O avanço da tecnologia fez com que vários setores da sociedade evoluíssem em muitos aspectos. E uma das áreas que mais se aproveita dessas transformações é a educação. Afinal, a tecnologia está presente cada vez mais cedo no dia a dia dos jovens. Para ajudar no processo de ensino, muitos professores e instituições já estão aderindo ao chamado pensamento computacional. Mas você sabe o que é isso?
Para explicar um pouco mais sobre como funciona essa metodologia, separamos neste artigo as principais informações relativas ao tema. Aqui você poderá conferir o seu conceito, os principais pilares, a importância dele para a educação e qual a sua relação com o futuro do trabalho. Então aproveite o texto e boa leitura!
O que é pensamento computacional?
Pensamento computacional é uma metodologia utilizada para ajudar a resolver problemas e a criar estratégias por meio de bases computacionais. Ela tem como referência a forma que as máquinas atuam na resolução de problemas complexos.
Ou seja: embora o ponto de partida seja tecnológico, não necessariamente são utilizados computadores nesse processo. A ideia central é trazer a forma de raciocínio que as máquinas aplicam nos problemas.
Tudo isso, aliado ao raciocínio humano e a experiências socioculturais, ajuda no aprendizado dos jovens. Isso ocorre porque, por meio desse estímulo, é possível desenvolver melhor a capacidade estratégica, criativa e lógica dos estudantes.
4 pilares do pensamento computacional
Para que o pensamento computacional seja aplicado no dia a dia dos estudantes, é necessário que sejam contemplados quatro pilares. A seguir, explicamos quais são eles e o que contempla cada um. Confira:
Decomposição
Como o próprio nome sugere, a ideia central de decomposição é fazer com que os problemas sejam fragmentados, ou seja, divididos de maneira mais simples. Assim, ao fazer essa divisão, os estudantes conseguem focar em etapas, chegando ao resultado desejado de forma menos complexa.
Abstração
Com a cultura digital já estabelecida na sociedade, há muitos fatores que fazem com que as pessoas percam o foco naquilo que é realmente necessário. Nessa etapa, a ideia é estabelecer critérios de relevância dentro de um problema, descartando informações que são irrelevantes para a sua resolução.
Reconhecimento de padrões
Trata-se de um dos pilares mais importantes. Isso porque, ao identificar um padrão dentro de um problema, é possível pular etapas quando um comportamento parecido surgir antes do resultado. Vale ressaltar que alguns pontos em comum podem se repetir em outros problemas. Com isso, com o padrão já resolvido, o processo é acelerado.
Algoritmos
A transformação digital fez com que surgissem várias nomenclaturas. E uma das mais faladas é o algoritmo. Dentro do pensamento computacional, ela aparece como um pilar. Afinal, um algoritmo cria e estabelece regras de acordo com um determinado comportamento. Ou seja: é possível criar as próprias regras para o processo de resolução de um problema, deixando algumas etapas ainda mais rápidas.
Qual a importância do pensamento computacional?
Essa metodologia, principalmente ao falar de educação, quando aplicada desde os mais jovens – no caso, crianças – pode resultar em uma forma de pensar mais dinâmica. Isso porque ela ajuda no desenvolvimento de muitos aspectos mentais dos estudantes, principalmente o raciocínio lógico. E não estamos falando apenas de disciplinas ligadas à área de exatas, mas também estendendo à humanas.
Em um mundo cada vez mais tecnológico, onde cada vez mais recursos são desenvolvidos, estender o pensamento computacional à educação pode trazer uma série de vantagens. Ao atingir a maturidade, essas pessoas terão mais propriedade para tomar decisões e resolver problemas, estendendo isso, inclusive, a temas da vida pessoal.
Como o pensamento computacional pode influenciar no dia a dia?
Esse modo de agir e pensar pode influenciar em muitas tarefas do nosso dia a dia. Desde problemas no trabalho até questões corriqueiras, como uma compra em um supermercado.
Por exemplo: ao ter uma lista de compras em mãos, uma pessoa que precisar comprar arroz e feijão irá otimizar o tempo pegando esses itens em um mesmo corredor, mesmo que nessa lista a ordem dos produtos esteja diferente.
Principais habilidades desenvolvidas pelo pensamento computacional
Ao aplicar o pensamento computacional na educação, a pessoa pode desenvolver algumas habilidades, entre elas:
Planejamento
Com o pensamento computacional a pessoa consegue desenvolver profundamente a capacidade de se planejar nas mais diferentes tarefas.
Aprendizado
A capacidade de aprendizado também é otimizada. A pessoa consegue compreender, analisar e resolver um problema, levando em conta técnicas do pensamento computacional.
Raciocínio lógico
Utilizar a lógica para problemas do cotidiano pode ajudar na velocidade da resolução deles. Ao construir esse aspecto no dia a dia, o indivíduo passa a levar em conta mais fatores técnicos do que os interpessoais.
Qual a relação do pensamento computacional com o futuro do trabalho?
Quando olhamos para o mercado de trabalho, podemos dizer que existem algumas áreas onde o pensamento computacional traz muitas vantagens. Logicamente, setores com futuros promissores e ligados à tecnologia são os campeões, com profissões como arquiteto de soluções, desenvolvimento web, programadores, entre outras.
Agora que você já sabe um pouco mais sobre pensamento computacional, que tal investir em mais conhecimento? A Faculdade XP possui um bootcamp para Programador(a) de Software Iniciante. E o melhor: ele está incluso na plataforma Multi+, um espaço exclusivo para que você tenha um aprendizado contínuo em sua carreira.
Criar textos e legendas formatadas é um dos critérios para atrair pessoas e ter os melhores resultados. O uso do caractere invisível é uma dessas soluções viáveis para conseguir atingir esse objetivo.
Você já ouviu falar desse termo? Caso não, é porque nunca precisou pular linhas no Instagram, por exemplo, para deixar o texto mais fluido e agradável de ler.
O caractere invisível é uma tecnologia que impacta na usabilidade de aplicativos e na experiência do usuário.
Continue a leitura e entenda o que significa essa tecnologia, qual o seu objetivo, como aplicá-la e onde é mais encontrada.
O que é caractere invisível?
Sabe quando você vai escrever uma mensagem no WhatsApp e na hora de enviar o texto sai tudo junto e sem espaços de formatação? Ou quando você vai criar uma legenda para o Instagram e o texto sai em um único bloco?
Isso acontece porque o algoritmo desses canais tem um limite de quebra de linha e não permite o espaçamento que colocou. Ou seja, você pode clicar no espaço ou Enter dez vezes que ele só vai contabilizar uma vez. É nessa linha que entra a necessidade do caractere invisível.
Ele nada mais é que um código invisível, ou seja, que não é possível de enxergar nem quando se imprime uma folha, mas que está no seu texto com a função de enganar e dar o espaçamento que você precisa para deixar a formatação adequada para a leitura.
Eles se parecem com um espaço, mas são na verdade um caractere diferente (Unicode). Lembre-se que tudo o que você digita na internet é um caractere, que são formados por códigos. Então, o caractere invisível é como se fosse um código que está escondido ali no meio do texto.
Pra que serve?
Além da questão de formatar texto de mensagens e legendas ou outras comunicações, ele também serve para marketing pessoal ou marketing de empresa, pois na hora que você fizer uma publicação vai servir de parâmetro para divulgar seus serviços e potencializar sua carreira.
Portanto, em tópicos básicos o caractere invisível serve para:
Trazer organização;
Escaneabilidade;
Melhor estruturação;
Maior compreensão;
Chamar atenção.
Como aplicar o caractere invisível no HTML?
Como utilizar esse espaço invisível é mais simples do que se parece e não precisa saber tudo de programação. Tudo que você precisa é copiar o código entre esses colchetes [ㅤ] e colar no seu texto, seja para dar “espaço” ou “enter” na linha.
Outra forma é você recorrer a aplicativos e softwares que criam esses códigos invisíveis, como o Space e o Instaspacer.
Lembrando que em HTML, o uso da tag <p> </p> por si só gera quebra de linhas entre sentenças criando parágrafos mesmo com sentenças escritas na mesma linha.
Locais onde o caractere invisível pode ser encontrado
Agora que você já sabe o conceito de caractere invisível, confira os locais onde ele é mais encontrado.
Instagram
Conforme dito anteriormente, é usado muito para legendas e publicações de forma que os textos fiquem mais formatados e atraentes.
WhatsApp
Com uma similaridade parecida com o Instagram, é utilizado para formatação de mensagens e também para esconder nomes de usuário e outras coisas.
Discord
Mais comumente utilizado para gerar o espaço em nomes, contatos e nicknames, tornando-os mais interessantes e diferenciados em comparação com os outros jogadores.
Portanto, você já deve ter visto alguém usando um caractere invisível e nem percebeu. Gostou do conteúdo? Acompanhe nosso bloge conheça outros conteúdos de Desenvolvimento.
Nos últimos anos, principalmente na internet, as pessoas passaram a ter acesso a diversas fontes de informação e começaram a falar sobre variados assuntos. Entre eles, estão investimentos e como começar a investir do zero mesmo não tendo muito conhecimento ou muito dinheiro para investir.
