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Análise gráfica de criptomoedas: o que você precisa saber para começar?

Aprender como fazer análise gráfica de criptomoedas é um grande diferencial para quem quer ganhar dinheiro e se destacar em um mercado que não para de crescer, ainda mais diante da relevância que tem ganhado a âmbito nacional, contando com um número cada vez maior de adeptos.

De acordo com uma matéria da Forbes, o Brasil já é o 5º país no mundo com mais investidores em criptomoedas, ficando atrás apenas de Índia, EUA, Rússia e Nigéria. São mais de 10 milhões de brasileiros investindo no mercado cripto, o que equivale a cerca de 5% da população.

Você não vai querer ficar de fora, não é mesmo?

No entanto, para operar esse tipo de ativo, é preciso conhecer pelo menos os pontos básicos deste mercado. Foi pensando nisso que preparamos este post, onde apresentamos os principais conceitos e mostramos o que é importante saber para fazer uma boa análise gráfica de criptomoedas. Aproveite a leitura!

Como fazer análise gráfica de criptomoedas?

A análise técnica ou análise de gráficos de criptomoedas é parte essencial do dia a dia de um trader, tendo o importante papel de guiar sua leitura do mercado ao determinar as tendências de um ativo. Logo, fazer uma boa análise pode ser a diferença entre o lucro e o prejuízo em suas operações.

Não há uma receita de bolo, mas sim um conjunto de técnicas que podem ser utilizadas para tentar prever os próximos movimentos do mercado, e assim, aproveitar os momentos de alta para lucrar.

>>> Há várias formas de ler e interpretar diferentes gráficos no mercado financeiro. Inclusive já abordamos o assunto neste post: 5 principais tipos de gráficos trading: quais são, como utilizá-los?

Mas, o primeiro passo para uma análise gráfica de criptomoedas é entender os principais elementos que compõem um gráfico, conforme veremos a seguir.

Como funciona um gráfico de criptomoeda?

Um gráfico de preços é uma representação do histórico de negociações de compra e venda realizadas pelos investidores em um ativo em determinado período.

Há vários tipos de gráficos, cada um possui uma forma de transmitir a informação. O mais utilizado no mercado financeiro é o gráfico de velas ou candlestick.

Cada candle ou vela representa um período de negociação, que pode ser alterado pelo usuário conforme suas necessidades, podendo ir de 1 minuto até 1 ano.

As barras mais grossas (velas) indicam os preços de abertura e fechamento do ativo no período analisado, enquanto as barras mais finas (pavios) representam os preços máximos e mínimos que o ativo alcançou no intervalo. 

como fazer análise gráfica de criptomoedas - gráfico Ethereum (ETH) no intervalor de uma hora
Gráfico de preços da criptomoeda Ethereum (ETH) no intervalo de 1 hora. Fonte: poocoin.app.

No caso da imagem acima, a cor verde revela que o ativo valorizou durante o intervalo analisado, ou seja, seu preço no fechamento do período foi maior do que na abertura. Enquanto isso, a cor vermelha aponta que a moeda sofreu uma desvalorização, logo, o preço no fechamento é menor do que na abertura. 

Quanto maiores forem os candles, mais volátil é o ativo. Por outro lado, quanto menor eles forem, mais estável é a criptomoeda.

Algumas estratégias se aproveitam justamente dessa alta volatilidade para gerar lucro, como é o caso do scalping trade. No entanto, isso também significa que o risco inerente à operação é maior, por isso, esse tipo de operação é recomendada apenas para investidores experientes.

>>> Quer aprimorar sua estratégia de análise gráfica de criptomoedas? Então, confira este post: Como analisar candlesticks? 19 padrões do gráfico de velas

Qual o melhor tempo para análise gráfica de criptomoedas?

Primeiramente, você deve ter em mente que gráficos de criptomoedas costumam variar muito mais do que o de outros ativos, como o de ações, por exemplo. Isso ocorre por conta da maior volatilidade desse mercado, que pode sofrer oscilações bruscas em curtos períodos de tempo.

Compreender isso é importante para que você entenda a função de cada tipo de gráfico na análise cripto.

Um gráfico de semanas ou meses pode ser útil para identificar possíveis sazonalidades do ativo e sua evolução ao longo do tempo. Já o de dias, possibilita uma visão ampla do mercado atualmente, além de mostrar como o gráfico reagiu a eventos específicos, como o conflito entre Rússia e Ucrânia, por exemplo.

A visualização em períodos de 1 hora confere uma noção precisa das oscilações do ativo ao longo do dia, enquanto que os de 1, 5, 10 e 15 minutos oferecem um panorama mais específico do ativo, momento a momento. 

A melhor opção sempre irá depender de sua estratégia. Um day trader pode se beneficiar de um gráfico de 1 hora ou de 30 minutos. Já um scalper, irá precisar analisar intervalos muito mais curtos para operar com propriedade.

Para além da análise de gráficos de criptomoedas

Criptomoedas costumam ser mais do que simples moedas virtuais, muitas delas são projetos, o que significa que pertencem a um ecossistema, dentro do qual, possuem uma função e finalidade específicas. Porém, nem todas as altcoins são assim.

Algumas delas são o que conhecemos como “moedas memes” ou simplesmente “meme coins”. É o caso da Dogecoin e da Shiba Inu. Elas surgem como piada e acabam viralizando e valorizando. É claro que dá para ganhar dinheiro com elas, no entanto, não costumam possuir uma grande função ou utilidade para além disso.

Considerando que criptomoedas são extremamente voláteis, para se ter maior segurança ao operar neste mercado pode ser interessante conhecer mais a fundo os projetos nos quais pretende investir, buscando entender o que há por trás deles.

A melhor maneira de se alcançar isso é analisando seu whitepaper, um documento que traz todos os detalhes sobre o ecossistema ao qual o cripto ativo pertence.

É claro que isso já cai um pouco na parte de análise fundamentalista, mas, é um movimento importante para que você de fato entenda o que pode ocasionar uma tendência de alta ou de baixa em algum ativo específico.

Como aperfeiçoar suas habilidades em análise gráfica de cripto?

A análise técnica é uma das principais ferramentas de trabalho do bom investidor. Um olhar atento, somado a uma análise gráfica criteriosa, pode revelar grandes oportunidades de lucro. Você já deu o primeiro passo e agora deve estar querendo saber mais, não é mesmo? 

Pois saiba que o caminho para o sucesso como trader, seja no mercado cripto ou na bolsa de valores, requer prática e, é claro, muito estudo. Aprender novas técnicas e estratégias contribui para que você tenha uma visão mais ampla do mercado, o que ajuda a identificar boas oportunidades e a operar com maior segurança.

Pensando nisso, apresentamos o curso: Introdução ao Universo de Trading, com ênfase nos conceitos básicos. Além de se aprofundar nos principais termos do mercado financeiro, você irá aprender as melhores estratégias para analisar diferentes tipos de gráficos e operações. Torne-se um profissional do trade!

Você gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus amigos e familiares, para que todos saibam como a análise gráfica de criptomoedas funciona.

Como ganhar dinheiro com criptomoedas? Conheça as 6 estratégias mais eficientes

O mundo cripto nunca esteve tão em alta. Graças a seu enorme potencial de lucro, tem atraído a atenção de novos investidores. Como resultado, cada vez mais pessoas estão querendo saber como ganhar dinheiro com criptomoedas.

O mercado cripto brasileiro já é o 5º maior do mundo. Com mais de 10 milhões de investidores, deixa para trás até mesmo o tradicional mercado de ações, uma vez que a B3 conta hoje com cerca de 4 milhões de adeptos.

Você não vai querer ficar de fora, não é mesmo?

Quer entrar com pé direito neste mercado, mas não faz ideia de por onde começar? Então, continue conosco, pois neste post mostramos como ganhar dinheiro com criptomoedas, listando as 6 principais formas de lucrar nesse mercado. 

Como ganhar dinheiro com criptomoedas? 

Conhecidas como “o dinheiro do futuro”, as criptomoedas nada mais são do que moedas digitais, um importante ingrediente de uma economia descentralizada, organizada pelos próprios indivíduos, sem a intervenção do Estado.

Apesar de toda a complexidade e disrupção envolvida em seu funcionamento, não podemos esquecer de que, no fim das contas, ainda estamos falando de “dinheiro”.

