imóveis são colocados como garantia em troca da quantia desejada.

Que erros não cometer ao organizar seu capital de giro?

O ditado diz que errar é humano, mas no caso de um erro corporativo os danos podem ser irreparáveis. Para evitar essa situação em seu negócio, separamos os principais erros cometidos durante a organização do capital de giro e que você deve ter atenção:

  • Não fazer fluxo de caixa

Assim como aqueles pequenos e inofensivos gastos do dia a dia com apps de transporte e comida sangram a fatura do cartão no fim do mês, não ter controle sobre as movimentações financeiras da empresa também pode assustar.

Absolutamente todos os gastos empresariais devem constar no fluxo de caixa. Assim, é possível ter visão sobre a situação do negócio e se antecipar a possíveis problemas.

  • Pagar antes de receber

Quem trabalha com muitos fornecedores precisa ter controle sobre a entrada e saída do dinheiro. Se você colocar como prazo para recebimento o dia 15 e para pagamento o dia 10, estará queimando caixa antes de, de fato, tê-lo. Esse é um dos erros mais comuns e que deve ser evitado a todo custo.

  • Não cuidar do estoque

Se o seu negócio envolve a estocagem de produtos, é preciso saber administrá-lo. Tenha em mente informações como a quantidade necessária de itens que a empresa precisa ter em estoque, de modo que não cause ruptura nas vendas, mas que também não encalhe. Para isso, o processo de inventário é fundamental.

Dicas para ser um MEI com capital de giro saudável

Agora que você já sabe o quanto o capital de giro para MEI é importante, veja algumas dicas de como mantê-lo saudável.

Planejamento

Planejamento é a base de qualquer negócio, seja ele pessoal ou profissional. No âmbito corporativo, essa característica é ainda mais importante, uma vez que lida com diversas variáveis.

Por isso, você deve conhecer não só o mercado no qual deseja atuar, mas também quais são as oportunidades que ele oferece, quais os custos envolvidos no processo e o que precisa ter para operar e escalar.

Disciplina

Se chegou até aqui, aprendeu que ter uma reserva de emergência é praticamente uma obrigação. Porém, não adianta tê-la e usá-la diante de situações não relacionadas. A disciplina em um negócio se aplica para absolutamente qualquer atividade. No caso da financeira, a sua ausência pode causar sérios danos no futuro.

Saber negociar

Um dos erros do fluxo, como dissemos, é pagar antes de receber. Mesmo que os fornecedores tenham prazos pré-determinados, é possível negociá-los de modo que atenda às necessidades de ambos.

Além de prazos, você também pode negociar outras questões, como descontos.

Faça projeções para o futuro

Ter em mente o que espera do seu negócio é importante não só para atuar no dia a dia (em busca desse atingimento), mas também para ter clareza sobre as oportunidades e principais ofensores.

Na hora de negociar com novos fornecedores, por exemplo, pense nos custos e na sua capacidade de honrar a nova dívida. Sem essa visão e o devido planejamento, certamente o processo de escalabilidade fica mais difícil.

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Entre as questões abordadas ao longo do curso:

  • Por que é tão difícil falar sobre dinheiro;
  • Por que o planejamento financeiro não funciona;
  • Histórias de sucesso de quem aprendeu a se autoconhecer.

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Como dar feedback? Confira dicas importantes para este momento!

Saber como dar feedback é uma das melhores softs skills para as empresas que buscam os melhores resultados. 🎯

Isso porque para que todo o trabalho funcione da melhor forma e com qualidade, é necessário que os colaboradores e demais times estejam alinhados à cultura e os objetivos buscados. 

Nenhuma organização sobrevive sem o seu corpo de funcionários, e se eles não estiverem satisfeitos e motivados com a função, eles não vão entregar o melhor de si. Se eles não fizerem isso, vai ser difícil alcançar os resultados mapeados, concorda?

A grande questão é entender como fazer esse feedback. Não basta se reunir com os colaboradores e conversar, mas ser algo estratégico e proveitoso para o desenvolvimento de cada profissional

Entenda neste artigo mais detalhes dessa prática, seus benefícios e como fazer com seu time. 👇

O que é feedback?

Seu surgimento oficial foi quando Norbert Wiener, um acadêmico estadunidense que, em seu livro “Cibernética e Sociedade: o Uso Humano de Seres Humanos”, associou os sistemas cibernéticos com a sociedade, em que o “feedback” faz parte de um mecanismo de aprendizagem. 

A partir daí, foi sendo utilizado na relação com as pessoas, principalmente no mercado de trabalho. Logo, seu conceito tem como premissa o desenvolvimento e a melhoria contínua dos processos, mas relacionando as habilidades e competências de uma pessoa.😄

Assim, entendemos que o feedback é toda informação — pessoal ou profissional — que você fornece ou recebe para outra pessoa de acordo com alguma situação ou comportamento percebido. Com se fosse sua percepção de acontecimentos, o que não limita a somente a uma avaliação. 

Importância do feedback

As empresas que não investem em uma cultura de feedback podem perder grandes talentos, pois essa prática é uma das responsáveis por alinhar expectativas e elevar a qualidade do trabalho dos funcionários.

Imagine a situação de um colaborador que está tendo alguns erros bobos, mas ninguém fala com ele como pode melhorar, perguntar se está tudo bem, dar um feedback sobre o trabalho. 

Ele vai acabar sendo demitido sem nem menos ter a chance de entender como poderia se aprimorar e contribuir para a qualidade do trabalho. E, às vezes, era só um mau momento que ele estava passando.

De fato, por natureza não temos o hábito de “dar retorno”, principalmente sobre algum ponto negativo. É muito mais fácil a gente dar e receber elogios do que críticas, e isso acaba sendo uma trava principalmente no mercado de trabalho. 

👉 No entanto, saber como dar feedbacks construtivos pode trazer muitos benefícios, como:

  • Melhora o relacionamento entre as pessoas do time;
  • Melhora o clima organizacional;
  • Aumenta a retenção de talentos e a satisfação das pessoas com a empresa;
  • Aumento da produtividade da equipe;
  • Gera economia.

Assim, o feedback é indispensável para analisar e compreender os comportamentos de cada um, alinhar expectativas e até mesmo para informar sobre as entregas e resultados do time.

Tipos de feedback

Embora seja um conceito amplo, é comum associarem o feedback a apenas críticas negativas. No entanto, existem diversos tipos dessa comunicação.

São os três principais:

positivo, negativo ou neutro
A cultura do feedback é uma maneira de trazer resultados positivos para a empresa. Fonte: Getty Images.

Feedback positivo

Aqui a temática é o reconhecimento, ou seja, a ideia do bate-papo é elogiar e enaltecer ações proveitosas da pessoa. 

É um importante modelo que gera resultado, até porque quem não gosta de receber um elogio? Ele gera motivação e incentiva sempre o melhor.

Por exemplo: um colaborador teve uma ideia inovadora no meio de um momento de crise em um projeto e solucionou todo o problema.

Feedback negativo

Esse é o que as pessoas mais têm receio, mas a ideia é sempre retirar o melhor da conversa. Ele tem como base a avaliação orientação, ou seja, mostrar para pessoa como tem sido seu trabalho e os erros, para que se possa melhorar. 

Fazer críticas é sempre bom, porque nos incentiva a querer mudar e não passar por outra situação de negatividade do que você está fazendo.

Como por exemplo: um  profissional criou um processo que atrapalhou todo o time no final, mesmo que tenha sido resolvido. A ideia é conversar com a pessoa para ela identificar e saber do erro para não fazer novamente.

Feedback construtivo

A avaliação é a crítica construtiva. É nela que você avalia — ou tem avaliado — um comportamento que gerou uma percepção negativa e pode ser melhorado. 

Sua base é construir um processo de evolução e desenvolvimento, a pessoa se aprimora até chegar no melhor resultado.

Um exemplo disso seria: Um colaborador tem uma atitude impulsiva e/ou descontrolada no meio de um atendimento, por exemplo, é possível mostrar a ele um caminho para melhorar. 

Dicas para oferecer um bom feedback

Agora que você já sabe o que é o feedback e seus tipos, é a hora de colocar em prática no seu ambiente de trabalho. 

👉 Conheça cinco passos para isso:

Aposte na comunicação não violenta

A comunicação não violenta (CNV) é uma técnica que busca gerar compaixão entre as pessoas a partir de uma comunicação sem julgamentos, mas ainda assim assertiva. 

Assim, você pode aproveitar esse tipo de conversa na hora de dar feedback, para a pessoa conseguir receber melhor suas críticas, sejam elas positivas ou negativas.

Seja específico no feedback

Não seja muito abrangente! Para ter o melhor resultado no final é importante que você seja bem detalhista no que precisa falar

Por exemplo: João foi muito impulsivo e soberbo na hora de realizar um debate, então explique e demonstre situações em que você percebeu isso. 

Outro poderia ser positivo: “João seu trabalho tá ótimo!”. Você pode falar isso, mas especifique e entre em mais detalhes para ele sempre fazer o que você quis dizer. 

