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Quer se tornar Assessor de Investimentos? Veja o que um profissional da área pode te dizer!

Você gosta do mercado financeiro e está indeciso por onde começar sua carreira? Eu tenho experiência de quase 20 anos no mercado como gestor de fundos multimercados e trader em tesourarias. Espero te ajudar com algumas informações para você escolher melhor a sua próxima profissão e, por isso, vou listar alguns fatos sobre a carreira de Assessor(a) de Investimentos.

Lembre-se de que tenho a visão de alguém que já vivenciou muitas tendências nas profissões mais quentes do mercado ao longo desses anos.

Fatos sobre a carreira de Assessor(a) de Investimentos que talvez você não saiba

A principal vantagem que eu vejo na profissão de Assessor(a) de Investimentos é a autonomia, você é o seu próprio patrão, define os seus horários, metas e prioridades.

Muitas pessoas subestimam o valor disso na vida profissional, é uma satisfação muito grande você traçar seus próprios objetivos e ir atrás deles. Sempre gostamos de ouvir histórias de grandes vencedores dos esportes, e num mercado tão meritocrático como o mercado financeiro, você tem a oportunidade de escrever a sua da maneira que quiser.

Se tornando um(a) Assessor(a) de Investimento certificado pela Ancord você vira um(a) Investidor(a) Profissional perante aos órgãos reguladores e pode realizar para sua carteira própria todos os tipos de investimentos disponíveis no mercado.

Os reguladores querem assegurar que os investimentos sejam feitos por pessoas que conhecem as suas características de retorno e risco, por isso fazem essa limitação de alguns tipos não serem disponíveis a todos os investidores. Um(a) Assessor(a) certificado é um investidor que conhece profundamente os aspectos mais importantes das classes de ativos e pode, para si próprio, fazer o investimento que desejar.

O mercado financeiro é o encontro dos poupadores de dinheiro com as pessoas que precisam desse dinheiro para investir na cadeia produtiva. Falamos pouco sobre o intermédio dessas operações, mas o trabalho do(a) Assessor(a) é muito importante, pois é ele quem vai ajudar os poupadores a direcionarem melhor suas economias.

Os poupadores muitas vezes não conhecem muito sobre os diferentes tipos de investimentos, pois não têm o tempo e a vontade necessária para aprender. 

Os(as) Assessores(as) têm a oportunidade, ao melhorar o resultado da carteira dos clientes, de viabilizar os sonhos desses investidores. Todas as vezes que ouvimos que alguém conseguiu se aposentar mais cedo, trocou de carro ou comprou um imóvel, isso pode significar que as escolhas de investimentos foram bem executadas e pensadas e, muitas vezes, essas pessoas tiveram suporte de um(a) Assessor(a) de Investimentos.

Conhecimento é o caminho

A Faculdade XP conta com a Jornada de Formação de Assessores, um curso preparatório para a certificação da ANCORD, com duração de 60 dias e bolsas 100% gratuitas!

A grade curricular é composta por conteúdos que abarcam os conhecimentos necessários para a obtenção do certificado da ANCORD. Também inclui os principais desafios e o desenvolvimento de habilidades comerciais, a partir de situações reais e experiências práticas.

São mais de 25 horas de videoaulas com professores especialistas no mercado financeiro. Cerca de 650 vídeos de resolução de exercícios, simulados ilimitados e conteúdo atualizado diariamente. Vale destacar que os alunos vão ter acesso a:

  • Mentoria com o time da XP Investimentos;
  • Estudos de casos reais com assessores TOP Performers da XP;
  • Planejamento Comercial;
  • Acompanhamento personalizado de um time de consultores de carreira;
  • Kit indicação dos alunos aprovados na ANCORD, com materiais que vão ajudar o candidato a conquistar uma entrevista com os escritórios da rede XP.

Para participar do processo seletivo, os interessados devem ter ao menos 18 anos completos e ter concluído o ensino médio. E não menos importante, possuir interesse em atuar no mercado financeiro, sem necessariamente ter experiência prévia na área.

Conheça os módulos preparatórios

  • Matemática Financeira;
  • Economia e Sistema Financeiro Nacional;
  • Mercados de Capitais;
  • Atividades do AI;
  • Derivativos;
  • Liquidação e operações de produtos financeiros;
  • Renda Variável;
  • Renda Fixa;
  • Gestão de Risco;
  • Fundos de Investimentos;
  • Tributação.

Aprenda com quem realmente entende do assunto. Prepare-se para ser um assessor de investimentos de sucesso e aprenda, na prática, a atuar no mercado financeiro com a expertise XP. Clique aqui e garanta sua vaga!

Síndrome de Burnout: o que é e como tratar?

Se você tem se sentido excessivamente cansado, estressado e irritado de forma prolongada no trabalho, tome cuidado: você pode estar sofrendo com a Síndrome de Burnout. 

Além disso, tensões emocionais e estresses crônicos advindos de uma jornada de trabalho existente e condições psicológicas desgastantes no ambiente de trabalho, se apresentam como algumas das mais diversas características da Síndrome de Burnout.

Caso você seja um profissional que, no seu dia a dia, precisa lidar com envolvimento interpessoal intenso e direto, você está mais propenso a desenvolver a síndrome. 

Ademais, profissionais que trabalham nas áreas de RH, educação e saúde, ou que são bombeiros, policiais e assistentes sociais se enquadram nesse ponto também. 

E quando falamos de mulheres que, por sua vez, lidam com uma jornada de trabalho dupla, ou seja, além do trabalho tradicional, de 8h às 17h, necessitam trabalhar em casa com as demandas domésticas, vemos um agravante forte. 

A internet se popularizou e muita gente já ouviu falar na Síndrome de Burnout, mas nem todas as pessoas entendem realmente o que ela é, quais os seus sintomas e como funciona o tratamento. No entanto, hoje responderemos todas as suas dúvidas. 

Vamos lá?

O que é a síndrome de Burnout?

Em suma, é um transtorno psicológico causado por uma exaustão extrema, intimamente ligada ao mercado de trabalho do indivíduo. 

Também conhecida por Síndrome do Esgotamento Profissional, a Síndrome de Burnout, segundo estudos da International Stress Management Association no Brasil, atinge mais de 33 milhões de brasileiros, representando cerca de 15% da população do país.

A síndrome afeta, principalmente, profissionais que lidam com pressão constante, tensão emocional e acúmulo excessivo de estresse, a tornando comum em certos círculos profissionais. 

E não é só a ansiedade e pressão que afetam os indivíduos com a síndrome: ela envolve, primariamente, a saúde mental, por ser um distúrbio emocional, mas também afeta o lado físico dos mesmos, a longo prazo, por isso a necessidade ainda maior de cuidado.

Como surgiu o termo Burnout?

O nome “Burnout” tem origem inglesa e simboliza algo ou alguém que, por exaustão e falta de energia, deixou de funcionar. 

O termo foi mencionado pela primeira vez pelo Freudenberger, psicólogo norte-americano em 1974 e isso aconteceu de uma experiência bem empírica: ele, simplesmente, relatou o que ele e alguns amigos vinham sentindo. 

Diversos estudos passaram a ser feitos e, hoje, o distúrbio está presente na Classificação Estatística e Internacional de Doença e Problemas Relacionados à Saúde, a CID-10, mais precisamente no grupo 5.

Fatores que levam a síndrome de Burnout

É comum diversas pessoas dizerem “mas como fulano chegou a essa situação?”. É simples: pessoas levadas além do seu limite físico e/ou emocional no ambiente de trabalho chegam ao esgotamento de forma rápida e não passado algum tempo após o início dos sintomas. 

Alguns fatores que levam a Síndrome de Burnout são:

  • Excesso de esforço físico, mental e/ou emocional;
  • Raros momentos de descontração;
  • Absorção de carga emocional de terceiros para si mesmo;
  • Problemas com chefe, familiares ou no relacionamento amoroso;
  • Muitas horas de estudo sem descanso e repouso.
Médica com Síndrome de Burnout
Síndrome de Burnout está presente nas mais variadas áreas e é um problema de saúde que precisa de atenção.

<Leia também: Como mudar de carreira? Passo a passo para fazer a transição/>

Como identificar os sintomas de Burnout?

Questione-se: você está exagerando no café, no cigarro, em energéticos ou refrigerante para ficar acordado e alerta por mais tempo?  Além disso, o seu uso de bebidas alcoólicas para relaxar tem aumentado? 

Perceba se você tem tido atitudes como:

  • Absenteísmo no trabalho
  • Isolamento;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Pessimismo;
  • Baixa autoestima;
  • Lapsos de memória.

Se você respondeu sim para essas perguntas, é bom ficar atento e procurar um psicólogo: elas são, quando convergentes, facilmente associadas a Síndrome de Burnout.

Quem pode diagnosticar a síndrome de Burnout?

Um psicólogo ou psiquiatra. 

Esses profissionais receitam diferentes tipos de atendimentos psicológicos e, caso não funcionem, os medicamentos antidepressivos entram no jogo para ajudar o paciente.

Como o diagnóstico da síndrome de Burnout é feito?

Os profissionais consideram a história, envolvimento, relação pessoal e profissional no trabalho e respostas psicométricas a questionários baseados na Escala Likert, por exemplo. 

Assim, o diagnóstico feito é, basicamente, clínico.

A síndrome de Burnout tem cura?

Burnout tem tratamento. 

Seja ele feito por meio de medicamentos, consultas com profissionais e/ou mudanças no estilo de vida: ele ajuda fielmente o paciente a encontrar uma melhoria na relação com o trabalho e com a vida

Como tratar a síndrome de Burnout?

