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6 perguntas e respostas sobre Fundos de Criptomoedas

Os fundos de criptomoedas são uma boa alternativa para aquelas pessoas que não pretendem investir diretamente em ativos digitais. Afinal, eles oferecem diversos benefícios, como: diversificação imediata, investimento seguro, gestão profissional, menor necessidade de manutenção, entre outros.

Porém, grande parte das pessoas ainda tem dúvidas sobre como funcionam os fundos, quais são as principais características e como fazer investimento. Pensando nisso, preparamos um guia completo sobre o assunto. Leia até o fim e tire todas as suas dúvidas. 

1- O que são fundos de criptomoedas? 

Trata-se de fundos de investimentos que contêm criptomoedas na sua composição. A maioria tem uma fatia do portfólio para a renda fixa, enquanto a outra parte é direcionada para aplicações em criptoativos. Pode ser definido como um tipo de investimento coletivo, com vários investidores, tanto pessoas físicas como jurídicas. Os participantes são denominados de cotistas. 

O patrimônio líquido do produto é formado pela soma de todo o valor aportado, excluindo apenas as obrigações. Esse montante é designado para os criptoativos selecionados, e o retorno é distribuído entre os investidores, de acordo com a quantia alocada por cada um. 

De forma técnica, grande parte dos fundos são classificados na categoria “multimercado”. Esse tipo de produto financeiro autoriza a alocação de recursos em vários modelos de ativos, seja em renda fixa ou variável. 

No Brasil, a exposição dos fundos de criptomoedas ocorre nos principais ativos digitais do segmento – Bitcoin e Ethereum (ETH). Existem ainda alternativas que separam recursos em tokens do ecossistema das finanças descentralizadas (DeFi).

2- Como funcionam os fundos de criptomoedas? 

O funcionamento dos fundos de criptomoedas é semelhante ao dos fundos de investimento convencionais. Isso significa que eles acompanham as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), principalmente a instrução 555, de 2014, que aborda com mais detalhes as informações referente a esse produto financeiro. 

É importante destacar ainda que, em 2018, foi publicado um ofício-circular 11/18. Esse documento explica as possibilidades e as condições para investimentos em criptoativos pelos fundos no país. A partir de agora, esclarecemos os pontos mais importantes dessas duas orientações. 

Exposição 

O primeiro assunto em destaque é em relação aos fundos de criptos para investidores de varejo e investidores qualificados. 

  • Investidor de varejo (individual): 20% de exposição em criptomoedas e 80% em títulos de renda fixa;
  • Investidores qualificados (com mais de R$ 1 milhão investidos) e profissionais (com mais de R$ 10 milhões): o valor de exposição a Bitcoin e altcoins (qualquer criptomoeda diferente do BTC) pode sofrer oscilações entre 40% até 100%.

Investimento direto

As gestoras têm autorização para aplicar investimentos de forma indireta em criptomoedas, tanto no exterior quanto em instituições regulamentadas. 

Esse processo pode ser conduzido por meio da compra de cotas de fundos e derivativos, entre outros ativos negociados em terceiras jurisdições. Porém, a CVM informa que eles devem ser “admitidos e regulamentados naqueles mercados”. 

Gestão 

Os fundos têm dois tipos de gestão.

  • Ativa: o objetivo é ultrapassar a rentabilidade de um índice de referência (benchmark), como o CDI;
  • Passiva: a proposta do produto é replicar a mesma rentabilidade que um índice específico. 

Estrutura 

Os fundos de cripto não podem funcionar de qualquer forma. Eles têm uma estrutura para administrar os recursos.

  • Gestor (responsável por decidir os investimentos);
  • Administrador (instituição financeira que define as características da carteira);
  • Custodiante (instituição que guarda os ativos);
  • Auditor (responsável por conferir às demonstrações contábeis);
  • Distribuidor (aqueles que distribuem o produto);

Uma assembleia geral também deve ser implementada para debater assuntos relacionados ao produto. 

Custos 

Os cotistas precisam arcar com uma taxa de administração que será utilizada para custear os serviços da administração e da gestão. Os custos variam de 0,5 a 2%, que devem ser pagos anualmente. 

A taxa de performance também é de sua responsabilidade. Trata-se de uma remuneração para a equipe que superar o valor determinado no índice. Essa quantia é semelhante a um bônus por um desempenho de qualidade. 

3- Qual o investimento mínimo em fundos de criptomoedas? 

Não existe um valor padrão. Isso porque, a definição depende da gestora e do produto. Veja abaixo uma média para cada caso: 

  • Fundo de cripto para o varejo: é possível encontrar um mínimo de R$1;
  • Investidores qualificados: varia entre R$ 5 mil a R$ 50 mil; 
  • Produtos para os profissionais: a entrada mínima vai de R$ 50 mil a R$ 100 mil.

4- Como investir em fundos de criptomoedas?

O processo pode ser feito diretamente no site de gestoras. Em grande parte dos casos, é necessário preencher um cadastro com os seus dados pessoais.

  • Data de nascimento;
  • Estado civil;
  • Nome da mãe. 

O sistema pode solicitar ainda fotos de documentos, como CPF ou CNH. 

5- Quais são os melhores fundos de criptomoedas no Brasil? 

A Infomoney listou os melhores fundos de criptomoedas em nosso país. Veja a lista completa abaixo. 

  1. BLP Digital 100 FIM IE, da BLP Asset: o produto financeiro é indicado para os investidores profissionais. Ele garantiu uma rentabilidade de 160% em 12 meses;
  1. QR Blockchain Assets FIM IE, da gestora QR Asset: rendeu 130% em 2021. De acordo com o site da empresa, somente investidores qualificados podem adquirir o fundo de criptoativo; 
  1. Vitreo Criptomonedas FIC FIM IE, da Vitreo: valorização de 118%, tendo como público-alvo o investidor qualificado; 
  1. Hashdex 100 Nasdaq Crypto Index FIM IE, da gestora Hashdex: rendimento de 108%. Ao contrário das opções anteriores, essa modalidade é direcionada para o varejo;
  1. QR BTC Max FIM IE: permite somente investidores qualificados. O rendimento foi de 73%.

6- Vale a pena investir em fundos de criptomoedas? 

Para garantir os benefícios dos fundos de criptomoedas, é fundamental conhecer esse tipo de investimento a fundo. Isso é muito importante porque ajuda a tomar as melhores decisões. 

A regra é clara: quanto mais conhecimento, maiores serão as possibilidades de garantir bons rendimentos financeiros. 

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Cash Cow: saiba o que é e conheça empresas consolidadas no mercado

Embora não seja muito conhecido no Brasil, o termo cash cow representa muito para quem deseja lucrar e viver de dividendos. 

Porém, não são só os olhos dos investidores que brilham quando se deparam com essa expressão. Isso porque muitas empresas desejam ser “um cash cow”. 

Em tradução livre do inglês, cash cow significa “vaca de dinheiro”. Porém, contextualizado por o bom e velho português, essa expressão equivaleria a “galinha de ovos de ouro”. 

Para entender melhor o que é cash cow e o que está por trás de seu conceito, basta seguir com sua leitura!

O que é cash cow?

Cash cow é uma expressão que representa quando um produto ou serviço gera bons retornos financeiros, sem grandes despesas em sua criação ou manutenção.

Vamos supor que você tenha criado um produto diferenciado com poucos recursos e que ele tenha caído no gosto do público e vendido muito. 

Esse é um exemplo de cash cow. Afinal, você não investiu muito, teve ótimo retorno financeiro  e, ainda, financiou a manutenção de sua empreitada no mercado. 

Exemplos de empresas cash cow

Em geral, um produto cash cow é tão poderoso que se torna capaz de dar suporte e sustentar outras atividades da empresa.

Nesse sentido, podemos encontrar uma série de empresas cash cow no mercado que possuem produtos que se “vendem sozinhos”.

A Coca-Cola é um exemplo de cash cow. Atualmente, a empresa necessita de pouco investimento para lucrar com seu produto final, cujo nome é o mesmo da companhia.

Isso porque esse é um refrigerante consumido por diversas pessoas ao redor do mundo com grande poder de aceitação. A partir dele criaram-se as derivadas Light e Zero, entre tantas outras, que embarcaram em uma sólida ascensão diante da relevância da original.

O McDonald ‘s segue essa tendência. A marca gera bilhões de dólares em suas operações e o retorno aos acionistas é, em grande parte, por meio de dividendos e recompras de ações.

Não há dúvida do rendimento e do sucesso da marca. Seus restaurantes atraem público fiel, sem contar as longas filas em delivery. Afinal de contas, o McDonald ‘s já é consolidado no mundo afora apenas pela marca e pelo jingle nos seus comerciais.  

Para que serve a matriz BCG no cash cow?

A matriz BCG é uma ferramenta que serve para auxiliar as empresas que têm em seu portfólio produtos variados. Assim, ela analisa o desempenho das soluções no mercado.

O objetivo da matriz BCG é otimizar as decisões das empresas quando se trata de direcionamento de investimentos e definição de estratégias.

Em empresas de grande porte, essa ferramenta ajuda a analisar, em formato de gráficos, os tipos de negócios e quais decisões os gestores devem tomar.

E como as empresas cash cow são representadas na matriz cash cow?

Como vimos, cash cow em português pode ser traduzido para vaca leiteira, sendo essa a representação na matriz BCG, que faz parte de um dos quatro quadrantes da ferramenta:

  • estrela;
  • vaca de dinheiro (empresas cash cow);
  • interrogação;
  • abacaxi

A vaca de dinheiro  significa um produto ou serviço consolidado no mercado, porém, como já chegou ao seu limite, tem o crescimento reduzido. Sendo assim, não carece de novos investimentos, uma vez que deve apenas se manter em funcionamento.

