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Investimento indexado ao CDI tem imposto de renda? Entenda!

A renda fixa possui uma variedade de aplicações com características diferentes entre si e algumas trazem benefícios especiais, como isenção de imposto de renda. Muitas dessas, inclusive, pagam rendimentos atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI), mas será que investimentos com CDI têm imposto de renda?

Muitos investidores veem com bons olhos a possibilidade de aplicar em ativos isentos da alíquota de IR como forma de potencializar seus rendimentos. 

Afinal, os rendimentos conquistados com títulos populares, como o Tesouro Direto, por exemplo, sofrem subtrações relativas ao Leão.

Entretanto, o tema do nosso conteúdo é imposto de renda e CDI. Quais são as aplicações ligadas ao CDI? Elas são isentas de IR ou os impostos federais  afetarão seu retorno?

Entenda isso e um pouco mais com o conteúdo especial que preparamos. Boa leitura! 

CDI tem imposto de renda?

Antes de entrarmos na relação direta entre Imposto de Renda e CDI, vamos falar um pouco sobre esse indicador tão importante para o mercado financeiro e que é referência para sua rentabilidade na renda fixa. Confira! 

O que é CDI?

CDI é a sigla para Certificado de Depósito Bancário. Ele é um dos indicadores mais populares da economia brasileira e é utilizado como referência para o cálculo da rentabilidade de diversos investimentos de renda fixa.

Qual é a sua origem? O CDI é um valor que reflete a taxa de transações entre bancos comerciais brasileiros para que eles terminem o dia útil com superávit no caixa. 

Essas transações são bastante comuns em função da regra estipulada pelo Banco Central do Brasil que determina que os bancos precisam ter um volume maior de depósitos do que em saques na sua operação diária.

Portanto, para atingir o superávit, as instituições recorrem a empréstimos de outros bancos para garantir o fluxo positivo de entrada de dinheiro.

Por sua vez, os juros cobrados por essas transações é o que conhecemos como taxa CDI. E ela tem um papel determinante para o mercado financeiro.

Isso porque produtos financeiros emitidos por bancos, como:

Vale salientar que por refletir juros de empréstimos bancários cotidianos, a taxa CDI é atualizada diariamente. Entretanto, seus valores geralmente são próximos ao de outro indexador famoso do mercado: a taxa Selic.

Hoje (7 de março de 2022), por exemplo, o CDI está estimado em 10,75%.

Qual aplicação em CDI tem imposto de renda?

Primeiramente, vale salientar que os investimentos de renda fixa são classificados de três formas:

  • prefixado: o investidor já sabe de antemão o valor que receberá ao final da data de vencimento.
  • pós-fixado: rentabilidade atrelada a algum indexador (CDI e Selic) que pode variar até o término da data de vencimento
  • híbrido: possui tanto uma taxa prefixada como também um indexador pós-fixado, então são duas variáveis que determinam o rendimento final do ativo.

Portanto, as aplicações de renda fixa que estão atreladas ao CDI são ativos pós-fixados e, dentre os mais famosos, já citamos o CDB, LCI, LCA, CRI e CRA.

Desses cinco, o Certificado de Depósito Bancário é o único título indexado ao CDI que tem imposto de renda. E as alíquotas variam de acordo com o tempo de investimento:

  • 22,5%: até 180 dias
  • 20,0%: de 181 a 360 dias
  • 17,5%: de 361 a 720 dias
  • 15%: acima de 720 dias

Já se você é um investidor que deseja fugir das cobranças de impostos, as Linhas de Crédito Imobiliário e do Agronegócio e o Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio.

Esses produtos bancários são títulos que buscam a captação de dinheiro para o financiamento de projetos do setor imobiliário, no caso da LCI e CRI, e do agronegócio, como a LCA e o CRA. 

Dessa forma, nas modalidades pós-fixadas desses investimentos, a rentabilidade é indexada ao CDI e possuem boa liquidez diária. Isso é, o resgate é acessível a qualquer momento.

Portanto, cada um desses ativos contempla uma estratégia bem semelhante de investimentos, pois as características são muito parecidas, exceto pelos lastros (imóveis ou agronegócio) das operações.

>>> Quer saber mais sobre LCI e LCA? Confira o conteúdo exclusivo do Investimento às Claras no Youtube:

Vale a pena investir em títulos que pagam imposto de renda?

Como conclusão, vimos que alguns títulos atrelados ao CDI têm imposto de renda, enquanto outros não. Então será que vale investir nas opções isentas de IR?

Depende! A isenção de impostos com certeza é um ótimo benefício de alguns produtos financeiros, entretanto, eles não são os únicos pontos a serem analisados. 

Uma LCI prefixada, por exemplo, pode ser uma péssima ideia para quem quer montar uma reserva de emergência e precisa de um estoque financeiro com resgates acessíveis.

Além do mais, há casos de investimentos que, mesmo com alíquota de IR, entregam rentabilidades superiores a de uma LCI pós-fixada

Ou seja , são inúmeros fatores que devem ser levados em consideração ao decidir se um título vale a pena ou não. Além das características de cada ativo, você também deve refletir se ele é uma boa aquisição para o seu perfil de investidor.

Diante disso, a Escola de Investimentos da Faculdade XP pode te dar uma mãozinha na hora de escolher os ativos certos para você. 

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Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

O que é Big Data? Como ele aumenta as receitas de um negócio? Guia completo!

Entender o que é big data e saber como aplicá-lo deve estar entre as prioridades de todo empreendedor que deseja expandir seu negócio e receita. Afinal, essa tecnologia tem incrementado o faturamento de muitas empresas no Brasil e no mundo.

Há um grande volume de dados criados por minuto e, coletar tamanha informação, pode trazer benefícios valiosos para as empresas. Como o aumento do lucro, a redução de gastos e a melhora da vantagem competitiva frente à concorrência.

O McDonald´s, por exemplo, utiliza o Big Data para melhorar seus processos e entender as tendências e as preferências de seus clientes em todos os países. No Canadá, a maior rede de fast food mundial adotou um cardápio digital que muda de acordo com o clima. Isso aumentou 3,5% as vendas.

Ou seja, o Big Data e outras tecnologias disruptivas estão revolucionando o mercado e fornecendo dados valiosos que proporcionam o acompanhamento das necessidades e dos desejos dos clientes, melhoria de operações e muito mais informações que podem ser buscadas em ferramentas que usam inteligência artificial.

Neste artigo, vamos explicar tudo sobre o que é e para que serve Big Data, qual a importância dele para o mundo dos negócios, as suas tendências para os próximos anos, como funciona e, principalmente, o que faz um analista de Big Data e como iniciar nessa carreira tão promissora.

O que é Big Data?

Em tradução literal, Big Data é um conjunto de “grandes dados” estruturados e não estruturados, ou seja, um agrupamento de uma infinidade de informações que são coletadas a cada segundo que se mantêm concentradas em uma database (banco de dados).

Por meio da tecnologia, o Big Data coleta, processa e armazena informações de fontes internas e externas. Mas, o que fazer com todos esses dados? Para que serve o Big Data na prática?
É preciso de profissionais da área de Data Science para analisar tudo o que foi coletado a fim de contribuir estrategicamente com tomadas de decisões de uma empresa ou área de conhecimento.

Como surgiu o Big Data?

Quando falamos sobre como surgiu o Big Data e seus dados, precisamos ter em mente que eles começaram a ser criados ali na década de 60/70, com o aparecimento dos primeiros Bancos de Dados. Como a tecnologia daquela época ainda era limitada, o volume de dados era praticamente insignificante perto do que existe hoje.

Com o passar dos anos, o termo Big Data veio à tona na década de 90 e dentro da NASA. 

A Agência Aeroespacial norte-americana começou a lidar com uma complexidade de dados muito maior e precisava desenvolver programas computacionais capazes de coletar, armazenar, processar e analisar esses dados de forma mais eficiente. 

Dessa forma, surgiram os primeiros V’s do Big Data (volume, velocidade e variedade).

Com o avanço da tecnologia na primeira década do novo milênio, a complexidade dos dados ficou muito maior e o volume disparou. 

Nesse período, vivenciamos a fundação do Facebook, YouTube e várias outras plataformas que hoje atuam abastecendo o Big Data com grandes conjuntos de dados estruturados e não estruturados. 

Sabemos que o avanço da tecnologia não vai parar. Por isso, nos dias atuais, os três V’s iniciais transformaram-se em 7 V’s (explicaremos mais a fundo ao longo do texto). 

O uso de Inteligência Artificial e aprendizado de máquinas tornaram-se partes relevantes para que o que é Big Data pudesse funcionar, assim como o uso de cloud computing (computação de nuvem) para armazenar e processar tamanha informação que já não cabe  em uma memória de computador.

< Leia mais: Rede Mundial de Computadores: como evoluiu />

Como funciona o Big Data? 

O conceito do Big Data é relativamente novo. Porém, com o avanço da tecnologia e da quantidade de dados gerados por segundo e a nível mundial, o termo se tornou bastante popular.

Como explicamos acima em “o que é Big Data”, ele é uma tecnologia que coleta, processa e armazena um enorme volume de dados, mas, para entendê-lo melhor, é preciso primeiramente, esclarecer dois termos: (1) dados estruturados e (2) dados não estruturados, pois ambos são coletados no Big Data.

Dados estruturados

Os chamados dados estruturados, coletados e armazenados no Big Data são aqueles que já apresentam, como o próprio nome já diz, um nível de estrutura bem delimitado. Ou seja, informações que serão úteis e podem ser analisadas de maneira menos complexa. 

Alguns exemplos de dados estruturados, são: localização geográfica, idade, perfil de consumo, número de vendas (total, por cidade ou por um período específico de tempo), entre outros. 

Esse tipo de dado pode ser acessado em formato de planilha Excel, por exemplo, onde se tem fórmulas padronizadas e informações disponibilizadas de maneira organizada (linha/coluna). 

Outro exemplo é pensar num e-commerce. Para existir será necessário catalogar todas as informações no site: nome do produto, descrição, cores disponíveis, imagem, preço, avaliação dos clientes, etc. Todos esses dados podem ser acessados de forma prática por ter uma estrutura já definida.

Dados não estruturados

São os dados que chegam sem qualquer tipo de estrutura pré-definida. Logo, coletados de forma “desorganizada”, o que corresponde hoje a quase tudo que realizamos por meio da tecnologia. 

Grandes exemplos disso são as interações nas redes sociais e aplicativos, arquivos de áudio e texto, fotos, vídeos, emojis, entre tantos outros. Os dados não estruturados são basicamente o que produzimos e consumimos a cada segundo.

Um exemplo mais claro é pensar no WhatsApp. Os dados de uma conversa coletados e armazenados terão diferentes formatos e ainda podem estar misturados: texto + emoji, foto+texto, texto+arquivo PDF, gifs, entre tantas outras combinações. 

Com o armazenamento de dados não estruturados no Big Data, fica mais claro que a análise será muito mais complexa passando, primeiramente, por uma separação e catalogação dos dados. 