Com alguns pontos importantíssimos:

  • Medicamentos para tratamentos dos sintomas, caso solicitado pelo psiquiatra;
  • Acompanhamentos constantes com médicos;
  • Terapia constante;
  • Refazer e criar novos hábitos: jamais permanecer com atitudes e hábitos que possam arrastar o paciente de volta para o sofrimento; 
  • Atividade física contínua;
  • Hábitos saudáveis;
  • Alimentação equilibrada;
  • Exercícios de relaxamento;
  • Meditação.

<Leia também: Gestão de carreira: como ela pode contribuir para o seu crescimento profissional/>

Por que é importante tratar o Burnout?

Todo e qualquer distúrbio e/ou doença precisa ser tratado. Com o Burnout, por sua vez, não seria diferente.

Muitas pessoas levam “com a barriga” problemas com a saúde mental quando, na realidade, é ela a responsável por deixar todo o nosso corpo dentro dos conformes. 

Ou seja, se a sua saúde mental não vai bem, é muito provável que você vá sentir os efeitos negativos pelo seu corpo. 

O Burnout pode se transformar em depressão?

Em suma, sim. Por isso a importância do diagnóstico e do tratamento. 

A Síndrome de Burnout e a Depressão se diferenciam um pouco: enquanto a fonte principal do Burnout é no trabalho, na Depressão os problemas estão ligados a todos os âmbitos da vida. 

O problema é que, com o tempo, e sem tratamento, o quadro depressivo pode ser inicialmente provocado pelo Burnout.

Estou com síndrome de Burnout e agora? Como comunicar o RH da minha empresa?

Respire fundo e procure um psicólogo ou psiquiatra. 

Esses profissionais te ajudarão, de maneira majestosa, a conversar com o RH. Comunique a eles o seu temor, e o psicólogo irá te ajudar a entender como conduzir essa conversa com a empresa sem te prejudicar.

<Leia também: Demissão silenciosa: o que é e quais os seus impactos/>

O que fazer para evitar a síndrome de Burnout?

Existem meios de prevenção e tratamento da síndrome, e eles andam juntos! 

Algumas maneiras de prevenir a Síndrome de Burnout são: 

  • Atividade física: auxilia na liberação das tensões nos músculos, além das diversas melhorias na saúde;
  • Alimentação saudável: correta e balanceada, assim os nutrientes e vitaminas serão ingeridos diariamente;
  • Lazer: relaxar é fundamental para mente e para o corpo;
  • Menos cobranças: se cobre menos! Você está fazendo o que pode com aquilo que tem. E lembre-se: perfeição não existe, ok?

Por fim, queríamos te relembrar que aprender é uma ótima opção para aumentar a autoestima e se sentir mais livre! 

Que tal conhecer a Multi+? A plataforma de aprendizagem da Faculdade XP. Conheça a plataforma e depois nos conta o que achou, ok?

Conheça 5 cursos de programação para iniciantes e tudo sobre essa carreira

O mercado de trabalho tem passado por transformações significativas nos últimos anos. Para dar vazão às necessidades de empresas e seus clientes, profissões surgiram e outras tantas se modernizaram. Neste cenário, destacam-se aquelas pautadas por conhecimentos e habilidades tecnológicas, e a busca por cursos de programação para iniciantes é consequência desse movimento.

A posição de programador tem despontado no Brasil e no mundo. Entre as empresas, a disputa é acirrada. Já entre os profissionais, há quem esteja iniciando carreira e até mesmo quem pense em transição. Independentemente de qual lado você esteja, começar os estudos é fundamental. É por isso que neste artigo listamos 5 cursos de programação para iniciantes que vão ajudá-lo a dar os primeiros passos na profissão. Confira!

Projeções para o mercado de TI no Brasil

Não é segredo que o mundo está cada vez mais moderno. Nos supermercados, caixas tradicionais agora dividem espaço com opções de autoatendimento. Os pedidos de refeição migraram do telefone para o celular, assim como os pedidos de carros, caronas e manicures.

Grande parte desse efeito é provocado pela transformação digital que, em sua essência, tem como objetivo incorporar a tecnologia em processos do dia a dia.  Para sustentar essa transformação, porém, é preciso contar com o apoio de profissionais especializados.

De acordo com estudo publicado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a expectativa é que até 2025 o mercado de tecnologia demande 797 mil profissionais. O mesmo estudo, entretanto, indica um déficit na oferta desses profissionais.

Diante de dados como esse, é inegável que as projeções para o mercado de tecnologia são de crescimento. Além de uma demanda acelerada, há ainda a oportunidade para o ingresso no setor que, aparentemente, está longe de saturar.

Principais áreas em crescimento

Considerando que o mercado de TI está deficiente, há oportunidades em praticamente todas as áreas. Entretanto, algumas ganham destaque diante das necessidades do mercado e das tendências projetadas para o futuro.

Entre as áreas em crescimento estão:

Como se tornar um programador?

Se você está motivado pelas oportunidades do mercado de tecnologia e disposto a aprender mais sobre a área de programação em cursos de programação para iniciantes, que tal saber antes quais as possibilidades relacionadas a ela?

Antes de mais nada, o programador é o profissional responsável por criar e manter softwares. Ele também desenvolve comandos que orientam uma máquina em suas atividades. Esses processos são feitos usando linguagens de programação e podem ser aplicados em frentes como sites, aplicativos, sistemas operacionais e até mesmo jogos.

O primeiro passo para se tornar um programador é, sem dúvidas, gostar, ter facilidade ou interesse pela área de exatas. Embora programar não envolva, necessariamente, números, há algumas lógicas por trás dos processos e essa característica viabiliza o entendimento e solução de problemas.

Ainda mais importante é o estudo. Entre os conhecimentos e habilidades que devem ser desenvolvidos estão, fundamentalmente, as lógicas e linguagens de programação. É por meio delas que o trabalho de um programador é executado.

Vantagens dessa carreira

Se você está procurando razões para ingressar nessa profissão — seja ela a primeira ou o resultado de uma transição —, não faltam porquês. Além de um mercado em franca expansão, que gera facilidade na busca por uma oportunidade, as remunerações também são para lá de vantajosas.

De acordo com o site Glassdoor, o salário médio de um programador pode variar entre R$ 3.658 e R$ 14.399. Há empresas que oferecem ainda mais, sem falar em um pacote de benefícios atraente.

A flexibilidade dessa posição é outro ponto que atrai os profissionais. Normalmente é possível trabalhar de qualquer lugar do mundo — razão pela qual muitos brasileiros têm se candidatado a vagas internacionais.  

5 cursos de programação para iniciantes

Está decidido a mergulhar nesse universo e se tornar um programador, mas em dúvida de qual o melhor curso de programação para iniciantes? Então veja algumas opções que são referências no mercado. É só escolher o seu e se matricular.  

Khan Academy

A Khan Academy é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo levar educação gratuita para pessoas de qualquer lugar.

Entre as opções de cursos disponíveis estão introduções a:

  • JavaScript: para desenho e animação;
  • HTML/CSS: para criação de páginas web;
  • SQL: para consulta e gerenciamento de dados.

Trybe

Se mensalidade for um problema para você, no Modelo de Sucesso Compartilhado (MSC) da Trybe, o aluno pode escolher pagar pelo curso apenas após seu ingresso na área e uma remuneração mínima de R$ 3 mil.

O curso de Desenvolvimento Web tem duração de 12 meses, oferecido em formato online e ao vivo. São 4 módulos de ensino, que vão desde o fundamento do desenvolvimento web até o universo de Ciência da Computação.

Rocketseat

Chamada de “Coding School” — escola de codificação —, a Rocketseat oferece três programas de ensino: Discover, Explorer e Ignite. O objetivo é profissionalizar independente do nível de conhecimento.

No programa Discover, os iniciantes conhecem todas as possibilidades do universo de programação, desde fundamentos e linguagens, e aprendem a escrever as primeiras linhas de código. Para encerrar, ainda podem escolher uma trilha de conhecimento para se aprofundar.

Alura

A Alura é famosa por disponibilizar, a partir de uma assinatura, acesso a milhares de cursos, muitos voltados para o setor de tecnologia.

Em sua escola de programação, ela dá ao aluno a chance de programar nas principais plataformas e linguagens do mercado. Além disso, o futuro profissional também pode criar sistemas web e usar códigos para desenhar a arquitetura de soluções.

Faculdade XP

A Faculdade XP também oferece um curso para quem quer iniciar na carreira de programação. É o bootcamp Programador(a) de Software Iniciante. Com ele, o aluno tem acesso aos pilares e conceitos mais importantes desse universo.

Todo o conteúdo é ensinado por profissionais experientes do mercado e em aulas ao vivo, uma vez por semana. Com eles, você aprende a partir de desafios reais, de empresas reais.  

Ao todo, o curso conta com 4 módulos + um desafio final. Veja mais:

  • Módulo 1 – fundamentos: seja introduzido ao mundo da programação a partir dos conceitos de lógica, variáveis e estruturas. Ao fim, crie um programa simples.
  • Módulo 2 – Java: conheça mais sobre essa linguagem de programação, desde sua instalação e configurações, até estruturas e métodos. Ao fim, crie função simples usando a linguagem.
  • Módulo 3 – Python: descubra os tipos de dados relacionados, bem como bibliotecas e operações básicas e algoritmos simples. Ao fim, desenvolva uma aplicação usando os conceitos das estruturas de dados.
  • Módulo 4 – Fundamentos do Front-end: mergulhe no mundo do HTML e CSS. Ao fim, desenvolva uma página web.
  • Desafio final: desenvolva um programa mais complexo usando uma das linguagens de programação aprendidas.

Lembrando que os bootcamps da Faculdade XP são oferecidos aos assinantes Multi+, uma plataforma de aceleração de carreira, com dezenas de cursos e eventos.

