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Over the Top (OTT): o que é e como funciona?

Você pode até não saber o que é Over the Top (OTT), mas com certeza já consumiu algum tipo de conteúdo advindo desse modelo de plataforma de distribuição.

Não acredita? 

Se você já assistiu alguma série e/ou filme em plataformas como Netflix, HBO e Amazon Prime, ouviu músicas no Spotify, alugou filme no Google Play Filmes ou, até mesmo, procurou soluções para problemas em algum canal do YouTube, você é um usuário do que chamamos de Over the Top, ou OTT. 

Com o OTT, nós podemos consumir conteúdos dentro do ambiente da internet sem, necessariamente, pagarmos um valor por isso, como nas clássicas TVs por assinatura. 

Essa é uma tendência na maneira de consumir vídeos e, para provar essa afirmação, a Allied Market Research produziu um estudo que afirma que o mercado de OTT pode atingir um valor de mais de 1 trilhão de dólares até o ano de 2027. Muito dinheiro, não é? 

E não para por aí: esse dado citado confirma um crescimento de quase 30% ao ano e o Brasil tem se mostrado muito aberto às plataformas Over the Top, com isso, é bom você aprender o que elas representam porque, se ainda não fazem parte do seu dia a dia, logo mais irão fazer. 

Vamos aprender?

O que é o Over the top (OTT)?

Over the Top, ou OTT, em suma, descreve as plataformas de distribuição de conteúdos pela internet. Nelas, por sua vez, o usuário assiste conteúdo por demanda com uma conexão sem mediador, ou seja, o contato é direto entre a plataforma e o usuário final.

A liberdade é o centro da equação aqui: o consumidor não deseja mais ficar refém de uma programação pré-estabelecida e não personalizada. 

Na realidade, hoje, controlar o que será ouvido e assistido é mandatório para uma ótima experiência do cliente no que diz respeito ao consumo de mídia.

Algumas plataformas de OTT são: 

  • Netflix;
  • Hulu;
  • HBO Max;
  • PlayPlus;
  • Spotify;
  • Amazon Prime.

Como funciona o Over the top?

Quem lembra de quando passávamos horas para baixar um filme, simplesmente porque se fôssemos assistir no momento ele iria travar continuamente? 

Bom, por aqui nós lembramos — e não é uma lembrança agradável.

Com a transformação digital, o streaming nasceu como uma ótima solução para o problema acima citado: agora, nós podemos assistir sem precisar fazer o download ou ter milhões de interrupções. 

Mas porquê isso acontece? 

Simples: os serviços de streaming baixam os arquivos aos poucos. Assim, garantem mais estabilidade na transmissão! 

Um dos fatores que põem o streaming muito próximo dos consumidores é o fato de ele ter eliminado intermediários: agora, não é preciso uma grande emissora de TV para que você assista um filme. 

Na realidade, você só precisa de um celular ou notebook, um serviço de streaming da sua preferência, escolher o seu conteúdo e recebê-lo de forma direta.

Hoje nós encontramos diversos tipos de plataformas OTT, algumas são gratuitas, outras, o pagamento é feito on demand e/ou por assinatura.

<Leia também: Inovação nas empresas: como e por quê usá-la para transformar processos?/>

Tipos de Over the top (OTT)

Existem três tipos principais de OTTs. São eles: 

  • Multicanal: onde você encontra vários tipos de conteúdos;
  • Streaming de vídeo: faz a distribuição de conteúdos em vídeo, como a Netflix e a HBO Max; 
  • Streaming de música: como o Spotify e o Deezer. 

Vantagens do Over the top para o produtor

O OTT traz benefícios tanto para as empresas, quanto para os consumidores. 

Alguns deles, focados na visão do produtor de conteúdo, por sua vez, são: 

  • Personalização: muitas plataformas permitem que o produtor as personalize com botões, recursos e opções interativas para se conectar mais com o consumidor;
  • Monetização: com a cobrança de acesso único, por exemplo, ou até mesmo da assinatura, essas empresas conseguem gerar uma nova fonte de renda para si mesmas;
  • Publicidade: será mais incisiva, visto que estará indo diretamente para o cliente que a empresa já conhece, na plataforma que ela personalizou para ele, assim, as chances de conexão são maiores;
  • Contato direto com o consumidor: dessa forma, as mensagens são mais claras e diretas e, por não ter intermediários, a relação com o cliente se torna mais forte.
Menina grava podcast para ser distribuído em plataforma Over the top (OTT)
As vantagens Over the top (OTT) englobam tanto produtores quanto consumidores.

Vantagens do Over the top para o consumidor

Mas é óbvio que o OTT tem diversas vantagens para os consumidores. Algumas são: 

  • Economia financeira: como você, consumidor, deixará de pagar por filmes específicos, álbuns e TVs a cabo e só precisará investir em um serviço só para ter acesso a tudo, os seus custos diminuirão;
  • Variedade no conteúdo: é enorme a quantidade de opções de conteúdo presentes nessas plataformas;
  • Cancelamento de assinatura sem burocracia: além de você poder, normalmente, experimentar o serviço por um mês ou semana de graça, você ainda pode cancelar sem problemas e sem burocracias quando desejar.

3 cases de sucesso Over The Top (OTT)

Sucesso é o sinônimo mais próximo do Over the Top. 

Hoje, nós iremos conhecer três deles que, sendo sinceros, nós sabemos que você já os conhece! 

1. Netflix

Você sabia que a Netflix começou como uma empresa que entregava DVDs? Pois é! 

Mas uma das coisas que a fez deslanchar, foi o investimento em tecnologia e, é claro, em uma cultura altamente customer centric

Focada nos interesses dos clientes, a empresa hoje conta com mais de 200 milhões de assinantes e, só no Brasil, a sua receita foi de quase 400 milhões de dólares apenas no primeiro trimestre de 2020. 

Ela é sucesso puro!

2. Amazon Prime Video

Conhecido popularmente por Prime Video, o serviço de streaming da Amazon foi lançado em 2006 pelo gigante Jeff Bezos e equipe. 

Além de terem uma forte estratégia junto de preços competitivos de assinaturas, o Prime Video tem opções de conteúdos da assinatura e opções de compra dentro do próprio aplicativo.

3. Spotify

O queridinho dos apaixonados por música foi lançado em 2008 e tem opções de uso gratuitas e pagas. Nas primeiras, o usuário é obrigado a ouvir anúncios, enquanto nos planos pagos o cliente tem maiores privilégios, como download e montagem de playlists.

No primeiro trimestre de 2020 a empresa contabilizou mais de 2 bilhões de dólares em faturamento, tendo mais de 300 milhões de usuários ativos e cerca de 144 milhões deles são aqueles que possuem contas premium, ou seja, contas pagas.

A OTT é uma tendência para o futuro?

Em suma, com certeza! 

Segundo o Digital TV Research, o número de assinatura SVOD (Subscription Video on Demand), ou seja, conteúdos entregues por meio de assinaturas, tem ritmo de crescimento estipulado de mais de 50% nos próximos 50 anos, isso só nos Estados Unidos. 

Quando falamos em Brasil, a pesquisa TIC Domicílios, de 2019, afirma que o consumo de streaming de vídeo e áudio online, além de aumentar, se consolidou no país.

Assim, falemos de dinheiro: segundo a Allied Market Research, o mercado global Over the Top está estimando uma arrecadação de quase 350 bilhões de dólares até 2025

Surreal, não é?

E sim, a pandemia impulsionou o crescimento do OTT: ela pode ter deixado um impacto com efeito duradouro na maneira que consumimos a mídia. 

Segundo Peter Katsingris, Vice-Presidente Sênior de Audience Insights na Nielsen afirmou, em entrevista para a Forbes, que:

“Olhando para os hábitos de visualização entre plataformas para aqueles que trabalhavam de casa antes da COVID e aqueles que começaram a trabalhar de casa durante a COVID, descobrimos que em ambos os casos, este grupo se torna digital (computador/smartphone/tablet). Os que trabalham de casa passam mais tempo em plataformas digitais, bem como em dispositivos conectados à TV, e têm uma proporção maior de visualização a fontes digitais (57%) do que outros tipos de visualização.”

Peter Katsingris, Vice-Presidente Sênior de Audience Insights na Nielsen.

Assim, as empresas precisam arranjar maneiras de se conectar mais com os profissionais de home office.

OTT é uma boa opção para criadores de conteúdo que buscam construir um negócio?

Com o crescimento exponencial e mundial que os serviços Over the Top apresentarão nos próximos anos, é interessante pensar se essa é uma boa opção de investimento. 

Na realidade, os números não mentem: esse crescimento é alto: de US$ 121 bilhões em 2019, para US$ 1.039 bilhões em 2027. Grande aumento, não é mesmo?

Se você é criador de conteúdo e já entende do assunto, você está na frente de muitos outros que estão querendo investir nesse universo como você. 

No entanto, é importante citar que é necessário um conhecimento grande de novas tecnologia, uma equipe altamente capacitada e recursos, principalmente financeiros, para fazer a sua própria plataforma acontecer. 

Porém, se você deseja apenas criar conteúdo para uma plataforma Over the Top, você conseguirá fazer isso apenas com o seu celular e muita criatividade e carisma. 

Plataformas OTT para hospedagem de conteúdo

Existem algumas plataformas OTT incríveis quando o assunto é hospedagem de conteúdo. Hoje, conheceremos duas delas! 

1. Brightcove 

Conhecida por ser uma das mais poderosas do mundo, ela te ajuda a se conectar com o público e monetizar o conteúdo. 

Se você, criador de conteúdo, tem interesse em vender produtos, por exemplo, essa plataforma pode ser uma ótima opção! 

Com a Brightcove você tem acesso a um ótimo ambiente back-end para gerenciamento dos seus ativos, além de te fornecer análises de dados e relatórios que te ajudarão muito no entendimento das estratégias de visualização dos seus consumidores.

2. Vimeo

Altamente conhecida e popular, a plataforma Vimeo é perfeita para criadores que querem prosperar online. 

Além de poder armazenar vídeos online para streaming, você pode hospedar eventos e desbloquear serviços como capítulos de vídeo e SEO, fora análise de engajamento social, que é um ótimo recurso. 

Gostou do que leu e quer se profissionalizar? 

Nós podemos te ajudar: aprenda mais com o nosso MBA em Inovação e Transformação Digital

Essa é a sua chance de se destacar. Invista em você! 

Jornada de trabalho: como funciona a semana de 4 dias?

Um dos assuntos mais debatidos atualmente na área de Recursos Humanos diz respeito à semana de 4 dias. Em alguns países, diversas empresas já começam a apostar nessa quebra de rotina trabalhista estabelecida há anos. No Brasil este tema ainda é super sensível e encontra certa resistência. Entretanto, algumas empresas já começam a ver com bons olhos esse tipo de mudança. 

