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Aporte financeiro: investir em renda fixa ou variável?

Atingir os objetivos sempre fica mais fácil quando há aquele empurrãozinho. Quando falamos em aumentar o patrimônio através dos investimentos, por exemplo, é o aporte financeiro quem viabiliza essa conquista.

Mesmo quem está entrando agora no universo dos investimentos já deve saber que o dinheiro faz mais dinheiro. E basicamente é essa a função do aporte. No artigo abaixo nós trazemos mais detalhes sobre esse assunto, como a diferença nos tipos de investimento e como conseguir aportes financeiros. Vamos lá?

O que é aporte financeiro?

O aporte é uma espécie de contribuição que parte de um investidor para um investido. Ele pode ser financeiro, que é sobre o qual falamos nesse texto, mas também pode ser mais subjetivo, como o aporte de conhecimento, que é quando se ajuda alguém com informações — uma espécie de mentoria.

No caso do aporte financeiro, o investidor injeta ou oferece dinheiro para que o investido possa atingir um objetivo. Um exemplo é o investidor anjo, que oferece uma quantia para que uma startup possa tirar suas ideias do papel.

Já no caso do mercado de investimentos, os aportes financeiros são as aplicações feitas pelo investidor. O objetivo é iniciar ou aumentar sua participação em alguma modalidade de investimento.

>>> E antes que você termine esse texto, que tal conhecer os 5 passos para se tornar um investidor bem-sucedido? É só dar play no vídeo abaixo que a Clara Sodré conta!

Como funciona o aporte financeiro?

Quando falamos sobre o aporte financeiro em investimentos, existem duas possibilidades de aumentar o patrimônio. Na primeira delas, o investidor identifica uma oportunidade e, por meio de um aporte, adquire uma fatia do negócio. É o caso da compra de ações ou de investimentos como os feitos pelos anjos em startups.

Também na renda variável, outra possibilidade de aporte deriva do aumento do capital que já foi alocado anteriormente. Isso significa que se você já investiu na compra de papéis de uma empresa, pode fazer um novo aporte para aumentar sua participação ou diminuir o preço médio, a depender da estratégia traçada. Em ambos os casos, o resultado é o aumento da rentabilidade da carteira mediante o crescimento da empresa investida.

Diferença entre aporte financeiro e de capital

Uma empresa que deseja expandir, seja em capacidade, produção ou desenvolvendo projetos, precisa de dinheiro. E é quando ela não é capaz de gerar caixa para apoiá-la nesses projetos que entra o aporte financeiro. Atualmente existem duas maneiras de se levantar fundos, uma é o aporte financeiro e outra o de capital.

Basicamente, o aporte financeiro é a concessão de crédito por parte de uma instituição financeira. Isso acontece quando a empresa vai ao mercado em busca de uma organização, como os bancos, para receber recursos financeiros. A troca pelo recurso, nesse caso, são as taxas e juros atrelados a ele.

Já o aporte de capital consiste na concessão de recursos por parte de um investidor em vez de uma instituição. Essa modalidade é comumente utilizada por empresas de pequeno e médio porte e cuja falta de garantia eleva as taxas e juros aplicados pelo mercado tradicional. Esse tipo de aporte viabiliza que empresas menores acelerem seus projetos e, em troca, forneçam um percentual ao investidor.

Como conseguir aportes financeiros?

O banco é o caminho mais conhecido entre quem deseja angariar fundos. Atualmente, essas instituições possuem estrutura para a concessão de créditos, como no caso dos empréstimos e financiamentos.

Se você deseja ir até um banco para solicitar crédito, antes deve ter algumas informações mapeadas, entre elas a quantia total que deseja receber, quais as garantias que pode oferecer em troca da captação e que tipos de taxas e tarifas está disposto a aceitar.

Feita a proposta, cada instituição irá fazer análises internas baseadas em suas próprias políticas de concessão e dará uma devolutiva. Cabe a você propor o aporte a mais de uma empresa, assim poderá optar pela que renderá uma melhor condição.

Investidor

Se você é um investidor e deseja fazer aporte financeiro, primeiro precisa ter em mente o objetivo que deseja alcançar. Como já dissemos ao longo do texto, é possível usar o capital para ampliar sua carteira ou sua rentabilidade. Para isso, é preciso entender com qual velocidade você deseja conquistar esse objetivo.

Se a meta for, por exemplo, criar um fundo de emergência, as opções mais comuns são também as mais seguras. Assim, opções de renda fixa atreladas à Taxa Selic são indicadas para ampliar a renda sem arriscar muito o capital.

Mas se você pensa em alcançar objetivos em prazos mais curtos, as opções da renda variável podem ser mais atraentes. O que vai definir a modalidade de investimento é justamente a estratégia que possui.

Uma dica para decidir onde investir é avaliar como é feita a remuneração pela quantia aportada. Isso pode ser feito por meio de cobrança de juros ou em forma de participação societária, recebendo por lucros da empresa.

Empreendedor

Quem solicita um aporte financeiro/de capital a um investidor já deve ter mapeado como irá utilizar a quantia. E essa resposta varia de acordo com o status da empresa no momento da captação. Se tratando de uma empresa em uma situação financeira delicada, por exemplo, o recurso é destinado ao pagamento das dívidas. Entretanto, se a investida for uma empresa nova, o recurso a ajudará a escalar seus projetos.

Com a quantia, o negócio pode executar seus projetos e mirar um futuro mais rentável, que gere lucros não só para a companhia, como também para aqueles que acreditaram e investiram.

Quais são os tipos de aportes mensais para investidores?

Ter mais rentabilidade ou ampliar os recursos da carteira são objetivos comuns entre todos os investidores. Entretanto, o atingimento desses objetivos está diretamente ligado às estratégias que você traça, individualmente, como investidor. Quem aposta em renda fixa, por exemplo, não pode esperar por grandes lucros em curtos prazos. Do outro lado, os investidores de renda variável não podem achar que estão navegando em águas calmas.

Veja abaixo exemplos das duas modalidades de aporte disponíveis aos investidores: renda fixa e variável.

Aporte mensal em renda fixa — exemplo

Se você prioriza estabilidade financeira e se considera conservador, já saiba que renda fixa é a melhor alternativa para você. Nesse caso, os são pautados por modalidades com remuneração fixa, em que você sabe o rendimento antes de investir.

Entre as opções de produtos disponíveis para esse perfil estão:

Os exemplos acima atuam de maneira semelhante. A exceção é para quem você empresta o dinheiro, se para o governo ou instituições privadas.

>>> Se você é do time dos que investem em renda fixa, saiba como aproveitar as melhores oportunidades dessa modalidade. Para isso, é só clicar no banner abaixo e se inscrever no curso Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco.

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Aporte mensal em renda variável — exemplo

Já os mais arrojados e que não têm medo de arriscar optam pela renda variável. Nela, há a possibilidade de rendimentos maiores e que têm como troca a instabilidade do ativo escolhido. Se você quer arriscar em fazer mais com menos tempo, conheça os ativos em que é possível aportar seu dinheiro:

Nas opções acima você amplia suas chances de acelerar a rentabilidade, mas não deve se esquecer dos riscos envolvidos.

Aportar é fundamental

A essa altura você já pôde entender como o aporte funciona tanto para quem investe quanto para quem o recebe. Provavelmente já concluiu também que ambos os lados têm muito a ganhar com esse movimento. De um lado o investido, que pode avançar com os seus objetivos. Do outro, o investidor, que pode aumentar seus rendimentos futuros. De modo geral, essa iniciativa é benéfica não só para investido e investidor, individualmente, como também para a economia de um país.

Se você é um investidor, em especial o de renda variável, lembre-se que os aportes mensais são componentes de grande valor nessa modalidade. Entretanto, eles sempre devem estar associados a uma estratégia. No curso Guia da Bolsa para Investidores você tem visão sobre os conceitos essenciais que todo investidor deve conhecer. Para saber também, é só clicar no banner abaixo e fazer o download.

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Como investir 10.000 reais de forma descomplicada?

O que você faria se tivesse R$10 mil sobrando nas suas mãos neste momento? Compraria o smartphone do ano? Viajaria para fora do país com tudo pago? Ou, quem sabe, daria início à compra de um carro? 

Mas nós, da Faculdade XP School, sabemos que uma parcela da população optaria por investir esse dinheiro, ganhando um bom rendimento no futuro. Então, como desejamos que você aplique o seu capital com consciência, vamos ensiná-lo como investir 10.000 reais. 

Isso mesmo, a melhor opção para esse dinheiro, quando não se tem dívidas, é investir. Afinal de contas, este dinheiro renderá muitos frutos para você no futuro, podendo proporcionar todos os sonhos citados acima e muito mais!

Então, se você tem essa quantia nadando na sua conta bancária, criando teias de aranha debaixo do colchão ou sendo corrompida na poupança, este texto é para você! 

Ao longo deste artigo, vamos debater qual melhor investimento para 10.000 reais. Portanto, vamos abordar perguntas como:

  • o que levar em consideração na hora de investir esse dinheiro;
  • qual melhor investimento para 10.000 reais;
  • devo investir 10 mil reais em um só investimento;
  • em que posso investir 10.000;

Você sabe que este artigo foi feito especialmente para você! Portanto, vamos dar um destino justo para o seu dinheiro suado juntos? 

Como investir 10.000 reais? Perguntas valiosas

Que tal fazer uma rodada de perguntas e respostas? Para esclarecer todas as suas dúvidas sobre como investir 10.000 reais, selecionamos os questionamentos mais frequentes e respondemos cada um. 

O que devo levar em consideração na hora de investir R$10 mil?

Esta pergunta é muito boa e importante. Afinal, você não pode “colocar” o seu dinheiro em qualquer CDB ou investir tudo em uma empresa na bolsa de valores. Isso pode resultar em resultados fracos ou, até mesmo, em perda de capital. 

Por isso, nós precisamos levar em consideração dois fatores: o seu tipo de investidor e a importância da diversificação. Ficou confuso? Calma, que a gente explica! 

Antes de aplicar em qualquer ativo, seja renda fixa ou variável, precisamos conhecer o nosso perfil de investidor. 

