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Alinhamento estratégico entre TI e negócios: por que investir nessa prática?

O ambiente das organizações, interno ou externo, influencia muito o alinhamento estratégico da TI com os negócios. Na prática, essas áreas atuam lado a lado para ajudar a gestão inteligente de uma empresa, usando novas tecnologias para garantir o máximo aproveitamento dos recursos disponíveis.

Em geral, as diferenças e contrapontos entre esses setores são bem definidos e conhecidos, mas isso não significa que eles devam agir de maneira independente dentro de uma empresa, menos ainda como adversários.

A Gestão de Negócios compreende a visão do mercado e trabalha para gerar valor sobre uma companhia com base nessa perspectiva, enquanto a Tecnologia da Informação usa ferramentas digitais, inteligência e Ciência de Dados para criar soluções mais assertivas.

O desafio aqui é reconhecer a autoridade e respeitar a autonomia de cada área, pois elas atuam em conjunto para elevar a competitividade e tornar a empresa referência em alinhamento estratégico.

Essa é a teoria do alinhamento estratégico entre TI e negócios, um conhecimento importante para quem deseja tirar o melhor proveito dos recursos disponíveis e desenvolver projetos com grandes chances de sucesso.

Quer saber mais? Então continue lendo!

Qual o conceito de estratégia?

Não existe uma definição única e universalmente aceita para estratégia. 

Segundo Mintzberg e Quinn (2001), o conceito surgiu no setor militar, se referindo ao papel dos generais de um exército e as técnicas que utilizavam para comandar os soldados antes, durante e após as batalhas.

Porém, estes autores relacionam o conceito de estratégia a uma série de pontos de vista diferentes, definindo-a consistentemente como um padrão ou plano que integra as principais metas, políticas e sequência de ações de uma organização em um todo coerente. 

Uma estratégia bem formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos de uma organização para uma postura singular e viável, com base em suas competências e deficiências internas relativas, mudanças no ambiente antecipadas e providências contingentes realizadas por oponentes inteligentes.

Uso da tecnologia como vantagem estratégica

Com o crescimento e o surgimento de novas tecnologias, a área de TI passou a ser considerada bem mais que um suporte para as demais áreas organizacionais. 

Os executivos de negócio e de TI se depararam com um novo desafio: criar um ambiente de confiança e de colaboração para facilitar a interação de todos os setores internos de uma empresa, promovendo troca de conhecimento entre eles e um direcionamento padronizado. 

Nesse sentido, com o mercado atual, globalizado, dinâmico e altamente competitivo, exige-se das organizações uma nova postura, que se apoia no alinhamento estratégico entre TI e negócios para que a gestão seja mais inteligente, aproveitando melhor os recursos disponíveis..

De modo geral, consiste em um conjunto de atividades executadas de forma coordenada pela gerência da organização, com o objetivo de alcançar suas metas estratégicas através da integração de várias áreas funcionais, tais como: TI, administração financeira, marketing, recursos humanos, produção, serviços, dentre outras.

Plano Estratégico de Negócios X Plano Estratégico de TI

A diversidade de informações do mercado atual necessita ser analisada e transformada em conhecimento de valor para uma organização, servindo de insights para o planejamento empresarial e os processos de tomadas de decisões.

Entre os dados que precisam passar por essa abordagem, podemos citar as ações de negócio, oscilações e turbulência do mercado, assim como atividade de concorrentes e do governo. Também devemos considerar fatores internos relevantes, como clientes, fornecedores, produção e vendas.

Para que isso ocorra, é importante que as empresas estruturem a área de TI e os setores dedicados à sua gestão e direcionamento. Ou seja, devem alinhar  o Plano Estratégico da Tecnologia da Informação com o Plano Estratégico do Negócio

Portanto, o alinhamento estratégico da TI com negócios é a adequação entre o planejamento, os objetivos e as ações executadas por uma organização empresarial, usando a capacidade de suporte e resolução de problemas da tecnologia da informação para embasar as atividades da liderança.

De modo geral, decisões estratégicas mais embasadas e com suporte consolidado contribuem para que o padrão estabelecido seja eficiente a longo prazo.

Evolução do alinhamento estratégico entre TI e negócios

Fazendo uma retrospectiva, nos anos de 1980, o principal foco do planejamento era a ligação defendida pela escola de Michael Porter, entre estratégia e o ambiente externo. 

O ambiente externo das organizações pode ser analisado, de acordo com a Teoria de Porter, como uma estrutura capaz de interferir na competitividade e de desenvolver estratégias para as empresas aumentarem sua margem competitiva. 

Turban, Rainer Jr. e Potter (2005) explicam que as forças competitivas de Porter podem demonstrar como a TI seria capaz de melhorar a competitividade das corporações. Tal modelo reconhece cinco forças principais que poderiam colocar em risco a posição de uma empresa em um determinado setor.

Nesse contexto, os clientes, fornecedores, prospects e os produtos disponíveis no mercado são todos competidores, que podem ter uma influência maior ou menor na estratégia de um negócio, o que varia de acordo com o mercado no qual ela atua.. 

O estado de competição em um segmento industrial depende das cinco forças básicas. As decisões estratégicas das organizações deverão se basear nas cinco forças competitivas, segundo Porter.

< Saiba como se preparar para uma carreira no ramo tecnológico. Leia: Quais são as profissões do futuro na área de tecnologia? Como se preparar? />

O que é a Visão Baseada em Recursos (VBR)?

A Visão Baseada em Recursos é uma abordagem que identifica e classifica os ativos de uma empresa com base na vantagem competitiva que eles proporcionam. Assim, ajudam a criar projeções de desempenho e facilitando o planejamento a partir do que é mais recompensador.

Contrapondo-se à escola de Porter, a partir dos anos noventa, a VBR (Visão Baseada em Recursos) foi defendida por autores como Edith Penrose, Jay Barney, Grover S. Kearns, Albert L. Lederer, Birger Wernerfelt, Nelson e Winter.

Segundo eles, uma empresa é um conjunto de recursos, utilizados de acordo com as estratégias criadas pelos seus administradores. Assim, seus produtos e serviços servem para demonstrar sua capacidade de aproveitar esses recursos da melhor maneira possível..

Fleury e Fleury (2003) citam que recursos estratégicos podem ser tangíveis ou intangíveis, sendo difícil a identificação de qual recurso está se referindo. Nesse contexto, ativos tangíveis são mensuráveis, concretos, definidos e replicáveis no mercado.

Os ativos intangíveis, como conhecimento organizacional, não podem ser negociados ou facilmente replicados por competidores, pois estão fortemente enraizados na história e cultura das organizações.

Logo, por gestão estratégica do conhecimento, entende-se como identificar, desenvolver, disseminar e atualizar o conhecimento estrategicamente relevante para as organizações, seja por meio de processos internos ou de externos.

Como definir o valor de um recurso com a VBR?

De acordo com Barney (1991), recursos são todos os ativos, processos organizacionais, atributos, informação, conhecimento e ferramentas controladas pelas organizações, que as tornam capazes de conceber e implementar estratégias que melhorem sua eficiência. 

Ele defende que as organizações não podem ser consideradas idênticas, bem como os recursos reais são heterogêneos (originais) e imóveis (não são adquiridos).

Para Barney (1991) e Wernerfelt (1995), a visualização baseada em recursos (VBR) é um modelo de interpretação que relaciona os recursos organizacionais à vantagem competitiva sustentável. 

Assim, a vantagem competitiva de um recurso é aquela que o faz difícil de ser duplicado, transformando-o em algo valioso, raro, difícil de ser imitado ou mesmo insubstituível.

No nível estratégico, os sistemas formais são facilmente ‘copiados’ e reproduzidos, ou seja, são recorrentes, seguem práticas conhecidas e não agregam valor competitivo. Por outro lado, sistemas informais são desenvolvidos de maneira personalizada e autônoma, difícil de ser replicada.

Wernerfelt (1995) explica que a análise das empresas é feita sob a perspectiva dos recursos, diferente da perspectiva tradicional de produtos (principalmente às empresas diversificadas). 

Com a identificação de recursos, pode-se chegar a altos lucros. A estratégia, para uma grande organização, exige que se alcance um equilíbrio entre a exploração dos recursos existentes e o desenvolvimento de novos recursos.

Como funciona o alinhamento estratégico entre TI e os negócios pela VBR?

De acordo com Kearns e Lederer (2003), à luz do modelo de VBR, pode-se afirmar que o alinhamento estratégico de TI e negócios confirmam as ferramentas e setores tecnológicos como recursos da gestão empresarial

Os sistemas de informação (SI), passam a ser vistos como aplicações estratégicas para representar vantagem competitiva sustentável, podem promover esta diferenciação.

Este conceito começou a ser sistematicamente entendido e implementado a partir da introdução do modelo de Henderson e Venkatraman em 1993.

Embora existam diversos modelos de alinhamento estratégico da TI com os negócios, a proposta mais aceita conta com quatro áreas de domínio, são elas:

  • estratégia de negócios
  • infraestrutura e processos organizacionais
  • estratégia de TI
  • infraestrutura e processos de TI.

O que se pretende é integrar e ajustar, por exemplo, o escopo de tecnologia com o escopo de negócio, a arquitetura de TI com a infraestrutura administrativa, e assim sucessivamente.

Ainda existe um paradoxo com relação ao investimento ocorrido nas áreas de TI em relação à produtividade. 

É que apenas investir em tecnologias, introduzir novos artefatos de hardware e software não garantem um aumento de produtividade do pessoal, melhoria de processos e vantagem competitiva. 

< Entenda o que separa os conceitos de tecnologia e sistemas da informação: Qual a diferença entre TI e SI? Conheça as áreas />

3 motivos para investir no alinhamento estratégico entre TI e negócios

A essa altura, já temos uma perspectiva completa dos desafios que acompanham o alinhamento estratégico entre as áreas de TI e negócios. O que falta é consolidar os motivos para investir nesse modelo de gestão.

Nesse ponto, podemos destacar as seguintes razões para seguir essa visão de negócios:

1. Aproveitar os benefícios da TI para a rotina operacional

De início, podemos entender que a área de TI é capaz de dar acesso a uma série de benefícios para o dia a dia de uma organização, independente da sua área de atuação. 

Ela promove ferramentas e processos mais adequados para atender a demanda de rotina, aumentando a produtividade e a capacidade produtiva de uma equipe. 

Para a gestão, a vantagem pode ser percebida pelo acompanhamento facilitado de performance, ganho organizacional e a possibilidade de obter insights e promover melhorias com maior eficiência e agilidade.

2. Definir objetivos mais assertivos e uniformes

Esse alinhamento é essencial para diminuir os conflitos internos, aumentar a colaboração entre times e estabelecer objetivos mais assertivos para a empresa. 

Ao manter diferentes setores em um fluxo independente, eles tendem a priorizar apenas suas metas, sem considerar a perspectiva geral e que é bom para toda a companhia. Por outro lado, traçar planos com um direcionamento único pode estimular todos os colaboradores a se ajudarem.

Efetivamente, isso pode aumentar ainda mais o valor agregado dos recursos e o retorno obtido com sua utilização inteligente.