Nessa fase, entra o que chamamos Machine Learning (aprendizado de máquinas), que será responsável por encontrar padrões dentro que deverá ser analisado, a partir de fórmulas estatísticas e matemáticas.

< Aprenda também: Bancos de dados NoSQL: como funcionam e vantagens em utilizar />

7 Vs do Big Data

Já imaginou quantos dados são criados por ano? Segundo a pesquisa do Statista, só em 2021, a estimativa é de que foram coletados 79 zettabytes e o número não para de crescer. Para 2022, estima-se que atinja 97 zettabytes.

Para ter uma noção melhor do que representa esse número, 1 zettabyte equivale a 1 099 511 627 776 de gigabytes ou então 1 sextilhão de bytes. Essa unidade de memória e de informação é muito maior do que um computador comum consegue armazenar e processar.

O último infográfico da Domo Business Cloud, Data Never Sleeps 9.0, apresenta um levantamento da quantidade de dados gerados a cada minuto do dia a nível mundial. Os números são assustadores, mas, diante deles, conseguimos entender perfeitamente o que é Big Data e cada um dos seus V’s descritos acima.

Para lidar com esse volume gigantesco de dados, o Big Data começou a ser classificado em 3 etapas, das quais se transformaram em 5 e, hoje, já se fala em 7 etapas, a quais também são chamadas de 7V’s do Big Data, são elas:

  1. Volume;
  2. Velocidade;
  3. Variedade);
  4. Valor;
  5. Volatilidade;
  6. Veracidade;
  7. Visualização.

Volume

Como mostra a pesquisa do Statista, até 2025 estima-se que serão criados 181 zettabytes de dados. Ou seja, é um volume imensurável a olho nu e está além da capacidade humana de coleta, processamento e principalmente, armazenamento.

Velocidade

A velocidade em que os dados são coletados, processados e armazenados também é uma das etapas que deram início à classificação dos três primeiros V’s do Big Data.

Isso porque é necessário agilidade para tratar os tantos dados e muitos deles precisam ser operados quase que em tempo real. Imagina uma transação bancária via PIX, ela só é possível por conta da velocidade em que os dados são criados, processados e armazenados.

Variedade

O último dos três primeiros V’s do Big Data se refere à variedade de dados existentes.

Como falamos acima, existem os dados estruturados e não estruturados e de diferentes fontes: redes sociais, aplicativos, plataformas de vídeo e stream, banco de dados públicos, IoT (Internet das Coisas), geolocalização, transações financeiras, entre tantas outras.

Veracidade

A veracidade dos dados nasceu como o quarto V do Big Data e ela refere-se à qualidade dos dados. Não adianta coletar dados falsos ou desatualizados, pois eles podem colocar um negócio em risco.

Por isso, hoje se discute muito no meio acadêmico a importância de regulamentar a internet. Dados vindos de fontes que cumprem as normas da LGPD e GDPR tendem a ter maior veracidade daqueles que não cumprem a norma.

Ainda assim, é preciso que o Big Data desenvolva um trabalho minucioso para ler, cruzar e hierarquizar tamanha quantidade de dados.

Valor

O quinto V é como essa quantidade de dados agrega valor para a empresa ou uma área de conhecimento. Não adianta investir em Big Data se não tem um ponto de partida ou um questionamento de como e quais dados coletados serão úteis para responder o que deseja.

Volatilidade

Hoje, outro termo que aparece no Big Data é a volatilidade que nada mais é do que a variação do fluxo de dados. Há dias que existem picos de dados, fluxos sazonais, entre outros. Essa volatilidade precisa ser considerada numa análise do Big Data.

Pensa só na quantidade de assinantes que a HBO ganhou, por um curto período de tempo, ao lançar a última temporada de “Game of Thrones”. Na época, ela atingiu um pico no fluxo de dados, por exemplo, e precisou gerenciar isso de maneira adequada.

Visualização

Por último, mas não menos importante, temos a visualização dos dados. O Big Data tem como conceito a coleta, processamento e armazenamento de grandes dados, mas eles não significam absolutamente nada se não há como extrair todas essas informações para visualizar e interpretar.

Por isso, os profissionais de Big Data Analytics são extremamente importantes e fazem parte do processo como um todo.

< Leia também: Visualização de Dados: 3 dicas para construir uma boa apresentação />

Etapas do Big Data

Para atingir os 7V’s descritos acima, o Big Data funciona por etapas, são elas:

  1. Motivo: definir o motivo de implementação do Big Data, ou seja, quais as questões que serão colocadas para que os dados apresentem respostas.
  2. Coleta de dados: envolve a definição de estratégia do Big Data, a identificação das fontes e a integração com as mesmas, definição de armazenamento;
  3. Pré-processamento: sempre que um dado é coletado ele deve passar por algum tipo de filtragem ou validação de critérios para que os erros possam ser eliminados de modo que não interfira nos resultados;
  4. Processamento e modelagem: envolve tecnologias de machine learning e inteligência artificial para identificar padrões nos dados coletados. É nessa fase os dados começam a ganhar valor informativo;
  5. Análise: a última fase do Big Data é justamente a análise e interpretação dos dados. Repetindo, dados soltos não significam nada se não houver um profissional especializado que olhe para eles de modo a transformá-los em insights relevantes para tomadas de decisões estratégicas em um negócio.

Casos de aplicação do Big Data 

Podemos dizer que as empresas que não recorrem aos dados como parte da sua estratégia de negócio tendem a desaparecer do mercado em alguns anos.

Com uma infinidade de dados criados e coletados diariamente, ao entender o que é Big Data, percebe-se que ele pode ter aplicação em tudo que se pode imaginar e em diferentes áreas, seja científica ou comercial.

A Netflix tem um bom caso de aplicação do Big Data e das quais exaltamos três exemplos práticos e de sucesso. Acompanhe a seguir.

Desenvolvimento de novos produtos

Segundo a empresa de análise de dados Seleritysas, a Netflix (e outras plataformas de stream) utiliza o Big Data para obter o máximo de informações relevantes para traçar os perfis dos seus assinantes.

Desse modo, a empresa utiliza dos dados para definir o que será produzido de série e filme para ser lançado na plataforma, conseguindo prever o que terá ou não sucesso a nível mundial e por país.

Fidelização de clientes

Também conforme a Seleritysas, após implementar um modelo de análise do Big Data aplicada ao seu negócio, a Netflix percebeu que 75% das atividades dos assinantes são baseadas em recomendações personalizadas. 

Isso permitiu que a empresa criasse modelos algorítmicos muito mais eficientes, gerando um bilhão de receita para a empresa em clientes fidelizados.

Segundo o diretor de comunicações da empresa, Joris Evers, considerando que cada assinante apresenta uma tela inicial diferente baseada nas recomendações, hoje, existem mais de 33 milhões de versões diferentes da plataforma.

Marketing personalizado

Por último, a Netflix também usa o Big Data para traçar campanhas de marketing personalizadas. Só a série “House of Cards”, por exemplo, ganhou 10 trailers diferentes para promover o seu lançamento. 

Após a análise, o público que tem o costume de consumir conteúdos voltados para o universo feminino, por exemplo, recebeu a versão do trailer em que apresenta o foco nas personagens mulheres da série.

Benefícios do Big Data

Depois desse exemplo da Netflix, já fica bem claro que os benefícios do Big Data são inúmeros se souber utilizá-lo para gerar insights interessantes e que serão aplicados na estratégia de negócio.

De maneira geral, listamos alguns dos principais benefícios do Big Data:

  • Análise do perfil e comportamento de consumo;
  • Retenção e satisfação dos clientes;
  • Marketing personalizado e eficiente;
  • Melhor experiência em compras personalizadas;
  • Análise e diminuição de riscos;
  • Identificação de novas oportunidades de negócio;
  • Desenvolvimento de novos produtos;
  • Tomadas de decisões mais estratégicas e assertivas;
  • Detecção de fraudes bancárias;
  • Prevenção da saúde com a criação de alertas em tempo real.

O Big Data pode ser aplicado em qualquer tipo de área e por isso as possibilidades e benefícios são inúmeros. O importante é entender as respostas que um determinado negócio está buscando para fazer o uso do Big Data e extrair os insights corretos.

Tendências do Big Data

Já ficou claro que o Big Data é parte fundamental não só do presente nas empresas, mas principalmente do futuro. Segundo o relatório da 100 Data and Analytics Predictions Through 2024, da Gartner:

  • 90% das 500 maiores empresas do mundo terão governança analítica de dados até 2023;
  • 80% dos produtos de consumo ou industriais que contenham eletrônicos utilizarão o Big Data para o seu desenvolvimento;
  • 75% dos projetos combinados de Blockchain e IoT serão implementados para ajudar a obter uma otimização de custos aprimorada até 2024;
  • 80% das empresas terão planejamento autônomo até 2024;
  • 50% dos prestadores de serviços da área de saúde integrarão monitoramento digital, e gerenciamento de cuidados nos seus trabalhos clínicos até 2024;
  • Até 2025, dados baseados em SaaS (software como serviço) aumentarão a capacidade digital da força de trabalho ao fornecer recomendações de conteúdo personalizadas, insights sobre padrões de trabalho e orientação de desenvolvimento de habilidades;
  • Mais de 50% dos fabricantes de equipamentos oferecerão contratos de serviço baseados em resultados que dependem de conectividade com a IoT até 2025.
  • 50% das implementações de tecnologia de vendas B2B usarão análises de engajamento do cliente para otimizar as vendas até 2025.

Além dessas tendências citadas acima, é importante ressaltar que a Inteligência Artificial também se torna mais rápida e eficaz devido ao uso do Big Data e vem de encontro para melhorar a experiência e desenvolver habilidades específicas dos trabalhadores.

Profissionais do Big Data

Para que o Big Data possa funcionar, ele necessita de uma boa gama de profissionais especializados em dados e tecnologia, sendo os principais deles:

  • Engenheiro, Arquiteto e Cientista de Dados;
  • Engenheiro e Cientista de Machine Learning;
  • Programadores e desenvolvedores;
  • Big Data Analytics;
  • Profissionais de BI – Business Intelligence.

De maneira geral, os profissionais envolvidos devem ter conhecimentos em matemática, estatística e tecnologia da informação, mas cada um na sua medida. Um cientista de dados precisa ter um conhecimento muito mais profundo na área de exatas do que um programador, por exemplo.

< Saiba mais: O que é Data Analytics, como funciona e por que é diferente do Big Data />

Relação entre Big Data, Machine Learning e Inteligência artificial 

Quando falamos em Big Data é impossível não relacioná-lo também com o Machine Learning e a Inteligência Artificial (IA), pois eles andam de mãos dadas e são interdependentes.

Para lidar com o Big Data, a Inteligência Artificial é necessária visto que a capacidade humana não consegue processar de forma tão rápida e eficiente uma infinidade de dados criados a cada segundo. 

Para isso, são implementados algoritmos específicos nas máquinas de forma que elas consigam aprender a identificar padrões, realizar limpezas de dados incompletos ou com possíveis erros. 