Logo, a matriz BCG irá analisar o fluxo das demandas do empreendimento, buscando preservar o ótimo rendimento no mercado. 

Cash cow: vale a pena investir?

Investir em ações de empresas cash cow pode ser uma boa alternativa, mas não para todos.

Essas empresas já são líderes de mercado, o que dificilmente induzem a buscar alto crescimento, tratando-se de percentuais. Por isso, recomenda-se para quem já possui bom patrimônio ou deseja viver de renda.

Entenda que o montante do lucro e os dividendos do cash cow são altos, em contrapartida, a valorização das ações pode acontecer de forma mais lenta.

Os indicadores cash cow, isto é, altos dividendos, proposta de baixo crescimento e fluxo de caixa previsível são fatores ideais para a avaliação de um investidor que pretende se aventurar nesse tipo de empresa. 

No entanto, se sua ideia é manter uma renda frequente, não considere comprar ações de empresas cash cow para depois vendê-las, pois, provavelmente, você perderá dinheiro, a menos que a valorização dos dividendos e o fluxo de caixa se tornem instáveis e essa seja sua única alternativa.

Por outro lado, quem pretende acumular patrimônio, a tendência é focar em empresas com proposta contrária do cash cow.

Companhias focadas em crescimento alto usam o dinheiro do caixa para alavancar seus negócios, consequentemente, pagam poucos dividendos aos acionistas. 

Ao mesmo tempo, pelo fato de serem empresas com menor valor de mercado, qualquer crescimento relevante pode gerar alto percentual de elevação nas ações.

Gostou da ideia e pretende se aprofundar no assunto?

Se você deseja entender mais sobre como funciona o preço e o valor das empresas e das ações, indicamos o curso Introdução ao Universo de Trading, da Faculdade XP.

Neste treinamento, você aprenderá o básico deste mercado para entender o que faz uma empresa valer mais do que a outra, inclusive, cash cow. Assim, poderá tomar as melhores decisões ao investir nas que apresentam melhor possibilidade de retorno financeiro.

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O que são índices de bolsas mundiais? Como eles impactam os investimentos?

“Bolsas mundiais sobem em decorrência do acontecimento X” ou “Bolsas mundiais recuam após o evento Y”. Você certamente já ouviu manchetes como estas nos telejornais ou portais que acompanha na internet, certo? As referências utilizadas em matérias assim são os índices de bolsas mundiais: carteiras teóricas das principais instituições globais. 

O fato é que, seja qual for o seu nível de entendimento da bolsa de valores, conhecer os índices e a performance das ações nas bolsas mundiais pode te ajudar a identificar o comportamento do mercado e a entender movimentos que podem impactar diretamente os seus investimentos. 

Mas como os índices de bolsas mundiais impactam os investimentos de quem está aqui no Brasil? Como um investidor como você pode se manter por dentro das oscilações de mercados globais?

Este é o assunto do nosso artigo. Boa leitura! 

O que são índices de bolsas mundiais?

Como adiantamos anteriormente, índices mundiais de ações são carteiras teóricas atribuídas às principais bolsas ao redor do mundo. 

Em geral, os índices são formados por ações em alta na bolsa em questão — com grande volume de negociação ou performances de destaque (positivo ou negativo) no período avaliado. 

A pontuação atribuída ao índice varia justamente em relação a esta performance: se as cotações caem, o mesmo ocorre com o indicador. 

Por representarem uma parcela considerável do volume de ações negociadas na bolsa, os índices mundiais são um termômetro para avaliar o desempenho do mercado em um dia ou período específicos. 

Qual o índice da Bolsa de Valores do Brasil?

No Brasil, o índice relacionado à Bovespa, nossa bolsa de valores, é chamado de Ibovespa. Nesta carteira teórica, as ações listadas equivalem a aproximadamente 80% do número de negócios e do volume financeiro da bolsa, Por isso, dizemos que o IBOV, como também é conhecido o Ibovespa, traz um retrato bastante fiel da performance da B3. 

No portal da B3, você pode acompanhar a performance dos ativos listados no IBOV diariamente, bem como segmentá-los por títulos mais negociados, com maiores altas ou maiores baixas no período analisado.  

Fonte: portal B3 (acesso em 31 de maio de 2022)

Qual a importância das bolsas mundiais para o mercado brasileiro? 

“Faculdade XP, entendi o que são índices de bolsas mundiais, mas não sei exatamente como eles impactam o nosso mercado.” Chegou a hora de tirar a dúvida! 

Por mais que pareça algo distante e desimportante, acompanhar o andamento de bolsas ao redor do mundo (mesmo em países distantes, como China, ou Japão) pode te ajudar a prever oscilações e se preparar para boas oportunidades de compra ou venda de ações e outros produtos. 

Isso porque a economia do Brasil ainda é especialmente dependente de investimentos estrangeiros. 

Por isso, acompanhar a cotação dos índices mundiais ajuda a identificar momentos de otimismo sobre a economia e o consequente interesse desses investidores na economia brasileira. 

Lembra dos exemplos que usamos logo na introdução deste artigo?  Vamos usar um deles para te ajudar a entender melhor o impacto da performance dos índices de bolsas no mundo aqui, no Brasil.

Para simplificar

Veja o texto abaixo, divulgado em uma matéria no portal Infomoney em 18 de maio de 2022. Ele ajuda a entender a relação sobre a qual estamos falando: 

“Após cinco pregões em alta, a bolsa brasileira fechou em baixa nesta quarta-feira (18), acompanhando o tombo das bolsas americanas, que foram pressionadas por temores de um aperto agressivo da política monetária e desaceleração do crescimento econômico.”

O texto mostra que cenários de oscilação tendem a gerar um movimento de pessimismo (ou otimismo) generalizado. 

Além disso, situações de grandes altas ou quedas nos índices de bolsas mundiais podem influenciar na existência de um efeito manada que retire ou impulsione investimento em países emergentes (como o Brasil).

É importante ter em mente, no entanto, que uma análise rasa dos comportamentos dos índices globais não é suficiente para antever um impacto no Brasil. É preciso ir além e avaliar, também, aspectos como: 

  • taxas de juros dos países em questão; 
  • aspectos macroeconômicos;
  • questões políticas; 
  • alternativas de investimento;
  • grandes movimentos de compra e venda; 
  • etc. 

Como acompanhar os índices de bolsas no mundo? 

Ao chegar até este ponto do artigo, você certamente já entendeu a importância de acompanhar os índices de bolsas mundiais. 

Mas como fazer isso? 

Resumimos o caminho em dois passos fundamentais, e você conhece cada um deles agora. 

1- Saiba quais são as principais bolsas do mundo

O primeiro passo para entender como operam as cotações de índices mundiais é saber quais são as maiores e mais influentes bolsas em nível global. 

Neste artigo, elaborado pela Clear, você conhece todas elas. Aqui, trazemos alguns exemplos: 

  • Nasdaq Stock Market (NASDAQ): bolsa que opera na cidade de Nova Iorque, com ações de empresas como Apple, Facebook e McDonald ‘s. Sua capitalização bursátil (valor de mercado) supera os US$17 trilhões.
  • New York Stock Exchange (NYSE): principal bolsa do mundo, com valor de mercado (capitalização bursátil) acima dos US$ 21 trilhões, opera ações de empresas como Coca-Cola, Disney e Pfizer.
  • Tokyo Stock Exchange (TSE): com capitalização próxima de US$6 trilhões, a bolsa de Tóquio, no Japão, opera ações de empresas como Toyota, Sony e Ajinomoto.
  • Shanghai Stock Exchange (SSE): opera ações relacionadas a bancos (Banco Agrícola da China e Bank of China) e empresas como Foshan Haitian Flavouring & Food Co e PetroChina. Já tem capitalização superior a US$6 trilhões. 
  • Euronext: bolsa de valores europeia, localizada em Amsterdã, que opera os mercados de Bruxelas, Dublin, Lisboa, Londres e Paris. Sua capitalização bursátil é de aproximadamente US$4,61 trilhões.

2- Conheça os índices mais relevantes associados a elas

O segundo passo, além de conhecer as bolsas de valores pelo mundo, é saber quais os índices associados às empresas ali negociadas. A seguir, você encontra a nossa lista com alguns deles: 

NASDAQ Composite 

Reúne grande parte das ações listadas na Nasdaq — bolsa de Nova Iorque. 

S&P Global 100 

Índice desenvolvido pela agência de ratings Standard & Poor’s, mede a performance de 100 empresas multinacionais que estão entre as maiores do mundo. 

S&P 500 

É composto por 500 ações negociadas nas bolsas NYSE e Nasdaq. 

Dow Jones 

Carteira com ações das 30 maiores e mais importantes empresas dos Estados Unidos. 

SSE Composite Index 

Índice que abrange todas as ações listadas na Shanghai Stock Exchange, a bolsa de valores de Xangai.

Nikkei 225 

Principal índice da bolsa de valores de Tóquio, reúne suas 225 principais ações. 

Euronext 100

índice das empresas mais capitalizadas e mais negociadas na Euronext. A composição do índice é revista trimestralmente.

Ibovespa 

O índice da bolsa brasileira, sobre o qual falamos anteriormente. Tem uma carteira teórica com cerca de 92 de ações das empresas mais negociadas na B3. 

3- Acompanhe as notícias ou visite seu home broker

Por fim, acompanhe a performance dos índices de bolsas mundiais e faça suas análises! 

