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O que é stock picking? O bê-a-bá da estratégia de compra e venda de ações

Comprar barato e vender caro. Este é o sonho de muitos investidores da bolsa que, em busca dos caminhos para desmistificar a equação que resulta em mais lucro, tentam entender o que é stock picking. 

O stock picking, em linhas gerais, é caracterizado justamente pela ação de escolher ativos com preços baixos e vendê-los quando se valorizam. Pode parecer algo simples, mas dominar esta dinâmica prática exige alguns conhecimentos e muita dedicação. 

Para te ajudar a tirar a dúvida sobre o que é stock picking e te ajudar a entender como e por que investir (ou não) na estratégia, preparamos este artigo. 

Um pouco de contexto: entenda o mercado de ações em poucas linhas

Antes de falarmos sobre o que é stock picking, que tal um passo atrás para nos contextualizarmos sobre o mercado de ações? 

Como você viu neste artigo do blog da Faculdade XP (se não viu, aproveite para tirar o atraso!), o mercado de ações é, resumidamente, um espaço em que pessoas físicas e empresas negociam a compra e a venda de ações. — espaço este conhecido como bolsa de valores. 

Essas ações representam pequenas partes de empresas, e, adquirindo um destes ativos, você se torna um acionista da companhia. A partir daí, passa a ter direito sobre os resultados financeiros do negócio. 

>>> Leia mais: Tudo o que você precisa saber sobre ações — conceito, formas de investir e como começar

Na bolsa de valores, as negociações acontecem seguindo regras e orientações fiscalizadas pelo próprio ambiente. Isso auxilia na consolidação do mercado de ações como um ambiente seguro e confiável para os investidores.

A gestão do portfólio de investimentos de um acionista pode acontecer de diferentes formas, de acordo com o seu perfil de investidor

As duas maneiras mais comuns de gerenciamento de portfólio, entretanto, são chamadas de gestão ativa e passiva

Gestão passiva de portfólio

Na gestão passiva de portfólio, o investidor tende a acompanhar o benchmark do mercado. O que isso significa? Significa que ele se orienta pelos principais indicadores disponíveis, como o Índice Bovespa (Ibovespa), que possibilita o acompanhamento do desempenho dos principais ativos na B3, Bolsa de Valores do Brasil. 

Gestão ativa de portfólio

Na gestão ativa de portfólio, o investidor tem, como objetivo, ir além do benchmark do mercado. E como isso é possível? Com uma seleção atenta de ações com potencial de destaque ou em momento de desvalorização — o que representa uma oportunidade de compra. O stock picking, sobre o qual falaremos no próximo tópico, nada mais é do que uma estratégia de gestão ativa de portfólio.

O que é stock picking? 

Stock Picking é uma estratégia de investimentos pautada na escolha de ativos a preços baixos e focada em sua venda no momento de valorização. O investidor que atua de acordo com o stock picking tem, portanto, uma carteira de ativos dinâmica, em constante transformação. 

Para te ajudar a entender melhor a prática, que tal dissecarmos o significado de stock pickers? 

Stock é o nome em inglês dado para as ações da Bolsa de Valores dos Estados Unidos. Pickers pode ser traduzido como “seletores”. Um stock picker é, basicamente, um seletor de ações. Alguém que escolhe minuciosamente as ações nas quais enxerga maior potencial de crescimento e valorização, superando o benchmark do mercado.  

Escolher ações baratas para vendê-las caro depois…será que é assim, tão simples? 

Como funciona a prática do stock picking? 

Na prática do stock picking, a meta do investidor é identificar ações de empresa que se enquadrem em duas principais características: 

  • a de uma empresa sólida, com grande potencial de valorização
  • baixo risco.

Para concluir que uma ação se enquadra nestes dois quesitos, o investidor precisa ser capaz de realizar uma análise apurada de diversos fatores. Este processo pode ter como base desde o feeling do investidor (baseado em sua experiência) até a realização de uma pesquisa mais objetiva, como as análises fundamentalista e técnica. 

A análise fundamentalista é bastante popular no mercado de ações, e auxilia na compreensão da situação financeira e das perspectivas de uma empresa, com o objetivo de avaliar diferentes alternativas de investimento. 

De forma geral, este tipo de análise considera três aspectos principais: macroeconomia (contexto econômico no qual a empresa está inserida), análise setorial (considerando as particularidades de cada segmento) e a análise dos dados financeiros do negócio. 

Já a análise técnica tem, como base, a análise de gráficos e dados das ações. A intenção dos analistas é identificar tendências na performance das ações no curto, médio e longo prazo.

Dê o play para saber mais sobre as análises técnica e fundamentalista no vídeo abaixo:

Vantagens e desvantagens de ser um stock picker 

Agora você já sabe o que é stock picking e como a estratégia funciona. Entretanto, é nosso papel mostrar a você os pontos positivos e negativos da estratégia, para que, então, você consiga entender se esta é ou não uma boa escolha para você. 

Vantagens:

  • possibilidade de encontrar empresas que têm grande potencial de valorização, especialmente acima da média do mercado;
  • chance de rentabilização da carteira de forma mais rápida; 
  • liberdade e autonomia para escolher seus ativos. 

Desvantagens: 

  • o stock picking é considerado uma estratégia de investimentos avançada, por isso, não é recomendado para qualquer investidor;
  • a escolha das  ações exige esforço, dedicação e conhecimento para fazer uma análise precisa;
  • possíveis  prejuízos decorrentes da escolha errada de ações.

Dicas práticas para o stock picker

Além de descobrir o que é stock picking e de ponderar sobre as vantagens e desvantagens da estratégia, é preciso ir além. 

Para incorporar a prática à rotina, o investidor precisa adotar hábitos frequentes, como o acompanhamento diário das tendências do mercado, o estudo contínuo do mercado de ações, a análise minuciosa de empresas com potencial de crescimento, a aposta na diversificação da carteira (para um melhor gerenciamento do risco) e um foco claro sobre os objetivos esperados.

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Forex ou binárias: será que existe um mais indicado para o seu perfil?

O embate Forex ou binárias gera muitas discussões entre os investidores. Afinal, as escolhas de aplicações, metodologias de análise e ações variam conforme o objetivo de cada um, experiência no mercado, controle emocional e, claro, disposição a risco.

Mas será que existe uma escolha que seja melhor?

Antes de verificarmos isso, precisamos deixar claro que ainda não há regulamentação específica para esses mercados. Isso quer dizer que brasileiros não podem operar em Forex ou binárias?

Não! A operação é legal, mas não é regulamentada. A captação de clientes, portanto, só pode ser realizada por instituições autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários.

Até o momento não existe nenhuma corretora, ou pessoa, regulamentada para oferecer essa atividade no Brasil

Como você deve imaginar, é possível abrir conta em corretoras estrangeiras, que ofereçam Forex ou binárias, depositar o valor em dólar, por exemplo, e operar nas duas. Não se trata, portanto, de transações ilegais. O investidor só precisa se proteger e contar com corretoras que sejam, de fato, de confiança.

Posto isso, vamos entender melhor quais são as diferenças entre Forex e binárias?

Forex ou binárias? Como escolher?

O primeiro passo para realizar a escolha entre Forex ou binárias é compreender como cada uma delas funciona na prática. A ideia desse tópico não é fazer um guia de como você pode operar em cada uma delas, e sim analisar as principais características, restrições e opções de ativos.

Assim poderemos pontuar as diferenças entre Forex e binárias com mais segurança e conhecimento.

O que é Forex?

Forex é a sigla para Foreign Exchange Market, um mercado digital descentralizado que opera baseado nas oscilações de câmbio entre pares de moeda, como EUR/USD (euro-dólar), USD/JPY (dólar e iene), etc.

Na sua origem, as transações eram realizadas apenas por bancos e instituições. Hoje, no entanto, podem ser feitas online por qualquer pessoa. E, diferentemente do que costumamos ver, não há uma compra de ativo, ou porcentagem. E sim uma negociação de derivativos de moedas, ou contratos cujos ativos subjacentes são pares de moedas.

Apesar de serem negociadas moedas de todo o mundo, as escolhidas pelos traders são as mais populares, como dólar, libra e euro. Afinal, como estamos falando da relação entre valores, é mais interessante conhecermos melhor cada moeda, suas interferências políticas e econômicas.

Como funciona o Forex?

Na prática, o investidor, baseado em uma análise técnica, faz a previsão sobre a valorização ou desvalorização de uma determinada moeda frente a outra. Então, por exemplo, se ele acreditar que o dólar apresentará uma valorização em relação ao euro, ele compra essa dupla.

Se essa previsão se concretizar, a remuneração será baseada na diferença entre o valor de compra e a valorização. Caso contrário, ele terá uma perda.

Para evitar grandes prejuízos é possível estabelecer um máximo. Assim que ele for atingido, o trader será avisado e pode decidir sair da operação, ou flexibilizar os limites.

Isso vale também para os ganhos, é possível definir um teto de acordo com a previsão realizada. Caso o investidor não coloque os limites, a transação ocorrerá até o final do tempo determinado e isso pode gerar grandes lucros, mas também comprometer todo o dinheiro da carteira.

Em resumo, no momento da operação, é possível estabelecer a dupla de moedas, o tempo, limites de perdas e ganhos.

Outra informação muito importante é a existência da chamada alavancagem. O investidor não precisa ter todo o valor da ação, apenas parte dele. Isso possibilita que ele faça transações mais volumosas.