Para aprofundar um pouco mais o debate sobre o assunto, detalhamos neste artigo as principais informações sobre ele. Aqui você saberá o que é a semana de 4 dias, como ela surgiu, qual o impacto dessa mudança nas empresas, quais países já aderiram a ela, vantagens, desvantagens e muito mais. Portanto, se é isso que você está buscando, aproveite o texto e boa leitura.

O que é a semana de 4 dias?

Basicamente, a semana de trabalho em 4 dias é uma nova ideia de jornada para os colaboradores de uma empresa. Esse novo modelo diminui em um dia útil a carga horária trabalhada ao longo da semana completa de 7 dias. Com isso, todos os funcionários passam a ter, consequentemente, 3 dias de folga como padrão. 

A jornada de trabalho de 4 dias ganhou ainda mais relevância no mundo corporativo, especialmente, após a pandemia da Covid-19. Isso porque, com o aumento no número de pessoas em regime home-office, muitas empresas notaram um impacto positivo na produtividade dos seus funcionários. Com isso, essas companhias passaram a olhar com mais cuidado para o modelo tradicional de trabalho – e onde poderiam modernizá-lo.  

Onde surgiu a semana de 4 dias?

Na década de 20, o empresário Henry Ford acabou instituindo o tradicional modelo que praticamente todas as empresas adotam nos dias de hoje, o 5 por 2. Na época, ele percebeu que dar dois dias de folga para os trabalhadores aumentava a produtividade deles, pois na sequência da semana estavam mais descansados. 

No caso da semana de 4 dias, a ideia é praticamente a mesma. Com o aumento da jornada de trabalho e as demandas cada vez mais excessivas, esse debate começou a aparecer em meados de 2007.

O modelo foi idealizado pelo empresário americano Tim Ferris, que escreveu um artigo sugerindo tal mudança. Porém, ela apareceu com mais força especialmente pós-pandemia, como mencionamos antes.

Como uma jornada de trabalho 3×4 pode impactar as empresas?

Um dos principais impactos que as empresas podem ter, logo de cara, com uma semana de 4 dias úteis é a retenção de talentos. Essa é, sobretudo, uma ótima estratégia para que empresas menores possam competir com grandes corporações.

O motivo é simples: muitos funcionários colocam esse tipo de benefício na balança na hora de escolher por uma vaga, mesmo que ela não pague tão bem quanto outra. 

Além disso, outro fator importante é com relação à produtividade dos funcionários. Com um dia a mais de descanso na semana, a chance de entregar mais e mais rápido é algo que certas empresas já perceberam.

Daremos alguns exemplos de companhias que aderiram a esse modelo mais para frente, com resultados comprovados. Apesar disso, vale ressaltar que os gestores precisam avaliar o tipo de negócio que a empresa está inserida, pois dependendo do segmento a mudança pode não fazer sentido. 

A produtividade tem a ver com o tempo trabalhado?

Apesar de não ter uma resposta científica para essa relação, as empresas estão percebendo cada vez mais que os funcionários rendem melhor quando estão mais descansados. No final, tudo tem a ver com equilíbrio. De acordo com uma pesquisa da plataforma de recrutamento Indeed, 74% dos profissionais acreditam que seriam mais produtivos no modelo 4 por 3. 

A mesma pesquisa também mostrou que 79% dos colaboradores aceitariam aumentar a carga horária durante os dias trabalhados para ter o benefício da semana mais curta. Ou seja, há uma forte adesão para essa mudança entre a maioria dos profissionais.

Que países já adotam a semana de 4 dias?

Vários países desenvolvidos já estão testando essa mudança há alguns anos. Lugares como Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Nova Zelândia, Dinamarca, Suécia e Islândia já têm algumas referências do impacto causado. 

Podemos usar a Islândia como um dos principais cases. Isso porque o país utilizou 1% da sua força de trabalho para testar a mudança, alterando a jornada de mais de 2.500 trabalhadores.

Especialistas afirmam que o resultado foi um sucesso. Eles notaram uma queda significativa nos stress dessas pessoas, além da satisfação maior causada pelo equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

Essa prática já é seguida por alguma empresa brasileira?

Quando olhamos para o mercado de trabalho brasileiro, ainda é difícil encontrar empresas que adotaram essa mudança em sua estrutura. Os principais exemplos, porém, estão em empresas mais jovens e modernas, ou seja, start-ups

A principal delas é a Zee Dog, do segmento pet. A companhia aderiu escala de trabalho de 4 dias em 2018, permitindo que os funcionários ficassem em casa em pelo menos duas quartas-feiras por mês. Por meio de seus executivos, a companhia viu, além do ganho na produtividade, a melhora no bem-estar dos seus colaboradores.   

Como a semana de 4 dias pode afetar a saúde mental dos trabalhadores?

Muitas vezes, por conta do volume excessivo de trabalho e a pressão exercida em algumas empresas, a saúde mental dos profissionais pode ficar bastante prejudicada. Inclusive, há muitos casos de síndrome de burnout atualmente. E a semana de 4 dias pode ajudar a diminuir os efeitos causados por todo esse conjunto. 
Ainda de acordo com a pesquisa da Indeed, que mencionamos anteriormente, 85% dos funcionários acreditam que um dia a menos na jornada de trabalho ajudaria a melhorar a saúde mental. E mais: 86% acreditam que o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional ficaria muito melhor.

Quais os benefícios de uma semana de trabalho de 4 dias?

Há vários benefícios que podemos citar, tanto para a empresa quanto para o trabalhador. Quando olhamos para o lado da companhia, podemos citar: redução do absenteísmo, atração e retenção de profissionais, diminuição no custo de despesas como água e luz, além da comprovada melhoria na produtividade dos colaboradores. 

Do lado dos funcionários, podemos citar o tempo adicional de descanso e maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Afinal, quem é que não gosta de passar mais tempo com a família, não é mesmo?

Agora que você já sabe o que é a semana de 4 dias, que tal investir em conhecimento? Assine hoje mesmo o XPE Multi, uma plataforma all-in-one que reúne todo o catálogo de bootcamps, cursos rápidos e imersões internacionais da Faculdade XP. A plataforma possui um portfólio de mais de 100 cursos em tecnologia, negócios e investimentos, ideal para os colaboradores da sua empresa. Gostou? Então clique aqui e saiba mais!

Como se preparar para a Black Friday? 7 dicas para comprar com segurança

Importada dos Estados Unidos, onde representa um dos períodos mais rentáveis para o setor de varejo, a Black Friday se tornou tradição também aqui no Brasil.

A data, que sempre ocorre na última sexta-feira do mês, é marcada por grandes promoções. Contudo, também é famosa por golpes e falsos descontos: “tudo pela metade do dobro”. Daí a importância de estar atento para não cair em pegadinhas.

Com o aumento no volume de buscas dos consumidores nesta época do ano, abrem-se as portas para a ação de pessoas mal intencionadas.

De acordo com a ClearSale, empresa especializada em soluções antifraude, a expectativa é que as tentativas de golpe neste ano cresçam 50% em relação ao mesmo período de 2021.

Para te ajudar a aproveitar este evento ao máximo sem deixar a segurança de lado, neste post apresentamos dicas de como se preparar para a Black Friday, da organização financeira até estratégias para não cair em ciladas.

Quer ficar por dentro? Então, continue conosco!

Como se preparar para a Black Friday? 7 dicas para aproveitar o evento com segurança

Diante dessa enxurrada de golpes e falsos descontos que sempre ocorrem na Black Friday, como se preparar para aproveitar a data de forma segura?

Novembro é um dos meses mais aguardados pelos consumidores, e isso não é à toa. O período de fato traz promoções e descontos todos os anos. Mas, para identificar o que realmente vale a pena, é preciso “separar o joio do trigo”.

Para te ajudar, listamos a seguir algumas dicas de como se preparar para comprar na Black Friday e aproveitar descontos de verdade. Confira:

1. Estabeleça um orçamento para as compras

Um dos principais motivos para as pessoas se endividarem é a falta de limites no orçamento. Como você saberá quanto pode gastar se não fixar um valor máximo?

Assim, uma boa dica para aproveitar a Black Friday sem peso na consciência é definir um limite de gastos de acordo com a sua realidade.

Para isso, analise sua situação financeira, considerando despesas fixas e variáveis. Lembre-se de que fim/início de ano envolve custos extras, como: IPTU, material escolar, presentes de Natal, viagens etc.

Ou seja, tudo deve ser colocado na ponta do lápis para definir quanto você pode gastar neste período.

2. Defina previamente quais produtos deseja comprar

Outra importante dica para comprar na Black Friday é  ter em mente o que você deseja. Novamente estamos falando em organização financeira

Se você sabe de antemão o que precisa ou quer adquirir, acaba focando naquilo. Assim, reduz as chances de ceder a impulsos e gastar mais do que deve.

É claro que só isso não basta. Ainda é preciso ter disciplina e se ater ao planejamento, sempre respeitando seu orçamento.

3. Acompanhe o histórico de preços dos produtos

Muitas pessoas acreditam que pesquisar e comparar preços no dia da Black Friday é o suficiente, mas isso não é verdade.

Não são raras as empresas que aumentam os preços dos produtos próximo à data e, no dia do evento, voltam ao valor original, fingindo conceder desconto. Inclusive, é daí que vem a famosa frase “tudo pela metade do dobro”.

Para evitar a “Black Fraude”, é preciso verificar o histórico de preços com atenção. E para isso, você pode utilizar ferramentas como o Zoom e o Buscapé

Esses sites fazem esse monitoramento ao longo do ano todo, facilitando o seu trabalho de pesquisa. Você pode até mesmo definir alertas para receber uma notificação quando o item desejado atingir um valor estipulado. Legal, não é?

4. Compare os preços em diferentes lojas

Quando o assunto é compras pela internet, não faltam opções, concorda?

Dessa forma, outra ótima dica para aproveitar a Black Friday e economizar é sempre comparar os preços em diferentes lojas, bem como os custos com frete e tempo de entrega.

Com poucos cliques, você consegue ter uma boa noção de qual e-commerce está com as melhores promoções. Ademais, você ainda pode utilizar as mesmas ferramentas indicadas no tópico anterior para facilitar esta tarefa.

5. Busque pelas melhores condições de pagamento

Muitas lojas oferecem descontos para pagamentos à vista, seja no cartão, por Pix ou no boleto. É uma ótima forma de economizar, e ainda evita que você acumule gastos futuros.

Contudo, o parcelamento também pode ser uma boa opção quando não há juros. Mas, atenção! É preciso utilizá-lo com sabedoria e critério, e sempre pagar a fatura em dia para evitar cair em dívidas.

< Leia também: Como acabar com as dívidas? Plano estruturado em 5 passos />

6. Prepare-se para a Black Friday com antecedência

O ponto aqui é planejamento. Se você sabe que todo ano tem Black Friday e sempre acaba comprando algo, por que não se preparar com antecedência?