3. Gerar inovação e alavancagem para os negócios

A inteligência agregada pela área de TI ajuda a promover atividades mais eficientes em diferentes setores, com tarefas automatizadas, monitoramento de métricas e visibilidade para problemas e soluções ideais.

Esse ciclo gera um movimento ininterrupto, que favorece a adoção, mesmo que gradativa, de inovações tecnológicas para as atividades de uma equipe, tornando sua operação mais eficiente e promissora, o que pode alavancar seus resultados.

Na prática, é isso que podemos perceber quando o conceito de Big Data começou a ganhar espaço no ramo empresarial, gerando estratégias e desenvolvimento de recursos em um volume inédito.

Como superar os desafios do alinhamento estratégico?

Um dos maiores desafios dos executivos de negócios e de TI é criar um ambiente de confiança e de colaboração para facilitar a interação entre as áreas, ou seja, alinhar a TI com os negócios.

Concluindo, as áreas de TI, também, precisam demonstrar sua capacidade de ser um agente de transformação dentro das organizações e participar diretamente na tomada de decisões. 

Este processo de mudança requer aprendizado e deve ser evolutivo. Para buscar ser reconhecida como transformadora, a TI deve iniciar o desenvolvimento de aplicações táticas inovadoras que não apresentem impacto à organização, mas sustentabilidade a longo prazo. 

A VBR, portanto, se colocada em prática, pode promover e potencializar a TI para o patamar que ela merece estar.

Se essas expectativas fazem sentido para você, é muito importante investir no seu conhecimento para avançar na sua carreira e a Faculdade Faculdade XP tem a oportunidade que estava esperando.Faça já sua matrícula na pós-graduação em Gestão de TI, MBA ideal para quem deseja se especializar no planejamento estratégico e gerenciamento inteligente de equipes de Tecnologia da Informação. Com ele você irá dominar os conceitos que realmente importam para um bom líder.

Especialista em bancos de dados: o que faz e como se tornar um?

Vivemos na era da informação. Ou seja, a todo o momento estamos consumindo e gerando dados.

Talvez você não saiba, mas quando está se comunicando com os amigos por apps de mensagem ou visualizando a cotação da bolsa, você está usando dados!

Com todo mundo fazendo isso ao mesmo tempo, não é à toa que o volume de informações geradas e analisadas seja alto, não é verdade? De acordo com pesquisas, o volume de dados gerados pela data culture no setor industrial é de 2 quintilhões de bytes por dia (2,000,000,000,000,000,000).

Responsável por desenvolver e realizar a manutenção da arquitetura do database, essa profissão tem como objetivos manter os dados seguros e confiáveis, permitindo uma análise eficiente das informações armazenadas.

Para grande parte das empresas, a informação é o bem mais precioso, sendo contabilizada como parte do patrimônio empresarial. E realmente, ela vale muito dinheiro, pois é a partir de dados brutos que se obtém conhecimento e insights estratégicos para a frente do mercado.

Por conta disso, a busca por bons profissionais para administrar databases está cada vez mais acirrada e você pode se beneficiar dessa valorização. 

Nesse post, vamos explicar o que faz um especialista em banco de dados, quais habilidades ele precisa ter, como investir nessa carreira e qual a expectativa salarial para esses profissionais. Continue lendo!

Importância da ciência de dados para o setor empresarial

Coletar e armazenar dados relevantes que podem ser usados no futuro próximo, é um investimento muito atrativo. Muitas empresas oferecem serviços gratuitos com o único intuito de coletar e armazenar informações que poderão ser utilizadas para criação de novos produtos e estratégias.

No campo governamental, o estudo de dados pode trazer benefícios significativos para melhorar a eficiência da gestão pública e a qualidade das políticas adotadas. Além disso, decisões governamentais podem ser justificadas a partir de informações conclusivas retiradas de grandes massas de dados. 

Não há dúvidas de que tudo isso pode promover o crescimento econômico e a melhoria dos serviços do governo prestados à população. Além disso, a geração, captação e armazenamento de dados, em volume cada vez maior (Big Data), é a chave de direcionamento estratégico de qualquer negócio.

Aproveitando essas oportunidades, novas empresas surgiram dedicadas ao minucioso trabalho de estudar os dados a fim de transformá-los em informação e posteriormente em conhecimento. 

As empresas que trabalham com Ciência de Dados extraem conhecimento ou insights para possíveis tomadas de decisões empresariais na busca por melhores resultados.

< Leia mais sobre o assunto no post: Ciência de Dados: conheça a profissão do futuro />

O que são bancos de dados?

Um banco de dados pode ser definido como qualquer arquivo no qual se armazenam informações importantes, seja um arquivo de texto, uma planilha ou qualquer outra estrutura. 

Contudo, como os dados atualmente estão cada vez mais complexos e diversificados, as empresas buscam estruturas avançadas que permitam a manipulação segura desses registros, com agilidade e integridade. 

Essas estruturas recebem o nome de SGBD, sigla para Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados.

Além das companhias que utilizam os SGBD para armazenar dados dos seus processos, existem aquelas que atuam como fornecedoras de tecnologia de Big Data, que trabalham integralmente com manipulação de dados na formação de conhecimento através de bancos NoSQL.

De modo geral, essas são as principais responsáveis pela contratação dos cientistas de dados e especialistas de banco de dados.

Bancos de dados NoSQL

Nunca foi tão fácil armazenar grandes volumes de dados. Possuímos tecnologias acessíveis, de bom desempenho e baixo custo, e arquiteturas que facilitam a manipulação de grandes massas de dados como os bancos NoSQL. 

Bancos de dados NoSQL foram construídos para serem robustos e escaláveis e são excelentes ferramentas para armazenamento de grandes volumes de dados. 

Possuem uma arquitetura voltada para ambientes distribuídos, o que torna a escalabilidade uma tarefa relativamente simples para bancos NoSQL, ao contrário dos bancos relacionais cuja escalabilidade é normalmente complexa.

Por esses motivos os bancos NoSQL têm se tornado populares entre grandes empresas e representam uma ferramenta importante para trabalhar com Big Data. 

Entre os principais modelos em uso no mercado mundial, podemos destacar o MongoDB, o Cassandra e o Neo4j. 

Com o grande crescimento de utilização dos bancos NoSQL, o mercado de trabalho sofre dificuldades para encontrar profissionais especialistas em banco de dados qualificados para dar manutenção neste tipo de arquitetura.

O que faz um especialista em banco de dados?

De modo geral, o especialista em banco de dados faz todo trabalho de gerenciamento dessas informações e dos registros armazenados, mantendo a segurança, integridade e acessibilidade do seu conteúdo.

Também chamado de gerente ou administrador de bancos de dados (DBA, do inglês Database Administrator), as principais responsabilidades desse profissional são as seguintes:

  • gestão;
  • desenvolvimento;
  • monitoramento;
  • testes de integridade e segurança;
  • controle de acessos aos dados;
  • backup de dados;
  • replicação;
  • implementação de melhorias e otimizações;
  • treinamento e capacitação de equipes e clientes.

O papel do especialista em Bancos de Dados

A demanda por especialistas em bancos de dados é muito alta. Tanto empresas quanto órgãos do governo estão na busca por pessoas com essas habilidades para ajudá-los na implementação e administração de databases.

Neste cenário, o papel do especialista em Banco de Dados é fundamental. Isso porque mesmo que a empresa utilize uma estrutura avançada para armazenar seus dados, como um SGBD por exemplo, ainda é necessário que ela conte com profissionais especializados para manter e gerenciar esses sistemas. 

O especialista em Banco de Dados conhece a fundo a estrutura de um SGBD, e sabe construir os melhores mecanismos para garantir que as informações gravadas na base de dados estejam sempre íntegras, promovendo o rápido acesso dos atores envolvidos aos dados dos processos empresariais.

Por exemplo, a perda de dados do cadastro dos itens de um supermercado, assim como a perda de dados de uma multinacional, causam danos financeiros significativos para as corporações. Logo, a sua presença é extremamente importante para garantir o bom funcionamento do SGBD e do backup dos dados.

Algumas empresas possuem vários especialistas em Banco de Dados, isso pode variar de acordo com a complexidade e o volume de alterações no funcionamento do SGBD instalado na empresa. 

Como ser especialista em banco de dados?

Para você que quer se tornar um especialista de banco de dados, o melhor caminho é investir no conhecimento e fazer uma faculdade de Tecnologia da Informação.

Entre os cursos mais relevantes na área, podemos citar:

  • Engenharia da Computação;
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
  • Ciência da Computação;
  • Processamento de Dados.

A partir disso, é recomendado uma especialização ou MBA em bancos de dados, para atingir o nível necessário de conhecimento sobre esse tipo de tecnologia.

Também é importante se dedicar no desenvolvimento de técnicas e habilidades essenciais para quem atua como especialista em banco de dados. Entre elas, podemos citar:

  • conhecimento sobre linguagens de sistemas;
  • portabilidade de linguagem de dados;
  • nível intermediário de inglês;
  • experiência e conhecimento em software de gestão de bancos de dados;
  • proatividade, dedicação e busca por atualização constante;
  • excelente organização;
  • boa capacidade de resolver problemas;
  • avidez por aprender novas tecnologias e ferramentas;
  • raciocínio dinâmico.

Quer seguir esse caminho? Então confira a Trilha de Especialização em Ciência de Dados, ideal para quem deseja se desenvolver na área de Big Data e trabalhar com bancos de dados em diversas linguagens. Saiba mais no site da Faculdade XP: Trilha Ciência de Dados

Qual o salário de especialistas em banco de dados?

O desafio de se tornar um DBA é grande e a sua responsabilidade como profissional é elevada. O que pode compensar e convencer muitos a seguirem por esse caminho é o salário do especialista em banco de dados.

De acordo com o site Glassdoor, a média salarial desses profissionais no Brasil supera os R$ 12 mil. Se contarmos outras bonificações e remunerações comuns para quem atua nesses projetos, o salário mensal pode ficar ainda maior, variando entre R$ 16 mil e R$ 28 mil.

Gostou dessa projeção e acredita que tem o perfil certo para seguir essa carreira? Então invista no seu futuro com a Faculdade XP!

Aqui temos diversas opções para quem é apaixonado por tecnologia e quer aprender com quem realmente entende do assunto. 

Temos a pós-graduação em Engenharia de Dados, para que você possa criar, gerenciar e otimizar soluções para coleta, armazenagem e análise. Essa é uma ótima forma de aproveitar seu conhecimento e chegar ao próximo nível.

Quer mais? Então você pode optar pelo MBA em Ciência de Dados, uma especialização completa e reconhecida, capaz de torná-lo um candidato altamente requisitado em uma dos setores mais importantes da tecnologia de dados.Saiba mais sobre essa e outras opções de alto nível nos cursos da Faculdade Faculdade XP, faça já sua matrícula e promova o seu futuro.

Dicas práticas para potencializar a sua carreira em BPM

A área que envolve o Business Process Management (Gerenciamento de Processos de Negócios – BPM) é uma das mais emergentes e de crescimento mais rápido no setor de TI, assim como no setor de negócios. Dessa forma,  a carreira em BPM surge como uma opção empolgante para os profissionais, pois abrange os domínios de tecnologias e negócios.

