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Kubernetes: o que é, para que serve e quais as vantagens?

Quanto mais o mundo avança na área de tecnologia, mais soluções aparecem para o desenvolvimento de projetos dentro das empresas. E uma das principais ferramentas utilizadas atualmente tem feito com que profissionais de programação busquem informações a respeito. Estamos falando de Kubernetes: o que é esse recurso? 

Para ajudar você a entender um pouco mais sobre o tema, separamos neste artigo informações essenciais. Aqui vamos explicar o conceito dessa ferramenta, quando ela foi criada, como funciona, quais os principais componentes, vantagens, desvantagens e muito mais. Se é isso que você procura, então aproveite o texto e boa leitura!

O que é Kubernetes?

Criada para automatizar a implantação de aplicações, a ferramenta Kubernetes — também conhecida como K8s — é um projeto de código aberto. Sua principal utilização é para fazer o orquestramento de containers, o que ajuda a dimensionar e a fazer a gestão de aplicativos. Tudo isso para que o time de desenvolvimento tenha mais eficiência nos projetos. 

A grande sacada dessa tecnologia é que o programador consegue fazer o transporte de aplicativos em partes separadas, ou seja, em contêineres. Isso facilita o acesso a cada um deles, não importa onde esteja o desenvolvedor. O resultado disso é que o trabalho fica menos complexo, sem muita dor de cabeça para o profissional.

Entenda o que é tecnologia dos containers

Para entender essa tecnologia, precisamos fazer uma relação direta com os containers tradicionais utilizados nos milhares de portos ao redor do mundo. Nesses locais, tais objetos servem para agrupar cargas em um único lugar, de forma que, ao serem empilhados, ocupam menos espaço na hora do transporte. Ou seja: ficam mais organizados. 

Quando falamos de Kubernetes a lógica é praticamente a mesma. A infraestrutura das aplicações possui diversos fragmentos, como: recursos, códigos, biblioteca, entre outros. Quando nos referimos a containers, isso quer dizer que cada um desses fragmentos possui uma “caixinha” separada dentro do código. 

Isso é uma grande mão na roda, pois sempre que o programador quiser alterar um ponto específico da estrutura, ele pode fazer de maneira isolada ao acessar o container desejado. 

Quando o Kubernetes foi criado?

A primeira versão do Kubernetes foi lançada em julho de 2015. Entretanto, ela foi idealizada um ano antes, em 2014, por Joe Beda, Brendan Burns e Craig McLuckie. Porém, o projeto só ganhou corpo quando os três se juntaram a dois engenheiros do Google: Brian Grant e Tim Hockin.

Essa proximidade com a gigante de buscas fez com que o design original do programa fosse bem semelhante com o sistema Borg, um gerenciador de cluster muito utilizado dentro do Google na época. 

Para que serve Kubernetes?

Como dissemos, a ferramenta Kubernetes serve para que o programador consiga acessar informações, dentro da infraestrutura de uma aplicação, sem precisar mexer em tudo. Muitas vezes, com tecnologias mais antigas, sempre que o programador precisasse alterar alguma coisa no código, era extremamente complexo. Isso acontecia, principalmente, porque os projetos eram construídos em grandes blocos, dificultando o trabalho. 

Principais componentes do Kubernetes

O Kubernetes possui uma série de componentes e cada um deles tem a sua função específica. Todos eles, porém, estão relacionados diretamente com o gerenciamento de “clusters”. A seguir listamos alguns dos principais conceitos da ferramenta e qual o objetivo de cada um deles. Confira:

Kube-apiserver

Serve para configurar e validar os objetos de uma API, sejam eles serviços, controladores de replicação, pods, entre outros. Com o kube-apiserver é possível fazer o balanceamento de carga e de tráfego entre a escalabilidade das instâncias. 

Etcd

Funciona como um repositório de apoio para os dados que são compilados dos clusters. Um ponto importante é que se o cluster utiliza o etcd como armazenamento de apoio, é essencial que se faça um plano de backup para garantia dos dados.  

Kube-scheduler 

Serve para observar os pods que foram criados recentemente, mas que não possuem nó atribuído. Ele consegue selecionar esse nó para fazer a execução. Para as decisões de agendamento, alguns fatores são levados em consideração, como: localidade de dados, requisitos de recursos coletivos e individuais, especificações de afinidade, prazos, etc.  

Kube-controller-manager 

Esse componente executa os principais processos do controlador. Entretanto, apesar de estarem em processos separados e com o intuito de diminuir a complexidade, todos se juntam em somente um único binário. Entre os tipos de controladores, podemos citar o controlador de nó, de job, de endpoints, de token, entre outros.  

Cloud-controller-manager
Aqui estamos falando de um componente que adiciona a própria lógica de controle da nuvem. Com ele é possível vincular o cluster na API do provedor da nuvem. Os únicos controladores executados neste componente são específicos do provedor na nuvem. Em termos de escalabilidade, você pode fazer horizontalmente como forma de otimizar o desempenho e ajudar na tolerância a falhas. 

Como funciona o Kubernetes?

Conforme mostramos antes, o Kubernetes funciona por meio da lógica de containers. A ideia é fazer o agrupamento de objetos, de forma que um código inteiro, por exemplo, caiba dentro desse container. Com isso, o programador consegue trabalhar de forma mais simplificada. Em outras palavras, o código utilizado fica mais organizado, evitando, assim, que ele vire um grande monstro.

Por que usar Kubernetes?

Um dos principais motivos para usar a ferramenta Kubernetes é que o programador ganha, principalmente, em termos de produtividade. Isso porque, por exemplo, caso o profissional precise fazer alguma alteração no código, basta acessar o container específico. 

Outro motivo relevante diz respeito à escalabilidade. Podemos dizer que a ferramenta possibilita adicionar ou excluir algum recurso de maneira muito mais fácil. 

Por fim, um motivo não menos importante diz respeito à consistência da ferramenta. Ao fazer um ajuste específico, você mantém todo o trabalho realizado sem comprometer tudo aquilo que já foi feito antes.

Vantagens e desvantagens para observar

Podemos citar vários pontos positivos na implementação de Kubernetes. O primeiro deles é com relação à modernidade que a ferramenta pode trazer para as empresas na sua implementação. Outro fator que podemos citar é o tipo de linguagem de programação, uma vez que não há especificidade para fazer a configuração de sistema. 

Além disso, e não menos importante, diz respeito à segurança. Os containers são protegidos por meio de imagens protegidas e que conservam as aplicações. 

Sobre as desvantagens, podemos citar as migrações, que são um pouco mais complexas, principalmente quando comparamos Kubernetes vs Docker. Além disso, a instalação possui um processo complexo, bem como a sua configuração inicial. Por fim, a implementação de um cluster manual também é complicada.

Como aprender a usar Kubernetes?

Se você quer aprender a usar Kubernetes, saiba que a melhor maneira para isso é colocando a mão na massa. O primeiro passo é usar e abusar de um laboratório para criar um cluster por meio do seu browser. Trata-se do Play With Kubernetes.  

Outra maneira é utilizar o Docker, reconhecidamente a plataforma para containers mais utilizada atualmente. Nele é possível fazer a criação de um cluster Kubernetes diretamente na sua máquina. 

Por fim, é possível aproveitar provedores que oferecem serviço de nuvem pública, como o Google Cloud Plataform, a AWS (da Amazon) e a AKS (da Microsoft). Com qualquer um desses você poderá aprender a utilizar Kubernetes na prática. 

Agora que você já sabe o que é Kubernetes, que tal melhorar ainda mais os seus conhecimentos sobre o mundo da programação? Aqui na Faculdade XP você encontra cursos específicos, como essa Especialização em Cloud Computing. Assine hoje mesmo o Multi+ e aproveite esse e outros cursos, por um valor único, na melhor plataforma de aprendizado de carreira do país. Saiba mais aqui

Instituição Financeira: o que é e qual sua importância?

Saber o que é uma instituição financeira, é extremamente relevante para aquelas pessoas que estão começando a dar os seus primeiros passos no mundo dos investimentos. 

O universo dos investimentos, das aplicações, das ações está ao alcance de mais pessoas. Muitas vezes, é preciso que haja uma intermediação entre o cliente, ou seja, você, com o mercado. Uma instituição financeira pode fazê-la, facilitando o seu processo. 

Por isso, é comum encontrarmos instituições que buscam chamar a atenção e brilhar os olhos dos clientes, com melhor rentabilidade e benefícios. 

No entanto, muitas pessoas acreditam que toda instituição financeira é um banco comercial, quando na realidade, não é bem assim. Um banco comercial é apenas um dos tipos de instituição financeira presente no mercado de investimentos. 

Hoje, nós iremos te apresentar mais sobre essas instituições, além de te mostrar os diversos tipos de instituições que existem aqui no Brasil, assim, você conseguirá compreender qual a melhor para o seu futuro como investidor. 

Vamos lá?  

O que é uma instituição financeira?

Uma instituição financeira é, em suma, uma intermediária. Ela é a responsável por mediar a compra e venda de valores mobiliários, além de captar recursos e conceder crédito para a sociedade. 

Prioritariamente, elas contribuem altamente com o desenvolvimento da economia do país ao captar recursos de agentes superavitários e, dessa forma, emprestá-los para agentes deficitários. 

Ainda com dúvidas?

Vamos para um exemplo: 

Imagine que um empresário deseja criar um grande centro cultural na sua cidade. Esse centro trará empregos para as mais diversas áreas profissionais: artística, de serviços gerais, arquitetura, engenharia e entre outras. 

Como o acesso a muitas das atrações do centro serão pagas e dentro dele terão lojas alimentícias e de artesanato, o progresso econômico da cidade será estimulado. 