Cultura data-driven: como dar os primeiros passos em uma empresa

Escolher o melhor caminho e tomar as melhores decisões é, provavelmente, o maior desafio das empresas em um mundo de mudanças constantes como o atual. Para isso, a experiência conta muito, mas nem sempre ela é certeira para se alcançar bons resultados.

Para isso, existe uma forma racional para dar os próximos passos: tomar decisões baseadas em dados. Você já ouvir falar de cultura data driven? Neste artigo, vamos falar dela e você vai conseguir entender na prática, o que é, a importância desses bons hábitos e como aplicar no seu negócio.

O que é cultura data driven?

Ser uma empresa data driven é basear as decisões de jornada da organização com dados. Como eles são evidências do público, é com eles que iremos decidir se vale a pena ou não seguir com uma ideia.

Isso se aplica na maioria das áreas de uma empresa. Na prática, entendemos o hábito de consumo de um determinado grupo de pessoas baseado nas informações colhidas. Com isso, eliminamos “achismos” e hipóteses enviesadas baseadas na nossa intuição.

Enfim, é uma forma racional de dar os próximos passos, economizar tempo, dinheiro, energia e ser mais estratégico na busca pelos resultados que realmente importam.

Por que tomar decisões baseadas em dados?

Para entender a importância de uma cultura data driven dentro de uma empresa, precisamos pensar em algumas individualidades do ser humano. Primeiramente, é provado cientificamente que o ser humano é falho em determinadas ações. Isso porque, nosso próprio cérebro nos leva a fazer certas coisas que levam para os caminhos mais fáceis.

Porém, nem sempre o caminho que nosso cérebro nos leva a pensar, é o mais confiável. De acordo com nossas experiências e vivências, vamos moldando nossas ações e decisões. Isso acaba respingando na maneira com que vamos dar nossos próximos passos.

Dessa forma, acabamos caindo em armadilhas tradicionais de gestão. Estas, são baseadas unicamente em nossa intuição, nos fazendo olhar e elaborar hipóteses enviesadas. O trabalho de uma análise big data aqui é mostrar os reais dados dos usuários de um serviço/produto.

Assim, seremos influenciados racionalmente na tomada de decisões baseado no que realmente nos interessa: a pessoa usuária/cliente.

Além disso, olhando para nossas decisões apoiadas em evidências, aumentamos nosso poder cognitivo. Assim, interpretamos melhor os cenários reais que a empresa está passando para que os próximos passos sejam tomados de forma inteligente. Isso reflete tanto nos usuários, quanto na equipe interna.

Nosso cérebro sabota nossas decisões

Você sabia que é cientificamente comprovado que pela natureza humana, tendemos a priorizar as decisões rápidas? Na prática, sabemos que nem sempre essas decisões são as melhores. Nesses momentos, também utilizamos muito dos nossos achismos e de teorias que criamos na nossa mente. Na nossa cabeça acaba fazendo tanto sentido que encaramos como uma verdade absoluta.

Ligado a isso, temos um conceito importante da Filosofia: o da ignorância objetiva. Kant classifica esse tipo de ignorância como a falta de conhecimento racional. Trazendo para o processo de gerência, é quando tomamos decisões que fogem do que realmente seria o caminho mais seguro. Este caminho é representado pelas evidências, das quais podemos tirar hipóteses palpáveis colhidas com as informações que temos.

Enfim, quando a cultura data driven passa a fazer parte da rotina de uma empresa, a tomada de ecisão tende a ser mais racional. No dia a dia, a própria equipe de trabalho percebe quando está caindo na armadilha dos achismos enviesados e volta a se basear em evidências presentes nos dados.

profissional da cultura data-driven
A cultura data-driven elimina “achismos” na tomada de decisões de uma empresa.

Como criar uma cultura data-driven?

Como você conseguiu perceber até aqui, uma cultura data-driven não se cria do dia para noite. Em outras palavras, ela se constrói e se estabelece com o tempo naturalmente. Para que os dados retornem os resultados esperados, sua análise deve estar conectada com o dia a dia da equipe da empresa como um todo.

Para isso, preparamos abaixo algumas dicas que podem tornar esse processo de inclusão de novos hábitos mais fácil, confira:

1# Se pergunte constantemente

Esse deve sempre ser o pontapé de uma estratégia de jornada baseada em dados. Quando partimos de um problema, temos dúvidas a serem respondidas e elas que vão guiar quais dados serão necessários para criarmos hipóteses relevantes.

Assim, é importante definir o problema a ser tratado e ele pode ser estabelecido a partir de conversas com clientes, pessoas usuárias da sua solução/produto para que eles contem suas experiências. Com essas informações, você consegue mapear com inteligência a viabilidade de alguma possível resposta para os problemas que venham a surgir.

2# Invista em ferramentas confiáveis de consulta

Uma cultura data driven propõe tomar decisões baseadas em evidências, ou seja, que as ferramentas que vão nos auxiliar sejam totalmente confiáveis. Utilizar dados suspeitos atrapalha a nossa estratégia de próximos passos e acaba resgatando modelos tradicionais de tomada de decisão baseados em “achismos”, mesmo que indiretamente.

No mercado, existem boas ferramentas de análise de dados como o Google Analytics, mas se por acaso você precisar de informações mais detalhadas, investir em uma ferramenta paga é o melhor caminho já que são extremamente personalizáveis. Lembre-se: hoje, informação é como ouro e pode garantir que você se sobressaia ao seu concorrente.

3# Apresente os dados para a empresa constantemente

Não adianta utilizar a análise de dados apenas nos cargos mais altos da empresa, eles precisam ser compartilhados com todos. Por isso, é importante constantemente discutir os insights com toda a organização.

Isso cada vez mais vai fazer com que os colaboradores encarem esse hábito como essencial para darem seus próximos passos. Aos poucos, conseguimos inserir essa cultura data driven, tornando um processo natural de análise.

4# Treine a equipe

Tomar decisões estratégicas encurta o caminho de todos, mas principalmente de quem coloca literalmente a mão na massa na construção de soluções digitais. Sabemos que, é um processo
trabalhoso que pode durar meses e ter o mínimo de noção de que o caminho que está
tomando é bom, nos faz economizar tempo e dinheiro.

Porém, a análise de dados para moldar os próximos passos, pode não ser natural para todos.
Por isso, é importante que a empresa promova treinamentos que vão mostrar na prática a
importância de inserir essa cultura no dia a dia.

5# Use uma visão analítica para ajudar os colegas

Ligado ao passo acima, usar sua visão analítica para ajudar os colegas de trabalho, é algo que
pode virar rotina também. Se para você já é algo natural, passe a aplicar isso fora do seu
contexto direto e use a favor dos seus companheiros de equipe nos processos.

Quando eles perceberem a diferença que uma boa visão analítica faz, provavelmente irão se
interessar mais por isso.

Os benefícios de uma cultura data-driven

Uma empresa data-driven só tem a ganhar internamente e com seus clientes, mas é importante destacarmos alguns diferenciais. Quando voltamos nossas atenções para a análise de dados, temos eles como ativo estratégico da organização.

Isso quer dizer que, deixamos de lado opiniões baseadas em intuição. Assim, podemos nos concentrar na praticidade de dar preferência ao que realmente faz sentido, sem medo de abandonar processos trabalhosos que não dão o devido resultado.

Como consequência, tornamos a empresa mais produtiva como um todo. Ao longo de todo este artigo você já percebeu que adotando esse sistema de tomada de decisões, otimizamos os nossos processos, não é?

Por isso, economizamos dinheiro e entregamos valor mais rapidamente a quem nos interessar. A cereja do bolo é a produtividade que essa cultura gera para a equipe. Alinhados com o cliente e com os próximos passos, evitamos retrabalho e gasto desnecessário de energia.

Conclusão

Enfim, a principal característica que torna a análise de dados para tomada de decisão tão importante é o aumento da assertividade.

Quando olhamos mais para as reais necessidades do nosso negócio e melhoramos ele com a ajuda dos dados, a concorrência se torna um ponto de observação apenas, mas não o que vai ditar nossos próximos passos, afinal, cada negócio é um negócio.

Além disso, a otimização dos dados e o seu compartilhamento com a empresa como um todo democratiza a tomada de decisão. Isso quer dizer que, decisões importantes podem ser discutidas com quaisquer pessoas em uma empresa, não ficando restrito apenas à diretoria.

Com isso, aumentamos, inclusive, a participação dos colaboradores que se sentem parte do todo.

Por fim, é importante lembrar mais uma vez que, uma cultura data-driven acontece com o tempo e deve ser incentivada dia a dia para que todos entendam sua importância. Acima de tudo, ela não deve funcionar como uma imposição para a equipe. Conhecendo os benefícios na prática, a aderência a esse sistema será natural.

Arquétipos de Marca: conheça os 12!

Basear-se nos arquétipos de marca para definir valores e propósitos de empresas é uma ótima opção, visto que eles ajudam na montagem da personalidade, pensamentos e objetivos de uma marca.

No mundo do branding, arquétipos são conjuntos de características, posicionamentos e valores que moldam uma marca. 

Já na psicologia, no seu modo, Carl Jung considera arquétipo como “imagens e padrões arcaicos universais que derivam do inconsciente coletivo e são a contraparte psíquica do instinto”. 

Interessante, não é?

Hoje, o nosso foco será compreender o impacto dos arquétipos de marca na construção de negócios no mercado competitivo, além de conhecer todos eles e observar a ação dos mesmos quando o assunto é humanização de marca. 

Vamos aprender? 

O que são os arquétipos de marca?

O psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Jung afirma, em linhas gerais, que os arquétipos são imagens armazenadas no inconsciente coletivo.