Você já deve conhecer os três perfis de investidores categorizados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). São eles:

  • conservador, que não deseja perder dinheiro, por isso investe em ativos seguros de renda fixa;
  • moderado, que possui uma flexibilização maior com os riscos do mercado financeiro, mas não se sente confortável em investir em ativos de grande volatilidade;
  • arrojado, que está disposto a aceitar os riscos do mercado e não tem medo de perder parte do capital por conta disso. Esse tipo de investidor também é conhecido como agressivo. 

A segunda coisa que precisamos levar em consideração é a importância da diversificação na hora de investir. Você pode achar que isso vale apenas para a renda variável, mas este conceito também é muito importante na renda fixa. 

Para resumir: em uma corrida de cavalos, você apostaria todo o seu dinheiro em um só, tendo chance de perder tudo, ou em mais de um competidor, tendo uma certeza maior de lucro?

E aqui vai uma dica bônus: como estamos considerando que esses R$10 mil são um dinheiro sobrando, não estamos pensando em reserva de emergência ou um capital disponível para compras diárias. Portanto, a maioria desses investimentos possui baixa liquidez.

Qual melhor investimento para 10.000 reais?

A resposta para essa pergunta é uma velha conhecida de quem investe: depende. No final das contas, o melhor investimento para você aplicar R$10 mil pode não ser o melhor para o seu vizinho, por exemplo. 

Para investir, precisamos levar alguns pontos em consideração. Aqui estão alguns deles:

  • liquidez. Esta é a velocidade que você consegue transformar o seu investimento em dinheiro. Se você deseja colocar os R$10 mil em uma reserva de emergência, você deverá investir em um ativo com liquidez diária, podendo ter fácil acesso ao dinheiro;
  • risco. Aqui, entra a questão do perfil de investidor. Algumas pessoas estão dispostas a perder parte do seu dinheiro, enquanto outras preferem investir no seguro, mesmo que renda menos. Existem três tipos de investidores: conservador; moderado e arrojado. Clique aqui para saber como se analisa os tipos de investidores;
  • rentabilidade. Por último, mas não menos importante, precisamos falar sobre quanto você deseja que o seu dinheiro renda. Você pode escolher diferentes tipos de rentabilidade na renda fixa e na renda variável.

Devo investir 10 mil reais em um só investimento?

Como já falamos lá em cima, não! Isso vale para todos os tipos de renda, tanto fixa quanto variável. Como vamos investir em ativos de médio a longo prazo, é importante salientar que os indicadores econômicos também podem mudar. 

Na renda fixa, por exemplo, a taxa Selic pode despencar se a inflação subir. Portanto, se você aplicar em um único investimento, você pode perder rendimento. A Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP ensina um pouco mais sobre os indicadores macroeconômicos do Brasil. 

Em que posso investir 10.000 reais?

Bom, vamos colocar a mão na massa. Levando em consideração o que abordamos lá em cima, você pode aplicar em uma infinidade de investimentos. Neste caso, o céu é o limite! Para facilitar, vamos separar em carteiras conservadoras, moderadas e arrojadas. 

Carteira conservadora

Neste caso, você não deseja, de jeito algum, perder dinheiro. Portanto, precisamos pensar em investimentos que sejam seguros e tenham rendimento garantido. Algumas opções são:

Como você pode ter visto, existem vários ativos prontos para receber seu dinheiro. Agora, cabe a você analisar quanto tempo você deseja esperar o seu dinheiro render ou em qual indicador você deseja aplicar. 

Carteira moderada

Na carteira moderada, todos os ativos que colocamos acima também estão presentes. Só que, neste caso, você está um pouco mais disposto a correr riscos. Portanto, podemos entrar, um pouco, na renda variável. 

Carteira agressiva

Além de todos os investimentos citados nas outras carteiras, aqui encontram-se:

  • ações, que são partes de uma presa e que podem gerar lucros pela sua valorização ou pela entrega de dividendos;
  • Fundos Imobiliários (FIIs), que são conglomerados de edifícios, geralmente comerciais, que geram “aluguéis” para os seus investidores. Eles também podem gerar renda pela valorização. 

Já sabe como investir seu dinheiro?

Chegamos ao fim deste texto! Sabemos que colocamos muitos investimentos ao longo deste artigo, mas todos são muito bons dependendo das suas metas e do seu perfil de investidor. 

Por isso, para finalizar, resolvemos trazer um passo a passo para ajudar você a definir como separar essa quantia de dinheiro em seus investimentos. Anote os seguintes tópicos:

  • coloque no papel quais são suas metas para esse dinheiro;
  • estipule uma data limite para cada meta: por exemplo, viagem para Argentina em 2025 e celular novo 2023;
  • escolha um investimento para cada meta, respeitando o prazo limite;
  • deixe o seu dinheiro rendendo sem intervenções: ou seja, não tire antes da validade. 

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Intraday: o que é e como operar no mercado de renda variável?

Intraday, o que é, onde vive e do que se alimenta? Brincadeiras à parte, entender o significado de Intraday vai contribuir para seu aprendizado sobre investimentos, em especial, aplicações de renda variável. 

Sem dúvida, neste mercado, quanto mais você vai aprendendo sobre investimentos, mais termos vão aparecendo e mais interessante esse universo se torna. Conhecer os conceitos vai  te deixando mais seguro e contribui para sua autonomia como investidor. 

Mas, afinal, o que é Intraday e o que faz parte desse universo? Quais operações estão relacionadas a este termos? Continue lendo, e descubra!

O que é intraday?

Intraday é o tempo entre a abertura e o fechamento do pregão da bolsa de valores em um mesmo dia. As operações mais conhecidas dentro desse conceito fazem parte do que você conhece como Day Trade

No Day Trade as operações são iniciadas e concluídas no mesmo pregão. Eles podem durar minutos e até mesmo algumas horas, mas o importante é que acabem antes do término do pregão. 

A grande vantagem das operações de Intraday é que o investidor pode aproveitar a volatilidade dos ativos para ganhar dinheiro. De maneira resumida, volatilidade é o termo dado à oscilação de valores de um ativo.

Na prática, considere que o ativo com o qual você está realizando a operação de Intraday é um lote de ações. Você compra cada ação por R$16 com a esperança de que elas sofram uma oscilação tal que possam ser vendidas por um valor maior, por exemplo, R$19 cada, dentro de algumas horas. 

Como lucrar com o intraday?

O seu lucro como day trader é, justamente, conseguido pela diferença do valor da compra e da venda das ações.

Você pode estar pensando: “mas também é assim que o investimento tradicional em ações funciona. Qual é a diferença do Intraday, então?”.  

A diferença de uma operação Intraday é justamente a possibilidade de aproveitar a volatilidade e ganhar dinheiro em uma operação que durou apenas algumas horas. Não estamos falando de um tipo de aplicação a longo prazo, mas de curtíssimo prazo, que oferece ganhos imediatos.

Falando assim parece que não há nenhum risco em uma operação de Intraday, mas não se engane. Estamos falando de uma operação de renda variável, que envolve risco e exige conhecimento para que os resultados realmente sejam positivos.

Por isso, se você está começando a fazer esse tipo de investimento, mas quer iniciar seu caminho como day trader, indicamos que faça o curso da Faculdade XP School, “Combo: Jornada do trader, que vai te ensinar metodologias, a dinâmica da bolsa de valores, os tipos de gráficos, os padrões de comportamento dos ativos e muito mais. Sem dúvidas este curso vai agilizar seu processo de aprendizagem e te deixar mais seguro para começar. 

Alavancagem Intraday: como aproveitar essa oportunidade?

Um termo muito importante para quem está aprendendo sobre day trade é a alavancagem

Ele carrega em si a possibilidade de ampliar sua rentabilidade, contribuindo para que você aproveite ainda mais os resultados de operações em que acredita, mesmo que tenha um capital reduzido em sua conta da corretora. 

Afinal, a alavancagem no day trade é justamente a possibilidade de um investidor realizar operações com montantes financeiros maiores do que ele possui e assim conseguir um retorno também maior. Ficou confuso? Nós vamos explicar. 

A alavancagem Intraday permite que você opere ativos com um valor maior do que aquele que você possui dentro de sua conta de investimentos da corretora

É como se a própria corretora emprestasse dinheiro para que você realizasse uma operação maior, que pode te trazer mais ganhos, conforme você aumenta o valor aplicado. 

Por exemplo, quando você tem mais ações em um lote que valoriza no pregão, você ganha mais dinheiro. Mas como fazer isso se você não tem todo o dinheiro que gostaria de investir? Você opera alavancado. 

Como estávamos dizendo, ao operar alavancado, a corretora está te emprestando o capital para que você amplie seus ganhos. Ao final da operação você recebe apenas o percentual de ganho da operação, devolvendo à corretora o montante que permitiu que você operasse alavancado usado para comprar mais ativos e tivesse um resultado financeiro maior.

Exemplo de alavancagem intraday

Quer um exemplo? Considere que você identifica uma ação que tem potencial de valorização muito alto no pregão. Você tem R$500 e com eles pode comprar um lote com 50 ações, cada uma a R$10. Imagine que no final do pregão você consegue vendê-las por R$13 cada, ganhando R$3 por ação e R$150 no total (50 ações x R$3). 

Se você entretanto tivesse R$1000 para investir, poderia ter comprado o dobro de ações e, consequente, ter um lucro de R$300. Mas, como conseguir esses R$500 a mais? Por meio da alavancagem. 

Como as operações acontecem ao longo de um pregão, no final do dia você retorna à corretora o valor emprestado e fica com o lucro, apenas. 

Para que o empréstimo seja feito com segurança, a corretora exige um valor de segurança, como uma margem de garantia.

É claro que esse tipo de investimento apresenta riscos, por isso, algumas estratégias para evitar perdas, em caso de insucesso da operação, podem ser usadas. Entre elas, o stop loss, que define um limite de perda e aumenta a sua segurança. 

Também é importante que você tenha em mente que negociação intraday oferece ganhos médios de 4% a 5%, por isso não espere por muito mais que isso. 