No entanto, mesmo com tantas coisas boas, o investimento necessário para colocar o centro cultural em prática é muito alto e o empresário não tem todo o valor em mãos, por isso, ele entra em contato com uma instituição financeira.

Com a instituição, ele pode captar recursos, ou seja, o crédito para colocar seu projeto para rodar. Mas o que a instituição ganha com isso? Simples: receber os juros da dívida. 

O que caracteriza uma instituição financeira?

Ela faz o intermédio entre o cliente e o mercado financeiro, oferecendo os mais diversos serviços para ele.

Instituição financeira monetária e não-monetária

Talvez você ainda não saiba, mas as instituições financeiras são dividas entre instituições financeiras monetárias e não monetárias. 

Entenda as diferenças: 

  • Monetárias: podem captar depósitos ou substitutos próximos e têm capacidade para criar moeda quando utilizado parte dos depósitos captados na concessão de empréstimos; 
  • Não monetárias: não são autorizadas a captar depósitos e, assim, não podem criar moeda.

Qual a função da instituição financeira?

Seu foco principal é a captação de recursos advindos de depósitos, que tanto podem ser a vista ou a prazo, intermediando, também, a circulação de ativos financeiros entre tomadores de empréstimo e investidores.

Retirar dinheiro em uma instituição financeira
Cooperativas de crédito também são classificadas como instituição financeira.

Tipos de função da instituição financeira

Sim, uma instituição financeira não é igual a outra. 

Hoje, separamos cinco exemplos de tipos de instituições financeiras para você compreender bem o que são essas organizações. Vamos lá? 

1. Banco comercial

O tipo mais popular de instituição financeira, sem dúvida. Eles podem ser de dois tipos: privados ou públicos. 

Você provavelmente usa um deles para ter acesso a serviços bancários e fazer as suas transações financeiras no dia a dia. 

Bancos comerciais captam recursos por meio de depósitos, que podem ser, por sua vez, à vista ou a prazo.

2. Cooperativas de crédito

São associações autônomas que prestam serviços bancários aos seus cooperados, ou seja, você precisa ser um para ter acesso aos serviços de uma determinada cooperativa. 

De acordo com o Banco Central, uma cooperativa não visa lucros e os direitos e deveres são iguais para todos os associados, lembrando que a adesão é completamente voluntária, ou seja, livre. 

3. Gestora de recursos

Conhecidas, também, por asset managers, as gestoras de recursos oferecem investimentos inclusive para pessoas físicas. 

São supervisionadas pela CVM, que é a Comissão de Valores Imobiliários, e não pelo Banco Central do Brasil.

4. Caixa Econômica Federal

Sim, nós sabemos que você a conhece! 

A Caixa Econômica Federal tem suas semelhanças com os bancos comerciais, mas seu ponto de inflexão é buscar conceder empréstimos e/ou financiamentos para o bem estar social da população brasileira.

Além disso, ela é vinculada ao Governo Federal e é responsável por recolher e aplicar recursos do FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

5. Corretoras de valores

Elas vêm brilhando os olhos de muitos investidores por atenderem clientes com perfil mais conservador, ao mesmo tempo que atende clientes mais audaciosos, que buscam mais riscos e, automaticamente, mais lucros nos investimentos.

Algumas funções das corretoras de valores são: 

Como saber se a instituição financeira é autorizada pelo Banco Central?

Siga os seguintes passos para descobrir se certa instituição financeira é autorizada pelo BACEN: 

  • Passo 1: acesse o site do Banco Central;
  • Passo 2: escreva o nome da instituição financeira ou banco no campo “nome da instituição”; 
  • Passo 3: clique em “pesquisar”. 

Assim, obtenha a resposta que procura!

Instituição Financeira: exemplos no Brasil

Para clarificar, preparamos alguns exemplos de Instituições Financeiras no Brasil, além dos exemplos supracitados. São eles: 

  • Fundos de Investimento;
  • Corretoras de Câmbio;
  • Bancos Múltiplos;
  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
  • Agente Autônomo de Investimento (AAI);
  • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • Sociedade de Crédito Imobiliário;
  • Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários.

Qual a importância das instituições financeiras na economia?

Em suma, as instituições financeiras contribuem de forma relevante ao Sistema Financeiro Nacional. 

Ele, por sua vez, influencia altamente no crescimento econômico em decorrência das ações que desempenha, como mobilização de recursos, administração do risco e alocação dos recursos, assim, o desenvolvimento da economia nacional caminha com a influência das instituições financeiras.  

Quer aprender mais sobre o mundo financeiro e investimentos? Vem para o lugar certo: a Multi +. Uma plataforma focada em te ensinar a alcançar mais conhecimento e liberdade. 

O que são eSports? Conheça as principais modalidades

Você sabe o que são eSports? Uma das principais tendências dos últimos anos, graças aos avanços tecnológicos que estamos vivenciando, os campeonatos de jogos eletrônicos vêm se destacando no ramo dos esportes e movimentando milhares de dólares em todo o mundo. 

Quantas vezes você tirou um tempo para jogar Call of Duty ou Mortal Kombat e desejou poder passar horas jogando e ainda ser recompensado em dinheiro por isso? Agora, com os eSports esses sonhos são possíveis para milhares de atletas!

Ficou curioso para saber como funcionam os eSports e se ainda dá tempo de transformar esse sonho em realidade? Continue a leitura e tire todas as dúvidas sobre o universo do eSports que é tendência mundial!

O que são eSports?

Os esportes eletrônicos, ou simplesmente eSports, são uma modalidade esportiva que se referem a competições organizadas de jogos eletrônicos. 🎮

Normalmente, essas competições são transmitidas online, através das plataformas de streaming, e alcançam milhares de telespectadores.  

Como surgiram os eSports?

Apesar dos eSports terem se tornado populares recentemente, os jogos eletrônicos não são. A primeira competição de jogos eletrônicos aconteceu em 1972, nos Estados Unidos, quando alunos da Universidade Stanford nos Estados Unidos se reuniram para jogar Spacewar valendo o prêmio de um ano de assinatura da revista Rolling Stone.

Todos os games podem ser considerados eSports?

É comum as pessoas considerarem qualquer jogo eletrônico um eSport, mas não é bem assim. Para se tornar um eSport o jogo precisa proporcionar algum tipo de competitividade entre os jogadores e se tornarem populares ao ponto de chamar a atenção das empresas organizadoras dos campeonatos e dos patrocinadores desses eventos.  

Quais as modalidades de eSports?

Existem diversas categorias de eSports que classificam os jogos de acordo com as suas principais características e os arquétipos dos jogadores para quem foi pensado. 

Abaixo, apresentamos as modalidades de eSports e os jogos mais populares de cada uma delas:    

Jogos de luta

Os fighting games são uma das modalidades populares de eSports. Em suma, são dois jogadores se enfrentando para ver quem consegue causar mais danos e acabar com a vida do adversário primeiro. Os principais jogos de luta são Street Fighter e Mortal Kombat.  

Jogos de esportes

Provavelmente, você já ouviu falar de FIFA ou Pro Evolution Soccer (PES), certo? Esses são os dois nomes mais conhecidos na modalidade de jogos de esportes. Basicamente, os jogos simulam uma partida do esporte, reproduzindo os mesmos times e o formato de transmissão da TV. Por isso, eles são jogos de fácil compreensão e alta popularidade, já que tem apego dos fãs dos esportes.   

Card Games

Os jogos de cartas são disputados entre dois jogadores que utilizam estratégias para montar o seu deck de cartas e vender o adversário. Os card games mais conhecidos são Hearthstone e GWENT.   

MOBA

Multiplayer Online Battle Arena (MOBA), ou Arena de Batalha Multiplayer Online em português, é a categoria mais conhecida na modalidade dos jogos de estratégia. Em resumo, no MOBA duas equipes, normalmente de cinco jogadores, competem em um campo de batalha para destruir a base adversária

Para isso, os times montam diversas estratégias, que envolvem desde a escolha dos personagens com habilidades distintas até as decisões tomadas na hora da partida.    

Dentro da modalidade MOBA os jogos mais conhecidos são Defense of the Ancients 2 (DOTA 2) e o League of Legends (LoL), que mobilizam torcidas e premiam as equipes ganhadoras com milhares de dólares. 

FPS

A modalidade mais tradicional do eSports, os First Person Shooters são jogos de tiro em primeira pessoa. Em síntese, o jogo é visto todo pela perspectiva do jogador que em posse de uma arma de fogo combate com outros jogadores para sobreviver. O principal jogo de FPS é o Counter-Strike: Global Offensive, que movimenta milhares de dólares em competições de alto nível, seguido pelo Call of Duty.  

Battle Royale

Assim como os jogos de tiro, o Battle Royale é uma modalidade de eSports caracterizada pela sobrevivência. Geralmente, a partida se inicia com dezenas de jogadores que têm como objetivo armar e lutar uns contra os outros para que vença o melhor. Ou seja, o último a ficar vivo. 

Os jogos mais populares nessa modalidade são Fortnite, Free Fire e Call of Duty: Warzone, lançado em 2020.  

RTS

O principal objetivo dos jogos RTS, sigla para Real Time Strategy (Estratégia em Tempo Real), é a conquista de território inimigo através do uso de estratégias de guerra. Para isso, você constrói exércitos, controla e trabalha na criação de defesas para fazer com que suas bases possam guerrear. 

Apesar de não ser um gênero tão popular, os jogos de RTS StarCraft: Brood War e Warcraft III têm uma base de jogadores fiéis.     

Os eSports são regulamentados?

O esporte eletrônico vem se destacando em todo mundo. Mas, apesar disso, o reconhecimento do eSports como uma modalidade esportiva ainda não é uma unanimidade

Entretanto, alguns países já reconhecem os eSports como uma modalidade esportiva e regulamentaram profissões relacionadas aos eSports. Por exemplo, a China e a Coreia do Sul.  