Essas imagens, por sua vez, são derivadas de mitos, momentos que vivenciamos na vida e crenças que temos conosco. Além disso, são coletivas, ou seja, são imagens que dividimos com outras pessoas no nosso inconsciente.

No branding, por sua vez, os arquétipos de marca são como gatilhos emocionais que tocam o público e buscam criar uma conexão entre uma empresa e os seus consumidores

Ademais, os arquétipos de marca são importantíssimos quando o assunto é experiência e jornada do cliente, já que são os responsáveis por gerar emoções fortes entre a marca e o público.

Pensando nisso, doze arquétipos de marca foram criados. São eles:

  1. Inocente;
  2. Sábio;
  3. Herói;
  4. Fora da Lei;
  5. Explorador;
  6. Mago;
  7. Pessoa comum;
  8. Amante;
  9. Bobo;
  10. Cuidador;
  11. Criador;
  12. Governante.

Em 1980, por sua vez, os arquétipos de marca foram inseridos em pesquisas de neuromarketing e hoje se tornaram uma grande estratégia na conquista e identificação dos consumidores com uma determinada empresa.

Qual a importância dos arquétipos de marca para o seu negócio?

Já ouviu falar naquele ditado “quem não é visto não é lembrado”? 

Os arquétipos de marca ajudam as marcas a serem vistas pelos seus consumidores ideais. Assim, elas conseguem alcançar mais pessoas e difundirem o seu propósito. 

Alguns fatores que transformam os arquétipos em uma estratégia de branding incrível para sua marca são: 

  • Eles se conectam profundamente com o público;
  • Diferenciam a sua marca dos concorrentes;
  • Deixam a marca mais atraente;
  • Despertam o desejo de compra e identificação nos consumidores.

<Leia também: Gestão empresarial: o que é e qual a sua importância/>

Como definir o arquétipo de marca para o seu negócio?

Estudando muito cada um dos 12 arquétipos de marca, assim você conseguirá entender onde a sua marca se encaixa. 

Além disso, existem testes de arquétipos de marca que te ajudam a chegar nesse resultado muito mais rápido. Ou seja, acesse um deles e descubra! Mas lembre-se: responda todas as questões com atenção e responsabilidade.

<Leia também: Business Plan: o que é, por que fazer e como fazer/>

Tipos de arquétipos de marca

Chegou a hora de conhecermos os 12 perfis de arquétipos de marca. Vamos lá?

1. Inocente

É o arquétipo que busca a felicidade por meio da pureza e da simplicidade. Além disso, é muito comum ver o Inocente ser fonte de inspiração de esperança e positividade numa escala global. 

Muitas vezes ingênuos e até mesmo chatos, o arquétipo do Inocente precisa ser bem gerido, para as empresas não serem aliadas a esses últimos adjetivos.

  • Características: deseja vivenciar o paraíso, busca constante da felicidade, explora o conceito da simplicidade autêntica;
  • Nicho de marketing: empresas com valores fortes e que são associadas à honestidade, lealdade, simplicidade e nostalgia;
  • Empresas deste arquétipo: McDonald’s, Disney e Coca-Cola.

2. Sábio

O Sábio é o arquétipo que tem o perfil de estimulação de conhecimento, aprendizado e compartilhamento dos mesmos. 

As suas respostas são baseadas na verdade e no conhecimento e, além disso, é conhecido por ser aconselhador, influente e confiável.

  • Características: estudioso, racional, disciplinado, lógico, cético e tem como meta a utilização da inteligência e análise como caminhos para compreender melhor o mundo;
  • Nicho de marketing: empresas responsáveis pelo processo de compreendimento do mundo;
  • Empresas deste arquétipo: Harvard, The New York Times e Google.
The New York Times utiliza o arquétipo de marca para criar conexão com o seu público
The New York Times se consolidou no mercado como um dos principais jornais do mundo utilizando o arquétipo de marca do Sábio.

3. Herói

“Seja a mudança que você quer ver no mundo” a frase de Gandhi pode definir, de forma clara, as ambições do arquétipo do herói: mudar o mundo por meio da honestidade, honra, determinação e coragem.

  • Características: gosta de desafios, defende os valores da sociedade e luta pelo que é correto;
  • Nicho de marketing: empresas que buscam resolver os problemas do mundo, inspirar outras pessoas a fazer isso também, deixando, assim, uma marca positiva no mundo;
  • Empresas deste arquétipo: Nike, Greenpeace e Red Bull.

4. Fora da lei

O arquétipo de marca do Fora da Lei é para empresas que se sentem incomodadas com o que é padrão pela sociedade e, por isso, adoram inovar. 

É para empresas questionadoras, que acreditam que as regras existem para serem quebradas e que a defesa dos desprivilegiados é importantíssima. 

  • Características: desafia o status quo, inquieto, provocativo e rebelde;
  • Nicho de marketing: empresa que é agente de mudanças; 
  • Empresas deste arquétipo: Diesel e Harley Davidson.

5. Explorador

Esse arquétipo pode ser resumido pela palavra liberdade: tem uma vontade única de desbravar novos lugares e viver novas experiências sendo fiel a si mesmo e os seus valores.

  • Características: independência, ambição e pioneirismo;
  • Nicho de marketing: empresas autênticas e que vivem a emoção através da tomada de riscos;
  • Empresas deste arquétipo: LandRover, The North Face e Jeep.

6. Mago

O arquétipo de marca do Mago é conhecido por ser catalisador de mudanças e transformações. 

Com elas, por sua vez, conseguem realizar sonhos extremamente especiais, lembrando aos impactados da existência da magia e da esperança.

  • Características: visão, inovação e promotor de experiências transformadoras;
  • Nicho de marketing: empresas que inspiram mudança e despertar de consciência;
  • Empresas deste arquétipo: Bayer, Disney e Mastercard.

7. Pessoa comum

Veja você mesmo nesse arquétipo de marca: ele conecta as pessoas por ser exatamente como elas, desenvolvendo o sentimento de pertencimento. 

Além disso, as empresas que fazem parte desse arquétipo passam a imagem de que são amigas, autênticas mesmo comuns e buscam, incansavelmente, fazer conexões e desenvolver a sensação de pertencimento.

  • Características: humildade, acessibilidade e simplicidade;
  • Nicho de marketing: empresas com toque comum, mas com toque de pertencimento;
  • Empresas deste arquétipo: Nivea, Visa e Havaianas.

8. Amante

O perfil do Amante não é focado apenas no romantismo: a regra principal é a intimidade. 

As empresas que usam esse arquétipo de marca dão muito valor a personalização dos seus produtos e serviços, proporcionando, assim, exclusividade, desejo e conexão com os seus clientes.

  • Características: faz o que ama, produtos e serviços de altíssima qualidade e exclusividade;
  • Nicho de marketing: empresas que buscam gerar intimidade e apreciação aos seus consumidores;
  • Empresas deste arquétipo: Jaguar, Chanel e Dior.

9. Bobo

Conhecido também por “Bobo da Corte”, este arquétipo visa divertir o mundo por meio do otimismo, da leveza e, obviamente, do humor. 

As marcas que usam esse arquétipo normalmente propagam a ideia de aproveitar o momento e buscar experiências prazerosas.

  • Características: ama viver, usa o humor como estratégia para pertencer e vive o presente com alegria;
  • Nicho de marketing: empresas que visam promover o divertimento dos seus consumidores;
  • Empresas deste arquétipo: M&M’s, Snickers e Ben & Jerry’s.

10. Cuidador

Neste arquétipo de marca, como o próprio nome já diz, a palavra-chave é cuidado. Além disso, o Cuidador é protetor, ajudante, generoso e igualitário. 

Empresas desse arquétipo buscam dar suporte às pessoas, muitas vezes sacrificando seus próprios interesses por isso, além de se posicionarem sempre quando os assuntos são pertinentes.

  • Características: igualdade, gratidão e serviço;
  • Nicho de marketing: marcas que buscam ajudar pessoas a tomarem conta de si mesmas;
  • Empresas deste arquétipo: Unicef, Benetton e Médicos sem Fronteiras. 

11. Criador

Este arquétipo é focado na criação de algo que seja valoroso e relevante, deixando assim, um legado no mundo.

  • Características: empreendedor, criativo, curioso e inspiracional;
  • Nicho de marketing: empresas visionárias;
  • Empresas deste arquétipo: Apple, Sony e LEGO.

12. Governante

Poder e controle: duas palavras que definem muito bem o arquétipo de marca do Governante.

Através da liderança, as marcas Governantes buscam criar ordem, sendo exemplo e mostrando responsabilidade naquilo que fazem.

  • Características: autoridade, confiança, persuasão e sucesso;
  • Nicho de marketing: empresas que buscam ajudar pessoas restaurando a ordem e criando estabilidade em meio ao caos;
  • Empresas deste arquétipo: Rolex, Microsoft e IBM. 

<Leia também: Como criar uma marca pessoal e se diferenciar no mercado/>

Por que relacionar os arquétipos de marca com o branding do seu negócio?

A sociedade se encontra cada vez mais existente e, assim, o mercado se torna cada vez mais competitivo. Logo, as marcas que tiverem melhores estratégias se destacarão e liderarão o mercado

Os arquétipos de marca, por sua vez, ajudam nesse destaque: fortalecem a essência da marca e criam ofertas mais personalizadas para os clientes, usando gatilhos emocionais e discursos mais densos. 

Além disso, eles ajudam na criação de personas, prospecção de clientes, na lucratividade, no senso de pertencimento de consumidores, melhora a visão da sociedade sobre a empresa e impacta na transparência da mesma. Muito bom, não é?

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Community Manager: saiba tudo sobre a carreira profissional

Um Community Manager, também chamado de gerente de comunidade, é o responsável pelo envolvimento de determinado público com uma marca.