Mesmo que no início do ano você ainda não saiba o que irá querer comprar, pode ir separando um dinheirinho todos os meses. Assim, quando chegar a data, já terá uma reserva destinada exclusivamente para esta finalidade. O que acha da ideia?

< Não sabe como fazer isso? Leia este post: Formas de poupar dinheiro: 5 dicas para aprender a economizar />

7. Na dúvida, sempre desconfie!

Uma dica para aproveitar a Black Friday com segurança é dar preferência à lojas conhecidas. Ainda assim, é preciso ter cuidado com tentativas de phishing, tipo de golpe em que criminosos se passam por empresas para roubar dados pessoais.

Por isso, evite clicar em links recebidos por e-mail ou WhatsApp se não tiver certeza de que a fonte é segura. 

Se uma promoção parece boa demais para ser verdade, provavelmente é cilada. Portanto, antes de inserir dados pessoais ou de cartão de crédito em algum site, certifique-se de que realmente pode confiar na companhia por trás da página.

Se nunca ouviu falar de alguma empresa e não sabe se pode confiar, pesquise sua reputação no Reclame Aqui e confira a lista de sites a serem evitados do PROCON.

Para reforçar tudo o que vimos aqui, confira essa matéria da BBC com mais algumas dicas de como se preparar para comprar na Black Friday e evitar golpes:

Você já começou a se preparar para a Black Friday?

Como você se prepara para o período do ano mais aguardado pelos consumidores e varejistas?

Por mais que estejamos acostumados a comprar online, a Black Friday requer cuidados, tanto do ponto de vista financeiro, como da segurança dos seus dados. 

Contudo, seguindo essas dicas é possível aproveitar as promoções e economizar. É uma questão de planejamento e equilíbrio. E nisso a gente pode te ajudar! Confira os cursos que vão mudar sua visão sobre finanças:

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Gostou deste post? Compartilhe com a sua família e amigos, assim todos saberão como se preparar para comprar na Black Friday e aproveitar as melhores ofertas.

Core Web Vitals: o que é e qual a importância para UX?

Quando o assunto é experiência do usuário no Google, fique atento a elas: as Core Web Vitals

Muito se fala sobre como as estratégias de SEO são focadas na experiência dos usuários: otimizações são feitas e há uma extensa busca pelas primeiras posições na SERP — Search Engine Results Page. 

No entanto, muitas empresas ainda não têm investido tempo e dinheiro nas Core Web Vitals, que são as métricas essenciais para a avaliação da experiência que um usuário está tendo em suas respectivas páginas.

Caso você não as conheça: está no lugar certo! 

As Core Web Vitals, ou CWV, foram definidas e implementadas pelo próprio Google e ajudam no entendimento da estabilidade e velocidade na qual uma página responde às interações dos consumidores. 

Parece interessante, não?

Nós vamos te provar que sim e como elas são o pilar essencial para profissionais de UX. 

Vamos aprender?

O que é Core Web Vitals?

Em suma, podemos elencar que as Core Web Vitals são métricas que ditam o andamento da experiência de um usuário em uma página específica. 

Infográfico sobre Core Web Vitals
Core Web Vitals

O Google as usa no seu algoritmo, junto com os web crawlers e, assim, consegue avaliar a usabilidade da página, além de compreender o quão perto ou longe ela está de atingir uma boa experiência para o usuário. 

Conhecidas também por “principais métricas da web” elas são divididas em três grandes indicadores. São eles: 

  • Largest Contentful Paint (LCP): responsável por medir o tempo de carregamento da página;
  • First Input Delay (FID): mede o tempo que o usuário leva para interagir com a página;
  • Cumulative Layout Shift (CLS): encarregado de medir a estabilidade do conteúdo enquanto a página está em carregamento até a interação do usuário.

Quando o Core Web Vitals foi implementado?

Em maio de 2020 o Google fez um anúncio comunicando que as Core Web Vitals estavam sendo desenvolvidas e o seu intuito era unificar a maneira de entender a performance de uma página sem lidar com uma grande quantidade de métricas e ferramentas. 

No fim do mesmo mês, o anúncio foi outro: as CWV seriam incorporadas ao algoritmo do Google e esse processo ocorreu aos poucos.

Assim, em junho de 2021 começou a implementação que hoje, por sua vez, já faz parte do nosso cotidiano, principalmente no de profissionais de SEO e User Experience.

Quais as métricas analisadas pelo Core Web Vitals?

Você já sabe que as CWV envolvem três fatores: LCP, FID e CLS. 

Agora, chegou a hora de conhecermos cada uma dessas métricas de forma mais detalhada.

1. LCP – Largest Content Paint

Métrica Largest Contentful Paint - LCP analisada pelo Core Web Vitals
Largest Contentful Paint (LCP) analisada pelo Core Web Vitals.

Focada na medição da velocidade na qual uma página carrega de forma completa o conteúdo para o usuário, a LCP mede a velocidade de carregamento pelo tempo de renderização, ou seja, até o momento que o maior elemento da página (que pode ser um vídeo, imagem ou até mesmo o texto) seja mostrado na tela do usuário. 

Além disso, é importante ressaltar que esse tempo de carregamento pode ser influenciado por vários fatores, como CSS, JavaScript e até mesmo pelo tempo do servidor. 

O Google faz algumas recomendações sobre os valores da Largest Contentful Paint: 

  • Recomendável: abaixo de 2.5 segundos;
  • Precisa de ajustes: entre 2.5 e 4 segundos;
  • Faça grandes mudanças: acima de 4 segundos. 

Caso a sua página se encontre no último fator você, provavelmente, está perdendo muitos visitantes. Fique de olho!

2. FID – First Input Delay 

Métrica First Input Delay (FID)
Métrica First Input Delay (FID) analisada pelo Core Web Vitals.

Em suma, a FID é a métrica responsável por medir a velocidade de resposta à primeira interação do usuário. Pode ser um clique ou até mesmo um controle de JavaScript.

Esse tempo medido do momento que o usuário interage pela primeira vez até o site responder acontece em milissegundos e os atrasos podem ser decorrentes de outros fatores como carregamento de arquivos grandes de JavaScript. 

O Google também faz algumas recomendações sobre os valores da First Input Delay: 

  • Recomendável: abaixo de 100 milissegundos;
  • Precisa de ajustes: entre 100ms e 300ms;
  • Má experiência de usuário: acima de 300ms. 

3. CLS – Cumulative Layout Shift 

Métrica Cumulative Layout Shift (CLS).
Métrica Cumulative Layout Shift (CLS) analisada pelo Core Web Vitals.

A terceira e última métrica das CWV é a CLS, que faz a medição da frequência e a gravidade das mudanças de layout feitas de modo inesperado em uma página.

Você provavelmente já acessou algum site no qual, do nada, um elemento da página mudou de lugar e você clicou onde não queria por causa dessa mudança: a CLS mede exatamente isso. 

Esses movimentos repentinos atrapalham a experiência da página e irritam muito os usuários. Pensando nisso, o Google construiu recomendações acerca dos valores da Cumulative Layout Shift: 

  • Recomendável: abaixo de 0.1;
  • Precisa de ajustes: entre 0.1 e 0.25;
  • Má experiência de usuário: acima de 0.25. 

Como medir o Core Web Vitals?

Antes de conhecermos as ferramentas de medição, você precisa compreender que as métricas das Core Web Vitals podem ser medidas em Lab Data (no laboratório) ou no Field Data (no campo). 

Entenda melhor: 

  • Lab data: é feita uma simulação do carregamento da página em ambientes controlados;
  • Field data: neste caso, a análise usa as interações reais dos usuários e consegue captar nuances que o laboratório não consegue. 

É importante ressaltar que o LCP e o CLS podem ser analisados em ambos os casos, mas o FID apenas pode ser medido em campo.

Agora, vamos conhecer ferramentas que ajudam no entendimento dessas métricas? 

PageSpeed Insights

O PageSpeed Insights mede a velocidade das páginas, informa as métricas CWV, tanto em mobile quanto em desktop e ainda traz sugestões de melhorias.

No que diz respeito aos dados de campo, ela informa ao Chrome UX Report. Já quando falamos de dados de laboratório, os dados são baseados na análise do Lighthouse. 

Lighthouse

Como citado acima, o PSI usa dados de laboratório do Lighthouse, que é uma ferramenta que verifica dados de LCP, FID e CLS, além de medir a velocidade de sites e diversos elementos de experiência de uma página. 

Search Console

O Google Search Console é uma ótima ferramenta por oferecer um relatório específico de Core Web Vitals. 

Além de usar os dados de campo dos sites, os resultados obtidos nos seus relatórios são divididos por status (ruim, melhorias necessárias e bom), o que faz com que a visão das páginas que precisam de melhorias seja mais rápida e fácil.

Chrome User Experience Report

Essa ferramenta analisa as CWV por meio de dados de campo, analisando, também, métricas de diagnóstico das páginas. 

Você pode encontrar os seus dados de diversas maneiras: pelo PageSpeed Insights, como já foi citado, pelo CrUX API, ótimo para profissionais de UX, porque integra dados de outros aplicativos e pelo CrUX Dashboard.

Como analisar as métricas do Core Web Vitals?

Em cada uma das ferramentas citadas acima você conseguirá ter acesso aos dados. 

Portanto, correlacione os mesmos com as recomendações do Google para cada uma das métricas das CWV, também já citadas neste artigo, e compreenda em quais delas sua página está boa, com necessidade de melhorias ou entregando uma má experiência para o usuário.

Como melhorar a pontuação do Core Web Vitals?

Fez as suas análises e percebeu que a sua pontuação não é a ideal? 

Então, é a hora de fazer ajustes e trabalhar pesado para entregar uma melhora nos dados das Core Web Vitals. 

Algumas melhorias são: 

  • Melhorar o tempo de resposta do servidor: otimize o servidor, antecipe conexões de terceiros e armazene em cache parte ou todo o conteúdo da página HTML;
  • Adiar JavaScript e CSS: elimine caracteres desnecessários no código, assim arquivos são reduzidos; e adie o carregamento de scripts que não são essenciais para a página;
  • Diminuir o tempo de carregamento de recursos: comprima imagens, compacte arquivos de texto e pré-carregue recursos importantes;
  • Tenha um web worker: assim o JavaScript poderá ser executado em segundo plano e, como consequência, há uma melhora no FID.

Qual a importância do Core Web Vitals na experiência do usuário?

Em suma, são essas métricas, a LCP, CLS e FID que garantem que o dono de uma página entenda se o seu consumidor está tendo uma experiência positiva ao acessar o site ou blog. 

É comum entrarmos em páginas e sairmos logo em seguida, seja porque elas demoram muito para abrir, mudam layouts automaticamente e de maneira desorganizada, ou até mesmo não carregarem imagens. O foco é um só: todos nós queremos ter uma boa experiência na internet e as Core Web Vitals são importantes por serem um caminho para alcançarmos esse fato!