Se você faz parte desse grupo de pessoas que quer começar a investir, mas não sabe por onde começar, esse artigo é para você! Nele, preparamos um guia completo para iniciantes onde vamos tirar todas as dúvidas sobre investimentos e as suas infinitas possibilidades.
Continue a leitura e aprenda como fazer o seu dinheiro render de uma maneira segura.
Como começar a investir do zero?
Antes de mais nada, é importante você saber que começar a investir não vai fazer com que você fique rico de uma hora para outra. Entretanto, pode te dar um pouco de estabilidade e mais tranquilidade para situações inesperadas ou te ajudar a realizar um sonho que antes parecia improvável.
Sabendo disso, vamos de fato começar a falar como começar a investir do zero.
Muitas vezes, ao ouvir falar de investimento as pessoas acham que é uma coisa muito complicada ou que é preciso de muito dinheiro. Entretanto, investir é bem mais simples do que parece!
Para começar a investir, você precisa, sobretudo, de organização e planejamento.
Primeiramente, você deve estudar sobre os tipos de investimentos (renda fixa ou renda variável).
Logo em seguida, precisa saber qual é o seu perfil de investidor, de acordo com os seus objetivos e os riscos que está disposto a correr.
Assim, com essas principais informações em mãos, é possível começar a investir.
Por que investir o seu dinheiro?
De modo geral, investir significa fazer o seu dinheiro trabalhar para você. Ao investir, você compra um produto financeiro, o dinheiro será emprestado para alguém e em breve retornará para você com as devidas correções de juros.
Segundo o Raio X do Investidor Brasileiro, produzido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), a caderneta de poupança é o tipo de investimento mais popular entre os brasileiros.
Apesar da praticidade e da segurança que a poupança oferece, ela é o investimento menos rentável do país, isso porque ela rende abaixo da inflação.
Então, se você deseja que seu dinheiro lhe ajude a realizar sonhos, como uma viagem de férias ou a compra de um bem próprio, você precisa abrir mão da poupança e começar a explorar oportunidades mais rentáveis.
Principais conceitos de investimento que deve aprender
Antes de começar a investir, você precisa conhecer o significado de alguns termos muito comuns no mercado financeiro.
Para que você não fique perdido em relação aos termos, preparamos abaixo com os conceitos básicos para quem deseja começar a investir.
Rentabilidade, liquidez e risco
Conhecido como o tripé dos investimentos, eles se referem ao que é essencial analisar antes de escolher o seu investimento:
Rentabilidade: se refere ao quanto você pode ganhar com aquela aplicação financeira. Por exemplo, se a rentabilidade for de 15% ao ano, em um ano você terá um retorno equivalente a 15% do que foi aplicado inicialmente;
Liquidez: representa a facilidade que você consegue resgatar ou transferir o valor investido. Ou seja, significa em quanto tempo você consegue resgatar o que foi investido sem perdas significativas;
Risco: representa a chance de algo sair diferente do esperado. No caso dos investimentos, pode servir como um alerta para as chances do retorno do investimento ser menor do que o esperado ou até mesmo ser negativo.
Renda fixa e variável
Os investimentos são divididos em duas categorias: renda fixa e renda variável.
A renda fixa são os investimentos que têm a rentabilidade definida desde o momento do investimento. Ou seja, desde o início você consegue saber quanto vai ganhar ou calcular qual o valor estimado para receber na hora do resgate.
Ao investir em um título de renda fixa, você empresta dinheiro ao emissor do título por um período determinado de tempo e recebe o valor aplicado mais as taxas de juros.
Diferente da renda fixa, na renda variável não é possível ter uma previsão de qual vai ser o seu retorno financeiro. Aqui, a rentabilidade varia de acordo com as condições do mercado e pode variar de uma hora para outra, tanto para mais quanto para menos.
Para aprender como começar a investir do zero é preciso dedicação para estudar o mercado financeiro.
Por isso que investimentos de renda variável, como ações ou fundos imobiliários, são considerados investimentos mais arriscados.
Índices de referência
Os índices de referência são parâmetros que servem para que você consiga entender melhor qual o desempenho daquele investimento que você está prestes a fazer.
Os principais índices são:
Taxa Selic: é a taxa básica de juros que determina a rentabilidade dos investimentos em renda fixa;
CDI: é o índice calculado a partir das operações bancárias e serve como referência para investimentos de renda fixa;
IPCA: é o índice de inflação oficial do Brasil. Ele mede a variação de preços nos produtos e serviços ofertados no país;
Ibovespa: é o principal índice da Bolsa de Valores do Brasil, importante para os investimentos de renda variável.
Aporte mensal ou único
No momento de finalizar o seu investimento, você terá duas opções: o aporte mensal que se refere a um pequeno valor aplicado mensalmente ou aporte único que é um valor significativo aplicado em única vez.
Carteira de investimentos: o que significa isso?
Basicamente, a carteira de investimentos são os ativos nos quais você investe.
Segundo especialistas, o mais indicado é ter uma carteira diversificada e nunca investir todo seu dinheiro em um único ativo. Dessa forma você consegue ter uma maior segurança, já que seu dinheiro não vai estar todo exposto ao mesmo tipo de risco.
Onde começar a investir do zero?
Primeiramente, o mais indicado é começar investindo em produtos de renda fixa. Isso porque eles oferecem mais segurança e chances quase nulas de você ter prejuízo no seu primeiro investimento.
Logo depois, a medida que entende como funciona o mercado financeiro e conhece melhor o seu perfil de investidor, você pode começar a diversificar sua carteira.
Qual o valor recomendado para começar a investir?
Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso um valor alto para começar a investir. Por exemplo, com apenas R$30 você pode comprar um título no Tesouro Direto e dar início a sua vida no mercado financeiro.
Qual investimento rende mais dinheiro para um iniciante?
Não é possível prever qual investimento vai render mais dinheiro para você porque isso depende de diversos fatores. Por exemplo, se você quer investir em renda fixa ou variável, qual o valor será investido, em quanto tempo você pretende resgatar o valor.
Entretanto, se você deseja começar com os investimentos em renda fixa, como eles são previsíveis, é possível ter uma noção de qual rende mais.
Confira abaixo uma simulação detalhada de um investimento no Tesouro Selic e compare a sua rentabilidade em relação a outros títulos:
Simulação de invenstimentos para iniciantes e a rentabilidade da renda fixa.
Passo a passo de como começar a investir do zero
Agora que você já sabe os conceitos importantes para quem deseja começar a investir do zero, aqui vão algumas dicas importantes de como colocar em prática e se tornar um investidor de fato:
1) Defina os seus objetivos
Antes de qualquer coisa você precisa decidir o que deseja fazer com aquele dinheiro poupado.
Aqui, a dica é definir os seus objetivos a partir de prazos, sejam eles a curto, médio ou longo prazo. Por exemplo, “fazer um intercâmbio em 2 anos” ou “poupar para uma aposentadoria tranquila em 30 anos”.
2) Estabeleça um valor a ser investido todo mês
De acordo com a sua realidade financeira e com os objetivos estabelecidos anteriormente, separe um valor para investir.
Aqui, a dica é colocar esse custo em sua planilha de gastos mensais e aplicá-lo assim que você receber. Dessa forma, as chances de você gastar o dinheiro são menores.
3) Descubra seu perfil de investidor
Faça testes e estude sobre os tipos de investidor para descobrir com qual você mais se identifica.
A classificação identifica três perfis de acordo com a escala de riscos que estão dispostos a correr: conservadores, moderados e agressivos.
4) Estude sobre investimentos e monte a sua carteira
Para começar a investir do zero, você precisa conhecer sobre os investimentos disponíveis no mercado. Por isso, estude e busque estar sempre acompanhando as novidades do mercado financeiro para saber quais produtos atendem melhor às suas necessidades.
5) Abra uma conta em uma corretora
Para começar a investir, seja em renda fixa ou variável, você precisa ter uma conta em uma corretora de valores. Elas são as instituições financeiras autorizadas a receber ordens de compra ou venda e executar as operações para o cliente na B3.
Aqui, indicamos a XP Investimentos. A corretora possui uma variedade de produtos financeiros, além de consultoria financeira e produtos sem taxa de corretagem.
Existe algum risco para começar a investir do zero?
Se você deseja começar a investir sem saber todo o beabá financeiro, sem conhecer os termos e como funciona o mercado financeiro, grandes riscos podem existir.
Entretanto, se você se dedicar a estudar e aprender como investir do zero, os riscos e as chances de ter prejuízos financeiros diminuem drasticamente.
O segredo é sempre estudar e acompanhar o mercado financeiro.
Erros comuns de quem começa a investir do zero
Quem já investe há algum tempo, sabe que o caminho é de adaptações e mudanças constantes. Por vezes, estamos sujeitos também a erros.
Para que você possa evitar erros básicos, cometidos já por tantos outros investidores, aqui vão algumas dicas do que não fazer:
Não fique preso apenas na poupança;
Não ache que vai ficar milionário da noite para o dia;
Não coloque todo o seu dinheiro em um único ativo financeiro;
Não compre produtos de renda fixa caros.
Vale a pena contratar um consultor de investimentos para começar?
O consultor de investimentos financeiro é o especialista preparado para ajudar você a diversificar a sua carteira de investimentos.