Evite o feedback “sanduíche”

Quando damos feedback negativo, a mente humana tende a se defender dele. Isso é tão comum que muitas vezes amenizamos o feedback para não gerar um clima ruim.

Fazendo analogia ao sanduíche, com dois pães e o recheio, esse tipo de feedback inicia com um reconhecimento, depois faz a avaliação (negativa) e termina com o reconhecimento de novo. 

Com isso, temos alguns problemas em relação a esse feedback, como ser mal interpretado ou a pessoa misturar as informações e ainda pode gerar desconfiança.

Então, para ter um feedback mais assertivo, faça antes a reflexão do que precisa ser dito.

Exemplos de perguntas:

  • Será que o que vou falar pode ser interpretada de outra forma? 
  • Qual é o meu foco? Avaliar ou reconhecer?
  • O que espero de evolução após esse feedback? 
  • Eu gostaria de receber esse feedback que estou querendo dar?

Escolha o momento certo para dar feedback

Não chegue falando com a pessoa sem a preparar para o feedback, porque a pessoa pode ser reativa e tudo sairá pior do que esperado, ainda mais se for algo negativo.

O ideal é sempre pensar e organizar um momento ideal. Chame para uma conversa, seja descontraído. Não comece já falando tudo.

Reconhecimento também tem sua hora 

Essa ideia de timing também vale para feedbacks positivos, porque para ser lembrado e realmente absorvido é importante entender se é o melhor momento para falar ou não. 

Também peça feedbacks

A prática leva ao aprendizado! Você também deve pedir feedbacks porque é uma maneira de aprender a se comunicar melhor, além de se conhecer e entender como é a percepção das outras pessoas em relação a você e seu trabalho.

Conclusão

Portanto, saber como dar feedback do mais simples até o 360º vai transformar o seu ambiente de trabalho e sua própria evolução profissional. 😉

Sabendo todos os benefícios, tipos e dicas de colocar em prática, só depende de você fazer da melhor forma e contribuir para o crescimento das pessoas e da empresa em que trabalha. 

👉 Se você gostou do artigo, veja outros conteúdos que temos sobre como aprimorar a gestão de pessoas na sua empresa.

Importância da jornada da inovação para o seu negócio

Empresas que desejam se manter competitivas e se destacar no mercado em que estão inseridas apostam cada vez mais na jornada da inovação como uma das ações mais importantes para o crescimento da empresa. 

De fato, essas empresas estão corretas. Desde 2020, impulsionadas pela pandemia de Covid-19, muitas empresas precisaram se reinventar, adaptar os seus processos e investir em novas ideias para continuar operando. 

Por exemplo, pense no seu ambiente de trabalho, ou até mesmo na sua vida pessoal, e responda a seguinte pergunta: “o que mudou na sua rotina durante e depois da pandemia da Covid-19?”. 

Provavelmente, você passou a trabalhar home office, estudar a distância, fazer consultas médicas online, entre outras coisas. 

Assim como a sua rotina mudou, a das empresas também foram transformadas. E é diante desse cenário que elas buscam formas de inovar e se reinventar para o mercado. 

Pensando nisso, reunimos neste artigo as etapas da jornada da inovação que acreditamos ser fundamentais para um negócio e como aplicá-las no seu trabalho. 

Boa leitura! 

O que é Jornada da Inovação?

De forma bem simples, a jornada da inovação pode ser definida como um guia empresarial para as empresas que desejam passar pelo processo de transformação digital, mas não sabem por onde começar.

Na maioria das vezes, as empresas utilizam a jornada da inovação quando querem inovar nas suas ferramentas, nos seus processos ou até mesmo nos seus produtos e serviços entregues ao cliente final.

Para que serve a Jornada da Inovação?

Cada vez mais as empresas precisam se adaptar às mudanças causadas pela revolução tecnológica e a jornada da inovação serve para isso. Com a jornada, as empresas têm a oportunidade de modernizarem os seus processos, aprimorarem as suas soluções e o modelo de negócio.

Além disso, a jornada da inovação é também uma oportunidade dessas empresas se destacarem no mercado que atuam e se inserirem de vez na cultura digital, que a cada dia estão mais presentes nas nossas vidas.   

A quem a Jornada da Inovação é dedicada?

A jornada da inovação é voltada para aqueles que desejam implementar a cultura da inovação nas empresas para se destacar no mercado, transformar os seus processos e a sua cultura organizacional, focando mais no cliente e em entregar valor para ele, o popular Customer Centric.    

Benefícios da Jornada da Inovação

As principais vantagens de aderir à jornada da inovação na sua empresa são:

  • Identificar as demandas dos clientes e entregar novas soluções para ele;
  • Monitorar o mercado para acompanhar as tendências e ter novos insights;
  • Otimizar os processos organizacionais. 

Etapas da Jornada da Inovação

Estruturar uma jornada da inovação nas empresas é um processo demorado, que passa por diversas fases antes da empresa poder colher os frutos do que vem sendo feito dia após dia.  

Por exemplo, é preciso desenvolver um plano de ação, alinhar os setores e trabalhar em sintonia em prol de um grande objetivo.  

Apesar disso, existem algumas ações que facilitam a estruturação da jornada de inovação nas empresas. Dessa forma, é possível ter uma jornada mais assertiva, rápida e mensurável em relação aos resultados.

Confira abaixo as 5 etapas importantes em uma jornada da inovação: 

Identificação

Em primeiro lugar, antes de começar de fato o planejamento estratégico da sua jornada da inovação, é preciso fazer pesquisas acerca do tema. Com isso, você consegue identificar as necessidades do setor e as necessidades da sua empresa, descobrir tendências de mercado, conhecer outras empresas do setor e perceber como elas trabalham a inovação com os seus funcionários, entre outras coisas. 

Além disso, a parte de identificação é importante para conscientizar a sua equipe acerca da necessidade de inovar e deixá-los preparados para as novidades.  

Brainstorm

Depois que o trabalho de identificação e conscientização da equipe for concluído, o próximo passo é a tempestade de ideias — também conhecida como brainstorm. Aqui, toda a equipe está livre para trazer ideias e todas são bem-vindas, desde as ideias mais simples até as ideias mais malucas, pois com certeza elas ajudarão nem que seja como base para a criação de uma nova ideia.  

Equipe fazendo brainstorm para a jornada da inovação
Brainstorm com toda a equipe é fundamental para iniciar a jornada da inovação na sua empresa.

Networking

O próximo passo é criar relações e estabelecer vínculos com pessoas e empresas fora do seu ambiente de trabalho, especialmente com startups. Uma vez que as startups são empresas inovadoras, que estão sempre trazendo novidades para o mercado, ter boa relação com elas traz uma série de vantagens para o seu negócio.    

Prática

Logo depois, com todos os processos anteriores finalizados, é hora de tirar do papel e colocar em prática as ideias selecionadas. Para isso, é preciso criar protótipos, desenvolver MVPs, arriscar nos testes e não ter medo de errar. Afinal, os erros fazem parte do processo e são importantes para aperfeiçoar o seu produto.   

Análise de resultados

Por fim, com todo o plano da jornada da inovação já funcionando, o último passo é continuar acompanhando para poder analisar os resultados, colher feedbacks e mensurar os pontos que estão dando certo e os que precisam de melhorias.

Mas, se nesse acompanhamento você perceber que boa parte do que foi planejado não está trazendo o resultado esperado, é o momento de voltar para a primeira etapa e recomeçar.       

Erros mais comuns da Jornada da Inovação

O principal erro por parte de quem resolve aderir à jornada da inovação é insistir em uma ideia sem observar se ela realmente é algo que entrega valor e traz solução para o problema do cliente. 

Além desse erro, um outro muito comum é o de desejar tanto entregar um produto ou serviço perfeito na primeira tentativa, pois o perfeccionismo pode acabar atrasando alguns processos por, e até mesmo o próprio lançamento. 

Por que implementar a Jornada da Inovação nas empresas?

Segundo a pesquisa Innovation Survey 2021, realizada pela empresa de consultoria ACE, os três principais conceitos relacionados à inovação são, respectivamente, tecnologia, disrupção de mercado e digitalização de processos

A jornada da inovação é pensada justamente para aprimorar pontos relacionados a esses três tópicos mencionados acima. Logo, se a equipe de gestão empresarial do negócio desejar melhorar em alguns desses aspectos, a jornada da inovação pode ser a solução mais completa.    

Como implementar a Jornada da Inovação na sua empresa?

Agora que você já sabe a importância de investir na jornada da inovação na sua empresa, confira dicas de como implementá-la na sua empresa. 

Mas, antes, é importante você saber que as dicas apresentadas abaixo são algumas ações fundamentais, mas não são as únicas ações necessárias. Afinal, a implementação da jornada da inovação é um processo de testes, sujeita a alterações dependendo da necessidade do negócio. 