Essas são dicas gerais, mas para que você tenha ainda mais segurança nessas operações, a dica é estudar e aprender a identificar oportunidades e evitar riscos. 

Para isso, nada como aprender com quem já faz aplicações como esta há muito tempo. 

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Como diversificar uma carteira de ações com proteção e lucro?

Imagine a seguinte situação: você está brincando de caça ao tesouro! O seu trabalho é esconder vários objetos. Caso os outros participantes encontrem todos os itens, você perde. Na hora de escondê-los, você escolheria guardá-los em um só lugar ou em locais diferentes? 

Logicamente, você escolherá a segunda opção, já que isso torna as chances de você perder o jogo bem menores. Essa é a mesma lógica que você deve seguir na hora de investir em ações. Mas como diversificar uma carteira de ações? 

Bem, nós lhe explicaremos a importância de uma carteira diversificada ao longo deste texto. Durante a sua leitura, vamos trazer algumas novidades que ajudarão você a maximizar os seus ganhos. 

Aqui estão alguns pontos que serão abordados durante este artigo: 

  • o que é uma carteira de ações;
  • o que significa diversificação;
  • como diversificar uma carteira de ações.
  • como diversificar investimentos;

Se você gostou do assunto deste texto, faça uma boa leitura! 

O que é uma carteira de ações?

Uma carteira de ações é, basicamente, um conjunto de ações. Quando um investidor compra ativos em mais de uma empresa, ele está construindo uma carteira de ações. Por exemplo, um acionista comprou cinco ativos na Magazine Luiza, sete da Petrobras e nove da Ambev. Ele tem, portanto, uma carteira. 

Existem alguns tipos de carteira de ações. Elas podem ser uma carteira de médio prazo, com papéis de empresas que tendem a se valorizar em, no máximo, cinco anos, ou uma carteira de longo prazo, com companhias já consagradas no mercado. O que define qual tipo de carteira de ações você deseja criar são as suas metas! 

Como diversificar uma carteira de ações?

Chegou o momento de falar sobre a estrela deste texto: a diversificação. Afinal, qual é a importância de aplicar este conceito em nossos investimentos? Como isso poderá fazer o seu dinheiro render ainda mais? 

O que significa diversificação?

Mas, antes, que tal começar falando sobre o que é diversificação? Você se lembra da nossa historinha sobre a caça ao tesouro? O mundo dos investimentos funciona do mesmo jeito, principalmente quando estamos falando sobre renda variável. 

Imagine o seguinte cenário: você investe todo o seu capital reserva em uma empresa que, segundo seus amigos, tem muita chance de despontar no mercado. Só que, depois de um ano, ela tem a sua falência decretada. Isso significa que todo o seu dinheiro foi perdido.  

Entretanto, se você tivesse optado por aplicar uma parte do seu capital nesta empresa e as outras parcelas em companhias mais consolidadas no mercado, você teria perdido muito menos dinheiro. 

Essa é a grande importância da diversificação. No final das contas, diversificar significa, no mundo dos investimentos, apostar na variedade para proteger o seu capital. 

Como montar uma carteira de ações?

Então, que tal colocar a mão na massa? Vamos mostrar, sem mais delongas, como montar uma carteira de ações diversificada e que respeite os seus interesses! Essa tarefa fica fácil de ser executada a partir do momento em que estabelecemos alguns passos importantes. 

A renda variável pode parecer desafiadora, mas se você se manter sempre atualizado e seguindo os seus princípios, é muito capaz que você encontre nas ações uma base sólida para investir!

Confira, a seguir, cinco passos importantes na hora de escolher a sua carteira de ações:

  • Saiba seu tipo de investidor

Antes de tudo, precisamos saber qual é o seu tipo de investidor. Afinal, este é o primeiro passo antes de aplicar o seu dinheiro em qualquer ativo. Mas como isso pode afetar na hora de montar a sua carteira diversificada? 

Vamos simplificar? O investidor:

  • conservador não está disposto a correr riscos. Por isso, eles encontram os melhores investimentos na renda fixa, já que são mais seguros;
  • moderado está preparado para perder um pouco de dinheiro em decorrência a uma rentabilidade maior, mas ainda prefere que a maior parte do seu dinheiro esteja protegido e aplicado em investimentos sem riscos;
  • arrojado, por sua vez, não se importa com os riscos dos investimentos, e sim na rentabilidade.

Então, se você se considera um investidor moderado, você está, provavelmente, disposto a aplicar na renda variável. Entretanto, ainda possui receio de investir em ativos de grandes riscos. Neste caso, pode ser interessante você criar uma carteira diversificada com blue chips

As blue chips são empresas “top de linha” dentro da bolsa de valores. São aquelas empresas conhecidas, consolidadas e com crescimento linear. Outra característica desses ativos é a liquidez.

No mundo das ações, a liquidez pode ser definida pela facilidade que você tem em vender seu ativo. Se uma ação tem muita procura, ela é considerada um ativo de alta liquidez. Por outro lado, caso seja difícil encontrar investidores para comprar sua ação, ela possui uma baixa liquidez.

Ou seja, as blue chips, por serem muito conhecidas, possuem um maior número de ações sendo vendidas e procuradas no pregão. Portanto, podemos afirmar que elas possuem uma liquidez alta.

Já para o investidor arrojado, pode ser interessante mesclar a sua carteira com blue chips e as small caps. Estas últimas são empresas de menor porte que demonstram uma expectativa de expansão nos próximos anos. Por serem menos conhecidas, a liquidez é menor, podendo ser um pouco mais difícil de serem vendidas. 

  • Estabeleça suas metas

Depois, precisamos saber para o que este dinheiro será útil no futuro? Você está investindo em ações para comprar um carro em cinco anos? Ou para ter um dinheiro extra quando for se aposentar? 

Definir as metas é importante para a diversificação da sua carteira. Para matas de médio prazo, pode ser mais vantajoso investir em mais small caps. Isso porque a possibilidade de valorização em pouco tempo é maior. 

Já para as carteiras de longo prazo, as empresas mais consolidadas no mercado são, na maioria das vezes, maiores pagadoras de dividendos. Portanto, as blue chips podem garantir mais rendimento e liquidez em um futuro mais longínquo. 

  • Respeite os seus princípios

Sabemos que investir na bolsa demanda, acima de tudo, muito estudo, comprometimento e estratégia. Mas existe outro ponto que também deve ser considerado na hora de aplicar seu dinheiro. 

Afinal, você confia e acredita na empresa em que você está investindo? Essa empresa contempla os seus princípios? Ela segue uma cultura da qual você se simpatiza? Se a resposta para essas perguntas for “sim”, você está um passo à frente para investir em algo que dará bons frutos.

  • Tenha ações de serviços essenciais

Momentos de crise vêm e vão, isso é fato. Nesses episódios, cortamos diversos luxos, como viagens, compra de eletrodomésticos de última geração, dentre outros. Mas, mesmo nas maiores crises econômicas, não paramos de tomar água, ou ir ao banheiro, ou consumir energia elétrica ou de usar as rodovias. 

Portanto, é interessante ter, em sua carteira, algumas “ações defensivas”. Ou seja, ativos que dificilmente cairão drasticamente em crises, já que são essenciais para o nosso dia a dia. Elas podem ser, figuradamente, como uma “reserva de emergência” dentro da sua carteira.  

  • Mantenha-se informado sobre o mercado

Para investir em qualquer ativo, precisamos estar cientes sobre os indicadores do mercado. Por isso, não se esqueça de estar sempre informado sobre a situação atual da economia brasileira.

Na internet, você encontra sites especializados em economia e sobre o mercado financeiro. O Infomoney é um deles, no qual, além de se manter ciente do cenário atual, você também recebe dicas de investimentos.

Diversificação de investimentos


Gostou de saber como diversificar uma carteira de ações? Então, que tal tirarmos mais um tempinho para falar sobre a importância de variar, também, nos tipos de investimentos? Afinal, dentro da renda fixa e variável, existem diversos tipos de ativos. 

Na renda fixa, por exemplo, existem as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os títulos do Tesouro Direto e os Certificados de Depósito Bancário (CDB). 

Quando falamos de renda variável, a situação não é diferente. Temos diversas escolhas, como as ações, as Exchange Traded Fund (ETF), os Fundos Imobiliários (FIIs) e os Fundos de Investimento. 

Portanto, você também precisa se preocupar em como diversificar investimentos! Dentre as suas aplicações, você precisa ter:

  • um investimento que sirva como reserva de emergência;
  • um investimento voltado para longo prazo;
  • investimentos que estejam preparados para as variações dos indicadores econômicos, como a Selic e o IPCA (inflação);
  • um investimento voltado para cada meta de médio prazo.

Mas fique tranquilo, porque você não precisa descobrir sozinho quais são os melhores ativos para manter a sua carteira diversificada. A Faculdade XP School é uma verdadeira Escola de Investimentos. Clique no banner abaixo e aprenda como diversificar uma carteira de ações.

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Saiba o que é hedge cambial e como ele funciona na prática

Saber o que é hedge cambial é uma ótima solução para minimizar oscilações em épocas de crise. Principalmente para investidores e empresas que atuam em países com moedas consideradas menos seguras.

Afinal, é exatamente em períodos assim que elas costumam se desvalorizar frente a moedas mais importantes, como a moeda americana, por exemplo.

Hoje, a maioria das grandes negociações são realizadas baseadas em outras moedas, como o dólar. Isso inclui empresas importadoras, exportadoras, investimentos em câmbio e ativos estrangeiros.

O fato é que muitos setores da economia são impactados diretamente pelas flutuações cambiais. E com o agravante de existirem inúmeras variáveis que podem afetar a relação entre as principais moedas do mercado. Tais como mudanças políticas, taxas de juros, inflação, entrada e saída de capital estrangeiro, etc.

No gráfico podemos conferir um pouco dessa flutuação no período de um ano:

gráfico de flutuação cambial
Fonte: XP Investimentos

Esse nível de oscilação é um fator extremamente complicado para planejamentos e pagamentos futuros. Mas existem estratégias capazes de compensar esse risco. Vamos entender melhor o que é hedge cambial e porquê ele se faz tão importante?