Tendo isso em vista, você perceberá que boa parte das estratégias utilizadas para ganhar dinheiro com criptomoedas não diferem muito da forma como se opera em outros mercados, como na bolsa de valores, por exemplo. A principal diferença, neste caso, está no maior grau de volatilidade desse tipo de ativo.

6 formas de lucrar com criptomoedas

Apesar do risco envolvido nesse tipo de investimento, seu alto potencial de lucro tem cada vez mais chamado a atenção de pessoas no mundo todo. Se você é novo no assunto, provavelmente deve estar se perguntando: 

“Afinal, como se ganha dinheiro com criptomoedas?”

Como sempre, a gente está aqui para desmistificar o mundo dos investimentos. Por isso, preparamos uma lista com as formas mais promissoras de se obter lucro com as tão aclamadas moedas digitais. Confira:

1. Mineração

A mineração está fortemente associada ao mercado cripto, até mesmo porque, é uma das principais formas de se obter criptomoedas sem comprá-las diretamente. 

Funciona da seguinte forma: você cede poder computacional para a realização dos cálculos necessários para validar e autenticar transações dentro da blockchain e, em troca, recebe frações da criptomoeda que estiver minerando.

Para ganhar dinheiro com criptomoedas por meio da mineração, é preciso investir em uma boa máquina, afinal, quanto maior for a potência, maiores os rendimentos. Além disso, também é preciso considerar os gastos com energia. É importante colocar tudo na ponta do lápis para ver se realmente vale a pena minerar.

>>> Para entender mais sobre mineração de criptomoedas, confira este artigo: Como minerar Ethereum? Descubra em 3 passos e faça em casa!

2. Buy and Hold

Buy and Hold é uma estratégia de longo prazo — muito comum na bolsa de valores — que consiste em adquirir um ativo e aguardar sua valorização, para só então vender e realizar lucro. Isso pode levar meses ou até anos, por isso, é preciso ter paciência e, é claro, investir um dinheiro no qual não pretenda mexer tão cedo.

Para ter uma noção do potencial de lucro dessa estratégia, podemos olhar para o histórico de preços da mais famosa das criptomoedas, o Bitcoin.

No dia 5 de maio de 2014, o Bitcoin estava cotado em R$1.007,18. Se você tivesse comprado apenas uma dessas criptomoedas na época, mesmo diante de sua queda recente, hoje poderia vendê-la por mais de R$142 mil. Vale lembrar ainda que a moeda já chegou a valer cerca de R$360 mil, em novembro de 2021.

Parece loucura, não é mesmo?

Como ninguém tem bola de cristal, é impossível saber quanto o Bitcoin estará valendo em dez anos. Ele pode dobrar seu valor, como também pode cair pela metade ou menos. Tudo depende do mercado. Esse é o risco do negócio.

3. Trade

Outra forma muito comum de lucrar com criptomoedas é por meio do famoso trade, estratégia por meio da qual o investidor aproveita as oscilações de preços para lucrar, realizando operações de compra e venda em curtos períodos de tempo.

Vale destacar que ganhar dinheiro com criptomoedas por meio do trade não é exatamente igual a operar ações na bolsa, tendo em vista o maior grau de volatilidade desses ativos. É por isso que para obter bons lucros é preciso muito estudo, conhecimento de mercado e boas habilidades na análise de gráficos.

>>> Para saber mais sobre essa estratégia e ficar por dentro das diferentes formas de aplicá-la, confira este post exclusivo sobre o tema: Conheça os principais tipos de trading e descubra qual se encaixa no seu perfil

4. Staking

O staking é outro exemplo de estratégia para ganhar dinheiro com criptomoedas. Como um CDB, trata-se de uma forma de gerar renda passiva, emprestando suas moedas digitais em troca de juros.

É uma estratégia que pode ser utilizada em conjunto com a buy and hold, ao invés de deixar suas criptomoedas paradas, você pode deixá-las em staking, rendendo juros enquanto aguarda sua valorização.

5. Jogos NFT

Quem nunca sonhou em ganhar dinheiro enquanto se diverte, não é mesmo?

Pois saiba que isso já é realidade! Hoje em dia é possível lucrar com criptomoedas por meio dos jogos NFT, que nada mais são do que plataformas gamificadas, onde investidores/gamers realizam tarefas ou competem entre si em troca de tokens.

Um grande exemplo de projeto que já está rodando há algum tempo é o famoso Axie Infinity, que já conquistou muitos gamers e investidores e serviu como inspiração para tantos outros jogos do gênero.

No entanto, justamente por se tratar de um mercado extremamente novo, ao mesmo tempo que apresenta um grande potencial, também pode esconder inúmeros golpes. Afinal, gente má intencionada há em todo lugar, não é mesmo?

Além do risco de golpe, também há a possibilidade de o projeto simplesmente não dar certo e você acabar perdendo todo o dinheiro investido.

Por isso, antes de investir, é importante estudar o projeto, avaliar sua viabilidade, oportunidades e riscos, pessoas e empresas envolvidas, etc. Quanto mais minuciosa for sua pesquisa, menor será a chance de cair em uma furada.

Quer saber mais? Então, confira o vídeo abaixo, no qual Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP, fala sobre o assunto:

6. Arbitragem

Assim como o trade e o buy and hold, a arbitragem também é muito comum em mercados mais tradicionais, como a bolsa.

Esse tipo de operação consiste basicamente em comprar criptomoedas em uma exchange que esteja praticando um valor abaixo do mercado no momento, e vender em outra, por um valor acima do que pagou. Para lucrar com essa estratégia é preciso estar atento ao mercado, a fim de identificar tais oportunidades.

Investir em criptomoedas é arriscado?

Essa é uma pergunta extremamente importante, afinal, antes de aplicar em qualquer coisa, é preciso se perguntar se o seu perfil de investidor tolera os riscos envolvidos.

É importante ter em mente que este é um mercado extremamente volátil, ou seja, os preços das criptomoedas podem oscilar muito em um curto período.

Por um lado, isso pode ser muito positivo, pois torna possível obter altos lucros em pouco tempo. No entanto, é essa mesma volatilidade que faz deste um investimento de alto risco, podendo gerar perdas na mesma velocidade. Portanto, fique atento e sempre leve em conta o seu apetite para riscos.

Quer aprender como ganhar dinheiro com criptomoedas hoje mesmo?

O mercado está repleto de oportunidades para quem deseja ganhar dinheiro com criptomoedas. Porém, antes de investir, é importante estudar e certificar-se de que realmente entende os riscos envolvidos nesse tipo de aplicação.

Como você pode perceber, a maioria das metodologias utilizadas para operar esses ativos são as mesmas usadas na bolsa de valores. Sendo assim, quanto mais você praticar, mais perto estará de dominar as estratégias, a fim de aumentar seus lucros.

Então, que tal fazer o curso Criptoinvestidor para sair na frente? Assim, você aprende a investir no grupo de ativos que pode fazer com o dinheiro o mesmo que a internet fez com o fax!

Investir em debêntures é seguro? Explicação detalhada!

Cobertura do FGC, risco de crédito da empresa emissora do título, tipos de garantias oferecidas e prazo de vencimento. Estes são alguns dos pontos a serem analisados para saber se investir em debêntures é seguro e se a aplicação combina com o seu perfil de investidor.

Neste artigo, mostraremos todos esses aspectos em detalhes para ajudá-lo a decidir se debênture é um bom investimento para você. 

Vamos lá? 

O que é investimento em debêntures?

Antes de saber se investir em debêntures é seguro, vamos relembrar rapidamente o que é investimento em debênture?

Quando uma empresa não possui recursos próprios para viabilizar um projeto, ela pode negociar títulos no mercado financeiro a fim de obter o capital que precisa.  

É desse modo que funciona o investimento em debêntures. Ou seja, o  investidor empresta o dinheiro que a companhia precisa ao comprar seus títulos negociados e, assim, recebe em troca, rentabilidades no formato de juros.

Basicamente, existem dois principais tipos de debêntures:

as incentivadas: que contribuem para  projetos e obras que beneficiam a infraestrutura do País, como aeroportos, portos etc. Por serem isentas da cobrança de Imposto de Renda (IR) e apresentarem uma rentabilidade atrativa, são ótimas alternativas para quem quer diversificar a carteira

e as comuns: que seguem a Tabela Regressiva do IR, funcionando da seguinte maneira:

  • de o a 180 dias você pagará uma alíquota de 22,5% sobre o rendimento;
  • de 181 a 360 dias, 20%;
  • de 361 a 720 dias 17,6%
  • e acima de 720 dias 15%.

