Início Site Página 122

10 cursos de finanças e investimentos para você ficar craque no assunto

Se você quer planejar a sua independência financeira, deve estar pensando por onde começar, não é mesmo? Por isso, o ideal é procurar um curso de finanças e investimentos que tenha um conteúdo de qualidade. Assim você consegue ampliar os seus conhecimentos, além de aumentar o leque de opções para aplicar seu dinheiro. 

Sabendo disso, na Faculdade XP você encontra diversos tipos de curso de investimentos financeiros. Aqui você terá os melhores profissionais à disposição, com opções completas e algumas até mesmo gratuitas. Pensando nisso, separamos as principais escolhas, do básico ao avançado. Confira!

1. O Beabá Financeiro 

Quem está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos, vai encontrar aqui a opção certa para entender o básico. Tenha uma visão sobre educação financeira de A a Z.  Este curso de investimento é ministrado pelo especialista Thiago Godoy, head de educação financeira da XP Inc.. Com uma ampla bagagem nesse mercado, Godoy é também influenciador digital, oferecendo dicas de como lidar com o dinheiro em seu perfil

Aprenda como a inflação e a taxa Selic, que são temas recorrentes em nosso dia a dia, podem impactar os seus investimentos. Faça já sua inscrição no curso “O Beabá Financeiro” e garanta a segurança que você precisa para aplicar o seu dinheiro. 

2. Combo: Cursos de educação Financeira

Já parou para pensar sobre como é a sua relação com o dinheiro? Neste combo de 4 cursos você vai aprender a como cuidar melhor das suas finanças. Saiba ainda como fazer um planejamento financeiro que funciona e a importância de pensar racionalmente nas decisões de investimento. 

E mais: você terá uma orientação, como num curso de finanças pessoais, corrigindo eventuais erros que pode estar cometendo nessa jornada. Com carga horária de 9 horas e nível iniciante, é a maneira mais rápida para atingir seus objetivos com mais facilidade. Faça agora mesmo a sua inscrição em “Combo: Cursos de Educação Financeira”.

>>> Todo investidor que acabou de começar está sujeito a errar. Afinal, já diria o ditado: é errando que se aprende. Porém, quanto menos erros você cometer, mais tranquilo vai ficar, principalmente quando o assunto é dinheiro. Para ajudar, confira as dicas que a especialista em investimentos, Clara Sodré, tem para dar a quem está começando agora. Veja abaixo:

3. Primeiros Passos no Mundos dos Investimentos 2.0 

Seu dinheiro está parado na poupança e você não sabe o que fazer? Dê o próximo passo: conheça as opções que garantem uma rentabilidade maior com uma segurança similar. Aqui você conhecerá os conceitos básicos sobre ações, fundos de investimentos, fundos imobiliários, entre outros.

Ministrado pelo senior banker da XP, Fabio Arnoldi, o curso possui um método estruturado, garantindo um aprendizado prático e dinâmico. Ideal para quem está começando agora, ele é feito online e tem carga horária de 3 horas. Faça a inscrição e garanta a sua vaga no curso “Primeiros Passos no Mundo dos Investimentos 2.0”.

4. Viver, Curtir, Investir: Tirando Sonhos do Papel

Se você não sabe como sair do endividamento, vai encontrar a ajuda necessária para garantir equilíbrio financeiro com este curso. Conheça alguns cases de sucesso que vão trazer inspiração para você. São exemplos de quem encontrou felicidade e aprendeu a viver de forma mais tranquila após começar a investir. 

Este curso tem como especialista Betina Roxo, estrategista-chefe da Rico e sócia da XP. Saiba como dar os primeiros passos na conquista do seu sonho. Com carga horária de 10 horas, o curso é 100% online e indicado para todo tipo de investidor: do iniciante ao avançado. Faça já sua inscrição e saiba “Viver, Curtir, Investir: Tirando Sonhos do Papel”.

5. Aprenda a investir na Bolsa de Valores 

Um dos principais investimentos disponíveis é a renda variável. E quem deseja aplicar nessa modalidade, mas não está habituado, pode investir em cursos sobre bolsa de valores. E na Faculdade XP você aprende a identificar boas oportunidades nesse mercado. Entenda o essencial sobre a B3, sempre com uma linguagem clara e objetiva. 

O especialista deste curso é Leandro Rassier, professor e educador financeiro. Com carga horária de 5 horas e 100% online, você terá uma aula completa sobre o tema. Saiba como montar uma carteira diversificada e otimize os seus investimentos. Faça já a sua inscrição e  “Aprenda a investir na Bolsa de Valores”.

6. Valuation: Avaliação de Empresas e Ações 

Uma das principais coisas que um investidor precisa fazer é uma análise técnica sobre as empresas antes de investir. É importante prestar atenção em dados essenciais, capazes de trazer informações valiosas sobre um ativo. E se você ainda não domina essa técnica, pode aprendê-la com este curso da Faculdade XP. 

Ministrado pelo professor de finanças Marcos Piellusch, o curso visa ensinar pontos como cálculo de valuation, projeção de fluxo de caixa e diferentes metodologias. Ideal para pessoas que já atuam no mercado, dura 5 horas e é feito 100% online. Garanta já a sua vaga e inscreva-se em “Valuation: Avaliação de Empresas e Ações”.

7. Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco

Apostar as fichas em uma única forma de aplicação é um dos principais erros de todo investidor. Por isso, o grande segredo é a diversificação da carteira. Mas como fazer isso sabendo lidar com risco? Neste curso da Faculdade XP você vai ter essa resposta e saber muito mais. Aprenda a fazer cálculo e até gestão de risco, gerenciando sua carteira com mais segurança. 

Com aulas teóricas e práticas, voltadas a investidores que têm conhecimento avançado, esse curso possui 5 horas de duração. Ele conta ainda com um método flexível para que você possa fazer quando quiser. Faça já a sua inscrição e saiba fazer uma “Diversificação de Carteira e Gerenciamento de Risco”. 

8. Tudo que aprendi em 12 anos de day trade 

O day trade é um tema que desperta muito interesse em qualquer investidor. Afinal, é possível viver disso? Quais os riscos? Quais as vantagens? Para mostrar tudo isso, na prática, a Faculdade XP oferece o curso “Tudo que aprendi em 12 anos de day trade”.

Nele você terá o relato de um profissional que viveu dessa prática por 12 anos. André Moraes passará por temas importantes sobre o assunto, como psicologia do mercado, aspectos operacionais, gerenciamento de risco e diversos tipos de estratégias. Adquira o conhecimento que você procura para ter sucesso como investidor. Faça já a sua inscrição!

9. Combo: Jornada do trader

O seu sonho é viver de renda sendo um trader? Então esse curso é para você. Com nove especialistas reunidos, você poderá entender a dinâmica da Bolsa de Valores de maneira profunda. Aprenda a diferenciar os tipos de gráfico, consiga identificar tendências e veja como fazer um gerenciamento de risco. 

Com o “Combo: Jornada do trader” você terá explicações detalhadas sobre temas importantes, como componente emocional, candles, média móvel, fibonacci, entre outros. O curso possui carga horária de 31h30 e pode ser feito totalmente online, facilitando o encaixe na sua rotina. Faça a sua inscrição!

10. Os segredos do melhor analista do Brasil 2.0 

Já imaginou aprender as técnicas da pessoa que mais entende sobre o assunto? Com este curso da Faculdade XP você terá dicas valiosas do melhor analista do Brasil de 2017, Giba Coelho. Eleito pela “Exame”, Gibex, como é conhecido, vai transmitir os conhecimentos que aprendeu ao longo de seus quase 30 anos de experiência.

Ao longo das 5 horas de curso você passará por temas como swing trade, day trade, escolha de ativos, gestão de risco e muito mais. Saiba todos “Os segredos do melhor analista do Brasil 2.0”. Aproveite!

Investir em conhecimento é a chave para ter sucesso no mercado financeiro. Como você pode ter visto, a Faculdade XP tem muitas opções, para todos os níveis. Se você ainda não começou a sua jornada, pode iniciar hoje mesmo. Garanta, de forma 100% gratuita, o Guia da Bolsa para Investidores. Basta dar um primeiro passo para mudar o seu futuro!

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

4 tipos de fundos imobiliários para incluir na sua carteira

Para fazer um bom negócio, os tipos de fundos imobiliários podem ser uma ótima escolha para diversificar a carteira de investimentos, principalmente quando se leva em conta as oscilações da taxa Selic, atualmente em 7,75%.

De modo geral, os Fundos de Investimento Imobiliário são modelos de aplicações para quem busca ativos imobiliários, como fundos de renda, de compra e venda, como outros com características específicas.

Essa modalidade pode gerar possibilidades atrativas de rendimentos, mas para isso, ela deve estar alinhada com os seus objetivos de vida e seu portfólio. 

Para saber diferenciá-las e entrar com o pé direito neste ramo, listamos quatro principais tipos de fundo imobiliários, com suas estratégias e riscos aparentes. Confira!

O que são fundos imobiliários?

Fundos de Investimentos Imobiliários, ou FIIs, são aplicações no mercado imobiliário que não demandam a compra de um imóvel. Eles funcionam com a alocação feita por um gestor, profissional responsável por buscar investimentos rentáveis para o seu público.