De forma resumida, alavancagem é uma espécie de “empréstimo” realizado na corretora. Ela pode variar de proporção conforme os limites de cada exchange. Pode ser 1:1, 1:50, 1:100 e assim por diante.

Para ilustrar, com a alavancagem de 1:200, por exemplo, cada dólar exposto ao risco age como $200 no mercado de Forex. Ou seja, o investidor pode aportar 1 dólar como se fosse 200.

O que são opções binárias?

As opções binárias são mais simples que o Forex, nela os investidores vão prospectar se haverá baixa ou alta de determinado ativo. É um mercado, portanto, “de perde ou ganha”, “sim ou não”. Condizente com o nome, não é mesmo?

Dentre os ativos negociados mais comuns estão os de Forex, mas também é possível optar por ações, commodities, criptomoedas, etc.

Não deixe de ler:

>>>O que é OTC em opções binárias? Esclareça as suas dúvidas.

Como funcionam as opções binárias?

No mercado de opções binárias o investidor deve analisar a relação entre dois ativos e procurar identificar se terá valorização (call) ou desvalorização (put). Neste caso não importa os pontos percentuais e sim se ele acertou ou não a sua previsão.

A remuneração é feita de acordo com uma taxa estipulada pela corretora, disponível para o investidor antes mesmo da operação. Essa porcentagem pode variar, mas a média praticada é de 85%. Se o investidor errar a previsão, o prejuízo será o valor total aportado.

Diferença entre forex e binárias

  • Ativos disponíveis

Uma das primeiras diferenças entre Forex e binárias é a variedade de ativos. No primeiro caso falamos especificamente de câmbio, ou seja, apenas duplas de moedas podem ser negociadas.

Já no caso das opções binárias, existem ativos de natureza diversa, como ações na bolsa de valores, por exemplo. Além, é claro dos câmbios, afinal, os ativos de Forex também são utilizados como base para as opções binárias.

  • Remuneração e rentabilidade

Como mencionamos anteriormente, a remuneração de Forex ocorre baseada na diferença, por isso ele é chamado de CFD, contract for difference. O investidor, portanto, ganha ou perde um valor proporcional à oscilação ocorrida entre os ativos.

No mercado de opções binárias a remuneração é feita baseada em uma taxa pré-estabelecida, que pode ser de 60%, 85%, ou, em alguns casos, 99%. Se o investidor acertar a previsão de movimento ele recebe esse valor. Mas, caso erre, a sua perda é de 100%.

Por isso que, normalmente, a rentabilidade de curto prazo é maior nas opções binárias. Já no longo prazo, com um aporte significativo, o mercado Forex pode apresentar rendimento muito superior. Isso, claro, de houver uma oscilação significativa!

  • Flexibilização

O prazo para sair de uma posição também faz parte das diferenças entre Forex e binárias.

No primeiro, o investidor pode sair quando quiser, seja por estratégia ou para evitar prejuízos maiores. Ele também pode alterar seus limites para aproveitar uma tendência de valorização, por exemplo. Ou, se houver uma expectativa da retomada, ele consegue aumentar o limite de prejuízos.

No mercado de opções binárias isso não é possível. Afinal, o prazo é preestabelecido, seja ele de segundos, minutos, ou mais. O investidor, portanto, terá que esperar o final da operação.

Em alguns casos, algumas corretoras possibilitam a saída antecipada, mas o investidor precisará pagar uma taxa de abandono.

  • Risco

Como não estamos falando de um investimento de renda fixa, com ganhos pré-fixados, os dois mercados possuem seus riscos.

No Forex, temos as oscilações do câmbio, que podem ser surpreendentes. Já no mercado de binárias há uma possibilidade de 100% de perda para cerca de 85% de ganho.

A diferença principal, em relação ao risco, é que no mercado de Forex o investidor pode fechar o negócio antes do prazo, se ele notar que sua previsão estava errada. Além de conseguir estipular um limite máximo de perda, que não necessariamente é o montante total.

No caso das opções binárias, a melhor forma de diminuir os riscos é investir um valor menor, que você tem disponível para perda no dia, semana, etc. Assim é possível fazer um melhor gerenciamento de riscos.

Qual é o melhor? Forex ou binárias?

Como você deve ter notado no decorrer deste texto, Forex e opções binárias possuem inúmeras semelhanças. Mas é baseada nas suas diferenças que precisamos tomar a decisão de qual é melhor. Forex ou binárias?

Bom, vamos aproveitar de uma das palavras mais utilizadas na economia: depende! Por se tratar de uma operacionalidade mais simples, as binárias costumam ser muito utilizadas por quem está começando no mercado.

Afinal, o índice de ganho e o valor a ser perdido são predefinidos. E o investidor não precisa preencher outros parâmetros. Diferentemente do Forex, que demanda um preenchimento mais complexo.

Outro ponto, que faz das opções binárias mais interessantes para iniciantes, é o aporte de capital. Afinal, é possível – e indicado – investir uma porcentagem menor do dinheiro disponível. Já o Forex é mais interessante para trades mais volumosos, ou seja, de valores maiores.

É extremamente comum, inclusive, que os investidores operem nas duas. Diversificando, assim, suas estratégias.

Outro fator que precisa ser considerado é o nível de regulamentação de cada um. Por se tratar de uma opção mais madura, o Forex já possui uma regulamentação mais robusta. Minimizando, assim, possíveis problemas e ruídos. Lembrando que isso em outros países, no Brasil nenhuma delas é regulamentada!

Como, normalmente, as opções binárias são baseadas no Forex, a perspectiva é que elas sejam regulamentadas depois. Isso talvez seja um ponto contra para os investidores mais receosos.

Falamos muito sobre as diferenças entre Forex e binárias, mas uma coisa que as duas têm em comum é a exigência de controle emocional. Ele é um divisor muito importante no mercado financeiro e só é de fato conquistado com a maturidade.

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Dólar x bolsa de valores: por que quando a bolsa cai o dólar sobe?

Você já parou para pensar na relação dólar X bolsa de valores? Por que as oscilações desses dois termos sempre aparecem juntas nos noticiários?

“Temor de nova variante puxa queda de 3,39% da Bolsa; dólar sobe a R$ 5,596.”

Fonte: UOL

“Dólar cai 0,53% e fecha em R$ 5,565; Bolsa tem 3ª alta consecutiva.” 

Fonte: UOL

“Dólar opera em queda, vendido a R$ 5,59, e Bolsa sobe 0,76%.”

Fonte: UOL

Como sabemos, a volatilidade do mercado está raramente atrelada a apenas uma variável. Afinal, estamos falando de um universo mais complexo, que pode sofrer alterações devido a crises políticas, sanitárias, acordos públicos e privados, ou até mesmo por um tweet de alguém influente no mercado.

A questão é que dificilmente conseguimos identificar uma relação exata e imutável entre as oscilações. O que os economistas procuram identificar é se existe uma relação direta ou inversa e se elas são proporcionais, baseada no histórico e na lógica financeira.

Falando especificamente do dólar X bolsa de valores, não apenas há uma ligação, como ela tem uma explicação econômica básica. Continue a leitura para entender melhor como isso se dá e quais as consequências financeiras.

Existe uma relação dólar X bolsa de valores?

Sim, como já adiantamos anteriormente, existe uma forte correlação entre a cotação do dólar e a bolsa de valores. E ela funciona de forma inversa e, normalmente, não proporcional.

Como podemos notar nas chamadas de notícias acima, quando há uma baixa do dólar, a bolsa de valores apresenta uma valorização e o contrário é válido.

Mas qual é exatamente a relação dólar e bolsa de valores? Por que quando a bolsa cai o dólar sobe?

Para explicar isso precisamos pensar em um dos fundamentos mais básicos da economia: se a demanda é maior que a oferta, os preços sobem, certo? Afinal, existem mais pessoas querendo determinado produto que ofertando ele no mercado.

Tendo isso em vista, o que precisamos analisar é o fluxo do dólar no Brasil. Uma das formas dessa moeda entrar em nosso país é quando empresas e pessoas físicas decidem investir aqui.

Para isso, a moeda entra e é convertida em reais. Isso quer dizer que aumentou a oferta de dólar no Brasil e, em simultâneo, ações são compradas. A consequência natural é um impacto negativo no valor do dólar, devido ao aumento da oferta, e uma valorização do IBovespa, devido à compra de ações.

Vale lembrar que nessa dinâmica estamos falando de grandes investidores. Os aportes, portanto, estão na escala de milhões ou bilhões. O alto volume, claro, tem maiores impactos tanto na moeda que entra, quanto na valorização do real e da bolsa de valores.

Ah! Mas sempre que o dólar cai a bolsa de valores sobe? 

Não! Como mencionamos, os dois elementos financeiros sofrem influência de inúmeras variáveis, que, inclusive, não são sempre correlacionadas. Imagine, por exemplo, que uma empresa norte-americana opte por realizar investimentos no Brasil, mas em vez de ações, ela decida investir em títulos públicos ou na indústria.

Bom, isso não terá qualquer relação com a bolsa de valores, certo?

Então, não haverá expectativa de valorização do IBovespa. Ou seja, nesse caso, o dólar pode cair, pelo aumento da oferta, e o índice Bovespa permanecer inalterado, valorizar ou desvalorizar de acordo com as demais variáveis.