Entenda que a relevância é tudo ao construir a relação com tal comunidade. Quanto mais relevante for seu conteúdo, mais valor direto seus usuários obterão.

O profissional dessa área realiza atividades de curadoria de conteúdo, sendo um banco de conhecimento da sua comunidade, o guardião das informações e a referência quando as pessoas têm dúvidas.

Entenda tudo sobre o assunto ao longo do texto. Boa leitura!

O que é Community Manager?

O Community manager, em português gerente de comunidade, é uma pessoa responsável pela construção, manutenção e engajamento de comunidades online. Esses grupos ficam relacionados em volta de algum assunto, proposito ou interesse em comum.

Muitas buscam por especialistas da área para firmar uma presença no mercado digital e para a captação de clientes no ambiente online.

Quem é o Community Manager?

O profissional tem como responsabilidade a criação, planejamento, gerenciamento e monitoramento dos resultados de uma marca/empresa com as pessoas. Esse relacionamento tem como intuito fortalecer os laços e transformar os clientes em fãs/defensores.

Recomendação de leitura 📚

<Leia depois: conheça as principais profissões do futuro />

(Fonte: Getty Images)

Principais características de um Community Manager

O perfil desse profissional exige que a pessoa tenha capacidade analítica, seja sensível, tenha olhares para atender ao que os seguidores querem ver ou ouvir. Como fazer isso? Transformando informações úteis em fortalecimento da marca.

Nike, Nubank e Facebook são empresas que possuem um Community manager no quadro de colaboradores para gerar ou reforçar o relacionamento com seus clientes.

Quais as principais atividades do Community Manager?

As atividades podem variar conforme o nicho de atuação e do tamanho da empresa. Conheça logo abaixo o que faz um Community Manager:

  • Criação de uma comunidade;
  • Aquisição de membros para interação;
  • Construção da brand persona;
  • Colaboração na criação de brand voice;
  • Criação de processos;
  • Produção de estratégia de conteúdo;
  • Analisar as métricas e KPIs;
  • Participar da promoção de eventos ou encontros digitais;
  • Criação e nutrição do relacionamento com clientes, membros e parceiros;
  • Auxílio na divulgação de informações relacionadas à empresa, bem como lançamento de produtos ou ofertas especiais;
  • Ter o contato com influencers e líderes de opinião, para interagir ou promover a marca;
  • Fazer a gestão das opiniões e reclamações dos clientes;
  • Realizar a abertura de novos canais de atendimento.

Muito coisa, né? Isso são as atividades de um Community Manager!

Quanto ganha um profissional Community Manager?

Aliás, qual é o salário de Community Manager? Ele/ela pode ganhar valores variados conforme a empresa, setor e enfim. Segundo o site Vagas.com, o profissional ganha em média R$ 3,3 mil no Brasil.

Válido pontuar que os dados são uma média, ou seja, pode variar de região para região.

Qual a diferença do Community Manager e Customer Success?

O CM cuida mais da parte de interlocução, responsável pela construção, fomento e estimulação de toda uma comunidade.

Já o CS (Customer Sucess) tem a função de prestar atendimento para um cliente na resolução de um problema, atender uma chamada, compreensão quando tiver algo errado com um produto ou serviço da empresa.

Qual a diferença entre um Social Media e Community Manager?

Enquanto o profissional Social Media tem limitações na atuação, pois o foco é nas redes sociais, o Community Manager faz a comunicação da corporação em todos os aspectos.

Para você entender as distinções, saiba que as principais atividades de um Social Media são:

  • Gerenciar cronogramas de ativação em plataformas de mídias sociais;
  • Produzir conteúdos específicos para diferentes formatos;
  • Interagir com os usuários por meio de mensagens individuais ou em comentários publicados;
  • Monitorar menções relacionadas à marca;
  • Acompanhar métricas e resultados conforme o objetivo.

Como se tornar um Community Manager?

As descrições do cargo de gerente de comunidade exigem um conjunto de habilidades essenciais, como experiência com envolvimento do público e habilidades interpessoais, como pensamento criativo.

Se você deseja exercer a função terá que desenvolver os seguintes aspectos abaixo.

Habilidades de comunicação

Fortes habilidades de comunicação são essenciais para a construção de uma comunidade digital. Você deve saber falar e interagir com os outros com respeito e empatia para construir relacionamentos.

Usar suas habilidades interpessoais para criar conexões com pessoas em fóruns online ou sua comunidade de mídia social é fundamental para construir uma base de clientes fiéis para sua empresa.

Experiência em marketing digital

Compreender o marketing de mídia social é fundamental para os gerentes de comunicação. Você precisa saber como usar a análise para desenvolver uma forte estratégia de mídia social e criar conteúdo atraente para os clientes que construam reconhecimento da marca.

Habilidades de relações públicas

Muitas vezes, um gerente de comunidade será o único a responder aos comentários ou críticas dos clientes. Você deve desenvolver fortes habilidades de resolução de conflitos e aprender a se envolver com os clientes de forma produtiva e paciente.

Há também outras habilidades esperadas:

  • Ter proatividade e ser multitarefa;
  • Saber lidar com planejamento;
  • Um olhar sensível para alguns assuntos;
  • Ter perfil analítico e muito mais.

Requisitos

Nas principais oportunidades de emprego são cobradas as exigências:

  • Experiência de trabalho comprovada como gerente de comunidade ou função semelhante;
  • Experiência no planejamento e liderança de iniciativas comunitárias;
  • Capacidade de identificar e rastrear KPIs relevantes da comunidade;
  • Excelentes habilidades de comunicação verbal;
  • Excelentes habilidades de escrita;
  • Excelentes habilidades interpessoais e de apresentações;
  • Experiência prática com gestão de redes sociais;
  • Capacidade de interpretar o tráfego do site;
  • Conhecimento de marketing on-line;
  • Atenção aos detalhes, pensador crítico e solucionador de problemas;
  • Bacharel em Comunicação Social ou área semelhante.

Qual a importância desse profissional na área de Tecnologia?

Um Tech Community Manager é importante, isso porque ele irá aumentar a presença da marca no mercado, fazendo mais exposições da empresa, em relação à cultura, produtos/serviços, pessoas, diversidade e enfim.

Isso traz um ganho enorme tanto para futuros clientes quanto para possíveis candidatos que queiram ser contratados pela empresa, pois a atração/seleção ficará mais simplificada.

<Veja depois: saiba como criar um jogo (passo a passo) />

Área de jogos: como conseguir emprego como Community Manager?

Encontrar um emprego na indústria de jogos não é tarefa fácil.

Os gerentes de comunidade são os heróis desconhecidos da indústria de jogos. Sempre que algo dá errado, eles estão na linha de frente, sendo o ponto de contato para todas as frustrações de uma comunidade que pode estar pronta para escalar as coisas a um nível absurdo.

Quando isso acontece, nos bastidores, uma equipe de gerentes de comunidade faz o possível para manter a união, civilidade e fornecimento do máximo de informações seguras possíveis.

Em síntese, o gerenciamento de comunidade preenche a lacuna entre a estrutura corporativa de uma empresa e os jogadores que a indústria atende.

O profissional não é apenas um rosto público de uma marca, mas também o ponto de contato que conecta uma equipe de desenvolvimento com seus jogadores, com o objetivo final de fazer jogos melhores, para todos.


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Analista buy-side e sell-side: saiba quem são e o que fazem esses profissionais

O mercado financeiro possui diversos tipos de profissionais e cada um deles é responsável por uma atividade diferente. Com tanta modalidade de investimento disponível, é natural que o segmento esteja sempre aquecido em relação a oportunidades de trabalho. E atualmente existem duas funções que estão em evidência: a de analista buy side e sell side. Mas você sabe a responsabilidade de cada uma delas? 

Para ajudar a entender um pouco mais sobre isso, juntamos neste artigo as principais informações a respeito. Aqui você poderá saber o que faz tanto um analista buy side quanto o analista sell side. Abordaremos onde eles atuam, quais as suas principais diferenças, além das certificações necessárias para se tornar um profissional dessa área. Se é isso que você está buscando, aproveite o texto e boa leitura!

Analista Buy-Side: quem é esse profissional?

Esse profissional é responsável por identificar oportunidades, fazer avaliações de empresas e traçar estratégias focando na maior rentabilidade possível. Ele trabalha diretamente com instituições ligadas ao mercado, como: gestores de investimento, grupos de private equity, seguradoras e nos mais diversos tipos de fundos, sejam eles de ações, de pensão, de mercado, entre outros.

Apesar de ser uma atividade ligada diretamente ao trabalho no mercado financeiro, muita gente confunde essa função com a de assessor de investimentos. Porém, embora tenham atividades parecidas, o analista buy side faz as suas recomendações somente para empresas ligadas ao mercado. Já um assessor de investimentos pode trabalhar para investidores que são pessoas físicas. 

O que o analista buy-side faz?

A principal função do analista buy side é fazer com que a empresa para qual ele trabalha tenha resultados positivos com base nas suas recomendações. Para se ter uma ideia, o retorno gerado por ele é tão importante, que a sua remuneração é feita com base no resultado das suas análises. 

Além disso, um dos principais objetivos desse profissional é, como o próprio nome diz, sugerir a “compra” dos ativos. Por isso, ele precisa ter uma visão ampla do mercado, buscando informações em fontes confiáveis. Aliás, uma dessas fontes pode ser, até mesmo, um analista sell side, função que falaremos mais daqui a pouco. 

Onde atua esse profissional?