Conheça mais detalhes sobre as debêntures assistindo ao vídeo abaixo:

Afinal, investir em debêntures é seguro?

Para entender se investir em debêntures é seguro, é imprescindível que você conheça alguns aspectos sobre seus riscos. 

Mas já afirmamos, de antemão, que as debêntures possuem alguns riscos a mais que outros tipos de investimentos em renda fixa. Contudo, também trazem melhores potenciais de rendimento

Portanto, cabe a você, investidor, colocar na balança o custo-risco-benefício, dentro do que você espera de um investimento. 

Para ajudá-lo, apontamos a seguir alguns pontos para os quais você deve estar atento. Vamos lá?

Debêntures não são cobertas pelo FGC

O principal risco das debêntures é de crédito, ou seja, da empresa emissora dos títulos não pagar o que deve ao investidor.

Isso se deve principalmente ao fato desse tipo de investimento não ser coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O FGC cobre até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição financeira em casos de inadimplência, em algumas aplicações de renda fixa

Porém, investir em debêntures é seguro, basta apenas um pouco mais de atenção na hora de escolher a empresa emissora dos títulos, antes de aplicar seu dinheiro.

Sempre prefira companhias  sólidas, fundamentadas e com bom histórico para, assim, ter mais segurança. 

Também é fundamental conferir o rating da companhia escolhida, nota atribuída por agências externas ao nível de risco de crédito de uma empresa. 

O mercado conta com diversas agências que avaliam esse risco, dentre algumas com maior credibilidade estão a S&P, Moody’s e Fitch.

Garantias oferecidas pelas debêntures

Outro aspecto com influência nos riscos das debêntures são os tipos de garantia que ela oferece. Veja quais são elas a seguir.

  • Garantia real (considerada uma garantia forte): quando bens da empresa emissora ou de terceiros são oferecidos como garantia de pagamento;
  • Garantia flutuante (considerada uma garantia fraca): em caso de falência da empresa emissora, o investidor tem prioridade no pagamento de dívidas;
  • Debênture sem garantia quirografária (sem preferência): já nesse tipo de garantia, o investidor não possui prioridade no pagamento das dívidas;
  • Debênture sem garantia subordinada (considerada a de menor garantia): oferece prioridade de pagamento de dívidas apenas em relação aos acionistas. 

Prazo de vencimento da debênture

Uma outra questão que você deve considerar, ao pensar se investir em debêntures é seguro ou não é o prazo de vencimento do título.

Esse prazo pode variar bastante, de alguns meses até 10 anos, e é bem importante ficar atento a prazos muito longos

Quem emite títulos de debêntures são empresas privadas, que contam com todo tipo de risco (financeiro, operacional, fiscal etc.).

No longo prazo é mais provável que algum desses fatores cause problemas na empresa, impactando a sua capacidade de pagar o que deve ao investidor. 

Ok, mas investir em debêntures é ou não é seguro?

Mostramos aqui alguns pontos de atenção necessários ao realizar esse tipo de investimento. Porém, isso não significa que investir em debêntures não é seguro, ok?

O que você deve fazer é estudar os títulos antes de aplicar. Lembre-se que, no mundo dos investimentos, conhecimento vale, literalmente, DINHEIRO! 

Por isso, pesquise bem antes de investir. Nesse caso, você pode, por exemplo, acessar o site “Debêntures”, mantido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro (ANBIMA). 

Lá, você tem acesso a detalhes de qualquer debênture e a muitas informações úteis a esse tipo de investimento como dados e documentos de mercado financeiro. 

A debênture é um bom investimento?

Se debênture é um bom investimento ou não vai depender do seu perfil de investidor e de seus objetivos. 

Como mencionamos, elas apresentam mais riscos que outras aplicações de renda fixa,como o CDB e o Tesouro Direto. Porém, são potencialmente mais lucrativas.

Por isso, costumam ser uma alternativa para aqueles investidores que não querem deixar a renda fixa de lado, mas que desejam incrementar seu portfólio e buscam por opções mais sofisticadas desses investimentos. 

Porém, cada debênture possui características específicas que variam muito de papel para papel, como mostramos nos tópicos anteriores. 

Com isso, o investidor precisa estar disposto a gastar algum tempo estudando esses detalhes para aplicar com mais confiança. 

Portanto, para minimizar riscos e maximizar lucros, antes de aplicar seu dinheiro avalie as debêntures disponíveis, dando preferência à:

  • debêntures com garantias reais;
  • debêntures incentivadas, com isenção fiscal;
  • debêntures de empresas consolidadas e com boas perspectivas de crescimento.

Uma última dica para ajudá-lo a avaliar se investir em debêntures é seguro e se vale a pena, ou não, é investir em conhecimento.

Neste cenário, é claro que você até pode contar com um gestor ou um especialista do mercado para orientá-lo. Entretanto, o conhecimento, inegavelmente, traz mais segurança e confiança, dois pontos essenciais para quem investe. 

Para te ajudar neste sentido, que tal dar o pontapé inicial  aprendendo sobre aplicações em renda fixa? É o que o curso “Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco” vai te ensinar! 

Com ele, você aprenderá o bê-á-bá desse universo e muito mais! Tudo de forma prática e fácil! Ficou curioso? Então, clique no banner para saber mais! 

Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

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M&A: Conheça o processo de fusões e aquisições

Com tantas instabilidades na economia, as empresas se desdobram para descobrir como atuar no mercado de forma que continue prosperando e colhendo frutos. Muitas conseguem e outras não e, por isso, não só grandes como também pequenas empresas estão aderindo ao processo de M&A para integrar esforços e ter mais resultados, ou em outro caso para não falir.

M&A significa Mergers and Acquisition, que quer dizer fusões e aquisições. Essa estratégia de crescimento vem sendo cada vez mais ouvida no mercado e servido de opção para as empresas.

Mas o que ela significa e qual seu objetivo? Ela traz benefícios mesmo? Como funciona o processo?

Confira neste artigo a resposta para essas perguntas e conheça exemplos reais sobre essa operação que deram certo.

O que é M&A?

Fusões e aquisições ou M&A se refere a um processo que consolida duas ou mais empresas para alavancar uma marca no mercado.

É uma ação que visa garantir o crescimento, expandir negócios, mudar estratégia jurídica ou posição competitiva e atrair mais talentos, aproveitando do que a outra empresa já faz melhor para unir esforços.

Explicando cada conceito:

  • Fusões: são duas sociedades que sofrem uma fusão, se extinguem e transferem todo o seu patrimônio para formar uma nova sociedade conjunta com personalidade jurídica e com identidade distinta das empresas que antes eram originárias.

Um exemplo é o Itaú e o Unibanco, virando apenas uma marca.

  • Aquisições: processos que uma empresa adquire de outra operação societária total ou parcialmente, sem criar uma nova empresa, isto é, ela mantém a sua identidade, mas a sucede em relação a direitos e obrigações.

Um exemplo desse caso é a Leader e a Renner, embora no final não se tenha concluído de fato a compra.

Na maioria das vezes, optam por essa solução as empresas que querem um crescimento mais acelerado, mas ao mesmo tempo economia de custos de produção e redução de riscos.

Só que muitas pessoas acreditam que o M&A funciona apenas para grandes empresas, mas não é verdade. Pequenos e médios negócios também veem uma oportunidade, principalmente na compra de empresas menores e com valores inferiores ao que elas valem, servindo como alavancada no negócio e consolidação no mercado.

No entanto, é importante destacar que nem tudo é 100% perfeito, pois alguns pontos negativos podem surgir nessa implementação, como a perda de força de uma marca, a perda de produtividade, a confusão de sua posição no mercado, caso compre de uma marca muito fora do seu nicho, e as demissões em massa.

Se for o seu objetivo, você pode mitigar esses fatores seguindo um planejamento adequado ao processo de M&A, e entendendo quais dos tipos de aplicação existentes mais se adequa ao que está pensando.

Como funciona esse processo de M&A?

Agora que você entendeu o conceito e a importância, é o momento de entender na prática como ele funciona.

Conforme dito, M&A ocorre quando duas ou mais empresas queiram unir esforços e se alavancar no mercado. Para isso acontecer é necessário realizar algumas etapas, são elas:

  1. Antes de qualquer processo você precisa pensar nas empresas que estão envolvidas e quais farão mais sentido com os seus objetivos;
  2. Identifique e analise os benefícios, os riscos, como as marcas se alinham, os volumes de receitas e despesas, bem como o balanço.