Dessa forma, o uso da IA e da Machine Learning vão conseguir processar de forma correta e eficaz o Big Data, de modo a fazer a leitura dos dados e gerar os insights corretos para um negócio ou área de conhecimento.

O que é Big Data Analytics?

O Big Data Analytics é a área que envolve os profissionais com capacidade analítica para visualizar e tratar o grande volume de dados para transformá-los em informações legíveis. Para isso, utilizam-se de modelos de análises descritivas, diagnósticas, descritivas, preditivas e prescritivas. 

A análise do Big Data já faz parte do universo das empresas, mas terá um papel fundamental para o crescimento e expansão das mesmas. Como já mostramos, os benefícios da aplicabilidade do Big Data são inúmeros e as tendências do mercado são extremamente fortes com o avanço das tecnologias.
 
Esses profissionais especializados em análise de dados estão super em alta no mercado. Só para ter uma ideia, segundo o Statista a receita de análise de Big Data até 2025 será de 68 bilhões de dólares e terá impacto nas principais tomadas de decisões estratégicas de um negócio.

Como iniciar na área? 

O Big Data é uma área bem ampla e que necessita de diversos profissionais especializados para funcionar, desde um cientista de dados a um programador. 

Contudo, uma coisa comum é a necessidade ter alguns skills, sendo os principais deles, a capacidade analítica, o conhecimento na área de estatística e matemática, e programação.

Quem já é formado na área de tecnologia tem buscado fazer uma pós-graduação na área de análise, ou até mesmo em engenharia de dados. Ambas são áreas com muita demanda e poucos profissionais especializados. 

Por outro lado, quem deseja iniciar na área e não quer enfrentar anos de faculdade inicialmente, uma boa alternativa é buscar por cursos mais técnicos. 

Um exemplo é o curso de arquitetura de Big Data, que permite ter uma formação em poucas semanas para ingressar no mercado de tecnologia com maior rapidez. Daí, já no mercado de trabalho fica mais fácil iniciar uma graduação.

O que faz um analista de Big Data?

Uma das carreiras com maior demanda atualmente é a de analista de Big Data. Mas, o que é um analista de Big Data? Ele é um profissional que trabalha com números e análises profundas de dados para fornecer informação estratégica de alta qualidade para as empresas.

Por meio de ferramentas e técnicas específicas, o analista de Big Data aprende a interpretar os dados de acordo com o objetivo corporativo, como reduzir custos, identificar padrões e gargalos, entender comportamento de consumidor e muito mais.

Ou seja, o trabalho do analista de Big Data é analisar e tirar insights de dados para responder perguntas e resolver determinados problemas. Ele é o braço-direito de gestores e líderes que precisam entender cenários para tomar decisões mais assertivas.

Veja o que faz um analista de Big Data e suas principais responsabilidades:

  • suporte a equipes e/ou cientista de dados;
  • mineração de dados de fontes primárias e secundárias;
  • análise e interpretação de dados com o uso de ferramentas e técnicas estatísticas;
  • identificação de melhorias de processos, padrões, tendências e oportunidades de negócios;
  • criação e manutenção do banco e sistema de dados;
  • correção de falhas nos códigos, entre outras;
  • elaboração de relatórios com insights valiosos para os líderes corporativos.

Percebe-se que um analista de Big Data pode trabalhar em diversos setores, como logística, finanças, marketing, saúde, planejamento, química, vendas, recursos humanos etc. 

Com uma média de salário de R$6.253, esse profissional, geralmente, trabalha a maior parte do tempo com Linguagem Python, SQL e Power BI. Por isso, muitas vagas são remotas, como mostram tendências da área.

< Se você deseja entender melhor sobre a área de Data Science, confira nosso artigo “Data Science: o guia completo para quem deseja começar na área” />.

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Saiba como operar com criptomoedas de forma rápida e fácil

Saber como operar com criptomoedas é uma das estratégias que mais brilham os olhos dos investidores nos dias atuais. Não é para menos. Afinal, depois de uma volatilidade com o início da pandemia em 2020, o mercado das moedas digitais começou a subir novamente e está resgatando um segmento que parecia chegar ao fim.

Quer um exemplo? O bitcoin, uma das criptomoedas mais populares do mundo, teve uma alta de 116% no final de 2021, perdendo apenas para o Ethereum, a segunda mais famosa moeda digital, com valorização de 419% no mesmo período, como informa o site FDR

Quem acompanha o mundo dos investimentos sabe que essa é uma estatística brilhante, que faz o investidor ter mais vontade em saber como comprar criptomoedas ou como vendê-las.

O ato de negociá-las não é difícil, porém com um pouco de conhecimento e prática, é possível entender como operar com criptomoedas, pois, ao mesmo tempo que pode apresentar bons resultados financeiros, por outro lado, pode gerar perdas significativas.

Ao longo deste artigo vamos explicar como investir neste mercado volátil. 

Gostou da ideia? Então confira as nossas dicas.

O que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais descentralizadas, ou seja, não são controladas por um órgão específico. Elas são criadas pela rede blockchain, sistema que armazena as transações financeiras das moedas digitais, registros e dados de pessoas.

Como vantagem, as criptomoedas podem ser convertidas em dólar, real ou outras moedas. Essa transação no processo de compra de produtos e serviços desperta interesse de empresas devido à facilidade de ser uma forma de pagamento viável.

< Leia também: 5 criptomoedas que você precisa investir />

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Valorização e desvalorização de uma criptomoeda

Como as criptomoedas podem gerar transações fáceis, rápidas e lucrativas, elas também podem confundir o investidor que pretende fazer fortuna a curto prazo, devido à sua alta volatilidade. 

Essa oscilação no mercado faz com que os investidores mais preparados prefiram vender esses ativos com receio de perder dinheiro. Consequentemente este ato aumenta a oferta, mas derruba o valor.

Situação à parte, dois fatores são fundamentais para o sobe e desce dos ativos.

Mineração na China

O país asiático detém boa parte das mineradoras do mundo, locais onde são produzidas as criptomoedas. A operação delas é feita por meio de computadores potentes que precisam captar dados e algoritmos difíceis de conversão. São esses aparelhos que resolvem problemas matemáticos e facilitam as negociações.

Não é à toa que empresas e investidores com alto poder aquisitivo têm esses computadores e, com transações de sucesso, são remunerados em moedas digitais.

O que dificulta a compra e venda das criptomoedas, na maioria dos casos, é que a China restringe a prática no país. Então quando há esse movimento, as moedas reagem negativamente.

O poder das baleias

No mundo dos investimentos, as baleias são investidores físicos ou empresas que possuem abundante quantidade de criptomoedas em seus “cofres”. Por essa razão, esses indivíduos geram impacto na economia, já que eles podem vendê-las de uma única vez.

O fato é que as baleias sobem o valor das moedas digitais quando compram quantias exageradas, e as vendem durante a alta para lucrar.

>>> Aprenda mais: Saiba como estudar investimentos e não errar na hora de aplicar

Acompanhe este vídeo e tire a dúvida se você deve ou não investir em criptomoedas:

Como operar com criptomoedas?

1. Escolha o site ou a plataforma

A primeira dica para saber como operar com criptomoedas é escolher entre um site ou uma plataforma de total confiança, sendo que as transações são feitas por meio de intermediários, o que leva a mais pessoas envolvidas. 

Por isso, contar com uma corretora de valores, como a XP Investimentos, um site de compra ou venda, ou plataformas online, é a melhor opção para investidores iniciantes.

Tenha em mente que, durante as transações virtuais, é difícil descobrir com quem você está se relacionando e fazendo as negociações. Por isso, ter um local ou uma empresa com total segurança, protege a valorização do seu dinheiro.

2. Crie uma estratégia

Parece clichê, mas estabelecer metas e manter a análise dos resultados constantemente faz com que a operação das criptomoedas seja menos complicada. Afinal, existem diversas operações que podem ser feitas ao longo do caminho e que podem levá-lo a uma opção desfavorável.

Por isso, se informe com antecedência para ter resultados sólidos no futuro. Depois dessa etapa de imersão sobre o assunto, defina uma estratégia e a acompanhe regularmente para seu sucesso financeiro, seja em criptomoedas ou em qualquer outro tipo de investimento.

3. Invista em conhecimento

Pegar a opinião de quem já está por dentro do assunto é um passo à frente de quem está começando a investir. 

Por fim, investir em cursos e treinamentos também fortalece o conhecimento de como operar com criptomoedas e não ficar no meio do caminho.

Aplique seu conhecimento em cursos práticos da Faculdade XP School, que oferecem materiais acessíveis e preços interessantes para todos os bolsos.

Sendo assim, indicamos o curso CriptoInvestidor, treinamento completo que lhe dará noções sobre o mundo dos bitcoins, dos criptoativos, em geral, e como eles impactam o mercado de investimentos.

E, claro, além do curso, use e abuse dos nossos artigos blog e vídeos no Youtube com os melhores materiais sobre o mundo dos investimentos, ok?

Até a próxima!

Engenharia de dados ou Ciência de dados? Veja as diferenças e tendências

É muito comum a dúvida entre engenharia de dados ou ciência de dados. Afinal, apesar de serem complementares, as atividades desenvolvidas por cada profissional e os skills necessários para atuar na área, são distintos.

De acordo com diversas pesquisas, como a do Empregos em Alta do Linkedin, o mercado de Data Science é crescente no Brasil e, cada vez mais, vemos pessoas em busca de profissionalização.

Contudo, existem dois termos que causam bastante confusão para quem ainda não é da área ou para quem está iniciando a carreira, são eles: Ciência de Dados e Engenharia de Dados.

É verdade que os dois termos que circundam o mundo da tecnologia são similares em alguns aspectos e caminham lado a lado, mas engana-se quem pensa que se tratam da mesma coisa. 

Diante dessa dúvida tão comum, decidimos criar este conteúdo para explicar a diferença entre Ciência de Dados e Engenharia de Dados e como atuar nessas duas áreas. Vamos lá?

O que é Ciência de Dados?

A Ciência de Dados é uma área multidisciplinar que tem como objetivo a análise de dados a partir de metodologias científicas e sistemáticas nas áreas de matemática e estatística. Em outras palavras, utiliza-se de conhecimentos teóricos e práticos para formular questões/hipóteses que deverão ser respondidas por meio de dados.

Apesar de muitos acharem que essa Ciência nasceu com a revolução tecnológica dos últimos anos, a verdade é que ela sempre esteve presente em qualquer tipo de estudo de análise quantitativa, o que envolve qualquer área de conhecimento: humanas, biológica ou exatas.

O que mudou nos últimos anos com a revolução tecnológica foi a quantidade de dados gerados para análise. Por isso, a Ciência de Dados acabou ganhando uma nova roupagem tornando-se uma das profissões mais promissoras.

Afinal, com tantos dados gerados, é preciso ter um profissional capaz de olhar para esses dados de maneira analítica, fazendo a limpeza e exploração daquilo que realmente vai ser de valia para a sua aplicabilidade.

Qual o salário de um cientista de dados?