Como dissemos anteriormente, o analista buy-side trabalha na administração de recursos da empresa pela qual é contratado. A ideia é fazer a recomendação de ativos com base numa série de fatores, sendo a pesquisa de mercado um dos principais. Esse profissional não trabalha para todo tipo de público, já que o seu foco é ajudar especificamente instituições que estão atreladas ao mercado financeiro

>>> Por falar nisso, já pensou como é trabalhar no mercado financeiro? No vídeo a seguir, a analista de Gente & Gestão da XP Inc., Ana Oliveira, esclarece alguns mitos que muitas pessoas dizem sobre essa área de atuação. Dê o play no vídeo abaixo e confira algumas curiosidades sobre o mercado financeiro:

Analista Sell-Side: quem é esse profissional?

O analista sell-side tem como objetivo fazer o mapeamento do mercado, procurando as oportunidades mais vantajosas para fazer os aportes. Para se ter uma ideia, o seu papel é tão importante para as empresas que ele trabalha, que pode espelhar até no marketing que elas fazem. Isso ocorre porque essas sugestões de investimentos têm como foco a compra de ativos específicos por parte de investidores.

O que faz o analista sell-side?

Uma das principais atribuições do analista sell-side é equilibrar a precificação de um ativo em relação ao mercado. Ou seja, ele observa o preço-alvo estimado por empresas para cada ativo e tenta encontrar um equilíbrio entre eles na sua análise. Tudo isso para entender de forma mais clara a percepção dos investidores de maneira geral.

Onde atua esse profissional?

O profissional que atua como analista sell-side presta serviço para empresas como: assessorias de investimentos, corretoras, agentes autônomos, startups, empreendedores, bancos, entre outros. Mesmo assim, o analista sell-side pode também atuar de forma autônoma, vendendo algumas de suas análises a investidores pessoa física. 

Vale ressaltar, nesse último exemplo, que pode haver algum conflito de interesse, já que ele depende da venda de serviços para ganhar o seu salário. Por isso, é importante avaliar bem cada proposta e ter, sobretudo, muito equilíbrio ao escolher um cliente/empresa.

Analista Buy-side x Analista Sell-Side: quais as diferenças?

Para ajudar você a entender a diferença entre analista buy side e analista sell side, separamos a seguir os principais pontos de variação entre as funções. Confira:

Perfil

Um analista buy-side precisa ter um perfil um pouco mais analítico. Ele precisa dominar relatórios das empresas e dos ativos, bem como balanço financeiro, estimativa de dívidas, previsão de lucro, entre outros dados importantes. 

Quando olhamos para sell-side, este profissional precisa ter, sobretudo, uma boa comunicação. Isso inclui, principalmente, uma boa habilidade escrita e de oratória. O motivo é simples: é preciso saber repassar suas ideias e argumentos de forma clara, aumentando a credibilidade para com os seus clientes, sejam eles empresas ou pessoas físicas.

Riscos

Geralmente, um profissional que atua como sell-side faz recomendações mais arriscadas, com ativos que possam trazer um retorno maior no longo prazo. O impacto dessas sugestões, entretanto, é menor, pois elas contam com um viés mais generalista. 

Já o analista buy-side não tem tanto espaço para recomendar ativos mais arriscados, já que ele acaba lidando com um volume maior de investimento. O resultado de uma sugestão que não seja conservadora pode comprometer profundamente toda a estratégia da empresa onde ele atua. Sendo assim, seu papel também é evitar prejuízos. 

Recomendações

Um analista buy-side mantém as suas recomendações em sigilo. Isso ocorre porque a maioria dos seus clientes são empresas com aporte muito alto, além de ser um trabalho contratado para ser privado. 

Já o analista sell-side não precisa manter as suas recomendações em segredo. O motivo é simples: ele precisa abrir as análises para obter novos clientes.

Quais as certificações indicadas para analistas Buys-Side e Sell-side

É obrigatório que tanto um quanto outro tenham a Certificação Nacional do Profissional de Investimento (CNPI). A própria Comissão de Valores Mobiliários (CVM) impõe essa regra, uma vez que isso é uma garantia para quem lida com esse tipo de profissional. A intenção é deixar o mercado cada vez mais padronizado, aumentando a confiança para quem solicita esse tipo de serviço.

Agora que você já sabe o que faz um analista buy side e sell side, aproveite para investir em cursos sobre o mercado financeiro. Aqui na Faculdade XP você encontra várias opções, como essa de Introdução ao Universo de Trading. Entenda, com especialistas da área, as diferentes análises, modalidades operacionais e estratégias de trading que vão alavancar seus investimentos. Assine o Multi+ e aproveite esse e outros cursos. Confira!

Demissão Silenciosa: o que é e quais seus impactos?

Já ouviu falar na Demissão Silenciosa, ou quiet quitting? Esse fenômeno, tem se popularizado entre os jovens, ganhou força no Tik Tok nos últimos meses e trata-se, simplesmente, de fazer o mínimo. 

Isso mesmo que você ouviu, o mínimo. 

Num mercado de trabalho que exige que os profissionais sejam cada vez mais workaholics, como esse evento se tornou tão popular? Bom, é sobre isso que abordaremos neste artigo. 

Mas, antes disso, é importante ressaltar que a demissão silenciosa é, muitas vezes, relacionada ao termo “a grande demissão”, mas eles são diferentes. 

A “grande demissão” recebeu esse nome por Anthony Klotz, professor de psicologia da UCL School of Management, em Londres, e diz respeito a onda de demissões voluntárias que têm ocorrido ao redor do mundo por profissionais que buscam um equilíbrio maior entre o trabalho e a vida pessoal. 

O objetivo dos dois tipos de demissão é o mesmo: buscar maior saúde mental e melhores condições de trabalho. No entanto, a forma na qual são feitas divergem. 

Vamos aprender mais sobre? Continue a leitura!

O que é a demissão silenciosa?

Conhecida também por “quiet quitting”, a demissão silenciosa é um movimento que surgiu na internet e é formado por indivíduos que acreditam que é possível buscar um ambiente de trabalho onde se possa equilibrar vida pessoal e profissional. 

Ao contrário do que muitos pensam, a demissão silenciosa não significa que um pedido de demissão está sendo feito. Na realidade, o propósito é fazer, simplesmente, o que o profissional foi pago para fazer e nada além.

Nós sabemos que você já trabalhou em uma empresa onde pessoas adoecem por serem aqueles profissionais que “vestem a camisa da empresa”. 

Atenção: vestir a camisa da empresa não é um problema. O problema é ser cobrado e ser levado até a exaustão produzindo demandas nas quais você não foi contratado e nem é pago para fazê-las.

A proposta do movimento é, simplesmente, estabelecer limites. Ou seja, o seu horário de trabalho é para o trabalho, e o seu horário fora dele é o seu momento pessoal, sem ligações, mensagens ou demandas urgentes.

Como surgiu o movimento quiet quitting?

Com a pandemia e o período inicial pós-pandemia, a Síndrome de Burnout atacando tantos profissionais, as mudanças entre modelo de trabalho presencial, remoto e híbrido transformou muitas pessoas.

As horas de trabalho aumentaram, visto que o crescimento é proporcional às demandas e, com isso, muitos profissionais se viram com dificuldades para estabelecer limites entre o trabalho e a vida pessoal. 

Assim, foi com a hashtag #QuietQuitting e debates acerca do tema que o fenômeno começou a ganhar força e visibilidade ao redor do globo. 

A demissão silenciosa é uma tendência das gerações Y e Z?

Segundo estudo da consultoria Deloitte, jovens estão, cada vez mais, à procura de empregos mais flexíveis e cheios de propósito, além de satisfação e equilíbrio. 

Aquela ideia de “viver para o trabalho” já não encanta mais os olhos de muitos profissionais jovens. A tendência da demissão silenciosa é mais forte sim entre a geração Z e os millennials (também chamados geração Y). 

Essas gerações têm buscado reescrever as regras do ambiente de trabalho mostrando a sua insatisfação e como, muitas vezes, as oportunidades de empregos têm sido precárias.

Impactos da demissão silenciosa no mercado de trabalho

O impacto já está acontecendo e os números impressionam: cerca de 2,9 milhões de profissionais brasileiros pediram para sair do emprego entre janeiro e maio de 2022. São quase 1 milhão de pessoas deixando os seus trabalhos no período de um mês. 

Esse é um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – Firjan, que usou como base de dados o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, que comprova que esse é o maior índice desde 2005.

E as mudanças não têm ocorrido apenas no Brasil: nos Estados Unidos, por sua vez, é possível observar uma mudança forte de cultura em relação aos workaholics, que são pessoas viciadas em trabalho.

Assim, a temática da demissão silenciosa tem entrado, com muita repercussão, nos feeds das redes sociais brasileiras e mundiais.

Exaustão é uma das causas da demissão silenciosa
Cultura workaholic já não faz sentido para as gerações mais novas que já são maioria no mercado de trabalho.

O que a lei trabalhista diz sobre a demissão silenciosa?

Segundo a Lei Trabalhista Brasileira, o profissional precisa ter descanso semanal remunerado, férias anuais remuneradas e tem direito a 11 horas de intervalo entre dois dias de expediente, assim afirma o advogado Marcel Zangiácomo, em entrevista para o Canaltech. 

Mas o termo demissão silenciosa, por ainda ser muito novo e desconhecido por diversas pessoas, ainda não está presente na legislação trabalhista.

Por isso é importante estar sempre atento aos contratos de trabalho e as relações entre empregador e empregado.

Quais as principais causas da demissão silenciosa?

Conheça algumas delas:

Mudança da cultura workaholic

Com a fixação na cultura de profissionais “viciados em trabalho” as demandas têm aumentado, metas cada vez mais ambiciosas que influenciam tanto no ambiente de trabalho quanto nas relações fora dele. 