Portanto, se o seu objetivo é começar a investir já diversificando os investimentos, mas ainda não se sente tão confiante para fazer isso sozinho, um consultor financeiro é super indicado.
Procure um profissional de confiança, não esconda dele detalhes da sua vida financeira e dos seus objetivos e deixe que ele trabalhe na sua estratégia de investimentos.
Você também pode aprender como começar a investir do zero assinando o Multi+ da Faculdade XP para ter acesso a diversos cursos sobre investimentos e educação financeira.
A transformação digital, somada às restrições impostas pela pandemia de coronavírus, exigiram das empresas inovações extremamente rápidas para continuarem operando e se destacando no mercado.
Nesse cenário, a fonte de recursos tecnológicos de ponta se mostrou uma saída eficiente e sem volta. Entre eles está a Realidade Virtual (RV), com destaque para as experiências imersivas como alternativa aos modelos tradicionais de atendimento e etapas de produção.
Isso envolve os mais diversos setores, da medicina até arquitetura e as artes, por exemplo. Baseada no uso de sistemas computacionais que simulam ambientes com a ajuda de dispositivos, como óculos virtuais, essa tecnologia permite inúmeras funcionalidades.
Não é à toa que, segundo um relatório da consultoria ReportsnReports, o mercado de RV deve chegar a US$34,08 bilhões, ou R$139 bilhões, até 2023. Um dos motivos é que as empresas do segmento estão desenvolvendo produtos não somente direcionados ao entretenimento, mas pensando no uso corporativo.
Mas afinal, do que se trata esta solução, como funciona, quais as suas vantagens e de que forma pode ser aplicada na prática? Se estes são alguns dos seus questionamentos, você acaba de chegar ao lugar certo. Acompanhe o conteúdo, pois é justamente sobre isso que vamos falar!
O que é a Realidade Virtual, ou VR?
Como o nome sugere, a RV é um ambiente virtual onde o usuário pode se inserir como se fosse estivesse presente. No entanto, tudo não passa de uma tecnologia de interface. A partir de sistemas computacionais, são implementados efeitos visuais, sonoros e táteis, levando a uma imersão muito similar ao mundo real. Para isso, são utilizados dispositivos como óculos e headsets. Inclusive, este mercado está em plena expansão.
Qual a diferença entre Realidade Virtual x Realidade Aumentada (RA)?
Apesar de serem termos parecidos (e muitas vezes confundidos) tratam-se de recursos distintos. Enquanto a Realidade Virtual consiste na criação de um ambiente totalmente novo e independente do mundo real, a Realidade Aumentada busca incluir componentes digitais no mundo em que já vivemos.
Como surgiu a realidade virtual?
O conceito de realidade virtual é muito mais antigo do que se pensa. Estima-se que ele foi citado pela primeira vez em 1938, pelo diretor de teatro, Antonin Artaud, que comparava esta arte a uma “realidade virtual”, no livro “O Teatro e o seu duplo”.
Porém, o início da VR vista como tecnologia foi na década de 30, quando Edward Link inventou o Link Trainer, o primeiro simulador de voo comercial. O dispositivo era eletromecânico e controlado por motores, com um leme que simulava turbulência.
Uma das principais evoluções veio na década de 60, com Morton Heilig. Após anos de desenvolvimento, ele criou o Sensorama, similar a um fliperama, que trazia uma mistura de cadeira que se mexia, óculos com visor, alto-falantes e até odores para simular a experiência.
Em 1961, engenheiros da Philco criaram o Headsight, um projeto de estímulo visual e reconhecimento de objetos. Em 1985, ex-funcionários da Atari resolveram investir na área sozinhos, pois a empresa entrou em falência após uma crise. Inclusive, a VPL Research foi a organização a que oficializou o termo Realidade Virtual e ainda lança vários periféricos na área.
Porém, ela começou mesmo a sair dos laboratórios nos anos 90 e virou moda, especialmente nos games. O grupo Virtuality passou a fabricar dispositivos com a tecnologia, com a novidade de serem multiplayesr.
Em 1993, a Sega anunciou um headset para o Mega Drive e até alguns jogos, mas nunca passou da fase de protótipo. Em 1995, a Nintendo apresentou o Virtual Boy, com um formato fora do convencional e gráficos 3D em vermelho e preto.
No mesmo período, houve o boom da Internet, tornando-se a principal tecnologia de destaque. Com isso, também teve início ao acesso a software para design 3D, e muitas pessoas começaram a focar-se nesse aspecto e não no hardware. Nessa época, a RV acabou ficando de lado.
Houve então um abismo entre os avanços do começo dos anos 2000 até 2012, quando Palmer Luckey iniciou a primeira versão doOculus Rift. Deu tão certo que o jovem empresário até estampou uma famosa capa da revista Time.
A partir do momento em que Oculus Rift apareceu em cena, vários concorrentes começaram a investir em VR e lançaram seus próprios capacetes no mercado. Sony, Samsung e Google apresentaram seus dispositivos e, depois disso, houve muitos jogos e aplicativos de VR.
O que começou com um simples simulador de voo tornou-se hoje numa das tecnologias mais promissoras. Atualmente, a Realidade Virtual tem como base os óculos e headsets.
Qual a sua importância para os dias atuais?
Como citamos no início do artigo, a Realidade Virtual está sendo usada atualmente nas mais diversas áreas, como saúde, cultura, educação e arquitetura. De visitas guiadas em museus à dissecação de um músculo, ela permite imersões que, de outra forma, não seriam possíveis.
Através das ferramentas de RV, uma empresa pode inserir o seu usuário em um espaço digital que mostre a complexidade do produto ou serviço ofertado, as diferentes etapas de produção, e entre outras soluções.
A palavra-chave aqui é engajamento, tanto multissensorial quanto intelectual. Além disso, as organizações podem promover conexões emocionais a partir de realidades que encantem, sensibilizem e causem outras percepções positivas.
Além de imersiva, a realidade virtual é versátil e pode ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento
Uma breve explicação de como funciona o VR
Uma das bases da ilusão visual de uma nova realidade é ter a máxima similaridade com a atual. Para isso, uma simples imagem plana passada diante dos olhos não basta. É aí que entram os pilares da realidade virtual. Veja uma breve explicação sobre os seus recursos:
Estereoscopia
Com o uso da estereoscopia, a ilusão de profundidade é criada. Para que isso acontece, duas imagens diferentes são geradas, uma para cada olho. O efeito consiste na interpretação do cérebro de que as duas imagens na realidade são uma só.
Efeito 3D
O espaço tridimensional pode ser definido literalmente como tendo três dimensões, sendo elas altura, profundidade e largura. O efeito da tridimensionalidade de imagens e objetos é dado justamente pela junção das três dimensões com luz e sombra, causando um relevo.
Luz e sombra indicam diretamente ao olho humano se um objeto está próximo ou distante de quem o observa. Desse modo, ao ver uma imagem que possua essas informações, o cérebro humano automaticamente a associa como algo tridimensional.
Tecnologia de ponta
A Realidade Virtual é a interface do computador com o usuário que permite a interação entre eles e utiliza a tecnologia de ponta, para a criação de efeitos reais no modo virtual.
Os elementos utilizados nesses efeitos são interativos e alguns com aspectos tridimensionais, sendo o ambiente 3D formatado por um computador, o que possibilita a realização de uma navegação real pelo usuário. A linguagem de programação das plataformas são a VRML, X3D, Java3D e OpenGL.
Existem dois tipos de Realidade Virtual, segundo o nível de interação e conectividade com o usuário: o tele operação, baseado pela interface à distância, como teleconferência, e o telepresença, sendo o agrupamento em um único ambiente virtual, por vários usuários.
Já os sistemas de RV pode ser de quatro tipos: simulação, aumentada, de mesa ou de projeção, podendo ser aplicados a diversos dispositivos como comunicação à distância, jogos, simuladores, projetos arquitetônicos e também na Medicina.
Quem pode utilizar a Realidade Virtual como estratégia?
Inúmeros setores do mercado podem se beneficiar da Realidade Virtual para otimizar os processos, oferecer uma experiência memorável a clientes, promover o entretenimento e vários outros objetivos. Veja alguns deles:
Saúde
Na área da saúde, a realidade virtual pode ser utilizada para diversas finalidades, seja auxiliando os profissionais em aprendizagem, ou como ferramenta médica e cirúrgica durante o tratamento de pacientes.
Há diversos aplicativos que se utilizam da RV para ajudar médicos e cirurgiões em seu dia a dia, como plataformas que ajudam em operações remotas. Com a ferramenta, o médico mais experiente que está distante é capaz de mostrar como fazer um procedimento por meio da projeção de suas mãos sobre o paciente.
Jogos digitais
Já existem mais de 500 games para jogar na realidade virtual, desde experiências simples e curiosas até versões robustas de grandes sucessos, como “Skyrim” e “Resident Evil 7”. Os jogadores podem escolher entre mais de 30 óculos diferentes, compatíveis com computadores, consoles e celulares.
Educação
O setor educacional já vem utilizando há anos os recursos virtuais para aprimorar a experiência de alunos e professores. Museus e galerias de diversas partes do mundo disponibilizam passeios virtuais por seus corredores e obras. O Parthenon, por exemplo, conta com um aplicativo, chamado A Gift for Athena, que usa as próprias estátuas da coleção para contar sua história.