De acordo com o Glassdoor, o salário de um cientista de dados no Brasil varia entre R$4.000 a R$13.000 mensais, sendo a média salarial de R$8.395/mês.

Exemplo da aplicabilidade da Ciência de Dados

Agora que você entendeu o que é Ciência de Dados, vamos dar um exemplo prático da sua utilidade no dia a dia.

Pensa só na pandemia desencadeada pela Covid-19 e a quantidade de estudos que foram realizados. Foi graças à Ciência de Dados aplicada na área da saúde que conseguimos acompanhar de perto as projeções de leitos de UTI ocupados, o número real e a porcentagem de infectados, mortes e curas.

Além disso, com milhares de artigos científicos publicados sobre o novo vírus, a Ciência de Dados foi a principal facilitadora para a leitura e análise de tantos dados de forma rápida e eficiente. Por sua vez, isso nos permitiu ter vacinas em tão pouco tempo.

Concluindo o que é Ciência de Dados: uma área voltada para o desenvolvimento teórico-prático para a elaboração e análise de um banco de dados eficiente, que será utilizado na tomada de decisões em qualquer área de conhecimento.

O que é Engenharia de Dados?

A Engenharia de Dados é responsável por executar o projeto metodológico criado pela Ciência de Dados. Ou seja, é a área profissional que vai construir, testar e executar toda a etapa prática do projeto, passando pela criação de sistemas de coleta, armazenagem, processamento e manipulação dos dados (pipeline de dados).

Portanto, é o engenheiro de dados quem  propõe as ferramentas e softwares úteis para execução do projeto, de modo a responder às questões que serão colocadas e garantir que os dados coletados sejam realmente fidedignos.

Qual o salário de um engenheiro de dados?

De acordo com o Glassdoor, o salário de um engenheiro de dados no Brasil varia entre R$4.000 a R$12.000 mensais, sendo a média salarial de R$7.400/mês.

cientista de dados ou engenheiro de dados
Tanto ciência de dados quanto engenharia de dados são consideradas áreas em alta no mundo da tecnologia

Principal diferença entre Ciência de Dados e Engenharia de Dados

A principal diferença entre ciência e engenharia de dados é a sua aplicabilidade teórico-prática. Como mencionado, não há teoria sem prática, assim como não há prática sem teoria.

Enquanto o cientista tem um papel mais teórico para criar metodologias aplicáveis e analíticas de modo a responder às perguntas de uma área de conhecimento ou relacionadas a um negócio, o engenheiro de dados tem o papel mais prático na execução do projeto garantindo que o pipeline seja executado.

Apesar de haver essa diferença teórico-prática, isso não significa que os conhecimentos não sejam compartilhados.

Dependendo do tamanho da empresa, por exemplo, um cientista de dados pode desempenhar a função de um engenheiro e vice-versa. Por isso, o conhecimento teórico-prático é fundamental para ambas as profissões.

< Leia também: Data Science: o guia completo para quem deseja começar na área />

O que faz um Cientista de Dados? E um engenheiro de dados?

De maneira geral, as principais atividades de um Cientista de Dados são:

  • Entendimento do projeto: saber quais as dores de um negócio ou da área de conhecimento que deverão ser respondida com análise de dados;
  • Metodologia: definição dos métodos utilizados para a coleta e análise de dados;
  • Organização: estruturar os dados e identificar padrões;
  • Análise: interpretação de dados brutos;
  • Relatórios: transformação de dados brutos em linguagem legível.

Já um Engenheiro de Dados tem como competência as principais atividades:

  • Captação: modelação de dados estruturados e não estruturados e automatização da captação a partir de diferentes fontes;
  • Processamento: definição e configuração da plataforma de processamento de dados, desenvolvimento de rotinas de limpeza, padronização, integração, etc;
  • Armazenamento: definição e configuração do banco de dados;
  • Acesso: definição e configuração de acesso aos dados, bem como a proteção dos mesmos.

Skills necessárias para a Ciência de dados

É importante ressaltar que os profissionais de engenharia de dados ou ciência de dados precisam ter uma mente orientada para a estatística e a matemática, assim como uma capacidade analítica. Contudo, por se tratar de profissões diferentes, cada uma delas possui os seus respectivos skills. 

Veja a lista com os cinco principais habilidades para se tornar um cientista de dados:

  1. Amplo conhecimento de estatística e matemática;
  2. Visão de negócio e gestão de projeto;
  3. Pensamento crítico;
  4. Proatividade na resolução de problemas;
  5. Capacidade analítica para visualização e interpretação dos dados.

Skills necessárias para a Engenharia de dados

Ao compreender o que é Engenharia de Dados, percebe-se que há determinadas habilidades imprescindíveis para seguir a carreira.

Sendo uma área mais prática dentro de um projeto de dados, os cinco principais skills de um engenheiro de dados são:

  1. Noção de estatística e matemática;
  2. Grande compreensão sobre linguagem e lógica de programação;
  3. Amplo conhecimento em infraestrutura de Tecnologia da Informação;
  4. Capacidade de colaboração;
  5. Curiosidade intelectual para se manter atualizado em um mercado que a cada dia lança uma nova tecnologia.

Como atuar na área de Engenharia de Dados ou Ciência de Dados?

O primeiro passo para começar a atuar na área de Ciência e Engenharia de Dados é buscar por uma formação.

Para quem está em busca de uma profissionalização mais rápida, existem bons cursos de Ciência de Dados EAD que vão permitir a obtenção de um diploma e uma formação de qualidade. Sendo um curso feito a distância, o aluno pode fazer conforme a sua própria disponibilidade e sem precisar de deslocamento.

O curso de Engenharia de Dados EAD também é bastante procurado por quem deseja atuar na área. Em poucas semanas é possível adquirir um bom conhecimento e já iniciar no mercado de trabalho.

Inclusive, como o mercado de trabalho anda bastante aquecido para Engenharia de Dados ou Ciência de Dados, muitas empresas estão contratando pessoas ainda na graduação. As mesmas vêm investindo em cursos técnicos para que o profissional possa se qualificar a nível acadêmico, após ter iniciado a sua trajetória na empresa.

Para ter uma ideia, segundo a revista canadense Towards Data Science Inc, 61% dos cientistas de dados são contratados apenas com o diploma de bacharel e 39% são profissionais com níveis acadêmicos mais elevados.

O mercado de trabalho para Ciência e Engenharia de Dados

Agora que já sabe os conceitos de Engenharia de Dados ou Ciência de Dados, saiba que o mercado de trabalho é promissor!

Segundo o estudo divulgado pelo Programa de Projeções de Emprego da Bureau of Labor Statistics, as profissões na área de matemática e estatística aparecem entre aquelas com maior crescimento até 2030. 

O estudo da SEAGATE não deixa dúvidas de quanto esses profissionais são importantes no mundo atual e o quanto serão necessários no futuro:

“A IDC definiu três locais como principais fontes de onde a digitalização está acontecendo e onde o conteúdo digital é criado: o núcleo (tradicional e data centers em nuvem), a borda (infraestrutura reforçada para empresas como celular, torres e filiais), e as extremidades (PCs, smartphones e dispositivos IoT). O somatório de todos esses dados, seja criado, capturado ou replicado, é chamado de Global Datasphere. A IDC prevê que o Global Datasphere crescerá de 33 Zetabytes (ZB) em 2018 para 175 ZB em 2025”.

Ainda de acordo com a pesquisa, uma vez que muitas empresas utilizam dados para melhorar as experiências do consumidor, este também tem adotado recursos personalizados para envio e utilização de dados em tempo real: 

“Hoje, mais de 5 bilhões de consumidores interagem com dados todos os dias – em 2025, esse número será de 6 bilhões, ou 75% da população. Em 2025, cada pessoa conectada terá pelo menos uma interação de dados a cada 18 segundos”.

Portanto, a hora de começar a atuar na área de Engenharia de Dados ou Ciência de Dados é agora. O mercado de trabalho está fortemente aquecido e pelas projeções futuras, ele continuará em crescimento. 

Se você quer iniciar seus estudos agora mesmo para ser um profissional de Engenharia de Dados ou Ciência de Dados de sucesso, confira os cursos da plataforma por assinatura XPE Multi+, da Faculdade XP. Basta pagar a mensalidade para ter acesso a dezenas de formações que são focadas nas habilidades técnicas para a atuação imediata no mercado.

Quer investir em crédito privado? Conheça os títulos, e os prós e contras do modelo de investimento

Criar uma carteira diversificada ultrapassa a ideia de que se deve aplicar em ativos possíveis sem a possibilidade de correr riscos. Nesse sentido, uma boa oportunidade de investimento é o crédito privado que, embora envolva riscos, apresenta boas vantagens. 

O crédito privado é uma opção de renda fixa que ajuda a financiar empresas para um bem maior. Em troca, o investidor recebe em determinado período o valor aplicado e somado superior aos pagos pelos títulos públicos.

Essa pode ser uma boa opção para você? Ao longo deste artigo nós vamos esclarecer o que é crédito privado, os principais tipos, como funciona, e seus prós e contras.

Para explicar os principais detalhes, confira os principais tópicos:

  • O que é crédito privado?;
  • Qual a modalidade do crédito privado?;
  • Quais são os títulos de crédito privado?;
  • O que são fundos de crédito privado?;
  • Qual é a tributação dos fundos de crédito privado?;
  • Vantagens e desvantagens do crédito privado;
  • Vale a pena investir em crédito privado?

Boa leitura!

O que é crédito privado?

Crédito privado é um modelo de emissão de dívida realizado por empresas que desejam expandir seus negócios, tornar viável um projeto ou circular o capital de giro. Em suma, o investidor empresta dinheiro às empresas em troca de remuneração. 

Supomos, por exemplo, que uma empresa necessita fazer investimentos para crescer no mercado, seja para ampliar seus equipamentos agregando novas tecnologias, ou para aplicar em campanhas de marketing e, assim, ganhar maior engajamento do público-alvo.

Esse tipo de projeto pode se tornar realidade em pouco tempo, mesmo que o empreendedor não tenha recursos disponíveis naquele momento. Logo ele pode conseguir alavancar seu objetivo de duas formas:

  • 1. Pegar dinheiro emprestado com um banco tradicional, ciente de que há juros abusivos conforme a quantidade de parcelas requisitada;
  • 2. Fazer uma operação no mercado de capitais, uma ideia não muito conhecida para a maioria das pessoas.

Ao optar pela segunda opção, quem viabiliza o capital são os investidores. Estes, por sinal, contam com o pagamento de juros sobre o valor, referente à valorização do montante ao longo dos anos.

A troca de “dinheiro”, nesta situação, é o que conhecemos por título. Quando emitido, ele deve chegar ao investidor, sendo que esse processo pode ser feito por meio de bancos de investimentos, corretoras, etc.

Outra funcionalidade do crédito privado é levantar verba para projetos dos setores do País, como o agronegócio e o mercado imobiliário, por exemplo.

Normalmente é indicado para quem busca retorno a longo prazo, já que grande parte das ideias dos investidores é focar em projetos ambiciosos de alta duração.