Os problemas advindos dessa alta carga de trabalho tem feito muitos profissionais buscarem ambientes profissionais mais saudáveis, com melhor comunicação e com a busca constante de melhorias para os indivíduos. 

Burnout

Conhecida também por “esgotamento profissional”, a Síndrome de Burnout foi oficializada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um distúrbio de esgotamento ou exaustão resultantes do trabalho em 2019.

O excesso de trabalho pode acarretar o Burnout e ele, por sua vez, traz impactos negativos a longo prazo para todos os âmbitos de um indivíduo, seja físico, emocional e mental. 

Desmotivação no trabalho ou na empresa

Situações onde o profissional é contratado para fazer x e, na realidade, faz y; não adequação à cultura da empresa; expectativas não alcançadas; frustrações; clima organizacional tóxico e ausência de possibilidade de crescimento e de plano de carreira dentro de uma empresa são alguns dos fatores que influenciam o desejo do profissional buscar a demissão silenciosa.

Falta de liderança

Se não houver um líder honesto, franco, reflexivo, empático e respeitoso liderando uma equipe, não haverá norteamento, os liderados não entenderão o propósito da empresa nem muito menos como buscar o crescimento dentro dela. 

Assim, com a ausência de uma figura de liderança, a demissão silenciosa se faz mais presente.

Como identificar os sinais de demissão silenciosa na empresa?

Não é à toa que o nome do fenômeno é sinônimo de silêncio: o quiet quitting é realmente silencioso. 

Por isso, atenção nos seguintes pontos: 

  • Queda no rendimento;
  • Entregas lentas;
  • Baixa qualidade nas entregas; 
  • Profissionais dentro da zona de conforto;
  • Pessoas em desilusão com a progressão na empresa. 

Além disso, é importante entender o problema da demissão silenciosa, enxergar bem as causas (que tal mapeá-las?) e fazer estudos de clima organizacional para entender como a empresa tem funcionado.

Como as empresas podem evitar a demissão silenciosa?

A priori, entendendo que os funcionários precisam encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Esse fator, inclusive, afeta fortemente no desempenho do profissional, a ausência desses limites, por sua vez, pode acarretar na Síndrome de Burnout. 

Ademais, é importante que as empresas compreendam sua obrigação legal de conceder um ambiente de trabalho saudável e salubre e investir na capacitação, motivação e cuidados psicológicos que seus funcionários precisam ter. 

Considerações finais

O propósito do trabalho tem mudado para as novas gerações. Em pouco tempo, eles dominarão o mercado. Logo, as empresas precisam dar atenção às demandas e propostas disseminadas por esse grupo. 

Aos profissionais de Recursos Humanos, cabe a atenção constante nesses movimentos e nas ações dos profissionais dentro da empresa, além de criar projetos para valorizá-los e buscar a garantia do bem-estar dos mesmos.

Aprenda mais lendo os seguintes artigos:

<Leia mais: Absenteísmo no trabalho: o que é, quais as causas e como diminuir/>

<Leia mais: Gamificação: o que é e como aplicar em Gestão de Pessoas/> 

Como registrar uma marca? Confira o passo a passo!

Se você está empreendendo ou pensando em começar o seu próprio negócio, saiba que o registro de marca é uma das importantes etapas que fazem parte deste processo.

A marca é a identidade da sua empresa, uma representação simbólica que identifica e distingue produtos e serviços. Dessa forma, é ela que fará a conexão entre seu negócio e seus clientes, criando um vínculo de lembrança e reconhecimento. 🤩

Para criar uma marca forte, conhecida e desejada, é necessário realizar um trabalho de branding. Essa construção, seja um nome, logotipo ou símbolo, precisa comunicar o que é o seu produto e qual ideia ele vende.

Portanto, uma vez definida a sua marca, você precisará realizar um registro para protegê-la e garantir sua propriedade. Acredite, este será um dos investimentos mais importantes da sua empresa. 👈

O que seria um registro de marca?

O registro de marca garante à sua empresa a propriedade e o direito de uso comercial de seu nome. Assim, este processo é realizado junto ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, com a emissão de um título com validade nacional.

Somente este registro garantirá o uso exclusivo e a proteção legal contra o uso ou cópia por terceiros. Dessa forma, garantirá que nenhum concorrente ou qualquer outra pessoa use o nome de sua marca de forma indevida. 🔐

Qual a importância?

A marca registrada é fundamental para a vitalidade e solidez de um negócio. Para uma marca se consolidar, é necessário ter proteção de propriedade para garantir seu crescimento de forma saudável, sem nenhum comprometimento para a sua identidade. ✅

Então, pense em algumas das empresas mais valiosas do mundo, tais como Apple, Google, Amazon, Mc Donald’s e Visa. São marcas que estão bem consolidadas na cabeça dos consumidores. Assim, muito provavelmente, se você ver apenas uma parte do logotipo de qualquer uma delas, facilmente saberá do que se trata.

Não é por acaso que muitos concorrentes ou empresas novas utilizam indevidamente essas marcas em seus negócios. Todo mundo quer pegar carona no sucesso dessas gigantes do mercado.

Além da proteção, a marca registrada proporciona diversos benefícios para as empresas. Veja alguns deles:

  • Direito de uso exclusivo
  • Proteção legal
  • Construção de credibilidade
  • Fortalecimento de marca
  • Construção de valor agregado aos produtos e serviços
  • Possibilidade para a marca trabalhar com licenciamento ou franquia

Diferença entre marca registrada e patente

É comum confundir marca registrada com patente, mas são duas coisas distintas. O registro de marca é um título concedido pelo INPI e tem como objetivo garantir a exclusividade de uma marca.

Por outro lado, a patente é um documento para proteção de invenções, ideias de produtos e tecnologias. Ela oferece proteção temporária deste ‘patrimônio intelectual’ impedindo sua cópia e exploração.

Como registrar uma marca?

Qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer um registro de marca. Veja abaixo o passo a passo completo para você registrar a sua.

1. Consulte materiais e guias disponíveis

Para quem irá começar o processo de registro de marca, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial disponibiliza alguns materiais para consulta, como o Guia Básico de Marca, com todos os passos necessários para a solicitação do registro, e o Manual de Marca, mais detalhado, com todas as diretrizes e instruções.

Portanto, acesse estes conteúdos e busque conhecer os processos. Dessa forma, você não terá dúvidas e evitará erros.

2. Busque as marcas

Para evitar que seu pedido de registro seja negado pela existência de outra marca com nome parecido, é recomendada uma pesquisa na base de dados do INPI. Nela é possível avaliar se já existe alguma marca registrada com o mesmo nome ou palavra parecida com o que você gostaria de registrar.

3. Realize o cadastro e pague a GRU

O primeiro passo para começar o seu registro de marca é a realização de cadastro no INPI. Este cadastro pode ser feito por uma pessoa física, jurídica ou por um advogado com instrumento de procuração para representar um cliente.

Depois, é necessário pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). Ela deve ser paga antes do envio do formulário de pedido de registro de marca e você precisará do número deste documento para iniciar o seu pedido.

4. Faça o pedido online

A partir daqui, você já pode acessar o sistema E-marcas e iniciar o seu pedido de registro de marca.

Entretanto, será necessário preencher um formulário com todos os dados solicitados sobre a sua marca como nome, imagem digital, natureza da marca, especificações sobre os produtos e serviços, entre outros.

Ao final, se todas as informações estiverem corretas, verifique as declarações do formulário e envie o seu pedido de registro. Guarde o número do processo para acompanhamento do pedido e salve o comprovante de envio em seu computador.

5. Aguarde a avaliação

Por fim, você pode acompanhar o andamento do seu pedido através da Revista da Propriedade Industrial, publicada pelo INPI às terças-feiras.

Para não perder nenhuma atualização, você também pode receber notificações por e-mail a cada vez que seu processo entrar em uma nova etapa. Para isso, acesse o sistema de busca de marca e inclua seu processo em ‘meus pedidos’.

Porém, não deixe de realizar este acompanhamento. O INPI pode solicitar documentos ou dados adicionais durante este período com prazos de até cinco dias para resposta.

Se tiver alguma dúvida sobre o andamento do processo, encaminhe sua dúvida para o sistema Fale Conosco com o assunto da mensagem ‘Marcas – Processos (Acompanhamento)’.

6. Pague pela concessão ou entre com recurso

Após a análise, se o seu pedido for deferido, você precisará pagar uma taxa para emitir o seu certificado de registro com validade pelos próximos 10 anos. Dessa forma, o pagamento deve ser realizado no prazo ordinário de 60 dias após a publicação do despacho de deferimento.

Caso o seu pedido não seja aprovado, você tem o mesmo prazo de 60 dias para entrar com um recurso e tentar novamente o registro.

Se você está empreendendo ou pensando em começar o seu próprio negócio, saiba que o registro de marca é uma das importantes etapas que fazem parte deste processo. Foto: Getty Images

Quanto custa para registrar uma marca?

Ao longo do processo de registro de marca, você precisará pagar algumas taxas pelos serviços prestados. Você pode consultar todos os valores dos serviços no site do INPI.

Veja abaixo alguns exemplos de taxas:

  • Pedido de registro de marca com especificação pré-aprovada pelo INPI: de R$142,00 a R$355,00;
  • Pedido de registro de marca de livre preenchimento (com avaliação do INPI): de R$166 a R$415,00;
  • Apresentação de documentos durante o processo: R$70,00;
  • Concessão do registro para os primeiro decênio: de R$298,00 a R$745,00;
  • Prorrogação do registro de marca e expedição de certificado de registro: de R$426,00 a R$1065,00.

👀 Fique de olho: o INPI oferece redução de até 60% no valor das taxas para pessoas físicas, microempresas, microempreendedor individual, empresas de pequeno porte, cooperativas, instituições de ensino e pesquisa, entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos.