Preparar, planejar e criar um plano de execução

Assim, você toma uma decisão mais assertiva para iniciar um planejamento e definir uma estratégia a ser seguida.

Pensar em valuation

Depois, é necessário entender quanto valem essas empresas que estarão envolvidas. Você deve usar o processo de valuation, que é um método que estima o valor das empresas de forma sintetizada e, assim, você consegue propor e negociar com os empresários sem ter que sacrificar nada. É uma maneira de tomar a melhor decisão como um todo.

Com isso, você já consegue dar o próximo passo. Confira!

Entender sobre a negociação e o Due Diligence

O próximo e último passo é a negociação, ou seja, é o momento de entrar em acordo com a empresa a respeito dos preços, como ficará a estrutura da transação e no pós compra também.

Aqui ocorre o processo de due diligence, uma espécie de auditoria que ficará responsável por rever todos os dados da empresa negociada (ambiental, financeira, fiscal, previdenciária, trabalhista, entre outras), identificando irregularidades e tomando as providências necessárias.

Ao final, redige-se um contrato principal e fecha-se o negócio.

Tipos de M&A

Quando falamos de M&A existe uma divisão de tipos de transações, sendo:

  • Horizontal – realizadas entre empresas que participam do mesmo segmento e comercializam o mesmo tipo de produto ou serviço, como é o caso de duas concorrentes. Exemplo: Avon e Natura;
  • Vertical – entre empresas que participam da mesma cadeia de produção, mas em fases diferentes;
  • Conglomerado – companhias de diferentes setores e indústrias realizam operações de M&A, muito utilizadas em grandes corporações que querem reduzir riscos e ao mesmo tempo ampliar influência;
  • Complementar – entre empresas que comercializam produtos ou serviços complementares;
  • Extensão – duas empresas se fundem e vendem os mesmos serviços, só que para públicos diferentes.

Como aconteceu a fusão entre o IGTI e a XPEED?

Portanto, o processo de fusões e aquisições (M&A) é muito mais do que unir esforços e impedir marcas de falir, ele significa um movimento altamente estratégico visando objetivos comuns de mais influência, alcance, posicionamento, receita e outros fatores.

Um caso que aconteceu no final do ano passado foi a fusão do XPEED, empresa de educação pertencente à XP Inc, empresa de investimentos, com o IGTI, empresa de educação à distância voltada a conteúdos de tecnologia da informação.

A organização que simplificou a vida financeira de milhares de pessoas se uniu à melhor escola de ensino a distância em tecnologia para transformar a vida dos brasileiros por meio da educação.

Nosso objetivo ao unir essas duas marcas visou aumentar sua aquisição no mercado por parte de clientes e ao mesmo tempo começar a ampliar o conhecimento de investimentos, educação financeira e tecnologia às pessoas.

Acesse esta reportagem do O Globo para saber mais sobre isso e entender nosso negócio.

De que forma a taxa de juros interfere na inflação?

Entender de que forma a taxa de juros interfere na inflação é essencial para guiar as suas escolhas enquanto investidor. Conhecer as tendências e prever movimentos de queda ou oscilação nos indicadores pode ajudar a prevenir perdas e a antecipar ganhos. 

Continue a leitura do artigo e entenda os conceitos de taxa de juros, inflação e qual a relação entre os dois elementos. 

O que é taxa de juros? 

Definimos taxa de juros como a rentabilidade de uma operação (valores pagos ou recebidos após o fim do período de contrato). 

A taxa de juros faz parte da vida dos brasileiros, presente em diversas operações financeiras cotidianas. Quer ver só? 

A multa paga após o atraso no pagamento da fatura de cartão de crédito é chamada de juros. 

Da mesma forma, a taxa é o “preço” pago pelos tomadores de empréstimo aos credores na hora da devolução de um dinheiro ou bem que não é seu por um período de tempo predeterminado. 

A taxa de juros também é a responsável por remunerar investimentos, sobretudo os de renda fixa. Afinal, o índice também é aplicado em produtos financeiros, principalmente os ligados ao mercado de crédito.

Por fim, podemos dizer que as taxas de juros são ferramentas utilizadas pelo governo para incentivar ou conter a demanda econômica do país. 

>>> Saiba mais sobre taxa de juros

Taxa de juros e Selic: estamos falando da mesma coisa? 

É muito comum que, em um primeiro momento, tratemos “taxa de juros” e Selic como sinônimos. Isso porque a Selic é, sim, uma taxa de juros, e provavelmente a mais conhecida em nosso País. 

Ela é a taxa básica de juros do Brasil e, por isso, tem influência em todas as outras taxas de juros da nossa economia, como a de empréstimos, financiamentos ou aplicações financeiras.

Resumidamente, a Selic aponta o valor pago pelo governo em juros para as instituições financeiras que adquirem títulos públicos do Tesouro Nacional. 

Veja no infográfico abaixo como a Taxa Selic impacta em diferentes títulos de renda fixa: 

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O que é inflação? 

De acordo com o IBGE, a inflação significa o aumento dos preços de produtos e serviços. Essa taxa é calculada pelos índices de preços, comumente chamados de índices de inflação.

Aqui estão algumas das causas deste aumento dos preços, conhecido por nós como inflação: 

  • maior demanda e produção;
  • crescimento dos custos de produção;
  • aumento nos gastos públicos;
  • falta de matéria-prima; 
  • crises globais;
  • conflitos entre países; 
  • impactos climáticos na produção;
  • maior fluxo de emissão de moeda;
  • monopólios ou formação de cartéis (quando as poucas empresas do mesmo segmento combinam preços mais altos; 
  • maior taxa de câmbio;
  • indexação (ajuste de preços considerando a inflação anterior — como nos aluguéis, por exemplo).

Cálculo de inflação 

Quem calcula e determina a inflação é o IBGE. Sua base de avaliação e referência é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

O Instituto realiza um levantamento mensal que considera a oscilação da média de preços de diferentes produtos da cesta básica e de outros, necessários para a subsistência dos brasileiros. Para te ajudar a entender, aqui estão alguns dos elementos analisados: 

  • aluguel;
  • passagem de ônibus;
  • combustível;
  • energia elétrica e água;
  • alimentos e cesta básica.

Índices de inflação 

Além do IPCA, mencionado anteriormente como o índice “oficial” da inflação no Brasil, outros indicadores ajudam a identificar e analisar a inflação em nosso país. Listamos dois deles a seguir. 

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, também é organizado pelo IBGE.

Este indicador analisa a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos. Estes são os grupos mais sensíveis às variações de preços do mercado.

IGP-M

Já o IGP-M, Índice Geral de Preços do Mercado, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é um termômetro muito usado como referência em contratos de aluguel, seguros de saúde e reajustes de tarifas públicas.

Sua composição considera outros três índices:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA);
  • Índice de Preços ao Consumidor (IPC);
  • Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

De que forma a taxa de juros interfere na inflação? 

Agora que você já conhece o conceito de taxa de juros x inflação, é hora de ligar os pontos. Afinal, de que forma a taxa de juros interfere na inflação? 

A taxa Selic (mais popular taxa de juros do nosso país) é o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central para o controle da inflação. 

Isso porque, quando o Bacen precisa reduzir a inflação, ele aumenta a Taxa Selic. 

Mas o que isso quer dizer na prática? 

Com o aumento da Selic, o governo aumenta, também, o “custo” do dinheiro. Dessa forma,  passa a ser mais oneroso obter empréstimos, fazer financiamentos e até adquirir insumos. Pela lógica, quanto menos consumo, menor a inflação. 

Por outro lado, quando a inflação está controlada e o governo quer incentivar a economia, ele pode reduzir a taxa Selic. 

Dessa forma, há um estímulo ao crédito e ao consumo, o que, pela lógica, estimulam, também, a economia.

De que forma a taxa de juros interfere na inflação? Resumindo

Em resumo, podemos dizer que a inflação é uma consequência da desvalorização da moeda x aumento de preços. 

Nesse cenário, as taxas de juros são fortes aliadas no combate à inflação, afinal, quanto mais alto for o valor dos juros, menos as pessoas farão empréstimos, compras ou financiamentos. Com menos dinheiro em circulação e menos consumo, a tendência é de que os negociantes reduzam seus preços, freando a inflação do país. 