Investimentos Imobiliários: como funcionam?

Na prática, os tipos de FIIs são como um “condomínio” em que investidores procuram aplicações em empreendimentos imobiliários por intermédio de um gestor de fundo.

O dinheiro das negociações é convertido em cotas. Sendo assim, os investidores recebem uma parte de cada aplicação, como shoppings, condomínios empresariais, hotéis, hospitais, entre outros.

Neste caso, o lucro não vem de um aluguel, ou pela compra ou venda como acontece em um processo habitual, aqui os ganhos vêm do rendimento dos ativos ou da valorização das cotas.

Basicamente, o processo é semelhante à compra de ações, visto que os fundos imobiliários também são listados na bolsa de valores.

Quer saber mais sobre os tipos de fundos imobiliários? Aprenda a escolher o certo:

Quais são as vantagens dos fundos imobiliários?

Podemos considerar que os diversos tipos de fundos imobiliários chamam a atenção do investidor que não deseja contar apenas com um modelo de ativo e a longo prazo, pois ele vai além da renda fixa, tornando-se um formato rico e poderoso.

Juros baixos

Esses ativos propiciam baixa volatilidade e rendimentos fixos mensais, muitas vezes superiores aos indicadores de renda fixa, como a taxa DI e a Selic.

Evita a inflação

Como os aluguéis auferidos pelos imóveis fazem parte da carteira dos FIIs, eles são indexados a índices como o IGP-M ou IPCA, ou seja, preservam o poder de compra do patrimônio, evitando impostos e taxas abusivas vindos com as alterações no cenário econômico e político.

Além disso:

  • apresentam alta liquidez devido à praticidade da venda dos ativos;
  • mais rapidez para as negociações, já que não há obrigatoriedade de uma enorme lista de documentos;
  • menor exposição de capital devido à diversificação da carteira.

Quer dar os primeiros passos no mundo dos investimentos? Aproveite o nosso curso com materiais exclusivos pra você

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Conheça agora os principais tipos de investimentos imobiliários dependendo da sua estratégia, prazo, perfil e riscos envolvidos.

1. Fundos de renda

Os fundos de renda são conhecidos porque é quando os gestores compram ou constroem imóveis para alugar. Destinado a empreendimentos de médio e grande porte, os imóveis alocados normalmente são:

  • agências bancárias;
  • shopping;
  • lajes corporativas (imóveis de alto padrão);
  • galpões industriais ou empresas de logística;
  • escolas e universidades;
  • hospitais, hotéis e flats;
  • imóveis residenciais para pessoas físicas.

Vale ressaltar que esse tipo de renda funciona da seguinte forma: o rendimento é distribuído entre os cotistas de acordo com sua parcela investida no projeto. Outro ponto é que a segurança na hora de fechar um contrato diminuiu a possibilidade de fraude ou de encerramento de contrato a curto prazo. 

2. Fundos de Compra e Venda

Os Fundos de Compra e Venda são normalmente destinados aos investidores arrojados, por conta da maior possibilidade de riscos durante as transações. Isso porque o objetivo desse modelo é comprar imóveis durante a baixa dos preços e vendê-los em período de altas.

Ou seja, é necessário entender bem o mercado, ter paciência e estratégia para lidar com as alterações dos preços.

Nesse contexto, vários fatores devem ser levados em conta antes de investir em fundos de compra e venda, como:

  • riscos ambientais;
  • local do imóvel;
  • economia;
  • entre outros.

3. Fundos de Desenvolvimento

Os fundos de desenvolvimento são uma modalidade de fundos de investimentos imobiliários. Porém, este tipo de fundo é focado na construção de imóveis para locação ou venda.

Como os fundos de desenvolvimento apostam em imóveis ainda na fase de construção, eles são mais arriscados do que outros tipos de fundos imobiliários.

Os Fundos de Desenvolvimento são uma modelo de fundos de investimentos focado no desenvolvimento de prédios para, em seguida, alugá-los ou vendê-los.

Para negociar de forma clara e segura, é importante estar atento a problemas com licenças ambientais, atrasos na entrega dos empreendimentos ou embargo nas obras, por exemplo.

4. Fundos de Tijolo

Os fundos de tijodo seguem a mesma premissa dos Fundos de Renda, propriedades feitas para aluguel, considerando a valorização ao longo do tempo. Por isso, são ideais para quem busca renda passiva constante, além de que possibilita maior diversificação da carteira entre vários setores.

Vale a pena investir nos tipos de fundos imobiliários?

Podemos perceber ao longo deste artigo que os fundos imobiliários podem gerar uma renda mensal maior e constante do que ações negociadas na bolsa. Por outro lado, como são negociados na bolsa, eles também podem desvalorizar com certa rapidez. 

Ou seja, esses pontos devem ser considerado para cada perfil de investidor antes de aplicar seu dinheiro. 

A propósito, para você entender melhor os tipos de fundos imobiliários e saber se você se identifica com essas oportunidades de investimento, a Faculdade XP School tem o curso online Viva de Renda com Fundos Imobiliários, onde você aprenderá a construir uma carteira rica de ativos de maneira prática e rápida.

Que tal começar hoje mesmo? É só acessar o link acima e conhecer o plano de aulas, valores e os principais objetivos.

Até a próxima! 

Quando um investimento é ativo ou passivo? Descubra a diferença!

Montar uma carteira de investimentos nem sempre é uma atitude fácil, já que necessita de dedicação e estratégia para a escolha certa. Essa tomada de decisão requer conhecimento sobre um gerenciamento de investimento que é ativo ou passivo, ou seja, dois modelos contrários, porém interessantes para uma alta rentabilidade. 

Afinal, independentemente se você investir em ações ou em fundos imobiliários, por exemplo, é importante utilizar um formato adequado para o seu bolso.  

A seguir, descubra a diferença entre investimento ativo e passivo, e o funcionamento para que você faça o negócio mais adequado para as suas finanças. Acompanhe!

O que é um investimento ativo e passivo?

Saber quando o investimento é ativo ou passivo está nos detalhes, por isso, vamos explicar o conceito de cada a partir de agora.

Investimento ativo

Investimento ativo é o que necessita de um nível maior de empenho por parte do investidor. Nele está embutido uma análise de critérios mais relevantes, o que gera maior paciência e conhecimento de quem deseja usá-lo.

Na prática, o objetivo é superar o desempenho médio do mercado, fazendo com que o investidor consiga obter rentabilidade superior ao estipulado na hora de negociar algum tipo de produto.

Um exemplo simples é a compra de ações a longo prazo, ou de fundos de investimentos, o que conhecemos como aplicações de renda variável. Como o processo é feito de forma individual, o investidor deverá realizar a análise fundamentalista, método que analisa o histórico das companhias, para selecioná-las, e, diante disso, acompanhar as oscilações do mercado.

Em outras palavras, é um movimento que precisa de timing certo para abrir e fechar posições satisfatórias.

Investimento passivo 

O investimento passivo exige menos esforço em relação ao investimento ativo. Isso porque a escolha da compra ou venda de produtos não precisa ser feita individualmente, o que faz o investidor contar com outra pessoa para realizar alguma ação.

Para ficar mais claro, supomos que você decida montar uma carteira de investimentos, mas necessita de ajuda ou de uma carteira prática para que você apenas acompanhe o mercado.

Aí entra a ideia de recorrer a uma carteira recomendada, um processo facilitador para o investidor iniciante, por exemplo.

Esse tipo de negócio é montado por analistas financeiros certificados, responsáveis por desenvolver o trabalho, considerando cada tipo de ação.

No final das contas, é apresentada a prévia de uma carteira balanceada, em que o investidor não precisa estudar cada empresa, apenas adquirir as ações. Resumindo, o processo é feito de forma ativa, porém o cotista, no caso o investidor, mantém sua passividade.

>>> Aprenda mais: Saiba onde investir R$1000 por mês

Como funciona o investimento ativo e passivo para fundos?

Os fundos também possuem gestão ativa ou passiva, mas isso dependerá da escolha do investidor.

Nos fundos de ações tradicionais, os gestores usam seu poder de conhecimento para definir os melhores ativos. Logo, isso exige maior comprometimento e preparo para que sejam entregues os resultados acima da média do mercado, e não igual ou inferior.

Por outro lado, a gestão passiva está atrelada a um indicador com resultados equivalentes à média do mercado, como é o caso do fundo de índices ou Exchange Traded Fund (ETF).

Nesse caso, o gestor não faz a escolha de cada ativo individualmente, ele compra conforme a composição prevista no indicador, o que faz com que os resultados sejam semelhantes ao índice.

Investimento ativo e passivo: qual escolher?

Uma série de fatores pode fazê-lo decidir sobre o investimento ativo e passivo. Não é somente contar com um gestor para montar uma carteira recomendada, ou você aplicar o seu conhecimento e criar a sua própria carteira sem a ajuda de um profissional.

Em primeiro lugar, entenda qual é o seu perfil de investidor. Avalie seu grau de tolerância diante de riscos e volatilidades do mercado, os seus reais objetivos financeiros e o tempo que pretende dedicar ao investimento, ou seja, curto, médio ou longo prazo.