O que é hedge?

Hedge é uma espécie de seguro para compensar as variações futuras de um ativo. Estamos falando de ações, moedas e demais ativos que sofrem oscilações no mercado financeiro.

Uma ótima forma de entender essa estratégia é compará-la a um seguro de bens. Ao adquirir um veículo, por exemplo, estamos suscetíveis a diversos riscos, como acidentes, enchentes, etc. Ele é um bem de alto valor, com alto risco de prejuízo.

O que fazemos?

Contratamos um seguro! O hedge age exatamente da mesma maneira, mas ao invés do bem, o segurado é o valor do ativo, ou seja, das ações. Existem, portanto, estratégias de hedge cambiais, de ações, commodities ou naturais (com perdas e ganhos balanceados sem intervenção).

É válido ressaltar que essa estratégia não surgiu no mercado financeiro. Ela teve sua raiz no setor agrícola americano, no século XIX. Para minimizar a desvalorização durante a safra, devido ao aumento da oferta, os produtores negociavam previamente o preço do produto para um período futuro.

Isso, claro, antes da safra! Assim, o preço estaria estacionado no período presente e a colheita não impactaria negativamente nos preços.

Com o tempo essa estratégia evoluiu, sendo, portanto, aplicada no mercado financeiro para proteger o preço dos ativos. Como é o caso do hedge cambial!

O que é o hedge cambial? Como ele funciona?

Hedge cambial é a ferramenta para compensar possíveis perdas baseadas na valorização ou desvalorização de uma moeda de interesse frente a local. Essa ferramenta, portanto, protege marcas e investidores das flutuações de câmbio.

Imagine que uma empresa que importa produtos dos EUA, por exemplo, firme um contrato de pagamento em 3 meses. Se o dólar aumentar nesse intervalo, a sua dívida se tornará mais cara. Podendo, assim, gerar prejuízos no momento do pagamento.

Mas e se ela pudesse negociar o valor futuro? Ou seja, ela estabelece, hoje, um máximo de câmbio até o final do contrato. Isso aumenta a previsibilidade dos custos e diminui os riscos de uma alta não esperada.

É exatamente assim que funciona o hedge cambial. Aliás, essa é uma das formas possíveis. De maneira geral, essa estratégia visa travar as oscilações cambiais, ou utilizar ferramentas que compensem os prejuízos.

Tipos de hedge cambial

Dentre os tipos de hedge cambial temos:

o que é swap cambial

  • Contratos Futuros – Nesse caso, as partes interessadas adquirem o poder de compra/venda do ativo no futuro, com preço e prazo pré-estabelecidos. O mercado futuro é intermediado, normalmente, pela bolsa de valores local.
  • Fluxo de caixa internacional – Nessa modalidade, as empresas com atuação em outros países podem manter um fluxo de caixa internacional. Realizando, assim, pagamentos e recebimentos na própria moeda de interesse, como o dólar, por exemplo.

Na prática, as estratégias utilizadas podem ser:

  • NDF (Non Deliverable Forward)

Trata-se de um instrumento derivativo, referenciado a uma taxa de câmbio. Assim, o contrato é realizado entre duas partes para travar a taxa de câmbio. Ao final do prazo, ele é liquidado e, então, é calculada a diferença entre o valor acordado e o de mercado.

O agente que perdeu paga a diferença para o que ganhou, conforme a valorização e desvalorização cambial.

  • Trava de câmbio

O seu mecanismo é parecido com o NDF, mas nesse caso não estamos falando de um derivativo. A trava de câmbio é mais utilizada por empresas exportadoras e trata-se de um contrato para fixar a taxa de câmbio durante um determinado período.

Essa opção é fornecida por bancos para minimizar os efeitos das oscilações cambiais e proteger as empresas exportadoras de produtos e prestadores de serviço internacionais.

  • Fundos cambiais

Outra opção de instrumento para realizar o hedge cambial são os fundos atrelados à moeda de interesse. Nesse caso, o investidor realiza uma compensação adquirindo ativos que sigam o movimento do dólar, de preferência de uma forma perfeita.

Ou seja, se o dólar valorizar 0,25% o ativo deve apresentar o mesmo resultado. Desta forma, independente do cenário, ele não será financeiramente surpreendido pelas oscilações.

Outra estratégia é investir em um ativo com desempenho conhecido por ser inversamente proporcional à moeda de interesse. Assim conseguimos balancear ganhos e perdas unindo dois investimentos diferentes.

Como montar um hedge cambial?

A melhor forma de montar um hedge cambial é compreender o que você precisa balancear. Qual o seu receio em relação ao futuro e qual o prazo da sua ação? Com essas informações em mãos, você conseguirá identificar com mais facilidade qual a melhor estratégia.

Um turista, que pretende viajar para o exterior em 1 ano, tem o receio que o dólar aumente nesse período, correto? A melhor estratégia, nesse caso, é investir em ativos atrelados ao dólar, com prazo de 365 dias.

Se o dólar estiver valorizado em relação ao período atual, você terá lucros nos investimentos, mas enfrentará um custo maior durante a viagem. Percebe que a melhor estratégia de hedge cambial é aquela que neutraliza as oscilações da sua ação?

Por que o hedge cambial é fundamental para investidores e empresas?

Como mencionamos, nossa economia está diretamente ligada a oscilações cambiais. E, como boa parte dos ativos variáveis, o movimento contrário à nossa expectativa pode gerar prejuízos futuros.

A estratégia de hedge, portanto, pode minimizar esses efeitos e garantir maior previsibilidade nas negociações cambiais. Isso vale tanto para empresas que comercializam em outras moedas, quanto para investidores e pessoas comuns que tenham planos de viagem.

Assim, todos os envolvidos podem evitar surpresas e conseguem desenvolver um planejamento mais compatível com o objetivo futuro.

Outro ponto importante é para minimizar os efeitos de crises econômicas. Como sabemos, durante uma recessão é comum a fuga de capitais de nações em desenvolvimento para países e ativos mais seguros. Isso, naturalmente, desestabiliza ainda mais a balança econômica.

Ao aplicar a estratégia de hedge também podemos minimizar os efeitos e a valorização de moedas mais fortes frente ao real, por exemplo.

Lembrando que não estamos falando de um investimento que visa ao lucro e sim à  segurança do preço do ativo. Ela funciona, portanto, como um compensador de oscilações e pode ser usada em parceria com a estratégia de diversificação.

Assim conseguimos minimizar e neutralizar riscos.

Quer entender melhor sobre as oscilações de mercado e como a macroeconomia impacta nos seus investimentos? Então, você não pode perder o curso completo sobre Cenários e investimentos: macroeconomia para investidores.

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Agora que você já sabe o que é hedge cambial e como se proteger das oscilações, que tal dividir seu conhecimento com seus amigos e familiares? Para isso, basta compartilhar este post em suas redes sociais!

O que é capitalização de mercado? Como medir o valor da empresa no mercado de ações?

Afinal, o que é capitalização de mercado? 

Também conhecida como Market Cap, a capitalização de mercado é o nome dado ao valor de mercado de uma empresa, medido a partir da multiplicação do preço de cada ação e o número total de ações em circulação da mesma organização. Por meio desse resultado é possível ter uma ideia do tamanho da empresa e do seu valor.

Capitalização de Mercado = Valor de uma ação x Número de ações existentes

Estamos falando de um indicador relevante para entender, por exemplo, o risco de investimento na compra de ações de uma empresafinal, empresas com baixa capitalização de mercado são mais impactadas com variantes como concorrência. 

Para que você possa compreender rapidamente, considere, por exemplo, uma nova empresa na área da tecnologia, que irá fabricar smartphones e notebooks. Por ainda ser nova, seu market cap não é alto, estando bem longe da capitalização de mercado de uma empresa como a Apple. 

Em uma potencial “briga” por mercado e crescimento entre as duas marcas, a Apple possui um poderio financeiro muito superior do que a nova empresa que está apenas iniciando sua presença no mercado. 

Esse valor de mercado da Apple pode indicar que a empresa com market cap menor tem chances reduzidas de crescimento e sobrevivência. 

É por isso que falamos acima que entender o que é capitalização de mercado é importante, por exemplo, para avaliar a necessidade de tolerância a riscos por parte dos investidores que vão comprar determinado título.

Durante este artigo, vamos explicar detalhadamente o significado de market cap e o papel dele na avaliação sobre as ações das empresas.

O que é capitalização de mercado?

Uma das informações que investidores do mercado de ações precisam buscar para entender onde estão aplicando seu dinheiro é a capitalização de mercado da empresa. 

A capitalização de mercado é o valor de mercado de uma organização, quando multiplicados o volume de ações negociadas e o valor de cada uma delas. 

Considere uma empresa com 300 milhões de ações que custam, cada uma, US$10. O market cap do negócio é de US$ 3 bilhões.

De maneira geral, o mercado aceita esse valor como parâmetro para avaliar o tamanho de uma empresa. Afinal, estamos falando de uma forma simples de calcular valores,  referências e comparativos.

Para que serve o cálculo da capitalização de mercado?

Vale destacar que, o preço de uma ação varia todos os dias, por isso, a capitalização de mercado funciona como parâmetro no momento em que o cálculo é feito, podendo mudar no dia seguinte. 

Inclusive, essa volatilidade, ou seja oscilação de market cap, é uma das questões que podem ser identificadas a partir do cálculo da capitalização de mercado, durante vários dias, dentro de um período. 

Empresas como startups, por exemplo, podem apresentar um rápido crescimento que impacta nos preços das ações e na variação da capitalização de mercado.

Até aqui falamos sobre a possibilidade de avaliarmos elementos como risco e a volatilidade (oscilação) de uma empresa a partir da observação do significado de market cap. 

Além disso, entender o que é capitalização de mercado vai contribuir para que você possa avaliar o potencial de crescimento da organização ao longo do tempo e prever se esse crescimento será mantido ou não. 

Tudo isso, pode ser realizado a partir do comparativo histórico do market cap da empresa nos últimos anos e meses. 