Como melhorar projetos UX com o Core Web Vitals?

Muito se fala da importância das CWV para o SEO quando, na realidade, o foco é o usuário, ou seja, a experiência dele. 

Entendendo as métricas das Core Web Vitals você, profissional de UX, conseguirá compreender como a sua página está se comportando frente aos seus visitantes e, assim, será possível traçar estratégias personalizadas para cada uma das suas páginas e os seus projetos de UX serão mais direcionados e eficientes. 

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Tipos de instituições financeiras: quais suas funções + principais exemplos

Ao contrário do que muitos pensam, os bancos não são os únicos agentes do mercado financeiro. Existem muitos tipos de instituições financeiras, que podem ser bancárias ou não-bancárias, cada uma com sua função e gama de serviços disponíveis.

Entender as características de cada exemplo de instituição financeira é importante para saber como elas podem ajudar a sua vida, permitindo um gerenciamento completo do seu dinheiro, acesso a  incentivos econômicos e a entrada no mundo dos investimentos.

Basicamente, uma instituição financeira é uma organização responsável por intermediar o cliente e o mercado financeiro, oferecendo diferentes serviços. Dessa forma, vamos explicar suas funções e como contar com elas.

Ao longo do post, você vai conhecer alguns dos principais tipos de instituições financeiras e alguns exemplos:

  1. Bancos comerciais;
  2. Caixas Econômicas;
  3. Bancos de investimentos;
  4. Bancos múltiplos;
  5. Cooperativas de crédito;
  6. Instituições de microcrédito;
  7. Companhias hipotecárias;
  8. Gestoras de recursos;
  9. Corretora de Valores.

O que é uma instituição financeira?

É comum que as pessoas pensem que os exemplos de instituição financeira se resumem aos bancos em que você abre uma conta corrente, realiza transferências e depósitos e recebe o seu salário. Mas, na verdade, o chamado banco comercial é apenas um dos tipos de instituições financeiras.

Podemos definir o que é uma instituição financeira como uma organização, pública ou privada, que atua como intermediária entre o cliente e os mais diversos serviços do mercado financeiro.

Elas seguem as regras, diretrizes e definições ditadas pelo Banco Central, que supervisiona sua atuação e garante sua conformidade com o Sistema Financeiro Nacional. Dessa forma, elas podem intermediar a captação de recursos, oferta de crédito e muitas outras atividades da nossa sociedade.

Quais são as funções de uma instituição financeira?

Uma instituição financeira pode desempenhar diferentes funções, como conceder empréstimos e financiamentos, intermediar investimentos, realizar transações bancárias, gerenciar recursos dos clientes etc.

Assim, você deve escolher a instituição financeira que mais combine com seu objetivo. Nem sempre você precisa usar a mesma para tudo.

Por exemplo: você pode usar a conta corrente de um banco comercial para fazer depósitos à vista e pagar contas. Por outro lado, na hora de investir, você pode usar uma gestora de recursos ou uma corretora de valores.

De fato, podemos citar as corretoras de investimentos e os fundos imobiliários como exemplos de instituição financeira não-bancária. Isso porque elas permitem aplicações e movimentações de valores, mas não podem disponibilizar crédito e outros serviços exclusivos para seus clientes.

Quais os tipos de instituições financeiras no Brasil?

É possível categorizar os tipos de instituições financeiras da seguinte maneira: as bancárias e as não-bancárias.

O que diferencia ambas as categorias é que, enquanto a primeira tem permissão para conceder crédito, a segunda não pode realizar esse tipo de operação, sendo permitido apenas operar com ativos não monetários.

Confira agora quais são os principais tipos de instituições financeiras:

1. Bancos comerciais

Os bancos comerciais estão entre os tipos de instituições financeiras com as quais as pessoas estão mais familiarizadas. Eles podem ser públicos ou privados,

É por meio desses bancos que a população tem acesso aos serviços financeiros mais comuns, como transferências, saques, depósitos e outras movimentações mais cotidianas. No geral, eles servem para captar recursos por meio desses depósitos e intermediar a movimentação de ativos financeiros.

Os bancos comerciais tradicionais, com agências físicas, foram o principal acesso da população aos serviços financeiros por muito tempo. Atualmente, temos os chamados bancos digitais, que possuem uma operação mais enxuta e são utilizados quase exclusivamente por meio de dispositivos móveis.

2. Caixas Econômicas

Trata-se na verdade de uma única constitutiva desse tipo, a Caixa Econômica Federal, que além de ser um banco comercial, tem importante papel no Sistema Brasileiro de Poupança e no Sistema Financeiro de Habitação.

A Caixa é como um banco comercial público, sendo capaz de desempenhar as mesmas funções que qualquer outro. 

No entanto, ela tem um papel de destaque no desenvolvimento da sociedade, dando prioridade para concessão de crédito e financiamento de programas de incentivo à população, como o Minha Casa Minha Vida, Auxílio Brasil e outros.

Por fim, é a Caixa Econômica Federal que administra as loterias oficiais e o FGTS.  

3. Bancos de investimentos

Os bancos de investimentos são instituições privadas de sociedade anônima que captam recursos através da emissão de títulos, como Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) .

Esse tipo de instituição financeira também se beneficiou da transformação digital no mercado financeiro, que popularizou e facilitou o acesso ao mundo dos investimentos, principalmente para pessoas físicas.

A captação de recursos acontece por meio de depósitos a prazo, repasses externos e venda de cotas. Eles então permitem que as pessoas invistam seu dinheiro em aplicações de renda fixa ou variável, para que possam multiplicar esse capital.

Além disso, esses bancos podem operar em modalidades de concessão de crédito, mas não costumam oferecer o serviço de conta-corrente.

< Saiba mais: LCI e LCA: o que significam, como funcionam e vantagens />

4. Bancos múltiplos

Os bancos múltiplos são aqueles que oferecem serviços de diferentes tipos de instituições financeiras em seu portfólio. Para entrar nessa categoria, é necessário contar com serviços de pelo menos duas carteiras distintas.

Na maioria das vezes, trata-se de um banco comercial que, além de intermediar movimentações financeiras e oferecer abertura de conta-corrente, também disponibiliza opções para quem quer investir ou realizar operações de câmbio, por exemplo.

5. Cooperativas de crédito

As cooperativas de crédito funcionam como um banco comercial. Porém, os serviços financeiros que oferecem são direcionados apenas para os seus associados. 

Desse modo, os membros atuam em conjunto na gestão e viabilização da instituição. Em contrapartida, podem ter taxas e condições melhores que instituições tradicionais.

Por regra, cooperativas de crédito são instituições sem fins lucrativos e autorizadas pelo Banco Central a captar depósitos, obter empréstimos, oferecer crédito e realizar aplicações em nome de seus associados.

6. Instituições de microcrédito

As instituições de microcrédito são focadas em oferecer acesso a crédito e movimentar valores para micro e pequenas empresas. Por conta da estrutura reduzida desses empreendimentos, costumam enfrentar mais dificuldade para obter linhas de crédito em bancos tradicionais.

Dessa forma, o microcrédito se especializou nesse ramo de negócios e personalizou seu portfólio para atender suas necessidades financeiras.

7. Companhias hipotecárias

As companhias hipotecárias são outro exemplo de instituições financeiras não-bancárias, de sociedade anônima, que atuam principalmente na concessão de crédito e gerenciamento de aplicações direcionadas ao mercado imobiliário.

De modo geral, empreendimentos do setor podem contar com essas empresas para financiar suas atividades ou obter empréstimos.

< Leia também: Como acompanhar fundos imobiliários? Confira! />

8. Gestoras de recursos

As gestoras de recursos são organizações dedicadas à administração do patrimônio financeiro de terceiros, sejam pessoas físicas ou jurídicas, sob supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Também conhecidas como asset managers, sua responsabilidade é gerenciar o dinheiro de seus clientes. Depois de captar esses recursos e verificar os objetivos deles, elas podem montar fundos de investimento para expandir esse patrimônio.

9. Corretora de Valores

Por fim, temos as corretoras de valores, que servem para mediar as interações entre investidores e o mercado financeiro. Por meio dessas instituições, seus clientes podem realizar a compra e venda de títulos de renda fixa e também aplicar em renda variável, investindo em ações na Bolsa de Valores.

Se você quer conhecer melhor as instituições financeiras do Brasil, bancárias e não bancárias, este vídeo do Tiago Feitosa pode te ajudar bastante:

Exemplos de instituições financeiras no Brasil

Como você pôde conferir até agora, os tipos de instituições financeiras no Brasil vão além dos bancos com os quais estamos mais acostumados a lidar.

Existem vários exemplos de instituições financeiras que podemos citar. O Itaú Unibanco e o Banco do Brasil são instituições do tipo banco múltiplo, pois oferecem diferentes soluções para os clientes.

a XP Investimentos, a Clear e a Rico são exemplos de corretoras de valores, permitindo que investidores possam fazer as melhores aplicações de acordo com seu perfil e objetivos.

Outros exemplos de instituições financeiras são a Sicoob e a Sicredi, ambas cooperativas de crédito com ampla participação no mercado.

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Quanto rende um milhão por mês? Descubra como investir com esse capital

Você sabe quanto rende um milhão por mês? Em um cenário em que a inflação gira uma média de 10% ao ano, saber circular uma grande quantia pode ser uma manobra complicada, porém, bastante vantajosa.

Esse cuidado é essencial para não deixar seu patrimônio rendendo abaixo da inflação, o que significa arcar com um prejuízo considerável ao longo dos anos, ainda mais por se tratar de um montante desse tamanho.

Com um milhão de reais é possível montar uma carteira diversificada e fazer investimentos excelentes. Aliás, quando envolve altos valores, as instituições financeiras selecionam gerentes exclusivos para seus clientes vips, entre outras regalias. 

Mas de nada adianta buscar o melhor rendimento se você não conhecer seu perfil de investidor, avaliar sua situação financeira ou entender como funciona o mercado.

Foi pensando nisso que preparamos este artigo! Por meio dele, você descobrirá quanto rende um milhão por mês de acordo com cada investimento, e terá alguns insights para colocar essa ideia em prática. Vamos lá?

Quanto rende um milhão de reais por mês?

Afinal de contas, um milhão de reais rende quanto de juros por mês? Na prática, essa valorização depende muito de onde você aplica ou guarda o seu capital. Por exemplo, um milhão na conta rende quanto? E na poupança? E investido em fundos imobiliários?

Idealmente, com esse capital, é possível montar uma carteira com investimentos variados, que aumentam sua segurança e podem viabilizar a tão sonhada independência financeira.

Trazemos essas situações de quanto rende um milhão por mês para mostrar como elas funcionam e como explorar as opções do mercado financeiro para expandir seu capital. Também mostraremos como algumas opções podem aparentar um bom rendimento, mas perdem força quando comparamos com outras aplicações.