Outro exemplo é o da Pinacoteca de São Paulo, que, em parceria com a IBM, desenvolveram uma solução baseada em RV em que os visitantes podem conversar com as obras de arte por meio do Watson, uma plataforma de computação cognitiva.
Arte
Depois de já ter impactado a educação, a tecnologia está impulsionando o meio artístico, proporcionando uma nova forma de imersão nas obras, tanto por artistas quanto pelos espectadores.
Grande parte da ascensão dessa tendência é devido ao app Tilt Brush. Produzido pela Google, ele permite que os artistas ‘pintem’ em um ambiente 3D. Isso acontece com o auxílio da realidade virtual, contendo óculos e controles de interações.
Com interface intuitiva, diferentes texturas e paletas que não existem no mundo real, como fogo, neve e fumaça, os artistas podem criar novos formatos de artes.
Além disso, a interatividade com as obras criadas é um dos destaques. O espectador pode, por andar ao redor delas, ver seus diferentes lados e profundidades num ambiente tridimensional.
Segurança
Os treinamentos são práticas comuns nas grandes empresas, tanto na promoção da cultura organizacional, quanto nos setores que exigem prevenção de riscos aos trabalhadores. Com o objetivo de otimizar as capacitações aos colaboradores, a RV tem sido adotada como a mais nova ferramenta de Recursos Humanos.
Dentro de alguns anos, ela deve estar dentro de todos os programas relacionados a treinamentos e segurança do trabalhador, especialmente nas indústrias ou em áreas que naturalmente oferecem riscos aos profissionais, servindo propriamente como complemento dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Arquitetura
A realidade virtual na arquitetura é um recurso que permite a visualização de ambientes prontos, antes de os projetos saírem do papel. Na prática, é como visitar os cômodos de uma casa antes de a construção sequer começar.
Ao usar a RV, clientes e arquitetos também podem compartilhar a ideia de como ficaria um edifício, uma sala ou qualquer ambiente de um trabalho em andamento antes da finalização e durante a concepção de um projeto.
Essas são apenas algumas aplicações dessa tecnologia que leva às pessoas a realidades imersivas e muito similares ao mundo real, mas que não passam de sistemas computacionais de vanguarda.
Por que a realidade virtual está relacionada ao metaverso?
Desde que o Facebook mudou seu nome para Meta, o qual remete ao metaverso, o tema realidade virtual voltou a ser o centro das atenções pelo mundo. Para começar, o que é o metaverso? O conceito envolve a conciliação entre o mundo real e o mundo virtual.
Ele funciona da seguinte maneira: as imagens são produzidas através de hologramas e óculos de RV, conectado com as interações humanas. Ou seja, o acesso ao metaverso depende da RV para acontecer. Inclusive, essa será uma das maiores tendências para os próximos anos, estando cada vez mais presente no dia a dia.
Quanto custa ao total investir em óculos VR?
Há diversos modelos de óculos de realidade virtual disponíveis no mercado. Para se ter ideia de valores, confira os preços dos mais vendidos:
Oculus Rift e Quest
Esses modelos de óculos tem um custo relativamente alto. As versões mais básicas estão em torno de R$3.000,00 a R$3.500,00. Se você adicionar opcionais como sensores e controles, esse valor chega na casa dos R$5.000,00.
Além disso, eles precisam ser conectados a um computador de alto desempenho, que partem de R$3.000,00. E essa, ainda, é uma máquina com configurações básicas. Dependendo do software que se for utilizar, há a necessidade de um equipamento melhor, que custará ainda mais.
Gear VR
O Óculos Virtual Smart Gear VR, da Samsung, é uma nova técnica de imersão no mundo da tecnologia, onde é possível mergulhar na ação e sentir a emoção de várias aventuras, como viajar em um navio pirata e voar entres as galáxias. Ele não possui fone de ouvido acoplado, neste caso deve-se utilizar um fone de ouvido externo comum (não fornecido) conectado ao celular. Os custos estão em torna de R$600,00 a R$700,00.
Afinal, a realidade virtual é uma tendência ou não?
Uma das tecnologias que se firmaram durante as restrições de circulação em função da pandemia, foi a Realidade Virtual (RV). E ela deve, sim, sem uma grande tendência para os próximos anos.
Para se ter ideia, o Relatório Setorial 2019, desenvolvido pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom), aponta que, entre 2020 e 2023, os investimentos em tecnologia de transformação virtual no Brasil devem ultrapassar R$ 4,9 bilhões. Esse investimento será aplicado exclusivamente no setor de RV e RA.
Como posso me aprofundar no assunto?
Para acompanhar essa evolução tecnológica ligada à RV e outros recursos, é preciso estar sempre antenado nas novidades que surgem, e elas não são poucas. Para começar, qual tal participar do Programa de Imersão Internacional em tecnologias disruptivas da Faculdade XP? São aulas interativas e ao vivo com os maiores especialistas do mercado, diretamente do Vale do Silício. Não deixe de conferir!
Aliança entre lucro e propósito. Se você se pergunta o que é empreendedorismo social, aqui está uma pista para começar a entender.
A definição de empreendedorismo social passa pela criação de um negócio que tem, em seu modelo estrutural, o objetivo de solucionar uma demanda da sociedade. Ao mesmo tempo, e diferentemente de uma organização sem fins lucrativos, opera segundo a lógica do capitalismo, ou seja, visando também ao lucro.
No Brasil, o empreendedorismo social passou por um boom de crescimento. De acordo com o Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, da Pipe, o número de empresas registradas como negócios de impacto cresceu 219% entre 2017 e 2021.
No artigo de hoje, vamos falar sobre este modelo de negócio e mostrar como atuam as chamadas empresas sociais.
O que é empreendedorismo social?
Empreendedorismo social é um modelo de negócio cuja essência se constrói em torno da resolução de um problema social, econômico ou ambiental.
Como pontuamos na introdução do artigo, um empreendedor social é diferente de um gestor de OSC (Organização da Sociedade Civil) na medida em que o primeiro leva em conta a viabilidade econômica de seu projeto, ou seja, espera que ele seja rentável, ainda que seu propósito seja, majoritariamente, o intuito de impactar positivamente o mundo ou a sociedade.
De acordo com um relatório da Fundação Schwab, divulgado em 2020 no Fórum Econômico Mundial de Davos, o empreendedorismo social impactou mais de 622 milhões de pessoas em escala global nos últimos 20 anos.
Dados sobre o empreendedorismo social no Brasil
Para te ajudar a entender mais sobre o que é empreendedorismo social e como ele se coloca no cenário Brasleiro, separamos mais alguns dados interessantes, extraídos do 3º Mapa de Impacto da Pipe, mencionado anteriormente na introdução deste artigo:
A maioria dos negócios sociais mapeados no País está em early stage, ou seja, até 2 anos de existência;
8 em cada 10 empreendedores de impacto utilizam tecnologias inovadoras em sua gestão (como Inteligência Artificial, Big Data, Chatbot etc);
Apenas 20% dos negócios sociais do País já são sustentáveis financeiramente;
58% dos empreendimentos sociais do Brasil estão na região Sudeste (estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo);
55% das empresas têm equipes formadas por 2 a 5 profissionais;
54% dos fundadores são homens e 43% são mulheres. As idades estão majoritariamente entre 30 e 44 anos;
as principais verticais de impacto trabalhadas pelos empreendimentos sociais são Tecnologias Verdes, Cidadania, Educação, Saúde, Cidades e Serviços Financeiros.
A ideia de lucro no empreendedorismo social
Embora haja um consenso sobre a importância da geração de lucro no empreendedorismo social, algumas correntes apontam para diferentes direções no que diz respeito à aplicação deste montante.
Uma delas é liderada pelo pioneiro do empreendedorismo social e ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, Muhammad Yunus.
Ele defende que os investidores não recebam o lucro de seus empreendimentos. Em vez disso, eles devem apenas recuperar o capital investido na abertura do negócio e, a partir de então, reinvestir o lucro total da empresa em seu próprio desenvolvimento.
Já a segunda linha de pensamento foi criada por dois professores de Harvard, Michael Chu e Stuart Hart.
Eles acreditam que a distribuição de lucro entre os empreendedores sociais deveria acontecer na medida em que funcionaria como um estímulo para a atração de novos investidores e captação de mais recursos para a expansão das iniciativas.
Qual a estrutura de um empreendimento social?
Seja qual for a sua orientação a respeito da destinação do lucro dos empreendimentos sociais, é importante conhecer os elementos-chave para o funcionamento do negócio.
Essencialmente, um empreendimento social precisa reunir 3 pilares para embasar sua existência: propósito, inovação e ação.
Propósito: o negócio deve existir a partir da consciência sobre os problemas sociais do ambiente em que se insere. A partir daí, cabe aos empreendedores trabalharem para direcionar seu core business para a solução de um ou mais deles.
Inovação: um empreendimento social deve se valer da inovação para repensar formas de conduzir processos e desenvolver soluções. Afinal, a base deste negócio é encaminhar questões que atingem a sociedade em grande escala, mas que não foram, de fato, solucionadas por nenhum órgão ou empresa até então.