O contrário também é válido, pode haver uma escassez de dólar, no país, não atrelada à venda de ações. Dessa forma, a moeda sai do Brasil, causando um déficit na oferta, mas não relacionado à bolsa de valores.

Outro exemplo que comprova a imperfeição dessa correlação é quando há um trânsito de investimentos. Por exemplo, quando o capital estrangeiro já entrou no Brasil e os investidores decidem vender títulos públicos e passam a investir em ações.

Nesse caso, há uma valorização do IBovespa, mas sem impacto direto no valor do dólar.

Você consegue perceber que a relação dólar X bolsa de valores é mais complexa do que pode parecer?

Então, de maneira resumida, há uma correlação negativa imperfeita entre esses dois elementos financeiros. Resultando, portanto, em uma expectativa de desvalorização de um, quando o outro valoriza.

Quer entender melhor quais são os fatores que afetam o dólar? Então não deixe de ler:

>>> Dólar alto é bom ou ruim? Por que ele sobe e qual o impacto disso?

Por que saber a correlação entre índices pode ajudar o investidor na diversificação da sua carteira?

Entender quais investimentos possuem correlação negativa ou positiva é essencial para garantir a diversificação da sua carteira. Essa, que é uma das principais dicas para minimizar riscos, muitas vezes é realizada de forma equivocada.

Não faz sentido, por exemplo, diversificar a carteira com três ou quatro ações do setor de bens industriais. Afinal, normalmente, elas são impactadas pelas mesmas variáveis. Isso quer dizer que, muito provavelmente, sofrerão valorização ou desvalorização em simultâneo.

O que pode gerar rendimentos muito altos, mas também prejuízos completos, sem qualquer compensação. Por mais que você possua um perfil mais arrojado, essa nunca é a intenção ao investir, não é mesmo?

Por isso até mesmo os maiores players do mercado possuem uma porcentagem em renda fixa, por exemplo.

O mais indicado, portanto, é que você consiga analisar quais investimentos não apresentam uma correlação, ou que ela seja negativa. Assim, quando um estiver desvalorizado, espera-se que o outro valorize.

Mas lembre-se de que estamos falando do mercado financeiro. É uma estratégia para gerenciar melhor os riscos, mas não uma certeza de compensação absoluta.

Afinal, como já falamos por aqui, as correlações não costumam ser perfeitas e os elementos financeiros são afetados por muitos fatores. Alguns, inclusive, desconhecidos ou não esperados.

Então, como diversificar com mais segurança?

“Ah! Mas como eu vou saber quais ativos possuem baixa relação, ou correlação negativa?”

Como já falamos por aqui, o mercado financeiro não é uma ciência exata. Isso quer dizer que não podemos afirmar, com certeza, que esse ou aquele ativo não apresentará nunca uma correlação positiva.

Mas, para diminuir os riscos, o ideal é optar por ativos indexados em diferentes taxas, ou ações de mercados distintos. Nesses casos, as chances de haver o mesmo movimento são menores. Afinal, normalmente, eles serão impactados por variáveis diferentes.

Lembre-se de considerar, sempre, o seu perfil de investidor, os objetivos estabelecidos e prazos, certo? Assim, você poderá optar por estratégias personalizadas para a sua carteira.

Agora que você já compreendeu a relação dólar X bolsa de valores e a importância da correlação de ativos, que tal entrar no universo das ações com ainda mais segurança?

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O que é Metatrader? Veja para que serve a plataforma

Para os investidores interessados em operações financeiras de curto prazo, existem aplicações que visam à melhora da performance no day trade por meio de automatização de dados. Nesse sentido, você sabe o que é Metatrader?

Essa plataforma é a ferramenta mais popular mundialmente entre os praticantes de day trade que buscam deciões mais ágeis por meio de robôs que realizam ações programadas por algoritmos.

Para se ter uma ideia do tamanho da popularidade da aplicação, somando as duas versões disponíveis, há cerca de 7 milhões de usuários inscritos, segundo informações de 2021 divulgadas pela própria marca

Portanto, se você está  dando seus primeiros passos em operações de tiro curto no mercado financeiro, acompanhe o conteúdo até o fim para entender melhor o que é Metatrader, além dos principais benefícios e funcionalidades da plataforma. Vem com a gente!

O que é Metatrader?

 O Metatrader é uma plataforma de negociações com mecanismos de automação capazes de conectar seus usuários aos principais mercados financeiros do mundo por meio de uma interface extremamente simples e intuitiva.

Fundada em 2005 pela empresa MetaQuotes Software Corp, a ferramenta possui duas versões disponíveis e ativas nos dias de hoje: o Metatrader 4 e o Metatrader 5.

A aplicação é voltada especialmente para os investidores interessados em fazer day trade, uma estratégia voltada para ganhos de curto prazo. O principal guia de orientação são análises técnicas de gráficos e tendências diversas, mas também conceitos da análise fundamentalista.

Sendo assim, por meio de um sofisticado sistema algorítmico de inteligência de dados, é possível: 

  • coletar insights em tempo real para ter meio controles sobres riscos operacionais; 
  • gerenciar o reposicionamento da carteira de investimentos ;
  • fazer simulações de execuções de sua estratégia;
  • programar algoritmos de acordo com indicadores de análise técnica e fundamentalistas;
  • ter acesso ao home broker das principais bolsas de valores do mundo, além de diversificação de produtos multimercado;
  • operar 24 horas por dia e 7 dias por semana;
  • ter acesso fácil por meio de computadores simples e via mobile.

>> Confira conteúdo abaixo do canal Investimento às Claras no YouTube e descubra TUDO que você precisa saber antes de começar a investir em ações:

Quais os benefícios do Metatrader?

Agora que você entendeu o que é Metatrader, vamos falar de forma bem concreta quais são os principais benefícios da plataforma.

Primeiramente, vale salientar a produtividade e eficiência que o investidor ganha com a centralização de acesso ao home broker de diversas bolsas e ofertas de ativos de vários países em um só lugar.

Quem já faz day trade há mais tempo sabe do desgaste e dificuldade de gerir diversos cadastros e logins ao mesmo tempo para redefinir suas posições.

Em segundo lugar, além da programação automática de compras e vendas de curto prazo baseada em indicadores, é possível operar sua carteira de investimentos de forma totalmente manual ou híbrida.

Mas, de fato, a inteligência de dados é um dos grandes diferenciais da plataforma. Por exemplo, há uma loja de robôs com inúmeras funcionalidades para que você escolha de acordo com sua estratégia. 

Esse formato de compra e venda automático por meio de um robô faz alertas de movimentações de acordo com as configurações preestabelecidas e seus objetivos de investimento.

Dessa forma, o robô utiliza a própria plataforma para se conectar com os principais mercados organizados do mundo e, assim, atuar segundo as regras programas por você.

Quais os principais concorrentes do Metatrader?

Entendeu o que é Metatrader, gostou de suas funcionalidades, mas ainda está interessado em conhecer quais seus principais concorrentes de mercado? Saiba que há sim boas ferramentas que você pode analisar para comparar preços, funções e outras variáveis.

Dentre elas, destacamos as seguintes:

  • Profit RicoTrader: versão do Profit personalizada pela corretora Rico com operações day trade alavancadas e zeragem Automática
  • Tradezone: análise de preços, comparação de setups e busca de oportunidades simultânea ao Home Broker.
  • TrydPro: oferece replay de mercado, automatizador de ordens via planilhas do Excel e simulador gratuito. Voltado para traders mais experientes.

Vale salientar que todas essas plataformas, incluindo o Metatrader, estão incluídas no aplicativo da Rico. O Metatrader, inclusive, é gratuito para quem for cliente da corretora.

 Quais ativos eu posso negociar com o Metatrader?

Pelo Metatrader o investidor tem acesso aos principais ativos de renda variável, como ações, fundos imobiliários, mercados futuros, etc.

Entretanto, antes de fazer day trade e operar títulos a curto prazo com o máximo de rentabilidade, o investidor precisa estudar bastante, entender os princípios da análise técnica, saber analisar gráficos e conhecer o funcionamento do mercado financeiro.

Portanto, pensando nisso, a Escola de Investimentos da Faculdade XP pode te ajudar a entender tudo sobre renda fixa ou variável, além de te ensinar o que você precisa aprender sobre trading.

>> Aprimore seus conhecimentos sobre day trade com um especialista do mercado com o curso que a Faculdade XP School tem para você:

Campanha de um curso online sobre "Tudo que aprendi em 12 anos de day trade" da Faculdade XP School.

Gostou do conteúdo? Entendeu direitinho o que é Metatrader? Para mais conteúdos que nem esse, continue acompanhando as postagens da Faculdade XP e aprenda tudo sobre investimentos, independente do seu perfil ou estratégia.

Como ganhar dinheiro com moedas virtuais? Confira as principais estratégias!

Quer saber como ganhar dinheiro com moedas virtuais? Isso é um sinal de que está atento e bem-informado, uma vez que já percebeu a força das criptomoedas e seu potencial de crescimento, certo?

Apesar de ainda tímido, o mercado de criptomoedas no Brasil tem ganhado força, batendo um recorde histórico no último ano. Segundo a CNN, pesquisas da Hashdex, baseadas em dados da B3 e da CVM, o mercado das criptomoedas alcançou, em 2020, 30 mil investidores em fundos e em ETFs (fundo de índice).