Em suma, até aqui foi possível notar que o cálculo da capitalização de mercado de uma empresa contribui para a avaliação do investidor no que diz respeito a:

  • risco, 
  • volatilidade, 
  • potencial de crescimento, estabilidade ou declínio.

Essa é uma forma de avaliar rapidamente o perfil do investimento que será feito, a partir da compra de ações de uma empresa. 

Market Cap: significado de “Mega-caps”, “Large-Cap”, “Mid-Cap” e “Small-Cap”

A partir do cálculo da capitalização de mercado as empresas com capital aberto negociado na Bolsa de Valores, podem ser divididas em: 

  • “Mega-caps”, 
  • “Large-Cap”, 
  • “Mid-Cap”,
  • “Small-Cap”.

Entenda o que significa da uma, a seguir. 

Mega-Caps

As “mega-caps” são empresas com market cap a partir de US$100 bilhões. No Brasil, um exemplo de empresa Mega-Cap é a Vale.

Large-Caps

As chamadas “large-caps” possuem um valor de mercado de pelo menos US$10 bilhões.

Entre as características presentes nas ações destas empresas estão: 

  • estabilidade,
  • resultados mais previsíveis,
  • baixa volatilidade, 
  • baixo risco,
  • alta liquidez,
  • expectativa de crescimento limitada.

É uma boa saída para investidores mais conservadores ou moderados, que não querem lidar com grandes riscos em sua carteira de investimentos. 

>>> Se você ainda não sabe qual é o seu perfil de investidor acesse o artigoPerfil de investidor: como se analisa e tipose descubra quais as suas opções e características. 

Mid-Caps

São negócios com capitalização de mercado entre US $2 e US $10 bilhões. 

Geralmente, representam organizações com as seguintes características:

  • empresas em expansão de mercado, 
  • conhecidas pela população geral,
  • apresentam risco controlado,
  • volatilidade controlada,
  • expectativa de crescimento alta.

Entre as empresas que fazem parte dessa categoria estão a Hering e a MRV. 

Small-Caps

As “small-caps” possuem um market cap de US$300 milhões a US$2 bilhões.

Geralmente, suas ações possuem as seguintes características:

  • risco alto,
  • expectativa de crescimento alta.

São opções que envolvem mais incertezas em relação ao comportamento que terão no mercado, por isso são adotadas por investidores que possuem mais margem de risco.

Ainda é possível encontrar dois tipos de subdivisão:

  • empresas micro-caps, com market cap acima de US$50 milhões até 300 milhões.
  • nano-caps, com capitalização de mercado de até US$50 milhões.

Capitalização de mercado totalmente diluída: o que é? 

Para entender o que é capitalização de mercado totalmente diluída é importante observar que o market cap é afetado quando a empresa recompra suas ações, diminuindo o volume de títulos a venda, e quando ela emite mais ações, aumentando esse volume (o que recebe o nome de follow on).

Essa possibilidade de colocar mais papéis no mercado de ações, em alguns casos, faz com que analistas e especialistas em investimento avaliem a capitalização do mercado, não a partir das ações que estão disponíveis, mas de uma previsão do volume de títulos que ainda poderão ser disponibilizados. Isso é uma capitalização de mercado totalmente diluída. 

Na capitalização total do mercado, o cálculo do valor de mercado é feito a partir do volume de ações que estão em circulação. A capitalização de mercado totalmente diluída avalia o volume de papéis que ainda podem entrar em circulação. 

Esse modelo é muito comum para quem investe em criptomoedas, ou moedas digitais. 

>>> Não conhece esse tipo de investimento? Então acesse,Criptomoedas: quem inventou e como surgiu?”. 

Entendido o que é capitalização de mercado, te convidamos a conhecer um curso super importante, rápido e online da Faculdade XP School, com tudo o que um investidor que quer começar na bolsa de valores precisa saber para avaliar suas oportunidades e colocar a mão na massa. 

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Como funciona o lucro das ações? Invista com expertise

O ser humano é um animal ansioso por natureza, já que este sentimento é um instinto de sobrevivência que herdamos com o passar dos séculos. Entretanto, este é um dos grandes motivos que impedem que investidores mais conservadores apliquem seu dinheiro na bolsa de valores. Neste momento, a pergunta que fica é: como funciona o lucro das ações?

Essa pergunta pode tirar o sono de muitos investidores iniciantes. O nome “renda variável” exerce uma ansiedade nas pessoas, pois não é possível saber qual será o lucro do investimento, ou, na pior das hipóteses, quanto dinheiro perderemos com esta aplicação. 

Mas, o mundo das ações pode, sim, ser muito lucrativo! Existem empresas bilionárias no mercado e muitas promessas em pleno processo de ascensão. 

Por isso, ao longo deste artigo, vamos comentar sobre quanto uma ação rende e dar algumas dicas sobre investimentos na renda variável. Por isso, vamos abordar sobre:

  • o que são ações;
  • como investir em ações;
  • como funciona o lucro das ações;
  • como calcular Lucro por Ação (LPA);
  • qual o lucro da bolsa de valores.

Continue com a gente para saber mais sobre como a renda variável pode ser lucrativa de acordo com seus planos! 

O que são ações?

Que elas são as estrelinhas da renda variável, todo mundo sabe! Mas você compreende, de fato, o que são as ações

Quando uma empresa abre seu capital na bolsa de valores, ela permite que investidores de todo o mundo comprem uma fração da companhia. Ou seja, instaura-se uma sociedade. Portanto, cada ação é um pedacinho da empresa e cada acionista torna-se um sócio deste negócio. 

Como investir em ações?

Para comprar uma ação você precisa, antes de tudo, abrir uma conta em uma ou mais corretoras de valores. Você deve conhecer a XP, a Rico e a Clear: esses são alguns exemplos de instituições cadastradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

 

>>> Saiba mais em:

 

Mas qual a importância da CVM? Oras, ela é a instituição responsável por fiscalizar a atuação do mercado financeiro. Portanto, se uma corretora não estiver cadastrada na Comissão, você pode estar caindo em um golpe. 

Como funciona o lucro das ações?

Como dito anteriormente, a renda variável pode gerar receio por não sabermos quanto dinheiro teremos no futuro. Entretanto, nós sabemos que as ações são investimentos lucrativos e que muitas pessoas enriqueceram ou conquistaram  sua independência financeira por meio da bolsa. 

Portanto, para compreender como funciona o lucro das ações e quanto uma ação rende, nós precisamos, primeiramente, o que causa as variações dos ativos da bolsa.

O que causa as variações das ações?

Podemos dizer que as ações variam, basicamente, por conta da famosa “oferta e demanda”. Como tudo o que existe no mercado, quando tem muita gente procurando um produto, ele tende a ficar mais caro. Por outro lado, quando existem mais pessoas tentando vender este objeto, seu preço pode cair drasticamente. 

Este é, basicamente, o resumo da renda variável. Todos os dias, os preços das ações oscilam durante a abertura do pregão. Mas existem outros fatores externos que também auxiliam na mudança de preços. A pandemia de COVID-119, por exemplo, foi um dos fatores de volatilidade da bolsa. 

No início da pandemia no Brasil, em 23 de março de 2020, o Índice Bovespa, responsável por calcular a média de desenvolvimento das ações da Bolsa de Valores do Brasil, B3, chegou a expressivos 63,5 mil pontos. Esta foi a pior cotação desde 2017.

Já em dezembro de 2021, quase dois anos depois do começo da pandemia, o Ibovespa bateu 107 mil pontos, cerca de 68% a mais do que a queda em 2020. Este é o mesmo índice que o Índice marcou no final de fevereiro de 2020. 

Portanto, fica claro que crises políticas e sanitárias podem despencar o valor de uma ação. Mas os problemas internos das empresas também podem ser prejudiciais para seus ativos: depois do desastre de Brumadinho, as ações da Vale despencaram em 20%

Como lucrar com a bolsa?

Primeiramente, você precisa saber o que deseja com esta ação. Existem dois jeitos de lucrar com as ações: pelos dividendos e pela valorização dos ativos. 

Quando investimos pelos dividendos, recebemos uma parcela dos lucros da empresa. Esse pagamento pode ser mensal, trimestral, semestral ou, até mesmo, anual. Os dividendos funcionam como se fossem bonificações que o acionista recebe pelo seu papel na empresa. 

Por outro lado, existem pessoas que investem pela valorização das ações. Ou seja, desejam comprar um ativo quando está barato e vendê-lo em momentos de alta. Neste caso, o lucro vem na diferença do valor de compra e venda.

Essa técnica acima é muito usada pelos praticantes do Day Trade, que compram e vendem ações seguindo suas variações durante o dia. Se o trader comprou uma ação valendo R$42 e vendeu a mesma por R$47, ele teve uma valorização de quase 12%. 

Como funciona o rendimento da ação?

Acima, você pode ter percebido o rendimento de uma ação. Aqueles 12% a mais que o investidor ganhou vieram de lucro. Mas, você sabia que existem alguns tipos de rendimento? São elas: 

  • rentabilidade real. Aqui, nós descartamos a inflação do período analisado. Ou seja, se compramos uma ação por R$100 e vendemos por R$200, mas a inflação foi de 8% ao ano, a nossa rentabilidade real foi de R$92. 
  • rentabilidade nominal. Aqui, a inflação não é considerada. No mesmo exemplo acima, a rentabilidade nominal seria de R$100.  

Como calcular Lucro por Ação?

Chegou a hora de comentar sobre o Lucro por Ação (LPA). Este indicador é muito utilizado na hora do investidor comprar uma ação esperando sua valorização. Afinal de contas, ele é o responsável por mostrar se a empresa é lucrativa. 

O lucro por ativo é calculado pela divisão entre o lucro líquido de uma empresa e o número das ações no mercado. Ou seja, se um negócio gerou lucro de R$100 milhões e tem 8 milhões de ativos na bolsa, temos o LPA de 12,5. 

O LPA é um indicador que pode ser usado quando precisamos comparar ações de mais empresas. Nesta comparação, quanto maior o LPA, melhor. 