Educação financeira: desbloqueie sua capacidade de ganhar dinheiro

Entender de que forma a taxa de juros interfere na inflação pode ajudar a prever potenciais perdas financeiras e até a aproveitar oportunidades de migrar investimentos e diversificar a carteira. 

Mas, para aproveitar ao máximo o potencial do mercado e identificar todas as oportunidades de ganhar dinheiro, é preciso ir além.

Para isso, criamos o curso O Beabá Financeiro, com conceitos básicos que ajudam a conquistar o equilíbrio do orçamento. Por sinal, faça a inscrição e comece sua jornada agora mesmo!

*Créditos da imagem de capa: Towfiqu barbhuiya em Unsplash

O que é um trader quantitativo? Como essa estratégia funciona?

Trader quantitativo ou trading quantitativo é uma estratégia que utiliza algoritmos programados com modelos matemáticos e estatísticos para identificar padrões no mercado financeiro, possibilitando encontrar os melhores momentos de entrada e saída de um ativo, mitigando riscos e proporcionando maior lucratividade.

Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo? Pois saiba que isso é real e já vem sendo usado há algum tempo por grandes instituições e investidores, a fim de elevar seus lucros.

Quer saber mais sobre essa ferramenta? Então, continue conosco, pois neste post explicamos o que é trader quantitativo, como funciona esse tipo de análise, como esses sistemas são desenvolvidos, bem como seus prós e contras.

O que é trading quantitativo?

Trading quantitativo ou quantitative trading, refere-se a uma estratégia complexa de análise, que utiliza alto poder computacional para “ler” o mercado financeiro, a fim de identificar as melhores oportunidades de lucro.

Para isso, os sistemas de trading quantitativo utilizam inteligência artificial (IA) e são programados com algoritmos que se baseiam em modelos matemáticos e análises estatísticas para identificar padrões no comportamento do mercado. Assim, são capazes de determinar os melhores momentos de entrada e saída de um ativo.

O que é um trader quantitativo?

O termo trader quantitativo pode ser utilizado tanto para designar o sistema de IA programado para fazer análises quantitativas de trade, quanto para se referir ao profissional que faz uso dessa ferramenta para operar no mercado financeiro.

Como funciona uma análise quantitativa de trade?

O funcionamento de um sistema de trading quantitativo se baseia na programação de um algoritmo capaz de processar e analisar um grande volume de dados em busca de padrões que indiquem os momentos mais oportunos para entrar e sair de um ativo, com o objetivo de maximizar os lucros.

Para isso, o algoritmo é programado para coletar e processar dados históricos, rodando um modelo matemático e estatístico capaz de testar entradas e saídas, treinando o algoritmo para identificar padrões e encontrar os melhores momentos para cada ação. Dessa forma, a estratégia segue sendo polida e melhorada.

Como é o desenvolvimento de um sistema trader quantitativo?

O desenvolvimento de um sistema voltado para trade quantitativo é composto por quatro fases: 

1. Definição da estratégia

O primeiro ponto no desenvolvimento dessa ferramenta é a definição da estratégia que será utilizada. Isso inclui a definição de alguns parâmetros que o algoritmo deve seguir, como o mercado, tipo de ativo e a frequência com que as operações devem ocorrer. A estratégia deve buscar estabelecer um equilíbrio entre ganhos e riscos. 

2. Backtesting

Após definir uma estratégia para o sistema trader quantitativo, é preciso validá-la. Para isso, são realizados testes a partir dos dados históricos coletados, a fim de verificar seu desempenho e identificar possíveis falhas.

3. Execução

Com a estratégia validada, o próximo passo é adicionar ao sistema os parâmetros de mercado que a ferramenta deve seguir, como dados de interface e custo das operações. Em outras palavras, podemos dizer que esta etapa se refere ao grau de automação que o sistema deve ter.

4. Gestão de risco

Como estamos falando do mercado de renda variável, sabemos que o risco é inerente, não é mesmo?

Por isso, esta etapa é tão importante, uma vez que é nela que os desenvolvedores irão implementar os mecanismos de gerenciamento de risco, o que inclui tanto aqueles relacionados ao mercado, como a volatilidade dos preços, por exemplo, quanto os advindos do uso da tecnologia e da operação em si. 

Prós e contras de um trader quantitativo

Sem dúvidas, um sistema trader quantitativo permite uma análise de mercado muito mais ampla do que qualquer ser humano seria capaz. Além disso, por ser baseado em modelos matemáticos e permitir alto nível de automação, elimina o viés das emoções humanas que, por vezes, atrapalham nas negociações.

Por outro lado, como é de se esperar, não é algo acessível a todos os investidores, devido ao seu alto custo, permanecendo relegado às grandes instituições. Além disso, há de se considerar ainda que, para desenvolver uma ferramenta própria completa, é necessário alto nível de conhecimento matemático e do mercado em si.

E você, já pensou em ser um trader quantitativo?

O grande objetivo de um trader quantitativo é identificar as oportunidades mais lucrativas no mercado financeiro. Os sistemas mais completos e robustos são capazes até mesmo de realizar as operações por conta própria, sem a necessidade de intervenção humana. 

Tendo isso em mente, não é difícil imaginar que essa ferramenta por ser bastante lucrativa, porém, certamente não é algo acessível para pequenos investidores. Por conta disso, ao menos por enquanto, o trade quantitativo acaba sendo quase que uma exclusividade de grandes empresas.

Até podemos encontrar alternativas mais simples no mercado, que podem servir para iniciantes. Porém, não são tão completas e eficientes quanto às utilizadas pelos grandes players do mercado.

Enquanto aguardamos que essa tecnologia se torne mais acessível para pequenos investidores no futuro, que tal aprimorar sua estratégia de investimento?

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Como pagar Imposto de Renda de ações? IR sem complicação

Se você é um investidor da bolsa, precisa saber como pagar imposto de renda de ações. Do contrário, pode acabar tendo que prestar contas ao Fisco. E você não quer que isso aconteça, não é mesmo?

De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, só em 2021, 869.302 contribuintes caíram na malha fina. Para não fazer parte deste grupo no próximo ano, basta cumprir com suas obrigações fiscais.

Mas, não se preocupe, pois neste post explicamos tudo sobre como pagar IR de ações, quem precisa pagar e como funciona todo o processo, da emissão do DARF até seu pagamento. Você verá que é muito mais fácil do que imagina!

Quem precisa pagar IR sobre ações?

Estão sujeitos ao pagamento de Imposto de Renda sobre ações, os contribuintes que, durante o ano de referência, tiverem movimentado valores acima de R$20 mil com venda de ações em pelo menos um mês. Logo, caso não tenha ultrapassado este limite mensal de R$20 mil, você está isento do pagamento de IR.

Vale destacar que este benefício só vale para operações de swing trade (compra e venda em dias diferentes). Já para as operações de day trade (compra e venda no mesmo dia) não há isenção. Ou seja, todo e qualquer lucro será tributado

>>> Confira este post e saiba mais sobre essas duas formas de operar na bolsa: Quais são as diferenças entre Day Trade e Swing Trade?

É importante ter em mente que mesmo que você não atinja o valor mínimo para ter que pagar IR sobre a venda de ações, a declaração de posse desses papéis ainda é obrigatória a todo contribuinte que possua ao menos um título em sua carteira ou que tenha negociado ações no ano de referência.

O que acontece se eu não pagar o IR devido sobre ações?

O contribuinte que não cumprir as normas estabelecidas pela Receita Federal, está sujeito a uma série de sanções, que vão de juros e multas, até restrições ao CPF

Vale mencionar que a sonegação, ou seja, mentir ou omitir dados diante da Receita, é considerado crime, cuja pena pode ir de multa até a reclusão de 2 a 5 anos.

Qual é a taxa de IR para venda de ações?

A alíquota do Imposto de Renda para operações de day trade é de 20% sobre o lucro obtido. Já no caso de operações de swing trade, como vimos, você só será tributado caso ultrapasse o limite de isenção de R$20 mil mensal. Neste caso, a alíquota é de 15% sobre os ganhos.

>>> Atua como day trader? Talvez você se interesse por este artigo: Como calcular o Imposto de Renda em operações Day Trade?

Como pagar Imposto de Renda de ações?

Pagar IR de ações, é muito simples: ao ultrapassar R$20 mil em negociações mensais ou obter lucro em operações de day trade, o contribuinte tem até o último dia do mês para emitir um Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) de código 6015, que deve ser pago até o último dia do mês subsequente.