Em 2021, o alcance passou para, surpreendentes, 325 mil investidores. Sim, mais de 900% de crescimento. Isso significa que o mercado brasileiro tem apresentado menos resistência às criptomoedas. E, claro, muitos iniciantes já querem saber como ganhar dinheiro com moedas virtuais.

Vamos descobrir quais são as possibilidades mais comuns e como ocorre a remuneração?

Afinal,  como ganhar dinheiro com moedas virtuais?

Como ganhar dinheiro com moedas virtuais

Já adiantamos na introdução que sim, é possível ganhar dinheiro com moedas virtuais. Mas antes de analisarmos as estratégias, é preciso ter certeza de que os principais termos relacionados a moedas virtuais estão bem claros.

Afinal, estamos falando de um mercado relativamente novo, com muitas informações e nomenclaturas que não são tão óbvias. E podem, inclusive, confundir muitos iniciantes em criptomoedas, atrapalhar as possibilidades de ganho e desestimular a entrada nesse universo.

Então, o que são moedas virtuais? Ainda vale a pena fazer esse investimento?

Muito se fala sobre o boom das moedas virtuais ter passado e que, hoje, não é tão vantajoso quanto há alguns anos.

De fato, os investidores que apostaram nas moedas virtuais, logo que elas surgiram, conquistaram ganhos meteóricos. Em 2009, 1 BTC valia muito menos de 1 centavo, hoje, 11/01/2022:

Preço do bitcoin em 11 de janeiro de 2022

Atualmente, não podemos esperar uma valorização desse porte, inclusive, já presenciamos inúmeras quedas nos últimos anos, mas isso não quer dizer que não existem possibilidades de ganho.

Muito pelo contrário, basta procurar a fundo sobre o assunto, desenvolver uma boa estratégia e um plano de ação. Para começarmos esse processo de informação, veja o nosso breve vídeo abaixo, explicando um pouco mais sobre esses ativos, termos, etc:

Saiba mais:

>>>Criptomoedas: 5 mitos e mentiras desvendados pela Faculdade XP

Vale ressaltar que o Bitcoin e as criptomoedas são uma categoria das moedas virtuais. Existem outras, como World of Warcraft, Second Life e Eve Online, moedas de jogos, que só são aceitas nessa “economia virtual”.

Neste artigo, focaremos nas criptomoedas! Então, no decorrer do texto usaremos essas palavras como sinônimos, tal como, normalmente, é feito na rede.

Como ganhar dinheiro com moedas virtuais? 4 estratégias

Como mencionado, as estratégias citadas abaixo serão focadas, mais especificamente, na categoria de moedas virtuais que chamamos de criptomoedas, que são digitais e virtuais

Posto isso, vamos às maneiras de como ganhar dinheiro com moedas virtuais:

1 – Investimento

A primeira maneira de ganhar dinheiro com criptomoedas é comprando e armazenando. Sim, por mais que pareça óbvio, estamos falando de um investimento. Adquirir moedas virtuais e armazená-las por um período, até que haja valorização real é, portanto, uma prática no mercado.

Vale ressaltar, no entanto, que estamos falando de um ativo com alta volatilidade, então, essa estratégia é de longo prazo! E o ideal, claro, é armazenar criptomoedas mais estáveis por longos períodos, como o Bitcoin, por exemplo.

Essa é uma das maneiras de ganhar dinheiro com moedas virtuais que possibilita um melhor gerenciamento de riscos, além de ser mais fácil. Afinal, o processo de obter bitcoins, e outras criptomoedas, é bastante simples.

Quer entender melhor? Então, não deixe de ler:

>>> Como funciona o investimento em Bitcoin? Vale a pena? É seguro?

2 – Negociação

Essa forma de como ganhar dinheiro com moedas virtuais é mais indicada para negociações que visam explorar oportunidades de curto prazo. Você compra os ativos por um preço e os vende por um valor maior, ganhando, portanto, essa diferença.

O mercado de criptografia é volátil, certo? Isso significa que os preços dos ativos podem aumentar e diminuir drasticamente em curto prazo. O day trader, “negociador diário”, aproveita essas oscilações para realizar operações, comprando na baixa e vendendo quando atinge um valor vantajoso, em questão de segundos, minutos, ou horas.

Como você já deve imaginar, é uma ação que demanda alto poder analítico, agilidade, estratégia e muito conhecimento de mercado. E ela pode ser realizada por diversos meios.

As negociações chamadas de alta frequência, por exemplo, são realizadas em períodos muito curtos, por bots, com programações complexas que respondem a alguns filtros de valores, prazos, etc.

Já a negociação técnica e a baseada em fatores noticiados são pautadas pela previsão de queda ou alta das moedas virtuais.

Nesse caso, vale a expertise do investidor, compreensão ou perspectiva de alterações baseadas em histórico. Ou, no caso dos fatores noticiados, considerando a reação do mercado à divulgação de informações globais. Como foi o caso, por exemplo, do tweet do CEO da Tesla, Ellon Musk, sobre separação e a hashtag bitcoin.

Acredite se puder, uma postagem no Twitter foi capaz de gerar uma queda de mais de 6% no valor do Bitcoin. A grande oportunidade desse tipo de ganho, portanto, é conseguir antecipar essas oscilações.

Por fim, outra maneira de ganhar dinheiro com moedas virtuais, utilizando a negociação, é o scalping. Nessa estratégia, os negociadores realizam um grande volume de transações, com lucros menores, que somadas podem gerar um bom valor.

O ponto positivo é: um bom negociador pode sair sempre ganhando, seja em momentos de baixa ou alta dos ativos. Afinal, ele consegue assumir a posição de comprador quando o ativo está em baixa e de vendedor quanto está em alta.

3 – Empréstimos

Assim como ocorre com as moedas reais, também é possível ganhar dinheiro com empréstimos de moedas virtuais. E isso pode ser realizado de duas formas.

  • A primeira é por meio da remuneração realizada pela rede, um terceiro que faz a conexão entre os credores e devedores.
  • E a segunda é emprestar moedas virtuais diretamente para outros investidores. Os recebidos, nos dois casos, são chamados de cripto dividendos e se assemelham muito aos juros bancários. Tanto em valores, como em oscilações conforme a moeda e o tipo de empréstimo.

Por exemplo, ativos que variam seguindo a oferta e demanda do mercado, podem oferecer taxas de 3% a 8%. Já moedas mais estáveis, que seguem a variação de moedas reais, os juros podem chegar a 17 ou 18%.

E, vale ressaltar, que é possível realizar o empréstimo da própria criptomoeda a terceiros, ou solicitar um empréstimo comum, utilizando as criptomoedas como garantia. São duas ações diferentes. Na primeira você é um credor e na segunda um devedor.

Na segunda opção, o investidor opta por dar em garantia uma moeda em alta, que deve permanecer assim por um certo período, e recebe o valor em outra moeda, como dólar, por exemplo.

A ideia é que os recebidos sejam baseados na valorização da garantia, que será paga no período e resgatada posteriormente. Hoje, algumas exchanges, inclusive, já facilitam esse processo.

Mas é importante saber que se não houver a quitação, a exchange poderá vender os criptoativos. Já no caso do empréstimo a terceiros, as cláusulas do acordo são pouco seguras, pois não temos um órgão responsável pela regularização, o que, naturalmente, pode ser uma ação de alto risco para o credor.

4 – Mineração

Não podíamos deixar de mencionar como ganhar dinheiro minerando criptomoedas. Afinal, sempre ouvimos falar sobre esse termo. Mas como isso acontece, na prática?

É muito simples, na mineração o investidor oferece um hardware potente à rede, para fazer a confirmação e auditoria das transações.

Como já sabemos, para que uma venda ou compra de ativos seja concretizada é preciso verificar se aquela ação não foi realizada antes, evitando, assim, fraudes e duplicidades. Essa confirmação é realizada por máquinas potentes, específicas.

Podemos dizer, portanto, que a remuneração dos mineradores ocorre pelo “empréstimo” de capital tecnológico. Isso quer dizer que, a maneira de como ganhar dinheiro minerando criptomoedas está diretamente relacionada ao capital investido.

Considerando, portanto, todos os custos envolvidos tanto na aquisição das tecnologias, quanto relacionados à rede, energia, etc. A diferença entre o recebimento da mineração e o total de custos é a remuneração do investidor.

5 – Comercialização de serviços e remuneração em criptomoedas

Por fim, uma das formas de como ganhar dinheiro com moedas virtuais, que não é tão comentada assim, é a remuneração por serviços prestados. Apesar de não ser exatamente um ganho direto das criptomoedas, muitas empresas do setor contratam serviços e remuneram com as moedas virtuais.

Como, por exemplo, produção de conteúdo para blogs, visualizações de vídeo e até mesmo jogos online, ou respostas a questionários.

Mas precisamos fazer um alerta aqui: cuidado com as propagandas e promessas. Não realize nenhuma ação sem verificar a procedência da empresa e das ofertas. Informação é fundamental para você ter sucesso em todas as estratégias de ganhar dinheiro com moedas virtuais.

Com mais conhecimento, ganhamos muito mais confiança para avaliar os riscos e ganhos. Além, é claro, de termos mais segurança e nos protegermos de eventuais perdas.

Pensando nisso, a escola da XP Inc reuniu os melhores do mercado para construir um curso completo sobre Educação Financeira. Clique no banner abaixo agora mesmo e garanta sua vaga!