A boa notícia é que, nos dias atuais, é fácil encontrar informações sobre as principais bolsas mundiais e seus índices na internet. Com uma pesquisa em mecanismos de busca, já é possível localizar marcadores com o desempenho dos papéis na data buscada.

Outra alternativa é obter notícias e informações em portais, como o Infomoney, e visitar com frequência o home broker da sua corretora para identificar possíveis oscilações nos papéis que integram os índices.

Mais sobre a bolsa de valores 

Se acompanhar os índices de bolsas mundiais é seu primeiro passo como um investidor do mercado de ações, temos uma sugestão valiosa! 

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Créditos da imagem: Tech Daily em Unsplash

O que são Fundos de índice? Como operar?

Entender o que são Fundos de Índice pode te ajudar a abrir a mente sobre possibilidades de investimentos na bolsa de valores. 

Isso porque os também chamados ETFs (ou Exchange Traded Funds) são um caminho para gerenciar ativos de forma passiva. Consequentemente, demandam menos atenção e estratégia por parte do investidor do que na gestão diária de ações convencionais, o chamado Day Trade.

Embora o gerenciamento dos ETFs na carteira exija menos foco exclusivo a você, investidor, é importante conhecer alguns detalhes sobre a operação dos papéis, bem como suas características. E sobre isso, falaremos ao longo deste artigo.

O que são ETFs? 

ETF é a sigla para Exchanged Traded Fund, um fundo de ações que tem como referência um índice da bolsa de valores. 

Sua operação segue a lógica dos fundos de investimento, que opera segundo a metáfora do condomínio: um gestor especializado é responsável por selecionar e gerenciar as ações componentes do fundo e zelar pela performance das cotas, entregando aos cotistas — investidores — os resultados. 

Apesar disso, há alguns pontos que diferenciam os ETFs dos tradicionais fundos de investimento, como os conhecidos FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário). Aqui estão os principais: 

>>> Leia mais sobre ETFs e conheça as diferenças e particularidades deste papel em relação a outros investimentos 

Cotas negociadas na bolsa 

Nos ETFs, as cotas são negociadas diretamente no pregão da B3, como se fossem ações. Por isso, seu desempenho sofre oscilações de acordo com as performances dos papéis integrantes da carteira. Outro fator de influência na performance das cotas é sua oferta e demanda. 

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Índice de referência 

Os Fundos de Índice não têm este nome à toa. Eles são chamados assim porque são atrelados a um índice de referência (subjacente). Isso significa que o gestor do fundo gerencia a composição da carteira ETF tornando-a o mais semelhante possível com a do índice subjacente. 

Que tal um exemplo para entender melhor? 

Suponhamos que o ETF em questão seja atrelado ao ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial). Neste caso, o gestor do fundo terá, como atribuição, utilizar os recursos dos cotistas para adquirir as mesmas ações componentes do fundo, em proporções também semelhantes. 

Como funcionam os Fundos de Índice na B3? Características do papel

Para entender como funcionam os Fundos de Índice na B3 e, de quebra, entender se eles são compatíveis às suas expectativas como investidor, separamos algumas das características que ajudam a identificar tendências de comportamento do papel. 

Rentabilidade

Uma vez que o ETF busca ser uma espécie de “espelho” do índice de referência, sua rentabilidade será tão boa quanto a do subjacente — e vice-versa. 

É possível, claro, que haja pequenas diferenças entre a performance do ETF e a do índice. Isso pode ocorrer, principalmente, por duas razões. 

A primeira  é o desconto da taxa de administração, que impacta o retorno sobre o investimento. 

A segunda diz respeito à gestão operacional do Fundo. Embora o gestor trabalhe para garantir que o ETF acompanhe o índice de referência, pode ser difícil criar uma composição exatamente igual a ele, seja por uma redução da liquidez dos papéis que deveria ter na carteira, ou até por oscilações imprevistas do mercado.

Nestes casos, a rentabilidade do ETF pode se diferenciar do indicador de referência — em geral, esta diferenciação é pequena e tende a ser passageira, na medida em que o gestor trabalha para igualar a carteira ao índice.

Tributos e custos

Outro aspecto de relevância para entender como funcionam os Fundos de Índice (e se este investimento faz sentido para você) é a análise das tributações incidentes no produto.

Os custos de operação dos ETFs são semelhantes àqueles utilizados na operação da bolsa:

  • Taxa de corretagem;
  • Taxa de negociação (emolumentos);
  • Imposto de Renda (com alíquota de 15% sobre os ganhos, com exceção dos ETFs de Fundos Imobiliários, cujo imposto é de 20%).

Além dos custos já conhecidos por quem opera ações, os ETFs têm o custo adicional equivalente à taxa de administração: paga ao gestor do fundo;

O que considerar antes de começar a investir?

Além de conhecer as características dos Fundos de Índice, é importante considerar aspectos práticos do investimento para tomar a decisão mais compatível com o seu perfil. 

Listamos alguns destes aspectos a seguir. 

  • Possibilidade de diversificação: os Fundos de Índice são indicados para investidores que valorizam e buscam a diversificação das carteiras. Com apenas uma cota, é possível ter ações de várias empresas; 
  • Liquidez: ETFs são papéis com alta liquidez. Isso significa que, em um mesmo dia, é possível negociar a compra ou a venda de cotas de índices; 
  • Custos de investimento: atualmente, é possível encontrar ETFs de boa performance a partir de R$ 50,00.
  • Facilidade de acesso e acompanhamento, por meio do home broker da corretora de sua escolha. 

Fundos de Índice valem a pena? 

Agora você já sabe o que são e como operar Fundos de Índice na B3. Chegou a hora de se perguntar: investir neste produto vale a pena? 

Nossa resposta é enfática: depende! 

Para saber se um produto financeiro é bom para você, é essencial considerar o seu perfil de investidor

Esta classificação, comumente segmentada em Conservador (baixa tolerância ao risco, opta por investimentos seguros e pouco oscilantes), Moderado (alguma tolerância ao risco) e Agressivo, ou arrojado (alta tolerância ao risco em nome de uma maior rentabilidade), deve ser acompanhada das suas perspectivas, expectativas e necessidades.

Com as informações claras, fica mais fácil considerar os dados mostrados neste artigo e entender se o investimento em ETFs é compatível com o seu comportamento enquanto investidor. 

Aproveite para assistir ao vídeo abaixo e saber mais sobre os Fundos de Índices: 

Aprenda a investir na bolsa! 

Investir em Fundos de Índice é apenas um dos caminhos possíveis para quem tem interesse em renda variável. Outro caminho, igualmente vasto, é o do investimento em ações na bolsa de valores. 

Que tal conhecer este vasto universo e entender como montar uma carteira perfeita para você? 

O curso Introdução ao Universo de Trading está com matrículas abertas e sua inscrição é o passaporte para aprender: 

  • conceitos básicos para começar a investir em ações;
  • bolsa de valores e as escolas de análises;
  • investindo em ações na prática.

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Aprenda como investir FGTS no Tesouro Direto [PASSO A PASSO]

O FGTS é um benefício previsto por lei que é oferecido a todo trabalhador em regime CLT. Originalmente, seu resgate é restrito a situações de demissão ou em casos específicos, como doenças e compra de imóvel. Entretanto, atualmente o Governo vem flexibilizando as condições de acesso ao FGTS, possibilitando investir esse benefício no Tesouro Direto.

Se você tem ou teve a carteira assinada e conseguiu acumular esse saldo, pode usá-lo para investir. Afinal, melhor que dinheiro parado é dinheiro rendendo. Neste artigo, nós ensinamos a como fazer. Vamos lá?

O que é FGTS?

O FGTS é a sigla de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Basicamente, ele se trata de um fundo criado pelo Governo Federal e sua função é formar uma reserva de dinheiro para o trabalhador registrado.

O depósito é feito mensalmente pela empresa contratante e corresponde a 8% do valor do salário. Inicialmente, ele não podia ser resgatado em qualquer situação, apenas em casos como demissão e doença.

Como é possível realizar o saque de contas do FGTS?

Recentemente, o Governo Federal passou a liberar saques extraordinários do FGTS. Com o objetivo de aquecer a economia, o trabalhador pode usar parte do saldo disponível nesta conta da maneira como quiser.

O saque extraordinário ocorre de acordo com o mês de nascimento do profissional. Nas regras atuais, o limite é de até R$ 1 mil. O valor é depositado na conta poupança social digital, que é criada automaticamente pela Caixa.

Outra maneira de ter acesso a parte do fundo é por meio do saque-aniversário. Neste caso, o trabalhador pode alterar a modalidade de recebimento e ter acesso aos valores anualmente no mês de seu aniversário.

Aqueles que optam por esse tipo de saque não têm direito ao saque total do FGTS em casos de desligamento. Isso significa que apenas o resgate referente à multa rescisória pode ser feito.

O que é mais vantajoso: sacar e reinvestir o FGTS ou deixar ele rendendo no próprio fundo?

Normalmente, o saque do FGTS costuma ser uma opção para trabalhadores endividados ou com objetivos definidos. É o caso de quem precisa reformar e, em alguns casos, até mesmo viajar. Mas esse recurso também pode ser usado para gerar rendimento.

Alguns não sabem, mas o próprio fundo possui uma porcentagem. Isso significa que só o fato de receber o dinheiro todos os meses e deixá-lo parado na conta faz com que ele renda.

Outra opção é sacar o dinheiro e aplicá-lo em alguma das opções de investimento oferecidas pelo mercado. Mas entre essas duas possibilidades, qual é mais vantajosa?

A resposta pode ser obtida a partir de uma simples análise: a porcentagem de rendimento. No caso do FGTS, o rendimento atualmente é de 3% + a Taxa Referencial (TR). Isso significa 5,65% ao ano.