Mas, cuidado. O LPA não deve ser o único indicador a ser analisado. Por isso, recomendamos você a estudar sobre o mercado de ações. Na Faculdade XP School, você encontra cursos com professores especialistas no assunto. Confira a nossa Escola de Investimentos

Qual o lucro da Bolsa de Valores?

Você sabe qual o lucro da Bolsa de Valores? Ou seja, qual é o lucro das empresas que possuem o capital aberto na B3? Então, vamos analisar um gráfico?

Gráfico do crescimento do rendimento da B3
Fonte: Economatica

Este gráfico foi feito pelo Economatica e mostra a evolução do capital da Bolsa entre 2012 e 2021. Em setembro de 2021, todas as empresas da B3 valiam, juntas, R$4,9 bilhões. Este valor no mesmo mês de 2012 era menor do que R$2,5 trilhões. 

Renda variável: estudo e valorização

Chegamos ao final do texto. Como você deve ter percebido, podemos, sim, ter lucro na bolsa de valores. Entretanto, para isso, precisamos aprender um pouco mais sobre o mercado de ações e sobre nós mesmos. 

Por isso, antes de investir em ações, siga este passo a passo: 

  • abra uma conta em uma corretora de valores confiável;
  • conheça o seu tipo de investidor;
  • estabeleça uma meta para cada investimento;
  • crie uma data limite para cada aplicação;
  • esteja sempre informado sobre o mercado de ações;
  • procure aprender sobre outros assuntos do mundo dos investimentos. 

Para cada uma dessas metas, a Faculdade XP pode lhe ajudar! Estamos aqui para ajudar você a sair do vermelho e alcançar a sua independência financeira! Por isso, clique no banner abaixo e aprenda a como começar a investir na Bolsa! 

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Como juntar dinheiro em 1 ano? 12 dicas simples que todo mundo pode aplicar!

Aprender como juntar dinheiro em 1 ano parece ser um dos maiores desafios que um ser humano pode enfrentar, não é mesmo?

Brincadeiras  à  parte, entra ano e sai ano e o objetivo de ter algum dinheiro guardado vai parecendo cada vez mais impossível. Mas, no fundo, você sabe que não é. Afinal, todo mundo tem aquele amigo que consegue pagar as contas, juntar dinheiro e ainda investir! E você fica pensando: meu Deus, como ele faz isso? 

A boa notícia é que algumas dicas simples do dia a dia podem contribuir para que você consiga juntar dinheiro por mês e acabe o ano com uma reserva financeira, sem dívidas, com investimentos em andamento ou mesmo conseguindo realizar a meta de viajar com os amigos no Réveillon.

Como juntar dinheiro em 1 ano? 12 dicas para 12 meses

Vamos direto ao que interessa: 12 dicas de como juntar dinheiro rápido e começar a ter mais controle sobre o que você ganha e com o que gasta:

  1. Negocie com as empresas de serviços que você contrata
  2. Negocie as parcelas do seus financiamentos
  3. Defina as metas do ano (e não fure)
  4. Não compre o que não está na lista 
  5. Faça comida em casa (é sério)
  6. Só vá ao supermercado com um orçamento e lista de compras
  7. Peça emprestado o que você só precisa usar uma vez
  8. Só compre quando já tem o dinheiro para comprar à vista e com desconto
  9. Se possível, faça home office
  10. Deixe o cartão de crédito em casa
  11. Cancele o cheque especial
  12. Invista antes e gaste depois

Ah, uma pausa! Antes, é importante que você faça um planejamento financeiro pessoal

Juntando dinheiro em 1 ano: todas as dicas explicadas! 

1. Negocie com as empresas de serviços que você contrata

Geralmente, o contrato que você assina com empresas prestadoras de serviços é de um ano. Após esse período, é comum que haja um aumento da mensalidade. Mas, não mais com você! É isso aí! Para começar as dicas de como juntar dinheiro em 1 ano, a tarefa é negociar os valores que você paga e eliminar qualquer chance de reajuste

Para isso tenha paciência e separe um período do dia para realizar ligações para as empresas com as quais precisa negociar. 

É chato? É sim! Mas, é necessário se você quer começar a ser dono do seu dinheiro. 

Considere que você contrata três tipos de serviço: TV a cabo, internet e plano para celular.

Se você conseguir um desconto de R$10 em cada um por mês, o total de desconto mensal será de R$30, em um ano R$360 serão preservados em sua conta! Olha o dinheiro que você precisava para fazer a ceia de Natal ai! E só estamos na primeira dica!

Se você gerencia uma família, sabe que pode ter um plano de telefone para cada pessoa que mora com você, pontos extras de TV a cabo, outros tipos de serviço e mais. 

Negocie com todos eles e busque por desconto! No final do ano esse valor vai ajudar no resultado do seu cofrinho! 

Dica bônus: quer aproveitar melhor o capital que você economizou? O Tesouro Direto é um investimento de renda fixa, no qual você compra títulos do governo. É possível fazer aplicações a partir de R$30 por mês. Com isso, você transforma os R$30 economizados por mês, em muito mais!

Não sabe o que é renda fixa nem como dar um passo para sair da poupança com segurança? Então o vídeo abaixo vai te ajudar! Assista!

2. Negocie as parcelas do seus financiamentos

Na mesma “pegada” da dica anterior, é hora de negociar o valor das parcelas dos seus financiamentos sem aumentar o tempo de pagamento. 

O objetivo é que os juros presentes em cada parcela sejam reduzidos. 

Para isso você precisará fazer algumas visitas ao banco em que o financiamento foi feito, mas não tenha vergonha de fazer isso nem preguiça. 

Um desconto de R$100 na parcela do seu financiamento imobiliário, por exemplo, rende R$1.200 em um ano. Quando falamos a longo prazo, em 10 anos serão R$12.000 economizados! É claro que você pode conquistar um desconto ainda mais significativo, por isso vá à luta!

3. Defina as metas do ano (e não fure)

Uma das atitudes que vão te ajudar a juntar dinheiro em 1 ano é saber a razão pela qual você está fazendo isso. 

É para montar uma reserva de emergência? Sair do endividamento? Fazer uma viagem? Comprar um carro? Afinal, qual é o seu objetivo? Por que você quer juntar dinheiro

Saber essa resposta vai te ajudar a ter foco quando outros gastos não planejados surgirem na sua frente.

Quando você não tem claro o porquê de estar poupando dinheiro, fica mais difícil diferenciar os gastos importantes dos desnecessários. 

Lembre-se de criar metas de curto, médio e longo prazo. Ter um carro pode ser uma meta de médio prazo, mas comprar aquela calça jeans para o trabalho é de curto. Cada item com o qual você for gastar dinheiro deve se tornar uma meta financeira. 

4. Não compre o que não está na lista 

Sabe quando você sai de casa para ir ao médico e passa na frente de uma loja com promoção de tênis e você acaba comprando porque o preço está ótimo? Você economizaria mais se não comprasse nada! 

Se você precisa de um par de tênis, aproveitar a promoção pode ser uma boa ideia, mas se você saiu de casa sem pensar em comprar nada, provavelmente é porque esse item não estava na sua lista de prioridades e nem era uma meta. Por isso, não compre! 

Sabe aquela blusinha de R$20, que você compra pelo menos uma vez por mês, sem precisar? Ao deixar de gastar dinheiro com isso, em um ano você economiza R$240

5. Faça comida em casa (é sério)

Almoçar todo dia na rua é uma excelente forma de gastar dinheiro. Ele escorre como água em uma torneira aberta. 

Use algumas horas do seu final de semana para cozinhar e fazer as marmitas da semana. Torne isso um hábito agradável, abra uma garrafa de vinho para cozinhar ou coloque uma música agradável e faça com carinho o alimento da semana.

Se isso não é motivação suficiente, pense no seguinte: se você almoça fora ou pede comida de aplicativo e gasta R$25 por dia, no final de um ano, você terá gasto R$9.125. 

Já se você optar por cozinhar em casa, gastando uma média de R$10 por refeição, seu gasto total será de R$3.650. 

O resultado é uma economia de R$5.475 por ano! Ficou chocado, né? Nós também!

6. Só vá ao supermercado com um orçamento e lista de compras

Alguém já deve ter te falado para ir ao supermercado com uma lista de compras. Isso ajuda a reduzir gastos por impulso e contribui para o sucesso de quem está juntando dinheiro.

Entretanto, lembre-se também de ir com um orçamento. Ou seja, defina um valor máximo que você pode gastar.

Lembre-se também de outras dicas importantes como: 

  • vá primeiro aos itens essenciais, como itens de limpeza, higiene, arroz e feijão;
  • nunca vá ao supermercado com fome, porque você vai gastar mais!

7. Peça emprestado quando você só precisa usar uma vez

Sua casa deve ter uma infinidade de coisas que você comprou e só usou uma vez. Em uma próxima ocasião, pense se realmente você vai precisar daquele item mais de uma vez. Em caso negativo, prefira pedir emprestado a um amigo ou amiga. 

Por exemplo, evitar comprar um vestido que você vai usar apenas uma vez em uma festa mais formal, pode te render uma economia média de R$300. O mesmo vale para homens que quase nunca usam terno, por exemplo. 

8. Só compre quando já tem o dinheiro para comprar à vista e com desconto

Se você quer ou precisa gastar dinheiro com alguma coisa, seja cara ou barata, só faça isso se tiver dinheiro para comprar à vista e pedir desconto. 

Comprar a prazo pode ser interessante para muitas situações, mas se você quer economizar, evitar o parcelamento e pedir desconto à  vista é uma boa forma de fazê-lo. 

As empresas, geralmente, pagam uma taxa média de 5% para compras feitas nas maquininhas de cartão de crédito e débito. Se você paga em  dinheiro, é provável que  consiga embolsar, pelo menos, os tais 5% da máquina.

9. Se possível, faça home office

As opções de trabalho home office explodiram, desde o início da pandemia. Se a sua empresa oferece essa opção para você, a dica é aproveitar. 