Qual a modalidade do crédito privado?

Existem basicamente dois modelos de investimentos: renda fixa e variável, mas o título privado se encaixa melhor em renda fixa. Sabe por quê?

Os investimentos em renda fixa contam com cálculo predefinido, isto é, durante a ideia de começar uma aplicação é possível prever o retorno financeiro.

Para que todo o processo seja realizado concretamente, são acordados os prazos, taxas, índices de referência e outros detalhes da negociação.

Logo, é possível entender que, no crédito privado, o investidor tem noção sobre o retorno do investimento e o quando isso irá acontecer.

Mas o crédito privado não se destina a apenas aplicações de renda fixa. Na modalidade de renda variável, as ações são negociadas na bolsa de valores. 

Geralmente este tipo de aplicação é feito por investidores que não temem os riscos do mercado

Quais são os títulos de crédito privado?

Uma das formas de investir em crédito privado é por meio de títulos. Nesse sentido, existem três tipos de papéis para aplicação. São eles:

Debêntures

Quando as empresas evitam empréstimos bancários por conta das altas taxas, elas recorrem à emissão de debêntures. Para os investidores este é um bom negócio, uma vez que, geralmente, a rentabilidade é maior que os títulos públicos.

De modo geral, as debêntures são títulos de dívida que, ao serem aplicados, fornecem um empréstimo à empresa. Elas servem para financiar projetos em troca do recebimento de juros.

Existem dois tipos de debêntures:

  • Simples: a rentabilidade de uma debênture é paga em dinheiro diretamente na conta-corrente;
  • Conversível: você recebe por meio de cotas empresariais.

Vale frisar que os formatos têm cobrança de Imposto de Renda (IR), mas para pessoas físicas existem as debêntures isentas de IR, quando aplicadas em projetos de infraestrutura. Nesse caso, chamam-se debêntures incentivadas.

Atenção para a possibilidade de calotes das empresas emissoras de títulos, uma vez que esse tipo de investimento não é coberto pelo FGC. Por essa razão, é importante analisar a classificação das agências de risco (rating) sobre as emissoras antes de finalizar uma operação.

CRI e CRA

O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) são modelos em que o investidor adquire parcelas de financiamentos, podendo receber os retornos por períodos ou somente no vencimento do título.

Um dado importante é que esses títulos não são emitidos por instituições financeiras, como, na maioria dos casos, e, sim, por especialistas em concretizar créditos em formato de títulos.

Do mesmo modo que as debêntures incentivadas, o CRI e o CRA são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.

FIDC

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) são um modelo de investimento que busca alta rentabilidade por meio de direitos de crédito. 

Isso significa que quem escolhe esse modelo detém os direitos de receber valores por parte da empresa, como, por exemplo, contas a receber, duplicatas e cheques. 

Nesse caso, as empresas oferecem títulos que geram aumento de liquidez no fluxo de caixa, porém, o pagamento da rentabilidade acordada é feito no prazo determinado. 

O que são fundos de crédito privado?

Os fundos de crédito privado são aqueles em que o gestor investe parte do capital em títulos de empresas e instituições privadas.

Quando o investidor adquire os fundos de crédito privado, é como se ele emprestasse dinheiro para as companhias que emitem os papéis. Logo, elas remuneram o investidor com juros durante e ao final da aplicação.

Consideram-se fundos de crédito privado quando o investidor possui mais de 50% do patrimônio totalmente aplicado em títulos de empresas e instituições privadas.

Vale ressaltar que esse aporte está sempre integrado aos indicadores como CDI (Certificado de Depósito Interbancário) ou IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

Qual é a tributação dos fundos de crédito privado?

Os fundos de crédito privado incidem sobre alguns impostos. São eles:

1. Imposto de Renda

A tributação mais conhecida do país é aquela que recolhe parte do que você ganha. Como ela acompanha a evolução de cada patrimônio, o governo pede que os trabalhos e empresas informem os ganhos anuais para a Receita Federal.

As alíquotas do IR seguem a tabela regressiva das aplicações de renda fixa:

  • Até 180 dias: 22,5%;
  • De 181 a 360 dias: 20%;
  • De 361 a 720 dias: 17,5%;
  • Acima de 720 dias: 15%.

Vale lembrar que as debêntures isentam pessoas físicas da contribuição do Imposto de Renda quando as aplicações são feitas para projetos de infraestrutura, o que chamamos de incentivadas. 

2. IOF

O Imposto sobre Operações Financeiras visa regularizar a economia nacional. O recolhimento acontece proporcionalmente de acordo com cada operação, dando conhecimento da demanda e oferta de crédito. Nesta situação, o IOF serve para resgates em aplicações inferiores a 30 dias.

3. Come-Cotas

Esse tipo de tributação acontece quando se investe em fundos de crédito privado, o investidor compra cotas dele, e parte dessa cobrança é repassada à Receita Federal. Assim, o investidor perde cotas após pagar a tributação.

Vantagens do crédito privado

Maior rentabilidade

Em comparação aos títulos públicos, os fundos de crédito privado são mais rentáveis quando as taxas de juros estão baixas, como a Selic e o IPCA.

Redução de riscos

O risco é relativamente menor em relação aos investimentos em ações, que, porventura, são mais arriscados, devido às oscilações do mercado no valor dos ativos. 

Isenção de impostos

Alguns tipos de crédito privado, como debêntures incentivadas, CRI E CRA, por exemplo, não cobram impostos.

Existência de Ratings

Rating é um tipo de avaliação que uma empresa especializada faz em relação às empresas de investimento em crédito privado. Assim, por meio da nota você vai saber os verdadeiros riscos. Por exemplo, se a nota da empresa é alta, significa que ela é estável, portanto, isso diminui as chances da debênture não ser paga.

Desvantagens do crédito privado

Ausência do FGC

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) é uma entidade privada que protege os investidores que incluem seu dinheiro em instituições financeiras, assegurando até R$250 mil por CPF e instituição financeira. No entanto, essa proteção não se aplica ao crédito privado, deixando o investidor totalmente desamparado em caso de calote ou falência da empresa.

Investimentos iniciais altos

Em alguns casos, os primeiros investimentos podem ser elevados, um problema aparente para quem não dispõe de alto capital.

Possibilidade de quebra de empresas

Embora seja um investimento qualificado, ele é um recurso do setor privado, o que gera possibilidade de falência.

Enfim, vale a pena investir em crédito privado?

Com essas informações, você já tem noção sobre o que é crédito privado e se é a melhor alternativa para você.

Como percebemos, há diversas vantagens e desvantagens em jogo, mas o mais importante é que o investimento em crédito privado depende do seu capital disponível.

A única certeza é que o crédito privado é um investimento de renda fixa, conhecido por gerar uma previsão mais assertiva em torno dos ganhos. Mas isso acontece de fato? E o que significa renda fixa?

O curso Renda Fixa: ganhos com baixo risco é feito para quem deseja aplicar o dinheiro neste tipo de investimento, porém deseja aprender mais detalhadamente este mundo.

No curso, o aluno conhece os produtos de renda fixa (CRI, CRA, LCI, CDB, Debêntures, e tantos outros) e têm a única certeza de que são mais compensadores do que a caderneta de poupança.

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Qual a melhor plataforma para day trade? Veja 4 opções!

Um bom software de análise gráfica e automatização de operações é um excelente aliado para os investidores adeptos da especulação e dos ganhos no curto prazo. Nesse sentido, você sabe qual a melhor plataforma para day trade disponível no mercado?

Além de um bom conhecimento de mercado financeiro e da análise técnica de gráficos, investir em uma boa ferramenta é fundamental para dar mais autonomia, segurança e agilidade para as suas operações de trade.

Isso porque essas plataformas contam com uma tecnologia de inteligência de dados que pode te oferecer insights e seguir ordens padronizadas de maneira automática sem que você precise passar o dia inteiro na frente do computador.

Portanto, se  deseja aprender mais sobre a importância de contar com uma plataforma para operar day trade, separamos  quatro opções, entre pagas e gratuitas, para que você  avalie  seus atributos e descubra  qual delas combina mais com seus objetivos.

Confira!

Qual a melhor plataforma para day trade?

Profit (One, Plus e Pro)

A Profit é uma das plataformas para day trade mais populares do mercado por ter diferentes versões que contemplam tanto funcionalidades mais simples, como um modelo mais completo que oferece recursos exclusivos para melhorar a performance do trader.

A sua versão mais básica, por exemplo, é a One. Ela é indicada para operadores menos exigentes, mas ainda assim oferece indicadores e recursos diversos para enriquecer a análise técnica de gráficos.

Já a versão Plus, a intermediária, oferece ferramentas mais exclusivas, como o livro de ofertas visual e a SuperDom, que permite o envio de ordens padrões de forma automática diretamente para o livro de ofertas.   

Já a versão Pro, por fim, é perfeita para operações complexas e mais sistematizadas, além de permitir um modo de simulação no qual o trader pode fazer testes de estratégias e ficar mais protegido contra riscos.

>>> Quer dicas para fazer um bom gerenciamento de risco? Então confira esse conteúdo especial da série Investimento às Claras:

SmarttBot

A SmarttBot é uma solução desenvolvida por uma startup sediada em Belo Horizonte. Seu principal diferencial é a utilização de robôs de investimento (ou bots) que, por meio de tecnologias de inteligência de dados, executam ordens automáticas.

O objetivo por trás dessa plataforma é evitar que o trader passe horas na frente de um computador analisando gráficos e emitindo ordens. 

Com a ajuda dos procedimentos automatizados, o investidor otimiza seu tempo e tem mais agilidade e segurança para monitorar e realizar suas operações.

Sua utilização é simples e intuitiva: basta criar uma conta grátis, cadastrar a corretora que você utiliza e, finalmente, começar a operar.

Tryd (Trader e Pro)

Assim como a Profit, a Tryd é uma plataforma voltada para traders profissionais e scalpers que desejam contar com uma ampla reunião de recursos para otimizar seus processos e melhorar a eficácia das posições e estratégias.

Ela possui duas versões: a Trader e a Pro. A primeira oferece a oportunidade de fazer operações mais alternativas, como no mercado de opções e no forex trading, além de disponibilizar ótimos recursos:

  • indicadores e totalizadores de mercado; 
  • monitor de cotações;
  • acesso ao livro de ofertas;
  • leilões;
  • e negociações em tempo real.

Por sua vez, a versão PRO possui todos os recursos disponíveis na Trader, porém com o acréscimo de filtro de ofertas por corretora, acesso ao livro de ofertas com profundidade, diversas opções de gráficos atemporais para análise técnica e muito mais. 

Metatrader

Para muitos, o Metatrader pode ser considerada a melhor plataforma para day trade ou swing trade pela sua capacidade de reunir uma grande diversidade de recursos e ferramentas em uma interface extremamente intuitiva e simples de utilizar. 