Já o rendimento dos investimentos pode variar conforme o tipo escolhido. Falando em renda fixa, por exemplo, muitas opções usam a taxa Selic como referência. Em junho de 2022, ela foi definida pelo Copom em 13,25% ao ano.

Considerando os dados acima, é possível concluir que usar o dinheiro do FGTS para investir é uma boa opção para quem quer aumentar o patrimônio.

Dá para investir FGTS no Tesouro Direto?

Depois que o valor do FGTS é sacado, o dinheiro deixa de pertencer ao fundo. Nesse caso, é possível direcioná-lo a qualquer atividade, incluindo a aplicação em Tesouro Direto.

Esse tipo de investimento é indicado para quem está dando os primeiros passos nesse universo ou em busca de uma opção segura. Essa segurança está garantida pelo fato dele ser emitido pelo Tesouro Nacional.

Para quem não sabe, o Tesouro Direto consiste em títulos públicos federais. Basicamente, o investidor empresta dinheiro ao Governo em troca de rendimento.

Como investir FGTS no Tesouro Direto?

O investimento em Tesouro Direto é simples e acessível. O primeiro passo é escolher a instituição financeira que fará a intermediação e abrir uma conta com ela. Essa instituição pode ser uma corretora ou um banco.

Depois disso, é preciso solicitar que essa instituição faça o cadastro junto ao Tesouro Nacional. Quando isso acontecer, o investidor receberá uma senha de acesso por e-mail.

Com essa senha em mãos, é preciso acessar o Portal do Investidor e, no menu do site do Tesouro, selecionar a opção Investir. Nessa tela, é possível visualizar todos os títulos disponíveis para compra.

Após escolher o título desejado, é preciso definir o valor de investimento. Algumas opções partem de um valor mínimo de R$ 30. O próximo passo é confirmar as informações.

Lembrando que existem três tipos de Tesouro Direto:

  • Tesouro Prefixado: cuja rentabilidade é anual e definida na hora do investimento. Assim, a quantia a ser resgatada é a acordada na hora da compra.
  • Tesouro Selic: cujo rendimento está atrelado à Taxa Selic. Por ter liquidez diária, permite o resgate a qualquer momento.
  • Tesouro IPCA: mistura de pré e pós-fixado. Sua rentabilidade varia conforme o IPCA, além de ter rendimento fixo.

Outros investimentos para aplicar o FGTS

Além do Tesouro Direto, existem outras opções de investimento em que é possível aplicar o valor resgatado do FGTS. Entre elas:

CDB

Entre os investimentos que têm a segurança como característica, o CDB também pode ser considerado. Nele, o investidor empresta seu dinheiro aos bancos e recebe rendimento em troca.

No CDB, tanto a rentabilidade, como o valor mínimo de aplicação e a liquidez variam conforme a opção escolhida.

Fundo de investimento

Quem está em busca de uma rentabilidade maior e disposto a correr mais riscos, os fundos de investimento são boas opções. Atualmente, o mercado oferece fundos de renda fixa com rendimento superior ao CDI.

Como investir o FGTS em uma boa opção?

Hoje o mercado disponibiliza cada vez mais opções de investimento. Cada uma delas com uma característica diferente, que atende a variados perfis e objetivos.

Para fazer uma boa escolha de investimento para o seu FGTS, é fundamental ter entendimento financeiro. Isso significa ter visão sobre juros, taxas e inflação.

Na Faculdade XP, o curso O Beabá Financeiro reúne o básico das finanças e ajuda o investidor iniciante a fazer escolhas mais assertivas. Lembrando que esse curso faz parte da assinatura Multi+, com dezenas de cursos livres e bootcamps para aprofundar seus conhecimentos.

Projetos de UX: como criar e apresentar os seus?

Provavelmente, você já ouviu falar em User Experience (Experiência do Usuário), ou simplesmente UX. O termo se refere a como o usuário interage com um produto ou serviço. Por conta dessa importância para o usuário, é indicado montar projetos de UX e evitar problemas durante a execução do seu trabalho ou na entrega para os clientes. 

Se você deseja ingressar na área, ou se começou a pouco tempo e ainda tem dúvidas, este artigo vai te ajudar. Nele, vamos ensinar como fazer e como documentar projetos de UX, e qual a importância deles para o seu trabalho e para a sua carreira.    

O que são os projetos de UX?

Um projeto de User Experience consiste no desenvolvimento de um produto que se preocupa, sobretudo, com a experiência e a relação que o usuário cria com o seu produto ou serviço. 

Por exemplo, se você tem como cliente uma empresa de roupas que quer melhorar a experiência do usuário ao fazer compras pelo app da marca, esse é o projeto que você está trabalhando atualmente.   

Importância de se realizar projetos de UX

Ter uma estratégia de UX bem estruturada faz com que os profissionais consigam desenvolver produtos cada vez mais coerentes com as expectativas dos usuários. Assim, elas conseguem realizar experiências inesquecíveis para o usuário através do que elas estão oferecendo.

Para a empresa, um bom projeto de UX significa economia de tempo, dinheiro e energia.  Além disso, outros benefícios mostram a importância dos projetos de UX: 

  • Acompanhamento de padrões comportamentais dos usuários: entenda o que os seus usuários sentem e o que eles esperam em relação ao seu produto. A partir disso, é possível criar novas ferramentas e recursos para melhorar ainda mais a experiência do usuário;
  • Mensuração de resultados: acompanhe os gráficos e relatórios de desempenho para entender quais os erros e os acertos do seu produto até então;
  • Priorização dos recursos: nos projetos UX, são construídos MVPs (Produto Mínimo Viável) para testar versões mais enxutas do produto e garantir que o produto vai entregar valor aos usuários na sua versão final; 
  • Redução de riscos: com as reais necessidades dos usuários identificadas, menores são as chances de criar um produto que não agregue valor à experiência do usuário. 

Etapas para criar projetos de UX Design

Criar um projeto de UX exige, além de tempo, dedicação e organização por parte dos envolvidos. 

Abaixo, preparamos um passo a passo com dicas que te ajudarão a criar seu projeto de forma prática e eficiente. 

1. Pesquisa

Em primeiro lugar, você precisa entender qual o problema que o produto se propõe a solucionar. Por isso, é necessário que aconteçam reuniões entre a equipe e o cliente. 

Com a UX Research, você conhece mais sobre a empresa, entende quais são as reais necessidades e qual público ela deseja alcançar.  

Logo em seguida, é de começar a desenhar o seu projeto. Aqui, a equipe pode usar uma pergunta-chave para todo o projeto: em quais aspectos essa solução se diferencia das que já existem no mercado? 

Faça pesquisas iniciais, salve referências e registre tudo da forma que preferir. Quanto mais organizado você for no seu trabalho, melhor será a execução e o resultado final.    

2. Planejamento

Com as principais informações sobre o produto em mãos, é hora de começar o projeto UX de fato! 

Para isso, monte um checklist com as atividades que precisam ser feitas desde a fase inicial até a final do projeto. Aqui, você pode utilizar a metodologia 5W2H para definir o planejamento estratégico.

É importante que o seu planejamento responda a perguntas centrais do projeto. Por exemplo: qual o problema deste produto? Quem é o seu usuário? Por que ele está sendo feito?    

3. Design de fluxo

A próxima etapa consiste em desenhar os fluxos reais do produto, com o auxílio de fluxogramas, mapas, textos, entre outras ferramentas que ajudam na fase de testes.  

4. Design

Por fim, os profissionais de UX Design começam a projetar o produto a partir do que foi definido na fase anterior. 

Aqui são criados os protótipos que simulam toda a experiência do usuário com o uso do produto. Quando todos estiverem aprovados, a equipe de UX Design passa o projeto para a equipe de desenvolvedores que cria a versão final da aplicação.   

Como documentar um projeto UX?

Apesar de ser visto por alguns como uma etapa desnecessária, a documentação de projetos de UX em programas de textos, como Word e Google Docs, é essencial e traz diversos benefícios ao projeto.

Afinal, apenas com as informações do projeto você consegue criar o seu storytelling e montar o seu portfólio.

Abaixo, separamos quatro dicas que te ajudarão na hora de documentar o seu projeto:

  • Crie um roteiro da sua documentação;
  • Faça uma espécie de diário do seu projeto e anote tudo o que aconteceu nos seus dias de trabalho;
  • Nomeie tudo e todos os itens que aparecerem ou forem utilizados no projeto. Assim fica mais fácil você fazer a conexão entre os pontos na hora de criar o documento final;
  • Defina a conclusão do projeto assim que terminá-lo e monte o seu dossiê. Mensura o que deu certo e o que deu errado, o que você teria feito se tivesse mais tempo ou mais dinheiro para investir. 

Adicionar os projetos ao portfólio UX

Antes de mais nada, é preciso entender a importância de manter o seu portfólio atualizado. 

Normalmente, os projetos de UX Design são adicionados no Behance. Devido à popularidade da plataforma, ela é uma das mais indicadas. 

Porém, se você não curte o Behance, existem outras possibilidades onde você adicionar os seus projetos sem problemas. Por exemplo, Drible ou o seu próprio site. 

Como apresentar projetos de UX para clientes

Ao apresentar os seus projetos, é importante considerar que o seu portfólio é a primeira impressão que o cliente terá do seu trabalho. Por isso, é importante que ele seja bem organizado, mas que tenha a sua cara e reflita bem o seu trabalho. 

No geral, portfólios de UX precisam ter mais processos em si do que as telas finais. Por exemplo, como foram feitas as descobertas das necessidades, as pesquisas e levantamentos de dados, e o fluxo de trabalho. 