Por isso, para saber se o seu nível de investimento é ativo ou passivo, listamos as principais vantagens de cada um. Confira!

Vantagens do Investimento ativo

Quem escolhe em investimento ativo tem um potencial de ganhos bastante promissor, visto que os rendimentos são normalmente acima da média, proporcionando uma rentabilidade alta e a construção de um patrimônio mais rápido e equilibrado.

Vale ressaltar que nesse modelo o investidor tem mais liberdade para escolher o tipo de carteira que preferir, já que não existe a obrigação de portar por um formato específico. Com isso, é possível realizar mudanças na estratégia de construção da carteira, contemplando características e necessidades diferentes.

Vantagens Investimento passivo

A principal característica do investimento passivo é a praticidade, já que não requer análises detalhadas, além de um longo tempo de construção da carteira. Além do mais, os custos são menores, considerando poucos gastos operacionais e taxas inferiores às do investimento ativo.

Analisando as diferenças, tenha em mente que a principal diferença entre investimento ativo e passivo é o modo de construir uma carteira de acordo com suas necessidades, no entanto, os modelos são complementares. A partir de agora, analise os benefícios e faça um investimento assertivo para você e o seu bolso.

Acompanhe este vídeo e saiba como fazer um bom gerenciamento de riscos.

O investimento é ativo ou passivo? Bônus

Após receber todas essas informações, ficou mais claro entender que investimento é ativo ou passivo de acordo com características básicas de cada um, suas vantagens e desvantagens e, ao compor sua carteira de clientes, escolher de acordo com o seu perfil de investidor.

No entanto, para você dominar esses conceitos, o curso Cenários e Investimentos: macroeconomia para investidores explora fatores que influenciam em investimentos, como a inflação, taxa de juros, PIB, entre outros fatores.

Tudo para que você se previna antes de começar a investir.

Quer saber mais? Acesse o banner agora mesmo.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

Até a próxima!

Para que serve e qual é a função do Banco Central?

Quando se fala em função do Banco Central, é preciso entender que o principal órgão regulador da economia do país desempenha atividades para a administração do brasileiro.

São diversas atribuições ao longo dos seus quase 60 anos de história, mas nada se compara a uma instituição que, além de cuidar das finanças do país, alinha as demandas de bancos centrais internacionais.

Para conhecer a verdadeira função do Banco Central, continue acompanhe o artigo, pois aqui vamos a explicar os seguintes tópicos:

  • O que é o Banco Central?;
  • Quais são as funções do Banco Central do Brasil?;
  • Qual a função do Banco Central na regulação da economia?;
  • Qual é o impacto do Banco Central nos investimentos? 

Boa leitura!

O que é o Banco Central?

O Banco Central do Brasil é uma autarquia federal nascida em 1964 com a proposta de regularizar as relações comerciais do país. Essa função do Banco Central mostra que o órgão não é subordinado a outros poderes, e, sim, tem poder absoluto para aplicar políticas que garantam o equilíbrio econômico.

Por essa razão, o BC é a instituição de maior autoridade do país. 

Mas nem sempre foi assim. Antes da década de 60, a Casa da Moeda e o Banco do Brasil desempenhavam papéis semelhantes, no entanto, não havia uma estrutura organizada para cumprir as demandas que surgiam no país.

Desse modo, o Bacen foi desmembrado do Banco do Brasil, tornando-se então um papel fundamental para a nossa economia. Isso porque ele também regulamenta as normas das instituições financeiras e outras políticas monetárias, como balancear a inflação anual, por exemplo.

Essas atividades fazem com que o Banco Central seja um aliado dos cidadãos, garantindo sua segurança de práticas abusivas. 

Além disso, ele permite uma concorrência leal entre as empresas do mercado. No mesmo sentido, além das instituições bancárias, as corretoras e gestoras de valores passam pelo “crivo” do Bacen e devem estar devidamente registradas e autorizadas pela instituição.

>>> Leia também: Qual é o índice que mede a inflação oficial no Brasil?

Quais são as funções do Banco Central do Brasil?

Como citamos, a função do Banco Central é fortalecer a estabilidade dos preços, bem como fomentar um sistema financeiro eficiente.

No entanto, são diversas atividades relacionadas à economia que o Bacen desempenha. A partir de agora vamos conhecer detalhadamente uma por uma:

1. Emissão de moeda

Uma das funções mais importantes, o Banco Central faz uma exigente análise antes de ordenar a impressão de novas cédulas. O órgão realiza uma atividade periódica para saber se existe a necessidade de criar mais dinheiro para suprir a economia do país.

Após a aprovação do pedido de produção, o novo lote é encomendado para a Casa da Moeda do Brasil (CMB).

O mais recente exemplo é a criação da nota de R$200, lançada oficialmente em 2 de setembro de 2020. A moeda foi criada com dois objetivos.

Em primeiro lugar, a pandemia do coronavírus provocou as pessoas a fazer reservas de cédulas em casa, diante do distanciamento e fechamento parcial das instituições bancárias. No segundo caso, foi a importância de completar o pagamento do auxílio emergencial.

Vale ressaltar que a liberação para circulação do dinheiro depende da demanda e do ritmo de produção. Enquanto uma parte vai para o bolso da população, o montante fica em poder do governo.

2. Banco dos Bancos

O BC tem como premissa regularizar e monitorar os sistemas de transferência de fundos para garantir a liquidez do sistema bancário. Em outras palavras, ele se responsabiliza por fornecer crédito aos bancos ou intervir em situações em que falta liquidez.

Além do mais, o órgão vigia o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e opera por meio do Sistema de Transferência de Reservas (STR).

3. Supervisor do sistema financeiro

Aqui o papel do Banco Central é criar normas para que o sistema financeiro do país se solidifique, considerando as mudanças na política e economia mundial. Entre as principais tarefas nessa ordem estão a emissão de resoluções e a prevenção de atividades cambiais ilícitas.

4. Banqueiro do governo

Tratando-se do governo, o Banco Central conserva as contas mais simbólicas, além de armazenar moedas estrangeiras. Dentre as responsabilidades, o Bacen regula a movimentação orçamentária, administra as reservas de moedas internacionais, atua nos leilões de títulos públicos representando o Tesouro Nacional e o país em acordos internacionais.

>>> Aprenda mais: O aumento da Selic é bom ou ruim para os investimentos?

Afinal, qual a função do Banco Central na regulação da economia?

A inflação é um dos grandes medos da economia brasileira, uma vez que ela interfere substancialmente nos preços dos produtos. Nesse contexto, o Banco Central tem como premissa garantir o equilíbrio financeiro, conduzindo as políticas monetária, cambial e de crédito.

Portanto, para controlar a inflação, o BC estipula a quantidade de dinheiro circulante no país. Por essas e outras, ele tem o papel fundamental na criação e emissão de novas notas de dinheiro.

Mas isso não significa que as instituições bancárias não possam criar ou oferecer seus produtos como desejam. Pelo contrário, elas têm total liberdade de sua linha de produção, a função do Banco Central é regular as normas adotadas para proteger injustiças para o cidadão brasileiro.

Um exemplo é a Resolução n.º 3919/2010, que determina um pacote básico e gratuito de serviços bancários para que todos os clientes tenham direito de usufruí-lo, independentemente da instituição bancária.

>> Tenha um guia ideal para sempre que precisar saber mais sobre o mundo dos investimentos. Faça o download agora:

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Como as decisões do Banco Central impactam os investimentos?

Como vimos, o Banco Central avalia o cumprimento das normas das instituições bancárias, podendo puni-las por eventuais ocorrências, o que, em consequência, afeta alguns investimentos. É o caso do Tesouro Direto, ligado diretamente à inflação.

Isso significa que, se não planejado, você pode perder o dinheiro investido, mesmo que a função do Banco Central seja equilibrar a inflação. Desse modo, fique sempre atento às movimentações do mercado e do BC.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

 

O que aprender com os podcasts sobre finanças pessoais? 8 conteúdos geniais

Entender para onde vai o seu dinheiro é uma regra importante para quem tem uma boa gestão financeira. Nesse sentido, treinar o ouvido sobre o uso saudável do dinheiro favorece para o controle das economias, por isso, os podcasts sobre finanças pessoais se tornaram um artifício indispensável.

Assim como o rádio, o podcast tem a função de transmitir informação por áudio, conectando pessoas que podem estar realizando outras funções ao mesmo tempo, mas sem perder o foco no material auditivo.

Sistematicamente, o podcast se difere do rádio, que trabalha por meio de ondas eletromagnéticas, enquanto o modelo mais recente de áudio é publicado online em plataformas como Spotify, Soundcloud e Youtube, por exemplo.

Nosso objetivo aqui é ajudá-lo a facilitar sua vida econômica, portanto, ao longo deste artigo, vamos apresentar os melhores podcasts sobre finanças pessoais. Continue com a gente!

Como você controla o seu dinheiro?

Esta parece uma pergunta comum e despretensiosa, no entanto, é fundamental para conhecer o próprio poder de consumo.  

Isso porque, de acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 48% dos brasileiros não adotam nenhum método para controlar o próprio orçamento. Ou seja, quase metade da população usa e abusa do dinheiro sem saber para onde foi.