Ele foi criado em 2005 pela empresa MetaQuotes Software Corp, e conta com duas versões ativas na atualidade: o Metatrader 4 e o Metatrader 5. Em ambas as versões, o trader é conectado instantaneamente ao home broker de inúmeras bolsas de valores mundo afora.

Seu sistema de automação inteligente, por exemplo, permite a coleta de insights em tempo real para orientar a tomada de decisão estratégica e gerenciar a posição de ativos. Assim, como no Profit Pro, aqui também é possível fazer simulações para testes.

Por fim, o Metatrader também oferece uma loja de robôs com funções diversas para que você os adquira de acordo com seus objetivos e estratégias.

Escolha a melhor plataforma para day trade e invista em conhecimento

E aí, gostou do conteúdo? Qual a melhor plataforma para day trade na sua opinião? Independente da qual você escolha, as quatro opções apresentadas são excelentes e você só precisa aliar quais funcionalidades são mais pertinentes para seus objetivos.

E lembre-se: além de uma boa ferramenta, o melhor aliado que você pode ter no mundo dos investimentos a curto prazo é o conhecimento contínuo não só sobre o mercado financeiro, mas também sobre análise técnica de ativos mais voláteis.

Nesse sentido, se você busca incrementar seus conhecimentos sobre o tema, a Escola de Investimentos da Faculdade XP oferece um curso exclusivo sobre o mercado de day trade para que você descubra o caminho das pedras e conquiste excelentes lucros nessa empreitada.

>>> Clique no banner abaixo e veja o que o especialista na área, André Moraes, aprender nos seus 12 anos de experiência com day trade:

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Bear Market: o que é e como funciona o mercado urso nos investimentos?

Quem investe em ações e em renda variável precisa conhecer alguns termos e jargões financeiro para ter sucesso em investimentos de risco. Nesse sentido, é essencial entender o que é o bear market, que representa a tendência de queda do mercado. 

Mas calma! Ao entender o significado de bear market você conseguirá ampliar seu conhecimento e compreender os momentos mais críticos do mercado para poder reverter os investimentos. 

Quer entender melhor o assunto? Ao longo deste artigo vamos explicar o que é bear market e como funciona. Acompanhe a gente!

O que significa bear market?

Em tradução livre, o termo bear market significa “mercado de urso”. É uma referência ao momento na natureza em que o urso ataca outras espécies com um movimento de cima para baixo, impedindo a sua presa de sair.

Essa definição é a mais conhecida e foi criada por Richard S. Tedlow – professor de Administração de Empresas em Harvard e especialista em história dos negócios.

Se você já teve a oportunidade de ver essa cena em algum documentário, percebeu que o urso, ao atacar, “sufoca” a vítima até prendê-la no chão. Metaforicamente, essa ação de movimento para baixo faz conexão com os preços em queda. 

Logo, bear market se refere a uma situação economicamente negativa nos preços das ações no mercado como um todo.

Isto é, quando o mercado entra em queda e fortalece a tendência de prejuízos iminentes com a desvalorização. 

Mas isso não significa que são períodos de correção em longa duração, os bear market são menos previsíveis e estão associados a perspectivas pessimistas na economia em período curto.

Um exemplo da ocorrência do bear market foi a pandemia do coronavírus em 2020, quando surgiu, alterando o cenário da economia mundial. Assim, com o mercado em baixa, o patrimônio do investidor pode ser diminuído consideravelmente.

Tal cenário é bem capaz de provocar um efeito dominó no sentido descendente dos preços dos ativos presentes no mercado de ações.

>>> Leia também: Short squeeze: o movimento que influenciou ações da GameStop

O que influencia a tendência do bear market?

Existe um conjunto de fatores que leva ao bear market, desmistificando a ideia de que seja apenas uma situação causadora.

A queda dos números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), a falta de empregos e o aumento nos juros são reflexos de um cenário econômico pessimista. 

Por estarmos tratando de uma tendência em queda, mais investidores querem vender suas ações, receosos com a possibilidade de sofrerem com possíveis prejuízos.

Pensando de outra forma, quem opta por adquirir ações em época de baixa, tende a esperar o momento de lucro no longo prazo, já que a queda dos preços pode ser longa.

>>> Aprenda mais: Para que serve o PIB? Como ele é calculado?

Qual a diferença entre bear market e bull market?

Os termos bear market e bull market andam juntos no mercado financeiro, embora eles tenham significados opostos.

O bull market corresponde ao “mercado do touro”, animal que age de baixo para cima, diferente do bear market, em que o ataque é no sentido contrário.

Sendo assim, o bull market diz respeito ao mercado em ascensão. De modo geral, são nos momentos otimistas que os investidores fazem seus aportes.

Como aproveitar o bear market?

Uma estratégia relativamente interessante para utilizar durante esses períodos de bear market é conferir os indicadores fundamentalistas das empresas.

Dessa forma, se a empresa segue expandindo e melhorando suas operações, mesmo com a tendência de queda do mercado, é um sinal de resiliência.

O investidor pode justamente se beneficiar dessa época em que as ações estão com preços mais baixos, oferecendo boas oportunidades.

Por fim, também é indicado fazer a operação short, ou venda a descoberto. Ela representa a venda de ativos que o investidor não tem em sua carteira.

Aqui o objetivo é vender o ativo por um preço altíssimo, recomprá-lo por uma cotação menor após a queda e devolvê-la ao doador. 

Neste caso, é evidente a possibilidade de lucrar com a diferença dos preços, mas vale ressaltar o desconto da taxa de aluguel e os custos, como corretagem e emolumentos.

Bear Market: conheça mais sobre o mercado financeiro

Ao longo deste artigo podemos perceber que o bear market é uma referência negativa de mercado, mas que pode ser contornado de acordo com o movimento das ações. 

Para isso, é necessário estudar as variações do mercado, possibilitando buscar soluções mais assertivas diante de uma crise financeira.  

Uma dica fundamental é acompanhar os nossos artigos sobre o tema no blog da Faculdade XP, como vídeos sobre bolsa de valores. Este aqui é um exemplo para você se inspirar, em que a especialista Clara Sodré explica, de forma simples, como começar a investir em ações:

Outra recomendação é explorar o curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores, da Faculdade XP School. O material online traz dicas interessantes para criar uma carteira diversificada de investimentos e a contornar situações indesejadas de oscilações do mercado.

Afinal de contas, o bear market é um indicador com relevância para a economia e as movimentações do mercado de ações da bolsa de valores

Portanto, agora que você compreendeu o assunto, que tal conhecer mais sobre o mercado financeiro?

Comece agora mesmo!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Análise fundamentalista: o que é? Passo a passo para avaliar as ações

Para quem busca rentabilidade a longo prazo ao investir no mercado de ações, saber sobre a análise fundamentalista é um fator essencial. Tanto essa modalidade quanto a análise técnica buscam avaliar a situação financeira de uma empresa como um todo.

De modo geral, a análise fundamentalista usa dados econômicos, indicadores do mercado financeiro e balanços como método para identificar as oportunidades de mercado.

Se você deseja saber mais sobre essa metodologia e como aplicá-la no dia a dia para obter investimentos seguros, neste artigo vamos explicar tudo sobre a análise fundamentalista de ações, abordando os seguintes tópicos:

  • O que é análise fundamentalista?
  • Como surgiu a análise fundamentalista?
  • Como fazer análise fundamentalista de ações?
  • Análise fundamentalista: vantagens e desvantagens
  • Análise fundamentalista x análise técnica: qual a diferença?
  • Como usar a análise fundamentalista de ações?

Boa leitura!

O que é análise fundamentalista?

A análise fundamentalista é um recurso que avalia o histórico de uma empresa, a situação financeira e econômica a fim de determinar o valor de suas ações e suas expectativas para o futuro.

Em suma, é possível dizer que a análise fundamentalista estuda o valor de uma companhia, e não o preço das ações. Isso significa que o investidor prioriza empresas com valor elevado naquele momento, embora os preços das ações sejam baixos.

Logo, o objetivo da análise fundamentalista é conquistar lucros a partir da diferença entre o preço de compra e o preço de venda. E, para chegar a esta conclusão, são usados os indicadores da empresa e as perspectivas do cenário a longo prazo.

Como surgiu a análise fundamentalista?

Antes de entendermos a fundo como usar a análise fundamentalista de ações, vamos conhecer a história da metodologia.

O pioneiro da análise fundamentalista foi Benjamin Graham. O economista inglês defendia a tese de que o preço de uma ação deve ser a base para alcançar lucros futuros, tendo em vista o fluxo de caixa naquele momento.

Isto é, ele procurava indicadores que mostravam o potencial de crescimento e valorização de determinadas empresas.

Warren Buffett, empresário americano e multibilionário, foi um dos seus maiores alunos e figura conhecida por investir em ações usando esse tipo de análise.

Não é por acaso que Buffett é conhecido por usar a estratégia Buy and Hold (comprar e manter), em que o investidor compra e segura os ativos por décadas ou até mesmo para sempre.

Em outras palavras, investimento é estar associado a boas empresas, firmando sociedade, enquanto permanecer lucrando, podendo desfazer da parceria no momento que achar mais apropriado.  

Na prática, o investidor que usa a análise fundamentalista compra ações das empresas em crise ou subvalorizadas, e aguarda períodos de longa duração prevendo o momento de valorização do ativo para negociá-lo.

Como fazer análise fundamentalista de ações?

Cabe ressaltar que existem várias maneiras de usar a análise fundamentalista. Uma delas é por meio da análise horizontal, cujo foco é compreender a evolução dos resultados de uma companhia ao longo do tempo.

Já a análise vertical se propõe a verificar o percentual dos resultados de cada setor da empresa, comparando a relação entre dois ou mais campos do balanço patrimonial.

Por fim, cabe ressaltar ainda que existem várias maneiras de se obter resultados através da análise fundamentalista. Uma forma usual é por meio dos indicadores financeiros, que veremos a seguir.

Indicadores financeiros

A avaliação dos indicadores da empresa é um dos principais momentos para chegar a uma definição de compra e venda de ativos do mercado financeiro.

Os índices têm como premissa encontrar organizações negociadas abaixo do valor intrínseco, ou seja, subavaliadas no mercado e, portanto, a tendência é garantir oportunidades de adquirir ações mais em conta.

Para facilitar a análise fundamentalista, por lei, toda empresa é obrigada a divulgar suas informações operacionais por meio de relatórios que apresentam os dados financeiros.

O Balanço Patrimonial, o Demonstrativo de Resultado do Exercício e o Demonstrativo do Fluxo de Caixa são os documentos financeiros que apresentam os indicadores que ajudam a desenhar o comportamento da empresa e o seu real potencial de valorização.

Preço/Lucro 

O Preço/Lucro, ou P/L, é o indicador que aponta o quão interessante está o preço de uma ação de uma empresa em comparação ao de outras no mesmo segmento.

Logo, se o resultado do P/L é baixo, a ação tem um preço atrativo e com grandes chances de compra.

A equação é:

P/L = Preço da Ação/Lucro por Ação (LPA)

Preço/Valor Patrimonial

O P/VPA mostra, basicamente, quanto o investidor está disposto a pagar pelo ativo. Logo, quanto mais alto o indicador, mais caro é o ativo.