Portanto, ao criar o seu portfólio, considere os seguintes pontos:

  • Biografia profissional que mostre as suas experiências e diferenciais;
  • Formato ideal para o seu portfólio (site, slides, etc.);
  • Mostre em imagens o processo do projeto com detalhes;
  • Selecione os seus melhores projetos. 

Exemplos de projetos de UX Design

Agora, que você já sabe como criar projetos de UX, que tal ver alguns exemplos de projetos? 

1. Onna App

Trabalho de Conclusão de Curso de alunos de Comunicação Social, o projeto experimental do Onna App tinha como objetivo “dar autonomia para que a mulher possa administrar e ter controle da sua carreira profissional” através de uma plataforma para compra e venda de produtos produzidos por elas próprias.

Criação do projeto UX Onna
Metodologia utilizada para o desenvolvimento da solução.

2 – RamSuperstore

A Ram Superstore é uma empresa que chegou ao mercado brasileiro com uma proposta de integração entre lojas físicas e e-commerce. Para que isso funcionasse, o projeto de UX apresentou ao cliente uma solução de pagamento na loja física que lhe permite ter mais liberdade e integração com a loja. 

Projeto de UX da Ram Superstore
Imagem do aplicativo desenvolvido como solução para o problema da Ram Superstore.

3 – Bullying

O projeto Bullying tem como principal proposta desenvolver uma solução onde o aluno pode desenvolver casos de bullying diretamente a diretoria da escola, caso ele seja alvo ou espectador desse tipo de violência.

Esboço do projeto de UX Bullying
Projeto de UX Bullying

Para melhorar ainda mais os seus projetos de UX, confira os cursos da Faculdade XP para a área de User Experience. Com a assinatura do Multi+, você pode acessar todos os bootcamps de tecnologia e se tornar um profissional cada vez mais qualificado.

O que é Keylogger e como lidar com esse spyware

Digitando… Um keylogger é um tipo de programa que registra as teclas digitadas pelo usuário em um computador ou telefone. Tome cuidado! Ele pode ser instalado de forma remota por um hacker ou fisicamente, caso a pessoa tenha acesso físico.

Geralmente o keylogger é usado para roubar senhas, números de cartão de crédito e outras informações confidenciais de um indivíduo.

Ele também pode ser utilizado para monitorar o uso de um computador, especialmente em empresas ou organizações. Também serve para auxiliar pais a supervisionar o comportamento de seus filhos na internet.

No Brasil, os keyloggers são cada vez mais utilizados por criminosos para roubar informações pessoais, bancárias e de login de usuários desavisados. Além disso, eles são cada vez mais difíceis de serem detectados, o que torna ainda mais fácil para os criminosos cibernéticos realizarem suas ações.

Para se proteger, é importante ter um bom software antivírus instalado em seu computador ou dispositivo móvel. Você também deve ter cuidado ao baixar e instalar programas de fontes desconhecidas ou suspeitas.

Entenda no conteúdo o que é keylogger, para que serve, tipos e ameaças.

Nenhum usuário da Internet está imune a criminosos cibernéticos, não importa em que lugar do mundo ele esteja localizado e não importa em que organização trabalhe. Por isso, saiba aqui também as formas de prevenção. Boa leitura!

O que é Keylogger?

Um keylogger nada mais é do que um programa que registra todas as teclas pressionadas pelo utilizador num determinado dispositivo, para permitir que outra pessoa possa monitorizar o que é escrito.

Você sabia que essa funcionalidade pode ser usada para fins legais? Sim, serve para monitorizar o comportamento de um funcionário num ambiente empresarial, ou ilegais, como roubar senhas ou outras informações confidenciais.

Fique de olho! As corporações podem cadastrar informações e monitorar funcionários. Em alguns casos, as empresas podem até ser legalmente obrigadas a fazê-lo.

Por exemplo, as firmas podem precisar rastrear as horas trabalhadas dos funcionários para cumprir as leis trabalhistas. Além disso, as empresas podem querer monitorar o desempenho ou a atividade dos colaboradores para melhorar a eficiência ou identificar possíveis problemas.

Para que serve?

Como dito antes, um keylogger é um software que regista as teclas pressionadas num determinado dispositivo, para permitir ao operador do programa monitorizar as atividades do utilizador do dispositivo.

Utilizadores de keylogger no Brasil são geralmente pessoas que procuram monitorar ou rastrear a atividade de outros usuários em seus computadores, ou ‘smartphones’ para roubo de dados.

<Leia depois: saiba como funciona a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) />

Onde são encontrados os keyloggers?

Os keyloggers podem ser encontrados em diversos lugares, como em lojas de aplicativos, sites de compartilhamento de arquivos e até mesmo em alguns aplicativos de terceiros. Geralmente, são instalados sem o conhecimento do usuário e podem ser usados para capturar informações confidenciais, como números de cartão de crédito e senhas.

Também podem vir como arquivos anexados em e-mails ou notificações pop-up para clicar e iniciar alguma ação no computador ou celular.

Os keyloggers mais famosos no mundo são o Spyrix Keylogger, o Refog Keylogger e o Ardamax Keylogger. No Brasil, os mais conhecidos são: Ardamax Keylogger e Spyrix Keylogger.

(Fonte: Freepik)

Quais ameaças os keyloggers representam?

Como saber se tem keylogger no PC (computador)? Os malwares do tipo keylogger podem estar presentes em um sistema operacional, no nível da API do teclado, na memória ou no próprio nível do kernel.

Os hackers podem obter códigos PIN e números de contas para sistemas de pagamento eletrônico, senhas para contas de jogos ‘online’, endereços de e-mail, nomes de usuário, senhas de e-mail, etc.

Os perigos dos programas maliciosos são muitos e podem causar danos irreparáveis aos seus usuários. Como reforçado constantemente no conteúdo, ele pode ser usado para roubar senhas e outras informações confidenciais, para monitorar o uso de um computador e até mesmo para controlar o acesso à ‘internet’.

Além disso, os keyloggers também podem ser usados para infectar um computador com um vírus ou spyware. Com isso, você pode perder fotos e vídeos importantes. Também dados pessoais, do trabalho e de quem mais usar o dispositivo.

Na década de 1990, um caso famoso de keylogger aconteceu no Reino Unido, quando um hacker usou um keylogger para roubar senhas bancárias de mais de 100 vítimas. O hacker foi preso e condenado a 8 anos de prisão.

No Brasil não foi diferente. Em 2012, um caso de keylogger no país ganhou fama nacional. Um homem foi acusado de roubar senhas bancárias de várias pessoas e usar o dinheiro para comprar produtos e serviços online em diversos sites com os dados roubados. Ele foi preso e condenado a 5 anos de prisão.

Em 2016, o caso do keylogger descoberto no aplicativo Havaianas Brasil chocou a todos. O vírus, criado para roubar dados bancários de usuários, conseguiu infectar mais de 100.000 dispositivos. As Havaianas Brasil teve que tomar medidas extremas para conter o problema, incluindo o bloqueio do aplicativo de todos os usuários afetados. Que situação!

<Saiba mais: conheça as demandas da área de Cibersegurança e atuação profissional />

Principais tipos de keyloggers

Quais são os tipos de keyloggers? Conheça abaixo eles:

  • Software keyloggers,
  • Hardware keyloggers e
  • Hybrid keyloggers.

Entenda mais abaixo sobre cada tipo!

Software

Um software keylogger é um programa que monitora e registra as teclas digitadas pelo usuário. Ele pode ser usado para fins benéficos, como monitorar o uso de um computador para fins de segurança, ou para fins maliciosos, como roubar informações confidenciais das pessoas.

Hardware

Já o hardware keylogger é um dispositivo físico que regista as teclas pressionadas em um teclado, incluindo os caracteres digitados, as funções do teclado e as teclas de atalho. Ele pode ser conectado ao computador de alguém para monitorar o que está sendo digitado e, potencialmente, para roubar dados.

Híbrido

Há ainda o hybrid keylogger que é uma combinação dos dois (aplicativo mais um dispositivo físico). Eles atuam da seguinte forma: o software é usado para monitorar as teclas enquanto o hardware para registrar comandos feitos.

<Não deixe de ler: o que é Inovação, importância, relação com tecnologia e empresas />

Aprenda a se prevenir da ação dos keyloggers

Os smartphones são extremamente vulneráveis a ataques de keylogger, já que são dispositivos móveis que ficam conectados à Internet. Para se proteger de um ataque, é importante tomar algumas precauções básicas de segurança, como manter o sistema operacional atualizado, baixar aplicativos apenas de fontes confiáveis e fazer backup de seus dados.

Se você suspeitar que seu smartphone esteja sendo alvo de algum programa malicioso, é importante entrar em contato com um especialista em segurança da informação para poder ser feita uma análise detalhada do dispositivo.

Veja abaixo 10 dicas para você proteger seu computador:

  1. Utilize um software de segurança para detectar e remover keyloggers;
  2. Configure o firewall para bloquear o acesso a sites suspeitos ou conterem keyloggers;
  3. Utilize um software antispyware para detectar e remover keyloggers;
  4. Mantenha o seu sistema operacional e os seus programas atualizados;
  5. Utilize um software de criptografia para proteger as suas informações;
  6. Configure o seu navegador web para não aceitar cookies ou executar Javascript;
  7. Faça logout e saia de sites e aplicações quando terminar de usá-los;
  8. Crie senhas fortes e únicas para todas as suas contas online;
  9. Não utilize o mesmo nome de usuário e senha em mais de um site ou aplicação;
  10. Siga as boas práticas de segurança online.