Situação preocupante, visto que hoje existem métodos de aprendizado como vídeos, cursos, treinamentos, livros, e materiais didáticos que ensinam como ter controle financeiro e aumentar o fluxo de caixa.

Para reverter esse quadro, vamos descobrir o poder dos podcasts e como utilizá-los para o seu bem financeiro.

Por que ouvir podcasts sobre finanças pessoais?

Os dados do Ibope mostraram que no Brasil, cerca dos 120 milhões de internautas, 40% já ouviram algum tipo de podcast, o que significa uma média de 50 milhões de pessoas escutando  algum programa de rádio pela internet.

Somente por essas informações é possível constatar o poder do podcast na atualidade. Isso acontece porque com o ritmo acelerado, ao utilizar o formato você não precisa dispensar outras atividades. 

Por exemplo, você pode ouvir um podcast sobre finanças pessoais ao dirigir, durante o trabalho, no ônibus, andando na rua, ou seja, você permanece conectado independentemente das suas ações.

Além do mais, como alternativa à música os podcasts sobre finanças pessoais representam valor a quem ouve, ampliando o campo de visão sobre determinado tema como gastos desnecessários, investimentos, planejamento econômico, e muito mais.

Então, por que deixar para depois? Pensando nisso, abaixo listamos  oito dicas de podcasts sobre finanças pessoais para você começar a se aventurar no formato.

Os 8 melhores podcasts sobre finanças pessoais

1. Poupecast

A planejadora financeira Nathalia Arcuri orienta em seu canal “Me Poupe”, dicas sobre finanças pessoais, formas de pagar dívidas, investimentos e rendimento do dinheiro de curto a longo prazo, por meio de orientações próprias e entrevistas valiosas.

2. Financast

O Financast aborda com relevância temas como empreendedorismo, investimentos, educação financeira, como sair das dívidas, Taxa Selic, e muito mais, sempre com um ar descontraído para ensinar desde os mais leigos até quem já tem experiência em criar planejamento financeiro.

3. André Bona

O educador financeiro criou um site de educação financeira, cuja proposta é ensinar pessoas a lidar com o mercado financeiro. Para facilitar a compreensão dos temas, ele também colocou no ar um podcast sobre finanças e economia.

4. MoneyBar

A portuguesa Bárbara Barroso é expert no assunto sobre vida financeira, tanto que em seu podcast sobre finanças pessoais, ela passa maneiras de organização .

Em sua trajetória, a jornalista já escreveu para o jornal português Diário Econômico, teve programa de rádio sobre o assunto, escreveu quatro livros e frequentemente participa de programas de TV.

5. CBN Podcasts

Fundada pelo Grupo Globo, a rádio CBN traz podcasts de vários assuntos, como lazer, saúde, família, inclusive, economia.

6. Educação Financeira

O site de notícias G1 traz uma série de podcasts sobre finanças pessoais para ensinar e entreter o público com assuntos, por exemplo, como funciona a bolsa de valores.

7. Fala Rico

O Fala Rico é um podcast da Rico Investimentos que possui conteúdos com maior ênfase no ramo de investimentos. Aqui o ouvinte poderá se aprimorar com diversos bate-papos leves e descontraídos.

8. XP Investorcast

O XP Investorcast, da XP Investimentos, apresenta a opinião de especialistas do mercado financeiro em relação ao impacto dos investimentos e a influência do cenário econômico-político.

Além dos podcasts sobre finanças pessoais

Os podcasts sobre finanças pessoais são uma alavanca para aprimorar uma estratégia de melhorar a vida financeira, muitas vezes deixada de lado devido à correria do dia a dia.

Afinal, para conquistar mais dinheiro é preciso foco e vontade de aprender. Por isso, você pode explorar muito mais conhecimento por meio de materiais enriquecedores, de acordo com o seu propósito, ou seja, talvez neste momento você esteja mais conectado para aprender a lidar com o dinheiro, ou a buscar formatos de investimento, etc.

Aqui na Faculdade XP School você encontra materiais de fácil compreensão, por meio de vídeos rápidos e autoexplicativos no nosso canal do Youtube. No nosso blog, você tem a chance de ler inúmeros artigos dos mais variados assuntos, além de cursos que podem facilitar sua relação com o dinheiro.

Experimente agora cada um dos nossos serviços e comece a transformar sua vida para melhor.

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

 

O que é exchange de criptomoedas? Como ela funciona?

A pergunta “o que é exchange de criptomoedas” é cada vez mais frequente conforme o termo criptomoedas vai se tornando assunto comum em investimentos.

E a resposta mais simples para o que é exchange de criptomoedas, é que elas são as corretoras que te permitem a negociação de criptoativos. Mas, existem muito mais informações que iremos compartilhar com você aqui neste texto.

E para facilitar a sua leitura deste conteúdo, dividimos este artigo da seguinte maneira:

  1. O que são criptomoedas
  2. O que é exchange de criptomoedas
  3. Como funcionam as exchanges de criptomoedas
  4. É possível investir em criptomoedas a partir de corretoras tradicionais?
  5. Dicas para investir em criptomoedas

O que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais que tem como grande diferencial a descentralização e a criptografia.

A principal tecnologia por trás dessa descentralização é a blockchain, que funciona como um livro-razão, no qual as informações são registradas e conferidas dentro da rede. 

A partir do uso dessa tecnologia, as criptomoedas excluem a necessidade de intermediários. Desse modo, possibilitam que todos os registros sejam auditados de maneira automática dentro da própria rede.

O que é exchange de criptomoedas?

As exchanges de criptomoedas são corretoras, que te permitem negociar criptomoedas como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH). Funcionando de forma parecida com as tradicionais corretoras de valores, porém, com a principal diferença do foco nas criptomoedas.

Exchange que é a palavra em inglês para “troca” ou “intercâmbio”, que é o serviço básico que estas empresas realizam.

Você deposita moeda fiduciária (muitas vezes representada como moeda fiat), como o Real, Dólar ou outra moeda de acordo com o seu país, e a partir da exchange, você faz a compra de criptomoedas.

Este ainda é um mercado relativamente novo, apesar de já ter completado sua primeira década. 

E como todo novo mercado, seu início é composto por pioneirismos, incertezas e oportunidades.

Como funcionam as exchanges de criptomoedas?

As exchanges funcionam basicamente como intermediárias entre quem vende e quem compra criptoativos. Elas oferecem estrutura e segurança, além de maiores opções de investimentos.

As transações de criptomoedas podem ser feitas diretamente, sem um intermediário, entre um comprador e um vendedor. Porém, sem uma exchange você não é capaz de garantir que o vendedor irá te entregar o que lhe foi vendido, já que o comprador é quem deposita primeiro o dinheiro. Além disso, não há como saber sobre a origem lícita dos ativos.

As exchanges de criptomoedas trabalham com diversos tipos de serviços, desde os mais simples como a conversão de seu dinheiro em moeda fiduciária por criptomoedas (por exemplo, a conversão do Real para a criptomoeda escolhida), até a possibilidade de aplicações no mercado de trade.

Alguns dos serviços mais comuns de se encontrar nas exchanges estão:

  • compra e venda de criptomoedas,
  • armazenamento,
  • investimentos em novos projetos em blockchain,
  • operar no mercado de opções.

Para estes serviços, além de vários outros que você pode encontrar, as exchanges cobram suas taxas.

Como ainda não há uma regulamentação direta do Banco Central do Brasil e nem da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as exchanges ainda não possuem obrigações ou regras específicas para funcionar em território nacional.

Apesar disso, uma Instrução Normativa RFB n.1.888, estabelecida em 2019 pela Receita Federal, institui e disciplina a obrigatoriedade da prestação de informações relativas às operações com criptoativos, realizadas por clientes brasileiros.

>>> Leia também: Criptomoedas: 5 mitos e mentiras desvendados pela Faculdade XP

É possível investir em criptomoedas a partir de corretoras tradicionais?

Sim! Atualmente é muito mais fácil investir em criptomoedas, principalmente se você já está acostumado a sua corretora de valores do mercado tradicional.

Hoje no Brasil você encontra diversos fundos com investimentos em criptomoedas e ETFs que te darão a oportunidade de investir de maneira segura nesse mercado.

Na XP Investimentos e na Rico, por exemplo, é possível investir em ETFs como:

  • BOVA11: É um ETF que acompanha o índice Bovespa,
  • IVVB11:  Esse ETF replica o S&P 500, principal índice da Nasdaq, que é a bolsa onde estão as 500 maiores empresas de tecnologia dos EUA, entre muitas outras!

>>> Leia também: 5 criptomoedas que você precisa conhecer melhor

3 dicas para investir em criptomoedas

Como você pode ter percebido, este é um mercado com muitos novos termos e tecnologias que diferem dos investimentos do mercado financeiro tradicional. Portanto, vamos trazer aqui algumas dicas que podem te ajudar a começar a investir.

  1. Comece investindo por corretoras tradicionais
  2. Não invista tudo de uma só vez
  3. Estude o assunto

1. Comece investindo por corretoras tradicionais

A forma mais simples de começar a se expor a este mercado de maneira mais segura e sem precisar de maiores conhecimentos específicos, é a partir de corretoras tradicionais, entre elas a Rico e a XP Investimentos.