Então vejamos como se comporta a rentabilidade de um milhão com aplicações nos seguintes investimentos:

Quanto rende um milhão na conta por mês?

Em primeiro lugar, é importante destacar que, na maior parte dos casos, um milhão de reais na conta não rende juros mensais, quando falamos de modalidades tradicionais e básicas de conta-corrente. Dessa forma, deixar todo esse dinheiro parado no banco é uma verdadeira cilada.

Com o tempo, sem pagar rendimentos, o seu capital perde poder de compra, já que os bens que ele pode adquirir passam por reajuste mediante a inflação. 

Algumas opções podem fugir dessa regra, como é o caso de bancos que pagam rendimento percentual com base no CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, que são títulos emitidos pelos próprios bancos para ajustar sua liquidez e atingir balanço positivo ao fim do dia.

Exemplo disso é a conta do Nubank, que paga a partir de 100% do CDI para o dinheiro guardado na conta.  O quanto isso representa de rendimento é ajustado diariamente, com base na Taxa DI, que por sua vez fica sempre próxima da Selic, a taxa básica de juros no Brasil.

Na prática, o rendimento de um milhão na conta com 100% CDI, após desconto do Imposto de Renda, fica em torno de R$ 8.705,70.

< Confira também: Como calcular o rendimento do CDI? Entenda o processo e lucre mais! />

Quanto rende um milhão de reais na poupança?

A aplicação mais conhecida no Brasil não tem alta rentabilidade, mas é solidificada no mercado. Atualmente, o rendimento da caderneta fica em torno de 70% do CDI, que falamos anteriormente. Logo, o investimento de R$ 1 milhão na poupança rende o valor de R$ 5.190,87 após 30 dias.

Com o aumento da taxa básica de juros, a Selic, a rentabilidade anual da poupança também pode aumentar. Mas vale ressaltar que, embora seja um número superior do que o normal, a poupança não é uma boa opção de investimento como as demais citadas neste artigo. 

Isso porque seu rendimento costuma ficar abaixo da inflação. Por exemplo, em agosto de 2022, o índice inflacionário acumulado foi de 8,73%, acima dos 6,72% de reajuste da poupança no mesmo período.

No mês seguinte, ela até fechou acima da inflação, com vantagem de apenas 0,1%, o que não compensa o investimento quando observamos o panorama geral, mesmo para aplicações de curto prazo, em torno de um ano.

Quanto rende um milhão no Tesouro Selic por mês?

O Tesouro Selic é uma boa opção de rendimento, pois ele rende conforme a criação da taxa Selic, estabelecida atualmente em 7,75% ao ano, com aumento já aprovado de 1,5%, ou seja, em 2022 chegará a 9,25% ao ano.

Deste modo, se analisarmos com a taxa atual, o investimento de um milhão de reais rende R$6458 por mês, o que significa R$77500 por ano. Um valor bastante interessante, não é?

Interessante destacar que as opções de investimento no Tesouro Selic entram na modalidade de renda fixa e contam com taxa de rendimento maior quando o valor é aplicado por mais tempo. 

Por exemplo, títulos do Tesouro Selic 2025 rendem Selic + 0,0373%, enquanto no Tesouro Selic 2027 a valorização é calculada pela Selic + 0,1423%.

Quanto rende um milhão por mês no CDB?

O CDB, Certificado de Depósito Bancário, é uma boa opção para obter aumentar seu patrimônio financeiro com a segurança da renda fixa, oferecendo títulos com rendimento pré ou pós-fixado. Normalmente, ele é atrelado a um indicador externo, como o CDI ou IPCA.

Dessa forma, para saber quanto rende um milhão no CDB por mês, é preciso considerar cada título em específico. Também devemos considerar que essa rentabilidade aumenta com o tempo. O ideal é usar essa aplicação em investimentos de pelo menos um ano.

Nesse caso, títulos de CDB que rendem 110% do CDI, por exemplo, chegaram a acumular aproximadamente R$ 48.000,00 no ano de 2021, valor que poderia ser ainda maior se a aplicação continuasse ativa por mais tempo.

Quanto rende um milhão por mês em títulos IPCA?

O IPCA é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a variação de preço entre diversos produtos e serviços no país de um mês ao outro, ele é utilizado como indicador oficial da inflação.

O Tesouro IPCA+ é um título de renda fixa com rentabilidade híbrida, que possui uma taxa prefixada que é somada ao IPCA. Esse tipo de aplicação pode pagar rendimentos no vencimento ou de forma semestral. 

Vale lembrar que eles são tributados no Imposto de Renda, com uma alíquota que diminui consideravelmente quanto maior for o tempo de aplicação.

No geral, títulos como IPCA pagam de 5% a 6% ao ano, ou seja, uma média de R$4166,66, próximo à poupança, deixando também um saldo positivo.

< Saiba mais: Tesouro IPCA: como funciona o título público ligado à inflação? />

Quanto rende um milhão por mês aplicado em Fundos Imobiliários?

Investir em fundos imobiliários pode ser uma ótima alternativa, visto que os imóveis são reajustados pela inflação, o que garante poder de compra e de renda. 

Ao adquirir esses papéis, você disponibiliza esse capital para aplicação no setor imobiliário, se tornando um dos donos de empreendimentos como shoppings, hotéis e outros. Eles possuem um gestor responsável por alocar os valores para trazer a melhor rentabilidade possível.

O interessante é que os Fundos Imobiliários trazem um retorno que, na maioria das vezes, é superior ao de imóveis físicos, com um alto potencial de valorização. Além disso, certos títulos podem trazer liquidez mensal, mediante o pagamento de aluguéis. 

Sendo assim, um milhão de reais pode render algo em torno de R$7 mil por mês, e um total anual de R$84 mil por ano, a depender da gestão e das condições determinadas pela configuração desses fundos.

Mas não esqueça: embora os fundos imobiliários apresentam rendimento maior do que a poupança e o Tesouro Selic, eles são um ativo de renda variável, ou seja, passam por oscilações do mercado. Isso significa que o rendimento pode ser maior ou menor do que a média calculada.

Como investir um milhão de reais?

Para investir um milhão de reais é necessário ter uma estratégia bem formada, pois existem diversas possibilidades no mercado financeiro que podem alavancar ou reduzir o seu dinheiro.

Mesmo assim, você já pode se denominar um investidor qualificado, ou seja, aquele que entra no time dos exclusivos, categoria criada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Mas, vamos lá? O que é preciso para saber quanto rende um milhão de reais e onde investi-lo? É o que vamos começar a explicar a seguir.

O que levar em conta para investir um milhão de reais?

Antes de entender como um milhão pode ser rentável, você precisa considerar os seguintes critérios:

  • conheça seu perfil de investidor;
  • faça planos de investimentos a longo prazo;
  • avalie os riscos e oscilações do mercado e a liquidez;
  • crie uma carteira diversificada para fortalecer o potencial de retorno.

Por fim, evite seguir tendências e recomendações desnecessárias que podem prejudicar sua estratégia.

Agora que você já sabe quanto rende um milhão por mês, fica mais fácil filtrar qual tipo de investimento é o mais apropriado. Mesmo assim, antes de bater o martelo, analise os seguintes fatores:

1. Perfil de investidor

Se você ainda não sabe qual é o seu estilo, saiba que as corretoras de valores realizam, um teste de suitability para verificar em qual dos três tipos de perfil o cliente se enquadra:

  • conservador: escolhe ativos mais seguros, de preferência, de renda fixa, pois é totalmente avesso a investimentos arriscados;
  • moderado: é o investidor que utiliza o meio-termo. Ele combina ativos menos arriscados com uma parte mais arrojado;
  • arrojado: não se importa muito com a liquidez, aplicando seu dinheiro em investimentos de renda variável arriscados, porém, com ganhos acima da média. 

2. Liste seus objetivos

Anote seus projetos, analisando o dinheiro para cada um. Você deseja ter uma boa aposentadoria, abrir uma empresa ou viajar, por exemplo.

Em outras palavras, tanto a renda fixa quanto a variável têm seus momentos de maior rentabilidade. O importante é ter todos os projetos anotados, incluindo a ideia de fazer uma simulação para visualizar se a sua estratégia poderá dar certo.

Quanto rende um milhão por mês? Dica bônus 

Depois de saber quanto rende aplicar um milhão por mês e como decidir qual investimento é o ideal para você, uma dica extra que temos é para que monte uma carteira bem diversificada, formada por diferentes tipos de títulos, tanto de renda fixa quanto variável.

Dessa forma, você pode manter diferentes objetivos ao mesmo tempo, tem a chance de viver de renda e ainda pode se proteger das variações econômicas que atingem esse mercado e podem prejudicar alguns de seus rendimentos.

Na verdade, temos mais uma dica importante para compartilhar. Se você quer viver de investimentos, seja com um milhão ou começando com mil reais, é essencial absorver o máximo de aprendizado possível.

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Tipos de trade: entenda o que significa fazer trade e como investir na bolsa

O barulho dos pregões de antigamente e a ideia de que investir em ações é indicado apenas para perfis mais arrojados pode persistir, mas a verdade é que temos diferentes tipos de trade na bolsa, com opções mais fáceis de operar para quem deseja realmente diversificar sua carteira.

Conhecer essas alternativas é essencial para usar bem o seu capital e, possivelmente, obter um bom lucro. E o momento não poderia ser melhor, afinal de contas, operar no mercado de ações nunca esteve tão em alta. 

De acordo com um estudo da B3, apenas no primeiro semestre de 2021, o número de investidores na Bolsa de Valores Brasileira cresceu 43%

Ou seja, o cenário parece favorável, não é mesmo?

Nesse post, vamos explicar o que é trade financeiro, quais as vantagens desse investimento e quais os principais tipos de trading disponíveis no mercado, com tudo que precisa saber para escolher operações que combinam com o seu perfil e os objetivos que possui. Aproveite a leitura!

O que é trade?

Trade, também chamado de trading, é o nome dado para as operações de compra e venda de ativos na bolsa de valores, em operações essenciais para a liquidez do mercado e abertura da possibilidade de negociação para essas aplicações.

A principal característica para esses tipos de operações é que não é possível prever o retorno do investimento, considerando que o lucro obtido depende de encontrar o momento certo para comprar e vender as ações.

Desse modo, a capacidade de especulação no mercado financeiro e a aceitação de riscos relativos à renda variável são pré-requisitos para o investidor. Porém, isso não significa que o investidor de perfil mais conservador não possa incluir essas aplicações na sua carteira, basta entendê-las melhor.

Ao contrário do que muitos pensam, não existe uma única forma de investir na bolsa, mas várias. Cada uma conta com suas particularidades, o que torna este tipo de aplicação atrativa para diferentes perfis de investidor.