Ao se deslocar até o trabalho você gasta mais com transporte, alimentação e com as tentações de vitrines te chamando para comprar aquele item que você não precisa, com um super desconto. 

Se você é dono de uma pequena empresa, o home office ainda te ajuda a economizar com aluguel, contas gerais do negócios e outros custos associados aos deslocamentos dos colaboradores, por exemplo.

10. Deixe o cartão de crédito em casa

Não consegue se controlar com um cartão de crédito na carteira, mesmo seguindo uma tabela para juntar dinheiro? Então não saia com ele. 

Deixe ele em casa e use apenas a função débito ou mesmo dinheiro físico, esse segundo, inclusive, é uma boa forma de contribuir para quem está juntando dinheiro, afinal, você vê o dinheiro sair da sua carteira e isso te faz gastar menos. 

11. Cancele o cheque especial

Acompanhando a dica acima, cancele o cheque especial da sua conta corrente e use apenas o dinheiro que você realmente tem. 

Essa é uma forma de controle simples de aplicar e muito importante para evitar momentos de impulso. 

12. Invista antes e gaste depois

Aprender como juntar dinheiro em 1 ano se torna mais fácil, rápido e lucrativo, se você aprende onde “guardar” seu dinheiro para fazer com que ele renda mais. 

Mas, antes disso, é importante que você esteja atento a uma coisa: não adianta esperar sobrar dinheiro para investir. Geralmente, não sobra! 

Por isso, crie uma tabela para juntar dinheiro que inclua as suas despesas mensais e descubra quanto você gasta e com o que. Use um extrato de três meses para isso. Avalie o que pode ser cortado e o que pode ser reduzido. 

Separe o valor que você gostaria de começar guardando mensalmente e mande o dinheiro para um investimento assim que o salário cair na conta. 

O ideal é juntar 30% do que você ganha, mas se não for possível começar assim, comece com o que der e vá aumentando a margem.

Ao reduzir suas contas mensais, direcione o valor economizado também para um investimento de sua escolha, como o Tesouro Direto sobre o qual falamos acima. Controle tudo pela tabela para juntar dinheiro. 

Mas, por que não a poupança? Diante das opções de investimento de renda fixa que atualmente o mercado apresenta, a poupança paga menos do que outras opções, como CDBs com 100% do CDI ou mesmo o Tesouro Direto

O CDB é um título privado em que você empresta dinheiro ao banco, já o Testou você empresta dinheiro para o governo. Ambos são modalidades seguras de investimento, tanto quanto a poupança. 

Como você quer juntar dinheiro em 1 ano, talvez seja interessante investir em opções com liquidez diária, ou seja, investimentos que permitam que você retire seu dinheiro imediatamente, sem que você perca lucratividade com isso. 

Entre as opções mais vantajosas estão: CDBs com liquidez diária e Tesouro Selic

Leia mais sobre o assunto em: Como investir em CDB: tudo que precisa saber [Guia Prático]

Como juntar dinheiro rápido? Sugestão extra

Quer entender melhor como as opções de investimento de renda fixa funcionam e por que a poupança não é a melhor opção? Então a Faculdade XP School te convida para assistir a um curso online “Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco”. Com ele você vai aprender:

  • a parar de perder dinheiro para a inflação,
  • quais produtos de renda fixas são tão ou mais seguros que a poupança,
  • como aproveitar o aumento da taxa de juros e mais. 

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O que é o lucro líquido? Qual é o seu papel dentro das empresas e no mercado de ações?

É possível que você já tenha ouvido falar sobre, mas será que realmente sabe o que é lucro líquido? Entende como calcular e como tomar decisões a partir desse valor? 

Se as suas respostas para essas perguntas foram não, você chegou ao lugar certo. A seguir, vamos apresentar conceitos e formas de avaliar esses números. Confira!

O que é lucro líquido?

Para entender o que é lucro líquido vamos começar com uma conta simples. Imagine que você é dono de uma empresa que vende chinelos. Cada chinelo custa R$10 para ser produzido e você consegue vender a R$20, logo você tem um lucro de R$10, correto? Mais ou menos! 

O lucro bruto é sim R$10, afinal, você gastou R$10 para produzir a peça e a vendeu por R$20, logo:

Lucro Bruto = Valor de venda – Custo de Produção

Essa é a fórmula do lucro bruto, entretanto, nesta conta você não considerou despesas como:

  • marketing para atrair o cliente, 
  • trocas e devoluções, 
  • impostos, 
  • salários dos seus colaboradores, 
  • aluguel das lojas, e mais.  

Todos esses valores são retirados do seu lucro bruto, que arca com essas despesas. Logo, o lucro bruto é usado para custear uma série de atividades necessárias para o andamento da empresa, correto? 

Isso quer dizer que o valor do lucro bruto não está por inteiro disponível para a realização, por exemplo, de novos investimentos ou para ampliar a riqueza do dono da empresa. 

Mas, então qual é o valor que sobra? Quanto sua empresa realmente ganhou em uma operação de compra e venda? Qual é o valor que poderá ser usado para novos investimentos ou para repartir entre os sócios? A isso damos o nome de lucro líquido. 

Qual a diferença entre lucro líquido e lucro bruto? 

Enquanto o lucro bruto é o valor da receita menos os custos operacionais para produzir o serviço ou produto comercializado pela empresa, o lucro líquido apresenta o valor real do quanto a empresa ou o investidor estão ganhando ao realizar uma venda ou investimento.

Em outras palavras, o lucro líquido é o que sobrou de fato no caixa da empresa, já descontados os custos de funcionamento e manutenção do negócio, entre eles impostos e salários.

Logo, o lucro líquido é o valor que ela pode gastar (preferencialmente, investir) sem prejudicar as operações do negócio. 

Diferença entre custo e despesas

Os custos são valores investidos na produção de um produto ou serviço que será vendido. Ou seja, quanto custou produzir um chinelo? 

Já as despesas são gastos relacionados às obrigações financeiras com as quais a empresa precisa arcar, por exemplo, impostos, e a valores que estão associados a manutenção da existência do negócio, por exemplo, gastos com salários, marketing e aluguel. 

Qual a diferença entre lucro líquido e lucro real? 

Acima, apresentamos o que é lucro líquido, mas você sabe o que é lucro real? Sabe a diferença entre os dois? 

O lucro real é uma modalidade tributária que calcula o imposto que uma empresa deverá pagar.

De acordo com a legislação brasileira, todas as empresas que possuem receita bruta acima de R$78 milhões devem, obrigatoriamente, adotar o Lucro Real como regime de tributação. Entretanto, de acordo com planejamentos tributários, outras empresas com faturamento menor também podem achar interessante o modelo. 

Logo, a diferença entre lucro líquido e lucro real está, principalmente, no fato de que o primeiro demonstra um resultado financeiro da empresa e o segundo é o nome de um regime tributário, que vai definir a forma como o imposto da empresa será calculado. 

Vale lembrar que o lucro líquido só é alcançado dentro de descontado o valor dos impostos que a empresa precisará pagar.

Como calcular o lucro líquido? 

Ao explicar o que é lucro líquido destacamos que esse é o valor do resultado da subtração de custos e das despesas do valor da receita que a empresa obteve. Confira a fórmula do lucro líquido, a seguir.

Lucro Líquido = Receita – Custos – Despesas

Dentro da variável “despesas” você deve incluir: 

  • salários,
  • comissões de vendas, 
  • gastos como energia e internet, 
  • comissão, 
  • impostos, 
  • marketing, e mais.

Já na lista de custos inclua os valores que foram investidos na produção do produto ou serviço. 

Lucro líquido das empresas e a importância para investidores do mercado de ações

Quando alguém começa a investir em ações, está na verdade comprando títulos de empresas de capital aberto e se tornado acionista dessas empresas. 

Acionistas, além de serem detentores de papéis dessas empresas e deporem comprar a vender esses títulos, também lucram ao receber dividendos das organizações nas quais investiram. 

Os dividendos, por sua vez, são uma fatia dos lucros da empresa, paga aos acionistas. 

Geralmente, os dividendos são oferecidos por companhias  seguras para remunerar seus acionistas e atrair investidores. 

Ou seja, quanto maior o lucro de uma empresa, maior será o valor que o dono da ação irá receber e forma de dividendo.

O valor do dividendo, entretanto, é calculado, justamente, sobre o valor do lucro líquido da organização na qual investiu. 

Logo, se você considera a compra de ações de uma empresa, é aconselhável que observe seu histórico de lucrabilidade líquida para fazer uma previsão da capacidade de pagamento de dividendos. 

Ou seja, avalie se a empresa consegue entregar resultados crescentes de lucro líquido ao longo dos anos. 

Afinal, como explicamos acima, se ele tem um bom histórico de lucro líquido, ela tem um bom histórico de pagamento de dividendos.

Vale destacar também que, geralmente, conforme o lucro líquido aumenta, as cotações da empresa também aumentam, o que vai gerar valorização ainda maior dos seus títulos. 

É importante lembrar que investir em empresas que pagam dividendos é uma das formas de investimentos procuradas por pessoas que desejam “viver de renda”. 

>>> Se esse é o seu sonho, é indicado que você conheça mais sobre o assunto no artigo, Dividendos de ações: o que são e como aumentar o rendimento com esse tipo de investimento?”

Nele você vai descobrir que além do lucro líquido é necessário observar outros elementos ao iniciar um investimento com o objetivo de obter renda.

Como aumentar o lucro com a diversificação da carteira de investimentos?

Vale lembrar também que diversificar sua carteira de investimentos também é um caminho importante para garantir maior segurança e rentabilidade, principalmente, a longo prazo. 

Agora que você já sabe o que é lucro líquido e entenda, inclusive, como ele impacta os resultados de investimentos feitos em aplicações na Bolsa de Valores, que tal começar a aprender sobre como começar? A Faculdade XP School criou um curso completo para quem quer dar os primeiros passos: Aprenda a investir na bolsa de valores. Inscreva-se e comece a fazer o seu dinheiro trabalhar para você. 

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O que é uma bolha econômica? Como ela se forma?

Se pudéssemos explicar o que é uma bolha econômica em uma palavra seria: ilusão!