Como você pôde ver aqui, existem diversas opções de fundos e ETFs que oferecem exposição ao mercado de criptoativos, sem que você precise abandonar sua corretora tradicional.

Além disso, você conta com um investimento feito a partir de empresas reguladas pelo Banco Central e pela CVM. Diminuindo, de certa forma, algumas das incertezas que a falta de regulamentação específica das criptomoedas pode trazer.

2. Não invista tudo de uma só vez

As criptomoedas possuem preços muito voláteis. Variações de preços de 40% a 50% em um curto intervalo de tempo não são impossíveis de acontecer.

Em abril deste ano de 2021, o BTC bateu sua máxima histórica de US$ 64,8 mil e poucos meses depois, em julho, caiu para pouco menos de US$ 30 mil. Logo em seguida, já recuperando seu valor, bateu uma nova máxima histórica agora em novembro. Ao bater pouco mais de US$ 67 mil.

Como você pode ver, é um mercado que existe um certo cuidado, e uma das melhores estratégias é comprar aos poucos. Dessa forma você dilui os riscos sem deixar de se expor às oportunidades desse mercado.

3. Estude o assunto

E se você ficou interessado nas criptomoedas, saiba que este é um assunto rende! Este é um mercado que está trazendo diversas inovações para a vida das pessoas, seja em novas formas de pagamento, ou como olhamos para arte com o uso de NFTs.

Ao começar você verá que ainda há muito o que aprender e aproveitar deste mercado. Muito além de apenas “o que é exchange de criptomoedas”.

Como dissemos, uma boa opção para quem quer começar a investir em criptomoedas é usá-las para diversificar a carteira de investimentos. 

Você também pode fazer isso com outros tipos de aplicação, com os quais você se sentir mais confiante. Para dar os primeiros passos rumo a maior rentabilidade e segurança, se inscreva noCursos de Educação Financeira”, da Faculdade XP School.

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Como montar uma carteira diversificada de investimentos?

Montar uma carteira diversificada de investimentos é uma ótima forma de garantir maior rentabilidade e segurança ao seu dinheiro. Essa é uma estratégia de investimentos muito conhecida e utilizada por grandes investidores. 

Como disse Robert Brokamp, da Motley Fool:

“Diversificação reduz os riscos, aumenta a previsibilidade e impulsiona os retornos”.

E para você que também busca ter uma carteira diversificada de investimentos, trouxemos este conteúdo.

Vamos falar sobre os principais pontos dessa estratégia, sobre os tipos de perfil de investidores, mostrar exemplos de carteira diversificada e muito mais.

Para facilitar a sua leitura, nossas dicas sobre  como montar uma carteira diversificada de investimentos ficarão divididas dentro dos seguintes tópicos:

  • O que é uma carteira de investimentos
  • Porque diversificar sua carteira de investimentos
  • Tipos de perfil de investidor
  • Uma carteira de investimentos bem diversificada deve conter
  • Carteira diversificada de ações

Vamos passar rapidamente pelo básico do que é uma carteira de investimentos, para logo adiante nos aprofundarmos mais na estratégia de diversificação.

O que é uma carteira de investimentos?

Uma carteira de investimentos é o nome dado à seleção de diferentes ativos investidos com o objetivo de trazer lucro para você. A carteira de investimentos, muitas vezes, também é chamada de portfólio.

Suas aplicações se tornam uma carteira a partir do momento que você possui mais de um tipo de investimento. Conforme ela cresce, você precisa organizá-la com estratégia, de acordo com seus objetivos e o seu perfil de investidor. 

Essa prática é importante pois ela tende a maximizar lucros e garantir mais segurança a seus investimentos.

Por que diversificar sua carteira de investimentos?

A carteira diversificada de investimentos é uma das estratégias mais usadas neste mercado, pois ela te ajuda a diluir os seus riscos e aumentar a consistência dos  ganhos.

É aquela velha história de não colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Você se lembra desse ditado?

Essa estratégia é embasada por Harry Markowitz, que em 1952 publicou a Teoria Moderna do Portfólio (ou teoria de Markowitz) que, entre outras coisas, demonstrou a importância da diversificação.

Tipos de perfil de investidor

Antes de qualquer coisa, um investidor precisa conhecer qual é o seu perfil.

Toda corretora de investimentos que você se cadastrar, fará um questionário, para descobrir qual é o seu perfil de investidor. Ele pode estar relacionado a diversas questões como por exemplo:

  • o momento financeiro em que você se encontra;
  • seu conhecimento sobre investimentos;
  • tolerância a perdas e ao risco.

Dessa forma, você poderá se encaixar em pelo menos três perfis de investidores. São eles:

  • Perfil conservador: este é o perfil de quem busca poucos riscos e prioriza a segurança em seus investimentos. A rentabilidade pode ser menor, mas assim também serão os seus riscos.
  • Perfil moderado: o investidor de perfil moderado, como o próprio nome sugere, aceita assumir alguns riscos para uma maior chance de obter rendimentos melhores.
  • Perfil agressivo: já o investidor de perfil agressivo, ou arrojado, está disposto a correr maiores riscos a fim de obter uma maior rentabilidade. Aceita inclusive certas perdas, pela chance de ganhar mais. Não significa que não se preocupe com a segurança de seus investimentos. No geral, aqui se encaixam, principalmente, investidores mais experientes.

Estar enquadrado em um perfil de investimento não significa que você deixará de investir em alguns ativos. Se o seu perfil for o conservador, por exemplo, não significa que você não poderá fazer investimentos com maiores riscos, como as ações. Mas, sim que estes investimentos serão uma parte menor de sua carteira.

Assim como um investidor de perfil arrojado também investe em opções com menores retornos para equilibrar potenciais perdas.

Isso acontece justamente por conta da estratégia de diversificação da carteira.

A sua carteira diversificada de investimentos deve levar em consideração estes perfis, para assim você saber como dividir as suas aplicações de acordo com o que você busca no momento.

O que uma carteira de investimentos bem diversificada deve conter?

Uma carteira de investimentos bem diversificada deve conter diversos tipos de investimentos. De baixo risco, moderado e alto risco.

É importante observar também que muitos investimentos estão correlacionados, como por exemplo o Tesouro Selic e um CDB pós-fixado. Nos dois casos, o investimento é influenciado pela taxa Selic.

Na prática, são investimentos diferentes, mas que juntos ajudam pouco na diversificação de sua carteira.

Um bom exemplo de diversificação de carteira é distribuir seus investimentos em produtos nestas classes de ativos:

  1. Renda fixa;
  2. Renda variável;
  3. Fundos de investimento;

Lembrando, é claro, sempre de fazer a distribuição de acordo com o seu perfil de investidor. Cada um deles possui seus próprios riscos e retornos.

Vamos entender melhor as opções que cada um deles traz para você.

1. Renda fixa

A renda fixa reúne investimentos onde você compra um título atrelado a taxas e/ou índices de referência. Apesar do nome renda fixa, não significa que o rendimento de seu título terá um valor fixo ao final.

Isso pelo fato de que os índices de referências podem variar, como é o caso da Selic ou mesmo o IPCA, que são encontrados em investimentos do Tesouro Direto.

Alguns exemplos de investimentos em renda fixa são:

  • Tesouro Direto, são tipos de títulos públicos. Ao investir em Tesouro Direto o investidor está emprestando dinheiro ao governo,
  • CDB, ou Certificado de Depósito Bancário. São papéis emitidos por bancos e corretoras, a fim de financiar as suas atividades financeiras, como empréstimos. O investidor, empresta capital para essas instituições e recebe juros, no vencimento do título.
  • LCI (Letra de Crédito Imobiliário); são papéis vinculados ao setor imobiliário sustentado pelas instituições financeiras emissoras,
  • LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), são títulos usados para captar recursos para a cadeia do agronegócio, entre outros.

Uma excelente opção para quem está começando e deseja entender como escolher os melhores investimentos, é fazer o cursoRenda fixa: Ganhos com Baixo Risco, que vai te ensinar uma metodologia eficiente e prática. 

2. Renda variável

A renda variável representa investimentos onde você não sabe ao certo o quanto irá lucrar a partir de suas aplicações, afinal, esses valores podem variar (como o próprio nome nos sugere).

Os valores dos ativos investidos em renda variável seguem condições que o próprio mercado dá. Ou seja, você nunca sabe o valor futuro daquele ativo.

Mas, calma lá! As coisas não são tão preocupantes assim como parece!

O mercado de renda variável exige estudo nos ativos que você irá investir, justamente para que você possa “prever” que o valor daquele ativo que você está comprando irá aumentar de valor no futuro.

Se você acredita em uma empresa, ou mesmo em um ramo da economia, você pode investir e receber seus rendimentos caso suas expectativas se cumpram.

Alguns exemplos de renda variável:

  • Ações, pequenas partes do capital de uma empresa que podem ser negociadas na Bolsa de Valores;
  • ETFs, ou Exchange-Traded Fund, é um fundo de índice negociado na Bolsa de Valores como se fossem ações,
  • Opções, são um contrato que dá ao seu titular o direito de comprar ou de vender um determinado ativo por um valor determinado em uma data específica, e mais.