No Brasil, ainda não existe o reconhecimento dos eSports como uma modalidade esportiva. Entretanto, tramitam alguns projetos de lei que buscam regulamentar os esportes eletrônicos. É o caso da PL 383/2017 e da PL 7747/2017. 

Confederação Brasileira de eSports

Fundada em 2017, a Confederação Brasileira de eSports (CBeS) tem como missão apoiar, desenvolver e organizar os eSports no Brasil. Para isso, a CBeS atua como uma ponte entre atletas, ligas e patrocinadores com o objetivo de profissionalizar os eSports no Brasil.  

Como funcionam os torneios de eSports?

Os campeonatos de esportes eletrônicos funcionam de diversas formas, dependendo do jogo e do organizador do evento. Abaixo, falamos dos quatro formatos que existem atualmente:

  • Knock-out ou Torneio: utilizado quando há grande quantidade de competidores, no knock-out as equipes ou jogadores são divididos em chaves e a cada derrota alguns participantes são eliminados;
  • Round Robin ou Liga: é um campeonato de pontos corridos onde todas as equipes se enfrentam, acumulam pontos ao longo do campeonato, e as melhores são classificadas para as fases finais;
  • Escalada: formato utilizado nas fases finais do CBLoL, na escalada a equipe mais bem classificada vai direto para a final, enquanto as outras 4 melhores classificadas se enfrentam até que reste apenas uma delas para disputar a final;
  • Formato suíço: os atletas ou equipes são divididos em chaves e precisam jogar entre si para obter uma certa quantidade de vitórias e avançar na competição. Por exemplo, duas equipes se enfrentam em 3 partidas e a melhor avança. 
Final CBLoL 2017 de eSports em Minas Gerais | Foto: Riot Games
Final CBLoL 2017 em Minas Gerais | Foto: Riot Games

Equipes profissionais vs equipes amadoras

Como algumas modalidades de eSports são jogadas em equipes, grupos amadores e profissionais começaram a surgir.

As equipes profissionais são formadas por atletas titulares e reservas, que têm contrato assinado e seguem um cronograma de treinos, assim como atletas de outras modalidades esportivas. Além disso, as equipes profissionais contam com o apoio de analistas, coach e manager que dão todo o suporte psicológico e técnico aos atletas. 

Por outro lado, as equipes amadoras não têm o mesmo suporte das equipes profissionais. Por isso, muitas vezes as equipes só treinam nos dias próximos ao campeonato, já que os atletas possuem outras obrigações e mantém os eSports mais como hobbies.         

Qual o impacto financeiro dos eSports?

Os eSports movimentam o mercado financeiro de diversas formas. Em primeiro lugar, está o stream onde o jogador faz transmissões ao vivo, como é o caso do Gaules. O streamer interage com o público e pode ganhar dinheiro através da quantidade de inscritos no canal, por anúncios vinculados ou doação de telespectadores. 

Uma outra forma é com a venda de NFTs, os tokens não fungíveis que não podem ser substituídos. Muitos jogos NFT possuem itens e personagens raros que são conquistados à medida que você avança de nível nos jogos. Ao conquistá-los, você pode fazer a venda e ganhar dinheiro em forma de gamecoins, que são moedas digitais provenientes de jogos como o Bomb Crypto

Por fim, os campeonatos profissionais onde os atletas ganham uma quantidade expressiva de dinheiro. Só para ilustrar, no CBLoL há prêmios de até R$400 mil por split e 100 mil para o primeiro colocado, enquanto nos campeonatos mundiais de Dota 2, as premiações chegam até US$ 47 milhões.    

Por que os eSports estão conquistando o mercado de tecnologia?

De acordo com Pesquisa Game Brasil, 74,5% das pessoas têm o costume de jogar jogos eletrônicos, 39,6% joga todos os dias e 63,2% acompanha ou assiste eSports.

Além disso, com os avanços tecnológicos dos últimos anos, as pessoas têm mais autonomia para escolher suas formas de entretenimento e a relação com seus ídolos mudou. Agora, é possível dialogar e se manter mais próximo das pessoas que você admira. Como jogadores de eSports estão em contato com o seu público, isso os fortalece ainda mais.  

Diante dessas informações fica fácil de entender porque os eSports vêm se destacando tanto no mercado de tecnologia e chamando a atenção de diversas empresas, não é mesmo?!      

Como os desenvolvedores de games estão envolvidos no eSports?

O desenvolvedor de jogos é o profissional responsável por criar, projetar e executar os jogos. Normalmente, os desenvolvedores participam desde a concepção da ideia até o conceito artístico, mas a principal atuação é na fase de desenvolvimento e de testagem dos jogos. 

Considerações finais

Os eSports não são novidades. Há anos que eles existem, mas só se consolidaram no mercado recentemente.

De agora em diante, a tendência é que cresçam o número de eSports, a quantidade de campeonatos e espectadores, além da quantidade de oportunidades de trabalho para profissionais que atuam nos bastidores. Esse é um mercado que tem tudo para ser uma das principais fontes de renda no futuro! 

Se você quer aprender mais sobre o universo dos eSports e fazer disso uma profissão, participe do Dev Summit! O evento é online, totalmente gratuito e reúne os maiores nomes do desenvolvimento de software do Brasil. Não fique de fora! 

Transição de carreira: qual o momento certo?

Paciência e determinação são sinônimos da transição de carreira.

A realidade é que, muitos profissionais têm se visto decepcionados com a carreira que seguiram e têm alinhado coragem, força e organização para transicionar para um mercado que pretende ser melhor.

Falta de perspectiva na carreira, falta de propósito, motivação e até mesmo fatores externos têm sido os motores da insatisfação profissional, problema que, por vezes, pode ser solucionado pela transição de carreira.

Sair desse cenário é extremamente difícil, já que visa a saída da zona de conforto e ter que começar de novo em um ambiente desconhecido, mas definitivamente, não é impossível. 

Muitos profissionais têm buscado a área de Tecnologia da Informação para realizar a sua transição de carreira, visto que esta esfera profissional, com o avanço tecnológico constante, tem promissoras apostas para o futuro. 

Se você é um dos indivíduos que acredita que a área de TI pode te trazer mais felicidade, junto à empregabilidade e mais conforto financeiro, mas não sabe como fazer a transição de carreira, nós podemos te ajudar! 

Vamos lá!

O que é a transição de carreira?

Também conhecida por mudança de carreira, a transição de carreira é, em suma, a ação de um profissional de mudar de profissão.

Essa transição pode ser feita por escolha do indivíduo, mas muitas vezes, pode acontecer como decorrência da ausência de vagas de emprego, por exemplo.

Existem diferentes tipos de transição de carreira, transições maiores e, como consequência, com maior impacto, e transições menores. 

Exemplo: suponhamos que você é um economista que decidiu transicionar para a área da tecnologia. É uma grande mudança, quase radical, você concorda? 

Agora, imagine que você é um médico que trabalhou por muito tempo com dermatologia e agora irá migrar para a psiquiatria: é uma mudança importante, mas percebe que ela acontece dentro do mesmo campo de conhecimento, neste caso, a saúde? 

Bom, esperamos que tenha ficado claro para ti!

Motivos que levam a fazer a transição de carreira

Segundo a pesquisa Re:Trabalho, da Tera, afirma que mais de 60% dos entrevistados mudaram de carreira em 2020 e 48% pretendiam fazer a troca em 2021

Existem diversas situações que influenciam no desejo e na ação da transição de carreira e, como já citamos, muitas delas não são uma escolha individual. 

Muito se fala da infelicidade profissional como uma das grandes responsáveis pela mudança, mas hoje, separamos algumas outras que podem te fazer enxergar e se questionar se você está passando por isso: 

  • Mudança geracional: pessoas menos apegadas a cargos e estabilidade que querem viver novas experiências;
  • Ausência de oportunidades: ou seja, a falta de perspectiva de crescimento dentro da empresa;
  • Desejo de mudança: novos interesses podem surgir e transformar a vida profissional em um grande fardo;
  • Qualidade de vida: muitos profissionais têm buscado equilibrar o ritmo de trabalho, com a saúde, lazer e família, e muitas profissões não permitem isso. 

Existe um momento certo para fazer a transição de carreira?

Se você está pensando em migrar para outra carreira, você com certeza já pensou se é o momento certo, se você tem a idade ideal para se inserir no mercado de TI e assim sucessivamente. 

É normal se sentir assim. É uma mudança intensa que mexe com toda a sua vida. Logo, ter cautela é essencial.

Agora, te convidamos a observar sinais, os seus sinais mais especificamente: será que você está no momento certo? 

Cada um tem o seu tempo, e o seu pode ser o agora. 

Questione-se: 

  • Você sente que a sua profissão tornou-se um fardo, te colocando em altos picos de estresse e cansaço? 
  • O seu salário compensa? Pode compensar um dia?
  • Você tem propósito na sua profissão? 
  • Você tem se sentido inadequado? 
  • O mercado da sua profissão está em crise? Como anda a empregabilidade? 

Após responder essas perguntas com imensa sinceridade, você conseguirá enxergar se o seu caminho é, realmente, a transição de carreira.

Qual a importância da transição de carreira?

Quando o assunto é a procura de novos objetivos, a temática é importante. 

Encontrar equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, além de se sentir realizado profissionalmente é o segredo para uma melhor qualidade de vida, e esses pontos são alcançados graças à transição de carreira, por isso a importância da mesma.

Após mudar e encontrar um ambiente no qual o profissional se sinta satisfeito, a produtividade aumenta junto com os resultados, além da elevação da motivação e da busca por investimento na carreira, ou seja, todos ganham.