Em empresas, o cuidado deve ser redobrado por conta dos dados sensíveis de muitas pessoas. Há muitas maneiras de se proteger contra keyloggers no âmbito institucional público ou privado. Uma maneira é usar um software antivírus e antimalware que possa detectar e remover keyloggers.

Outra maneira é usar um teclado físico em vez de um teclado virtual. Isso dificulta para gravar as teclas digitadas. Outra maneira é usar software de criptografia para criptografar informações confidenciais.

Você sabia que no Brasil, 45% das empresas vem implementando práticas de confiança de dados? As medidas são para processos e tecnologias que fornecem recursos de criptografia, tokenização e mascaramento de ambientes de dados confidenciais, segundo informações da pesquisa Digital Trust Insights 2022.

Quer trabalhar na área de proteção dos dados?

O mercado de trabalho para profissionais de cibersegurança no Brasil só cresce devido à importância da segurança da informação. Há muitas oportunidades para aqueles que buscam uma carreira na área.

Segundo um levantamento feito pela Guia Anual da Robert Hald, com dados do Glassdoor e Vagas.com.br, indicou haver muitas oportunidades que estarão disponíveis.

A faixa salarial de um analista de segurança é de R$ 5.350 a R$ 9.000 para profissional de nível júnior; de R$ 6.900 a R$ 11.550 para nível pleno e de R$ 9.950 a R$ 16.750 para nível sênior.


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Tipos de ataques cibernéticos: como se proteger

Se você acessou um site desconhecido ou recebeu um e-mail de um usuário que não é da sua confiança, não clique em links e nem abra anexos! Provavelmente, se você abrir um desses arquivos, você entrará para as estatísticas de vítimas de um dos milhares de tipos de ataques cibernéticos

De acordo com a Interpol, os ataques cibernéticos cresceram bastante durante a pandemia do Covid-19. Um dos principais métodos usados pelos cibercriminosos são os phishings – um tipo de e-mail falso que simula fontes seguras para o usuário e assim os hackers roubam os seus dados. 

Ou seja, ser vítima de um crime cibernético é muito mais fácil do que se imagina. Por isso, esse artigo vai falar sobre o que são os cyber ataques, quais os tipos de ataques cibernéticos, como evitá-los e o que fazer se mesmo com todos os cuidados você for uma das vítimas. 

O que são ataques cibernéticos?

Podemos definir como ataques cibernéticos toda e qualquer atividade ilegal realizada na internet cujo objetivo é prejudicar o usuário, o seu dispositivo ou toda uma rede de computadores.

Na maioria das vezes, essas práticas, cometidas por cibercriminosos ou por hackers, são para roubar dados do usuário ou da instituição. No caso dos usuários, o comum é que os dados sejam usados para crimes de falsidade ideológica, já no caso de instituições os criminosos tentam fazer negociações em troca do não vazamento das informações.

Por isso, os tipos de ataques cibernéticos são tão danosos. Além do vazamento de dados, esse tipo de ação pode gerar estresse emocional, exposição pessoal das vítimas (cyberbullying) e também prejuízo financeiro.

Frequência acontecem os tipos de ataques cibernéticos

Diante da transformação digital que vivenciamos dia após dia, os ataques cibernéticos atingem usuários e empresas todos os dias, incontáveis vezes, em todo o mundo. É praticamente impossível estar inserido no mundo digital e nunca ter sofrido ao menos uma tentativa de ataque cibernético. 

Segundo os dados apresentados pela consultoria alemã Roland Berger, apenas no primeiro trimestre de 2021 o Brasil registrou um total de 9,1 milhões ataques cibernéticos.  

Por conta disso, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de países que mais sofreram crimes cibernéticos em 2021. A frente do Brasil ficam apenas os Estados Unidos no topo do ranking, Reino Unido, Alemanha e África do Sul, respectivamente. 

Tipos de ataques cibernéticos

Qualquer pessoa pode sofrer um ataque cibernético. Por isso, é importante conhecer os principais tipos de ataques na internet.

1. Espionagem cibernética

A espionagem é o ato ilegal de acessar informações confidenciais de alguém ou de alguma instituição sem que a pessoa saiba que está sendo observada. Assim acontece também na espionagem cibernética. Entretanto, nesse caso as violações acontecem através de invasão de dispositivos como computadores, celulares, tablets e afins. 

Um caso de espionagem cibernética marcante aconteceu em 2013, quando um técnico da CIA informou que o Brasil estava sendo espionado pela Agência Nacional de Segurança dos EUA.

2. Roubos de dados

O roubo de informações pessoais e, principalmente, de dados bancários é uma das modalidades de crimes mais populares na internet. A todo tempo bandidos criam formas de atrair novas vítimas.  

Uma das principais táticas utilizadas para o roubo de dados é o phishing. O phishing é um tipo de crime conhecido pelo disparo em massa de e-mails de spam onde o remetente finge ser uma pessoa ou uma instituição de confiança do destinatário a fim de que o e-mail seja aberto e assim ele consiga roubar os dados do usuário. Normalmente, isso é feito através de links ou anexos infectados no corpo do e-mail. 

Um tipo de phishing que está se tornando cada vez mais comum no Brasil é através do WhatsApp. Com os avanços tecnológicos em relação à cibersegurança nos provedores de e-mails, criminosos estão partindo para o WhatsApp que ainda tem a segurança mais branda. Através dele, eles fingem ser uma pessoa da sua confiança, enviam links suspeitos e tentam hackear a sua conta. 

3. Cryptojacking

Uma forma mais recente de ataque cibernético, o cryptojacking é o ato de mineração de criptomoedas através do uso não autorizado do dispositivo de outras pessoas. Assim como na maioria dos outros crimes cibernéticos, a vítima tem o seu computador invadido, não sabe e quando descobre os danos já foram causados.

No cryptojacking os criminosos invadem os dispositivos e instalam softwares de cryptojacking. Assim, esses softwares funcionam em segundo plano, registrando e validando transações na blockchain

Para identificar um ataque cryptojacking, existem alguns sinais característicos, como: desempenho reduzido do aparelho, superaquecimento do computador ou do notebook e, por fim, o aumento de uso desproporcional da CPU mesmo quando você está em um site com pouco conteúdo de mídia.

4. Malware

O “malware” é o termo que abrange vários tipos de ataques cibernéticos. Basicamente, ele se utiliza de alguma vulnerabilidade como, por exemplo, quando o usuário faz download de algum arquivo suspeito, para instalar um software arriscado no seu sistema.

Assim, os hackers conseguem roubar os dados e utilizar o dispositivo para outras atividades ilegais. Com o software instalado, o malware consegue:

  • Negar acesso aos principais componentes da rede;
  • Interromper o sistema ou até mesmo torná-lo inoperante;
  • Obter informações sigilosas através dos dados do disco rígido. 

Os hackers que se utilizam do malware têm um leque de opções para fazer o ataque. Alguns tipos são: vírus, trojans, worms, ransomware e spyware. 

Hacker em atuação rouba dados
É interessante conhecer os tipos de ataques cibernéticos para se proteger.

Um dos tipos mais comuns são os ataques de ramsomware. Eles têm como finalidade principal extorquir dinheiro através do bloqueio dos sistemas da vítima. É um tipo de sequestro virtual onde os seus dados ficam nas mãos de hackers e para recuperá-los eles cobram uma taxa de resgate para devolver o acesso ao usuário.  

Recentemente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi alvo de hackers. Foram aproximadamente 1.200 servidores do STJ que tiveram os seus sistemas invadidos e os backups do STJ foram criptografados pelos hackers, o que dificultou ainda mais a solução do problema. 

5. ZeroDay

No ZeroDay, ou Dia Zero em português, os hackers utilizam a tática de procurar falhas de seguranças em apps ou programas logo após o lançamento. Assim, eles conseguem identificar bugs nos sistemas e tiram proveito dessas falhas antes que elas sejam solucionadas. 

Apesar de não ser um tipo de ataque tão conhecido por usuários, entre as pessoas que trabalham com desenvolvimento mobile ele é bem popular. Provavelmente, você já passou ou ainda vai passar por uma situação dessas se atuar na área.

6. Cavalo de Troia

O cavalo de troia é um tipo de ataque RAT (Remote Access Trojan, sigla em inglês que se refere a ferramenta de acesso remoto). Em um dos tipos de ataques cibernéticos mais antigos, o hacker insere um software desconhecido no sistema da vítima, que pode ser computador ou smartphone, através de algum anexo contaminado em um e-mail ou algum link suspeito. 

Depois que a vítima executa ou acessa o material suspeito, a sua máquina é infectada por um vírus que dá total acesso aos hackers. 

Os danos de quem é vítima de Cavalo de Troia vão de perda de arquivos e vazamento de informações confidenciais até prejuízos financeiros.     

7. Denial-of-Service (DOS) Attack

O Denial Of Service, em tradução literal para o português negação de serviço, é um tipo de ataque cibernético em que os servidores ou os sistemas ficam sobrecarregados e incapazes de processar as demandas dos usuários.

Além dos ataques DoS de negação de serviço, também existem os ataques DDoS. O DDoS consiste no ataque de negação de serviço distribuído onde várias máquinas são infectadas simultaneamente com o objetivo de sobrecarregar um sistema e deixá-lo offline. 

Como se proteger de um cyber ataque?

Apesar de sempre surgirem novos formas de ataques cibernéticos, existem maneiras de diminuir os riscos de acabar sendo uma vítima dos cibercriminosos. Os principais cuidados que você precisa ter no dia-a-dia são:

Antivírus e Firewall ativados

O antivírus identifica e remove ameaças antes que elas atinjam o seu dispositivo. Por isso, é importante ter um software de qualidade e manter ele sempre atualizado.