Há quem invista pensando na valorização do ativo em longo prazo, ou com o objetivo de lucrar com os dividendos distribuídos pelas empresas. Já, outros, identificam-se mais com a especulação, com um maior número de operações de compra e venda em um curto período, visando lucrar com as oscilações dos preços.

Então, o que significa fazer trade?

Fazer trade significa comprar e vender ativos financeiros para obter rentabilidade. O preço das ações é negociado ao longo do pregão, passando por altas ou baixas com base na oferta e demanda desses títulos.

Assim, o objetivo do trader, que faz esse tipo de operação, é adquirir os ativos pelo menor valor possível, vendendo quando eles tiverem alta. A diferença no preço determina os ganhos obtidos.

Vale destacar que a negociação de ações na bolsa de valores pode ser feita diretamente pelo investidor ou por meio de traders profissionais, que gerenciam as chamadas mesas de operações, onde ficam responsáveis por analisar o mercado e trabalhar os ativos de terceiros. 

5 principais tipos de trade na bolsa

Agora que sabemos o que é trade, é importante conhecer as diferentes modalidades que esse tipo de aplicação oferece, para saber qual é mais adequada para cada perfil de investidor ou objetivo.

Algumas dessas operações demandam dedicação diária, análise de diversos parâmetros econômicos e aprendizado constante para que seja possível ter lucro. Por outro lado, a possibilidade de alavancagem é bastante atrativa, assim como as negociações ágeis e liquidez praticamente imediata.

Cada trader opera da forma que mais lhe convém, de acordo com seus objetivos e com o grau de risco que está disposto a correr. A principal diferença entre os tipos de trade, está no tempo médio entre uma operação e outra.

Pensando nisso, vamos falar sobre os 5 principais tipos de trade e como eles se saem nesses quesitos. São eles:

  1. day trade;
  2. scalping trade;
  3. swing trade;
  4. position trade;
  5. buy and hold trade.

1. Day trade

Provavelmente o tipo de trading mais famoso, o day trade, conforme o nome sugere, se refere à modalidade de operação na bolsa na qual o investidor realiza a compra e venda de ativos em um intervalo de minutos ou horas. Porém, sempre finalizando a posição no mesmo pregão.

Em geral, para essas operações, os traders utilizam ativos de alta liquidez, que permitem entradas e saídas rápidas, lucrando com a diferença entre o preço de compra e venda.

Por conta do grande número de operações diárias, é comum que haja um custo maior de operação relacionado às taxas de corretagem, além de uma tributação de 20% sobre o lucro.

Por isso, é importante escolher corretoras que ofereçam taxas mais atrativas, como a XP Investimentos, a Rico e a Clear.

< Quer saber mais sobre o assunto? Confira este conteúdo onde explicamos tudo direitinho: O que é taxa de corretagem? Por que você deve prestar atenção nisso?/>

Quem pode fazer Day Trade?

Por ser considerada uma estratégia de trading avançada, o day trade é mais indicado para investidores experientes, preferencialmente com um perfil de risco arrojado. A recompensa desse tipo de aplicação é a excelente alavancagem, operação ágil e alta liquidez.

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Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia de Boas Práticas para Day Trade" da Faculdade XP School.

2. Scalping trade

O scalping trade é muito semelhante ao day trade, com a diferença que, nesta modalidade, as operações são ainda mais rápidas, durando apenas segundos ou poucos minutos. No geral, esse tipo de trade realiza até 10 vezes mais negociações que no day trading.

Por conta disso, esse tipo de trading requer ainda mais experiência, agilidade e conhecimento por parte do operador, que deve se manter atento para aproveitar janelas de oportunidades para lucrar com a alta volatilidade do mercado.

Por serem movimentos de curtíssimo prazo, tanto os ganhos quanto as perdas tendem a ser pequenos.

Porém, quanto maior é o volume negociado, maior é a chance de lucro ou prejuízo. Logo, um scalper precisa ter um profundo conhecimento a respeito do mercado e experiência nesse tipo de operação.

3. Swing trade

No swing trade, as negociações são realizadas em intervalos maiores, com os investidores mantendo suas posições por dias ou até semanas.

Assim como em outros tipos de trading, o swing trader analisa os gráficos em busca de boas oportunidades de lucro, sempre tentando acertar o ponto de máxima para a venda dos ativos. Para isso, deve se manter atento às tendências do mercado.

A vantagem nesta modalidade é justamente o número reduzido de operações, o que gera um custo menor com taxas. 

Os ganhos são obtidos quando o trader consegue identificar momentos de alta e baixa de ações. Ou seja, ele observa papéis em queda, faz a aquisição e aguarda dias ou semanas, até perceber um movimento de valorização para vendê-los com o melhor lucro possível.

4. Position trade

Position trade é uma modalidade de trading de longo prazo, na qual o investidor pode manter uma posição aberta por meses, podendo chegar até um ano ou mais.

Devido ao menor número de operações, esta estratégia demanda menos tempo de dedicação, mas, ainda assim, o investidor deve se manter focado nos movimentos do mercado por meio da análise técnica, a fim de identificar o momento certo de realizar seus ganhos.

De modo geral, quem atua no position trade procura ativos que têm uma maior tendência a serem estáveis, quando o valor dos papéis passa longos períodos sem grandes alterações.

Com paciência e conhecimento sobre o mercado, é possível identificar o melhor momento para obter ganhos ou frear perdas.

5. Buy and hold trade

Buy and hold trade é mais uma estratégia de investimento de longo prazo. Semelhante à position trade, os investidores podem manter suas posições abertas por anos.

A diferença é que a buy and hold trade se baseia na análise fundamentalista, partindo da situação da organização emissora dos papéis, considerando aspectos internos, mercadológicos, financeiros e até mesmo políticos. Isso porque até mesmo notícias envolvendo a empresa influenciam a cotação de suas ações.

Quer entrar neste mundo, mas não sabe por onde começar? Então, veja o vídeo abaixo, no qual a especialista em investimentos Clara Sodré lista 4 passos simples para começar a investir em ações. Dê o play e aprenda agora mesmo:

Como escolher o tipo de trade para seu perfil?

Conhecendo os diferentes tipos de trading é possível perceber que não há um melhor que o outro, uma vez que todos têm suas vantagens e desvantagens.

Investidores arrojados tendem a optar por estratégias como scalping e day trade. Já os conservadores, se sentirão mais à vontade fazendo buy and hold ou position trade. Ou seja, tudo depende do seu perfil de investidor, considerando os objetivos e riscos que está disposto a assumir.

Vale lembrar que todos os tipos de trading oferecem riscos. Por isso é muito importante respeitar sua tolerância a risco ao optar por uma modalidade.

Uma coisa é certa: quanto mais conhecimento, informação e experiência você tiver, melhores serão seus resultados. Logo, é importante estar sempre estudando e se atualizando, e nós podemos te ajudar nisso!

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O que acontece com a queda da taxa Selic para os investidores?

De tempos em tempos, ouvimos falar sobre os altos e baixos da taxa básica de juros do país, certo? Por isso, preparamos um post para mostrar o que acontece com a queda da taxa Selic, principalmente nos investimentos.

Antes de mais nada, vale lembrar que essa taxa básica de juros serve para controlar a inflação. E as demais taxas acompanham de perto essa “montanha russa”, seja para aplicar recursos, tomar dinheiro emprestado ou financiar bens.  

Neste artigo, falaremos sobre o que acontece com a queda da taxa Selic do ponto de vista dos investidores. Para isso, não podemos deixar de citar a estratégia de diversificação, a fim de proteger o patrimônio e escolher os melhores ativos para compor sua carteira. Continue lendo!

O que é a taxa Selic?

A taxa Selic se refere ao Sistema Especial de Liquidação e Custódia, plataforma destinada a operações de negociação de títulos públicos, feitas por instituições financeiras diversas, como os bancos e as corretoras de investimento.

Ela também é conhecida como taxa básica de juros, já que representa a média de juros aplicados às compras e vendas dos títulos no Selic. Por consequência, seu índice é utilizado como referência por essas empresas financeiras para calcular os juros cobrados em empréstimos e financiamentos.

A Selic é um instrumento da política monetária do Banco Central para manter a estabilidade dos preços. Essa ferramenta é essencial para manter a inflação sob controle, que envolve o aumento dos preços da cesta de bens e serviços.  

A cada 45 dias, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para a votação da meta da Selic. Falando nisso, essas decisões impactam no poder de compra, assim como no valor da nossa moeda.

< Leia também: Qual a diferença entre Taxa Selic e IPCA? Descubra como esses índices são definidos />

O que acontece com a queda da taxa Selic?

De modo geral, a taxa básica de juros serve para contrabalançar o impacto da inflação na economia do país. Quando a inflação aumenta, o poder aquisitivo do nosso dinheiro cai, fazendo com que o Banco Central adote medidas para estimular as pessoas a pouparem suas finanças.

Para saber se a queda da Selic é boa ou ruim, é necessário entender três fatores principais, que são:

  • por que a taxa Selic aumenta ou diminui constantemente?
  • quais são as principais consequências da queda da Selic?
  • como acompanhar a variação da Selic?

Por que a taxa Selic aumenta ou diminui constantemente?

Podemos entender o que acontece com a queda da taxa Selic, é preciso observar como está a inflação, medida pelo índice IPCA, calculada pela variação de preço de diversos produtos e serviços.

Quando a inflação sobe, a moeda nacional se desvaloriza. Para frear esse movimento, o Copom age para reduzir o incentivo ao consumo, que aumenta a circulação de dinheiro no mercado e provoca esse aumento inflacionário.

Para fazer isso, ele define uma meta mais alta para a taxa Selic. Isso faz com que o custo para concessão de crédito fique mais alto, elevando os juros para parcelamentos e empréstimos, além de fazer com que as pessoas comprem menos, auxiliando a controlar a inflação.

Por outro lado, o consumo muito acelerado e a inflação baixa podem afetar a economia a longo prazo, alterando a rentabilidade e o custo de captação dos bancos. Nesse caso, temos a queda da Selic, que diminui os custos de concessão de crédito e estimula o consumo por parte da população.

Com a maior circulação de moeda, a inflação pode subir, junto com os preços de produtos diversos.

Quais são as principais consequências das quedas da Selic?

O impacto da queda da Selic pode ser sentido em diversas instâncias. As taxas de juros nos bancos tendem a baixar, facilitando o acesso ao crédito. No entanto, os preços de produtos e serviços podem aumentar, o que acaba influenciando no aumento da inflação.

Até aqui, já deu pra entender que a variação da Selic afeta o nosso bolso de muitas formas, não é mesmo? Justamente por isso, vale conferir a análise feita por especialistas do portal InfoMoney, em especial sobre o mercado de ações:

“Uma Selic mais baixa costuma impulsionar o consumo. Se as pessoas consomem mais, as empresas tendem a vender mais os seus produtos. Com resultados melhores, as ações dessas companhias tendem a distribuir mais dividendos e também a se valorizar. Já quando a Selic aumenta, a atividade econômica em geral acaba arrefecendo, assim como os resultados das empresas.