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Day trade é furada? Vale a pena ser trader? Nós respondemos!

Uma das práticas mais polêmicas do mercado, o day trade gera muita curiosidade, especialmente entre aqueles que começaram agora no mundo dos investimentos. Entre os mais experientes, porém, há alguns que defendem, mas outros que pensam que day trade é furada. O que se pode dizer, contudo, é que a prática demanda certos cuidados. 

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) analisou cerca de 20 mil traders e mostrou que, em dois anos, 92% desistiram de tentar viver com essa prática. Das pessoas que decidiram continuar, mais de 90% tiveram prejuízo. As evidências mostram que, apesar de prometer lucros rápidos, a prática nem sempre é lucrativa no longo prazo. Porém, se executada com sabedoria, pode ser uma ótima aliada do investidor. 

Preparamos esse texto para mostrar as vantagens e desvantagens dessa prática, como ela funciona e como poderia trazer bons resultados em seus investimentos. Boa leitura!

Day trade é furada? Entenda…

O day trade nada mais é do que a prática de comprar e vender um ativo – como uma ação -, no mesmo dia e na mesma quantidade. Pela velocidade que essa negociação acontece, quem escolhe por ela acaba se expondo a um risco maior. Por apostar nesse tipo de investimento, muitas pessoas afirmam que o day trade é uma furada. Confira a seguir alguns dos motivos para isso: 

Modalidade de alta performance

Uma das grandes diferenças do day trade para outros tipos de investimento é a sua alta performance. Isso significa que é preciso estar extremamente preparado para lidar com as oscilações do mercado. E mais do que isso: ter um lado racional muito equilibrado, para não deixar o emocional tomar conta de qualquer decisão. 

>>> Gerenciar riscos e ter consistência nas operações financeiras são pontos fundamentais para qualquer pessoa que deseja virar Trader. No vídeo abaixo, Ariane Campolim, que é Trader profissional, e o analista e trader Zé Rico, avaliam como essas características podem ser fundamentais no sucesso dos seus investimentos. Confira a série Full Trader e aumente ainda mais o seu conhecimento sobre o tema:  

 Especulação extremamente arriscada

Apesar de muita gente se referir ao day trade como uma estratégia de investimento, a prática é puramente especulativa. Sendo assim, é difícil considerar investimento aquilo que você compra e vende no mesmo dia. O objetivo é aproveitar as pequenas movimentações do mercado. Com isso, ao analisar alguns gráficos usando técnicas de tendência, o trader aposta em uma valorização ou queda de um ativo em um único dia. Por esse motivo, é considerada uma prática especulativa. 

Alta possibilidade de ganhos

Não existe receita mágica. Muita gente acha que vai ganhar dinheiro fácil ao começar a operar day trade, mas a verdade não é bem essa. “O Day Trade não me faz ganhar dinheiro. Ele é um meio que me permite ter ganhos, sim. Mas a minha disciplina de todos os dias é o que me faz ter as ações necessárias para que isso aconteça”, afirma a day trader profissional, Ariane Campolim, no canal da Clear Corretora no YouTube. 

Day trade é uma modalidade nova no Brasil

Por ser considerada uma modalidade nova no Brasil, o day trade ainda é muito cercado de desconfiança. Poucos cadastros de pessoas físicas são registrados na Bolsa de Valores, o que mostra um mercado ainda em crescimento. A consequência disso é um desafio grande: a falta de cursos de qualidade e informações claras sobre o tema, o que dificulta mais o conhecimento sobre o day trade. 

>>> Sabendo dessa lacuna, a Faculdade XP traz um curso incrível ministrado pelo Analista de Investimentos da Rico, André Moraes. Esse curso ensina técnicas para a realização de operações de day trade com ações e minicontratos e traz experiências reais vividas por Moraes em mais de 12 anos. Faça a sua inscrição clicando na imagem abaixo. Aproveite!

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A resposta é: day trade não é furada

Apesar dos grandes desafios que essa modalidade possui, sabendo usá-la da forma correta, ela pode ser uma grande impulsionadora de resultados. Portanto, o ideal é que você estude muito, invista em conhecimento e tenha resiliência. Separamos a seguir algumas sugestões de como operar day trade de forma segura, mostrando que a técnica não é uma furada. Confira:

Tenha muito preparo técnico e emocional

O day trade é muito diferente das estratégias de longo prazo. Nem sempre você vai ganhar nas transações e, por isso, deve estar preparado para perder em algumas. No final, o que vale é o resultado geral de todas as transações que você realizou no dia ou em um determinado período. 

Por conta dessa característica, você deve se preparar emocionalmente para lidar com esses momentos. Ter frieza e disciplina para entender que faz parte do jogo é fundamental. Além disso, mais do que ter preparo mental, é preciso conhecimento técnico. Para isso, você pode contar com os cursos da Faculdade XP. Por exemplo, você sabe como fazer uma análise técnica?

>>> Não sente que está preparado? Aprenda a ler o mercado:  A análise técnica clássica consegue traduzir, a partir do preço, as melhores oportunidades de investimentos. Entenda os gráficos para operar em qualquer mercado com o curso “Análise Técnica Clássica”. Clique abaixo e faça já a sua inscrição. 

Botão Quero Aprender Sobre a Análise TécnicaDomine técnicas e ferramentas

Compreender algumas técnicas, conceitos e ferramentas deste mercado são fundamentais para ter sucesso. Você vai se deparar com termos muito comuns, como alavancagem, venda a descoberto, tape reading, price action e muitos outros. Por isso, o ideal é ir atrás para entender o que são e como funcionam. Você pode se aprofundar um pouco mais sobre o tema neste texto sobre day trade.  

Não opere apenas em trading

O segredo para o sucesso dos investimentos não está na aposta em um único formato. Os grandes investidores têm estratégias equilibradas. Por isso, o day trade precisa ser apenas um pilar dentro do seu planejamento. Invista seu patrimônio em outros formatos, que trazem riscos menores, como FIIs, renda fixa e outras modalidades. A diversificação é a forma mais adequada de equilibrar a sua exposição no mercado. 

>>> Por falar nisso, confira o bate-papo que especialistas financeiros discutem sobre este tema. Na série “Analistas Sem Censura”, Renato Breia, Bruce Barbosa e Marilia Fontes ensinam como diversificar os seus investimentos na medida ideal. Confira no vídeo abaixo e aumente o seu conhecimento:

Use a estratégia com moderação

Um dos maiores erros de quem investe em day trade é se dedicar 100% a essa estratégia, sem olhar de forma mais ampla para outras alternativas. Por isso, tente utilizar essa estratégia com moderação e apenas quando achar que esteja em um bom momento pra ela. Um bom investidor está atento às oportunidades que o mercado oferece. Sabe o ditado “estar no lugar certo, na hora certa”? Este é um dos grandes segredos do sucesso no mundo dos investimentos. 

Agora que você já sabe se day trade é furada ou não, que tal começar a investir em mais conhecimento para sua jornada? Faça seu controle financeiro e descubra truques úteis: tenha mais autonomia para gerir suas economias. Com o curso “Excel para Finanças”, você terá dicas com aplicação prática para usar no dia a dia. Faça a sua inscrição clicando na imagem abaixo. Aproveite!   

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9 tipos de aplicações financeiras: descubra qual combina mais com o seu perfil

O interesse dos brasileiros pelo mundo dos investimentos vem aumentando constantemente nos últimos anos. O que é ótimo, afinal, demonstra que a educação financeira está chegando a cada vez mais pessoas, que têm experimentado os mais diversos tipos de aplicações financeiras disponíveis no mercado.

O estudo “Uma análise da evolução dos investidores na B3”, publicado pela Bolsa Brasileira em novembro de 2021, verificou que o número de Pessoas Físicas na plataforma cresceu cerca de 20% em relação ao mesmo período de 2020.

A pesquisa também revelou um aumento de 11% dos adeptos à renda fixa e 30% na renda variável.

Se você quer fazer parte deste movimento e começar a investir, agora é o momento de escolher qual investimento combina mais com o seu perfil, pois, neste post, você irá aprender o que é uma aplicação financeira e quais os principais tipos disponíveis no mercado. Boa leitura e bons investimentos!

O que é uma aplicação financeira?

Aplicações financeiras são tipos de investimento representados por ativos ou títulos, que podem ser emitidos por empresas privadas ou instituições públicas.

Na prática, ao investir, você está emprestando dinheiro para uma instituição em troca do rendimento de juros — o que chamamos de renda fixa — ou adquirindo parte do empreendimento, tornando-se sócio, em troca da participação nos lucros em forma de dividendos — caracterizando a chamada renda variável.

Que tal aprofundar um pouco mais para entender como cada um desses tipos de aplicações financeiras funcionam e conferir alguns exemplos? Vamos lá!

9 tipos de aplicações financeiras

De acordo com a modalidade de rendimento, podemos dividir os tipos de aplicações financeiras em dois grandes grupos: renda fixa e renda variável.

Vamos entender cada uma dessas categorias e conhecer os principais tipos de aplicações disponíveis em cada uma delas.