>> Leia também: Ações: tudo o que você precisa saber sobre

3. Fundos de investimento

Os fundos de investimentos são como grupos de investidores que reúnem recursos a fim de aplicar em conjunto no mercado financeiro.

Estes fundos precisam de uma gestora financeira que pode ser um profissional ou uma instituição, que deve aplicar os fundos de acordo com os objetivos e políticas definidos na criação do fundo.

Existem diversos tipos de fundos de investimentos e eles podem ser em renda fixa, renda variável ou um mix dos dois.

Alguns dos mais comuns tipos são:

  • Fundos de renda fixa, caracterizados por terem, no mínimo, 80% da alocação em títulos de renda fixa, como os já citados acima, 
  • Fundos multimercados, não se concentra em nenhum fator específico, é possível aplicar em ativos de renda fixa, renda variável e cambial, da maneira que for mais interessante para os investidores, 
  • Fundos de ações, possuem uma carteira de ativos com a maior parte do capital investidor em renda variável, 
  • Fundos imobiliários (FIIs), reúnem recursos dos investidores para aplicar em conjunto no mercado imobiliário.

É importante lembrar que, assim como uma carteira sem diversificação pode reduzir seus ganhos e sua segurança, uma que seja muito pulverizada poderá também pode minar seu retorno. Encontrar um equilíbrio é uma forma inteligente de ampliar a rentabilidade. 

Carteira diversificada de ações

O princípio da carteira diversificada de investimentos também se aplica à diversificação de ações.

Uma carteira diversificada de ações pode ser feita investindo em empresas de diferentes ramos da economia. Assim como diferentes tipos de companhias  públicas e privadas.

Ao montar uma, busque distribuir o dinheiro levando em consideração estes fatores.

Não se esqueça de traçar o seu perfil de investidor, pois só com ele você poderá traçar objetivos justos com a sua realidade e expectativa.

Além disso, continue buscando conhecimento para reduzir riscos e aproveitar melhor as oportunidades.

Na Faculdade XP School você encontra dezenas de cursos sobre renda variável, renda fixa, fundos de investimento e mais! Tudo para que você possa começar a investir ou otimizar seus ganhos. Quer dar o primeiro passo? Então conheça e se inscreva no curso: “Combo: Diversifique sua carteira”.

30 termos financeiros que você vai precisar | Dicionário do investidor

Pesquisar sobre mercado financeiro significa ser apresentado a uma lista de novas palavras e conceitos. E por mais que isso possa te deixar receoso, fato é que com o passar do tempo esses termos financeiros se tornam parte do  dia a dia e vão te ajudar a alcançar os seus objetivos mais rapidamente.

Quanto mais contato você tiver com o vocabulário financeiro, mais rapidamente você conseguirá memorizá-los e aplicá-los em seu cotidiano

Mas, como toda ajuda é bem vinda quando estamos começando, nós da Faculdade XP School criamos um glossário com os principais termos financeiros do mercado. 

Por isso, uma dica é você salvar este artigo para que possa consultá-lo sempre que ficar em dúvida sobre os termos usados no mercado financeiro. 

Glossário: 30 termos financeiros que você deve conhecer

Confira, a seguir, a lista de termos financeiros mais usados no dia a dia de investidores.

Organizamos essa seleção em ordem alfabética e incluímos termos financeiros em inglês e português, e claro, as principais siglas do vocabulário financeiro. 

1. Ações

Um dos investimentos de renda variável mais conhecidos do mercado, as ações são títulos que representam uma fração do capital social de uma empresa. Empresas com capital aberto negociam suas ações na Bolsa de Valores.

2. Alavancagem

A alavancagem significa uso de capital de terceiros para aumentar a sua capacidade de investimento e assim facilitar a busca por maiores lucros nas operações realizadas, principalmente, no mercado de ações. A alavancagem financeira é muito usada em operações de day trade.

>>> Leia mais sobre alavancagem financeira.

3. Alíquota 

A alíquota é um percentual que será usado como base para cálculo de um tributo/imposto. Alguns investimentos, por exemplo, exigem o pagamento da alíquota do IOF para saques anteriores a 30 dias da realização da aplicação. 

4. Aplicação

Significa colocar o capital em um tipo de investimento, com o objetivo de conquistar rentabilidade. 

Aplicar seu dinheiro em um CDB, por exemplo, significa comprar um título que poderá ser resgatado em forma de dinheiro, dentro de um prazo específico, com juros que representam os lucros do investimento.   

5. Ativos

São os bens ou itens de valor que alguém possui e que pode ser convertido em dinheiro. Por exemplo, ações e títulos públicos são ativos, bem como imóveis. 

6. Bolsa de valores

Local em que são negociados ativos financeiros, principalmente ações de empresas de capital aberto. Investir na Bolsa de Valores significa comprar e vender ativos disponíveis no mercado, em busca de lucro. 

7. Break even no trading

Estratégia de gestão de riscos para garantir maior segurança em uma operação de trade que aproveita o curto prazo para realizar a compra e venda de ações de alta liquidez. 

Entendido o que significa este termo financeiro em inglês, fique tranquilo porque falaremos mais sobre esses outros conceitos, a seguir. 

8. Carteira de ações

Montar uma carteira de ações significa comprar títulos de empresas de diferentes setores, portes e características. Essa é uma estratégia usada para aproveitar diferentes oportunidades e reduzir os riscos de investir todo o capital disponível em uma única organização. 

9. Carteira de investimentos

Esse modelo de carteira reúne diferentes tipos de investimentos, podendo incluir, ao mesmo tempo, títulos de renda fixa, variável e outros modelos. Montar uma carteira diversificada, que inclua títulos com diferentes níveis de rentabilidade e risco, é a indicação de especialistas do setor. 

>>> Leia também: Carteira de investimentos: como montar e diversificá-la

10. CDB 

CDB ou Certificado de Depósito Bancário é um tipo de investimento de renda fixa, oferecido pelos bancos e instituições financeiras. 

Ao adquirir um CDB o investidor deposita o montante de capital desejado e acordado com a instituição, que por sua vez emite um certificado (contrato) com o compromisso de devolver o valor acrescido de juros. O valor dos juros depende do título negociado. Geralmente, o CDB é indexado pelo CDI. 

11. CDI

Entre os principais termos financeiros, um está sempre muito presente, o CDI. 

CDI não é um tipo de investimento, mas um índice que controla diferentes tipos de aplicações, entre elas o CDB. Ou seja, o aumento ou a queda no CDI impactam os títulos que são indexados por ele.

CDI, ou Certificado de Depósito Interbancário, também é a taxa usada pelos bancos para transações de empréstimo entre eles. Está atrelada à Selic, outro indexador de investimentos.  

>>> Leia também: Como descobrir a taxa Selic? 4 dicas para usar a seu favor

12. Corretora de Valores

Uma corretora de valores, como a XP e a Rico, é uma instituição financeira pelo qual investidores podem atuar no mercado financeiro, permitindo a compra e venda de ativos. 

13. Criptomoedas

Um dos termos financeiros mais em alta do mercado, as criptomoedas são moedas digitais que têm  como grande diferencial a descentralização e a criptografia.

A principal tecnologia por trás dessa descentralização é a blockchain, que funciona como um livro-caixa, onde as informações são registradas e conferidas dentro da rede. 

>>> Para entender melhor acesse: “Criptomoedas: 5 mitos e mentiras desvendados pela Faculdade XP”. 

14. Day Trade

Day Trade é uma operação de compra e venda de ativos, que ocorre em curtíssimo prazo. É possível realizar toda essa operação em algumas horas, mas ainda dentro de um mesmo pregão. O objetivo é lucrar a curto prazo, com a oscilação dos ativos.

15. Dividendos

Corresponde à parte do lucro que uma empresa de capital aberto direcionada a quem comprou suas ações. Essa é uma outra forma de lucrar com a compra desse tipo de ativo. 

>>> Saiba mais sobre o que são dividendos de ações.

16. EBIT (Earnings Before Interest and Taxes)

Lucro que um ativo gerou antes de descontados os juros e impostos. Pode ser compreendido também como lucro bruto de um investimento.

17. ETF (Exchange Traded Funds)

A sigla corresponde aos fundos de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. 

18. FGC (Fundo Garantidor de Crédito)

Também muito comum no vocabulário financeiro, o FGC é uma instituição que garante o pagamento dos montantes aplicados e rentabilizados pelos investidores, em casos de problemas como falência da instituição na qual um título foi comprado. 

Ao investir em ativos segurados pelo FGC, você garante o resgate de até R$250 mil em aplicações feitas em CDB, LC, LCI e LCA.

Esse valor total é referente ao que foi aplicado por instituição financeira emissora do título e por CPF. 

É o que torna mais segura aplicações realizadas em instituições bancárias menores e menos conhecidas. Mesmo que elas venham a falência, você garante o recebimento do valor aplicado, até R$250 mil. 

>>> Leia também:  O que é o Fundo Garantidor de Créditos? Qual é a sua função?