 Ao mesmo tempo em que estimula o consumo, a Selic baixa também reduz o custo do crédito para as empresas. Isso facilita investimentos, por exemplo, na expansão das instalações ou outros projetos que as permitam crescer. Empresas que crescem tendem a apresentar melhores resultados, o que, novamente, beneficia suas ações. Se, por outro lado, a Selic aumenta, todo esse movimento fica prejudicado.”

Como acompanhar a variação da Taxa Selic?

No site do Banco Central, você encontra a taxa Selic atual, bem como o histórico de taxas. A propósito, além de saber o que acontece com a queda da taxa Selic, vale pensar nos movimentos de altos e baixos.

Para novembro de 2022, a meta da taxa Selic foi estabelecida em 13,75%, muito acima dos 7,75% no mesmo mês do ano anterior, como podemos ver no gráfico abaixo:

Essa taxa está acima das projeções feitas por especialistas em 2021. Apesar da alta, é importante acompanhar as variações futuras e ficar atento ao impacto que a taxa básica de juros tem nas suas aplicações.

Com isso em mente, continue conosco para conferir opções de investimentos nas épocas de queda da Selic. Assim, você poderá montar uma carteira equilibrada, para garantir seus ganhos em diferentes cenários macroeconômicos. 

Como ficam os investimentos com a queda da Selic?

A queda na Selic indica que a estratégia do Banco Central é elevar o consumo direto e diminuir o valor do crédito, elevando a atratividade de empréstimos e aumentando a circulação de dinheiro. Para os investidores, a Selic elevada tende a favorecer os títulos de renda fixa. Já nas épocas de juros baixos, o retorno pode ser melhor se você aplicar na renda variável. 

De modo geral, para definir se ter queda da Selic é bom ou ruim para os investimentos, é preciso observar como esse indicador impacta cada tipo de ativo, principalmente com base nos seus rendimentos. 

Os títulos públicos e outros populares na renda fixa costumam ter remuneração atrelada a esse índice. Dessa forma, eles passam a pagar menos que antes. Isso vale para o Tesouro Direto, Poupança, CDBs e muitos outros, sejam eles indexados junto à Selic ou ao CDI.

Para ilustrar o impacto da queda da Selic com clareza, vamos destacar os tipos mais comuns de investimento  em renda fixa, a poupança e o Tesouro Direto. Confira:

Como fica a poupança com a queda da Selic?

A poupança deixou de ser uma opção viável de investimento há tempos. Com rendimento de apenas 70% do CDI, ela frequentemente fica abaixo da inflação, o que significa que o dinheiro guardado na caderneta está se desvalorizando com o tempo.

E como fica a poupança com a queda da Selic? Nesse caso, o impacto da redução dos juros também puxa para baixo o CDI, índice no qual se baseia a poupança, fazendo ela render menos imediatamente. Além disso, quando a inflação começar a subir por conta desse reajuste, o rendimento cai ainda mais.

Como fica o tesouro direto com a queda da Selic?

Os investimentos no Tesouro Direto são caracterizados pela compra de títulos públicos, que permitem que o investidor basicamente empreste seu capital para o governo. Essas aplicações costumam ser oferecidas com vencimento em curto ou médio prazo, algo em torno de um a cinco anos.

Se considerarmos o Tesouro Selic, que é indexado diretamente pela taxa de juros definida pelo Copom, a queda da Selic provoca uma ligeira desvalorização nesses papéis, resultando em um pagamento abaixo do esperado no início da aplicação.

Como investir com a queda da Selic?

A queda da Selic tem maior impacto nos títulos de renda fixa que são atrelados à taxa de juros. Isso não significa exatamente que terá prejuízo, apenas que os ganhos não serão tão amplos quanto esperado de início.

Não costuma ser indicado se desfazer desses papéis quando houver baixa nos juros, eles ainda podem compensar. A exceção acontece quando temos o intuito de resgatar os valores e reaplicar em outras modalidades.

Nesse ponto, vamos além de mostrar o que acontece com a queda da taxa Selic para os investidores. Afinal, é importante ampliar a base de conhecimento para investir com mais segurança, tanto em renda fixa, quanto em renda variável

A diversificação é a chave para alavancar a performance do portfólio. Ao transitar entre diferentes classes de ativos, o potencial de retorno é muito maior, tanto em cenários econômicos de alta ou baixa da Selic. 

Pensando nisso, listamos quatro opções para você que já sabe o que acontece com a queda da taxa Selic e procura aplicações em renda variável para compor sua carteira. Veja:

1. Ações

Mesmo para investidores iniciantes ou com perfil conservador, aplicar em ações é uma alternativa viável para diversificar a carteira e obter uma rentabilidade elevada. 

Em geral, a compra e venda de ações permite ter uma fonte de renda passiva interessante, dá chance de retornos maiores e possuem opções baratas para quem está começando ou tem pouco capital.

Muita gente acha complicado investir na Bolsa de Valores, mas as ações podem ser mais simples do que parecem. Para te ajudar nisso, preparamos um e-book gratuito: Guia da Bolsa para Iniciantes. É só baixar e dar o start na sua jornada da riqueza! 

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

2. CRI e CRA

As siglas CRI e CRA significam Certificado de Recebíveis Imobiliários e Certificado de Recebíveis do Agronegócio. Em ambos os casos, são maneiras de financiar as atividades desses dois ramos de atuação. E, por envolver riscos maiores, a remuneração é elevada.

É uma forma de investir nesses setores, viabilizar iniciativas privadas e obter uma remuneração satisfatória, com alta liquidez.

< Entenda mais sobre CRI e CRA: o que são e como operam />

3. Debêntures incentivadas

Por sua vez, chegamos aos títulos de crédito que são emitidos por empresas. Entre os tipos de debêntures, as incentivadas têm a isenção do Imposto de Renda. Além disso, esses papéis são emitidos por companhias de setores como: energia, logística, transporte e afins. 

Eles funcionam basicamente como os títulos do tesouro direto, no entanto, servem para financiar empreendimentos privados, como abertura de novas fábricas, expansão operacional e outras iniciativas.

< Saiba mais sobre Debêntures: significado, tipos, vantagens e como escolher />

4. ETF

Já os Exchange Traded Fund (ETF) representam fundos de índice que são negociados na B3. Em linhas gerais, os cotistas reúnem recursos que serão aplicados em uma mesma carteira. 

Nos ETFs de ações, o propósito é buscar retornos compatíveis com o índice de referência escolhido. Para tal, os índices devem estar listados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como o Ibovespa ou o S&P500.

< Tire todas as suas dúvidas sobre ETF: diferenças com outros investimentos, tipos e vantagens />

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O que é GPS? Conheça o Sistema de Posicionamento Global

Como nos localizaríamos sem o GPS? Já pensou ir para algum local e não saber como chegar até seu destino?

Antigamente, a maneira mais eficiente de se localizar, era pedindo informação para qualquer pessoa na rua, mas hoje em dia, graças às tecnologias desenvolvidas nos últimos anos, temos acesso ao GPS, ferramenta que nos trouxe mais facilidade de locomoção.

O Sistema Global de Posicionamento, do inglês Global Positioning System (GPS), é um mecanismo de localização atuando com uma rede de satélites com órbitas previsíveis. O aparelho receptor que fica na Terra capta os sinais e indica exatamente em que ponto você está.

Fascinante, não é mesmo? Entenda ao longo do conteúdo mais sobre o assunto. Boa leitura!

O que é GPS?

O GPS nada mais é do que um sistema de navegação por satélite que indica para um aparelho receptor móvel a sua posição e o respectivo horário. Isso pode ser em qualquer lugar do mundo e a qualquer momento. Basta que o receptor esteja no campo de visão de três ou quatro satélites GPS.

Atualmente, há dois sistemas funcionando, o GPS americano e o GPS russo, esse último chamado de GLONASS. Existe ainda outros dois equipamentos que estão em fase de implementação: Galileo (da União Europeia) e o Compass (da China).

Em números 🛰🌎

Há um total de 24 satélites e ainda mais quatro presente em seis planos orbitais a uma altitude de 19.000 km. São dois sistemas atuando diariamente e ainda 2 sistemas em fase de implementação.

Como o GPS surgiu?

A tecnologia surgiu em meados de 1973 nos Estados Unidos, oriundo de outro projeto chamado NAVSTAR, cujo objetivo foi de suprir carências dos sistemas de navegação anteriores. Na época, várias ideias foram agrupadas para a elaboração do projeto.

O desenvolvimento foi feito pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos com foco na utilização pelos profissionais militares. O sistema GPS tornou-se operacional em 1995 e logo em 2000, o presidente dos EUA tornou o acesso público e gratuito para os civis.

Histórico dos fatos

  • 1960: início do projeto NAVSTAR;
  • 1973: concepção do GPS;
  • 1995: entrada em operação por militares;
  • 2000: abertura de acesso para civis.

Principais nomes em relação à invenção

Três grandes nomes foram quem Roger L. Easton, do Naval Research Laboratory, Ivan A. Getting, da Aerospace Corporation, e Bradford Parkinson, do Laboratório de Física Aplicada, são responsáveis ​​por sua invenção.

Além disso, os trabalhados feitos por Gladys West foram essenciais no desenvolvimento de técnicas computacionais para detecção de posições de satélites com a precisão necessária para GPS.

<Recomendação de leitura: conheça as profissões do futuro />

Como funciona um GPS

O sistema de GPS depende de vários aspectos. Conheça-os abaixo:

  • Triangulação;
  • Mapas;
  • Dados.

Triangulação

Para o GPS há o uso do sistema de triangulação que indica a localização do receptor na Terra funcionando assim: três satélites enviam o sinal para o receptor que realiza o cálculo de quanto tempo cada sinal demorou para chegar.

Mapas

Os mapas são apenas uma camada dentro de uma ferramenta. Dependendo da marca há um mapa próprio ou serviço licenciado.

Dados

Os dados constantes do GPS podem indicar dados dos usuários e sobre o deslocamento no território.

Além disso, quando a geolocalização não está ativada, há outro recurso: transmissão do sinal de telefonia. Por meio dele é possível fazer o cálculo da posição e o deslocamento do aparelho, por exemplo.

(Fonte: IME Unicamp)

Conheça os tipos de GPS

Presente no nosso dia a dia das mais variadas formas, entenda como funciona o equipamento em carros, smartphones e outros.

GPS automotivo

O sistema é utilizado em conjunto com os mapas das cidades e os locais de tráfego. Ao ser acionado, a tecnologia traça percursos e rotas em relação à localização. Ele é essencial quando se precisa usar em locais que não se conhece!

Também pode ser utilizado um rastreador GPS em caso de roubos ou furtos.

GPS náutico

É um sistema que necessita de características específicas para funcionamento como ter compatibilidade com as cartas náuticas bluechart, ser flutuável e a prova d’agua.