1. Construa uma cultura de inovação

Para que a inovação aconteça na sua empresa, é preciso desenvolver um ambiente inovador onde o time se sinta provocado e estimulado a pensar diferente. Além disso, o time também precisa se sentir à vontade para expor as suas ideias e colocá-las em prática.  

2. Invista em lideranças com perfil inovador

Os líderes têm papel fundamental nas empresas, uma vez que eles são as figuras mais próximas da equipe e tem o papel de engajar e desenvolver ao máximo o potencial do seu time. Por isso, escolher líderes com perfis inovadores faz com que a sua equipe seja estimulada a criar e a manter o espírito de inovação da empresa. 

3. Procure ferramentas para apoiar a inovação

O surgimento de novas tecnologias vem fazendo com que empresas precisem se adaptar às novas mudanças rapidamente. Para não ficar para trás, é importante investir em novas ferramentas, como softwares de geração de insights e plataformas de automatização dos processos. 

4. Crie parcerias que potencializam o seu negócio 

Muitas vezes, empresas mais tradicionais encontram dificuldades para implementar a jornada da inovação e aderir às novas tecnologias. Se esse for o caso da sua empresa, firmar parceria com empresas que já tem a inovação como o centro do seu negócio são uma boa solução para acelerar a implementação da jornada da inovação.  

Considerações finais

Trazer a inovação para uma empresa pode não ser um processo fácil, mas com certeza é algo cada vez mais necessário e que traz diversos benefícios para o seu negócio a longo prazo. 

Para isso, é preciso profissionais capacitados, recursos financeiros e organização na hora de fazer o seu planejamento da jornada da inovação. Apenas dessa forma é possível ter uma jornada da inovação eficiente e vantajosa para toda a empresa.

Se quiser aprofundar os seus conhecimentos em inovação e outros assuntos relacionados à transformação digital, conheça o MBA em Inovação e Transformação Digital. Com ele, você se torna um especialista na área em apenas 10 meses.

9 plataformas para quem busca oportunidade como programador freelancer

É cada vez mais comum encontrar pessoas apaixonadas pelas suas profissões, mas não por desempenhá-las em um trabalho regular. O mundo CLT, com horário de entrada e saída e jornada de 40 horas já não é mais um objetivo comum, principalmente entre os profissionais da tecnologia. No lugar, a possibilidade de atuar como programador freelancer tem se destacado.

A dúvida é: existem profissionais freelancers na área de programação? No artigo abaixo, além de contarmos que sim, existe, falamos sobre o escopo de trabalho e remuneração. Para ficar ainda melhor, ensinamos você a se tornar um!

Quem é o profissional freelancer?

Antes de falar sobre o programador freelancer, que tal voltar alguns passos e falar sobre essa modalidade de trabalho?

Freelancer é um termo em inglês, que significa trabalhador autônomo. Assim como a tradução já sugere, ele é usado para se referir aos profissionais que prestam serviços para empresas sem que haja vínculo empregatício entre as partes.

A flexibilidade deste formato de trabalho é o que, muitas vezes, agrada os profissionais. Isso porque ele permite o trabalho remoto de qualquer lugar do mundo, além da possibilidade de escolha de projetos e remuneração.

Na área de programação, existem profissionais freelancers?

O mercado de tecnologia é um dos que mais tem se beneficiado desse formato de trabalho.

Embora exista um claro aquecimento do setor e, consequentemente, uma demanda crescente do mercado de trabalho, há também um déficit de profissionais disponíveis. Assim, a opção de trabalho sem vínculo acaba sendo uma alternativa para que as empresas avancem com seus projetos sem, ao mesmo tempo, comprometer a disponibilidade dos profissionais.

O programador freelancer tem encontrado muitas oportunidades neste sentido. Por conta de eventos provocados pela transformação digital, áreas como a de programação têm sido cada vez mais necessárias.

O que faz um programador freelancer?

Se você é formado em programação, mas tem dúvidas sobre o que faz o programador freelancer, saiba que existem muitas possibilidades.

Considerando que essa área está relacionada à criação, desenvolvimento e manutenção de diferentes tipos de softwares, existe uma ampla quantidade de projetos que podem ser executados, ainda que à distância.

É possível, por exemplo, desenvolver sistemas de controle para pequenos comércios, programar um software de uma empresa ou, ainda, criar um aplicativo.

Como se tornar um programador freelancer?

Se você quer desempenhar uma atividade autônoma, mas não sabe como se tornar um programador freelancer, sem dúvidas o primeiro passo é se especializar na área.

Existem diversos cursos, inclusive à distância, que ensinam fundamentos e as principais linguagens de programação. Além disso, é dever do profissional, em especial o freelancer — que tende a ser mais cobrado por suas habilidades — se manter atualizado sobre o mercado, ferramentas e recursos.

Com o conhecimento técnico, é o momento de buscar pelas oportunidades. Existem sites especializados em vagas de tecnologia, que indicaremos mais abaixo. Você pode se cadastrar neles para acompanhar as oportunidades disponíveis.

Caso já tenha experiências anteriores, pode se destacar anexando um portfólio ao currículo. Ele deve reunir alguns de seus trabalhos, demonstrando resultados consistentes alcançados.

Lembrando que no sistema freelancer, os profissionais devem emitir Nota Fiscal pelo serviço prestado. Neste caso, é preciso abrir uma empresa para adquirir um CNPJ.

Quanto ganha um programador freelancer?

A remuneração de um programador freelancer costuma ser um ponto de dúvida entre os que estão dando os primeiros passos nesse sistema de trabalho. Assim como nas oportunidades com carteira assinada, não existe um valor fixo. Na verdade, ele depende de algumas variáveis, como o porte da empresa, a complexidade do projeto e as habilidades do próprio programador freelancer.

Em projetos que exigem habilidades comuns, é esperado que a remuneração não seja tão atrativa. Isso porque a tendência é que existam diversos profissionais disponíveis para executá-los.

Já em situações que exigem conhecimentos mais específicos e aprofundados, o valor oferecido tende a ser mais competitivo. Fatores como o domínio de um outro idioma, em especial o inglês, também contribuem com o valor a ser pago.

De acordo com o site Freelancermap, que une profissionais de tecnologia a projetos da área, a remuneração para programadores autônomos é de R$ 38 a hora. Considerando um projeto que se estenda por 8 horas por semana, o valor mensal é de R$ 6 mil.

Onde o programador freelancer pode encontrar vagas?

A melhor maneira de encontrar uma oportunidade ou ser encontrado pelas próprias empresas é por meio de plataformas especializadas. Nelas, você pode cadastrar currículos e portfólios e se mostrar disponível para as oportunidades. Veja algumas das principais:

1. Programa de Especialistas Nuvemshop

Por se tratar de uma plataforma de e-commerce, na Nuvemshop os profissionais têm a oportunidade de criarem lojas virtuais para novos negócios ou ainda fazerem a migração de lojas já existentes.

Quanto maior a atuação na plataforma, mais visibilidade o programador recebe.

2. Freelancer

Nesse site, o profissional pode buscar por oportunidades a partir de categorias. Isso dá a eles a possibilidade de encontrar projetos que estejam alinhados com suas expectativas ou habilidades.

3. Scalable Path

Quem tem o sonho de trabalhar fora do país, pode dar os primeiros passos pelo Scalable Path. Nele, empresas ao redor do mundo buscam por profissionais. É a oportunidade de dar aquele up na renda ganhando em Euro ou Dólar.

4. 99freelas

A 99 possui uma plataforma própria para freelancers, que pontua os profissionais de acordo com as suas entregas. Os mais pontuados se destacam entre as empresas interessadas.

Além disso, o site também permite que profissional discuta as condições do projeto diretamente com as companhias. 

5. Workana

Bastante conhecido no país, a plataforma Workana permite que os profissionais busquem pelas oportunidades que estejam mais alinhadas aos seus perfis. A cada entrega, as empresas os avaliam. 

6. Toptal

Se o foco for ganhar em dólar ou adquirir experiência internacional, a Toptal pode ser uma boa escolha. Para acessá-la, porém, é preciso ser aprovado.

7. Comunica Freelancer

Assim como o nome já sugere, nesse site o objetivo é comunicar o interesse.

De um lado, os profissionais podem divulgar seus trabalhos. Do outro, as empresas podem anunciar suas demandas.

8. Trampos.com

Embora não seja exclusivo para profissionais de tecnologia, é possível encontrar oportunidades da área no Trampos. A vantagem é a facilidade na busca e candidatura, bem como o fato de o cadastro ser gratuito.

9. LinkedIn

A maior rede social que conecta profissionais e empresas também é um bom caminho para encontrar uma oportunidade. Ainda que ela também divulgue posições regulares, com carteira assinada, é possível localizar oportunidades para freelancers.