O que fazer após ter a marca registrada?

O registro de marca é uma das etapas iniciais do caminho do empreendedor que está começando o seu negócio. A partir do momento que você lançar o seu produto ou serviço, explore ao máximo os seus atributos e de marca e invista em marketing para gerar conexão entre sua marca e seus clientes.

Portanto, acompanhe o mercado, veja o que outras empresas e empreendedores de sucesso estão fazendo para buscar inspirações e cases interessantes que podem despertar oportunidades para o seu negócio. 🚀

Além disso, para quem tem vontade de empreender, mas ainda não deu o primeiro passo, busque entender os tipos de empresas disponíveis e qual característica de negócio mais te atrai. Quem sabe você não tira aquela ideia antiga da gaveta para colocar em prática?

E se você busca uma especialização para alavancar sua carreira no mercado atual, confira o MBA em experiência e sucesso do cliente. Torne-se um especialista em atração, conversão e retenção de clientes, com pleno entendimento das metodologias que envolvem essa área de negócios.

People Analytics: saiba o que é e benefícios em um RH

É estudante ou profissional de Recursos Humanos? Saiba que em algum momento da sua carreira você terá que lidar com People Analytics. Isso porque, com avanços tecnológicos em vários espaços, inclusive no corporativo, dominar os dados pode se tornar um potencial competitivo na carreira.

O que é isso, afinal? A metodologia une o capital humano e o tecnológico. Mas em suma, People Analytics realiza o processo de coleta, organização e análise de dados dos colaboradores em vários aspectos: produtividade, engajamento, satisfação, retenção e outros elementos.

Todas as informações dizem respeito ao comportamento. Elas podem ser utilizadas pelas corporações para monitoramento da conduta, rendimento, resultados, etc.

Atualmente, ela é uma ferramenta vital para uma gestão de alta performance.

Confira o texto completo que irá sanar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Boa leitura!

O que é People Analytics?

People Analytics é um método aplicado na área de gestão de pessoas de uma empresa que examina analiticamente os dados relativos às pessoas em relação aos processos, funções e desafios que enfrentam. Servindo, em suma, para introdução de melhorias no ambiente na totalidade ou de forma individualizada.

Não confunda. Isso não é uma ferramenta ou um software!

Para tornar os dados obtidos de fácil compreensão, as informações são geralmente apresentadas como gráficos, tabelas ou infográficos para auxiliar o departamento.

Conheça também os 7 pilares de People Analytics 💼

Análise de planejamento da força de trabalho
Análise da gestão de talentos
Análise de aquisição/contratação de talentos
Análise de integração e engajamento
Employee Lifetime Value e análise de desempenho
Análise de retenção de talentos
Análise de bem-estar, saúde e segurança dos colaboradores

Para que serve essa metodologia?

É uma ação que serve para coletar e transformar dados de RH em conhecimento prático que melhora a experiência do funcionário e os resultados do negócio. 

Embora muitas pessoas suponham que o People Analytics existe apenas para melhorar as operações institucionais, o conhecimento adquirido ajuda as empresas a aumentar o sucesso organizacional e atingir metas.

Como funciona o processo de People Analytics?

Veja o passo a passo:

  1. Busque os dados que importam;
  2. Explore os dados e faça cruzamentos;
  3. Tenha um plano de ação pronto;
  4. Evite brechas ou dados errôneos;
  5. Crie um sistema enxuto;
  6. Construa uma estratégia de negócios de RH mensurável e baseada em fatos;
  7. Receba suporte técnico, sempre que houver necessidade.

Como o People Analytics se relaciona com o Big Data e Business Intelligence na gestão de pessoas?

Dados são um dos ativos mais valiosos do mundo. E já dizia o estatístico W. Edwards Deming:

“Sem dados, você é apenas mais uma pessoa com uma opinião”.

Voltando ao assunto …

Quando falamos no conceito de People Analytics, muitas pessoas pensam ser uma espécie de Big Data aplicado a Recursos Humanos ou mesmo que seja um ramo de Business Intelligence. Os termos e aplicações possuem relação, mas existem algumas diferenças entre eles.

Big Data 

O termo Big Data designa dados grandiosos, rápidos ou complexos que são difíceis ou impossíveis de processar usando métodos convencionais.

Portanto, são conjuntos de dados de um volume tão grande que se atualizam e se movimentam constantemente, de difícil manuseio e requerem ferramentas específicas para isso. A palavra é bastante comum na área de tecnologia!

Aliás, o que faz um gestor de Big Data? Conheça aqui.

Business Intelligence

Já o Business Intelligence refere-se às estratégias ou ferramentas que permitem que a informação (ou dados) seja transformada em conhecimento que melhore a tomada de decisão de uma empresa.

A principal diferença entre Big Data e Business Intelligence, como podemos perceber pelas definições, é que o primeiro termo fala sobre o material com o qual trabalhamos, os dados em si, enquanto o último é a metodologia utilizada. 

Como já vimos, a metodologia People Analytics utiliza dados de Recursos Humanos para entender o quadro de funcionários da empresa, melhorar a gestão e oferecer uma experiência muito mais satisfatória aos colaboradores.  

Com as ferramentas corretas, o departamento de pessoal terá um levantamento com insights mais assertivos para tomadas de decisão.

Big Data ➡ Dados dos colaboradores

Business Inteligence ➡ Estratégia ou Ferramenta para manipulação dos dados dos funcionários

<Leia também: saiba o que é e o que faz um analista de BI na prática />

(Fonte: Getty Images)

Quais as vantagens do People Analytics?

Conheça abaixo alguns benefícios da prática nos negócios:

  • Melhor coordenação de pessoal;
  • Armazenamento de dados importantes dos colaboradores;
  • Informação disponível em tempo real;
  • Fácil exportação de dados para apresentações e cases;
  • Facilidade de detectar erros ou problemas;
  • Implementação de medidas de correção para determinados padrões;
  • Aumento do bem-estar e da sensação de pertencimento na empresa;
  • Melhoria na produtividade;
  • Melhoria da cultura da empresa.

Como o RH pode aplicar a metodologia People Analytics?

Agora que você entendeu a utilidade que é a obtenção de informações sobre a força de trabalho da empresa, saiba como você pode implementar medidas que irão contribuir para o bem-estar dos funcionários e posteriormente, no alcance das metas institucionais.

Captação de profissionais

Por meio da análise de talentos, a equipe de RH pode detectar certas características em colaboradores, como treinamentos feitos, experiência, progressão salarial, etc. Dessa forma, pode identificar os funcionários que estão demonstrando desempenho acima da média em uma determinada área. 

Isso pode ajudar a otimizar o processo de uma seleção, pois a empresa pode procurar candidatos com essas mesmas características de forma interna e não externa, assim minimizando custos.

<Você pode gostar também: tudo que você precisa entender sobre Gestão por Competências />

Resolver problemas de rotatividade de pessoal

É mais comum do que se imagina quando diversos profissionais saem com frequência de determinada empresa ou setor. Se isso acontece há algo errado e deve ser mapeado.

Ao fazer uma análise das demissões e os motivos por trás delas, a empresa pode identificar quais funcionários estão mais propensos a deixar a empresa e tomar medidas para evitá-lo. Um programa de retenção eficaz pode ter um impacto significativo no orçamento de uma empresa.

A implementação de programas de remuneração, treinamentos e benefícios (auxílios, vales e outros) também pode ser uma medida preventiva que envolve um investimento de longo prazo, pois os custos diretos e indiretos de uma demissão costumam ser maiores, como a multa rescisória e as verbas trabalhistas.

Melhora de desempenho

Se um alto percentual de pessoas sai de uma empresa, provavelmente é porque não estão satisfeitas com o reconhecimento que está sendo oferecido a elas. Também é possível verificar se as promoções e aumentos têm um efeito direto no desempenho e na produtividade desses colaboradores.

Planejar o desenvolvimento e o crescimento da equipe  

A equipe de RH pode analisar as trajetórias de carreira de seus líderes de equipe e entender como ajudar outros funcionários a desfrutar de uma progressão de nível e salarial na organização.

Da mesma forma, também é possível planejar as necessidades futuras da empresa e avaliar se a força de trabalho atual conseguirá atendê-las.

Maximizando o investimento em treinamento

O RH Analytics permite ver quanto tempo os funcionários levam para demonstrar melhorias após o treinamento e como isso impacta nos negócios. Também é possível identificar quais programas de treinamento ajudam os novos funcionários a se adaptarem melhor ao novo cargo e se tornarem produtivos em menos tempo.

Você deve entender que todos os dados importam! 📈

Principais tendências de People Analytics para ficar de olho

Sabemos que você é um profissional ou futuro RH bem-informado, por isso separamos 3 tendências na área para conhecer melhor.

Dados no planejamento estratégico

Uma tendência emergente nos últimos anos é a integração da análise de dados de RH no processo de planejamento estratégico da empresa. Considerando as métricas obtidas, é possível estabelecer prioridades e decidir quais ações levarão ao desempenho ideal do negócio.

Experiência do funcionário

A experiência do colaborador inclui todas as interações que o profissional tem com a empresa durante todo o ciclo de vida: indução, treinamento, gestão de desempenho, etc. Isso está, portanto, diretamente relacionado ao engajamento e desempenho do funcionário. 

Antes, organizações não davam muito atenção para isso, mas isso mudou. As empresas estão cientes disso e entendem a importância.

Dados para seleção de líderes

Usando análises frequentes da metodologia dará para medir o desempenho dos empregados ao longo do tempo, o relacionamento com os outros, bem como as habilidades físicas e sociais. Com isso, dando para a equipe de RH informações suficientes para tomar decisões estratégicas para a captação de líderes dentro de uma empresa.


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