Diversos clientes corporativos implementam ativamente as soluções de BPM. Sendo assim, observam na prática uma melhoria na maneira como gerenciam várias etapas do negócio. 

Da mesma forma, muitas empresas estão aumentando sua capacidade produtiva, identificando melhorias, conquistando vantagens competitivas, entregando projetos dentro do prazo e custo estabelecidos, sem sair do escopo acordado.

Ao longo do artigo de hoje, você entende como construir uma carreira em BPM, incluindo habilidades necessárias e caminhos a trilhar.

O que é o BPM?

O BPM, ou Business Process Management (Gestão de processos de negócios), é uma maneira de analisar e controlar os processos que estão presentes em uma organização. É uma metodologia que utiliza diferentes ferramentas e técnicas para garantir que os processos sejam eficientes e ágeis. 

O termo gerenciamento de processos de negócios abrange como estudamos, identificamos, modificamos e monitoramos processos de negócios para garantir que eles sejam executados sem problemas e possam ser aprimorados ao longo do tempo. Podemos dizer, portanto, que é uma jornada.

A ideia de BPM é melhor pensada como uma prática de negócios, abrangendo técnicas e métodos ágeis estruturados. 

Não é uma tecnologia, embora existam tecnologias no mercado que carreguem o descritor por conta do que elas permitem: identificar e modificar processos existentes para entregar soluções otimizadas no médio e longo prazo. 

Tendências na carreira em BPM

Voltemos então à carreira em BPM, nosso foco. Com todos os novos desenvolvimentos acontecendo no mundo da Indústria 4.0 , o BPM é um domínio empolgante para se trabalhar.

Para construir uma carreira na indústria de BPM, você, profissional, precisa da capacitação técnica, mas as habilidades analíticas são mais cruciais.

Então, conhecer tecnologias (uma ou mais) é fundamental. Para exemplificar, vamos citar apenas uma delas: o Bizagi

O Bizagi possui uma plataforma (parte free/parte paga), disponível em diversas línguas, com três produtos:

Produtos-chave do Bizagi

  • Bizagi BPMN Modeler: é um aplicativo freeware para diagramar, documentar e simular graficamente processos no formato padrão Business Process Model and Notation (BPMN);
  • Bizagi Studio: é uma solução freeware Business Process Management que permite às organizações criar (automatizar) processos de negócios e fluxos de trabalho;
  • Bizagi Engine: pega os processos previamente modelados e automatizados e os executa em toda a organização.

Veja, no vídeo abaixo, como o Bizagi entrega sua proposta de valor aos profissionais de gestão de processos de negócios!

Ferramenta complementar: BPMN

Complementando a tecnologia, conhecer BPMN  (Business Process Model and Notation) é imprescindível. A Notação para Modelagem de Processos de Negócios é o padrão que fornece às empresas a capacidade de entender seus procedimentos (processos) de negócios em uma notação gráfica, e dará a capacidade de comunicar esses procedimentos.

Isso garante que as empresas se entendam e participem de seus negócios, além de permitir que as organizações se ajustem rapidamente às novas circunstâncias.

A beleza de um trabalho na carreira em BPM é que ele dá oportunidade de trabalhar em áreas específicas de tecnologia e negócios. 

Quais as habilidades necessárias para iniciar uma carreira em BPM?

Se você pensa em seguir carreira na área, é preciso conhecer as características essenciais para a função. São habilidades analíticas, necessárias para solucionar problemas e para pensar em soluções para os clientes. A seguir, falamos sobre cada uma delas.

1- Conhecimento nos domínios dos negócios

Com o crescimento da maturidade e da complexidade da gestão de processos de negócios, aumenta também a necessidade do profissional conhecer diversas áreas. Apenas alguns exemplos são: saúde, varejo, supermercado, bancos, seguros, energia, automóveis, mineração, educação, finanças, entre outras.

2- Saber buscar as informações

Um dos primeiros passos para o gerenciamento de processos de negócios é o entendimento dos melhores caminhos para encontrar informações.

Podemos dizer que este é o ponto de partida. Muito do restante envolve primeiro solicitar as informações necessárias e, depois, ter essas informações comunicadas em um formato imediatamente utilizável.

3- Soft Skills

Cada vez mais valorizadas, as habilidades não-técnicas vêm ganhando espaço no momento das contratações e parcerias. Habilidades de comunicação e escrita, interpessoais, gerenciais, de liderança e resolução rápida de problemas são algumas delas.

4- Proficiência no inglês

Com a crescente internacionalização de empresas e o uso de ferramentas desenvolvidas em outros países, conhecer o idioma inglês e saber se comunicar por meio dele nos níveis prático e instrumental é essencial. 

5- Dados corporativos e Analytics

Estudo de dados corporativos usando análise estatística para encontrar tendências e históricos, evidências para tomada de decisões. Com esta habilidade, é possível ajudar os clientes a prever e melhorar os negócios no futuro. 

Associados ao domínio, temos a matemática, a pesquisa operacional e a estatística e probabilidade. Alguns campos dentro da área de Analytics são: 

  • gerenciamento de decisão empresarial;
  • análise de marketing;
  • ciência preditiva;
  • análise de risco;
  • análise de fraudes

6- BI – Business Intelligence – inteligência de negócios

Com a habilidade de business intelligence, o profissional está apto a lidar com a vasta quantidade de dados que realmente tenham valor para as empresas, fazendo com que a tomada de decisão seja mais assertiva. 

Considerar maneiras por meio das quais uma empresa pode desenvolver novas políticas em relação à coleta de dados e às metodologias de análise de dados, incluindo a garantia da integridade do uso de dados também faz parte desta característica. 

7- Conhecimento em CRM

O Gerenciamento de Relacionamento com Clientes (Customer Relationship Management – CRM) envolve todos os aspectos de interação que uma empresa tem com seu cliente, sejam relacionados a vendas ou ao serviço, por meio de qualquer mídia. 

É principalmente o processo de gerenciamento e resolução de todos problemas dos clientes. Para uma boa gestão de relacionamento com o cliente, é necessário ter, também, ampla compreensão da indústria de atuação, bem como do produto e do portfólio de serviços para auxiliar e possibilitar a rápida resolução.

8- Serviços de TI e Help Desk e Service Desk

Com esta habilidade, o profissional que segue carreira em BPM se familiariza com o funcionamento da Gestão de TI, incluindo o suporte em produtos e sistemas de tecnologia para responder efetivamente às consultas dos clientes, que podem ser simples ou de natureza complexa, diagnosticando-as e, assim, encontrando a melhor solução;

9 – Governança

O processo de governança pode ser definido como o sistema pelo qual as entidades são direcionadas e controladas. Um BPM com habilidades em governança está preocupado com a estrutura e os processos de tomada de decisão, responsabilidade, controle e comportamento. 

A governança influencia na maneira como os objetivos de uma organização são definidos e alcançados, como o risco é monitorado e tratado e como o desempenho é otimizado. 

É uma abordagem sistemática que incorpora o planejamento estratégico, o gerenciamento de riscos e o gerenciamento de desempenho. Como a cultura, é um componente central de uma organização de sucesso.

10- Compliance 

O termo Compliance, ou Conformidade, descreve a capacidade de agir de acordo com um pedido, conjunto de regras ou solicitação. O profissional familiarizado às regras de compliance sabe identificar os riscos que uma organização enfrenta e aconselha sobre eles. 

Além disso, é capaz de projetar e implementar controles para proteger uma organização contra esses riscos, bem como monitorar e relatar a eficácia desses controles no gerenciamento da exposição de uma organização aos riscos.

11- Gestão da Qualidade 

A gestão da qualidade é o ato de supervisionar diferentes atividades dentro de uma organização. Seu objetivo é garantir que os produtos e serviços oferecidos, bem como os meios utilizados para alcançá-los, sejam consistentes. Isso ajuda a alcançar e manter um nível desejado de qualidade dentro da organização.

Como ingressar na carreira em BPM? 

Agora você já conhece algumas das habilidades-chave para iniciar uma carreira em BPM. O processo pode parecer longo (e é!), mas é possível começar com passos menores e igualmente certeiros.

Que tal participar de um evento completamente imersivo, como o Bootcamp de Processos de Negócios da Faculdade XP? É a sua oportunidade de se projetar na área, experimentar processos rotineiros, testar habilidades e identificar oportunidades de desenvolvimento! 

Trace seu caminho, potencialize sua carreira e boa sorte.

O que é educação corporativa e como ela beneficia as empresas

No mundo dos negócios, muitas empresas passam por processos de transformação que fazem toda a diferença nos resultados apresentados. Seja numa pequena ou numa grande companhia, a educação corporativa é um assunto que deve estar sempre na pauta. Mas você sabe o que é isso e como implementá-la na sua empresa?

Para ajudar a entender um pouco mais sobre o tema, separamos neste artigo as informações essenciais. Aqui você encontrará o conceito de educação corporativa, como ela é vista no Brasil, o que representa para as companhias, os principais desafios, características e muito mais. Portanto, aproveite o texto e boa leitura!

O que é educação corporativa?

Com o passar do tempo, muitas empresas começaram a perceber que os colaboradores não estão em busca somente de boas remunerações. Por isso, tiveram que olhar para outras práticas de gestão que pudessem complementar o ambiente de trabalho. E a educação corporativa surge para melhorar todo esse processo.

Ela é um conjunto de ações que estimula o desenvolvimento dos funcionários. Aqui podemos citar uma série de coisas, como treinamentos, desenvolvimento de habilidades específicas, cursos de capacitação, entre outros. Essas práticas trazem vários benefícios tanto para os colaboradores como para a companhia. Quer saber quais? Falaremos mais sobre isso a seguir.

Como a educação corporativa é vista no Brasil?

Aqui no Brasil, esse tipo de estratégia ainda não está no centro das atenções das empresas. E isso, a longo prazo, pode ser prejudicial para a manutenção e para estabilidade dos profissionais dentro delas. Afinal, quando um colaborador não se sente valorizado, a tendência é que o turnover comece a ser um problema para o RH. 

Para ter uma ideia melhor sobre o cenário nacional, podemos citar o investimento em treinamento e desenvolvimento das empresas por aqui. Uma pesquisa realizada por uma consultoria mostrou que, em 2018, as companhias brasileiras gastavam, em média, quase R$ 800 por ano em treinamentos. 

Por outro lado, quando olhamos para as empresas dos Estados Unidos, o levantamento do mesmo período mostra que o investimento passava dos R$ 1.250. E não para por aí: enquanto os funcionários americanas têm, em média, 33 horas anuais de treinamento, por aqui esse número é de 21 horas.

O que a educação corporativa representa para as empresas?

Além de fatores motivacionais, a educação corporativa representa um investimento para a melhoria técnica dentro das próprias empresas. Imagine que um novo programa de software possa melhorar a gestão ágil dos projetos, porém não há funcionários que entendam sobre a sua operação. Ao investir no treinamento, além de garantir a implantação de um programa moderno na empresa, o colaborador também vai adquirir conhecimento.

Capacitar os funcionários sempre vai ser algo representativo dentro da estrutura do negócio. Isso resulta no aumento da motivação, do engajamento e da produtividade dos colaboradores, refletindo diretamente na performance da companhia. 