Aplicações em renda fixa

Considerados investimentos de baixo risco, esse tipo de aplicação rende a uma taxa de juros fixa, que pode ser de três formas:

  • prefixada: quando a taxa de juros é definida no momento da contratação, permitindo que o investidor saiba exatamente quanto irá receber ao fim do prazo da aplicação;
  • pós-fixada: quando o investimento está atrelado a algum índice de referência do mercado, como CDI, IPCA, Selic, etc. Como esses indicadores variam ao longo do tempo, o rendimento da aplicação só é conhecido ao fim do período contratado;
  • híbrida: trata-se de uma mistura entre os dois itens anteriores, ou seja, aplicações cujo rendimento está associado tanto a uma taxa de juros fixa quanto a um índice do mercado.

Exemplos de aplicações em renda fixa

Investimentos em renda fixa são os tipos de aplicações financeiras mais procurados por quem está iniciando neste mundo e também pelos mais conservadores. Conheça alguns dos principais:

Títulos do Tesouro

Os Títulos do Tesouro são emitidos pelo Governo Federal, visando captar recursos para realizar investimentos e financiar a dívida pública. Na prática, ao entrar nesse tipo de aplicação, você empresta dinheiro para o governo em troca de juros.

Há três opções:

  • Tesouro IPCA+, que tem sua rentabilidade atrelada ao índice IPCA, utilizado para medir a inflação do país. Por conta disso, essa aplicação sempre irá render acima da inflação, sendo uma boa estratégia para proteger seu patrimônio;
  • Tesouro Prefixado, que tem sua taxa de juros definida no momento da aplicação, permitindo que o investidor saiba exatamente quanto irá resgatar ao fim do período contratado;
  • Tesouro Selic, um dos investimentos em renda fixa mais seguros do mercado, tem seus rendimentos atrelados à taxa Selic.

>>> Para saber mais sobre esses títulos públicos, leia: Top 5 vantagens de investir em Tesouro Direto para começar hoje!

LCI e LCA

LCIs (letra de crédito imobiliário) e LCAs (letras de crédito do agronegócio) são títulos emitidos para captar recursos para o financiamento das atividades dos setores imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Em troca, geram juros para seus investidores.

Além do baixo risco, outra vantagem desses tipos de investimentos é que são isentos do Imposto de Renda. Mas atenção! Isso não significa que você não precise declará-los, mas sim que não precisa pagar tributos pelos seus rendimentos.

CDB

Os Certificados de Depósito Bancário são títulos de dívida emitidos por bancos para captar recursos. Ao contrário de um empréstimo, onde você precisa pagar juros para o banco, aqui é você quem empresta para a instituição e recebe os juros.

Você pode encontrar tanto CDBs prefixados, que irão render a uma taxa de juros fixa, quanto pós-fixados, atrelados à taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

>>> Você também pode se interessar por: Títulos de renda fixa mais populares: quais são os principais tipos?

Aplicações em renda variável

Como o próprio nome sugere, ao investir em ativos de renda variável, não há como prever seus resultados. Isso porque, o rendimento desse tipo de aplicação varia de acordo com as oscilações do mercado, que pode ser impactado por diversos fatores, como: política, economia, notícias, eventos internos, etc.

Por conta de sua alta volatilidade, esses tipos de aplicações são considerados investimentos de risco mais elevado quando comparados aos de renda fixa, porém, apresentam maior potencial de rendimento.

Exemplos de aplicações em renda variável

Aplicações em renda variável apresentam um maior grau de risco quando comparadas às de renda fixa, no entanto, também tem maior potencial de lucro. Conheça algumas das principais:

Ações

Provavelmente o tipo de aplicação em renda variável mais conhecido, as ações são ativos que representam parte do capital social de uma empresa.

Ao investir nesses papéis, você se torna sócio da organização em questão, e passa a lucrar com a estratégia de dividendos, que nada mais é do que participação nos lucros.

Outra forma de lucrar nesse mercado é fazendo o que conhecemos como trading, que consiste em comprar os ativos na baixa e vender na alta, ganhando com a diferença.

Fundos Imobiliários

Os Fundos Imobiliários (FIIs) funcionam como um grupo de investidores com o objetivo de reunir recursos para aplicar no mercado imobiliário.

O capital levantado pode ser utilizado para a construção ou aquisição de imóveis que, posteriormente, são alocados ou arrendados.

Os lucros gerados são distribuídos entre os participantes de forma proporcional ao número de cotas que cada um possui.

>>> Quer mais opções de investimento em renda variável? Então confira: Como começar a investir em renda variável? Conheça 5 tipos de investimento

Qual é a melhor aplicação financeira?

O melhor tipo de aplicação financeira sempre irá depender dos seus objetivos e do seu perfil de investidor. Portanto, estude as opções disponíveis a fim de descobrir qual se adequa melhor às suas necessidades.

Se o que você procura são investimentos de baixo risco, mesmo que tenham menor rendimento, pode dar uma conferida em aplicações de renda fixa com alta liquidez.

Por outro lado, se procura por alta rentabilidade e seu perfil tem maior tolerância a risco, vale a pena estudar aplicações em renda variável.

Lembrando que, quando o assunto é investimento, diversificação é a palavra-chave para o sucesso.

Quer investir com mais segurança? Então, você precisa entender como funciona o tripé dos investimentos. Veja o vídeo abaixo, no qual a Clara Sodré, nossa especialista em investimentos, explica tudo direitinho:

Se você quer mergulhar ainda mais neste universo e aprender a tomar decisões cada vez melhores em relação ao seu dinheiro, conheça o curso: Cenários e Investimentos: macroeconomia para Investidores.

Por meio dele, você aprenderá a analisar o mercado, a fim de identificar as melhores oportunidades para aplicar seu dinheiro.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Macroeconomia para Investidores" da Faculdade XP School.

Curtiu este post? Então, que tal compartilhar com seus amigos para que eles fiquem por dentro dos principais tipos de aplicações financeiras disponíveis no mercado?

Ranking das pessoas mais ricas do mundo: conheça os 10 maiores bilionários do planeta

Já virou tradição. Todos os anos, desde 1987, a Forbes divulga o ranking das pessoas mais ricas do mundo. Para isso, a revista leva em conta o patrimônio líquido desses ricaços, considerando os preços de seus ativos com base na taxa de câmbio na data de apuração, que em 2021, foi no dia 5 de março.

A 35ª edição do ranking das pessoas mais ricas do mundo conta com 2,755 integrantes, cujas fortunas somadas equivalem a um total de US $13,1 trilhões. É muito dinheiro, concorda?

Como a lista é extensa, neste post vamos focar apenas nos dez primeiro colocados, que são:

  1. Jeff Bezos;
  2. Elon Musk;
  3. Bernard Arnault;
  4. Bill Gates;
  5. Mark Zuckerberg;
  6. Warren Buffett;
  7. Larry Ellison;
  8. Larry Page;
  9. Sergey Brin;
  10. Mukesh Ambani.

Vamos conhecer cada um deles e ver como chegaram até o patamar que ocupam atualmente — vai que a gente descobre a receita do sucesso, não é mesmo?

Lembrando que, apesar do ranking das pessoas mais ricas do mundo ser divulgado apenas uma vez ao ano, você pode acompanhar a lista dos bilionários atualizada em tempo real sempre que quiser, diretamente no site da Forbes.

Ranking das pessoas mais ricas do mundo

Quem são? De onde vem sua fortuna? Chegou o momento de conhecer os maiores bilionários do planeta!

Então, vamos ao top 10 das pessoas mais ricas do mundo, segundo a Forbes.

1. Jeff Bezos

Com um patrimônio líquido de US$ 177 bilhões, quem ocupa o primeiro lugar do ranking das pessoas mais ricas do mundo é Jeff Bezos, o fundador da gigante varejista Amazon, da qual deixou o cargo de CEO recentemente, tornando-se presidente do conselho administrativo.

Além da Amazon, Jeff Bezos também possui outras duas grandes companhias: o jornal The Washington Post e a Blue Origin, empresa aeroespacial que, em 2021, realizou seu primeiro voo espacial tripulado, com Jeff Bezos à bordo.

Alguns de seus investimentos incluem ações de empresas como: Twitter, Uber e Airbnb.

2. Elon Musk

Elon Musk no ranking da Forbes das pessoas mais ricas do mundo
Elon Musk – Fonte: Forbes.

No segundo lugar da lista da Forbes está Elon Musk, com seus US$ 151 bilhões.

Um de seus primeiros grandes empreendimentos foi a plataforma de pagamentos PayPal, que, posteriormente, foi vendida para o eBay.

Atualmente, Musk é CEO da Tesla Motors, focada em baterias e carros elétricos, a SpaceX, do ramo aeroespacial, e está envolvido com outras empresas, como: OpenAI (vice-presidente), Neuralink (fundador e CEO) e SolarCity (co-fundador e presidente).

Além disso, o bilionário também investe em criptomoedas como Bitcoin, Dogecoin e Ethereum.

>>> Leia também: Criptomoedas promissoras para acompanhar e comprar em 2022

3. Bernard Arnault

O terceiro lugar do ranking ficou com Bernard Arnault, o magnata dos artigos de luxo, com um patrimônio líquido de US$ 150 bilhões.

Atualmente ele é presidente e diretor executivo do grupo LVMH, sendo responsável por mais de 70 marcas, dentre as quais estão Louis Vuitton e Sephora.

4. Bill Gates

Tendo ocupado o primeiro lugar por muitos anos, na última edição do ranking das pessoas mais ricas do mundo, o bilionário e filantropo, Bill Gates, aparece na quarta posição, com um patrimônio líquido de US$ 124 bilhões.