Como gerar DARF de ações para pagamento de Imposto de Renda?

O DARF de ações pode ser gerado no Portal e-CAC, que pode ser acessado pelo site da Receita Federal. Uma vez na plataforma, para gerar o DARF, você deverá preencher as informações solicitadas utilizando os dados disponíveis nos informes fornecidos pela sua corretora.

Caso não pague o DARF até o último dia do mês subsequente, você estará sujeito a encargos adicionais, que podem ser calculados por meio da ferramenta SicalcWeb. Em seguida, basta gerar um novo DARF com os valores atualizados e realizar o pagamento.

Onde e como pagar o DARF do Imposto de Renda?

Pagar o DARF de IR de ações é muito simples! Você pode realizar o pagamento na sua agência bancária, pelo caixa eletrônico ou mesmo pelo aplicativo do seu banco.

Se você tiver um DARF impresso com código de barras, basta escaneá-lo usando o aplicativo do banco, conferir os valores e confirmar o pagamento. Na ausência do código de barras, basta acessar a aba “Pagamentos” e selecionar a opção DARF, preencher os dados do documento, conferir e confirmar o pagamento.

Confira instruções detalhadas de como pagar seu DARF de ações mensal no infográfico abaixo:

infográfico - como gerar e pagar DARF de ações
Infográfico: como pagar o DARF de ações mensal. 

>>> Para que não reste nenhuma dúvida, você pode conferir este conteúdo que fizemos explicando como emitir e pagar este documento: Como preencher e pagar o DARF Renda Variável? Tutorial!

Viu como pagar IR de ações não é tão complicado?

Imposto de Renda é o tipo de obrigação que não dá para negligenciar, afinal, conforme vimos, as sanções podem ser muito sérias. Fora o fato de que ninguém quer cair na malha fina e ser convidado para bater um papo cara a cara com o leão, não é mesmo?

Como você pode ver, não chega a ser um bicho de sete cabeças. Basta seguir direitinho todos os passos que rapidamente você se livra dessa tarefa.

E caso não se sinta confortável para lidar com essas burocracias, ainda há a possibilidade de contratar um contador, que fará tudo isso por você.

Agora que você já sabe como pagar o Imposto de Renda sobre ações, que tal se concentrar nos estudos para melhorar seus rendimentos? 

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Qual o melhor Tesouro Direto para investir? Quais são os principais tipos de títulos?

Quando o assunto é renda fixa, o primeiro tipo de aplicação que vem à mente é o famoso Tesouro Direto. Inclusive, muitos pensam se tratar de um único tipo de investimento, quando, na verdade, o Tesouro Nacional conta com diversas opções de títulos. Então, a pergunta que fica é: “qual o melhor Tesouro Direto para investir?”

Se você não quer correr o risco de colocar seu dinheiro na aplicação errada, continue conosco, pois neste post explicamos o que é o tal do Tesouro Direto e ainda apontamos qual é a melhor opção para investir de acordo com diferentes objetivos. Aproveite a leitura!

O que é o Tesouro Direto?

O que conhecemos como Tesouro Direto são títulos de dívida emitidos pelo Governo Federal com o objetivo de captar recursos para financiar a dívida pública e realizar investimentos.

Isso significa que, ao aplicar nesses títulos, o investidor está emprestando dinheiro para o governo em troca de uma remuneração na forma de juros.

Por serem pagos diretamente pelo Tesouro Nacional, o risco de calote é praticamente nulo, caracterizando-os como aplicações de baixíssimo risco. Por conta disso, são ótimas opções para investidores de perfil conservador.

>>> Quer conhecer os benefícios desse tipo de investimento? Então, leia: Top 5 vantagens de investir em Tesouro Direto para começar hoje!

Quais são os tipos de investimento em Tesouro Direto?

Para entender qual é o melhor investimento no Tesouro Direto, você precisa conhecer quais são os tipos de títulos disponíveis e como cada um deles funciona. Assim, será possível tomar uma decisão mais segura, de acordo com seus objetivos.

Podemos dividir os títulos do Tesouro Direto em três grupos:

Prefixados

Nos títulos do Tesouro Direto prefixados, a taxa de rendimento é definida no momento da aplicação, permitindo que o investidor saiba exatamente quanto irá receber.

No entanto, vale destacar que essa rentabilidade só vale para o saque no vencimento do título. Caso precise realizar o saque antes do prazo acordado, estará sujeito à marcação a mercado.

Isso significa que, ao invés de seguir a taxa acordada inicialmente, seus rendimentos serão calculados de acordo com a taxa praticada pelo mercado no momento do saque, podendo, inclusive, gerar um rendimento negativo, ou seja, o investidor poderá receber menos do que investiu.

Sendo assim, caso opte por esta modalidade, é importante colocar um dinheiro do qual não irá precisar tão cedo, se programando para realizar o resgate somente no vencimento do título, assegurando assim, a rentabilidade acordada no ato da aplicação.

Pós-fixados

Ao contrário dos títulos prefixados, ao adquirir um título do Tesouro Direto pós-fixado não há como saber quanto seu dinheiro irá render, uma vez que sua rentabilidade está atrelada a uma taxa dinâmica, que varia ao longo do tempo.

Um exemplo clássico é o Tesouro Selic, que tem seus rendimentos atrelados à taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira. Logo, quanto mais alta estiver a Selic, maior tende a ser o retorno da sua aplicação.

É importante notar que esses títulos não estão sujeitos à marcação a mercado. Ou seja, você pode sacar quando desejar, recebendo os rendimentos referentes ao período aplicado.

Que tal aproveitar a alta da Selic para lucrar mais? Confira, no vídeo abaixo, as dicas da Clara Sodré, especialista em investimentos e professora da Faculdade XP:

Indexados à inflação

Os títulos do Tesouro Direto indexados à inflação são híbridos, ou seja, são tanto pós-fixados quanto prefixados. Sua rentabilidade está atrelada à inflação, somada a uma taxa fixa. Logo, esses papéis sempre irão render acima da inflação.

O maior exemplo aqui é o Tesouro IPCA+, que rende de acordo com o índice IPCA, responsável por medir a inflação do país. Por exemplo: digamos que você invista no Tesouro IPCA + 5% ao ano, isso significa que se a inflação chegar a 12%, sua rentabilidade será de 17% durante este período.

Destaca-se ainda que, assim como os títulos prefixados, eles também estão sujeitos à marcação a mercado. Então, muita atenção ao fazer o resgate!

>>> Quer conhecer outras opções de Tesouro Direto indexados à inflação? Então, leia este post: IPCA ou IGP-M: qual é o melhor? Qual a diferença entre eles?

Qual o melhor Tesouro Direto para investir?

Quando buscamos por alguma aplicação, queremos os melhores rendimentos possíveis, não é verdade? Logo, agora que você já sabe o que é o Tesouro Direto, deve estar se perguntando: 

“Afinal, qual é o melhor investimento no Tesouro Direto?”

É preciso ter em mente que estamos falando de títulos de renda fixa, geralmente associados a investidores de perfil conservador. Ainda assim, são ótimas opções para diversificar a carteira, mesmo para aqueles que têm maior apetite para riscos. 

Agora, definir qual o melhor Tesouro Direto para investir sempre irá depender de quais são seus objetivos com a aplicação.

Títulos prefixados permitem ao investidor saber exatamente quanto irá receber em seu vencimento, desde que não sejam resgatados antes do fim do contrato.

Porém, se o seu objetivo é fazer uma reserva de emergência, a melhor opção costuma ser o Tesouro Selic, justamente pelo fato de este título não sofrer com a marcação a mercado, permitindo que você saque quando precisar, sem prejuízo. 

Já se o seu objetivo for proteger seu patrimônio em momentos de crise, uma ótima opção é o Tesouro IPCA+, uma vez que seus rendimentos sempre estarão acima da inflação, preservando seu poder de compra, além de permitir aproveitar a alta dos juros para gerar uma rentabilidade mais atrativa durante o período da aplicação.

E para você, qual é o melhor investimento no Tesouro Direto?

Como vimos, o Tesouro Direto apresenta diversas possibilidades dentro da renda fixa, proporcionando segurança e versatilidade até mesmo para investidores experientes.

Vale destacar a importância de estudar o mercado e sempre levar em conta quais são as suas metas de curto, médio e longo prazo. Dessa forma, além de investir com maior segurança, você ainda será capaz de maximizar seus resultados.