Quais são os principais objetivos de um programa de educação corporativa?

Existem alguns objetivos importantes na implementação de um programa de educação corporativa. O principal deles diz respeito às metas da organização, ou seja, o programa precisa estar alinhado com as expectativas referentes aos resultados. 

Mais do que gestão de conhecimento, a educação empresarial deve olhar para um aprendizado que esteja alinhado às necessidades da companhia. Afinal, esse investimento se torna um ativo que a empresa utiliza no dia a dia, seja para questões técnicas, seja para a melhoria na gestão das lideranças.

Tudo isso, contudo, também precisa ser avaliado com base nos gaps, ou seja, aspectos carentes de evolução na empresa, seja em áreas operacionais ou de gestão de pessoas.

Principais características da educação corporativa

Para que um programa de educação corporativa seja considerado eficiente, ele precisa contemplar algumas características importantes. Um deles é a continuidade das ativações. Para isso, é necessário evitar ações pontuais e executar um cronograma dessas atividades, que devem ser conduzidas, preferencialmente, pelo departamento de RH. Isso é importante, pois é o setor responsável por cuidar da carreira dos colaboradores.

Uma outra característica diz respeito ao formato de programa. Por que não chamar os próprios líderes para dar workshops ou palestras? É uma alternativa para diminuir custos e não contratar empresas especializadas, embora elas sejam uma ótima opção para a implementação desses projetos. 

Por fim, explore todos os formatos possíveis. Além de palestras e workshops presenciais, a educação corporativa precisa contemplar dinâmicas, eventos, espaços de estudo, mentorias, entre outros.

E quais os desafios da educação corporativa?

Um dos principais desafios para as empresas com relação à educação corporativa diz respeito aos custos. Um bom programa, com cursos e treinamentos, costuma ser caro. Porém, é preciso ter em mente que isso é um investimento para a companhia. 

Outro ponto é com relação ao engajamento dos colaboradores. Culturalmente as empresas encontram dificuldade em fazer com que eles participem dessas ativações, seja pela alta demanda ou mesmo por falta de interesse. 

Por fim, vale destacar que alguns cursos podem demorar bastante tempo, tirando o tempo de trabalho desses colaboradores em suas funções. Isso pode gerar um impacto direto nas operações das áreas em treinamento.

Como a educação corporativa beneficia as corporações?

Uma boa estratégia de educação corporativa traz uma série de benefícios, tanto para a empresa quanto para o colaborador. Mais do que isso, essa prática também atinge tanto clientes como fornecedores. Apesar disso, essas não são apenas as únicas vantagens. Separamos a seguir mais algumas para você conhecer. Confira:

Retenção de talentos

Como falamos anteriormente, um projeto de educação corporativa consegue reduzir o turnover da empresa, retendo os talentos dentro de casa. Com uma boa oferta de ativações, a companhia gera motivação entre os colaboradores, que podem ver essa prática como um diferencial competitivo em relação ao mercado. Ou seja, a oferta de cursos pode ser vista como mais um benefício dentro daqueles oferecidos pela companhia.

Engajamento e valorização dos colaboradores

Nada melhor do que fazer com que seus colaboradores se sintam valorizados, não é mesmo? Esse talvez seja um dos pontos-chave de uma estratégia de educação corporativa. Ao investir nessas frentes, a empresa pode aumentar o engajamento deles com o negócio, além de aumentar a sensação de pertencimento, algo muito buscado nas empresas hoje em dia.

Produtividade

Ao investir em cursos e ativações de capacitação, a tendência é que os colaboradores fiquem ainda mais produtivos. Com o conhecimento adquirido, novas atividades podem ser executadas, oferecendo um olhar diferenciado na operação das equipes. 
Tudo isso gera um impacto no rendimento dos times, contribuindo para uma agilidade maior nas entregas e nas demandas do dia a dia. Alinhado à metodologias ágeis, os resultados serão ainda melhores.

Redução do turnover

Uma das principais preocupações das empresas, o turnover é um dos aspectos que podem ser melhorados com a implantação de uma estratégia de educação corporativa. Ao fazer com que os times se sintam valorizados, as companhias conseguem reter talentos e alinhar o conhecimento adquirido por eles com as metas estabelecidas pela organização.

Employer Branding

Mais do que valorizados, a educação corporativa contribui para que os colaboradores passem a ter um reconhecimento melhor em relação à marca da sua empresa. Essa estratégia, conhecida como employer branding, tende a construir um papel cada vez mais importante dentro das organizações. Afinal, quanto mais os funcionários se envolvem com a sua marca, mais têm o desejo de permanecer com ela na vida profissional.

Inovação

Quando uma empresa tem uma estratégia de educação corporativa, a oferta de cursos permite com que as equipes tenham acesso ao que há de mais moderno no setor de atuação. Isso facilita com que os times façam sugestões de melhorias e, mais do que isso, estimulem a inovação dentro das empresas. É um dos benefícios mais importantes quando olhamos para a estratégia de negócio. 

Como você pode ter visto, estabelecer uma estratégia organizada de educação corporativa pode trazer uma série de vantagens para as empresas e seus colaboradores. Além disso, ela se torna crucial para a retenção de talentos, uma vez que essas pessoas passam a se sentir valorizadas dentro da companhia. Se você ainda não introduziu esse tema na sua empresa, vale o lembrete: nunca é tarde para começar. 
Agora que você já sabe um pouco mais sobre educação corporativa, que tal investir ainda mais na sua carreira? Aqui na Faculdade XP você encontra cursos de pós-graduação que vão fazer a diferença na sua vida profissional. O MBA de Inovação e Gestão Ágil vai preparar você para se tornar um líder no assunto. Aprenda, na prática, conceitos de tecnologias emergentes, mudanças culturais e de negócio. Saiba mais aqui!

O que é machine learning? Como funcionam os seus algoritmos?  

O machine learning (ML) é uma subcategoria de inteligência artificial. Nele, o computador é desenvolvido para identificar padrões ou descobrir formas de aprender regularmente, sem ser necessário fazer ajustes para otimizar a performance.  

Existem diversas tarefas da nossa rotina que recebem informações dos algoritmos de machine learning. 

  • Detecção de fraudes;
  • Resultados de pesquisa na Web;
  • Anúncios em tempo real, tanto em páginas da web como em dispositivos móveis;
  • Análise de sentimento baseada em texto;
  • Pontuação de crédito e melhores ofertas;
  • Previsão de falhas no equipamento;
  • Novos modelos de precificação.

Neste artigo, você descobrirá mais detalhes sobre o aprendizado de máquina, como ele funciona, quais são os benefícios, entre outras questões. Continue com a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

O que é Machine Learning?

O machine learning ou aprendizado de máquina tem como base para seu funcionamento a mesma premissa do aprendizado humano. Ou seja: é o aprendizado de máquina por meio do armazenamento de dados e informações prévias para, em seguida, executar uma determinada atividade. 

Com o machine learning, máquinas e computadores se tornam capazes de aprender a aplicar diversas tarefas por meio da identificação de respostas programadas para diversas situações. Tudo isso graças a sistematização de seus dados.

Os dados podem ser imagéticos ou visuais, textuais, numerais e até mesmo sensoriais em diversos casos.

Quer descobrir mais detalhes sobre a carreira de Machine Learning? Dê o play e assista ao nosso webinar exclusivo sobre o tema. 

Como funciona o Machine Learning?

Agora que você já sabe o que é aprendizado de máquina, vamos entender melhor como funciona o processo? 

O desenvolvimento de um sistema de machine learning trabalha da seguinte forma: por meio da sistematização e armazenamento de dados pelo sistema da máquina é construído um conjunto de regras e normas para gerar uma resposta e ação a partir do processamento destes dados.

Em contrapartida, os algoritmos de machine learning criam, a partir da análise dos dados armazenados, ou até mesmo das respostas e ações esperadas da máquina nesta análise, uma otimização de todo o processo.

Nesse cenário, são construídas novas regras e perguntas para a segmentação mais aprofundada dos dados armazenados.

Para que serve e qual a sua Importância?

O machine learning ou aprendizado de máquina é uma das tecnologias mais importantes da atualidade. Afinal, está disponível no cotidiano de diversas pessoas. 

A técnica tem como principal objetivo trabalhar em conjunto e colaboração com as tarefas e execuções manuais feitas por nós humanos, de maneira a otimizar e tornar determinados processos mais simples, rápidos e eficientes.

Netflix, Spotify e Amazon Prime Video, por exemplo, usam machine learning nos algoritmos de recomendação de filmes e séries para os assinantes.

A UBER também é outra empresa que aplica a tecnologia. Aqui, ela é usada para mostrar o tempo estimado de um percurso para o usuário. 

Qual a diferença entre Machine Learning e Inteligência Artificial?

A inteligência artificial é uma ciência que estuda e desenvolve o emprego de máquinas para realização e otimização de tarefas humanas de maneira autônoma e independente.

Já o machine learning pode ser definido como uma subárea da inteligência artificial, ou seja: o machine learning é um pedacinho do grande leque de técnicas e conceitos que a inteligência artificial abrange.

Quais os principais benefícios desta tecnologia?

O machine learning é uma solução tecnológica que vem apresentando diversos benefícios tanto na otimização de tarefas cotidianas em nosso dia a dia quanto na otimização de tarefas empresariais.

Veja abaixo quais são os principais benefícios da tecnologia. 

  • Aumento da produtividade;
  • Otimização na sistematização e análise de dados;
  • Redução de custos operacionais;
  • Identificações de problemas e falhas de maneira ágil e eficiente;

Quais são os principais tipos de aprendizado de máquina? 

A aplicação do aprendizado de máquina pode ser observada na execução de diversas tarefas.

  • Aplicativos de transporte e geolocalização;
  • Filtragem de e-mails, spams e malwares;
  • Realização de compras on-line;
  • Anúncios personalizados com base nos dados e histórico do usuário;
  • Algoritmos de redes sociais e serviços de streaming com base no comportamento e consumo do usuário.

Quais os principais métodos de aprendizagem de máquina?

O machine learning ou aprendizado de máquina permite a automação de tarefas e atividades em diversos segmentos.

No entanto, o aprendizado de máquina é desenvolvido por meio de quatro diferentes métodos que dependem diretamente de sua finalidade, capacidade de leitura, armazenamento e análise de dados.

Confira agora as três principais formas de desenvolvimento do machine learning!

Aprendizado supervisionado

O aprendizado supervisionado usa como base dois conceitos fundamentais do machine learning: regressão e classificação.

Com esses conceitos em mente, o aprendizado supervisionado funciona a partir da criação de um banco de dados manualmente. 

Então, a máquina aprende a reconhecer sua principal função e executá-las com base em padrões e semelhanças.

Aprendizado não supervisionado

O aprendizado não supervisionado é mais complexo e lento. Isto porque, a máquina começa a analisar, de forma independente, os dados previamente coletados e sistematizados. A partir disso, ela identifica padrões e esquemas de forma autônoma.

Aprendizado semi-supervisionado

O aprendizado semi-supervisionado está entre o aprendizado supervisionado e o não supervisionado. Ele é feito de forma manual. Aqui, é fornecido um sinal de aprendizagem e treinamento de maneira incompleta.