Ação: o terceiro pilar essencial para um empreendimento social é a ação. Cabe à empresa se movimentar e mobilizar investidores, parceiros e colaboradores que ajudem a viabilizar a proposta e trabalhar para mantê-la em constante evolução. Um dos caminhos possíveis para viabilizar esta etapa é o uso de recursos provenientes da chamada economia compartilhada.
Além dos três pilares acima descritos, os empreendimentos sociais tendem a seguir algumas políticas comuns, tais como:
cooperação e trabalho em rede;
atenção à cadeia produtiva (avaliação rigorosa de fornecedores e colaboradores);
cuidados com os impactos ambientais gerados;
alinhamento e parceria com o poder público para a viabilização de projetos.
O que é um empreendedor social? Profissionais brasileiros que são referência
Agora você sabe o que é empreendedorismo social e o que caracteriza este modelo de negócio. Que tal conhecer algumas das habilidades presentes nas mentes criadoras (e criativas) destes negócios?
Empreendedores sociais de sucesso são naturalmente inquietos. O incômodo com problemas sociais é o que os leva ao movimento. Além disso, por valorizar e compreender o papel da sociedade na construção de um futuro sustentável, se relaciona muito bem com diferentes públicos e comunidades.
Além da habilidade em fazer networking, empreendedores sociais de sucesso são bons gestores. Sabem defender seu negócio em um pitch, entendem aspectos administrativos do negócio e têm alto senso de responsabilidade.
Que tal conhecer alguns empreendedores sociais brasileiros que inspiram a transformação positiva?
1- Celso Athayde (CUFA)
É fundador da Cufa (Central Única das Favelas) e lidera, desde 2015, o Favela Holding, grupo de 22 empresas de diversos setores que desenvolve negócios e gera empregos para moradores de comunidades.
Em maio de 2022, recebeu, do Fórum Econômico Mundial, o prêmio de Empreendedor Social do Ano.
2- David Hertz (Gastromotiva)
Em 2006, o chef e empreendedor social David Hertz fundou a Gastromotiva: uma organização que oferece formações profissionais para que seus alunos se tornem empreendedores, auxiliares e chefs de cozinha, replicadores da sua metodologia.
3- Dani Junco (B2Mamy)
Em 2016, Dani Junco fundou a B2Mamy, hub de inovação e tecnologia com foco no empreendedorismo feminino, estimulando a formação de líderes que são mães e mulheres.. Em 2022, o hub ultrapassa a marca de 50 mil inscritas em sua plataforma digital.
Ideias de empreendedorismo social: exemplos reais para inspirar
No tópico anterior, você conheceu algumas ideias de empreendedorismo encabeçadas por profissionais visionários e dispostos a tornar o mundo um lugar mais inclusivo e menos desigual.
Mas se você quiser conhecer outros projetos de empreendedorismo social, visite o portal do Projeto Draft, iniciativa jornalística que reúne iniciativas de brasileiros dispostos a aliar lucro e propósito.
E você? Pronto para se tornar um empreendedor?
Se o empreendedorismo é a sua praia, está na hora de começar a transformar seus sonhos em realidade. Em parceria com o IBMEC, a Faculdade XP lançou o MBA de Gestão Exponencial.
O curso é voltado para quem já tem um CNPJ, pretende tê-lo ou quer se destacar no exercício de gerência. Além daqueles que lideram projetos e unidades de negócios trabalhando em empresas de grande potencial. Conheça a ementa do curso, tire todas as dúvidas e faça a sua matrícula!
Pokémon GO e filtros para Instagram são apenas algumas das infinitas possibilidades que a Realidade Aumentada (RA) tem apresentado para o mercado nos últimos anos.
A tecnologia de augmented reality (AR) está expandindo a interação entre homem e máquina, gerando novos graus de conectividade e comunicação entre estes mundos distintos.
Parte importante da transformação digital, que já está afetando o nosso dia a dia, a RA também se mostra como uma incrível oportunidade profissional.
Afinal, desenvolvedores de realidade aumentada têm boas perspectivas no mercado – com salários bem atraentes, como veremos mais adiante.
Então, fique com a gente para descobrir como funciona a RA, sua origem, onde ela é aplicada e como você pode aprender mais sobre a revolucionária tecnologia. Acompanhe!
Como funciona a realidade aumentada?
A realidade aumentada proporciona a interação entre o universo físico e o universo virtual. Dessa forma, a RA possibilita a interação entre elementos reais (como objetos e pessoas) e elementos digitais.
De maneira simplificada, podemos dizer que a tecnologia, com o auxílio de câmeras e softwares, sobrepõe o virtual ao físico. Para isso, ela coloca imagens e vídeos digitais sobre imagens e vídeos reais, de forma interativa e conectada.
O QR Code, tão comum em operações bancárias, é um exemplo de augmented reality.
Origem da realidade aumentada
Apesar de ser uma tecnologia com ares futuristas, que está sendo bastante comentada em nossos dias, a RA tem origem há mais de 60 anos.
“Os primeiros indícios de RA surgem por volta de 1960 com o investigador Ivan Sutherland. Sutherland desenvolveu um capacete de visão ótica direta para visualização de objetos 3D no ambiente real”.
Ainda segundo a profissional, “a realidade aumentada surge da evolução da realidade virtual“.
Assim, foram criados diversos aparelhos de realidade virtual ao longo dos anos que “abriram as portas para a RA”; entre eles, estão capacete interativo por vídeo da Philco, primeiras luvas de dados e Powerglove.
Com o processo evolutivo da RV, a realidade aumentada pode então ser desenvolvida.
O termo augmented reality foi utilizado pela primeira vez por Tom Caudell ao se referir à projeção de uma imagem virtual, realizada pela Boeing, sobre a linha de montagem dos equipamentos das aeronaves.
De lá para cá, surgiram várias tecnologias de RA que vêm trazendo novas possibilidades para a interação entre homem e máquina.
Realidade Aumentada x Realidade Virtual: como diferenciá-las?
Como vimos, a realidade virtual (RV) antecedeu à realidade aumentada (RA). Mas, qual é a diferença entre as tecnologias?
Podemos dizer que, ao utilizar a RV, uma pessoa “imerge” em um espaço digital montado por imagens 3D e 360º. Nele, ela pode interagir com os itens virtuais de maneira mais realista possível.
Assim, enquanto a RA apenas sobrepõe o virtual sobre o real, a RV gera a sensação de imersão do usuário no ambiente virtual.
A realidade aumentada utiliza elementos do mundo real, como a face, e sobrepõe efeitos virtuais.
Onde a realidade aumentada é mais utilizada?
A augmented reality tem ampla utilização no ambiente corporativo, pessoal e social, estando contida em muito mais tecnologias do que a gente pode imaginar, sabia?
A seguir, separamos alguns dos principais usos da realidade aumentada em aplicativos e situações do nosso dia a dia; confira:
Filtros do Instagram
Filtros que sobrepõem imagens, desenhos, frases e outros objetivos às fotos e aos vídeos do Instagram usam o RA em sua execução.
Para localizar filtros com realidade aumentada, basta pesquisar pelo termo na galeria de efeitos disponibilizada pela rede social – e se divertir!
Jogos digitais
Como falar em jogos que usam AR sem mencionar o Pokémon GO? O game foi pioneiro na difusão da tecnologia, expandindo a realidade aumentada para mais pessoas.
No game, os jogadores deveriam “caçar pokémons” em locais físicos utilizando a realidade aumentada – que fazia com que as criaturas “aparecessem” pelas ruas e por outros lugares com o auxílio da câmera do celular.
Além do Pokémon GO, outros jogos usam a AR como Walking Dead: Our World, Jurassic World Alive e Mobbles.
Google Maps
O Google, um dos gigantes da tecnologia de modo geral, não poderia ficar de fora da RA, não é verdade? Por isso, a empresa utiliza a realidade aumentada em uma de suas principais aplicações: o Google Maps.
Nele, o recurso de RA “Live View” permite que o usuário veja o destino desejado e indicadores visuais que sinalizam para onde ele deve ir. A tecnologia está disponível para trajetos feitos a pé e pode ser ativada ou desativada nas configurações de uma rota já traçada.
Tradução instantânea
Outro uso da augmented reality está relacionado a uma função cada vez mais demandada em uma sociedade multiconectada: a tradução instantânea.
O Google disponibiliza o recurso no app “Google Tradutor”. Para utilizá-lo, baixe o aplicativo e selecione a opção “câmera”. Em seguida, você pode escolher por apontar para um texto em outra língua, digitalizar ou importar arquivos em outro idioma.
O app traduz instantaneamente o texto escrito no arquivo e mostra as palavras na língua desejada.
Aplicativos de simulação
Existem vários apps de simulação com RA. Muitos deles estão sendo desenvolvidos para melhorar a experiência do consumidor com a marca.
As funções destes aplicativos de simulação são variadas e vão de experimentar virtualmente tênis e roupas (Grailify, Gucci) a escolher a nova cor da parede (Coral Visualizer).
Scanner facial
O escaneamento facial está alcançando novos níveis e possibilidades com a realidade aumentada. A tecnologia “lê” o rosto do usuário e sobrepõe imagens e outros elementos sobre a face escaneada.