Como fazer a transição de carreira?

Aprenda em seis passos como iniciar a sua transição de carreira!

Pesquise

Antes de tudo, você precisa entender muito do mercado de trabalho da área. 

Vale a pena? Eu terei emprego? Quanto tempo levarei até conseguir trabalhar na área? O quão grande é a concorrência? Onde posso estudar? Conheço alguém que tenha essa profissão para tirar dúvidas? E assim sucessivamente: pesquise muito e faça muitas perguntas, isso vai te ajudar a entender qual caminho trilhar. 

Estude

Em algumas profissões, como o Direito, por exemplo, você precisa, obrigatoriamente, de um curso na universidade, já que necessita de preparação específica e registro profissional para atuar. 

Portanto, depois das suas pesquisas, elenque todas as ações que precisará fazer, começando pelos estudos, já que é praticamente impossível trabalhar em uma área sem nenhuma experiência prévia. 

Faça cursos, onlines ou presenciais, invista em todos os tipos, curta, média e longa duração, não esquecendo dos níveis de especialização. 

Estudar para transição de carreira
Estudar é um ponto fundamental para fazer a transição de carreira.

Desenvolva novas habilidades

Se o seu futuro é, realmente, a área da tecnologia, você precisa, obrigatoriamente, desenvolver diversas (e novas) habilidades. 

Muito do desenvolvimento delas parte do princípio do estudo, já citado. Portanto, se jogue em cursos, bootcamps, graduações e entre outros, até encontrar o melhor formato para o seu aprendizado e desenvolvimento. 

Monte um plano de carreira

Em suma, um plano de carreira é essencial para um planejamento a longo prazo: mapeie onde você quer chegar, considerando onde você pode chegar com o passar dos anos. 

Faça um novo currículo

Esse ponto pode ser, para você, um tanto quanto óbvio, não é? 

Mas precisamos reafirmar a importância de um currículo que tenha experiências e habilidades atraentes para o seu novo segmento no mercado de trabalho. 

Muitas empresas buscam profissionais já inseridos na carreira, por isso, indivíduos que estão na transição precisam ser ainda mais autênticos e estratégicos. 

Por isso, crie um currículo que se alinhe com a sua nova profissão, pensando em evitar recrutadores que querem apenas pessoas que estão presentes na carreira há anos. 

Você consegue! 

Tenha uma reserva de emergência

Você irá mergulhar em um mercado de trabalho que você mal conhece e mal tem experiência. Ou seja, é provável que você tenha uma remuneração abaixo da sua atual. 

Portanto, tenha uma reserva de emergência para não ter problemas enormes no início da carreira, ok? 

Principais desafios da transição de carreira 

Tudo que tem os seus benefícios, tem desafios para alcançá-los. 

Alguns presentes no ato de recolocar-se no mercado são: 

  • Capacitação: é provável que o profissional precise aprender habilidades desconhecidas e completamente diferentes da profissão anterior;
  • Mudanças bruscas: será necessário entender que mudanças grandes e radicais podem acontecer;
  • Desafios com as finanças: ninguém tem certeza se você conquistará o seu espaço logo de cara, então é preciso ter cuidado com o financeiro.

Quais as áreas do futuro para fazer a transição de carreira?

A área de Tecnologia da Informação é uma das profissões do futuro mais promissoras, principalmente quando o assunto é Internet das Coisas, Machine Learning e Inteligência Artificial

Além disso, a consultoria Robert Half produziu uma pesquisa que afirmava que a crise do coronavírus acelerou o processo de transformação digital nas empresas, segundo 60% dos executivos entrevistados. 

Tal resultado, por sua vez, culminou (e continua culminando) na valorização da Tecnologia da Informação, principalmente de profissionais que entendam de lógica digital de marca e compreendam as demandas do mercado.

Por que a área de TI é a grande aposta para a transição de carreira?

Não é segredo que a área de TI está em alta: ela é considerada uma das profissões do futuro. 

Segundo a Brasscom, a demanda de vagas de emprego abertas no Brasil até 2024 é de 70 mil vagas. No entanto, existem apenas 46 mil pessoas como oferta, ou seja, pessoas formadas no ensino superior da área.

São muitas vagas para poucas pessoas. Demanda altíssima, logo, mais chances de conseguir empregos vantajosos na área.

Por onde começar a transição de carreira para TI?

Seguindo os passos que já citamos ao decorrer do texto. 

Mas nós podemos te relembrar o primeiro e mais importante deles: o estudo

Não perca tempo e comece agora a investir no seu futuro e na sua nova carreira: conheça a graduação em Sistemas de Informação da Faculdade XP.

Com ela, você aprenderá sobre os mais diversos setores da área de Tecnologia da Informação e, quando se formar, entrará no mercado que tem uma altíssima taxa de empregabilidade. 

Está esperando o quê para iniciar a sua transição de carreira?

O que é um líder jardineiro? Saiba como desenvolver esse perfil

Assim como o mercado está sempre se renovando, a forma de trabalhar também vem mudando. Quem é responsável por liderar um time têm grandes responsabilidades que podem definir se o grupo terá sucesso ou não.

Você sabia que uma liderança que funciona como um jogo de xadrez pode influenciar negativamente na entrega dos resultados? Hoje, falamos de uma liderança preocupada em dar espaço para que seus liderados façam o que deve ser feito, ela é a liderança jardineira.

Quer saber o que é um líder jardineiro e como desenvolver essas habilidades para melhorar seus resultados? Confira abaixo nosso post sobre o tema.

Entenda as vantagens de ser um líder jardineiro

Um jardineiro é aquele que cuida do seu jardim e dá condições para que as plantas se desenvolvam com suas individualidades, fazendo o jardim, como um todo, ficar lindo. Um líder jardineiro usa os preceito dessa metáfora para fazer seu time evoluir.

Assim, ele é aquele profissional responsável por entender as necessidades de cada peça do seu time, facilitando sua evolução e dando espaço para que ele cresça por si só. Além disso, ele incentiva o crescimento individual das pessoas, mantendo uma postura inclusiva e não ditadora de ordens baseadas unicamente em suas decisões.

Como um líder jardineiro deve atuar?

Diferente de lideranças extremamente verticalizadas e autoritárias que era algo comum no mercado de trabalho, hoje, o líder tem outro papel. Agora, quem está realmente interessado em resultados e no bem-estar da sua equipe, é aquele que apoia seus liderados.

É ele quem vai ter a visão macro do time e apoiar onde é preciso. Além disso, o real líder jardineiro é aquele interessado em adubar, regar e tomar todos os cuidados para que a planta floresça, neste caso, o colaborador.

Assim como não conseguimos gritar com uma planta para que ela cresça mais rapidamente, não dá para fazermos isso com um funcionário. Cada um tem suas necessidades e cabe ao líder oferecer as melhores condições para que ele se desenvolva.

1# Ser um profissional aberto ao aprendizado

Mas um líder não é aquele que toma as decisões e tem todo o conhecimento? Na verdade, não! Essa visão estereotipada está longe de ser a realidade ideal. Um líder jardineiro não sabe tudo, mas está aberto a aprender constantemente e por isso, confia e dá esse espaço.

Ele não tem medo de tomarem seu lugar, afinal, ninguém sabe de tudo e os resultados positivos vem quando damos espaço para os especialistas fazerem seu trabalho da melhor forma possível, sem que haja interferência inadequada. A melhor característica de um líder jardineiro é a confiança de estar aberto ao aprendizado.

2# Estudar os princípios de uma liderança ágil

A principal ferramenta a ser utilizada para desenvolver seu time é o agilismo. Por isso, quem toma a frente também pode ser chamado de líder ágil. O estudo da metodologia e dos princípios ágeis farão com que esse profissional guie sua equipe até os resultados esperados.

É com este conhecimento que ele estará pronto para incentivar a melhoria contínua, flexibilidade e adaptação aos ambientes incertos que vão surgir no caminho. Hoje, com o grande acesso à informação, o conhecimento ágil pode vir de cursos tradicionais, mentorias e até em podcasts.

3# Gerar condições para as plantas do jardim

É importante ressaltar que, o agilismo não é sinônimo de rapidez ou pressa, mas sim da facilitação de impedimentos, o que otimiza os resultados. Por isso, quando falamos que o jardineiro deve amparar as condições para que as plantas floresçam, podemos trazer alguns bons hábitos como aprendizado.

Os líderes jardineiros não são aqueles capazes apenas de comandar, mas sim de empoderar as pessoas em suas jornadas. Assim, um líder ágil não segue uma receita de bolo para fazer seu trabalho, mas usa os princípios para gerar boas condições ao time.

Esses bons resultados só serão possíveis se a liderança tiver uma visão analítica, for flexível, colaborativa e transparente.

4# Feedback construtivo

Outro aspecto muito comum em lideranças ágeis é o feedback contínuo. Essa é uma ferramenta que promove a comunicação efetiva da equipe e a garantia de entregas contínuas e mudanças rápidas de rota, se necessário.

O mais importante aqui, é gerar valor para o cliente, por isso, o feedback é tão importante. É com essa comunicação respeitosa, sincera e construtiva que os times se conectam e sempre dão o seu melhor.

líder jardineiro metodologia ágil
Um líder jardineiro é responsável por cultivar os talentos de seu time.

Diferenças entre metodologia ágil e tradicional

Sempre que falamos em liderança ágil não podemos deixar de citar a metodologia ágil. Como citado acima, este é um caminho muito importante para que o líder consiga levar sua equipe para o próximo nível.

A metodologia tradicional é sempre muito focada em entregas grandiosas, hierarquização de funções e em fórmulas muito bem definidas. Já a metodologia ágil se propõe a colocar o lucro e o propósito do negócio no mesmo patamar e fazer entregas pequenas e constantes.