Sua grande fortuna advém da cofundação da Microsoft, uma das maiores companhias de software do mundo.

Dentre as principais ações nas quais Gates investe hoje, estão: Walmart, Canadian National Railway e Caterpillar.

5. Mark Zuckerberg

Cofundador do Facebook e dono do WhatsApp e Instagram, com apenas 37 anos, Mark Zuckerberg é o mais jovem entre os bilionários que compõem esta lista. Com um patrimônio de US$ 97 bilhões, ele ocupa o 5º lugar do ranking.

6. Warren Buffett

Warren Buffett - um dos maiores investidores de todos os tempos
Warren Buffett – Fonte: Forbes.

Warren Buffett é considerado um dos investidores de maior sucesso do mundo, sendo conhecido como Oráculo de Omaha. Com uma fortuna de US$ 96 bilhões, ocupa a 6ª colocação no ranking das pessoas mais ricas do mundo em 2021.

Ele é presidente do conselho e diretor executivo da Berkshire Hathaway, uma holding de investimentos, por meio da qual também investe em ações de empresas, como IBM, Coca-Cola, Kraft Heinz e American Express.

>>> Se você quer inspiração dessa lenda dos investimentos, confira este post: Warren Buffett: frases do maior investidor de todos os tempos

7. Larry Ellison

Larry Ellison é co-fundador, presidente e diretor executivo da Oracle Corporation, uma empresa de software e tecnologia, da qual também é acionista majoritário, possuindo cerca de 35% de suas ações.

Seu patrimônio líquido, no valor de US$ 93 bilhões, lhe garantiu a 7ª posição no ranking dos mais ricos de 2021.

8. Larry Page

Larry Page - uma das pessoas mais ricas do mundo
Larry Page – Fonte: Forbes.

Na 8ª posição do ranking, temos Larry Page, cofundador do Google, ao lado de Sergey Brin — que aparecerá na 9ª posição — com quem desenvolveu o algoritmo de PageRank do Google, responsável pelo mecanismo de busca da plataforma.

Com patrimônio de US$ 91,5 bilhões, Page também é fundador e investidor na empresa de exploração espacial, Planetary Resources. Além de financiar as startups Opener e Kitty Hawk.

9. Sergey Brin

Com uma trajetória interligada à de Larry Page, com quem fundou o Google em 1998, Sergey Brin ocupa o posto de 9ª pessoa mais rica do mundo em 2021, com sua fortuna no valor de US$ 89 bilhões.

10. Mukesh Ambani

Com uma fortuna avaliada em US$ 84,5 bilhões, Mukesh Ambani é o presidente do conselho, CEO e acionista majoritário da Reliance Industries Limited, empresa que atua nas áreas petroquímica, petróleo e gás, telecomunicações e varejo.

Que tal se inspirar nesse ranking e começar sua jornada em direção ao sucesso financeiro?

Este ranking das pessoas mais ricas do mundo pode parecer um sonho distante — e de fato é —, mas isso não significa que nós também não passamos construir nosso próprio patrimônio, concorda?

Se você quer um empurrãozinho para sair da estaca zero, no vídeo abaixo, a Clara Sodré, especialista em investimentos, dá dicas de como poupar dinheiro para começar a investir. Dê o play e confira esses truques infalíveis:

Embora não sejamos tão ricos quanto o pessoal desta lista, podemos começar aos poucos e conquistar uma vida mais confortável, alcançando a tão sonhada estabilidade e independência financeira.

Mas, para isso, precisamos dar o primeiro passo, correto? Afinal, para a maioria das pessoas, a riqueza não vem do nada. Então, nós estamos aqui para te ajudar nesta jornada.

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Como calcular a independência financeira? Confira os 5 passos!

Quais são os seus objetivos com o dinheiro que você ganha? Aonde você quer chegar, financeiramente falando? Você sabe quanto precisa juntar para parar de trabalhar e, ainda assim, viver com tranquilidade? 

Afinal, você sabe o que é e como calcular a independência financeira? Qual a importância de essa prática  para viver bem e com segurança? São muitas dúvidas, não é mesmo? Mas quando estamos falando sobre o nosso dinheiro, são todas questões relevantes.

Principalmente quando uma pesquisa do Instituto Axxus mostra que apenas 8% dos entrevistados acreditam que estão fazendo uma boa administração do dinheiro. Em oposição a isso 76% reconhecem que não sabem administrar as finanças pessoais.

Isso mostra como a maior parte da população brasileira não está bem preparada financeiramente, o que pode prejudicar a economia pessoal, familiar e do casal. Uma das maneiras de reverter esse cenário? Entendendo como calcular a sua independência financeira.

Então, descubra o que é independência financeira, quais as principais diferenças entre esse termo e a liberdade financeira e como alcançar essa tão sonhada meta. Continue a leitura!

O que é independência financeira?

Podemos definir a independência financeira como a situação em que uma pessoa possui o suficiente de fontes de renda passiva para cobrir os gastos do seu padrão de vida.

Renda passiva é uma renda periódica que não está ligada a um trabalho ou emprego específico. Basicamente, é quando você aumenta sua receita sem aumentar seu esforço de trabalho.

Alguns dos principais exemplos de renda passiva são:

  • investimentos;
  • lucros;
  • aluguéis.

Normalmente, escutamos a expressão “viver de renda” e essa é uma das principais respostas à pergunta “o que é independência financeira”.

Mas isso significa que a independência financeira pode variar de acordo com a pessoa, já que cada um possui um padrão de vida diferente. 

Esse é um indicativo de que não existe uma única fórmula mágica para calcular a independência financeira, mas é necessário levar em consideração os seus próprios gastos mensais.

Diferença entre independência e liberdade financeira

Agora que você já sabe o que é independência financeira, é importante diferenciá-la da liberdade financeira. Apesar de serem dois termos similares e muito confundidos, não significam a mesma coisa.

Então, a primeira está relacionada ao montante que é necessário juntar para não precisar mais ativamente trabalhar para conseguir viver (dependendo apenas de renda passiva).

Já a liberdade financeira se refere mais a um estado de autonomia, em que a pessoa pode tomar decisões financeiras com mais tranquilidade, sem se sentir pressionada por dívidas ou contas a pagar. Nesse caso, é o seu salário que proporciona esse conforto.

>>> Quer saber mais sobre isso? Temos um conteúdo completo sobre o assunto: Qual a diferença entre independência financeira e liberdade financeira? 6 dicas para chegar lá

Como sabemos, aprender a lidar com dinheiro é sempre um desafio, seja para cuidar das dívidas, criar uma reserva de emergência ou para alcançar a liberdade e independência financeira. E, nesse cenário, planejar o futuro pode ser ainda mais desafiador.

Pensando nisso, separamos um vídeo sobre como planejar seu futuro financeiro no longo prazo. Aperte o play e confira!

Como calcular a independência financeira?

Como falamos, não existem jeitos mágicos de alcançar a independência financeira, mas é necessário fazer o cálculo de acordo com a sua realidade e suas expectativas de padrão de vida.

Passo 1 – conheça seus gastos mensais

O primeiro passo, portanto, é descobrir quanto você precisa para manter seu padrão de vida mensalmente: R$ 5 mil? R$ 10 mil? Menos ou mais? Quem define é você. 

Mas é fundamental ser realista e levar em consideração todos os gastos mensais para não ser pego de surpresa no futuro com uma conta mal feita.

Passo 2 – entenda o rendimento real dos investimentos

O segundo passo para calcular sua independência financeira é definir a rentabilidade real dos seus investimentos, considerando a correção pelos juros e subtraindo a alíquota do imposto de renda.

Passo 3 – faça o cálculo

Então, basicamente temos essa fórmula:

Patrimônio necessário = (custo de vida anual) / (juros reais em %)

Para ficar mais fácil, vamos exemplificar. Vamos supor que você precise de R$ 7 mil para arcar com o seu custo de vida mensalmente. Já que a conta é anual, vamos multiplicar esse valor por 12, e temos R$ 84 mil. Além disso, temos o rendimento com juros reais de 2% ao mês. Sendo assim, a conta fica:

Patrimônio necessário = 84.000 / 0,02

O resultado dessa conta é 4.200.000. Ou seja, o patrimônio necessário para alcançar a independência financeira é de mais de R$ 4 milhões. Ainda precisamos levar algumas questões em consideração:

  • quanto maior o custo de vida mensal/anual, maior é o patrimônio necessário para independência financeira;
  • a equação é muito sensível à variação da taxa de juros. Então, se esse valor for maior, o resultado do patrimônio necessário será menor. Por isso é tão importante buscar por investimentos que sejam mais rentáveis;
  • nessa conta deve apenas ser considerado os ativos que geram rendimento, ou seja, não incluímos imóveis que são utilizados (residência ou veraneio) e carros.

Passo 4 – saiba a média de tempo para alcançar esse valor

Chegamos ao resultado de que, para alcançar o patrimônio necessário para independência financeira, precisamos de R$ 4,2 milhões. Parece muito, não é mesmo? Quanto tempo para juntar todo esse montante?

Se os juros compostos são vistos como um vilão quando temos dívidas no cartão de crédito, a verdade é que eles podem ajudar a fazer o seu dinheiro render mais. 