Profissionais de Odontologia e Estética, por exemplo, usam a augmented reality para digitalizar a imagem do rosto e simular intervenções.
Campanhas interativas de publicidade
O mundo dos anúncios também se beneficia com a RA. Com ela, as possibilidades de conexão entre a empresa e seus clientes se expandem consideravelmente, elevando os níveis de interatividade entre eles.
Recentemente, a batata RUFFLES criou uma campanha em que os usuários poderiam interagir com a marca.
Qual a importância da RA para os dias de hoje?
Como vimos, a realidade aumentada já está presente em diversas áreas. Seja em jogos ou em traduções instantâneas, em escaneamentos faciais ou campanhas publicitárias, a tecnologia está inovando em todos os campos da sociedade, gerando mais conexão entre físico e digital.
De acordo com Forte e Kirner:
“Podemos afirmar que a Realidade Aumentada trata do mundo real como ponto de partida
para uma experiência que leva o utilizador a experimentar o mundo virtual”.
Assim, a tecnologia é como uma “abertura de portas” para o universo digital.
Como funciona a realidade aumentada?
De acordo com o portal Tecmundo, a augmented reality precisa de, pelo menos, 3 elementos para funcionar; são eles:
Um item real com alguma marca que permita a interpretação da parte virtual;
Uma câmera ou outro dispositivo que transmita a imagem do objeto real;
Um sistema que seja capaz de interpretar o sinal transmitido pela câmera ou dispositivo.
Veja agora detalhes destes e de outros fatores que são importantes para que a AR funcione:
Referências de objetos reais: primeiramente, é preciso que um item do mundo físico esteja disponível sobre o qual a tecnologia irá atuar.
Envio de estímulos capturados pela câmera: em seguida, uma câmera deverá ser posicionada sobre o objeto real a fim de capturar a sua imagem.
Software materializa o objeto virtual solicitado: o dispositivo em que a câmera capturou o item físico precisa ter um sistema que contenha a tecnologia AR para que ela seja executada sobre o objeto.
Dispositivo de saída sobrepõe ao mundo real: então, o software irá atuar sobre a imagem capturada, sobrepondo a imagem virtual sobre a real.
Para quem serve a realidade aumentada?
Considerando toda a sua amplitude, a RA é uma tecnologia que tem a capacidade de se difundir em muitos segmentos.
Seja em soluções simplificadas para o entretenimento, seja em serviços complexos de utilidade pública, a realidade aumentada serve para todas as áreas da sociedade – incluindo uso corporativo, pessoal e social como um todo.
Benefícios e vantagens de se investir nessa tecnologia
Como você pode conferir, a RA é uma tecnologia que vem se expandindo em diferentes setores. Assim, quem se interessa em conhecer mais a fundo sobre o tema encontra diversificadas oportunidades no mercado de trabalho.
O profissional de realidade aumentada, responsável por fazer a ordem estrutural das criações, pode ter salários de até R$20 mil.
Ao fazer menção sobre pessoas que usam o programa Unreal Engine – que mistura RA e RV -, o desenvolvedor de VR da Aerolito, Guilherme Novak, indica que:
“Não é à toa que foi apontado um salário médio inicial de a partir de U$ 73.000 anuais (aproximadamente R$ 20.000 por mês) para profissionais formados ou com bons portfólios que conseguem entrar nas empresas líderes da indústria”.
Se você se interessou pela realidade aumentada e quer saber mais sobre o assunto, saia na frente no mercado e conheça agora mesmo o programa da Faculdade XP de imersão internacional em Tecnologias Disruptivas.
Se você tem um projeto junto com uma equipe, provavelmente necessita de um bom planejamento para ele funcionar. Usar metodologias ágeis para isso tem sido cada vez mais comum devido sua eficiência de resultado. O Scrum é um dos mais escolhidos, principalmente no ramo da Tecnologia da Informação (TI) e junto a ele é necessário definir o papel de cada pessoa no processo, sendo o Scrum Master um dos principais.
Você sabe o que ele faz? Embora existam mais dois papéis na composição do Scrum (Product Owner e o time de Desenvolvimento), o Scrum Master é uma das figuras mais famosas no mercado de projetos, devido sua importância em guiar os processos da metodologia ágil.
Em poucas palavras podem dizer que ele é o que age como um Coach para todos os outros.
Continue o artigo e entenda o que é a metodologia de Scrum, quem é o Scrum Master, suas principais funções e o que é preciso para se tornar um.
O que é Scrum?
Antes de entender quem é o Scrum Master, é importante saber o que é a metodologia Scrum.
Assim como o Kanban, nada mais é que uma metodologia ágil de gestão de projetos que funciona de forma incremental no andamento do mesmo. Ou seja, diferente das metodologias tradicionais, ele tem o objetivo de criar um conjunto de ações e estratégias para solucionar problemas (ser um framework) para que o projeto seja finalizado de forma mais objetiva, rápida, com mais qualidade e com otimização de recursos.
É um processo que separa as atividades em etapas, executando cada uma de modo mais interativo e funcionando de forma personalizada para atingir todas as necessidades de execução.
Assim, o Scrum funciona da seguinte forma, divida em etapas:
Ter uma visão total do projeto;
Dividir as funcionalidades;
Definir prioridades;
Dividir em ciclos;
Iniciar dos ciclos;
Revisão dos ciclos.
Dentro dessa execução existem as etapas chamadas de Sprints, que é o momento em que se planeja as próximas ações após a finalização do planejamento anterior.
E durante sua execução são realizados os Daily Scrum, que são reuniões diárias para sintetizar as atividades do dia e organizar o resto dos planos previstos. Essas reuniões acontecem até que o resultado final aconteça.
Quem é o Scrum Master no time?
O Scrum Master é um mediador e organizador de todo o processo de execução do projeto. Ele é o responsável por fiscalizar se as tarefas estão sendo bem desempenhadas, se estão alinhadas com as expectativas e por coordenar os sprints. São os facilitadores da metodologia scrum, que defende o objetivo e os valores a serem seguidos.
Podemos fazer uma analogia como se ele fosse um treinador de futebol, que sem ele o time não jogava bem e nem ganhava.
Todo projeto precisa de alguém que serve como um guia para a equipe e possibilita que todas as etapas sejam executadas corretamente. Lembre-se que sem essa pessoa, mais erros podem acontecer e prejudicar o resultado final.
Enquanto o Product Owner está focado em construir o produto correto e a equipe de desenvolvimento está focada em produzir corretamente o produto, e o Scrum Master é o cara que ajuda todos a compreender os valores, princípios e práticas do Scrum.
Importante dizer também que o Scrum Master não é um líder de equipe, mas um parceiro do desenvolvimento, já que representa a todos na execução do trabalho, mas não é o que vai expulsar alguém, embora possa participar da decisão.
Além disso, vale ressaltar que o Scrum Master não é uma figura exclusiva da área de TI, que embora seja um framework scrum utilizado em equipe de desenvolvimento, outros setores de equipes podem se aproveitar da mesma metodologia ágil.
Quais são suas responsabilidades?
#1 Facilitar os Sprints
Ele tem a função de fazer com que os membros se reúnam conforme necessário para debater os problemas, planos e progressos do projeto. Vale deixar claro que o Scrum Master não é quem determina a função de cada Sprint e de que jeito será realizada, mas sim dá liberdade às equipes para trabalharem de modo que acharem correto e disponibiliza os recursos necessários.
Além disso, tem o papel de aconselhar quando necessário e dar o direcionamento quando for solicitado.
#2 Ajudar o Product Owner
O Scrum Master não está ali para resolver os problemas em nome dos outros, apenas para ajudá-los a encontrar a solução. É como se ele fosse o treinador do time e o Product Owner o dono da equipe.
Logo, é o principal canal de comunicação entre Product Owner e Time Scrum, ajudando a equipe a entender a visão e a meta desejada.
#3 Eliminar empecilhos
O Scrum Master é quem também protege a equipe de desenvolvimento de interferências externas para que todos mantenham o desempenho e o foco alto.
Por isso, assume o papel de remover qualquer obstáculo que possa inibir a produtividade da equipe. Imprevistos sempre acontecem, então ele deve estar atento e prevenido para resolvê-los.
#4 Fazer conexão do projeto como um todo
É ele quem cria as conexões, seja com os integrantes do projeto do Scrum, seja com as pessoas externas, como os gestores da empresa ou demais fontes úteis para a execução.
Assim, sempre busca alinhar as funcionalidades que devem ser priorizadas e os feedbacks do Product Owner e o Time Scrum nos Daily’s.
Como se tornar um Scrum Master?
Por ser o guia do processo, ele tem um perfil profissional distinto, sendo necessário alguém que naturalmente é bom em administrar a relação e que saiba organizar e acelerar um projeto.
Lembrando que o Scrum Master não é um Gerente de Projetos. Caso você necessite se tornar um Scrum Master algumas características vão lhe ajudar, como:
Ser bom ouvinte e agir como um coach;
Saber negociar;
Ser bom em resolucionar conflitos e problemas;
Ter grande inteligência emocional;
Ter humildade acima de tudo;
Fazer especializações nessa área.
Sem o Scrum Master o seu projeto não anda!