Além disso, o GPS náutico deve ter uma tela de tamanho igual ou ainda maior que o para carros. Em relação ao valor, o preço pode ser mais caro devido a maior complexidade e outros aspectos como o tempo e clima.

GPS para moto

Uma grande vantagem do GPS é a capacidade de rastrear a localização da motocicleta no mapa em tempo real. O rastreamento ao vivo permite que você veja se a motocicleta está em movimento ou estacionada, ou caso você a perca.

<Veja depois: tudo sobre Tecnologias Disruptivas />

GPS para aviação

Aviadores em todo o mundo usa o Sistema de Posicionamento Global (GPS) para aumentar a segurança e a eficiência do voo. Com seus recursos precisos, contínuos e globais, o GPS oferece serviços de navegação por satélite ininterruptos que atendem a muitos dos requisitos dos usuários da aviação.

A posição e a navegação baseadas no espaço permitem a determinação da posição tridimensional para todas as fases do voo, desde a partida, em rota e chegada, até a navegação de superfície do aeroporto.

GPS de celular

Como funciona o GPS no celular? No smartphone está um processador móvel, responsável não apenas pela computação. Uma das partes importantes do processador é o modem — ele recebe sinais de torres de celular, Wi-Fi, bluetooth e muito mais. Às vezes, o modem não faz parte do processador, mas é um chip separado na placa.

Quando o modem do smartphone recebe um sinal do satélite GPS, ele compara a hora enviada pelo satélite e sua hora e, em seguida, determina a diferença, assim indicando sua posição em algum local.

Nos smartphones, os mais conhecidos aplicativos de GPS são o Google Maps e o Waze. Os serviços atuam igualmente ao GPS de maneira geral. A única exceção é ao software do Google que precisa de conexão com a internet para viabilizar informações sobre trajetos, tempo de deslocamento e demais informações sobre as vias.

GPS Outdoor

O GPS Outdoor é utilizado por aqueles que adoram viajar e fazer trilhas. Logo, é essencial que o sistema tenha gravação de rotas que faça a captação do caminho percorrido e a percorrer da localidade. Também é importante que faça o armazenamento de grandes mapas e seja resistente a água, poeira e quedas.

Diferenças entre GPS, A-GPS e Glonass

Para entender de uma vez por todas, saiba que o GPS a rede de satélites para obter sua localização.

Já o A-GPS (GPS assistido) usa a rede de satélites com as informações das torres de celular da sua operadora nas grandes cidades para identificar sua localidade. Essa dimensão adicional torna o A-GPS mais rápido e preciso.

A principal diferença entre GPS e GLONASS é que, com os satélites GPS, usam as mesmas frequências de rádio, mas têm códigos diferentes para comunicação. Enquanto os satélites GLONASS têm os mesmos códigos, mas usam frequências diferentes, permitindo que satélites no mesmo plano orbital se comuniquem.

<Leia também: como funciona Inteligência Artificial e aplicações />

A tecnologia do GPS na locomoção e localização no dia a dia

Hoje em dia, o GPS está disponível para qualquer pessoa em qualquer lugar da Terra. 📍

Em alguns casos, o sistema não necessita que o usuário envie nenhum dado, pois opera com independência sem qualquer conexão de telefone e de internet. Porém, essas tecnologias citadas anteriormente possam contribuir para um funcionamento melhor.

As aplicações do Sistema de Posicionamento Global são geralmente distribuídas em cinco categorias no uso diário das pessoas:

  • Localização: determinando uma posição;
  • Navegação: no deslocamento;
  • Rastreamento: monitorando um objeto ou movimento de algo;
  • Mapeamento: por fim, na criação de mapas do mundo.

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O que é Balanced Scorecard (BSC), como utilizar e principais vantagens!

Você já ouviu falar em Balanced Scorecard (BSC)? 🤔

Essa metodologia foi criada pelos professores da Universidade de Harvard, Robert Kaplan e David Norton, na década de 1990.

O BSC prova que os resultados de uma empresa não devem ser gerenciados e avaliados apenas pela questão financeira e sim pela boa execução de um conjunto de metas.

Isso significa que os Indicadores Balanceados de Desempenho forçam uma análise e a criação de uma estratégia completa para a companhia.

A partir do BSC é possível observar os KPI’s (indicadores) mais abrangentes para a visão do negócio.

Ficou curioso? Entenda como funciona essa metodologia e por que motivo é interessante aplicá-la na sua empresa.

O que é Balanced Scorecard (BSC)?

Balanced Scorecard é um termo em inglês que significa Indicadores Balanceados de Desempenho.

Trata-se de uma metodologia de gestão estratégica que lança um olhar mais abrangente sobre a companhia, a partir de um conjunto de quatro perspectivas macro. São elas:

  • Financeira;
  • Dos clientes;
  • Dos processos internos;
  • Do aprendizado e crescimento.

Esse modelo propõe expandir a análise e o desenvolvimento da estratégia a partir da utilização de diferentes indicadores de desempenho com o objetivo de melhorar o negócio de forma holística.

Balanced Scorecard propõe análise de quatro perspectivas macro.

Portanto, ao olhar para as metas, objetivos e resultados de forma integral cria-se um importante entendimento de que cada atitude impacta no sucesso dos objetivos de uma empresa.

Por que é importante?

O balanced scorecard ajuda a trazer clareza sobre os principais objetivos de uma organização e facilita a comunicação e a integração entre as diferentes áreas. 🎯

Ao oferecer uma única visão clara do panorama geral, o BSC permite que todas as metas das equipes internas sejam criadas com empenho no mesmo propósito.

Isso significa que os esforços coletivos estarão focados no que realmente importa e, como resultado, todas as áreas caminharão estrategicamente na mesma direção.

Além de aprimorar a estratégia nesses aspectos, o balanced scorecard também torna a mensuração do desempenho muito mais precisa. 🙌

Como aplicar o BSC na sua empresa

Para aplicar o balanced scorecard na sua empresa, o primeiro passo é entender as quatro perspectivas que o método leva em consideração. São elas que nortearão o seu plano estratégico.

Dessa forma, ao olhar para essas perspectivas individualmente, e depois reuni-las em um mapa planificado, será possível realizar a avaliação integral da empresa.

Isso permitirá também que você alinhe a comunicação e trace metas e objetivos. Confira abaixo os detalhes sobre cada uma delas:

Perspectiva financeira

Nessa perspectiva, o balanced scorecard prevê a avaliação do desempenho dos objetivos financeiros da empresa de curto, médio e longo prazo. 💰

Como já mencionado, esses não podem ser os únicos ângulos a serem analisados. Porém, a perspectiva financeira ainda é um dos aspectos mais importantes de uma organização. Por causa disso, vai guiar grande parte das metas de um negócio.

Listamos abaixo alguns dos principais indicativos dessa perspectiva:

  • Lucratividade;
  • Receita;
  • Retorno sobre investimento;
  • Custo por aquisição de clientes.

Perspectiva dos clientes

Aqui o foco está na relação da empresa com os consumidores. Esse é o momento de avaliar a satisfação do cliente com o produto ou serviço.

Além disso, também é importante entender qual a percepção sobre a experiência de compra. Ou seja, se as necessidades estão sendo atendidas e o que pode ser aprimorado para que os objetivos sejam alcançados.

Portanto, alguns KPI’s importantes dessa perspectiva são:

  • Mensuração da aquisição e retenção de clientes;
  • Lucratividade;
  • Avaliação do atendimento às necessidades do cliente.

Perspectiva dos processos internos

A análise se baseia em quais melhorias precisam ser feitas internamente para aprimorar a performance da empresa em prol dos objetivos macro. É importante levar em consideração itens como:

  • Produtividade;
  • Grau de agilidade na comunicação;
  • Percentual de investimento em tecnologia.

Perspectiva do aprendizado e crescimento

Essa perspectiva busca olhar para o capital humano. Ela envolve a análise do desenvolvimento pessoal e profissional do colaborador. Dessa forma, inclui a sua satisfação com a cultura organizacional, além do bom aproveitamento de suas competências e habilidades.

Em suma, representa o conhecimento e a experiência necessária para que a empresa atinja suas metas e objetivos por meio de seus funcionários. Nesse caso, é importante observar:

  • Clima organizacional;
  • Eficiência dos treinamentos;
  • Taxa de rotatividade;
  • Engajamento interno.

Portanto, vale destacar a importância do time de Recursos Humanos em uma empresa. É essa a área que será responsável pela avaliação detalhada do cenário de aprendizado e crescimento, além de definir as metas e aplicar as melhorias necessárias em prol do objetivo macro definido.

Como construir o mapa estratégico do Balanced Scorecard

Para colocar em prática essa análise e poder visualizá-la de forma clara e objetiva, é necessário montar um mapa estratégico em formato de tabela em que será possível destrinchar as quatro perspectivas.

Esse mapa é a chave do BSC. A partir dele é possível analisar em detalhe os pilares essenciais para a sua organização e extrair importantes insights. Assim, correlacionar todos os pontos-chaves para enfim elaborar um plano de ação concreto.

Portanto, é a partir disso que você deve definir os objetivos e metas com base nas conclusões da análise inicial. Tenha em mente que isso guiará os trabalhos de toda a empresa e definirá o sucesso dos resultados.

Também é importante definir nesse plano os indicadores de desempenho que serão analisados com frequência pela sua equipe.

Eles permitem um acompanhamento contínuo e organizado, o que ajuda a manter o foco no objetivo. Além disso, a mensuração deles pode ajudar a perceber a necessidade de possíveis mudanças de rota.

Uma vez concluída a definição das metas e objetivos gerais, é importante destrinchá-los de forma que cada área tenha suas metas específicas.

Outro ponto para que o plano tenha sucesso, é garantir que todas as equipes estejam alinhadas em relação ao que ficou decidido e entendam o seu papel na escala macro.

Além disso, disponibilizar o plano estratégico e marcar reuniões de acompanhamento são algumas medidas capazes de garantir que todos sigam na mesma página.

Vantagens do Balanced Scorecard

Não resta dúvidas de que o Balanced Scorecard é uma ferramenta intuitiva e capaz de melhorar processos, resultados e a comunicação entre os colaboradores, não é mesmo? 🚀

Por isso, compilamos algumas das vantagens mais relevantes do BSC abaixo:

  • Permite a criação de KPI’s mais assertivos;
  • Proporciona uma visão focada no que realmente importa para o resultado desejado;
  • Oferece a todos uma visão descomplicada em relação à estratégia e os objetivos da empresa;
  • Contribui para um melhor alinhamento interno e, consequentemente, uma comunicação entre áreas;
  • Impacta diretamente na qualidade das entregas;
  • Oferece mais autonomia às áreas, uma vez que está claro o alinhamento com o objetivo geral;
  • Otimiza o monitoramento e a análise de resultados.

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