Dicas para arrumar bons jobs na área de programação

Se você está decidido a encontrar uma oportunidade para atuar como programador freelancer, confira nossas dicas:

  • Estude sem parar: afinal, nenhuma empresa está em busca de um profissional ultrapassado.
  • Seja organizado: seu único chefe é você mesmo. Seja rigoroso com horário, rotina e entregas.
  • Mantenha o controle emocional: mesmo fazendo o que gosta, é possível que as coisas fujam do controle em algum momento. Por isso, mantenha a cabeça no lugar e lembre-se que você é um profissional.
  • Mostre sua competência: apenas você mesmo é capaz de demonstrar suas capacidades. Boas entregas podem render novos trabalhos.
  • Não esqueça do portfólio: as empresas precisam saber do que você é capaz.

>>> E falando em estudo, se você ainda está dando os primeiros passos no universo da programação, que tal se inscrever no bootcamp de Programador de Software Iniciante, da Faculdade XP?

Ele tem duração de 10 semanas e possui 4 módulos + um desafio final. Neles, você aprende fundamentos, como lógica de programação e variáveis, além das principais linguagens de programação da atualidade.

Ao fim do bootcamp, você estará apto para atuar em empresas no Brasil e no exterior.

Quer saber mais sobre essa oportunidade? É só clicar aqui e acessar a página oficial do curso.

Lembrando que os bootcamps da XP são exclusivos para assinantes Multi+, uma plataforma completa, que reúne dezenas de cursos e especializações.

Saiba tudo sobre o mercado de trabalho para TI

Você sabia que apesar do grande desenvolvimento tecnológico, o Brasil forma poucos profissionais na área? O mercado de trabalho para TI, apesar de gigante, é pouco explorado. Existem muitas vagas para o setor, e um número baixo de profissionais qualificados.

O setor de TI está passando por um boom de desenvolvimento, e muitos negócios estão empenhados em melhorar suas estruturas tecnológicas, a fim de acompanhar as novidades da área, e também usufruir de seu imenso potencial.

Conheça mais sobre o que é o mercado de trabalho para TI, como anda seu crescimento, remunerações nos mais distintos cargos e muito mais. Boa leitura!

A transformação digital e o fortalecimento da tecnologia

O desafio com as transformações digitais só se tornou mais acentuada nos últimos dois anos, quando a adoção das empresas e a importância estratégica das tecnologias digitais acelerou drasticamente os processos operacionais por conta da Covid-19. O mundo teve que se adaptar ao novo cenário, levando muitos profissionais para o home office.

Agora, as organizações estão sob ainda mais estresse para tomar decisões de negócios importantes, não apenas em um ritmo mais rápido, mas também em áreas de negócios que podem não ter experiência anterior ou conhecimento de tecnologia digital, ou transformações.

Há novas ferramentas, sistemas e plataformas diversas para as empresas.

Foi-se o tempo em que o profissional de TI, era somente aquele que dava suporte no dia a dia, isso porque, atualmente, todos os negócios são impactados pela transformação digital, de maneira direta ou indireta.

Crescimento do mercado de TI nos últimos anos

Haverão muitas vagas e faltarão profissionais, isso é um fato. Mas, por que acontecerá isso? Apenas 53 mil profissionais são formados anualmente em cursos da área, sendo que existe uma demanda por aproximadamente 160 mil pessoas por ano, para contratação no mercado de TI até o ano de 2025.

De acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), publicado em 2020, haverá uma demanda de 797 mil talentos de 2021 a 2025.

Confira os dados abaixo:

(Fonte: Brasscom)

O mercado de trabalho TI e as remunerações atrativas

Os profissionais da área recebem remunerações diferenciadas de acordo com dados divulgados pelo Guia Anual da Robert Half.

Um desenvolvedor mobile pode ter um ganho inicial de R$ 5,5 mil, podendo chegar a mais de R$ 19 mil. Já um analista de testes pode ter salário inicial de R$ 4 mil a R$ 7 mil. Um analista de sistemas pode receber entre R$ 5 mil a R$ 8 mil já no começo da profissão.

Para os profissionais de Big Data, os valores são maiores, sendo o ganho inicial de R$ 13 mil, e um analista de segurança pode ganhar até R$ 16 mil no topo da carreira. 🤑

<Conheça: as profissões do futuro e entenda razões para investir nelas />

Tendências do mercado de trabalho TI

Conheça abaixo as principais trends para os próximos anos:

  • Maiores investimentos em cibersegurança;
  • Novos cargos em segurança;
  • Presença das mulheres;
  • Busca por formações especificas.

Vamos saber mais?

Maiores investimentos em cibersegurança

Os ataques cibernéticos aumentam a cada ano e as empresas precisam ficar atentas às questões de segurança da informação, a cibersegurança.

Ademais também tem a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD, que determina regramentos que as instituições têm que cumprir. Se isso não ocorrer, a multa pode chegar a 2% do faturamento total, sendo limitado a R$ 50 milhões.

Outra questão também importante é o acesso às redes corporativas, isso porque muitos colaboradores mudaram do regime presencial para o home office por conta da pandemia do Coronavírus. Essa transição, já apontada como transformação digital, é benéfica pela possibilidade de poder trabalhar de qualquer lugar do mundo. Contudo, traz vulnerabilidade nos ambientes de TI.

Novos cargos em segurança

Como dito anteriormente, a segurança será a palavra-chave das corporações nos próximos anos. Logo, novos cargos existirão e a busca por profissionais qualificados iniciará — principalmente para quem tiver especialização nos assuntos de LGPD e GDPR.

Válido pontuar que os profissionais não irão se restringir ao setor, eles irão atuar em conjunto com os demais com foco na proteção online do colaborador.

Presença das mulheres

Uma forte tendência é que o quantitativo de profissionais do gênero feminino na área cresça. Segundo o IBGE, somente 20% dos atuantes no setor são mulheres.

Fechar essa lacuna na tecnologia é importante por muitas razões. Em primeiro lugar, as mulheres representam uma força de trabalho significativa. Com a indústria de tecnologia sendo o setor de crescimento mais rápido e outros encolhendo rapidamente, haverá uma disparidade entre oferta e demanda por funcionários se isso continuar. Esse já é o caso em alguns setores de tecnologia, como a segurança cibernética.

<Leia também: quanto maior o número de mulheres no mercado, melhores os resultados />

Busca por formações especificas

Nos próximos cinco anos, mais especialistas “serão procurados” por RHs. Conheça os principais cargos para ficar de olho:

  • Área de desenvolvimento: front e back end, Java, React, Android, iOs e outros.
  • Área de liderança tecnológica: Tech leads e gerentes de engenharia de software.
  • Área de proteção de dados: DPOs responsáveis por LGPD.
  • Lideranças de cibersegurança.
  • Área de dados: cientistas de dados, engenharia de dados, BI.
  • Área de produto: product manager, scrum master, UX, UI, PMO.
  • Cloud: Devox e engenharia de software.

Além disso, há várias outras áreas em tendência para os próximos anos, como: Internet das Coisas (IoT), Big Data e Business Intelligence, Cloud Computing e Inteligência Artificial (IA).

<Veja a seguir: conheça as melhores Faculdades de Tecnologia />

Como se preparar para o mercado de trabalho TI

Aqui vai algumas dicas importante para você adentrar no mercado profissional ou fazer uma transição de carreira. Anote-as! ✍

Ao se candidatar para as vagas, destaque no seu currículo suas habilidades que mais se aproximam das listadas em TI. Assim, você poderá mostrar ao recrutador ou gerente de contratação que possui as qualificações que o empregador está procurando.

A ampla gama de ofertas disponíveis significa que os empregadores procuram por diferentes habilidades técnicas ao contratar. Dependendo da função, alguns podem procurar especialização em um idioma ou programa específico, enquanto outros podem procurar habilidades mais gerais em informática.


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O que é SIG (Sistema de Informação Gerencial)? Saiba mais!

Organizações que usam dados a favor de sua orientação e planejamento estratégico, ganham eficiência e diferencial competitivo no mercado. Para facilitar a organização dessas informações, muitas empresas contam com o SIG – Sistema de Informação Gerencial. 🎯

De fato, parece uma tarefa quase impossível, já que a quantidade de dados, números, indicadores e acontecimentos que fazem parte do cotidiano de uma companhia, ou que chegam até ela através de fontes externas, é enorme.

Dados e informações, quando não são organizados e aproveitados, não têm valor nenhum. Por outro lado, quando são usados de forma equivocada, podem levar uma empresa a tomar decisões erradas e, consequentemente, ter resultados negativos.

Aproveitar ao máximo as informações disponíveis gera muitos benefícios e oportunidades para alavancar os negócios. O SIG – Sistema de Informação Gerencial pode ajudar nessa tarefa, uma vez que fornece relatórios necessários para gerenciar, com eficácia, as empresas como um todo. Mas afinal, o que é SIG?

O que é Sistema de Informação Gerencial (SIG)?

O SIG – Sistema de Informação Gerencial é um sistema de organização prático para administrar e gerenciar dados e informações de uma empresa. Este sistema é composto por ferramentas, processos, documentos e pessoas.

A partir do recebimento de informações de diferentes fontes, o SIG organiza e gerencia os dados, consolidando-os em relatórios. 📈

Estes materiais são compartilhados com os gerentes e executivos da empresa para auxiliar nas análises, planejamentos e tomadas de decisão do negócio.