Por isso, empresas ágeis tem líderes que influenciam seus liderados a terem autonomia, testar rápido para errar rápido e principalmente: entregar valor e não apenas ser mão de obra braçal.

Liderança não é um jogo de xadrez

Até aqui, já ficou claro que uma liderança jardineira não tem nada a ver com um jogo de xadrez, não é? Isto é, não é um ambiente onde uma pessoa dita os movimentos das peças, mas sim, um local de colaboração.

Por isso, a principal diferença entre um chefe e um líder jardineiro é a capacidade de ouvir e dar espaço. Ouça mais seus liderados, aprenda com eles, empodere sua equipe e os resultados vão ser consequência de um bom trabalho.

Líder jardineiro: o profissional dos novos tempos!

Enfim, um líder jardineiro está de acordo com as expectativas profissionais do século XXI. Uma era onde as mudanças são contínuas e os profissionais procuram ser protagonistas de suas próprias jornadas.

Assim, é importante que o indivíduo que lidera uma equipe, conheça a fundo seus integrantes. Cada vez mais a hierarquização de funções deve ser deixada de lado para que seja substituída por uma relação de parceria.

O companheirismo profissional ligado à inteligência emocional de entender as individualidades de cada um é o que vai gerar conexão entre a equipe, transbordando a sinergia para os projetos e clientes.

O jardineiro é quem sabe cuidar muito bem do seu jardim, por isso, cuide do seu com atenção!

Como ler um gráfico de velas? Confira tudo!

Se você está atento ao mercado de investimentos já deve ter se questionado sobre como ler um gráfico de velas (candles), certo? Embora pareça complexo à primeira vista, com as técnicas e informações necessárias se torna essencial para quem pretende observar os preços dos ativos e entender qual a melhor opção do momento. 📊

Aqueles que investem no mercado de Bitcoin, por exemplo, precisam acompanhar dia após dias esses dados, pois através dele entende-se se um ativo tentou buscar novas máximas, ou se oscilou em uma faixa estreita de preços, por exemplo.

Neste artigo você vai conferir os principais detalhes desse gráfico, bem como algumas dicas para analisá-lo. Vamos lá? 👇

Gráfico de velas: o que é?

gráficos subindo
Representação e comparação de um gráfico de linha com o gráfico de velas.

Como seu próprio nome diz, é uma ilustração com barras verdes e vermelhas que é utilizado para mostrar movimentos de preços de moeda, títulos ou derivativos relacionados ao mercado financeiro. 💰

Ele diferencia-se do gráfico de linha por conter informações além do preço de fechamento, assim como seu preço pode variar em diferentes padrões.

Quando entramos em sites ou apps de trade, essas são as primeiras coisas que nos chamam atenção. Só que por mais confuso que possa parecer, alguns pontos são necessários de esclarecer para sua interpretação, conforme você verá no próximo tópico. 

Leitura de gráfico candle/ de velas: como fazer?

colunas e cores do gráfico de velas
Representação de abertura e fechamento em um gráfico de velas.

O ponto mais importante na hora de ler um gráfico desse tipo é saber que cada vela (candle) representa um intervalo, que varia conforme a seleção do usuário. E isso funciona para gráficos de qualquer tempo, seja de 1 minuto ou semanais e mensais, sendo que esse valor do intervalo pode ser alterado.

👉 Junto a isso, é importante entender alguns conceitos para interpretar os gráficos, são eles:

  • Abertura: primeiro negócio ocorrido no intervalo de tempo;
  • Fechamento: último negócio dentro do intervalo específico;
  • Máxima: cotação máxima atingida, mesmo que momentânea;
  • Mínima: menor preço negociado dentro do período.

Vale ressaltar também que o candle de alta não indica necessariamente uma tendência de alta. Para definir estes movimentos é necessário analisar um conjunto de velas. É desta forma que atuam os analistas gráficos, observando o desenrolar dos movimentos de preço.

👉 Mas como definir essas tendências? Elas podem ser:

  • Alta: os chamados bull market, quedas não formam novas mínimas, apenas pequenas correções. 
  • Lateralização: quando o mercado passa a operar sem tendência definida
  • Queda: mercado de baixa ou bear market, provavelmente um dos mais complicados de se operar.
  • Sobre as barras: as verdes significam períodos no qual o preço de fechamento foi acima da abertura, o que significa alta, e o vermelho períodos de queda.

Portanto, para interpretar um gráfico de candles considere o período, formato e a cor.

O período mostra o que aconteceu em cada candle e suas durações, o formato são os valores deste período e a cor é o que aponta a tendência, como você pode observar abaixo.

Principais tipos de gráficos de velas

Dentro do conceito de gráficos de velas, existem alguns tipos. 

👉 São os principais:

Canal de alta

Um padrão que indica uma continuidade de tendência, ou seja, corresponde por dois períodos distintos, e ganha força quando seus fundos (piso) e topos (teto) são testados ao longo do tempo. 

Fundo duplo

O mais buscado pelos compradores, pois ele mostra um esgotamento da força de venda.

Triângulo simétrico, ou bandeira

Indica uma forte redução nas oscilações de preço em torno de um valor, e usualmente acabam em fortes movimentos de ruptura. 

Ele é interessante de se analisar porque mostra caso ocorra algum furo no suporte, que indicará um queda, ou o oposto, que significa um período de alta.

Triângulo descendente

Normalmente, ele indica um mercado em tendência de queda, mas isso depende da força do suporte (piso). 

gráfico em queda
Representação do triângulo descendente.

Conclusão

O gráfico de velas é uma informação importante para analistas, investidores e traders profissionais. Ele que indica o que está em alta, em queda, e o que vale a pena ir atrás ou não

À primeira vista ele pode parecer confuso, mas com as informações necessárias, conforme as indicadas neste artigo, você já tem um parâmetro para ler e interpretar os candles da melhor forma. 

E independente do seu mercado, bitcoins e criptomoedas, ou apenas ações, essa análise vale para qualquer um deles.

Ressaltando que não há um certo ou errado em análise, apenas objetivos e ideias diferentes. 

Se você deseja se aprofundar mais nesse assunto e se tornar um especialista em candles e traders, conheça nosso curso de Consistência no Day Trade e Gestão Emocional, da Faculdade XP. Ele vai dar tudo que é necessário para você gerar o valor necessário e entender todas as dinâmicas por trás do mercado de vendas de ações. 😉

KPI: significado e importância desse indicadores

Você, que é empreendedor, já ouviu falar em KPI e sabe o significado desse termo? O termo inglês Key Performance Indicator é um importante indicador do sucesso de um negócio. 

Com o KPI é possível acompanhar periodicamente as suas estratégias de negócio e mensurar, através de dados dessas estratégias, se você está no caminho certo ou se novas estratégias precisam ser desenvolvidas para melhorar os resultados da sua empresa. 

Se você ficou curioso e quer conhecer mais sobre o Key Performance Indicator, continue a leitura deste artigo, tire todas as dúvidas sobre o assunto e entenda a importância do KPI para uma empresa.  

KPI: significado

KPIs são Indicadores-Chave de Desempenho utilizados em um negócio. Eles representam os indicadores que precisam ser considerados pela gestão de um negócio na hora de tomar decisões ou montar estratégias para a empresa.    

Como funciona e para que serve o KPI?

Os KPIs são indicadores-chave de desempenho utilizados por empresas para medir se as ações e iniciativas que estão sendo realizadas estão tendo bons resultados. Por exemplo, com o KPI é possível identificar se a sua campanha de marketing está sendo bem aceita pelo público, se ela está cumprindo seu propósito de aumentar as vendas ou o número de leads para a empresa. 

Os indicadores-chave são importantíssimos para a gestão empresarial. Uma vez que com os números e percentuais apresentados pelos KPIs é possível identificar quais estratégias estão indo bem e quais precisam ser repensadas, uma empresa não pode jamais ignorá-los. 

Além disso, os KPIs também servem para os gestores mostrarem às suas equipes quais índices são importantes para o sucesso do negócio. Assim, as equipes podem ter um trabalho mais direcionado ao que realmente importa. 

Qual a diferença de OKR e KPI?

É comum as pessoas confundirem o KPI com o Objective and Key Results (OKR), que significa Objetivos e Resultado-Chave. Isso acontece porque ambos os conceitos são utilizados para estabelecer metas e avaliar resultados acerca da estratégia utilizada.

Entretanto, o OKR é utilizado para definir um objetivo desejado e dar o direcionamento do que precisa ser feito para alcançá-lo. Em contrapartida, o KPI acompanha os números para ver se as ações propostas no direcionamento do OKR estão sendo cumpridas como o esperado.

KPI vs métrica

Também é comum as pessoas confundirem os KPIs com as métricas. Apesar de ambos parecerem a mesma coisa à primeira vista, na prática, não é bem assim. 

Indicadores-chave de performance são os indicadores importantes para o seu negócio alcançar o sucesso desejado. Enquanto as métricas são apenas pontos específicos que podem ser quantificados ou medidos.

Entretanto, apesar das diferenças, uma métrica pode se transformar num KPI. Isso é possível se os números quantificados pela métrica forem capazes de ajudar na hora de tomar decisões dentro da empresa

Por exemplo, as métricas do Instagram normalmente não são consideradas KPIs pela maioria das empresas. Apesar das pessoas acharem que ter muitos likes é sinônimo de sucesso, nem sempre é assim. 

Imagine que você é um empreendedor, as suas postagens têm muitos likes, mas suas vendas estão baixas. Então, de nada adianta a quantidade de curtidas, certo? Por outro lado, você pode ter um alcance pequeno nas redes sociais, mas a maioria das pessoas que têm acesso ao seu perfil o convertem em venda.    