Senhas fortes

Crie senhas fortes com uso de números, caracteres especiais e letras maiúsculas e minúsculas para contas bancárias, e-mail, redes sociais e afins. Além disso, faça uma mudança periódica nas suas senhas, principalmente naquelas contas mais importantes.

Por fim, evite repetir a mesma senha em várias contas. Para isso, você pode usar apps geradores de senhas ou cofres virtuais onde você pode registrar as suas senhas em um local seguro em que só você consegue ter acesso através de uma senha mestre imutável.  

Atualização de sistemas e softwares

Manter o seu sistema atualizado é essencial para garantir a segurança da sua máquina e dos seus dados. Isso porque as atualizações de softwares ou apps são feitas constantemente para corrigir erros e falhas detectados no sistema.

Além disso, eles também servem para melhorar e tornar ainda mais seguros processos que já funcionavam bem. 

Backups em nuvem

Cada vez mais fica evidente a necessidade de armazenar os seus dados em diversos locais para não correr o risco de perder todos os dados de forma repentina. Afinal, a perda dessas informações podem trazer inúmeros problemas, principalmente se forem materiais de trabalho ou da sua empresa.  

Por isso, crie o hábito de fazer backups das suas informações na nuvem. Além da garantia de segurança, ter cópias dos arquivos salvos em um sistema online garante também que seus arquivos possam ser acessados de qualquer lugar do mundo. 

Existem 4 tipos de backups em cloud computing e você pode escolher o que mais se encaixa nas suas necessidades e nas necessidades da sua empresa. São eles: full (dados copiados integralmente), diferencial (armazena apenas os dados que foram alterados desde o último backup), incremental (copia os dados que foram alterados desde o último backup) ou delta (a cada novo backup, copia os dados que foram alterados e mantém salva uma versão com todas as modificações). 

Faça testes de vulnerabilidade

Você sabia que é possível fazer testes da segurança da sua internet para testar o quão protegido você está? Os testes de vulnerabilidade identificam quais as possíveis falhas na sua rede de internet em relação a sites considerados perigosos. 

Existem diversos tipos de testes. Um deles, o teste de portas, analisa se existem brechas de segurança no servidor ou no roteador; o outro, o teste de consulta DNS, analisa se é a sua rede permite o acesso a sites listados como suspeitos ou de conteúdo impróprio. 

A partir desses testes, é possível reforçar a segurança da sua rede de internet e mitigar os ataques cibernéticos.  

Utilize VPN na empresa

Uma Virtual Private Network (VPN), em português Rede Privada Virtual, possibilita que você estabeleça uma conexão de rede privada e protegida usando a infraestrutura da conexão de rede pública. 

As VPN’s são seguras e recomendadas porque criptografam, em tempo real, o seu tráfego na internet. Assim, fica mais difícil você ser rastreado ou ser vítima de um ataque cibernético de roubos de dados, por exemplo. 

Além do benefício da criptografia, uma VPN também garante a transferência segura de dados, muito importante para empresas que trabalham de forma remota e constantemente estão compartilhando dados entre usuários. 

Aprenda a se proteger dos tipos de ataques cibernéticos

Participe de eventos sobre Cyber Security Experience para se manter atualizado sobre os tipos de ataques cibernéticos, pois cada dia, surgem novos golpes. Dessa forma, você pode aprender algumas metodologias e estratégicas para aplicar a segurança na sua rede pessoal e de trabalho. E muitos desses eventos acontecem de forma gratuita.

O que fazer ao sofrer um ataque cibernético?

Se você for vítima de qualquer tipo de ataque cibernético, no Brasil é possível fazer uma denúncia em uma das delegacias especializadas em crimes cibernéticos espalhadas pelo país. Caso a sua cidade não tenha esse tipo de delegacia, procure a delegacia mais próxima para abrir um boletim de ocorrência. 

Pela maior complexidade na investigação de um crime cibernético, reúna o máximo de informações que você conseguir levar à delegacia para dar andamento ao seu caso.  Por isso, aqui vão algumas dicas do que fazer:

  • Reúna provas: tire prints de telas, guarde e-mails, salve fotos ou vídeos, números de telefones e tudo que você acha que pode ajudar na investigação. De preferência salve as provas em diversos dispositivos, como pen drive, HDs e nuvem;
  • Registre as informações: vá ao cartório munido das provas que conseguiu e registre todas elas numa ata notarial. Esse tipo de registro é importante porque valida a veracidade das suas provas e podem ser utilizadas no processo.

Imprevisto financeiro: como se preparar para ele?

Como o próprio nome já diz, o imprevisto financeiro não é algo que possa ser previsto. Esse tipo de problema ocorre quando menos esperamos e pode causar um verdadeiro caos nas finanças se não estivermos minimamente preparados. É isso mesmo. Não dá pra prever, mas dá para se preparar para esse tipo de ocasião e lidar com ela mais facilmente. Quer saber como? Continue a leitura!

Imprevisto financeiro: planejamento é tudo! 

Se você ainda não faz nenhum tipo de planejamento financeiro, essa é a hora de começar. É importante saber quanto ganha e quanto gasta, para ter uma noção do próprio custo de vida. Existem muitas maneiras de realizar esse planejamento e você pode até começar pela clássica planilha.

Levante todos os seus ganhos e gastos. Não se esqueça dos serviços que você paga mensalmente usando o cartão, incluindo streamings. Ainda que, muitas vezes, não coloquemos na ponta do papel, esses custos recorrentes precisam ser contabilizados.

Qual a importância de um planejamento?

Para começar, quando não se tem noção das despesas, nós tendemos a gastar mais do que podemos, o que pode levar a dívidas. Se já é difícil lidar com os imprevistos financeiros quando estamos com as contas em dia, com dívidas eles podem se tornar bolas de neve, aumentando sem controle.

Como lidar com imprevistos financeiros?

Vamos começar pelo cenário em que o imprevisto financeiro ainda não aconteceu. Não sabemos quando ocorrerá, nem o que será: um problema com um carro, necessidade de reforma da casa, problema de saúde, enfim, na verdade, não importa. 

O imprevisto financeiro de qualquer natureza pode acontecer quando menos se espera. Então, o que fazer para evitá-lo? 

Orçamento mensal: entradas e saídas

O primeiro passo é começar com a educação financeira e criar o seu orçamento mensal, registrando as entradas e saídas. Separe todas as informações por tópicos, para não esquecer de nada. Veja abaixo alguns exemplos:

  • Saúde: convênio, medicamentos, consultas;
  • Habitação: contas de água, luz, gás, IPTU e aluguel e/ou condomínio;
  • Alimentação: supermercado, feira, restaurantes;
  • Serviços: internet, telefone, TV a cabo, streamings;
  • Transporte: transporte público, custos com aluguel de bicicletas e patinetes, aplicativos de carro, gasolina;
  • Casa: manutenção, faxina, produtos de limpeza;
  • Dívidas: parcelas atrasadas, contas em atraso, financiamentos. 

Você pode organizar tudo em uma planilha e alimentá-la mensalmente, mas também pode começar pelo básico: apenas anotar tudo em um caderno para entender a sua realidade financeira.

Indique também a data da entrada e saída dos valores. Assim, você conseguirá controlar e organizar melhor até mesmo os seus pagamentos.

Reserva financeira

Ter uma reserva financeira para quando os imprevistos surgirem te permitirá lidar com eles de maneira muito mais tranquila. O ideal é conseguir juntar um valor que seja suficiente para cobrir as despesas por mais ou menos seis meses. Porém, se não for possível, não desista, comece com a quantia que for possível.

Planejamento para imprevisto financeiro
Criar uma reserva financeira é ponto principal para lidar com imprevisto financeiro.

Deste modo, ainda que ocorra um acidente que o impeça de trabalhar ou a perda do emprego, poderá ter um tempo para se organizar financeiramente com mais tranquilidade. Além disso, dispensa a necessidade de recorrer a empréstimos, cheque especial e cartão de crédito – que cobram juros bem altos.

Depois que as despesas estiverem organizadas, é mais fácil estipular um valor mensal para guardar. Antigamente, a alternativa mais utilizada para inserir a reserva financeira era na poupança, mas, hoje, outros meios também se popularizaram pela possibilidade de render até mais do que a modalidade clássica. 

É o caso do Certificado de Depósito Bancário (CDB) e do Tesouro Direto. Mas atenção: alguns deles contam com uma data de vencimento e, caso retire o valor antes do prazo, pode perder dinheiro. 

Como a reserva financeira é importante de ser usada em imprevistos, opte por modalidades com liquidez imediata, pois elas podem ser acessadas a qualquer momento sem prejuízos.

Contratação de seguros

Os seguros podem ser ótimos aliados em casos de imprevistos. Isso porque, eles podem ajudar a cobrir as despesas, como o caso de um seguro de carro, que cobre despesas em caso de acidentes, ou um seguro de vida, para casos de morte na família. 

O plano de saúde também pode ajudar a economizar nas despesas com a saúde, desde uma gripe até casos passíveis de cirurgia e internação. Hoje, existem seguros que cobrem até mesmo o salário em caso da perda de emprego ou incapacidade temporária de trabalhar.

Como controlar imprevistos financeiros?

Agora vamos partir para outra situação: de quando o imprevisto financeiro já aconteceu e é necessário lidar com ele. Nesse caso, existem algumas ações que podem ajudar a passar por este momento reduzindo os danos ao máximo. Vamos ver quais são?

Defina as prioridades

Lembra do orçamento mensal? É um bom momento para analisá-lo e definir o que pode ser cortado e o que precisa permanecer. Veja o quanto é possível poupar para conseguir precisar o mínimo possível de ajuda externa (empréstimos, cheque especial etc.).