Para mergulhar de cabeça neste universo e aprender como fazer o seu dinheiro render com segurança, conheça o curso: Renda fixa: Ganhos com Baixo Risco. Por meio dele, você conhecerá as principais aplicações da categoria, além de aprender a montar uma carteira e investir na prática. Inscreva-se agora mesmo!

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus amigos e familiares, para que todos saibam como descobrir qual o melhor Tesouro Direto para investir!

O que é trailing stop? Conheça a estratégia que protege seus lucros no trading

Um mercado de alto risco, como o de renda variável, tende a oferecer as melhores oportunidades de lucro. Porém, qualquer estratégia voltada para mitigar este risco e aumentar nossa performance é bem-vinda, concorda? E é justamente para isso que o trailing stop é indicado: maximizar ganhos e minimizar perdas.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, ajeite-se na cadeira e siga conosco, pois, neste post vamos explicar o que é trailing stop, para que serve e como esta estratégia funciona na prática.

O que é trailing stop?

Também conhecido como stop móvel, o trailing stop é uma estratégia de gerenciamento de risco, configurada na plataforma de trading, e que tem como objetivo maximizar os lucros e minimizar as perdas em operações de trade.

Na prática, o trailing stop é como um stop loss. Porém, ao invés de configurar um limite fixo para a execução da ordem, o trailing stop segue a tendência de forma dinâmica, mantendo uma distância predefinida pelo usuário. Diante de uma reversão no mercado, a ordem é executada assim que o preço atinge este limite.

>>> Quer aprimorar sua forma de operar no mercado financeiro? Então, confira este post: 6 passos para você montar uma estratégia de Setup Trader

Para que serve o trailing stop?

Você executou uma boa entrada em um ativo, e agora, o que deve fazer em seguida? Sair no primeiro sinal de queda, com um pequeno lucro no bolso, ou arriscar segurar a posição, na tentativa de lucrar um pouco mais?

Pois saiba que este dilema faz parte da rotina de boa parte dos traders.

No mundo dos investimentos, as emoções costumam gerar dúvidas, que atrapalham nossa tomada de decisão. No entanto, há maneiras de driblar este problema.

Neste caso em específico, uma ótima estratégia é criar uma ordem de trailing stop, a fim de aproveitar ao máximo os momentos de alta, sem que o fator emoção atrapalhe suas decisões. O mesmo vale para situações de queda, configurando a ordem de acordo com o máximo que você aceita perder em uma operação.

Ou seja, o trailing stop serve tanto para “dar espaço” para acumular ganhos potenciais em um ativo no qual você esteja comprado, maximizando seus lucros de forma segura e eficiente diante de uma tendência de alta, quanto para mitigar os riscos e reduzir suas perdas quando a tendência é de baixa.

>>> Que tal aprimorar sua forma de ler o mercado? Confira: Tape Reading: saiba como funciona na prática a técnica de leitura utilizada pelos traders

Como o trailing stop funciona?

O trailing stop funciona como uma forma de proteger seu lucro, seja qual for a tendência do mercado.

A ordem de parada é configurada de acordo com o valor de entrada no ativo. Conforme o preço se move a seu favor, o trailing stop acompanha a tendência, sempre mantendo a mesma distância do preço de mercado.

Essa distância pode ser tanto um valor absoluto, como R$100, por exemplo; quanto um percentual em relação ao valor de mercado, como 5%. A escolha e definição desses valores fica a critério de cada usuário, e interferem diretamente na forma como a estratégia irá funcionar.

Agora, se ao invés de os preços subirem, eles começarem a cair, o trailing stop se manterá fixo, executando a ordem assim que atingir o valor que foi configurado.

Para ficar mais claro o que é trailing stop e como ele funciona, vamos ver um exemplo prático?

Exemplo prático de trailing stop

Digamos que você entre em um ativo a R$200 e deseje configurar um stop móvel R$30 abaixo do valor de entrada. Logo, iniciará em R$170. Se a cotação do ativo sobe para R$300, seu trailing stop acompanha a tendência, mantendo os mesmos R$30 abaixo do preço de mercado, ou seja, vai para R$270.

Assim, você será capaz de aproveitar toda a tendência de alta, elevando seu potencial de lucro.

Agora, digamos que haja uma reversão no mercado e o preço do ativo caia para R$280, seu trailing stop permanecerá fixo em R$270. Caso atinja os R$270, o sistema executará a ordem automaticamente.

Quer ver como o stop móvel é aplicado na prática? Então, confira o exemplo no vídeo abaixo que ilustra o funcionamento da ferramenta:

>>> Não sabe onde investir? Leia este post: Qual a melhor corretora para iniciantes no day trade? Descubra!

Que tal adicionar o trailing stop na sua estratégia?

Um bom nível de gerenciamento de riscos é vital para qualquer estratégia de investimento. Tendo isso em vista, o uso do stop móvel pode fazer toda a diferença na sua performance enquanto trader, mitigando riscos e permitindo que você aproveite todo o potencial de valorização do ativo com segurança.

O “pulo do gato” para o sucesso de uma estratégia de trailing stop está na configuração das ordens. No entanto, não há um número mágico que funcione para todo e qualquer ativo. É com base em sua experiência e conhecimento de mercado que você irá encontrar a configuração mais eficiente para cada situação.

E nada melhor do que aprender com quem entende do assunto, concorda? Então, conheça o curso: Consistência no Day Trade & Gestão Emocional. Ao conhecer a fundo as dinâmicas de compra e venda de ações na bolsa de valores, pode-se entender como as emoções influenciam as decisões.

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus amigos investidores, para que todos saibam o que é trailing stop e entendam a importância desta ferramenta o sucesso nas operações de trading.

O que é a Bolsa de Valores? Saiba como funciona o mercado de ações

Entender o que é bolsa de valores é estar por dentro do mundo dos investimentos, mesmo se você não for um investidor assíduo ou representante do mercado financeiro. Este assunto envolve uma série de fatores, já que o foco é obter rendimentos.

Mesmo assim, é fundamental que você saiba que o investimento na bolsa de valores é volátil, ou seja, aplicar  sem estratégia pode gerar perdas. Portanto, entender a dinâmica, conhecer o próprio perfil de investidor e saber o momento mais correto para investir é um passo à frente dos concorrentes. 

Para ajudar você a trilhar um caminho de sucesso como investidor, ao longo deste artigo vamos explicar o que é a Bolsa de Valores e quando vale a pena investir nela. Acompanhe a gente!

Boa leitura!

O que é a Bolsa de Valores?

Basicamente, bolsa de valores é um ambiente onde as pessoas e empresas se relacionam por meio da compra e venda de títulos e ações – ou seja, é um local em que acontecem muitas negociações diariamente.

Isso quer dizer que se você decidir vender uma ação e outro investidor que tiver  interesse em comprá-la, a bolsa será justamente o ponto de encontro entre vocês, entendeu? 

Essa é apenas uma definição simples, mas, para muitas pessoas, a bolsa de valores é muito mais do que um ambiente para comprar e vender frações de empresas. Isso porque ela pode significar uma forma de ganhar a vida, se sustentar, garantir a independência financeira ou a própria aposentadoria.

Para outras, é uma forma de ler e acompanhar o mercado, enquanto investe indiretamente nas empresas e ativos relacionados.

De toda forma, a bolsa de valores é muito importante no mercado e todo investidor deve entender o seu funcionamento.

Há diversas bolsas de valores pelo mundo, as quais são responsáveis por garantir eficiência nas operações e segurança para as partes envolvidas. No Brasil, a Bolsa de Valores oficial é a B3 (Brasil, Bolsa e Balcão).

Como funciona a Bolsa de Valores?

Para oferecer a eficiência e segurança mencionada, a bolsa tem como função fiscalizar e garantir a realização das regras de negociação.

Em linhas gerais, ela proporciona um ambiente organizado, com regras estabelecidas e que promovem a confiança na hora do investidor aplicar seu patrimônio. Isso determina a efetivação dos negócios, o que assegura ao investidor receber pelas ações ou títulos em que investiu.

O mais popular ativo financeiro dentro da bolsa é a ação (uma pequena parte de uma empresa). Isso quer dizer que, ao comprar a ação, você se torna um acionista – espécie de um pequeno sócio do negócio.