Por isso, na aprendizagem semi-supervisionada, a máquina recebe um conjunto de dados e algoritmos, sem que seja determinado diretamente o comando desejado com base nestes dados.

Aprendizado por reforço

O aprendizado por reforço é um dos que mais se assemelham ao aprendizado infantil . Até certo ponto, ele é feito de maneira automática. Então, consegue identificar  erros e falhas com base em uma resposta externa.

A partir da identificação de falhas, a máquina é capaz de traçar outra rota para que seja feita outra abordagem da próxima vez. 

Quais são os tipos de abordagem do machine learning?

Conheça as principais abordagens utilizadas no desenvolvimento e estruturação de um sistema de machine learning.

Regressão

Regressão ou regressão linear é um algoritmo supervisionado de machine learning utilizado para “prever o futuro” com base nos dados e informações previamente sistematizadas.

A partir da sistematização de dados e informações prévias, por meio da regressão, um sistema de machine learning será capaz de identificar padrões de respostas previamente entregues com base nessas informações e repeti-las de maneira contínua.

Classificação

A classificação em um sistema de machine learning é responsável por sistematizar e organizar todos os dados previamente armazenados na memória do sistema.

Sendo assim, de maneira supervisionada, as informações e dados são divididos e subdivididos em duas ou mais classes.

Um dos exemplos clássicos da classificação de dados em um sistema de machine learning é a ordenação de e-mails em listas de spam e não spam.

Clustering

Em clustering, a abordagem funciona de forma mais complexa. Um conjunto de dados e informações são divididos e subdivididos em grupos de uma ou mais entradas.

No entanto, essas informações não são conhecidas ou definidas previamente, tornando o clustering uma abordagem de machine learning não supervisionada.

Quais as diferenças entre Machine Learning, Deep Learning e mineração de dados?

A Inteligência artificial abrange uma ampla gama de conceitos e técnicas, mas cada um tem as suas próprias particularidades. 

De maneira resumida, o machine learning (aprendizado de máquina) e o deep learning (aprendizado profundo de máquina) são dois principais pilares de um sistema de inteligência artificial, enquanto a mineração de dados é um sistema que torna possível o desenvolvimento de machine learning com base na sistematização de dados e informações.

A principal diferença entre os dois é que o machine learning é desenvolvido com base em dados e algoritmos onde o sistema aprende a realizar tarefas de maneira automática por meio da mineração de dados.

Já o deep learning é uma técnica um pouco mais complexa, uma vez que nela o sistema de inteligência artificial é capaz de atuar de maneira totalmente independente.

Isso se dá através da construção de redes neurais que emulam o cérebro humano tornando o sistema capaz de executar funções manuais de forma autônoma e sem a supervisão de um humano.

< Leia mais também em: Ciência de Dados: conheça a profissão do futuro />

Onde aprender machine learning?

A Faculdade XP desenvolveu um bootcamp online em Arquiteto(a) de Machine Learning.

Conheça a linguagem de Machine Learning para dominar os algoritmos e aplicar na solução de problemas em diferentes áreas. Assim, estará pronto para: desenvolver modelos utilizando técnicas de Inteligência Artificial, resolver contratempos e promover a modernização de negócios. 

Habilite-se para se tornar (a) Arquiteto(a) de Machine Learning com os melhores profissionais do mercado, dominando todas as habilidades e competências da área. Assegure sua permanência no mercado de trabalho e esteja pronto(a) para atuar nas maiores empresas do ramo.

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Quais são as profissões do futuro na área de tecnologia? Como se preparar?

Se você se preocupa com a sua carreira, já deve ter se perguntado quais são as profissões do futuro, não é mesmo?

O mundo está em constante evolução. A todo momento, descobrimos novas formas de aprimorar processos, o que torna nosso trabalho muito mais produtivo e eficiente.

Contudo, não é segredo para ninguém que a tecnologia tem uma função primordial nas transformações que ocorrem nas empresas e ao nosso redor.

Assim, se podemos prever algo sobre o futuro do trabalho, é que a tecnologia estará lá, desempenhando o papel de destaque, como tem feito até o presente momento.

Neste post, explicamos o que são profissões do futuro e a quais áreas elas pertencem, indicando caminhos para que você possa se preparar, a fim de aproveitar boas oportunidades para ingressar neste mercado tão promissor.

O que são as profissões do futuro?

Profissões do futuro são empregos que devem estar em alta nos próximos anos.

Devido ao seu importante papel no crescimento e desenvolvimento das organizações e da sociedade como um todo, elas se tornarão indispensáveis.

Ou seja, são áreas de atuação sobre as quais temos grandes expectativas, e que devem se tornar cada vez mais valorizadas e procuradas pelas companhias. Logo, é um campo cheio de oportunidades para quem deseja se profissionalizar desde já. 

Mas, você já deve estar se perguntando: “afinal, quais são as profissões do futuro? Quais empregos estarão em alta nos próximos anos?”

Quais são as profissões do futuro?

Apontar quais serão as profissões do futuro é apenas um exercício de especulação, já que não temos como saber o que de fato irá ocorrer em 5, 10 ou 20 anos. Afinal, sabemos que, quando se trata de tecnologia, as coisas mudam de forma rápida e constante. Assim, podem surgir profissões com as quais sequer sonhamos hoje.

Isso nos leva a uma questão pertinente: você já parou para pensar que há grandes chances de seus filhos e netos trabalharem em profissões que ainda nem existem?

Porém, com base no que vemos atualmente, podemos ter uma boa noção de quais áreas estarão em alta no futuro. E, uma coisa é certa: ao que tudo indica, envolverá tecnologia

Sendo assim, quem dominar as novas tecnologias, certamente irá se destacar no mercado e, em contrapartida, terá mais chances de conquistar a vaga dos sonhos.

Então, respondendo a pergunta: “como se tornar um profissional do futuro?” Simples! Se especializando em um dos setores que citaremos a seguir.

Que tal dar uma olhada em quais são os campos mais promissores para o futuro na área de tecnologia?

5 áreas de atuação em tecnologia promissoras para o futuro

Não há dúvidas de que as profissões do futuro estarão, de alguma forma, relacionadas à tecnologia. Afinal, esta é a chave de toda inovação e progresso.

Conheça algumas das áreas que estão em plena ascensão atualmente, e que certamente irão demandar um grande número de profissionais qualificados no futuro:

1. Transformação Digital

A transformação digital pode ser entendida como um processo de disrupção, no qual, organizações renovam suas práticas e processos internos, visando aumentar sua performance, a fim de alcançar maior agilidade, eficiência e produtividade.

De modo geral, sua implementação se dá por meio da adoção de novas tecnologias, digitalizando suas operações. Dessa forma, tornam-se capazes de gerar inovação e melhorar a experiência dos seus clientes, o verdadeiro foco dessa transformação. 

Há diversas opções para quem quer se especializar e seguir carreira nesta área. Dentre elas, temos:

< Quer se aprofundar no tema? Então, confira este post completo que fizemos sobre o assunto: O que é a transformação digital nas empresas? Qual sua importância e seus impactos na sociedade? />

2. Inteligência Artificial

Inteligência Artificial (IA), é o ramo da ciência computacional responsável pelo desenvolvimento de sistemas e máquinas inteligentes, capazes de emular habilidades humanas, como percepção, pensamento analítico e raciocínio lógico.

Desenvolvida a partir de um algoritmo inteligente, a IA é alimentada com uma grande quantidade de dados, a partir dos quais, realiza uma série de cálculos, em busca de soluções para problemas complexos, de acordo com sua programação.

Uma Inteligência Artificial de um sistema de GPS, por exemplo, irá sempre buscar as melhores rotas para seus usuários. Já a IA de um chatbot de autoatendimento, buscará no banco de dados as respostas para as dúvidas dos consumidores.

Se sozinha já é extremamente promissora, imagine aliada a outras tecnologias emergentes, como é o caso do Machine Learning, que permite a IA aprender, se tornando capaz de realizar tarefas cada vez mais complexas.

Não faltam opções para quem deseja ingressar nesta área, que tem tudo para estar entre as profissões do futuro. Confira algumas:

< Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Confira este post: O que é Inteligência Artificial? Como funciona e quais suas aplicações? />

3. Data Science

Nunca antes se produziu tantos dados como hoje. É por isso que a área de Data Science, ou Ciência de Dados, está entre as mais proeminentes profissões do futuro, uma vez que atua na captura, armazenamento, processamento e análise desses dados, em busca de padrões que podem ser usados para diversos fins.

Já pensou em trabalhar nesta área? Confira essas possibilidades de qualificação: 

E esses são apenas alguns exemplos de carreiras que você pode seguir nesta área para lá de promissora! Acesse a página de Bootcamps e conheça todas as opções relacionadas à Data Science.

< Confira nosso guia completo sobre o tema e fique por dentro deste mercado: O que é Data Science? O que faz um profissional da área? [Guia completo] />

4. Cloud Computing

Cloud Computing, também conhecida como Computação em Nuvem, se refere ao fornecimento de recursos computacionais sob demanda e de forma remota, via internet. Alguns exemplos são as soluções de armazenamento, processamento, compartilhamento, aplicações e softwares.

A importância da Computação em Nuvem é inquestionável, uma vez que foi ela que possibilitou o surgimento de várias outras tecnologias disruptivas, aqui citadas. E, como é de se esperar, ainda tem muito a contribuir com o cenário. Por isso é que ela merece destaque entre as profissões do futuro.

Conheça algumas opções de formação para se especializar neste setor:

< Saiba mais sobre esse campo fascinante: Cloud Computing: tudo o que você precisa saber para ingressar na área com o pé direito />

5. Cibersegurança

É verdade que a tecnologia evolui a passos largos. Porém, ao mesmo tempo, os golpes, ataques cibernéticos e invasões se tornam cada vez mais intensos. 

Com base nisso, podemos deduzir que a Cibersegurança, ou Cybersecurity, certamente estará entre as grandes profissões do futuro. Afinal, sua função é proteger as informações de pessoas e corporações contra esse tipo de ameaça.

Para isso, atuam no monitoramento e identificação de falhas de segurança, bem como no desenvolvimento e implementação de mecanismos de proteção contra esse tipo de invasão de sistemas.

Quer se preparar para garantir o emprego do futuro? Conheça essas formações:

< Quer entender tudo sobre o assunto? Então, leia este post: O que é cibersegurança? Como se preparar para ingressar nesta área? />

Você já se perguntou como deverá ser o perfil do profissional do futuro? Nesse TEDx, Michelle Schneider fala sobre como ele será, e ainda aborda quais impactos a evolução tecnológica terá na sociedade e na forma como vivemos. Confira:

Habilidades e profissões do futuro: como se preparar?

A tendência é de que a tecnologia se expanda cada vez mais, e passe a fazer parte de todos os empregos no futuro. Logo, é muito provável que vejamos cada vez mais oportunidades de trabalho nos campos citados e em áreas correlatas.

Tendo isso em mente, não é difícil deduzir que os profissionais que dominam tais tecnologias, terão mais chances de se destacar e conquistar as melhores vagas. Ainda há tempo para se qualificar, mas, quem der bobeira, ficará para trás.