19. Fundo de investimento

É um tipo de investimento em conjunto, em que várias pessoas reúnem seu capital para fazer aplicações em opções de investimento que exigem um volume de recursos muito alto. 

A quantia investida por pessoa representa uma cota do fundo. A administração do fundo é realizada por especialistas e é possível participar desses fundos também por meio de corretoras que oferecem essa opção, como a XP e a Rico

20. Fundos Imobiliários (FIIs)

Um fundo imobiliário, assim como o fundo de investimento, reúne capital de vários investidores para a realização de um investimento na compra ou construção de um grupo de imóveis, que depois são alugados. Os lucros do aluguel são destruídos, por meio de dividendos, aos investidores do fundo. É muito comum  FIIs que investem em shoppings, por exemplo. 

21. Home Broker

O Home Broker é uma plataforma digital disponibilizada pelas corretoras que pode ser acessada por qualquer pessoa com um computador ou smartphone e internet. Possibilita a compra e a venda de títulos e ações.

22. IOF

O IOF é um imposto federal cobrado nas operações financeiras de crédito, câmbio, de títulos, entre outros. Em aplicações como CDBs, por exemplo, o IOF deixa de ser cobrado quando o capital permanece investido por mais de 30 dias. 

23. IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)

É o índice que mede a inflação do país. O valor é calculado pelo IBGE. Também é indexador de aplicações como o Tesouro IPCA, por exemplo. É um dos termos financeiros obrigatórios para quem vai começar a investir.

24. LCA

LCA ou Letra de Crédito do Agronegócio é um tipo de investimento em renda fixa, isento de Imposto de Renda e emitido pelos bancos, assim como o CDB.  

Ao comprar esse título o investidor está oferecendo um empréstimo ao banco em troca de uma rentabilidade prefixada, pós-fixada ou híbrida. A captação de recursos é direcionada para financiar as atividades do setor do agronegócio.

25. LCI

Bem parecido com o LCA, mas o capital é investido no mercado imobiliário. LCI significa  Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e é um investimento de renda fixa emitido por bancos. 

Também funciona como um empréstimo ao banco em troca de rentabilidade ao longo do tempo.

26. Liquidez

A liquidez é a facilidade com a qual um investidor consegue transformar uma aplicação em dinheiro sem perder ativos. 

Aplicações com liquidez diária são ideais para reservas de emergência, por exemplo. Também é possível aplicar em títulos com liquidez no vencimento. 

27. Rentabilidade

É o lucro que um investidor ganha em uma aplicação. Geralmente, é expressa em percentuais.

28. Taxa Selic

É a taxa básica de juros do Brasil, que impacta toda a economia. É definida pelo Copom, Comitê de Política Monetária, do Banco Central. 

Também funciona como indexador de diferentes tipos de títulos de investimento, como o Tesouro Selic e o Tesouro Prefixado. Por ter relação direta com o CDI, sua variação também impacta CDBs e outros títulos.

29. Tesouro Direto

São títulos públicos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional. Existem três tipos de Tesouro direto:

  • Tesouro Selic, 
  • Tesouro Pré-fixado, 
  • Tesouro IPCA (com ou sem juros semestrais).

>>> Conheça mais sobre os tipos de Tesouro Direto.

30. Volatilidade

É o nome dado à oscilação da cotação de um ativo em um período determinado.

Comece a colocar em prática o vocabulário financeiro!

Gostou da nossa lista de termos financeiros? São muitos, mas com o passar do tempo você vai ficar íntimo de todos eles. Enquanto isso, lembre-se de visitar essa página sempre que uma dúvida surgir. 

E agora que tal começar tirar seus planos do papel e ir pra prática? Começar a investir pode ser mais fácil com o combo da Faculdade XP School: Cursos de Educação Financeira

Trata-se de um conteúdo prático, para quem deseja aplicar e ver seu dinheiro render, de verdade! Faça sua inscrição e nós te ajudamos a começar!

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Melhor investimento a curto prazo: 5 aplicações para quem não quer esperar

O mercado financeiro e de investimentos está se tornando cada vez mais acessível com o passar dos anos. Segundo dados da Bolsa de Valores do Brasil (B3) o número de investidores cresceu 43% no primeiro semestre de 2021. Com um ambiente mais democrático é comum existir diversos tipos e maneiras de se investir.

Muitas vezes ao escutar que alguém está aplicando em ativos, sejam eles de renda fixa ou variável, imagina-se no retorno no médio ou longo prazo. No entanto, se engana quem pensa que a rentabilidade no curto prazo não é procurada.

Esse tipo de aplicação pode fazer parte da carteira de investimentos de qualquer tipo de investidor. Mas, para não cometer erros, é preciso entender qual o melhor investimento a curto prazo de acordo com o objetivo de cada pessoa.

Para te ajudar a entender qual a melhor aplicação financeira a curto prazo, preparamos um conteúdo completo sobre o assunto. Continue a leitura para aprender sobre os tópicos abaixo.

  • O que é investir no curto prazo?;
  • Qual o melhor investimento a curto prazo?;
  • Tipos de investimentos a curto prazo.

Boa leitura!

O que é investir no curto prazo?

Antes de conhecer os tipos de investimento de curto prazo e qual deles é o melhor, é importante entender o que significa investir neste modelo. De acordo com a Anbima, os investimentos que se enquadram no curto prazo são aqueles que têm “validade” de até dois anos.

Investidores que escolhem operar no curto prazo geralmente buscam uma maior rentabilidade e liquidez nas suas aplicações. Ou seja, o fator segurança do tripé de investimentos não é tão priorizado no curto prazo.

No entanto, isso não é uma regra! Há quem prefira uma maior liquidez com segurança para fazer sua reserva de emergência.

Mas, não existe uma maneira de ter liquidez, rentabilidade e segurança na carteira de investimentos? Sim, existe! A diversificação da carteira.

Entender sobre o cenário econômico é uma boa maneira de diversificar a carteira de investimentos conscientemente. O curso da Faculdade XP School: cenários e investimentos: macroeconomia para investidores, vai te ajudar nesse objetivo!

Clique no banner abaixo e comece agora mesmo!

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

Qual o melhor investimento a curto prazo?

Agora que entendeu o que significa investir no curto prazo, qual a melhor aplicação financeira a curto prazo? Como explicamos acima, a liquidez é um fator muito importante para quem decide investir no curto prazo.

Por exemplo: Carlos decide investir no curto prazo para montar sua reserva de emergência, mas em sua pesquisa não se atentou à liquidez do seu ativo, que era de D+5. Ou seja, quando precisou retirar sua aplicação teve que esperar cinco dias para o dinheiro cair na sua conta.

Se seu objetivo é o investimento a curto prazo, sempre prefira ativos com liquidez diária. Pois, você vai ter a certeza de que terá o dinheiro em conta quando mais precisar.

Além da liquidez, a escolha do melhor investimento a curto prazo também deve passar pelo autoconhecimento. Como assim?

É simples! O melhor investimento vai ser aquele que combina com seus objetivos. Portanto, é muito importante que conheça qual tipo de investidor você é.

Existem três tipos, são eles:

  • conservador: prefere investir em ativos que já tem um percentual de rentabilidade fixado. Ou seja, o fator principal do tripé de investimentos para esse investidor é a segurança;
  • moderado: ele caminha entre ativos que oferecem segurança e aqueles que não tem um percentual fixado. Busca mais rentabilidade, sem deixar sua carteira totalmente desprotegida;
  • arrojado: esse perfil é o do investidor que não tem medo de arriscar para alcançar uma maior lucratividade. Investimentos de renda variável são os preferidos deles.

Agora que entendeu um pouco sobre os tipos de investidores que existem no mercado financeiro, chegou a hora de ir direto ao assunto. Quais os principais tipos de investimentos a curto prazo?

Continue a leitura para saber tudo sobre eles.

Tipos de investimento a curto prazo

Decidir sobre qual tipo de investimento começar a operar no curto prazo deve ser uma escolha bem feita. Afinal, ele deve ser coerente com seu objetivo financeiro.

Confira a seguir os detalhes dos cinco principais tipos de investimento a curto prazo.

1- Tesouro Selic

Um dos investimentos mais procurados quando o assunto é curto prazo, é o Tesouro Selic. Vale citar que o ativo é bom para o referente prazo, pois possui alta liquidez. Além disso, ele é um título público e tem garantia do Tesouro Nacional.

Sua rentabilidade está atrelada à Taxa Selic, basicamente a taxa que controla a inflação. Portanto, quanto maior for o índice IPCA maior será a Selic. É uma boa opção de investimento para uma fase instável da economia.

O Tesouro Selic é tributado pelo Imposto de Renda (IR) e pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Tanto o IR quanto o IOF seguem uma tabela regressiva de aplicação da alíquota referente ao tempo de aplicação. 

A porcentagem do IR varia entre 22,5%, para investimentos aplicados no período de até 180 dias, e 15% para os de mais de 720 dias. É importante ficar atento ao tempo aplicado para conferir a taxa correspondente.