Por isso, likes e visualizações são considerados métricas de vaidade. Se você investe no digital, o mais importante é acompanhar outras métricas como taxa de conversão por post. 

Apresentação de KPI para a equipe
Definir o KPI é importante para que a equipe possa trabalhar com mais foco.

Quais os principais indicadores de KPIs?

Existem uma infinidade de KPIs que podem ser mensurados. Por isso, é fundamental escolher os que são mais importantes para o seu negócio de acordo com o ramo que a empresa está inserida, a sua realidade atual e os seus objetivos. 

Para facilitar na escolha dos seus KPIs, trouxemos abaixo as principais categorias de KPIs e qual o propósito de cada um deles:

Indicadores de Produtividade

São ferramentas ligadas à produtividade que têm como objetivo mensurar os recursos da empresa a partir da avaliação das entregas e dos cálculos feitos a partir da relação hora/colaborador ou hora/máquina. 

Indicadores de Qualidade

Assim como os indicadores de produtividade, os indicadores de qualidade também servem para mensurar o andamento dos processos e as entregas feitas pelos colaboradores. Com esse indicador é possível identificar falhas ou desvios no processo de produção. 

Indicadores de Capacidade

Os indicadores de capacidade mensuram a capacidade de resposta de um processo em relação ao tempo. Dessa forma, dá para se ter uma noção de quão competitiva sua empresa é em relação ao mercado. 

Indicadores Estratégicos

Os KPIs estratégicos se referem a forma como a empresa se relaciona com os objetivos estabelecidos que foram definidos anteriormente na fase de planejamento. Assim é possível acompanhar como anda a empresa no momento e fazer um comparativo entre a realidade e a expectativa da gestão. 

<Leia também: Business Plan: o que é, por que fazer e como fazer/>

Qual a importância de usar o KPI?

Mensurar os KPIs de um negócio é importante porque através deles é possível fazer um melhor acompanhamento das estratégias de negócio, desenvolver metas compatíveis com a realidade da empresa e identificar quais processos estão sendo bem executados e quais precisam ser revistos. 

Como definir um bom KPI para a sua empresa?

Primeiramente, você precisa saber que a escolha de um KPI se baseia no mercado em que a empresa está inserida, na realidade atual da empresa e nos objetivos do negócio.

Para que você consiga escolher os KPIs certos para o seu negócio, aqui vão algumas características chave para um KPI:

  • Escolhas inteligentes: os dados disponibilizados precisam ajudar você a tomar boas decisões;
  • Importância: escolha o KPI de acordo com a importância que os objetivos têm para o seu negócio;
  • Mensuração: um KPI só pode ser mensurado se ele existir e poder ser analisado;
  • Periodicidade: acompanhe regularmente os seus KPIs pois são eles que ajudam na tomada de decisão;
  • Relevância: escolha KPIs importantes e não se deixe levar por métricas de vaidades.  

Como mensurar o resultado do KPI na sua empresa?

Agora que você já sabe como escolher bons KPIs para o seu negócio, o próximo passo é aprender como mensurar os resultados para ter certeza que aquele KPI está tendo o efeito esperado. 

Para fazer uma boa gestão dos KPIs é preciso, sobretudo, periodicidade no acompanhamento dos dados para trabalhar os pontos de melhoria. Por isso, é importante estabelecer bem os prazos de acordo com o ritmo em que ele sofre alterações.  

Mas, além disso, existem outros aspectos que precisam ser considerados. São eles: alinhamento dos KPIs com a estratégia do negócio e a definição de metas. Assim, é possível mensurar os resultados com mais precisão. 

Ferramentas para avaliar o KPI

Como existem diversos KPIs, naturalmente existem diversas ferramentas de avaliação dos mesmos. Para facilitar a sua vida na hora de escolher uma ferramentas, listamos 3 ferramentas populares:

  • Google Analytics: uma das ferramentas mais completas, ela permite que você consiga rastrear de onde vem o tráfego do seu site, o tempo em que cada usuário permanece no site, entre outros índices importantes;  
  • Scoro: plataforma completa de gestão de negócios com o Scoro é possível fazer rastreamento de KPIs e acompanhar KPIs importantes como, por exemplo, taxa de conversão em vendas;
  • SEMRush: o SEMRush é uma plataforma para quem investe no digital. Com ela é possível analisar a performance dos concorrentes, identificar palavras-chaves para o seu negócio, etc. 

Erros comuns ao definir KPI

Geralmente, as empresas cometem alguns erros na hora de definir os seus KPIs. Em primeiro lugar está o erro de definir o KPI antes de definir o objetivo.

Logo em seguida, um erro bastante comum é o de dar atenção a indicadores de vaidade. Por exemplo, número de curtidas e compartilhamentos de uma publicação. 

Por fim, outro erro muito comum é o de ter indicadores em excesso. Quanto menor for a quantidade de indicadores, maior será a atenção dada a eles e melhor será o gerenciamento desse KPI.   

KPI: exemplos práticos

Para que você consiga entender como os KPI são aplicados no dia a dia de uma empresa, trouxemos 3 exemplos:

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

O CAC serve para a empresa conseguir identificar quando custa atrair novos clientes para o seu negócio.

O cálculo utilizado é: CAC = (investimento em Vendas + investimento em Marketing) / quantidade de clientes novos.

Taxa de Conversão 

A taxa de conversão é utilizada para medir quantas pessoas que acessaram o seu site se tornaram clientes da sua empresa.  

A fórmula de conversão é: Taxa de conversão = número de cliente / número de leads.

Net Promoter Score (NPS)

O NPS serve para a empresa classificar os clientes em: detratores (notas de 0 a 6), neutros (notas 6 e 7) e promotores (notas acima de 8).

Para isso, o cálculo utilizado é o: NPS = % de clientes promotores – % de clientes detratores

<Leia também: O que é Balanced Scorecard? TUDO sobre a metodologia de gestão/>

Considerações finais

Provavelmente, já deu para perceber como o KPI, quando bem definido e mensurado, é importante para o sucesso do seu negócio. Por isso, a escolha dos KPIs precisa ser feita com cautela, levando sempre em consideração os objetivos e a atual situação do negócio.

Se você quer aprofundar os conhecimentos em Indicadores-Chave de Desempenho, conheça a plataforma Multi+ da Faculdade XP e os diversos cursos rápidos disponíveis para a área de gestão.  

Google Grasshopper: aprenda a programar de forma simples

Aprender a programar para mudar de profissão ou até mesmo se aprofundar e crescer na carreira tem se tornado um objetivo cada vez mais comum entre pessoas de diversas áreas.

Foi pensando nisso que, em 2018, um time de profissionais que trabalhava em uma incubadora de projetos da gigante Google pensou em desenvolver o Google Grasshopper, um aplicativo para facilitar a aprendizagem. 🖥️

Continue a leitura para saber mais sobre a plataforma e descobrir o que é preciso para começar a aprender a programar!

O que é o Google Grasshopper?

O Google Grasshopper é um aplicativo voltado para o ensino de programação para iniciantes. Ele foi desenvolvido pela Google e é oferecido de forma gratuita em português, inglês e espanhol.

Dessa forma, o foco do aplicativo é o ensino da linguagem Javascript, já que ela é usada por mais de 70% dos programadores.

Com a plataforma, os usuários podem aprender desde as diversas funcionalidades básicas de codificação até conhecimentos aprofundados. Aqui incluem aspectos como linguagens, animações, métodos de matriz e desenvolvimento de sites e softwares.

Como surgiu o aplicativo?

Em 2018, uma equipe de programadores da Area 120 (uma incubadora de produtos e projetos experimentais da Google) criou o Grasshopper.

O objetivo era remover todas as barreiras que até então limitavam o acesso à educação na programação.

Já a missão da ferramenta é ainda mais nobre: educar jovens e adultos e inseri-los no universo do mercado de tecnologia da informação.

👍 Portanto, desde o lançamento do Grasshopper, em 2018, cerca de um milhão de pessoas passaram ao menos uma hora aprendendo a codificar por meio do aplicativo!

Como funciona o Google Grasshopper?

O Grasshopper trabalha a partir de uma didática gradual. Cada estudante passa a receber desafios e exercícios com maior grau de dificuldade à medida que assiste e progride nas aulas.

Alguns conteúdos são até mesmo bloqueados. Inicialmente, só podem ser liberados após o usuário mostrar que está pronto para aprendê-los e que já assimilou as aulas anteriores.🔒

Ao primeiro contato com o Grasshopper, por exemplo, os alunos devem concluir todo o conteúdo referente aos ‘Fundamentos’.

Só depois de acompanhar os ensinamentos sobre o básico da programação é que o aprendiz pode seguir para a área ‘Primeiros Passos’ da plataforma e escolher qual tema verá posteriormente.

O objetivo do Grasshopper é ajudar os seus usuários a crescerem nas carreiras. Por isso, os conteúdos não se limitam aos termos e conceitos técnicos da programação.

Em uma determinada sessão, por exemplo, o aluno é guiado a responder uma simulação de entrevista de emprego. Ele recebe até mesmo uma das perguntas usadas pela própria Google em seus processos de contratação!

Em outra área, chamada ‘Snippets’, existe uma galeria de projetos em que os usuários podem enviar as suas próprias criações, estimulando o desenvolvimento da técnica e a troca de saber entre os participantes.

Apresentação da tela inicial do Google Grasshopper.

Quais os benefícios do Google Grasshopper?

Muito se fala sobre a programação ser a carreira do futuro. Os estudos acadêmicos sobre a eficácia do Grasshopper mostram que, com apenas duas semanas de uso, já é possível perceber o aumento da motivação dos alunos a aprender a programar. 😊

Isso porque o Google, ao desenvolver a plataforma, se concentrou em três barreiras principais que dificultam o aprendizado dos adultos a codificar: tempo, acesso e dinheiro. Estes são, inclusive, os principais benefícios do Grasshopper.