Portanto, o Scrum Master é um agente de mudança dentro da organização e na execução de projetos com a utilização de metodologias ágeis.
É ele quem educa e promove as mudanças culturais, tanto na sua equipe quanto no Product Owner, o que contribui para atingir o resultado final esperado.
Gostou do conteúdo e planeja estudar mais sobre metodologias ágeis e como se tornar um Scrum Master? Confira nossa pós em Gestão Ágil de Projetos e como ela pode lhe ajudar nesse sentido.
O que você precisa levar em conta antes de investir? Decerto, o que lhe vem primeiro à mente são fatores como rentabilidade do produto, risco, retorno, liquidez…mas e o tripé macroeconômico do Brasil? Você sabe como impacta a sua escolha?
No artigo de hoje, reunimos algumas informações importantes sobre o tripé macroeconômico brasileiro. Vamos explicar como esta política de gestão da economia orienta e influencia os mais diversos perfis de investimentos do mercado.
Boa leitura!
O que é tripé macroeconômico brasileiro?
Tripé macroeconômico é o nome dado ao conjunto de metodologias que orientam a política econômica do Brasil. A metodologia, muito utilizada por nações desenvolvidas, foi adotada no país em 1999, por Armínio de Fraga, então presidente do Banco Central.
Em uma entrevista, concedida neste ano por Fraga ao programa Roda Viva, ele dá a explicação que serviria como base para o entendimento da nova estratégia econômica do País:
“O que se tem hoje é uma mudança que dá à taxa de câmbio uma função diferente da função que ela tinha antes. Antes, o Governo dizia para a taxa de câmbio: ‘Você toma conta da inflação’ e dizia para a taxa de juros: ‘Você toma conta do balanço de pagamentos’, que é um regime de taxa de câmbio fixa. Hoje, nós estamos escalando o time de forma diferente. Nós estamos dizendo para taxa de câmbio: ‘você toma conta do balanço de pagamentos’ e para taxa de juros: ‘você toma conta da inflação’. Agora, nada disso funciona sem uma boa política fiscal.”
Em resumo, podemos definir que, segundo o tripé macroeconômico brasileiro:
taxa de câmbio: é flutuante e tem impacto na balança de pagamentos;
taxa de juros: é responsável pelo funcionamento da taxa de inflação;
política fiscal: gerencia e mantém positiva a imagem do Brasil perante seus credores.
Assim, o tripé macroeconômico consolidou o protagonismo de 3 pilares-chave: câmbio flutuante, metas de inflação e metas fiscais.
Entenda os 3 pilares do tripé macroeconômico do Brasil
Agora que você já entendeu o conceito, que tal abordar, com um pouco mais de detalhe, cada um dos componentes do tripé macroeconômico do Brasil?
1- Câmbio flutuante
Uma moeda que tem o preço orientado pelo câmbio flutuante segue as leis de oferta e demanda. Certo. Mas o que isso quer dizer na prática?
Na prática, a taxa de câmbio da nossa moeda, o real, flutua conforme a procura no mercado internacional em relação a outras moedas.
Dessa forma, quando investidores estrangeiros fazem câmbio de dólares para reais, por exemplo, há um fortalecimento da nossa moeda em função do aumento da procura.
Se, por outro lado, nosso País enfrenta uma crise que afasta investidores, fazendo com que eles liquidem seus ativos no País e convertam seus reais em dólares, nossa moeda sofre desvalorização.
Importante: em casos pontuais, o Banco Central pode intervir na política de câmbio do País por meio de leilões que ajudem a controlar a oferta de dólar. Esta ação aconteceu, por exemplo, ao longo da crise provocada pela pandemia, quando o real passou por desvalorização acelerada e desproporcional.
2- Metas de inflação
O segundo pilar do tripé da economia brasileira são as metas de inflação. Estas metas são definidas pelo CMN, o Conselho Monetário Nacional, formado pelo Ministro da Economia, o presidente do Banco Central e o secretário especial de Fazenda.
Após esta definição, cabe ao Banco Central executar a política monetária trabalhando para manter o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) na faixa pré-estabelecida. Para isso, utiliza, como base a taxa Selic, que é ajustada (para cima ou para baixo), conforme o desempenho econômico do País.
Em cenários de forte inflação, como a vivida no primeiro semestre de 2022, a tendência do BC é de elevar a taxa Selic. O objetivo, neste caso, é dificultar o crédito e desaquecer a economia, reduzindo o consumo e, consequentemente, estimulando a queda dos preços.
>>> Leia mais sobre a taxa básica de juros do País, a taxa Selic.
3- Metas fiscais
Por fim, as metas fiscais são previsões do governo para os gastos e receitas. Estas previsões funcionam como guias para a atuação das entidades econômicas do País, e devem ser seguidas para assegurar a manutenção ou crescimento da confiança dos credores, que emprestam dinheiro à União.
O objetivo desejado é que o resultado do ano seja um superávit (ou seja, que as receitas geradas superem os gastos). Entretanto, em casos em que o governo gasta mais do que recebe, há uma situação de déficit fiscal primário.
As metas fiscais são construídas e validadas anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO. Dessa forma, o Congresso Nacional aprova o limite de gastos do governo em itens como:
salários de servidores públicos;
investimentos;
serviços;
etc.
Como o tripé da economia influencia nos seus investimentos?
Conhecer os elementos do tripé macroeconômico é uma forma de tornar sua análise fundamentalista de investimentos mais confiável e profissional. Isso porque a avaliação de cada componente ajuda a:
compreender o momento da economia;
traçar tendências e perspectivas para o futuro;
encontrar rentabilidades mais altas e produtos mais vantajosos de acordo com o cenário;
entender como está a confiança dos investidores no País (e desenhar perspectivas de entrada ou saída de recursos, o que valoriza/desvaloriza o real);
acompanhar o desempenho do País no que tange às metas de inflação (o que gera impacto direto na rentabilidade dos investimentos e no retorno real obtido);
antecipar a emissão de títulos públicos em condições mais atrativas pelo governo (o que acontece em casos de déficit fiscal);
prever os rumos da taxa Selic, que sofre ajustes conforme os caminhos trilhados pela política monetária do País, e que impacta diretamente a atratividade de produtos de Renda Fixa, como o Tesouro Direto, CDB, LCA e LCI.
E por falar em renda fixa…
Se você deseja acompanhar o tripé macroeconômico por interesse em produtos de renda fixa mais atrativos, temos uma boa notícia: nós podemos te ajudar a embasar a sua decisão em mais algumas variáveis importantes!
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E o melhor: o curso tem 2 horas de duração e módulos altamente didáticos!
Como o próprio nome já indica, Lazy Loading (carregamento preguiçoso, em português) se trata de uma técnica que otimiza a performance de aplicações. Ao implementá-lo, é possível obter vantagens como a melhora da experiência do usuário, uma das características essenciais do projeto.
É isso mesmo, uma técnica de “carregamento preguiçoso” na verdade pode tornar a sua aplicação mais fácil de acessar, tornando o processo mais rápido. Achou confuso? Basta continuar a leitura para entender melhor!
O que é Lazy Loading?
O Lazy Loading se trata de uma estratégia de desenvolvimento web utilizada para identificar os recursos que não são necessários em um primeiro momento e deixar para carregá-los depois, reduzindo o tempo de carregamento da página. Ele pode ser aplicado em websites ou mesmo aplicações em Angular.
Por que utilizar o Lazy Loading?
Você já desistiu de acessar algum site que não carregou rapidamente? A maioria das pessoas abandonam as páginas que levam mais de 3 segundos para carregar. Além disso, lá em 2010 o Google já tinha avisado que o tempo de carregamento do site era um dos fatores que poderiam fazer o site ranquear melhor ou não.
Nós vivemos na era do imediatismo e, ao buscar por uma informação, 5 segundos podem parecer eternidade. Por isso, pensar na user experience (experiência do usuário) significa pensar na velocidade de carregamento das aplicações.
Como funciona o Lazy Loading?
Antigamente, o carregamento do conteúdo de uma página era carregado todo de uma vez. Enquanto todos os módulos não fossem carregados, o conteúdo não aparecia. Chamado Eager Loading (carregamento ansioso, em português), esse método demandava um tempo de resposta de acordo com o tamanho da aplicação.
Desenvolvedores precisam aplicar a técnica de lazy loading para garantir a velocidade de carregamento.
Aquelas que continham muitos arquivos, resultavam em um tempo de espera longo para os usuários. Com a popularização do acesso feito a partir de dispositivos móveis e em locais com conexões mais lentas, a velocidade do carregamento passou a ser cada vez mais importante para as aplicações.
Com o Lazy Loading, o carregamento dos módulos acontece sob demanda, apenas quando são necessários. Por isso, ao acessar determinada página, o usuário consegue visualizar o conteúdo muito mais rapidamente, enquanto o restante será carregado apenas quando ele fizer alguma ação – como rolar a tela.
Benefícios de utilizar o Lazy Loading
Aplicar o Lazy Loading pode proporcionar diversos benefícios. Abaixo você confere uma lista com os principais.