Ao longo deste post citamos diversas possibilidades de cursos e formações para quem deseja se profissionalizar em alguma dessas áreas. Agora, temos um bônus!

Assinando o XPE Multi+, você terá acesso a dezenas de cursos em diversas áreas. Nosso objetivo é incentivar o aprendizado contínuo, visando desenvolver profissionais para a nova economia digital. Você vai ficar de fora?

Não perca essa oportunidade de turbinar o seu currículo. Invista na sua carreira hoje mesmo!

E agora, na sua opinião, quais são as profissões do futuro que mais chamam a atenção?

Deixe sua opinião e compartilhe este post com seus amigos e familiares. Assim, todos ficam por dentro dessas tendências e podem se preparar para o que vem aí!

UX Research: o que é e como trabalhar na área

UX Research ou pesquisa em UX foca em descobrir as necessidades e dores dos usuários. Dessa forma, a marca adquire insumos completos para construir uma experiência mais assertiva para o cliente. 

A pesquisa utiliza diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões. Durante o processo, o profissional pode descobrir gargalos e compartilhar informações essenciais para adicionar na demanda de design. 

A coleta de informações dos usuários é executada por meio de vários métodos qualitativos e quantitativos. 

  • Entrevistas;
  • Pesquisas de mercado;
  • Criação e estudo de personas;
  • Testes de Usabilidade. 

Neste artigo, você descobrirá mais detalhes sobre essa metodologia: conceito, como funciona, benefícios, quem é responsável por implementá-la, entre outras questões.

Continue com a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

Afinal, o que é UX? 

User Experience (UX) nada mais é do que a maneira que as pessoas interagem com um produto ou serviço, seja no formato físico ou virtual.  Nesse contexto, são avaliados diversos fatores, como canais de empresa, navegação do site, recebimento do produto e facilidade do pós-venda. 

É fundamental deixar claro que toda companhia oferece UX para os seus consumidores. O diferencial é se a execução foi pensada para ser relevante ou não. 

Isto é: se a página de uma marca não é responsiva, se é lenta para carregar as informações ou se o processo de compra é complexo e confuso. 

Em um cenário ruim, provavelmente, o consumidor não esquecerá que viveu aquela experiência e nunca mais fará negócio com a sua empresa. 

Por outro lado, quando o usuário encontra um site personalizado, com informações completas sobre um produto e serviço, além de página de cadastro simples e ágil, a experiência será bastante satisfatória. 

Em um cenário positivo, o cliente volta a fazer negócio com a sua marca. 

E o melhor: pode compartilhar a experiência nas redes sociais, melhorando a reputação do seu negócio. 

Quando você faz uma análise completa e individual, é mais fácil mapear as necessidades do cliente e desenvolver uma experiência que esteja mais relacionada com o perfil do seu público. 

Quer descobrir como é trabalhar com UX atualmente? Dê o play e assista a este webinar exclusivo sobre o tema. 

O que é UX Research?

Ao ter contato com uma empresa, você constrói uma nova experiência com a marca. Seja no drive-thru do fast food ou contratando um serviço online, o cliente passa por etapas e pode sentir diversas emoções positivas ou negativas, de acordo com as suas percepções.

As empresas que desejam melhorar essa percepção  investem na otimização da experiência do usuário. 

Mas imagine se isso fosse feito apenas de acordo com as impressões da equipe responsável? 

De fato, mesmo que ela conheça  o produto, nem sempre ela sabe completamente como é essa experiência do outro lado, ou seja, a opinião do usuário. 

É por isso que, ao invés de usar a “intuição” para otimizar os processos, as empresas fazem pesquisas.

Sendo assim, UX Research é o estudo aplicado com objetivo compreender o que os usuários finais de um sistema ou produto necessitam para, em seguida, aprimorar o processo.

O que faz um UX Researcher?

O  UX Researcher é responsável por executar diversas demandas importantes. 

  • Desenvolvimento do roteiro de pesquisa;
  • Acompanhamento e realização de entrevistas;
  • Testes de usabilidade;
  • Análise de informações.

Esse profissional pode ajudar uma empresa a eliminar dúvidas e falsas suposições. Além disso, a tarefa pode diferir conforme o setor.  

Porém, é importante destacar que, para cada área de uma companhia, o conceito de UX tem definições diferentes. 

Para o um product designer (designer de produtos), UX é a validação de conceitos e protótipos. 

Já para o marketing, UX podem ser testes de design de marca, design de interação e de elementos de campanhas. 

< Leia mais também em: User Experience: o que é e como iniciar uma carreira na área />

Quais são as diferenças entre UX Researcher x UX Designer?

Apesar de compartilharem ferramentas como Design Thinking, workshops e alinhamentos com stakeholders, UX Designer e UX  Researcher tem alguns pontos diferentes.

  • UX Designer: além de verificar os problemas e desejos dos usuários usando pesquisas, desenvolve soluções alinhadas a essas necessidades;
  • UX Researcher: coleta as informações e entende o comportamento e motivação dos clientes, descobrindo desafios que muitas vezes podem implicar em ações na empresa como um todo.

Por que a UX Research é importante?

Ao usar a UX Research, é possível entender, de fato, como os usuários se sentem ao utilizar sites, aplicativos, produtos, protótipos e serviços. 

Com os dados em mãos, você toma decisões mais estratégicas, descobre novas oportunidades de negócios, encontra e corrige falhas.

A metodologia também ajuda a ganhar vantagem competitiva ao oferecer uma experiência superior a do concorrente.

Quando a UX Research deve ser utilizada?

A UX Research pode ser aplicada sempre que houver uma demanda para a otimização de algum produto ou serviço. 

Apesar da metodologia ser associada com frequência a projetos de aplicativos e softwares, um restaurante também pode se beneficiar do processo com entrevistas, pesquisas e testes para melhorar os seus serviços.

Quais são os tipos e métodos de pesquisa User Experience?

Nas pesquisas quantitativas, a experiência do usuário é testada por meio de teorias sobre comportamentos e atitudes baseados em evidências numéricas e análises estatísticas de dados.

Já na pesquisa qualitativa, são realizadas observações, estudos de campo, entrevistas com usuários, entre outras ações. 

Ela busca compreender o lado humano, as razões e motivações que levam o consumidor a agir de determinada maneira.

A escolha entre uma delas, ou mesmo por ambas, dependerá muito do projeto e dos seus objetivos. 

Além disso, existem ainda alguns métodos de pesquisa que podem ser escolhidos. 

Veja abaixo quais são os mais comuns!

  • Classificação de cartões;
  • Entrevistas contextuais;
  • Estudos diários;
  • Grupos de foco;
  • Comentários de especialistas;
  • Entrevistas;
  • Pesquisas de mercado;
  • Testes de usabilidade;
  • Teste de usabilidade remoto;
  • Testes A/B.

Como é o mercado de trabalho em UX Research?

O mercado de trabalho para os profissionais de UX está muito aquecido e, quando se trata de UX Researcher, ainda mais. 

Por ser uma profissão muito específica, as empresas têm dificuldades para encontrar pessoas capacitadas para o cargo, o que torna as oportunidades bem atrativas.

Geralmente, esses profissionais iniciam como UX júnior, mas a promoção pode ser feita em menos de dois anos. 

Com o passar dos anos, o especialista pode ser promovido a cargos de maiores responsabilidades como pesquisador líder de UX e chefe de experiência de usuário ou pesquisador de negócios UX.

Em empresas de pequeno e médio porte, esse profissional pode ser o único responsável pelos projetos de UX. À medida que os seus conhecimentos aumentam, as responsabilidades e a remuneração também se expandem. 

< Leia mais também em: UX Writing: entenda o que é e como aplicar essa estratégia />

Qual é o salário do pesquisador de UX?

De acordo com o Glassdoor, o salário médio de um UX Researcher no Brasil é de R$6.650 por mês, podendo chegar até R$ 11 mil.

Como se tornar um UX Researcher?

A ausência de uma graduação específica para se tornar um UX Researcher não é um empecilho para seguir na profissão. 

É comum encontrar pessoas que fazem a transição de carreira e chegam por meio de áreas como Dados, Ciências Sociais e Administração. 

Grande parte das vagas pede uma formação, por isso, um diploma de nível superior pode ajudar na colocação. 

Além disso, também existem cursos intensivos e bootcamps de UX Design, que garantem uma formação mais rápida e, consequentemente, uma entrada no mercado de trabalho. 

Hard Skills de UX Researcher

Veja abaixo quais são as hard skills mais solicitadas para esse cargo.

  • Conhecimentos sobre os métodos de pesquisa disponíveis;
  • Capacidade para definir o melhor método;
  • Criar a estratégia;
  • Conduzir pesquisas e entrevistas com pessoas usuárias.

Soft Skills de UX Researcher

Já nas soft skills, o profissional precisa ter os seguintes conhecimentos abaixo!

  • Capacidade para executar um trabalho colaborativo, em harmonia com outras áreas da empresa e com uma comunicação eficiente;
  • Traduzir os insights e fazer análise de dados para que o time compreenda de forma intuitiva os resultados da pesquisa.

Se você tem interesse pelo comportamento humano, é curioso e gosta de explorar novas culturas, UX Research pode ser uma opção para a sua carreira.

E que tal conhecer com mais detalhes a área de Banco de Dados?

É uma oportunidade única para ter uma formação completa e robusta para atuar com Banco de Dados em qualquer empresa do país. 

Domine linguagens, metodologias, modelos e demais técnicas que são essenciais para ser um bom profissional de UX Research que está em constante evolução e tem grande procura.

Adquira todo conhecimento necessário para atuar na área de Banco de Dados com eficiência e segurança. 

Entenda com maestria linguagem SQL, ferramentas, diferentes tipos de modelagem, arquitetura de sistemas, gerenciamento e muito mais. Esteja à frente na sua área e conquiste o mercado! Inscreva-se agora mesmo no bootcamp. Boa sorte e bons estudos. 

Como investir no metaverso? Todas suas dúvidas explicadas!

Aprender como investir no metaverso não é um bicho de sete cabeças. Apesar do sistema ser considerado a evolução da internet, ele utiliza elementos que, em algum momento, já fizeram parte da sua rotina, como os famosos avatares, facilitando o contato com a novidade. 

O Metaverso nada mais é que um espaço de realidade virtual. 

No sistema online, os avatares são administrados por pessoas reais e que podem executar atividades comuns do nosso dia a dia, como ir ao cinema, supermercado, comprar produtos no shopping e até fazer investimentos. 

Já deu para perceber que a realidade dessa nova tecnologia não é tão diferente do nosso dia a dia, não é mesmo? 

Porém, mesmo com essa praticidade, é importante ter alguns cuidados, especialmente quando o assunto é investir no metaverso. 

Neste artigo, mostraremos algumas dicas para ajudá-lo nesse processo. 

Você conhece cinco maneiras de aplicar o seu dinheiro nesse mundo digital. 

Então, continue com a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

O que é metaverso?

Metaverso é um tipo de mundo virtual que assemelha-se à realidade por meio de dispositivos digitais. É um ambiente coletivo, sendo habitado por avatares. A tecnologia usa técnicas já conhecidas como “realidade virtual”, “realidade aumentada” e “Internet”.