Qual é a função de um sistema de informação?

O SIG – Sistema de Informação Gerencial tem como principal função facilitar a tomada de decisão de modo mais assertivo, com o fornecimento de relatórios consolidados baseados em informações e dados necessários para isso.

Ele busca fazer uma conexão entre os objetivos da organização e suas metas, para que seja possível traçar planejamentos e alcançar os resultados. 🚀

O SIG também ajuda no monitoramento e controle dos processos organizacionais de diferentes áreas e funções, bem como auxilia na previsão de desempenho futuro.

Por que é importante?

O SIG – Sistema de Informação Gerencial apresenta diversos benefícios para as empresas. Veja alguns dos principais:

  • Aprimoramento no acesso às informações
  • Relatórios mais precisos e rápidos
  • Criação de dashboards
  • Redução de custos operacionais
  • Elevação da produtividade
  • Melhoria de produtos
  • Otimização na prestação de serviço oferecido ao consumidor
  • Agilidade nas decisões
  • Descentralização da tomada decisão

Tipos de relatórios acessados no SIG

Após o recebimento e organização das informações, o Sistema de Informação Gerencial produz alguns relatórios que ajudam as empresas com o fornecimento de dados para a tomada de decisões.

Existem diferentes tipos de relatórios para diferentes situações. Veja os três principais:

Relatórios programados

Os relatórios programados são os mais tradicionais. São relatórios geralmente utilizados com uma determinada frequência, já que é feita uma programação para a sua criação e apresenta informações gerenciais, como um relatório sobre os resultados de vendas semanais ou indicadores de produção diários.

Neste caso, o gerente responsável recebe este mesmo material, de forma recorrente, de acordo com a frequência definida.

Relatórios de exceção

Este tipo de relatório, como o nome já diz, é gerado quando existe uma solicitação de informação específica para uma determinada situação. O uso mais comum deste modelo é quando existe uma necessidade de investigar e identificar mais detalhes sobre um problema ou desafio específico.

Se você quer avaliar, por exemplo, o hábito de compras dos seus clientes masculinos de 50 anos para melhorar sua taxa de conversão, deverá solicitar um relatório de exceção. O documento será extraído de acordo com a solicitação e entregue para o gerente responsável.

Informes e respostas por solicitação

Neste modelo de relatório, são apresentados dados e informações mais gerais, dando ao executivo a possibilidade de análise rápida e objetiva. O gerente ou executivo responsável pode acessar um painel geral para uma rápida avaliação sobre um tema ou processo.

Os Sistemas de Informação Gerencial fornecem relatórios consolidados, baseados em dados, que ajudam os gestores a tomarem decisões mais assertivas. Foto: Getty Images

Exemplos de sistemas de informação gerencial

Além do SIG, existem outros sistemas de informação gerencial que são bastante utilizados pelas empresas, com especificidades e particularidades para tratar e fornecer diferentes tipos de informação. Confira abaixo alguns exemplos:

CRM

O CRM (Customer Relationship Management) é o sistema voltado para a gestão do relacionamento com os clientes. Este sistema permite, de forma automatizada, a coleta, armazenamento e gerenciamento das informações dos clientes e também as funções de contato com o cliente.

Este sistema também é muito interessante para os profissionais que trabalham com gestão de redes sociais, já que precisam conhecer seus clientes e entender suas necessidades para serem assertivos na estratégia de comunicação.

ERP

O ERP (Enterprise Resource Planning) apoia no planejamento de recursos da empresa, integrando informações de diferentes áreas e departamentos para o gerenciamento da organização, com o objetivo de ganhar mais agilidade para os processos e garantir o alinhamento.

Um dos principais objetivos deste sistema é automatizar os processos de cada departamento e alinhar os trabalhos de forma sincronizada, evitando retrabalho e duplicidade de tarefas, por exemplo.

SCM

Muito comum nas indústrias, o SCM (Supply Chain Management) é o sistema indicado para fazer a gestão da cadeia de fornecimento de uma empresa, integrando processos e dados de fabricantes, fornecedores, mercadorias, estoque e pedidos. O objetivo é garantir o melhor controle, desempenho, produtividade e cumprimento de prazos. 💸

Quais são os profissionais responsáveis por um SIG?

Os profissionais de Sistema da Informação e Tecnologia da Informação são os mais indicados para serem responsáveis por um SIG – Sistema de Informação Gerencial.

Eles possuem uma formação completa e vasto entendimento tecnológico sobre programação, sistemas operacionais, softwares, redes, gestão de banco de dados etc. Por isso, administram fluxos de informação em qualquer rede de computadores e sabem desenvolver e gerenciar programas informatizados de armazenamento e compartilhamento de dados.

Como se tornar um deles?

Para quem se interessa pela carreira na área de Sistemas da Informação, existem duas possibilidades: o bacharelado, com duração de quatro anos, e o curso tecnológico, com duração de dois anos. Avalie qual das opções faz mais sentido para você!

Como visto ao longo do artigo, um SIG – Sistema de Informação Gerencial é um assunto que tem uma importância inquestionável dentro das empresas atualmente. Se você é um profissional com mindset de crescimento, busque não apenas entender os dinamismos e mudanças do mercado, mas também aproveite para se desenvolver com estes novos processos e formas de organização no dia a dia. 😁

Avalie como a sua companhia trabalha com dados e se faz um bom uso dessas informações. Como estes dados são tratados e organizados? Quem tem acesso? Será que estão desperdiçando oportunidades?

Aprender a fazer bom uso de dados e aproveitar ao máximo as informações fará com que você tenha acesso a ótimas oportunidades e resultados!

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O que é OKRs? Aprenda e conheça 3 exemplos de OKRs para TI

Precisa de exemplos de OKR para TI? Você está no lugar certo!

Mas, antes, é importante entender que esse método serve para que empresas realizem a definição de objetivos e posteriormente, consigam determinar quais serão os processos realizados para que a meta seja batida.

Quando o OKR em si, foi criado? A introdução foi feita na década de 70, pela primeira vez por Andrew Grove, na época cofundador da Intel e ex-CEO. O especialista queria manter a empresa com foco nos resultados, sendo a técnica um aprimoramento do modelo de gestão por objetivos.

Foi John Doerr, um capitalista de risco que trabalhou na Intel (sob a liderança de Grove), que apresentou os OKRs ao Google.

Que aprender mais sobre OKR, e como aplicar essa estratégia ao setor de TI? Continue esta leitura!

O que é OKR

OKR é o acrônimo de Objectives and Key-results, em português, objetivos e resultados-chave. Trata-se de um método muito utilizado para definir objetivos e mensurar resultados (atingidos ou não) de um projeto e até da empresa no geral.

Ele é um modelo de gestão ágil que simplifica a visualização das metas e em um negócio torna os colaboradores entrosados no proposito em comum. A sistemática é importante também na questão de alinhamento de expectativa de todos — líder e liderados.

Para que serve a metodologia OKR?

Em síntese, ela serve para estabelecer um sistema quantitativo que determine o alcance ou não de um objetivo inicialmente estabelecido, em que percentual ele foi alcançado, e redefinir a estratégia a ser seguida para alcançá-lo em novas iterações.

A metodologia OKR aplicada para Tecnologia da Informação serve para desenvolvimento de soluções para diversos outros setores de uma marca, por exemplo, conforme o escopo tático.

O modelo pode ser aplicado aos níveis corporativo e/ou pessoal.

Como usar a metodologia OKR?

Antes de começar com, é essencial que você, sua equipe ou empresa tenha bem definido o PORQUÊ. A importância de estabelecer o porquê é criar um senso de propósito que inspire as pessoas a agir.  

A equipe de gerenciamento estabelece os OKRs estratégicos e, em seguida, eles são apresentados a todos os funcionários, para que os mesmos possam escrever seus OKRs táticos.

Cada colaborador deve responder a duas perguntas: como podemos contribuir e quais dos principais resultados incluídos nos objetivos estratégicos podemos impactar.

Para garantir a transparência no processo, todos os OKRs devem ser publicados e devem estar prontamente disponíveis para todos na organização.

Na prática …

Indique os objetivos que serão qualitativos servindo para alinhar a estratégia pretendida.

Por exemplo: Vender mais serviços de instalação de softwares

Os resultados-chave serão os detalhes quantitativos, as metas em números e de forma clara. Veja no exemplo abaixo a continuação:

  • Aumentar número de postagens em blogs e redes sociais ao triplo;
  • Investir R$ 800 em tráfego pago com cupons de desconto de até 30%;
  • Fazer 3 ações com influenciadores tech de determinada região.

Exemplos de OKR para TI

A TI, Tecnologia da Informação, em uma corporação é um dos setores mais dinâmicos e com maior potencial para inovação. São sistemas e funcionalidades diversas implementadas com frequência para um negócio rodar, além das atualizações necessárias.

Conheça alguns exemplos de OKR para TI logo abaixo.