Melhora a experiência do usuário: a página é exibida mais rapidamente e consome apenas a quantidade de dados necessária;
Possibilidade de inserir mais conteúdo sem prejudicar o carregamento: se antes a quantidade de conteúdo precisava ser considerada, por atrasar o carregamento, agora isso não é mais um problema. Podem ser inseridos mais recursos e deixar o conteúdo mais atrativo;
Aumento de conversão: se menos pessoas abandonam o site, mais delas podem ser convertidas em leads ou mesmo em clientes. Sendo assim, indiretamente, a velocidade do carregamento pode ajudar na taxa de conversão;
Otimização da estrutura: o uso do Lazy Loading pode tornar a estrutura modularizada mais organizada, deixando o código mais limpo e tornando a manutenção mais fácil;
Economia de recursos: para quem fornece os dados, um dos benefícios é a economia dos recursos, que só serão utilizados conforme o usuário solicitar;
Aumento de performance do SEO: o próprio Google recomenda adiar o carregamento não crítico ou não visível para melhorar o desempenho. A documentação oficial fala sobre a importância do conteúdo estar visível quando carregado na viewport, caso contrário, a indexação é prejudicada.
Inclusive, o Google implementou o Core Web Vitals para analisar o desempenho de sites e portais e mede o LCP (Largest Contentful Paint, ou exibição do maior conteúdo), FID (First Input Delay, ou latência de entrada) e CLS (Cumulative Layout Shift, ou mudança de layout cumulativa). Você pode conferir o desempenho de um site usando o Google Search Console.
Compatibilidade com navegadores
No Internet Explorer 11 já havia sido introduzido o conceito de Lazy Loading, porém, de uma maneira ainda pouco eficiente, que acabou não sendo implementada por nenhum browser da época. Em 2019 o Chrome voltou a abordar o recurso na sua versão 76.
Depois, ele passou a ser implementado também em navegadores como Edge, Firefox, Chrome, Opera e Android Browser. A versão do WordPress 5.5 fez a introdução do recurso de Lazy Loading no seu Core em 2020.
Como implementar o Lazy Loading?
A maneira de implementar o Lazy Loading vai depender de como e onde ele será aplicado. Para implementar no Angular, por exemplo, é preciso criar novos módulos que são carregados sob demanda.
Já se você utiliza o WordPress a partir da versão 5.5, não precisa fazer nada. Porém, se utiliza uma versão anterior, pode optar por outros métodos. Veja abaixo.
Divisão de códigos
É possível dividir as linguagens de programação CSS, HTML e JavaScript em pedaços menores e, com isso, enviar o código mínimo necessário para fornecer o valor antecipadamente. O restante é carregado sob demanda.
CSS
O navegador não renderiza o conteúdo até que o CSSOM seja construído, por isso, o CSS precisa ser leve e entregue com a maior velocidade possível. Além disso, os tipos de mídia e o uso das consultas são aconselhados para desbloquear a renderização. Para isso, podem ser realizadas algumas otimizações CSS.
<link href = “style.css” rel = “stylesheet” media = “all”>
<link href = “print.css” rel = “stylesheet” media = “print”>
Imagens e iframes
Imagens podem ser um dos motivos para a demora do carregamento de uma página. Por vezes, elas não estão na tela assim que o usuário abre o site e é preciso uma interação, como a rolagem da página, para que elas sejam visualizadas. Desse modo, instruir o navegador para que ele adie o carregamento de imagens e frames fora da tela é uma maneira de aumentar a velocidade de carregamento inicial.
<img src = “image.jpg” alt = “…” loading = “lazy”>
Por vezes, ocorrem atrasos na renderização do texto por causa do atraso da solicitação de fontes, que só acontece quando a árvore de renderização já está construída. Para mudar esse comportamento padrão, você pode pré-carregar os recursos de fonte da web por meio do <link rel = “preload”>, a propriedade CSS font-display e a API de carregamento de fonte.
Polyfill
O Polyfill é usado quando é preciso implementar recursos modernos de JavaScript em navegadores mais antigos. Existe um polyfill para implementar o Lazy Loading: loading-attribute-polyfill
API Intersection Observer
Essa API funciona como uma sentinela, avisando quando o elemento passa a ficar visível dentro da página. Com isso, é possível executar ações sem precisar ficar olhando o scroll da tela, ganhando performance, mas sem que o código fique complexo.
Mas, ao implementar o Lazy Loading, é importante realizar testes para assegurar que os elementos sejam exibidos no momento certo. Além disso, é importante que o conteúdo possa ser rastreado pelos bots que fazem a indexação do Google.
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Você certamente conhece o Imposto de Renda para Pessoa Física. Mas sabe o que é declaração retificadora? O documento é aliado de contribuintes que, por falta de informação sobre o preenchimento ou de familiaridade com o sistema, cometem erros no momento da prestação de contas.
Saber como fazer a retificação do imposto de renda é fundamental para assegurar o cumprimento das obrigações tributárias e evitar a penalização pelo Leão.
Continue a leitura do artigo para entender, em um passo a passo simples, como fazer a retificação do imposto de renda.
O que é declaração retificadora?
Se, após submeter a declaração de Imposto de Renda no sistema, você identificar erros ou perceber que deixou de incluir informações essenciais, é preciso recorrer à declaração retificadora.
De acordo com o portal da Receita Federal, “A declaração retificadora tem a mesma natureza da declaração originalmente apresentada, substituindo-a integralmente e, portanto, deve conter todas as informações anteriormente declaradas com as alterações e exclusões necessárias, bem como as informações adicionadas, se for o caso”
Quando é preciso fazer a retificação do Imposto de Renda?
A retificação do Imposto de Renda pode ser feita a qualquer momento em um prazo de cinco anos, desde que o contribuinte não esteja sob procedimento de ofício.
Neste caso, ele não poderá fazer a retificação, devendo, portanto, efetuar o pagamento da multa estabelecida pela Receita na notificação oficial.
O que acontece se você não entregar sua declaração retificadora?
Se você identificou inconsistências no preenchimento da sua declaração de Imposto de Renda, deve utilizar o modelo oficial de declaração retificadora.
Caso não entregue a declaração, você, contribuinte, pode cair na malha fina e passar por uma fiscalização detalhada da Receita Federal, podendo, inclusive, receber multa pelo não-cumprimento das exigências predeterminadas.
Como fazer a retificação do Imposto de Renda 2022?
Agora que você já sabe o que é declaração retificadora, é importante compreender, também, como preencher e enviar o documento à Receita Federal. A boa notícia é que o passo a passo é bem simples.
Suponhamos que você deseje submeter uma declaração retificadora ao imposto declarado em 2022 (ano-calendário 2021).
1- Abra o programa de declaração. Em seguida, busque, no topo da página do lado esquerdo da tela, pela opção “Retificar” na aba “Declaração”.
Importante: caso você deseje retificar a declaração de outro ano, é necessário utilizar o programa referente a ele (exemplo: retificação da declaração exercício 2020/ano calendário 2019, utilizar o programa Imposto de Renda 2020).
2- Selecione a declaração a ser corrigida.
3- Caso seja a primeira retificação, selecione a que aparecer na tela como “Original”. Caso tenha submetido mais de uma declaração retificadora e precise fazer nova correção, selecione a última “Retificadora” enviada.
4- Após este procedimento, a declaração aberta na tela aparecerá como “Retificadora”. Este é o indicativo de que o novo documento tem a função de reparar enganos cometidos anteriormente.Utilize o novo documento para fazer as correções desejadas.
5- Antes de submeter a retificação do Imposto de Renda, clique em “Verificar pendências” , em “Fichas de Declaração”, e confirme se o sistema não identificou outras falhas no preenchimento.
6- Por fim, clique em “Entregar declaração”, do lado esquerdo na aba “Declaração”.
Vale lembrar que a declaração retificadora deve ser enviada pela internet, mediante a utilização do programa ou por meio do aplicativo “Meu Imposto de Renda”.
Entretanto, após o fim do período da declaração, o documento também pode ser submetido em mídia removível (CD, DVD, pendrive etc) em uma das unidades da Secretaria Especial da Receita Federal.
>>> Antes de seguir em frente, recapitule o passo a passo para fazer sua declaração retificadora no vídeo abaixo:
Recapitulando: quando é preciso declarar Imposto de Renda?
É importante se atualizar anualmente sobre os requisitos para a obrigatoriedade da declaração. Em 2022, o Imposto de Renda era mandatório para contribuintes que:
receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021;
no caso de atividade rural, obtiveram receita bruta superior a R$ 142.798,50 no ano passado.
tiveram rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, de mais de R$ 40 mil;
detêm patrimônio de mais de R$ 300 mil;
tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos;
fizeram operações na bolsa de valores, incluindo os dependentes.
Além disso, a declaração de imposto de renda é obrigatória ainda para quem passou a residir no Brasil em 2021 e para quem vendeu imóveis residenciais e comprou outro até 180 dias depois da venda.
Como declarar investimentos no Imposto de Renda? Guia de conteúdos
Agora você já sabe o que é declaração retificadora e quais os passos essenciais para preencher e entregar o documento de maneira correta à Receita Federal.
Outra dúvida comum entre contribuintes diz respeito à forma correta de declarar investimentos no Imposto de Renda.
Para te ajudar a entender os procedimentos relacionados a cada produto e cumprir corretamente suas obrigações tributárias, preparamos um guia de conteúdos relacionados ao tema.
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