Para não ser tributado pelo IOF, basta fazer o saque da sua aplicação após 30 dias. Caso decida retirar antes dos 30 dias, a alíquota cobrada é referente ao tempo que aplicou no Tesouro Selic. Confira a tabela abaixo.

tabela IOF -

2- LCI

As Letras de Crédito Imobiliário, ou LCI, têm rentabilidade atrelada ao CDI. Diferentemente do Tesouro Direto, o resgate da LCI pode acontecer apenas depois de 180 dias aplicados.

Por ser isenta de IR, o investimento chama a atenção de investidores. Além disso, a LCI tem proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ou seja, mesmo que a instituição financeira declare falência, você conta com a certeza de que terá a restituição de até R$ 250 mil da sua aplicação.

3- LCA

Outro investimento de curto prazo são as  Letras de Crédito do Agronegócio, ou LCA. Por ser um ativo de renda fixa, você já sabe exatamente o percentual de rentabilidade que terá ao fim do contrato.

Assim como a LCI, a LCA também é isenta de IR. Aliás, o funcionamento dos dois ativos é bem parecido. A principal diferença entre elas é que uma realiza empréstimo ao setor imobiliário e outra ao agronegócio e produtores rurais.

4- CDB com liquidez diária

O Certificado de Depósito Bancário, assim como a LCI, pode ter sua rentabilidade atrelada ao CDI. No entanto, a taxa de rentabilidade deste ativo também pode ser fixada no momento do contrato, ou até mesmo no modelo híbrido.

Por ter essas diversas opções e, ainda, ser um ativo de liquidez diária, o CDB é uma ótima opção para o curto prazo. Ele também oferece a proteção do FGC.

5- Fundos DI

O último melhor investimento a curto prazo são os Fundos Referenciados DI. Por serem negociados em cotas e não terem uma data de vencimento, eles são tributados pelo imposto come-cotas, além do IOF.

É um investimento de liquidez diária, portanto perfeito para as reservas de emergência. Além disso, sua rentabilidade é atrelada ao CDI.

6- Fundos Multimercados

Com liquidez D+1, quando o dinheiro está em sua conta um dia após pedir a retirada, os Fundos Multimercados são mais uma boa opção para o curto prazo. Mas é preciso atenção ao investir neste ativo, o motivo é que ele está exposto a diversos tipos de riscos. Por esse motivo ele é mais indicado para investidores de perfil arrojado.

O nome multimercados indica a principal característica deste investimento: pode aplicar em vários tipos de mercados. Seja ações, mercado futuro… os fundos multimercados permitem a flexibilização.

Agora que já sabe qual o melhor investimento a curto prazo para o seu objetivo financeiro, o que acha de expandir o conhecimento? Com o Guia da Bolsa para investidores, da Faculdade XP School, a escola da XP, você estará sempre preparado.

Clique no banner e baixe gratuitamente agora mesmo!

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

O que é liquidez diária? Quais investimentos têm essa característica

Se você quer se tornar um investidor no mercado financeiro é preciso entender sobre muitos assuntos. Um deles é acerca da liquidez dos investimentos.

Essa prática é importante porque, ao dominar esse tema, você conhece a capacidade do ativo de virar dinheiro.

Por exemplo, para quem se interessa pela retirada dos investimentos no curto prazo, o mais indicado é procurar ativos com liquidez diária.

Você é uma dessas pessoas? Então chegou ao lugar certo!

Aqui você vai entender o que é liquidez diária, em quais investimentos ela está inserida e se é realmente o que você procura. Atualmente as aplicações que possuem essa característica, são:

  • tesouro Selic;
  • fundos DI;
  • CDB com liquidez diária.

Quer saber se eles atingem seus objetivos? Continue a leitura para conferir todos os detalhes de como funciona um investimento com liquidez diária.

O que é liquidez diária?

Em primeiro lugar, para entender o que é liquidez diária é preciso entender o conceito de liquidez. Basicamente, liquidez está relacionada ao processo de resgate do seu dinheiro aplicado em um investimento.

Investimentos com alta liquidez, ou liquidez diária, por exemplo, podem ser resgatados no curto prazo. Ou seja, pouco tempo depois de tê-lo feito.

No entanto, é recomendado que o resgate seja feito, pelo menos, depois de 30 dias de aplicado. O motivo é que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incide sobre os ativos com liquidez diária.

Confira abaixo a tabela regressiva do IOF com a taxa percentual correspondente ao tempo que pede a retirada dos recursos.

tabela IOF - O que é liquidez diária

Além da alta liquidez existem os investimentos que possuem média e baixa. A explicação sobre elas também é simples, basta seguir o mesmo raciocínio da liquidez diária.

  • Média liquidez: o resgate demora mais que um dia e tem possibilidade de perdas;
  • Baixa liquidez: o resgate demora muito mais tempo para acontecer, o que não é recomendado para quem busca a rentabilidade em curto prazo.

Ter noção do que é liquidez diária e dos outros tipos de liquidez é muito importante para decidir onde quer aplicar seu dinheiro. Além disso, saber qual tipo de investidor você é vai te ajudar nessa escolha.

>>> Não sabe qual investidor você é? O post “Perfil de investidor: como se analisa e tipos”, vai te ajudar nessa descoberta.

Liquidez diária: como funciona nos investimentos?

Para entender como funciona um investimento com liquidez diária é bem simples. Como já explicamos acima, esses ativos permitem que o resgate seja feito a qualquer momento e o pedido é feito no mesmo dia.

Mas, você sabe o que permite que a liquidez desses investimentos seja alta? Alguns fatores podem ser citados, como:

  • alta demanda de compra por investidores;
  • preço;
  • tipo de ativo.

Uma maneira simples de identificar se um ativo tem alta liquidez ou não é observando sua sigla. Caso ela se inicie com D+0, significa que o investimento é de alta liquidez. Quanto maior for o número, menor será a liquidez do ativo.

Qual a importância de aplicar em investimentos com liquidez diária? 

Até aqui você já entendeu o que é liquidez diária e como ela funciona. Mas, você sabe a importância de ter ativos com essa característica na carteira de investimentos?

Não? Acompanhe o raciocínio:

Carlos é um profissional autônomo e investe em ativos com baixa liquidez visando sua aposentadoria. No entanto, com a pandemia se viu sem renda e, por investir com baixa liquidez, não conseguiu resgatar o dinheiro rapidamente, ficando com dívidas.

O que resolveria a vida de Carlos nessa situação de emergência? Um investimento com liquidez diária.

Independentemente do tipo de investidor, a maior importância de se obter na carteira de investimentos algum ativo com liquidez diária é a reserva de emergência. Entenda melhor como montar a sua no vídeo abaixo. Aperte o play!

Qual investimento tem liquidez diária?

Vamos recapitular o que você já sabe até aqui.

  • O que é liquidez diária ✔️
  • Como funciona investimento com liquidez diária ✔️
  • Importância da liquidez diária na carteira de investimentos ✔️

Já é bastante coisa, mas ainda falta uma das principais: qual investimento tem liquidez diária? Não seja por isso! Confira a seguir os detalhes dos três principais ativos com alta liquidez e decida qual melhor se encaixa aos seus propósitos.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um investimento de renda fixa com rendimento atrelado à taxa Selic. Portanto, sua rentabilidade varia conforme a economia do país.

Como assim?

Quando o país sofre com incertezas econômicas a inflação tende atingir percentuais mais altos. Para controlá-la, a Selic também tende a aumentar. Nesse sentido, investimentos atrelados à Selic ficam com mais rentabilidade.

É importante citar que, mesmo que seja um ativo com liquidez diária, ao escolher o Tesouro Selic é preciso decidir uma data de validade. Você poderá pedir a retirada até o vencimento do contrato.

Vale lembrar que nessa retirada serão tributados IOF e Imposto de Renda. O percentual é equivalente ao tempo que deixou aplicado.

Fundos DI

Saber o que é liquidez diária e como ela funciona é um grande passo para entender os investimentos com essa característica. Os Fundos DI são um deles.

Os Fundos DI são negociados em cotas e sua rentabilidade segue o indicador CDI – Certificado de Depósito Interbancário. Por não ter uma data de vencimento, este ativo é tributado pelo imposto come-cotas, uma variação do IR. Além, da tributação feita pelo IOF.

Com ele, sua carteira de investimentos ganha mais segurança e liquidez.

CDB com liquidez diária

O último dos principais investimentos com liquidez diária é o CDB. Assim como o Tesouro Selic e os Fundos DI, o CDB também é um ativo de renda fixa.

Ao aplicar no CDB você está emprestando dinheiro a alguma instituição financeira. O resgate desse empréstimo vem com a rentabilidade atrelada ao CDI.

É importante escolher bem a instituição a qual irá aplicar para minimizar a chance do risco de crédito. Ou seja, a possibilidade de receber um calote do banco.

No entanto, mesmo que seja vítima desse calote, o CDB é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O FGC te protege com a quantia de até R$ 250 mil caso a instituição entre em falência e não consiga quitar suas dívidas.

>>> Gostou do conteúdo? Agora que sabe tudo sobre o que é liquidez diária, chegou a hora de expandir seus conhecimentos no mundo financeiro.

Com o combo de cursos de educação financeira da Faculdade XP School, você estará na vantagem! Clique no banner abaixo e comece agora mesmo!

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.