Grandes filmes do cinema já abordaram esse conceito, como Matrix; Detona Ralph: Quebrando a Internet e Space Jam: Um Novo Legado. 

O que parecia ficção, agora, virou realidade. 

Nesse universo paralelo, você pode investir, fazer compras, trabalhar, jogar e até participar de festas na internet. 

Tudo isso com avatar próprio. 

A economia desse mundo virtual gira em torno das criptomoedas! Com esses ativos, você compra e paga as coisas no metaverso.

Nos últimos meses, um dos temas mais comentados entre os investidores de criptomoedas é o metaverso. 

O assunto foi impulsionado principalmente após Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciar que a marca mudaria para este nome. 

Considerada como a evolução das redes sociais, a criação pode render bons frutos no futuro. 

Mas, como investir no metaverso? 

É isso que discutiremos no próximo tópico. Acompanhe! 

< Leia mais também em: Conheça os 5 principais tipos de renda variável e quais ativos combinam mais com seu perfil />

Como investir no metaverso?

Antes de mais nada, é importante que você entenda que o mercado cripto e de moedas do metaverso tem uma grande volatilidade. 

Isso significa que, em um determinado momento, ele pode ter uma grande valorização. Porém, é possível que essa possibilidade de investimento também tenha uma queda de forma repentina. 

É por isso que o investidor precisa ter cautela e conhecimento sobre esse ativo. 

Como é um nicho muito novo, grande parte das pessoas não sabe por onde começar. 

Você também sente isso? 

Está um pouco inseguro? 

Se respondeu positivamente a um dos questionamentos abaixo, confira, a seguir, as principais formas de investir no metaverso. 

1- Criptomoedas metaverso

Essa é uma das formas mais comuns de investir no metaverso. Por meio das criptomoedas, você faz investimentos comprando esses ativos. 

Confira quais são os principais ativos para ficar de olho: 

The Sandbox (SAND)

Lançado em 2012, o projeto foi reformulado e passou a ser uma criptomoeda em meados de 2018. Ele virou um jogo colaborativo, onde os usuários podem ter uma vida online. A economia gira em torno da moeda do game, a SAND, que é um NFT.

Decentraland (MANA

A criptomoeda MANA é a responsável pelas transações que ocorrem dentro do jogo Decentraland. Construído em 3D, ele mescla um ambiente interativo de jogo com as funcionalidades de uma rede social.

Axie Infinity (AXS)

Essa é uma das criptos mais tradicionais do metaverso, a Axie Infinity (AXS). Inspirado no famoso Pokémon, os jogadores batalham com bichos e ganham a moeda. A dinâmica é baseada na tradicional modalidade play-to-earn

Star Atlas (POLIS DAO)

O jogo se passa em um ambiente futurista, no ano de 2620. Construído na blockchain Solana (SOL), você pode duelar entre com diferentes facções. O jogador ganha recursos por meio de suas contribuições. O token Atlas é a cripto do jogo. 

Meta 

O Facebook ainda não divulgou se criará ou não uma criptomoeda própria. 

Porém, se você acredita no projeto, comece a investir comprando ações da empresa. 

Essa transação pode ser concluída por meio da Bolsa de Valores

Todas as opções listadas estão disponíveis em uma corretora de criptomoedas. Esses ativos não são comercializados em instituições tradicionais. 

2- Investindo em terrenos virtuais

Depois de aprender como investir no metaverso, vale a pena testar a compra de terrenos virtuais dentro de algumas plataformas. O próprio Decentraland é um bom exemplo. 

No jogo, há opções para adquirir esses territórios, inclusive, em “avenidas movimentadas”. 

Ao escolher os locais certos, você tem chances de ter uma boa valorização no futuro. Além disso, é possível alugar o espaço, sediar eventos e escolher a melhor forma de exploração. 

3- Investindo em tokens de ativos

Este é um dos principais pilares do metaverso. Afinal, é por meio de um token, que as coisas são precificadas dentro das plataformas, como os jogos que existem hoje em dia. 

Com a evolução do conceito, a pulverização de tokens deve ganhar escalabilidade, com a utilização de muitos deles nos espaços digitais. 

Seja o que for! 

Tudo dentro do metaverso deverá passar pela “tokenização”. 

4- Comprando ações de empresas do metaverso

As empresas responsáveis por tornarem o Metaverso em realidade podem ser uma grande aposta de investimento. 

Isso porque, caso o projeto realmente seja concluído, a chance de ter bons retornos é grande. 

O Facebook é a principal companhia e a mais conhecida delas. 

Porém, a Epic Games, responsável pelo desenvolvimento do Fortnite, por exemplo, é uma alternativa, uma vez que o ambiente já está bem estabelecido com milhões de avatares. 

5- Fundos de ETF

O ETF é responsável por acompanhar o índice de vários tipos de investimentos. 

Com o Metaverso em alta, foram criados muitos fundos destinados exclusivamente para a modalidade. 

A ideia é fazer um investimento no mercado em questão, e não em um ativo específico. 

Logo, quanto mais pessoas investirem em ativos ligados ao metaverso, maior será a valorização desse ETF. 

A Bloomberg Intelligence acredita que o metaverso deve alcançar US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. 

Isso será possível graças ao games no mundo digital e os eventos que serão agendados nesse tipo de realidade. 

Já a gestora Grayscale é mais otimista em relação ao assunto. Para a especialista, o mercado pode atingir US$ 1 trilhão (R$ 5,5 trilhões) em receita anual.

“O metaverso é um universo digital que vai além da internet que conhecemos hoje. Essa visão para o estado futuro da web tem o potencial de transformar nossas interações sociais, negociações comerciais e a economia da Internet em geral”, citou a empresa em relatório divulgado em novembro de 2021. 

< Leia mais também em: Como declarar renda variável no Imposto de Renda? Dicas + passo a passo />

Como investir no metaverso com proteção contra a volatilidade? 

Apesar de ser uma excelente oportunidade a longo prazo, os investimentos atrelados ao Metaverso ainda precisam ser analisados com cuidado. 

Por ainda ser um tema muito sensível — e para muitas pessoas ainda hipotético — os investidores terão que lidar com a forte volatilidade desse mercado.

Ou seja: ao mesmo tempo que os ativos podem ter uma forte valorização, qualquer notícia que coloque o projeto em dúvida, pode derrubar os preços. 

Com isso, o ideal é diversificar e não aplicar a maior fatia do seu dinheiro em algum investimento ligado a esse universo.  

Se, mesmo com as nossas orientações, você ainda ficou preocupado com a questão da volatilidade, inscreva-se no curso Consistência no Day Trade & Gestão Emocional, desenvolvido pela Faculdade XP.

Aprenda as dinâmicas que ocorrem por trás das compras e vendas de ações na bolsa de valores. 

Entenda as diferentes ferramentas e técnicas usadas por traders. Saiba como as suas emoções podem influenciar em suas decisões e como reconhecê-las para operar de maneira mais consciente.

Você entenderá como funciona o universo da renda variável de maneira profunda para garantir autonomia. A partir daí terá mais segurança para investir após conhecer todos os detalhes sobre como investir no metaverso. Faça logo a sua matrícula e dê um novo passo na sua vida financeira. 

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Como usar Clean Code Java? Conheça 7 princípios do código limpo

Clean Code Java, ou Código Limpo, é uma filosofia de desenvolvimento de softwares. O objetivo dessa abordagem é melhorar a rotina dos profissionais que lidam com códigos. Para isso, utiliza métodos simples e que facilitam a escrita e a leitura.

A lógica por trás da teoria é garantir o desenvolvimento e a manutenção com menos burocracia. 

Afinal, quem trabalha com código sabe que, quando ele é remendado por um longo período, é mais complicado seguir com a rotina. 

Então, o melhor cenário é iniciar um projeto do zero do que tentar algo com modelo ruim. 

De forma resumida, o código limpo impede que o profissional tenha gastos com manutenção e cria um software mais sustentável para atualizações e alterações. 

Neste artigo, você aprenderá mais informações sobre o que é clean code java, como funciona, quais são as suas particulares, entre outras questões. 

Leia até o final e tire todas as suas dúvidas. 

O que é clean code java?

Clean Code Java é uma técnica de programação que possui um conjunto de boas práticas para se criar códigos que sejam facilmente escritos, compreendidos e fáceis de fazer qualquer alteração. 

Quando existe um clean code java na programação, tudo fica mais legível. Qualquer pessoa consegue olhar e saber exatamente quais são as informações presentes naquele ambiente. 

O conceito surgiu a partir de um livro do Uncle Bob, em 2008. A obra relata um estudo que descobriu o seguinte contexto: as pessoas gastam 10 vezes mais tempo lendo um código do que exatamente o programando

Além disso, passamos mais tempo dando manutenção em um código do que criando um novo.

Diante desse cenário, o foco se baseia nessas duas premissas: se o programador escreve um código mais limpo e fácil de ler, a manutenção ou alteração será mais fácil. Com isso, você ganha tempo para cuidar de outras tarefas. 

Code Complete 

Originalmente escrito em 1993, Code Complete ainda é creditado como o guia mais prático para o processo de programação. Apesar de sua idade, a maioria dos princípios discutidos são universais e ainda válidos hoje.

Se você é iniciante, considere ler primeiro o Clean Code . O Code Complete se concentra nas diretrizes de codificação de nível superior e no processo completo de desenvolvimento de software. 

Já para o líder técnico, que procura tirar o máximo proveito do seu processo de software, o livro é fundamental para a sua carreira, uma vez que pode auxiliá-lo no desenvolvimento de várias atividades. 

Quer otimizar os seus conhecimentos em código? Dê o play e saiba o que é o processo de refatoração de código-fonte? 

Confira os benefícios da adoção da refatoração de código por empresas de desenvolvimento de software e como esse processo funciona na vida real. 

Por que usar clean code java?

A produtividade de um programador está associada à qualidade do código em que ele trabalha. Dessa forma, realizar a manutenção é muito mais complicado do que desenvolver um software do zero

Com um clean code, o profissional conquista mais agilidade, além de combater códigos ruins, com muitos erros, mal escritos, com problemas de legibilidade ou escalabilidade e manutenção.

É fundamental deixar claro que, por mais que um código esteja funcionando após sua criação, não quer dizer que ele está perfeito e que não precisará mais de uma revisão

A tecnologia é constante e a programação deve ser revisada e atualizada sempre, pois o que leva mais tempo são as implementações de novas funcionalidades.

Portanto, para ser um bom programador e fazer com que todo o processo funcione bem, deixe um clean code java ao alcance de suas mãos.

< Leia mais também em: programação Funcional: o que é e como funciona? />

Quais são as melhores regras e boas práticas do clean code?

Agora que você já entendeu o conceito e definição do clean code java e como ele pode ajudar o setor de tecnologia de programação de uma empresa, confira algumas dicas na hora de colocar o seu projeto em prática. 

  • Evite condicionais negativas;
  • Evite dependências lógicas;
  • Não use muitos strings;
  • Seja consistente;
  • Seja legível;
  • Seja facilmente testável;
  • Contribua para ser fácil de ser mantido;
  • Utilize variáveis concisas.

Então, o que de fato pode ser considerado um código de fácil manutenção? 