P/VPA = Preço da Ação/Valor Patrimonial da Ação (VPA);

VPA = Patrimônio Líquido/Número total de ações

Preço/Vendas

O Preço dividido pelas Vendas (P/V) corresponde a relação entre o capital e valor das vendas líquidas da companhia.

P/V = Preço da Ação/Receita por Ação

Valor da empresa/Ebitda (VE/Ebitda)

Para conhecer o valor de mercado da companhia, faz-se o seguinte cálculo:

Valor de Mercado = Preço da Ação negociada x Número total de ações

Em seguida:

Valor de Mercado + Endividamento Bancário líquido = Valor da Empresa (VE) 

O endividamento bancário líquido é igual ao total de empréstimos e financiamento menos o saldo das aplicações financeiras.

Ebitda (LAJIDA)

O Ebitda (sigla em inglês para Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization), cuja tradução livre para português é LAJIDA (Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), é o índice que ajuda a analisar o desempenho operacional da empresa mensurando sua produtividade e eficiência dentro de um setor.

A fórmula é a seguinte:

EBITDA = Lucro Operacional Líquido antes dos Impostos + Depreciação + Amortização + Juros

Dividend Yield

O Dividend Yield (DY) é outro importante indicador da análise fundamentalista, sobretudo para investidores que buscam aplicações com foco em dividendos.

Em geral, o DY é apresentado em percentuais pagos nos últimos 12 meses ou pela hipótese dos próximos 12 meses.

Se você deseja investir em DY, busque sempre empresas que pagam bons dividendos, pois, além da valorização da ação, receberá bons proventos.

O cálculo do DY é:

Dividend Yield = Dividendos pagos nos últimos 12 meses/Preço da ação

ROE (Return On Equity)

O ROE mede o desempenho de uma empresa e diz se ela gera benefícios aos acionistas. De todo modo, o recurso avalia a eficiência da gestão de uma empresa, avaliando seu valor por meios dos próprios recursos.

Para calcular o ROE, divida o lucro líquido pelo patrimônio líquido do período contábil anterior. Os valores encontram-se no balanço patrimonial.

Análise fundamentalista: vantagens e desvantagens

Vantagens

Abrangência

A análise fundamentalista traz dados amplos e concretos, o que proporciona mais segurança devido à quantidade de dados apresentados, e agilidade, uma vez que as informações são precisas e com a ajuda de um consultor de investimentos o processo se torna mais rápido para avaliar e tomar decisões.

Investimento duradouro

Um investidor que busca comprar ações para mantê-las na carteira por longo tempo tem na análise fundamentalista sua grande aliada. Isso porque o recurso é utilizado para aplicações futuras.

Desvantagens

Conhecimento aprofundado

Para saber como usar a análise fundamentalista de ações é importante ter conhecimento e tempo para realizar o cálculo dos índices e avaliar todo o histórico de uma empresa.

Isso não significa que o investidor deva passar o dia em frente ao home broker e se preocupar com a volatilidade do mercado, até porque o foco é a longo prazo. Porém, quanto mais estudo, mais chance de criar um estudo completo e com resultados positivos.

Análise fundamentalista x análise técnica: qual a diferença?

Podemos perceber que a análise fundamentalista é uma metodologia clara para os investidores, principalmente quando se trata de formar patrimônio a longo prazo.

No entanto, não se pode descartar as vantagens da análise técnica, método bastante aplicável, mas com características bem diferentes em relação à fundamentalista. A começar pelo período de investimento.

A análise técnica é geralmente empregada por quem busca lucros a curto prazo, proveniente da especulação do ativo.

Por isso, quem foca em operações day trade não considera os fundamentos como base de perspectiva de crescimento, pois o investidor não está interessado pelo valor intrínseco de uma ação, e sim, no seu valor a curto prazo.

Na análise técnica, os dados no gráfico são o único elemento visionário para decisão de compra e venda, enquanto na fundamentalista mede-se o histórico de uma empresa e o valor qualitativo dela.

Percebeu a diferença?

Como usar a análise fundamentalista de ações?

Agora que você já sabe o que é análise fundamentalista e para que ela serve, é importante saber usar a metodologias para investir corretamente, considerando que o seu propósito financeiro seja a longo prazo.

Para ajudá-lo a descobrir mais sobre o mercado financeiro e como utilizar a análise fundamentalista, indicamos o curso Análise Fundamentalista: identifique os futuros vencedores da Bolsa.

Com esse treinamento você irá dominar os métodos para avaliar o valor de uma empresa e descobrir quais dados são utilizados para realizar os cálculos antes de comprar um ativo.

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O que é um pitch? Saiba o que significa e crie apresentações incríveis  

Alguns empreendedores de primeira viagem definem o que é pitch como uma forma de “vender seu peixe”. 

Se esse for o seu caso, é melhor você mudar seu mindset e rever alguns conceitos. Isso porque um pitch poderoso pode ajudá-lo a fazer excelentes negócios. Em contrapartida, um ruim, pode significar o contrário. 

Mas, afinal, o que é pitch? Como montar um? Descubra agora! 

O que é pitch?

O pitch pode ser definido como uma apresentação direta e breve de uma ideia, produto ou projeto. Ele é realizado por quem está em busca de investidores, parcerias ou de clientes. 

O pitch se baseia em um discurso e têm um período curto de duração, que geralmente fica entre 5 e 8 minutos. Logo, devido a isso, é essencial que ele seja bem estruturado, uma vez que não há tempo a perder para convencer e persuadir. 

< Aprenda também: Perfil de investidor: que tipo você é? />

O que é um pitch de negócios?

No campo do empreendimento, o pitch de negócios é conhecido como uma prática muito positiva, especialmente para captar parceiros e investidores. Popularizada no universo das startups, é comum ter um espaço dedicado para apresentações de pitch em eventos.

Aliás, se engana quem pensa que pitch também pode ser uma reunião de negócios, a oficialização de uma parceria ou o cumprimento de uma venda.

Na verdade, é mais apenas o pontapé inicial para um futuro investimento ou compra – dependendo do lado em que você estiver – em um primeiro contato com o investidor ou cliente.

Então, se você precisa convencer um determinado público a acreditar no seu negócio, o pitch é um ótimo espaço para isso, servindo para qualquer empresa.

O que você, empreendedor, precisa ter em mente é que deve dizer em poucas palavras o significado do seu projeto, em qual mercado vai atuar, a solução e o que busca com tudo isso.

Agora que você já sabe o que é pitch, continue lendo para conhecer os seus diferentes tipos! 

< Leia mais: Venda coberta de opções: como fazer e estratégias />

Quais são os tipos de pitch de investimento?

Os tipos de pitch variam de acordo com as regras do jogo e dos objetivos do cliente. Veja como um empresário pode impactar outras pessoas com sua apresentação.

Elevator pitch

Elevador pitch é uma versão reduzida do pitch de vendas.

Como assim? Visualize que, ao estar em um elevador, entra um grande investidor em potencial e você quer apresentar suas ideias convencendo-o de que são boas.

Por permanecer nesse local fechado e com pouco tempo para desenvolver as ideias entre as mudanças de andares, o tempo que você tem é curto, logo, é preciso ser sucinto e prático até que a porta se abra novamente e continue seu trajeto.

É nesse contexto que surgiu esse termo.

One-sentence pitch

No português, o “pitch de uma frase” chama a atenção de possíveis parceiros para o seu negócio utilizando apenas uma sentença.

Para quem não conhece direito seu empreendimento ainda, pode parecer até complicado resumir seu projeto em uma única frase e, ao mesmo tempo, atrair o interesse de investidores em potencial. 

Mas se você conhece detalhadamente as características do projeto, basta procurar as palavras-chave principais. Se bem selecionadas, elas impressionarão o ouvinte e, a partir daí, abrirão portas para uma conversa mais longa.

Pitch deck

Este tipo de pitch remete à utilização de recursos visuais, como slides, que dão suporte à sua fala na hora da apresentação da ideia. 

As apresentações desse modelo são feitas pelo Power Point ou Prezi, por exemplo.

Porém, é importante ficar atento para não criar uma apresentação mal planejada que misture os recursos visuais e atrapalhe a leitura da outra pessoa. 

Como sabemos, muitas vezes, a utilização de slides pode atrapalhar a venda das suas ideias se for mal trabalhada. Tenha em mente que eles estão lá para oferecer suporte ao seu discurso e não ser a atenção principal.

Então, use o layout da apresentação para:

  • mostrar a identidade do seu negócio;
  • transmitir profissionalismo;
  • dar o toque de criatividade.

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Como fazer um pitch de apresentação? 7 passos

Pesquise sobre seu público

Saber como se comporta e o que pensa o público que desejamos atingir é fundamental para criar um projeto direcionado a um nicho específico. Desse modo, as chances de crescimento e de sucesso no mercado são muitas. 

Mas não foque somente no público-alvo. Analise também quem estará avaliando o seu projeto na hora da apresentação. Pode parecer apenas uma pessoa aleatória, mas que poderá contribuir muito para fortalecer o seu talento.

Em suma, entender sobre essas pessoas, linguagem e gestos, fará você construir uma apresentação mais clara e objetiva.

Faça o planejamento da apresentação

Dificilmente, conseguimos nos sair bem quando não adotamos um plano estratégico claro, seja para uma apresentação ou até para a execução de um projeto. Por isso, estabelecer uma organização e/ou cronograma detalhado do que será feito ou falado é muito importante.

Sentir-se seguro com a estratégia planejada gera confiança sobre o que se pretende “vender”. 

Logo, traçar o principal objetivo do seu negócio dentro desse planejamento não pode ficar de fora.

Seja objetivo

Já deu para perceber que, independentemente do tipo de pitch que adote, o tempo é curto, então demorar para explicar sobre seu projeto pode ser um grande problema.

Separe o que há de mais essencial sobre o que pretende contar aos investidores e deixe os dados complexos para uma segunda oportunidade. O importante é transmitir a informação completa para gerar o interesse do seu público.

Explique o problema a ser solucionado

Se não deixar claro o problema que seu empreendimento busca solucionar, vai ficar muito difícil para o ouvinte compreender a importância da sua ideia.

Por mais objetiva que seja a apresentação, é fundamental encontrar espaço para explicar o problema que sua empresa vai resolver e como pretende fazer isso.

Fale sobre sua concorrência

Mostrar que você conhece a respeito dos seus competidores transmite confiança.

Então, nomeie seus principais concorrentes, mencionando seus lugares de mercado e como superá-los.

Isso elevará sua credibilidade.

Apresente seu modelo de negócios

Para o público ter uma ideia de como conduzirá seu projeto no dia a dia, é bom explicar sobre seu modelo empresarial.

Comentar sobre quais canais utilizará e como tratará outros aspectos do seu negócio deve fazer a diferença na sua apresentação.

Prepare-se para as perguntas

As perguntas são essenciais para esclarecer dúvidas e também para fortalecer o poder de vendas, já que elas ajudam a ampliar novas estratégias.