Exemplo OKR TI #1

🎯 Objetivo → lançar um aplicativo mobile

Resultados-chave:

  • Mapear sobre os possíveis 5 elementos principais;
  • Designar o público-alvo em até 20 dias;
  • Realização de 3 testes;
  • Correção de 3 bugs, se houver;
  • Divulgação para base de 1.000 clientes.

Exemplo OKR TI #2

🎯 Objetivo → reciclagem e manter cultura de inovação entre colaboradores

Resultados-chave: 

  • Esquematizar uma solução de TI por ano;
  • Oferecer 2 melhorias de funcionalidades para outras áreas;
  • Realizar treinamento e oferecer 5 bolsas de certificação;
  • Participação de 2 eventos na área.

Exemplo OKR TI #3

🎯 Objetivo → diminuição da fila de chamados no Service Desk

Resultados-chave: 

  • Checagem dos 5 incidentes mais comuns e atuação reforçada para correção;
  • Otimização de tempo dos atendimentos diários para até 10 minutos;
  • Atendimento por 3 múltiplos canais.
(Fonte: Getty Images)

Como definir OKRs?

Os resultados-chave devem ser mensuráveis ​​e com prazo determinado. Algumas empresas têm resultados-chave para cada mês, outras por trimestre, enquanto o restante define resultados anuais.

Qual ritmo é o melhor?

Longo prazo: geralmente usados ​​para o negócio na totalidade e trabalhados anualmente.

Curto prazo: geralmente usados ​​para equipes e medidos trimestralmente.

Definição percentual

A filosofia tem uma perspectiva de baixo para cima. Isso significa que as equipes de trabalho têm um papel ativo na criação de OKRs de departamento. Assim, os objetivos são definidos de forma mais coletiva, aproveitando a experiência e o conhecimento de todos os integrantes para promover o crescimento da empresa.

Como resultado, cerca de 60% dos OKRs são definidos por equipes e 40% por líderes e gestores.

Importância

Um provérbio japonês diz: “Visão sem ação é um devaneio. Ação sem visão é um pesadelo”.

Em outras palavras, sem um objetivo claro à vista, você estará sempre andando no escuro, sem saber para onde está indo, se está no caminho certo para chegar lá ou se sequer chegou.

Muitas organizações praticam um sistema de definição de metas de cima para baixo e, assim, acabam ficando presas na fase de descobrir quais metas definir em vez de avançar para alcançá-las. Ou ainda, espalham suas metas por todo o lugar, perdendo de vista o que é realmente importante e desperdiçando tempo, dinheiro e energia com objetivos pouco claros ou objetivos que nem valem a pena perseguir.

<Para ler depois: o que são startups e casos de sucesso />

Principais vantagens do OKR

Há muitos benefícios ao aplicá-lo:

  • Metas compartilhadas com todos os envolvidos;
  • Clareza e alinhamento na organização;
  • Conecta todos aos objetivos do negócio;
  • Aumenta o desempenho;
  • Aumenta o engajamento entre os pares;
  • Identificação de dependências funcionais nas equipes;
  • Gera melhores resultados e muito outros fatores benéficos.

Evite erros de OKRs

Separamos ainda algumas dicas de cuidado para você como profissional ou gestor:

  • Não crie objetivos inatingíveis;
  • Esquecer de designar um responsável direto;
  • Definir objetivos de cima para baixo;
  • Criar OKRs com linguagem vaga;
  • Não acompanhar o progresso das demandas;
  • Não fazer realinhamentos quando necessário;
  • Usar metas de OKR como se fossem tarefas;
  • Ter muitos objetivos;
  • Má alocação de recursos e pessoas nos fluxos operacionais.

<Leia também: tudo que você precisa saber sobre gestão de risco de TI />

Então, como fazer?

A definição de metas de OKR, quando feita corretamente, consegue ajudar você ou uma organização a obter resultados notáveis. Embora a fase introdutória possa ter alguns pequenos desgastes, quaisquer problemas serão fáceis de detectar e corrigir posteriormente.

Aliás, à medida que você desenvolve um ritmo com sua prática, você começará a ver o quão poderosa é essa metodologia de definição de metas, bem como todas as maneiras pelas quais ela pode ajudar a empresa a crescer e melhorar.

Indicação de leituras

Deixamos a recomendação de alguns livros abaixo para você se envolver muito mais sobre o assunto.

(Fonte: Comunicação Integrada)

Por que metodologias de gestão são tão importantes?

Independente da estrutura organizacional, atividade e alcance (nacional, regional ou local), ter uma metodologia de gestão auxilia na estabilização das operações e a manter a “casa em ordem”.

É necessário ter um controle de todos os setores, profissionais e fluxos. E quando há uma estratégia administrativa eficiente grandes resultados são alcançados.

Sobre os OKRs, eles por décadas, provaram ser uma ferramenta poderosa e confiável que ajuda as empresas a atingir suas metas de longo prazo. Inclusive grandes empresas utilizam: Google, Twitter, LinkedIn e Spotify.

Existem outras metodologias: PDCA (planejar, executar, controlar e agir), Balance Scorecard – BSC, Gerenciamento pelas Diretrizes – GPD, Scrum e mais.


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O que é After Market? Conheça o conceito, regras, vantagens e desvantagens

Quem está familiarizado com o mundo das ações sabe que as operações na Bolsa têm dias e horários para acontecer. Esse é o conhecido pregão. Entretanto, há quem não consiga acompanhar o mercado financeiro nessa janela, ou até mesmo quem não goste do excesso de volatilidade. E é para essas pessoas que explicaremos o que é After Market.  

Esse é o nome dado para quem opera fora do horário do pregão. Mas, antes de sair comprando ou vendendo suas ações, veja como isso funciona, suas regras e, principalmente, as vantagens e desvantagens.

O que é After Market?

Em português, After Market significa “depois do mercado”. No mundo dos investimentos, é exatamente o que ele representa — operações que ocorrem fora do horário do pregão.

Na B3, a Bolsa de Valores brasileira, as negociações regulares ocorrem entre 10h e 17h. O After Market dá ao investidor a possibilidade de fazer operações após esse período.

Na prática, ao fim do pregão há a liberação de novas negociações por um determinado — e curto — tempo. Assim, quem não pôde atuar durante a janela padrão tem a possibilidade de fazer sua oferta e manter sua carteira ativa.

Para que serve e como funciona o After Market?

Agora você já sabe o que significa, mas, se ainda tem dúvidas de para que serve o After Market, nós explicamos.

Existem algumas razões que levam um investidor a optar por um pouco mais de tempo de operação na B3, entre elas:

  • A falta de tempo para acompanhar o mercado no horário regular;
  • A preferência pela operação em um horário alternativo, com menor volatilidade;
  • Questões sistêmicas que afetam a operação durante o dia;
  • A possibilidade de corrigir movimentações antes da abertura de um novo pregão;
  • A possibilidade de fazer movimentações a partir de notícias do mercado.

Se você atua há um certo tempo neste mercado, provavelmente já reparou que grandes empresas esperam pelo fechamento do pregão para anunciar fatos importantes. Agora imagine que esses fatos poderão impactar sua carteira no dia seguinte. Neste caso, é possível operar no After Market da B3 e negociar a compra ou venda de papéis.

Regras do After Market

Embora a opção de After Market na Bolsa de Valores pareça interessante, existem regras que precisam ser cumpridas. Nem todos os ativos podem ser negociados, por exemplo, assim como há restrições de valores e até mesmo de oscilação de um papel.

Para saber exatamente como operar nesse mercado, veja as principais condições:

  • Tipo de ativo: é possível negociar apenas commodities e ativos à vista, isto é, cuja compra e venda ocorrem a preço do mercado. Assim, quem tem interesse por ativos como os derivativos deve usar o horário regular.
  • Limite de valor: após às 17h, o investidor só pode negociar um valor máximo de R$ 900 mil por CPF.
  • Transações anteriores: só são disponibilizados para negociação no After Market os ativos negociados durante o pregão daquele dia.
  • Oscilação: considerando que o ativo já foi negociado ao longo do dia, sua oscilação não pode ter ultrapassado a porcentagem de 2% — para alta ou queda.
  • Índice: as ações disponibilizadas após o horário devem compor alguma carteira teórica de índice, como a Bovespa.

Horários das negociações na Bolsa de Valores brasileira

Para operar tanto no horário regular (pregão) da Bolsa de Valores, quanto no After Market, é preciso ficar atento aos horários de funcionamento. Eles são disponibilizados diretamente no site da própria B3:

  • Pré-abertura da Bolsa: 9h45;
  • Abertura oficial: 10h;
  • Encerramento: 17h;
  • Abertura do After Market: 17h25;
  • Encerramento do After Market: 18h.

Em resumo, o horário do After Market da B3 se inicia sempre ao fim do pregão.

Lembrando ainda que a Bolsa opera apenas de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

Vantagens do After Market

Se você ainda não conhecia o After Market, provavelmente concluiu que se trata de uma alternativa interessante e que pode ser incorporada nas estratégias de investimento. Entretanto, antes de decidir por operar, ou não, nesse mercado, é preciso ter clareza sobre suas vantagens e desvantagens.