Eles são juros sobre juros e, dependendo do tipo de investimento feito, eles podem multiplicar a quantia que você tem investida. É possível aprender como calcular juros compostos ou utilizar-se de planilhas para ter esse número em mãos mais facilmente. 

Além disso, você pode fazer todo esse cálculo (desde o patrimônio necessário até em quanto tempo alcançar) por simuladores de independência financeira, que levam em consideração o estilo de vida, idade, histórico familiar e expectativa de gastos.

Passo 5 – planeje-se!

Entender como calcular a independência financeira é apenas o primeiro passo para alcançá-la. Agora, é o momento de se planejar, rever sua carteira de investimentos e pensar o que é necessário para alcançar melhores rendimentos.

Mas nada disso é possível se você não tiver uma boa educação financeira. Afinal, antes de procurar por aplicações com melhores taxas de juros, é fundamental saber como cuidar do seu dinheiro.

Então, realize seus objetivos com mais facilidade melhorando sua relação com o dinheiro com o nosso combo de cursos sobre educação financeira! Nesse combo, você terá acesso aos cursos:

  • O Poder do Autoconhecimento Financeiro: como é a sua relação com o dinheiro? Suas decisões financeiras são racionais? Por que o seu planejamento financeiro não funciona?;
  • O Beabá Financeiro: introdução à educação financeira, aprendendo sobre juros, compreendendo a inflação, taxa Selic;
  • Dinheiro Sem Tabu – Crenças Limitantes: o que são crenças limitantes? Os quatro tipo de crenças sobre dinheiro;
  • O Equilíbrio Financeiro: Introdução ao orçamento, entendendo a diferença entre desejo vs. necessidade, como renegociar dívidas.

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Qual o melhor lugar para investir? Descubra agora!

Você quer começar a investir mas ainda não sabe qual aplicação é certo combina mais com seu perfil e meta ? Essa é uma dúvida muito comum em toda pessoa que quer entrar no mundo do mercado financeiro.

Descobrir qual melhor lugar para investir depende de diversos fatores. Mas, entre eles o principais são:

  • entender as características de cada investimento;
  • escolher de acordo com seus objetivos e metas;
  • saber qual o seu perfil de risco do investidor.

Para te ajudar nesse início, preparamos um conteúdo completo para descobrir qual o melhor investimento para você. Preparado? Ao fim da leitura você terá aprendido sobre os tópicos abaixo.

  • Tipos de investimento: quais são?;
  • Maneiras de investir;
  • Perfis de risco do investidor;
  • Qual o melhor lugar para investir?;
  • Como proteger sua carteira de investimentos?

Boa leitura!

Tipos de investimento: quais são?

Antes de saber qual o melhor lugar para investir é importante entender como são divididos os investimentos. Existem dois grupos nos quais os investimentos são enquadrados. São eles:

Não sabe a diferença entre eles? Calma, é bem simples de entender.

Basicamente os investimentos incluídos como renda fixa são aqueles cujo o percentual de retorno ao fim da operação já é conhecido pelo investidor. Incluídos nessa categoria podemos citar: CDB, tesouro direto e LCI/LCA.

Já os investimentos de renda variável são os que não há uma certeza do percentual de retorno. Entre os ativos dessa categoria temos: ações, fundos de investimentos e BDR.

>>> Seja renda fixa ou variável você quer ter a certeza de que estará aplicando com uma instituição de confiança, né? Leia o post “Investimentos seguros no Brasil: quais são + 4 cuidados”, para saber quais fatores devem ter sua atenção.

Maneiras de investir

Na hora de escolher onde investir é preciso saber bem quais são seus objetivos. Tendo eles alinhados você terá a dimensão de quanto tempo precisará para alcançá-lo.

Com isso você conseguirá definir a maneira que irá investir. Será com investimentos visando o longo, médio ou curto prazo?

Para ficar mais claro, a Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima) estipulou o tempo de cada um da seguinte maneira.

  • Investimentos de curto prazo: duração de até dois anos;
  • Médio prazo: entre dois e 10 anos;
  • Longo prazo: mais de 10 anos.

Antes de definir o tempo para atingir seus objetivos, você precisa conhecer outro conceito para decidir qual o melhor lugar para investir. O tripé de investimentos ou tripé financeiro é composto por: liquidez, segurança e rentabilidade.

Mas como ele impacta na sua maneira de investir?

Basicamente, o tripé financeiro te mostra que ao investir só é possível ter dois dos seus três fatores. Ficou um pouco confuso? Confira o vídeo abaixo para entender mais sobre o assunto.

Perfis de risco do investidor

Até aqui você já entendeu que para saber qual o melhor lugar para investir é preciso ter ideia dos tipos de investimentos e das maneiras de se investir. Será que existe mais algum fator?

A resposta é… SIM!

É preciso conhecer seu perfil de investidor  e quais riscos está disposto a correr para investir. No mundo dos investimentos existem três tipos de perfis de risco do investidor. São eles:

  • conservador: aplica em ativos de renda fixa, pois prefere a segurança da porcentagem certa e a alta liquidez;
  • moderado: aplica em ativos de renda fixa, mas também se arrisca nos de renda variável buscando uma maior rentabilidade;
  • arrojado: o tipo que mais se arrisca, esse investidor aplica em renda variável buscando maiores lucros com a volatilidade do mercado.

E aí, já sabe em qual deles você e seus objetivos mais se encaixam? Para te ajudar ainda mais nessa decisão, continue a leitura para conhecer alguns dos investimentos mais procurados por cada perfil.

Qual o melhor lugar para investir?

Agora que já entendeu um pouco mais dos aspectos para escolher o investimento, vamos direto ao assunto. Afinal, qual o melhor lugar para investir?

Confira a seguir duas opções de investimentos para cada perfil de risco do investidor. Assim você sairá daqui com uma opinião bem formada.

Conservador

CDB

Os Certificados de Depósito Bancário (CDB), são um dos investimentos de renda fixa mais conhecidos. O investidor que escolher esse investimento estará “emprestando” dinheiro às instituições financeiras.

No CDB o percentual de retorno do empréstimo pode ser definido de três maneiras:

  • prefixado: definido no momento que assina o contrato;
  • pós-fixado: segue o percentual do CDI;
  • atrelado à inflação: a rentabilidade segue o percentual IPCA.

Além disso, é importante se atentar às taxas que são cobradas no ativo. No CDB o investidor paga: imposto de renda, IOF e taxas de corretagem. O IR e IOF seguem a tabela regressiva, quanto mais tempo for a aplicação menos é cobrado.

Tesouro Direto

O tesouro direto é um título público, portanto ao investir com ele você estará “emprestando” dinheiro ao governo. Todos os títulos do tesouro direto funcionam com contratos com data de validade.

Dependendo do título que escolha sua rentabilidade pode ser: pré-fixada, pré-fixada com juros semestrais, atrelada à Selic ou atrelada ao IPCA. As taxas pagas pelo investidor no Tesouro direto são:

  • taxa B3;
  • imposto de renda;
  • IOF.

Moderado

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ é um dos títulos do tesouro direto. Sua rentabilidade é atrelada ao índice IPCA mais um percentual pré-fixado. O funcionamento de taxas nesse ativo é o mesmo que o tesouro direto.

Fundos multimercado

Esse ativo faz parte dos fundos de investimentos, ou seja, eles são negociados em cotas. No Fundos multimercados o investidor tem a opção de aplicar tanto em renda fixa quanto em renda variável.

Quanto às taxas, é preciso uma atenção maior. São cobradas:

  • taxa de administração;
  • taxa de performance;
  • taxa de saída, quando decidir fazer a retirada antes do prazo de vencimento do contrato;
  • IOF, caso retire antes de 30 dias;
  • imposto de renda.

Arrojado

Ações

As ações são um dos ativos mais conhecidos no mercado financeiro. Quando um investidor compra a ação de uma empresa ele passa a ser sócio dela.

Como sócio, seus lucros dependerão de como oscila o valor da empresa perante o mercado. É um investimento com mais riscos, no entanto se bem feito pode trazer bons frutos.

BDR

Os Brazilian Depositary Receipts (BDR) são basicamente uma maneira de se investir no mercado exterior dentro da plataforma da B3. Eles funcionam de forma parecida com as ações.

Mas, no caso do BDR não se negocia uma ação e sim certificados. Portanto, mesmo que esteja investindo em uma parte mínima de uma empresa, você não será sócio dela.

Para entender mais sobre os BDRs assista o vídeo abaixo!

Como proteger sua carteira de investimentos?

Agora que já sabe qual o melhor lugar para investir, sabia que existe uma maneira de proteger sua carteira de investimentos? A resposta é: a diversificando.

Como assim?

A diversificação da carteira de investimentos é um método utilizado para conseguir ter todos os fatores do tripé de investimentos. Ou seja, aplicando em vários tipos de ativos que possuem características distintas você consegue ter liquidez, rentabilidade e segurança.

Por exemplo: José é um investidor moderado que aplica no Tesouro IPCA+. Com o intuito de ter mais rentabilidade, ele também investe em ações na bolsa de valores. Além de investir no CDB pré-fixado.

Percebeu que o risco que José corre com as ações é minimizado quando ele também investe em ativos como o CDB? Esse é o intuito!

Se você, assim como o José, também quer saber a melhor maneira de se investir, a Faculdade XP School pode te ajudar nisso! Com o curso: aprenda a investir na bolsa de valores , você vai entender tudo sobre o assunto.

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