Mesmo que esse ambiente seja muito conhecido por conta das ações, há diversos outros segmentos na própria estrutura, como:

  • ativos de renda fixa;
  • mercado à vista;
  • crédito imobiliário;
  • derivativos listados;
  • derivativos de balcão.

Assim, a partir da realização de uma operação, a bolsa de valores é responsável por fazer a compensação, registro e a atualização dos papéis dentro deste ambiente.

Há mais duas funções desempenhadas por ela:

  • Agente de custódia: consiste na guarda centralizada de todas as negociações realizadas. Exemplo: ao comprar um título do Tesouro Direto, a B3 faz a guarda desses papéis em seu nome até a venda ou resgate;
  • Agente de clearing: faz o gerenciamento dos riscos das operações realizadas pelos investidores. Exemplo: quando você investe em minicontratos, há investimentos que podem servir como garantia, estabelecidos pela clearing.

Para as pessoas que estão mais de fora do que dentro desse mercado, a bolsa pode parecer confusa e complexa. Na prática, esse entendimento fica mais acessível, mas para isso, você deve acompanhar o ritmo de negociações (pregão) diariamente.

Se você já viu um ambiente desses em funcionamento, deve ter percebido que há números variando o tempo todo – são as cotações (preços ou pontuações) de cada investimento.

Mas por que sobem e descem tanto? Basicamente, os negócios são precificados pelas expectativas dos investidores em relação ao mercado e ao valor mobiliário em questão.

Como uma série de fatores afeta essas oscilações, é importante acompanhar o pregão com a ajuda de profissionais experientes.

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Quais são os tipos de investimentos na Bolsa de Valores?

Existem vários tipos de investimentos, mas vamos citar os mais populares do mercado. São eles:

1. Contrato futuro

O contrato futuro é um derivativo negociado no mercado. Refere-se a contratos de compra e venda de moedas ou produtos, em que o comprador ou vendedor se comprometem com a negociação em uma data futura. Neste caso, a B3 age como reguladora das aplicações. 

Os contratos futuros são interessantes para empresas e produtores rurais que buscam nesse tipo de contrato um meio de se proteger diante das oscilações dos preços das moedas ou mercadorias. 

2. ETF

ETF (Exchange Traded Funds ou Fundos Negociados em Bolsa) é um tipo de investimento onde o investidor aplica o dinheiro em um grupo de ativos sem a necessidade de adquirir cada ativo separadamente. 

Alguns Fundos de Investimento se aplicam em produtos de renda fixa e outros em renda variável. Os recursos do ETF são exclusivamente em ações negociadas na Bolsa de Valores. 

Quer saber mais como investir em ETF? Assista ao vídeo abaixo:

3. Opções de ações

No mercado de opções, o investidor tem direito de comprar ou vender um ativo em data futura, minimizando os riscos obtidos pelas variações dos ativos. 

Neste caso, o titular (quem compra) não precisa exercer o direito de compra, e o lançador (quem vende) fica com o dinheiro do prêmio.

Na B3, as opções são identificadas pelas quatro primeiras letras do ativo, seguidas pela letra do mês de vencimento e, por fim, o número que indica o strike.

4. Fundos Imobiliários (FII)

Considerado como aplicações de renda variável, os FIIs são compostos pela união do capital de várias pessoas aplicando no setor imobiliário.

Ou seja, os FIIs são investimentos realizados por meio da Bolsa de Valores em que o investidor adquire 1 ou mais cotas e ganha dinheiro a partir da valorização da cota ou da distribuição de rendimentos. 

5. Ações

As ações são investimentos de renda variável caracterizadas por ser a fração de uma empresa adquirida pelo investidor, o que leva ao posto de sócio da mesma.

Quer ganhar com o mercado de opções? Então descomplique com o nosso curso In The Money: Como começar a lucrar com Opções. Treinamento prático para você aprender a investir do zero. 

Vantagens e desvantagens de investir na Bolsa de Valores 

Agora que você já sabe o que é a Bolsa de Valores, veja os prós e contras antes de investir:

Vantagens

  • Facilidade: o investimento é totalmente online, ou seja, você aplica o seu dinheiro no conforto da sua casa. Basta ter uma conta em uma corretora, procurar pelo ativo e fazer a sua oferta;
  • Rentabilidade: esse é o ponto forte da renda variável. Com as ações, você pode ter ganhos mais expressivos em tempo muito menor em relação a um investimento de renda fixa;
  • Acessibilidade: ao contrário do que muitos pensam, é possível investir na Bolsa com pouco dinheiro, podendo até fazer aportes mensais;
  • Sociedade: essa vantagem costuma ser bastante atrativa, principalmente ao comprar grandes quantias de ações;
  • Proventos: ao investir em ações, você pode receber os proventos – são distribuídos sob forma de dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP).

Desvantagens

  • Risco: a bolsa de valores é um ambiente arriscado, porque, ao mesmo tempo em que você pode ganhar muito (não há limites de valorização), você corre os riscos de perder bastante;
  • Oscilações: o desempenho das ações é fortemente influenciado pelo que acontece no mercado, envolvendo o cenário interno e externo do País. Em momentos de instabilidade, os papéis podem sofrer duras quedas no curto prazo;
  • Alta demanda de tempo e conhecimento: investir na bolsa exige esforço na questão de tempo e conhecimento. Se você quer conquistar bons rendimentos, é fundamental entender a dinâmica do mercado financeiro e se manter informado e disposto a aprender novas técnicas.

>>> Leia também: Fundos Imobiliários: 5 opções mais rentáveis do mercado

Como investir na Bolsa de Valores?

Sabendo o que é a Bolsa de Valores fica mais fácil começar a aplicar o seu dinheiro do jeito certo. Logo, para operar na Bolsa, é importante conhecer dois modelos:

Swing trade

São operações de compra e venda de ativos, cuja duração é de dias, semanas, meses e até anos.

Nesse tipo de investimento, o processo é comprar um ativo financeiro em determinado momento e aguardar o instante mais propício para vendê-la.

O swing trade é mais indicado para:

  • quem não tem muito tempo para acompanhar o mercado;
  • quem escolhe seguir uma estratégia de lucro a longo prazo por acreditar na valorização das ações.

Day trade

Esse tipo de operação segue a lógica oposta da anterior. Pois, nesse caso, o objetivo é comprar e vender ativos no mesmo dia e lucrar com as oscilações de mercado.

É conhecida como uma vantagem em poder agilizar as aplicações, podendo lucrar com a operação alavancada. Também é uma categoria de operação considerada de alto risco justamente por conta das oscilações mais frequentes.

Por último, é mais recomendada para quem tem experiência no mercado de investimento e saiba lidar com os resultados de perdas e ganhos.

Dito isso, vamos para o passo a passo de começar a investir:

  • 1. Escolha uma corretora de valores: verifique se a instituição está autorizada para operar na Bolsa de Valores e quais as taxas existentes;
  • 2. abra a sua conta: para abrir a sua conta, geralmente, basta inserir os seus dados pessoais, criar um login e senha;
  • 3. Transfira uma quantia: agora, transfira o dinheiro a ser investido da sua conta bancária para a conta da corretora por meio de TED de mesma titularidade;
  • 4. Entre na sua plataforma: para investir em ações, clique em “home broker”. Esse é o ambiente de negociações da Bolsa de Valores, onde você compra e vende os papéis;
  • 5. Invista: digite a sigla do ativo desejado e lance a sua oferta. Lembre-se de que o lote mínimo varia para cada ativo;
  • 6. Ordem executada: assim que o preço da sua ordem coincidir com outra oferta, ela será executada e as ações virão para a sua custódia – pronto: você acaba de se tornar um investidor!

Assista ao vídeo e saiba como começar a investir em ações:

Como negociar na bolsa de valores com eficiência?

Agora que você já sabe o que é bolsa de valores e como funciona, percebeu que este é um mercado cujo investimento requer precaução, uma vez que as negociações podem sofrer oscilações ao longo do caminho, mesmo as de contrato futuro que funcionam com uma previsibilidade maior em relação às demais. 

Outro ponto que apontamos neste artigo é a escolha de uma corretora de valores para negociar os ativos. Lembre-se de escolher uma de boa qualidade de atendimento, solidez financeira e com custos e preços diferenciados, detalhes que o ajudarão a ter certeza se vale a pena o investimento. 

E para diminuir as dúvidas durante as aplicações, recomendamos você se especializar no assunto fazendo o curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores. Este é um material rico com cinco horas de duração que fará você começar a negociar em renda variável com segurança.

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