A possibilidade de movimentar papéis após comunicados oficiais das empresas é, sem dúvidas, um dos maiores benefícios do After Market. Com esse recurso, é possível se antecipar a notícias ruins, por exemplo, colocando os papéis à venda.

Outra vantagem é que, embora haja restrições quanto a oscilação após o horário do pregão, é possível encontrar bons preços. Sem falar na flexibilidade de operar fora do horário convencional e de ter uma segunda oportunidade para corrigir movimentações.

Desvantagens do After Market

É preciso se lembrar de que o After Market é uma exceção. Isso significa que existe restrição de ativos negociados e que você não encontrará muitos traders neste horário. Dessa forma, o volume de negociações será menor – assim como o lucro.

É também pelo fato de haver um número menor de negociações que o risco de flutuação de preços é maior, assim como a diferenciação entre o preço de compra e venda de um ativo (movimento conhecido como spread).

Dicas para operar no curto período do After Market

Agora que você sabe como funciona o After Market, talvez fique interessado por operar após o horário do pregão. Neste caso, é preciso ficar atento às regras e condições que estão associadas a ele.

Lembre-se de que esse não é o modo convencional de negociação para investidores, mas sim uma alternativa que deve ser usada com cautela e estratégia.

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NPS 3.0: conheça a nova versão de uma das métricas mais usadas pelas empresas

Existem diversas ferramentas e metodologias usadas pelas empresas para avaliar a satisfação dos seus clientes. Entre elas, a pesquisa NPS é uma das mais simples, mais usadas e mais relevantes. Para se manter assim, recentemente o seu criador – Frederick Reichheld – anunciou uma versão atualizada: o NPS 3.0.

O novo nome é resultado de um processo evolutivo. Neste artigo, nós contamos quais foram as mudanças e as razões delas acontecerem. Além disso, ainda ensinamos a como calcular essa nova métrica, bem como suas vantagens e desvantagens. Acompanhe!

O que é Net Promoter Score – NPS?

Se você já fez compras online ou recebeu algum tipo de atendimento/suporte de uma empresa, provavelmente também já recebeu um e-mail para avaliá-la. A mensagem, normalmente padrão, diz: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria a Empresa X para um amigo ou familiar?”. Esse é o NPS.

O NPS – ou Net Promoter Score – é uma métrica que as empresas costumam usar para medir o nível de satisfação dos clientes com seus produtos, serviços ou com uma etapa específica do processo (como compra ou atendimento).

A partir dessa pesquisa, os negócios podem identificar o nível de fidelidade dos clientes, dividindo-os em três grupos: detratores, neutros e promotores.  

NPS 2.0: a primeira atualização do NPS

Embora a versão 1.0 da pesquisa indicasse o nível de fidelidade dos clientes a partir das notas atribuídas, as empresas sentiam necessidade de entender mais sobre o que os levava a avaliá-las daquela maneira.  

Assim, a versão 2.0 (publicada no livro A Pergunta Definitiva 2.0) nasceu com o intuito de dar mais voz ao consumidor. Para isso, seguido da pesquisa foi criado um campo de texto aberto com a pergunta: “Poderia descrever a razão da sua nota?”.

Com a novidade, as empresas puderam visualizar sugestões, críticas ou elogios dos clientes e ter mais clareza sobre as razões que os levavam a uma determinada avaliação.

E NPS 3.0, o que é?

Embora a métrica estivesse em crescente uso pelo mercado, com o passar do tempo e as transformações provocadas pelo mundo digital, Reichheld percebeu que era preciso mais.

Em sua perspectiva, uma marca com mais promotores que detratores possui crescimento mais sustentável. Dessa forma, seria possível defender a ideia de que o foco na experiência do cliente contribui significativamente com a lucratividade de um negócio. O formato da pesquisa, porém, não podia comprovar isso.

Foi assim que o criador do NPS decidiu trabalhar no formato 3.0. O objetivo era mensurar o crescimento de uma empresa, tendo como base a satisfação dos clientes. As conclusões de Reichheld foram publicadas em 2021 no livro Vencendo com Propósito.  

Principais elementos do NPS 3.0

No NPS 3.0, a estrutura da pesquisa se mantém a mesma: com a avaliação de 0 a 10 + a caixa de texto livre. Entretanto, o elemento que diferencia a nova versão de suas antecessoras é uma métrica: a EGR.

EGR é a sigla para Earned Growth Rate, que pode ser traduzida como Taxa de Crescimento Ganho. Essa métrica ajuda as empresas a calcularem o impacto financeiro obtido a partir dos clientes promotores. Mas como?

Por meio do cruzamento dos dados obtidos pela pesquisa NPS com os dados de receita gerados pelos clientes (antigos e atuais).

Isso significa que essa taxa demonstra quanto, a partir da receita compilada, uma empresa investe para conquistar novos clientes e qual o ganho financeiro obtido a partir dos clientes considerados fiéis.

Por que o NPS foi atualizado mais uma vez?

Como você pôde perceber, o Net Promoter Score mantém seu objetivo e estrutura iniciais. Entretanto, por se tratar de uma métrica dinâmica, o passar dos anos demonstra que ela pode ser enriquecida a partir da necessidade das empresas e da evolução do próprio mercado.

Ambas as atualizações (NPS 2.0 e NPS 3.0) foram feitas pensando em entender mais sobre o cliente e como sua percepção pode estar diretamente relacionada ao crescimento de um negócio.

É por isso que na versão mais recente, o criador Reichheld defende a importância da experiência do cliente. Para ele, é ela quem garante os promotores da marca e, consequentemente, os ativos financeiros de uma companhia.

Como calcular o NPS 3.0?

Como dissemos, o NPS 3.0 está relacionado à Taxa de Ganho de Crescimento (EGR) e preciso calculá-la para obter os devidos insights. Neste caso, o cálculo da EGR depende do uso de dois indicadores: NRR e ENC:

  • NRR (Retenção de Receita Líquida): contabiliza a receita gerada a partir de clientes ativos que já compraram da empresa em um período específico.
  • ENC (Novos clientes conquistados): contabiliza a receita advinda de novos clientes obtidos através de indicação.

E como calcular esses indicadores para obter a EGR? Veja:

EGR = NRR + ENC – 100%

Basta somar NRR e ENC e, depois, subtrair 100%.

Como aplicar o NPS 3.0 da melhor forma?

Imagine que a receita de uma empresa passou de R$ 100 em 2020 para R$ 130 em 2021. 85% desse crescimento é resultado de clientes ativos (NRR), enquanto os outros 25% são de novos clientes (ENC). Neste caso, o cálculo é:

EGR = 85 + 25 = 110 – 100 = 10%

Neste caso, a Taxa de Ganho de Crescimento no período foi de 10%.  

Basicamente, quando falamos das métricas de NPS 3.0, estamos dizendo que se um cliente comprou um produto/serviço a partir de uma recomendação, ele foi ganho pela empresa. Entretanto, se essa compra foi motivada por publicidade ou vendedores, ele foi comprado.

Na imagem, um demonstrativo no cálculo de NPS 3.0
Exemplo de cálculo de NPS 3.0. Fonte: Harvard Business Review

E o que não fazer ao aplicar o NPS 3.0?

É muito comum que, na tentativa de obter insights favoráveis, as empresas utilizem o NPS de maneira incorreta. Na verdade, essa prática se arrasta desde sua primeira versão, criada em 2003, e é um erro, já que leva a resultados enganosos.

Por isso, na hora de aplicar a pesquisa de satisfação, não se deve induzir o cliente a respondê-la ou, ainda, incentivá-lo de alguma maneira. É preciso se lembrar de que o foco dessa iniciativa é o cliente e, dessa forma, todos os dados obtidos devem ser usados em prol de melhorias nos produtos/serviços oferecidos.

Vantagens e desvantagens do NPS 3.0

Se você quer atualizar a metodologia em sua empresa, é preciso conhecer suas vantagens e desvantagens.

Vantagens no NPS 3.0:

Sem dúvidas, a possibilidade de avaliar as estratégias de Customer Experience a partir de gasto e receita é uma das principais vantagens da versão mais atualizada. Com ela, é possível identificar se clientes promotores da marca são, de fato, mais lucrativos no longo prazo.

A visibilidade sobre a jornada percorrida pelo cliente em um negócio também é um ponto positivo. Isso significa compreender de que maneira o consumidor chegou até o processo de finalização de uma compra.

Desvantagens do NPS 3.0:

Já uma das principais desvantagens dessa nova versão está o fato dela não poder ser utilizada por todas as empresas. Isso porque, em alguns casos, há outras maneiras de chegar a um negócio que não seja por meio de indicação.

Isso sem falar que não basta adotar uma métrica focada na experiência do cliente se a empresa de fato não se preocupar com ela.

>>> E falando em experiência do cliente, que tal ampliar sua visão sobre esse universo em um MBA focado em Customer Experience? Com ele, você desenvolve habilidades para atrair, converter e reter clientes com sucesso.