Resiliência para lidar com imprevistos financeiros

Outro fator importante é desenvolver a resiliência para lidar com as dificuldades quando elas chegarem. Alguns desses momentos podem ser emocionalmente desafiadores e é compreensível ter tendência a tomar decisões impulsivas. 

Porém, o melhor a fazer é manter a calma e tentar lidar de maneira mais racional e menos emocional com a parte financeira. Não que seja fácil, mas a outra opção (se deixar levar pelo emocional) pode causar consequências ainda mais graves a longo prazo.

Evite ou controle o uso cartão de crédito

Quando estamos em uma situação difícil, a tendência é usar o que está mais fácil, incluindo o cartão de crédito. Porém, é preciso lembrar que, se não há certeza de conseguir pagar a fatura no mês seguinte, você terá de lidar com o risco de juros bem altos que podem atrapalhar ainda mais, aumentando as dívidas do cartão de crédito.

Procure outras fontes de rendas

Outra maneira de conter os imprevistos financeiros é buscar por outras fontes de renda que possam amenizar os prejuízos. São diversas as possibilidades, como trabalhar para aplicativos de transporte ou entregas, vender lanches e/ou doces, e até mesmo oferecer serviços em sites.

Como aprender mais sobre educação financeira?

Apesar de parecer simples, o planejamento financeiro depende muito de hábitos e de conhecimento. Por isso, não é tão simples se organizar e colocar em prática dicas de educação financeira, o jeito é estudar e tentar aplicar no dia a dia o que aprender.

Assinando o Multi+ da Faculdade XP, você tem acesso a diversos cursos, incluindo os cursos rápidos de educação financeira como “O Poder do Autoconhecimento Financeiro” e “O Beabá Financeiro”. Conheça a plataforma e surpreenda-se com as opções disponíveis!

Principais índices da bolsa de valores: o que são e para que servem?

Você conhece os principais índices da bolsa de valores? Se acompanha o Ibovespa, que é o indicador mais importante da bolsa brasileira, já está à frente de muitos investidores. Mas, você sabia que, além deste, existem muitos outros, inclusive mundiais, que podem impactar diretamente suas aplicações?

Acompanhar tais indicadores é fundamental para qualquer investidor que queira se manter informado e deseje ir além com seus investimentos. Afinal, em um mercado totalmente globalizado, o que acontece nas bolsas do outro lado do mundo pode repercutir no Brasil também.

Como sempre, estamos aqui para te ajudar. Portanto, neste post, explicamos o que são e para que servem esses indicadores, além de apresentar alguns dos principais índices das bolsas de valores do Brasil e do mundo. Aproveite a leitura!

O que é um índice de bolsa de valores?

Um índice de bolsa de valores é uma pontuação atribuída a uma carteira teórica de ações negociadas em uma bolsa específica. Essa pontuação reflete o desempenho geral das ações das companhias que compõem o índice. Logo, ele oscila de acordo com a cotação dessas ações.

O Ibovespa, por exemplo, é o índice da bolsa de valores brasileira, que é composto pelas principais companhias do mercado nacional, correspondendo a cerca de 80% do volume total das negociações realizadas na B3.

>>> Quer entender melhor o funcionamento de uma bolsa de valores? Então, leia: Bolsa de Valores: o que é, como funciona, vantagens e como investir?

Para que servem os índices de bolsa de valores?

Se você acompanha os noticiários sobre economia, certamente já ouviu nomes como: Ibovespa, Nasdaq e Dow Jones, não é mesmo? Pois saiba que estes são alguns dos índices das bolsas de valores mais importantes do mundo. 

Mas, você sabe como eles podem afetar seus investimentos?

Os índices funcionam como indicadores de desempenho para a performance das ações presentes nessas carteiras teóricas. Logo, atuam como termômetro para a economia, revelando os ânimos do mercado mundial. Por exemplo, tempos de crise tendem a levar a uma queda das ações, que é acompanhada pelos índices.

Sendo assim, se você está pensando em investir em empresas estrangeiras, faz todo sentido acompanhar os índices das bolsas de valores em que suas ações são negociadas, concorda? No entanto, sua importância ainda vai além disso.

Países emergentes, como é o caso do Brasil, dependem da injeção de dinheiro estrangeiro para que sua economia se desenvolva de forma satisfatória. Assim, quando o mercado nacional está aquecido, ele atrai a atenção de investidores de fora, que colocam seu dinheiro em empresas brasileiras, valorizando suas ações.

Para entender melhor o que significa e como funciona essa tal “economia emergente”, confira o vídeo abaixo que é super didático e vai te ajudar a se situar melhor no tema:

Por isso, mesmo para quem só investe no Brasil, acompanhar ao menos os índices das principais bolsas de valores estrangeiras ainda é muito importante, afinal, a economia lá fora também repercute em nosso país, e esses indicadores podem revelar possíveis momentos de alta da nossa economia

>>> Leia este post para saber mais sobre como isso influencia seus rendimentos: O que é macroeconomia? Cenários que afetam os investimentos

Quais são os principais índices das bolsas de valores mundiais?

Agora que você já sabe o que são os índices da bolsa de valores e para que eles servem, chegou o momento de conhecer alguns dos mais importantes, capazes de influenciar a economia do mundo todo.

Mesmo que você não invista em outros países, acompanhar índices de bolsas estrangeiras pode ser interessante para ficar por dentro das tendências do mercado mundial que, como vimos, podem impactar seus investimentos aqui no Brasil.

Pensando nisso, selecionamos uma lista com os principais índices da bolsa de valores brasileira e também dos países mais importantes para a economia global. Confira:

1. Ibovespa

Iniciamos a lista dos principais índices de bolsas de valores com o Ibovespa, o indicador mais importante do mercado de ações brasileiro, que serve como parâmetro para a situação econômica do país e base para as decisões de investidores.

Conforme mencionamos anteriormente, ele é composto pelas maiores empresas nacionais, responsáveis por cerca de 80% das negociações realizadas na B3.

2. Índice Brasil (IBrX-100 e IBrX-50)

Ainda falando do mercado brasileiro, temos o Índice Brasil, que é dividido em dois:

  • IBrX-100 – composto pelas 100 principais ações do mercado brasileiro em relação ao número de negociações e volume financeiro;
  • IBrX-50 – composto pelas 50 ações mais negociadas na B3, considerando a relação entre seu valor de mercado e liquidez.

3. MSCI World

Desenvolvido pela empresa americana Morgan Stanley Capital International é, certamente, o mais abrangente dentre os índices. Composto por mais de 1.500 ações do mundo todo, mede o desempenho de companhias globais de médio e grande porte, especificamente em países desenvolvidos.

4. NASDAQ Composite

Um dos mais importantes índices dos Estados Unidos, inclui a maioria das ações das empresas listadas na bolsa de NASDAQ, majoritariamente focadas no mercado de tecnologia.

5. NASDAQ-100

Semelhante ao Ibovespa, reúne ações das 100 maiores organizações não financeiras listadas na Bolsa de NASDAQ (National Association of Securities Dealers Automated Quotations).

6. Dow Jones

Um dos principais índices da bolsa de valores norte-americana, o Dow Jones Industrial Average, também chamado de DJIA ou Dow 30 é mais focado na indústria e é composto pelas 30 maiores e mais importantes empresas dos Estados Unidos.

7. S&P Global 100

Administrado pela Standard & Poor’s, o S&P Global 100 reúne 100 companhias blue chips que estão entre as multinacionais de maior relevância para o mercado mundial.

8. S&P 500

Considerado um dos principais índices do mercado acionário norte-americano, o Standard & Poor’s 500, ou simplesmente S&P 500, é composto pelas 500 ações de maior destaque listadas nas bolsas de NASDAQ e NYSE (New York Stock Exchange).

9. Nikkei 225

Também chamado de Nikkei Stock Average, o Nikkei 225 é o mais importante índice da Bolsa de Valores de Tóquio, uma das maiores bolsas do mundo. Ele representa as 225 maiores empresas do mercado japonês.

10. DAX

Focado no mercado alemão, o DAX representa as 40 maiores empresas listadas e negociadas na Bolsa de Valores de Frankfurt.

11. SSE Composite Index

Também chamado de Shanghai Composite, é o principal índice da bolsa de valores chinesa, envolvendo todas as ações negociadas na Bolsa de Shanghai. Pode ser bem interessante acompanhar este índice, dado o peso que a China possui no mercado mundial.

12. FTSE 100

Calculado pela FTSE The Index Company, o FTSE 100 é o principal índice da Inglaterra, representando as 100 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de Londres.

Como os principais índices da bolsa de valores podem te ajudar a lucrar mais?

A esta altura, você já deve ter entendido que o mercado funciona de forma orgânica, respondendo tanto a crises quanto ao aquecimento das economias ao redor do mundo.

Isso significa que os investidores irão aplicar seu dinheiro onde lhes parecer mais lucrativo, seja em mercados de alta performance, como o dos Estados Unidos, ou em economias emergentes, como a do Brasil.

Tendo isso em mente, é fácil perceber que acompanhar os principais índices das bolsas de valores é fundamental para entender os ânimos deste mercado. Se você aprender a fazer isso direitinho, será capaz de enxergar os sinais e estar sempre um passo à frente, aproveitando as melhores oportunidades para lucrar.

Para complementar, se você deseja aprimorar sua forma de analisar empresas para investir, precisa conhecer o curso: Introdução ao Universo de Trading. Nele, você aprenderá diferentes análises para montar estratégias assertivas. Inscreva-se hoje mesmo!