  • Alta coesão, 
  • Utiliza SOLID, (os cinco postulados de design, destinados a facilitar a compreensão, o desenvolvimento e a manutenção de software)  
  • Contém técnicas de Design Patterns e com baixo acoplamento.

Um código mal feito atenderá as necessidades, mas os problemas serão inevitáveis. Para isso, é fundamental seguir algumas regras para ser mais funcional. 

Confira no tópico a seguir. 

< Leia mais também em: bootstrap: como usar e para o que serve esse framework? />

Quais são os princípios do Clean Code? 

No livro de Robert Cecil Martin, o autor da técnica, define que existem pelo menos 7 boas práticas de uso do Clean Code para deixar o conteúdo rodar com qualidade. 

1- Invista em nomes claros e intuitivos

Ter clareza no nome contribui para que ele seja uma variável, uma classe, um método, uma função ou um parâmetro. 

E não se preocupe se o nome for muito grande.

O mais importante é que ele seja necessário.

Nomeie tudo que encontrar e evite termos difíceis de pronunciar ou declarar. Tente não usar caracteres especiais e mantenha suas funções simples, claras e pequenas.

2- Regra do escoteiro

Para que você entenda com mais clareza a próxima dica, vamos fazer uma analogia com o acampamento. 

Após aproveitar a noite ou com amigos ou familiares, é fundamental retirar todo o lixo do local para preservar a natureza. 

Então, o mesmo cuidado deve existir com a programação. 

Você deve deixar tudo mais limpo do que encontrou, ou seja, fazer do código uma informação limpa e clara em comparação com o início da manutenção. 

3- Seja o autor do código

O código é como uma história

Logo, ele deve ser compreendido por todas as pessoas envolvidas no projeto. Por isso, use funções simples e pequenas Se possível, sintetize a informação. 

4- Não fique repetindo (Don’t repeat yourself)

Esse conceito, abordado no livro The Pragmatic Programmer (de David Thomas e Andrew Hunt), deixa claro que não devemos implementar duas partes do software exercendo a mesma função.

5- Comente somente o necessário

Os códigos são modificados, mas os comentários não sofrem alterações. Então, para evitar problemas, comente apenas o que for considerado relevante. 

Porém, esse ponto acaba sendo controverso, uma vez que desenvolvedores preferem trabalhar com códigos comentados. A saída é manter o equilíbrio. 

6- Tratamento de erros

Você deve reservar um momento do seu dia para analisar qualquer erro. Isso porque, mesmo que eles existam, o desenvolvedor precisa garantir que o código continuará trabalhando. 

Claro, erros ocorrem o tempo todo. Na programação, não seria diferente. O mais indicado é evitá-los ao máximo.

7- Testes limpos

Um código é considerado limpo após os testes

Por isso, os testes também precisam ser limpos. Ou seja:  a execução precisa ocorrer da melhor forma possível, por qualquer pessoa da equipe.

Uma dica interessante é seguir as seguintes etapas. 

  • Rapidez (fast);
  • Independência (independent);
  • Repetitividade (repeatable);
  • Auto validação (self-validation);
  • Pontualidade (timely).

Agora que você já sabe como trabalhar com Clean Code Java, que tal expandir o seu conhecimento com o curso de desenvolvedor(a) NODE.JS?

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O que é Modern Agile e qual a diferença do Manifesto Ágil

Antes de destacar o agile moderno, você precisa conhecer o Manifesto Ágil para Desenvolvimento de Software, que serviu como base para a criação do método Modern Agile.

O Manifesto Ágil é um documento que reúne quatro valores e 12 princípios. Eles norteiam uma visão mais rápida para execução de trabalhos e desenvolvimentos de projetos. 

Foi pensado por 17 desenvolvedores de softwares e surgiu como uma alternativa às metodologias tradicionais.

O principal objetivo do Manifesto Ágil é descobrir maneiras mais eficientes de desenvolver softwares e ajudar outras pessoas a executá-los com mais agilidade.

De acordo com o seu site oficial, a proposta geral da metodologia é criar um equilíbrio entre a liberdade para inovar e a constância de metodologias de execução para projetos.

O que é o Modern Agile?

Joshua Kerievsky, do Modern Agile, acredita que a metodologia é “uma comunidade para pessoas interessadas em descobrir as melhores maneiras de obter resultados impressionantes”.

Ou seja: a abordagem aproveita a sabedoria de todos os setores da empresas, é orientada por princípios e está livre de estrutura.

Em outras palavras, o modern agile manifesto é uma maneira de refletir sobre você e suas ações a partir de uma linha de pensamentos em que o objetivo é alcançar bons resultados de maneira ágil e saudável para todos os envolvidos. 

Ele é aplicado na vida pessoal e profissional. É bastante popular por ser um método simples e útil.

< Leia mais também em: O que é a Gestão de Processos e como ela funciona na prática />

Quando surgiu o Modern Agile?

A metodologia surgiu porque alguns princípios do Manifesto Ágil já não eram mais adequados para a realidade dos desenvolvedores. 

O princípio 3, por exemplo, fala sobre “entrega de softwares funcionais em semanas ou meses”. Na verdade, esse prazo de semanas já se transformou em dias e, às vezes, até mesmo em horas.

Diante disso, o manifesto ágil moderno trouxe uma nova alternativa para tarefas mais rápidas, sem perder a qualidade ou o foco na entrega de resultados excelentes. 

Quem criou o Modern Agile?

Joshua Kerievsky. Ele foi o fundador e CEO da Industrial Logic, uma empresa de consultoria pioneira em Programação Extrema/Lean.

A empresa oferece ainda serviços de desenvolvimento de softwares e treinamentos para equipes. O fundador da metodologia ainda compartilha dicas sobre Modern Agile em seu perfil do LinkedIn, no Medium e também no canal no YouTube #ModernAgileShow.

Quais são os 4 princípios do Modern Agile?

Ao contrário do que ocorre no Manifesto Ágil, que possui 12 princípios, o Modern Agile tem apenas quatro. Eles ajudam a potencializar os resultados dos usuários, produtos ou serviços. 

Confira, a seguir, quais são os quatro princípios do Modern Agile. 

1. Tornar as pessoas sensacionais

Tornar pessoas incríveis é fazer com que todos os clientes e colaboradores, independente do momento em que vão ter contato com seu produto ou serviço, sentem que são especiais. 

Pense na melhor resposta para a pergunta abaixo. 

“Como podemos torná-los incríveis?”

A partir disso, trabalhe para proporcionar momentos incríveis para as pessoas que têm contato com seu produto. A preocupação da sua empresa deve ser tanto com o usuário final quanto com as pessoas que fabricam, que financiam e que vendem o seu produto.

Afinal, seu propósito é fazer com que todos se sintam especiais, sem distinção.

2. Experimentar e aprender rapidamente

Quando uma pessoa se sente mais segura no local de trabalho, ela pode oferecer um alto desempenho para a companhia. 

Por outro lado, um espaço de trabalho pesado afeta as condições psicológicas e, principalmente, a performance do profissional.  

Um local confortável permite que o colaborador crie, dê opinião sobre um produto, além de arriscar com mais liberdade nas ideias. 

Logo, o Modern Agile atua para que o funcionário compreenda que o tempo dela, as informações, a reputação, o dinheiro e os seus relacionamentos pessoais estão seguros e protegidos.

3. Entregar valor a todo momento

Este princípio está relacionado a empresa que dá liberdade para inovar e testar novas fórmulas ou métodos, mesmo que o projeto dê errado no final. 

Dessa forma, por meio dos fracassos e das tentativas, é possível aprender a construir algo novo, que seja de grande valor. 

< Leia mais também em: gestão Ágil de Produtos: saiba como usar essa metodologia />

4. Considerar a segurança como um pré-requisito

Faça a seguinte reflexão, 

 “Como um trabalho valioso pode ser entregue com agilidade?”. 

Com base na resposta, pense em seu grande projeto, que pode demorar meses para ser concluído.

Vale refletir também sobre os pequenos projetos, que podem ser entregues com mais rapidez e que agregarão valores tanto para o cliente, quanto para o seu desenvolvimento pessoal. 

É mais seguro, portanto, trabalhar para entregar algo que seja útil ao consumidor e ajudar alguém a se tornar mais incrível.

< Leia mais também em: como funciona a Gestão Ágil de projetos e por que aprender sobre />

Manifesto ágil x modern agil: quais são as diferenças? 

Apesar de serem criados com o mesmo propósito, que é facilitar a gestão de processos na área de tecnologia, os dois métodos também possuem diferenças.

  • Manifesto Ágil: contém uma série de valores e princípios que podem ser mais difíceis de serem utilizados no dia a dia, devido à quantidade de orientações que precisam ser aplicadas;
  • Modern Agile: é implementado com apenas 4 valores. Eles se completam entre si de uma maneira muito natural. 

Outra diferença entre as abordagens é que o Manifesto Ágil foi pensado para o uso de desenvolvedores de softwares e empresas de TI.

Já o Modern Agile funciona tanto para pessoas quanto para organizações que não atuam necessariamente com a tecnologia. 

Um bom exemplo de como o Modern Agile funciona bem em qualquer área é a aplicação em grandes empresas, como Amazon, AirBnb e Google

Essas organizações usam o Modern Agile em vários setores, não apenas na tecnologia  e conseguem perceber o sucesso do método nas suas equipes.

No caso do AirBnb, o próprio Joshua Kerievsky, em uma palestra no Agile Conference de 2016, contou um pouco do processo de integração de novos funcionários à empresa.

“Se você for um novo funcionário entrando no Airbnb, você implantará o código em produção nos primeiros dois dias, receberá seu próprio novo ambiente de desenvolvimento e terá um mentor. Além disso, você receberá um bug para corrigir ou um pequeno novo recurso para adicionar e você o implantará na produção”, contou Kerievsky.

Como anda o mercado ágil no Brasil? Dê um play no vídeo abaixo e acompanhe um Webinar exclusivo que aborda todos os detalhes sobre a área. 

Por que praticar o Modern Agile?

Modern Agile, assim como as demais metodologias ágeis, é uma forma de otimizar os processos e garantir a entrega de bons resultados

Ela preza pela eficiência e pela satisfação de todas as pessoas que estão envolvidas no projeto. 

A implementação do Modern Agile, seja no desenvolvimento de softwares, no RH ou até no Marketing, traz diversos benefícios para a companhia. 

  • Proporciona um ambiente seguro;
  • Liderança inspiradora;
  • Colaboradores motivados;
  • Gestão de projetos sem grandes problemas ou intercorrências.

Quer conquistar todas essas vantagens em sua rotina? 

Para se aprofundar no Modern Agile ou em outras metodologias ágeis, inscreva-se na pós-graduação em inovação e gestão ágil. Habilite-se para atuar em posições de liderança na área da Tecnologia e nos demais times ágeis. 

Você vai conhecer e praticar técnicas para implementação de metodologias inovadoras, a fim de otimizar processos e equipes.

Outro ponto positivo é que a metodologia é pensada em desafios reais, de empresas reais, com interação de alunos e professores. 

Se você deseja migrar ou potencializar a sua carreira, participe do processo seletivo gratuitamente. É uma oportunidade única para garantir uma nova formação em apenas sete meses.