O curso tem duração de 7 meses e as aulas são dadas por profissionais do mercado. Assim, além dos conhecimentos técnicos, você desenvolve visão sobre o dia a dia das empresas.

Entre os conhecimentos estimulados ao longo do MBA, que está dividido em 2 bootcamps com 4 módulos cada estão:

  • Estratégias de implementação e engajamento;
  • Implementação e estruturação de CX;
  • Estratégia empresarial;
  • Lean & Design Thinking;
  • Pesquisa, entrevista e benchmarking;
  • Matriz CSD, personas e mapa de empatia.

Para saber mais sobre a grade e detalhes do curso, clique aqui para acessar a página oficial.

Livros que você precisa conferir para dominar as inovações tecnológicas

Você consegue lembrar de todas as grandes invenções tecnológicas que marcaram a sua geração?

O ENIAC (Electronic Numerical Integrator Analyzer and Computer), por exemplo, foi o primeiro computador eletrônico de grande escala, criado em 1946. Hoje em dia, contamos com celulares que possuem não só a função de ser um computador pessoal, como também televisão, câmera, local de compras, etc.

Para se manterem relevantes no mercado, as empresas precisam cada vez mais buscar novas formas de inovar, e os consumidores precisam cada vez mais estarem atentos ao que realmente são inovações tecnológicas e o que são apenas incrementações de tecnologias já existentes.

Manter-se atualizado com as constantes mudanças tecnológicas é essencial não só para não ser um profissional desatualizado, como também para não se enganar com lançamentos que parecem inovadores, mas que na verdade são mais do mesmo.

Pensando nisso, trouxemos uma lista com 5 livros para que você não só entenda como as inovações tecnológicas se dão nas empresas, mas seja você também um profissional capaz de implementar tais inovações.

1. Innovatrix – Clemente Nóbrega, Adriano R. de Lima

Você já parou para pensar que são raríssimas as inovações que realmente são originais? Clemente Nóbrega e Adriano R. de Lima, ambos autores com formação em física, explicam em seu livro Innovatrix que a maioria dos lançamentos que vemos é uma combinação de produtos lançados anteriormente.

A formação em física dos autores os levou a buscar um fundamento científico que mostrasse que inovação e criatividade não são dons que pertencem a gênios, mas sim um processo sistemático de elaboração. Baseado em seus estudos, eles desenvolveram o método “innovatrix”.

Para entender melhor este método, é explicado no livro que menos de 1% das invenções são, realmente, originais. Para os autores, a inovação é uma resposta para um problema. Dito isto, é afirmado ainda que a inovação é possível a partir de métodos de rearranjo de criações já existentes.

Os autores usam como exemplo o sucesso do iPod que não se deu graças ao produto, mas sim graças à tecnologia usada, uma vez que já existiam produtos similares no mercado. A partir desse exemplo, fica mais fácil identificar quando uma inovação tecnológica revoluciona o mercado, ou é apenas mais do mesmo.

capa do livro innovatrix

2. Seja Disruptivo! – Jay Samit

Já pensou em aprender sobre inovação com alguém que foi nomeado para atuar na iniciativa de educação e tecnologia na Casa Branca? Pois é, o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, escolheu Jay Samit, autor deSeja Disruptivo, para desenvolver esse importante papel nos Estados Unidos.

Jay explica em seu livro que ainda que a tecnologia esteja sempre em evolução, são poucos os produtos lançados que realmente impactam o mercado e mudam a forma como os consumidores pensam e se comportam. Para realizar tal mudança é necessário estratégia, teste, dedicação, iniciativa e coragem para ser disruptivo. 💡

No livro é explicado que algumas empresas se preocupam tanto com o que a concorrência está fazendo, que acabam impedindo que as verdadeiras inovações disruptivas sejam criadas. Pense nas empresas de celular, por exemplo, quantas realmente apresentam algo realmente inovador que impacta o mercado?

Os disruptivos não precisam descobrir algo novo; só precisam descobrir um uso prático para novas descobertas.

Como o autor ressalta, a inovação não precisa ser a criação de algo que nunca existiu, mas sim algo que causa uma mudança de pensamento no mercado.

capa do livro "seja disruptivo" de jay samit

3. Diferente – Youngme Moon

Negócios que permanecem nesse padrão antigo de competitividade, acabam por criar apenas ‘categorias de produtos repletas de homogeneidade heterogênea’, tornam-se imitações, mascaradas de ‘diferenciações’ entre um produto e outro.

Até aqui já ficou claro que nem todo lançamento é realmente inovador. Youngme Moon, primeira mulher americana-asiática a integrar o corpo docente de Harvard, explica em seu livro Diferente que muitas vezes a verdadeira inovação é simplificar algo que já está no mercado.

Para ilustrar seu ponto de vista a autora traz como exemplo uma gigante do mercado, o Google. É explicado no livro que o Google dominou a concorrência quando resolveu abdicar das diversas funcionalidades que outros sites ofereciam para oferecer um site mais clean com foco apenas em ser um site de buscas.

A escolha feita pelo Google impactou os setores de tecnologia da época e até hoje a empresa é o maior site de buscas do mercado. Assim, a grande lição apresentada pela autora é que nem sempre precisamos aperfeiçoar algo já existente através de novas funcionalidades, muitas vezes a melhor forma de agregar valor é simplificar.

capa do livro diferente youngme moon

4. Uma Pergunta Mais Bonita – Warren Berger

Para você, qual é o ponto de partida para a inovação? Warren Berger, jornalista e especialista em inovação, explica em seu livroUma Pergunta Mais Bonita que muitas empresas falham em realmente inovar e reinventar o mercado porque não encorajam em seus colaboradores o questionamento.

Segundo o autor, quando crianças fazemos perguntas o tempo todo, mas conforme vamos crescendo, a educação nos faz perder o espírito questionador, o que limita nossa capacidade de inovar e nos deixa despreparados para nos adaptar a todas as novas invenções que surgem todos os dias.

É explicado na obra que existem três tipos de perguntas capazes de levar empresas e pessoas a desenvolverem ideias inovadoras e criativas, são elas: Por quê? E se? Como? 🤔

Warren ressalta ainda que as empresas deveriam trocar o velho hábito de “brainstorming” pelo de “question storming”, pois o primeiro cria uma pressão para chegar à boas respostas e o segundo permite utilizar a criatividade para levantar questionamentos capazes de guiar a empresa na busca de soluções para os problemas.

capa do livro "uma pergunta mais bonita"

5. O Dilema da Inovação – Clayton M. Christensen

Uma inovação de ruptura é aquela que transforma um produto que historicamente era tão caro e complexo, que só uma pequena parte da população podia ter e usar, em algo tão acessível e simples, que uma parcela bem maior da população agora pode ter e usar.

O Dilema da Inovação, livro publicado originalmente pela Harvard Business Review, propõe que existem dois tipos de inovação: incremental e disruptiva. O autor, Clayton M. Christensen, explica que a inovação disruptiva é trazer uma tecnologia que estava na mão de poucos e tornar acessível para a maioria.

O autor dá ainda algumas dicas para implementar a inovação, são elas:

  • Se sua empresa está sendo superada por uma startup, não busque superá-la, invista em comprá-la juntamente com sua tecnologia;
  • Saia da zona de conforto, busque modificar os processos internos para que haja mais espaço e liberdade para a discussão de ideias inovadoras;
  • Se sua ideia não é comportada pelo segmento de sua empresa, abra uma nova com o foco desejado!

Para finalizar, uma dica que é apresentada para quem deseja acompanhar as tecnologias sem pagar muito por elas, é investir nelas enquanto ainda estão no início! Elas podem não ser relevantes no momento, mas no futuro serão um diferencial na sua busca por sucesso.

capa do livro "o dilema da inovação" de clayton m christensen

Seja criativo para conseguir acompanhar as constantes inovações!

Acompanhar todos os novos lançamentos na área da tecnologia é quase impossível. Já que, todos os dias um novo aplicativo é criado, uma nova funcionalidade é implementada, um novo dispositivo é inventado e não existe tempo livre e dinheiro que nos permita acompanhar todos esses lançamentos.

A partir do momento que aprendemos como as novas tecnologias são pensadas e lançadas no mercado, podemos identificar quais realmente valem a nossa atenção e foco e quais são apenas estratégias das empresas para superarem suas concorrentes.

Além disso, entender esses processos permite que possamos também desenvolver ideias inovadoras e nos tornarmos profissionais de destaque no mercado! A inovação, assim como o aprendizado, deve ser contínua. Então, não deixe de se aprofundar nessas leituras para que você se torne o inventor disruptivo que o mercado precisa!


Este post foi produzido pela equipe do PocketBook4You, uma plataforma que oferece centenas de resumos de livros dos maiores autores e best-sellers da atualidade, e tem como principal missão levar conhecimento diversificado que se encaixa no dia a dia de cada um dos seus usuários, ao redor do Brasil e do mundo!