Se você domina o assunto, não será difícil responder determinados questionamentos, isso só mostra que você está preparado para atrair novos investidores.

Então, no pitch de vendas, não se acanhe! Deixe as perguntas chegarem e mostre o seu melhor

Neste vídeo engraçado e criativo, veja como os apresentadores utilizam suas técnicas para apresentar o pitch de vendas:

Como usar o pitch a seu favor?

Tenha em mente que as apresentações profissionais requerem competências que precisam ser desenvolvidas. Por isso, treinar os tipos de pitch é uma atitude fundamental para desenvolver essas habilidades. 

Lembre-se de que o pitch ideal depende do seu objetivo, do tempo disponível e da maneira como você irá conduzir sua apresentação.

Nesse sentido, avalie as melhores ferramentas, visualize os diferentes cenários e aplique as técnicas com eficiência. Essa é a melhor forma para conduzir um pitch de vendas sem complicações. 

Para ajudá-lo no processo de conquistar mais clientes, indicamos o curso Tudo que aprendi em 12 anos de day trade, da Faculdade XP School.  

Neste treinamento você vai aprender com as dicas de André Moraes, analista de investimentos da Rico, a ingressar no mundo dos investimentos e a ter macetes poderosos para montar um pitch de vendas ideal. 

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Saiba quais são as principais estratégias de investimento e como usá-las a seu favor

Quando se pensa em crescimento financeiro, deve-se levar em conta as estratégias de investimento. Adotadas com a finalidade de ajudar o investidor a alcançar suas metas financeiras, as estratégias têm como base o planejamento e a organização contínuos.

Mas diversos fatores contribuem para o sucesso de um investidor: prazo de investimentos, valor disponível para negociar, produtos financeiros, entre outros, devem ser analisados constantemente.

Mesmo assim, eles não são únicos, o perfil de investidor tem peso considerável, uma vez que as estratégias de investimento variam, desde os mais arrojados aos mais conversadores que, geralmente, caminham por uma linha tênue.

Então, como decidir qual o melhor trajeto para evoluir? Neste artigo, listamos os principais tipos de estratégia de investimento para que você escolha a que mais se aproxima dos seus objetivos e da sua personalidade. Continue com a gente!

O que são estratégias de investimento?

Estratégia de investimento, ou estratégia financeira, é um plano estabelecido de acordo com os objetivos do investidor. Ela deve ser construída a partir de cinco parâmetros. São eles: 

  • Objetivo do investimento;
  • Período para cumprir o objetivo;
  • Capital para alocar no investimento;
  • Conhecimento sobre produtos financeiros;
  • Perfil de investidor (para compreender a margem de risco).

Nesse contexto, é importante ter em mente o que é perfil de investidor e como usá-lo a seu favor na hora de montar suas técnicas de investimento.

Perfil de investidor 

Perfil de investidor é a análise das características do ser humano em relação aos investimentos que deseja aplicar, considerando o grau de risco. Logo, o perfil funciona como um indicador para a montagem da carteira de investimentos.

Ele pode ser classificado em três tipos: conservador, moderado e arrojado.

Conservador

Normalmente o conservador é conhecido como aquele que prioriza a segurança de suas ações. Tem como característica tomar atitudes menos arriscadas.

Na hora de criar uma carteira de investimentos, o conservador mantém parte dela com produtos de baixo risco, como, por exemplo, Tesouro Direto, CDB, LCI, Fundos de Renda Fixa, entre outros.

Moderado

Meio-termo entre o conservador e o arrojado, o moderado é aquele que gosta de segurança, mas tolera investimentos de risco. Ele é versátil e aproveita o melhor do investimento para conquistar lucros acima da média.

Arrojado ou agressivo

Esse é o tipo de investidor que não teme as oscilações do mercado. Ele entende que as perdas a curto prazo não são definitivas e são necessárias para adquirir lucros mais altos a longo prazo.

É muito comum encontrar em investidores arrojados o foco em aumentar o patrimônio e se aposentar mais cedo para viver de renda.

Estratégias de investimento x estratégias de trading: qual é a diferença?

Antes de apresentarmos os tipos de estratégia de investimento, vamos esclarecer a diferença de trading, um termo muito comum no mundo dos investimentos. 

Tanto o investimento quanto o trading representam a exposição da economia no mercado financeiro, mas ambos com conceitos diferentes.

Estratégia de investimento

Normalmente as estratégias de investimento são mais focadas a longo prazo, já que a proposta é ter um ativo e mantê-lo por longo período a fim de obter uma rentabilidade alta.

Por isso que uma análise fundamentalista é essencial para criar uma estratégia adequada, pois ela analisa o histórico da empresa e dos investimentos, a saúde financeira e os fatores econômicos.

Estratégia de trading

O trading, ou trade, é uma operação de compra e venda de ativos da bolsa de valores em curto ou médio prazo. O trader, profissional operante, especula o preço de um ativo prevendo um retorno em pouco tempo.

Por ser um modelo de investimento baseado em períodos, necessita de mais atenção e conhecimento. Isso porque a procura por oportunidades para entrar e sair do mercado é mais ampla, sendo possível negociar uma pequena parcela.

Percebeu a diferença? Mas tratando-se de estratégias de investimento, o foco do nosso artigo, vamos avaliar os principais fatores para você criar a sua.

Como escolher uma estratégia de investimentos?

Lembra-se dos parâmetros que apresentamos no início do artigo citando o que se deve levar em consideração na hora de criar uma estratégia de investimento? Pois bem, aqui iremos entender melhor o que eles representam e sua importância durante o processo de planejamento.

Vale ressaltar que a estratégia financeira é importante para você manter o pensamento racional sobre o dinheiro, evitando de ser influenciado inteiramente por suas emoções.

Vamos a eles:

1. Objetivo

Você já se perguntou qual objetivo que pretende alcançar? Existem várias respostas para chegar a um consenso sobre como usar o dinheiro para investir, afinal, você pode querer apenas aumentar seu capital a curto prazo, ou querer ter uma renda para o resto da vida.

Uma opção interessante é buscar um rendimento que seja pago periodicamente, como os dividendos ou Fundos Imobiliários, assim, você verá o retorno do seu investimento com mais frequência e sentirá que está no caminho certo. 

2. Período

É importante que você estabeleça um tempo para alcançar o valor dos seus investimentos, por isso, entender quais aplicações investir a curto, médio e longo prazo faz a diferença.

3. Perfil de investidor

Como vimos acima, o perfil é um aspecto importante ligado à personalidade do investidor, prevendo até que ponto ele aceita os altos e baixos do mercado. Por isso, busque entender se você se classifica como conservador, moderado ou arrojado.

4. Capital

O valor dos aportes é estabelecido conforme sua estabilidade financeira e, consequentemente, o tempo disponível para chegar aos seus objetivos.

5. Produtos

Existem investimentos de renda fixa e variável, e cada uma apresenta produtos característicos. Avalie com cuidado cada uma delas.

Quais são os tipos de estratégia?

Agora que você já sabe a importância de construir estratégias de investimento, vamos conhecer os principais tipos de mercado para chegar a uma conclusão sobre a mais adequada para o seu perfil. Acompanhe!

Renda fixa

Os investimentos de renda fixa incluem títulos, sejam corporativos ou públicos, certificados do tesouro, depósitos bancários, entre outros. Eles têm uma parcela de ganhos, entregues por período e com data de vencimento.

As estratégias de investimentos de renda fixa são consideradas de baixo risco, no entanto, elas oferecem uma rentabilidade menor em comparação às de renda variável.

Renda variável

1. Buy and hold 

Os investimentos em buy and hold (comprar e manter) não significa vender as ações, pelo contrário, a ideia é comprar e manter um ativo por longo período. 

Quem usa o buy and hold geralmente acredita que os retornos de longo prazo diluem o risco de volatilidade, isto é, preveem uma solidificação nas operações de renda variável.

O investidor que aposta nessa estratégia procura empresas com boa saúde financeira, que já estejam consolidadas no mercado e/ou tenham alta possibilidade de crescimento, já que se espera ser beneficiado com a valorização dos papéis.

Geralmente, o término do investimento em buy and hold só acontece quando o investidor avalia que a empresa alcançou seu patamar máximo de crescimento e dificilmente expandirá além.

2. Value investing

No value investing (ou “investimento em valor”) o investidor faz uma análise das empresas e ações para identificar quais estão com preço de negociação abaixo do que realmente valem.

O foco é extrair o lucro por meio da valorização das ações, quando os preços voltarem ao normal.

>>> Quer ficar por dentro desse tipo de investimento? Feito para quem já tem conhecimento sobre o mercado, o curso Valuation: Avaliação de Empresas e Ações faz você entender os conceitos de valor para analisar uma empresa e descobrir os aspectos que levam um negócio a ter mais valor de mercado do que outro. Inscreva-se!

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3. Foco em dividendos

O objetivo dessa estratégia de investimentos é fazer com que o investidor receba bons proventos decorrentes dos ativos, seja em pagamentos mensais, trimestrais, semestrais, assim por diante.

Quem investe nos dividendos deseja receber renda passiva, isto é, em muitas vezes ele não se importa com a oscilação dos preços, desde que tenha em mãos os dividendos como combinado.

4. Day Trade

O Day Trade é uma estratégia com maior número de risco, porque corresponde à compra e venda de ativos em um único dia. Isso faz com que o investidor conquiste lucros mesmo com a variação de preços em curtíssimo tempo.

Embora seja arriscado, o day trade tem como diferencial fazer com que o investidor alcance alta rentabilidade em horas ou minutos. A base dos acertos e erros está na análise dos gráficos.

5. Swing trade

Sob a mesma proposta do Day Trade, em que se envolve a compra e venda de ativos e derivativos, o Swing Trade conta com o prazo maior para especular as operações, uma vez que elas não duram apenas um dia, e sim, podem levar dias ou semanas.

6. Position Trade

Com tempo mais longo, o Position Trade inicia e encerra suas operações em meses ou anos. Isso gera a possibilidade do investidor ter menos riscos causados pela volatilidade da renda variável.

7. Green Trading

Com uma proposta sustentável, o Green Trading é uma estratégia de investimento que foca em investir em empresas que obtêm lucros por meio de atividades ambientais ou voltadas a questões ecológicas.

Como usar as estratégias de investimento no dia a dia?

As estratégias de investimentos ajudam o investidor a fazer aplicações com menos possibilidade de erros, pois, como vimos, diversos fatores são equivalentes antes de negociar ativos ou derivativos. Em suma, toda estratégia tem sua particularidade, o que não significa ser fácil ou difícil, e sim, precisa saber utilizá-la. 

Pensando nisso, chegou a hora de perder o medo de investir.

Agora que você já sabe as técnicas de investimento, ficou mais fácil entender o processo. Para ajudá-lo a evoluir, a XP INc. desenvolveu o curso Combo: Superando o medo de investir. Por meio dele, você vai aprender a esmiuçar os problemas e conhecer o próprio autoconhecimento financeiro.

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