De acordo com Laura Holmes, fundadora da plataforma, quando o Google perguntou a milhares de adultos norte-americanos por que eles haviam desistido de estudar codificação, a principal resposta foi que eles ficaram sem tempo.

Por esse motivo, segundo Holmes, em entrevista à revista Time, surgiu a ideia de transformar as aulas de codificação em algo mais parecido com um jogo de smartphone, gratuito e que facilitaria o encaixe em uma agenda lotada.

Muitos usuários aproveitam os momentos livres ou de relaxamento para ‘jogar’ e aprender. Para isso, contam com a ajuda de um gafanhoto amigável chamado Grace – em homenagem à pioneira da indústria de computadores Grace Hopper – que incentiva os jogadores ao longo do caminho.

Ao fim do game, o aluno está familiarizado com os conceitos básicos de programação, inclusive, à vontade para resolver problemas com código, e ainda é capaz de criar uma página da Web simples.

Em suma, o Grasshopper fornece as habilidades básicas necessárias para você continuar a jornada de aprendizado de código, o que pode levar muitas rotas diferentes.

Há usuários que buscam bootcamps de codificação em tempo integral, cursos on-line de meio período, diplomas em universidades de quatro anos ou faculdades comunitárias e muito mais.

Confira como acessar o app Grasshopper

O Google Grasshopper é bem fácil de usar. Os mais familiarizados com a linguagem de programação conseguem operá-lo de forma intuitiva.

Abaixo, você vai ver o passo a passo de como acessar o aplicativo. Acompanhe!

Passo 1

O primeiro passo para utilizar o Google Grasshopper é acessar a plataforma no computador ou no seu celular.

Passo 2

Logo em seguida, é preciso fazer login no aplicativo com uma conta de e-mail da Google. Se você não possui uma, é preciso criar para acessar o programa.

Passo 3

Ao efetuar o login, a própria plataforma irá te guiar para um passo a passo. Não pule! Já nesse momento o aplicativo começa a trabalhar questões importantes de forma lúdica e didática.

Passo 4

Pronto! Já é hora de começar a aprender pouco a pouco os princípios da programação.

Você vai perceber que não terá acesso a todos os conteúdos do Google Grasshopper imediatamente. Isso acontece porque é preciso avançar nas aulas e nos exercícios para visualizar o processo completo. Todo o programa é bem intuitivo, tornando o aprendizado leve e divertido.

O Grasshopper é uma maneira fácil e eficaz para iniciantes aprenderem a codificar. Vídeo: Google for Education/YouTube.

Afinal, como se tornar um programador?

O mercado está cada vez mais favorável para os profissionais de programação.

O momento não acontece apenas porque a demanda de vagas cresce exponencialmente, mas porque também o número de profissionais qualificados não consegue acompanhar as necessidades do setor.

Com salários mais atrativos, cresce também o interesse de jovens e adultos em saber como e por onde iniciar a carreira.

Boa parte das dúvidas acontece porque a carreira não pede uma formação específica ou uma graduação superior. Na prática, cada profissional é responsável por moldar a sua qualificação, por meio de cursos e ferramentas confiáveis.

Pensando nisso, a Faculdade XP oferece um bootcamp online para a formação de programador de software iniciante. Conheça os pilares e os conceitos fundamentais da área e aprenda na prática as grandes linguagens de programação em aplicação.

Design Sprint: conheça o conceito dessa metodologia e como aplicá-la em seu negócio

Ao mesmo tempo em que a tecnologia viabilizou o desenvolvimento de produtos e soluções, ela também gerou senso de urgência entre as pessoas. Para atender a esse comportamento e encurtar processos, o mercado incorporou o Design Sprint às atividades.

Imagine resolver um problema, melhorar um processo ou até mesmo desenvolver um produto em apenas cinco dias. Essa é basicamente a proposta dessa metodologia, que é cada vez mais utilizada mundo afora. Para entender mais sobre como ela funciona, confira o artigo abaixo.

O que é Design Sprint?

No cenário convencional, quando uma empresa tem uma ideia, ela desenvolve um produto e promove discussões internas para identificar suas forças, fraquezas e oportunidades. Feito isso, ela inicia um MVP (Minimum Viable Product) para, em contato com o mercado, testar as ideias iniciais do produto.

No Design Sprint, a validação do usuário não acontece no fim, mas sim no meio das discussões. Por se tratar de uma metodologia ágil, seu objetivo é justamente o de dar velocidade ao projeto, permitindo o ajuste de rota em um curto espaço de tempo.

Em resumo, o Design Sprint é focado em resolver problemas e testar ideias antes que os projetos sejam consolidados e levados ao mercado oficialmente. Neste contexto, todo o processo ocorre em cinco dias (quatro, caso a metodologia seja o Design Sprint 2.0).

Por que Design Sprint é uma metodologia ágil?

Antes de saber o motivo do Design Sprint ser considerado uma metodologia ágil, é preciso relembrar o que isso significa.

A metodologia ágil tem como característica a velocidade. Isso significa conduzir etapas de um projeto evitando obstáculos e focando em sua conclusão. Tudo isso dentro de um ambiente dinâmico, flexível e interativo.

É justamente por conta do dinamismo defendido pelo Design Sprint que ele é considerado uma metodologia ágil. Ao colocar a ideia de um produto em contato com o usuário final antes de sua consolidação, o negócio simula um cenário real, mas com possibilidades de ajustes rápidos e, muitas vezes, menos custosos.

Para que serve o Design Sprint?

O Design Sprint foi criado para encurtar o processo entre o conceito de um produto e a sua entrega ao mercado.

Muitas vezes, uma concepção pode levar semanas e ainda mais tempo para que seja colocado à prova dos usuários. O objetivo dessa metodologia é justamente a de evitar essa morosidade, podendo identificar oportunidades de melhorias com mais rapidez.

Assim, o Design Sprint serve para todas as empresas que querem velocidade na hora de levantar hipóteses, mensurá-las e corrigi-las.

Por que usar o Design Sprint?

A principal razão para que uma empresa incorpore o Design Sprint em seus processos é usar os recursos de maneira inteligente. Afinal, de nada adianta investir uma grande quantidade de dinheiro em uma ideia se, no fim das contas, os usuários não entenderem o seu produto ou pior: não usarem ele.

Com a metodologia, essas chances são reduzidas, pois as ideias são colocadas em contato com o público antes mesmo de sua finalização. Assim, a equipe responsável pode antecipar resultados com insumos concretos e fazer correções a partir deles.  

Outra vantagem do uso do Design Sprint é a possibilidade de trabalhar em um grupo diverso, formado por profissionais de diferentes áreas e que contribuem ativamente. Assim, a elaboração de uma ideia acontece de maneira mais sólida.

Principais práticas adotas pelo Design Sprint

Como dissemos, essa metodologia envolve a contribuição de um time diverso. Juntos, eles pensam em uma ideia que pode ser relevante para o cliente. A partir dela, conduzem as etapas do Design Sprint, que têm cinco dias de duração. Veja mais:

Dia 1: mapeamento

O primeiro dia do Design Sprint é dedicado ao entendimento do problema. Esse problema pode ser a correção de um produto já existente, a melhoria de um processo ou a criação de um novo produto.

Nessa etapa, a equipe discute e esgota todas as possibilidades relacionadas àquele problema. Ao fim, é definido um ponto para ser atacado e qual a meta a ser atingida ao quinto dia.

Dia 2: idealização

Com o problema identificado, é o momento de pensar em ideias que o resolvam. Aqui, vale a adoção de técnicas como a do brainstorming, para que o time opine livremente e encontre soluções a partir dos pontos trazidos.

O fato de contar com uma equipe diversa faz com que as contribuições sejam mais ricas, ou seja, com diversos pontos de vista, pautados por diferentes óticas e necessidades. Ao fim, todas as ideias são reunidas e discutidas.

Dia 3: decisão

Com um problema identificado e diversas ideias levantadas, o terceiro dia é dedicado a decidir quais delas serão absorvidas e transformadas em testes.

Nessa etapa, o foco deve ser o retorno esperado com cada ideia, a viabilidade de testá-las e, claro, a facilidade na implementação.

Dia 4: prototipagem

Após ter a ideia objeto de teste escolhida, é o momento de prototipá-la. Engana-se quem pensa que isso significa criar e finalizar um produto. Na verdade, o objetivo é representar a solução, de modo que o usuário seja capaz de testá-la em um ambiente controlado.

Aqui valem recursos como ferramentas online e impressões em 3D. O mais importante é concluir o quarto dia com o protótipo montado e as atividades de teste já planejadas.

Dia 5: teste

Após uma densa semana de discussões, o quinto e último dia do passo a passo do Design Sprint é exclusivo para testes. Basicamente, isso significa colocar o protótipo nas mãos do usuário e coletar seus feedbacks em tempo real.

Durante o período, a equipe deve analisar e aprender com cada interação do entrevistado. Aqui vale identificar os pontos fracos e fortes, na opinião de cada um, bem como suas dificuldades e facilidades durante o teste.

Etapa final: aprendizado

Ao final das etapas do Design Sprint, a equipe é capaz de organizar todas as informações coletadas nos testes e, a partir delas, criar um plano de ação para dar continuidade ao desenvolvimento da solução.

Na dúvida se o Design Sprint funciona? Confira cases de sucesso

Se você ainda tem dúvidas sobre o funcionamento dessa metodologia, veja duas empresas que a incorporaram em seus projetos e tiveram resultados pra lá de interessantes.