Ilusão de que você ganhará com as valorizações e sairá a tempo de manter ganhos exorbitantes. Ou a falsa esperança de que conquistará tanto quanto – ou mais – que aqueles que adquiriram o ativo antes de você.

No mercado de investimentos, é extremamente natural  se aproveitar de movimentos especulativos. A expectativa de valorização, inclusive, é uma variável que deve ser considerada no momento de negociar ativos.

O grande problema da bolha econômica é que as especulações são baseadas em ilusão, no efeito manada ou em informações sem embasamento. Isso alimenta um cenário extremamente explosivo, não apenas para o investidor individual, mas para toda a economia.

Vamos entender melhor o que é uma bolha econômica e como podemos nos proteger dela?

O que é uma bolha econômica?

A bolha econômica começa a se formar quando há uma grande especulação em volta de um ativo, novo produto ou serviço. Rapidamente muitos investidores passam a apostar em uma valorização, aumentando drasticamente a demanda.

Resultado? Os preços sobem muito, de uma maneira extremamente rápida.

Isso é bom, certo?

Depende. Quando não há fundamento ou justificativa para a valorização, os preços se afastam muito do valor intrínseco e criamos uma bolha econômica.

Resumidamente, a definição de o que é bolha econômica é: um cenário de hipervalorização sem justificativa real de um produto, ativo, ou empresa. Desta forma, criamos uma tendência puramente especulativa, extremamente sensível e que irá estourar em algum momento.

Quanto mais abrangente for o efeito manada, mais investidores, valorização exponencial e, consequentemente, maior o impacto econômico quando a bolha explodir. A tal ponto de desencadear uma crise mundial.

Por que investidores entram na e bolha financeira?

Sabemos o quanto a ganância, empolgação em massa e o efeito manada podem potencializar os riscos, mas como evitar? É só ter cuidado e investir sempre com análise e embasamento em dados reais, certo?

Bom, na verdade, não é tão simples quanto parece.

Imagine por um instante que você viu colegas ganhando valores incríveis em dois dias, depois três semanas, um mês. E nesse processo os ganhos escalavam em uma progressão geométrica. Você não vai perder essa oportunidade, não é mesmo?

Afinal, existe um claro sinal de valorização, quanto antes você começar, melhor. Não há tempo de compreender o mercado, senão você perde, ou tem a sensação de estar perdendo algo (FOMO). Ao contar para um amigo ele fará o mesmo, um conhecido dele também. Enfim, chegaremos no efeito manada e o valor do produto está cada vez mais longe do valor intrínseco.

Até que…

Sim, a bolha estoura!

Muitos investidores entram em uma bolha por ilusão e tantos outros para não querer perder uma grande oportunidade. O fato é que a linha entre acreditar em algo inovador e apostar em uma bolha econômica é extremamente tênue.

Quando elas surgem, inclusive, temos um grande embate entre especialistas, investidores e estudiosos. Como é o caso das moedas virtuais hoje.

Como as bolhas econômicas funcionam?

Como já sabemos, o preço está diretamente ligado à oferta e demanda de produtos, serviços ou ativos. Na prática, o excesso de oferta faz com os preços caiam, naturalmente, a alta na demanda ocasiona uma valorização.

E isso ocorre com todo item que é precificado, mas, no caso das bolhas financeiras, temos dois pontos muito sensíveis. Primeiro que, normalmente, a alta da demanda não está atrelada a fatos, valor ou fundamentos. Segundo, ela é extremamente sensível a qualquer movimento do mercado no sentido contrário.

Por isso que chamamos de bolha, ela cresce rapidamente, mas explode com muita facilidade. Diferente de uma bolha real, a econômica pode gerar consequências catastróficas, com impactos mundiais, como foi a crise imobiliária dos anos 2000, por exemplo.

Mas o que difere uma bolha econômica de uma valorização estável? Analisando a história, muitos estudiosos verificaram que uma bolha econômica segue etapas. Veja abaixo:

Etapas de uma bolha econômica

etapas de uma bolha econômica

Fonte: NewBitcoinUser

  • Identificação de um novo paradigma – É o ponto que começa o deslocamento da curva no gráfico. Nessa fase há um movimento no sentido da valorização de um ativo, produto ou empresa. Normalmente atrelado a algo inovador.
  • Boom – Nessa etapa as demandas explodem, seguidas, claro, pelo preço. Aqui temos a sensação de que estamos perdendo algo incrível (FOMO). Dando início, portanto, ao efeito manada.
  • Euforia – Com os preços valorizando exponencialmente, entramos na fase da euforia. A expectativa de ganhos ainda maiores toma conta dos investidores e, normalmente, nesse ponto começam os alertas.
  • Tomada de Lucro – Aqui os investidores que se atentaram para os sinais – e perceberam o distanciamento do valor intrínseco – começam a vender os ativos. Essa ação, claro, é seguida rapidamente pelos demais.
  • Pânico – A bolha estoura, os preços despencam praticamente na mesma rapidez com que subiram. A curva segue decrescendo até estabilizar no preço real do ativo.

Principais bolhas financeiras

As bolhas financeiras acontecem com muito mais frequência do que gostaríamos. Algumas delas podem estourar rapidamente, com efeitos moderados. Outras, no entanto, podem ser infladas por anos e gerar prejuízos severos para a economia internacional!

Veja abaixo algumas das mais famosas bolhas econômicas.

Bolha das Tulipas

A bolha das Tulipas foi a primeira que se tem notícia e aconteceu na Holanda, no século XVII.  Na época, a tulipa era uma planta diferente, exótica e considerada por muitos como algo raro.

Tal como em todas as bolhas financeiras, houve um aumento da demanda pela planta, seguida de um comportamento eufórico. Isso a tal ponto que um bulbo de tulipa chegou a custar o preço de um imóvel.

Não se sabe exatamente o fator causador do rompimento da bolha, mas ele aconteceu no ano de 1637. E, como você deve imaginar, rendeu altos prejuízos para os produtores e investidores.

Quer saber um pouco mais sobre essa história? É só dar um play no vídeo abaixo!


Essa talvez seja uma das bolhas econômicas mais conhecidas. Afinal, atingiu de forma assustadora o universo de Wall Street. Ela aconteceu devido à onda especulativa no mercado de ações, na década de 1920.

Houve um endividamento generalizado e altos investimentos em ações, até outubro de 1929. No dia 24, o preço dos ativos despencou vertiginosamente, desencadeando a venda em massa, o desespero no mercado financeiro e o colapso da bolsa de valores de Nova York.

A falência em massa de bancos, empresas e pessoas físicas deu início a pior crise econômica americana. E, claro, seus efeitos se estenderam por todo o globo, desencadeando a chamada Grande Depressão.

Bolha da internet

A bolha da Internet está relacionada ao frenesi de novas tecnologias somado à especulação e ao surgimento de empresas com baixo valor intrínseco. Ela surgiu na década de 90 e estourou nos anos 2000.

Pequenas empresas chamadas de pontocom passaram a valer bilhões de dólares, muito acima do seu potencial de ganho e do valor real. Naturalmente, com o tempo, muitas dessas empresas não se mostraram rentáveis.

Como vimos, no momento que o mercado percebe isso, há um excesso de oferta, os preços despencam e a bolha explode. Foi exatamente o que ocorreu com a Bolha da Internet nos anos 2000, desencadeando uma grave recessão na economia norte-americana.

E, assim como a bolha que citamos anteriormente, teve impactos mundiais.

Como se proteger de uma bolha econômica?

Se você acompanha o mercado, muito provavelmente sentiu um alerta acendendo por aí. Afinal, as primeiras etapas correspondem com o boom das moedas virtuais, não é mesmo?

E, sim, há uma discussão a respeito dessa possibilidade. Grandes investidores, como John Paulson, inclusive, já defenderam que estamos presenciando uma bolha financeira das criptomoedas.

Por outro lado, muitos investidores defendem que o risco de estarmos em uma bolha já passou, devido ao tempo de existência das criptomoedas. Apesar de algumas moedas virtuais terem valorizações acima do valor real, as principais já provaram sua solidez, de acordo com a maioria dos entusiastas desse modelo.

Outro argumento muito utilizado é a comprovação do grande potencial inovador das moedas virtuais.

Anne Connelly, professora da Singularity University, no Vale do Silício, defende, inclusive, que a moeda está subvalorizada se comparada ao alto valor para a economia. Segundo ela, “bitcoin é a agulha. A agulha que vai estourar a bolha das finanças tradicionais e das moedas tradicionais.”

Saiba mais >>> Criptomoedas: 5 mitos e mentiras desvendados pela Faculdade XP.

Mas o fato é que dificilmente conseguimos identificar com certeza uma bolha econômica.

Isso quer dizer que não podemos embarcar em hipervalorizações, ou deixar de investir em criptomoedas e demais inovações? Pelo contrário, a ideia é que você faça isso minimizando ou ponderando os riscos.

Como?

Cautela com promessas de ganhos irreais

A primeira dica de como se proteger da bolha econômica é um dos principais lemas para mitigar riscos: cuidado com a ganância. Ela pode ser uma ótima aliada para aproveitar oportunidades, mas é preciso cautela e uma análise cuidadosa para evitar permanecer em uma bolha econômica.

Por mais atrativo que sejam os ganhos das primeiras etapas de uma bolha financeira, ela é sempre prejudicial. Afinal, uma hora ou outra ela vai estourar e se muitos investidores saírem antes, ela ainda trará consequências perigosas para toda economia. Afetando, inclusive, outros ativos, produtos e serviços não-relacionados.

Diversifique sempre!

A segunda dica é investir em uma carteira diversificada.

“Ah! Mas eu sou um investidor arrojado, gosto de ter ganhos elevados e aceito os riscos atrelados!”

Ainda assim, diversifique! Acredite, essa ação vai proteger seu patrimônio e possibilitar que você continue jogando no mercado de forma competitiva.

Agora que você já sabe o que é uma bolha econômica e como se proteger, que tal dividir seu conhecimento com seus amigos e familiares? Para isso, basta compartilhar este post em suas redes sociais!

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