Electrolux

Por ser uma das principais empresas de eletrodomésticos do país, a Electrolux precisa lidar com uma grande quantidade de cargas diariamente. Muitas vezes, no centro de distribuição, isso significa dificuldades nos processos de recebimento, armazenamento e distribuição dos produtos.  

Foi para entender como gerar mais eficiência para esses processos que o Design Sprint foi realizado com o time. As ideias giraram em torno de ações como o uso de empilhadeiras e a movimentação de cargas.

Ao fim, a estimativa é de que a metodologia tenha contribuído com o aumento da entrada de mais de 16 mil produtos de maneira inteligente e dinâmica.

SuperQuadra Jundu

Um dos produtos oferecidos pela Mineração Jundu são quadras de areia para a prática de esportes como o beach tennis. Com o crescimento da demanda por esse serviço por todo o país, a empresa viu a necessidade da criação de um aplicativo para conectar atletas às quadras.

Para pensar nesse produto, uma equipe multidisciplinar se reuniu e contou ainda com a participação de profissionais como preparadores físicos e os próprios atletas. O resultado foi a construção de um aplicativo ainda mais completo, pensado de acordo com as necessidades do próprio usuário.

>>> Se você quer ajudar a sua empresa a escalar a partir de processos dinâmicos e relevantes, que tal se tornar um Gestor de Processos de Negócios? Na Faculdade XP, você tem acesso a um bootcamp que prepara o profissional para assumir posições de liderança nas empresas e a melhorar processos a partir de metodologias ágeis.

O bootcamp tem quatro módulos e duração 10 semanas, sendo totalmente imersivo e prático, considerando desafios reais. Entre os conteúdos aprendidos estão:

  • Gestão da informação e do conhecimento, com fundamentos e ferramentas;
  • Monitoramento e melhoria contínua de processos, com a apresentação de gráficos e dashboards;
  • Gerenciamento ágil de projetos, para o aprendizado de modelos como o Scrum;
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Como acompanhar fundos imobiliários? Confira!

Hoje, cada vez mais pessoas estão buscando formas de investir dinheiro para lucrar nos próximos anos. Nessa cultura de investimentos uma modalidade que cresce é a de fundos imobiliários. Só que existe aquela dúvida de como acompanhar fundos imobiliários em um mercado tão competitivo e com instabilidades o tempo todo. 

Isso se torna ainda mais questionável em anos pós-pandemia marcados pelas incertezas e volatilidades da economia e seus juros de inflação. 

Neste artigo você vai entender o que são esses fundos imobiliários e os principais detalhes para acompanhá-los e como escolher o melhor para sua carteira de investimentos. Confira! 😉

O que são fundos imobiliários?

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) são uma das opções vantajosas dentro do mercado de investimentos do tipo de renda variável, mas com menor risco que ações, ideal para aquelas pessoas que desejam diversificar seu portfólio e ter uma renda mensal extra. 

Eles são caracterizados pela repartição em cotas negociadas na Bolsa de Valores, através da compra e venda de imóveis que são utilizados tanto para locações quanto para arrendamentos.

Com os FIIs, é como se você tivesse um imóvel, usufruindo de todos os benefícios, mas sem ter ele realmente como seu ou existindo fisicamente. 😄

Assim, possui alguns benefícios, como:

  • Conseguir investir em imóveis com pouco dinheiro;
  • Ter um rendimento mensal;
  • Seus rendimentos são isentos do imposto de renda;
  • Tem liquidez;
  • Menor risco de vacância;
  • Economizar tempo e dinheiro.

Como funciona?

Imagina você conseguir viver com a renda de aluguéis sem ter que comprar um imóvel ou se preocupar com condomínio, reformas e IPTU? Isso é investir em fundos imobiliários. 

Assim, ele é uma espécie de ‘condomínio’ de investidores, onde são reunidos recursos para que se aplique em um mercado imobiliário.

Qualquer que seja sua ação, ao menos 95% de toda a renda arrecadada no fundo semestralmente é igualmente distribuída entre as cotas mensais dos investidores, sendo que o investidor recebe de acordo com o número de cotas que possui. 🤑

Logo, qualquer patrimônio que você tenha investido, ele é somado e dividido em cotas

Como ele atua por um gestor profissional e uma estratégia específica, existem alguns tipos:

  • Fundos de papel: caracterizado por investir a maioria dos recursos em aplicações financeiras relacionadas ao setor imobiliário, como certificado de recebíveis imobiliários (CRI), letra de crédito imobiliário (LCI) e letra hipotecária (LH);
  • Fundos de tijolo: a maior parte do dinheiro vai para imóveis físicos, como lajes corporativas ou imóveis comerciais;
  • Fundos de fundos: esse prioriza o investimento em cotas de outros FIIs.

Onde pesquisar fundos imobiliários?

Para saber quais são os melhores fundos imobiliários para seus objetivos, deve-se considerar alguns fatores, como:

1. Comparar os pontos entre diferentes FIIs

Assim você analisa e identifica um possível ranking FII de acordo com o que você elencar como mais ou menos importante.

2. Entender a que setor ele pertence  

Sempre avalie o fundo e o setor dele para entender se encaixa com o seu perfil de investidor e a sua carteira. Se o fundo de um setor está em queda, não invista nele.

3. Qual o histórico da Gestora?

Sempre conheça com mais detalhes possível a gestora por trás do fundo imobiliário, pois é ela quem irá administrar seus investimentos e fazer as escolhas de onde investir. 

Se for alguém com má reputação, o resultado vai sair fora do esperado. 

4. Analisar a liquidez 

Um FII com boa liquidez pode ser vendido rapidamente. Então, identifique como se comporta o que você escolheu.

5. Ver sobre o Dividend Yield 

O DY é o cálculo de rentabilidade do fundo imobiliário, que mede a relação entre os dividendos e a cotação atual do ativo.

6. Verificar qual o preço do fundo

Sabendo o preço, você sabe quais são os melhores fundos imobiliários, vendo qual é mais descontado ou não.

Como acompanhar a rentabilidade dos fundos imobiliários?

Entender como acompanhar a rentabilidade dos melhores fundos imobiliários é um dos maiores questionamentos dos investidores. 

Para isso, é importante realizar um cálculo que considera a diferença percentual entre o preço das cotas no momento e quando você realizou o aporte. Assim, se a cota de um fundo era vendida a R$100,00 e passou a valer R$130,00, a rentabilidade bruta foi de 30%. 🤑

Já se for pensar na rentabilidade líquida, você deve descontar a taxa de corretagem e outros encargos, como o Imposto de Renda (IR). No caso, a tributação é de 20% sobre o lucro com a venda das cotas.

Então, quando falamos de rentabilidade real dos fundos imobiliários, ela já prevê o desconto da inflação do retorno apurado. Com isso, você sabe se o avanço ficou acima ou abaixo do poder de compra. 

Agora, sobre os proventos, você pode calcular a rentabilidade obtida com eles por meio do dividend yield (DY), conforme já foi comentado. 

Como é medida a rentabilidade dos FIIS?

Na hora de medir a rentabilidade e descobrir os melhores fundos imobiliários, você deve entender dois ganhos com esse tipo de investimento.

Valorização das cotas

A primeira forma de retorno envolve a valorização das cotas dos FIIs, onde é um processo que ocorre pelo aumento de um patrimônio e a valorização de um imóvel, por exemplo.

Outro caso para ela ocorrer é se há uma demanda maior desse fundo por parte do mercado, porque vai ter uma elevação na procura, o que aumenta o preço da negociação das cotas.

Recebimento de dividendos

A rentabilidade também pode acontecer por meio dos dividendos. Na Lei definida, 95% dos lucros líquidos são divididos quando houver lucros e, assim, ocorre uma distribuição proporcional a cada investidor. 

Melhores fundos imobiliários

representação de figuras para fundos imobiliários
Como acompanhar fundos imobiliários e ter o melhor retorno financeiro das aplicações. Fonte: Getty Images.

Hoje, há um destaque para fundos imobiliários de tijolo, principalmente para aqueles que desejam adquirir fração de excelente imóveis por preços baixos.

Além deles, os de papel estão sendo beneficiados neste ano de 2022, devido ao aumento das taxas de juros, como a Taxa Selic e a inflação. 🎯

Assim, de acordo com a Suno, alguns dos FIIs com potencial para serem os TOP fundos imobiliários deste ano de 2022 são:

BTLG11 – BTG Pactual Logística e HGRU11 – CSHG Renda Urbana, sendo que, atualmente, o BTG Pactual Logística FII (BTLG11) possui um patrimônio líquido de R$ 1,53 bilhão, com cerca de 147,1 mil cotistas, sendo a 3ª maior base de investidores dentre os fundos logísticos.

Já segundo a Rico connect, os melhores no mês de Setembro foram:

  • KFOF11 – Kinea Fundo de Fundos
  • PATL11 – Pátria Logística
  • RCRB11 – Rio Bravo Renda Corporativa
  • NSLU11 – Hospital Nossa Senhora de Lourdes
  • BLMG11 – BlueMacaw Logística
  • TRXF11 – TRX Real State
  • HFOF11 – Hedge TOP FOFII 3
  • ALZR11 – Allanza Trust Renda Imobiliária
  • FEXC11 – BTG Pactual Fundo de CRI
  • RZAK11 – Riza Akin

Como se tornar um investidor?

Agora iremos te explicar como montar sua carteira com os melhores fundos imobiliários do seu jeito. O ponto mais importante é você diversificar. 

Logo, é necessário que a diversificação dos investimentos na sua carteira seja realizada de forma balanceada de acordo com o seu perfil de investidor, garantindo uma rentabilidade acima do mercado ao custo de um risco controlado. 

Lembre-se de sempre analisar os investimentos antes de incluí-los, principalmente em relação à rentabilidade dos fundos imobiliários.

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